Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas RENAULT SANDERO R.S. 2,0 NO USO – Autoentusiastas

Apesar de já termos feito uma matéria bem completa do Renault Sandero R.S. , quando com ele pegamos estrada e também o exploramos numa pista, cá de novo estou com ele, só que para uma semana de “convivência pacífica” na cidade, no trânsito, no “uso civil”. Afinal, essa é a proposta do Sandero R.S., um hatchback esportivo de verdade que, além de preencher nossos anseios por emoção, também supre nossas necessidades corriqueiras de comodidade e praticidade.

Acho importante esse dia-a-dia, porque alguns carros, assim como algumas pessoas, muitas vezes são muito agradáveis num certo lugar, numa certa hora ou situação, porém são inconvenientes para a convivência diária. É como diz a lenda da amante argentina, uma companhia que deve proporcionar prazerosas noites de farra ao desavisado, mas que provavelmente lhe causará embaraços com escândalos, rejeição da família, além de pulverizar seu saldo bancário num estalar de dedos. Pode até valer a pena, mas…

 

Legítimo RS. Verdadeiro hot hatch

Legítimo RS. Verdadeiro hot hatch

Esse não é o caso do Sandero R.S. Ele não é uma amante argentina. Além de toda ótima esportividade que demonstrou quando com ele pegamos estradas sinuosas e a pista de corrida do Haras Tuiuti, ele agora evidenciou que também se porta bem no dia-a-dia. É dócil, comportado, não é escandaloso, é até discreto, não nos causa embaraços, a família o aceita bem, e não tem nada que indique que acarretará em despesas superiores às de outro carro nacional, não esportivo, e de semelhante porte e cilindrada. É dos raros que proporcionam muito prazer sem nos causar peso na consciência.

Na cidade fez, segundo o computador de bordo, médias entre 6 e 7 km/l de álcool, dependendo do trânsito. Na estrada, 9,5 km/l, mesmo combustível.

 

Pedais bem posicionados

Pedais bem posicionados

A suspensão é um pouco dura, sim, já o havíamos apontado. Para cidades cujo asfalto das ruas foi abandonado de vez, como São Paulo, a suspensão do RS é daquelas que quando estamos sozinhos não há inconveniente algum, apesar de ser preciso um pouco mais de cuidado em evitar buracos, dirigir um pouco mais devagar em trechos mal remendados etc., isso muito devido aos pneus de perfil baixo, 205/45R17. Com pneus assim, de perfil similar, não tem jeito, é preciso cuidado.

Na verdade, essas rodas aro 17 e pneus condizentes, é o único opcional oferecido, pois de série ele tem rodas aro 16 e pneus 195/55R16, iguais às do Sandero GT Line. O comprador deve pesar os prós e contras entre um e outro em vista do uso que pretende fazer do carro. Que faz diferença, faz. Com os de aro 17 o R.S. terá reações mais rápidas e maior aderência lateral e longitudinal. Com os de aro 16 terá mais maciez e despreocupação com buracos, pedras etc. Não o dirigi com rodas aro 16, mas essas diferenças são esperadas.

Essa dureza da suspensão não é tanta e só incomoda um pouco ao levar pessoas cujo perfil é dos que não abrem mão do conforto em favor de esportividade. Por exemplo, senhoras. Saí uma noite com minha mulher e minha mãe e notei que elas, conversadeiras, ao tomarem pequenos solavancos devido à suspensão um pouco dura, às vezes sofriam interrupções nas suas frases. Os pequenos solavancos, diga-se, não foram suficientes para lhes atrapalhar a conversa. Só ao chegar lhes perguntei:

— Um pouco durinho de suspensão, não é?
— É, sim, um pouco durinho. Aquele outro carro, o que você estava testando na semana passada, era bem mais macio, mas, tudo bem.

Elas, como se vê, certamente prefeririam que o R.S. estivesse com rodas aro 16.

 

Bancos esportivos envolventes e confortáveis

Bancos esportivos envolventes e confortáveis

Ele, mesmo tendo um vão-livre do solo bem menor que o Sandero “comum” (é 2,6 cm mais baixo), não raspou a frente e nem o fundo em lombadas, e também não raspou a frente em entradas e saídas de garagens de prédios com rampas bastante acentuadas; mais uma prova da desnecessidade dessa mania de erguer tanto os carros brasileiros. Fora que ele ficou bem mais bonito estando na altura certa, a altura que serviu de base para seus designers o desenharem. E, interessante, muita gente veio perguntar que carro que era, pois só o fato de rebaixá-lo — ou melhor, “deserguê-lo” — já mudou o aspecto do Sandero a ponto até de confundir as pessoas, que não o reconheciam. Ah! E todos o acharam lindo, muito mais bonito que o Sandero “comum”. Melhor ainda ficaria sem as faixas adesivas laterais. Acho que ficaria mais chique. Mas isso é gosto meu.

As perguntas que vinham eram das mais inesperadas, tipo:

— O motor é dois-ponto-zero?
— Isso, é um dois litros — resposta.
— Então é dois ponto zero? É? — ele entendendo sem entender o que é ponto e muito menos que tais de litros são esses.
— É. E a suspensão foi toda modificada. Um acerto perfeito e… — eu aqui tentando explicar o que é esse carro, mas sendo interrompido por comentários de alguém que não está me escutando.
— Puxa! E cada rodona preta linda! — o admirado perguntador que não é escutador de respostas.
— Sim. Rodas lindas — comentando, mas já desanimado.

A conclusão é que, se for para ficar ouvindo o que as pesquisas de opinião indicam, para então, a partir delas, construir um esportivo, o produto vai sair mais outro que dá a impressão de ser, mas que não é; será mais um capado com pinta de garanhão. Se pretendem fazer um esportivo de verdade, um que agrade os que realmente gostam e entendem de esportivos, então que consultem só os do ramo. A Renault fez bem. Delegou o Sandero R.S. para a divisão Renault Sport, que é do ramo. Confiou no taco e fez como devia.

 

Espaçoso na frente e atrás

Espaçoso na frente e atrás

Com esse motor de 150 cv a 5.750 rpm e 20,9 m·kgf a 4.000 rpm (álcool) o Sandero RS ficou um canhãozinho. O carro lhe é leve, as marchas são curtas e bem próximas umas das outras, daí que ele parte feito uma bala. Larga rápido. O giro pouco cai nas subidas de marcha e isso deixa muito gostosa a sensação de ir metendo marcha atrás de marcha. Também isso é gostoso mesmo as fazendo em giro baixo. O motor é elástico, o ronco é grosso, gutural, e já em baixíssimo giro disponibiliza farta potência. Basta vermos um trechinho livre, que dá para darmos uma acelerada, que lá vem a acelerada. A gente vicia nesse prazer que ele dá.

Para rodarmos civilizadamente pela cidade, com o tráfego fluindo, acaba sendo muito comum pularmos marcha, tipo 1ª,3ª e 5ª, ou 1ª, 2ª, 4ª, e 6ª. O motor não dá a mínima bola para isso e segue levando seu leve fardo com uma mão às costas. Claro, o fato de as relações serem mais próximas que a média encontrada por aí ajuda nesse caso. Os passageiros também nem percebem que estivemos pulando marcha.

 

Motor de funcionamento liso e com ótima pegada.desde baixa rotação

Motor de funcionamento liso e com ótima pegada.desde baixa rotação

A direção não é leve. Mesmo tendo assistência eletroidráulica indexada à velocidade, na cidade ela não fica leve demais. Fica firme, consistente, do jeito de particularmente gosto. Sente-se ter um carro nas mãos e não um volante solto tipo o desses de jogos eletrônicos. Calibração ideal para um esportivo. Eles (a Renault Sport) cuidaram bem disso.

A posição de guiada, que no Sandero “comum” não me é ideal, principalmente por não ter regulagem de distância de volante, no R.S., apesar de também não tê-la, logo me encaixei com perfeição. Os bancos são diferentes, esportivos, e vem daí esse melhor posicionamento. Mesmo assim, por ser um esportivo, deveria ter regulagem de distância do volante.

Os instrumentos são escuros, é impossível lê-los de dia quando se está de óculos de sol e têm muitos traços, o que dificulta uma rápida leitura. É algo que precisa ser resolvido, pois é estranho ter de ligar luzes para que os instrumentos fiquem iluminados.

A dureza fica por conta de controlar a ansiedade de pegar uma estrada com ele. Ele a fica pedindo quase o tempo todo.  Fica pedindo aceleradas fortes esticando cada marcha e, principalmente, implora por curvas, coisa que faz com maestria. O acerto de suspensão pela altura correta, a troca das molas dianteiras e traseiras, a troca da barra estabilizadora dianteira e colocação de uma, interna, no eixo traseiro, os excelentes pneus, entre outras coisas, lhe deram um adorável comportamento.

Nas tomadas de curva a frente entra rápida e ele logo se apoia muito equilibrado entre dianteira e traseira. Avisa com boa antecedência quais são os seus limites. Excelente tração nas saídas de curva e nas largadas parado também.

Na estrada, nas retas, é sólido, grudado no chão, e assim vai até sua velocidade final: sólido, seguro.

