Publieditorial: saiba sobre essa ação.

Na virada do ano passado, tivemos a oportunidade de passar um período com o fantástico Mégane R.S., carro que revitalizou o entusiasmo do Ae e originou algumas matérias e vídeos. Nós não sabíamos, mas ao trazer o Mégane R.S. para testes no Brasil a Renault já estava preparando o terreno para o nosso R.S., o Sandero R.S., que viria a ser aqui fabricado.

Nesse intervalo entre testarmos as versões esportivas do Mégane e do Sandero, também testamos praticamente todas as versões deste último, e, a julgar pelos comentários nas matérias no Ae, o Sandero atingiu maturidade e conquistou seu espaço, partindo das versões 1-litro até a aventureira Stepway. Mas nesse cenário atual, onde quase todos os carros são definidos pelas necessidades da maioria, e em vista disso acabam seguindo um caminho meio que comum, poucos imaginavam um Sandero realmente esportivo; ainda mais sendo realmente projetado e desenvolvido pela Renault Sport, divisão responsável por todos os carros esportivos e de competição da Renault.

Então, diante da oportunidade de testar o novo Sandero R.S., decidimos reunir os editores que também testaram o Mégane esportivo e fazer essa matéria a oito mãos, coisa que não fazíamos há algum tempo. Como não conseguimos reunir a nós todos no mesmo dia, nossa avaliação ficou dividida em dois momentos. No primeiro AK, BS e PK levaram o Sandero para um teste em pista, no Haras Tuiuti, que nos foi gentilmente cedido por uma tarde inteira pelo seu diretor Carlos Guilherme “Cacá” Clauset para explorarmos o R.S. a fundo. O segundo momento envolveu um “no uso” com o PK, que se encontrou com o MAO no “Centro de Testes do Ae”, em Araçariguama (SP), para que o MAO fizesse sua avaliação na estrada. O hot hatch também foi dirigido em estradas e ruas pelo AK e BS. 

Nesta matéria começaremos com os vídeos desses dois momentos e na sequência vêm os textos de cada um. Aqui vale uma curiosidade a respeito das filmagens. No primeiro vídeo, “Pista”, resolvemos levar o nosso parceiro Renato Castanho, da Expedição Filmes, para captar as imagens e nos deixar livres para testar o carro. No segundo, “Ruas e Estrada”, usamos nossos próprios recursos de equipamento. Mas ambos são recheados da nossa espontaneidade e senso de realidade. E cada texto foi escrito individualmente e sem uma pauta específica, ou seja, refletem aquilo que mas nos tocou.

Vamos lá! E veja no final de tudo mais 36 todos.

O Sandero R.S. na pista

O Sandero R.S. nas rua e na estrada


Caso de amor

AK

De vez em quando — pena que só de vez em quando — testamos um carro que se encaixa no perfil que nos agrada plenamente, ressalvando que agradar é uma coisa e agradar plenamente é bem outra. É a diferença entre gostar e amar. A convivência com o um você aprecia; já a com o outro você anseia. O Sandero R.S. 2.0 é daqueles carros que após dirigi-lo fica a sensação de que a coisa não pode ficar só nisso, só naquela ocasião, e o autoentusiasta passa a querê-lo sempre à mão. 

A meu ver, esse “querê-lo sempre à mão” é o grande trunfo desse hot hatch. Seu grande trunfo é sua versatilidade, é ser ótimo sob diversas condições. Você o deseja quando está na cidade, você o deseja está na estrada e você o deseja quando está na pista de um autódromo. Conseguir isso não é fácil. Se já é difícil acertar um carro para que seja ótimo para um fim específico, imagine acertar a mão num carro para que seja ótimo para vários? Foi mesmo um trabalho admirável que a Renault Sport realizou em consonância com os engenheiros e designers da Renault brasileira. Vê-se que foram a fundo nesse projeto.

Antes de dirigi-lo, claro, estudei-o. O motor F4R, de 2 litros, basicamente os brasileiros já conheciam, pois equipa o Renault Duster. Ele recebeu melhorias, ganhou um pouco de potência, 2 cv, e no Sandero R.S. podemos alterar o seu “gênio” através de uma tecla no painel, onde selecionamos Standard, Sport e Sport +, sendo que no Standard ele amansa em busca de suavidade de condução e economia de combustível, no Sport ele passa a agir como se recebesse uma leve descarga de adrenalina para ficar mais alerta, mais pronto para a diversão, e nessa mesma tecla podemos colocar Sport+, onde se desliga os controles de tração e estabilidade, que, na prática, só valem ser desligados sob condições específicas, tipo num circuito de autódromo. Uma vez desligados eles assim ficam. Não voltam a ligar por conta própria; só religam quando comandamos na mesma tecla ou após desligar e ligar a ignição.

 

Sport! sandero rs SANDERO RS, FEITO PARA AUTOENTUSIASTAS Sandero RS AUTOentusiastas 31

Sport!

Na pista do Haras Tuiuti, no município homônimo no interior de São Paulo, agradeci a oferta de ajuda dos controles eletrônicos, porém, por dois motivos, desliguei-os. Um, porque desejava sentir o carro sem essas ajudas, sentir seu comportamento “ao natural”, e outro, porque na hora de andar realmente rápido não gosto de interferências, venham de onde vierem. 

E o que saboreei do seu comportamento foi soberbo. As alterações da suspensão feitas pela R.S. atingiram o estágio da sintonia fina, um trabalho exato de quem, baseado em longa experiência, sabe o que está fazendo. Baixaram-no em 26 mm, um pouco mais que uma polegada, o que deixou os braços da suspensão dianteira McPherson na perfeita horizontal, e isso permite que ela trabalhe de modo ideal, com variações de cambagem sempre favoráveis. Vale notar que mesmo com essa polegada a menos de vão livre do solo o carro passa tranqüila e normalmente por lombadas, não exigindo maiores cuidados nisso.

Usaram molas mais rígidas; 92 % mais na dianteira e 10 % mais, na traseira. Alteraram também as barras estabilizadoras, 17 % mais fortes na dianteira e 65% mais, na traseira. Com isso, além do Sandero R.S. rolar 32% menos nas curvas, ele tende a, no limite, plantar mais a dianteira e mostrar a traseira. O carro, portanto, deixa de ter o comportamento que chamamos de “frentudo”, o carro que nas curvas tende a sair com a frente — o acerto costumeiro em carros não esportivos — e passa a curvar apoiando-se igualmente sobre os dois eixos, bem do jeito que os pilotos gostam. O resultado é maior equilíbrio, curvas mais rápidas e maior domínio sobre o carro.

Tem também um comportamento previsível. Ele, mesmo com os controles desligados, nos avisa com boa antecedência a proximidade de seus limites de aderência. Não apresenta surpresas, como desgarre abrupto da traseira, por exemplo. Ele é previsível, confiável. Pilotá-lo o mais rápido possível na pista não é ter uma faca no pescoço, é tranqüilo.

A pista do Haras Tuiuti é no cimo de um morro. Sua maior reta é nesse topo e curvas e retas menores deliciosamente descem e sobem por suas bordas. É uma pista adorável, tipo montanha-russa, o que exige bastante do pronto equilíbrio e tração do carro. Tem curvas bem fechadas e em subida íngreme, e essa condição força a inclinação lateral, a rolagem, do carro para fora da curva. Com isso, com essa rolagem, e alívio de peso na dianteira, pois está em subida, muitas vezes a roda interna à curva perde tração, gira em falso, o que no mínimo é um fator de perda de tempo, perda de aceleração. Não foi o que aconteceu com o Sandero R.S.

Ele tracionou muito bem. As suspensões, tanto dianteira quanto traseira, mantiveram amplo curso e em nenhum momento tiraram pneu do chão, pelo menos não que eu tivesse sentido. Vale notar que os pneus Continental 205/45 R17 foram acertada escolha da Renault. As rodas aro 17 e pneus Continental 205/45 R17W que vieram no carro testado são opcionais. Na verdade é o único opcional do carro, porque ele vem, como dizem, completo. Originalmente ele vem com rodas aro 16 e pneus Continental 195/55 R16V, mesmas medidas que as usadas no Sandero GT Line. Os pneus que vêm nas rodas de aro 17 são mais esportivos, mais duros e estão um pouco mais sujeitos a cortes nas laterais se pegarem buracos ou obstáculos, porém dão maior aderência e agilidade de direção. Para quem pretende participar de trackdays ou tem lá suas estradinhas vazias e secretas, não há duvida que essa é a escolha, mesmo porque eles mostraram que também vão bem em piso ruim, sem problemas.

E lhe deram todo esse chão esportivo sem perder o grau de conforto necessário para o rotineiro uso diário. Ele é mais firme de suspensão, sim, que o Sandero que conhecemos, mas de modo algum ela é desagradável, dura demais. Pegamos, inclusive, um pequeno trecho de terra com pedregulhos para chegarmos ao Haras Tuiuti, onde fiquei atento a como ali ele se comportaria, e nada dele parecer “um estranho no ninho” na estrada de terra. Foi muito bem, e rápido, e também em silêncio, com suspensão silenciosa, bem isolada.

O comando do câmbio passou a ser a cabo, o que o deixou com engates rápidos, curtos e precisos; ideal para uma tocada esportiva. O câmbio tem 6 marchas, todas próximas umas das outras. Isso faz com que o giro pouco caia nas subidas de marcha e otimiza o aproveitamento da potência do motor. Sendo assim, some aí boa potência, boa tração, bom câmbio — bem escalonado, com características esportivas — pouco peso, 1.161 kg — e o resultado é uma vigorosa aceleração no 0 a 100 km/h em 8 segundos quando abastecido com álcool, segundo o fabricante.

Ele atinge velocidade máxima de 202 km/h (álcool) em 6ª e última marcha. E a atinge rápido. Como a 6ª marcha é de potência e não de descanso, na estrada raramente reduções se fazem necessárias. A 120 km/h reais e em 6ª o giro está a 3.550 rpm, o que pode ser considerado alto, mesmo porque na Duster, com praticamente o mesmo motor e também em 6ª marcha, o giro está a 3.000 rpm, e ela tem maior área frontal e peso. Mas é assim que um câmbio melhor aproveita a potência do motor.

