Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas NOVA VAN MERCEDES-BENZ VITO – Autoentusiastas

Mirando um segmento abaixo do Sprinter que tem peso bruto total de 3.500 a 5.000 kg, o comercial leve Mercedes-Benz Vito acaba de ser lançado com peso bruto total de 3.050 kg.

O novo Mercedes-Benz Vito pode ser descrito como um cruzamento do Sprinter com um Classe C. Obviamente pelo maior peso do Sprinter, o Vito é mais parecido com ele. Mas mesmo sendo uma van comercial, a Mercedes conseguiu trazer elementos dos carros de passeio na dianteira, como faróis e grade. Nem todas as vans são um tijolo. O Vito tem linhas mais arrojadas e menos retas, proporcionando mais leveza e beleza.

Outro elemento importante dividido com a Classe C (e outros modelos de passageiros também) são os motores, o M274 4-cilindros ciclo Otto turbo (flex no Vito) e o 4-cilindros diesel turbo OM622 (um Renault R9M).

Com um tamanho mais compacto que o Sprinter, a aposta da Mercedes-Benz é na melhor mobilidade do Vito para enfrentar o caos do trânsito nas grandes cidades brasileiras, facilitando inclusive a vida do motorista, já que requer habilitação categoria B apenas, a mesma dos carros de passeio. As dimensões do Vito são:  5.140 mm de comprimento, 2.249 mm de largura (incluindo retrovisores), 1.910 mm de altura e 3.200 mm de distância entre eixos.

O modelo está disponível em três versões que proporcionam uma gama grande de possibilidades de aplicações como turismo, traslados, transporte VIP, ambulância, frigorífico, entregas, oficinas móveis, famílias grandes e assim vai. Todas elas têm porta traseira que abre para cima, e com a altura de quase 2 m é necessário um bom espaço atrás para abri-la. Todas as versões também tem duas portas dianteiras e apenas uma porta lateral, direita, corrediça, sem acionamento elétrico.

A três versões

Furgão: Vito 111 CDI: é equipado apenas com motor diesel turbo, caixa manual de seis marchas, com capacidade de carga de 1.225 kg e 6 m³ de volume de carga; ar-condicionado é opcional. Na frente há o banco do motorista individual, mas colado ao banco dos dois passageiros dianteiros, com encosto fixo e o passageiro do meio bem apertado.

 

Vito Furgão, turbo-diesel

Mercedes-Benz Vito Furgão, diesel turbo para transporte de carga

Van: Vito Tourer 119: apenas com motor turbo flex e caixa manual de seis marchas em duas versões. A Comfort 8+1, com capacidade para oito passageiros mais o motorista, a mesma configuração de bancos dianteiros da versão furgão, e mais seis lugares atrás, todos individuais e com cintos de três pontos, e com um nível bem básico de equipamentos. A versão Luxo 7+1 leva sete passageiros e o motorista, com apenas dois lugares na frente e mais seis lugares atrás, todos também individuais e com cintos de três pontos, e um nível de equipamentos um pouco melhor; ambas com um belo porta-malas de 900 litros.

 

Vito Tourer 2-litros flex turbo com roda de 17" opcionais

Mercedes-Benz Vito Tourer 2-litros flex turbo com roda de 17″ opcionais, para transporte de passageiros

A Mercedes quer  vender o Vito como referência em segurança ativa em todas as versões. Ele é equipado com o Programa Eletrônico de Estabilidade, o ESP adaptativo 9.1i. Essa versão, a mais recente, adapta a reação do ESP de acordo com a condição de carga, que em veículos comerciais afeta a localização do centro de gravidade com mais intensidade. Além do ESP o Vito ainda é equipado com ABS, ASR (Controle de Tração), BAS (Assistência a frenagens de emergência) e EBD (Distribuição Eletrônica das Forças de Frenagem). Para mitigar a chance de colisões traseiras as luzes de freio sinalizam uma frenagem de emergência (piscando) para o condutor do veículo que vem atrás. Nas versões de passageiros há engates Isofix para pelo menos 4 bancos infantis — importante para famílias.

Todas as versões do Vito também tem outros destaques:  O Attention Assist (assistente de monitoramento de cansaço)  e o Crosswind Assist (assistente de vento lateral)

Attention Assist  analisa o comportamento do condutor ao volante e, caso identifique sinais de cansaço e baixo nível de atenção do motorista, recomenda uma pausa por meio de sinal do painel e de um aviso sonoro. Esse sistema faz uma leitura constante de uma miríade de parâmetros com tempo viajado em uma mesma marcha, distância percorrida, acionamento de comandos, acionamento dos freios e muitos outros. A partir da interpretação dessas informações o sistema pode entender que o motorista esteja cansado e assim emitir o alerta sugerindo uma pausa para um descanso ou cafezinho.

O Crosswind Assist  ameniza o efeito de ventos laterais, mais acentuado em veículos de grande superfície lateral, por meio do acionamento unilateral dos freios, fazendo com que o veículo mantenha sua trajetória ao ser golpeado por ventos fortes. Uma mensagem no painel informa o motorista que o sistema está ativo.

