Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas KIA PICANTO 1,0 L MANUAL NO USO (COM VÍDEO) – Autoentusiastas

Como compacto urbano, ótimo; como estradeiro, até que viaja bem.

Não sei se é o caso do leitor, mas no meu caso, na cidade gosto dos carros compactos, ainda mais numa cidade atrapalhada como São Paulo, de trânsito obstaculado e imprevisível. Com facilidade eles passam por brechas nos engarrafamentos, com maior facilidade se acha vagas para estacionar, com facilidade são manobrados em garagens apertadas, e por aí vai. Na cidade são inquestionavelmente mais práticos.

 

Um prático e confortável compacto

Um prático e confortável compacto

O Kia Picanto é um desses compactos perfeitos para a cidade. Mede 3.595 mm de comprimento, ou seja, arredondando, só 3,6 metros, e mesmo assim oferece amplo espaço para quem vai à frente e aceitável espaço e conforto para os que vão no banco de trás. Para tanto, sacrificaram os volumes do porta-malas — que tem só 200 litros — e o do tanque de combustível, com só 35 litros — como no VW up! alemão, que na versão brasileira passou a 50 litros. Foi a opção tomada. O porta-malas, diga-se, pode aumentar bem ao se rebater o assento e o encosto do banco traseiro, divididos 2/3, 1/3. Com isso o fundo do porta-malas fica convenientemente plano. Usando-o a todo volume ele chega a 470 litros. Tem ancoragens Isofix para bancos de criança. Para a necessidade de muitos, essas “condições espaciais” bastam, seja para carro único ou para segundo carro da família.

 

O porta-malas oferece 200 litros de volume. Tem ancoragem de cadeirinha de nenê

O porta-malas oferece 200 litros de volume; há ancoragens Isofix

A versão testada é a mais simples. Vem com câmbio manual de 5 marchas e alguns itens básicos que garantem comodidade e conforto, como um eficiente ar-condicionado e comandos do áudio no volante. Falta-lhe um computador de bordo. Essa versão tem preço sugerido de R$ 39.900 — por enquanto, pois por ser importado ainda tem como base o dólar cotado a R$ 2,80. A outra versão, cujo preço é de R$ 46.900, vem com câmbio automático de 4 marchas, além de mais itens, como rodas de liga leve. O motor de ambos é o mesmo 3-clindros de 1 litro que equipa o Hyundai HB20, de 77 cv a 6.200 rpm e 9,6 m·kgf a 4.500 rpm quando com gasolina e 80 cv e 10 m·kgf quando com álcool, às mesmas rotações. Tem sistema de partida a frio quando com álcool mediante injeção de gasolina e reservatório.

 

Motor suave e silencioso produz 80 cv quando com álcool

Motor suave e silencioso produz 80 cv quando com álcool

Logo à primeira saída com o Picanto o que impressiona é o a suavidade e o silêncio do motor, que acima de tudo é bem isolado. Tanto na cidade, quanto na estrada têm-se silêncio, e o ronco que vem em alta — aquele som comum aos novos motores de 3 cilindros, que lembra o 6-cilindros boxer do Porsche 911 —, agrada. O volante, com aro revestido com couro, tem boa pegada. Tem regulagem só de altura, e isso aliado à regulagem da altura do banco do motorista proporciona posição correta para guiar, apesar de estar um pouco deslocado à esquerda. Sua assistência é elétrica com atuação regressiva. É leve, mas não excessivamente, o que também agrada. Na estrada fica firme, ótimo.

O comando do câmbio é via cabo. De tão bom que é, talvez até supere os da Volkswagen, até então uma referência em questão de leveza, curso e precisão. Os pedais estão bem posicionados, sendo que a embreagem é leve, bem leve e de curso curto; o do freio é progressivo e bom de dosar, e seu posicionamento em relação ao do acelerador permite que se faça o punta-tacco com relativa facilidade.

 

Design limpo e de bom gosto

Design limpo e de bom gosto

Os retrovisores externos são grandes e eficientes. Pena que o da direita não tenha ajuste elétrico. Para o da esquerda não é necessário ter, já que é alcançado facilmente, mas para ajustar o da direita há o inconveniente de requerer certa ginástica e algumas tentativas até acertar.

A suspensão não foi erguida e é firme. Parece ser mais firme que a dos concorrentes VW up! e Ford Ka, mas nada que chegue a incomodar, mesmo numa cidade mal remendada como São Paulo. Na estrada, sendo estrada boa, muito menos. Usa McPherson na frente com subchassi, com barra estabilizadora, e eixo de torção atrás, sem barra. Carro muito bem acertado, porque faz curva para valer, com bons modos e precisão. É um prazer metê-lo rápido nas curvas. Muito ágil e previsível, sem vícios.