É um hatch esportivo e é assim que tem que ser se você quer um carro “quente”. Nem por isso o funcionamento do motor incomoda na estrada. Ao contrário, o motor está bem isolado e o som que dele nos chega é um ronco que tende ao grosso e provocante. Os freios, a disco nas quatro rodas, com os dianteiros são ventilados, são ótimos. Dificilmente serão mais solicitados do que o foram em nossas disputas — o Bob, o Paulo e eu — no Haras Tuiuti, e nada, nem sombra, de fading. Mantiveram inalterada a sua boa atuação. Levamos um Sandero Expression 1-L de apoio, que também entrou na disputa como curiosidade. Veja os tempos:

 

TESTE SANDERO R.S. NO HARAS TUIUTI
Circuito completo de 2.000 metros
Tempos de voltaAKBSPM
Sandero Expression 1,01min39,75s1min38,86s1min38,90s
Sandero R.S.1min28,57s1min29,89s1min29,49s
Média dos dois carros1min34,16s1min34,37s1min34,19s
Média horária do melhor tempoExpression 1,0R.S.
72,85 km/h81,29 km/h

Na volta a São Paulo vim dirigindo-o. Gostei e muito. Primeiro, porque vai sólido, muito bem plantado, o motor responde de pronto e a ergonomia é muito boa. Os bancos dianteiros são esportivos, com laterais altas que nos seguram bem nas curvas. O volante tem menor diâmetro e boa pegada. Tem ajuste de altura, mas não de distância, o que me fez um pouco de falta, mas ao final me adaptei. Os instrumentos são um pouco escuros e só são facilmente lidos quando acesos. Os pedais estão perfeitamente posicionados. O punta-tacco, como diz o Bob, fazemos “telepaticamente”, sem nem pensarmos nisso. O pedal do freio está mais responsivo, o que ajuda na hora da pilotagem forte, e logo nos acostumamos com ele, pois não é abrupto, é de fácil e precisa dosagem.

O que mais gostei do Sandero R.S. 2.0? Sua precisão, sua pronta obediência, sua consistência, seu conjunto. Todos que o dirigirem vão gostar dele. Já os autoentusiastas, além de gostar, vão amá-lo.

 

Carro-diversão
BS

A assinatura R.S. num Renault não é jogada de marketing, mas algo muito sério. Há um nítido envolvimento da divisão Renault Sport da fabricante francesa, nem precisava ser alardeado, percebe-se isso logo nas primeiras acelerações, nos primeiros quilômetros. O rodar elegante, controlado porém sem exagero, de modo algum desconfortável em “maus caminhos” como tanto há Brasil afora e na cidade de São Paulo em particular, denota atenção especial dada à suspensão. Nota-se estar dirigindo um carro leve em termos relativos, 1.161 kg, diante do aumento de peso que vem se observando na última década. Ao acelerá-lo, a disposição do motor 2-litros gera um sorriso, que combinada com o empilhar de marchas — mais cinco, após arrancar — deixa claro estar-se dirigindo um Sandero só no nome. O câmbio vem da França, seu comando é por cabo,  a seleção de canal e engates são bem precisos, incomparavelmente superiores ao comando por varão do resto da linha Sandero. E a ré é sincronizada, fim das arranhadas ao engatá-la quando se está com pressa.

 

Carrp-diversão sandero rs SANDERO RS, FEITO PARA AUTOENTUSIASTAS Sandero RS AUTOentusiastas 10

Carro-diversão!

O trabalho da Renault Sport obedeceu à receita tradicional de quem sabe das coisas para fazer de um hatchback tranqüilo e prático um foguetinho, a ponto de garantir sua admissão no “Clube dos 200”… km/h, que não tem muitos sócios (fabricados) no Brasil. Chega a 202 km/h — e acelera rápido também, 0 a 100 km/h em 8 segundos quando com álcool (200 km/h e 8,4 segundos com gasolina).

O motor foi pegado na “prateleira”, pois o é o F4R do Duster com alguns retoques para ganhar um pouco de potência, 145/150 cv ante 143/148 cv (gasolina/álcool), sem mudança na rotação de potência máxima, que continua 5.750 rpm. Torque ficou igual, 20,2/20,9 m·kgf, a 4.000 rpm. As mudanças foram pequenas: área da seção do coletor de admissão 20% maior, captação de ar de admissão mais frio, novo sistema de escapamento com tubulação de Ø 50 mm para menos contrapressão e um silenciador projetado para ruído mais encorpado, remapeamento de injeção e ignição e aumento da pressão de injeção. Essas mudanças mudaram a característica da além-escala, há menos perda de potência após o pico, observado pela maior facilidade de chegar ao corte de rotação a 6.500 rpm, saudáveis 750 rpm de margem. A essa rotação a velocidade média de pistão é de 20,1 m/s, portanto segura.

O salto em relação ao motor 1,6-litro de 98/106 cv só poderia ser mesmo enorme. Isso mais o câmbio de seis marchas com marchas próximas numericamente entre si – a relação entre a primeira e a sexta é 4,60:1, contra 4,90:1 da primeira à quinta no cinco-marchas do Privilège 1,6-L — ilustra bem essa proximidade, que pode ser bem vista no gráfico “dente de serra” abaixo. Contudo, há certa diferença entre a 1ª e a 2ª, um “buraco” no jargão automobilístico, perceptível ao dirigir e também evidente no gráfico, mas não chega a incomodar.

 

Sandero RS Dente de Serra sandero rs SANDERO RS, FEITO PARA AUTOENTUSIASTAS Sandero RS Dente de Serra

Se o desempenho do motor 2-litros era esperado, o comportamento do R.S. não era. Decisões da Renault Sport como baixar a altura de rodagem em 26 mm, adotar molas de constante mais alta (92% dianteira, 10% traseira), aumentar o diâmetro da barra estabilizadora dianteira em 17% e o da traseira localizada no interior do eixo de torção em 65%, com a carga dos amortecedores redefinida para esses novos parâmetros, produziram efeito surpreendente. A resistência à rolagem global, por exemplo, passou de 5,6°/g a 3,8°/g, resultando em rolagem nas curvas 32% menor. Mesmo rolando menos as rodas internas à curva não deixam o chão, conseqüência também da altura de rodagem menor, as suspensões não chegam a distender completamente em condições extremas de curva.  As buchas dos amortecedores são de poliuretano, para ação mais precisa, sem tanta elasticidade como quando são de borracha.

Digna de menção também a geometria de suspensão, pois nem sob uso extremo no circuito completo de 2 km do Haras Tuiuti os pneus chegaram ao ombro, apesar de inflados com a pressão normal de 32 lb/pol² na frente e 30 lb/pol² atrás. O estepe é temporário (80 km/h) tem pneu 185/65R15 em roda de aço.

Os freios são superlativos. Discos ventilados de Ø 280 mm na dianteira (22 mm mais que os discos dos outros Sandero) com pinças com pistões de Ø 54 mm e discos de Ø 240 mm com pistões de Ø 34 mm na traseira fazem a diferença. Foi imperativa a troca do cilindro-mestre de Ø 20,6 mm (13/16”) para Ø 23,8 mm (15/16”) para manter o curso curto do pedal de freio, além da câmara do servofreio de 10” no lugar da de 9” para evitar alta carga de pedal.

A medida de pneu escolhida para as rodas de 17”, 205/45R17W, e o desenho dos pneus exclusivos Continental ContiSportContact 3 participam em grande parte do resultados de comportamento obtidos. Inclusive, pelos largos sulcos centrais pode-se antever excelente desempenho em piso molhado.

A assistência eletroidráulica da direção mostra boa calibração, reduz- se com a velocidade e a relação de direção, embora não informada mas estimada entre 15:1 e 16:1, é adequada. Andando bem rápido mexe-se pouco no volante, mesmo nas curvas de raio menor no circuito utilizado. O diâmetro mínimo de giro é de 10,6 metros, compatível com o entreeixos de 2.590 mm e não mostra insuficiência em manobras.

A v/1000 em sexta é 33,8 km/h, significando que a 120 km/h reais o motor está a 3.550 rpm. Incomoda? Um pouco, mas é o caráter do R.S. e quando se leva isso em consideração vem o perdão. Em compensação, a 6ª curta propicia a notável retomada de 80 a 120 km/h: leva apenas 7,3 segundos. A 202 km/h, a conta exata indica 5.976 rpm, 226 rpm acima do pico, perfeito.

Dirigi-lo é mesmo diversão pura, pude constatar isso na viagem de ida a Tuiuti no trecho de 18 quilômetros entre Itatiba e Morungaba e suas curvas de média e alta velocidade, com uma qualidade de piso e sinalização que nada deve a qualquer boa estrada de Primeiro Mundo. Reduzir e depois ir subindo marchas e ouvindo a pouca queda de rotação a cada troca, mesmo sem esgoelar motor, é uma grande e entusiasmante sensação. Sente-se estar dirigindo um carro feito para quem gosta de dirigir e aprecia coisas bem-feitas.

Ainda não há dados oficiais de consumo, mas em autoestrada a 120 km/h o computador de bordo acusou 9,3~9,5 km/l de álcool com ar-condicionado ligado.

O fundo e o grafismo dos instrumentos poderiam proporcionar uma melhor visibilidade, especialmente o velocímetro (de todos os Sandero). De dia, sem usar óculos de sol, a leitura é muito difícil, com esses óculos então, mais ainda, só ligando lanternas. O encosto do banco traseiro dividido seria bem-vindo para completar a versatilidade, e o R.S. justifica tê-lo. E por último, senti falta da faixa degradê no pára-brisa.

Para encerrar, o título desta minha parte: o Sandero R.S. 2,0 encarna o próprio carro-diversão — para o dia-a-dia e para o que der e vier.

 

Obrigado!
MAO

Muito tempo atrás, numa galáxia muito distante, o MAO era um estagiário em uma fábrica de pneus. Corria o ano de 1992, época dura de dinheiro curto e muito trabalho, na faculdade e na tal fábrica. Depois do almoço, era praxe todos os estagiários de engenharia se reunirem na portaria para um breve passeio a pé pelas redondezas, onde compartilhávamos histórias de humilhação e desprezo, constantes na vida de um estagiário de engenharia então, e encaradas na época como importantíssimas para formar o caráter do futuro engenheiro. Assédio moral? Invenção moderna que inexistia.

No caminho deste passeio tinha uma concessionária VW. Eis que certo dia, no meio do salão do estabelecimento, aparece um Gol GTI. Vermelho. Naquele dia, e em todos os outros que se seguiram por alguns meses, o GTI se tornou parada obrigatória para mim. Observava maravilhado os bancos Recaros de tecido, as rodas maiores, a brilhante cor vermelha, o motor de dois litros a injeção, e sonhava em comprá-lo com tanta força que chegava a doer.