O comando do câmbio, a cabo, está perfeito, com engates precisos e justos, tipo carro de corrida. A modulação dos quatro freios a disco é perfeita. O posicionamento dos pedais é tal que permite fácil punta-tacco.

 

Quem é do ramo vira fã

Quem é do ramo vira fã

Resumindo, quem é do ramo com certeza será conquistado por ele e não terá nada a reclamar do seu uso diário por ter a suspensão mais firme, fora que durante a semana curtirá um antegozo por saber que no fim de semana poderá colocá-lo na estrada e/ou na pista. Após uma semana com o R.S., a conclusão é que a cada dia mais dele gostamos.

AK

Fotos: Paulo Keller

 

FICHA TÉCNICA SANDERO R.S. 2,0
MOTOR
Designação Renault F4R
Instalação Dianteiro, transversal
Tipo 4 tempos, 4 cilindros em linha, bloco de ferro fundido, cabeçote de alumínio
Nº de válvulas por cilindro/atuação Quatro, atuação indireta por alavanca-dedo roletada, fulcrum com compensador hidráulico
Nº de comandos de válvula Dois, no cabeçote, acionamento por correia dentada
Cilindrada 1.998 cm³
Diâmetro x curso 82,7 x 93 mm
Taxa de compressão 11,2:1
Potência 145 cv (G) e 150 cv (A); a 5.750 rpm
Torque 20,2 m·kgf (G) e 20,9 m·kgf (A); a 4.000 rpm
Corte de rotação 6.500 rpm
Formação de mistura Injeção eletrônica no duto
Combustível Gasolina comum e/ou álcool (flex)
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo dianteiro, manual de 6 marchas mais ré, todas sincronizadas
Relações das marchas 1ª 3,73:1. 2ª 2,10:1; 3ª 1,63:1; 4ª 1,29:1; 5ª 1,02:1; 6ª 0,81; ré 3,54:1
Relação do diferencial 4,12:1
Rodas motrizes Dianteiras
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora integrada ao eixo
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência eletroidráulica, diâmetro de giro 10,6 m
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado de Ø 280 mm
Traseiros A disco de Ø 240 mm
Auxílio Servofreio com câmara de vácuo de 10″
Circuito hidráulico Duplo em “X”
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 5,5J x 16 (opcional 6,5J x 17)
Pneus 195/55R16V (opcional 205/45R17W)
Estepe Temporário 185/65R15 (80 km/h)
DIMENSÕES
Comprimento 4.068 mm
Largura 1.733 mm/2.000 mm com espelhos
Altura 1.499 mm
Distância entre eixos 2.590 mm
PESO E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha 1.161 kg
Porta-malas 320 a 1.200 litros
Tanque de combustível 50 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 8,4 s (G) e 8 s (A)
Velocidade máxima 200 km/h (G) e 202 km/h (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª 33,8 km/h
Rotação a 120 km/h em 6ª 3.550 rpm
Rotação à velocidade máxima (6ª) 6.000 rpm
MANUTENÇÃO
Revisões A cada 8.000 km
Troca de óleo do motor A cada 8.000 km
GARANTIA 3 anos ou 100.000 km

 



Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

  • Giovane Fortuna

    cada vez que leio os reviews do RS, mais me convenço que preciso trocar meu carro por um desses…

    Fiz o test drive dele na vida real, colocando na pista e fazendo comparativos, e foi amor a primeira pilotada!

    Além de tudo, existe um potencial imenso de upgrades para melhorar mais ainda 😀

  • CorsarioViajante

    Achei! Achei!
    Achei o “sucessor espiritual” do meu Polo GT, guardadas as devidas proporções.
    Um excelente equilíbrio entre um carro usável no dia a dia e com prazer ao volante, sem estourar sua conta bancária.
    O meu seria com rodas 16″.
    Pena que já não tenho mais idade para isso… rs

    • RoadV8Runner

      Faço coro com o Arnaldo, ter um esportivo independe de idade. Se puder e quiser, compre um e seja (muito) feliz!
      Abração!

  • Alex Ctba

    Obrigado por esse post AK, muito elucidativo!

    Realmente, eita povinho besta esse nosso, por isso os esportivos fake, como new fiesta sport, HB20 spicy, Fox pepper,Onix effect, Uno sporting, JAC J3 S, Hyundai Veloster, Montana Sport, Punto Blackmotion e outros, tem mercado.

    Ninguém quer saber de comportamento dinâmico, suspensão e freios. Se tiver rodão, spoiler, e adesivo tá valendo, pois querem o carro para exibir e não para o prazer próprio.

    Eu no meu caso estou contando os dias para comprar esse Sandero R.S., apenas pelos relatos de vocês aqui do A.E. Nem vou fazer test drive já que não posso comprar esse carro agora.

    Já me divirto com meu Fiesta 1.6 de segunda a sexta no trecho de 35 Km de casa para o trabalho ( Campo Largo > Curitiba ) em que 25 Km é da BR 277 (tapete), imagino que vou ter bastante diversão quando estiver com meu R.S.

    Valeu!

    • Fabio Toledo

      Você, na visão de quem mora na região metropolitana de São Paulo, é um privilegiado! Cercearam nosso prazer ao dirigir até na viagem para praia! Rio-Santos ou é lombada tradicional ou é lombada eletrônica! Trânsito ridículo todos os finais de semana.

      AK, essa questão merece um post seu! Ir para a praia se tornou um estorvo! Nem tenho mais vontade de “descer”. Quem viveu… viveu! Está ficando insuportável morar em São Paulo, coisa chata!

  • Marcos Alvarenga

    Também tiraria as faixas laterais.

    O pequeno adesivo “Renault Sport” perto da roda traseira já diz o suficiente.

  • Fabio Junto

    Tive péssima experiência com a marca e posteriormente fui “contaminado” pelos comentários desabonadores por ocasião do lançamento, agora vem essa reportagem desmistificando (ou não?), estou ponderando….

  • Mr. Car

    Estive rapidamente em uma concessionária e vi um branco, como este. Gostei dos bancos, bonitos, confortáveis, mas não gosto de rodas pretas, aliás, nem de carro branco. Se fosse o caso, ficaria com um prata, e também abriria mão das rodas 17. Na verdade, como não iria explorar sua esportividade como ele pede, e meu foco é ter um carro de uso mais comportado mas que ande bem, ficaria mesmo é com um Move up! TSI e economizaria alguns milhares de reais, mas louvo a iniciativa da Renault de oferecer um legítimo esportivo. Em tempo: vi também a Oroch, e gostei mais ainda ao vivo. Ficou mais bonita que um Duster, tem espaço muito melhor que Strada e Saveiro de cabines duplas, e não é um trambolho para o trânsito urbano como as camionetes tradicionais. Resta saber se vai ser o sucesso de vendas que merece.
    Abraço.
    Para pensar: “Convém que tu rias antes de ser feliz, se não quiseres morrer sem nunca ter rido”. (Jean de La Bruyère)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=0jlHz0wF0Ig

    • JJ Neves

      Mr. Car
      Não gosta de carros brancos? Eu, por outro lado, prefiro. Apesar do meu atual ser prata (oportunidade que apareceu).
      Não gosto das rodas pretas e também abriria mão dos aros de 17″, mas o que realmente me incomoda no R.S. é aquela faixa na lateral. Pra que aquilo, gente?

      Quanto ao up! TSI, uma concessionária aqui da minha cidade realizou um “evento” de lançamento do mini-TSI e disponibilizou uma pequena pista (devia ter uns 50 m) e dois carros para as pessoas tirarem um curto racha. Bem divertido. E, depois, você ainda podia pedir um test drive sem compromisso no carro e… Só tenho elogios. Que maravilha de carrinho!

  • nrporto

    No caso do painel de instrumentos, difícil de ler segundo o Arnaldo, acho legal que esteja sempre iluminado, como nos Ford Focus. Virou a chave e o painel acende. Muito mais legível.

  • Danilo Grespan

    Interessante que há duas semanas já vi um desses na rua, em Cuiabá-MT, ainda sem placas. A Renault não perdeu tempo não…

  • Rafael Kleber

    Mais por curiosidade, faltou mostrar que na opção sport ele aumenta marcha lenta, e de opção abrir uma tampa na caixa do filtro de ar para ouvir maior som de admissão.

  • João Carlos

    Rebuscamento com quadro de instrumentos dá nisso. Até a referência da VW se perdeu no up!, na minha posição ocorreu igual a você: não vejo a parte de cima. Aqueles quadros com velocímetro em meia-lua com o velocímetro era perfeito, existia nos GM, e para um esportivo era melhor ainda, dada a proximidade do conta-giros ao velocímetro. Hoje gosto do usado no Sonic, exceto pela cor azul que não deve ser usada em painel: é anti-haddad e boa leitura de conta-giros.