 

Comandos simples, práticos e intuitivos

Comandos simples, práticos e intuitivos

O motor, que tem duplo comando variável, é esperto e elástico; e é perfeitamente aproveitado por um câmbio com ideais relações de transmissão. Suas relações são o que no geral consideram longas, porém, aqui para nós, do Ae, são o que consideramos certas para a proposta, embora o giro em 5ª a 120 km/h pudesse ser um pouco menos que as 4.000 rpm.

Por falta de um computador de bordo não foi possível medir o seu consumo de combustível. Pelos testes do Inmetro ele obteve nota C, com 8,2 km/l na cidade e 9,8 km/l na estrada, quando com álcool, e 12 km/l na cidade e 14,4 km/l na estrada, quando com a nossa gasolina oficialmente (bem) batizada. Na prática, dirigindo de modo a evitar consumo desnecessário, consegue-se maior economia que os obtidos pelo órgão. Esses dados valem principalmente como referência, por serem obtidos sob as mesmas e exatas condições.

 

Ótima visualização dos mostradores

Ótima visualização dos mostradores, padrão “Wolfsburg”

Seu desempenho na estrada é satisfatório, desde que não muito carregado. Mantém com facilidade e com baixo nível de ruídos a velocidade máxima permitida de 120 km/h reais, e até mais. Por ter marchas corretamente longas, há, sim, a necessidade de reduções para subir aclives, mas isso não é incômodo algum, já que, como disse, trocar-lhe as marchas é algo fácil, prático e leve. Ele, levando pouco peso, proporciona viagens rápidas e agradáveis.

O design agrada, principalmente o do interior, que é no estilo “clean”, limpo, sem rebuscamentos que podem descambar para o confuso. Parece inspirado no design alemão — aliás, a nacionalidade do vice-presidente de Design da Hyundai/Kia, Peter Schreyer. Inclusive o desenho dos mostradores segue a linha “Wolfsburg”, dando fácil e rápida leitura.

 

Para quatro é bom; mas cinco é demais

Para quatro é bom; mas cinco é demais

O diferenciador do modelo é ser o único que oferece motor de 1 litro e câmbio automático epicíclico, o que para muitos pode ser a opção ideal para encarar o dia a dia urbano.

O Picanto, sem dúvida, é um forte concorrente no mercado. Quem procura um compacto, e gosta dele ao vê-lo passar pela rua, deve experimentá-lo, também. Terá uma surpresa agradável.

Vídeo:

 

Kia Picanto Autoentusiastas 24

AK

Fotos e vídeo: Paulo Keller

 

FICHA TÉCNICA KIA PICANTO 1,0 L MANUAL
MOTOR
Descrição 3-cil em linha, transversal, duplo comando variável admissão e escapamento, acionamento por corrente, 4 válvulas por cilindro; flex com injeção de gasolina a frio quando com álcool
Cilindrada 998 cm³
Diâmetro e curso 71 x 84 mm
Taxa de compressão 12,5:1
Potência máxima 77 cv (G)/80 cv (A); a 6.200rpm
Torque máximo 9,6 m·kgf (G)/10 m·kgf (A); a 4.500 rpm
Formação de mistura Injeção eletrônica seqüencial no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo manual de 5 marchas, tração dianteira
Relações da marchas 1ª 3,727:1; 2ª 1,894:1; 3ª 1,192:1; 4ª 0,906:1 5ª 0,719:1; Ré 3,636:1
Relação de diferencial 4,80:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, MvPherson, braço transversal, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora; subchassi
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO Pinhão e cremalheira, eletroassistida indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva 9,8 m
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado Ø 241 mm
Traseiros A tambor Ø 180 mm
Controle ABS
RODAS E PNEUS
Rodas Aço 5Jx14
Pneus 165/60R14
CAPACIDADES
Porta-malas 200 litros, 470 litros com banco traseiro rebatido
Tanque de combustível 35 litros
PESOS
Em ordem de marcha 940 kg
DIMENSÕES
Comprimento 3.595 mm
Largura 1.595 mm
Altura 1.490 mm
Distância entre eixos 2.385 mm
Bitola dianteira/traseira 1.415 mm/1.418 mm
Distância mínima do solo 152 mm
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (Inmetro/PBE)
Cidade 12 km/l (G)/ 8,2 km/l (A)
Estrada 14,4 km/l (G) / 9,8 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª 29,4 km/h
Rotação a 120 km/h em 5ª 4.080 rpm
Rotação à vel. máx. em 5ª 5.400 rpm (160 km/h estimada].

 

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

  • CorsarioViajante

    Achei que estivesse mais caro, o preço bate com o do Move Up aspirado. O que pesa mesmo é o receio quanto à Kia, embora a mecânica seja compartilhada com o HB20.

    • Davi Reis

      Bem que a Hyundai também poderia manutenção do Picanto, pra tentar dar uma segurança a mais aos compradores. Não deve ser tão desafiador assim. Ouvi dizer que já é assim com os carros da PSA, mas não tenho noção nenhuma se isso é verdade.

