Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas OS 12 TIPOS DE MOTORISTAS MAIS DETESTÁVEIS – Autoentusiastas

Dentro da admirável linha temática criada pelo Marco Antônio Oliveira (MAO), elegi não os dez, mas os 12 tipos de motoristas mais detestáveis, aquele que tornam o nosso dirigir desagradável, muitas vezes um martírio.

Eles estão em toda parte, não importa ano ou preço do carro, tampouco condição social. É deles, faz parte da sua personalidade. A ordem desses 12 mais é aleatória.

1) O DJ – Frustrado, diga-se. Acha que todo mundo tem que ouvir o som — não música, som — que ele está ouvindo. Para piorar a situação, o Mr. Murphy joga contra nós: por mais que nos desvencilhemos do DJ, o carro dele acaba ficando perto do nosso no trânsito engarrafado ou no próximo sinal fechado.

 

 

2) O Sombra – Para esse tipo detestável, a sombra é o lugar da Terra que exerce uma atração irresistível sobre ele. É ele encontrar uma sombra e parar nela. O espaço à frente dele é um detalhe meramente secundário. Se é um desperdício de espaço, que já não sobra muito nos nossos dias, o problema não é dele. Já peguei um Sombra na av. República do Líbano, em São Paulo, que parou — não estou exagerando — na última faixa da esquerda a 50 metros do único carro à sua frente, parado num sinal. Tive que alertá-lo da burrice e se tocou, tirou o carro daquela posição perigosíssima.

 

sombra

Foto apenas para ilustrar que o Sombra faz se encontrar uma sombra: pára longe do carro da frente sem a menor cerimônia (foto blogdociclista.com.br)

3) O Seteiro – Esse já é bem conhecido aqui no AE, de tanto que falo dele. Sua cabeça deve funcionar da seguinte forma: “Comprei meu carro, paguei um bom dinheiro por ele e tenho o direito de usar tudo o que ele me oferece, e adoro ver e ouvir essa luzinha piscando no quadro de instrumentos. Ficar parado num sinal antes entrar à esquerda, única possibilidade, é entediante, assim ligo a luzinha mesmo parado. Me distrai. Se incomoda quem está atrás não é problema meu”. Além disso, quando o Seteiro resolve ir “costurando” entre as várias faixa de rolamento, o faz dando seta freneticamente, achando que está certo, que é um grande motorista. É que o Seteiro acha que a seta é autorização, como ao mudar de faixa, em que dá seta rigorosamente ao mesmo tempo em que sai da sua. Se acontecer alguma coisa ele tem o notável argumento na ponta da língua: “Mas eu dei seta…”

Esse vídeo russo correu na internet alguns meses atrás e mostra um bom exemplo de seteiro que dá seta e sai ao mesmo tempo, o vídeo deixa isso bem claro:

 

 

4) O Tô-nem-aí – O sujeito está procurando uma vaga ou o número de um prédio, dentro de todo o direito, e para isso precisa seguir em velocidade relativamente baixa, nada mais correto. Só que quem está atrás não sabe por que ele segue devagar — saberia, se ele se dignasse  ligar o equipamento destinado a sinalizar intenção  chamado seta.

5) O Catarata – Para o Catarata, o mundo através do pára-brisa é um nevoeiro permanente, assim ele precisa ligar os faróis de neblina sempre, de dia ou de noite, com chuva ou sol. Nessa, ele, que desconhece os comandos e sistemas do seu carro, acaba ligando a luz traseira de neblina junto. Mas para o Catarata é uma felicidade ter a deficiência visual, pois com os faróis de neblina ligados o carro dele fica lindão, tipo “o meu tem, o seu não tem.”

 

lindao

O Catarata não deve estar enxergando nada, mas o carro ficou “lindão”…(fotonovounoclube.com.br)

6) O Morcego – Não usa a visão para dirigir à noite, pois ele faz isso por instrumentos de navegação, como os pilotos dos aviões quando em regra de vôo por instrumentos. Portanto, o Morcegão não liga faróis à noite. Além disso, o Morcego acha que está pilotando um Stealth, o avião invisível nos radares, por isso acha que as luzes traseiras desligadas não causam problema algum.

 

morcego

O Morcego rodando feliz da vida na noite (foto carros.uol.com.br)

7) O Pace Car – Se julga no direito de moderar a velocidade da corrente de tráfego, como o veiculo de mesmo nome (nos EUA, no resto do mundo é Safety Car). Mas ser o Pace Car só tem graça se for na última faixa da esquerda, e a velocidade imprimida é a que ele bem entender. Ultrapassá-lo? Ele dar passagem? Nem pensar, afinal quem determina o ritmo de viagem é ele, o Pace Car. Fora que ficar na faixa da esquerda lhe dá uma admirável sensação de poder.

Nesse vídeo, um carro da patrulha rodoviária “expulsa” um Pace Car de “seu” lugar, muito bem-bolado, bem que se poderia fazer o mesmo aqui. Não é só no Brasil que essa praga de motorista está nas estradas!

 

8) O Soneca – Como um dos sete anões de Walt Disney, o Soneca-motorista vive com sono. O sinal abre mas o carro dele não se move, só o faz depois de um tempo. E quando isso finalmente acontece, até o carro do Soneca parece estar com sono, tão lento que arranca. Com dois Sonecas à frente, não dá tempo de atravessar o cruzamento, o sinal muda para vermelho antes. Como isso irrita!

 

parados

Não, o Soneca do carro preto não vai arrancar logo, desista… (imagens.usp.com.br)

9) O Marcador – A referência aqui é o futebol, o jogador que marca outro, do time adversário. No nosso caso, o Marcador é o motorista que, como o nome diz, fica lhe marcando. Você não consegue se desvencilhar dele no trânsito porque quando você acelera para se adiantar um pouco tentando mudar de faixa, lá está ele lhe marcando, acelera um pouco também. E assim segue ele, sempre de marcação, às vezes por quilômetros.

 

marcador

Está vendo o carro claro na faixa central, em primeiro plano? Se ele tentar acelerar para achar um buraco para ultrapassar o suve da penúltima faixa, este vai acelerar, ficando de marcação (foto exame.abril.com.br)

10) O Emergência – Tudo é motivo para o Emergência ligar o pisca-alerta — claro, parado no meio da rua obstruindo uma faixa de rolamento. Para ele o pisca-alerta é tudo o que  ele precisa para atrapalhar o trânsito com o salvo-conduto da impunidade.

