Ao comprar hoje o cigarro que fumo, novidade: além das fotos nojentas e mentirosas que vêm nos maços há vários anos, agora chega a novidade do aviso na faixa preta no lado do maço que era limpo dizendo “Este produto causa câncer, pare de fumar” e a seguir o número do  telefone do Disque Saúde (a piada…) como sendo da ouvidoria geral do SUS e a assinatura www.saude.gov.br.

MENTIRA porque não está provado que fumar causa câncer, apenas há uma relação entre câncer e fumo, o que NÃO é a mesma coisa.

DESRESPEITO porque um consumidor não pode ser alvo de mensagens (e fotos) torpes num produto que compra, se este é legalmente produzido e vendido. E constitui desrespeito sobretudo à indústria do fumo.

DESAFORO porque as mensagens, além de vis, são mentirosas, como esta abaixo:

 

Marlboro A

Pontas de cigarro dentro do corpo, junto ao coração: acredite se quiser

HIPOCRISIA porque a indústria do fumo é perfeitamente legal, bem como a venda de cigarros, e o produto recolhe vultosos impostos em nível federal e estadual. Causar todo o apregoado mal e permitir que essa atividade exista é a forma mais sublime de hipocrisia.

Vergonhoso e ultrajante. E pensar que tudo isso parte de quem é pago — por nós! — para nos representar, os deputados e senadores.

BS

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Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • CorsarioViajante

    Bob, também sou fumante (fumo cachimbo) e realmente nós somos tratados como um saco-de-pancada. Não basta fumar escondido, pagar caríssimo, ter poucas opções, não, querem mesmo que a gente odeie fumar. Me lembre o 1984, quando não basta criminalizar o Winston, é preciso que ele ame o grande irmão.
    E esta mesma turma adora dizer que o carro é o “novo cigarro”, no sentido de ser não uma política voltada para saúde ou qualquer outra coisa, mas sim uma guerra ideológica, de querer restringir por ter ódio de tudo que representa livre arbítrio, liberdade, poder de escolha.
    Me lembra aquela famosa frase do Wilde, que sempre me vêm à mente: “o verdadeiro egoísta não é aquele que só faz o que quer, mas sim aquele que acha que todos só devem fazer o que ele quer”.

    • Domingos

      Perfeito.

  • Ricardo Kobus

    A cultura do tabaco gera muita renda na agricultura, apesar de ser a mais trabalhosa, eu colhia fumo com meu pai quando era criança e nem por isso tive prolemas de saúde, hoje, se um fulmicultor colocar seus filhos para trabalhar desde cedo vai receber várias punições, mas praticar crimes os menores podem!

    • Domingos

      Uma vez li uma declaração onde uma feminista dizia não se emocionar com os vídeos de abortos nos Estados Unidos que circularam nesse ano, mas que achava um absurdo uma criança vendendo bala na rua.

      Esse pessoal é bem assim. Imagina que desonrado trabalhar. Já matar pode e não tem nada demais.

  • Lucas Salina

    Somos o país da hipocrisia. O mesmo ocorre com o carro, cada unidade vendida gera uma pequena fortuna em impostos, no entanto a mentalidade ecochata coloca o consumidor e usuário como criminoso.

  • Ricardo Talarico

    Este é mesmo um país surreal.
    Drogas lícitas são livres para comprar, mas quase totalmente proibidas de usar.
    Drogas ilícitas são livres para compra e usar, mas totalmente proibidas de fabricar/vender.

  • RoadV8Runner

    Como meu saudoso pai dizia, se o cigarro faz tanto mal, por que não proibem a fabricação e venda? E isso veio de uma pessoa que fumou desde os 14 anos de idade.
    Realmente, vivemos um tempo (preocupante) de hipocrisia, era que eu chamo de “hipocritamente correta”.

    • Lemming®

      Faz parte da revolução cultural da esquerda hipócrita com o politicamente correto puxando o carro (ou bike…hehe).

  • Cristiano Reis,
    Bem, a maconha entorpece…

    • Roberto Alvarenga

      O álcool também, e é vendido em qualquer padaria.

  • Leonardo Dantas
    A arrecadação com impostos sobre o cigarro é tão alta que paga toda a operação do SUS e ainda tem um bom troco.

    • André K

      Só uma correção: A arrecadação com impostos sobre o cigarro é tão alta que paga toda a corrupção…

    • Leonardo Dantas

      Não é o que diz quem pesquisou o assunto. A estimativa atual é que se gasta 2,5 vezes o que se arrecada com impostos sobre tabaco.

  • David Diniz

    Comer faz mal, respirar faz mal, VIVER FAZ MAL! Atualmente tudo ou faz mal ou causa câncer que chatice! Dizem que nos anos 80 não tinha nada disso.

    • RoadV8Runner

      Não tinha mesmo, era tudo mais simples, as pessoas deixavam essas neuras de lado e curtiam a vida de forma mais plena do que hoje em dia.