  • Dieki

    Eu dirigi esse carro. E tenho um Logan 1.6 da geração atual. O R.S. é melhor em tudo e por tudo. Achou essa suspensão dura? A do Logan é quase igual, principalmente a traseira. Só que os bancos dianteiros do esportivo são muito melhores, o que mais que compensa. Os volante, cambio e pedais tem acionamento muito mais leve e fáceis. Ou seja, é um carro mais fácil de usar no dia-a-dia. Além das respostas rápidas, pois a versão civil é letárgica (e de certo modo, beberrona). A suspensão mais rígida passa muita segurança. Por fim, os freios são excelentes (ao passo que os originais são apenas bons). É uma evolução e tanto.

  • Agenor Souza

    A única coisa que vou divergir quanto aos custos diz respeito ao seguro…deve ser bem mais alto do que o seu irmão careta…

  • Rafael Ziller

    E agora, Speed Up! TSI ou Sandero RS??? hehehe

  • João Ramos

    Cada vez me dá mais vontade de ter um desses

  • Domingos

    Falta agilidade na rede da Renault. Até hoje o modelo não está disponível para testes, o que é imperdoável num esportivo acessível.

    Se fosse só ver no showroom e “se apaixonar”, o GT Line faz um papel até melhor.

  • Lemming®

    Por essas e por outras que o mercado está cheio de esportivos de mentirinha…rs
    Particularmente iria de rodas aro 16 para não tomar uma facada em alguma eventualidade, ou quase certeza, de ter algum pneu danificado por buracos e afins.
    Não esperava que fosse tão bom. Parabéns a Renault.

  • BMAlves83

    Quem sabe daqui há uns anos eu consiga comprar o meu!

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Que bom que vocês logo fizeram um “no uso” com essa belezinha! Desta forma, não restam dúvidas sobre o carro, basta um “test-drive” para finalmente decidir-se pela compra.

    Sabem me informar se é possível tirar as faixas adesivas laterais sem danificar a pintura? Também acho que ficaria mais discreto e elegante sem as mesmas, quase um “sleeper”(termo que não gosto mas não conheço substituto…).

    2015 ficará na história do verdadeiro autentusiasta brasileiro, com a oferta de dois carros relativamente acessíveis (up! e Sandero R.S.), além de alguns outros para os mais afortunados, como o novo Civc S.I.

    • Cristiano Reis

      Lobo em pele de cordeiro? rs

    • Fabio Toledo

      Você falou em sleeper (não entendi por que implicou com o termo… rs) lembrei dos Jetta TSI sem emblema para enganar os incautos, agora os up! pretos sem emblema… rs
      OFF – Estes dias acabei reparando que a VW colocou suspensão multibraço na versão de entrada do Jetta 2015. Mais uma vez parabéns a VWB!!! DAS AUTO! Agora ninguém mais pode chamar o Jetta de Santanão! Estranho que a mídia especializada não mencionou ou eu que não vi.

      • Davi Reis

        Já faz algum tempo, pelo menos 2 anos se não me engano.

  • Fabio Toledo

    Valeu AK, já havia um tempo que não lia um texto seu, sempre é um grande prazer! Parece que estamos vivenciando o momento! Abs

  • Marcelo Schwan

    Parabéns à Renault pelo belo trabalho nesse carro.

    Esportivo acessível não é só zero a 100. É comportamento; é diversão.

    Um dos carros mais divertidos que eu tive foi um Ka Action 1.6, que era um XR sem os apetrechos esportivos. Câmbio curto, suspensão justa e um ótimo acerto. Não era um canhão pra andar, mas era diversão pura.

    E esse Sandero, pelo visto, está no caminho.

    abraço,
    Marcelo Schwan

  • VeeDub

    “fulcum com compensador hidráulico”.

    Perdão pela falta de conhecimento, mas o que é fulcum ?

    • VeeDub
      Problema nenhum em perguntar. Fulcrum é o ponto de apoio de uma alavanca, no caso a alavanca que recebe movimento do ressalto do comando de válvula e abre a válvula. Há três tipos de alavanca: a interresistente, aquela em que o fulcrum está numa extremidade, a potência na outra e a resistência, no meio. Ex: carrinho de mão tipo o usado por pedreiros nas construções; a interfixa, em que o fulcrum está no centro e a força e a resistência estão nas extremidades. Ex; a tesoura. E a interpotente, o fulcrum numa extremidade, a potência no centro e a resistência na outra extremidade, este o caso do acionamento das válvulas do Sandero R.S. e de uma infinidade de motores, inclusive up! MSI e TSI, para dar um exemplo. No caso desse motores, o fulcrum é um sistema hidráulico para compensar a folga de válvulas.

      • Cristiano Reis

        Por que não dizer tucho hidráulico?

      • Aquiles

        Bob,
        Então não precisa do tucho hidráulico nas válvulas? Outra dúvida, a força para acionar as válvulas não aumenta em comparação se fosse interresistente ? Se aumenta a força aumenta a potencia “perdida” para acionamento das válvulas?
        Obrigado.

        • Domingos

          Qualquer configuração com balancins é de menor resistência se comparada a uma configuração mais convencional com tuchos.

          Porsche e Peugeot possuem uma configuração de tuchos que dizem ser equivalentes no final das contas aos balancins.

  • Fat Jack

    Gostei muito da avaliação (o trecho mãe/mulher foi sensacional…, me vi no seu lugar ao volante…)
    “Na cidade, … médias entre 6 e 7 km/l de álcool… Na estrada, 9,5 km/l, mesmo combustível.”
    Esse valor de consumo rodoviário não seria fruto da sua relação final “curta”?
    Particularmente preferiria um 5+E (apesar de que entendo atender bem o perfil de esportivo).
    “…pois é estranho ter de ligar luzes para que os instrumentos fiquem iluminados…”
    Prefiro e acho absolutamente mais seguro deste modo, basta um leve passeio pela cidade para perceber quantos veículos com painéis constantemente iluminados rodam apagados, confesso que não descobri direito onde os fabricantes economizaram com isso (deve ser metragem de fiação ou relés), mas tenho certeza de ser este o motivo da alteração (não estendida aos Renaults felizmente!).
    “..isso muito devido aos pneus de perfil baixo, 205/45R17…”
    Eu que já rodei com pneus de “ombro” próximo (195/50) sei que pneus muito baixos sacrificam parte do conforto exigem bastante atenção para não se danificar as rodas, eu ficaria com os 195/55 sem problema (ainda que os 205 indiscutivelmente ajudem), ele me parece ter “chão” mais que suficiente para ser eficiente com os menores.
    Mesmo não sendo perfeito para o meu gosto teria um sim…, fácil, não vejo nada mais prazeroso que ele nem sequer perto do preço dele…
    (Sonho de perfeição: Um Logan RS com câmbio 5+E… acho bom eu esperar confortavelmente sentado…).

    • Fat Jack, essa última marcha relativamente curta é uma característica de muitos esportivos cuja potência não é das monstruosas. Por exemplo, o Toyota GT86, também por nós testado. Sem dúvida, você tem razão, com uma 6a mais longa haveria menor consumo na estrada, mas menos esportividade.

      • Fat Jack

        Você acha que com 5 marchas reais e uma de economia a perda de desempenho seria muito grande, AK? (confesso que se tem algo que eu desconsidero é o fator “retomada”, possivelmente porque para mim não é trabalho nenhum cambiar e acordar o motor para as situações de maior solicitação). Valeu pela atenção!

        • Fat Jack, não acredito que mudariam os números de desempenho. Se mudasse seria pouca coisa, mas mudaria o prazer da guiada esportiva. Note que no texto contei sobre o prazer que é subir marchas sucessiva e rapidamente com pouca queda de giro, tipo moto esportiva. Esse é o espírito do RS e você deve entender o conceito do carro como ele é.

          • Fat Jack

            Entendo sim, de fato…, tanto entendo que apesar de não ser 100% compatível com minhas preferências teria um sim…
            Obrigado novamente!

      • Lorenzo Frigerio

        Esse é meu ponto de vista: sendo 5+E como você apontou no primeiro texto, o desempenho total está lá já na quinta; 100% da esportividade está nas 5 primeiras marchas. A 6ª. poderia ser mais longa, sem prejuízo da experiência de dirigi-lo.

  • Antonio Cleiton

    Arnaldo, tem jornalista reclamando do trambulador dele. Tem problemas mesmo esse trambulador?

    • Antonio, no texto eu disse que era muito bom. Ou melhor, ótimo. Tem gente que não pisa direito no pedal da embreagem, não pisa fundo o bastante. Pode ser isso. Sei lá de onde tiraram que não é bom.

      • Antonio Cleiton

        Eu concordo com você, esse carro possui a assinatura R.S., nunca acreditei quando lia isso. E em toda as matérias que vocês fizeram com o carro, todas excelentes por sinal, nunca falaram disso, por isso minha dúvida. Obrigado, matéria muito boa. Parabéns!