  • Mingo

    O Picanto e todos os Kia são ótimos carros. Pena que o super IPI da Dilmãe literalmente sepultou qualquer chance deles competirem com nossos mal acabados populares.
    O acabamento interno desse carrinho é muito bom, faz o up!, Ka, Uno e até mesmo Ônix, Gol e Fiesta passarem vergonha…

    • CorsarioViajante

      Mingo, veja como são as coisas… Mesmo com o IPI elevado, este carro é vendido praticamente pelo mesmo preço que Up e algumas versões do Ka! Aí vemos como o Brasil, em termos de competitividade, está muito, muito para trás!

    • Davi Reis

      Bota bom nisso, por dentro ele parece até ser um concorrente da categoria do Fiesta e 208. É um carro muito caprichado, dá gosto de ver.

    • motstand01

      O que afasta muitos compradores no caso desse carro são os preços das revisões, que não são tabeladas e as autorizadas metem a mão. As peças idem, não são tabeladas e custam mais caro que de alguns sedans médios. Eu teria um Picanto com câmbio manual, mas o que me afasta dele é justamente isso.

  • Davi Reis

    O preço está realmente bom, mais barato que as versões parecidas de Ka e Up (ainda que um pouco menos equipado). Quem gostou do carro, agora é uma boa hora pra comprar, especialmente com o dólar maluco. Não demora muito e esse pequeno passa da barreira dos 45 mil. Não consigo imaginar um motivo pros coreanos terem abandonado o tanquinho nesse carro mas não no primo HB20.

    • CorsarioViajante

      Bom ponto levantado! Pior é tirarem o tanquinho do 1,6 L e deixarem no 1,0… Muito ruim!

      • Lemming®

        Isso sim foi avacalhar…

    • Lemming®

      Mas ele ainda tem o tanque de partida auxiliar…

    • agent008

      Davi, o Picanto tem sim o tanquinho. Veja, na foto do capô aberto, a tampa vermelha. No texto também diz: “Tem sistema de partida a frio quando com álcool mediante injeção de gasolina e reservatório.”

  • guest

    Considerando a cotação do dólar e possíveis problemas com disponibilidade de peças (nem falo de desvalorização):
    – pelo tamanho: optaria pelo up!
    – pelo motor: HB20 (o mesmo)

  • Roberto

    No ano passado dirigi um automático quando fui ver o carro em uma concessionária e gostei muito do picanto. Pena que não agradou muito a minha esposa, já que ela não gostou muito da visibilidade dianteira por conta do painel largo (o carro era para ela). Mas com certeza será uma escolha a ser considerada por mim no meu próximo carro.

  • Fórmula Finesse

    É um carrinho bem bacana, e por quase R$ 40 mil, não está tão caro devido ao cuidado que denota internamente e no exterior. Um baita companheiro para quem não precisa de muito espaço.

  • Cristiano Reis

    Quando fui comprar meu carro pensei bastante no Picanto, mas devido a falta de concessionárias, preço e espaço do carro, acabei optando pelo Ka+. Mas de qualquer forma já me arrependi depois do up! Tsi, mesmo que gerasse uma confusão com a patroa devido o espaço interno do carro.

  • Lucas

    AK, aquela luz de uso diurno, citada no vídeo, é só luz de uso diurno ou contempla também alí farol de neblina, num esquema semelhante ao dos faróis de neblina e longo alcance da linha Cross da VW?

  • Rafael Ribeiro

    A atual geração do Picanto é muito interessante. Atualmente, esse segmento me atrai, pelas facilidades expostas no texto. Porém, segundo um amigo corretor de seguros, o Picanto é disparado o mais caro seguro do mercado na sua faixa. Parece que o custo das peças importadas, além da indisponibilidade de muitas delas, tem feito as seguradoras praticarem preços elevados, ou até mesmo recusar o modelo.

  • Mr. Car

    Eu gosto bastante deste pequeno, acho um carrinho interessante dentro de sua proposta, o desenho me agrada, o interior também, mas creio que ainda ficaria com um Move up! Vejo nele algumas vantagens, como o computador de bordo, a ausência do tanquinho, o tanque maior, o consumo menor, a grande rede de concessionários, a maior liquidez (não digo nem valor de revenda, que não compro carro pensando em não perder dinheiro na venda, mas a facilidade em passar adiante é desejável)…além disto, também já andei vendo gente reclamar dos preços das revisões e peças do Picanto, mas não sei se de fato é isto mesmo.
    Abraço.
    Para pensar: “Jamais te separes das tuas ilusões. Quando elas se forem, talvez continues a existir, mas é certo que já não mais viverás”. (Samuel Langhorne Clemens = Mark Twain)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=IG1ZU56tsdo

    • CCN-1410

      “Menor que meu sonho não posso ser”.
      Lindolf Bell.

    • Lemming®

      Acho que um dos únicos segmentos onde o Picanto não tem concorrência é a versão com câmbio automático (de verdade)

  • Roberto Alvarenga

    O problema da Kia é o custo das revisões. De resto, o Picanto bate muito bem de frente com a concorrência. E o painel do rádio devia servir de exemplo de bom design (alô, dona Ford!): limpo, funcional, de rápida compreensão e com botões grandes para facilitar o manuseio sem ter que desviar o olhar. Perfeito.