  • Diego

    Quanto ao tópico “mentira”, não exatamente, é algo como imprecisão de linguagem, o mais correto seria os testes estatísticos demonstram que, o hábito de fumar amplia significantemente a probabilidade de se desenvolver um câncer. Em outras palavras, você vai ter câncer por fumar? Talvez sim, talvez não, mas por quanto mais tempo fumar maior a sua chance de ter um.
    Mas concordo que essas mensagens são abusivas e completamente desnecessárias.

  • Lauro Agrizzi

    Ao ver esses avisos nos maços de cigarro fico pensando qual não será os aviso nos pacotes de maconha e cocaína quando a droga sera livremente comercializada. Nos países em que a maconha é livre existem os avisos tais como no cigarro? Se não tem alguma coisa errada no com,portamento humano.

    • Domingos

      Não tem, infelizmente estamos errados mesmo. Mas um aviso bom seria um militante esquerdista típico bem sujo, com dreads, completamente zumbificado porém fisicamente vivo e a frase: “Fumar maconha te torna um morto-vivo”.

  • Lauro Agrizzi

    digo: quando as drogas forem ….

  • Leonardo Dantas

    Estou falando de uma sociedade verdadeiramente livre. Liberdade para os individuos e para o mercado. No livre mercado cada um paga pelas suas escolhas. Fumar e que tipo de assistência de saúde quer ter. Nesse momento no Brasil temos uma minoria pagando para TODOS usarem ou não. Meu argumento é só uma chamada para a discrepância que é pedir liberdade para fumar sem ser “perseguido” pela propaganda negativa mas ao mesmo tempo achar justo que quem não fume pague igualmente os custos da saúde. Não estou discutindo méritos da saúde universal, etc.

  • Leonardo Dantas

    Discorda mas cadê os argumentos? O “governo” nada mais é que nossos impostos. Como eu respondi logo acima o Brasil não é referência de liberdade. Não dá para ter só o bônus. Fumar, pilotar sem capacete, praticar esportes radicais em um país realmente livre e não hipócrita deve ter consequências para seu bolso.
    Em um ponto você está certo, o Brasil não funciona assim. Não é livre de verdade.

    • CorsarioViajante

      Meus argumentos estão acima e se referem à questão de querer restringir o tabaco com base no argumento que “o SUS tem que pagar”, que é um argumento falacioso pois tenta transformar o fumante em um “ônus para a sociedade”, quando na verdade é um cidadão como qualquer outro que merece igualdade de atendimento em todas as esferas. Este argumento só esconde uma coisa: o governo querendo mais uma vez criar um “vilão fácil” para empurrar a conta da sua incompetência e corrupção.

  • Daniel S. de Araujo

    Essa é uma das grandes hipocrisias brasileiras. Combate-se o cigarro, fala em liberar a maconha. Artistas e políticos defendendo a aberração do estatuto do desarmamento mas andando por ai com escolta armada…e por ai afora.

    • Domingos

      Perfeitamente. Não fumo e não fumaria, tive problemas na família por quem fumou, porém toda essa dinâmica é muito clara: fumar é péssimo, beber é péssimo, bom é se tornar um zumbi sem alma fumando maconha.

      Ademais, é de fato hipócrita. Fiscalizam muito mais a entrada e venda dos cigarros “ilegais”, que entram no país sem o pagamento dos gigantescos impostos colocados nos legais, do que a própria entrada de armas e drogas. O interesse é de fato gigantescamente maior em receber esses impostos do que o bem da população.

      Devemos lembrar que na URSS e nos países comunistas o fumo era fortemente amparado pelos governos, sendo inclusive barato. Aqui o marxismo cultural faz o contrário, sabendo que é pior/modifica o comportamento da população ao ruim/a coisas que se abrem a apoiá-los, taxando sal, comidas “não saudáveis”, bebidas, refrigerantes e cigarro e os demonizando ao mesmo tempo que se vangloriza o banditismo e o droguismo.

      Hoje de fato tem menos jovem que fuma cigarro do que fuma maconha. Objetivo atingido.

  • Ricardo

    Melhor parar de fumar, Bob. Assim você deixa de olhar essas mensagens desaforadas e ainda economiza um bom dinheiro ao final do ano.

  • Domingos

    Existe uma diferença básica fundamental que é onde a maldade trabalha.

    O álcool só entorpece se usado em exagero. Jesus bebia vinho, inclusive. Não há exemplo maior.

    Outra coisa é que o entorpecimento do álcool não tem uma função de modificação psicológica que a maconha tem. Álcool meramente te deixa tonto enquanto usado como entorpecente, drogas te devastam fisicamente e maconha te devasta psicologicamente.

    O efeito da maconha é te tornar um zumbi que só sabe pensar em termos relativistas e fragmentados, além de hedonísticos, (muito útil para o marxismo cultural) enquanto te mantém fisicamente “bem”.

    Álcool não causa nada disso mesmo sendo usado de forma abusiva, embora é óbvio que nesse caso também tenha seus problemas.

