Mais do que contar o que mudou no HB20 hatch, gostaria de entender o sucesso desse sul-coreano caipira, feito em Piracicaba (SP). Antes de contar as (poucas) mudanças que o HB recebeu, melhor explicar o que considero fenômeno. Enquanto quase toda a indústria de automóveis que produz por aqui passa por uma enorme crise, a Hyundai paulista vai muito bem, obrigado. Assim como as nisseis Honda e Toyota, que continuam acelerando, o HB20 passa ao largo da crise. Segundo Cássio Pagliarini, diretor de marketing da Hyundai, o que mudou foram os carros em estoque na fábrica: normalmente se trabalhava com dois dias de produção como estoque, o que agora aumentou para sete ou oito dias. Mesmo assim, a fábrica continua trabalhando 24 horas por dia, em três turnos, e a produção deverá bater sua capacidade máxima, de 180 mil HBs em 2015. Só para comparação, fabricantes tradicionais — depois de redução de turnos, férias coletivas, demissões etc. — estão com o estoque no pátio da ordem de 50 dias. E olhe que a Hyundai/Brasil trabalha com único modelo, o HB20, com três versões (hatch, sedã e “aventureiro”). Se isso não é um fenômeno em meio a um País que bate no guardrail em todas as curvas da política e economia, não sei como explicar o significado desta palavra.

Mesmo assim, a Hyundai resolveu dar um “banho de loja” no seu produto, mudando um pouco o visual e refinando a parte mecânica.

 

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Na traseira, novo pára-choque e lanternas diferentes nas versões de topo

Na estética, as mudanças foram mínimas, apesar de alterarem principalmente a frente do HB20 hatch, o único modelo que agora recebeu este facelift de meia-vida. Como de hábito, o HB recebeu as novidades após três anos de produção, o que indica uma vida de seis anos para o produto.

Simples de contar: mudou a grade dianteira, que passou a ser hexagonal, inclusive aproveitando o mesmo espaço das duas grades que eram separadas pelo pára-choque. Faróis e lanternas traseiras mantém o formato, mas foram aperfeiçoados. Os faróis, na versão de topo Premium, contam com LEDs diurnos (DRL – Daytime Running Lights) e refletores canhão. Na traseira, as lanternas das versões Premium e Comfort Style agora são Clear Type (distribuindo a luminosidade de forma mais homogênea), além da inversão de posição da parte vermelha e translúcida. Exceto pela grade (que lembra alguns modelos da Ford), as alterações externas são bem sutis, como é o caso dos pára-choques. Só quem tem o HB agora “antigo” vai perceber. Algumas firulas internas também foram alteradas, com frisinhos e mudanças bem sutis. Claro o obrigatório Black Piano (nome marketeiro para o velho preto brilhante) também aparecem em alguns detalhes e painel.

 

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Central multimídia opcional permite espelhamento com celulares e Waze

Também quem gosta mais de celulares do que carros ficará mais feliz, já que surge o opcional da central de entretenimento/informação BlueMedia, que permite espelhamento com com smartphones e, a partir de 2016, com iPhones.

Claro, novos desenho de rodas de liga e calotas, tecidos diferentes nos bancos completam a renovação.

As mudanças são simples, mas conseguiram animar o visual do compacto premium de 3,90 m de comprimento. Aliás, surge uma versão chamada Premium, só com motor 1,6, que traz mais sofisticação, como estofamento em couro marrom escuro, mais dois airbags, ar digital, espelhos com rebatimento automático e outros quetais. Porém, seu preço não chega a ser tão atraente: com câmbio automático e central multimídia vai aos R$ 63.535. Nesta faixa, já existem muitas boas opções de outras marcas em categorias superiores. Ainda mais que a versão mais básica do HB20 — a Comfort 1,0 (com ar-condicionado, direção assistida, vidros e travas elétricas) começa nos R$ 38.995.

 

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Interior de couro marrom só será disponível no HB20 mais caro, o Premium 1,6

Consumo A

Mecanicamente, as mudanças foram mais profundas no HB20 com motor 1,6 quatro cilindros, que tinha consumo categoria B no Inmetro/PBE, e agora passou a A, como já acontecia com o 1,0 três-cilindros. Ambos são flex. Os dois motores ganharam novos pistões “mini-saia”, isto é, com saias mais curtas e de menor atrito. Definitivamente, os pistões canecões estão foram de moda por conta do meio ambiente. Também ganharam novos anéis (novamente menor atrito), velas de irídio e nova programação de gerenciamento eletrônico de motor. Uma solução inteligente está no alternador, que carrega mais a bateria quando o motor não está em situação de carga, como em frenagens e uso prolongado do freio-motor. Ou seja, usa mais energia que seria desperdiçada. Porém, a assistência de direção continua hidráulica e ainda existem outros recursos para serem adotados para maior economia de combustível.

 

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Motor 1,0 de três cilindros ganhou novos pistões, mas continua o reservatório de gasolina para o sistema de partida a frio quando abastecido com álcool

Nas versões 1,6, ambos os câmbios — manual e automático — agora têm seis marchas. Uma boa mudança, principalmente no automático, que era bem fraquinho com suas quatro marchas “bicudas” e com grande distância entre as relações. O câmbio automático conta com o “me-engana-que-eu-gosto”, ou seja, a possibilidade de trocas manuais. No HB20 1,0 o câmbio manual continua com cinco marchas.

Aliados a pneus “verdes”, de menor atrito de rolamento, os carrinhos ficaram entre 6% (1,0) e 6,5% (1,6) mais econômicos, segundo a Hyundai. Um bom resultado para poucas mudanças. Porém, apenas o motor 1,6 perdeu o famigerado “tanquinho” de partida a frio (com aquecimento da flauta de injeção). O bendito reservatório continua no 1,0.

Potência e torque máximos permanecer os mesmos, com 80 cv a 6.200 rpm e 10,2 m·kgf a 4.500 rpm no motor 1,0 de 4 válvulas por cilindro. No 1,6 16v os valores são 128 cv a 6.000 rpm e 16,5 m·kgf a 4.500 rpm, sempre com álcool. Com gasolina a potencia cai para 75 cv e 122 cv, respectivamente.

Além das sutis melhorias no motor, que até deixaram o funcionamento mais suave, pequenos ajustes surgiram nestes três anos de produção. A suspensão, por exemplo, está mais amigável, abrasileirada, sem barulhos de amortecedores. E no geral, ambos os HB20 (1,0 e 1,6) continuam agradáveis de dirigir. Não mais que agradáveis, sem grandes destaques, bem “escola japonesa”: tudo certinho, tudo funciona, mas sem uma personalidade marcante. O 1,6 acelera direitinho (0 a 100 km/h em 9,3 s), enquanto o 1,0 é um pouco lerdão (14,9 s). Máxima de 160 km/h e 190 km/h, respectivamente para o 1,0 e 1,6, com álcool.

 

HB20 2016

Na frente, novos faróis com luzes diurnas de posição com LEDs, além da nova grade hexagonal

A economia de combustível pode ser percebida principalmente no 1,6, que em sexta marcha (bem overdrive) no câmbio manual, tem seu motor girando a apenas 2.800 rpm a 120 km/h. O único fator estranho está nos novos pneus “verdes”, um equipamento que já evoluiu bastante, mas continua complicado. Estes pneus com sílica têm menor atrito com o piso, melhoram o consumo, mas não gostam de curvas. Qualquer pilotagem um pouquinho mais esportiva e lá vem uma ópera dos pneus, que cantam em qualquer curva mais ousada. Por enquanto, é o preço que se paga para ser mais amigo do meio ambiente. Ficou mais econômico (a Hyundai indica para o ciclo estrada 13,8 km/litro e 14,1 km/litro, para o 1.6 e 1.0), mas ainda distante de um campeão de economia como o VW up!, principalmente o TSI.

