Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas DEZ COISAS QUE IRRITAM – Autoentusiastas

Antes de tudo, isto é uma lista pessoal. Carros têm “características”, equipamentos ou defeitos que não incomodam muita gente. Outros até enxergam estes detalhes como qualidades. Um motor que rende pouco, por exemplo, pode ser admirado por ser econômico ou durável, enquanto outros se irritam pela lerdeza em arrancadas ou ultrapassagens. Ou seja, não existe carro perfeito, muito menos modelos que agradem a todos.

Desta forma, cada um deve ter sua lista pessoal. O que vem a seguir é a minha lista, sem nenhuma ordem de importância ou relevância. Fique a vontade para discordar ou para fazer sua própria relação.

1) Carros que não andam reto. Lá vem um retão, asfalto bom, pista plana, sem vento… é só segurar o volante que o carro vai tranqüilo. Não é bem assim. Muitos carros exigem correção constante no volante, um pouquinho pra cá, outro pouquinho pra lá para continuar em linha reta. Isto pode ter muitas causas, desde uma simples falta de alinhamento até características construtivas, passando por pneus de baixa qualidade ou desgastados irregularmente. Isso me irrita, muito! Ainda mais que esta característica tem aumentado nos carros atuais, que contam com assistência elétrica no volante. Simplesmente um erro de projeto. Não existe o “centro do volante”, aquela posição de descanso do sistema que o carro anda reto.

Um fato estranho: isso ocorre mais em carros básicos ou baratos, que têm assistência elétrica de direção. Modelos mais chiques geralmente não sofrem desse mal. Ou seja, é possível que exista um auxilio elétrico de segunda linha que atrapalha andar em linha reta. Depois de “milhões de km de testes” antes do lançamento, será que ninguém percebeu isso como defeito?

 

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Câmbio curto: motor gritando em baixa velocidade

2) Câmbio “curto” – “Brasileiro gosta de carro com boa arrancada” e toca-lhe câmbio com relações todas curtas. Você viaja a 100 km/h e o motorzinho parece de dentista. Mas de 3.500 rpm, gritando pela estrada. Caramba, se for verdadeiro que brasileiro gosta mesmo de ser campeão de arrancadas nas ruas, coloca as três primeiras marchas mais curtas, combinadas com a quarta e a quinta mais longas. Claro, fica um “buraquinho” entre terceira e quarta, mas isto não atrapalha ninguém. Não, encurtam todas as marchas pela relação final de coroa e pinhão e se tem um carro gritão na estrada, barulhento e ainda por cima, pouco econômico.

Felizmente esta tendência está diminuindo, com a adoção de câmbio com maior número de marchas (geralmente seis no manual e até nove em automáticos ou robotizados).

 

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Em vez de reescalonar marchas, câmbios curtos geralmente ganham só outra coroa e pinhão

3) Excesso de eletrônicos – O terror do pessoal de marketing é que o carro tenha poucos recursos eletrônicos. “Não vende” para a garotada, a geração do celular. E aí surgem bobagens, como o recente “corretor de ventos laterais” em alguns modelos de luxo. Se bate um vento lateral, sensores percebem e corrigem o volante para o carro continuar em linha reta. SÓ QUE NÃO. A droga dos sensores percebe vento que não existe e o carro caí no primeiro caso: não anda reto, nem sem vento, nem com vento.

Cá entre nós: se alguém não consegue corrigir um ventinho lateral forçando um pouco o volante, fique em casa. Esse cara é um perigo na estrada.

 

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Limpadores de pára-brisa de acionamento automático: você gosta?

Existem outros exemplos, como o limpador de pára-brisa com acionamento automático. Geralmente é maluco: com garoa. as palhetas trabalham full speed e com uma tempestade vai bem devagar ou são temporizadas. E tem o carro que estaciona sozinho. Que grande conquista para você que não tem a menor noção de onde começa e onde termina seu carro. Agora você será um exímio “fazedor de balizas”.

Claro, existe outro lado, a eletrônica que realmente faz diferença: os motores turbo amigos do meio ambiente, a geração downzised que combina torque e bom consumo são o melhor exemplo disso. Eles simplesmente não existiriam sem eletrônica.

3) Tudo na tela – Este item é quase uma continuação do anterior. O carrão tem uma tela touch, sensível ao toque, e o fabricante afirma todo orgulhoso que “está tudo na tela”. Fica bem simples: para mudar a estação do rádio bastam uns 10 toques na bendita tela, e uns dois minutos com olhos longe da estrada, e já se encontra a “lista das estações”. Se não estiver programada a estação procurada, melhor parar num posto. Vai se gastar uns 10 minutos para reprogramar tudo. O mesmo vale para diminuir a iluminação de painel: basta entrar em “programas”, depois “iluminação”, depois “painel”, depois “intensidade, depois… geralmente se deixa o painel do jeito que está, ofuscando o coitado do motorista.

4) Volante tapa-tudo – Geralmente o release do fabricante reza que o interior foi projetado com a última tecnologia em matéria de ergonomia. Qualquer cristão (ou não) vai achar a posição ideal para dirigir. E você abaixa um pouco o volante e ele cobre a parte superior do velocímetro. Nada importante, só não dá para ler velocidades entre 60 km/h e 140 km/h. Sei lá, a impressão é que o motorista-modelo para os “estudos ergonômicos” devia ter 1,50 m de altura. De novo a pergunta: milhões de km rodados em testes e ninguém reclamou? Só eu que sou chato?

5) Espelho fotocrômico – Este bendito espelho já tem umas duas décadas e continua funcionando mal. A idéia é bem legal: bate o farol e o espelho automaticamente corta a luminosidade. Só que não. Ele diminui só um pouco e, se for um farol forte na sua traseira, continua a incomodar. Não dá para melhorar? Funcionar tão bem quanto o velho espelho com a alavanquinha?

 

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Em carros atuais, janela aberta provoca turbilhão (foto www.blogdocachorro.com.br)

6) Proibido andar com a janela aberta – Hoje toda carroceria é estudada na tela de computadores poderosos com programas sofisticados. A melhora da aerodinâmica é evidente, auxiliando consumo e desempenho. Depois, tome túnel de vento, para aparar arestas e caprichar ainda mais nas qualidades para furar o ar. Só que o padrão é deixar os vidros fechados. Qualquer carro atual, quando se abre um vidro em velocidades um pouco maiores, a partir do 80/100 km/h surge um turbilhão interno, ondas sonoras que fazem seus tímpanos virarem tamborins e até provocam batucadas na tampa do bagageiro. Tem modelo que dá até mensagem para fechar os vidros para melhorar o consumo. Será? Com os vidros fechados, fica obrigatório ligar o condicionador de ar, o que aumenta o consumo. Como fica? E quem gosta de um ventinho na orelha?

 

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Nada como grades e escapes reais no painel traseiro

7) Grades e escapes falsos – Quase sem comentários. Se é grade, tem de passar ar. Se tem jeitão de escape, tem de ser escape. Se for só para decoração, para ficar “estiloso”, é de uma pobreza horrível.

8) Encosto de cabeça genial – Felizmente está em extinção, mas muitas marcas adotavam encostos de cabeça nos bancos com dupla trava. Com uma mão se destrava um lado, com a outra mão se solta a segunda trava e, com os dentes você regula a altura do encosto. Simples, não?

9) Family face – Todos os carros da marca devem ter frente semelhante. Que triste! Você olha pelo espelho e não sabe se vem um Gol ou uma Amarok na sua traseira. Com certeza é o pesadelo dos designers. “Pode usar sua criatividade, mas a frente tem de ser assim, com grade dupla, faróis assim, pára-choque…”

Gente, é muito carro igual pelas ruas! Pára com isso!

10) Overboost de frenagem – De todos os recursos recentes de segurança, este com certeza é meu favorito em matéria de irritação. Tem vários nomes, de acordo com o fabricante, como BAS (Brake Assist), EBA (Emergency Brake Assist) ou AFU (Assistance au Frénage D’Urgence). Se o carro perceber que você pretende frear com vigor, ele automaticamente aumenta a capacidade de frenagem, tipo “pezão no fundo”. Gente, isso é um saco. Basta querer frear um pouco mais rapidamente e o carro estanca como se existisse um bando de velhinhas dois metros à sua frente. Deixe o motorista decidir. O melhor efeito do BAS ainda é uma pancada na traseira.

Bem, acho que está de bom tamanho, chega de reclamação. Vamos continuar convivendo com o “politicamente correto” — inclusive ao volante.

JS



  • Marcos Zanetti

    Muito bom!
    E eu que pensei que era o único a reclamar por andar com as janelas ‘obrigatoriamente’ fechadas.

  • Mineirim

    Josias,
    Bacana essa lista. Concordo com quase tudo.
    1. Dos carros que já dirigi, o campeão de correções ao volante em linha reta foi a Kombi.
    2. Também não gosto do excesso de eletrônicos, mas o limpador automático dá para regular (às vezes acontece essa disparada em garoa e poucas varridas com temporal hehe) e nunca tive problema com o retrovisor eletrocrômico.
    3. Janela aberta costuma ser problema. Dá aquela ressonância irritante, principalmente se somente o vidro traseiro está aberto. Nos Palios que eu tive, ainda gerava uma corrente de ar bem na minha orelha esquerda. Insuportável em viagens!
    4. Já contei no Ae que, na primeira vez que vi um Honda HR-V pelo retrovisor, pensei que era um Fit. Excesso de “family face”.
    Só acrescentaria “suspensão dura como kart”. Muitos gostam, mas acho que não vai bem em carro de passeio.
    Abraço

    • Domingos

      Suspensão dura em carro de rua é só se for um curvador tremendo. Fora disso é trabalho mal feito, ainda mais com a tecnologia de hoje.

      Nem Ferrari é dura hoje em dia.

  • CCN-1410

    Ponderações hilárias e verdadeiras, principalmente a do
    encosto de cabeça. Foi demais!

    Penso que esqueceste ao menos um item. O da qualidade dos materiais empregados nos veículos. Só para variar, o banco do motorista do meu carro, que tem dois anos e meio de uso, ontem desmontou pela OITAVA vez. Nem sei se vou reclamar à fábrica novamente e deixo assim mesmo ou troco de marca pelo resto de minha vida.

