Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas DEZ COISAS QUE APRECIO NUM CARRO – Autoentusiastas

A recente (anteontem) matéria do Josias, “Dez coisas que irritam“, inspirou-me a compartilhar com o leitor esta antítese, numa análise descontraída das dez coisas que aprecio num carro. Algumas o leitor já conhece, afinal estamos juntos nesse barco faz um bom tempo, mas é a primeira vez que coloco tudo no mesmo saco. Como na matéria do Josias, a ordem é aleatória e não necessariamente em ordem de importância.

1) Apoio de pé esquerdo. Não há nada pior do que não se ter onde colocar o pé esquerdo de maneira correta e ergonômica, numa “prancha” apropriada. Lembr0-me de ter insistido com a engenharia da Fiat para que colocassem o apoio nos Palios e acabaram atendendo à minha recomendação.

 

Left foot A

(audiparts.superstore.com)

2) Conta-giros no lado esquerdo. Felizmente a maioria dos fabricantes tem colocado o conta-giros nesse lado, que no meu entender é o correto por se desviar menos o olhar do tráfego contrário. Tão importante quanto o lado é os dois instrumentos-chave de qualquer veículo, o velocímetro e o conta-giros, serem do mesmo tamanho. Mas os engenheiros do up! na Alemanha não pensam igual colocaram um velocímetro gigante e um conta-giros anão.

 

Cluster Tiguan

(aliexpress.com)

 

3) Ar-condicionado. Considero o ar-condicionado um item tão essencial  que se tivesse que sair para uma viagem e me oferecessem um BMW M3 cujo  ar-condicionado estivesse  inoperante. eu preferiria um carro 1-litro com o equipamento. Sério. O que aprecio no ar-condicionado nem é a temperatura do interior mais baixa, mas a supressão do turbilhonamento de ar com a janela aberta e o ar seco, desumidificado produzido. Para mim não exista nada pior que umidade relativa do ar elevada, aquela melação constante.

 

acond

(bestchoiceautomotive.com)

4) Computador de bordo.  Não dá mais para viver sem. Virou o mínimo do mínimo. As informações fornecidas são todas preciosas, mas a a mais importante, sem nenhuma dúvida, é a autonomia restante. Só fiquei uma vez sem combustível (foi há décadas atrás) e não ter essa amarga experiência de novo. Nunca mais.

 

Comp bordo

(astraclub.com.br)

5) Direção assistida. Nem é pelo menor esforço para esterçar, como se poderia supor à primeira vista, mas, principalmente, por propiciar relação de direção mais baixa.  É péssimo uma direção lenta (relação alta), que exige movimentar o volante mais que 90 graus numa simples curva de esquina. Não faço questão do tipo de assistência, o importante é que seja corretamente calibrada.

 

steering-power-rack

(howstuffworks.com)

6) Pedais & punta-tacco. É irritante um carro de câmbio manual não se poder “enganar Deus” — no bom sentido, claro — usando o dois pés que Ele nos deu para operar os três pedais simultaneamente. Por isso aprecio e faço questão que a posição relativa pedal de freio-pedal de acelerador permita o punta-tacco que chamo de “telepático”, basta pensar que ele é realizado. Um dos primeiros carros que achei ruim nesse aspecto foi o Vectra 2, quando eu estava na revista Autoesporte.

 

toe heel

(autoexpress.co.uk)

7) Limpador uma-varrida. É imprescindível poder-se dar um toque na alavanca do limpador, preferencialmente para baixo, e se ter a deseja varrida única, sem precisar ligá-lo ou encostar na posição de lavador para se tê-la (Renault Fluence, por exemplo).

 

Mist

A posição indicada como MIST é a de uma varrida (therussiansusedapencil.com)

8) Espelho esquerdo convexo. Para mim é inaceitável o espelho esquerdo plano, de campo de visão reduzido, que lhe obriga a afastar as costas do banco para ter melhor visão. Felizmente a era do espelho plano está acabando no Brasil. Me lembro de um Kadett 1992 que tive e depois de alguns sustos por ponto cego, por recomendação de alguém fui à loja MD27, aqui em Moema, onde o proprietário e hoje amigo Márcio Valente adaptou (cortou) um espelho de S10 e o colocou no Kadett.

 

convexo

(myimiev.com)

9) Luz traseira de neblina e repetidora de pisca. Nenhum carro poderia receber o Renavam (poder ser vendido) se não tivesse esses dois itens, ambos capazes de evitar acidentes sérios. Ambos são itens de baixo (baixíssimo) custo e não justifica as fabricantes daqui não os disporem nos carros. Há uma certa moda em colocar a respetidora na extremidade dos espelhos, mas sua visualização não é tão eficaz quanto se colocada no pára-lama dianteiro. Dois carros que me ocorrem terem-na nesse lugar são Porsche 911 e a Renault Duster Oroch. Mas há mais.

 

renaultdusteroroch_2

(g1.globo.com)

10) Faixa degradê no pára-brisa.  Ter ou não ter, uma questão crucial. A diferença em termos de conforto em haver ou não a pequena faixa no topo do pára-brisa é notável. Acho um falha, uma desatenção ao consumidor imperdoável. O pior é que o custo da faixa é desprezível.

degrade

(pr.olx.com.br)

Por agora é só, há bem mais itens que aprecio, mas fica para uma segunda parte — ou terceira, ou quarta, ou quinta — quem sabe?

BS

Foto de abertura: flickr.com


Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • BlueGopher

    O grande problema com a luz traseira de neblina (que também considero um importante item de segurança, diga-se de passagem) é a burrice de muitos, que a mantém ligada o tempo todo, haja ou não neblina, ofuscando que vem atrás.

    • RMC

      Concordo plenamente. Um item de segurança importante, como destacado pelo Bob, transformado em INsegurança por idiotas/irresponsáveis/exibicionistas. A gente deveria poder usar farol alto atrás desses cretinos, mas nossa consciência não permite. Então vamos nos conformando…

      RMC

  • Stefano

    Num País em que os carros custam fortunas, um bom automóvel com direção elétrica (ou mesmo hidráulica), ar-condicionado (imprescindível), mecânica perfeita (antes um 1.0 novo do que um 2.0 “zoado”) e pneus (bem) acima do TWI, já é o suficiente. Vidros elétricos são dispensáveis (só se abre no pedágio e no totem do shopping), assim como rodas de alumínio (só servem para o vizinho ver…), dentre tantas outras coisas.
    Para sustentar mais do que o básico (chamado “kit dignidade” em blogs por aí) é preciso dedicar uma quantia muito grande de dinheiro (horas valiosas de suor laboral), o que ainda tolhe outras atividades mais importantes (saúde, lazer, alimentação, cultura etc).
    Vejo com tristeza preciosos reais sendo gastos (quando saídos de bolsos rasos) com financiamentos de carrões, manutenção de carrões usados (há vergonha em se dirigir carros populares novos – a falta de educação emocional é grave no Brasil), acessórios inúteis e dispensáveis (novamente o vizinho e seu olho curioso agindo)…

    O difícil é abandonar a vontade de consumir, comprar, ostentar, mostrar, trocar, experimentar (até porque somos metralhados diariamente pela mídia oferecendo produtos novos) e efetivamente por em prática esses conceitos de simplicidade.

    Contraponto: quando se tem dinheiro em abundância nada disso tem valor, até porque – não custa relembrar – é ele quem manda quando se fala em bens de consumo. Por isso tanta gente faz de tudo por dinheiro…

    • CCN-1410

      Assim como o Bob e outras pessoas, eu também gosto dessas dez coisas por ele citadas, mas ao ponderar o seu comentário, também o considero verdadeiro.
      Direção assistida, ar-condicionado e mais o lavador/desembaçador traseiro e basta! É claro que alguns mimos fazem falta quando deixamos de tê-los, mas nada que nos impeça de curtir e aproveitar o carro.
      Bons pneus, motor tinindo e suspensão em dia são coisas que envolve segurança e precisam sempre estar em dia.

  • guest

    Sugestão para as próximas listas: estepe com fácil acesso para calibragem.
    Carros com estepe por baixo do assoalho ou cujo bico fica voltado para baixo (Palio, p.ex.) em nada estimulam o motorista a calibrá-lo.
    Bom mesmo era o Chevette, com estepe vertical…

  • Renato Carvalho

    Concordo com quase tudo, mas a faixa degradê no pára-brisa não deveria ser obrigatória. Tenho 1,97 m, e dirijo praticamente qualquer carro com a cabeça encostada no teto, olhando para a frente pela parte de cima do vidro, e a faixa ali me atrapalha bastante. Sendo opcional não há problemas, mas acredito que o pára-sol seja suficiente na maior parte dos casos, não?

    • RMC

      Renato
      Tenho 1,90 m e a tal faixa me incomoda bastante também. Será que não seria o caso te alguém pensar num “filme” adesivo para ser utilizado pelas pessoas de estatura menor do que a nossa?
      RMC

    • Douglas

      Ai o problema é o banco que não baixa muito.
      No Onix por exemplo, mesmo o banco todo baixo ainda é alto, já no Sonic e no Cruze vai até quase o assoalho.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Ar condicionado, vidros e travas elétricas (com controle à distância), direção assistida, setas bem visíveis, coluna recuada para não atrapalhar a visão. Esses são meus preferidos.

  • Alexandre Sampaio

    Eu adicionaria ai a iluminação. Quem estaciona em garagem de prédio sabe o que estou falando. Eu vejo elogios a carros que iluminação interna é fraca, ou que não acendem com todas as portas, ou estão faltando no porta-malas, porta-luvas ou em algum lugar. Parece que lampada no Brasil custa uma fortuna. E o mais incrível é que a não ser que compre algo cheio de letrinha tipo GLSWXYLTZ, mesmo em carros de luxo elas faltarão.
    Saudades dos Monza antigos que chegavam a ter luz na porta para iluminar o chão que pisaria-mos em seguida.

    • CCN-1410

      Interessante o gosto e/ou a necessidade de cada um. Eu sempre deixo a luz interna desligada e mesmo quando abro a porta ela fica apagada. Eu só a acendo, quando preciso procurar algo dentro do carro.

      • Cris Dorneles

        O Astra não dá para desligar, acho isso incômodo.

        • CCN-1410

          Meu carro anterior era um Astra e sei disso, hehehe…

  • Leister Carneiro

    Não entendo , um pais super ensolarado como aqui não ser de série o vidro super verde com para-brisa degrade como eram no Santana e no Del Rey .Meu pai tinha um Del Rey Ghia que durante as viagens isto dava muito conforto em viagem , era notável a diferença com relação ao Gol que possuímos na mesma época.

  • CorsarioViajante

    Aproveito para acrescentar mais duas coisas que aprecio demais num carro:
    1) conjunto roda e pneu de configuração funcional, não estética. Ou seja, dimensões adequadas à proposta do carro. Será tão necessário assim rodas 15″ num compacto de entrada ou 17″ com pneus finos num sedã familiar? Eu não acho.
    2) duas luzes de ré. Muito ruim ter uma só, seja por em algumas situações impossibilitar que se veja que se está dando ré (por exemplo, quando estacionado, a luz fica junto à calçada) ou por iluminar bem menos.
    De resto, concordo com todos os pontos levantados:
    Detesto carro com conta-giro pequeno ou, pior ainda, quando naõ tem. No caso citado do Up, não era difícil ter achado uma solução melhor do que a atual, que lembra o infeliz painel do primeiro FOx / G4.
    O A/C também acho ótimo ter, especialmente se for automático. Uso pouco mas principalmente em estrada é muito mais confortável.
    Computador de bordo também é fundamental, mas computador de bordo de verdade, não aquelas minúsculas e pouco intuitivas telas que, felizmente, vem sumindo.

  • Lorenzo Frigerio

    Nunca entendi a razão para um apoio de pé esquerdo. Se o carro é automático, fico com a perna esquerda dobrada; se é manual, o pé fica ali de tocaia, e se eu estiver na estrada, dobro a perna como se fosse um automático.
    Mas de uma forma geral não gosto das pedaleiras dos 4 cilindrinhos que temos no Brasil, com os pedais muito próximos que nos obrigam a aproximar o pé esquerdo do lado direito. O Dodjão tem os pedais bem espaçados, com a embreagem onde tem que ficar, à esquerda.
    Bancos descentralizados à direção também são típicos dos 4 cilindrinhos – a gente invariavelmente se vê sentando na banana direita do encosto.

  • Cristiano Reis

    Bob, uma vez ao sair de Mossoró para Areia Branca no RN em um Dobló, o computador de bordo indicava autonomia de 60km, como a distância entre as duas cidades fica em torno de 42km segui viagem para abastecer em Areia Branca, onde a empresa tinha um posto credenciado.

    Acontece que quando chegou em 50km de autonomia o computador simplesmente me abandonou, passou a apresentar apenas uns tracinhos “—–“, como quem diz “se vira”. Só deu pra rodar mais uns 10km e acabou o combustível. Minha sorte é que a pane seca ocorreu justamente no povoado de Piquiri, e eles vendiam gasolina por lá, apensar de bem mais caro que no posto.

    Só a título de curiosidade, esse fim de semana resolvi abastecer o Ka+ aqui de casa com álcool para ver qual era, e consegui um consumo de inacreditáveis 21Km/L!!!!! Vou refazer a média novamente, não estou acreditando.

    • Domingos

      Por segurança, ao entrar na reserva o computador de bordo pára de mostrar a autonomia restante – como forma de evitar processos.

      Atrapalha, mas é reflexo dos nossos tempos. Se alguém tem pane por acreditar completamente na autonomia CALCULADA –que pode mudar caso o consumo médio mude, claro – e sofre um assalto ou um contratempo, vai querer fazer escândalo etc.

      • Caio Azevedo

        No Up! é justamente o contrário. Quando entra na reserva, o computador apita e mostra a autonomia restante, e não sai de lá até você tirar.

    • CCN-1410

      Não duvido da média do “Kamais”, mas é bom refazê-la e quando tiver o novo resultado, não esqueça de nos comunicar, ok?

    • robson santos

      o Computador de Bordo não lhe deixou na mão, simplesmente o nível real dentro do tanque ficou abaixo da altura útil de medição, está na “reserva”, em outras palavras a bóia ficou “cega” ( por isso os tracinhos ), e você por sua própria conta e risco sabendo que vai ter +- 5 litros de combustível e uma autonomia que vai depender da situação em que se encontra, nessa hora o fundamental é o conhecimento acumulado sobre seu consumo em situações conhecidas, ou seja seu histórico, para não cair em armadilhas por se basear em dados genéricos.