    É melhor morrer de cirrose do que sem alma.

    • Cadu

      Me impressiona o seu grau de conhecimento. Você sabe tudo de tudo (mecânica, medicina, política, filosofia, religião) com um profundo saber. E o mais engraçado: todo seu conhecimento tem a mesma direção das suas opiniões. Fenomenal!

    • Daniel

      Domingos, meu caro, o simples fato de não haver um único caso sequer de óbito por overdose de maconha, contradiz seu argumento. Álcool mata em excesso, maconha não. Se a pessoa pode tomar apenas uma taça de vinho, o que a impede de fracionar o consumo da maconha também? Você está sendo preconceituoso e, pior, falando sem conhecimento de causa. O álcool é a droga que mais mata no mundo, isso é um fato. Outro ponto de vista a ser considerado é que a maconha não causa dependência química como o álcool e o tabaco. A probabilidade do usuário de maconha fumar apenas no conforto do seu lar, por exemplo, é muito maior do que a probabilidade de um alcoólatra passar o dia sóbrio e sem dirigir. Se informe melhor. Abraço.

  • Marcelo Maita

    Que assunto complicado, hein!? Tenho um pai de 76 anos que
    fuma e dá um banho de disposição em qualquer moleque da minha idade. Agora
    estão surgindo os primeiros problemas. Nos joelhos.

    Sou praticante da arte do futebol varzeano e, no meio de
    campo da minha equipe, temos um fumante quarentão que corre mais que todos os
    garotos de 20 e poucos, geração sofá e refri.

    Nunca fumei. Não sei qual é a sensação. Sei o bastante para
    não querer ficar perto. No entanto, acho bem complicado qualquer pesquisa de
    correlação. É claro que a quantidade de substâncias ditas cancerígenas em um
    cigarro deve ser informada para qualquer novo consumidor. O problema não é o cigarro
    mas sim como lidamos com todo o resto. Você quer consumir este produto? Ok, mas
    ele contém estas substâncias, que podem causar estes efeitos que resultariam
    nisto aqui. Sendo você consciente de tudo isso, a decisão será somente sua.

    Não gosto de ver meu pai cobrindo a embalagem do cigarro
    porque contém uma imagem assustadora. Parece que o que ele está fazendo é
    terrivelmente ruim para a sobrevivência da espécie humana. Mesmo que eu acredite que fumar não seja tão legal assim, essa foi uma decisão dele e deve ser respeitada. Se é um hábito ruim, deve-se conscientizar, não aterrorizar.

    Não entendo os motivos pelos quais essa campanha formulou-se
    desta forma que, pessoalmente, considero muito agressiva. Fumar causa impotência
    sexual? Ok. Mas fazer muito sexo também. Qual o argumento contra isso? São
    apenas informações jogadas ao vento.

    Acredito que tudo seja devido ao lobby, ou a falta dele. As
    empresas do ramo não devem ter entrado na onda, se adequado ao lobby da
    indústria cervejeira, enfim, não souberam agradar as pessoas certas.

  • Domingos

    O caso da lingüiça é mais propaganda vegetariana da ONU/OMS – por eles já estaríamos comendo insetos – e é como o sal: existe uma subliminar te levando a ser “saudável” e “questionador”, meio que te empurrando para a maconha.

    No Uruguai foi exatamente o mesmo caminho.

    No passado já tentaram empurrar que toda carne causa câncer, mas felizmente tanto não colou como aparentemente a relação feita na pesquisa era muito distante para sustentar até mesmo uma mentira.

    Com os “embutidos” existe uma repulsa menor dessa informação, já que não fica explícito que querem demonizar todo o consumo de carne. Além disso muitos desses produtos são de baixa qualidade, feitos com restos e grande quantidade de aditivos. Aí deve ter havido uma relação mais crível entre eles e o câncer, mas que provavelmente ainda assim deve ser mentirosa também.

    • FR

      Propaganda vegetariana? É cada uma…

  • Domingos

    Se você considerar que saúde mental não é um problema de saúde – de fato não é, é muito pior – realmente vai ficar atrás de ambos. Fisicamente os efeitos dela, ainda que existentes, são bem menores. Ao menos estatisticamente.

    Já se você vê o que isso causa em 100% dos seus usuários, um pulmão meio ruim fica parecendo um resfriadinho besta.

  • Daniel S. de Araujo

    Será???? O problema da maconha é que ela entorpece. Para minha visão de mundo isso já é o bastante.

    O mesmo vale para o álcool e outras drogas.

    Resumindo: você já viu algum crime cujo autor estava “sob efeito de tabaco????”

  • Domingos

    Jovem é atraído por obscuridade. Eles sabem disso, inclusive pode perceber que todo artista fabricado ao público jovem tem polêmicas e envolvimentos com coisas altamente decrépitas planejados ao propósito de agradar a essa atração pelo mórbido do jovem.