Com o tempo, comecei, quase que por osmose, a achar que os Gol 1000 que ladeavam humildemente o GTI naquele salão eram bem legais também. Até que em um certo dia, cansado de apenas sonhar, sentei na cadeira de um incrédulo vendedor e comprei um consórcio de Gol 1000, efetivamente comprometendo 90% do meu salariozinho de estagiário. Se você tem dúvida do poder de um esportivo de verdade na gama de uma fábrica de automóveis, eu não tenho. Eu caí feito um patinho nessa.

E por que conto isso? Porque ontem fui a São Paulo, por coincidência seguindo pela estrada um Sandero básico, branco, mas novinho, e confesso que comecei a pensar seriamente em visitar uma loja Renault. Isto porque acabara de passar um dia inteiro andando num maravilhoso Sandero R.S. branco nos Romeiros, com meu amigo Paulo Keller. Que carro!

 

Obrigado Renault! sandero rs SANDERO RS, FEITO PARA AUTOENTUSIASTAS Sandero RS AUTOentusiastas 01

Obrigado Renault!

Devo confessar que tinha grandes expectativas para ele. Afinal de contas, a muito tempo que não temos um carro pequeno e acessível em versão esportiva de verdade no mercado brasileiro. E como se não bastasse isso, acho que nunca tivemos por aqui um carro acessível preparado por uma casa tão famosa e especializada como é a Renault Sport. Desde o Clio Williams dos anos 1990, esses caras tem mostrado que são o lugar para ir se você quer um hatchback esportivo de verdade, a ponto de se sentir em casa estando numa pista. Se você quer algo bravo de verdade, sem porém nem talvez, a busca pára aqui.

Quando a Renault anunciou o preço, menos de 60 mil reais, fiquei com mais vontade ainda. Sessenta mil reais é um bom dinheiro, sim, mas vivemos em um mundo em que pode se gastar facilmente isso em carros da mesma faixa do Sandero. Carros comparativamente muito mais mansos, tranqüilos e automáticos, e muito confortáveis para pessoas que pensam que dirigir é algo a ser despachado da forma menos intensa possível. Mas se você está lendo isto, este não é você.

Não, o que você quer é um carro que além de ter um ardido dois litros puxando apenas 1.161 kg de carro, o faz através de um câmbio de relações próximas, manual, com pedal de embreagem, de seis marchas, com engate positivo e rápido. Que senta você em bancos com bastante suporte lateral, de tecido, e não o vil, ignóbil e onipresente couro de vaca tão amado por quem não é um de nós. Sem couro, o banco é mais macio e menos escorregadio, coisa que só a gente entende e dá valor. O couro vai para o volante de pequeno diâmetro, que é o seu lugar. E este volante, por sua vez, se conecta a uma direção rápida e precisa.

E você quer uma suspensão e pneus primorosos também, claro. Uma suspensão que não seja dura, para absorver impactos sem fazer o carro pular, mas que controle perfeitamente os movimentos da carroceria, sem rolagem ou movimentos indesejados; firme, mas que absorva as imperfeições do solo. E que lhe dê aderência aos montes, principalmente na frente. E que aponte para dentro da curva com vontade.

Se você é esta pessoa, que tem real prazer em trocar muito de marcha (seis marchas todas pertinho uma das outras fazem muitas trocas), que arrepia os cabelos da nuca ao ouvir aquele ardido quatro em linha aspirado urrar, que gosta de acordar de manhã e acomodar cuidadosamente uma afiada faca Zakharov entre os dentes antes de começar a dirigir, este é o carro para você. Se você pensou “Que pena que não tem versão automática!”, mude de canal já. 

Um carro feito assim, para gente como nós, é algo raro, principalmente em terra brasilis. A tentação de fazer um Sandero 2.0 apenas, com opção automática, que fosse menos focado e, portanto, mais palatável para uma parcela maior da população, deve ter sido enorme. Mas a Renault não fez isso. Ah, mas não mesmo.

Ela fez algo nervoso, bravo, que exige vontade de dirigir intensamente para que possa ser entendido. E ao fazer isso pode ter criado um carro que não é para qualquer um, nem muito menos perfeito, mas que para mim e você, usado como se deve, é o próprio nirvana. O acerto de suspensão deste carro é fenomenal, e me prova que os franceses da Renault Sport realmente entendem do seu trabalho. Banco de tecido, câmbio manual, motor aspirado, acerto de chão sublime. Coisa feita com cuidado e carinho, para eu e você, pensando na gente, no que a gente gosta.

Comprando um ou não, a educação manda agradecer quando alguém faz algo pensando em você. Devíamos todos nós entusiastas agradecer a atenção para conosco, via carta, e-mail, Facebook, ou qualquer outro método. Eu vou aproveitar esta chance e fazer isso já: obrigado, Renault!

 

Foco no prazer
PK

Já vou direto ao ponto! Se você ainda tem dúvida se é um autoentusiasta inato pare de ler esse texto aqui!

E o que é um autoentusiastas inato? É aquele cara que prioriza o prazer de dirigir acima que qualquer outra coisa. Que se importa com o comportamento dinâmico e as sensações e prazeres ao volante e não se importa se o carro tem uma ou duas entradas USB. São poucos os autoentusiastas inatos, ou os que tem coragem de assumir esse autoentusiasmo na essência. E sem querer puxar saco do meu amigo, o MAO é claramente um ser dessa espécie.

Ser um autoentusiasta na essência não é algo muito fácil de se conciliar com o dia-a-dia, com a família, muitas vezes com o bolso e até com a sociedade em geral. Pois nós temos uma certa autenticidade nos nossos princípios. Queremos carros rápidos, não perguntamos sobre o consumo, a caixa tem que ser manual, os itens de conforto nunca são mais relevantes que o acerto do carro.

Eu ainda estou estudando e tentando descobrir um jeito fácil de identificar essa espécie. Por isso andei fazendo alguns testes através de uma mini-pesquisa. Até agora, numa conclusão parcial e nada científica de uma dessas pesquisas feitas em um grupo de 121 pessoas comuns e aleatórias (familiares e amigos), cheguei a um percentual de 6% de autoentusiastas verdadeiros escondidos na sociedade. Nessa pesquisa me decepcionei com alguns amigos, é verdade. 

Mas voltando ao novo R.S., como conheço muitíssimo bem o BS, sei que ele explorou todos os dados técnicos no texto que está acima do meu. OK, esses dados são importantes. Nos dão um referencial do que podemos esperar de determinado carro e ajudam a explicar algumas sensações. Mas saber que um carro faz de 0 a 100 km/h em 8 segundos é muito diferente de sentar ao volante e sentir como se chega lá. Eu sou desse tipo de pessoa, que prefere a emoção, que e depois de curtida, se atém aos dados pela curiosidade.

 

Puro prazer! sandero rs SANDERO RS, FEITO PARA AUTOENTUSIASTAS GOPR5165aas

Puro prazer!

O que mais me impressionou no R.S. é o conjunto de sensações que aguçam quase todos os nossos sentidos. Visualmente o carro já chama a atenção. O Sandero tem um porte um pouco maior, que cai bem na versão Stepway. Parece até que foi feito pensado nessa versão. E por isso dificilmente imaginaríamos uma versão esportiva. Mas o bichinho é invocadinho já no visual. Coisa muito bem elaborada, feita com critério, e não apenas aquela esportivada. O pequeno defletor de teto traseiro, por exemplo, cresceu 5 cm, o suficiente para aumentar a força vertical descendente (downforce) em 25 kgf. Suas rodas pretas, a suspensão rebaixada e a ponteira de escape maior e dupla ajudam muito nesse visual mais malvado. E o carro realmente chama a atenção. 

Por dentro, os toques de esportividade estão numa boa medida, a ponto de minhas esposa e sogra até se empolgarem e comentarem positivamente. Isso sem eu falar nada do carro para elas. Como eu também andei muito com o Mégane R.S., senti o DNA da Renault Sport na atmosfera logo de cara. Dá para notar que o foco não está onde a grande massa espera. 

Esse prazer visual se completa com o prazer auditivo vindo do som do escapamento, na medida certa. Quem me conhece sabe que acho uma baita falta de respeito esses escapamento abertos de alguns motoqueiros egoístas insistem em colocar em suas motocas. O escape do Sandero emite um som encorpado, grosso, rouco e que marca bem sua presença mas sem ser incômodo.  Junta-se ao prazer auditivo o prazer tátil do volante com uma boa empunhadura, peso e calibração perfeitos e um revestimento também perfeito do ponto de vista de aderência. 

E também o prazer tátil de todos os outros pontos de contato como pedais, alavanca do câmbio e até a vibração do motor na medida certa. Também há algum prazer que vem das acelerações nos três eixos, seja em curvas, frenagens ou acelerações, e nos movimentos da suspensão. A diferença entre prazer e incômodo nos movimentos do carro, seja em qualquer sentido, está na combinação de suas interações.  No caso do R.S. o pedal do acelerador, mesmo no modo Sport, que tem um curva mais rápida, tem progressividade apesar de resposta vigorosa. O pedal de freio tem um curso mais curto que nos outros Sanderos, mas a modulação é perfeita, sem aquela alicatada comum em esportivos. A rolagem de carroceria é bem menor que nos outros modelos da linha e junto com a aderência perfeita dos pneus Continental e os apoios laterais e nos assentos dos bancos proporcionam uma sensação de muita segurança. E o trabalho da suspensão em ondulações e imperfeições das vias imprime confiança sem desconforto algum.

Tenho certeza que todos os engenheiros da Renault Sport trabalharam em perfeita consonância para transformar o chassis comum do Sandero em algo refinado e preciso. E soma-se um motor aspirado, que tem aquela pegada muito progressiva e uma potência bem ajustada ao chassi, além de uma caixa com marchas mais curtinhas, e tem-se um carro viciante. Daqueles que estimulam a gente a sair da cama bem cedinho para fugir do trânsito e pegar o amanhecer já em alguma estrada, qualquer estrada, e dirigir até cansar. E aí voltar para casa com a sensação de dever cumprido. Ou melhor, como disse o primo AK ao final do dia de testes no Haras Tuiuti, voltar para casa com a sensação de prazer cumprido!

Para mim esse é o grande mérito do R.S., o foco no que realmente importa para o autoentusiasta inato, o prazer em dirigir. 