Também há o Hill Start Assist (assistente de partida em rampa), já comum em muitos carros de passeio e importante em veículos comerciais, que mantém os freios aplicados nas partidas em inclinações de 2 a 3 segundos, de modo que o motorista tenha tempo de tirar o pé do pedal de freio e colocar no acelerador sem que o veículo se desloque de forma indesejada.

 

Mercedes-Benz Vito Tourer Luxo

Mercedes-Benz Vito Tourer Luxo

Andando com o Vito

A versão Luxo com motor flex de 4 cilindros e 2 litros, com 184 cv de potência a 5.500 rpm e com excelente torque máximo de 30,6 m·kgf entre 1.250 e 4.000 rpm e caixa manual de seis marchas, apenas com motorista e um passageiro, apresentou respostas muito rápidas e um desempenho bem interessante com uma excelente elasticidade. O isolamento do motor é perfeito e sua operação é muito suave. No trecho de estrada fizemos 16 km/l (a Mercedes não informa o consumo). O escalonamento das marchas é muito bom assim como o posicionamento da alavanca.

A versão Furgão com o diesel turbo de 4 cilindros e 1,6 litro, 114 cv de potência a 3.800 rpm, com torque máximo de 27,5 m·kgf entre 1.500 e 2.500 rpm e caixa manual de seis marchas foi bem melhor que a expectativa gerada pelos dados. Vazio, o desempenho também foi satisfatório. Imagino que carregado esteja bem de acordo com a proposta comercial do modelo. Destaco também a suavidade e silêncio de operação do pequeno diesel. Na estrada obtive a média de 16,5 km/l.

 

Posição de dirigir confortável com ajuste de altura e profundidade do volante e excelente posição da alavanca de câmbio

Posição de dirigir confortável com ajuste de altura e distância do volante e excelente posição da alavanca de câmbio

Comum nos dois modelos é a boa posição de dirigir, que embora seja mais elevada e vertical, é confortável, com destaque para o ajuste de altura e distância do volante. A direção com assistência elétrica é bem leve em manobras e mais firme de acordo com a velocidade. Achei a calibração muito boa. A modulação dos freios é excelente. Ambos estavam equipados com pneus 195/65 R16. As suspensões, independentes na frente e atrás, são muito bem calibradas na condição sem carga. A versão Luxo me pareceu um pouco mais seca e a diesel um pouco mais confortável. Andei atrás também na versão Luxo e gostei.

A Mercedes espera vender mais as versões furgão e Comfort, com maior apelo comercial. A Luxo deve servir transportes VIP e famílias grandes. Todas elas têm um excelente acabamento, mas claramente voltado para trabalho. A Luxo poderia ter caixa automática e muitos outros mimos. Do jeito que está pode frustrar os amantes da estrela que têm famílias grandes que já experimentaram minivans derivadas de carros de passeio.

Preços e equipamentos

Furgão Vito 111 CDI R$ 114.990
• Capacidade para dois acompanhantes mais o motorista
• Vidros elétricos na frente
• Chave com trava central elétrica e imobilizador de motor
• Direção elétrica e volante com regulagem de altura e distância
• Rádio com Bluetooth, entrada USB e cartão de memória SD
• Tomada 12 V no console central
• Porta-luvas com chave
• Bancos com cinto de segurança de 3 pontos e apoios de cabeça
• Piso naval no comportamento de carga
• Parede divisória no compartimento de carga
• Revestimento lateral e luz no comportamento de carga
• Painel e portas com porta-copos e porta-objetos
• Relógio e indicador temperatura exterior no painel
• Rodas de aço de 16″
• Ar-condicionado (opcional)
• Programa eletrônico de estabilidade (ESP Adaptativo 9.1i®)
• Assistente de monitoramento de cansaço
• Assistente de vento lateral
• Assistente de partida em rampa
• Bolsa inflável para motorista e acompanhantes
• Luzes de freio adaptativas

 

Vito Furgão, 1.225 kg de carga ou 6 m³

Vito Furgão, 1.225 kg de carga ou 6 m³

Van Vito Tourer 119 Comfort 8+1 R$ 129.990
• Capacidade para oito passageiros mais o motorista
• Chave com trava central elétrica e imobilizador de motor
• Vidros elétricos na frente
• Janelas fixas atrás
• Saídas de ar-condicionado e aquecimento dianteiras e traseiras
• Direção elétrica e volante com regulagem de altura e distância
• Rádio com Bluetooth, entrada USB e cartão de memória SD
• Tomada 12 V no console central
• Porta-luvas com chave
• Painel e portas com porta-copos e porta-objetos
• Relógio e indicador temperatura exterior no painel
• Alça de acesso ao salão de passageiros
• Apoios de cabeça ajustáveis em todos os bancos
• Cinto de segurança de 3 pontos em todos os bancos
• Engates Isofix para 4 bancos de crianças
• Bancos com sistema de fixação de fácil remoção e engate rápido
• Trava para crianças na porta corrediça lateral
• Rodas de aço de 16″
• Programa eletrônico de estabilidade (ESP Adaptativo 9.1i®)
• Assistente de monitoramento de cansaço
• Assistente de vento lateral
• Assistente de partida em rampa
• Bolsa inflável para motorista e acompanhantes
• Luzes de freio adaptativas