    Essas mensagens têm efeito nos adultos, além de obrigar que as prateleiras de cigarro fiquem escondidas mais que de costume. De fato entre os adultos deve funcionar alguma coisa, para jovens eu duvido. O que importa na verdade é que eles de fato não estão nem aí se faz bem ou mal e sim estão interessados em arrecadação e mudança de comportamento (leia-se: não é para parar de fumar, mas é para de fumar o cigarro “errado”…).

  • ccn 1410

    Os 15 maiores navios do mundo emitem poluição do ar, tanto quanto os 760 milhões de carros no mundo. http://www.hypeness.com.br/2014/01/jornalista-mergulha-nos-maleficios-do-secreto-mundo-dos-navios-de-carga/

    • Domingos

      A demonização ao carro é manipulação. Só. Até a década de 80 todos esses aí defendiam o tal do “carro popular” de boca aberta…

  • CorsarioViajante

    Exatamente isso. O que faz mal à saúde no fim é viver. Daí pra frente é questão de cada um escolher como quer morrer e com que dose.

  • CorsarioViajante

    Parece que o difícil está em achar um meio termo. E de novo voltamos aos Gregos, “a sabedoria está no caminho do meio”.

  • CorsarioViajante

    Lorenzo, aí que entra. Se for ver o tal alerta da OMS sobre embutidos, o que diz é que o consumo destes alimentos em certas doses pode levar à um quadro de doenças. O mesmo se dá com tabaco: será que um cara que fuma três cigarros por dia tem a mesma chance de ter uma doença associada que o cara que fuma três maços? COmo diz o velho ditado, o que diferencia o remédio do veneno é a dose. E ainda lembro de outro, muito oportuno para o Brasil atual: o que diferencia o médico do louco é que o médico tem a chave da porta do manicômio.

  • CorsarioViajante

    Parece aquela famosa manchete de jornal que dizia que tantos por cento dos fumantes vão morrer. Os outros se tornam imortais? rs

  • Franklin Weise

    Concordo que a mensagem está distorcida, já que não necessariamente o fumo causa o câncer (apenas aumenta a probabilidade).
    Há de se considerar que o Brasil tem uma das menores porcentagens de fumantes do mundo, o que deveria ser motivo de orgulho nacional (não sei se é conseqüência das campanhas ou se já vinha diminuindo espontaneamente).

  • Lemming®

    Não acredito nisso. Se vive mais hoje em dia pelos avanços tanto no tratamento como descoberta dos problemas de saúde. Não se vive mais porque se vive melhor mas sim porque quem tem condições ou pode se trata/cuida.

  • FocusMan

    Maconha causa tanto problema pulmonar quanto cigarro. Alias causa mais pois não tem filtro.

    • Daniel

      Vale lembrar que a maconha pode ser consumida de inúmeras maneiras que não fumada. Só consome fumando quem quer.

  • Cadu

    BS, como já conversamos por email, essas discusões fora do escopo são longas.
    Acho que você está no seu direito de reclamar e se indignar, com base na sua visão do tabagismo do produto que você consome, dentro da sua relação de consumo com a indústria que produz o cigarro. É como você reclamar com a concessionária ou montadora de uma informação no manual ou algum vício de fabricação de um veículo.

    Mas daí a usar sua visão PESSOAL e seu gosto pelo cigarro em políticas de saúde, são outros 1500.

    Tabagismo é associado (e aí entra um erro de interpretação clínica que você cometeu) a várias doenças. Inúmeras. Desde câncer de pulmão (a mais forte associação), laringe, boca e garganta, até câncer de bexiga e doenças cardiovasvulares. Lembrando que câncer é um nome genérico que engloba centenas de doenças proliferativas celulares malignas e que cada um é tão diferente um do outro que é seguro afirmar que um câncer de pulmão é uma doença totalmente distinta de uma leucemia! De fato, o cigarro não é CAUSA de nenhuma doença específica. Assim como diabetes também não. O que existe é uma associação estatística ligada ao RISCO. Não é garantia ter a doença enquanto fumante. Mas se o for, o risco é muito maior. Medicina funciona assim. Nem tudo é causa e efeito direto. Por isso você pode citar vários casos (o seu inclusive) de gente que fuma há anos sem complicações. Porque estamos falando de RISCO. Na sociedade em geral, no trabalho, na rua, em família, os casos ficam “diluídos”, “pontuais”. Passamos anos convivendo com fumantes que nunca tiveram nada. E outras pessoas doentes que nunca fumaram. Nossa experiência se torna enviesada, obnublada pela própria estatística (os casos são relativamente incomuns). Assim como outro profissional de saúde logo acima, eu te convido a passear pelos leitos do hospital principalmente na cirurgia de cabeça e pescoço e pneumologia. Você entenderá como esta associação é forte já que os casos de câncer estarão concentrados como num estudo clínico. Diferentemente da sua vida, em que as pessoas se misturam nos seus contatos sociais e se “perdem” na sua amostragem

    Eu concordo com a hipocrisia fiscal. Mas isso não se limita ao tabaco. Vale para licensas ambientais, acordos políticos, corrupção. É o mal do poder e do dinheiro.