 

filadupla

Pisca-alerta, salvo-conduto para a impunidade (foto jornaldototonho.com.br)

11) O Empata-lugar-no-posto – Há uma notável semelhança entre o Empata-lugar no posto e quem está à sua frente num restaurante de aut0-serviço por peso, o raciocínio “agora que chegou a minha vez, fico aqui o tempo que eu quiser para me servir”. É por isso que encerrei minha carreira de ir a esse tipo de restaurante, mas não dá para dispensar posto. Esse tipo é notório por depois de ter pago e se sentar ao volante, levar um tempo inexplicável para sair e deixar que o carro de trás possa reabastecer. Esse tipo é primo do empata-lugar no caixa do pedágio: pára, aí é que vai procurar o dinheiro, paga, recebe o troco e só reinicia a marcha depois arrumar direitinho a carteira de dinheiro. Haja paciência!

 

postocheio

Posto cheio e tem gente que não colabora, demorando a sair (foto diaadiaarapongas.com.br)

12) O Caminhoneiro – Esse tipo se julga dirigindo um caminhão quando se prepara para entrar numa garagem, como a de um prédio de apartamentos, pelo tanto que abre a curva para fazer a simples manobra. Nessa ele ocupa a faixa à esquerda dele, atrapalhando o fluxo de trânsito. Vê-se muito isso!

Como o dirigir — e o mundo — seria melhor sem esses tipos de motoristas, não?

BS

 



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Juvenal Jorge

    Muito claro e direto o resumo Bob. Esses malas sem alça dominam nossas cidades e estradas. E tem também aquele que pode ser chamado de “Segurança”. O limite pode ser 60 km/h, mas o cara anda a 35 km/h para estar seguro que não vai ser multado.

  • Ô como seria ótimo se não houvessem motoristas assim. Principalmente os metidos a Pace Car e Marcadores, que nas estradas e vias rápidas são um verdadeiro inferno!

    Você ainda esqueceu de citar o Rei do Camarote, Bob. Aquele cara que pára o carro em qualquer lugar, a hora que quiser, em vaga preferencial, lugar proibido, entrada de garagem, em rampa de deficiente, só porque não quer andar, normalmente por pura preguiça.
    Aqui em Fortaleza é cheio desse tipo, principalmente os donos de Corollas e Mercedes, comprados em 600 prestações e que não têm dinheiro para o estacionamento, senão falta para os “dez conto” de gasolina e pra prestação no final do mês.

    No sábado, acredite, no meu condomínio, havia um desses na minha vaga, pois o vizinho de baixo estava dando uma festa, e como cada apartamento tem uma vaga em que cabem três carros, o porteiro deixou todo mundo entrar, e a criatura parou a carruagem atrás do meu carro, obviamente me trancando. Como sou um poço de educação numa hora dessas, entrei no meu carro e pedi a minha mulher para ir lá avisar ao dono do apartamento sobre o ocorrido e daqui a pouco desce a dondoca dona do Honda Fit toda sem graça, pedindo desculpas e eu com a maior educação do mundo respondo: “Não desculpo não! É só não fazer de novo e estacionar essa merda lá fora…”
    Resultado: quando voltei o carro da criatura estava onde deveria estar: do lado de fora do condomínio

    Depois eu é que sou ogro hehehehehehe

  • Miquelle Francisconi Alves

    O que mais me incomoda é o marcador, me tira do sério quando eu sinalizo intenção de mudar de faixa e o marcador, antes lerdo como uma lesma acelera como um doido para impedir minha mudança de faixa. Esse me causa um ” animus necandi ” vontade de matar.

  • Franklin Weise

    Se for durante o dia, não haveria problema do ponto de vista da segurança nem pela legislação (sim, nem sempre estes dois andam juntos). Se for à noite, a luz de posição (que é o que imagino que você quis dizer com meia luz) é ineficaz, insegura e ilegal.

    • David Diniz

      Mas É durante o dia que costumo ligar o a luz de posição+farol neblina… A Noite eu ligo o farol baixo e se estiver em condição adversa como uma chuva forte por exemplo é farol baixo+ farol de neblina por que eu quero ver e ser visto.

  • Miquelle Francisconi Alves

    Sim. Lamento informar, colega.

    • David Diniz

      🙁 #Chatiado

  • Nora Gonzalez

    Perfeito, Bob. Acrescentaria que o ” Emergência” costuma parar em fila dupla mesmo quando tem saída de garagem logo adiante – ou seja, ainda escolhe cometer a infração que mais atrapalha – e liga o pisca-alerta quando chove, mesmo com o carro em movimento. Cheguei a pensar que certos modelos tivessem um dispositivo que ao ligar o limpador de pára-brisa ele acionasse automaticamente o pisca-alerta de tão comum que é. E o “Empata-lugar-no-posto” repete o comportamento no pedagio. Já o denominador comum no estereotipo “DJ” é que sempre tem um gosto musical sofrível.

  • Luiz Antônio Robaina Severo

    Este também é conhecido por “motorista de autorama”, justamente por ficar com o carro em cima das faixas, como era nos antigos autoramas…
    Parecido com este também são os MAGNÉTICOS… parece que o carro deles tem um imã… na hora que você vai fazer a ultrapassagem ele vem lentamente em direção ao seu… (pode ser caracterizado como uma espécie de soneca ambulante também, talvez…)

    De todos os citados acho os mais irritantes (ainda mais que os seteiros) o catarata (principalmente o catarata PLUS, que liga também a extremamente forte e ofuscante luz traseira de neblina) e o Pace car…

  • Pluto

    Em língua portuguesa, uma iluminação para NEBLINA não me deixa muitas dúvidas sobre em qual situação deveria ser utilizada, creio eu.

  • David Diniz

    Esse ai paga 2 IPVA por isso pode andar comendo 2 faixas de rolamento e irritando todo mundo.

  • Nora Gonzalez

    Silas Brazuna, eu fui vitima de híbrido de DJ e Morcego. O infeliz vinha me ultrapassando pela direita sem luzes (bem, com uma imperceptível luzinha azul de 0,0001 W) mas com o som horroroso no último volume. Foi minha sorte. Não bati nele porque o ouvi. Não o vi, ouvi. Parece que não se contentam em fazer apenas uma besteira. ‘É um combo, tipo lanchonete.

    • RoadV8Runner

      Essa do combo foi ótima!

  • Ricardo kobus

    Nas serras aqui em Santa Catarina está cheio desses, é aquela pressa de chegar á praia.
    Só vendo para crer.
    Por essas que não sou muito fã de ir na temporada para o litoral.