 

Vito Comfort com três lugares na frente, assim como no Furgão

Vito Comfort com três lugares na frente, assim como no Furgão

Van Vito Tourer 119 Luxo 7+1 R$ 139.990
• Capacidade para sete passageiros mais o motorista
• Chave com trava central elétrica e imobilizador de motor
• Vidros elétricos na frente
• Janelas fixas atrás
• Saídas de ar-condicionado e aquecimento dianteiras e traseiras
• Direção elétrica e volante com regulagem de altura e distância
• Volante multifuncional com computador de bordo
• Rádio com Bluetooth, entrada USB e cartão de memória SD
• Tomadas 12 V no console central e ao lado dos bancos dos passageiros
• Porta-luvas com chave
• Painel e portas com porta-copos e porta-objetos
• Relógio e indicador de temperatura exterior no painel
• Luzes internas de LED (frontal e de leitura)
• Alça de acesso ao salão de passageiros
• Bancos rebatíveis individualmente em courino com encosto reclinável e apoio para braços
• Banco do motorista e acompanhante também com regulagem de altura
• Apoios de cabeça ajustáveis em todos os bancos
• Cinto de segurança de 3 pontos em todos os bancos
• Engates Isofix para 4 bancos de crianças
• Bancos com sistema de fixação de fácil remoção e engate rápido
• Trava para crianças na porta corrediça lateral
• Retrovisores externos elétricos com aquecimento
• Rodas de liga leve de 16″ (série) e de 17″ (opcional)
• Pára-choque na cor do veículo e faróis de neblina
• Programa eletrônico de estabilidade (ESP Adaptativo 9.1i®)
• Assistente de monitoramento de cansaço
• Assistente de vento lateral
• Assistente de partida em rampa
• Bolsa inflável para motorista e acompanhante
• Luzes de freio adaptativas

 

Vito Tourer Luxo, bem confortável e espaçoso para os passageiros também

Vito Tourer Luxo, bem confortável e espaçoso para os passageiros também

PK

Galeria Vito Tourer Luxo

 

 

Galeria Vito Furgão



Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

  • Milton Evaristo

    Não sei se tem versão automática na europa, mas nos EUA esse tipo de veículo voltado o trabalho, praticamente não existe em versão três pedais, o que faz todo sentido.

  • AlexandreZamariolli

    Muito bem lembrada a possibilidade de uso da Vito como ambulância. Esse tipo de veículo deve mesmo ser baseado em um furgão de transporte de passageiros, com calibragem de suspensão adequada a essa finalidade e de preferência com teto elevado, permitindo o transporte confortável do paciente e a movimentação da equipe de apoio dentro do veículo.

    No entanto, é relativamente comum que pick-ups compactas, como a Saveiro, a Montana ou a Courier, sejam adaptadas para uso como ambulância – um patente absurdo que as otoridades de trânsito tupiniquins, sempre tão preocupadas em zelar pela nossa segurança com lombadas, radares e limites de velocidade paleozoicos, insistem em não enxergar.

    • CorsarioViajante

      Ia comentar exatamente isso, aqui no interior é revoltante a quantidade de ambulâncias adaptadas em cima de saveiros, montanas e etc. E como bem dito, para este absurdo oficial, as autoridades fecham os olhos.

  • Oli

    3 lugares na frente… Como eu queria ter um carro assim! Nego coloca um console enorme em vez de aproveitar o espaço pra mais um passageiro, mesmo que apertado para uso eventual.

    • V12 for life

      Para que os carros de passeio possam levar 3 ocupantes na frente é preciso de um banco inteiriço como o de trás, porem essa é a parte fácil, para acomodar o motorista e as duas pessoas ao seu lado muitas peças precisam ser deslocadas como coluna de direção, pedais e manopla de cambio, existem carros norte-americanos com bancos inteiriços todos conhecemos, mas compare o tamanho das barcas com a realidade brasileiro é bem diferente, a maioria dos carros se quer são para cinco pessoas adultos, são no máximo 4+1 ou seja quatro adultos e uma criança.

    • Ilbirs

      Isso sem falar nos carros atuais, mesmo aqueles com assoalhos baixos, em que o fabricante mete um console lamborghinesco que praticamente inviabiliza que se saia pela porta do passageiro caso a do motorista esteja impedida de abrir pela vaga em que se ficou.

    • Na verdade são 2 lugares e meio! O do centro vai meio de lado.

    • Roberto Mazza

      Concordo Oli, carros como Ford Edge ficariam bem legais com seis lugares, largura parece não faltar.