      • Lucas Mendanha

        Não sou muito chegado a avaliações breves por conta disso.. Acho que é muito pouco tempo para se avaliar um carro de fato e ter uma boa opinião. Tem caracteristicas que não são avaliadas a contento, ou até mesmo não são percebidas num breve contato…

        Prefiro o teste no uso, como o Ae faz, onde é possível avaliar melhor, rever algo que causou estranheza, descobrir características / recursos que passam batido nas apresentações, e como disse no texto, checar se aquela primeira impressão se confirma na realidade do dia a dia…

        Um exemplo que posso citar a respeito de informações que passam batido em avaliações breves: quando estava estudando para comprar o meu Focus Mk 2,5, pesquisei bastante o material disponível a respeito, e, em nenhuma publicação foi mencionado a saída de ventilação para os bancos traseiros, um item que considero importante em questão de conforto, por permitir uma melhor ventilação da cabine e controle de temperatura. Só fui descobrir a existência das saídas, que ficam embaixo dos bancos dianteiros, quando já havia fechado o negocio e estava dando a primeira geral. Apesar de simples, é um recurso que faz bastante diferença no uso e vários concorrentes de peso não o oferecem.

    • Domingos

      Parado os engates são ruins, no sentido de se ficar bem perdido de que marcha é qual. Andando sempre é outra coisa…

      Vai ver o pessoal “testa” esse aspecto com o carro parado, que não é completamente o certo.

  • Diney

    O mais incrível da conversa é que o cidadão, com uma baita máquina na frente, só teve olhos para as rodonas. Magnífica a primeira foto.

  • RoadV8Runner

    Para melhorar, só falta a Renault oferecer o modelo ao menos na cor amarela. Se houvesse opção por laranja então, acabaria por fazer uma loucura… Gostei muito da combinação de cores dos bancos.
    Eu gosto de faixas na carroceria, mas pelo desenho do Sandero, as faixas laterais ficaram, de fato, ou pouco “deslocadas”. Poderia haver opção pelas faixas longitudinais no capô e capota, como a Renault oferecia para o Clio tempos atrás. Voltando à cor de carroceria amarela ou laranja, daria inclusive para aplicar essas faixas no mesmo padrão dos bancos.

    • Mr. Car

      Não seja por isto, Runner. Com o advento do “envelopamento”, você pode ter seu R.S. na cor que quiser, e com as faixas do jeito que quiser. Arranje outra desculpa para não comprar, he, he, he!
      Abraço.

      • RoadV8Runner

        Mr. Car,
        Pare de dar idéias!!! Rsssss…

    • Domingos

      Também me decepcionou não ser oferecido o famoso amarelo Sirius, com o modelo contanto com cores bem apagadinhas e com pouca escolha (até onde sei, preto, prata, branco e vermelho).

      As 3 primeiras são longe de serem cores de carro esportivo e só o vermelho me parece pouco.

      É o maior porém do carro, com nenhuma cor que realmente me agrade pessoalmente.

  • Sensacional. Belo Texto Arnaldo Keller. Com certeza um carrinho a ser admirado. Sobre a parte da lombada/quebra-mola, vai depender muito dos pedreiros heheh, na faculdade o cara fez uma lombada triangular, era cada ralada.

    • Pois na minha era pior. Tinha uma placa de “CUIDADO COM O QUEBRA MOLAS!”
      E daí o sujeito diminuía, ia devagarinho, e nisso vinha um maluco com uma marreta enorme e metia uma tremenda marretada nas molas do carro.
      Acho que o Haddad terá um destino que nem o desse maluco da marreta aí. Ele continuará odiando carro, mas esse será o único modo de externar esse ódio.

  • Fabio, tenho escrito regularmente. Dê uma olhada aí. Abç.

    • Fabio Toledo

      Sim AK, ultimamente meu ritmo de trabalho está além da conta mesmo, mas vou reservar um tempinho para os seus textos. Obrigado.

      Aproveitando, que mancada da Renault não ter colocado regulagem de distância do volante, eu valorizo isso, no Fiesta por exemplo curto colocar na posição típica de rali, “volante colado no peito”.

  • Rafael, acredito que dê, sim, para tirar as faixas.

  • Rafael, são diferentes. Ambos bons e de autoentusiastas, mas diferentes. O RS anda mais e faz mais curva, claro. O TSI é rei na economia de combustível.

  • Rafael, essas coisas, e muitas outras mais, foram ditas na primeira matéria. Na sport, além de aumentar a rotação da marcha lenta, coisa em que não vi vantagem alguma, não senti diferença alguma nas respostas de acelerador. Portanto, irrelevante. Já com mais um toque prolongado nessa tecla ele desliga o controle de tração, modo só interessante quando numa pista de corridas. Na cidade e estrada no “uso civil”, como foi a proposta desta matéria, não há porque ter o trabalho de desligá-la.

  • nrporto, desse seu jeito também não é o ideal, pois muita gente ao escurecer o dia acha que ligou as lanternas e não as ligou. O melhor é enxergar os mostradores com clareza sem ter que ter luz alguma para isso. É fácil de fazer.

  • Fabio, teste-o. Se tem dúvidas, sente nele e guie.

    • Iury

      Apenas um relato: tive a curiosidade de guiar o carro antes de fechar uma compra recente de automóvel. Me dirigi a uma concessionária Renault em Brasília que já expunha um Sandero RS. Chegando lá fui informado que não haveria este modelo para test drive. O vendedor teve a audácia de me dizer que eu deveria “confiar no meu taco” na hora de comprar um veículo desse porte e que haviam inúmeras revistas e meios jornalísticos elogiando o carro. É mole? Se esse carro fosse 50 centavos ainda ia, mas jogar mais de 60 mil num carro sem poder testá-lo antes me parece burrice, ainda mais se o consumidor (como eu) for exigente.

      • CorsarioViajante

        Eu entendo que, em alguns casos, versões que vendem pouco ou que são raras não podem ser disponibilizadas para test-drive. O que não entendo são estas respostas de “sabichão manjador” vindo de vendedor.

  • Alex, o Punto Blackmotion, por mim já testado, é bem bom. Bem bom, mesmo. O Veloster, não guiei, mas desconfio que também seja.

    • Gustavo75

      Pois é Arnaldo, estou pensando seriamente em comprar um Punto Blackmotion em vez do HB 20 1.6. Ambos praticamente pelo mesmo preço. 52 mil (punto com desconto). O que está pesando a favor do HB é o motor de concepção mais moderna e sem o tanquinho de partida a frio e o excelente câmbio manual de 6 marchas (5+E). Obrigado pelo comentário

      • CorsarioViajante

        Cada um é cada um, mas a despeito do design que acho forçado iria de HB20.

        • Carlos A.

          CorsarioViajante, de fato cada um é cada um. E o legal aqui é esse respeito sobre a opinião. De fato HB20 é mais atual, mas gostei do Punto pelo seu desenho que na minha opinião tem uma personalidade mais ‘própria’. Acho que a maioria dos modelos atualmente tem desenhos parecidos, e como gosto e opinião podem ser diferentes, infelizmente acho que o HB20 2016 piorou no para-choque frontal com aquela grade/abertura bem maior, mas, como eu disse é apenas uma opinião pessoal.

          • CorsarioViajante

            Eu também acho o Punto mais bonito e, digamos, apresentável! rs Acho o HB20 muito “carro de patricinha”, ia me incomodar por este lado. Mas para mim o motor do HB20 e o câmbio de seis marchas fariam a diferença pois pego muita estrada.

          • Davi Reis

            É uma escolha difícil, o HB20 é muito bom mas o Punto ainda me agrada mais. Se desempenho for muito decisivo pra você, o HB20 anda um pouco mais (numericamente falando) mas o Punto não chega a decepcionar. O consumo de ambos me parece ser muito parelho, talvez melhor agora com o HB20 6 marchas, mas a garantia bem maior do Hyundai pode ser um bom trunfo. Mas carro por carro, pensando no prazer de dirigir, ficaria de Punto. Pode ter um câmbio menos preciso e de engates mais longos, um motor um pouco menos suave (mas que ronca gostoso) mas ainda me parece mais acertado que o coreano (especialmente suspensão e direção). Você andou neles? O que achou?

        • CCN-1410

          Gosto é gosto, mas não acho o HB20 legal. Não quero dizer que seja ruim, apenas não gosto do desenho.

          • CorsarioViajante

            Eu também não. Ia sempre me sentir dirigindo o “carro da esposa”.

      • Carlos A.

        Gustavo75, costumo dizer que o carro deve ‘vestir bem’ por isso teste-os antes da compra. Acabei de pegar um Punto Essence 1.6 completo + Dualogic Plus, no pacote ‘SP’ o custo é muito bom. O Blackmotion já é 1.8 e com ar digital se não estou enganado, achei muito para a minha necessidade. Saí de um Fit automático 2013 LX e hoje incrivelmente, noto o quanto a troca de marchas do FIT automático dava suaves ‘soquinhos’ nas trocas e havia uma certa morosidade no arranque (imagino que devido ao conversor de torque). Dualogic Plus surpreende por manter o consumo e comportamento idêntico a um carro com pedal de embreagem tanto nos arranques como no freio motor, além disso está mesmo muito bom o sistema na minha opinião. Totalmente suave nas trocas de marcha até o momento não notei soquinhos ou ‘soluços’ nas trocas, o sistema evoluiu muito. Caso você resolva optar por um sistema desses está muito bom mesmo e note minha experiência anterior com câmbio automático tradicional.
        Sobre o fato do motor ter o tanquinho, é algo indiferente em minha opinião, principalmente na decisão ou não por um modelo. Estou testando o Punto no álcool e a exemplo dos Fiat flex anteriores que conheço como os primeiros Palio Fire Flex e Mille o sistema evoluiu muito. No Punto a bombinha é fora – abaixo do tanquinho – e noto que ao abrir a porta do motorista com a temperatura ambiente que necessite da injeção de gasolina para primeira partida, ocorre o acionamento breve da bombinha, imagino que para pressurizar o sistema, assim as partidas a frio tem sido instantâneas. Outra evolução do sistema. Já em veículos com aquecimento dos ‘bicos’ ouvi comentários que deve-se dar a partida só após apagar a luz no painel indicadora de aquecimento, antes disso corre-se o risco da partida ser mais longa ou do motor não pegar na primeira. Único detalhe do tanquinho é mantê-lo sempre com gasolina de ótima qualidade, meu caso já troquei a que veio de fábrica pela Podium.