  • Mineirim

    Lucas,
    Destaco o seu nº 1. Ainda quero descobrir o segredo de quem pisa no freio toda hora, até em subida, andando devagar. Nunca sentei de passageiro no carro de quem fizesse isso.
    Como já disse aqui outras antes, esse tipo vai freando, se arrastando e… passa o sinal vermelho sem pudor!

  • Francisco Assis Neves

    Bob, tudo se resume a uma coisa: egocentrismo. Alguns motoristas têm a certeza de que o mundo gira ao seu redor e de seu carro. Não se importam com pedestres e outros motoristas. Se está bom para ele, que se dane o resto… É triste ver que estamos caminhando à passos largos prum mundo cada vez mais individualista e sem respeito e amor ao próximo.

  • Francisco Assis Neves

    Faltou o Buzinador: Aquele que acha que buzina resolve tudo:
    -Viu algum conhecido? Buzine.
    -Chegou em algum lugar? Buzine muito.
    -Trânsito parado? Buzine insistentemente.
    -Semáforo fechado? Buzine no momento exato que mudar do vermelho para o verde.
    -Quer ultrapassar? Cole no carro à frente, pisque farol e buzine seguidamente.
    -Quer arrancar mas o pedestre ainda está atravessando na faixa? Buzine e acelere o carro para amedrontar e fazê-lo correr para terminar o percusso.

    E outros tantos usos de buzina…

    • Francisco Assis Neves
      Faltou o Buzinador e muito mais tipos, à medida que leitores como você foram opinando. Acho que já tenho material para continuar esse tema.

  • Bob, você é o melhor!

    Mas isso tudo é reflexo da educação do brasileiro! Não estou me referindo à escola, não, e nem à auto-escola. Estou falando é daquela de casa, mesmo, que o papai e a mamãe deveriam dar e ensinar os filhos que eles não estão sozinhos no mundo e precisam respeitar o próximo, não atrapalhando a vida dele, para que ele não atrapalhe a sua.

    Infelizmente, estamos no país do “tô nem aí” e as pessoas não estão nem um pouco preocupadas nos reflexos que suas atitudes (no trânsito ou fora dele) terão na vida do próximo.

    Uma geração que não sabe viver em sociedade 🙁

  • Renato Sacramento

    Boa parte destes indivíduos, muito antes de sequer saber o que é um automóvel, já exibem estes traços bizarros. Basta lembrar que muitas famílias criam pequenos “Hitlers e Pinochets” dentro dos seus lares. E qualquer outro alvo na vida que não seja o próprio umbigo, não faz parte de seus mundos. Assim, não importa se estão na fila do supermercado, no metrô, na padaria, na praia, ou ao volante, serão sempre egoístas e imbecis.

    A lista excelente do Bob apenas arranhou o comportamento abissal dessas pessoas. Pois, o que tem na cabeça um imbecil, que te ultrapassa desesperadamente pela esquerda numa rodovia, somente para pegar a próxima saída à direta, que está a 500 m? Ou, como explicar que alguém realmente ache que colocar 7 pessoas gordas num “Uninho 93”, além das farofas e frangos na mala, tem tudo para terminar bem? O bichinho chega a ir com as “perninhas” abertas.

    E ainda há pérolas que já ouvi de admiradores de bêbados, onde falam que: “fulano dirige melhor quando bebe”. What the f…..?!?!?! A não ser, é claro, que a cachaça contenha alguma fórmula que recupere por algumas horas o cérebro de um retardado.

    Tocando na questão desse pessoal que usa som potente nos carros para incomodar, penso que essa gente(?) parece não ter crescido com qualquer boa referência musical, já que o que sai do círculo dos seus alto-falantes é igual o ao que sai do círculo de um cano de esgoto. E acrescento que se essas ondas sonoras pudessem ser solidificadas, serviriam como um ótimo adubo para os milhares de hectares de florestas que foram perdidas pelo Brasil afora.

    Mas, repetindo o que eu disse lá em cima, se isso tudo acontece, é porque muitas famílias criam seus pimpolhos para serem ditadores no espaço alheio. São famílias falidas de conceitos como “dizer não”, “respeito ao próximo”, “civilidade” etc. E some-se a isso um governo igualmente falido e oco, sem qualquer traço de moral na aplicação das leis já existentes, daí temos esses “manicômios sobre rodas” que formam o trânsito do país.

  • Lucas dos Santos,

    Como sempre, mais um comentário primoroso seu. Quero apenas discutir o seu tópico 5. O que você disse é o correto, assim determina o CTB e o Manual de Sinalização Horizontal publicado na resolução nº 236 do Contran. Porém nessa situação específica o bom senso precisa prevalecer sobre a norma, pois não faz sentido parar antes da linha de retenção só para obedecer à placa Pare se não há pedestre mostrando intenção de atravessar (se estiver atravessando têm-se que parar com ou sem placa Pare, é óbvio). Nesse caso, é como se a placa Pare fosse “móvel” — na linha de retenção diante da presença de transeuntes e na boca do cruzamento sem estes. Constitui uma aberração da regra de trânsito parar por obediência à placa, não ter ninguém e andar alguns metros e parar de novo – agora sobre a faixa – para verificar o tráfego transversal. O prejuízo à fluidez é evidente.Quanto mais que constitui infração parar sobre a faixa de pedestres (Art. 182, VI). No Manual de Sinalização há uma observação que diz “A LRE (linha de retenção) pode ser utilizada em conjunto com o sinal de regulamentação R-1 – “Parada obrigatória” em interseções quando for difícil ao condutor determinar com precisão o ponto de parada do veículo.”, mas nada diz a respeito da localização da placa Pare. Uma solução para esse imbróglio seria não haver faixa de pedestres na continuação da calçada, ao contrário do que preconiza o Manual de Sinalização, e sim mais para dentro nas quadras (mas isso prejudica o pedestre, que não pode continuar na calçada que vinha utilizando) e haver linha de retenção, com placa Pare, apenas para parar antes de cruzar a transversal. Como você vê, o assunto é complexo.

  • Anderson

    Está ai outro motorista que detesto, o “encrenqueiro”. Lamentável tua atitude.

  • Lorenzo Frigerio

    Em geral, com um carro bem lazarento, que leva um século para conseguir fazer a ultrapassagem.

  • Armen Loussinian

    Eita, Bob!
    Você sempre surpreendendo! De forma humorada, às vezes sarcástica, suas matérias tornam-se leituras obrigatórias e mostram o tanto de coisas erradas a impunidade e a falta de educação trazem àqueles que andam corretamente. Prova do sucesso de suas matérias é a quantidade de comentários sobre o assunto. Parabéns!
    Abraços.