    • CorsarioViajante

      Que carro? Fiquei curioso!

  • Wilson Manoel Gonzalez Vieira

    Sofri com o item 4 por muito tempo, por isso optei pelo Peugeot 208. Foi com ele que eu entendi a expressão vestir o carro.

    • Marco R. A.

      Concordo. Tenho um também.
      Mas ele sofre no item 6, janela aberta.
      Meu ex Uno Mille era melhor nesse quesito.

      • Domingos

        Carro quadrado… Dizem que é somente esse tipo de carroceria que não produz as turbulências nas janelas.

  • Fernando

    Legal a lista, Josias!

    O mal do câmbio curto está relacionado com a má vontade de trocar marchas, ou de acharem que o carro deve acelerar bem na marcha que estiver. As fabricantes deveriam fazer o certo sem se importar o que acham os que usam mal o carro.

    As “assistências para tudo” também estão na verdade piorando a situação dos(ou das) motoristas.

    Sobre o último item, tem uma variante dele que já faz isso sem eletrônica alguma: alguns carros com o pedal do freio extremamente sensíveis no começo do curso, em que a modulação começa brusca mesmo com movimentos sensíveis. Isso me lembra um outro efeito desagradável(de forma inversa), o delay de vários carros com acelerador eletrônico.

    • Lorenzo Frigerio

      Meu carro tem acelerador por cabo e também é lento. Pior é acelerador eletrônico que falseia um motor com mais torque, mas quando você precisa dele numa utrapassagem, o a potência não está lá. Uma vez aluguei um Town Car que era assim.

  • FocusMan

    JS, desses todos citados o que mais me incomoda é a falta de centro na direção. Convivi com um carro assim durante um ano. Chega a ser desanimador, mais de 170 cv no motor e o carro não andava em linha reta!

  • Luciano Ferreira Lima

    Sr Silveira, senti falta de suas postagens inteligentes e hilárias. Fora de ´tópico pergunto: e o Chepala, estou curioso com o torque de caminhão que imagino deve ter ficado. Adoro modificações que visam força e para segundo plano velocidade.

    • Luciano.
      Primeiro, pára de me chamar de sr. O Chepala está no estaleiro, pois estamos adaptando coroa e pinhão de Opala dentro do diferencial do Chevette. Continuo perseguindo uma relação final mais longa. Em breve vamos montar o quebra-cabeça.

  • ochateador

    Tem dois itens 3 😉

    Item 2 – cambio curto.
    Eu faço o motor chorar sem dó nem piedade, se alguém reclama eu solto na hora um “motorzinho de dentista só serve para tratar cárie”.

    Item 3 – eletrônicos.
    Tem coisa mais irritante que isso ? Eu só aceito 2: a injeção + acelerador (apesar de relação de amor e ódio).
    A injeção por permitir que o carro aproveite melhor o combustível. O acelerador por permitir que eu tire o pé do pedal e ele reduza lentamente o giro, ruim é que não posso sair rapidamente com o carro eu preciso aumentar o giro lentamente para evitar que o carro saia de forma manca…

    Item 3 – tudo na tela.
    Já diziam, a maior sofisticação que existe é a simplicidade.

    Item 6 – janela aberta.
    Trabalhador de ar-condicionado que não se preocupa com sua própria saúde e com a natureza.
    Queria que esse povo fizesse um carro que de para andar de janela aberta?

  • AlexandreZamariolli

    Josias,

    Concordo com quase tudo. O quase fica por conta do tal “family
    face”.

    De uns tempos para cá, virou procedimento padrão criticar as fábricas que adotam o mesmo visual em todos os carros da linha.

    O curioso é que leio sobre carros há mais de 40 anos e nunca vi gente reclamar de que a Mercedes fez isto a vida inteira…

    • CorsarioViajante

      Se for ver, quase sempre teve “family face”.
      Por exemplo Gol quadrado e Passat eram praticamente iguais de frente, assim como Golf 4 e Gol G2/3 eram muito parecidos. MOnza e Chevette também, muito parecidos. Uno Mille e Tipo e cia… E assim por diante.
      Mas acho que no Brasil, como cada fabricante por muito tempo só oferecia um carro ou dois, isso não era claro. Agora que cada uma oferece quase dez carrocerias diferentes talvez esteja mais visível e incômodo.

      • Domingos

        Bom, mas existia ainda uma boa diferença visível entre um Gol quadrado e um Passat. O problema é que hoje o carro maior é como se pegassem no AutoCAD e falassem: “bom, aumenta em 20% o farol e grade do carro menor e está pronto”.

        Tipo e Uno também eram assim, mesmo entre o modelo italiano do Uno havia boa diferença para o Tipo.

        Monza e Chevette realmente a frente do Chevette fizeram todo o possível para ser quase igual à do Monza, mas isso foi no final da vida do carro. Os modelos iniciais tinham seu próprio desenho. O primeiro, mais diferente de todos, para mim era o melhor.

    • Renan V.

      Essa fase da Mercedes é memorável.

    • Marco R. A.

      Maldita mania da Mercedes em fazer todos os carros iguais há mais de 40 anos. Pronto, agora viu alguém reclamar.

      Mas a Mercedes era única. Hoje ela é mais uma. Premium? Pode ser, ainda assim mais uma entre tantas outras premium.

      Agora todos fazem isso. As únicas que fogem um pouco é a Fiat e a Nissan, pelo que conheço.

    • Domingos

      A BMW nos anos 80/90 também era assim, especialmente com as versões de alta gama. Série 5 e Série 7 mudavam só no tamanho mesmo.

      Porém, no caso da Mercedes existia na época uma certa imagem de que qualquer uma delas seria excelente. Sem contar que todas eram basicamente sedãs de 4 portas.

      Existia de fato boas razões para se ter desenho similar, embora eu também ache meio chato.

      Hoje, uma VW por exemplo, é bem nada a ver e sem sal um Gol ter quase a mesma cara de um Passat.

      Aposto que isso aí é economia em desenvolvimento aerodinâmico e em investimento em design Sai mais barato acertar uma única identidade/linha que fazer várias delas – ainda correndo o risco de errar.

  • Gabriel Bastos

    O item 5 e realmente um pesadelo e o pior e que não existe a possibilidade de comprar um carro de ” luxo” como o Cobalt LTZ sem o maldito MyLink que trava toda hora e quando funciona e lento, procurar uma estação de rádio quando se esta na estrada vira uma odisséia .

    • Domingos

      A geração atual considera rádio “coisa de velho” e acha que existe algo que supere uma programação ao vivo e com surpresa, com a localidade que só uma rádio permite, através de encher um HD com terrabytes de música e ouvir só aquilo eternamente.

      Claro, a tendência é que você ouça a mesma coisa sempre desse jeito. E se perde toda a magia, o algo tão legal de dirigir ouvindo rádio e se surpreender com uma música inesperada tal qual com um caminho inesperado ou um momento único de direção.

      É o mesmo fenômeno em que o cara compra um telefone e acha que ligar é estranho, de forma que se o telefone apresenta problemas nessa parte intrínseca dele é “tudo bem”…

  • Domingos

    Boa percepção do que é a lista de fenômenos sintomáticos do que é o carro atual reflexo do mundo atual. Englobou praticamente tudo que acaba se manifestando como problema ou mesmo regresso – e dá mais raiva ainda porque realmente a maioria eram itens resolvidos com o desenvolvimento do automóvel, mas que pela insensatez dos nossos tempos voltou atrás.

    Ergonomia e celeridade dos comandos, via botão e não enterrados num menu em uma telinha, são os principais. Alguma necessidade de fazer o carro um troço qualquer ou que agrade a quem tem asco de carro leva a desenhos internos e externos estupefatos, que além do efeito nave espacial reduzem a ergonomia a ponto de realmente atrapalhar a direção.

    E também leva a rebuscamentos tecnológicos exagerados, feitos só para chamar atenção mesmo – como colocar o menu do painel ou do rádio por trás de mil outras funções na “tela multifuncional” só para você se “maravilhar” com tanta tecnologia;

    O family-face é um que estava pensando hoje. Que coisa chata todos os modelos terem que ser uma espécie de versões reduzidas ou maiores do que seria o mesmo carro. Só que fica só na chatice, no design, porque na parte de qualidade por exemplo aí a diferença tem ficado cada vez maior entre um modelo mais de entrada e outro topo de linha.

    Só não concordo sobre os espelhos fotocrômicos, que ao menos comigo sempre funcionaram bem e foram extremamente práticos. Os modelos que dirigi escureciam mais ou menos conforme a necessidade, inclusive escurecendo com o por do sol – ajudava bem no conforto visual.

    De auxílios: é bom quando entram bem tarde, bem quando é emergência mesmo. ESP e similares, como o AFU, que entram do nada quando ainda há muita margem são causadores de desconforto e ainda por cima realmente atrapalham muito mais do que ajudam.

    Felizmente a maioria desses sistemas entra só bem tarde mesmo, mas alguns carros entram excessivamente cedo. ABS é problemático com isso, sendo uma salada de frutas. Dentro de um mesmo fabricante o ABS pode ser ótimo, entrando na hora certa e não desbloqueando em excesso as rodas, e um lixo, entrando por qualquer coisa e deixando o carro percorrer muito espaço por querer evitar qualquer mínima travada das rodas.

    Curiosidade das grades: nenhum carro hoje precisa das 2 grades – como há em quase todos os modelos – e sim precisaria apenas da inferior. Porém aparentemente não é um desenho que agrada, o que eu acho besteira — vide os Civics de quinta geração, muito bonitos.

  • Acyr Junior

    Josias, a observação do encosto de cabeças foi fantástica, realmente era um saco. À mim, além do limpador automático, que no meu carro é exatamente como descreveu, também me incomoda um bocado a assistência de luzes. Acho um porre quando o carro fica acendendo e apagando os farois durante o crepúsculo. O motorista que vai à frente, por vezes, pensa que estamos sinalizando algo, ou pior, pedindo passagem. O distinto sai e fica olhando com cara brava quando passamos.