Aí surge a pergunta: o HB20 é um carro de entusiastas? Não me parece. É o que muitos consumidores querem, com tudo certinho, boa dose de design ousado e atraente, uma pitada de status… mas um carro para quem não se importa com emoções ao volante.

E voltamos ao inicio desta matéria: quais as razões para o carrinho ser um sucesso não só instantâneo, mas também duradouro? Claro, confiabilidade na marca, desenho, status, acabamento correto, durabilidade (que já parece boa, depois de três anos de produção) ajudam a explicar. Mas existem alguns fatores desconhecidos, que valem milhões para qualquer fabricante, já que todos sonham em fazer um modelo com tanto sucesso. O HB20 está sempre entre os cinco mais vendidos, às vezes em segundo lugar, desbancando tradicionais concorrentes como o VW Gol e só perdendo para o Onix em setembro.

 

HB20 2016

Também as rodas, tanto de liga como com calotas, têm novo desenho para a linha 2016

Entre as qualidades para ser um carro desejado, certamente está a marca. Até poucos anos atrás, a coreana Hyundai, além de pouco conhecida, era mais confundida com os chineses. Com a revolução de design iniciada há menos de uma década, ela conseguiu se alinhar aos japoneses. Algo tão rápido que só consigo comparar a subida de status da marca com a Audi no Brasil. Trazida por Ayrton Senna, no início dos anos 1990, a Audi desbancou Mercedes e BMW em meses no quesito status. Enquanto na Europa um Audi era um mero segundo carro de quem tinha Mercedes ou BMW, no Brasil ela logo se tornou a primeira das alemãs de luxo.

E quanto ao design, novamente voltamos aos anos 1990. Começo dos carrinhos 1,0, todos modelos com motores maiores que tiveram sua cilindrada reduzida, a chegada do Chevrolet Corsa provocou uma comoção exatamente pelo seu design inovador. A ponto de André Beer, então vice-presidente da GM, ir a televisão pedir calma, dizendo que a produção ia aumentar e haveria Corsa para todos.

Pois é, de alguma maneira pouco explicável o HB20 conseguiu reproduzir o duplo fenômeno de status da Audi com a paixão pelo desenho que o Corsa provocou. Pelo menos esta é minha explicação lógica num fenômeno que sempre tem uma enorme dose de falta de lógica. E isto não se explica. É aquela sensação puramente emocional de “quero ter este carro”.

Quem consegue ver mais longe que eu, fique à vontade para ajudar a explicar. Tarólogos e numerólogos são bem-vindos.

JS

 

 



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  • CorsarioViajante

    Hm que avaliação mais rancorosa! rs
    Falando sério, é fácil entender a natureza do fenômeno: o HB20 é um carro que parece ter sido feito com carinho e cuidado, enquanto seus concorrentes diretos parecem ter sido feitos com desleixo e corte de custos em primeiro plano. Uma época testei March, Etios, Gol, e o HB20 se destacava claramente pelo conjunto bem cuidado e agradável para mim.
    Não entendo porque tanta gente pega no pé dele de forma até raivosa.
    Parece que assim como alguns não dão a menor chance à um carro por ser feio, tem gente que não dá chance ao carro por ser bonito e moderno. O importante é analisar o conjunto.
    Até onde sei ambos os motores do HB20 são bons e receberam ainda mais aprimoramentos agora, a dinâmica é acertadinha (não brilhante, mas acertadinha, o suficiente para a maioria), melhoraram a suspensão traseira, evoluiu muito com os novos câmbios, tanto de seis marchas no manual (coisa que a VW por exemplo naõ vai colocar no Golf 1.6 16v aparentemente) como no automático, coisa que grande parte da concorrência ainda não oferece ou oferece a conta-gotas.
    A lamentar de verdade aí são algumas economias desnecessárias: manter partida a frio no 1.0, e muitas melhorias estéticas só nas versões de topo. Mas é o tipo de coisa que fica na manga para quando a concorrência apertar.

    • Fabio Toledo

      Acertadinha lembra bonitinha… Uma feinha arrumada.

    • Corsário,
      Você tem razão. Fico meio mal-humorado com best sellers. Não sei quem falou, mas concordo: toda unanimidade é burra. rsrsrsr.

    • João Carlos

      Isso é recalque. O carro é bonito e ainda é bom de conjunto. Mede 3,9 m e ainda leva mais bagagem que a concorrência.

      • Davi Reis

        Leva mais bagagem que a concorrência em um segmento que litragem do porta-malas não é um ponto exatamente decisivo…

        • João Carlos

          Que recalque é esse rapaz! Você não entendeu por que a VW esticou nosso up!?!

          • Davi Reis

            Recalque é mesmo um argumento muito maduro para defender o carro. Talvez se você tivesse lido os outros comentários teria visto que eu acho o carro muito bom sim, mas disso para glorificar muitos pontos igual outros fazem, é bem diferente.

          • João Carlos

            Não defendo carro nenhum, apenas analiso.

            Quem veio com três pontinhos e ironia foi você. Argumento foi dado. Você que fingiu que não leu e mudou de assunto porque viu que não tem o que argumentar.

        • Domingos

          Embora a lingüística do “recalque” do colega seja realmente repulsivo, porta-malas interessa nessa categoria sim.

          Quem o tem como único carro ou quem o usa para família, que é enorme parte dos seus compradores, tem falta de um porta-malas decente sim.

  • Thiago A.B.

    Josias,
    São fatores de mercado que dá para entender. Certamente pesa muito o status da marca Hyundai conquistado num trabalho feito pelos modelos importados ao longo dos anos pela CAOA, o que com a manutenção da mesma escola de desenho(escultura fluida, similitude ao um mini-Elantra), possibilitou acesso “às massas” de um veículo “popular” com aura premium. Outra questão importante é a boa qualidade e durabilidade do veículo, que não apresentou recalls excessivos e nem muitos defeitos de projeto, somados ao preço ao nível dos concorrentes.
    Quanto a ser veículo entusiasta, de modo geral seus colegas de profissão elogiam o comportamento dos motores(ronco instigante do 3 cilindros, rápida subida de giros e bom desempenho, enquanto no 1,6l tem o destaque do ótimo desempenho), boa estabilidade, direção precisa, posto de comando, etc. Levando-se em consideração as versões 1,6l, entre R$48.000 e R$55.000,00, qual concorrente você acha mais entusiástico nessa faixa de preço(New Fiesta, Honda New Fit manual, VW Gol/Fox 1.6 16v , Peugeot 208, GM Onix, Fiat Punto, Toyota Etios)?
    Abraço!

    • Davi Reis

      Se me permite responder, mando sem pestanejar que Gol, 208, Fiesta e Punto dominam em relação a isso.