 

FICHA TÉCNICA SANDERO R.S. 2,0
MOTOR
DesignaçãoRenault F4R
InstalaçãoDianteiro, transversal
Tipo4 tempos, 4 cilindros em linha, bloco de ferro fundido, cabeçote de alumínio
Nº de válvulas por cilindro/atuaçãoQuatro, atuação indireta por alavanca-dedo roletada, fulcum com compensador hidráulico
Nº de comandos de válvulaDois, no cabeçote, acionamento por correia dentada
Cilindrada1.998 cm³
Diâmetro x curso82,7 x 93 mm
Taxa de compressão11,2:1
Potência145 cv (G) e 150 cv (A); a 5.750 rpm
Torque20,2 m·kgf (G) e 20,9 m·kgf (A); a 4.000 rpm
Corte de rotação6.500 rpm
Formação de misturaInjeção eletrônica no duto
CombustívelGasolina comum e/ou álcool (flex)
TRANSMISSÃO
CâmbioTranseixo dianteiro, manual de 6 marchas mais ré, todas sincronizadas
Relações das marchas1ª 3,73:1. 2ª 2,10:1; 3ª 1,63:1; 4ª 1,29:1; 5ª 1,02:1; 6ª 0,81; ré 3,54:1
Relação do diferencial4,12:1
Rodas motrizesDianteiras
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora integrada ao eixo
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência eletroidráulica, diâmetro de giro 10,6 m
FREIOS
DianteirosA disco ventilado de Ø 280 mm
TraseirosA disco de Ø 240 mm
AuxílioServofreio com câmara de vácuo de 10″
Circuito hidráulicoDuplo em “X”
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio, 5,5J x 16 (opcional 6,5J x 17)
Pneus195/55R16V (opcional 205/45R17W)
EstepeTemporário 185/65R15 (80 km/h)
DIMENSÕES
Comprimento4.068 mm
Largura1.733 mm/2.000 mm com espelhos
Altura1.499 mm
Distância entre eixos2.590 mm
PESO E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha1.161 kg
Porta-malas320 a 1.200 litros
Tanque de combustível50 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h8,4 s (G) e 8 s (A)
Velocidade máxima200 km/h (G) e 202 km/h (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª33,8 km/h
Rotação a 120 km/h em 6ª3.550 rpm
Rotação à velocidade máxima (6ª)6.000 rpm
MANUTENÇÃO
RevisõesA cada 8.000 km ou 12 meses
Troca de óleo do motorA cada 8.000 km ou 12 meses
GARANTIA3 anos ou 100.000 km


Galeria

Fotos: Paulo Keller e Cesar Sartori
Vídeos: Paulo Keller e Renato Castanho

(Atualizado em 18/09/15, alteração dos prazos de revisão e troca de óleo, v. ficha técnica)

Sobre o Autor

AUTOentusiastas

Guiado por valores como paixão, qualidade, credibilidade, seriedade, diversidade e respeito aos leitores, o AUTOentusiastas desde 2008 tem a missão de evoluir e se consolidar como um dos melhores sites sobre carros do Brasil. Seja bem-vindo!

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  • al

    Cabem os Parabéns à Renault pela coragem de, em tempos de caça ferrenha aos carros velozes e gasolina cara, ter tido a coragem para honrar a sua história de hatches quentes e lançar um esportivo “de verdade”. Espero que seja bem recebido no mercado e mostre o caminho às outras fabricantes, mas o ganho de imagem para a linha Sandero e a marca já é garantida.

    Parabéns também ao AE por saber apreciar o carro e relatar com mestria suas experiências ao volante.

    • MAO

      Al,
      Obrigado, que bom que gostou!

  • Fernando Igor

    Obrigado Renault !

  • WSR

    Os engenheiros da Renault estão de parabéns pelos resultados conseguidos com Sandero (minuciosamente evidenciados no texto), mas acho que a fábrica poderia ter feito isso (ou algo próximo disso) bem antes, com o filho menor… (aliás, poderia ter aprendido com a VW, que vendia o gol quadradinho desde o 1000 com quebra-vento fixo e sem retrovisor no carona ao completíssimo GTi).

    A reportagem sobre o RS está belíssima, parabéns pelo empenho.

    • Fernando

      O mais próximo foram os Clio Dinamique. Com o 1.6 16v e o menor peso, é praticamente uma versão menor deste Sandero RS, afinal como envolviam menos diferenças também era mais barato. Poderia ter continuado como um meio termo.

      • WSR

        Eu gostaria mesmo é que todos os Sanderos encalhassem nas concessionárias. Talvez, assim, a Renault levaria o Clio atualizado para o Br.

        Por mais que enfeitem o Sandero, ainda acho que o Clio é um “pouquinho” mais empolgante.

        http://resources.carsguide.com.au/styles/cg_hero_large/s3/reanault-clio-2015-(1).jpg

        • WSR, esse seu pensamento elimina a sua chance de ao menos testar o R.S.. Uma pena pois você não imagina o que está perdendo. Eu diria que o Clio poderia estar disponível junto com o Sandero.

          • WSR

            Eu testaria um RS tranquilamente e tenho certeza de que sairia impressionado pelo desempenho dele. Não duvido do que o RS seja capaz de fazer e sei que ele entrega bastante desempenho pelo o que custa, sobretudo se comparado aos concorrentes, mas eu não compraria um Sandero. É um desenho que não me convence. Aliás, só gosto do desenho da frente dele e só. Ainda prefiro o visual do Clio 2003.

            Se o motor de 150cv estivesse num clio antigo, eu até levaria um para casa (se o dinheiro desse), pois realmente seria um foguetinho, tendo em torno de 6kg/cv. A Renault tinha tudo para ter feito algo parecido em 2003, quando o Clio velho não estava tão obsoleto.

            Continuo parabenizando os engenheiros pelo belo feito, não há como negar isso. (P.s: Tenho plena consciência de que beleza é algo relativo e subjetivo, mas que ajuda a decidir na hora de levar um produto para cara).

          • Fernando

            Entendo o que ele quis dizer, pois na verdade não é a respeito do R.S. e sim de todos os Clio que não temos mais. Isso junto do desligamento da GM com os modelos Opel pareceram deixar um gosto de o que há lá fora e aqui não, gosto que tivemos aqui até época de embargo.

        • Fernando

          Confesso que também sempre achei isso! rs

    • Car Science

      Pelo menos começaram

      • WSR

        É… agora que o Clio está agonizando, rs. De repente o Sandero pode ser o substituto do Clio velho. Vai saber…

        • Ilbirs

          O substituto do Clio II será o Kwid. Se fizerem um R.S., podendo aí usar o motor 1.6 16v, ficaria muito bom.

  • Plutonio

    Qual diverte mais Bob, este Sandero ou o Up Turbo?

  • Lemming®

    Impressionante o reflexo na alavanca de câmbio…verdadeiro espelho…rs
    Pelo jeito é uma verdadeira tentação. Ainda bem que já comprei o meu fun car que senão a conta dessa aí ficaria mais cara…hehe
    O único detalhe que me desagrada é o bendito do black piano no painel…pode ser besta, mas ô detalhe chato.

  • Diego

    Eu já achava o Sandero convencional bonito para o seu segmento, com essa versão ficou bem mais agressiva (mas ainda preferia sem os adesivos na porta) e com um motor para ninguém chamar de fraco.
    Algum dos autores da matéria realmente tentou fazer o 0 a 100 km/h em 8 segundos que promete o fabricante? Esse é talvez o ponto de maior discórdia das pessoas do fóruns por ai, os ditos “entendidos” falam que é impossível, que é só a Renault mentindo nos números…

    • Domingos

      Não tem nada de impossível. Um Clio 1,6 com 110 cv fazia o 0-100 nos 9,5 segundos com medição fora do nível do mar e tudo mais.

      Pesava seus 1000 kg redondos. Com 1.100, 150 cv, acerto de motor esportivo e câmbio idem, 8 segundos é até um pouco acima do que eu esperaria.

      • Diego

        Ou seja, os ditos “entendidos” só estão com inveja pq esse carro vai ser mais rápido que o deles…
        Obrigado pelos esclarecimentos.

  • Gustavo73

    Tem certeza que todos os autoentusiastas estavam babando por essa avaliação. E ficaram babando com o texto, até porque teve a participação de todos os 4 jornalistas que nos presenteiam com textos maravilhosos. Então para começar PARABÉNS, RENAULT! Há muito pessoas como nós esperamos um modelo assim no Brasil com valores menos extorsivos. Não tenho dúvidas que todos aqui estão pensando aonde vão conseguir um teste drive no RS. Se tudo no Brasil não fosse absurdamente caro, a Renault poderia fazer uns “track days” em alguns autódromos do país para apresentar o modelo no seu habitat natural. E concordo com o MAO, uma versão esportiva de verdade faz vender até as versões 1.0.
    E não custa repetir.
    PARABÉNS RENAULT! E OBRIGADO!

  • Rubergil Jr

    Rapaz, não é por nada não, mas se alguém aqui acabou de tirar um Suzuki Swift Sport zero deve estar meio arrependido hein… Apesar do Suzuki ser ótimo, o Sandero RS é carro do mesmo nível e custando uns 20 mil a menos.

    Palmas Renault! Tirou nota 9….Pra tirar o 10 e só trazer o Fluence GT2!!

    • Domingos

      O Suzuki tem um jeito nas curvas e uma qualidade que não vai bater muito arrependimento não, eu acho. Quem comprou sabendo disso, não vai se sentir “para trás”.

      Mas o Sandero trás um pacote mais completo, com motor bem mais forte, por preço bem menor mesmo…

      Ainda que talvez não tenha aquele acerto do Swift, de repente o que vai bater o arrependimento é o torque bem maior do 2,0.

  • Alex

    Obrigado Renault! Obrigado, Ae, pelo post coletivo!

    Tomou Ford com seu Fiesta Sport ? ( olha que sou fã da marca oval )
    Tomou VW com seu Fox Pepper ? (Mas estão limpando a barra com o up! TSI )
    Cadê você GM ?

    Antes que desçam o pau em mim, estou falando de esportivo 0-km na faixa de 60 mil (atualmente)

    Não podemos criticar a Fiat, pois sempre produziu carros para Entusiastas, mas 10 mil a mais no Punto T-Jet, é uma bela diferença.

    Sigo aqui contando os dias pra terminar a prestação do meu Fiesta 1.6 e dá-lo de entrada em um Sandero R.S. (Quem diria que eu compraria um Sandero um dia!)

  • Roberto Neves

    Infelizmente, permanecerei uma voz destoante do coro de elogios. Minha experiência com a Renault me faz dizer de público que nunca mais comprarei outro produto dessa empresa, pelo descaso e pela incompetência revelados no pós-venda. Sei que este meu comentário está mal localizado, pois se trata de teste e análise de um produto novo, e peço desculpas se pareço inadequado.