        • Gustavo75

          Obrigado pelo comentário Carlos. Independente do carro, tenho preferência pelo câmbio manual.

    • Alex Ctba

      Valeu AK! Sim, conforme o Bob fala, não existe carro ruim, acredito que esses que eu citei sejam todos ótimos carros, porém, não são esportivos na acepção da palavra, mas muitos compram e acreditam que estão levando pra casa realmente um esportivo.

      • Arnaldo Keller

        Alex, também acho que os outros são bons. Citei o Punto Blackmotion por ele ter um caráter mais esportivo, já que pareceu ser isso o que você desejava.

        • Alex Ctba

          Entendi AK, obrigado por responder. Não sabia que o Blackmotion tinha esse comportamento esportivo, imaginava que da família Punto, apenas o T-Jet se caracterizava assim. Vou fuçar aqui para procurar avaliação do Blackmotion. Acho o Punto um belo carro e apesar de muitos, inclusive o Bob, acharem desnecessário, eu gosto da idéia de borboletas no volante para troca de marchas, não sei se o Blackmotion tem essa opção.

          Abraço!

  • Corsário, como se diz na roça: Para um burro velho, pasto novo….
    Sem essa de passar da idade. Invente outra, meu amigo.

    • CorsarioViajante

      Hahaha outras prioridades hoje AK! Mas gostei do ditado!

      • Fabio Toledo

        O AK deve ter outros ditados “do surfe”, mas vai aí um do skateboard…
        “Você não para de andar de skate porque ficou velho, você fica velho porque parou de andar de skate!”

      • CCN-1410

        Outras prioridades eu concordo, mas lembra-te de que teu tempo é sempre hoje.

  • César

    Pode até ser um alento aos sedentos órfãos de carros estilo “pocket-rocket”, há tanto tempo sumidos do mercado nacional. Admiro a coragem da montadora francesa em lançar uma versão “de nicho” (bem apertado, por sinal) de um carro popular, em meio a um período de dita crise.

    Pois convenhamos, aqui na cidade onde moro, o preço pedido é de R$ 66.000 ( o preço de tabela é para inglês ver), por um hatch pequeno e de carroceria dos anos 90 (pelo menos na questão estética). Acho que existem opções muito mais agradáveis dentro desse valor.

    • Domingos

      Em São Paulo estão praticando exatamente os valores de tabela e algumas autorizadas se mostraram dispostas a negociar um pouco o valor durante o lançamento.

      Mas não é a primeira vez que ouço de ágio. E também não é a primeira vez que o modelo enfrenta algum problema de chegar em número suficiente às autorizadas – algumas em menos de 1 semana estavam sem carro e muito menos com o teste.

    • Rafael Malheiros Ribeiro

      Cesar, em minha cidade o carro me foi oferecido no valor de tabela na semana do lancamento.

      • CCN-1410

        Isso varia de concessionária para concessionária.
        Tem uns que não aprendem e depois quando perdem clientes não sabem o por quê.
        Compra com ágio quem é bobo ou exibicionista.

        • Roberto Neves

          Ágio? Não compre. Simples.

  • João Guilherme Tuhu

    Uma beleza. E com ótimo preço. É o primeirão da minha lista para 2016…

  • Gustavo75

    Mas li que o banco traseiro da Oroch, devido a caçamba, ficou mais vertical que o do Duster. Ainda não fui ver, mas acho que tem grande chance de ter ficado desconfortável. O up! tsi eu aguardaria uns 6 meses após o lançamento para comprar. Já assisti no YouTube 3 vídeos de proprietários de up! TSI com sérios problemas de motor. Além desses, fiquei sabendo de outro caso. Vamos acompanhar o comportamento desse motor. Desde já ele me passa a impressão de ser um motor sensível, que exige muitos cuidados, pelo menos para o nosso mercado.

    • Gustavo
      Tenho pé atrás com esses vídeos pela internet. Pode ser coisa “plantada”.

    • Mr. Car

      Não havia um Duster no salão para comparar. Talvez tenha ficado mais vertical, mas só de sentar um pouquinho, não senti por exemplo, o desconforto imediato que senti na Strada. Quanto ao TSI, não é para agora, vai depender de algumas coisas. Terei tempo para acompanhar relatos de possíveis problemas no motor, mas ainda que exija cuidados, pode apostar que eu tenho, he, he!

      • Edison Guerra

        Fui conhecer a Oroch neste final de semana, e ao sentar no banco traseiro, achei-o muito vertical. Comparei com a Duster exposta e a diferença é grande. Comentei com o vendedor a diferença que “apenas 5 graus”( como citado em vídeo de teste que vi em outro canal) faz! Fica desconfortável em viagens longas, como uma que fiz a Pernambuco em uma L200, e fazíamos um rodizio com os colegas.

  • Piero Lourenço

    O carro deve ser um canhãozinho mesmo… mas lembrar do projeto Dacia cheio de economias eu não listaria nas minhas pretensões.

    • Piero, por favor, essa batida na mesma tecla “projeto Dacia”, já deu. Basta. Não tem mais graça.

    • lightness RS

      ”projeto Dacia”.. mimimi

  • Cristiano,
    Por que não é tucho. Este fica em contato com o ressalto do comando, enquanto o fulcrum é apenas um ponto de apoio.

  • thetigereyes

    Excelente matéria AK!!

    Gostaria de saber se o cambio irá limitar upgrades no motor, já que a relação é bem curta. Gostaria de turbinar o carro no futuro adaptando o kit turbo do Fluence GT.

  • Agnaldo Timóteo

    E o automático sai quando?

  • JJ Neves

    Belo carro. Um conhecido o tentou comprar na concessionária Renault da minha cidade e, fora o ágio de R$ 6.000 pedido no pocket rocket, recebeu um péssimo atendimento e uma desvalorização tremenda no carro que ia dar de entrada (da ordem de mais de R$ 15.000 de diferença em relação à FIPE). Acabou desistindo.

    [OFF] Eu sempre me perguntei a origem do “um ponto seis”, “dois ponto zero” e afins que o brasileiro usa (e que eu também uso pelo hábito). Mas, esses dias, vendo uns Fusca 1600 passar por mim, imaginei que pudesse ser exatamente por causa deles… 1600 >> 1.6, tirando-se os dois zeros à direita. Sei lá, pode ser, pode não ser. Acho que nunca saberemos.

    • Fabio Toledo

      Eu riscaria a Renault… Simplesmente!

      • JJ Neves

        Sim sim. Ele acabou desistindo. Vai tentar passar o carro dele para frente antes de escolher um novo modelo.

  • Maximus Superior

    Aproveitando a deixa da matéria, o DS3 seria uma “amante argentina” ou poderia ser usado no dia-a-dia sem maiores preocupações?

  • Rafael Castelo

    Sabe o que realmente me deixaria feliz? Esse motor no lugar do k4m do meu Clio. Achei um bom carro. bom e com o preço razoavelmente honesto para o que oferece, mas hoje ele não entraria na minha lista de desejos. Por outro lado, a despeito do preço, o acerto do Swift Sport me agradou mais. Mesmo tendo um motor de menor cilindrada, senti mais esportividade e entusiasmo quando guiando o Suzukinho.
    Meus dois cents.

    • Domingos

      O Swift em curvas é extremamente único e rápido se tocado direito.

      Negócio de quem sabe o que faz mesmo.

    • Fabio Toledo

      Não andei em nenhum dos dois, mas vi que o acabamento do Suzuki está excepcional! Vi um video do Suzuki, aparentemente seu comportamento está irrepreensível mesmo!

  • Lucas Mendanha

    Tanto trabalho para montar uma suspensão bacana, e não demora muito aparece um ai com mola cortada e roda 20″…

    Na Kangoo, quando tava tranquilo, andava nesse esquema de arrancar de 2° e pular pra 4° no tempo.. a relação torque x peso x rodas pequenas faziam com que ela nem sentisse essa minha rebeldia..rsrs

  • Marcelo

    Enfim, um carro “carro”, sem frescuras !
    Obrigado, Renault !