    • Thiago A.B.
      Difícil considerar qualquer dos modelos citados como entusiásticos. Nesta faixa de preço, acho mais entusiasmante o VW up! TSI

  • Lemming®

    Posso dar meus pitacos: Visual que agrada ao cliente, preço condizente (para caro…enfim), “bom” acabamento, sem grandes defeitos, sem zilhões de pacotes para deixar o cliente confuso, garantia de 3 anos, ergonomia adequada e o bem falar da mídia. Só podia dar sucesso.
    Agora renovado. Mas… Sem direção elétrica? Sem hill holder? Sem ESP? Sem…bota aí o que não tem… por 63K na versão de topo? #vergonhaHyundai

    • Davi Reis

      Sem retrovisor eletrocrômico, sem piloto automático, sem teto solar, sem câmera de ré ou sensor de estacionamento dianteiro, sem luzes de conversão estática, sem luz de neblina traseira… Tirando o teto solar, só miúdezas, coisa que a Hyundai poderia resolver fácil (e quem sabe está guardando esta carta na manga).

      • Lemming®

        Guardando para 2016 talvez. Para poder dizer que é o melhor do universo!

  • Fat Jack

    “…Pois é, de alguma maneira pouco explicável o HB20 conseguiu reproduzir o duplo fenômeno de status da Audi com a paixão pelo desenho que o Corsa provocou…”
    Perfeita definição, tal qual o Corsa, o design do HB20 caiu no gosto popular, e vencida a resistência inicial quanto a sua durabilidade (sabemos que qualquer coisa é argumento para os “hatters” de plantão) foi só o carro “correr para o abraço”, possivelmente a questão se status também seja explicável pelo design interior bem elaborado e que dá a impressão de se tratar de um carro de um nível superior (na minha opinião incomparável a Onix, Ka, March e Gol), a ponto de mesmo muitas vezes mais caro ainda assim vender bem.
    Esteticamente, pra ser sincero, eu não via necessidade das alterações promovidas, pois ele ainda conseguia ser visto como “moderninho” perto de vários concorrentes no mercado, já mecanicamente as alterações são muito bem vindas, deixando o motorista escolher que rotação quer/precisa em determinada situação de tráfego rodoviário (o que não se consegue com carros de câmbio curto).
    Quanto aos pneus “verdes” acho que eles ainda devem demorar para conseguirem equilibrar baixa resistência a rodagem com boa capacidade de “grip”, e particularmente entre um ou outro fico com o segundo sem muito pensar.
    Aproveitando o ensejo, já há lista de preços e versões para o sedan HB20S?

  • RMC

    Legal o texto, Josias
    Acho que o fenômeno é isso que você descreveu. Tenho conversado com amigos “chevromaníacos” sobre isso: pelo lado contrário do que você apontou, a GM tem nos “brindado” com horrorosidades (acho que não existe esta palavra, mas descreve os GM mais recentes, à exceção do Cruze e do Camaro) ambulantes e uma rede de assistência péssima. Tivemos GM na família durante muito tempo, mas hoje não há nada que nos atraia. A assistência desceu ao nível da que existe para a VW.
    Por outro lado, Toyota e Honda oferecem produtos que, se não são bonitos (apesar de já ter tido um Fit, não podemos acusá-lo de ser bonito, mais ainda na atual geração, e o Etios também não é lá grande coisa, apesar de achar que o seu problema é aquele painel central, que não desce na minha goela), têm mecânica avançada e confiável, além de assistência técnica de qualidade. Acho que a Hyundai está trilhando o mesmo caminho.
    Fora isso, achei que eu era o único incomodado com testes de multimídias ao invés de testes de carros, mas teu comentário “Também quem gosta mais de celulares do que carros ficará mais feliz…” mostra que não estou sozinho. Com tristeza vejo que até a Quattro Ruote italiana, que reputava uma das melhores publicações especializadas (pelo menos das línguas que consigo entender) atualmente dedica mais espaço ao equipamento multimídia do que à técnica / mecânica dos carros avaliados.
    RMC

    • Fabio Toledo

      Maior espanto causa o Ônix no topo, na minha opinião, concorda?

    • André Castan

      Gosto é subjetivo, mas Onix e S10 também possuem ótimos desenhos. Agora falar que o Etios não é lá grande coisa você pegou leve demais. Etios está fácil na lista das maiores aberrações da indústria automobilística de todos os tempos.

      • Brasil_MG

        Na minha opinião o troféu Feiura Automobilística ainda fica com a Chevrolet Spin…Até hoje fico imaginando como os diretores da Chevrolet tiveram a coragem de autorizar a fabricação de um carro com a traseira tão mal desenhada, onde nada combina com nada.

  • Luiz Otávio Rujner Guimarães

    O carro já era agradável, a maquiagem remoçou o veículo para continuar enfrentando a concorrência com elegância, apesar das mudanças sutis.

  • Leonardo Mendes

    Convenhamos que quando chegou ao mercado o HB20 correu sozinho por um bom tempo, demorou até as concorrentes acordaram para a vida e oferecerem alguma resistência a ele.
    A Hyundai aproveitou esse “vácuo” e consolidou a imagem do carro… mesmo com toda a concorrência ele ainda se mantém no “G4” do mercado.

    Hoje minha compra na linha seria um HB20S, o design dele me cativou desde o lançamento.

    • Davi Reis

      Não exatamente. A VW renovou o Gol pouco antes do lançamento do HB20, a Toyota chegou com o Etios (ainda que com uma estratégia péssima) e a Chevrolet conseguiu grande sucesso com o Onix. 2012 foi um ano bem animado entre os compactos.

  • Ronaldo Cordeiro de Souza

    Bom atendimento,Carros bonitos e mecânica confiável, aliado a mesmice das marcas tradicionais . Resultado da equação = $uce$$o de vendas.

  • Mr. Car

    Acho que vou ficar te devendo esta explicação mais elaborada. No meu ver, o segredo do sucesso dele é bem simples: um bom (ou muito bom) conjunto. E talvez também, de alguma forma, o consumidor tenha atribuído à ele um certo status de superioridade em relação aos concorrentes, sei lá. Particularmente, não é um carro que me encanta, e pelo preço desta versão topo (ou quase a mesma coisa), eu iria de C3 ou 208 também em suas versões topo, principalmente o Peugeot.
    Para pensar: “Ó poderoso amor! Sob certos aspectos fazes do homem uma fera, sob outros, da fera, um homem”. (William Shakespeare)
    Para ouvir: https://youtube.com/watch?v=pfeCX6jXIs4
    Só uma faixa, mas este disco inteiro é sensacional!

    • RoadV8Runner

      Excelente música. Aliás, dizer que Ray Conniff é excelente chega a ser redundância…

  • Roberto Alvarenga

    Há um tempo atrás fui a uma concessionária Hyundai na Av. Juscelino Kubitschek, em São Paulo, conhecer o HB20, e fiquei bastante decepcionado.

    A tristeza começou no atendimento: era um sábado, e com o grande volume de vendas e interessados, nenhum vendedor veio me procurar para apresentar o carro. Quando finalmente me atenderam, demonstraram desconhecimento de informações técnicas básicas (não sabiam qual era a potência do motor 1,0 litro, por exemplo). Mas decoraram direitinho a tabela de preços e equipamentos dos carros.

    Entrei em um “intermediário” com motor 1,0 litro (acho que era Comfort, não lembro os modelos disponíveis) e fiquei bastante incomodado com a altura da “linha de cintura” do carro. Em nome de um design mais agressivo, os painéis das portas ficaram altos e meio gordos, o que passa uma sensação de que as janelas laterais são meras escotilhas, ou aqueles vitrôs basculantes de banheiro. O carro parece mal iluminado por dentro, e a visibilidade (que é algo que prezo muito num carro de proposta urbana) é apenas correta, podia ser melhor.

