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As novas faixas e O Fantasma de Canterville

 

Young woman driving car

Tenho um amigo jornalista pelo qual tenho uma enorme admiração e respeito. Apenas não digo o nome pois não o consultei a este respeito, mas contarei o fato. Uma vez li uma coluna dele e como faço amiúde mandei-lhe um e-mail não apenas para elogiar o texto mas para também comentar alguns pontos. E disse: quando achamos que estas pessoas chegaram ao fundo do poço da incompetência, nos surpreendem com mais incompetência. Ele, no seu peculiar estilo mordaz, respondeu: Norinha, eles têm o que é mais necessário para isso: picaretas.

Bem, tenho me lembrado desta frase pois não sei mais como definir as ações da Prefeitura de São Paulo. Como já disse neste espaço, inicialmente tentei evitar escrever muito sobre assuntos da cidade no Ae por ser de âmbito nacional, mas tendo em vista que as pragas não conhecem limites regionais e acabam sendo copiadas em outras paragens, prefiro falar sobre isso para que sirva de alerta. Afinal, recentemente ouvi barbaridades como querer implementar uma segunda ciclovia numa cidade do interior que tem 20.000 habitantes onde a primeira nem é utilizada, alegando que “até a avenida Paulista, em São Paulo, tem ciclofaixa”. Detalhe: a primeira foi realizada apenas pintando uma calçada já existente e pelo mesmo argumento, a cidade em questão deveria ter metrô, assim como a avenida Paulista, não?

Pessoalmente, tenho uma teoria. Acredito que a estratégia é ir colocando bodes na sala, um atrás do outro, em curtos intervalos. Chiamos, esperneamos, mas antes de que seja tomada qualquer atitude em relação ao primeiro bode, chega outro. Assim, acabamos meio que deixando de lado o anterior. Afinal, terminamos convivendo com uma dúzia deles, não porque os aceitemos, mas apenas porque não conseguimos dar conta de tantas reclamações. Sabe a estratégia do chefe sacana que te dá uma tarefa gigantesca atrás da outra? Você nem tem tempo de reclamar que não tem como fazer uma e, pimba, lá vem outra? E assim você vai fazendo uma atrás da outra… ou não, às vezes eles nem percebem que você não as faz, mas eles fingem que estão mandando em alguém. É a mesma coisa.

Eu já contabilizo vários bodes. De cabeça me lembro de faixas exclusivas para ônibus, ciclofaixas, redução de velocidade, fechamento de avenidas ao trânsito, proliferação de radares, para ficar apenas nas mais absurdas. Isso sem falar nas que não vingaram (por enquanto) como fechamento das pistas expressas das marginais à noite.

O bode mais recente são as faixas verdes para pedestres. Um primor de originalidade, diga-se de passagem. Na avenida Liberdade, pertíssimo do marco zero da cidade, alegando que os pedestres têm pouco espaço para circular, especialmente na hora da saída das faculdades, à noite, a Prefeitura decidiu pintar ao lado da calçada 750 metros de comprimento por 1,5 metro de largura com tinta verde de algo que seria um alargamento da calçada e vai paralela à ciclofaixa, mas do outro lado da rua.

 

Calçada 3

A mais nova invencionice da Prefeitura é assim, já até alaga (foto r7.com.br)

É fato que há várias universidades na região. Mas uma rápida olhada na foto abaixo explica porque não há espaço para pedestres. Além de inúmeros ambulantes durante todo o dia, à noite surgem pipoqueiros com seus carrinhos e vendedores de todo tipo de objeto que estendem tecidos de, fácil, metro e meio por dois metros sobre os quais expõem suas mercadorias e que nas pontas tem barbantes que permitem que sejam rapidamente recolhidos quando chega a polícia, ou o popular “rapa” — o que é raríssimo, diga-se de passagem. Isso sem falar nos inúmeros postes que segundo a legislação em vigor já nem deveriam existir, pois a fiação deveria ser subterrânea. Apenas essas medidas já desobstruiriam as calçadas e permitiriam que os pedestres circulassem com segurança e não “protegidos” por uma camada de tinta verde no chão. Ou ela se transforma em guardrail para pedestres, como nas histórias em quadrinhos em que os super-heróis passam de duas a três dimensões num instante?

Aliás, várias perguntas ficaram sem resposta. Durante o dia, quando não há tantos pedestres, os veículos podem andar sobre a faixa verde? Onde foi parar a faixa de ônibus implantada não faz muito tempo? Por falar nisso, transporte coletivo não era prioridade da Prefeitura? Ou ela governa para a minoria (de pedestres)? Outro detalhe: a calçada atual, sem o “puxadinho” tem entre 2 e 4 metros de largura, ou seja, perfeitamente dentro do que exige a legislação.