  • Luiz F

    Parabéns Bob pelo tema. Existe um péssimo motorista, que é o piloto de acostamento. Aqui no Estado do Rio a falta de educação é terrível. Uma fila de carros em estrada de mão dupla, por obras ou acidente e imediatamente os, infelizmente, vários pilotos de acostamento aparecem. Não podem esperar vão em disparada pelo acostamento e se não causam um acidente engarrafam ainda mais o tráfego. Já vi ambulância e bombeiros não conseguirem passar porque os ases do acostamento trancaram tudo.

  • CCN1410
    Ato criminoso, sem dúvida. Mas o táxi não tinha nada que andar sem necessidade na última faixa faixa da esquerda. Que mania! Pode ser que o motorista do C3 tenha-se irado com o fato, mas de modo algum se justifica o que ele fez. E o taxista cometeu o erro primário de querer voltar logo para a estrada. Era só frear suavemente, com a direção reta à frente, esperar a velocidade cair e depois voltar normalmente. E não sei como não ocorreu uma tragédia, colisões múltiplas, pois a pessoa que parou para ajudar deixou o carro parado na penúltima faixa e nem ligou o pisca-alerta. O taxista se arriscou enormemente ao catar suas coisas na estrada, em vez de caminhar um pouco no sentido contrário e do bordo da pista sinalizar com os braços para avisar o tráfego que vinha. É muita falta de preparo!

    • Danniel

      O Bob falou tudo, despreparo total. Uma fechada dessa não seria suficiente para causar um acidente assim. Existe ainda a possibilidade de distração (celular, rádio) para justificar uma guinada no volante deste jeito.

    • CCN1410

      Um cara como esse taxista é de fazer qualquer um ficar irritado, mas o que ele fez não foi nada legal e alguém poderia ter morrido.
      Certa vez vi algo semelhante com um Fusca. O motorista “se perdeu” e foi parar no acostamento, mas como quis entrar logo na pista e sem reduzir a velocidade, derrapou e foi cair em uma vala no outro lado da pista. Parei um caminhão para que seus dois ocupantes dessem apoio aos passageiros, e retornei uns cinco quilômetros mais ou menos para comunicar a PRF.

  • Danniel

    Em Brasília é relativamente comum o uso do pisca-alerta na faixa de pedestre, em casos de vias mais rápidas.

  • Mineirim

    Marco,
    Sobre os semáforos, existe uma falha grave na programação de todos na cidade de São Paulo. Belo Horizonte e Rio de Janeiro tem menos problemas do tipo.
    É incrível que, até em grandes avenidas paulistanas, tenha que se esperar mais de um minuto para o sinal abrir em qualquer horário, muitas vezes sem qualquer movimento de carros ou pedestres na transversal.
    Parece que a finalidade é realmente bloquear o trânsito.

    • Claudio Abreu

      Mireirim, aqui em SP o digníssimo prefeito anda ‘causando’ com esses ‘timings’ sem noção: a título de ‘humanização’, o tempo dos semáforos tem sido calculado pela travessia dos pedestres. E, para piorar, desligaram quase todos os semáforos de pedestre ‘por botão’ — com isso, é comum uma avenida inteira ser parada pelo vermelho sem que haja ninguém para atravessar… Vergonha da nossa engenharia de tráfego.

  • Renato Sacramento

    Com certeza! Esse tal direito é uma coisa que fez muita gente esquecer o que são os deveres

  • João Guilherme Tuhu

    Maravilhosa classificação, meu editor. Dei boas gargalhadas…

  • Carlos Zamora
    Você está certo, não foi fechada, foi uma encostada mesmo. Por isso falei em ato criminoso. Apenas não estou certo se foi culposo ou doloso.

  • Marco Antônio Lima

    Carro autônomo vai é tornar os comodistas ainda piores… Dirigir é um ato simples e complexo ao mesmo tempo, que requer atenção constante. Sem contar, que vai levar um tempão até que a maioria dos carros nas ruas seja de modelos autônomos, pois o aparato todo agrega muito ao preço dos carros, e só poderá ser aplicados em modelos mais caros (e por isto, raros). Também dependem muito de sinalização em bom estado (o que, no Brasil, é raridade..). Então, sendo minoria, terão pouca utilidade por não terem como interagirem entre si. Aliás, acho que carro autônomo é uma droga, pois acaba com o prazer de dirigir.

  • Ilbirs

    E isso porque o aplicativo avisa do radar com 500 m de antecedência, o que permite tranquilamente reduzir com suavidade a velocidade caso se esteja acima do limite.

  • Marco Antônio Lima

    Não, sempre colocam “música” da PIOR qualidade, e a impõem aos circunstantes…

  • Mendes

    Já vi carro que comuta automaticamente do farol baixo para a luz de posição ao acionar o freio de estacionamento. Ao liberar o freio de mão, o farol baixo acende novamente. Dessa forma não é possível movimentar o carro apenas com a luz de posição acesa.

    (Para falar a verdade, não sei se não estou confundindo uma dessas luzes com a luz diurna – o carro em que eu vi isso era um Golf 4 GTI)

  • Franklin Weise

    Ao menos aqui em SP, vejo muita gente dirigindo desta forma em avenidas com alguma iluminação. Apesar de estes motoristas conseguirem visualizar algo do entorno, continuam sendo pouco visíveis para os demais motoristas.

  • RoadV8Runner

    Não gosto porque incomoda desnecessariamente, pois mesmo bem regulados, algum ofuscamento dos faróis é inevitável. E ainda tem o agravante da via próxima ao meio-fio ser mais curvada que a parte central, por onde os veículos normalmente trafegam. Basta o carro parar com a frente ligeiramente mais afastada do meio-fio para o farol iluminar a copa das árvores…
    Uma das heranças de meu saudoso pai é hipersensibilidade à luz… Eu fico incomodado inclusive com farol alto ou desregulado no carro que vem atrás do meu, então dá para imaginar como um farol em sentido contrário me incomoda. O ponto positivo de maior sensibilidade à luz é que minha visão no escuro é excelente (alguma coisa de positivo tinha que ter!)