  • Domingos

    Carrinho há muito tempo simpático e bonitinho, fica ótimo em amarelo e é um excelente separador de quem gosta de carro, conhece do assunto, e de quem é falador e emasculado.

    O acabamento é excelente para a faixa de preço, tal como a habitabilidade e o quanto agrada por dentro – algo cada vez mais raro hoje em dia, onde sempre tem algo errado (seja um painel, seja rebuscamentos ou feiuras inexplicáveis).

    Me pareceu o 1,0 mais forte, com exceção do Ka. Curva bem legal nessa nova geração e tem preço interessante, embora já tenha sido mais.

    Tivesse uma versão 1,2 com seus 100 cavalos e um pouco mais de porta-malas e seria um carro que eu pensaria seriamente em ter como único carro numa cidade realmente atrapalhada como a nossa.

  • WSR

    Carrinho muito bonito. Só achei realmente estranho a falta do comando elétrico do retrovisor no lado direito. Uso bastante o retrovisor elétrico na hora de estacionar em vagas mais apertadas e com certeza teria que mandar adaptar algum mecanismo nele, caso pudesse comprá-lo.

    Entre o Picanto e o Up!, com certeza levaria o Picanto para casa. Up!, talvez, após a primeira maquiagem, inclusive, se modificassem a saída de ventilação interna no painel. O do Picanto é melhor, com saídas individuais ajustáveis.

    • Lemming®

      Carro por carro o Picanto até pode ser melhor opção dependendo do que procura mas quando for fazer o seguro ou ver o preço da revisão…ai a coisa muda de figura.

      • HAAS

        Tenho um Picanto 2011 com 217.000 km (sim, duzentos e dezessete-mil) originais, o qual “tirei” zero-km. Seguro nem tão caro e as revisões são maciçamente só as preventivas e não são caras como se supõe. No geral, portanto, é muito econômico.

  • Leonardo Mendes

    Certa feita um desses, com câmbio automático, entrou na troca por um 208 e eu fiquei incumbido de levá-lo a vistoria para viabilizar a transferência de documentação.
    Rodei com ele por algumas horas mas foi o suficiente pra cravar: esse é um dos carros mais subestimados do mercado brasileiro… completo, com os mesmos itens de conforto do meu carro na época (307), bom de guiar e esperto nas manobras de trânsito… a impressão dele foi das mais positivas.

    E ele ficou bem nessa cor amarela, sempre tive restrições a essa cor mas nele caiu bem.

    • CCN-1410

      Muitas pessoas não gostam de carrinhos como esse, simplesmente porque não se dão ao luxo de dirigir um. Mas se um dia o fizerem, eu tenho certeza que irão gostar.

  • lightness RS

    Ótimo carrinho que foi morto pelo aumento do IPI dos importados logo depois do início da invasão chinesa/japonesa. A Kia talvez tenha sido a empresa mais afetada nessa ideia ridícula

  • Rubem Luiz

    Gosto muito dessa ideia do banco traseiro repartido, levar 5 pessoas num carro anda raro (Não vejo isso faz anos), mas levar 3 e muita bagagem anda comum, rebater só meio banco ajuda muito na hora de levar algumas coisas grandes.

    Tenho Uno e já tive muita vontade de dividir o bando traseiro no meio por isso, 90% das vezes que preciso mais espaço só meio banco rebatido resolvia, e ainda mantém 3 lugares.

  • Frederico Araripe

    Uma pena ele ser extremamente ruim de revenda. Carro não é investimento, mas quanto menor o “prejuízo” melhor.

  • Lucas Mendanha

    Aquele aumento de IPI para carros importados matou o Picanto quando foi lançado nessa geração.. Tinha tudo pra ser muito bem vendido! Era minha 1° opção pois atendia perfeitamente as minhas necessidades na epoca..

    se pensar bem, os 39.9k de hoje não são os mesmos de 2011..

    Quem sabe dessa vez?

    • CCN-1410

      Sei de alguém que teve o modelo antigo e gostou muito. Só não comprou o modelo novo por ter preço excessivo.

  • Milton Evaristo

    Pelo Picanto vemos que a VW acertou em adicionar porta-malas ao seu compacto. Virou um compacto com mala de pequeno. Mantido como o europeu, correria o risco de ser apenas um carro de nicho.

    Pra ficar melhor, o alemão mereceria um melhor acerto no câmbio da sua versão de dois-pedais. Não gostei das suas indecisões, embora tenha rodado pouco, pois dizem que acostumamos com ele ou ele conosco. Além da evolução da programação com o passar do tempo.

    • João Carlos

      Bem lembrado. E ainda dizem que capacidade de bagagem não é importante… Por falar em up!, olha outro tampa-preta do lado do Fox, um Uno 1.5R!