 

Calçada 4

A atual calçada da Av. Liberdade, mesmo com a extensão” da calçada: adianta? (foto uol.com.br)

Um dos meus livros favoritos quando era pequena era “O Fantasma de Canterville”, uma belíssima história de Oscar Wilde, que mostra de forma engraçada os contrastes entre norte-americanos e ingleses. Resumindo, a família de um diplomata norte-americano compra um castelo mal-assombrado perto de Ascott. O coitado do fantasma, que tem 300 anos e realmente existe, fracassa estrepitosamente ao tentar assustar os pragmáticos gringos que se divertem e, ao contrário, vivem pregando peças nele e não temem nada. Nem as crianças. Na minha passagem favorita, desesperado pela falta de tinta pois toda hora ele tem que renovar as gotas de “sangue” que deixa no tapete, e que a senhora Otis limpa com seu super produto que tira qualquer mancha, ele começa a usar “sangue” de outras cores. Até verde e azul. Bem, acho que em São Paulo depois das ciclofaixas vermelhas, dos cruzamentos em xis azuis, das faixas para pedestres verdes, estaremos como o fantasma de Canterville, usando cores estapafúrdias para tanta invencionice. Daqui a pouco seremos fashionistas e teremos, sei lá, calçadas “berinjela” para skatistas, faixas “marsala” para canhotos, talvez. Ops, melhor não dar a sugestão…

Mudando de assunto: tenho assistido o documentário “Ayrton: retratos e memórias”. No capítulo que fala do início da briga com Nélson Piquet aparece a história de que Senna teria dito, antes da primeira corrida do campeonato de 1988, que ele não queria dar entrevistas e havia sumido da mídia “para dar espaço para Piquet”. Ora, logo depois dele ter ganho o tricampeonato (justamente em 1987), quando Senna ainda não havia ganhado título nenhum? Desculpem, mas não dá para acreditar. Se era piada (duvido), é estúpida e sem graça. Senna sempre adorou imprensa e holofotes e Piquet nunca deu a mínima para isso. E se fosse verdade teria sido um gesto nobre e como tal não deveria nem ter sido divulgado.

NG

Foto de abertura: huffingtonpost.com
A coluna “Visão feminina” é de total responsabilidade de sua autora e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

Sobre o Autor

Nora Gonzalez
Coluna: Visão Feminina

Nora Gonzalez é jornalista, foi repórter (inclusive de indústria automobilística) e editora da Gazeta Mercantil e de O Estado de S. Paulo durante muitos anos. É fã de carros desde pequena, especialmente de Fórmula 1.

  • Fat Jack

    Nora, mais uma vez uma excelente abordagem!
    Permita-me transcrever um comentário que fiz ao post do Bob, sobre o “Dia Mundial sem carro”:
    Em São Paulo agora encontra-se “em testes” as faixas verdes para o tráfego de pedestres pelas ruas, claro, pois é muito mais fácil transferir o problema dos pedestres para os motoristas do que resolver a situação (enquanto isso os vendedores ambulantes infestam as calçadas sem deixar espaço para os pedestres), então temos:
    Lugar dos ambulantes > inexistente ou abandonado;
    Lugar dos pedestres > ocupado pelos ambulantes;
    Lugar dos veículos > ocupado pelos pedestres (e ciclistas);
    Lugar que sobrar > ocupado (por enquanto) pelos carros.
    Ou seja, é simples: basta colocar cada um no seu devido lugar (inclusive os ciclistas em suas ciclovias – disse via, não faixa!), e todos conviveriam em paz e sem confronto, mas dá trabalho, e trabalho (bem sabemos) não é exatamente a especialidade a infinita maioria dos políticos…
    Nora, já quanto história “Piquet x Senna”, acredito sim ter sido verdade, pois Senna era o “queridinho” da mídia enquanto Piquet era o inverso tendo maior destaque mesmo na época do campeonato de Piquet… Tanto que logo que soube desta história Piquet correu “revidar” dizendo a parte da mídia que o carro do Senna tinha número 12 porque ele era somente meio homossexual…, foi um belo reboliço!

    • Nora Gonzalez

      Fat Jack, o que o Senna fez foi conseguir com um comentário estúpido mais espaço na mídia quando depois do tricampeonato, por lógica, o Piquet tinha mais manchetes, mesmo que não buscasse. Quanto à réplica do Piquet, ele revidou com a diplomacia que lhe é habitual – ou seja, zero. O Piquet só é sutil quando se trata de pilotar um carro ou, por incrível que pareça, na frente de uma mulher, quando até se cuida com o linguajar – sou testemunha disso. De resto, esqueçam.

  • Mingo

    Se os paulistas tivessem eleito o diabo em pessoa para governar a cidade, acho que ela estaria melhor do que está atualmente. Não há palavras para descrever esse prefeito, de longe, mas muito de longe mesmo, o pior que já pôs a bunda na cadeira de prefeito da maior cidade do Brasil, que atualmente está suja, cheirando a urina e fezes, com monumentos destruídos, praças cheias de mendigos e drogados, bandidos por todo lado, radares de monte, calçadas esburacadas, asfalto desintegrando, árvores esquecidas, etc, etc, etc…
    Chega logo outubro de 2016! Será que desta vez o povo ainda vai lacrar no 13????

    • Lucas

      Eu acho que o PT fez tanta MMM no Brasil que conseguiu até ferrar com a elegibilidade do Lula. Não acredito nem mais que ele se eleja em alguma coisa hoje. Hoje.

      • Fat Jack

        Não se iluda, no nordeste Lula é tido como um Deus, quer arrumar uma briga por lá é falar mal “do hómi”…
        (Não é preconceito, são palavras de quem esteve lá…)

      • Lemming®

        Não duvide…infelizmente no meu trabalho tem gente iludida que “acha” que o problema é com a Dilmais e que o Molusco resolve…#estamosfu*

        • Mingo

          E vocês ainda duvidam que se o Molusco estiver vivo em 2018 um monte de gente volta a apertar o 1 e o 3 e coloca esse traste de novo por lá? Eu tenho certeza…
          Minha esperança é que devido ao seu estado de saúde literalmente “podraço” (dizem que ele vive entrando pela rampa dos fundos do Sírio para consultar sua junta de médicos particulares) ele talvez nos dê a alegria de juntar-se aos seus companheiros de partido que já nos deixaram.
          Muita fé nessa hora!