    • Arruda

      Tá desculpado, mas aposto que você não recusaria uma voltinha no RS? 😉

      • Roberto Neves

        Você tem razão, Arruda! Quando comprar o seu me chame! 😉

    • Car Science

      Oi Roberto Neves, entendo seu descontentamento. Porém já que levantou a lebre tenho que ressaltar. Aqui em casa temos um Expression 1,0 por mais de três anos. Nunca deu nenhum problema. Preço de manutenção justa. Nem a mais nem a menos que a GM por exemplo que temos aqui também. Não sei qual sua cidade, porém não acho correto julgar a fabricante por incompetência de uma concessionária ou algum defeito isolado no carro.

      • Roberto Neves

        Na verdade, fiquei muito frustrado, pois eu gostava muito do meu (1,6 8v), exceto por aquele estepe pendurado. Na verdade, se insisto no tema é porque sei que este site é lido por milhares de pessoas e acredito que a fábrica precise ter feedback, a ver se corrige seus erros. No meu caso, julgo três concessionárias do Rio de Janeiro a que levei meu carro e o fabricante, que teve todas as oportunidades, durante um ano, de corrigir o defeito recorrente, pois lhe enviei diversos e-mails, contando que não tivera sucesso com as concessionárias.

    • Daniel

      Roberto, afirmo com veemência que você não teve sorte. Eu, ao contrário, sou fã da marca também pelo pós-venda. A concessionária que levo os meus tem um corpo técnico realmente competente. Chegaram a trocar um cartão-chave de uma Grand Tour que tive, meses após findada a garantia e sem custo algum.
      Hoje, tenho receio de mudar de marca devido à isso. Como jamais terei um eletrodoméstico japonês ou coreano na garagem, famosos por sua eficiente (e cara) rede autorizada, contínuo feliz na Renault.

      • Roberto Neves

        Fico feliz por você, Daniel.

    • João Guilherme Tuhu

      Roberto, isso é o mesmo que dizer que “jamais voltaria a se relacionar com uma francesa, porque Brigitte me traiu”….

      • Roberto Neves

        Salve, Tuhu! No meu caso, testei o pós-venda oferecido por 3 concessionárias do Rio de Janeiro e contactei o fabricante durante um ano, sem que sanassem meu problema. Se fosse uma TV, teria ajuizado no Juizado Especial; como era um automóvel, teria que contratar perito e não quis arriscar. Minha impressão e minha decisão foram um pouco mais racionais do que você diz. Abraço!

        • João Guilherme Tuhu

          Nunca acreditei em pós-venda de fábrica alguma. Especialmente após ter vivenciado o dia-a-dia de concessionárias grandes, eles pintam e bordam com aquele monte de carros na oficina… A melhor manutenção é você mesmo quem faz.

  • Sou fã da Peugeot. Mas agora, tenho que ficar em pé, tirar o chapéu, aplaudir e assoviar para a Renault. Fez o que a Peugeot eestá ensebando pra fazer com o 208 THP.

    Carro magnífico!! Não andei, nem vi na concessionaria ainda, mas já estou louco pra ter um!

    Achei os textos maravilhosos, as fotos, então, sem palavras! Muito bom o acervo fotográfico, técnica, composição, enfim!

    A foto dos dois Sanderos juntos, nos faz pensar que o R.S. é um carro “de boy, socado, com rodão e cara de mau”, de tão linda a personalização dele!

    Parabéns AutoEntusiastas. Linda matéria!

    • MAO

      Mike,
      A gente é que agradece a visita e o comentário!

  • Flavio Mardegan

    Olha já faz um tempão – lá se vão 30 anos – que não vejo tanto furor a respeito de uma versão esportiva de um carro comum. O carro em questão era o Gol GT, com motor modificado do recem lançado Santana, com ajustes no chassis e o interior com os famosos bancos Recaro. Ah, também um novo cambio, primeiro com 4 marchas e depois com 5 bem juntinhas.
    Obrigado Renault, por resgatar isso que tanto fez falta em todos esses anos!!

    • Mingo

      Depois do Gol GT, também causaram alvoroço entre a molecada da época o Gol GTi (1988), o Kadett GS e o Escort 1.8 XR3 (1989). Na década seguinte, o Gol GTi 16V e o Corsa GSi.
      O melhor de todos, o Escort RS Cosworth, ficou só na promessa…

  • Diego,
    Nenhum fabricante informa desempenho que o carro não tem. Dados como aceleração correspondem a medições feitas no nível do mar, o que para motores de aspiração atmosférica é crucial. E com motores que tenham rodado pelo menos 5.000 km. Por isso não medimos aceleração em São Paulo e cercanias, pois a 800 metros de altitude o motor perde 8% de potência.

  • Mr. Car

    É o “três em um”: tem conforto para a cidade, desempenho de sobra para rodar nas estradas, e acerto esportivo de verdade para brincar em um autódromo. E considerando a realidade dos preços no Brasil, nem enfiou a faca. Muito carro bem menos interessante alcança esses R$ 60.000,00, ou chega bem perto. A aprovação foi unânime em todos os sites que o testaram. Os comentários dos leitores também demonstram de forma clara que o carro correspondeu às expectativas que criou antes de seu lançamento. O pessoal está com água na boca. De minha parte, estou achando muito engraçado não ter encontrado nenhum comentário do tipo “ah, mas é um Dacia, que nojinho”! Os haters tiveram que calar o bico, he, he!
    Para pensar: “Conselho é aquilo que pedimos quando já sabemos a resposta, mas gostaríamos que não fosse aquela”. (Erica Mann Jong)
    Para ouvir (Youtube): “The Peter Gunn – Theme the Blues Brothers”

    • Lemming®

      Depende de onde procura…no BC tem um monte…rs
      E considerando que o Fox 1.6 bate por aí…sou mais o Dacia…hehe

    • Fat Jack

      O mais legal vai ser ver a turma do “ah, mas é um Dacia, que nojinho” tomando sufoco pra andar junto com “Dacia”…

    • Fernando

      E mais: o tal “Dacia” assinado pelos franceses da Renault Sport! A justificativa caiu por terra hehehe

  • Fernando Knapp

    Ainda não andei no carro mas pelos relatos e vendo a relação de marchas, parece excessivamente curto. Final em rotação bem acima da rotação de potência maxima. E não é um motor girador, com potência máxima a 5750. Poderiam ter usado um diferencial na casa de 3.75… 3.85, continuaria com um escalonamento bem fechado mas não tão curto. Imagino que por questão de custo, usaram uma peça (par de engrenagens no caso) que ja existia, ao invés de desenvolver uma nova. No mais, parece muito bom.

    • Marco Aurélio Strassen Murillo

      Fernando,
      Concordo parcialmente com você, por um lado advogo que todo carro moderno tem de ter um ‘overdrive’, os com 6 marchas, caso desse RS, mais ainda, faria tão bonito quanto esse na pista e na autoestrada proporcionaria conforto de viagem e economia.
      Por outro lado a RS fez a sua escolha pensando mais em performance, o que respeito, dado que os elogios a seu comportamento tem sido quase unânimes.

    • Pablo N

      Creio que a avaliação e aprovação do Autoentusiastas Team desmistifica essa questão, não?

    • Fat Jack

      O que eu posso afirmar pelo que eu já li é que esta caixa de câmbio tem o escalonamento todo novo (não se manteve a caixa do Duster conseguindo-se o encurtamento da relação pelo diferencial).
      Acredito que tenha sido mesmo uma opção da fabricante, e conforme destacou o Bob: “…A 202 km/h, a conta exata indica 5.976 rpm, 226 rpm acima do pico…”, ou seja, não é assim tão acima…

    • Fernando, acredite, não incomoda na estrada. Está no texto. Essa opção é comum em esportivos, tanto que o Alfa Romeo 145 da minha filha é igual, só que com 5 marchas. Fora que além de eficiente é uma delícia ir empilhando marcha e com o giro caindo bem pouco. A sensação é boa!! Esportiva! Eu não mudaria isso, não.

      • CorsarioViajante

        Arnaldo, namorei um 145 verde uma época e isso me chamou a atençaõ, as marchas serem “curtas”. Para dirigir esportivamente certamente é ótimo, mas se for para longas viagens comportadas pode cansar não? De qualquer forma não acho que ser “comportado” era o objetivo do 145 nem deste RS… rs

  • Alemão M

    Maravilha! Que incentive outras marcas a terem coragem! Esse Sandero RS seria meu carro de uso diário, sem pestanejar, se pudesse hoje. Sempre imaginei que meu antigo Corsa 1.8 poderia ser outro carro com as modificações corretas. Parecia ter estrutura para isso. Mesmo com 8 anos bem vividos era sólido como poucos “populares” novos, mas absolutamente insosso em relação a direção, freios, precisão, etc. Andava rápido, mas reclamava. Tinha limites baixos e era muito frentudo. Torque fenomenal mas pouco ganho de potência em alta, motor reclamando e subindo lentamente de giro após a terceira marcha. Sonhava com um “Frankenstein SS”: rodas e freios de Astra, motor 16v e suspensões bem calibradas, além de bancos melhores. Venderia pouco, mas traria algo a ser lembrado para os que sempre o viram como um carro medíocre e que nunca foi um sucesso de vendas, de fato, apesar de algo superior em atualidade de projeto aos concorrentes diretos (Palio e Gol G4).

    • CorsarioViajante

      Essa questão da pano para a manga, mas acho que o corsa concorria também com o Polo não? QUe por sua vez também vendeu pouco. No fim qualquer carro um pouco melhor no Brasil, especialmente no Brasil daquela época, vendia muito pouco.

  • Ramiro Junior

    Excelentes textos! Um verdadeiro poema (ou poesia, não me recordo) do MAO. Curioso para ver o carro de perto, e dirigir num test drive, se possível.
    Obrigado, Renault!

    • MAO

      Ramiro,
      Obrigado pelo elogio, valeu mesmo!

  • Hemi426

    Obrigado Renault e obrigado AE por fazer uma avaliação tão prazerosa de ser lida.

    • MAO

      Hemi426,
      Obrigado pelo elogio!

  • Roberto Alvarenga

    E aí, Sandero R.S. ou up! TSi? Baita dúvida, hein…

    • Roberto, essa pergunta está sendo feita por muita gente. Para mim ela não tem o menor sentido pois esses dois carros foram feitos com propósitos muito diferentes e com experiências muito diferentes. Quase como comparar uma laranja caudalosa e uma maçã suculenta! Leia a matéria do up! pense sobre o seu perfil e decida entre a laranja ou a maçã.

      • Gustavo73

        Perfeito PK, os dois são saborosos mas diria para fomes diferentes.