      • Milton Evaristo

        Não tinha visto não.

        Antigo exemplar das escola Fiat: pequeno por fora, grande por dentro. Hoje ainda temos um exemplar de peso, embora esquecido pelo nosso estranho mercado: o carro do Papa. Leva 5, mais 380 l, com apenas 3,98 m.

      • Davi Reis

        Capacidade do porta-malas é importante, mas menos em algumas categorias. Se não fosse assim, seria um verdadeiro mistério como Fusca e Gol G1 foram verdadeiros campeões de venda. E como prova de que isso não mudou muito, está aí o Ka, quebrando recordes da Ford, e que tem um dos menores, se não o menor, porta-malas do mercado.

        • Milton Evaristo

          Já faz um tempo, tem que passar da barreira dos 250 l. O Ka tem 257 l. A VW não iria perder tempo, dinheiro, e ter mais outros trabalhos – alterando um projeto pronto e acabado – se isso não fosse importante no mercado.

          • Davi Reis

            Como eu disse, é mesmo um ponto importante, já que o carro por aqui costuma ser um “faz tudo”, mas é menos importante em algumas categorias, como a dos hatches compactos. Outros fatores pesam muito, muito mais. Usando outro exemplo um pouco mais acima na tabela, é como se fosse garantido que o Sandero venderia mais que o Fiesta, por causa do porta-malas bem maior.

      • CCN-1410

        O Fiat 147 tem 3,62 metros e 780 quilos, conforme a Revista Quatro Rodas.

  • Lucas, procurei, mas não vi nenhum interruptor para farol de neblina. E não reparei se com os faróis acesos essas luzes apagavam. Me desculpe por não ter uma resposta satisfatória.

  • Corsário, meu amigo, sou daqueles que tratam de fazer uma limonada se lhes cai um limão azedo na mão. Então bolei um troço: já que a Dilma teima em ser PresidentA, a gente gasta uns bilhõezinhos aí e financia uma baita campanha dela pra presidente da Coréia do Sul. Com ela lá eleita, não dou dois anos pra gente despachar de longe a Coréia em competitividade. Moleza, né?. Daí a gente elege ela lá na China, e assim a gente vai debulhando todos os concorrentes, um a um. Que tal?

    • CCN-1410

      Ele pirou!
      Deve ser o efeito Dilma, hehehe…

    • Davi Reis

      PresidentA? Que tal presidANTA (risos)?

    • CorsarioViajante

      Ótima idéia! Mas por questões humanitárias, logo de cara mandaria a Dilma para “presidenta” do EI.

  • Mr. Car

    Sempre achei que carros pequenos como o Picanto, o Ka Mk1, o Corsa Mk1, o 500, o Twingo, etc, caem muito bem em cores mais fortes, mais vibrantes, mais vivas. Gostei muito deste amarelo, como também gosto muito do up! amarelo. Se bem que o meu up! seria vermelho. Gosto muito também, e ainda economizo o que é cobrado a mais no VW pela pintura amarela, he, he!

    • CCN-1410

      Parece que você está invocado mesmo pelo up!
      Eu sou fã número um desse tipo de carro e você já sabe disso. Não quero dizer que não acho bonito os carros maiores. Apenas acredito que esse tempo já passou e é preciso mudar. Quem não acha lindo um Civic ou então um maravilhoso Hellcat?

  • Carlos Zamora

    Davi, pelo menos em Araraquara é verdade. Todas as Citroens Independance (Araraquara, Sao Carlos, Ribeirao Preto e outras cidades) ja estao dando assistencia a Peugeot. Alem disso estao finalizando a reforma, pois a loja esta sendo dividida metade Citroen e metade Peugeot (showroom quase junto, separado por um drywall.)

    • Davi Reis

      Ainda bem então, vou investigar depois se o mesmo anda acontecendo aqui em Belo Horizonte.

  • Lorenzo Frigerio

    O carro parece mais reduzido que um Fiat 147 1050… e olha, não dá para comparar o motor de um e o motor do outro.

  • CCN-1410

    Tamanho ideal, lindo por dentro e por fora. O painel, então, é fantástico.
    Peca por ter tanque de combustível pequeno e também por não ter o retrovisor do lado direito elétrico.
    Ele poderia vir também com a opção 1,2-litro como no Chile, mas aí, devido a incompetência de nossos políticos, provavelmente teria um custo muito alto.
    Quanto ao preço, é preciso ter cuidado quanto ao frete. Certa vez ao querer adquirir um, me pediram R$ 5.000,00 acima da tabela devido ao valor do mesmo até Blumenau.
    Gostei do teste e do carro. É disso que eu gosto.

  • Marco

    Esse “carrinho” é bem legal. Simpatizo bastante com ele, embora não tenha dirigido.