  • Douglas

    Num concessionário em que fui tinha um Sandero “civil” e um R.S. lado a lado e era bem perceptível a diferença de altura dos dois.
    É impressionante como esses 2,6 cm fazem diferença.
    Um carro que teve o visual estragado por conta da suspensão erguida é o up!.

  • Lucas Sant’Ana

    [OFF] Tava vendo o programa do Jô e o entrevistado era o Procurador da
    República, Deltan Dallagnol, ele está colhendo assinaturas para melhorar o
    sistema judiciário,
    http://www.dezmedidas.mpf.mp.b
    divulguem e assinem

  • CorsarioViajante

    Não é nem questão de idade, mas de prioridades, no momento estou mais preocupado com km/l do que com km/h! rs E isofix para mim hoje é fundamental.

    • Fabio Toledo

      Então vá parao up! Já falamos diversas vezes sobre o Polinho, não e, Corsario?
      Aquele meu primo que também tem um GT vai trocar por um up! Está triste por duas razões, a falta da regulagem de distância do volante e dos freios traseiros a disco.
      Bom, regulagem de distância o R.S. também não tem.
      Já o Polo da minha mãe entrou pra revisão hoje, embreagem, correia dentada, velas e cabos, alinhamento e balanceamento. Tudo por menos de 2000! o Carro com 60000. Não vai ser desta vez que a Maldilma vai ver seu rico dinheirinho!

      • CorsarioViajante

        Fabio, não vou para nenhum outro, estou feliz com meu Polo, o pacote dele é perfeito para mim hoje, seja pela potência, consumo, tamanho ou tecnologia. Tudo certinho, com 150.000km.

        • Fabio Toledo

          Pensei que queria trocar, mas faz bem! Com essa crise, essa palhaçada que estão fazendo no planalto, só de pensar que mais da metade do carro é imposto! Faz bem, faz bem! Eu cheguei a pensar em trocar meu carro vendo até a VW com taxa zero, mas o mar não está pra peixe.

          • CorsarioViajante

            Pensar em trocar a gente sempre está pensando, mas estou como você, o mar não está para peixe.

          • Bera Silva

            Desculpem pelo “fora-de-tópico”!
            Olá Corsário. Conseguiu arrumar o motor do seu carro? O que fez? Sabe, eu estava namorando trocar meu Fiesta 2011 por um up! TSI (45 mil), ou um R.S. (68 mil), mas aí eu comprei outro Chevette…. por um décimo do preço…
            Até mais.

          • CorsarioViajante

            Oi Bera! No fim eu troquei de oficina, lógico que o motor está com 150.000km então jhá não tem mais aquele fólego mas retomando o óleo correto já melhorou muito, acho que vou trocar a correia dentada (que foi trocada na oficina ruim) antes de retificar. Estou com a sensação que vai ficar bom de novo.

  • Lorenzo,
    Sou pelo câmbio n+E marchas desde que soube do arranjo no começo dos anos 80 e assim que dirigi um Passat 83 3+E em teste na Autoesporte, admiração reforçada depois que andei no primeiro Santana. Mas no caso do R.S. o câmbio de seis marchas plenas está integrado ao pacote de caráter esportivo e ficou excelente. Não poderia ser de outra forma. Recomendo que dirija um para você mesmo constatar o que o AK e eu dizemos.

    • Cláudio P

      Bob, falando em Passat, ainda aguardo aquele post sobre os “à água”. Passat é uma das minhas paixões. 🙂
      Abraços

  • Maximus
    Carro para o dia a dia, sem nenhuma dúvida.

  • Leonardo Mendes

    alguns carros, assim como algumas pessoas, muitas vezes são muito agradáveis num certo lugar, numa certa hora ou situação, porém são inconvenientes para a convivência diária
    Descreveu perfeitamente a moto do meu pai.

    Uma coisa que eu gostei muito no R.S. foi o interior, especialmente os bancos… ficou um padrão arrojado mas sem exageros como, para ficar num exemplo conhecido, o Palio Sporting.

  • Carlos A;
    Lembre-se, depois que o enxofre de todas as gasolinas baixou para 50 ppm não é mais necessário ter Podium no reservatório do sistema de partida a frio.

    • Carlos A.

      Prezado Bob, sim! Como pude esquecer dessa importante informação que já foi muito discutida inclusive! Fiz de forma tão automática a troca…obrigado pelo alerta, de fato a preocupação desnecessária atualmente.

      • Fabio Toledo

        Mas é bom colocar aditivada.

  • JJ Neves
    O um-ponto-alguma é preguiça, dentro do esquema “dá um trabalho danado”. É mais fácil dizer “ponto”, um bissílabo, do que “vírgula”, trissílabo. Esse hábito começou em 1977 com o Corcel II, em que pela primeira vez se viu a cilindrada em litros mostrada em emblema na carroceria (1.4). Mas vez de usarem a notação do sistema métrico para separar a parte fracionária, que seria 1,4, partiram para o inglês, e a moda pegou, infelizmente. E pegou a tal ponto de ser ver a notação para motores de 1 litro como 1.0 ou mesmo 1.0 litro (ou 1,0 litro, como num conhecido site), o absurdo do zero após a vírgula. Note que essa “doença” não chegou às emissoras de FM, que escrevem e falam 94,7 megahertz ao dizer a freqüência.

    • CorsarioViajante

      Bob, eu acho que é mais macaquismo de usar o termo em inglês do que preguiça. Aquela coisa de “em ingreis é xique”. Aliás a maoria nem sabe o que é isso. O próprio Estadão adora publicar que tal carro tem “2.0 de potência”.

      • CCN-1410

        Mas falar e escrever dessa maneira já pegou e acredito que não tem mais volta. Quantas palavras, por exemplo, que não usamos mais e quantas outras surgiram com o tempo?
        Sinceramente, eu não dou importância a isso.

    • JJ Neves

      Corcel II de 1977? Bom, é Ford, empresa dos EUA, que ainda usam o sistema imperial. Será que por isso colocaram 1.4 em vez de 1,4?

    • Domingos

      Bob, a estação suponho que estejam falando 94 ponto 7, não? Ou o ponto nesse caso é certo?

    • lightness RS

      Não todas as emissoras, algumas aqui fazer marketing dizendo, por exemplo, 93 ponto 3… mesmo sendo 93,3

  • Agnaldo Timóteo
    Não conhece o São Nunca? Pois a Renault lançará a versão automática do Sandero R.S. exatamente no dia dele (rs)

    • Agnaldo Timóteo

      Mas Bob,

      Há gosto para tudo. Hoje não vejo problemas em existir a opção de câmbio automático para um carro esporte, tendo em vista que estes também oferecer a seletividade das marchas mediante borboletas ou alavanca.

      Gosto de dirigir, mas o trânsito pesado independente de local e horário junto com limitações físicas me obrigam a dar preferência para esse tipo de câmbio.

  • WSR

    Mais leve que o Sandero, o Clio seria mesmo um verdadeiro foguetinho com o motor do RS. :/

    • Rafael Castelo

      Com o motor 1,6 o carro já é bastante agradável: 115 cv a 5750 rpm, 16 m·kgf de torque e uma relação peso-potência de 8,7 kg/cv, é macio na medida certa e faz curvas muito bem. Imagine agora com 20 m·kgf e apenas um pouquinho a mais de peso! Já tive dois 1,6, sedã e hatch, Authentique e Privilège. Juntando os dois creio ter rodado pouco mais de 250 mil km (uso mesmo, os carros, hehehe), o que acaba me dando um bom conhecimento acerca das qualidades e defeitos mais comuns. Em vista disso, acho que o Clio seria o carro mais indicado em termos de esportividsde. Andando no Sandero R.S. a sensação de ter um pocket rocket não foi tão satisfatória (35 cv e 4 m)kgf de torque ) quanto eu esperava que seria. Para mim a sensação de esportividade, fora dos números, é mais presente no Clio 1,6.

  • Fabio Toledo

    Focus MK2,5? Qual seria esse? A segunda geração não teve alterações no design, se não me falha a memória.

    • Antonio Pacheco

      Fabio, o Focus MK2,0 não veio para o Brasil, e a segunda geração “nossa” é o face-lift da MK2 de fora, entendeu?

      • Fabio Toledo

        Não sabia. Valeu! E olha que também sou um feliz proprietário.

        • Domingos

          Um vizinho meu comprou no lançamento o manual 2.0 e está com ele até hoje. Um carro carro mesmo, é bacana ficar admirando a suspensão multibraço.

          Para mim é um bom indicador o cara comprar um carro de valor mais elevado e ficar com ele mais de 5 anos. Significa que o carro é bom mesmo e que gostou de o ter.

  • theti, não vai limitar. Só vai limitar a velocidade máxima, já que o RS a atinge em última marcha, em 6a, e com ou sem turbo o limite de giros deve ser respeitado, a não ser que mexam também nas entranhas do motor, o que me parece que você não pretende fazer.

    • Theti, para completar. Ele tem estrutura e chão para ainda mais potência. Sem problemas.

  • marcus lahoz

    Eu acho que a Renault acertou em cheio com este caro. Brincando esta há mais de 45 dias sendo falada pela imprensa especializada.