      • Mr. Car

        Tem toda razão, Keller, há muita gente com esta dúvida, e só o perfil de cada comprador, pode responder esta pergunta. No meu caso específico, que não sou dado a levar o carro aos limites de uma direção mais agressiva, mais esportiva, e que quero mesmo só um veículo que me permita um desempenho muito bom na estrada, com força de sobra para ultrapassagens seguras, boas retomadas, e manter o embalo em subidas mesmo com o carro cheio e o ar ligado, a escolha seria pela proposta do Move up! TSI. Não teria sentido eu gastar mais R$ 15.000,00 para levar uma característica que o Sandero R.S. entrega (adequação do conjunto à uma tocada realmente esportiva), mas que não vou usar.

        • Lemming®

          E tem o detalhe que ainda ninguém sabe que será o “prêmio” do seguro.
          Acho que vale o $$ a mais pois o Up! é compacto mas aí depende da situação financeira de cada 1…

        • Fórmula Finesse

          UP Tsi é o pragmático que diverte por conta do motor extra série (mas “periféricos” como caixa e suspensão são excelentes também); o RS deve apaixonar por inteiro.
          O amigo adoraria o empuxo suave do Tsi, o conforto que o torque proporciona (menos trocas de marcha nas subidas, sensação de civilidade, de motor grande…etc), e claro…a economia graúda.
          Já pensou um com interior em tecido mais clarinho?

          • Mr. Car

            Não só pensei como vi, e ficou uma beleza. Pena que foi no up! tcheco, o Skoda Citigo SE L.

          • Domingos

            Os move up! possuem acabamento e tecidos relativamente claros. Gostei bastante.

          • Fórmula Finesse

            Lembrando agora, creio que o que dirigi não tinha interior necessariamente escuro – mas a empolgação era tanta para sentir o comportamento do bichinho que mal percebi como era forrado o casulo..rsrsrsr!

        • Gustavo75

          A única desvantagem que vejo no move up em relação as demais versões são os pneus 175/70R14. Considero o 185/60R15 mais adequado e equilibrado para o tsi.

    • CorsarioViajante

      O Up é menos versátil, é menor, e o foco é mais o consumo, custando menos. O RS é maior, mais versátil, provavelmente consome mais e custa mais caro. Depende da necessidade.

    • Diplo86

      Ainda continuo sonhando com o up!TSI. Mas mesmo assim tenho que dizer: obrigado, Renault! Parabéns por disponibilizar um verdadeiro esportivo a um preço mais acessível. E parabéns ao Ae pela excelente matéria! Demorou mas valeu a pena esperar.

  • Cristiano Zank

    Parabéns Renault! Que venha o Logan RS. O último sedan interessante foi o 405 Mi16. Saudades deste leão bravo que me deu muito prazer.

    • Fat Jack

      Nem me diga, apesar de apostar um monte de fichas que ele não vem, se vier poderia contar com uma caixa 5+E (com 5.a de 40km/h a 1.000rpm), tenho certeza que a diferença de rendimento não seria tão grande e ainda proporcionaria o uso do torque desse “motorzão” para retomadas bem acima da média do mercado e um consumo também bem interessante…
      E se vier eu estarei numa enrascada, pois ele seria sem dúvida alguma o maior candidato pra vaga “VIP” da minha garagem…

    • Ilbirs

      O problema de um Logan R.S. é que ele poderia comer vendas do Fluence. No caso do Sandero, como não há um Mégane acima dele, dá para se meter o motor maior.

  • BMAlves83

    Torço muito para que esse carro seja um sucesso!

    • Arnaldo Keller

      BMAlves, também torço. Assim os outros fabricantes seguem pelo mesmo caminho e tratam de disputar o nicho. Imagine não só o R.S., mas os outros também na briga. Ano a ano cada um melhorando daqui e o outro dali. E os autoentusiatas se regalando.

      • BMAlves83

        Bem por aí a linha de raciocínio, que voltemos a ter esportivos de verdade!!!!

  • Fórmula Finesse

    “Comprando um ou não, a educação manda agradecer quando alguém faz algo pensando em você. Devíamos todos nós entusiastas agradecer a atenção para conosco, via carta, e-mail, Facebook, ou qualquer outro método” O meu está escolhido: Test-drive (naturalmente, se o carro estiver disponível) – rsrsrs!
    E agora, como nós, leitores entusiastas podemos agradecer ao AE por essa belíssima e trabalhada matéria?
    Via carta, e-mail, Facebook…sei lá! Palmas servem?
    Muito obrigado turma! Dissecaram magistralmente um bicho que provoca, e provocará ainda muito aperto na boca do estomago de cada cabra que ainda acha que dirigir é uma das melhores sensações do mundo.
    Coçeira terrível que só vai passar plantando bem as mãos nesse volante revestido em couro, girando a chave, e o resto, vocês imaginam…
    Grandes tempos da Renault em meio a uma época confusa; parabéns novamente a ousadia!
    FF

    • FF, valeu mesmo! Grande abraço!

      • Fórmula Finesse

        Bela tocada PK; andando igual aos dois bambas! E a pista é complicada hein? É preciso calibrar bem a pilotagem porquê parece ser bem fácil escapar nessas curvas ali…e têm uns declives meio perigosos logo à borda do asfalto.
        Brincadeira gostosa essa de tirar tempo com os amigos; façam mais vezes!

    • CorsarioViajante

      Como sempre MFF, suas palavras são irretocáveis!

    • MAO

      Obrigado FF, feliz que gostou!

  • Pablo N

    Que carro senhores!
    Excelente avaliação, como sempre!

    Uma dúvida: repararam na tampa removível de borracha na caixa do filtro de ar, escrito FOR TRACK?
    Um segredinho que dá ainda mais charme ao carro!

    • É um easter egg! Deixamos assim só para os mais atentos.

    • CorsarioViajante

      Estes pequenos detalhes são prova de um cuidado especial ao desenvolver o carro. MUito legal!

  • CorsarioViajante
    • Pablo Nascimento

      Me lembrou o kit de primeiros socorros…
      Mas é uma ótima notícia, hj em dia a fixação dos extintores parece gambiarra, o do Fusion novo chega a ser ridiculo quando o banco do carona esta no recuo maximo!

      • Mas parece gambiarra porque “É” uma gambiarra, rsrsr

    • Mr. Car

      Chegou na minha frente, Corsário. Ia agora mesmo colocar um off-topic sobre esta notícia, he, he! Vencemos!

    • Corsário,
      Verdadeiro milagre. Já repercuti em Últimas Notícias.

      • Antonio Ancesa do Amaral

        Em fim esperança, abaixo do Equador. Torcer que a política siga o exemplo.

      • Uber

        Melhor notícia do ano! O dia tinha de virar feriado!

    • Eduardo Silva

      Por aí dá para ver a seriedade do Contran. Primeiro exige um de maior abrangência para em seguida “resolver” que não precisa nem mesmo do anterior.

      • Mr. Car

        E depois de muito procurar (não se achava em lugar nenhum!), eu já “morri” em R$ 150,00 nesta porcaria, por medo de tomar uma multa. Podia gastar muito melhor este dinheiro: dava para comprar 50 garrafinhas de Heineken.

        • CorsarioViajante

          E que, numa emergência, teriam o mesmo resultado, pois com 50 heinekens vc também apaga um incêndio! Será que o guarda aceita? rs

          • Hahahah!!!
            Obrigado, Corsário! Você me proporcionou uma risada das boas! Valeu!

          • CorsarioViajante

            Hahaha que bom, assim retribuí uma pequena parte das que você, com suas histórias, já me proporcionou! Abs!

          • RoadV8Runner

            Olha, eu acho que apagaria até melhor! E sobraria algumas ainda para se refrescar após o trabalho.

        • Uber

          Olhe pelo lado bom, foi a última vez que você comprou um extintor para o carro.
          Eu estava enrolando, quase comprei no fim de semana passado, mas precisei gastar o dinheiro com algo mais necessário, uma bateria.

          • RoadV8Runner

            Imagine a sua raiva se tivesse comprado essa porcaria vermelha para, uma semana depois, se tornar facultativa…

        • RoadV8Runner

          No meu caso, compraria 32 garrafas de Original! Rsss…

    • João Guilherme Tuhu

      Ainda bem que acabou esta palhaçada…

  • Plutonio
    Este Sandero, sem nenhuma dúvida. Para começar, anda mais e faz mais curva.

    • Mr. Car

      Agora você me derrubou do cavalo, Bob. Eu jurava que você ia responder que são propostas diferentes, he, he!
      Abraço.

      • CorsarioViajante

        Mas são mesmo, o que o Plutonio perguntou foi qual diverte mais… Não entrou no mérito do preço, do consumo, do espaço etc. A resposta do Bob foi certeira. Querendo se divertir, o RS entrega mais.

  • Lucas Rodrigues de Souza

    Bob, não seria mais “fácil” usar a variante esportiva do motor, a F4 RS que já viria com uma preparação melhor e com 194CV e 215 NM e que gira mais, com corte a 7100RPM?

    http://www.powertrain.renault.com/our-range/powertrain-units-of-our-range/2.0-16vf4r-2.0-16v-rsf4r-rs

    • Arruda

      Será que não seria demais para o Sanderinho? Não exigiria alterações estruturais maiores? Maior custo?
      Eu acho que os 150cv e quase 21kgf-m são adequados para a proposta.

      • Lucas Mendanha

        Então nesse caso a potência vem do maior giro, não é? Em baixa rotação acaba sendo elas por elas..

        • Domingos

          O F4RS tem todo um trabalho para continuar sendo torcudo e ao mesmo tempo ser ótimo em altas rotações. A dirigibilidade dele é muito elogiada, não só a potência.

          Entre outras coisas tem variador contínuo duplo ao invés de só na admissão e de único estágio. Além de usar materiais nobres etc.

          É um motor esportivo mesmo, como um série K da Honda. É da mesma família mas não tem nada a ver com o normal.

          Deve ser melhor em tudo. E bem mais caro.

          • Lucas Mendanha

            Sim, sim…

            Nada como um cabeçote bem feito…

            Um salve para Cosworth e para o Berta com seus magníficos Duratec

    • Fat Jack

      Lucas, acho que isso o remeteria a um patamar de preço bastante elevado, entrando em confronto direto (algo que a Renault tem continuamente tentado evitar) até com esportivos importados, o que certamente o colocaria ainda mais como um modelo “de nicho”, e convenhamos 150cv com um acerto tão bom num hatch pequeno e leve como o Sandero oferecem uma bela diversão…

    • Cara, sabe o que eu acho? Existem os custos e essa variante custaria mais caro, mas é fácil implementar peças desse F4R no F4R do Sandero RS, mas vai custar caro.