      O oposto também é válido, ou seja num sobre-abastecimento, quando o ponteiro ou marcador digital vai ficar topado mais tempo até que o nível baixe para a altura útil de medição da bóia, nesse caso a indicação de nível tende a ficar topada na capacidade informada pelo manual do veículo, 50 litros por exemplo, mesmo que você tenha deixado que abastecessem 60 litros.

      • Cristiano Reis

        Confesso que eu paguei pra ver, mas assim, se ele disse que fazia 60 km, eu desliguei o ar, andei devagar, acho que deveria ter feito os 42 km.

  • Cris Dorneles

    Quanto ao primeiro item, o pior carro que tive neste quesito, foi o Celta, a gente apóia o pé na caixa de roda e fica com a perna ”pendurada”, sentia dores no nervo ciático em função disto.

    Quanto ao segundo item, também considero importante, mas o conta-giros anão do up!, ainda é melhor que o pula-giro (1,3,5,7) do Antigo Fox, O do Uno também não gosto.

    Os outros item concordo com você, mas o pior do item 9 são os manolos que insistem em ligar luz de neblina traseira, sem neblina. Terrível pra quem vai atrás.

    • Roberto

      Esta das luzes de neblina constante ligadas são geralmente acompanhadas de carros rebaixados ao extremo, vidros absurdamente escuros, luzes de xenon adaptadas de qualquer jeito etc. Como dizem aqui, tudo para ficar “lindão” e nada em nome da segurança…

      • Ilbirs

        Há carros que vejo em maior frequência ficarem com a luz traseira de neblina acesa e que me pergunto se não há algum problema na chave que liga as luzes e que porventura pode induzir alguém a deixar a tal luz acesa por acidente. Gol e Parati AB9, Blazer e Range Rover Evoque são três modelos que costumo ver em números desproporcionalmente maiores que a média de outros com aquele fatídico vermelho vivo na cara de quem está atrás. Já o 206, que sempre vem com luz traseira de neblina, dificilmente é visto com a mesma acesa fora de contexto (e, pelo que me lembro, a chave de luzes dele não facilita que se deixe avermelhar a vida de quem estiver atrás).

  • Todos itens de grande importância. Colocaria mais alguns:

    Alça de teto, conhecido aqui em Goiás como PQP, pois quando se anda de passageiro é bom ter onde segurar.

    Vidros elétricos traseiros, penso que para vidros elétricos as fábricas de carros deviam atuar como as de caminhões. Se não é para ter em todas as janelas, que se dê prioridade para as de pior acesso para o motorista!

    Vidro basculante para carros duas portas. Só quem andou em carro duas portas com vidros basculantes e sem, sabe o quanto é claustrofóbico não tê-los.

    Interruptor de luzes em todas as portas e porta-malas. Como é ruim você fechar a porta do motorista, e todos que estão saindo do carro ficarem no escuro.

    Na sua maioria itens de custo bem reduzido, e que com certeza trariam grande valor agregado em qualquer carro.

  • Domingos

    Uma coisa que cativa sempre é boa ergonomia dos comandos básicos (volante, câmbio, comandos do ar) e posição de sentar que seja correta – o carro pode até sentar mais alto para ter mais espaço disponibilizado a quem vai atrás, mas deve-se ficar com pernas e braços no lugar certo.

    Apoios de braço esquerdo e direito também agradam muito se bem feitos, mesmo em carro manual. Da mesma forma que os apoios de braço para os passageiros de trás, moda nos anos 90 em muitos modelos e depois esquecido, faz muita diferença em conforto.

    Aproveitando a deixa das fotos do Corolla de 9ª geração, outra coisa bem básica e boa nesse modelo era a posição de sentar do banco traseiro, levemente reclinada e bem para o fundo do carro. Era realmente relaxante, mesmo com o espaço reduzido para as pernas.

    A maioria dos itens agradáveis/bons ou essenciais ao dirigir é mesmo fácil e barato de fazer, mas infelizmente modismos, cortes de custo extremos, falta de noção (acho que falta mais gente com noção do que é um carro bom comandando a integralidade dos projetos, sem deixar virar uma salada de frutas sem orientação) e também vontades de economizar cada centímetro de aço ou de espaço acabam nos trazendo carros tecnicamente bons, porém ruins de dirigir. E de estar.

  • Lemming®

    Concordo com todos os itens. Apesar de não dominar o 6…
    Realmente econômico demais o tamanho do conta giros do up! e o que gostei (up!) foi a seta “mudança de faixa” pois basta dar o toque (não precisa “encaixar” a seta para funcionar). Uma firula que facilita.

  • Z_H

    7) Limpador uma-varrida.

    Somos dois !

  • konnyaro

    Como fumante inveterado, o que mais aprecio é o quebra vento dos carros de antigamente. Era só deixar meio aberto que funcionava como um exaustor, puxando toda a fumaça para fora.
    Hoje com a aerodinâmica dos carros modernos é impossível isto, pois com a janela aberta, mesmo se você baforar para fora, a fumaça volta para o interior do veículo.

  • CCN-1410

    Além dessas que você citou, eu aprecio o silêncio a bordo e principalmente a qualidade dos materiais empregados no veículo, ou pelo menos a presteza e a destreza em solucionar problemas, caso apareçam.

  • jr

    Fico com a lista do Bob, mas gostaria de acrescentar:
    1) alavanca que permita pulsar a luz alta sem mexer na configuração de luz. Já tive dois carros que, ao pulsar a luz alta (para tentar enxergar uma placa não iluminada, por exemplo) fatalmente se apagava a luz baixa ou a comutava de vez para a alta. Muito irritante, senão perigoso.

    • CorsarioViajante

      Acho que isso é mais por causa dos faróis serem simples, não? Quer dizer, uma mesma lâmpada faz a função da baixa e da alta, criando este “buraco” de sombra, ao contrário de faróis que tem lâmpada para luz alta e outra para luz baixa.

      • RoadV8Runner

        Acredito que seja mais opção da fábrica, pois meu Focus Mk1 permite que se acendam simultaneamente os filamentos de luz alta e baixa da mesma lâmpada. Não lembro ao certo, mas acho que o Ka 2013 da patroa também permite isso. Claro que não é recomendável manter essa condição por mais do que alguns segundos, senão você vai “torrar” o conjunto todo por alta temperatura…

        • João Martini

          No up! também.

        • CorsarioViajante

          Não sabia desta possibilidade.

  • Mauro Schramm

    Se lanterna traseira de neblina fosse obrigatória, o CTB deveria ser alterado para prever 7 pontos na carteira de quem a utiliza na cidade. hahaha

    • CorsarioViajante

      Nâo só na cidade, mas também na estrada, onde é comum você ficar vários quilômetros com o cara na sua frente enchendo. O mesmo vale para luminosos de carros de polícia, ambulância e mesmo das concessionárias das estradas, que adoram viajar com tudo ligado sem motivo incomodando os outros usuários.

    • Raphael Hagi

      O Omega CD nacional, opcional nos GLS, alternam o farol alto com o farol de milha, ótima iluminação.

  • Belford

    Show Bob!!!!!!! Falando em computador de bordo, o que acha da nova onda de usar o celular ou tablet conectado via bluetooth utilizando o APP (Torque), pegando os dados direito da central do veículo!!!!!

    • robson santos

      Eu acho bom, faço uso e acho que já deveria estar presente o hardware embutido em qualquer carro os protocolos de diagnóstico OBD2 via Bluetooth. Basta seu app preferido, sem a necessidade de um ELM327, e pronto. Hei, por que não adjunto ao próprio computador de Bordo como opcional ?
      Os motivos para não, apesar de uma aplicação bem mais simples do que scanners profissionais, mas útil de qualquer forma, são óbvios, já que tem fabricante tirando indicação de temperatura do painel, ridículo..

    • Belford, o uso de aplicativos lendo a porta OBDII do carro está na minha lista para matérias.

      Tenho muitos anos de experiência em instrumentação e te digo uma coisa: dados são o paraíso ou o inferno dependendo de como você os trata.

      Há muitas leituras possiveis de serem feitas pela porta OBDII, mas se forem apenas para ler, elas valem muito pouco.
      Entretanto, assim como outros tipos de dados, quando são colocados dentro do contexto correto e são confrontados apropriadamente, eles revelam muitos tesouros escondidos.

      Repare por exemplo que os fabricantes não oferecem um mapa de injeção para o motor. Entretanto, é possível ler informações de vazão de combustível, abertura do acelerador, velocidade, etc.. Com estes dados é possível fazer um levantamento do mapa de injeção para um modelo padrão de consumo que permitiria até mesmo uma comparação direta entre carros de fabricantes diferentes.

      Quando juntamos vários dados diferentes, presentes não só na porta OBDII mas nos acelerômetros e GPS dos smartphones, as possibilidades são infinitas.
      Se começamos a coletar dados de forma colaborativa (dados de carros diferentes de mesma configuração mecânica) dentro de um banco de dados comum, aí o potencial é o infinito do infinito.

      • Caio Azevedo

        Eu sinceramente acho que os fabricantes deveriam ser obrigados a programar as centrais com código-fonte aberto. Se fosse assim o caso “dieselgate” da VW sequer teria ocorrido. E esse tema só veio à tona porque alguém resolveu fazer um teste de emissões diferente. Imagina quantos códigos fechados maliciosos estão operando mundo afora? Bom, aguardo ansiosamente pelo seu texto sobre os uso de aplicativos lendo a porta OBDII. Abraço!

      • Raphael Hagi

        André, existe alguma iniciativa no sentido de desenvolver esse banco de dados colaborativo?

        • Raphael, houve época em que eu quis desenvolver um programa para medição de desempenho dos carros para o Ae, e não só para aqueles dados que todo mundo lê em revistas, como velocidade máxima e aceleração de 0-100. Eu queria parâmetros mais universais, onde todos usam seus carros. Uma das idéias era criar um mapa tipo PME (pressão média efetiva) mas que permitiria comparar diretamente carros de diferentes gerações. Não só o aplicativo serviria para nós como seria oferecido para os leitores.
          Mas é aquela falta de visão característica do brasileiro. Eu tenho todo conhecimento técnico para desenvolvimento tanto de software como de instrumentação, mas é projeto de dedicação em tempo integral. Alguém deveria financiar o projeto. E quem se propõe ao cargo de mecenas? Eu tenho que ganhar a vida, e sem interesse, esse projeto ficou de lado.

          A idéia é que se eu tenho o mesmo carro que você, quanto mais eu ando e você anda, mais nossos smartphones podem acumular dados instantâneos, “mastigá-los” para gerar dados semi-sintéticos e enviados para um banco de dados comunitário para gerar dados sintéticos para consulta geral. Se um terceiro leitor tiver um carro igual aos nossos, mas os valores divergem acima de uma margem de erro, ele pode perceber isso e descobrir que o carro possui um problema qualquer (motor cansado, por exemplo).

          • Raphael Hagi

            André,

            Dependendo do custo estimado, pergunta do nosso colega abaixo, talvez uma alternativa seja o financiamento colaborativo, acredito que tal software seja de interesse de muitos no AE.

            Também poderíamos, dependendo do não interesse meramente comercial, trabalhar o projeto como open source.

          • Raphael, minha idéia era justamente desenvolver em software livre.
            Financiamento colaborativo é interessante, mas como é projeto de longo prazo, ninguém pode roer a corda antes.

            Software livre ajuda nesse sentido porque muitos podem colaborar, acelerando o processo de desenvolvimento.

      • Belford

        André foi com esse aplicativo que descobri que justamente na fase que achava meu Fiesta 2013 Rocam1,6 ficava morto,era quando a central atrasava o ponto fazendo o carro ficar amarrado entre 2500 rpm e 4000 rpm”buraco”, logo após o ponto é adiantado e o carro se transforma, fiz o mesmo com o modelo 2009 que foi muito mais LINEAR sem apresentar nenhum buraco na aceleração!!!!! Também notei excesso de atraso de ponto com gasolina, tornando o carro manco e beberrão!!!
        Os colegas que fizeram algum tipo de reprogramação relataram bastante melhora, incluindo aí economia!!!!!

        • Belford, sim, um aplicativo destes ajuda muito a perceber certos desvios.
          Entretanto, algumas conclusões precisam ser tomadas com cuidado.

          Meu carro, por exemplo, ainda tem distribuidor e posso ajustar o avanço de ponto através dele.
          Há um fato curioso. O ajuste nominal dos motores Familia II EFI nas versões 1.8 (álcool e gasolina) e 2.0 (gasolina) usam avanço de 10 graus, enquanto o motor 2.0 (álcool) tem avanço de 7 graus. Este último é o motor do meu carro.

          Só que o avanço de 7 graus é estranho porque justamente o álccool exige maior avanço. Eu sempre usei 10 graus de avanço e nunca tive problemas.
          Recentemente reformei o distribuidor e na pressa de sair com o carro deixei na marca original de 7 graus. O carro ficou mais suave e não percebi mudança de consumo. Mas o carro ficou menos bruto e parece ter perdido um pouco de potência.

          Uma provável explicação pode ser a de emissões. Com menor avanço, a temperatura e a pressão na câmara de combustão ficam mais baixas, diminuindo emissão de NOx.

          • Belford

            Foi justamente o que os mecânicos falaram, principalmente pois os testes de emissão são a 2.000 rpm, a 1.850 rpm já há menor avanço, o que já é uma forma de burlar os testes!!!!!

      • Lucas dos Santos

        Puxa, agora fiquei ansioso para ler essa matéria! Espero que ela saia em breve!

    • Thiago Teixeira

      Uso o Torque e o Doctor.
      Reparei que a Trailblazer do trabalho trabalha entre 97 e 103 graus. Não seria muito alto para um carro a gasolina? Até mesmo diesel..

    • Belford
      Acho ótimo! Informação a mais nunca é de menos.

  • Henrique Dornelas

    Só posso concordar com toda a lista!!!! kkkkkkkk Grande abraço Bob!

  • Lucas Sant’Ana

    Bob colocaria aí também o câmbio 4+E, ou seja velocidade máxima atingida na 4ª, e se não for pedir muito mas já pedindo, um câmbio 5+E para agradar a todos como o Meccia que aprecia carros com a 5ª plena e creio que você, que gosta da marcha “E”.

  • Rodrigo Costa

    Bob, agora quem faz este retrovisor é o Antônio Carlos, da Autovidros Moema. Coloquei no meu New Fiesta. A vida agora é outra.