  • CCN-1410

    “Elas, como se vê, certamente prefeririam que o R.S. estivesse com rodas aro 16″.
    Eu preferiria o Sandero Expression ou Dynamique 1,6-litro 16V, com aro 16”. Porque eu gosto de carros rápidos, mas não necessariamente esportivos.
    Excelente proposta essa do R.S 2,0, mas não para mim.
    Depois do Clio 1,6 16Vde 2004 que gostei muito, a Renault não produziu mais nenhum carro que me deixasse entusiasmado para comprar.

    • Rafael Castelo

      Por isso mesmo, depois de ter vendido meu primeiro Clio 1,6 16v foi que logo eu procurei um outro para comprar, mas dessa vez mais novo e com todos os opcionais. Não pretendo vendê-lo tão cedo.

      • Victor De Lyra

        Não venda tão cedo porque vai demorar aparecer algo que lhe satisfaça sem que custe absurdo. Esse carro é maravilhoso!

    • Fernando

      É justamente o carro que falei que era um degrau abaixo na esportividade que o Sandero R.S., até porque o Clio é de todo público, mas ainda assim não fazia feio para quem o atiçava querendo o que um carro bem calibrado pode mostrar.

  • Iury, quando é assim, exija falar com o superior do besta e diga-lhe como o besta o tratou.
    Por exemplo, se o Lula o tratar mal, exija falar com o Marcelo Odebrecht.

    • Fabio Toledo

      É AK, mas o Lumolusco está em casa, rachando da gente, enquanto o Marcelo Bunda-mole está na jaulinha.

      • Arnaldo Keller

        Fabio, cada caso a seu tempo. O Marcelinho ao menos tem como sair, pois tem a quem delatar. Já o Lulinha não terá gente mais graúda a delatar e terá que puxar a cana inteirinha…

    • Domingos

      Excelente.

  • Aquiles,
    Não precisa. Lembro que essa solução não tem nada de nova, os motores GM famílias 1 e 2 já a tinham. Visualize uma alavanca interresistente e você verá que não seria nada prático e fácil de acomodar no cabeçote. Esse aumento de força é desprezível, quanto mais se a alavanca for roletada, como é comum hoje.

  • CCN-1410

    Até acho engraçado, mas quando eu comprava um carro, em poucos meses eu já estava a escolher qual seria o meu próximo. Mas desta vez, e já fazem dois anos e oito meses, nada me anima, mesmo que tenha gostado do up! e do novo Ka. Eu acredito que desta vez comprei um carro que casou com minhas necessidades e ambições. Só espero que não dê problemas no futuro.

    • Domingos

      É porque a década nossa é horrível e os carros meramente refletem isso. Carros são grandes expressões humanas e refletem em muito a personalidade de cada época.

      Por isso os modelos dos anos 90 eram sólidos e destemidos, ignoravam besteiras ideológicas ou conceituais. Os dos anos 2000 combinaram isso com modernidade e, depois, daí para frente a futilidade e histeria do nosso tempo tomou conta até do design dos modelos.

      Realmente poucos modelos agradam e fazem querer trocar de carro. O Sandero R.S. é um deles.

    • CorsarioViajante

      Que carro é?

  • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

    Em uso nas estradas, qual seria a velocidade de cruzeiro ideal para o R.S.?

  • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

    Complementando a pergunta, qual seria a rpm ideal em viagens longas?

  • Davi Reis

    Dirigi o carro e infelizmente tenho que admitir que ele não atingiu meu coração. Não que exista algo errado nele, pelo contrário. Gostei muito da direção, do câmbio (quanta diferença do Sandero “comum”!), da suspensão e dos bons bancos. Mas não me senti conectado à máquina, mesmo com as respostas ótimas do motor e o ronco endiabrado dele. Esperava ser cativado de imediato, como aconteceu com o Swift. Talvez tenha criado muita expectativa, não sei. Talvez estivesse com o humor ruim no dia, quem sabe. Quero passar mais um tempo com ele, para matar a dúvida de qualquer jeito.

    • Domingos

      O Swift é divino. Não é só mais motor e um trabalho de suspensão que atinge o que aquele carro é.

      Porém, falta melhores relações de marcha no Swift. O Sandero deve ser bem mais vivo, suponho (o Swift para mim desenvolveu bem apenas depois de vencida a inércia).

      • Davi Reis

        Eu gostei das relações de marcha do Swift, apenas achei o câmbio um pouco vago em alguns engates. Nada sério, porém. É um carro realmente especial.

    • Rafael Castelo

      O mesmo por aqui. E olha que eu gosto de muitos carrinhos da Renault.

      • Davi Reis

        Eu simpatizo com os Renault, apesar de não morrer de amores. Há algum tempo deram uma pequena batida em mim e tive que deixar o carro pra trocar o para-choque na oficina, e peguei um Sandero Expression 1,6-litro, porque precisava viajar. Câmbio de engates razoáveis, apesar de transmitir muitas vibrações e trancos. Direção no ponto, alguns acham um pouco pesada mas me agrada assim. Suspensão boa, mas um acerto mais fino cairia bem. O que me endoidou mesmo foi o motor. Bom torque em baixa, mas desde os tempos do Fire pré Evo que não via um motor tão, tão áspero. O motor simplesmente morre acima dos 4000 e corta aos 6000 sem entregar absolutamente nada quando se estica. Depois que entreguei o carro, fiquei com a impressão de que poderia ser um carro muito melhor com mudanças simples, como a volta do motor 16V, câmbio com comando a cabo, como o do Sandero R.S. (que é muito bom) e outros pormenores. Conclusão parecida com a do Duster, com as devidas alterações. E parece que a linha Renault vai toda por esse caminho, de carros honestos, confiáveis, que não dão dor de cabeça alguma, mas que parece faltar “aquela” coisa para arrebatar o coração de alguns (como acontecia com o Clio 1,6 16V).

  • Paulo Eduardo Balsamao

    Em Brasília o R.S. está pelo preço do site.

    • JJ Neves

      Mato Grosso do Sul sempre colocando ágio no preço dos carros. Incrível! ¬¬

  • JJ Neves
    Certamente!

  • CCN-1410
    Não se pode concordar e perpetuar o errado. É por isso que aqui no Ae usamos a vírgula. Até os comentários do leitores são corrigidos nessa questão.

  • Corsário
    Essa de “2.0 de potência” mostra como o brasileiro, de modo geral, é um alienado.

    • Domingos

      E mostra como anda o jornalismo…

  • Álvaro José,
    Respondendo às duas:
    1) A velocidade em que você se sentir confortável. A minha é 140 km/h
    2) A rotação que corresponder à sua velocidade escolhida; não existe rotação ideal.

    • João Guilherme Tuhu

      A minha é 130 km/h. Boa pedida para uma enquete.

      • Alex Ctba

        Ando na BR a 3.000 rpm, isso dá uma velocidade real, aferida pelo GPS, de 105 km/h. Meu computador de bordo marca de consumo instantâneo, 10 km/l com álcool. Para mim, essa é a velocidade de cruzeiro ideal, pelas limitações do meu carro, um modesto Fiesta Zetec Rocam 1,6.

    • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

      Entendo e agradeço suas respostas e mais uma vez quero, entusiasticamente, parabenizá-los pelas matérias que, aliás são minha leitura diária.
      No entanto sem querer insistir e de certa forma assim o fazendo, salvo engano todo motor teria, digamos assim, a rotação ideal de funcionamento. Acreditávamos que fosse no momento de torque. No caso do R.S. 4.000rpm; sendo assim o ideal não seria que o motor trabalhasse entre 3.500 a 4.500 rpm ?
      Faço estas perguntas porque utilizo meus veículos principalmente em rodovias (nem sempre bem pavimentadas) e procuro utilizar os motores dentro da faixa de funcionamento que lhes proporcione durabilidade, com baixa manutenção, aliada ao prazer em dirigir de forma (dentro do possível) entusiástica.

      2015-10-21 16:28 GMT-03:00 Disqus :

  • Domingos,
    Todas as FM falam vírgula. Ponto é errado.

    • Edison Guerra

      A exceção é a Alpha FM, que insistem no 101 ponto 7. Já mandei e-mail informando o erro…e nada!

  • Fernando

    Ótimo post como sempre AK!

    Esse “modo de ver” e como os outros vêem parece que é algo que ocorre com todos do Ae. Eu já evito entrar no assunto carro com quem não conheço(e tem uns que como conheço, já fujo), imagino vocês testando os carros!

    É a pura verdade sobre as pesquisas de opinião, creio que a Renault Brasil está ficando satisfeita em ver que o bom trabalho no Sandero R.S. é bem vista não só nelas.

    Sentia falta de bancos assim desde que os esportivos viraram versões decorativas, no R.S. isso foi respeitado, assim como o peso da direção, me agrada algo mais possível de sentir o esforço, até porque naturalmente com o carro andando já teria um peso perto do correto sem a assistência, para mim a ajuda fica mais para manobras parado(onde não tem jeito se não esterçar com o carro parado ou quase), se tivesse um botãozinho liga-desliga eu desligaria logo que saísse com o carro(claro que com pneus mais largos como este já acho que o atrito faça isso ser mais sentido).