  • Elizandro Rarvor

    Legal, só discordo do overboost de frenagem, nunca me atrapalharam pelo contrário, foi bem útil.

    Algo simples que me irrita são carros com sistema de alarme que tocam a buzina para avisar toda a vizinhança que você está chegando.

    Não raro, alguém estacionado aciona o alarme e eu lá parado no semáforo, olho pelo retrovisor para ver se é comigo a buzinada e o cara da frente me olhando com cara feia também sem entender o que diabos foram aquelas buzinas

  • Luciano Falamansa

    Ô Grande Papa da Graxa Perdida, permita-me acrescentar na sua lista aquela aberração do acelerador inteligente ( na verdade, irritante ) que sempre me deixa na mão quando preciso de uma descarga rápida de potência; quer seja para ultrapassar um Scania malcriado ou em situações corriqueiras do trânsito urbano. O dito ( mau) acelerador só se preocupa em desligar o ar-condicionado, segurar as rotações, poupar combustível, tirar o prazer em dirigir e perturbar a vizinhança quando abria o capô e acelera a puxando o cabo só para ouvir a sinfonia do possante e queimar gasolina à toa enchendo os pulmões de fumaça…

  • Eduardo Sérgio

    Câmbio curto e isolamento acústico deficiente são uma combinação irritante para quem pega a estrada e gosta de silêncio a bordo.

  • Rogério Pires de Oliveira

    Em casa temos um Novo Palio e é insuportável andar com os vidros aberto na estrada. Na tentativa de amenizar um pouco é preciso descer os vidros da porta traseira que nao são elétricos.
    Edit: É real que esses pininhos na porta igual o da caminhonete na foto e que equiparam o Marea reduzem esse turbilhão?

    • Domingos

      O desenho redondo dos carros desde 90, alguns dizem, torna isso quase impossível de resolver.

      Para mim falta é carro com boa ventilação interna, que não precisa do ar ou da janela aberta. Muitos carros são abafados mesmo, já pensando que você vai andar com o ar 100% do tempo ligado.

  • Marcelo Romanini

    6) Proibido andar com a janela aberta

    Pensava que só eu me sentia incomodado com essa situação de vento extremo entrando pela janela nos carros modernos. A melhor coisa que tem em passear com seu antiguinho é poder receber aquele vento maroto pela janela.

    • Acyr Junior

      Principalmente se o “antiguinho” tem ainda quebra-vento pra insuflar o vento para dentro !!!

    • Lorenzo Frigerio

      O ideal é ter um teto solar. Mas deveria ser possível desvinculá-lo de outros opcionais.

  • braulio

    Câmbio e embreagem automáticas me irritam profundamente. Acelerador eletrônico, também. Uma irritação do mesmo tamanho do tempo que o “sistema” demora para perceber o que eu quero e tomar as devidas providências “ah, mas nos câmbios atuais você pode escolher a marcha…” dirão alguns. Mas, caramba, se é para escolher a marcha, para que investir num equipamento caro e complexo que deveria fazer isso? Na verdade, chego à conclusão de que são equipamentos para pobres metidos a ricos: Se você é rico de verdade e não quer trocar marchas, o motorista faz isso para você. Se você está consciente de sua condição financeira, buscará conciliar baixo investimento inicial, pouca manutenção e economia de peso e combustível, o que raramente faz sair do manual.
    Carro esportivado com portas traseiras, também irrita. Se a suspensão vai ser endurecida, é claro que mais trepidação chega à carroceria. E nem a BMW conseguiu impedir uma porta de fazer barulho com a trepidação depois de um tempo (o que muda é que alguns demoram até uma década para começar, outros já saem com a batedeira de fábrica!)
    Revestimentos: Prefiro a linha “modesto, porém sincero” ao “bonitinha, mas ordinária”. Um parafuso aparente pode ser feio, mas é muito menos irritante que um plástico lindo e liso que não fica no lugar.
    Tunados de fábrica: Se algumas pessoas gostam de pneus-fita mais largos que a vida, de luzes de natal em tudo que é lado, de plásticos e adesivos sem função pendurados pela lataria, que paguem à parte pelos adereços. Isso compromete a eficiência da máquina, irrita não achar um modelo sem os penduricalhos e acaba dissuadindo da compra. Nesse tópico também fica a falta de opções oferecidas para um modelo: Para escolher entre a menos pior das opções eu já tenho as eleições: Na hora de ter um carro, quero comprar algo que eu realmente QUEIRA!, não algo para mostrar para o vizinho que é novo.
    Pessoas: Se você é humano dentro de um carro e não tem volante nas mãos nem pedais na soleira de seu assento, você NÃO ESTÁ dirigindo. Favor não insistir. Se tem, VOCÊ ESTÁ, E PRESTE ATENÇÃO NA DROGA DO TRÂNSITO! Daria para ensinar um processador de 8 bits a fazer isso, qual a grande dificuldade de humanos colocarem seus 1300 cm3 de neurônios para funcionar e chegarem nessa conclusão?
    O Haddad: Auto-explicativo. E eu nem dirijo em SP!

    • David

      Eu sou humano e dirijo carro automático por que tenho problema de movimento no joelho esquerdo e, na boa? Paasei dessa fase de eu querer decidir a hora de trocar marcha essa tarefa eu deixo para o carro, eu me preocupo em acelerar(com o pé ou o dedão da mão) e frear apenas. Tenho 29 anos de idade e se depender de mim NUNCA MAIS dirijo um carro com câmbio manual.

      • braulio

        Ok. Por ser humano isso já te faz irritante. Acho que nem nossa mãe consegue nos amar 24h por dia (a sua a você e a minha a mim, não conheço sua mãe e não somos irmãos, antes que tenha ideias erradas!). Problemas no joelho: Já tive. Ainda vou correr uma meia-maratona para ver se ele aguenta. Mas não estou recomendando que todas pessoas gostem de correr porque isso faz bem para o meu joelho. Ao que parece, para agradar pessoas com baixa mobilidade, vários modelos não oferecem opção de um câmbio menos irritante, e aí temos um problema.
        Sobre ter 29 anos e nunca mais dirigir um modelo manual, acho que você tem muito futuro pela frente para falar “nunca mais” para alguma coisa. A medicina pode evoluir de modo que seu joelho passe a funcionar melhor, e dirigir um carro manual torne-se algo prazeroso, pode acontecer de os autômatos invadirem as ruas e, alguns anos depois, ninguém mais dirigir modelo nenhum, pode acontecer qualquer coisa no futuro, inclusive não acontecer nada. E aí vou continuar dirigindo manuais e você automáticos.

        • David

          Amo minha mãe assim como ela me ama(e as vezes brigamos também) e sim ser irritante é algo que eu sei ser muito bem. Já tive carro manual suficiente para chegar a conclusão que não quero mais saber desse tipo de câmbio que deveria estar em um museu ao lado do carburador, injeção monoponto e outras velharias.

  • Mr. Car

    Algumas destas (como o câmbio curto, o excesso de eletrônicos, e o “tudo na tela”) me irritam, mas lembrei de mais três, agora:
    1- Aviso sonoro do sinalizador de direção (pisca-pisca) alto demais.
    2- Painel sem marcador gradual de temperatura e sem computador de bordo.
    3- Supressão de cinzeiros e acendedor de cigarro. Não cabe aos fabricantes se engajarem na campanha antitabagista. O dono do carro decide se vai fumar ou não, ou se vai permitir que os passageiros fumem ou não, dentro de seus veículos. Os cinzeiros (nem que seja
    para servirem de porta-trecos ou lixeira) devem estar lá, bem como o acendedor. Talvez muitos achem as três coisas bobagens, mas me irritam, he, he! Esta do acendedor então, me faz sentir patrulhado pela praga do “politicamente correto”, coisa que eu detesto.
    Abraço.
    Para pensar: “Deus deveria impor limites à beleza de certas mulheres”. (Minha autoria)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=_iA3yW8n7cM

    • Fred

      Quanto aos cinzeiros, cá entre nós, provavelmente não é nenhum engajamento antitabagista das fábricas, mas uma assombração do Custo, o fantasminha…

    • LG

      Concordo Mr. Car. E acrescento: cadê o toca CDs? O que faço com meus mais de 500 CDs. Não tenho paciência para gravar em pen drive…

  • Renan V.

    Para mim, a coisa mais irritante é acabamento fazendo barulho. Será que é tão difícil encapar melhor os fios com algo macio, forrar as portas de uma maneira decente? Outra coisa péssima é o lapso de resposta de alguns aceleradores eletrônicos. Aceleradores a cabo são melhores e ponto.

    • Renan,
      Como falei no início do post, esta lista é pessoal e pode ser acrescida de dezenas de itens. Mas o delay de resposta de acelerador e até de buzina, devido a eletrônica, também merecem estar nesta lista. Obrigado pela lembranaça.

  • Veloni

    Encosto de cabeça genial, esse me irrita muito na Zafira.

    • mecânico

      Mas o da Zafira não é igual ao do Astra? No Astra, as travinhas nas bases das hastes servem só para quando for remover o encosto de cabeça, se for só para regular altura basta empurrar para cima ou para baixo (com uma só mão até).

  • BlueGopher

    Ótimo!
    JS conseguiu relacionar a maioria das coisas que também me irritam em um automóvel.
    Incômodo também são os painéis digitais que se tornam invisíveis durante um dia ensolarado, os reflexos cegantes do próprio painel no pára-brisa, o espelho retrovisor vibrante que não permite distinguir se o carro que vem atrás é um Ka, Fiesta, Focus ou Fusion, e por aí vai.

    Mas a grande maioria dos problemas surge mesmo quando os projetistas colocam estes dispositivos que tomam decisões pelo motorista. Terrível!
    São como os mais novos sistemas operacionais de computadores, que decidem por conta própria quando devem enormes baixar atualizações, independente se a internet está lenta, se você está assistindo um filme – e aí tudo trava.
    E não adianta tentar alterar configurações, no máximo você define quando a alteração vai ser instalada, mas não quando vai ser baixada.
    Afinal, o programa é muito mais inteligente que o usuário, não é?

  • David

    Não gosto de “Câmbio curto” meu carro atual CVT ronrona a 1.900 rpm a 100km/h em “sétima marcha” e gosto muito.