    • Rodrigo Costa,
      Bom saber, boa dica!

    • Iury

      Fiquei surpreso quando vi que, em pleno 2014 (quando fiz o test drive), o retrovisor do New Fiesta ainda era plano.

      • Rodrigo Costa

        Pois é! O que também não entendi foi o recadinho típico de carros dos EUA no retrovisor do lado do carona (“objects in mirror are closer than they appear”) no meu carro que é nacional. Se fosse o mexicano eu não estranharia. De qualquer maneira, troquei dos dois lados por espelhos levemente azulados. Dão uma melhoradinha no ofuscamento. O pessoal da Autovidros Moema faz sob medida, cortado à mão de retrovisores de caminhão. O espelho antigo dificilmente sai intacto, mas tudo bem.

  • Clésio Luiz

    Bob, com o uso de óculos escuros você dispensaria a faixa degradê?

    Noto que em alguns locais (não onde moro) se colocam semáforos muito próximos do ponto de parada, ao lado da faixa de travessia, obrigando as vezes olhar para o topo do pára-brisa (onde estaria a faixa degradê) para ver o sinal.

    • Cristiano Reis

      Hehehehehe, eu vi o que voce fez aí…

    • Bucco

      Lembrando que este seria um defeito do semáforo, não do carro. Os pára-brisas deveriam ser mais baixos e pronto. (Com o espaço substituído por lata no mesmo desenho) Isso aumenta a segurança em impactos e reduz custos, de lambuja.

  • Bruno Hoelz

    “Simular” a faixa degradê é, talvez, a única boa utilidade das películas escurecedoras. Temos um Ford Focus sem a faixa aqui em casa e estou pensando em aplicar a película exatamente na posição da faixa que vem de série em outros veículos.

    Reparei que alguns caminhoneiros também fazem isso, chegando a aplicar 20cm de película na parte alta de seus grandes pára-brisas.

  • Gabriel Felipe Moretti

    Os repetidores laterais eu considero muitíssimos importantes, e as luzes traseiras de neblina também, meu carro possui só o primeiro, mas tem dois espaços no para-choques para instalar duas luzes traseiras, ainda não consegui os recursos para esta instalação, por isso colei duas faixas refletivas daquelas de caminhão, cortei e colei somente a parte vermelha nestes espaços, as partes brancas cortei cada uma no meio no sentido maior e colei nos estribos laterais.
    Ah os estribos já vieram com o carro, pois são completamente desnecessários, por ser um “jipe” baixo, não precisa se apoiar neles para subir, mas pelo menos tenho refletores laterais também. Ah que carro é? Uma Grand Vitara, quer dizer Tracker 08′.
    E como meu pai tem uma igual, também fiz a “melhoria” na dele, ajuda um monte a noite e em dias de neblina e chuva forte, sei porque já testei e fiquei atras do carro do meu pai a noite com uma intensa neblina a uma distância de mais de 50 metros são visíveis as lanternas e os refletores.

    • Douglas

      O Grand Vitara dessa geração tem lanternas nesses espaços.
      Acredito que foi até 2003.

      • Gabriel Felipe Moretti

        No Grand Vitara até 2003 tem e tem um modelo do Jimmny que também é o mesmo, o duro é o valor de cada peça, as mais baratas não encontra por menos de R$ 600,00, e term que ser duas mais a instalação, pois o que eu planejo é deixar as setas como setas mesmo e as partes que seriam luz de posição e freio, colocar uma chave no painel, lugar para isso não falta, e ligar uma lâmpada para servir de luz de neblina, aqui em Curitiba e nas Serras ao redor tem muita neblina, e as vezes neblina misturada cm chuva, daí já viu a visibilidade a noite não passa de 20 metros.

    • Ilbirs

      Sobre estribos em carros mais altos, sei de um tipo de uso para o qual eles são válidos: se quem embarca nesse veículo for um idoso com limitações de movimento. Sei disso pelo meu pai e o quanto ele sofreu para entrar em uma Idea Adventure, cuja soleira é bem alta.

      • Gabriel Felipe Moretti

        Em caminhonetes ajuda muito, mas estes carros não são muito altos, e o estribo acaba mais atrapalhando que ajudando, pois são estreitos, só dá para pisar com a ponta dos pés, na hora de sair do carro a barra da calça sempre suja se não esticar bem as pernas. para este carro eles ajudam na hora de lavar o teto do carro, como não alcanço toda a extensão os estribos ajudam para não ter que pisar nos batentes da porta com os pés molhados.

  • Caio Azevedo

    Gosto de lâmpadas separadas para farol baixo e alto, para facilitar que outros me vejam quando pisco o farol (pra dar passagem ou algo do gênero).

  • Douglas

    Tanta coisa importante ai que é até difícil escolher o principal.
    Algo ai que aprecio e está cada vez mais raro são os repetidores de pisca, em geral os populares não têm e os mais caros passaram para o retrovisor.

    Acrescentaria:
    1-Vidros verdes
    2-Ajuste de altura do assento
    3-Marcha à ré sincronizada

    Lista de carros que ainda têm repetidor de pisca no pára-lama:
    Cruze
    Bravo
    Linea
    Amarok
    J2
    J3
    Chery(todos)

    • TDA

      Se considerar os usados, não esquecer os “Pejôzinhos” 206 e 207.

    • Ilbirs

      Como já disse em outra ocasião, vi uma vantagem do repetidor lateral localizado no retrovisor em vez de no para-lama: ser mais captável pela visão periférica por estar na altura da linha das janelas da maioria dos veículos, algo importante se o carro que estiver dando seta se encontrar no ponto cego do motorista ao lado. Graças a isso pude uma vez identificar um up! preto que se encontrava ao meu lado e que estava bem escondido, uma vez que a situação era de uma curva em estilo cotovelo, daquelas em que você naturalmente abriria o raio após contorná-la e o up!, como bem sabemos, é pequeno o suficiente para ficar bem escondido conforme o ângulo de uma curva fechada (na cor preta então, fica ainda mais escondido), mas a luz do repetidor de seta no retrovisor, justamente por estar na tal altura visível perifericamente da maioria das janelas, acabou permitindo saber que havia algo de estranho bem ao meu lado e também contornando a curva em questão.

    • Fmaia

      Lancer tb tem, aliás tem td q o bob gosta.

  • Leonardo

    Adoro ar-condicionado em rodovia, porém a baixa umidade me incomoda depois de um tempo, na verdade é a primeira vez que vejo alguém dizer que aprecia esta característica.
    Inclusive tenho curiosidade de viajar no 787 que tem ar mais úmido, possível devido ao uso de materiais compósitos na fuselagem que não sofrem oxidação, pois o que sempre me incomodou mais na viagem aérea é o ar extremamente seco das aeronaves.

  • Roberto Neves

    Meu Grand Siena tem a maioria dos itens acima. Uma exceção é o conta-giros do lado direito. Até hoje, um ano depois de tê-lo comprado, meus olhos procuram, especialmente na estrada, a velocidade do lado errado. Será por isso que acabo de receber a quinta comunicação de multa por abuso de velocidade? (Estou forçando a barra; este excesso de multas é devido ao excesso de pardais e radares que buscam aumentar a arrecadação)

  • Mauro Schramm

    Conexão Bluetooth, em minha opinião, virou item básico. Se tiver comandos de voz, melhor ainda.

  • Gabriel Felipe Moretti

    Esqueci de postar que também gosto e muito do painel deste carro, o conta-giros do lado esquerdo, o velocímetro no centro praticamente os dois do mesmo tamanho, e temperatura e combustível no direito, o medidor de combustível marca sempre a quantidade que existe, entrou no carro, olhou pro painel mesmo com ele desligado já sabe quanto de combustível tem, e o medidor de temperatura é gradual, marca todas as variações, passou do meio aciona a ventoinha com mais ímpeto, pois é daquele tipo que está sempre acionada.
    O limpador não tem este modo uma varrida o que é uma pena, mas tem regulador de velocidade dos limpadores no modo intermitente. quase 30 segundos no modo mais lento e no modo mais rápido apenas 1 a 2 segundos de intervalo entre cada varrida. Muito fácil de ajustar, com o tempo pega a prática. Os ajustes de temperatura, velocidade são por alavancas, rápidos e fáceis, o tipo de direcionamento é por botões, um para cada posição, o que me incomoda que sempre que seleciono o direcionamento para o pára-brisa automaticamente liga o ar-condicionado e com o motor ainda frio, no inverno em temperaturas quase negativas não é muito legal, pois mesmo com a seleção do ar quente no máximo leva uns bons 3 minutos para começar a sair algum ar quente.
    Seguem as fotos do painel. GM Tracker 2008.

  • Domingos

    Dobrar a perna é bem ruim, ainda mais se o carro tiver caixa de roda que ocupe todo o espaço próximo ao pedal de embreagem.

    Ter um espaço para isso é bem melhor. O que me lembra que outra coisa que irrita é ter o acelerador muito colado ao assoalho, de forma que você tem que apertar o pedal e o tapete junto – perde-se precisão, é incômodo e acaba com o carpete.

    • Cristiano Reis

      Já ia comentar isso, o Palio, até mesmo com o descanso do pé esquerdo, tem esse problema da caixa de roda que invade o local dos pedais que acaba deixando o pé da gente torto e cansa bastante.

  • Domingos

    Vidro verde mesmo no Brasil acabou, nos carros nacionais, com a moda do filme. Para que gastar os centavos a mais em tingir o vidro se o manezão vai simplesmente tacar o filme mais escuro possível?

  • Domingos

    Depois isso vira luxo de pobre, com eles cobrando por isso em acessórios ou em versões de topo meio sem sentido mesmo.

    Infelizmente sempre fomos um mercado de economias bestas, pobre de espírito, que mesmo agora com economia bem desenvolvida e pagando MUITO bem nos carros ainda temos essa cultura.

    Economizem com futilidade, com coisas opcionais. Não com itens básicos…

    • Tango

      Mas no Brasil são justamente as futilidades que vendem. Carro com rela no painel (daquelas bem simples em funções e sem GPS) mas com farol monoparábola custando mais de 90 mil reais. Não temos mais nem um simples “olho de gato” na parte interna das portas para refletirem os faróis dos carros quando abertas, mas o pessoal pira nos leds dianteiros, mas não pela função e sim por ser bonitinho. Poucos dão valor a abertura do capô sem a necessidade de ter uma vareta. Mas gostam dos piscas no retrovisor por ser coisa de carro importado até um tempo atrás. Mas nunca sentiram falta do repetidor na lateral do carro. Estética aqui conta mais que função. Muitos reclamam do banco inteiriço do Up mas não se ligaram no banco do Celta que não regula o encosto deixando pessoas mais altas em risco.

  • Mineirim

    Gosto de carro com motor “ronronando” até médios giros, mas “urrando” em altas rotações, com proporcional aceleração.

  • Silvio

    Em relação aos freios acho que os discos estão cada vez maiores, então acabam obrigando rodas um pouco maiores, mas o pessoal do marketing também exagera… Vi na Argentina uns anos atrás os i30 de lá usavam aro 14″ ou 15″, os daqui usavam só 17″…

    • Lorenzo Frigerio

      O maior disco que cabe numa roda aro 14 é 256 mm. Numa aro 15, 288 mm. Os últimos Astra saíram com 280 mm e tinham 140 cv. Carros com até 120 cv vão bem com 256 mm, mas hoje em dia eles vêm com rodas aro 15 e pneus 195, de modo que é difícil travá-las numa freada enérgica. Já um carro com discos de 288 mm e até 150 cv virá com rodas aro 16 com pneus até 215. Qualquer roda acima disso é exagero, pois o conjunto roda/pneu tem que ser suficiente para segurar o carro sem travar as rodas quando você senta a bota no freio. Se botar uma roda aro 17 com pneuzões, terá uma pequena melhora em estabilidade na curva, mas uma piora em aerodinâmica e maior atrito com o solo (e por conseguinte, nível de ruído e consumo).

    • CorsarioViajante

      Exato, roda 17″ com pneu fino já virou quase padrão nos médios por motivos estéticos.

  • Christian Bernert

    O meu item indispensável é: controlador automático de velocidade (vulgo ‘piloto automático’).
    Principalmente se ele for como o do meu carro, que é programável desde míseros 20 km/h, com indicação numérica do valor programado e com grande rigor e precisão na regulação da velocidade.
    O motivo é que hoje com as ruas e rodovias excessivamente vigiadas, adicionado aos insanos limites de velocidade, torna-se um martírio andar na velocidade permitida. Nestas horas o melhor mesmo é deixar que a eletrônica faça isto por você. Então com o ‘cruise control’ ativado você vira meio passageiro e pode observar mais o entorno, curtir a viagem de outra forma. Fazer o que, paciência né?

    • Caio Azevedo

      Qual é o seu carro?

      • Christian Bernert

        Olá Caio Azevedo. É o Golf Mk7. Suponho que outros VW com este recurso tenham a mesma precisão, mas gostaria de ter esta informação de quem possui estes carros.

        • CorsarioViajante

          No meu Polo não tem indicação numérica, mas é preciso e confiável.

        • Caio Azevedo

          No meu up! (move up!) não tem esse recurso. Acho que nem na versão topo tem.

    • Mineirim

      Já eu uso pouco esse recurso na cidade. Nas estradas de São Paulo dá pra usar bem. Nas de Minas, quase impossível, devido às curvas, tráfego e mudanças constantes de limites de velocidade…
      Tive um Palio que apitava quando a velocidade fosse maior do que a programada pelo motorista. Para uso na cidade, acho mais interessante.

    • ussantos

      No meu carro o controle automático de velocidade tem duas funções: Manter a velocidade constante ou não deixar o carro passar de uma velocidade que você programa. Uso a segunda função na cidade, onde deixo o limite em 60 km/h e fico tranqüilo com os radares.

      • Domingos

        Lembrete: alguns carros regulam o controlador automático de velocidade por aquela real e não a de painel – que tem alguma porcentagem de erro.

        Nesse caso, programar para 60 já dá multa se o limite for 50 (os 7 Km/h de margem já teriam passado).

    • CorsarioViajante

      Também faço questão do controle de cruzeiro, não por ele me tornar “passageiro” mas sim por permitir que eu preste mais atenção ao trânsito do que à oscilação de um ponteiro a 50km/h. Uso muito na cidade e estrada e não abro mais mão deste equipamento.