  • Lucas dos Santos

    Gostei dessa van. É uma proposta bastante interessante.

    Será que rola um futuro “No uso” aqui no AE?

    • Já colocamos na lista do no uso. Isso porque a dirigibilidade é excelente e prazerosa!

      Concordo com a coluna B. Na furgão só sem vidro, mesmo porque há um painel isolando o compartimento de cargas do de passageiros. Eu acabei não colocando no texto, mas achei os retrovisores externos muito baixos. Quanto a alavanca, também notamos isso e comentamos no test-drive. É legal mesmo!

  • Ricardo kobus

    Olhei a reportagem, e pensei, isso é na europa, custei a acreditar que é Brasil. Um ótimo lançamento nosso país tava carente de boas vans.

  • Roberto Alvarenga

    Uma provocação: exceto pelo câmbio automático, no que esta ótima van da Mercedes fica devendo aos SUVs de 7 lugares?

    • Roberto, o Vito é um veículo comercial, com excelente aproveitamento de espaço para os ocupantes dos bancos traseiros. Bem melhor que nos suves de sete lugares. Mas é uma van e seu comportamento e estilo são totalmente diferentes.

      • Roberto Mazza

        Ótima provocação. Como pouco ligo pra estilo ficaria feliz com uma dessas aí pra sair com os amigos. A maioria dos suvs são 5+ duas criancinhas…

    • Daniel Girald

      Para quem não fizer questão das capacidades off-road observadas num SUV, essa van é uma boa opção.

  • V12 for life

    Essa versão furgão me interessa mas por esse preço fica difícil não olhar para as concorrentes da Sprinter.

    • Segundo a Mercedes o Vito, por ser mais baixo tem acesso a lugares que o Sprinter não tem, além de não necessitar de habilitação “C”.

  • EJ

    Faltando informação sobre o tipo de tração de todas as versões e variantes. Em outros mercados existe opção de tração dianteira, traseira (e até mesmo integral), e queria saber se a Argentina oferece somente tração dianteira.

  • EJ

    Meu questionamento sobre o tipo de tração da versão produzida na Argentina foi deletado, ou moderado. Gostaria de saber, pois em outros mercados, A Classe V (ou Vito, enfim), é oferecida com tração dianteira, tração traseira e até mesmo integral. Antes de iniciarem a produção na Argentina, alguns colunistas renomados informaram que haveria versões com tração dianteira e traseira, e pra completar a dúvida, no site da Mercedes Benz argentina, consta apenas tração dianteira. Gostaria que nos esclarecessem qual solução será vendida no mercado brasileiro.

    • Os dois modelos testados eram tração traseira. Incrivelmente isso não consta na ficha técnica, mas eu olhei no próprio carro.

    • EJ e Ilbirs, O Ilbirs tem razão, confirmei com a Mercedes e o diesel tem tração dianteira. No final eu olhei ou Luxo e um Comfort achando que era o diesel. Obrigado Ilbirs.

  • As duas versões de motor são ótimas. O flex tem uma resposta melhor. Mas o pequenino diesel impressiona.

  • Para a versão Luxo não seria. Assim como câmera de ré e caixa automática.

    • Geovane Paulo Hoelscher

      E um navegator GPS!

    • Ilbirs

      Seria legal se também houvesse porta corrediça do outro lado, tal qual existe de opção na Europa.

  • A Mercedes jura que a comparação não cade. Afinal são marcas bem distintas. Mas vale sim.

  • A caixa é excelente. Os engates são bem precisos e o escalonamento é muito bom também. O pessoal compra suve não só pelo espaço, mas pelo estilo também. A versão Luxo poderia ser um pouco mais sofisticada.

  • A Kombi tinha décadas de amortização. Se fosse atualizada em termos de emissões e segurança seria tão cara quanto. Tanto é que a decisão foi encerrar a produção. Mas com certeza deixa saudades.

    • Ilbirs

      Vamos também considerar a simples preguiça da VWB em não ter acompanhado as evoluções que esse furgão teve no exterior, chegando ao ponto de a distância técnica ficar tão grande que uma transição abrupta (de T2 para T5 ou T6) na prática acabar com a possibilidade de haver o pulo mais suave que haveria se houvesse sido seguida a escrita do produto na Alemanha. Observe-se como é bem menos traumática a transição geracional nas marcas japonesas aqui instaladas, e que costumam sempre seguir de perto a mudança da matriz.
      O resultado está sendo esse que conhecemos: vácuo da Kombi.

  • É um carro bem pragmático mesmo. Mas muito bem construído,

  • Eles mostraram isso para nós, Mas eu mudei para algo mais realista.

  • Hummm! Essa AMG!