    Não gosto de carro cheio de baba eletrônica gosto de fazer curva no limite, destracionar as rodas dianteiras em arrancadas animadas(apesar que no CVT é praticamente impossível e tenho medo de acabar com o cambio) não gosto de central multimídia e telas touchscreen entre outras perfumarias modernas.

  • Alessandro Peres

    Muito bem observado!
    Acrescento que a indústria automobilística vem construindo carros para pessoas que não possuem habilidades e nem interesse em melhorá-las, por isto o investimento pesado em carro autônomo.

    • Domingos

      E o investimento pesado nisso, em automatizar tudo e levar as pessoas a esse caminho, é para ter controle total do carro. Não você e sim o governo.

      • Caio Azevedo

        Não só o governo, mas pricipalmente as grandes corporações. O Google vai drenar todos os seus hábitos diários e o conduzirá a adquirir mais produtos dela, ou de seus conveniados.

        • Domingos

          Já é assim. E com a informática via smartphones, até mesmo pequenas empresas saberão mínimos detalhes da sua vida – talvez até mais que seus amigos, colegas e você mesmo!

          Tem aplicativo cuja única real existência é pegar sua lista de contatos e atividades de outros aplicativos…

    • marco lima

      Tira o melhor, que é o prazer de dirigir…

  • CorsarioViajante

    Assino embaixo, também me incomodo com isso.
    O excesso de recursos acho que ocorre também pois cada vez fica mais difícil achar um diferencial entre as marcas, pois os carros de forma geral estão todos muito bons. Então resta pro pessoal inventar o pêlo do ovo para tentar se destacar, muitas vezes caindo no ridículo.

  • André Andrews

    – Essa do volante eu notei no up!, tive que usar o velocímetro digital.
    – Um limpador com intermitente variável já basta.
    – Também não gosto de faróis automáticos.
    – Ar condicionado automático eu só uso no modo manual. Sua única vantagem é ter maior escala de velocidade do ventilador, umas 8 contra apenas 4 do manual. Mas isso daria pra fazer no manual também, não sei porque não o fazem, assim como ter indicador de temperatura externa.

  • Lorenzo Frigerio

    Acho que o overboost de frenagem é uma maneira de artificialmente trazer de volta a auto-energização dos freios a tambor, que obviamente não eram tão eficientes.

  • Leister Carneiro

    Eu uso um Celta, ele grita que é uma beleza na estrada. Muito curta a quinta dele

    • Renan V.

      Onde trabalho o carro da firma é um Corsa Classic, viajar com ele na estrada é meio decepcionante por este mesmo motivo.

    • LG

      Tive o “celta” de primeira geração, conhecido como Corsa. Isso em 1995 (acho que você devia ser garoto ainda), e uma (ou melhor duas) das coisas que me encantou(ram) naquele carrinho, além de tudo que o Celta atual tem de chão, eram o câmbio longo, na melhor tradição alemã de horas em autobahn na maior velocidade possível (para o porte do motorzinho mil) com silêncio e economia, e o acabamento que era mil vezes superior ao do Celta e até mesmo Onix. Se você tiver a oportunidade de dirigir um Corsinha de 1995, faça-o, principalmente em estrada. Verá que diferença. Certo Bob?

      • Leister Carneiro

        Nunca experimentei, mas o Palio Economy que usei já possui uma quinta boa. Obrigado pela dica

  • Que maravilha que é poder ler um texto do Josias para voltar a me sentir gente, e não um purista old-fashioned. Medida certa do sarcasmo que dá o tempero necessário a algumas coisas irritantes que já tinha observado, e outras que nem sabia. Identifiquei-me com algumas do texto, a saber:

    1 – Carros que não andam reto. Concordo plenamente com alguns modelos de entrada, que andei este ano e disse para meus amigos que se tratava de uma direção “anti-natural”, na falta de , melhor palavra;

    3 – Excesso de eletrônicos, que em alguns casos incomodam até no gerenciamento do motor. A hesitação em comandos do acelerador em muitos modelos incomoda. Aquele pequeno delay que ocorre em sistemas multiplexados para comandos de faróis inclusive, também incomoda;

    3 – Segunda parte: tela sensível ao toque. Nem utilizo;

    4 – Volante tapa-tudo? Bem… foi justamente do que reclamei ao guiar alguns Fiats atuais. A parte mais espessa do aro do volante, na posição “dez pras duas” tampa a partir dos 60 km/h. Não adianta procurar melhor posição para enxergar. Tampa do meso jeito. Eu não me incomodaria tanto se não fosse obrigado a ficar de olho na marca de 60 km/h devido aos radares da cidade;

    7 – Grades e espelhos falsos: ridículo de tudo! Assim como apliques imitando fibra de carbono;

    9 – Family face (ou family feeling): acho que esse recado serve bem para a linha Hyundai. Gosto muito de seus carros, mas não me peça para identificar qual é qual….rsrs.

    Outra coisa que me incomoda, embora acredito ser irreversível: as colunas A muito largas, que dificultam visibilidade lateral. Mas este até já me acostumei…

    • Lorenzo Frigerio

      Nunca guiei um Celta, mas do jeito que a turma esmerilha e costura, em relação a outros populares, deve ser bom de chão. Talvez o Bob possa dizer isso.

  • Xlife

    Perfeito.
    Outra coisa que irrita é essa mania por conectividade. Se o carro não tem uma porcaria de entrada USB, pronto, o carro não presta.

    • Allan Balbino

      Quando na verdade uma entrada auxiliar p2 já resolve todos os problemas…Uma vez voltando de viajem a trabalho, estava eu com meu celular espetado a entrada auxiliar de um rádio bem espartano reproduzindo a musica dele, quando o telefone tocou e o mesmo atendeu a ligação automaticamente , utilizando os falantes do carro como “viva-voz”.O carona(bem mais jovem que eu) não entendeu como consegui fazer isso pois,o rádio não possuia bluetooth nem conectividade usb…

      • mirandst

        Meu celular tem uma função de reprodução via Rádio (Nokia 701 Synbian) acho o máximo, pois se não tiver Bluetooth e nem P2, só sincronizar a estação e configurar no celular e PIMBA, está feito, a música toca tranquilo. só falta a função de ligação, mas nesse caso encosto o carro e atendo.

  • Elder Monte

    Concordo com tudo! Quanto ao medonho espelho fotocrômico: os antigos com “alavanquinha” também são péssimos: você vai acionar a alavanquinha e quase sempre altera a posição do espelho, desregula, enfim…

  • Milton Eller

    Excelente!!!!!!

  • Nando

    Limpadores de pára-brisas automáticos realmente são muito inúteis. Simplesmente não conseguem funcionar na velocidade correta. Preferia muito mais quando os carros vinham com limpadores de múltiplo ajuste, onde eu mesmo conseguia deixar a coisa funcionar do jeito certo. Acendimento automático de faróis vai na mesma linha. Será que cai o dedo do cidadão girar o interruptor para ligar o farol? Também acho inútil os bancos com regulagem automática mas sem memória de posição. Os carros atuais infelizmente vivem de marketing. Tem site de automóveis fazendo testes comparativos de centrais multimídia…

    • Mr. Car

      O sujeito pega dois carros e vai comparar…suas centrais multimídias?! Sério? Arrependei-vos , pecadores: o final dos tempos se descortina!

    • Lorenzo Frigerio

      O problema é que painéis digitais estão sempre acesos. Você não percebe que as luzes externas estão apagadas.

  • Mr. Car,
    O aviso sonoro de indicador de direção ligado é bom para não esquecê-lo ligado por qualquer motivo, mas é ótimo para incomodar os brasileiros seteiros e, assim, desestimulá-los…Quanto aos cinzeiros, perfeito!

    • Mr. Car

      Bob, eu era capaz de apostar que contaria com seu apoio na questão do acendedor/cinzeiros, he, he!
      Abraço.

  • Mr. Car

    Lembrei de mais uma que me incomoda e irrita: espelhos retrovisores pequenos demais.

    • Fernando

      A má visibilidade como um todo é bem incômoda. Tem alguns carros da moda que não me agradam nesse aspecto.

      Mas nada pior que um estepe pendurado na traseira, para fingir que é off-road… hehe

    • Milton Evaristo

      Sendo convexo pode ser pequeno. O que me incomoda é o esquerdo plano. Felizmente está acabando, talvez devido à resolução do Contran. O último com espelho para pentear cabelo, que lembro, foi o New Fiesta nacional até um ano atrás mais ou menos.

      Os de origem americana ou de lá importados, poucos fabricantes se dão ao “trabalho” de colocar no padrão europeu.

      • Mr. Car

        Nem sendo convexo.

    • Elizandro Rarvor

      E aquela aberração dos retrovisores direitos menores dos Golfs e Passats ??? Eram feios e ineficientes.

      • Mr. Car

        Rapaz, eu tenho uma certa fixação por simetria, aquilo me deixava louco, não como motorista, que nunca dirigi um assim, mas do ponto de vista estético mesmo, he, he! Outra coisa que me incomoda é apenas uma luz de ré, e não preciso dizer que acho muito mais bonito quando um carro tem dois escapes, como a linha Dodge Dart.

        • CCN-1410

          Quanto a simetria somos dois.

          • Ricardo kobus

            Tirando a simetria, essa diferença de tamanho não chega atrapalhar a visão.

  • Alex Ctba

    Ótima lista, concordo com tudo, tudo é perfeitamente contornável com a intervenção humana. De todos os ítens, achei o mais relevante o nove. realmente está tudo muito igual. Minha irmã que não entende nada de carro, me comentou esses dias que não vê graça nos carros atuais porque são todos muito iguais.

  • Mr. Car,
    O Vectra 2 tinha esse problema. No Opel eram asféricos e no patropi, “para cortar custos”, fizeram-nos convexos simples.

    • Renan V.

      Bob, já reparou que o Gol G5 (NF), quando saiu, tinha retrovisores externos bonitos, pintados de preto qual fosse a cor do carro e minúsculos? Posteriormente, das duas uma: Ou ele adotou o mesmo desenho porém aumentado ou colocaram o do Fox nos Gols. Aliás, os do Vectra dois são muito bonitos também. Quanto maior, pior para a estética e melhor para a segurança.