  • Mineirim

    Bob,
    Fora de tópico: nas matérias do Ae têm aparecido uma propagandas em inglês sob o título “sponsored”, logo abaixo de “também poderá gostar de”. É proposital?
    Pergunto porque, uns meses atrás, apareciam em várias páginas da internet uns banners em russo e chinês. Pesquisei e descobri que era vírus no meu roteador. Tive que reprogramá-lo e mudar a senha do administrador.

    • Thiago Teixeira

      Também ta acontecendo comigo. Tanto no celular quanto to pc. Mas so o “sponsored”.

    • André Stutz Soares

      Está aparecendo para mim, também. Achei que havia sido incluído pela página, mas pelo visto não foi.

  • Leonardo,
    Sou o oposto a você nisso. O Rio de Janeiro, onde nasci, é muito úmido de outubro a abril, de maio a setembro é mais para o seco. Devido à alta umidade, jurei para mim mesmo NUNCA mais ir a Manaus.Fui uma vez para nunca mais, é o próprio inferno em forma de umidade relativa do ar. O ar dos aviões não me incomoda nada. Creio que a Boeing tomou essa providência mais em atenção às mulheres, que têm pavor de pele ressecada, acham que envelhece.

    • Leonardo

      Sou de São Bernardo do Campo e sempre achei a umidade agradável, já Manaus realmente é insuportável, talvez seja a umidade aliada ao calor absurdo.

      • Marco

        Também sou de São Bernardo do Campo. Aqui, a umidade é tranquila. Na praia já me sinto um pouco incomodado; em Salvador muito incomodado. Em Manaus, como o Bob disse, é um inferno. Acho que o capeta se abanaria por lá…haha

        Quando fui para lá, cheguei à meia noite. Ao sair do saguão do aeroporto, um calor insuportável. No outro dia de manhã, ao sair do hotel, bastava encostar a mão sobre a camisa que ficava a marca do suor. É ruim até para respirar. Sufoca.

        Sobre o AC. No meu carro, 80% do tempo ando com o AC ligado. As vezes abro o vidro para dar uma renovada. Nunca me incomodou. Em aviões já me incomoda um pouco.

        Mas para dormir, AC acho horrível. Não tenho o aparelho em minha casa, mas quando fico em hotéis, sempre deixo desligado. Prefiro muitas vezes dormir num calor forte – tem hotéis que as janelas não abrem – a ligar o AC durante a noite.

        • Fernando

          Realmente, a umidade puramente como sentimos já no planalto é mais suave, mas na praia a maresia tem incômodos de várias formas.

          • Fernando,
            Sabe que o ar de Armação dos Búzios (RJ) é muito mais seco que o do Rio? Quando eu ia muito lá, na viagem de volta domingo à noite, após 20 minutos de viagem, começava a melação.

          • Fernando

            Interessante!

            Como sou do planalto e não vou muito à praia, gosto disso quando chego lá, mas se ficar alguns dias já sinto bastante isso e dá vontade de voltar.

            Aqui por São Paulo, creio que já tenha ido a Paranapiacaba, onde no meio da serra, é neblina e garoa por boa parte do tempo. No verão fica bem incômodo, parece que estamos num caldeirão de sopa. rs (só imagino como é na Amazônia).

            Para mim e a esposa que temos problemas respiratórios isso ajuda um tanto, desde que não no calorão insuportável.

    • Daniel S. de Araujo

      Em Manaus me senti como se estivesse em uma sauna.

      Aliás, quando estive em Manaus, do aeroporto ao hotel, pegamos um Opala 4 portas, taxi, que voava pelas avenidas, as 3 da manha…e o Opala tinha câmbio na coluna!!!

    • TDA

      Simplesmente horrível, já estive em Manaus em tempos de verão e não dá. Quente é pouco. Em qualquer lugar que estivesse era quente, mesmo em ambientes com ar-condicionado. Minha terra também tem alta umidade (menos do que Manaus) e muuuuuito sol o ano inteiro, ou seja, ar-condicionado dia e noite!!! Carro sem ar, nunca mais (já tive um, meu primeiro, nunca mais).

  • Mr. Car

    Também aprecio todos os itens citados pelo Bob, embora a posição do conta-giros me seja indiferente. Agora vou dar minha contribuição à lista de coisas apreciáveis em um carro.
    1- Painel completo.
    2- Que não tenha mecanismos à mostra, (como a máquina de limpador de vidro traseiro do Mille), e que tenha o porta-malas todo acarpetado.
    3- Interiores monocromáticos que não sejam o maldito “pretinho básico”. Vale marrom, vinho, e caramelo, embora eu goste meeeeesmo é dos bem clarinhos em cinza, bege, ou, suprema preferência, azul, como a Chrysler ofereceu na linha Magnum/Le Baron/Charger R/T, e no Polara.
    4- Retrovisores de bom tamanho.
    5- Luz de direção (piscas) em amarelo, ao invés de vermelho.
    6- Veludo nas forrações internas, ao invés de couro.
    Por enquanto, me lembrei destas.
    Para pensar: “Se queres conhecer a ingratidão do homem, ouve-o falar da mulher”. (José Maria Vigil)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=rB5rlL8vDAo

    • Caio Azevedo

      Interior monocromático é o ó. Fiz questão de pegar o Up! com a parte “baixa” dos plásticos na cor cinza claro. É muito agradável. Quando entro num Up todo preto, mesmo que tenha aquela faixa cinza no meio do painel, acho muito sem graça.

    • Fernando

      As luzes de direção em amarelo é essencial. Mesmo os com lentes fume iguais do Omega apareciam amarelos. Já vi uns Fusion vermelho é achei ruim.

      Isto mais parece uma mania do pessoal querer reiventar a roda. Se todos tão acostumados com amarelo por que colocar vermelho.

      • motstand01

        Não é questão de reinventar a roda, é que nos EUA, desde sempre, é costume ter luzes de direção vermelhas na traseira. Assim como faróis de facho simétrico (reto). Carros como Sentra e Fusion, feitos no México destinados aos EUA, vem pra cá com essa disposição de luzes simplesmente porque o CTB permite. Mas há bom senso na maioria dos casos. A Chrysler costumou importar seus veículos no padrão europeu de iluminação, mesmo os feitos nos EUA e México, vide Neon, Stratus e Dodge Journey. Inclusive com luz traseira de neblina. Mas recentemente lançou o 300C no padrão americano…

      • RoadV8Runner

        No caso do Fusion, isso deve-se à lei americana. Por lá, ainda são comuns os carros em que a lanterna traseira faz tudo com um único conjunto de lâmpadas: lanterna, seta e luz de freio, como eram os Opala até 1984, por exemplo. O que não gosto nessa condição é quando você freia e dá seta ao mesmo tempo, à noite, como para virar uma esquina.

      • CorsarioViajante

        Isso ocorre com carros fabricados nos EUA, onde isso é permitido. Por um “arranjo” burocrático, permite-se carros com luz de seta vermelha importados dos EUA (e México, se não me engano), embora seja uma opção do fabricante – a VW por exemplo adapta todos os seus carros neste sentido.

  • Fernando

    Ótimos pontos!

    Sobre o computador de bordo, eu até hoje não faço muita questão, pois nas 2 panes secas que já tive, na verdade o ponteiro dizia haver mais combustível do que havia, o que também pode acontecer nos carros com o computador, e assim haver até uma má leitura da quantia da autonomia. Hoje presto uma certa atenção para ver se o ponteiro do combustível se mexe como deveria…. rs

    Achei curioso sobre o ar-condicionado, geralmente o que a gente sofre é no contrário, a falta de umidade ser um problema(para a bronquite é algo que me complica).

    O repetidor de pisca, a função uma-varrida e o espelho convexo são das que para mim são mais importantes ao mesmo tempo para segurança e em ajuda nas condições adversas, o primeiro sendo no para-lamas é algo de baixíssimo custo e complicação, por mim seria até obrigatório. Vi muitos carros que em um chute de motoboy ou ralada na parede quebraram a lente do repetidor do espelho mais de uma vez, e o custo é bem maior do que o simples no para-lamas, sem nem ter visibilidade igual.

    Já para dar uma passada de limpador, costumo até o ligar e desligar brevemente do que fazer uma leve bombeada para lavar, pois tem alguns carros que nessa função fazem mais de uma varrida, e muitas vezes não é o que quero.

  • João Guilherme Tuhu

    Roberto, seu Siena está roncando o diferencial em média velocidade?

    • Roberto Neves

      Nunca ouvi, João, mas isso não quer dizer nada, pois sou deficiente auditivo. Abraço!

  • João Guilherme Tuhu

    Ninguém gosta mas eu aprecio: buzina na alavanca de seta. E hoje os pedais estão muito afastados, de uma forma geral. Atrapalha a bombada…

    • Bucco

      Coisas como regulagem da profundidade do volante ajudariam nisso. Eu, por exemplo, tenho as pernas longas e os braços curtos.
      Mas falando em pedais, um grande problema hoje é a falta de curso. Assim fica bem mais difícil de controlar com precisão e o que perde é economia

  • João Guilherme Tuhu

    E o que a Toyota está esperando para mexer nesse painel ridículo do Etios, que nem tem computador?

    • Domingos

      Certamente será lançado apenas na próxima geração ou grande reformulação, que deve ser o ano-modelo 2017 (portanto talvez em uns 6 a 8 meses). Não deve passar do 2018, visto que haverá o modelo automático.

      E, quando assim fizerem, vai ficar por mais seus 5 anos. A Toyota não gosta de mexer grandes detalhes ou características dentro de uma mesma geração, tanto para não investir mais em algo que logo sairá de linha como para vender a próxima.

      Deveria ter sido arrumado logo no lançamento. Se não foi é porque já planejavam isso.

      O pior nem é a falta do computador de bordo e sim a dificuldade de visualização, com o conta-giros por exemplo precisando virar a cabeça para ser consultado.

    • André Stutz Soares

      Rapaz… não fosse o painel, o Etios seria minha primeira escolha, na compra de um carro compacto que eu talvez faça ano que vem. Gosto do carro, que combina com aquilo que eu procuro na categoria dele, mas não aguento ficar sequer olhando para o painel, uma pena.

      • João Guilherme Tuhu

        Isso mesmo. É uma ótima compra – quando refizerem o painel.

  • Janduir

    O famoso olho de gato, depois que se acostuma é difícil dirigir sem… ar-condicionado e computador de bordo idem.

  • João Guilherme Tuhu

    Ah, farol dupla parábola é muito bom, quase essencial…

    • Roberto

      Não sei se farol alto e baixo em projetores separados é sinônimo de melhor iluminação. Por exemplo, o farol alto do Fiat 500 da minha esposa tem iluminação pior que o Ford Ka que tive alguns anos atrás (que era de parábola simples).

      • Eu sou da opinião do João Guilherme. Acho muito útil a dupla parábola.
        Acho que é porque quando o farol é simples, a gente “troca” o baixo pelo alto. No meu velho Monza era assim. Na Hilux de um amigo tbm, ao ligar o alto, a luz vai láááá na frente, mas a porção mais próxima do carro, e as laterais, ficam escuras. Quando se é separado, temos quatro luzes acesas.
        Meu Pugzinho 2004 tem o farol melhor que o da citada Hilux 2015 do amigo.

      • Domingos

        O farol do 500 é relativamente minúsculo para os dias de hoje. O Ka sempre teve faróis grandes, até a 2ª geração feita aqui no Brasil ao menos…

        Comparando tamanhos iguais ou equivalentes, dupla parábola é bem melhor.

      • Antonio Pacheco

        Roberto, eu já acho o farol alto do 500 da patroa muito bom, melhor que o do Gol novo, por exemplo. Mas isso depende da percepção de cada um, afinal, não sei se o farol do Ka era melhor que o do Gol, e por aí vai. Mas, como disse, gosto muito de viajar com o 500 à noite, não sinto falta de mais iluminação.

        • Roberto

          O que temos em casa é o mexicano, cujo farol alto é no mesmo conjunto ótico das luzes diurnas, ficando assim muito próximo do chão. No Fiat 500 polonês, se eu não me engano, o farol alto fica na mesma posição do farol baixo, me passando a percepção de melhor iluminação.

          Com relação ao farol baixo, não tenho que reclamar. Ainda mais contando com ajuste elétrico de altura. Em rodovias muito movimentadas, onde fica impossível utilizar o farol alto, acho uma maravilha.

  • joao

    Isso me irrita muito. Tenho astigmatismo e fico totalmente ofuscado com a luz de neblina na minha cara, até porque neblina não é algo constante onde moro e na grande maioria do tempo estão sendo mal utilizadas. Sei que é errado, mas jogo logo luz alta para ver se a pessoa se toca, em vão. As poucas vezes em que ocorre neblina não vejo uma luz dessa acesa, nem mesmo quando cai chuva. Por essas bandas essa luz deve ter algum dispositivo que a apaga na ocorrência de umidade, e a acende em tempo bom, quando não são necessárias.

  • Janduir

    Oh loco, 21km com etanol, na gasolina deve dar quase 30km/l, pc de bordo deve estar pegando ainda dados da gasolina…

  • Mineirim
    Vou verificar isso.

    • Ilbirs

      Bob, outra sugestão: deixar na página principal um link de acesso direto aos comentários, bem como a contagem dos mesmos, para que aqueles que já leram a matéria não precisem ficar descendo a vida toda para a tarefa de comentá-la.

      • Ilbirs

        Se servir de guia, que se veja como o pessoal do Autos Segredos faz em sua página de entrada.

    • Bob, se me permite, esses “Sponsored” são propagandas do próprio
      Disqus. Quem tiver como, é só instalar o AdBlock no seu navegador, vai eliminar esses
      “ads”.

      Não se esses anúncios geram receita para o AE, por isso sugeri o bloqueador. De toda forma, isso não faz mal algum, é só não clicar que não tem perigo.

      Abraço.

    • André Stutz Soares

      Veja aí, Bob. São estas, as propagandas.

  • RoadV8Runner

    Depois que se acostuma com espelho convexo na esquerda, fica impraticável dirigir carros com esse espelho do tipo plano. Nos EUA, onde o espelho do motorista tem que ser obrigatoriamente plano (?!), fiquei por cerca de uma semana dando pequenas fechadas ou tomando pequenos sustos até me lembrar que a porcaria do espelho do motorista era plano ao invés de convexo. Para evitar o problema, além de desgrudar as costas do banco, virava o pescoço para ter certeza…
    Mas pior do que conta-giros do lado direito é o carro não tê-lo. O Renault Twingo 2015 alugado que estou dirigindo não o tem, faz uma falta danada. Principalmente porque o valente motor 3-cilindros tem uma elasticidade ignorante. Preciso abrir a tampa do motor (traseiro!) para ver se o modelo está com a versão de 0,9 ou 1-litro. Confesso que imaginava ser o motor 1,2-litro, no mínimo. Estou tão empolgado com o carrinho que vou ver se consigo escrever algo do tipo “no uso” e envio para o AE (já usando a nova grafia do logo!).