  • RoadV8Runner

    Boas novas? Carro autônomo é o apocalipse sobre rodas para mim…

  • Curió

    Meu caro,
    Tendo em vista que a seção de comentários deste artigo tornou-se curiosamente tomada de política, concordarei em partes com você não sem antes acrescentar:
    O marxismo “clássico” como você chama nada tem a ver com o pós modernismo dos movimentos feministas e esquerdistas atuais, meios em que, acredite se quiser, costuma ser tão mal visto como quem tem as suas opiniões. Só reivindicam Marx até o ponto de conhecê-lo (o que em geral não acontece, porque não estudam). As opiniões e as posições políticas de um marxista ortodoxo são fundamentalmente opostas às de um pós moderno: estes pensam que o mundo evolui pelas idéias, nós pelas relações sociais e pelas forças produtivas, donde se deduz já que enquanto eles acham que o mundo tem evoluído e gostam do politicamente correto nós enxergamos a fase monopólica do capitalismo e o avanço do fascismo, por exemplo.

    Tudo isso para concordar que também me parece em geral que as mulheres atrasam mais a fila dos restaurantes de auto-serviço. Só um energúmeno pode nos chamar de machistas porque meramente observamos a realidade. Impedir sistematicamente o homem de olhar para o mundo real é fascismo e só um imbecil chama isso de avanço.

  • Alex Ctba

    Perfeito Bob, cheguei atrasado e não li ainda os 157 (até o momento) comentários. Você praticamente esgotou os defectíveis condutores de veículos. Tem um tipo que você não colocou, mas que também me irrita. O cara vai na faixa da esquerda a uns 80 km/h. Você vem rápido á uns 120 km/h e encosta no sujeito, daí ele te dá passagem mas não antes sem se “entregar”. Ele vai para a direita e começa a acelerar, e quando você consegue ultrapassá-lo, você está a uns 150 Km/h. Pergunto: porque ele não estava em uma velocidade assim quando estava na esquerda?

  • Ricardo kobus

    Eu não posso falar muito, pois tenho um carro branco, mas gosto de tons vermelhos nos automóveis, principalmente o vermelho Flash da VW.

  • Curió

    Sempre fico contente de ler nos artigos do Bob termos em português para tudo o que existem. É um alívio em meio a tanto português de publicitário por aí.

  • Patureba

    Há um fato que me irrita absurdamente é ver um motorista (se é que podemos chamar assim) preencher duas vagas com um carro só. Em frente à minha casa, entre duas garagens, há espaço suficiente para dois carros médios. Não são raras as vezes que um cidadão para no meio, ocupando as duas vagas. Direto colo no pára-brisa dele com o recado “Atenção!!! Aqui são duas vagas!!!”.

  • É que passarelas custam caro, o pedestre não usa e, se instalar, não vão ter justificativa pra instalar um caça-níquel, digo, radar par arrecadar.
    Quer coisa pior que na CE-085, onde num trecho de 5 km tem 3 radares com a desculpa de ser travessia de pedestres, sendo que nunca vi um pedestre atravessar nesses pontos?

    • Cristiano Reis

      E em Itaitinga na BR-116 onde existe a passarela e o radar? rs

  • Se com os motoristas dirigindo seus carros já está assim, com carros autônomos a coisa degringola de vez, pois esse povo que adora desfilar vai aumentar e muito.

  • A única coisa que faço ao sair de um sinal, quando sou o primeiro é procurar me adiantar o máximo possível à frente do tráfego para ter sossego, principalmente das motos, pois aqui no CE o pessoal de moto adora andar em cima da faixa divisória, travando duas faixas e atrapalhando mais ainda o trânsito.

    • André Andrews

      Aqui em São Paulo é igual. Andam o tempo todo em cima da linha de divisão de faixas, mas quando você se aproxima para ultrapassar um, ele começa a andar no meio da faixa… sobretudo em saída de semáforo. De baixo de câmera fotográfica de velocidade é a mesma coisa, ficam lá no meio da faixa a 20 km/h abaixo do limite. Haja paciência.

  • Pensei que tinha sido uma de um acidente que houve esse ano aqui no CE, nas mesmas condições, com o resultado esperado:

    Imagem do apressado:

    No começo da filmagem e logo depois, menos de dois minutos depois, enfiado de cara num Mercedes.

  • Evandro

    13- O traseirista (acho que foi o AK que cunhou esta expressão aqui no site, faz um tempo) – motorista que quer ler com detalhes o número de série dos faróis traseiros do seu carro, não respeitando uma distância segura do carro à frente.

    14- O costureiro – não importa como está o fluxo e nem se a pista livre é o acostamento ou uma faixa zebrada, o que importa pra ele é ultrapassar.

  • Lemming®

    Eu chamo de motorista Vampiro. Não pode ver sangue que vai logo parando…

  • Leandro Castro

    E os Rebaixados? Quem andam feito lesma no trânsito, se achando os mais bonitos e melhores do mundo.

  • Lorenzo,
    Você tem razão, tem todo jeito de farsa. Por exemplo, toda a terra atirada na pista na capotagem, sumiu. O C3 parou logo adiante (luzes de freio) e depois não está mais na cena. Fora que o canteiro central é de grama, não deveria levantar essa poeira toda.

  • BrunoL

    Cristiano, o “azar” que você citou pode acontecer a qualquer velocidade. Por isso, continuo achando que não faz sentido querer compensar o exagero passado atravessando o radar mais devagar.

  • Pobre Coitado

    Nunca aconteceu comigo.

    Apesar de eu sempre estar na velocidade correta, radares de 50 km/h já registraram velocidades acima de 57 km/h. Nunca fui notificado.

    Eu **acredito** que os responsáveis por validar multas de radares na minha região (DNIT/PE), ao constatar um crescimento anormal de infrações por um equipamento, fazem uma avaliação mais rigorosa do que está se passando antes de causar dor de cabeça ao contribuinte.

    Se é assim mesmo, então meus parabéns ao DNIT/PE.

  • Daniel

    Tenho dois tipos que me tiram do sério.
    Apressadinho – É o tipo de motorista que acha que via pública é pista de corrida. Adora forçar ultrapassagens e arrumar espaço onde não cabe um carro. Tipo muito comum em Brasília.
    O tira fino – Quando você põe a seta para entrar, ao invés do energúmeno desacelerar, ele acelera para tirar um fino da sua traseira.

  • Fred

    Eu sugeriria mais um tipo, o motorista “Furão”. É aquele vai fazer a conversão à direita ou à esquerda e não muda para ou se mantém na respectiva faixa, como todos; vem pela faixa do meio, forçando a barra cortando “por fora”, no mínimo desrespeitando que segue a fila da forma correta, e ainda fazendo os veículos que vem pela faixa central e irão continuar na via ter que esperá-lo. O mais irritante é quando há um semáforo para quem vai fazer a conversão: quem está na fila acaba tendo que esperar outra vez ficar verde, pois o Furão entrou e atrapalhou todo o fluxo da faixa…

    • Fred
      Perfeito, esse é altamente detestável!