  • jr

    Dora, isto das calçadas, ciclovias, etc. é a parte mais visível de um projeto de interferência no uso do espaço público. Essas ações são cômicas, para dizer o mínimo. Cômicas pela forma com que são realizadas (sair pintando o chão…), ninguém devia sair fazendo intervenções enormes sem testes, avaliações, etapas… Mas ainda pior, no meu entender, é a mudança do plano diretor de SP. O novo plano prevê adensamento da cidade, por meio de interferências que levam o padrão construtivo ora de volta aos anos 50 (um prédio colado ao outro, aumentando o adensamento de SP), ora sei lá quando, com a proibição de mais de uma vaga de estacionamento por apartamento.
    Ao mesmo tempo continua a se ignorar a invasão de áreas que são reservas ambientais, parece que a prefeitura abandonou sua parte no plano de limpeza e conservação de rios, córregos e mananciais (segundo os jornais, não tenho dados sobre isso). No meio do ano estive em SP e fiquei assustado com o estado do centro. Não me lembro do centro de SP tão degradado como agora.
    Acho que nesse país de bacharéis (em que tudo se resolve, supostamente, com uma lei) falta uma lei sobre “administração temerária”. Administração temerária é muito mais que a pura responsabiidade fiscal. Não basta gastar dinheiro dentre do limite legal, mas usá-lo de forma eficiente, para melhorar a cidade e a vida das pessoas.
    Mas, o jogo aqui parece ser apenas para a grande mídia, que em geral parece apenas estar ávida por novidades, sem qualquer reflexão.
    O que resta é sperar a próxima eleição… e que as pessoas tenham juízo ao usar o seu voto. O preço que se paga é muito caro. Acho que alguém tinha de fazer uma pesquisa: quanto custa votar mal.

    • CorsarioViajante

      Este plano diretor é mesmo uma doidera, o setor imobiliário só não está chiando porque a crise chegou junto. E falando nisso, quem lembra do tal “Arco do Futuro”, promessa de campanha?: Ah morreu lá no primeiro dia após eleito… Todo mundo viu este filme em 2014 também!

  • Marcelo R.

    “Bem, tenho me lembrado desta frase pois não sei mais como definir as ações da Prefeitura de São Paulo. Como já disse neste espaço, inicialmente tentei evitar escrever muito sobre assuntos da cidade no Ae por ser de âmbito nacional, mas tendo em vista que as pragas não conhecem limites regionais e acabam sendo copiadas em outras paragens, prefiro falar sobre isso para que sirva de alerta. Afinal, recentemente ouvi barbaridades como querer implementar uma segunda ciclovia numa cidade do interior que tem 20.000 habitantes onde a primeira nem é utilizada, alegando que “até a avenida Paulista, em São Paulo, tem ciclofaixa”. Detalhe: a primeira foi realizada apenas pintando uma calçada já existente e pelo mesmo argumento, a cidade em questão deveria ter metrô, assim como a avenida Paulista, não?”

    Nora,

    Esse assunto não é nada “regional”. Constatei isso ao transitar em Carapicuíba, recentemente (indo atrás de peças para o “liquidificador”), e até as faixas de redução do limite de velocidade para 50 km/h são iguais às nossas… É uma praga que se alastra, infelizmente. Mas, pior que isso é ver várias matérias, até na imprensa internacional, dando a entender que toda essa sandice do cidadão do Viaduto do Chá está correta…

    “Sabe a estratégia do chefe sacana que te dá uma tarefa gigantesca atrás da outra? Você nem tem tempo de reclamar que não tem como fazer uma e, pimba, lá vem outra? E assim você vai fazendo uma atrás da outra… ou não, às vezes eles nem percebem que você não as faz, mas eles fingem que estão mandando em alguém. É a mesma coisa.”

    Nossa! Conheço um cidadão, que é chefe, que é exatamente assim…

    Um abraço!

    • Domingos

      A imprensa é fecal. Se você acompanhar a formação de um típico jornalista, suas motivações e seu “caráter”, vai entender que tudo é um jogo de troca de conveniências.

      Começa já que a motivação da maioria é algo fútil como “ser famoso” ou “ser importante”, no lugar de dar a notícia corretamente – que não dá muita coisa e, ainda assim, o sujeito insiste na profissão mesmo sem vocação.

      A imprensa internacional apenas tem mais renome.

      Pessoas como a Nora são raridade no meio. A maioria estaria se vendendo por uma boquinha ou por uma puxada de saco com o redator chefe.

      Isso acontece até com pessoas renomadas no meio, que também são professores nas universidades de maior destaque.

      Agora imagine um zé qualquer de alguma redaçãozinha por aí, seja no Brasil ou fora dele, recebendo um Haddad. Se o lanche estiver pago, meu amigo, o cara vai escrever até que ele é o novo Jesus crucificado.

  • CorsarioViajante

    Ótimo texto Nora! Essa dos “bodes” é perfeita, aliás para mim as ciclovias são o maior bode pois enquanto se discute isso deixa-se de discutir necessidades muito mais urgentes.
    Além do mais, como disse em outro post, a justificativa para o puxadinho de calçadas é qual? O “excesso de pedestres”? É engraçado, quando temos “excesso de veículos” a solução é restringir os carros. Então, seguindo a lógica, deveríamos, ao invés de aumentar as calçadas, restringir os pedestres?
    Tive esta conversa este fds inclusive, aqui em Campinas inauguraram uma “imensa” ciclovia (1,3 km) mas mesmo assim parece que vão continuar mantendo, aos domingos, a ciclofaixa de lazer ao lado da ciclovia pois teriam “muitas bicicletas para pouco espaço”. Ué, então porque não fazer um rodízio de bicicletas? Ou exigir que elas andem em fila? Engraçado como pau que dá em Chico não dá em Francisco.