      • Milton Evaristo

        A resolução do Contran entrou em vigor, por isso os retrovisores e seus espelhos mudaram em algumas marcas.

    • Lorenzo Frigerio

      Não deve ter sido por isso, pois tendo a matriz o custo é idêntico. Deve ter sido porque “é proibido no Brasil”. Pois até o convexo simples não é comum do lado do motorista.

      • Milton Evaristo

        O asférico ou biconvexo é sempre mais caro pra fazer. Lembro que na segunda reestilização do Pailo, o ELX vinha com asférico, o resto da linha usava plano. Como o direito convexo era intercambiável no esquerdo, fui comprá-lo na época para substituição, e aí vi o asférico direito à venda. Este era mais caro. Esse pessoal da indústria são Bean Counters.

      • Ilbirs

        Se bem que esse é um daqueles casos compensável no mercado de acessórios. Muitas lentes asféricas são vendidas avulsamente, bastando instalá-las nos retrovisores existentes.

    • Daniel S. de Araujo

      Verdade! No modelo 2000 em diante a GM aumentou um pouquinho os espelhos, mas não era lá essas coisas, mesmo assim.

      • Ilbirs

        Outro com retrovisores ruins era o Sentra da geração passada antes de ganhar motor flex (e retrovisores “raquete” rebatíveis):

        https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/52/Nissan_Sentra_SL.jpg

        Além de os retrovisores se afunilarem sem a tal asfericidade para compensar o desenho, não eram rebatíveis, a ponto de já ter visto gente usar retrovisores do “Astrão” no lugar justamente pelo formato parecido e a possibilidade de rebater. O pior de tudo é que o desenho dos tais retrovisores afunilados sugeria rebatimento justamente pela haste fina do lado de baixo, mas era só mesmo sugestão, tal qual aquele forro de coluna B do up! que passa a impressão de o cinto ser regulável por trilho, quando na realidade o é por parafuso.

  • Mr. Car,
    Já imaginou se eu discordasse do você nessa? Os leitores achariam que havia enlouquecido!

    • Sergio

      Olha, se bobear o carro vai vir sem cinzeiro, e vão colocar como opcional, e com preço caro pra desistimular o fumante (e efeito pedagógico). Mas aí é só comprar aquele copo que você mostrou aqui certa vez! 🙂
      Era algo parecido com este:

      • Domingos

        Vai em qualquer Citroën e compra o cinzeiro removível do C4. O primeiro C4, não o Lounge. É quase exatamente assim e o tamanho é encaixável em qualquer porta-copos – portanto em qualquer carro com um porta-copos, ou seja, quase todos…

  • Marco R. A.

    Josias, em relação ao item 7, imagino que você deva “adorar” o Honda Fit novo.

  • Caio Azevedo

    Pelo menos meu Up! tem direção com assistência elétrica e vai na reta de boa. Garanto. Belo texto.

  • RoadV8Runner

    Agora entendi porque o Renault Twingo 2015 “estalando de novo” que acabei de estacionar aqui no hotel vinha serpenteando de leve na estrada, sem vento. Parei num posto no meio do trajeto para ver se tinha algo errado e nada. E o Twingo tem os defeitos 2, 3 e 10 também. No citado posto fui dar ré e, como o vidro traseiro estava embaçado por dentro, da-lhe limpador traseiro! E até agora não sei como escolher estação de rádio que não sejam as programadas…

    • Domingos

      Eta, esse é um carro extremamente interessante! Como é em curvas com o motor traseiro?

  • caique313131

    Não sei como, até hoje, não inventaram algum tipo de limpador para os espelhos/vidros laterais. Quer dizer, não precisa nem ser um limpador, pode ser algum sistema que acelere a vaporização da água. Sei lá. Só sei que isso, até hoje, me incomoda muito, pois vira e mexe cai uma chuva torrencial e a visão fica muito prejudicada por conta do excesso de água nestas duas partes.

    • Marco

      Já inventaram sim, faz bastante tempo, aliás. Muitos carros têm espelhos térmicos. Até um Fiesta 1996 que tivemos em casa tinha esse opcional. Na chuva, basta acionar o desembaçador traseiro que os espelhos são aquecidos. Se não ficam totalmente secos, ao menos não acumulam água.

    • Lucas Mendanha

      Não sei se ajuda nisso, mas o Vectra B tinha aquecimento dos retrovisores, conjugado com o do vidro traseiro.

      • Danniel

        Omega A também. Um simples adesivo com um resistor embutido colado atrás do vidro.

    • Allan Balbino

      É fácil resolver isso com resistências tipo as de desembaçador.

    • CCN-1410

      Abra e feche o vidro algumas vezes que sai.

  • J Paulo

    Todo mundo reclama, mas carro antigo ninguém compra, não é?

    • CCN-1410

      Quais, por exemplo?

    • Fred

      O problema é a confiabilidade de um carro novo. Tenho saudade de dirigir Chevette, que já tive alguns, o câmbio macio, a direção leve e a tração traseira… Nem o vidro elétrico me faria falta. Mas não posso me dar ao luxo de ter dois carros, e ter um Chevette para o dia a dia é ter dor de cabeça com pequenos problemas que podem me deixar na mão nas horas mais improváveis.

    • marcus lahoz

      Manutenção e confiabilidade. Carro antigo pode ser barato para comprar mas tem muito mais manutenção e nem todos podem ficar com o carro no mecânico. Para o dia a dia (principalmente trabalho) é sempre aconselhado o carro mais novo possível.

    • Mingo

      Meu carro do dia-a-dia foi comprado em 1992 e rodo com ele desde então…
      Não fale pelos outros por favor.

  • Fred

    Dirigir um bom carro é pra quem merece.

    O problema é que cada vez menos pessoas merecem, mas o mercado quer a maioria. Daí essas porcarias com cambio curto, sopa de letrinhas e conectividades mil, mas que não dão entusiasmo algum…

  • Mauricio Dias

    Concordo com todos os itens. Adicionaria o item 9.1 – Além dos carros estarem todos iguais, estão anabolizados. Pegando os carros 1.0 por exemplo: estão gigantes, superequipados, rodas aro 15, pneus com largura 195 mm…. o mais ridículo é venderem as potências maiores tipo 79 cv, e o torque é o mesmo da época dos 60 cv: entre 7 e 9 mkgf.

    • Lucas Mendanha

      E perdendo torque em baixa para ganhar potência em alta…Com isso, dá-lhe consumo de 1,8 de anos passados..

    • Fred

      Claro, potência até dá para melhorar mexendo na configuração da injeção, ou em outros itens como aerodinâmica. Agora, torque não tem jeito, tem que ter pistão parrudo mesmo…

    • marcus lahoz

      Cara, isto dos pneus esta ridículo, se um Opala de 6 cilindros e na média de 30 mkgf de torque tinha pneus 195 e ninguém reclamava, me explica como um 1-L com menos de 10 mkgf de torque precisa de pneus 195? Não precisa, é absurdo, um carro 1-L hoje pode tranqüilamente utilizar pneus 155 ou 165, com folga.

      • Lorenzo Frigerio

        Opala notoriamente não faz curva. Pneu 195 hoje é quase standard. Tanto que os melhores pneus não vêm nessa medida. Lembrando que os 1-litro de hoje andam muito mais que os antigos.

        • Ilbirs

          Omega A faz curva, sempre teve 195/65 R 15 e ninguém achava isso ruim.

          • Lorenzo Frigerio

            Claro que faz, é um carro incomparavelmente mais moderno, com suspensão traseira independente.

      • Ilbirs

        Também sou contra esses pneus muito largos em carros pouco potentes. Já dirigi Ka Mk2 nacional e me impressionei com o quanto que ele agarra no chão mesmo estando apoiado em quatro 165/80 R 13. Fica mais mesmo aquele lance de o cara querer mostrar rodona para os outros, mesmo que tome na rodinha quando o assunto é o tanto de arrasto que uma seção larga gera para ser superado.

  • Marco

    Além dos citados,

    1. Botões de ventilação não giratórios. Com essa moda de tudo digital, é muito chato procurar o botão correto da velocidade, do direcionamento do ar, etc. Ora, é MUITO mais simples girar.

    Mas parece que girar um botãozinho virou coisa de “carro de pobre”.

    2. Espelhos que viram pouco. Já aluguei Celta em diversas oportunidades. Ao entrar e ajustar o banco (e ficar todo torto, mas aí é outra história), o máximo que os espelhos ficam abertos, ainda assim um terço é ocupado pelo próprio veículo. Caramba, não preciso de um espelho para ver o próprio carro! Há uma perda enorme de campo de visão.

  • andre oliveira

    E o fato de se comprar um carro com vidros elétricos só na dianteira?Pense numa coisa além das já citadas que me incomodam bastante.

    • CCN-1410

      Simples!
      Para evitar que isso continue, é só não comprar carros com essa configuração.

  • Milton Evaristo

    Não ligava para as centrais embutidas, até andar num carro com o Waze espelhado. Muito prático, não fica visível o celular para os inimigos do alheio. E acaba aquele tira e põe do suporte, que nem é mais necessário, e atrapalham a visão.
    O mesmo vale para o GPS na central, bem mais cômodo.

  • Daniel S. de Araujo

    Tem outras coisas que me irritam muito:
    -> Painel iluminado demais. O Hyundai i30 de geração anterior chega a ofuscar e tem um botão para reduzir a luminosidade do painel. O certo seria ter uma luminosidade correta e não precisar disso.
    -> O irritante intervalo de tempo entre apertar a buzina e ela efetivamente tocar (acontece no Peugeot 207).

    -> Ausência de termômetro de água. Mesmo a maioria deles sendo regulados para chegar a metade e não indicar variações de temperatura do sistema, eu gosto do ponteiro lá, olhando para mim.
    -> Indicadores digitais. A VW algum tempo atrás fez um marcador de temperatura numa escala digital no Gol/Parati/Saveiro G4 e a Fiat fez o mesmo com o indicador do nível de combustível de algumas Stradas 1,4-L
    -> Motor medíocre. Por motor medíocre, julgo motores sem um superlativo, seja uma boa “pega” em baixa rotação ou desempenho convidativo, um ruído que estimule acelerar ou um motor “girador” que convide o motorista a usar altas rotações.