  • Ilbirs

    Surpreendi-me com o consumo de 16 km/l da versão 2.0 flex, ainda mais quando se vê que ela bebe só 0,5 km/l a mais que a versão a diesel. A coisa fica interessante se considerarmos que a versão a diesel tem tração dianteira e a Otto, traseira, o que em tese deveria penalizar esta última.
    Por ora também estamos muito a reboque do que ocorre na Argentina, apenas não vindo a versão de uso misto para cá. Isso significa que estamos por ora bem limitados em ofertas e não temos coisas legais que existem na Vito europeia:

    http://www.mercedes-benz.es/content/media_library/hq/hq_mpc_reference_site/van_ng/new_vans/models/vito_447/t62_vito_447/equipment/optional/T62_vito_447_tinted_glass_01_de_814x443_06-2014.object-Single-MEDIA.tmp/sonder_vito_tourer_09_814x443.jpg

    http://www.mercedes-benz.es/content/media_library/hq/hq_mpc_reference_site/van_ng/new_vans/models/vito_447/t62_vito_447/equipment/optional/T62_vito_447_7_g_tronic_plus_01_de_814x443_06-2014.object-Single-MEDIA.tmp/sonder_vito_kawa_02_814x443.jpg

    http://www.mercedes-benz.es/content/media_library/hq/hq_mpc_reference_site/van_ng/new_vans/models/vito_447/t62_vito_447/packages/T62_vito_447_table_package_01_de_814x443_06-2014.object-Single-MEDIA.tmp/ausstattungspakete_vito_tourer_08_814x443.jpg

    http://www.mercedes-benz.es/content/media_library/hq/hq_mpc_reference_site/van_ng/new_vans/models/vito_447/t62_vito_447/packages/T62_vito_447_rest_package_01_de_814x443_06-2014.object-Single-MEDIA.tmp/ausstattungspakete_vito_tourer_03_814x443.jpg

    Logo, nada de duas portas traseiras corrediças por ora, mas nada impede que com o progresso da fabricação desse veículo, que já tem o ponto positivo de ter vindo quase sem defasagem temporal em relação ao lançamento europeu, possamos ter novas opções, ao que incluiria também a possibilidade de uma versão 2.1 a diesel, uma vez que esta já existe no exterior e o motor é basicamente o mesmo aqui fabricado e lá enviado para a Sprinter. Pode ser que isso venha mais ou menos quando a Mercedes lançar a GLT, irmã de plataforma de nova Frontier e Renault Alaskan.
    Também considero bobeira suprema não ter vindo uma versão mais simples para oito passageiros, aqui considerando a carteira de habilitação brasileira e o inegável fato de ser um veículo mais barato que outras minivans aqui vendidas, como Kia Grand Carnival e Chrysler Town&Country. Famílias grandes e mesmo alguns usos mais executivos iriam adorar uma opção assim (pensemos aqui no sucesso que faz o Hyundai HR, que leva 1.800 kg e pode ser guiado com carteira B).

    Por ora, o que a Vito sinaliza é o seguinte: está aberta a temporada para quem quer preencher o vazio da Kombi e se por ora a Mercedes é quem melhor o preenche é porque os outros fabricantes não tiveram a noção do filão que estão perdendo. E isso porque há veículos que poderiam preencher bem esse buraco em nosso mercado, sejam presentes ou futuros:

    http://www.vwvortex.com/wp-content/uploads/2013/03/volkswagen-ecomotion-3.jpg

    http://gomotors.net/photos/4e/95/toyota-hiace-30d_2df36.jpg?i

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2f/NISSAN_NV350_CARAVAN_front.JPG

    http://s2.glbimg.com/RRX9y2xrBy5srJhHvJr2V8yh0W4=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2015/04/06/peugeot-foodtruck-002_1.jpg

    http://3.bp.blogspot.com/-OAnuh7ExNew/VZMhccnO_XI/AAAAAAABB3E/7fXmABiZljQ/s1600/Citroen-Jumpy-Van1.jpg

    Como falei em HR, a CAOA marca uma bobeira das boas quando não aproveita a possibilidade de transformar o caminhãozinho de alto sucesso e preço próximo ao que tinha a Kombi em um furgãozinho, algo que dá para ter uma noção quando vemos um certo implemento que já aplicaram ao chassi-cabine, aqui obviamente imaginando carroceria inteiriça:

    http://1.bp.blogspot.com/-2l1L3CLHq2U/Tobl5FLWpRI/AAAAAAAAAc4/yJKBD1njmeI/s1600/Imagem0742.jpg

    • Daniel Girald

      Essa foto do HR fúnebre fui eu quem tirou, aqui em Porto Alegre. E realmente, para quem ainda lembra do sucesso que a Hyundai fez com a van H-100 mas estranhamente não conseguiu repetir com a H-1 Starex, a ausência de uma van de passageiros baseada no chassi da HR surpreende mesmo. Precedentes já existem em outros países, como a Indonésia, onde a Kia se obrigou a fazer uma van baseada no Bongo para suprir a falta que a Besta faz por lá.