    O acabamento é bom, mas não chega a ser algo que surpreenda. A posição de dirigir é correta, nada que empolgue – longe de ser algo que dê vontade de bater a chave e sair acelerando, e também não chega a passar a impressão de praticidade que outros modelos com a mesma proposta têm. A empunhadura do volante é boa, mas o tamanho é um pouquinho excessivo (o que parece ser um mal comum dos Hyundai). A ergonomia do painel é OK.

    Fui para o test drive, só que num modelo 1,6 litro manual. É tudo muito certinho, mas nada impressiona ou surpreende. O motor é muito bom, trabalha bem, o nível de ruído da cabine é baixo, o câmbio é bem acertado. Mas falta aquele barulhinho que te faça querer sentir a rotação subir, falta aquele tempero… a direção é corretamente calibrada para o dia-a-dia, mas parece meio “mole” demais, não dá aquela vontade de atacar as curvas.

    Enfim, saí da loja e comentei com um amigo que estava comigo: esse carro é o famoso arroz de churrascaria. Todo mundo come, mas ninguém liga.

  • Fórmula Finesse

    Produto bem feito que se destaca entre seus pares vende bem…e o HB20 é um carro muito bom!

  • Dieny

    Na minha opinião, apesar de destoar do painel preto, os bancos marrons sâo lindos.

    • Roberto Alvarenga

      Essa moda dos bancos marrons é bacana mesmo. O Cruze e o Duster estão nessa também.

  • Sandoval Quaresma

    Mesmo sabendo da nova versão, levei um 1,6 Comfort style pra casa, pelo preço de um New Fiesta 1,5 básico, para deixar com a esposa.
    Carrinho jóia em quase tudo, podia ser melhor a qualidade do som e, principalmente, a suspensão traseira muito molinha.
    Mas dizer que não entusiasma… bem, depende de quem está ao volante, pode ser que os 128 cv sejam PMPO mas que o carrinho anda, ah anda bem, faz curva legal sem ser muito frentudo e freios dão conta. satisfeito por enquanto. se sobreviver nas mãos da patroa, para mim é prova de durabilidade.

  • Leo Cordeiro

    “Também quem gosta mais de celulares que carros ficará mais feliz.”

    Frase simplesmente perfeita!Tenho visto diversas avaliações por jornalistas “especializados” ressaltando mais a questão da conectividade e equipamentos de informação/entretenimento que as características dinâmicas,dirigibilidade,qualidade construtiva,acabamento,transmissão,motor… em suma, itens que deveriam realmente,preocupar mais o consumidor que a “ausência ou não de uma tela ‘touch screen” no painel!
    Que bom saber que ainda existe quem apenas goste de um bom carro e não do que ele tem de “perfumaria” a oferecer a compradores desinformados!

    • TDA

      Isso é Ae.

  • Eu gosto do HB20. Ele quebra o conceito do carro popular feio e simplão, o que a Toyota insiste em fazer com o Etios.

    Compraria um sem medo. Minha prima tem um sedã automático e é só elogios.

    • Domingos

      O conceito do popular simplão, aliás, é um verdadeiro acinte e abuso num país que com o volume de vendas enorme que tem cobra mais de 30 mil por qualquer coisa com itens mínimos de conforto.

      Quando um Uno custava 9 mil reais ele se justificava. Hoje, é ridículo mesmo. Só sobrevive na base do posicionamento de mercado, onde se cobra porque o vizinho concorrente também o faz.

      Felizmente carros novos e competitivos vão quebrando isso.

  • Davi Reis

    A receita foi teoricamente simples: a Hyundai pegou os dois carros de maior sucesso até então, Palio e Gol, e uniu as qualidades de ambos em um produto só. Tem a suspensão confortável como a do Palio, mas sem deixar de lado o bom comportamento dinâmico do Gol. Tem o visual do interior mais arrojado do Palio, mas a qualidade de montagem e acabamento do compacto alemão. Tal como o Gol, é silencioso, tem câmbio de engates certeiros, e como o Palio, uma direção bem leve pras manobras (ainda que tenha assistência excessiva em alta). E para encerrar, faz como a Fiat, e oferece opcionais que chamam mais a atenção do público. E de quebra, chegou oferecendo dois motores novos, pra competir com os datados EA-111 e E.torQ.

    É um carro muito bom sim, mas ao contrário de muita gente, não vejo essa diferença abismal em relação aos concorrentes. O Gol nessa nova geração sempre foi um carro muito bom, assim como o Palio com motor E.torQ (ainda que esse carro não se destaque em muita coisa). Mas a Hyundai, notando que o público considera a marca de um modo diferente, não deixou de cobrar pelo carro bem mais do que os concorrentes diretos. Hoje o preço das versões intermediárias se nivelou, mas é importante lembrar que existem muitos itens realmente bobos que só existem nas versões mais caras do HB20 (como sensor de estacionamento traseiro).

    • CorsarioViajante

      Excelente análise.

      • Davi Reis

        Obrigado!

    • Brasil_MG

      Bem acertada sua análise..Eu nunca dirigi um HB20, mas eu tenho a curiosidade em saber se o câmbio manual é tão bom quanto o da Volkswagen..(engate preciso e macio).

      • Davi Reis

        O do 1,6 é tão bom quanto. O do 1,0 é bom, mas é um pouco menos preciso.

    • Domingos

      No fim, em termos de entusiasmo, ele também compete numa categoria em que não existem grandes referências.

      O Ka na versão 1,5 talvez, porém é pouco vendida e não deixa de ser encarado como um carro pequeno/básico mesmo com a remodelação da proposta.

      Não faz muito sentido reclamar de falta de entusiasmo por isso. Ao menos oferece um certo prestígio e qualidade de acabamento que muitos outros passam longe.

      O entusiasmo nessa faixa é mais limitado mesmo…

      O Etios chegaria perto, porém exige muitos compromissos para isso. Fica difícil largar mão de mais itens de conveniência, melhor design, melhor acabamento, silenciosidade, habitabilidade e um todo mais agradável e bem feito e nome de meramente curvar melhor.

  • Carlos A.

    Será que o fator garantia de fábrica de 5 anos e em algumas promoções sendo elevada para até 6 anos, não arrastou multidões para o HB também?
    Outro dia conversando com um consumidor ‘comum’ – me considero um entusiasta – ele citou o HB como forte candidato a sua garagem devido a longa garantia. É certo que isso passa confiança, mas pra mim não é fator decisivo de compra.
    Não tenho um HB, mas acho que seu desenho ‘inovou’ no momento da sua estréia e isso certamente despertou o interesse da maioria além do acabamento – vi ‘ao vivo’ e achei muito bom – porém fiquei triste com essa grade dianteira no modelo renovado ‘meio cópia’ da Ford.
    Falando em cópias, nada contra nenhum modelo de hatch atualmente em linha no mercado, mas cá entre nós: acho a traseira de Onix, Gol e KA muito parecidas, principalmente pelas lanternas.
    Quem é entusiasta e sentiu o ‘cheirinho dos carros zero km’ do fim dos anos 80 início dos anos 90 vai lembrar da traseira (e frente) dos principais modelos hatch de época, facilmente identificáveis de longe e com personalidade própria!!

  • Mineirim

    Josias,
    A aderência dos pneus com sílica, na minha opinião, depende mais da marca do pneu e do trabalho da suspensão do carro.
    Fico curioso para saber se foi resolvido aquele problema da suspensão traseira arriar com passageiros no banco de trás. Ao menos essa era a queixa de muitos proprietários até recentemente.