    No fim, o problema das cidades no Brasil é excesso de gente em geral, ou melhor, falta absoluta de infra-estrutura para acolher a população. Quem já precisou ir num PS ou hospital recentemente sabe que é absurdamente comum chegar e não ter quarto, e o doente fica rodando de hospital em hospital lotado. Está tudo lotado, o governo não acompanha e a iniciativa privada não consegue acompanhar com o absurdo Custo Brasil aumentando a cada ano.

    • Nora Gonzalez

      CorsarioViajante, recuso-me a aceitar a justificativa do “excesso de veículos” para explicar um congestionamento. Para mim é “falta de planejamento”. Ou algum prefeito de cidade pequena já disse que ele tem a felicidade de ter poucos doentes? ou poucos congestionamentos? não, apenas falam em pouca receita. É sempre o copo meio cheio ou meio vazio, segundo a conveniência.

      • Fat Jack

        Concordo plenamente, se há muitos carros nas ruas muito se arrecadou de impostos para serem reinvestidos em melhoria, modernização ou ampliação da malha viária. O problema é que a preocupação em arrecadar é gigantesca (nunca antes na história desse país, como diz alguém, se viu algo igual) e a em investir em algo que não seja nos próprios bolsos, ou em mais arrecadação simplesmente inexiste.

      • CorsarioViajante

        é isso mesmo, é o que falo, o que vale para um deve valer para os outros. ninguém fala em “excesso de pedestres” nesta rua, ou de “excesso de doentes” no hospital.

    • Mr. Car

      Pois é, Corsário. Falando em hospitais, não me sai da cabeça aquele pudim de cachaça tecendo elogios ao S.U.S, em mais uma de suas acintosas zombarias com as caras de todos os brasileiros. “O S.U.S é magnífico, o S.U.S é maravilhoso, Obama, você deveria implantar o S.U.S nos Estados Unidos”… Só que quando precisou, não foi procurar o S.U.S. Foi direto e reto para o Albert Einstein, e ainda enfiou a conta de seu tratamento nos bolsos de todos nós, contribuintes. Os venezuelanos tiveram mais sorte, se é que você me entende, he, he!

      • Mingo

        Mr. Car, o Lula é a prova científica que até um câncer pode ter câncer…
        O problema é que se ele ainda estiver de pé em 2018, o povão ainda é capaz de “lacrar no 13” de novo e enfiar o “salvador da pátria” lá no Palácio do Planalto. Nunca podemos duvidar da capacidade do povo brasileiro em esleger ótimos políticos!!

      • CorsarioViajante

        Este caso foi mesmo simbólico, o Lula declarou que “ser atendido pelo SUS era um privilégio”, e quando ocorreu e muita gente cobrou falaram que era “preciso respeitar a doença” e tal… Vergonhoso como tudo que se refere à este oportunista mentiroso.

  • Oswaldo Bustani Jr

    Excelente, como sempre! Não só aqui da prefeitura, mas até quando vamos aguentar esses bodes, de tudo quanto é lado ??? Tá faltando uma revolução francesa nesse lugar…Cortar umas cabeças, amarrar uns nos postes, um foguinho aqui, outro lá…

  • Lucas

    Para problemas complexos, “soluções” simples, mas que muitas vezes não solucionam nada e ainda criam novos problemas, que darão motivos para novas soluções simplistas, que não resolverão nada, criarão novos problemas e assim vai. Como disse em um comentário em outro post, deve haver algum tipo de competição secreta entre prefeitos e demais gestores públicos para ver quem ferra mais com as pessoas e com o dinheiro público.

  • Aldo Jr.

    Nora: os “bodes na sala”, na minha opinião, são apenas formas de se preencher uma agenda vazia. Vazia de idéias, uma vez que a esquerda perdeu sua ideologia e transformou-se em defensora irracional dos “ismos”, no caso ciclofaixismo e pedestrianismo. Vazia de dinheiro, uma vez que a distribuição dos recursos entre as esferas de governo é péssima e as prefeituras estão vivendo de radares, principalmente com o descontrole generalizado das despesas e a baixa na arrecadação via impostos. E vazia de objetivos uma vez que, para essa gente, o importante é apenas produzir fatos para “ficar na mídia”, de olho nas próximas eleições. Como você mesmo apontou, ao invés de tirar o camelô faz-se o puxadinho, ao invés de tirar o ambulante e o morador de rua inviabiliza-se as marginais. E isso não é o pior, pois apenas reflete a qualidade lamentável do homem público e do tipo de administração que temos hoje. O pior é ver grande parte da imprensa e da opinião pública, aplaudindo esse tipo de ação. Tenho a nítida impressão que as pessoas perderam a capacidade de análise, após tanto tempo na mediocridade.Tenho medo do futuro! Abraços;