    • Cadu,
      Comentários pertinentes e perfeitos, os seus, parabéns. É o melhor que já li até hoje sobre o tema fumo, falo seriamente. O que me deixa indignado é ler num maço de cigarros frases do tipo “Este produto causa câncer”. Tinha que ser, dentro da linha do seu comentário, “Esta produto aumenta a probabilidade de câncer”. Aí, sim, seria um alerta honesto.

    • CorsarioViajante

      Parabéns pelo excelente e lúcido comentário.

  • Ruarc

    Você vai acabar tendo um infarte só de reclamar dessas coisas. Deixe esse assunto pra lá e, principalmente, de fora do site. “Sim, eu sei, o site é seu e você faz o que quiser, se não tá satisfeito vai embora, blz.” É só uma crítica construtiva de quem gosta do site.

    • Ruarc,
      Obrigado pela crítica construtiva, mas um dos caminhos para o infarto é justamente ficar passivo diante de aberrações como essa mentira a que me referi, o popular “engolir sapo.”

  • Rodrigo Santos

    Esse texto me lembra meu pai criticando o cerco ao tabagismo e questionando sua associação a doenças. Chegava a ocultar as imagens nas embalagens com recortes de outros maços já consumidos.
    Há quem seja resistente, ele dizia. Nem depois de sofrer com episódios iniciais de enfisema pulmonar (DPOC) largou o cigarro. Só o fez há três semanas, após encontrarem um tumor em seu pulmão direito.
    Sou defensor da liberdade individual. Faça o que quiser, se isso não prejudicar a ninguém. Quer fumar, fume. É um direito seu. Mas daí a criticar a tentativa da sociedade de alertar sobre os males do cigarro, com respaldo cientifico, e evitar o aumento do numero de viciados, ou renovacao deles conforme envelhecem, é um verdadeiro delírio.
    O site é ótimo, quando fala de carros.

    • Domingos

      Você vê essa mesma “vontade da sociedade” de alertar sobre os males das drogas? Não, pelo contrário.

      Se o cigarro faz esse mal todo simplesmente deveria ser proibido, tal como vender comida com veneno seria sumariamente proibido.

      A questão é quase sempre uma outra coisa que não ela em si. Esse site é um dos poucos lugares que acertam isso, especialmente numa mídia dominada pelos amigos do alheio.

      • Rodrigo Santos

        Proibir o tabaco seria algo realmente estúpido, tal como foi a decisão do governo americano de banir o álcool no início do século 20. Funciona? Claro que não, assim como não evita que milhões de pessoas consumam outras drogas proibidas. Antes regulamentar o uso e retirar dos bandidos a exclusividade do fornecimento.
        Vício, qualquer que seja, é questão de saúde pública e não de polícia.

        • Domingos

          O que leva, complementando, ao final da questão: se você mesmo defende que a “sociedade” possa querer obrigar alertas quanto ao mal de um “vício”, o cigarro no caso, porque então a mesma “sociedade” não pode questionar a liberalização da droga como algo ruim, como se a verdade única nesse caso fosse o discurso do “é questão de saúde pública”?

          Aí que é a reviravolta final que é o anti-tabagismo. E todo mundo com uma forte inclinação a isso repercute essa visão programada pró-drogas com incrível previsibilidade e precisão. Foi estudado para isso mesmo…

    • Rodrigo Santos
      Agradeço a alusão à qualidade do site, mas o fato é que pessoas absolutamente normais fumam e elas (eu) estamos sendo violentados com essa campanha infame e, através do site, tenho todo o direito de me manifestar contra ela. Inclusive somos três fumantes (Arnaldo, Josias e eu), portanto esse tipo de repúdio é legítimo. Sua aprovação à “tentativa da sociedade de alertar sobre os males do cigarro” só alimenta minha luta contra essa forma de “1984”, esse patrulhamento exacerbado que só cresce em vários aspectos das nossas vidas. Se esse meu posicionamento o incomodou, a ponto do você classificá-lo de “delírio”, achei ótimo, é sinal de que é preciso mais. E virá.

      • Rodrigo Santos

        Bob, respeito sua opinião, assim como respeitou a minha. Aprecio e agradeço a oportunidade do debate de forma cordial e civilizada, algo tão raro nos dias de hoje. Abraco!

  • Domingos

    Não estavam multando também os caminhoneiros nos protestos? Não tentaram também ilegalizar os protestos com o boneco do Lula?

    Esquerda é ladrão. Ditadura foi nossa utopia, quem era reprimido era o bandido — de qual classe social fosse.