    • João Carlos

      Nestes testes em pista a pressão é mais alta para menor desgaste dos ombros e melhora na resposta de direção, o que ajuda o pneu a cantar mais. Estavam usando 36 e o normal é 32.

      • João Carlos.
        Dois pontos. 1) Pneus “verdes”, com sílica, normalmente trabalham com pressão maior, entre 35 e 40 lb/pol². Não foi um “teste de pista” apenas. Viajei mais de 200 km com o HB20 em vários tipos de estradas e pista, e uma das paradas foi no autódromo do HarasTuiuti (SP), onde rodei um pouco na pista. Foi uma cantoria só. Rodar na pista com pneus “verdes” é uma “fezes”: você ameaça entrar na curva e lá vem apito….

        • Davi Reis

          Essa história de pneus verdes também não me agrada em nada. De cabeça agora, o único pneu verde que não fica numa cantoria desenfreada é o Cinturato P7, da Pirelli, Mas também, se um trambolho de pneus daqueles, que começa já na medida 195, cantasse em qualquer curva…

          • Domingos

            O P1 é bom também. Se não me engano todo P1 vendido nos últimos anos é “ecológico”, tal como os P4 novos. Nenhum sofre reclamações por gritaria.

            O Etios, que é referência em curvas nessa faixa de preço, vem sempre com pneus ecológicos. Tanto o P1 como o Bridgestone B250 o são, mesmo quando isso não é escrito explicitamente.

            A única coisa é que, no caso do Etios, os Bridgestones o deixam ruim de conforto. Mas em curvas não há nada a reclamar – mesmo.

        • Domingos

          Depende do tamanho e marca dos pneus, completamente. Mais até que do acerto do carro para o uso desse tipo de pneus.

          A linha Michelin “verde” se comporta como um pneu normal, tal como a da Goodyear em certos modelos.

          Não tem nenhuma gritaria ou falta de aderência, ficando a maior reclamação para o conforto mesmo. Além da pressão maior que eles pedem, esses pneus são mais duros de construção.

          Outra coisa que atrapalha um pouco é bem lá no limite e em frenagens se perdem talvez alguns metros em comparação a um pneu normal.

          Os melhores modelos compensam muito a perda de um pouco de aderência em maior durabilidade e consumo realmente menor.

          Não tem problema nenhum esses pneus, se o carro fica estranho com eles hoje é duas coisas:

          – A fabricante simplesmente os jogou sem preocupação nenhuma com acerto de suspensão.

          – A fabricante quis economizar com modelos meia-boca, sendo que hoje todo mundo tem pneus verdes na linha, porém apenas as marcas referência produzem bons pneus desse tipo.

        • André Andrews

          Havia lido essa matéria e também tinha receio dos pneus verdes. Comprei 4
          para meu New Fit na medida original 185/55R16: Pirelli Cinturato P1. Neste modelo a aderência em curvas é perfeita, nada de cantoria mesmo abusando bem. Por incrível que parece, neste aspecto são melhores que o primeiro jogo de Bridgestone Turanza, e o segundo de Toyo DRB. Então, já não dá mais para generalizar, pois a Pirelli já acertou a mão!

          abraço

    • CorsarioViajante

      Aparentemente foi sim. Resta ver na prática.

    • Mineirim.
      Realmente a aderência dos pneus verdes depende de outros fatores, mas o pneu em si tem menor aderência. Está melhorando com o tempo, mas ainda não chegou lá. A suspensão do HB20 foi recalibrada, inclusive para a adoção dos pneus com sílica. Ficou mais firme, de maneira geral. Mas rodei apenas com uma pessoa e não posso te afirmar que a traseira não afunda com carga maior.

  • Fabio Toledo

    Taxa zero e valor FIP no usado fazem diferença com certeza, inclusive no markup da Hyundai, mas pelo jeito estão “faturando” em razão do volume.
    Aliás, velocidade máxima fraca em razão dos números apresentados.

  • Gustavo da Silva Serra

    IMHO ele se destaca por não haver produtos bem acertados na concorrência (considerando espaço interno, pós venda, preço, etc. etc.). Não considero o carro brilhante, apenas superior aos seus concorrentes em alguns atributos específicos.

  • Fabio Toledo

    Pmpo foi ótimo!

    • Daniel Pessoa

      Power Music Pic Output, ou numa tirada clássica dos anos 90, “Potencial Musical Para Otário”.

      • Fabio Toledo

        Estou ligado… “potência de pico” para vender… Já tive som de qualidade, já tem um tempo que não aceito este lastro no meu carro.

  • Rafael Sumiya Tavares

    Atribuo ao HB20 o sucesso na percepção de status. É um carro bom, sem dúvida. Em dezembro de 2014 eu estava a procura de um carro popular, o HB20 saiu da minha lista pelos seguintes fatores: consumo alto no 1.6, valor do carro na época, preço do seguro, direção com assistência hidráulica e suspensão traseira com carga de molas baixa e pouco curso. Na época optei pelo Nissan March justamente pela eficiência do motor HR16DE e a lista de equipamentos excelente pelo valor do carro. Não me arrependo da minha escolha, preso muito pela qualidade do que não é visível do lado de fora, nisso estou bem servido.

  • João Carlos

    Um concorrente sério e imuni à crise, seria o Etios… com outra roupagem.

    • Brasil_MG

      Se eu fosse a Toyota chamava logo o bisturi no Etios..Carro bom de guiar, com mecânica confiável, relativamente econômico, mas é feio de doer..Uma reestilização faria muito bem ao modelo, com nova frente, novo painel e um retoque na traseira.

      • Lucas

        Já eu não vejo nada de errado no Etios por fora, só por dentro.

  • TDA

    “Aí surge a pergunta: o HB20 é um carro de entusiastas? Não me parece. É o
    que muitos consumidores querem, com tudo certinho, boa dose de design
    ousado e atraente, uma pitada de status… mas um carro para quem não se
    importa com emoções ao volante.”

    Perfeito!

    Nessa semana tive a oportunidade de dirigir um HB20 pela segunda vez e minhas sensações foram exatamente as mesmas. O carro é bom de guiar mas não desperta vontades.

    O que chama mais atenção nesse facelift são os novos faróis e lanternas, mas não consigo engolir essa mania que algumas marcas tem de lançar as novidades somente nas versões de topo e mais caras. Acho que faróis, lanternas e painel de instrumentos devem ser idênticos para todas as versões de um mesmo modelo. O que deveria alterar é a lista de equipamentos, rodas, detalhes estéticos e principalmente motores e câmbios.

  • marcus lahoz

    Josias eu acredito que somos diferenciados (autoentusiastas), sentimos prazer em dirigir, em sentir uma troca de marchas, a diferença entre o comportamento do motor em diversas faixas de giro.

    Tirando pessoas como nós, todos os demais podem até gostar de carro, mas não entendem ou se dedicam a isso. Para estes os orientais são perfeitos, tem tudo que você falou e ainda são bonitos. É o que chamos de corolização, tudo perfeito, mas sem graça. Afinal uma briguinha esquenta o relacionamento! Rsrsrs

  • Valdomiro Junior

    O design da carroceria foi muito feliz, para o HB20 e é uma opção muito interessante. O mercado mudou !

  • João Guilherme Tuhu

    Esses Hyundais não me apetecem. São bonitos, modernos, mas “claustrófilos”, apertados como os Fords atuais. E a tal suspensão traseira bate-bate, que arria com qualquer pesinho? Matéria assinada por Alexandre Izo, no ‘Auto Esporte’ da Globo garante que houve melhoras significativas na suspensão. Houve mesmo?