    • Fred,
      Perfeito! Mas isso é infração grave segundo o Art. 211 do CTB, Ultrapassar veículos em fila, parados em razão de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou qualquer outro obstáculo, com exceção dos veículos não motorizados. Multa de R$ 127,69 e 5 pontos na CNH. É só canetar, mas isso dá um trabalho danado…

    • Roberto Alvarenga

      Aqui em São Paulo esse tipo é muito comum… é o mesmo tipo de motorista que “cria” faixa adicional nos semáforos de conversão.

    • Fat Jack

      É uma das coisas que mais me irrita no trânsito, acredite, mais que o próprio trânsito…

  • Dragoniten
    Pronto! Seteiro detectado. Estava demorando…”mas eu dei seta”

    • Semanas atrás um amigo meu deu perda total num Golf GLX 1.8 mexicano justamente por dar a seta e entrar, pouco se importando com o que vinha atrás, e resultado: levou de brinde um microônibus na traseira, que acabou o carro, felizmente sem conseqüências mais graves para quem estava no carro (ele e eu na frente, minha esposa e crianças atrás), apesar de não haver nesse modelo o encosto de cabeça no banco de trás, ninguém se machucou gravemente, apenas dois pescoços doloridos e alguns cacos de vidro dentro da roupa, e tudo por que?
      Por que ele tem essa mania horrível de ligar a seta e entrar, sem sequer olhar o retrovisor e pela buzina do ônibus ele deve ter achado, assim como eu e minha mulher, que era uma moto, tanto que eu e ela esperamos a pancada, mas bem menor, e acabou perdendo o carro e ainda arrisca ter de pagar os dias parados do ônibus para deixar de ser burro e inconseqüente.

  • Paulo Roberto de Miguel

    O mais comum e mais irritante, para mim, é o Soneca.. Deparo-me com eles em uma simples ida à padaria ou visita ao supermercado do bairro. Na verdade não demora 5 minutos para encontrar um. Seria a neurose contra a velocidade que fabrica tantos bobos?

    • Paulo Roberto de Miguel
      É lerdeza mental mesmo.

  • Carlos A.

    Bob Sharp, infelizmente é preciso conviver com essas ‘figuras’ pelas ruas e estradas. Gostei bastante da lista com os diversos tipos de “motoristas”.

    • Carlos A.
      É como a última frase do texto, como o dirigir – e o mundo – seria melhor sem esses tipos de motoristas. Então o jeito é mesmo agüentar firme.

  • Caro Dragoniten
    A importância de sinalizar intenção não se restringe às condições normais de tráfego. Por exemplo, se em vez do motociclista-cidadão fosse um policial em sua motocicleta em missão de urgência, se adiantando no tráfego da maneira que podia naquele momento, ultrapassando pela direita? Se ele visse a seta esquerda ligada sem que o carro saísse da faixa, ou seja, sinalização feita com antecedência, muito provavelmente frearia ou não iniciaria a ultrapassagem, evitando o acidente. É isso que procuro transmitir aqui no AE sobre a útil seta, mas que precisa ser usada com lógica e conhecimento de sua finalidade.

  • Antonio Pacheco
    Bem lembrado, o “tráfego” no interior dos supermercados, reflexo fiel do que essas pessoas fazem quando dirigem. Não têm noção de ordem, de posicionamento, é impressionante.

    • Ronaldo Duarte

      Basta uma viagem curta de BH a Monlevade durante o fim de ano e você verá isso com frequência.O motorista se posta atrás de um caminhão e fica atrás, mesmo tendo espaço, tempo e pista favoráveis à ultrapassagem. Daí se forma aquela fila atrás dele e, ao ultrapassar o caminhão, vê-se que não tinha trânsito.

  • André Andrews

    Bob, o seteiro, no fundo, corre um perigo que ele mesmo desconhece: achar que a seta é salvo conduto do fato dele não ter pleno controle do que se passa ao seu redor. Note como as pessoas dão seta com absolutamente ninguém nas proximidades! Como costumo brincar, dão seta para o Gasparzinho. Ou, o contrário, não notam o tráfego muito rápido à sua retaguarda, e não se antecipam mais que o normal para a conversão. Lembra do seu vídeo com noções sobre uso do volante, o que choveu de críticas porque você saiu sem dar seta?

    Fora o seteiro, há aqueles que não sabem fazer uso ativo da seta. Como avisar um pedestre ou outro motorista adiante que não cruzará à sua frente.

    • André Andrews,
      Dá até para pensar numa matéria “Seta, essa incompreendida”…

  • Domingos

    Busque no youtube um vídeo de um Ford Falcon ultrapassando um Lotus Cortina e um Alfa Romeo Giulia em um autódromo, em coisa de poucos segundos, e em curvas.

    Acho que é “Ford Falcon double overtake” o título. Chega a ser engraçado a barca gigantesca ultrapassando dois carros reconhecidos por serem muito melhores de curva e de uma maneira emocionante.

  • Domingos

    Felizmente nunca me aconteceu também, mas de fato existem relatos por aí de gente que foi multada ainda dentro da margem de tolerância.

    Velocímetro errado ou má fé?

  • Domingos

    Além disso uma capotagem dessa não ter estraçalhado o teto do carro seria só coisa de milagre. Perceba como o teto está pouca coisa amassado e na parte de trás ainda.

  • Eduardo Sérgio

    A lista de motoristas detestáveis pode ser acrescida com o motorista “Mad Max”, aquele tipo perigoso que, ao assumir o comando de um veículo de maior porte – picapes grandes ou até mesmo caminhões –, se acha no direito de agir de forma intimidatória e selvagem, passando por cima de regras elementares de trânsito e de civilidade, sem se preocupar com a consequência de seus atos.

  • J Paulo

    Tem mais um tipo detestável: os rabugentos….

    • J Paulo,
      Mas isso independe de estar ao volante…

  • J Paulo

    Tem mais um outro: os que mudam de faixa a cada segundo, achando que vão se livrar do congestionamento.

    • J Paulo
      E usando a “autorização” freneticamente.