    • Ilbirs

      Como boa parte de minha família teve carros dos bons tempos da Chevrolet, acabei desenvolvendo uma preferência especial justamente pelo tipo de iluminação que víamos nas linhas Opala, Monza, Corsa B e outros: mostradores pretos com números e marcas fluorescentes brancas indiretamente iluminados. Acho bom, não irrita a vista de noite, é facilmente regulável e mesmo na intensidade máxima não torna a vida noturna um inferno.
      Sobre termômetro de água, também gosto dele no painel, mas não gosto dessa mania dos fabricantes de fazer o ponteiro ficar parado. É para o pessoal compreender que o termômetro está lá para medir a temperatura e se acostumar com a natural oscilação de temperatura do motor, especialmente quando em situações de congestionamento. O Corsa B, pelo que sempre me lembro, tinha uma natural oscilação de temperatura de funcionamento entre 90 e 110 ºC. Quando chegava a essa marca maior, você ouvia o disparo do ventilador até baixar um pouco a temperatura, com a correspondente descida do ponteiro. A meu ver, uma ótima maneira de ver em tempo real o que está acontecendo com o motor e parar de ficar se assustando com o regime escolhido pelo fabricante para funcionar o ventilador do radiador. No Corsa B ele dispara e só para de funcionar quando fica abaixo de uma certa temperatura, enquanto outros fabricantes preferem outro modo de funcionar, como contínuos disparos de pequena duração.

      Sobre indicadores digitais, não vejo problema em hodômetros nem em marcadores de combustível, ainda mais que nesse último caso dá para fazer o sistema compensar aquela oscilação natural de marcação que há quando o carro está em um aclive ou declive, oscilação essa que é mais acentuada em alguns modelos a ponto de por vezes o cabra se acostumar com a luz de reserva acendendo do nada e logo depois se apagando conforme a inclinação que se pega. Só não gosto mesmo do tal marcador de temperatura de barrinhas em um painel de relógio Casio, mas isso também não é tão problema assim.

  • Fred

    Dois outros itens que me incomodam:
    1. Painel e console cada vez mais largos e com mais plástico,tomando todo o interior. Outro dia andei num Corcel l de um parente do interior, e que diferença, como pareceu mais espaçoso o painel assim sóbrio!
    2. Os desenhos com a linha de cintura cada vez mais alta, com colunas largas e que consequentemente você perde toda visibilidade. (ainda por cima os donos colam os sacos de lixo nos vidros…)

  • Lorenzo,
    É muito bom, bem preciso e rápido. E nem tem barra estabilizadora dianteira. Não precisa.

    • André Stutz Soares

      Concordo, meu pai possui um Celta 1.4 e já subi e desci a serra de Petrópolis algumas vezes, é bom de chão sim; ajuda o fato de ser muito leve.

  • Leonardo Mendes

    O item 3 me fez lembrar das centrais multimídias do 208.

    Comprei recentemente um Allure 2014 cuja central multimídia, a época, era simples e descomplicada… poucas funções, lay-out simples e uma tecla bem-bolada que permitia a conversão de funções entre áudio, GPS e computador de bordo.

    Em contrapartida minha mãe tem um 2008 Griffe onde a central virou uma completa bagunça: tiraram a tecla que mencionei acima, o que obriga o usuário a ir no menu pra converter funções, sobrecarregaram o layout com informações em excesso e acrescentaram mais “caminhos” para as funções… em resumo, pioraram tudo.

  • Marcelo

    Caro Josias, tem mto carro por ai chamados de “carrão” em que a assistência elétrica da direção é um terror para manter o bicho firme na reta.

  • Allan Balbino

    Realmente, ele vai bem na reta mesmo!A VW só pecou na altura do volante que obstrui a visão da parte superior do velocímetro,mesmo com a regulagem de altura no máximo.Eu que tenho 1,74 fico todo curvado para ver a parte superior dele…

    • Caio Azevedo

      Então. Eu tenho uma grande dica. Ajuste o computador de bordo para mostrar a velocidade instantânea. No início você ainda será levado a querer olhar pro analógico, mas persista que logo se acostumará. Inclusive o digital é melhor que o analógico, pois é triscar o olho e já saber a velocidade exata! Ajuda muito nos pardais. É melhor dirigir com ergonomia. Eu não quero outra vida. Já tenho o meu há 1 ano e meio.

  • Renan V.

    Nenhum motor é medíocre, mas pode muito bem ser um motor excelente com um acerto medíocre do fabricante. Ainda que este acerto seja para o bem geral da nação.

    • Daniel S. de Araujo

      Sempre tem motores medíocres, aqueles que até o fabricante não tem como fazer muita coisa. Poderia citar alguns vários! Motores que não têm boa pega, não são expoentes em consumo e resistência, que não agüentam repotenciamento, enfim, motores sem sal nem açúcar.

  • Renan V.

    Caramba, não sabia que existia delay de buzina, li um comentário acima e agora a coisa me foi confirmada. qual é o propósito disso? Oh céus!!

  • Renan V.

    Tem um jeito de evitar isso Marcelo:

    1º – Nunca se pode deixar apenas uma janela dianteira aberta, mas sim as duas, e quanto mais aberta estiver uma janela, mais necessário se faz que haja uma fresta na outra
    2º – Se não for pela finalidade de refrescar o motorista ou o passageiro dianteiro, pode-se abrir um fresta nas janelas traseiras. O sistema de ventilação funcionará até melhor, pois do mesmo jeito que há vento sendo sugado para fora do veículo atrás, pelas janelas, há ar sendo induzido para dentro através dos difusores, incrementando muito a circulação.
    3º – Para seus tímpanos não estourarem, você pode deixar a sua janela aberta enquanto estiver dirigindo e abrir um fresta na janela traseira direta.

    Manual de abertura de janelas. kkkkkkk

  • Renan V.

    A BMW, que eu saiba, adota este conceito desde sempre.

  • Leo Cordeiro

    Sobre discordar ou não,pelo contrário,me identifiquei muito com os itens 1-2-3-7-8-9!
    Parece que as novas gerações estão acabando totalmente com o verdadeiro hábito saudável de se dirigir e curtir um bom carro…
    Também odeio essas avaliações que fazem atualmente,parecendo que não estão testando um carro,mas sim,todas as “funcionalidades” que um sistema multimídia pode te oferecer.Não tem “telinha” no painel?Imperdoável! TRISTE.

    • Domingos

      As novas gerações quem dera estivessem acabando só com o carro, mas isso não é de hoje que começou também…

    • CCN-1410

      São os novos tempos que também não gosto. Mas o que podemos fazer?

    • Fat Jack

      Hoje não temos (de forma genérica, claro, motoristas e sim usuários “beta” de veículos e que vão comemorar muito quando os autônomos tiverem condições de levá-los para casa sem nenhum tipo de intervenção após um comando de voz.
      Felizmente não sou um deles…

  • Leo Cordeiro

    Nesse caso,não seria só desligar a função “Auto” e você mesmo ligar/desligar os faróis quando necessário?

    • Acyr Junior

      No meu caso, Leo, tenho que fazer esse procedimento toda vez que ligar o carro. Aí pergunto, o que é pior: ter que fazer isso todas as vezes ou esquecer de fazer e agüentar os faróis acendendo quando não é necessário?

  • Leo Cordeiro

    Acredito que o problema hoje seja a padronização excessiva.Explico: antes havia alguns itens que identificavam a família/marca de um carro.Hoje a frente é praticamente igual,mudando-se apenas as proporções de acordo com cada segmento a que o veículo pertença…é aí que talvez esteja o perigo.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Câmbio curto é péssimo. Escape falso é feio. O restante não nunca me incomodou.

  • CCN-1410

    Carros que não andam reto.
    Como li muitas reclamações a este respeito no artigo, sugiro que dêem o nome aos bois para orientar possíveis novos compradores e que também o site passe a informar nos testes, se o carro testado é ou não bom de reta.

    • André Stutz Soares

      Concordo!

  • CCN-1410

    Corsario Viajante,
    Eu quis ser discreto para evitar constrangimento pela fábrica.
    O carro é um Palio Essence que elogio em todo o resto, mas é só falar bem dele, que o banco quebra.
    Ah! E se eu escrevi desmontar, é porque desmonta mesmo, não é apenas uma “quebradinha” qualquer.

  • marcus lahoz

    Josias, excelente.

    Ainda incluo o farol com acendimento automático, não serve para nada.

    E também o ar-condicionado digital, afinal não custa nada girar o botão para mais quente ou mais frio (se o cidadão não sabe qual a temperatura lhe agrade deve ir ao médico).

    Eu acho que este excesso de eletrônicos acaba com a direção.

    E por fim, os pneus extra largos e de perfil fita isolante. Gastam mais combustível e não agregam nada em termos dinâmicos.

  • marcus lahoz

    Os Peugeot também têm várias posições.

  • marcus lahoz

    Tenho carro com câmbio automático há mais de três anos e para o uso diário não tem coisa melhor.

  • Comentarista

    E se só tiver poder aquisitivo para tal?

    • CCN-1410

      Acredito que quase todos os carros tenham como opcional. Se o que te interessa não tem, exija da concessionária sem custos.

      • Lemming®

        Acho que ele está falando do up!…

        • CCN-1410

          Se os vidros elétricos traseiros forem importantes para a pessoa, que compre outro carro, mas sei que sempre o carro escolhido é mais importante que isso. Então “babaus” e que nos contentemos com o que tem, hehehe…
          Eu sei que é ruim e concordo com ele.

  • Leo Cordeiro

    Really!

  • Leo Cordeiro

    Sentar e chorar!

  • Bruno C

    Concordo com o farol automático. Parou em uma sombra ele acende. Saco!

    Discordo do ar digital. Você põe a temperatura que lhe agrada (24 graus pra mim) e esquece. Se está quente lá fora ele esfria; se está frio ele esquenta. E nada de ajustar toda hora o controle. Ótimo!