    • Lucas,
      Mais fácil, não digo, igual. Claro que poderia ter esse motor se quisessem mais desempenho nessa versão Sandero.

    • Domingos

      Esse motor é muito diferente. Variador duplo, feito apenas na França, não tem nenhuma nacionalização ou peças disponíveis por aqui – talvez apenas o bloco e coisas básicas – e o F4R já estava convertido para flex e só mexeram em coisas bem básicas.

      Mais fácil nem mais barato seria. Mas melhor com certeza.

  • Fat Jack

    Sem dúvida chegou um belo e (pelos valores atuais) barato briquedão, sem dúvida um esportivo de verdade e de personalidade!
    Achei o carro bastante interessante, conciliando (até onde é possível – por isso mesmo eu ficaria com o conjunto rodas/pneus 16″) o uso comum do carro a uma tocada mais esportiva do carro. Fiquei somente em dúvida se a escolha e escalonamento do câmbio não vai acabar dando-lhe a fama de “gastão”…
    Espero que o mercado dê-lhe o devido valor, fato que eu acredito não tenha acontecido com o finado Fluence GT Turbo (provavelmente por esse motivo não deveremos tê-lo).

  • Coêlho

    Aspirado, manual, baixo peso, potência suficiente, comportamento dinâmico dos melhores… Carro para entusiasta mesmo! Se a Suzuki tivesse deixado o Swift (príncipe de Nürburgring) na mesma faixa de preço, teríamos dois carros relativamente acessíveis para andar no dia a dia com tranqüilidade e para correr com vontade nos Track Days.

  • Coelho, a uma das vantagens do R.S. é que ele é um pouco mais macio de suspensão que o Swift.

    • CorsarioViajante

      Outra é que tem rede maior, será mais fácil de manter (muitas peças compartilhadas com sandero comum) e terá muito mais liquidez que o Swift.

      • Alex

        E o seguro do Sandero com certeza é mais barato…

        • Fernando

          Espero que o do RS também seja

    • Domingos

      Então o conforto deve ser muito bom. O Swift, mesmo de pneus PZero, não era ruim de conforto.

      A maior vantagem deve estar na aceleração, pois o Swift exigia um baita trabalho de marchas e fica mais em casa já tendo passado a 1ª e a 2ª.

      Mas o Swift em carisma, qualidade de construção e curvas é um mundo a parte. Apesar que nesse último item de repente o Sandero igualou, vamos ver quando conseguir dirigir um…

    • Coêlho

      O que para mim é uma vantagem do Swift hehehe. Me acostumei com carros duros de suspensão (inclusive os deixo assim intencionalmente). Tem a questão do motor 1.6 movido exclusivamente a gasolina que é bem mais econômico não é, Arnaldo Keller? Admito que depois de tantos vídeos que assisti de Nürburgring com esse pequeno matador peguei carinho pelo modelo. Mas, por todas as justificativas expostas por você e pelos colegas e muito mais, não há motivos para essa diferença de R$ 20.000,00. Grande matéria!

  • CorsarioViajante

    Post excelente para um carro excelente. Como sempre a equipe do AE faz análises ótimas, e é muito legal poder ver vários pontos de vista juntos. Parabéns e obrigado pessoal!

    Este Sandero RS seria um ótimo substituto para meu Polo 2.0: ótimo compromisso entre dinâmica, desempenho, consumo, preço e custo de manutenção. Um carro rápido, divertido, versátil e comprável, para ser usado e abusado no mundo real. A Renault está de parabéns! Para não dizerem que só falei de flores, faltou o IsoFix, que já deveria ser padrão, e talvez mais airbags.

    • RoadV8Runner

      Isofix, sim. Mais airbags, não!!! (a não ser que possamos comprar o modelo como está agora). Gosto pessoal, não gosto dessas “bolsas explosivas” dentro do carro…

  • Ricardo Talarico

    Oh Céus ! Oh Dias !
    Obrigado AutoEntusiastas por aumentar ainda mais minhas dúvidas às vésperas de trocar de carro.
    Sempre achei o Sandero um carrinho feio.
    Mas como é o cockpit que interessa…

    Oh Céus ! Oh Dias !

  • Alex

    Parabéns RENAULT, você acaba de criar uma nova categoria: O ESPORTIVO POPULAR.

    Já que a Ford não quer investir no Ecoboost no Brasil, não dava para colocar o 2.0 do Focus, recalibrar suspensão e freios e aproveitar o visual invocado do Fiesta para ter, senão um ST, pelo menos um Fiesta Sport de verdade?

    • Bruno Passos

      Verdade Alex, a Ford está demorando mesmo com esse EcoBoost. Possuo um Ka 1,5 e posso dizer com plena convicção: era só jogar o EcoBoost de 127 hp no Ka e já existiria ali um esportivo. Com esse motor o Fiesta americano, mais pesado que o Ka, fez de 0 a 60 mph em 8,3s e apresentou um consumo muito bom. Imagina o Kazinho de 1018 kg com esse EcoBoost… Ia andar muito e nem precisaria de muita intervenção na suspensão, o carro do jeito que é já faz curva de forma surpreendente.

      • Alex

        Você está certo Bruno, minha esposa tem o mesmo carro que o seu. Anda muito bem, mas o dela é roda 14″ pneu 175, e apesar do ótimo acerto de suspensão da Ford, como de costume, esse carrinho precisa de uma roda 16″ com um pneu de perfil 55 talvez, para você se sentir “confortável” fazendo curva a mais de 120 km/h – claro, na minha opinião de leigo. Aprendo todo dia aqui no Ae com o Bob e Cia, e com os comentaristas que são ótimos.

        Abraço

        • Bruno Passos

          Alex, então você também conhece bem o carro! Apenas a título de observação, não querendo discordar, mas o meu também tem esse pneuzinhos finos kkk, mas não sinto essa insegurança não. É justamente esse fato que me fez gostar tanto desse Ford. Meu carro anterior era um Onix com rodas 185/65R150, o meu maior medo com o Ka era que ele não fizesse curvas tão bem quanto o Chevrolet. Moro em região serrana e repleta de estradas sinuosas, com curvas de alta e de baixa. No primeiro dia com o carro, indo embora para a casa, um sorriso abriu em meu rosto: mesmo com pneus mais baixos e mais finos, o Ka era ainda melhor em curvas que o Onix. Imagino como é a versão completa, com os pneus 195…
          Eu não gosto desse termo, mas não sou “fanboy” da Ford kkkk. Meu carro anterior foi um Chevrolet e existe uma grande chance do próximo ser um VW, quero conhecer a filosofia de todas as marcas.
          Grande abraço!

    • Lucas Mendanha

      um acerto mais esportivo no próprio Sigma já traria algo em torno de 160 cv (tem um teste em dinamômetro do Sigma Ti-VCT produzir 146 cv a 6.900rpm com álcool)

      Junta isso com uma caixa bem escalonada como era no Fiesta Endura e tem-se um ótimo esportivo…

      (até porque essa é a receita que vou usar no meu Fiesta Mk4)…hehe

    • Domingos

      Esportivo popular nem tanto, a VW poderia fazer isso com um up! TSI mais trabalhado em suspensão e câmbio e ainda na faixa dos 40 mil.

      Mas, do que é acessível, é um baita acerto mesmo. Meu preço ideal para ele seria 52 mil. Até 55 fecharia no carro assim que vendesse o meu atual.

      58 ainda é um bom valor…

    • RoadV8Runner

      Por isso que comentei mais acima, todas as fábricas têm competência e itens em prateleira para desenvolver esportivos de verdade, como a Renault fez com o Sandero R.S.

  • Parabéns pessoal! Excelente texto de um ótimo carro!

  • Lucas Mendanha

    E isso é só a base né! Imagino que dá pra usar todo o conhecimento e componentes disponiveis (na europa) para o Clio 182 e deixar o Sandero ainda mais invocado..

    A Renault ta de parabéns!

  • Car Science

    Que matéria espetacular! Show, parabéns a vocês. Valeu a pena esperar!
    Sobre o carro, simplesmente é tudo que sempre quis em um carro esportivo. Ele é simples de mecânica e muito eficiente na dinâmica conforme seus relatos. Pelo que vi realmente superou as expectativas. Fantástico esse carro!
    Parabéns a Renault por lançar no mercado um produto tão bom e com preço justo.
    O vídeo do Track realmente incrível. Ri muito enquanto assistia. Parabéns.

    • MAO

      Car Science,
      Obrigado pelo elogio e comentário!

  • Guilherme Gaúcho

    Cara, que texto bacana. É aquele carro que a esposa dificilmente deixa a gente comprar, mas na primeira oportunidade não tem erro. Parabéns à Renault pelo projeto, mas principalmente pela coragem.

    • MAO

      Guilherme, obrigado, feliz que gostou!

  • Perneta

    Textos excelentes! Fiquei tão animado que dei uma passada agora mesmo na Renault para ver esse carrinho de perto. E gostei de tudo que vi. Ao vivo ele me impressionou mais ainda, só falta eu fazer o test drive para confirmar as minhas certezas.

    • MAO

      Perneta,
      Obrigado!

  • Ricardo, por via das dúvidas, antes de trocar teste também esse R.S..

    • Ricardo Talarico

      Essa é a idéia.
      Azar do vendedor que me acompanhar, porque pretendo conferir esse “zero a cem”…
      🙂

  • Leonardo Amaral

    Parabéns AE, excelente matéria…

    • MAO

      Obrigado, Leonardo!

  • Fernando

    Belíssimo trabalho da Renault Sport, e da Renault brasileira em praticamente desafiar todo o mercado, afinal essa história de esportivo de faixinha tomou conta de um jeito…

    Se é para ser esportivo, é assim que se faz.

    Isso que toda essa receita é bem conservadora, e assim pôde fazer o carro ter esse valor pedido, que para a quantia de modificações é bem pago, é só olhar para diversos carros na mesma faixa de preço que ele é claramente uma opção boa.

    E faz o carro ser plenamente usável no dia-a-dia, afinal diversas pequenas modificações que parecem pouca coisa, quando juntas dão um resultado legal, que foi o que sempre apreciei nos GT/GS/GTi/GSi/XR3.