  • Augusto

    Fui ver um Audi S3 Sedan. A garantia é de dois anos apenas. Não tem nem sensor de temperatura do líquido de arrefecimento no painel. E pelo que o vendedor me disse, nem no computador de bordo tem. Pode isso? Um carro esportivo, turbo, sem sensor de temperatura?
    E mais, lá fora esse carro tem sensor de estacionamento na frente, keyless, auto hold … A versão que vem para o Brasil não tem nada disso. O Golf GTI é bem mais completo.

    • Eles caparam o carro o máximo possível, para poder vender no Brasil. Esquecem que hoje dá para pesquisar tudo, rsrsrs

  • CCN-1410
    Bem, eu disse no final que viram outros “Dez…”. Há muito mais coisa que aprecio, por exemplo, pedal de acelerador com batente definido, sólido, ouve-se o “tec” no fim de curso.

  • Augusto

    A mídia especializada tinha que falar mais sobre esse assunto! Que história é essa de carro premium ter garantia de fábrica de apenas dois anos? O que você acha disso Bob?

    • Douglas

      Garantia muito longa só serve para gerar caixa para os concessionários, é igual a troca de óleo aos 5.000 km.
      Dois anos acho o ideal.

      • Piantino

        Mas segue a garantia quem quer, se você acha dois anos o ideal, siga o plano somente por dois anos. Se alguém acha que o melhor é seguir por todo o período, que assim o faça.

    • Domingos

      Melhor que tomar a facada com revisões de preço absurdo, embora realmente seria melhor que houvesse a escolha do cliente em continuar a fazê-las ou não. Num mundo ideal a garantia de um premium seria longa e o preço das revisões justo – de preferência, compatível ou igual a um veículo similar em características de marca “normal”.

      A questão toda é o quanto é pegadinha e enganação esse negócio de “premium”. Premium é Série 5, Classe E, Lexus V6 e V8 e outras coisas de altíssimo calibre que em geral são inacessíveis. A grife “premium” serve para cobrar mais e fazer imagem fora desses casos.

      Aí entra o cliente que compra porque está na moda, que eles sabem que fica com o carro por pouco tempo e portanto não adianta fazer plano de manutenção de preço contido junto com garantia longa porque será perder tempo e dinheiro.

      É uma enganação de mão-dupla, tal qual roupa de “luxo”.

      • Fred

        Exatamente. Se o carro já tem uma reputação, é confiável, garantia de 6 meses é mais do que suficiente. Não deu problema logo, não se preocupe que não dará mais (que seja objeto de garantia).
        Mais que isso é ficar preso nos absurdos preços das concessionária para trocar um simples filtro…

        • Domingos

          Se o preço for razoável, eu pessoalmente gosto muito de seguir o plano até mesmo fora da garantia se continuarem a manter bom atendimento e preços.

          Quando começam a viajar, se torna um estorvo. Ainda mais com a moda dos 6 meses agora. Mas aí deveria ser mesmo escolha do proprietário seguir ou não.

  • Acyr Junior

    Teto solar. Acho muito gostoso em dias frios poder viajar com o teto basculado e o ar quente levemente ligado. Não fica aquela sensação meio estranha de “sufocamento” dentro do carro. A renovação do ar é perfeita. Penso que para quem fuma (Bob), a exaustão proporcionada pelo teto solar também possa ser bem interessante.

  • Augusto

    Um dos significados de “premium”:

    Latim: premium; “prêmio”) Benefícios acima do esperado; quando tens vantagens sobre outros em uma determinada coisa. Usa-se acento circunflexo por causa do aportuguesamento da palavra em latim.

  • Fred

    Me lembro quando comprei meu primeiro Clio, lá por 2002. Eu diria que era um “milzinho premium” com os itens de série que nenhum 1.0 tinha, como o repetidor de seta no paralama. Aí via Ford ka (que tem projeto mundial) com uma plaquetinha “ka” de plástico cobrindo o buraco do repetidor no paralama… Por que, meu Deus?

    • Leonardo

      Pior é o meu Fiesta Street que tem o acrílico mas não tem o soquete, quando comprei ele achei que a lampada estava queimada e qual não foi a minha surpresa ao desmontar e descobrir que era “enfeite”, coisa que deve custar uma mixaria pra fábrica, realmente lamentável.

  • Fat Jack

    Todos os itens que o Bob citou são extremamente bem vindos (só substituo o conta-giros a esquerda pelo painel de instrumentos na “posição certa”, ou seja a frente do motorista – e possivelmente por força do hábito prefiro-o a direita, mas não me incomodo nem um pouco caso contrário).
    Me incomoda mesmo a falta de um indicador de temperatura “confiável” (pior que um indicador “anestesiado” é sua ausência).
    Quanto ao computador de bordo, pra mim, ainda cabe a ressalva de que o mesmo tem de ser de fácil acionamento (acho perfeito seu acionamento através de um botão na ponta da chave do limpador como meu “Old Logan”).
    A direção assistida, em alguns casos (em que são mais pesadas) até têm uma relação boa como a dos Fiestas antigos, dando-lhes boa agilidade (claro, aliado também ao seu entre-eixos curto).
    Repetidor de seta e a faixa degradé a meu ver deveriam mesmo é serem obrigatórios.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, sua lista é a minha lista também.
    Acrescentaria a sua lista, um bom motor, com boa “pega” em baixa rotação mas que gire sem ficar “aspero” em altos giros (o AP é bom nisso). Iluminaçâo discreta no painel, sem ser apagado mas sem ser árvore de natal (eu gosto da iluminação em verde) e uma transmissão bem escalonada, com engates em um H bem definido.

  • Marco R. A.

    Regulagem de altura e, principalmente, profundidade do volante. Dirigir com os braços esticados em longas viagens é a morte para meus ombros.

  • Humberto

    São muitas coisas que eu aprecio em um carro. Mas a principal delas é o mais tradicional possível. O velho, prazeroso e simples câmbio manual.

    Humberto “Jaspion”.

  • Alessandro Peres

    Impressionante como a maioria dos itens listados são de baixíssimo custo e são muito difíceis de encontrar em um único modelo, a maioria não os possui.
    Lastimável!

  • Alessandro Peres

    Aliás, alguém sabe de algum modelo que possui todas estas virtudes?

    • Vinicius

      O 307 tem quase tudo. Deve o degradê.

    • Domingos

      Golf em muitas gerações, Focus em algumas, Civic e Corolla também em muitas gerações. Médios de tradição e qualidade costumam acertar isso, por mérito em fazer direito e exigência.

  • Nora Gonzalez

    Bob, sua lista parece sob medida para mim. Perfeita! Adoro ar condicionado seco – talvez trauma de ter morado em Buenos Aires, com paredes que suam de tanta umidade. Punta-tacco desisti, mas acho que meu pé é que é pequeno. Sinto falta do vidro degradé, assim como acho fundamental apoio para o pé esquerdo – às vezes improviso quando tenho bolsa pequena, mas não é a mesma coisa e ainda por cima amasso o que vai dentro.

    • Cristiano Reis

      Nora, apesar de alcançar ambos os pedais, nunca consegui fazer o bendito do punta-tacco, já vi vídeo no youtube, pesquisei em sites, mas nada de sair… Me dá uma tristeza quando eu vejo aqui nos Disqus da vida o pessoal falando sobre…

      • Domingos

        Começa a tentar que sai. Tem carro que sai realmente telepaticamente, como os com acelerador no assoalho – como o Bob sabiamente colocou de foto-ilustração – e tem carro que é meio acostumar mesmo.

        Outros são quase impossíveis.

  • Fat Jack

    Excelente acréscimos!
    Concordo com todos!

  • Domingos

    Quanto mais quente trabalhar dentro de um nível onde não haja detonação e nem ferva nada/alguma coisa trabalhe mais quente do que poderia, melhor.

    Fords e Renaults também tinham motores trabalhando a mais de 100 graus, 105 acho. Na Fórmula 1 os antigos aspirados trabalhavam a coisa de 110 graus, o que ajudava na eficiência.

    Se não me engano ninguém trabalha mais com 90 graus hoje em dia, sendo tudo de 95 para cima.

    Quanto menos calor perder para a água, menos energia perdida.

    • Thiago Teixeira

      Então. .. meu Duratec não passa de 90.

  • Marco

    Evidentemente que aprecio muitos outros itens, mas os essenciais:

    1. Ar Condicionado;
    2. Direção assistida;
    3. Espaço para apoiar o pé esquerdo. Não há necessidade da “prancha” da foto acima. Basta um espaço para não precisar ficar com a perna encolhida;
    4. Direção com regulagem de altura e profundidade e que de preferência fique bastante vertical. Acho péssimo dirigir estilo minivan ou kombi.
    5. Conta-giros. Se for do lado esquerdo, melhor.
    6. Limpador uma varrida.
    7. Faróis dupla parábola. Quem já dirigiu um Uno dos novos em estradas completamente escuras, no “meio do nada”, sabe o quanto é ruim – e fraca – a iluminação;
    8. Luz de neblina traseira.

    Logicamente que um apoio de braço, vidros e espelhos elétricos, um bom revestimento, etc. são muito bem vindos, mas dá pra viver sem, numa boa. Mas os itens acima são primordiais.

    • Bucco

      Não entendo de faróis. Mas admiro os do nosso Clio 2008.

  • Domingos

    Não sei se é o ar seco ou o ar “reciclado”, mas tenho o mesmo problema. Irrita muito e não só a pele.

  • Christian Bernert

    Estranho. Tenho 1,90 m também. Mas acho a faixa degrade muito útil. Na minha opinião deveria ser item de série.

    • Ilbirs

      Pode ser que cada um de vocês tenha proporcionalidades corpóreas diferentes e isso ocasione para duas pessoas de mesma altura que os olhos acabem atingindo pontos diferentes do para-brisa. De repente, um cara de 1,90 m com tronco longo e pernas curtas para a tal altura vai sentado ficar com os olhos mais para cima do que alguém de mesma altura e pernas mais compridas para um tronco mais curto. Poderíamos aqui inclusive pensar em comprimento de pescoço na jogada. De repente temos dois caras de 1,94 m e um deles tem um pescoço proporcional ao resto do corpo, enquanto o outro é o goleiro Cássio, do Corinthians, que tem pescoço curto para tal altura, significando que seus ombros ficam mais para cima do que os do outro cara que tem a mesma altura.
      Uma coisa que seria importante valorizar é um grande número de regulagens tanto de banco quanto de volante, justamente para que pessoas de diferentes proporcionalidades corpóreas consigam se acomodar bem. Se um banco tiver regulagem de altura com grande variação (preferencialmente com dois campos independentes no assento, podendo ficar mais “poltrona” ou “concha” conforme o gosto do motorista), regulagem de extremidade de assento (pense naqueles bancos Recaro que víamos nos Gols GTS e GTi, bem como nos Kadetts GS e GSi), volante regulável em altura e profundidade mais uma regulagem lombar (aqui considerando as diferentes inclinações dessa região da coluna vertebral conforme a pessoa), creio que a imensa maioria das pessoas irá se acomodar muito bem e não terá reclamações.

  • Roberto Alvarenga

    Concordo em grande parte com os itens já colocados neste artigo e no anterior, e tenho minha listinha de coisas apreciáveis também:

    1. Regulagem de distância do volante. Tenho 1,75m, em alguns modelos é necessário.

    2. Luz de ré nas duas lanternas traseiras. Já tive o desprazer de quase ser atropelado por um Celta por não ver a luz de ré acesa no lado oposto de onde estava passando.

    3. Difusores do ar condicionado em posição elevada (ao contrário do que ocorre nos Fiats Palios mais antigos). Pra mim, o ar condicionado refrigera muito melhor quando o fluxo vai para a parte superior do habitáculo, e não para o joelho dos ocupantes.

    4. “Dimmer” da iluminação do painel. Nada pior do que dirigir à noite com uma “árvore de Natal” na cara.

    5. Luzes de cortesia no porta-malas e no porta-luvas. Um mimo barato e extremamente útil. Aliás, acho que os carros deviam vir com luzes de cortesia no cofre do motor também, caso seja necessário realizar algum reparo em local escuro.

    6. Pneus “na medida certa”. Não gosto da ideia de mexer na medida dos pneus e das rodas por estética ou em nome da “esportividade” em modelos sem nenhuma vocação esportiva. Os pneus devem garantir segurança, conforto e estabilidade.

    7. Cintos de segurança com regulagem de altura da ancoragem na coluna. Sim, ainda temos modelos que não vêm com isso!

    8. Luzes do indicadores de seta separadas (direita / esquerda). Por puro TOC, desde que fui apresentado às luzes separadas no painel do meu velho Astra, não consigo conviver com a luz única.

    9. Suspensão na altura certa. Nada de carros erguidos (“aventureiros”), muito menos rebaixados (ainda menos aqueles rebaixados em fundo de quintal).

    10. Travas elétricas. Ainda mais indispensáveis em carros de 4 portas.

    • Lucas dos Santos

      Me identifiquei com o seu “TOC” do item 8. Nunca consegui aceitar o uso de uma seta dupla como indicador. Tive enorme satisfação quando vi, pela primeira vez, um carro com os indicadores separados!

  • Eduardo Palandi

    concordo plenamente com a maior parte da sua lista, Bob. só não faço tanta questão do computador de bordo e do conta-giros à esquerda (sem preferência específica quanto a este). como alguns comentaristas já citaram, também eu incluiria, na minha lista, controlador/limitador de velocidade (útil para dirigir de forma mais relaxada em estradas e para escapar da sanha arrecadatória estatal em qualquer via).

    • Domingos

      Hoje o limitador sai ao custo de um botão no painel ou no volante. Poderia ser algo a sair em todos os modelos, com acelerador eletrônico é super fácil que isso venha de série.

      Ajudaria em todas as cidades hoje, cheias de radares.

  • Lucas Sant’Ana

    Bob, você nem respondeu sobre o câmbio 5+E, sei que você aprecia o 4+E e pensei que um 5+E agradaria a todos (falando do manual).