    Aliás, os Kia costumam ser bem bacanas. Minha irmã teve dois Soul. Eram carros muito bons para a proposta. Ainda que não fossem “carros de entusiastas” eu gostava de dirigi-los. E o primeiro deles, um manual somente a gasolina era bastante econômico. Nunca apresentaram nenhum problema crônico.

    Mas como já citaram abaixo, as revisões eram absurdamente caras.

  • Diney

    Tenho um move up! em casa, e não sinto a menor falta da saída individual frontal, e olha que sou muito calorento e moro em uma cidade que as vezes parece o caldeirão do inferno.

  • João Guilherme Tuhu

    Como carro urbano, muito bom. Mas como eu adoro uma barca, esse caiaquezinho não me apetece… Entre esse e o HB20, prefiro o Hyundai, bem mais vistoso.

  • RoadV8Runner

    Essa música e o livro “O Pequeno Príncipe”, estão entre as obras que nunca me canso de ouvir ou ler. Impossível não se emocionar.

  • RoadV8Runner

    Gostei do interior do Kia Picanto. Bem elaborado, sem exageros e com tudo à mão. Ponto positivo também para os principais controles do sistema de áudio ser por botões que giram, como sempre deveriam ser. Sobre a cor, dispensa comentários, já que sou fã de carros amarelos.
    Uma pena o tanque de combustível ser de apenas 35 litros. Para o uso que costumo fazer dos carros, provavelmente teria que abastecer (com gasolina alcoolizada) mais de uma vez por semana, para não ficar na “emoção”, pois rodo entre 400 e 500 km por semana. Com álcool então…

  • TDA

    Ótima matéria AK. Gostei bastante das fotos, principalmente a interna mostrando o avião ao fundo, não sei se usaram uma outra camera mas ficaram muito bonitas, valeu PK!! Sobre o Picanto, acho um carro simpático com painel bonito, funcional e bem acabado. É uma opção interessante.

    • TDA, obrigado. Para essas fotos usei a Nikon D300S.

  • Domingos

    Itens como retrovisores e faróis há alguns anos eram bastante caros no Picanto, de forma que o prêmio do seguro ficava muito alto às vezes.

    É uma tendência de muitos carros: como quase todo mundo tem a cobertura de faróis e retrovisores pelo seguro, as fabricantes estão colocando preços absurdos nesses itens.

    Qualquer importado de maior gama, especialmente se for com xenon ou LED, tem cobrado coisas assustadoras como 3 mil a 10 mil num único farol.

    Nesse caso é bom que as seguradoras cobrem mais mesmo, assim deixam de palhaçada.

  • Domingos

    Quem fala mal de carro assim, além de não ter dirigido um, é quase sempre vileirinho “Brasil anos 90” que de carro entende só que Opala é maior que Chevette ou que Hyundai é mais caro que VW e tem maior “presença na balada” – agora na versão anos 2010.

    Tipico cara que fala que entende de mecânica mas anda com o carro todo desalinhado por exemplo e sequer suspeita que alguma coisa esteja errada.

    • CorsarioViajante

      hahaha perfeito, descreveu grande parte do público!

    • Caio Azevedo

      Uma vez conversando com um amigo na casa dos 50 anos de idade, dono de um Mitsubishi ASX tração integral, ele ficou surpreso quando eu disse que o Opala tinha tração traseira. Daí eu perguntei: “onde você achava que era a tração do Opala?” Daí ele respondeu: “não sei. Nunca tinha parado pra pensar a respeito…”

      Vai vendo.

      • Domingos

        Isso porque foi um carro que ficou “pouco” tempo em linha no nosso mercado…

  • Domingos

    O modelo antigo era bom também. Mesmo automático!

    A única coisa é que era bem mais feioso, ao menos antes da reestilização, e não era tão bom de curva.

  • Domingos

    Muito carro francês vinha com retrovisor elétrico apenas no lado afastado do motorista.

    Para mim é uma boa solução. E essa do frete na Kia é antiga…

    • CCN-1410

      Meu carro atual também não tem retrovisor elétrico como o anterior. Pensei que não faria falta, mas faz. E essa de ter apenas no lado direito é suficiente.
      Quanto ao frete, fica difícil eu aparecer por lá novamente.

      • Domingos

        No lado distante faz mesmo, é daqueles itens que você pensa ser inútil ou luxo, mas que depois de usar você não quer mais ter carro sem o tal item.

        Comandos de rádio no volante ou próximos das mãos são outra coisa.

        • Caio Azevedo

          Para fazer baliza é uma delícia.

  • Roberto

    Em Porto Alegre, após testar o carro, o vendedor (que me atendeu muito bem) não me cobrou o frete (que era de R$2000 na época) e ainda fez uma boa avaliação do meu usado. Além disso, deu o emplacamento de cortesia. Mas no final acabei ficando com um Fiat 500, que agradou mais a minha esposa.

    • CCN-1410

      Engraçado, eu que fui com a real intenção de comprá-lo, me fizeram essa proposta de bagre. Na época fiquei tão chateado, que só troquei de carro dois anos depois.