      • Pablo Lopes

        A H-1 não obteve o mesmo sucesso que a H-100, pois na época da H-100 ( em meiado dos anos 90 ), eram ela, a Besta e Topic contra a kombi e todas com mesmo preço ( em torno de R$15 mil ). Após o aparecimento das vans européias ( Sprinter, Ducato e Master. Obs: a 1º é a melhor ), as coreanas saíram de cena, mesmo custando menos, mas devido a baixa qualidade. Outro ponto relevante, pois quem sustenta esse Mercado, são as vans de “lotação”, que aumentam seus lucros com o numero de ocupantes. Nesse aspecto, a VW kombi T-4, importada da Alemanha no fim dos anos 90, não emplacou devido a sua baixa capacidade, pois suas qualidades eram incontestáveis!!!

        • Daniel Girald

          Eu não diria que as vans coreanas anteriores à H-1 tem baixa qualidade, só não são muito sofisticadas em comparação à Sprinter, Ducato e Master. Mas eu particularmente gosto da configuração com o posto de condução avançado, que não só melhora o aproveitamento da extensão da plataforma fazendo um veículo mais compacto ter capacidade semelhante aos concorrentes europeus de cabine semiavançada, mas também pela distância entre eixos mais curta que tem como resultado uma diminuição do diâmetro de giro e maior facilidade para manobrar em espaços mais confinados.

          • Pablo Lopes

            Daniel, a qualidade de Besta, Topic, Towner e até da H-100 eram questionáveis! E se você observar a Besta “grand”, ou a H-100 super (ambas de 15 lugares), que foi uma resposta às vans europeias de maior capacidade (só a Topic levava 15 passageiros antes dessas novas versões citadas ), elas perdem a manobrabilidade citada, devido ao maior porte. Sobre a sofisticação de Sprinter 310 D e Ducato 2,8 (citei apenas essas duas, pois eram contemporâneas “na praça” das coreanas), eu não as vejo com maiores tecnologias que as concorrentes, tirando o motor da Sprinter que era turbo (nem era Mercedes, era o mesmo da Ford Ranger a diesel, um Maxion 2,5 ), as coreanas ainda vinham com os espelhos de auxílio em manobra na dianteira e traseira, trava elétrica e limpador e lavador do vidro traseiro, que nem Sprinter, nem Ducato ofereciam. Apenas o mesmo, que era ar-condicionado, vidros elétricos e direção com assistência hidráulica. Mais uma observação, vejo o Kia Bongo e Hyundai HR: não quer compará-los com as versões compatíveis de Iveco, Master e Sprinter. Veja os relatos dos proprietários e tire suas conclusões.

          • Daniel Girald

            Eu até vejo muita Besta em bom estado de conservação aqui em Porto Alegre, tanto da 1ª geração quanto da 2ª,e sempre que vou a Florianópolis vejo algumas H-100 também muito íntegras em que pese a idade e a exposição à maresia, e mesmo as versões alongadas ainda tem um tamanho ligeiramente mais contido em comparação a um modelo ocidental equivalente. Topic eu já não vejo tantas quanto costumava ver até uns 10 anos atrás, mas também é mais fácil eu me deparar com uma em bom estado que com uma caindo aos pedaços ou muito descaracterizada. Towner é um caso à parte justamente pelo tamanho e, apesar da dificuldade para reposição de peças, a única versão que praticamente sumiu por aqui foi a pick-up. E quando eu me refiro à menor sofisticação dos projetos asiáticos, cabe lembrar que Kia e Hyundai insistiram em motores Diesel aspirados e de injeção indireta na Besta e na H-100 mesmo quando essa configuração tinha sido abolida no Ducato, e a própria disposição do motor abaixo dos assentos dianteiros tão comum em vans asiáticas que é suscetível a críticas pelo nível de ruído interno e eventual irradiação de calor para a cabine já denota a maior rusticidade do projeto. Quanto aos Kia Bongo e Hyundai HR, também não vejo tantos relatos desabonadores, além de às vezes ainda aparecer um ou outro Bongo mais antigo e até alguns Hyundai Porter (antecessor direto do HR) íntegros apesar de tantos anos de serviço.

          • Daniel, sabe onde foram parar todas as Towners do Brasil? Em Araruama, RJ. Só vendo para crer. É o carro “oficial” da cidade devido ao transporte de turistas.

          • Daniel Girald

            Towner sendo usada para transporte turístico eu nunca vi, por incrível que pareça.

  • Lucas Mendanha
  • Geovane Paulo Hoelscher

    Belíssimo vídeo, Guilermino. Fiquei emocionado.

  • Roberto Mazza

    Essa AMG! (2)

  • Roberto Mazza

    QUERO.

  • Ilbirs, você tem razão, confirmei com a Mercedes e o diesel tem tração dianteira. No final eu olhei ou Luxo e um Comfort achando que era o diesel. Obrigado !

    • Ilbirs

      Tranquilo, mas de fato essa tampa de filtro quadradona em cima de tudo e sempre com a boca de entrada apontando para o mesmo lado ajuda a enganar bem.