    • Davi Reis

      Pelo menos no HB20, os problemas são dois: o espaço traseiro não é amplo, por causa do porta-malas verdadeiramente grande para um carro do seu porte, e para tentar amenizar esse problema, a Hyundai jogou os bancos lá em baixo. Anda-se socado no chão, com a linha de cintura praticamente na altura dos olhos, e com os joelhos mais apontados para o alto do que seria o ideal.

      • João Guilherme Tuhu

        Davi Reis, você está matando a pau nos comentários! Abs

        • Davi Reis

          Obrigado!

      • Milton Evaristo

        Amenizar a falta de espaço seria elevar o banco, não baixá-lo. Com ponto H mais elevado requer menos espaço longitudinal. Solução muito usada pela Fiat desde o passado.

        • Davi Reis

          Solução comum em todos os carros, melhor dizendo, mas que não é o ideal para todos. Imagine o Gol G1, que tinha um espaço traseiro bem limitado, com o banco erguido: não daria certo. O recurso de elevar o ponto H dos bancos é mais válido para os bancos dianteiros, os passageiros sentam mais altos, sobra um pouco mais de espaço para pernas e os mesmos podem ser deslocados mais para frente, aumentando o espaço traseiro (como no Fox).

  • RoadV8Runner

    O HB20 é um bom carro, de fato. Um amigo comprou um HB20 sedã 1,6-litro, já está há dois anos com o carro e não teve nenhuma dor de cabeça. Ponto positivo para o interior em cor marrom, comprovando que, definitivamente, estamos nos distanciando da opção única pretinho básico.
    Porém, como a Hyundai quis fazer o brasileiro de bobo alguns anos atrás, não compro carro da marca de jeito nenhum, nem mesmo usado. Quando pensei que esse mote estava ficando para trás, me aparece a propaganda do iX35 remodelado, onde a marca volta a apregoar que é o suve eleito como o melhor nos EUA. Gostaria que a Hyundai explicasse como isso é possível, pois fiquei por quase um mês nos EUA e vi somente dois modelos Hyundai rodando pelas ruas de lá. Ao menos no Estado da Carolina do Norte, os americanos não dão a mínima para Hyundai…

  • Fernando

    R$ 63.535 num HB 20, carro popular sem o apelo da esportividade ou outro elemento R$ 101.990 num Toyota Corolla Altis que não tem o status das marcas premium.

    É só eu ou tem mais gente achando os preços dos carros atuais meio fora da realidade do brasileiro atualmente?

    Eu desisto, Por mais taxa 0% a.m. não dá para comprar carro. Vou ficar com o meu e não me meter numa dívida só para aparece melhor na foto.

    • Brasil_MG

      Eu também penso o mesmo, amigo..Não compro mais carro zero-km…Os preços estão estratosféricos.. Fico pensando um HR-V manual com calotas de plástico, pintura sólida, sem faróis de neblina e com volante simplório estar sendo vendido por R$ 74.900 (!!!) e o pior que ainda tem fila de espera..Sinceramente, acho que o preço só abaixa se os brasileiros deixarem de comprar..boicote geral.

  • Ilbirs

    O HB20 reestilizado continua mostrando que vale mais a pena um fabricante ter um único produto por segmento em vez de vários (como vemos principalmente nas Quatro Grandes). Há vantagem em um menor inventário de peças, assim como em logística e o dono de uma versão mais barata não se sentir tão inferiorizado em relação a quem tiver o topo de linha, em comparação a quem em outros fabricantes tem o “compacto lixium” quando olha para o “compacto premium”. Há um grande número de atributos agregados a um mesmo produto, sem a necessidade que ocorre em fabricantes com produtos redundantes de terem de sonegar algumas coisas em um produto para que ele não roube vendas de outro modelo da mesma marca e no mesmo segmento. Também fica aquela maior sensação de clareza na linha. O carro pequeno da Hyundai no Brasil é o HB20 e não o HB20 e mais algum outro modelo. Logo, é carro para abranger diversos bolsos e gostos, mas com muita coisa em comum entre o mais barato e o mais caro da gama, o que também quer dizer menor despesa operacional.
    Vamos dizer que a reestilização marca o meio de ciclo de vida de um produto muito bem-sucedido e que deixa o fabricante mais tranquilo para saber como irá sucedê-lo. Como atualmente estamos naquela base de medir os atributos de um modelo, quanto mais deles houver em um veículo, mais olhares vão para ele. Fica-me a impressão de que a Hyundai olhou bem a concorrência nesses anos:

    1) Transmissão automática de seis marchas: disponível no Onix, atrai atenção para o Chevrolet. Como a Hyundai tem isso em sua prateleira mundial, bastou incorporá-la ao HB20 e menos gente que daria dinheiro para Piracicaba crescer teria tal ato em relação a Gravataí;

    2) Transmissão manual de seis marchas: disponível no Fox 1.6 16v, atrai atenção para o modelo da VW. Como a Hyundai tem isso em sua prateleira mundial, bastou incorporá-la ao HB20 e menos gente que daria dinheiro para Piracicaba crescer teria tal ato em relação a São José dos Pinhais;

    3) Ausência de tanquinho de partida no 1.6: já estava no Fox 1.6 16v e nas versões de 208 e C3 de mesma cilindrada. Como isso está disponível na prateleira do fornecedor, não haveria por que não adotar em uma reestilização, ainda mais que isso evita riscos de os primeiros modelos reestilizados sofrerem desvalorização por ter tanquinho.

    4) Dentro daquela disputa particular com o Onix, mais argumentos a favor do HB20 surgem com a central multimídia que espelha celular e Waze, ainda que pelo que tenha lido a coisa só funcione para celulares da Samsung e da LG, algo que é ruim se considerarmos que estamos em um país bem menos bairrista que a Coreia do Sul de onde provavelmente vem esse sistema;

    5) Fica o mistério de a direção continuar hidráulica em uma época que temos elétricas muito boas. Seria uma bomba a menos e menos um óleo para ver, mas não é argumento que fizesse perder vendas para, por exemplo, Fox, 208 e C3;

    6) Também gostaria de ver números de economia em uso real, especialmente do 1.6, uma vez que teve mais alterações. Claro que não espero algo como um up! TSI e seu comportamento extremamente comedido no tanque, ainda mais para fazer o que faz, mas fica a curiosidade, especialmente com esse alternador inteligente. Pode ser que faça mais que os tais 13,8 km/l;

    7) Não diria que mudança manual em transmissão automática é tão “me engana que eu gosto assim”, pois tem suas utilidades. Tendo já dirigido carro com tal opção, já notei que dá para economizar em freio convencional quase como em um carro manual quando se está em estrada, boa coisa se considerarmos que pastilhas em carros automáticos costumam ser mais exigidas que nos manuais. Claro que isso só vale para carros automáticos em que se consegue de fato ter freio motor, pois também já dirigi automático com mudança manual que parece carrinho de rolimã na descida de tão solto, mesmo que você reduza para a marcha mais baixa possível;

    8) Seria legal saber qual o escalonamento dessa transmissão de seis marchas. De repente conseguiram a situação ideal para um maior número de marchas, que é a de um amplo intervalo entre a primeira e a última marcha mas sem buraco entre a última e a antepenúltima, ainda que não tenha a impressão de que vá dá para fazer o que o up! TSI permite (deixar na última marcha, esquecer que existe a alavanca e ir controlando no acelerador por longos períodos devido à curva de torque) com tanta frequência;

    9) Achei bonito o couro marrom no Premium, mas lamento que este só seja disponível com transmissão automática. Espero eu que seja um couro de boa qualidade e que não fique esquentando muito no sol ou esfriando no inverno.