  • RMC

    Mais um texto exemplar: vocês fazem bem em divulgar as maluquices que os desocupados governantes de São Paulo (acho que fazem essas coisas para esconder a incompetência) pois, como você bem disse, podem ser seguidas. E estão sendo: aqui em Brasília saiu em manchete num jornal local entrevista de um “especialista” em trânsito (Deus do céu, como existem “especialistas em trânsito” em nosso pobre país – acho que só perdem mesmo para os técnicos de futebol) afirmando que a velocidade máxima do Eixão (para quem não conhece Brasília, Eixão é o Eixo Rodoviário, avenida de 3 faixas de rolamento para cada sentido que cruza a cidade de norte a sul) não pode ser os atuais 80 km/h, pois em lugar nenhum do mundo existe uma via de alta velocidade no meio da cidade. Pode até ser, mas lembro que em Paris a velocidade permitida no Boulevard Periphérique é de 70 km/h e há, sim, uma Autopista que corta Buenos Aires, além das diversas Interstates americanas que cortam as cidades. O pobre do brasiliense que precise cruzar a cidade que se lasque. Outra “maravilha” brasililense é o fechamento do mesmo eixão nos domingos e feriados. Nisso a primazia é brasiliense, pois a prática já existe há muito tempo. Mais uma vez, pobre do brasiliense que precise cruzar a cidade. E o pior é que aqui não dispomos de alternativas, tipo trem, metrô ou VLT que possa substituir o deslocamento rodoviário.
    RMC

    • Nora Gonzalez

      RMC, como jornalista cansei de ver “verdades” cantadas aos quatro ventos poucas vezes contestadas. Infelizmente, na maioria dos casos porque a própria imprensa não se prepara antes e, pior ainda, apenas publica o que lhe dizem, sem checar. Assim, se uma autoridade diz que não há via no mundo que tenha velocidade permitida de 70 km, publica-se. Besteira. Quando comecei na profissão não havia internet e nunca deixei de me preparar antes de uma entrevista nem de verificar algo depois – e dava muito mais trabalho ir até o arquivo e checar tudo manualmente em meio a pilhas de recortes ou nas horríveis microfichas. Antes não tinha desculpa. Hoje merece o purgatório.

      • Roberto C.

        Nora,

        Muito bom seu artigo e excelente este seu comentário. Curioso é que hoje, temos discernimento para entender que nem tudo que está na internet é verdadeiro. A imprensa (e por extensão, a televisão), entretanto, ainda goza de credibilidade para uma grande parcela da população. Dessa forma, estas “verdades” cantadas aos quatro ventos são rapidamente assimiladas e imediatamente aceitas como verdadeiras. No mínimo, é uma irresponsabilidade.

    • joao

      Meus pêsames pelos Fuscas, Opalas, Corcéis, Brasílias, 147s e outros que sempre andaram a 80 km/h no Eixão, desde sempre… Sei não, mas acho que esse especialista quer dar para trás…

    • CorsarioViajante

      Também fico surpreso como todo mundo hoje virou “Especialista em trânsito” (ou sua “evolução”, o especialista em “mobilidade urbana”) e “cientista político”!

  • Mr. Car

    Nora, cheguei a comentar aqui no Ae, em outro post: já tinha lido sobre esta extensão, este alargamento de calçada que estavam implantando em São Paulo, mas quando vi pela primeira vez a imagem da coisa, em um noticiário de TV, é que deu para realmente perceber a dimensão do absurdo disto, em toda sua plenitude! É inacreditável! Este Haddad é um DOENTE! Vocês aí em São Paulo precisam arranjar um modo de tirar este sujeito da prefeitura, o quanto antes.
    Abraço.
    E já que falou nele…para pensar: “É verdadeiramente espantoso pensar quão poucos são os homens que possuem a sua alma antes da morte”. (Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=Id1dxBUqLNU
    Deborah. Mas podem chamar como eu chamo: “canção de ninar para anjos”, he, he! Muito linda, muito suave, muito doce.

    • Nora Gonzalez

      Mr. Car, Wilde é sempre ótimo, mas quanto à música confesso que hoje estou mais para Carl Orff do que para Vangelis. Sei lá, algo mais dramático, tipo Carmina Burana. E depois, Duke Ellington. Caravan, talvez. Mas só depois que consiga abstrair as malditas novas faixas e me acalmar.

    • André K

  • Maurilio Andrade

    Este débil mental chamado Fernando Haddad está tornando a vida de nós, paulistanos, um verdadeiro inferno.
    E a coisa é exatamente desta maneira que você comentou, Nora. Quando achamos que está ruim vem este imbecíl e inventa outra pior.
    Outro problema é que não conseguimos esquecê-lo. Basta sair de casa e já começa o stress e a lembrança sobre quem (des)governa esta metrópole. Pois você vira a esquina e dá de cara com uma ciclofaixa deserta, apertando os carros que por alí trafegam. Pega uma avenida e tem aquele irritante limite de velocidade de 50km/h. Chegando no escritório, pega o maior trânsito por causa de um novo corredor de ônibus que não teria o menor cabimento existir alí. E por aí vai.
    Espero que São Paulo aprenda a lição e imponha a este “mala” uma derrota retumbante nas urnas ano que vem.

  • Domingos

    O regozijo vai ser quando os ambulantes começarem a ocupar essas “calçadas” e aí então acontecerem os primeiros acidentes cinematográficos devido a serem no mesmo nível da rua.

    Aí eu sugiro que, para cada morte, façamos como o Haddad: plantemos uma árvore, porém essa deve ser plantada onde o sol não bate no nosso “prefeitão”.

    Conheço bem essa calçada e é larguíssima. Se fosse realmente necessário, poderiam estendê-la por mais meio metro se necessário, porém com uma calçada DE VERDADE.

    A quantidade de ambulantes é realmente enorme e nada fazem. Se ampliassem a calçada para toda a extensão da rua, seria toda ocupada. A idéia é mesmo o máximo de caos possível.