  • Ilbirs

    Um modelo da Classe V que é 99,999999999…% certo que não virá, mas que adoraria que viesse, é este:

    https://i.ytimg.com/vi/Rb1CJ8EiY8Q/maxresdefault.jpg

    http://cdn1.autoexpress.co.uk/sites/autoexpressuk/files/styles/gallery_adv/public/5/14//895316968967076918.jpg?itok=tq5xG1k5

    http://blog.vehiclejar.com/wp-content/gallery/mercedes-marco-polo-activity/Mercedes-Marco-Polo-Activity-17.jpg

    http://www.benzinsider.com/wp-content/uploads/2014/08/mercedes-marco-polo-34.jpg

    A meu ver, a versão mais simplesinha, a Activity, já está ótima e serve tranquilamente como carro de uso diário e farofamóvel para viagens. Assim como o furgão do qual deriva, a Marco Polo também passa ao largo de nossas regulações e pode ser guiada por qualquer um que tenha carteira B, ao contrário de um motorhome ou de um carro rebocando um trailer.

  • braulio

    Câmbio manual, amplo espaço interno, tração traseira…
    Por incrível que pareça, essa “kombi Mercedes” tem vários fatores que me agradam muito! Se fosse comprar um carro dessa faixa de preços, colocaria ele na lista. Pelo menos, preferiria ela a uma picape “média”, pela flexibilidade de uso, pela proteção oferecida à carga e pela possibilidade de a suspensão conseguir conciliar robustez e conforto.
    Em tempo: Considerando que o “rápido” desse tipo de veículo acontece em velocidades permitidas em rodovias, como será que é andar rápido numa van dessas?

  • Lucas CRF

    Legal a avaliação. Fazia um bom tempo que eu não tinha tanta vontade de ter um “carro” assim. Com mais de 30 MkgF de torque a baixíssimas 1.250 rpm e aliado a um caixa manual fica fácil entender o porque desse desejo.
    Aliás, quanto mais ando de automáticos, menos gosto desse tipo de cÂmbio.

    Abraço

    Lucas CRF

  • Ilbirs

    Algumas possibilidades que cheguei a ventilar em diversos comentários em vários lugares:

    1) A T2 acabar tendo como substituta a T7, veículo que irá suceder a T6 (que nada mais é do que um tapa-buraco para dar mais tempo para o projeto em questão) e que creem ser na prática uma versão de série do furgão e.co.motion:

    http://www.vwvortex.com/wp-content/uploads/2013/03/volkswagen-ecomotion-3.jpg

    Esse veículo tem 4,55 m de comprimento, 1,90 m de largura e 1,96 m de altura, regulando totalmente em dimensões com a Velha Senhora. Se considerarmos que desde a T4 esse veículo tem vários comprimentos de chassi, uma versão curtinha que abrangesse o uso da Kombi por aqui estaria bem adequada;

    2) Toyota e Nissan notarem que Hiace e NV350, respectivamente, têm dimensões externas que regulam com as da Kombi e têm peças em comum com as Frontiers e Hiluxes da vida:

    http://gomotors.net/photos/4e/95/toyota-hiace-30d_2df36.jpg?i

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2f/NISSAN_NV350_CARAVAN_front.JPG

    Aqui cai-se em um daqueles lances em que se mira no que se vê e se acerta no que não se vê, uma vez que esses furgões têm dimensões que regulam com as de uma T2 pelo fato de seguirem os requisitos de tamanho para enquadramento na chamada Classe 3 japonesa (máximo de 1,69 m de largura e 4,70 m de comprimento). Podem também ser um pouco mais compridas, por terem versões de comprimento de chassi mais longo ou mesmo carroceria mais larga:

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d3/NISSAN_NV350_CARAVAN_WIDEBODY_E26_01.JPG

    3) A PSA sul-americana finalmente tomar vergonha na cara e passar a fazer a plataforma EMP2 na Argentina, base essa que permitirá em breve ter um furgão para substituir Expert e Jumpy e ser a primeira parte de um adeus a uma longa parceria com a Fiat:

    http://3.bp.blogspot.com/-OAnuh7ExNew/VZMhccnO_XI/AAAAAAABB3E/7fXmABiZljQ/s1600/Citroen-Jumpy-Van1.jpg

    4) O pessoal da CAOA ver que daria perfeitamente para fazer uma versão furgão do HR, veículo esse que é o mais próximo em preço à Kombi e tem a vantagem de um motor a diesel. Ficaria mais ou menos como se imaginássemos este veículo funerário sem o implemento separado, mas sim formando uma carroceria única:

    http://1.bp.blogspot.com/-2l1L3CLHq2U/Tobl5FLWpRI/AAAAAAAAAc4/yJKBD1njmeI/s1600/Imagem0742.jpg