  • Fat Jack

    Dos 10 indicados, não gosto:
    Câmbio “curto” (prefiro ter a opção de escolher uma marcha mais curta ou mais longa de acordo com a minha necessidade);
    Volante tapa-tudo;
    Grades e escapes falsos (para quê fazer isso??);
    Overboost de frenagem (mais um recurso pensado para aqueles que – em teoria – não tem a menor percepção e graduação de frenagem).
    Não sinto a menor falta:
    Excesso de eletrônicos;
    Tudo na tela;
    Espelho fotocrômico;
    Para mim uma falta grave muito “na moda” e que a indústria automobilística já vinha tentando empurrar “goela a baixo” dos consumidores desde a década de 70 é a ausência do medidor de temperatura. Uma das alegações é a de que este (utilíssimo na minha opinião) medidor gradualmente tem sido configurado para não indicar pequenas variações, tornando-se dispensável. Como o sistema de arrefecimento dos veículos não teve nenhuma grande alteração desde o desenvolvimento do sistema selado, não vejo motivo algum para o abandono deste indicador.
    Outra coisa que eu odeio são aqueles veículos ultra-rebaixados que obrigam todos a andarem a 5 km/h a qualquer mínimo desnível da via e quando em “piso plano” ainda dificultam a sua ultrapassagem…

  • Car Science

    Sempre fui favorável à simplicidade. Tem alguns itens dessa lista que também me incomoda. Acho extremamente desnecessários: acionamento automático de limpadores, espelhos que escurecem sozinhos. Talvez por isso que sempre comprei modelos de carros intermediários dentro da linha. Nunca o mais básico e nunca o mais sofisticado. Pela minha idade sou da geração do celular como citado aqui, mas para mim assim como antigamente considero carro “completo” tendo o ar-condicionado direção hidráulica e trio elétrico como diziam antigamente. Para mim já basta.

  • André Andrews

    Agradeço muito seu esclarecimento.
    Notei agora que o Renegade também tem mais escala entre o mínimo e o máximo:
    http://carplace.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/04/jeep-renegade-manual-carplace-56.jpg

    Coisa simples e “inovadora”, como a regulagem de temperatura de um chuveiro ThermoSystem.

    • Ilbirs

      Olha que já havia visto o Renegade e sequer havia atentado a esse detalhe. É mais um daqueles trunfos que podem explicar a virada que ele deu sobre o HR-V em outubro e com possibilidades de isso continuar pelos próximos meses, aqui também ajudado pela expansão da rede Jeep e a fábrica de Goiana bem distante de atingir sua capacidade máxima.

      Que esperemos isso na Toro e no 551, quem sabe também no Egea/Tipo se este for também fabricado.

  • RoadV8Runner

    Véi, na boa, mas agora você me fez passar vergonha… Rssss!!! Esqueci completamente que o novo Twingo tem o motor traseiro! E agora ficou claro porque o porta-malas (traseiro) é tão raso e escuto um ronco do motor diferente, que não conseguia explicar direito. E por isso que o volante não vibra nada quando a marcha em uso está um pouco longa demais para a situação de trânsito/uso. Belo autoentusiasta que virei… Rssss!!!
    Bom, de tudo isso que escrevi, dá para dizer que o carro é normal, pois não notei sequer que o motor está lá atrás… Não abusei em curvas, mas a estabilidade para uso normal é perfeita. Mas agora vou ser “obrigado” a explorar melhor o carrinho. Inclusive ficou mais legal agora ao saber que ele tem motor traseiro.
    Valeu pelo lembrete!

    • Domingos

      De nada! Mas nos conte como o carro é, deve ser curioso mesmo!

      • RoadV8Runner

        Estou empolgado com o carrinho! Vou ver se depois escrevo um “no uso” e mando para o AE.

        • Domingos

          Essa acho que todo mundo vai querer ler!

  • Ilbirs

    O painel em si vinha desde o modelo 1981, com esse quadro de instrumentos quadrado datando mais ou menos do modelo 1985, que também recebeu outra tampa de porta-luvas, que substituía aquela prática trava única e grande acionada por giro por uma de trava dupla que precisava ser “beliscada” em suas laterais. Para 1988, o que mudou mais mesmo foi o volante, que passou a ser esse de três raios em vez daquele que vinha desde 1981 com dois raios em V invertido e que no máximo foi tendo sua tampa de buzina trocada com o passar dos anos.
    Gosto desse painel justamente por ser bem chapado, significando aí que se conseguia aproveitar mais dos 2,67 m de entre-eixos e o tanto disso que foi dedicado à cabine, aqui também conciliado com o para-brisa mais em pé típico de um projeto dos anos 1960. No caso específico desse painel também há o fato de tudo estar bem posicionado. As saídas de ar estão na parte mais alta e são quatro, o rádio DIN simples fica em posição que não atrapalha nem um pouco se o passageiro quiser mexer, enquanto os comandos de ventilação estão em posição adequada à hierarquia que possuem se considerarmos o fato de serem menos usados que o rádio. Também temos o fato de o pé do painel ser alto, liberando mais espaço para as pernas dos ocupantes da frente, a ponto de as versões com banco inteiriço conseguirem sem problema acomodar seis adultos, ao que favorecia também o túnel baixo para um carro de tração traseira.

  • David
    Velharia para você. Não diga besteira e não ofenda quem gosta de câmbio manual. E a “modernidade” você julga ser o câmbio automático surgiu quando você nem era projeto, em 1939.

    • David

      Meu carro usa cambio CVT que eu acho um pouco melhor em relação ao automático convencional. E quem prefere o automático precisa ser ofendido por quem gosta do manual? é isso? O cara ai em cima só faltou me chamar de deficiente físico preguiçoso.

      • braulio

        De verdade que tenho me policiado para tentar não ofender pessoas a menos que eu realmente queira. Não achei a parte do “preguiçoso”. “Deficiente físico” é um pouco exagerado, mas vamos convir: O câmbio automático foi fazer sucesso nos EUA do pós-guerra, especialmente entre os veteranos que tinham a mobilidade reduzida.
        O Câmbio automático também é oferecido no Brasil em diversos modelos, entre outros fatores, porque auxilia pessoas com esse problema. A GM, quando lançou o Corsa 1,6 na configuração sedã com câmbio automático, fez questão de frisar que buscava esse mercado. Para esse público, prazer ao dirigir é algo secundário, comparado com a liberdade que o acesso ao carro proporciona. Tornar esse tipo de câmbio, de uma necessidade de um grupo restrito em um ítem de desejo de grande parte das pessoas, e vê-lo em superesportivos exigiu criatividade tanto do marketing quanto da engenharia. A inventividade de alguns desses câmbios é admirável. Mas ainda ciente disso tudo, ele me é desagradável.
        Quanto ao carburador e à injeção monoponto: Quer coisa mais legal? Você aperta um pedal e uma borboleta libera mais ar para a admissão do motor, elevando sua rotação e a potência, sem pedir nenhuma ajuda a nem mesmo um transístor que seja! É obvio que, em nome de um melhor aproveitamento de combustível aceita-se que um monte de eletrônica intermedie o processo, mas, num mundo sem efeitos colaterais, o carburador seria minha escolha, sem dúvida! É relativamente simples, prático e bonito.

        • LG

          Matou a pau…
          Parabéns. Concordo em gênero, número e grau. Acho que o problema está na falta de opções de modelos topo de linha não oferecerem câmbio manual para quem gosta de DIRIGIR o carro e não apenas ANDAR de carro.

  • Juvenal Jorge

    Josias,
    bela lista de coisas horrorosas. A eletrônica intrusiva para mim é o pior do pior. Carros que nos tratam como doentes mentais.
    O family face é outra pobreza mercadológica, como as poucas cores ofertadas por qualquer fábrica. Irrita, ainda mais em marcas que sempre fizeram belos carros, e agora entraram nessa barca furada.
    Mas isso passa, o duro é a eletrônica, essa veio para fazer-nos gostar cada vez mais dos carros velhinhos.

    • Mingo

      Esse excesso de eletrônica e gadjets idiotas nada mais é do que a tentativa final de tornar os carros descartáveis, para usar no máximo por uns 10 anos e depois tacar na lata de lixo.
      Quanto aos carros que nos tratam como doentes mentais, nunca li definição melhor!

  • Paulo César_PCB

    Traduz perfeitamente o tempo em que vivemos. Muita tecnologia e quase nada de inteligência. Tem que colocar o ultra hiper master high tech, que lhe toma 5 horas para programar o “seu perfil”.

    Vivemos a imbecilização do mundo, com gente soberba que acha que só ele pode indicar “que caminhos a humanidade deve seguir, senão, não sobreviverá”. Este tipo de gente é que me irrita.

    Para combater este tipo tipo de imposição tecnológica ( lógica ??? ), aplico o melhor antídoto, não compro ! Busco opções que podem ainda me trazer soluções , não mais problemas ou irritações. Seja nos automóveis, empresas de telefonia, planos de saúde, o que for que possa interferir no meu cotidiano.

  • Braz Portari

    Pois é, não é? Com tudo isto nos carros atuais é que estamos criando um bando de motoristas chatos, incapazes, e um saco nas estradas.
    Já que a idéia é esta, deveria, também, incluir sensores na traseiras avisando o camarada que tem gente querendo ultrapassá-lo na esquerda e ele não sai da frente!!!! E também reduz a velocidade nos túneis…….arghhhhh

  • Danniel

    O Civic usa somente dois LEDs: Frio e Pegando fogo. Eu não tenho a menor ideia em qual temperatura o motor está trabalhando. O Fox usa o ponteiro grudado nos 90, mas depois de cinco anos com o carro consegui identificar a válvula termostática aberta através dele (o ponteiro abaixava em declives sem aceleração, coisa que ele nunca fez). Já o Omega, no painel analógico, é perfeito: na estrada, 80°, cidade livre 90°, congestionado com calor 100-105°. O digital eu não gosto muito, assim que o carro aquece ficam as três barrinhas indicando 100°C. Marcador de combustível eu ainda prefiro a ponteiro, pois muitos usam poucas barrinhas para indicar o tanque.