    Meio Off: gostaria que a Ford tivesse feito uma picape à la Oroch com o EcoSport “um e meio”, uma EcoPampa!!

  • Augusto,
    Garantia é discrição do fabricante. Quem achar a garantia insuficiente não é obrigado a comprar, não acha? Por isso acho que essa questão não merece análise, muito menos crítica. Lembro que a garantia legal é de 90 dias. O que passar disso é garantia contratual. Quem deve regulamentar esse assunto é o Rei Mercado.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Fora que garantia é uma faca de dois gumes. Ficamos presos às manutenções nas concessionárias que nem sempre têm preços ou serviços bons.

  • Uma coisa que gostava muito nos Opalas era esse pedal do acelerador pivotado do chão, conforme figura 6, muito bom de usar, e que nunca mais vi em carro nenhum carro, exceto o Honda Civic e os BMW. Alguém pode me explicar por que as fabricas não usam esse tipo de pedal?
    Ultimamente o que tenho considerado essencial é: 1) Ar condicionado; 2) Bancos Macios; 3) Volante com regulagem de profundidade; 4) Silencio à bordo! Só!

    • CorsarioViajante

      Jetta 2.5 também tem acelerador pivotado.

    • Lorenzo Frigerio

      Acelerador pivotado é típico de GM clássico americano; o meu Oldsmobile Cutlass 1967 tem.

  • Rafael Ramalho

    Bob, na parte: “..Kadett 1992 que tive e depois de alguns sustos por ponto cedo”, acho que quis dizer “cego.”

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Pomo da alavanca do câmbio em forma bem anatômica e toque agradável é algo que me conquista. Desde a “bola de golfe” do Gol GT, até hoje uma referência agradável para mim, eu valorizo este item. Mas muito melhor quando as marchas engatam com absoluta precisão, como um Polo 2003 que tive, o mais delicioso engate que conheci.

  • Lindercy Lins

    Minha lista:

    1. Freio ABS;
    2. Câmera de ré e sensor (para quem tem animais e crianças, é segurança)
    3. câmbio automático; (não tenho mais cartilagem no tornozelo – artrose – para pisar na embreagem)
    4. apoio de braço no banco. (tenho artrose nos ombros, preciso de apoio para diminuir desconforto)
    5. banco bipartido (carregar bicicleta e objetos grandes)
    6. air bags;
    7. volante regulável com assistência;
    8. porta-trecos;
    9. motor com bom torque;
    10. ar-condicionado.

  • Lucas dos Santos

    Minha contribuição:

    1. Volante que permita encaixar os polegares na posição “nove-e-quinze”:
    Não importa o número de raios. Mas se for de dois raios não pode ser “V invertido”. Esta disposição pode até facilitar a leitura do painel, mas oferece pouca ou nenhuma ergonomia.

    2. Luzes-espia individuais para as setas:
    Se eu liguei a seta da direita, quero ver apenas a luz correspondente a ela piscando no painel. Para a seta da esquerda idem. Utilizar o ícone de uma seta dupla para indicar qualquer uma das direções sempre me causou estranheza. Felizmente, acho que todos os automóveis fabricados hoje em dia já trazem as luzes-espia de seta separadas.

    3. Piscas nas extremidades da dianteira do carro:
    Característica cada vez mais rara hoje em dia. Até o momento não vejo razão para se posicionar as luzes de direção voltadas para o centro da grade dianteira. Nas extremidades, as luzes passam a “mensagem” de forma clara e direta, sem falar que são mais fáceis de visualizar.

    4. Engate da marcha a ré no mesmo canal da 5a. marcha (em câmbios de 5 marchas, óbvio):
    Muito mais intuitivo assim. Não vejo vantagem prática em se dedicar um canal separado para a marcha a ré, enquanto a quinta marcha fica sozinha em outro canal. Deixa as duas juntas e economiza-se um canal (e uma trava).

    5. Instrumentos de fácil leitura:
    Quanto mais simples, melhor. Não há por que encher de enfeites e cores no painel. Aqui a função precisa preceder sobre a forma.

    Essas foram as características que lembrei agora. Mas deve ter mais, muito mais!

    • Ilbirs

      No caso de seis marchas, prefiro que a ré esteja em um canal separado ao lado da primeira marcha e com anel de acionamento, inclusive porque isso deixa o H com haste mais longa e as marchas mais fáceis de achar, especialmente a quinta e a sexta. Se for uma daquelas caixas de seis marchas que na prática é a de cinco com mais um par de engrenagens (vide MQ200-6F do Fox reestilizado), a versão com uma marcha a menos acaba indo de reboque.
      Em câmbios de seis marchas com a ré ao lado da sexta engatada para baixo e apenas com trava interna, há o problema de por vezes, devido às posições das marchas estarem muito próximas entre si, você acabar levando a alavanca para o fim do canal e se deparar com uma ré travada em vez da sexta, justamente pela posição natural da última marcha à frente ser basicamente aquela, quando na realidade está antes pouco antes do fim do canal.

      • Lucas dos Santos

        Sobre os câmbios de seis marchas, compartilho da sua opinião.

        Se bem que não lembro de ter visto algum câmbio com a ré ao lado da sexta… Saberia me dizer quais carros utilizam essa configuração no câmbio?

        • Felipe Rocha

          Fiat 500 polonês utiliza a ré ao lado da sexta, no mexicano a ré fica no mesmo lugar, mas sem a sexta. A ré fica fora do canal da quinta…

        • Ilbirs

          Os da Honda são assim:

          http://quatrorodas.abril.com.br/galerias/imagens/646_civic_04.jpg

          Acaba acontecendo de as perninhas do H ficarem muito próximas entre si e a ré ficar em uma posição meio inconveniente. Compare-se isso com a caixa de seis marchas da Renault-Nissan, que tem a ré do lado da primeira e engatada após acionar-se um anel:

          http://edgblogs.s3.amazonaws.com/quarentena/files/2011/08/comparativo_11_08_575x400_c_flu.jpg
          Essa última caixa tem as marchas bem claras, com as duas últimas distantes o suficiente das duas intermediárias para que fiquem bem claras e difíceis de confundir. Aqui é um tipo de confusão parecida com a que temos em alguns câmbios de cinco marchas em que as duas primeiras ficam muito perto de terceira e quarta e por vezes pode ocorrer de você sair em terceira achando que engatou a primeira.

          • TDA

            Provavelmente os Hondas tenham a ré ao lado da sexta por conta da mão inglesa. Dessa forma a ré ficaria ao lado da perna esquerda do motorista, como se fosse ao lado da primeira para nós.

          • Lorenzo Frigerio

            Esse da Honda é de matar. A ré e a primeira devem ficar próximas, para ajudar nas manobras.

  • Fernando

    Como diz um amigo meu, é a economia de palito. O Ka teve o repetidor de seta e a Ford não considerando algo de segurança vital a todos modelos, resolveu que a capinha(que devia ter quase o mesmo custo do repetidor) era o certo a se fazer e o removeu…

    Ainda mais em um carro cujo indicador de direção fica entre o farol e a grade, e não na borda, como seria lógico.

    • No Peugeot 206 é assim também. A luz do pisca fica lá na meiuca, perto do leão, rsrsrsr.

      Mas pelo menos tem os indicadores laterais.

  • Alex Ctba

    Ótima lista Bob, também não consigo “viver” mais sem computador de bordo. É o que me irrita mais no novo Ka da minha esposa, a falta de computador de bordo. E para agravar não tem também indicador de temperatura. Muito pobre o painel de instrumentos do novo Ka. Um carro tão bom mecanicamente, mas peca pela falta desses ítens básicos. Falta ainda os repetidores de seta, luz de neblina traseira e a faixa degradê. Acho que é um carro que irritaria o Bob rsss

    VW e Fiat, foram (ainda são) líder de mercado por muitos anos, porque depois que a Ford e GM começaram sua cruzada de corte de custos, tiraram esses ítens de seus carros de entrada, enquanto as duas primeiras, mantiveram um bom acabamento nos seus modelos populares.

    Lembro que muitos carros populares no começo dos anos 2000, tinham repetidores de seta no pára-lama dianteiro, como o fiesta, clio e ka por exemplo.

    Incrível, li quase todos os comentários e ninguém citou o GPS. Será que só eu ache esse ítem, assim como o Bob acha o computador de bordo, indispensável ?

    • Thiago Teixeira

      Cara, acho que a GM é a 2ª em vendas e a VW a 3ª.

    • CorsarioViajante

      Acho que os celulares hoje suprem a falta de GPS no carro.

      • Cristiano

        Para mim, o GPS é completamente dispensável. Não uso, não gosto, e nunca utilizaria.

        • CorsarioViajante

          Eu sou o contrário: uso muito, gosto e utilizo cada vez mais. Mas depende da rotina, como vou em muitos lugares diferentes, inclusive em cidades diferentes, é uma mão na roda.

        • Alex Ctba

          Cristiano, só uma curiosidade, como você pode afirmar que não gosta se nunca usou?

          Para mim, o GPS é uma daquelas coisas benditas que vêm com a tecnologia. Basta atualizar periodicamente o software e não ser 100% dependente das informações. Muitas vezes eu tomo as rédeas do percurso, e não me importo com o indefectível “Recalculando” que ouço a cada vez que isso acontece.

          Ficar dependendo de mapinha no papel, folhas que eu imprimia no google maps para achar um endereço, e também de ficar parando para pedir informação, não faz mais parte da minha vida.

          • Lorenzo Frigerio

            Eu absolutamente imprimo esses mapas do Google. Se você erra alguma rua no GPS, complica dirigir e usar o aparelho. Você escuta as ordens mas não enxerga o mapa, porque está guiando, e tem saídas escondidas. Aliás, eu tenho total ojeriza a digitar qualquer coisa num smartphone, mesmo porque não enxergo bem de perto. Certamente um não substitui o outro. Você pode usar o Waze, mas é bom ter o mapa na mão.

  • Ilbirs,
    Boa idéia! Vou ver isso.

  • Rafael Ramalho,
    Opa, é mesmo, vou consertar. E obrigado!

  • Lucas Sant”Anna
    Falta de tempo apenas, ainda falta ler os vários comentários.
    Certamente que gosto de câmbios “n+E”. Por isso é que eu disse no final que haverá outras matérias desse tipo. Ficaria interessante mesmo um “Oroch” derivada do EcoSport.

    • Lucas Sant’Ana

      Certo Bob, obrigado por responder e me desculpe se fui insistente. Seria interessante uma lista dessas para fazer o carro perfeito, um item que colocaria seria um limpador no vidro de trás em sedãs como nos hatchs, acho que vai aparecer cada loucura kkkk.

  • Christian Bernert

    Acredito que pouca gente saiba, pois poucos são os que lêem o manual de instruções do carro, mas a Chevrolet introduziu uma função de extrema utilidade em alguns modelos há cerca de 10 anos.
    É o temporizador programável do limpador de para-brisa.
    Funciona assim: você liga o limpador no modo intermitente e logo após desliga. Aguarda o tempo que for necessário para que o para-brisa necessite de uma nova varrida e então torna a ligar o limpador no modo intermitente. Pronto: o limpador irá funcionar sempre repetindo o mesmo intervalo de tempo que você programou.
    Aposto que a maioria dos proprietários de Meriva e Zafira não sabem desta função. Já os modelos atuais da Chevrolet não sei se contam com este recurso tão útil.

    • Paulo Eduardo Bandeira de Mell

      Essa eu não sabia. Vou testar na minha “Moby Dick” (Zafira). Abraço!

    • Paulo Eduardo Bandeira de Mell

      Na minha não funcionou. Deve ser por causa do ano de fabricação (2004). Mas ela é modelo 2005.

    • João Carlos

      Lembro deste recurso. Tentaram, literalmente, reinventar a roda do sistema de intermitente variável por meio desta, já existente na época.

      Outra inventada de moda da GM era o sistema de alívio de pressão, com leve recuo do vidro da porta oposta à que se vai fechar. Desnecessário pois todo carro tem saída de ar de cabine, exceção do Opala cupê e nosso primeiro Vectra.

      Outra coisa que ninguém nota é a partida assistida, em que não é necessário segurar a chave. Se na entrega do carro não é demonstrado, nunca é usada.

  • Clésio Luiz,
    Certamente, óculos escuros independem da faixa degradê. Nunca tive dificuldade em enxerga algo mais alto.

  • Leandro Manzini

    O brasileiro não tem condições de operar um carro com luz traseira de neblina

    • Milton Evaristo

      Olha a síndrome de vira latas.

      • David

        Não tem mesmo. Aqui é tudo o contrário Ligam essa porcaria de luz quando não tem neblina ou chuva forte e quando tem neblina ou chuva forte SEQUER ligam o farol baixo. O Contran deveria ter uma proibição de luz de neblina traseira nos carros.

        • Felipe Rocha

          Isso é falta de instrução, é o cúmulo quando está chovendo torrencialmente e o pessoal liga somente os faroletes…

  • Caio, aguarde meu próximo artigo. Vou falar exatamente sobre isso.

  • Clésio Luiz

    Christiano, sinceramente não escrevi nada entre-linhas. O que foi que você entendeu de diferente?

    • Cristiano Reis

      Que se o Bob diz que óculos escuros substituem as películas nos vidros, ele não pode reclamar de não ter faixa degradê, é só usar óculos escuros tmb… Assim, entendi isso, não estou dizendo que foi o que você quis dizer. 🙂

  • Davi Reis

    No Fox também é assim. Com o controle ligado, o hodômetro total sai da tela e no lugar fica a velocidade programada, em negrito se ativada ou normal se “em espera”.

  • Davi Reis

    Mesma coisa no Gol 1994.

  • Beta Romeo

    Eu gosto de volantes e pomo de câmbio com aquele material emborrachado que era padrão até em carros de entrada há alguns anos. Agora fazem em um plástico rígido e bem rugoso em alguns carros e deixam revestimento em couro destes componentes como opcional.
    E uma coisa meio boba, mas gosto quando a lanterna tem seções de luz de posição e de freios separadas. À noite fica mais claro a diferença mesmo com a terceira luz de freio.

    • Lucas dos Santos

      Bem lembrado essa da luz de freio e de posição separadas! Também prefiro assim.

  • Bucco

    Só considero bom o item 6 e 7.

    O 8, o espelho convexo só é bom se não for o único. O principal deve ser plano para não alterar o tamanho real. Alguma vesguice e miopia não deve impedir ninguém de dirigir e maior parte do uso do carro não é em pista multifaixa. O pessoal tem que dobrar o pescoço na hora do ziguezague.