  • Bruno Bertha,
    Duas réplicas ao seu comentário. McDonald´s: discordo totalmente dos males atribuídos a essa rede. É limpa, eficiente, cordial e serve ótimos produtos. Claro, como tudo que é ingerido em excesso, faz mal (até água). Vejo pelos dois filhos, já com mais de 30 anos, sempre se serviram dessa rede e não têm problema algum dos que tantos se fala, especialmente obesidade. Aqui em casa mesmo, é comum fazermos lanches à base do Mc.CET: esperar o que dos petistas Fernando Haddad e JIlmar Tatto? Ainda bem que já começou a varrição na América do Sul, vide Argentina e Venezuela, em que nós somos eles amanhã.

    • Domingos

      Falar mal de McDonalds é sintomático. É coisa de identificação com o ruim e raiva do que é bom.

      O lanche deles é bom, limpo de fato, rápido e barato. Feito na sua frente e você pode se usar das mesas pelo tempo que bem entender sem ser incomodado pelo famoso “quer mais alguma coisa?” que é sempre seguido do “quer fechar a conta” caso você não queira mais nada e apenas deseje conversar ou terminar de consumir calmamente.

      Tem gordura, sal, conservante como qualquer outro lanche que fazem por aí com o dobro do preço e pessoal de atendimento lastimável que você nunca sabe se estão sacaneando sua comida ou não.

      Tudo isso pelo dobro do preço e sabor pior. Quem quer um lanche de altíssima qualidade, carnes nobres etc. tem outros lugares para comer. 99% dos que reclamam do McDonalds jamais iriam ou pagariam o preço desses locais.

  • Domingos

    Cocaína tem um efeito bom que é colocar um limite físico ao droguismo. Ou o cara pára ou ele morre.

  • Cadu
    Justamente elo aviso não ser uma sentença de morte é que ele nunca poderia estar ali. Desde criança aprendi que não se deve mentir.

  • Caro Dr. Ramos,
    Seus colegas não fumam porque são viciados, mas porque apreciam fumar. Loucos é que eles não são. Quanto à porta de entrada, exultei quando meu filho começou a fumar com 16 anos, certeza de que com isso não passaria para as drogas, como de fato não passoui. O perigo da caça aos fumantes reside justamente aí, a pessoa parte para outra. Acha que toda essa campanha contra o fumo é por quê? Há interesse do narcotráfico, o lobby é forte. Deus lhe abençoe também e um Feliz Natal para o sr. e seus familiares.

  • Daniel

    Que comentário infeliz. Preconceito puro. No mais, sou eleitor do PSDB e nunca fui militante de partido algum. Mais além, não sou usuário de maconha. Sou ex tabagista e consumo álcool. Fui criado por um homem que venceu na vida e que me forneceu tudo do bom e do melhor, incluindo educação e tolerância com os semelhantes. Este homem que me criou, meu pai, fumou durante toda a sua vida e fuma até hoje a droga que você diz transformar as pessoas em zumbi. Bem, o que eu posso dizer? A sociedade estaria melhor se existissem mais zumbis como os que eu conheço e menos pessoas preconceituosas e intolerantes quanto você.

    • Domingos

      Sua história é tão confusa e “perfeitamente” fabricada que não vejo outra resposta a te dar que não fosse um palavrão.

      Eu também sou tolerante com meus semelhantes. Gente que joga no outro lado é que eu reservo minha intolerância. A Bíblia fala bem sobre isso. Se Deus era intolerante com o que é ruim não é você e sua história cheia de estranhices e nem qualquer outro humano que vai ser “mais real que o rei”.

      A propósito eu não sou psdebista e muito menos liberal. Acredito que a moral esteja acima de qualquer outro “valor” material ou não, entre eles sucesso econômico ou coisas de definição secundária como empatia/tolerância.

      Se identificar com o bem é o que basta. Preferiria que meu pai fosse bem pobre. Passar bem, essa discussão com um personagem que você inventou não vai levar a nada.

  • Daniel

    Exatamente como eu disse: Preconceituoso e desconhecedor.

    • Domingos

      De fato. Eu desconheço. Desconheço usuário dessa substância que foi especificamente feita para um apodrecimento da alma, das percepções, da verdade acima de todas as coisas, que não tenha virado um relativista que acha que a vida na terra é uma missão de realização de todas as suas vontades sem qualquer submissão à moral e à verdade – ambos conceitos iniciais e antecedentes a tudo que o usuário de maconha em TODAS as vezes passa a IMEDIATAMENTE ignorar, tratando-as como algo a ser moldado unicamente justamente pelas suas vontades.

      A tal substância é inclusive promovida no ocidente como a maior forma de ataque físico à nossa civilização por grupos de pessoas e povos que, esses sim “tolerantes” e “não-preconceituosos”, te apedrejariam em público por defendê-la.

      • Daniel

        Reclame com o seu “criador”. A flora e a fauna são obras “dele” na sua ótica, não?!

  • GutoSalas

    Vou fingir que não vi….

  • Alessandro Peres

    Acredito que a indústria do tabaco é perseguida por uma única razão…dinheiro! Provavelmente não financiam mais os políticos.
    A indústria da bebida alcoólica era para sofrer o mesmo embargo se o motivo fosse a saúde, pois além de prejudicial a si, provoca acidentes que custam vidas alheias e não vejo fotos de corpos dilacerados atrás das latinhas de cerveja.
    Ninguém sabe a grande verdade atrás destas “campanhas bem-intencionadas de boicote ao cigarro”, sei somente que não é a saúde!