  • epires250

    Vejo que as tão comuns economias idiotas que a maioria dos fabricantes fazem estão muito bem disfarçadas nos HB20, parecendo um carro mais “bem feito”. Isso também contribui para o seu sucesso, acho,

  • Francisco Bandeira

    Mas o HB20 não vende mais que o Onix, acho que não é tão revolucionário assim.

    • Francisco.
      Não vende, mas existem outros fatores. O principal é que a fábrica da Hyundai em Piracicaba opera na capacidade máxima de produção, o que não acontece com a GM e o Onix. Continuar produzindo o máximo possível hoje só acontece com as nisseis e a Hyundai. Provavelmente venderiam mais se tivessem maior produção.

  • Fernando

    Bela matéria e ponto de vista.

    Creio que um dos primeiros motivos para uma boa imagem da Hyundai é de poucos dos atuais compradores sequer saberem dos modelos que houveram aqui nos anos 90. Dessa época para os últimos anos, o que viram foi a chegada dos modelos maiores, Azera/i30/Sonata/Tucson/Santa Fe e após isso chegando ao carro “popular” parece que ele foi trazido de uma categoria superior(o Etios também), ou pelo menos por uma fabricante que parecia ter mais experiência com carros dela(embora nós saibamos que as origens de todas fabricantes orientais foi à partir de carros simples). Para os que não conhecem bem a história das fabricantes eu já percebi que é assim que eles vêem. Foi assim com o Mercedes Classe A por um tempo também. A Audi pelo menos era já muito esforçada com ótimos projetos e qualidade, que para quem não conhecia(diferente dos alemães) simplesmente ao ser colocado ao lado de um temporâneo MB ou BMW, não parecia ficar atrás, e mesmo o visual quadradão foi resolvido nos A4 e A3, a talvez barreira do visual foi resolvida e hoje ela está onde está.

    Essa “descida de degrau” é bem vista pelo brasileiro, que com as opções que tinha até estas fabricantes não estarem presentes aqui(de volta aos 90’s) o Corsa foi a mais forte sensação de novidade das estabelecidas aqui há mais tempo, depois disso a maior festa foi das “novidades” mesmo. Aposto muito mais em sucesso nos carros de fabricantes que começam oferecendo com carros de nível superior e depois chegam até essa categoria, do que as que fazem o caminho inverso.

    Sobre o HB20: não é uma opção para mim, nem me agrada em muitos aspectos. Mas vejo como válido tanto a versão básica já ter os itens mínimos de conforto(chega de ter carro sem ar-condicionado, pela própria padronização pode conciliar com a economia de escala) e estas melhorias mecânicas como o efeito do alternador vejo como pequenos detalhes que são em prol do que se deve fazer durante o amadurecimento de projetos. Só não entendo as que fazem melhorias assim, e no próximo lançamento ou remodelação, voltam atrás…

  • André Castan
    Quais os pontos que considera para essa afirmação, após tê-lo dirigido?

    • André Castan

      Bob, estou abordando o desenho (externo, interno) e acabamento. Falta até pintura nesse carro (Etios). Não conheço a dirigibilidade do mesmo, mas os números de potência e torque também são bem modestos pela cilindrada dos motores, levando a crer que nesse quesito a concorrência também está à frente e nem isso poderia ser argumento de compra.

      • Domingos

        O desenho é ruim mesmo. Sou dono e posso falar sem relativismos.

        O carro cativa na dirigibilidade e no bom espaço. E só. Todo o resto dos elogios são forçados, tal como as críticas excessivas também.

  • André Castan
    Recomendo que você dirija um Etios, qualquer versão, ou releia os nossos testes. Você vai ver que o carro passa longe da aberração que você diz ser.

    • André Castan

      Bob, agradeço pelo atenção e pela dica. Eu li a matéria do Ae quando foi publicada e realmente o carro foi elogiado. Porém como eu disse, estou me referindo ao desenho e como gosto ao olhar é algo subjetivo, para mim esse carro é repugnante. Como diz o ditado, o que os olhos não vêem o coração não sente, nesse caso os olhos estão vendo algo horrível e o coração sente de imediato.

  • Rogério Ferreira

    Excelente artigo, como todos no Ae, mas cabem algumas ponderações. O conceito de entusiasmo é relativo, e talvez o HB dê a sensação de correto demais porque esperamos dele mais do que seu visual invocado sugere. Exatamente ao contrário que acontece com o Etios cujo estilo nada agradável nos induz a acreditar se tratar de algo igualmente feio para andar, mas ficamos de boca aberta quando aceleramos o carrinho. Ou seja, é aquela questão de expectativa e realidade. Cunho absolutamente psicológico! Eu gosto do HB, e posso ser feliz com ele. E um das poucas opções de carro que deu certo, e que não tem suspensão levantada. Quem estiver preocupado em transpor paralelepípedos, que compre a versão X, Apesar de reclamações quanto ao espaço, ele não é menor que o de um Palio ou um Gol, por exemplo. E um carro honesto, pelo que oferece. (só o preço da versão de topo que beira a insanidade). Mudanças no câmbio, foi solução de prateleira, pois o Kia Cerato tem câmbio de 6 marchas desde 2012. Mas a versão 1,0 é que precisava mais deste recurso. Se fosse 5+E o consumo em rodovia melhorava mais. Aliás, esse é o grande problema do HB 1,0. Tem um motor tricilíndrico, mas que não anda mais e nem gasta menos que os concorrentes de 4 cilindros, e perde para up!, Fox BlueMotion, Ka, e talvez o March (que ainda não foi testado à contento). Aliás, o HB 1,0 gasta um pouco mais em rodovia que o HB 1,6! Talvez as atuais mudanças, melhorem um pouco esse aspecto, mas alcançar o up! vai ser difícil.

  • André Castan,
    Fusca e Uno, quando surgiram, era repugnantes…

  • Davi Reis

    Achava que o HB20 1,6 era um carro econômico até ver as médias do carro de um amigo: 8,7 km/l, com gasolina! Dei uma volta com ele para ver se algo justificava isso, e mesmo que ele tenha um estilo de direção não dos mais econômicos, é um consumo muito alto. Quando eu resolvo sentar a lenha no meu Fox 16V, a média do tanque fica em 8,3 km/l, com álcool!

  • Sandoval Quaresma

    Onix, HB20, New Ka: todos interpretações do VW Gol. Vejam a silhueta básica. GM, Hyundai e Ford fizeram cada uma um Gol “a sua moda” mas com melhor custo-benefício. Hoje em dia não basta mais apenas ter mecânica boa e eficiente. Isso é obrigação. Mais conteúdo pelo mesmo preço, a VW parece que é surda e cega para isso.

  • Davi Reis

    Um bom porta-malas é sempre conveniente, mas quem procura um porta-malas realmente abundante, não fica nessa categoria. Se estiver limitado a preço, procura no máximo um sedã compacto, como o próprio HB20S. É como quem compra um carro esportivo e reclama do alto consumo ou um importado de luxo e reclama do custo de manutenção: as coisas não batem.

  • Cadu

    63 é a versão topo, que vai responder por menos de 10% das vendas, talvez uns 5%. O carro chefe é o Comfort, tanto 1.0 quanto 1.6
    Se 63 é caro, compre o de 38 mil
    Concordo que os preços são caros, mas se comparar a versão topo sempre chegará no preço de um carro superior!