    Pára-brisa bem construído, o que é exceção, inutiliza o degradê.

    A direção até pode ser rápida mas ajustada de modo que NUNCA seja mais leve do que uma direção lenta. Quer dizer. a assistência será maior devido a relação, mas não tão maior a ponto de ficar mais leve do que a lenta. Isso seria totalmente antinatural.

    O March tem a direção tão leve e razoavelmente curta que a viagem se torna mais cansativa devido ao cuidado que tu deve ter com o volante. O Clio e o penúltimo Corolla tem as coisas muito mais bem acertadas.

  • Bucco

    Gosto do meu pé no ângulo do chão quando não estou usando, qualquer coisa a esquerda dos pedais é estorvo. O mesmo vale para o console na direita.

  • Meu “pejozinho” só não tem os itens 4 e 10!

    Sobre o computador de bordo, nunca tive um carro com ele, então não sei dizer se faz falta. Já a faixa degradê, isso faz falta sim. Meu Monza tinha, e o 206 não tem. Um amigo, dono de um 207, “fez” uma faixa com Insulfim, ficou mais feio que bater na mãe, aí não quis colocar no meu…
    Gosto demais desse carrinho, caraca, rsrsrsrsrs… Ele pode ser apertadinho e não ser potente, mas seu motorzinho 1,4 (gasolina) dá conta do recado, o bichinho é bom de chão e confiável.

    • Guilherme Keimi Goto

      Mike,

      Vale a pena conhecer o computador de bordo. Além da autonomia, você ainda pode checar o consumo médio e instantâneo. Ajuda ate’ a controlar o pé se o carro não tem controle de velocidade de cruzeiro.

    • TDA

      Há controvérsias, meu caro Mike rs. Tenho um 207 que é o mesmo espaço interno do 206 e não me sinto apertado nem na frente nem atrás e o porta-malas, bem, não dá pra fazer milagre, não é? O jeito é levar menos bagagem. E o 1.4 L é muito bom mesmo, leva o carrinho bem de boa.

  • pkorn

    Alguns carros nacionais tinham esses ‘essenciais’ e os perderam ou foram simplificados…

  • Domingos

    É muito mais caro pivotear por baixo, tendo que fazer um apoio e estrutura exclusivos ao pedal do acelerador, que ainda por cima tem que ser fisicamente muito maior (o pé vem de baixo, se for menor não se alcança ou ficaria horrível) e tem ainda a questão de colisões onde o pedal suspenso pode ser facilmente programado para desmontar/quebrar e o pivoteado por baixo simplesmente terá que não ser invasivo.

    Porém é, sim, MUITO melhor. Porsche é assim também. Punta-taccos telepáticos, precisos e também é bem melhor o descanso do pé.

    O que faz lembrar que o Civic de 8ª geração batia em quase todos os pontos dessa lista de coisas boas/essenciais. Em versão manual seria perfeito se não fosse pelo painel meio espaçonave.

  • Domingos

    Dica extremamente útil, mas é propensa essa função a ficar com a temporização errada. Se o motorista não souber dela, corre o risco de programar sem querer intervalos ou muito grandes ou pequenos demais (embora devem ter previsto isso e não devem acontecer extremos, provavelmente são impossibilitados).

    • Christian Bernert

      Se você acionar o temporizador sem ter conhecimento da programação não terá problema. O tempo será o padrão (eu medi uma vez mas não lembro exatamente quanto era, acho que 6 ou 8 segundos). Se você programar por engano também não terá problema pois ao desligar ele volta ao tempo padrão.

    • Fat Jack

      Não deve tal programação constar do manual do veículo? Aquele que nós bem sabemos grande parte dos motoristas não sabe que existe e outra grande parte sabe que existe mas nunca abriu…

  • Thiago Teixeira

    E se desconsiderar a perda de força, a medida que atrasa o ponto o som do motor começa a ficar mais musical.

  • Thiago Teixeira

    Em quanto você estima esse custo? Só pra ter idéia..

    • Thiago é aí que a coisa pega. Eu trabalho há mais de 20 anos por conta própria e aprendi a colocar tudo em conta. Não é só o que eu ganho. Tem o computador, tem o software, tem o carro de desenvolvimento, tem o combustível, tem o scanner profissional de apoio, tem os instrumentos de medida, tem o local de trabalho, tem a infraestrutura de internet.. E ainda tem que pagar imposto!
      Se colocar essas contas na ponta do lápis, eu ganharia um mínimo, o custo hora em valores de hoje não sairia menos de R$ 100,00 a hora. Agora coloca esse custo ao longo de meses de trabalho.

      Um mês de trabalho tem em média 22 dias úteis. A 8 horas de trabalho, temos 176 horas. São R$ 17.600,00.
      Isso seria mais ou menos o gasto de uma empresa com um funcionário ganhando um salário de R$ 8.000,00, mas no meu caso seria ainda menos porque nesse valor estou colocando meus custos de desenvolvimento.

      Pensando em valores mais realistas, o valor subiria pra uma faixa de R$ 20.000,00 a R$ 25.000,00 (veja bem isso não é só salário).

      Se você pedir desenvolvimento específico pra uma IBM ou para uma parceira da SAP, isso é dinheiro de pão, e é nada perto do patrocínio de uma Stock Car, por exemplo.
      Mas no Brasil, colocar dinheiro nessas iniciativas é “ser burro”. Então nunca temos nada de valor.
      Esse é o preço da inovação e brasileiro acha que inovação é coisa de burro porque compra pronto baratinho ou de graça do americano ou do chinês.

      Eu tive empresa de software por 12 anos e saí do ramo por causa disso.

      Desenvolver um software desses dá prazer, porque é algo novo, que ninguém tem e estaríamos inventando tudo do zero. Tem muito de descoberta de novas possibilidades. É algo colaborativo que dá pra fazer junto com os leitores.

      No caso especifico desse programa, isso é o que chamamos habitualmente de Big Data. É pegar uma quantidade absurda de dados, “mastigá-los” até reduzí-los a dados sintéticos realmente úteis.
      E para isso é preciso uma inteligência que saiba relacionar os dados “crús” para chegar aos dados sintéticos.

      Só que alguém tem de pagar as contas. E é aí que o bicho pega…

      • Domingos

        Mercado de software e de informática também é predatório além disso. Você faz por 20 mil, vem um zé e copia tudo e vende por 10.

        Ou então, como você mesmo falou, vão se comprando coisas prontas já a preço bem menor ainda que a longo prazo isso não seja a melhor escolha e te limite nas opções – nenhum coletor de dados OBD faz banco de dados ou mapa de PME e se comprar o que tem vai continuar assim…

        Às vezes é um mercado de meter as caras e vê se dá sorte ou se dá certo mesmo…

        • Domingos, mercado de software é assim:
          O cliente quer um software que eu preciso desenvolver do zero. São meses de programação.
          Aí estudo o caso e chego num valor. R$ 50.000,00 por exemplo.
          Levo para o cliente e ele sempre tem o sobrinho da vizinha do cachorro da vovó que faz por R$ 50,00.
          Eu sempre mandei o cliente pegar o moleque, mas nisso perdi meu tempo. Dá muita raiva.

  • Alex

    Eu me referi a carros de entrada, era sobre esse segmento que eu chamei atenção ali acima.

  • marcus lahoz

    Bob eu gosto da sua lista. Colocaria mais alguns:

    – Silêncio em baixo giro e um ronco esportivo baixo em alto.
    – Motores elásticos.
    – Cãmbio manual com bons engates.
    – Câmbio automático de qualidade, mais de 6 marchas, acionamento suave, e principalmente opção de trocas manuais sem intervenção.
    – Controle de velocidade de cruzeiro.
    – Painel com fundo preto.
    – Apoio de braço para o banco do motorista.
    – Faróis duplos.
    – Freio a disco nas 4 rodas.
    – Rádio com botões.

    • Domingos

      Freio nas 4 e motores com essas características realmente agradam! Fazem do carro uma experiência bem mais equilibrada.

  • marcus lahoz

    Isso saiu no Kadett e Tempra 1997. A Fiat aboliu a um bom tempo, não sabia que a Zafira chegou a ter.

  • Cristiano Reis

    Engraçado que faço o punta-tacco (ou mano tacco hehehehe) quando ando de moto praticamente sem me sentir. Eu acho que é por que não entendo muito bem como funciona no carro, mas vou dar uns treinos.

    • Domingos

      Me parece (não entendo de motos) que a posição das pedaleiras torna isso fácil nelas, enquanto num carro é pouco de acrobacia mesmo.

      Além disso, claro, o acelerador fica na mão e não no mesmo pé que terá que frear. Facilita bem a separação entre braço e perna, é um membro a mais sendo usado para funções diferentes…

      • Cristiano Reis

        Para falar a verdade, se acelera com o dedão e o dedo do meio, anelar e mindinho, enquanto se freia com o indicador…

  • O que é isso, David? Andou assistindo aulas na EBMI? Quer dizer então que o negócio é nivelar por baixo, certo?

    • Domingos

      Já daria um bom eleitor dos nossos governantes atuais, com certeza.

      Nivelar por baixo é o passo para o abismo.

      • David

        Pode ter certeza que se eu fosse algum “grande” eu ia mudar esse CTB em várias partes.

        • Domingos

          Tudo bem, mas para proibir a aplicação de um item de segurança aí vira pós-modernismo.

          No fim você tá proibindo de ter farol alto porque tem gente que esquece ligado…

          • David

            Item de segurança só se for no sudeste e sul do país no inverno… No resto é só uma luz forte que incomoda o motorista de trás.

    • Leandro Manzini

      Eu sinceramente nunca vi alguém utilizando luz de neblina na neblina, e dirijo 500km por semana em rodovia estadual(Washington Luis). Sendo assim, avaliando o alto número de pessoas que a acionam em situação errada, principalmente nos Peugeot(que acredito ser apenas um comando para a dianteira e a traseira, considero aceitável o ponto do David. Se for pra usar só quando não precisa faz que nem a Fiat nos Palios mais recentes que simplesmente não tem o ítem.

    • David

      EBMI nem sei o que é(vou ver depois a matéria no site).

  • Christian Bernert

    Esta função surgiu na 2006 ou 2007. 2005 não tem mesmo. Chegamos a ter 6 Meriva na família, entre cunhados, sogro, esposa. Então tenho alguma experiência hehe.

  • João Guilherme Tuhu

    O meu está roncando, mas descobri que é característica do E.torQ 1,6…

    • Roberto Neves

      Que bom! Folgo em sabê-lo!

  • Luis Felipe Carreira

    Acrescentaria um ar condicionado com seletor de temperatura — que muitos tem e não sabem usar, colocam no LO achando que vai gelar mais, ou mais rápido. É um conforto altamente desejável depois que se experimenta a primeira vez. Ligar o ar, independente da temperatura externa, colocar uns 22°C e esquecê-lo é muito gratificane, mais ainda quando tem função automática de temperatura.

  • João Carlos,
    Essa do vidro baixar ligeiramente é alternada, ora um, ora outro. independente da porta que foi aberta e será fechada. Diz-se ser para o mecanismo se desgastar por igual. Você está absolutamente certo, é desnecessário “deixar sair o ar”, exceto nos modelos que você citou, e acrescento o Vectra II, que tinha saída de ar da cabine, mas era obturada na produção para evitar entrada de poeira. Tenho boa experiência com esse Vectra e, por ser fumante, avalio melhor a questão de renovação do ar de cabine.A fumaça não deixava o interior se todas as janelas estivesse fechadas, ficava uma nuvem de fumaça pairando no espaço traseiro.

    • Daniel S. de Araujo

      Bob, o Vectra A acredito que também não tinha saida de ar da cabine. Falo porque meu tio, como fumante, sempre morreu de medo de assalto e fumava com os vidros fechados e o carro dele padecia desse mesmo mal.
      Eu, no meu tempo de fumante e paulistano, como andava de Marajó, Fusca, Saveiro quadrada, usava o quebra vento…

      • Lorenzo Frigerio

        O Calibra, derivado do Vectra A, então provavelmente não tem, pois é difícil bater a porta. O pior são os energúmenos que tentam bater a porta do passageiro pelo vidro, que não tem moldura. Algum dia vai quebrar.
        Mas o ar tem que sair por algum lugar, senão seria impossível renová-lo, e o ar externo entra no meu carro, sim; em geral, fumaça de diesel – tenho que desligar a renovação quando vejo um caminhão fumacento.

  • Fat Jack

    Me esqueci de comentar de alguns mimos interessantes que eu encontrei no Peugeot 206 do meu pai, como a função de deixar o limpador mais lento quando o não está em movimento (lógico, há menos volume de água vindo de encontro ao vidro) e a ligação automática do limpador traseiro quando o dianteiro está ligado e engata-se a marcha a ré…, simples e inteligentes soluções!

  • Alex Ctba

    Ei Bob, poderia aproveita a série e fazer sua lista das “dez coisas que mais irritam no comportamento dos motoristas”

    • Lucas dos Santos

      Legal! Esse vai dar o que falar! Parabéns pela idéia.

  • Alex
    Grande idéia, farei isso. A primeira da lista já adianto: o brasileiro seteiro! (rs). Principalmente aqueles que vão costurando e dando seta simultaneamente, como se a seta autorizasse tal comportamento.

    • Alex Ctba

      Valeu Bob! O contrário também irrita muito. O brasileiro que não dá seta de jeito nenhum. Fico no aguardo do seu post e já vou pensando nos meus “dez mais” (rs).

      • TDA

        Gostei! Já mandar umas que lembrei agora: donos da faixa esquerda e aquele cidadão que vive freando (acelera um pouquinho, freio, acelera mais um pouquinho, freio, pensa em acelerar, freio)

        • Mineirim

          … e logo à frente, “fura” o sinal vermelho!

    • Fred

      Bob,
      tem o irmão do Brasileiro Seteiro: o Brasileiro Joinha, aquele que entra na via fazendo joinha com o polegar e você acaba tendo que deixá-lo terminar de entrar, na sua frente, já que ele foi educado e “pediu”… (juro que qualquer dia eu finjo que não estou vendo e deixo bater!).

    • Ricardo

      Ao qual eu acrescentaria aquele que liga o pisca-alerta e pensa que pode parar em qualquer lugar, até numa movimentada avenida, chegando a obstruir uma faixa inteira.