  • motstand01

    Segundo o que diz o site da Kia, é só luz de uso diurno. Farol de neblina, só na versão automática.

  • XXRS

    Eu sou fã desse carrinho e não pensaria duas vezes se tivesse que escolher um compacto de 40 mil: iria nele.
    Minha irmã tem um 2013, da versão que na época era completíssima: a topo AT, que vinha com teto solar e seis airbags. É um carro absolutamente fantástico, uma delícia para se dirigir – e imagino que a versão manual seja ainda melhor – confortável, acabamento de primeira, espaço surpreendente para o tamanho do carro – o banco traseiro é MUITO mais confortável que o do carro anterior dela, um C3 2009…se eu ajustasse o banco do C3 para minha posição de dirigir eu não caberia atrás, no Picanto eu me acomodo até bem. Para o que ela pagou na época, final de 2012, com a negociação, 44 mil, não acho que ela teria comprado nada melhor.
    Está com pouco mais de 50 mil km e zero defeitos, apenas os pneus originais Hankook que não eram bons e ela trocou. Ela pretende ficar mais três anos no mínimo com ele e só trocar se tiver condições de ir para algo ou do mesmo nível em equipamentos ou melhor.

    • CCN-1410

      XXRS,
      Com AT ele não fica muito fraquinho?

  • Christian Sant Ana Santos

    Semana passada aluguei um New March 1.0, acho que já posso falar um pouco dos três cilindros…DKW, MWM (do Valmet cafeeiro), Up! aspirado, Ka e Picanto. Up TSI só teste drive no anel viário aqui de São José dos Campos. Não vou escrever um livro, temos dois Picantos AT 14/15 atualmente, já tivemos dois 04 cil.12V, 2010 e 2011 e um 13/14, todos AT. Continuo achando o Uno 1.4 Evolution a compra mais racional, mas a FIAT não o sabe vender, nem mesmo para as locadoras. Em 2013, quando deixaram de oferecer o MT, a diferença era de R$ 5.000,00, os equipamentos eram os mesmos. Agora perdeu: câmbio AT, rodas de liga leve, cinto traseiro central de 3 pontos, espelhos retrovisores ext. com repetidores de seta, ajustáveis e rebatíveis eletricamente, vidros traseiros elétricos, farol de neblina. Ganhou luz diurna. Em relação aos modelos 2015, ganhou mostrador de temperatura do refrigerante e comando de telefonia no volante, antes só som. Ambos continuam com estepe provisório e sem computador de bordo, imperdoável para mim, que adoro fazer varias parciais de consumo (meu maior prazer com o Uno 1.4). Por hoje é “só”.

  • Luciano Ferreira Lima

    Puxa, e ficou foi bonito sem o tradicional olhinhos puxados que já está cansando de ver no dia a dia, bom, ficou puxadinho mas nem tanto. Eu compraria sem dúvida ainda mais com o aval e selo de qualidade do Sr Keller.

  • Davi Reis

    Então me confundi completamente (risos)! Valeu pelo toque.

  • Davi Reis

    Me embaralhei na leitura e estava com o HB20 1,6 na cabeça. Como diria o narrador da Sessão da Tarde, “altas trapalhadas” (risos).

  • CCN-1410

    Antes de comprar meu Palio, olhei atentamente um Uno 1,4-litro. Gostei, mas o acabamento do painel parecia ser feito de plástico de brinquedo chinês e ao olhar o porta malas, o pessoal que verificou os equipamentos deixou tudo revirado, com o tapete levantado e torto, o que causou um má impressão.
    Ao retirar o meu Palio, a mesma bagunça que não tinha quando o vi no ato da compra. Desleixo total e caso o pessoal da fábrica leia o que escrevi, que tente mudar, porque é horrível mesmo.
    Quanto ao motor 1,4-litro, sempre me disseram ser fraco para o carro.

    • Christian Sant Ana Santos

      Vendi meu Palio Essence em janeiro, 41.000 Km, perfeito, boa relação custo x benefício e desempenho x consumo. Comparei o Uno 1.4 com os 1.0 aspirados que na época custavam o mesmo com equipamentos semelhantes, exceto o start-stop (que para mim deveria ser opcional): anda um pouco mais, consumo igual ou menor que os mais econômicos, só perde para o Up! TSI.

  • CorsarioViajante

    Pois é, não sei se existe “sinergia” a este ponto, até porque a hyundai hoje já está bagunçada metade com a CAOA metade com a HMB, botar mais um representante aí vai bagunçar o coreto. O pior nem é a mecânica, é mesmo estoque de peças específicas.

  • H_Oliveira

    Quando vi que ia receber um desses quando aluguei um carro em uma viagem que fiz, fiquei meio chateado até, pois deveriam ter opções mais interessantes, mas até que o carrinho é bem legal.

    Podiam oferecer aqui a versão duas portas também (é pedir demais, não é?) e além disso acho que a versão que eu peguei tinha ajuste dos dois retrovisores elétrica.