  • Cadu

    Já tive um e não acho o espaço menor que os concorrentes. É bem compatível com Gol, Palio, Onyx, Fiesta

  • Cadu

    Meu antigo Hb20 bebia tanto quanto o Fox atual da noiva. Com a vantagem de ter mais de 20 cv a mais.
    Depois tive um New Fiesta poweshift com consumo praticamente igual ao HB20…
    Não vi isso que você relatou…

  • Cadu

    É sim!

  • Cadu

    Bela análise, mas eu apenas ressalto que, de início, os HB20 vieram custando o mesmo (ou menos) que os rivais com os mesmos equipamentos

  • kravmaga

    A Hyundai foi esperta em fazer o visual do HB20 ser praticamente o mesmo do i30, um mini-i30. Com isso, consegui transferir a boa imagem da marca criada pela propaganda maciça e nada modesta e o visual moderno do i30 para um carro compacto de entrada.

    Colocou também um motor 1.6 bom (mesmo que a versão 1.0 que vende mais não seja tão brilhante quanto) e agora colocou finalmente um câmbio AT (de verdade) com 6 marchas, coisa rara no segmento e um dos principais trunfos do Onix.

  • Milton Tavares

    O que dizer do HB20 que já era um carro muito bonito, hoje ele está ainda melhor, mais uma vez a Hyundai acertou em cheio no HB20.

  • Mineiro

    Depoimento: tem quase dois anos que comprei um HB 1.0, sendo que meu histórico tem focus (2.0), Uno, celta, Fiesta, Ka, Gol (esses 1.0). Me incomodei tanto com as concessionárias das “Quatro irmãs” que decidi que, ao trocar de carro, escolheria uma fornecedora oriental (japonesa/coreana, deixando claro). Decidindo puramente pelos critérios de itens de segurança (incluindo nota LatinNCAP) e custo total de propriedade (isso gerou uma complicada planilha… hehehe), ficaram dois “finalistas”: O Etios e o HB20. Fiz o test-drive destes, achei os dois bons de direção para o uso convencional. Ficaram empatados: desempatou para o HB20 por causa do som (um pouco melhor que o do Etios, especialmente pq não há como colocar alto-falantes nas portas de trás) e minha esposa gostou mais do desenho do HB20. Realmente não é um carro para entusiastas, mas a concessionaria me trata com um mínimo de dignidade e não tive quaisquer problemas com o carro. Tem vezes que você, apesar de gostar de carro, só quer sossego…

    • Mineiro

      Só complementando: para não dizer que o carrinho é totalmente “sem sal”, o ronquinho do três cilindros depois de 4.000 rpm é legalzinho e o câmbio manual lembra muito os MQ da VW, ou seja, é agradável…

  • Mauro Tinn
    Pois para mim é fácil, é um carro que agrada como tantos outros. Quanto às “milhares de reclamações”, a fantástica internet é, lamentavelmente, o canal perfeito para a difamação, inclusive ajudada por quem as fica “divulgando”, como você faz agora.

  • Ache o que quiser. Aqui no AE não se acolhe difamações de automóveis. Procure outro local na internet para isso, está cheio disso.

  • Rafael Frigori

    Onix vende mais só porque a GM tem maior capacidade produtiva e número de concessionárias. De resto, o GM não tem Isofix, nem VVT, ou velas iridium originais ou corrente de comando para tornar o produto realmente topo de confiabilidade. Bem, o tamanho da garantia já prova quem realmente confia no taco.

    • Rafael, para você os itens citados podem ter importância, para outros consumidores, não. Quanto à garantia, é a famosa faca de dois gumes, no caso a garantia longa ser mera questão de marketing, de quem precisa se impor no mercado, vide o caso JAC (seis anos). E quanto a líder de vendas pode-se dizer tudo, menos que é inferior ao vice.

  • Davi Reis

    Dependendo de como se testa o carro, o resultado vai ser ruim pra todos, tem que saber como interpretar estes testes. Mas já que você levantou esse ponto, o HB20 atingiu a mesma nota dos “defasados” Gol e Palio (o de 1996) nos testes de impacto quando foi lançado (3 estrelas e algo em torno dos 10 ou 11 pontos). Depois a Hyundai realizou mudanças que o levaram pras quatro estrelas, mesma pontuação do Novo Palio e do Fox (é outro carro, só que ainda mais antigo que o Gol e este não foi retestado). Por fatores como esse e outros que insisto que não existe essa diferença gritante como muitos acreditam.

  • Desculpe você, Rafael, pois não entendeu o que escrevi. Seus “argumentos técnicos” podem valer para você, para outros (e para mim) não: nem meu neto usa mais banco infantil, velas de irídio apenas duram mais (vela é item barato), não tenho nada contra correia dentada (pelo contrário) e nem todo motor precisa de comando de fase variável. E estrelinhas NCAP, já cansei de escrever aqui, exercem atração zero sobre mim. Eu NÃO disse que quem vende mais é melhor, não entendeu mais uma vez. Leia de novo. Você está precisando desenvolver compreensão de texto.

    • Rafael Frigori

      Bob, meu avô usaria esses mesmos argumentos seus. Mas por favor, entenda: VVT, Isoix, corrente de comando que dispensa manutenção, velas que duram 160k km, multimídia decente, muitas estrelinhas NCAP e uma suspensão agora bem acertada não são algo facilmente equiparado pela concorrência. Então, numa pagina de “Autoentusiastas” a tua frase: “E quanto a líder de vendas pode-se dizer tudo, menos que é inferior ao vice” ficou no mínimo malposta.

      • Rafael, então seu avô sabe (espero que o tempo do verbo esteja certo) mesmo das coisas, parabéns a ele. A frase relativa ao líder de vendas nada tem de malposta: está bem claro que eu disse que o Onix não é inferior ao HB20 (e não é realmente), como você quis fazer crer ao desmerecer o Chevrolet dizendo que só vende mais porque tem mais produção e a rede de concessionárias é maior.

  • Rafael, o Opala deu lugar ao Omega. O Chevette, fabricado em S. José dos Campos, é que deu lugar ao Corsa. Não, não tenha nada de Walt Kowalski (Clint Eastwood), esteja certo disso, admiro os carros de qualquer região do mundo, mas sem a paixão cega que você parece ter pela marca Hyundai. Isso existe.

  • Rafael, os up! não vendem mais porque o brasileiro achou o carro feio, só. Acredite se quiser.

  • Mike, outra para o meu “morro sem entender”, como é possível alguém achar o Etios feio.

  • Rafael Frigori

    Eu sou “fanboy” … mas você que ostenta essa logo no avatar? Ah, tá! Realmente, é um tal de “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço” que realmente dá para entender a moderação do AE 😉

  • Paulo Alberto

    Carro que não passa entusiasmo e carro sem sal? Vejamos, HB20 e HB20S são bonitos aos olhos de quem os vê, desenho moderno e ousado, muito silencioso no interior, boa dirigibilidade, razoavelmente bem equipado, motor excelente e de boa potência, econômico (mais ainda para quem não tem pé de chumbo), mecânica confiável, cinco anos de garantia. Ao contrário, acho que ele entusiasma bastante gente, e não é nada sem sal… Tanto que comprei o meu há três dias e posso dizer que estou adorando o carro, HB20 S, Comfort Plus 1.6, manual, mod. 2017.