  • Aldi Cantinho

    Justamente.. a gente vai pra algum lugar completamente desconhecido sem GPS é uma loucura.. Não gosto desses “embutidos”, pq estão sempre desatualizados… mas tenho GPS tem muitos anos e é bastante útil.

  • David

    Concordo plenamente.

  • David

    Concordo com os Itens, principalmente o computador de bordo e ar condicionado. Adicionaria a película que escurece os vidros. Deveria ser obrigatório sair de fábrica com isso. Não é para se parecer importante ou ficar lindo o carro é com o nosso sol maravilhoso é bem útil para não pegar um bronzeado enquanto se dirige e melhorar a eficiência do ar condicionado…

    • Fred

      Ótimo, dirigir no fresquinho sem enxergar por onde se dirige…

      • David

        Eu enxergo muito bem(meu carro tem G20) e olha que tenho um pouco de cegueira para enxergar de longe e nada que um óculos não resolva.. Sugiro que você vá a um oculista urgente.

    • João Carlos

      Os laminados bloqueiam 99,5% dos raios ultravioleta, os laminados 82%. Vidro fechado não bronzeia ninguém. Real motivo do uso de película é “privacidade”, “beleza” e estar “in”.

      • David

        Bom, eu não vou tirar só para agradar algumas pessoas daqui do AE. O carro é meu mesmo. Quem não gostar, paciência.

  • Domingos

    Eu prefiro não usar também, assim como prefiro que se o carro tenha telas de informação eu possa desligá-las ou mesmo rebatê-las para fora da minha vista – e nisso prefiro a embutida desatualizada que qualquer coisa que tenha que ficar pendurando no carro.

    O problema hoje é muito radar, aí o GPS se torna quase indispensável. De resto, apenas em cidades ou percursos novos é bom.

    Para um percurso simples o mapa de papel ou consultar no Google Maps é bem melhor. Se olha antes de sair de casa, decora e pronto. Nada de ficar vendo tela.

    Para quem viaja sem roteiro definido ou constante é um bom equipamento, claro.

  • Domingos

    GM tem partida assistida?

  • Domingos

    Era muito bom esse câmbio. O do mexicano também (não lembro agora se era 6 marchas ou não, porém tinha a ré com trava).

  • Domingos

    Esse método é ruim. É o que se tenta fazer no começo, porém com o pedal da maioria dos carros sai ruim ou não se tem como apertar o freio com a devida força ao mesmo tempo que se faz a correção do acelerador.

    Tem que girar o pé mesmo, ponta inteira do pé no freio e o calcanhar bombando o acelerador. O problema aí é que alguns carros ficam numa posição dos pedais em que isso é possível mas se raspa o pé no carpete por exemplo.

    • Cristiano Reis

      Eu quis dizer que esse é o modo como eu faço na moto. A mesma mão que acelera freia o pneu dianteiro.

  • Domingos

    Repetidor que não seja voltado para a lateral e com visão desimpedida = inutilidade. E sai caro, até para reparar em caso de acidente, esses embutidos em retrovisor.

    Pura inutilidade.

  • Domingos

    ???

    O Rocam chegou a ser um “orgulho técnico” da Ford quando no lançamento do Flex anunciaram que ele trabalharia a até 105 graus como temperatura normal.

    Talvez por isso seja mais econômico que o Duratec…

  • Domingos

    O que a fabricante colocar na ECU e o que ela te disponibilizar como “código aberto” são coisas completamente diferentes…

    Não vai adiantar e ainda tem perigos.

    Aí poderia-se trabalhar como no caso da FIA com a F-1, onde se homologa um programa e aí em caso de mudança do mesmo deve-se re-homologá-lo e fazê-lo passar pelos testes.

    Porém, mesmo assim dá para fazer falcatrua com o código e não adianta muito ser aberto ou homologado (nesse caso se homologa sendo aberto ou fechado).

    A FIA só resolveu isso padronizando as ECUs e assim facilitando muito a analise dos programas de cada time.

    Até que começaram a descobrir que entre os milhões de linhas de código, ainda dava para disfarçar funções e MESMO ASSIM (central padrão e homologação) implementar coisas como controle de tração.

    Controle de tração é muito mais complicado que meramente mudar parâmetros conforme a situação.

    A abertura de código, em resumo, seria para inglês ver e ainda facilitaria muito a vida de molequinho querendo aparecer e explorando algum bug ou fragilidade para, sei lá, mandar seu carro acelerar via sinal RDS do rádio…

    Se tem uma coisa que é xaveco é essa coisa de código aberto como solução e não como forma de desenvolvimento.

    • Caio Azevedo

      Então que sejam software livre meeesmo, totalmente editáveis. Acho que o risco é menor.

  • Lucas dos Santos

    Interessante. Acho que, no caso do Honda, também deveria existir a trava por anel, com o canal da ré ficando “separado” do H, como bem ilustrado pelo diagrama do câmbio da Renault-Nissan. Daria mais precisão tanto no engate da sexta como no engate da ré.

  • Lucas dos Santos

    Legal esse arranjo com a ré “desalinhada” do canal da quinta. Creio que, na prática, deva ser como se ela fosse no mesmo canal.

  • David,
    É, você foi mesmo aprovado na EBMI. Parabéns! Tenha orgulho de si mesmo.

    • David

      Por que? Não posso dar minha opinião? respeito a sua opinião assim como você deveria respeitar a minha.

      • Domingos

        Não falando por ninguém, mas tem opinião que não se respeita – isso é uma daquelas coisas que não ensinam na escola.

        Nivelar por baixo é uma delas.

  • Roberto Alvarenga

    Donos da faixa esquerda irritam mesmo…

    O brasileiro também tem uma mania terrível de parar em fila dupla ou dar “só uma paradinha” em locais proibidos ou inconvenientes.

  • Roberto Alvarenga

    Isso é falta de leitura do manual de segurança que vem com os carros. Lá explica direitinho as situações em que tal luz deve ser usada.

  • Roberto Alvarenga

    Quem não enxerga de perto como nós, realmente, sofre. Às vezes recorro ao Waze, mas bem às vezes. Geralmente imprimo o mapa e estudo o caminho antes.

  • Pedro

    Bob, dessas observações apresentadas eu extraio algumas que são importantes para mim.

    Computador de bordo
    Acho o extremo do bizarro um carro atual não vir com tal ítem de série. Nem por ver autonomia, gosto de ver o consumo que o carro está fazendo, principalmente quando to no meu dia meio piloto de f1 kkkkkkkkk. É tipo uma alfinetada na carteira aqueles números no painel.

    Apoio de pé esquerdo – checked , pena o do corsa ser quase na porta, erro de projeto.

    Ar Condicionado – ckecked ,não sei como um país quente como o nosso ainda fabrica carros sem o item de série.

    Direção assistida – ckecked, se for hidráulica melhor ainda, nem tão leve nem tão pesada mas mantém a diretividade.

    Outros itens que considero num bom carro.
    Última marcha longa, ninguém merece na estrada a 120 km/h e o motor a quase 5 mil giros, os 1.0 atuais tem que aprender isso.

    Volante com regulagem de profundidade e altura além do banco com o mesmo, devo ter anormalidade nas pernas, sempre muito longas.

    Vidro Elétrico traseiro com função de travar abertura, excelente para crianças.

    Bom sistema de som, nem precisa ter um tablet de 7″ no painel, só reproduzir bem o áudio, algo raro hoje (no vectra CD era 3 vias).

    Película para os vidros, reflexo da região que vivo, mal chove, só tem sol.

    ESP, só quem já deu aquela desviada massa sabe como é bom não capotar, nisso o novo KA dá show.

    Acrescento mais um, suspensão macia, num mundo de buracos uma boa suspensão na cidade é tudo, novo KA de novo achei excelente nisso.

    • Pedro,
      Há bem mais coisas que aprecio num carro do que dez itens, e adiantei que virão outras matérias do tema. Concordo com o que você disse, menos as películas nos vidros, obviamente. Nada, absolutamente nada justifica não ter visibilidade plena.

  • fred
    É isso mesmo! Bem observado e concordo plenamente. Como irrita!

  • ussantos

    Domingos, meu carro é um Mégane Grand Tour, a velocidade do velocímetro analógico coincide com a velocidade programada no piloto automático. O que me faz presumir que o velocímetro analógico mostra os valores que são interpretados pela parte eletrônica do carro. Quando estou a 60km/h o gps do celular e os radares registram 58 km/h.

  • David
    Não minta só para justificar o carro “lindão”, na moda e/ou ser seu esconderijo móvel.. Você e ninguém enxerga o necessário com sacos de lixo nos vidros. É como se fosse um deficiente visual dirigindo. Responsabilidade ao dirigir, por favor.

    • David

      Bob Sharp sério sei que você não gosta de “sacos de lixo” mas respeite quem gosta. Os 3 carros daqui de casa tem película no vidro e não vamos mudar de ideia tão cedo. Inclusive penso às vezes em mandar trocar e colocar a seguinte combinação: G20 no pára-brisa (sei que é proibido) e G5 nos outros vidros.

  • David,
    Idiotice não merece e não tem o meu respeito. Sinto muito.

    • David

      Vai no evento dia 5?

  • David
    É claro que vou. Espero conhecê-lo e seu esconderijo sobre rodas.

  • David,
    Você me deu uma idéia. Vou solicitar ao comando da Polícia Militar Rodoviária para postar uma guarnição na entrada do Box 54 e fiscalizar os esconderijos móveis.

    • David

      Só para lhe agradar? Bob Sharp, você quer mesmo mandar nas pessoas, não é?

    • David

      E, na boa, você está ficando realmente gagá, viu? Não gostar de vidro com Insulfilm é uma coisa, mas a sua opinião já passou do ridículo há muito tempo.

  • João Carlos

    É o que lhe resta, seus argumentos acabaram rsrs.

  • Mineirim
    É exatamente isso!

  • David
    Vamos ver quem será o ridículo na hora que você embicar o seu esconderijo móvel na portaria do Box 54. Vou rachar de rir vendo você ter de arrancar os sacos de lixo do seu possante! Aproveite que você vai ter que sair do carro para a operação arranca-saco (de lixo) e arranje um disfarce para continuar a não ser reconhecido em público.

  • David,
    Não é para me agradar, mas para que você deixe de dirigir às cegas e pare de constituir uma ameaça à segurança do trânsito, dessa forma não vindo a ocasionar um acidente e ferir ou matar inocentes só por querer que o carro fique “lindão”. É isso, entendeu agora?.

    • David

      É, desisto… Como disse, eu não dirijo “às cegas”(e olha que eu tenho fotobia e dificuldade para enxergar de longe) como você tenta argumentar, aliás tenho um amigo que tem G20+G5 em todos os vidros(menos pára-brisa) e ele mesmo me disse que pensa em mandar um G20 no pára-brisa. Ameaça ao trânsito por causa de um Insulfilm que é quase transparente? Nossa, e as questões mais importantes como aqueles que dirigem sob efeito de álcool ou entorpecentes (escrevi bonito agora) ou trafegam a 200 km/h aonde o máximo é 50 km/h (velocidade padrão Haddad) não é uma ameaça ao trânsito mais importante do que perseguir o carro que tem um mísero “saco de lixo” que é quase transparente? Menos, Bob, muito menos, ok? Você não vai conseguir fazer lavagem cerebral em mim com esses argumentos inúteis. Mas concordo que o carro fica “lindão” com película, pois sem parece um aquário de peixe ou carro velho (até carro velho tem película) e não posso “limpar o salão” em paz também porque “não tenho privacidade”.

  • David
    Ninguém vê você tirar meleca, certo, então você não enxerga o que precisa, quanto mais se sua visão é suficiente apenas para manobrar num estacionamento descoberto e de dia… Fantástico, depois eu é que sou o gagá… Estou contando dias para ver qual será o seu disfarce no dia 5/12. Um muito bom é de Groucho Marx, com aquele bigodão. Melhor ainda de Curinga, do Batman…

    • Roberto Neves

      Tirar meleca ao volante é um dos maiores prazeres da vida! Sempre o fiz, de um ano pra cá sem Insulfilm, que realmente considero um estorvo à visão. Quem não gostar de me ver com os dedões nas narinas, que olhe para outro lado! Abraços!

  • Roberto Neves

    Vivo indignado com esses tipos que teimam em frear numa reta, sem nada à sua frente. Se não quer andar tão depressa, acelere menos, arre! E fique na pista da direita, para deixar andar quem tem mais pressa!

  • Ricardo Trindade Brankowski

    Repetidores laterais deveriam ser obrigatórios no Brasil.

    Quando pego um carro sem a função uma-varrida dia de chuva acho muito ruim.

    Meu carro (Focus 2004) não tem a faixa degradê no pára-brisa sempre me incomodou agora que não uso muito ele acho que vou martelar o pára-brisa e colocar um degradê 🙂

    Realmente a direção assistida torna a condução muito melhor, eu achava frescura antes mas quando comecei a dirigir carro com direção assistida mudei meus conceitos.

  • Renato Sacramento

    Sobre o apoio do pé esquerdo: realmente utilíssimo, principalmente na estrada, onde o pedal da embreagem é pouco acionado. Principalmente com o joelho “baleado”, sinto uma falta enorme no “Fox meu de cada dia”. Também, não sei se adiantaria, dependendo da profundidade em que o mesmo ficasse, já que tenho 1,92mt.

    Sobre o ar-condicionado: realmente, como alguém comentou, é inadmissível, num país como o nosso, cheio de extremos de temperaturas, alguns carros virem, ainda, sem o controle da mesma. E eu sou do Rio! Sei bem como funciona essa “gangorra meteorológica”. O sujeito frita, literalmente, numa Avenida Brasil engarrafada, às 14h. Ainda bem que na minha raposa (Fox), o item é de série e gela até demais.

    Sobre a direção assistida: pelo amor de Deus! Direção “queixo duro” nunca mais. Na época da auto-escola, treinei baliza umas 50 vezes embaixo de sol forte, sem ar e com direção dura. Isso só serviu para eu abraçar a direção hidráulica como uma pessoa muito querida.

    Sobre a função de “uma-varrida”, no limpador: realmente, uma mão na roda! Mas não pude deixar de lembrar, na hora em que li, de um filme chamado Flash of Genius (Jogada de Gênio), que conta a história do professor Robert Kearns (ator Greg Kinnear), que enfrentou os poderosos da indústria, ao criar o temporizador do limpador de pára-brisa e tentar fazer valer o reconhecimento por seu talento.

    Trailer legendado: https://www.youtube.com/watch?v=0Biy-okZ0l8