  • CorsarioViajante

    Filmão! Adoro quando ele joga aquela mala de dinheiro no chão!

  • Cadu

    Num atestado de óbito é exatamente assim que preenchemos.

  • Nelson C
    Meu pai morreu de infarto fulminante com 61 anos. Nunca fumou. Eu seguir fumando, já com mais de seis anos do infarto mostra que os males do cigarro são completamente exagerados. Há um interesse econômico por detrás dessa campanha antifumo toda. Tenho convicção disso.

  • Mike,
    Comigo é diferente. Quando pequeno e se fumava em ônibus, quando alguém acendia um cigarro eu achava aquele odor muito agradável. E olhe que em casa pai e mãe não fumavam. Mas respeito quem se opõe a que eu fume no carro ou em casa/escritório. A propósito, quando eu trabalhava na VW na década de 1980 começou a caça aos fumantes com avisos do tipo “Não fume aqui por favor”. Pois na minha sala coloquei um aviso na parede “Aqui é permitido fumar. Somos pessoas normais.” E uma experiência incrível tive quando entrei para a Embraer no final de 2000: mal havia me instalado na minha sala, entra o gerente de Recursos Humanos com um lindo cinzeiro de vidro nas mãos e me diz “Aqui se pode fumar”. Mas em meados de 2001, a decepção (e ódio): na lojinha de lembranças que havia lá, muito bem arrumada, fui comprar um isqueiro Zippo que havia visto, com um avião Embraer estampado, e ouvi do vendedor que não se vendia mais nada relativo a fumo lá… E uma curiosidade: até hoje todos os aviões têm de ter cinzeiro nos banheiros, mesmo que não se fume mais a bordo. É, o mundo está se esfarelando mesmo.

  • Domingos

    Acho interessante como a posição do outro lado adora o termo “informação”, mas apenas quando essa impara a vontade de manipulação de grupos e pessoas abertamente comprometidos com manipulação. Grupos esses que se baseiam inclusive em táticas admitidas de “não existe certo ou errado, é apenas uma construção social” e “acuse seus adversários do que você faz”.

    Se você entendeu a associação do termo herbívoro, que é justamente a que comentei, porque está irritado com o que disse ou achando que é não é verdade? O termo herbívoro é largamente usado por lá até mesmo por empresas, que se preocuparam em fazer produtos diferentes para essa geração de pessoas, tentando atraí-las a voltar a comprar seus produtos. E não é apenas torná-los “vegetarianos” que isso significa.

    Eu também posso te mostrar uns 800 estudos que dão razão ao holocausto. A verdade se sente, não se baseia em estudos com claro enviesamento.

    Agora, se você quer acreditar na mesma agência que apóia a “emancipação sexual” de pessoas de qualquer idade, incluíndo crianças de 8 anos, além das falácias que “o ambiente urbano não pode ter limites de velocidade maiores que 50 km/h” e toda uma rede de causas específica, mentirosa e muito bem conhecida – que apóia o vegetarianismo forçado inclusive – fazer o que…

    Enfim, esse assunto divide perfeitamente as pessoas. No seu comentário anterior você deu a entender que estava falando em “teoria da conspiração” quando coloquei o que é realmente a intenção da ONU/OMS com esses estudos. Agora você os defende…

    Você não tem que se informar, tem que ser sincero. Não é para todos.

    • FR

      Cara, em outro comentário seu você meio que defende a escravidão imposta pelos portugueses e agora vem me julgar dizendo que não sou sincero, você se acha o bom das galáxias mesmo, você me lembra o Eric Cartman do South Park em todos os sentidos.

  • Tessio R R Bonafin

    Até pensei em responder, mas essa conversa não vai levar a lugar nenhum. Sua linha de raciocínio, falta de conhecimento histórico, conceitos sobre civilidade e nação que remontam ao etnocentrismo mais barato, impregnado de valores “cristãos” dos Séculos XVI, XVII e XVIII são impossíveis de combater. Não importa o que eu escrever, você continuará a pensar da mesma forma torpe, no meu ponto de vista. Encerro aqui, abraços.

  • FR

    Cara, sério mesmo que você acha isso do Cartman? Tô falando….

    • Domingos

      Sim. Óbvio que é um personagem caricaturado e que também expressa coisas que não são para serem levadas a sério, isso faz parte da graça num bem feito desenho de comédia, mas ele é para mim o melhor personagem e tirando o efeito humorístico reflete justamente esse bom espírito.

      Toda a série é, com poucas exceções, um combate ao politicamente correto e o pós-modernismo relativista/anti-civilização. Uma comemoração do normal, como tudo que é bom, feita com ótimo humor.