  • Félix

    Dirigi e gostei. Que ronco bacana aquele! Pena que hoje dia a maioria pareça torcer o nariz para essa coisa deliciosa que é câmbio manual.

  • Leo-RJ

    Caro AK,

    Finalmente um esportivo que a diferença não é meramente estática-adesivada! Parabéns à Renault!

    Gostei muito deste carro!

  • Álvaro José,
    Em meu nome e de toda a equipe do Ae, agradeço suas palavras e a leitura. A rotação de torque máximo é apenas uma referência, pois para que seja produzido torque máximo o motor precisa estar acelerado a fundo e com uma carga de estrada a vencer, o que não ocorre praticamente nunca na utilização do automóvel. Em vista disso, reitero o que lhe disse antes, viaje na velocidade que lhe for mais confortável e esqueça rotação. Tire essa preocupação da sua lista. O motor não depende de rotação para durar mais ou menos, mas de potência específica (cv por litro) e da freqüência de sua utilização.

    • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

      Perfeito.
      Mais uma vez obrigado pela orientação.

      Em 21 de outubro de 2015 21:40, Disqus escreveu:

    • André Andrews

      Não entendi a razão da potência específica na durabilidade Bob. Seria porque o motor é mais “espremido” para entregar mais por litro?

      Mas se tiver menor curso de pistão – para baixa velocidade média deste – pode ficar uma coisa pela outra, não?

  • Analdo Timóteo
    Limitação física pode recomendar o câmbio automático, certamente. Mas esteja certo de que o Sandero R.S. será sempre manual. É a personalidade dele.

  • André Andrews
    O que conta é a pressão média efetiva, indicativo do esforço sobre o conjunto pistão/biela/virabrequim, motor “espremido” sim. Mas a freqüência com que esta potência é utilizada é determinante para a durabilidade do motor. Bom exemplo disso são os motores turbo de F-1 para classificação que só duravam duas voltas.

    • Alex Ctba

      Bons tempos esse que a F-1 tinha motor para classificação, pneus para classificação que só duravam 3 voltas…

    • André Andrews

      Esclarecido, muito obrigado.

  • Edison,
    É que dizer vír-gu-la dá um trabalho danado…

  • Fabio Toledo

    A esperança é a última que… AK o cheiro de pizza está forte, espero que a oposição não fraqueje agora! Essa história de dar 45 dias pra Dilmaluca falar a mesma groselha não dá! O Marcelo havia dito que não iria pra cadeia sem meter a boca no trambone, acho que a coisa ali foi na base da ameaça! Ele já deve estar com tudo esquematizado pra sair com a família inteira do país, ele e mais outros empresários.

  • Fabio Toledo

    O meu também é 2.0 manual, virou 57000 agora, a diferença na performance em relação ao automático é bem grande! Também gosto bastante do acerto do carro.

  • Orizon Jr

    Eu gostei muito do carro. A Renault focou no autoentusiasta, uma atitude louvável em um mercado que mira volume e lucros.
    Esse merece um Teste de Direção (TD) 😉
    Forte abraço a todos

  • Domingos

    O 8v, em especial o 1,6, sempre foi completamente para torque.

    Mas o 16v era melhor em tudo, perdendo muito pouca coisa até umas 2.000 rpm e depois sendo muito melhor.

    Por isso mesmo nos carros mais pesados ainda usam o 1,6 16v, apesar da diferença em potência máxima ser pequena hoje depois da modernização do 8v.

    • Davi Reis

      O 16V eu conheço no Duster, e era um motor razoável para o carro. Ele é pesado, então não dava para fazer milagre, mas justamente por girar com mais alegria, aliviava a impressão de peso e dificuldade de movimentar o carro. Mas como gasta, em um percurso misto, sempre com ar ligado, o consumo ficou um pouco abaixo dos 6 km/l com álcool. O Sandero, bem mais leve, fez 8,6 km/l em percurso de características parecidas, mas com o pé embaixo boa parte do tempo. Acho que se colocassem o motor 16V nele, o consumo não mudaria muito, mas o carro teria um ânimo completamente diferente.

      • Domingos

        Sim, esse motor não era exatamente econômico. 6 por litro na Duster até que não está ruim para ele…

  • Rodrigo

    O Arnaldo foi muito perspicaz no seu comentário em relação a como acontece o atendimento da demanda de nosso mercado. Perfeito! Por estas e outras é que torço muito para o sucesso do R.S. Quem sabe assim mesmo com toda esta crise, não voltamos a ter GTS, XR3, GS, R e coisas do nível. Está na hora de os engenheiros voltarem a dar os seus pitacos , desenvolvendo produtos que comprariam para uso próprio, ao invés da frieza dos marketeiros e homens de finanças desenvolvendo produtos para todo mundo, paradoxalmente para ninguém!

    • dncmotors

      Bem falado. Aliás esse povo do marketing… estuda, faz pesquisa daqui dali, na hora do produto final, só sai besteira. Pois quem entende de carro é quem faz e o pilota. Vem no sangue.

  • brunollo

    Estou vendo um certo redator contando as moedinhas para botar um Sandero R.S. na garagem…

  • Tommy

    A Renô deveria aproveitar o uso quase-plug-in-play desse motor no Logan/Sandero e lançá-lo em versão mais mansa,voltada ao conforto,com o disco nas 4 e EBD,cambio manual e opção de A/T para suprir a lacuna ”compacto premium” e até mesmo a média(considerando-se seu tamanho,pode até ser considerado como um,apesar de ser um projeto de baixo custo e não ter o refino que um médio ”deveria ter”)

  • Renan Becker

    Verdade, um Logan 2-litros seria bem-vindo.

  • Ricardo

    Confesso que me decepcionei com os números frios do teste de desempenho do R.S. feito por determinada revista impressa. Certo que as fabricantes são um pouco otimistas na divulgação desses números, mas um 0-100 cerca de dois segundos acima do divulgado é mais de 24% de diferença, mesmo considerando o teste feito com gasolina. Sei que nem tudo é 0-100, mas confesso que esperava mais desse carro. Somente uma opinião.

    • Alex Ctba

      Dependendo do local onde é feito o teste e também do combustível utilizado, pode dar diferenças mesmo. Por ser um motor aspirado, em uma cidade como SP a mais de 700 m acima do nível do mar, a perda de potência é considerável.

  • Iotti

    Eu se tivesse um e em estrada boa, andaria a 150 Km/h. Mas como não tenho, e tenho um 1,0, ando 130 , 140 de velocidades cruzeiro!

  • Davi Reis

    Fiquei assustado com esse consumo. Imagino só em cidade, andando mais quente, que genuíno beberrão seria.

    • Domingos

      Meu Clio com esse motor fazia cerca de 7, daí para um pouco menos, na cidade. Ou seja, na Duster deve beber sim.

  • Bera Silva

    Que bom, pelo menos não é tão grave quanto pensava. Espero nos encontrarmos no póximo encontro Ae.

  • mattbiondi

    Realmente não faz sentido nenhum esse lance de idade. Quer dizer que depois de X anos temos que andar em carros caretas, de preferência baratíssimos, pois há outras prioridades na vida. Para mim, meu entretenimento, desde que pago por mim mesmo, é uma prioridade.

  • Orizon Jr

    Teste drive feito. Gostei muito, mas muito mesmo. Meu referencial não é baixo, pois tenho um Passat 2011 (2-L TSI + DSG 6). Eu gostei do R.S. porque ele tem o essencial para quem curte guiar um carro. Interior simples, mas honesto, os itens necessários para conforto (AC, VE, DH), segurança (Air Bags frontais, ABS, EBD…) e o que interessa, alma esportiva de verdade.

    A política de preços das concessionárias muitas vezes matam a admiração pelo carro. Até consegui desconto –57.900,00 – aqui em Brasília, mas colocando um usado na troca, fica impossível.

    Avaliaram um Fusion 2010 2,5, impecável (da minha mãe) por 32 e 28 mil (38% abaixo) respectivamente (44,5k na Fipe).

    É evidente que eu não tenho a ilusão de conseguir preço cheio, afinal os caras precisam ter lucro, mas uma desvalorização na casa dos 30% é decepcionante.

    Mas a culpa é do consumidor, pois os caras são assim porque a gente aceita isso.

    Vamos esperar um pouco e comprar um seminovo. Daqui a pouco vão aparecer no mercado.

    Forte abraço a todos

  • Jose Olimpio Alvarenga

    Só falta a Renault pintar o Sandero R.S. de amarelo (vide Mégane e Clio R.S.) , colocar os cintos vermelhos do antigo GT-line, retirar as faixas da lateral e as listras dos bancos e pintar as pinças de freio de vermelho. Compro na hora.

  • Eduardo Frota,
    o fato da existência de muito plástico no interior, não quer dizer que vá haver ruídos. Não tenho certeza, mas acho que a falta do bip é questão de configuração. Já deu uma olhada no manual para ver se há algo a respeito?

  • Cadu

    Comprei! Como segundo carro da casa. Ficará com minha noiva. Custo benefício imbatível nos compactos! Nada no mercado entrega tanto por 58 mil!