    A questão aí é querer atazanar mesmo, inclusive com medidas desesperadas sem segurança nenhuma.

    Essa medida, como todas as outras, é só um estudo. Logo isso estará por toda a cidade, mesmo em locais sem necessidade.

    Ainda sonho com o dia que vão começar a ocupar ciclo-faixas e até faixas de ônibus e nosso prefeito vai vir dar algum discurso de bonitinho falando em tolerância etc.

    O ideal para um cara desses era como os italianos fizeram com o sindicalista esquerdola Mussolini: pendurar num gancho de carne.

  • Domingos

    O Haddad é a revolução francesa, já naquele estágio que um começa a matar o outro (ciclistas e pedestres contra ambulantes, imigrantes contra moradores de rua, motoqueiros contra a prefeitura) e quem manda nisso tudo só ri sadicamente.

    Tem inclusive a opinião internacional já devidamente comprada (El País, NYT, jornais franceses etc.). Reescreveu a história da mesma forma.

    Precisamos é de uma revolução de homem mesmo. Botar esses caras para correr sem entrar nos esquemas e enganações.

  • Domingos

    Mas os paulistas votaram no próprio Diabo. Isso aí é o voto no Haddad.

    O que é o voto no Haddad, na verdade? É uma identificação decrepita, doentia, sádica com TODA essa mentalidade e espírito de roubo, droguismo, ironia, malandragem, droguismo e venda de alma por troca de vantagens por parte da maioria da população.

    É a própria vontade de eleger e estar do lado do cramunhão mesmo, para quem sabe poder acender um na frente da polícia ou para ver o seu vizinho que “faz tudo certinho” sendo desmoralizado.

    É essa a vontade, é esse o voto no Haddad. E no PT. E na esquerda.

    No mundo todo.

    • André K

      Eu não voto mais em São Paulo desde 2010, mas ainda transito pela cidade uma ou duas vezes por semana. Às vezes penso: esse Haddad é o maior castigo para aqueles que votaram nele! Bem feito! O único problema, é para aqueles que não votaram.
      Como bem dizia De Gaule: – Cada povo tem o governante que merece. Mais do que uma simples “máxima”, se pensar bem, essa frase é de uma profundidade filosófica incrível.

      • Domingos

        Exatamente. Graças a Deus essa geração e tempo nossos estão ao mesmo tempo que vivendo toda essa lixarada, sendo recompensada com rápidas revelações.

        Cada vez fica mais claro, no nosso tempo, que essa historinha de “fracos e fortes”, “oprimidos e opressores”, relativismo e injustiça é uma enorme baboseira.

        A injustiça é cada povo que faz contra ele mesmo no enorme grosso da coisa.

        O eleitor, ao menos em sua maioria, tem o que merece mesmo.

        A minoria Deus dá um jeito de recompensar com outra coisa. Ao menos ninguém aqui precisa do bolsa travesti ou do minha militância, minha vida (agora o programa beneficia linhas auxiliares e militantes)…

    • CorsarioViajante

      No caso do Haddad, acho que é mais simples, fez o que o governo federal faria em 2014: mentiu, prometeu mundos e fundos com um tal “arco do futuro” que era um tremendo projeto urbanístico, e depois de eleito simplesmente jogou tudo isso no lixo e passou a simplesmente fazer estas medidas oportunistas para surfar na moda da “bike”.
      Além disso, vale notar que em política, como em qualquer esporte, você não precisa ser bom, basta ser melhor que os concorrentes. E SP (e o Brasil!) andam com uma carência IMENSA de lideranças verdadeiras.

  • Lucas Sant’Ana

    O Haddad inventou a roda quadrada, diz que a roda quadrada é melhor que a original, acredita nisso e quer que todo mundo por imposição acredite que a roda quadrada é melhor que a redonda, quando houver somente rodas quadradas o povo não sentirá falta da roda original tal qual um peixe não sabe que está rodeado de água.

    • CorsarioViajante

      Perfeito comentário!

  • Juvenal Jorge

    Essas pinturas são puro serviço porco e o desespero de atirar para todos os lados, mas está sendo um belo tiro no pé desse Fernando e de seu partido sem escrúpulos. Um é retrato perfeito do outro.
    Me dão asco.

  • Lemming®

    Do meu ponto de vista o que este maluco está fazendo é crime e junte isso com improbidade administrativa (jogando nosso dinheiro no “lixo” (que deve ser bem o lixo de algum companheiro né…)).
    O MP não trabalha e o paulista que se lasque!

  • Eurico Junior

    Norma, taí a explicação para mais essa maluquice do Haddad:

    http://autoentusiastas.com.br/2011/06/moda-estranha/

  • CignusRJ

    Belo texto, Nora. Antes vinha aqui para ler os outros agora entro aqui mais para ler o que escreves.

    Não duvidem nada se a próxima ideia do Hadad ou de algum puxa-saco dele ser pintar faixas amarelas e roxas(Isso mesmo as cores do time do Tabajara FC do antigo programas do Casseta & Planeta) para que os ambulantes possam vender suas mercadorias fora das calçadas e sem atrapalhar as bicicletas.
    .

    • Nora Gonzalez

      CignusRJ, obrigada pelas suas palavras. Nada contra o Tabajara FC nem contra skatistas nem canhotos, mas melhor não darmos mais sugestões de novas cores e novas faixas para o alcaide, por favor. Vai que ele as segue?

  • Fabio Toledo

    Nora, deixe os skatistas fora disso!

    Brincadeira… rs

    Olha já cansei de gastar energia com esse cara (Haddar)… O que nos resta é aguardar o fim do seu mandato.