    • Ilbirs

      Pelo que já vi, o ideal de barrinhas do tanque é número ímpar, para que se saiba exatamente quando se está no meio tanque.

  • brunollo

    Odeio o 7 também. É falsidade ideológica isso, kkkkk

  • BBW

    O item 1 não teria relação com o acerto de câmber e convergência?

    • .BBW.

      Realmente tem relação com câmber e convergência, mas o cáster afeta mais. Só que tem carros com toda geometria de suspensão acertada que não andam reto. É a falta de “centro de volante”, mais ligada ao próprio sistema da caixa de direção de assistência. Se não é uma característica do carro, pneus com desgaste irregular ou pressão inadequada também interferem.

      • Lorenzo Frigerio

        Seria interessante se você pudesse explicar essa relação da assistência com a bobeira do volante. Vejo a assistência elétrica ser vilificada nesse sentido, quando ela supostamente é progressiva e deveria ser dura na estrada. Também o termo “característica do carro” é muito vago.
        Quando meu tio tirou um Taurus daqueles quadrados 0km, ele me deixou dirigir. Notei imediatamente que as ondulações do chão – em velocidades de cidade – refletiam no volante… talvez fosse um caso de “bump steer”, causado pela inclinação dos terminais de direção em relação à caixa, aliás comum em carros rebaixados. O Monza “Club” que ele tinha antes era vastamente superior de volante. Mas “bobeira” em linha reta, tendo o carro um bom cáster e raio negativo de rolagem, comuns nos carros atuais, é difícil de entender.

      • BBW

        Josias, obrigado pela explicação. Você está correto. Uma vez nos EUA, aluguei um Nissan Altima, praticamente novo, que exigia constantes correções no volante, mesmo em rodovias retas e planas. Atribuí isto, na época, à geometria “padrão EUA”, mas sua teoria tem mais sentido. A direção era bastante leve, e não possuía um “centro”, afetando bastante o conforto em trechos de rodovia.

  • Danilo Grespan

    Com relação ao espelho fotocrômico, gosto muito deles… no meu caso, não senti falha no uso, pelo contrário. O sensor de farol acho uma boa, principalmente quando você costuma entrar e sair de estacionamentos cobertos constantemente

  • Diego

    Concordo completamente com o 3 parte 2 e 4
    – Tela touch, a tela se torna tão multiuso que ela cuida do rádio/GPS/computador de bordo e demais informações (como relógio e temperatura), Mas você só tem UMA tela, ou você sabe para onde vai ou que estação está ouvindo…. Sem considerar o erro clássico de quem está aprendendo a dirigir, vai trocar a estação do rádio e troca de faixa tmbém, me parece muito mais propenso a acontecer com essas telas touch.
    – Volante/Ergonomia, ultimamente tem ficado cada vez mais difícil encontrar a combinação de posição de banco/volante mais confortável, especialmente em carros com poucas regulagens … Para mim (com mais de 1,85 m) a única solução (quando o carro permite) é abaixar o assento até ficar bem próximo ao assoalho…
    Mas discordo do último item, ou ao menos nunca tive esses problemas com ele, meu carro possui ABS e BAS, já tive problemas de acionamento do ABS em momentos em que ele não era necessário, mas as vezes em que o BAS foi acionado eu já mentalmente contabilizava os custos da franquia do seguro…

  • Wagner Bonfim

    Essa tal de Family Face realmente é algo tipicamente VW: todos querem remeter ao Golf!

    Algo bem irritante também é o freio de mão eletrônico, e ainda mais com o recurso de Auto Hold: se você não consegue sair numa ladeira, devolve a carteira!

  • Mauro Schramm

    Utilize o condicionador de ar com comandos em tela sensível ao toque de Fit/City/HRV e certamente você criará um 11º item nesta lista. hahaha

    • Domingos

      Vendem como se fosse luxo mas é uma porcaria que, para eles, custa menos que o botão normal…

  • Mauro Schramm

    O único carro de que me recordo necessitar de correções de direção para andar reto foi o Fusca, com sua onipresente folga no volante.

    • Fat Jack

      Folga (pra não dizer feriado prolongado) tinha a Kombi, muito mais pela esforço exagerado e falta de lubrificação a que era submetido do que pelo mecanismo em si.
      Só como comentário, tive 2 Fuscas (e dos da década de 60) e quando bem conservadas e engraxadas as caixas não apresentavam folga, e olha que os volantes eram originais – de diâmetro perto do gigantesco…)

  • Domingos

    Perfeito. Isso aí mesmo.

  • marcus lahoz

    Lorenzo o Opala é um projeto dos anos 60, eu considero ele um carro muito estável para o desenvolvimento da época, mas, claro, não tem como colocar um Opala ao lado de Cruze, a diferença será absurda.

    • Lorenzo Frigerio

      O Opala não chegava nem perto do Passat, do 147 ou sequer do Chevette. Com pneus radiais e direção hidráulica, porém, era bom de reta, bem confortável.

  • marcus lahoz

    A começar pelo carburador. Mas tem também: todas as peças do motor estão mais gastas, assim vão quebrar em menos tempo, sistema de ignição, sistema de arrefecimento, caixa de direção,….. E por ai vai tudo estámais rodado; não esqueça também que achar peças de lataria nova para Chevette é mais difícil que para um Cobalt.

  • Alberto Kaatz

    Meu último carro foi um Fiesta Rocam com ABS. Quase bati diversas vezes na traseira de outros carros por conta de pequeníssimas ondulações no asfalto! Aquela estrapizomba teimava em desativar o freio, fazendo aquele barulhão, e você montado no pedal, puxando o volante até o teto! Duas revisões, troca de tubo e válvulas, e sempre ficava com a mão na alavanca de freio para qualquer emergência….

    • Thiago Andrade

      Tive meu primeiro carro com ABS agora. Jurava que tava com defeito no freio. Kkkkkk

      Tem horas que com ABS parece que o carro fica burro quando passa por buracos

  • Nora Gonzalez

    Josias, ótima lista. Concordo com ela, especialmente a questão da tela. Já fui de Mogi Mirim até Indaiatuba tentando ligar o rádio num carro com esse dispositivo. Consegui fazer de tudo mas só chegando lá é que consegui ligar o rádio. Mas ajustar o volume apenas na altura de Sorocaba. Nos dois percursos, mexi nos ajustes dos 14 controles de graves e agudos, mudei de estação sei lá quantas vezes, passei para USB, alterei as configurações do computador de bordo, recebi informações sobre consumo de combustível que nem precisava… e a cada desnível do asfalto, nova alteração. Ô inferno!

  • Mauro Schramm

    Falta de trinco no porta malas de Civic, City e Sentra…

  • Luciano rs

    E o tão falado Sync do Fiesta…. Que porcaria a navegação nas pastas do pen drive, o sistema de comandos por voz é horrível. O sistema do Renault é infinitamente m mais simples e fácil de usar

  • RoadV8Runner
    Ótimo, faça isso. E que tal o diâmetro mínimo de curva de 8,65 metros?

    • RoadV8Runner

      8,65 metros? Por isso que fiz retorno em uma pista de mão-dupla, sem acostamento, e ainda sobrou espaço. Detalhe: não precisei sequer virar todo o volante… Aliás, até agora não sei onde ficam os batentes de direção à esquerda e à direita, tamanha a manobrabilidade do carro.

  • JeffRL

    Não sei se é tanto pelo torque. Acredito que seja mais pelas condições de vias em alguns pontos(que costumam considerar um padrão europeu pra desenvolver um veículo, mas na prática andam em estradas de roça, e logo apresentam problemas), que permitem andar em velocidades mais elevadas, e assim trazendo mais segurança em curvas, e etc. Por que o que não falta por aí, são geralmente vendedores andando nas BR de Uno acima dos 120km/h

    • marcus lahoz

      Entendo, mas ainda não acho que um Ford Ka com 80 cv precise de pneus 195.

  • marcus lahoz

    O Passat tinha pneus 175 e era muito bom de curva.

  • Bucco

    Concordei com tudo.

  • Lucas5ilva

    Não tem nem como discordar de nada, eu faria uma lista exatamente igual!

  • Lucas5ilva

    Pra mim qualquer assistência eletrônica que não seja pra segurança ativa ou que só sirva pra transformar o motorista num proto-passageiro com alguma capacidade de direção, eu repudio, concordo inteiramente contigo!!

  • Aurelioreisf

    Eu tenho uma certa claustrofobia de andar com as janelas do carro fechadas, mesmo no inverno. Sempre deixo um espaço de 2 ou 3 dedos de abertura na janela do motorista, e uma estratégia que uso pra não dar turbilhão de ar é abrir um pouco de uma das janelas de trás – já que o carro é 4 portas – geralmente a do lado direito, fazendo com que o ar “cruze” o carro na diagonal e passe pelo cabelo…hahah.

    Mas se for 2 portas, carroceria que eu particularmente prefiro, aí não tem jeito…já que as janelas traseiras basculantes se perderam no caminho há uns bons anos.

  • Paulo Henrique

    Faltou o pescoço de ganso nos porta-malas dos sedãs. Quem nunca se irritou ao colocar toda a bagagem da família, e na hora de fechar, simplesmente ter a mudar tudo por conta das ditas e famigeradas barras de metal que nem deveriam mais existir.

    Tudo isso ainda piorado pelo fato de que as dobradiças pantográficas existirem há década, mesmo em modelos simples como o Fiesta sedã e ainda serem utilizadas no Corolla, Civic, BMW, Mercedes etc.

  • Roger Aaron

    O negócio do vidros traseiros são realmente horríveis, tenho um fox que tem que saber certinho quanto de vidro tem que abrir para não dar essa “ressonancia” estranha… Mas sobre gastar mais combustivel, acima de 80km/h é mais economico andar com AC ligado do que com os vidros abertos.

  • Jeep_SP

    Essa geração que quer um “tablet móvel” em vez de um carro, que tristeza. Quase tem que fazer um curso de Corel Draw para poder ajustar alguma coisa no carro.
    Em tempo: Josias, há muito tempo não lia algum artigo seu, e queria deixar registrado que sou seu fã desde os tempos da ótima revista Oficina Mecânica! Grande abraço!