    Mas, desculpe, podia ter um nome mais adequado…

  • Gabrownx

    Visualmente eu tenho uma certa preferência pelo primeiro Picanto. um visual mais simples e por certa parte adequado a sua proposta, esse novo parece aqueles policiais magros que quando usam colete parecem até parrudos mas você sabe que é pura ilusão.
    Mecanicamente ainda tenho minhas dúvidas, não sei se teria coragem suficiente para ter um Picanto MK1, prefiro esse último 3-cilindros e de preferência manual.
    https://firstcar.co.uk/images/firstcar/pages/4a28bf7b-84d1-4f2d-9058-11aff8a90ddc/Kia-Picanto-600×400-9.jpg

  • Domingos

    Verdade, dá para abaixar o retrovisor mesmo que fazendo essa função “manualmente” pelo ajuste elétrico.

  • Ilbirs

    Quando sugiro sempre aquelas mudanças no up! e digo que ele é daquele tipo de produto que com pequenas mudanças iria se tornar um pão quente daqueles, baseio-me justamente no Picanto.
    O up! é mais espaçoso que o coreaninho, mas mais simplório por dentro, o que significa só aí ter perdido argumentos de venda que não precisavam ser perdidos. Tivesse o up! portas com forração integral, vidros traseiros elétricos (como o Picanto tem em versão mais recheada), banco traseiro bipartido, saídas centrais direcionáveis complementando aquela única saída central que joga ar para cima (já falei aqui do exemplo do Grand Siena), espaço duplo DIN em vez de DIN simples (aqui podendo novamente usar o Picanto de exemplo), um mostrador com instrumentos de bom tamanho e outros pequenos detalhes, com certeza iria atrair muito mais compradores, ainda mais se falarmos da versão TSI.

    Aqui em São Paulo ele já atrai compradores devido ao tamanho reduzido combinado ao bom espaço interno e de bagagens, mas em outros lugares a coisa pode não ser assim se considerarmos não haver um problema de vagas exíguas para estacionar como há na maior cidade do Hemisfério Sul. É nesse ponto que entrariam as tais sugestões de que sempre falo, uma vez que, se considerarmos apenas o geral do projeto de ambos, a caixinha de fósforo da VW espanca a da Kia, apenas caindo no tal lance de boa ideia com execução não tão à altura.

    • Domingos

      Sinceramente, não vejo as pessoas desistindo o up! por ele não ter duplo DIN ou vidros elétricos traseiros ou forração não-integral.

      Isso no fim das contas são detalhes, ainda mais nessa categoria. Claro, deixariam o carro muito mais agradável, mas convenhamos que o up! já é um destaque na categoria e que não é por isso que não vende.

      A venda dele é difícil porque custa um bom tanto a mais que os concorrentes e, pelo mesmo preço, já se conseguem carros maiores.

      É a mesmíssima sina dele na Europa, aliás.

      • Ilbirs

        O up! é aquele tipo de carro que, com pequenos ajustes, tem tudo para se tornar um sucesso de vendas. Pense aí mais ou menos como o Gol depois de 1987, o Uno depois da vinda do Mille ou o Monza depois da especificação chamada Fase II. Nos três casos foi a transição de uma fase inicial de carreira que era um chove-não-molha daqueles para o estrelato que viriam a ter, a ponto de constarem por longos períodos no pódio das vendas gerais de nosso país.

        • Domingos

          Bom, mas no caso do Gol o motor era um “impeditivo”, ficou realmente estranho um carro tão moderno para a época com aquele motor fraco e barulhento.

          Monza falam do 1,6 não ter sido bem aceito, muito embora foi assim que ele foi vendido na Europa por muito tempo.

          O Mille foi mais questão de costume, depois que descobriram as qualidades do carro ele passou a vender, fora o empurrão justamente dos 1,0.

          O up! no entanto não tem nada de realmente errado. Só o preço.

          Mesmo na Europa, o cara que busca um único carro mais barato vai partir para uma escolha do “maior possível” com o mesmo preço, visto que não chegamos ainda no ponto de termos um carro compacto que não falte espaço em alguma coisa.

          Limitar o mercado apenas para solteiros nunca é uma boa escolha. A não ser que o carro seja mesmo barato – não é o caso – ou tenha proposta diferente como a de um esportivo.

    • Domingos

      Devo dizer também que, se o up! ganha do Picanto em segurança e é muito mais moderno, o Picanto por sua vez me pareceu um carro muito mais gostoso de dirigir e muito mais desejável.

      Especialmente na posição de dirigir, que é estranha no up!

  • Boa!

  • Harerton Dourado

    Tive um picanto flex e era difícil fazer 10 km/l na cidade. O picanto antigo, fazia 12 fácil.

  • Leonardo Mendes

    Ri alto aqui no serviço!

  • Larissa Souza

    Um amigo tem um desses e não tem nada a reclamar; na minha opinião é uma tendência, a dos carros urbanos, devido à falta de espaço.