    Quanto à brincadeira relatada no documentário, penso que não há muito o que entender… Foi em razão do Piquet não gostar de entrevista, só uma brincadeira.

  • Ilbirs

    Seria bom haver uma campanha de ridicularização para que potenciais eleitores do Haddad não façam tal coisa em 2016. O que sugiro é popularizarmos o seguinte mote: “se você tem vergonha de produzir testosterona, vote no Haddad”. Testosterona, como sabemos, é hormônio produzido continuamente por pessoas de ambos os sexos (em mulheres pelas duas glândulas adrenais, em homens por estas duas e também pelos testículos) e importantíssimo para a fisiologia humana normal. Sem testosterona a pessoa fica irritadiça, cansa-se fácil e fica com ossos quebradiços, além de outros efeitos.
    Mas se um hormônio é produzido continuamente, por que alguém teria vergonha de produzi-lo? Claro que aqui entra a ignorância em forma de “ciência” em que acreditam os esquerdistas, que creem ser o macho de nossa espécie a causa dos problemas do planeta e, sendo a testosterona produzida em maior quantidade pelos homens (de 40 a 50 vezes mais que a produzida por uma mulher), querem culpar algo que simples e tão somente é um hormônio, tal qual outros que produzimos (cortisol, aldosterona e outros). Mas sabemos o quanto que esquerdistas amam culpar coisas que não têm como serem culpadas, mas das quais extraem dividendos para sua causa.

    Em não havendo como não se produzir testosterona, salvo se por uma extração radical das glândulas e gônadas que a produzem, resta agir como alguém envergonhado de produzir tal hormônio. Neste caso, o que temos é principalmente a irritabilidade, que é transmutada em histeria, uma vez que esses esquerdistas com certeza não irão querer ficar se cansando fácil ou tendo ossos de vidro, mas podem usar a irritabilidade para avançarem um pouco que seja a agenda do movimento criado por um alemão que dizia defender os trabalhadores, mas não trabalhava nem nunca viu um operário de seu tempo ao vivo, e modificado para cunho cultural por um italiano que escreveu cadernos no cárcere.
    Porém, sabemos que a imensa maioria dos eleitores do Haddad não é de tipinhos como os abaixo (imagens pegas na internet, sem :

    http://i.ytimg.com/vi/M2KPeMcYsuc/maxresdefault.jpg

    http://download.gamezone.com/assets/old/screenshots/Hipster_2.jpg

    http://1.bp.blogspot.com/-awh3ZV4BMBY/UG_iWphNzRI/AAAAAAAAAJo/Eb-Cm3WHwNw/s1600/emos.png

    http://soopermexican.com/wp-content/uploads/2015/05/mayday-communist.jpg

    Também não acho que queiram ser associados a tais tipinhos, uma vez que são manifestações exteriores de vergonha própria (e alheia) de produzir tal hormônio. Assim sendo, é preciso que eles sejam lembrados dessa associação a ponto de a mínima menção de que votem no referido político faça as pessoas tirarem onda disso.
    Outras recomendações:

    1) Não votar em ninguém do PT nem em quem for de outros partidos ligados ao Foro de São Paulo (PSB, PDT, PC do B, PCB, PPS, PPL);

    2) Não votar em nenhuma linha auxiliar do Foro de São Paulo (PSOL, PSTU, PCO, Rede);

    3) Prestar muita atenção a manobras políticas aparentemente de ruptura com o Foro de São Paulo. Nada é mais estranho do que Marta indo para o PMDB;

    4) PSDB é o PT que fala “por obséquio”, sendo a outra lâmina de uma estratégia das tesouras gramscista, vide Fernando Henrique defendendo Dilma;

    5) Preocupar-se com candidatos aparentemente oposicionistas de fato, mas que podem ser candidaturas “cristianizadas”, que existem propositadamente para perder, mas não sem antes dividir a base dos eleitores contrários ao PT e ao Foro, de maneira a conseguir levar pelo menos um candidato da patota ao segundo turno, na pior das hipóteses para eles, ou mesmo as duas lâminas da tesoura. Tenho cá minhas suspeitas que o Datena entrando no PP e possivelmente sendo candidato, sabendo-se que ele já elogiou o Lula, seja essa tal candidatura divisionista;

    6) Não cair nem deixar os outros caírem no conto das passeatas “espontâneas” e “apartidárias” que pedem “mais amor”, pois essas são ferramentas fora do ambiente da política partidária para promover campanha de assassinato de reputação de algum candidato que esteja à frente de algum do Foro de São Paulo e depois recebem em troca alguma contrapartida (vide o pessoal do Existe Amor em SP, que organizou passeatas contra o Russomanno, ganhando uma cadeira no Conselho da Cidade);

    7) Desconfiar totalmente de pesquisas, ainda mais se apontarem uma subida meteórica de candidato do Foro de São Paulo. Pode ser que essas pesquisas estejam na prática servindo para criar um cenário que confirme o que urnas da Smartmatic queiram dizer;

    8) É importantíssimo também o voto para vereador, uma vez que a Câmara pode bloquear projetos absurdos vindos do Executivo municipal tal qual o Congresso tem feito com projetos que agradam o Foro de São Paulo. Para vereador também são válidas as alíneas 1, 2, 3, 4 e 5.

  • Luciano Ferreira Lima

    Somos passivos demais, aceitamos calados os políticos fazerem laboratório em nossas costas.

    • Domingos

      Não se engane, a maioria que vota nisso ou viu vantagem ou se viu identificado nessas figuras sujas.