  • Fat Jack

    O Empata-lugar-no-posto tem um irmão ainda mais detestável:
    O Empata-lugar-no-pedágio que de tão demorado parece querer verificar o estrato da conta corrente on-line para saber qual a sua situação financeira após o pagamento.
    E na minha opinião faltou um dos mais detestável de todos, “O Internetado”, aquele que releva a direção do veículo a um segundo plano, colocando em primeiro sua “vida virtual”, não prestando atenção em absolutamente nada ao seu redor, sentindo-se ofendido quando leva bronca por fazer bobagem no trânsito e se esquecendo de que vida real há somente uma!
    Agora, vou fazer minha “mea-culpa”:
    -Sou um apreciador de sombra e se puder paro sob uma, mas (graças a Deus e a meus pais creio ter educação e o mínimo de senso) se o espaço que for sobrar a minha frente foi maior do que um carro (podemos lembrar que segundo a legislação vigente devemos guardar 5 metros de distância do carro a frente), eu abandono a idéia sem a menor cerimônia pois não acho correto prejudicar a todos que estiverem atrás de mim sob o pretexto da minha comodidade;
    -Sob chuva já fiz uso do farol e neblina, por entender que este tipo de iluminação me tornava mais visível (nesta condição desfavorável) e que por ter um facho mais baixo ofuscava menos quem vinha no sentido oposto – em outras condições não;
    -Honestamente não vejo problema na utilização da seta antes da abertura de um semáforo como descrito no texto (ainda mais ultimamente em que a quantidade de “internetados” cresce absurdamente, estes só conseguem notar o que lhes chama a atenção e muitos motoqueiros emparelham com os carros pelos corredores, o que impossibilita que eles vejam as setas acionadas depois da abertura do semáforo). Mas o restante mencionado aos “seteiros” me parece corretíssimo, pois de fato há muita gente que acredita que o simples fato de acioná-la confere “permissão para conversão” acreditando que o motorista que trafega pela outra faixa deve lhe dar preferência, ao invés simplesmente indicar qual a sua pretensão.

    • Fat Jack
      Não existe nada no CTB que determine guardar distância de 5 metros para o carro da frente, apenas guardar distância segura (sem especificar quanto), mas isso obviamente se refere a veículos em movimento.. Se você ou outros motoristas aproveitam a sombra, primeiro, não sei em que essa esperteza ajuda; segundo, está-se desperdiçando o escasso e precioso espaço numa atitude nitidamente egoísta.// Farol de neblina de nada serve acima de 40 km/h, por ter linha de corte baixa e o facho ser aberto para se ver os bordos da pista; faróis principais corretamente regulados não ofuscam e deixam o carro bem mais visível que os de neblina (mas não deixam o carro lindão…). // Canso de ver motoristas à minha frente aguardando comigo o sinal verde com a seta desligada, ligando-a assim que o sinal muda para verde. Isso se chama consciência de que uma luz piscando incomoda quem está no carro de trás. Mas há o caso de faixas de espera para se dobrar à esquerda nas quais só é possível dobrar para esse lado e que por esse motivo nem seta precisa, mas o chato fica se deliciando em usar o equipamento pelo qual pagou ao adquirir o carro assim equipado. Desculpe-me contestar seus hábitos.

      • kadug

        Acho uma bobagem essa questão de seta. Quanto antes o motorista sinalizar sua intenção, melhor para todos. Não fazê-lo porque vai supostamente incomodar o motorista de trás não me parece muito plausível, até porque a mim pelo menos não incomoda nada um carro parado à frente com a seta ligada. Pelo contrário, gosto de já saber com bastante antecedência a direção que o motorista vai tomar.
        O que não faz sentido, realmente, é sinalizar quando há apenas uma direção a seguir.

    • Roberto Neves

      Eu não uso o pisca com o carro parado por uma única razão: sou obcecado por segurança e sempre penso que o motorista do carro atrás de mim pode se habituar se o pisca estiver ligado por muito tempo. O olho humano segue o movimento, acompanha o que muda. Por isso, espero o semáforo abrir para mim, arranco e só então ligo a seta, antes de dobrar uma esquina.

      • Roberto Neves
        Seu procedimento é o correto, parabéns! Mas eu primeiro ligo a seta e depois arranco, de modo a avisar logo ao motorista de trás o que vou fazer.

  • Bia Mondadori
    Gostei da definição dos Sonecas!

  • Fabio Toledo

    Atualmente isso não acontece na cidade de São Paulo, ao menos com a freqüência que se nota no ABC.

  • Alex Ctba,
    O problema de usar os faróis de neblina de dia é ser necessário ligar luzes e com isso acenderem-se as luzes traseiras, o que é errado, pode confundir o tráfego atrás. Lembre-se que tanto os faróis de uso diurno que se usam há décadas nos países nórdicos e no Canadá (faróis principais mais fracos, mortiços, por serem alimentados com 10 V) e os novos “colares” de LEDs, as luzes traseiras permanecem desligadas, como deve ser. Esse ajudar na segurança me parece mais justificativa para deixar o carro ‘lindão” do que qualquer outra coisa, pois essa “segurança” trafegando-se em velocidades normais é totalmente desnecessária. Querendo-se andar mais rapidamente por qualquer motivo, basta ligar os faróis baixos, inclusive deixando o carro bem mais visível do que apenas com os faróis de neblina ligados. Francamente, não me entra na cabeça que alguém ache o carro mais bonito por trafegar com os faróis de neblina ligados sem que haja o fenômeno meteorológico. E mesmo sob neblina diurna é preferível usar apenas os faróis baixos, deixando os de neblina desligados.

  • Fabio Toledo

    Eu os passo pela direita numa boa, lógico sem manobras bruscas e dentro do limite de velocidade, afinal eles estão errados e não o contrário.

    • Fabio Toledo
      O CTB define ultrapassagem como “movimento de passar à frente de outro veículo que se desloca no mesmo sentido, em menor velocidade e na mesma faixa de tráfego, necessitando sair e retornar à faixa de origem.” Portanto, ultrapassar pela direita trafegando pela faixa que você já vinha utilizando não é tecnicamente uma ultrapassagem e, assim, não constitui infração..

  • Fat Jack
    Agradeço em nome da equipe os seus cumprimentos e os seus votos e, igualmente, desejo a você e seus familiares um 2016 pleno de alegrias e realizações. // Lembro que nos engavetamentos o responsável é o último a bater. // Sobre faróis de neblina, veja minha resposta ao comentário do Alex Ctba.// Um abraço.

  • Fábio

    Claro que nada justifica o ato de dar seta e entrar ao mesmo tempo, ou mesmo, em alguns casos, entrar primeiro e dar seta depois… Mas no caso específico do vídeo, a culpa do motociclista é grande. Com certeza o motorista do carro, ao olhar pelo espelho retrovisor esquerdo, não viu, e não poderia mesmo ver, a moto vindo.
    Digo isso porque já me aconteceu, em situação idêntica, de surgir uma moto costurando, que eu simplesmente não havia notado, até que ela apareceu já ao lado do meu carro. Só não aconteceu um acidente porque eu não entrei de uma vez, mas sim o fiz devagar, e houve tempo para interromper a manobra antes de atingir o energúmeno.
    E ainda fui xingado, claro, por não ter dado seta, o que eu obviamente havia feito, e bem antes de começar a mudar de faixa… o sujeito simplesemnete não viu a seta piscando, provavelmente porque estava olhando para o lado, para “costurar”.