  • TDA

    Também não gosto do cheiro de cigarro e da fumaça em si. Não apenas fumaça de cigarro, mas qualquer tipo de fumaça me incomoda, seja cigarro, escapamento, chaminé, fogueira rsrs No meu carro também não deixo outras pessoas fumarem. Mas respeito os gostos e opiniões das outras pessoas, sem problema algum com isso.

  • Genaro de Campos

    De fato, textos sem pé e nem cabeça, que fogem do assunto, antitabagismo, que eu acho oportuno, pois não se pode cercear a vontade de um adulto, desde que estabelecido o devido respeito aos não fumantes. A “ordem médica” acabou, há muito, e muitos, parece, ainda não entenderam.

  • Genaro de Campos

    Fumei durante 20 anos. Parei há cerca de 15 anos. Acho mais honesto entender o tabagismo como um assunto de foro íntimo, um ponto de vista pessoal. Redundância. O que importa é a honestidade do diálogo, e não o proselitismo pseudocientífico ou histórico que tomou conta do assunto. Visto que o tabagismo não altera a capacidade cognitiva, porque tanto palpite profissional (e impertinente) a forçar a barra? Eu respeito o Bob Sharp justamente por isso. Fuma, gosta, e ainda é apaixonado por carro.

    • Genaro de Campos
      Obrigado; não só não altera a capacidade cognitiva como é um bom companheiro no trabalho, estimula o raciocínio e a criatividade. Felizmente trabalho em casa desde 2003, onde não preciso me sujeitar a regras antifumo burras e desrespeitosas. Ser-me-ia impossível trabalhar fora hoje. Além disso parei completamente de ir a bares choperias, pois não há nada mais desagradável que o “cigarro inútil”, aquele de ir “lá fora” fumar. O fumar é um ato complementar, não um ato em si.

  • Enildo,
    É exatamente ao contrário, fumantes faltam menos ao trabalho do que não fumantes, pois são bem menos suscetíveis de contrair resfriados e gripes. É só observar no seu círculo de amigos. Não sei de onde você tirou os números, mas a indústria do tabaco recolhe de 6 bilhões de reais por ano, enquanto o tal custo com tratamentos médicos para doenças relacionadas ao fumo não passa de R$ 2,5 bilhões. Portanto, está no lucro.

  • Tessio,
    A diminuição de fumantes no Brasil é resultado exclusivo de não se poder fumar em praticamente nenhum lugar mais. Exatamente o mesmo está acontecendo com a indústria automobilística. Comprar carro para quê? Para ser tungado pelos órgãos de trânsito? Para não se poder mais andar tranqüilos de tanta lombada pelo país todo? Por ruas estarem sendo tomadas para ciclofaixas (que poucos usam) e acabam com lugares para estacionar?

  • Dr. Marcos Alvarenga,
    Com o devido respeito pela sua pessoa tanto como médico quanto por ser um assíduo leitor nosso, tendo inclusive contribuído com uma bela história, não posso de maneira alguma aceitar a mentira “Este produto causa câncer”, inclusive não sendo o que trabalho indicado diz. Uma coisa é relação, outra é causa. Além disso, tenho certeza de que o sr., como eu, deve estranhar tanta pesquisa (e tanto dinheiro gasto) na descoberta da cura efetiva do câncer, sem os conhecidos e maléticos efeitos colaterais, até hoje não ter sido encontrada. Há alguma coisa estranha nisso.

  • Marcio Rogério Dorigon
    Você falou em recinto fechado no seu comentário: isso não existe. Nem nos aviões. Se existisse as pessoas sofreriam de hipóxia (diminuição das taxas de oxigênio no ar, no sangue arterial ou nos tecidos, podendo levar à morte. Todo ar é renovado para evitar que aconteça. Até em muitos automóveis com função recirculação do ar interno a circulação normal volta automaticamente após 20 minutos para evitar justamente a hipóxia. Foi com base nesse pressuposto errado que se proibiu fumar em locais “fechados” como escritórios, bares e restaurantes, pois quando havia ambientes separados para fumantes e não fumantes não havia nenhum tipo de problema. Por isso não tenho medo de afirmar que há interesses escusos nessa caça aos fumantes.

    • Marcio Rogério Dorigon

      Bob, compreendo o que você disse, mas nem todo ambiente fechado que freqüento tem essas características que você disse. Pode até ser que alguns casos citado por você deveriam ser repensados, mas tem muito outros lugares que não se adequam as caracteríssticas. Se três indivíduos começarem a fumar juntos…em alguns lugares que conheço a coisa fica triste. Mas e ai…quem está no direito de exigir algo? Acho que tem que ter bom senso. Como eu disse respeito fumantes…e os que conheço me respeitam. Mas nem todo mundo é assim.

  • LG

    Se existe comprovação científica não é milagre.

  • Mauro Schramm

    Em minha humilde opinião faz sentifo que as embalagens de cigarro tragam tais avisos. Isso não fere a liberdade de ninguém em consumor tal produto. Serve de contraponto à publicidade, quase sempre desonesta e enganosa.