    5) Outra sugestão, já que a Agrale definitivamente passou para as carrocerias metálicas com seu caminhão mais recente (Série A), seria a de falar com o pessoal da Piaggio para que licenciassem a fabricação local do Porter:

    http://electrical-cars.net/wp-content/uploads/2014/3/piaggio-porter-electric-cars47.jpg

    http://heavycherry.com/imgs/a/a/r/u/e/piaggio__porter_combined_4_seater_power_steering__abs_2012_4_lgw.jpg

    https://i.ytimg.com/vi/B77kgglbWF8/maxresdefault.jpg

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/3/35/Piaggio_Porter_pick-up_facelift.jpg

    De cara haveria a vantagem de se ganhar grana não só com a venda do veículo em si mas também de latarias de reposição, uma vez que boa parte delas serve perfeitamente nos muitos exemplares de Asia Towner que temos rodando por aí. A parte de preenchimento do vácuo da Kombi aconteceria se olhássemos para a versão Maxxi:

    http://www.vespabalart.com/_imagenes/NOVEDAD/8/2516.JPG

    Esse veículo leva 1,3 tonelada e suas dimensões gerais, à exceção da largura, regulam com as da Kombi:

    http://static.piaggio.com/VTL_tech/Figurino_Maxxi_pick_800.jpg

    Como para cá teria de haver algumas adaptações (não acho que teríamos rodado duplo por aqui, por exemplo), também poderia haver o desenvolvimento de uma carroceria furgão para carga ou passageiros, que na prática poderia aproveitar parte da estamparia já existente dos Porters fechados normais. De motor, sugeri aproveitar o fato de o projeto ser de origem Daihatsu e fechar com a Toyota a compra de unidades 1.5 do Etios, ainda mais que o motor desse carro passará a ser fabricado por aqui, além de trocar o bicilíndrico a diesel do Porter Maxxi original pelo 1.3 Multijet da Strada de exportação. Assim como a Toyota por ora não tem interesse no mercado de furgões, mas com certeza adoraria vender uns motores a mais de um projeto que até hoje deixa bem grande a capacidade ociosa da fábrica de Sorocaba, a Fiat simplesmente não tem como vender o motor a diesel na Strada de especificação local, uma vez que a lei proíbe. De resto, daria para fazer esse hipotético Porter nacional ser “cozidão” de peças de prateleira, como transmissão Eaton e diferencial Dana.

  • Celio_Jr

    Pensei o mesmo sobre o painel, um milagre não ter black piano ou detalhes cromados. Prefiro assim.

  • leoayala

    Uma van que é exatamente o que a Kombi deixou de ser em termos de capacidade de passageiros. Sabemos, porém, que a mesma lógica não se aplicará ao custo, mas já está valendo! Uma excelente opção para famílias maiores.

  • Mr. Car

    Se eu conseguir realizar meu plano de voltar a morar no interior de São Paulo, uma destas Tourer 119 seria ideal para o serviço de transporte de pequenos grupos que pretendo fazer. O problema é que não são nada baratinhas, mas isso se vê depois. Nem me mudei ainda, e vai demorar um pouco. Tenho que vender um apartamento para poder comprar minha casa no interior, antes de vender o apartamento tenho que despejar o inquilino que está dando problemas (entrei com a ação bem recentemente), enfim, não é coisa para amanhã.

  • mineiro

    Já compararam ela com a VW T6 na Europa:
    http://www.autobild.de/artikel/mercedes-v-klasse-vw-t6-multivan-test-6953041.html

    Quem manja dos paranauê de traduzir essa reportagem para gente? 😀

    • Eduardo Cabral

      O título resumo bem: “Vito tira a Kombi do trono”.
      Eu já andei no Vito antigo e achei bem ruim em comparação a outros como o Toyota Previa, parece que essa nova geração melhorou mesmo…

  • Ilbirs

    Sim, é um funerário, com um implemento de fibra de vidro no comprimento certo para um caixão, a base em que ele ficará e as coroas de flores. Apenas peguei essa foto com a finalidade de facilitar às pessoas para que imaginem como seria um furgão derivado dessa plataforma, que se formos considerar pelo preço seria a mais próxima possível do preço que tinha a Kombi. Não podemos negar que esse funerário tem uma silhueta que muito lembra a de um furgão.
    E, tal qual você também falou, é uma marcada de touca daquelas a Hyundai (ainda mais a Hyundai/CAOA, que tem uma margem de adaptação de produto) não ter um furgãozinho derivado dessa base de que tanto o brasileiro aprendeu a gostar e trabalhar em cima. Como o implemento funerário segue fielmente a largura da cabine, facilita ainda mais imaginar nessa lateral uma porta corrediça, uma outra coluna B e tudo aquilo que transformaria um HR em um furgão em tamanho extremamente próximo ao de uma Kombi. As próprias linhas do HR favoreceriam que um furgão feito sobre sua base tivesse linhas bem harmônicas, enquanto a infraestrutura já existente no país devido à popularidade do caminhãozinho em questão já facilita bastante a manutenção.

  • Daniel Girald

    O lado negativo é não ter ao menos a opção pelo automático, que a tornaria mais competitiva diante de algumas minivans mais sofisticadas.