  • TDA

    E o pior é que esses lerdos só conseguem ficar nas faixas da esquerda. Se quer trafegar devagar, tudo bem, mas que seja na faixa destinada a isso, a da direita. O trânsito de Fortaleza e região metropolitana é horrível.

  • TDA

    Pior é quando somos conscientes e corretos e não fechamos o cruzamento aí vem o “espertalhão” da faixa ao lado e entra na nossa frente e fecha o cruzamento. É de dar ódio esses tipos, viu.

  • Sergio

    Boa análise, Lorenzo! Quis levantar a bola, pois vi isto num comentário e também achei algumas coisas estranhas sob meu olhar leigo. Legal ter a mesma percepção de quem faz cinema! 🙂

  • Alexander Rockerfelt
    Desrespeitar a placa PARE é um infração de trânsito, não um crime (de trânsito). Essa placa determina que o motorista pare completamente o veículo, portanto, pelo seu relato, você cometeu uma infração que é de natureza gravíssima, inclusive ela está dentro do mesmo artigo 208 do CTB que fala em avançar o sinal vermelho. Por isso, Alexander, você tinha de ter parado, nem que fosse por 1 ou 2 segundos, e arrancar. Aliás, é o que sempre recomendo aqui no AE, criar esse hábito e parar mesmo que se esteja dirigindo numa área, numa via conhecida, pois um dia se poderá avançar uma placa PARE automaticamente. ‘Pare’ só tem um significado.
    Por outro lado, prolifera no Brasil a colocação errada da placa PARE, o que numa primeira análise é o caso dessa, uma vez que havia uma pista de aceleração e,assim sendo, trata-se de um ato irresponsável da autoridade sobre a via. Nessa caso a sinalização correta é “Dê a preferência”, o que significa tomar a pista de aceleração e só entrar na pista principal com velocidade e segurança, o que normalmente acontece justamente por ser possível acelerar à velocidade do tráfego. É para isso que existem as pistas de aceleração. Errou também o suposto agente de trânsito no carro que o seguia, pois só não precisaria parar se fosse um veículo policial e estivesse com as luzes de teto ligadas.
    Acho que você pode e deve efetuar um protesto à PRE contra o motorista/agente do Gol que o autuou por também não ter parado.

  • André Andrews

    Esse é o uso ativo da seta que disse acima.

    Se desejar ler mais: http://bestcars.uol.com.br/colunas/bob-113.htm

  • Alexander Rockerfelt
    Sem a menor dúvida que é complicado, porquanto em regra quem cuida do trânsito no Brasil é idiota e/ou incompetente, ou então é mau-caráter mesmo. Esse exemplo de ser multado por dar passagem a um veículo de serviço público em emergência é típico, como foi um caso de carro multado por desobediência ao rodízio…quando transportado num caminhão-plataforma!

  • David Diniz

    Em minha viagem de fim de ano (fui até Monte Alegre do Sul comemorar a virada) observei algumas coisas:
    1- Como brasileiro em GERAL tem MANIA MALDITA DE ECONOMIZAR LÂMPADA. Uma chuva torrencial (baixa visibilidade) e o MALDITO do motorista não liga a porcaria do farol baixo para facilitar a minha vida (e eu com o farol baixo+ farol de neblina ligado me sentido um ET) e de todos na estrada.

    2- parece que o carro é um ímã! Como tem gente que anda colado no parachoque da frente (não, eu não tenho esse hábito maldito porque sei a consequência)

    3- Na SP-360(quem conhece sabe que de Itatiba até Serra Negra é só curva) vem o Idiota maldito a milhão querendo que eu faça as curvas a 220 km/h sendo que mal consigo chegar a 70 km/h. E motorista acha ruim quando não consegue ultrapassar.

    Ai depois bate com o carro e morre, a família do maldito acha ruim e fica reclamando que a estrada não tem segurança.

  • kadug

    Não é ditadura se é uma escolha livre dos consumidores.

  • Nelson,
    E precisa demarcação? Esse é um dos tipos mais detestáveis de motorista, o “Espaçoso”.

  • Vida Sombria (Darkbio)

    Dar a seta é importante cara, sinalize ao pedestre que ele tem ou não uma chance de atravessar. Sinaliza que irá convergir, ou seja, ao abrir o sinal o cara não irá arrancar e sair em disparada, deixa claro que ao abrir o sinal a atenção estará voltada para o lado que ele irá conduzir o veíulo, deixando claro que o outro lado e a traseira do veiculo ficará sem monitoramento, logo, se algum louco ocasionar um acidente, a culpa é dele.

    • Vida sombria, claro que dar seta é importante, mas usada conscientemente, quando for necessário informar sua intenção – não é autorização –, tanto para os motoristas de outros veículos quanto para pedestres.

  • Ronaldo Duarte

    Tem também o “família”. Geralmente tem mais de 40 anos e é classificado como motorista de baixo risco pelo CTB. Estão geralmente transportando a esposa ou os filhos, e seu pensamento é: “Estou transportando vidas neste carro e sou responsável por elas, por isso vou dirigir respeitando os limites de velocidade para evitar acidentes e chegarmos todos bem ao nosso destino”. Em seu Golzinho 1,0 com rodas carecas, ou naquele Del Rey antigo caindo aos pedaços, ele se mantém a 60 km/h na faixa da esquerda, não dando passagem a quem vem atrás. Se algum motorista o ultrapassa (na contramão,em pistas de faixa única), ainda tece o comentário: “não sei pra que correr, pra que ter pressa, se o importante é chegar ao destino, daí ele corre, bate de frente, morre e não chega onde queria”. Ou seja, sua desculpa para andar como uma lesma idosa nas ruas e estradas afora é o bem estar da família, e geralmente todos da família apoiam esse tipo de atitude, achando que todo mundo que anda acima da velocidade dele está correndo demais. Geralmente a família, que sempre anda de carro com ele, se acostuma ao jeito dele de dirigir e passa a achar que todos os motoristas estão correndo demais. Não meu amigo, é você quem está devagar demais.

  • Ronaldo Duarte

    Com carro pequeno eles peitam, ficam na frente, empacam o caminho, mas se for um ônibus eles saem rapidinho.