      O inconsciente é a coisa mais poderosa que existe.

  • Mr. Car

    Off topic: EXTRA, EXTRA, EXTRA, as contas de Dilma acabam de ser rejeitadas no TCU por unanimidade! Há uma esperança!!!

  • Leo-RJ

    Se a prefeitura retirasse os camelôs e outros ocupantes de calçadas, já teríamos um bom espaço melhor aproveitável. Ou, ao menos, que cuidasse delas…

    O que tenho medo é que no Rio a prefeitura tem mania de importar tudo que é de ruim de outros municípios…

    • CorsarioViajante

      Bem observado. Um dos argumentos para diminuir a velocidade na MArginal foi “cuidar das vidas” dos moradores de cortiços do canteiro central, até o Estadão bancou o palhaço numa reportagem onde “justifica” a reduçaõ pois agora um catador de sucata sente menos medo… O absurdo é que todos fingem naõ ver que justamente não deveriam existir cortiços em canteiro central de nenhuma avenida!

  • RoadV8Runner

    Não sei se sou eu que estou ficando velho ou se é o mundo que está ficando cada vez mais louco… O fato é: eu teria vergonha de propôr uma “extensão” da calçada como essa porcaria pintada de verde, delimitada por tachões de um lado e pelo meio-fio, do outro. Essa de alagar com chuva foi a cereja do bolo, a coroação de uma inutilidade pública escancarada. E essa nhaca não adiantou em nada no que se refere a aumentar o espaço para pedestres, já que os ambulantes a usam como extensão…

    • Nora Gonzalez

      RoadV8Runner, no meu caso, tenho certeza de que estou ficando velha, o mundo está ficando mais louco, mas também algumas autoridades perderam totalmente o senso do ridículo ao fazer coisas deste tipo.

  • Lucas dos Santos

    Pois eu acredito nessa possibilidade. Não é à toa que ele vem criticando a Dilma publicamente. Pura estratégia para posar de “salvador da pátria” e vai ter muita gente caindo nessa.

  • Domingos

    Não dá a idéia…

  • Domingos

    Aliás, tá na hora já. Temos o mesmo cenário político desde os anos 60, se bobear desde os 50.

    Uma parte desse pessoal poderia deixar aqui a gente em paz e ir morar no seu destino final – embora isso deva amedrontar uns bons deles.

  • Domingos

    A população nossa não é burra. Mas é filha daquela coisa.

    O Lula foi quem criou e elegeu Haddad e Dilma, todo mundo sabe disso, mas o pessoal também sente uma saudade do tempo que o cabloco sabia enganar melhor, dava umas bolsas, o crédito era fácil.

    Por isso que existe país pobre e país “rico” e, passa ano vem ano, não muda muita coisa.

    A gente pode ser entre os 10 mais ricos, porém será sempre essa lixarada.

    A riqueza está no espírito e não no PIB. Se fosse só por isso o governo do PT teria sido quase perfeito.

  • Lucas

    E mais importante do que serem rejeitadas, foi por UNANIMIDADE. Isso pesa.

  • Cláudio P

    Nora, lembro-me bem dessa época pois era muito mais aficionado pela F1 do que sou hoje. O fato é verídico e foi sim uma cutucada de Senna em Piquet, infeliz por sinal. Na verdade Senna não precisava conseguir espaço na mídia, pois já tinha bastante, era considerado por boa parte da imprensa favorito para o título de 88 e isso foi tema de muitas matérias na época. Ele era sim muito focado em seu próprio marketing, mas, a bem da verdade não estava precisando se esforçar muito em relação a isso, tanto que sumiu por um tampo. O problema que estou vendo em relação ao documentário é que depois de contar essa história tem muita gente dizendo que isso prova que foi Senna quem começou a rusga com Piquet, mas isso foi apenas um capítulo dessa rusga que começou muito tempo antes. Inclusive o próprio Reginaldo Leme já deu um depoimento sobre isso, que não deve ser difícil encontrar na internet. O fato é que, mesmo com estilos diferentes, eram dois grandes marrentos e cada um tem sua parcela de culpa nessa confusão.

  • Barman da Velocidade

    Evidentemente falta planejamento para este serviço. Claramente, o Haddad colocou o carroça na frente dos bois.

    Agora, sobre a nota no fim do artigo, faltou pesquisa por parte da autora. Bastava dar uma checada nas edições do JB em março de 1988 para saber da história. Quanta desinformação, hein!

    https://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC&dat=19880307&printsec=frontpage&hl=pt-BR

    https://news.google.com/newspapers?nid=0qX8s2k1IRwC&dat=19880309&printsec=frontpage&hl=pt-BR

  • Fat Jack

    Acabei de descobrir que o Piquet consegue ser sutil no lazer, pra mim era só no profissional (ou seja guiando…).

  • Pedro

    Realmente as pragas se espalham.
    Daqui a pouco todos os posts do AE serão sobre o transito de São Paulo.
    Obrigado Haddad por tirar todo entusiasmo do Ae.

  • Domingos

    Que Deus nos ajude ao parecer do STF ser de que isso vale impeachment, ainda havia essa dúvida!

  • Domingos

    Exatamente. Porém aí ele foi “melhor que os concorrentes” só na chuva de promessas ao mesmo tempo enganadoras/mentirosas e impossíveis.

    Entre elas estava acabar com os postes de São Paulo, uma medida que seria muito bem vinda. Não foi sequer levada a sério assim que ele assumiu o mandato…

    Também, se acabam os postes, o que seria dele???