    Não digo nada por números afinal eles não representam o que o “sentir” do carro é, mas pela proposta do carro e aparentemente no uso normal provavelmente se usar até a 4° marcha, e a 5° e 6° provavelmente em velocidades mais constantes, pelo gráfico dá a impressão que uma 6° um pouco mais longa não faria mal, até porque com a força do motor e relação peso/potência ainda responderia bem, e se não fosse a intenção, há outras 5 justamente para essas horas…

  • Car Science

    Por acaso chegaram a marcar os dados de consumo do carro? Sei que para o uso esportivo não importa muito, mas como se trata de um carro relativamente acessível esse dado me interessa.

  • Bruno Passos

    Show de carro e de matéria! Parabéns à Renault e ao Autoentusiastas!
    Gostaria muito de adquirir um RS desses, mas pelo uso diário que faço com meus carros ainda não é viável financeiramente pra mim. É bom ver um carro que merece o título de esportivo e não apenas possui adesivos coloridos…
    Seria muito interessante se a Renault aplicasse esse acerto de suspensão do RS e o “antigo” motor 1.6 16v à versão GT Line. Seria menos potente que o RS, mas já seria suficiente para mim, prezo muito pelo bom comportamento em curvas.

    • Lucas Mendanha

      o K4M junto com a caixa curta é muito bom no Kangoo..

      Muito esperto pro dia a dia. Pena que o corte de giro e baixo e segura a velocidade final, o que é necessário visto o perfil do carro..

      • Bruno Passos

        Em qual rotação que ele corta exatamente? Bem que a Renault podia trazer ele pro GT Line. O 8v é o K7M, certo? Ele não empolga em alta rpm não…

        • Fat Jack

          A primeira série do GT Line (salvo engano anterior a 2010) contava com o K4M (o 16v), diz-se que era bem interessante, com basicamente o mesmo torque em baixas rotações e bem mais vivo nas altas. O que a Renault deveria era fazer um remapeamento e aprimoramento para fazê-lo chegar aos 130cv, o que já poderia ser bem agradável num Sandero mais “civil”.

          • Bruno Passos

            Depois que você sente o gosto das altas rotações fica difícil pensar em um carro bom de baixa porém áspero em alta.

          • Fat Jack

            Verdade, mesmo outros motores 8v são menos “ásperos” em alta que o K7m. O que não quer dizer que ele não rende em alta (há quem confunda), ele rende bem mas parece claramente fora do seu “habitat” natural devido ao ruído interno e vibração um pouco acima do desejável.
            Eu ando fuçando por um Sandero K4M pra quem sabe substituir meu Fiestinha Street…

          • Bruno Passos

            Falando em motor 8V que gosta de alta rotação, guardadas as devidas proporções, um motor muito criticado pela idade do seu projeto mas que gosta de trabalhar na casa do 5000/6100 rpm é o Família I 1.4 da Chevrolet na sua versão SPE/4.

          • souza89

            Já tive um no Stepway 16v … bem interessante, porém a condução não era agradável devido ao conjunto da direção… estes carros da Dacia não são muito ergonômicos, para isso tem que ter alguns mimos…. em resumo, é um bom motor, em um carro médio para ruim.

          • Fat Jack

            Eu tenho um Logan há 3 anos, a direção ainda me parece um pouco leve em demasia quando num ritmo mais “agressivo”, nada que traga insegurança, mas poderia ter um peso um pouco maior quando acima (por exemplo) dos 140 km/h.
            Quanto a ergonomia, para mim ele somente não alcança a perfeição pela péssima localização dos comandos de ventilação (em posição baixa e a frente do câmbio), do restante não é necessário desviar os olhos ou tirar as mãos do volante para nada, nem para o comando do computador de bordo (em posição acertadíssima na alavanca do limpador).

          • Cristiano Reis

            Tem um Dacia desses que está acabando comigo…

          • Domingos

            Com o RS, esqueça o K4M, que ainda por cima não é mais usado no restante da linha.

            Uma melhoria que o trouxesse para 130 cv o deixaria meio perto do 2,0 com preço de fabricação quase igual, além de ter o 1,6 8v que atende perfeitamente as versões de custo-benefício.

          • Fat Jack

            É fato que se não o tínhamos até agora não será de agora em diante que o teremos, acho porém que nas versões “topo de linha” (onde a concorrência toda conta com motores 16v) ele seria uma opção interessante.

          • Diogo José Coelho

            Domingos, o K4M ainda está presente no Duster. É mancada da Renault mesmo…

          • Domingos

            Tinha até esquecido. É que antes ele estava presente em basicamente toda a linha Renault…

            Bom, ainda assim, não esperaria por ele no Sandero em versão melhorada. A própria Duster com a opção do 2,0 acaba fazendo com que devam ter pouco incentivo para melhorá-lo agora.

        • Lucas Mendanha

          Se não me engano o K4M na Kangoo é programado para cortar a 5,500 rpm, já que pelo acerto visando torque em baixa, a potência mãxima é obtida a 5.000 rpm. A grande área frontal dele atrapalha em velocidade, logo ele atinge velocidades ainda menores por marcha que a da tabela abaixo. Mas 160 km/h nele á moleza. Já medi 0-100 em 10 s baixos nele.

          No caso do Sandero, com corte a 6500rpm e rodas aro 16, a mesma caixa ja ficaria bem bacana. Até pq o 16v vinha com a mesma relação de marchas, com relação de diferencial de 4,21 no 16v, ante 4,50 do Kangoo e do Sandero Stepway.

          O K4M é um motorzinho valente..e da pra brincar bem nele..

          E sim, o 8v é o K7M.

    • MAO

      Bruno,
      Obrigado, que bom que gostou!

  • João

    AE, tenho familia, (esposa e dois filhos adultos), mas gosto de carros com uma “pegada”. Pela sua experiencia com RS, você acha que seria possível viajar com quatro ocupantes mais bagagem com certo conforto? A suspensão seria adequada com 04 ocupantes para nossas estradas? O que vc acha?

    • MAO

      João,
      Claro que sim!
      Mas se você quer fazer SÓ isso, compre uma versão mais simples e barata, que estará melhor servido.

  • Gustavo75

    Acho que o ponto fraco do Sandero RS será o consumo. Sei que não é a proposta do carro, mas em tempo de crise e combustível nas alturas, acaba sendo um fator relevante, principalmente para quem vai usá-lo diariamente.

    • Fat Jack

      Na cidade isso é “contornável” com o uso das marchas mais altas aproveitando o abundante torque do 2,0, já na estrada, não há o que fazer (por isso mesmo apesar de concordar com a personalidade esportiva do carro eu preferiria uma 5+E).

      • Ilbirs

        Por isso que tenho a impressão de que uma ligeira mudança no escalonamento não tiraria nem um pouco da esportividade e tornaria o carro ainda mais usável. Pense aí no que aconteceu com o Kadett GS, em que entusiastas descobriram que ficava bem melhor de guiar usando o escalonamento do Monza 2.0 e a própria GM, ao constatar isso, também passou a aplicar ao modelo ao mesmo tempo em que passou a disponibilizá-lo também em versão a gasolina.

        • Fat Jack

          Concordo contigo, 5 marchas “de velocidade” cairiam bem nele. Eu tive um GS 90, seu escalonamento não era igual ao dos Monza (que tem uma caixa longa), mas também já não era exageradamente curta como dizer ter sido o dos primeiros GS. E quem não se lembra do absurdo do Pointer GTi da VW que tinha velocidade máxima pela rotação de corte da injeção, sendo mais lento de final que o “comportado” Logus GLS…

    • O teste indicou média de 9,5 com álcool.

      Para um carro esportivo como ele está bom.

  • Douglas

    Bob,
    O excesso de altura no habitáculo não incomoda?

  • João Guilherme Tuhu

    Quero ver o que os detratores da Renault vão falar agora…

  • João Guilherme Tuhu

    O negócio é esperar um pouco psra comprar, deve ter fila de espera e o famigerado…ágio.

    • Rafael Ribeiro

      Na semana passada em Petrópolis-RJ tinha para pronta entrega a preço de tabela.

      • João Guilherme Tuhu

        Que bom! Quem puder, compre agora.

  • João Guilherme Tuhu

    Só tenho um reparo a fazer: por que cortaram os faróis de neblina?

    • Dieki

      porque o LED pode fazer a mesma coisa e o farol de neblina na maioria das vezes só serve para boy andar com os faróis desligados e o maldito farol de neblina ligado (obviamente com xenon apontado pra cima), pagando de bad boy e impedindo os outros de o ver corretamente, quando não cegando por causa do xenon forte demais apontado para cima.

      • Domingos

        É uma duvida interessante. Será que o LED faz essa função também?

        Acho que apenas é uma questão de um ocupar o espaço do outro, mas seria legal se conseguisse cumprir também o papel do farol de neblina.

      • João Guilherme Tuhu

        É vero. Mas que faz uma faltinha, faz.

  • Marco R. A.

    Muito bom ler 4 textos tão diferentes e bons sobre o mesmo carro. E nenhum deles se parece com aqueles textos pasteurizados que tanto encontramos por aí e mais parecem uma tradução de listas de opcionais e itens de série.

    Mas, por falar em item de série, para mim só falta uma coisa neste carro: regulagem de profundidade no volante. Um problema em meu ombro faz disso um item obrigatório.

    • MAO

      Marco,
      Que bom que gostou do post, comente sempre!

    • Vagnerclp

      E o volante que cai!!! Precisava arrumar isso rs.

  • Comentarista

    E seguro? Será que vai ser salgado?

  • thetigereyes

    Tenho um Sandero 1,0 16v 2011 e nunca imaginei que meu próximo carro poderia ser outro Sandero. Vou trocar de carro no final do ano, e estou na busca por um carro de ano 2011 para frente que entregue diversão sem se preocupar com quem vai atrás, tenho 24 anos sem filhos. O preço que eu posso pagar é na faixa dos 60 mil. O Sandero RS sem dúvida é uma excelente opção. Valeu Ae, grande matéria.

    PS: Aceito sugestões

    • Por até 60 mil tem o 208 Griffe.

      Acabamento topo, lindo, teto de vidro magnífico.
      1,6 16v, 122 cv

      • Dieki

        Mas não deve ser exatamente divertido como um R.S. Mas todo o resto… acabamento principalmente.

    • MAO

      thetigereyes,
      Nós é que agradecemos a leitura e o comentário!

  • Fabio Vicente

    É a melhor avaliação sobre um carro que já li.
    Um detalhamento feito com esmero pela gangue do bem do magnífico Ae, e que está a altura da importância deste carro, lançado em uma época de “esportivos de adesivo” e “entusiastas pau de selfie”, que estão mais preocupados em exibir seu carro para os outros. Este é mesmo ser que geralmente despreza um esportivo porque não tem câmbio automático.
    O Sandero RS acaba de substituir o Speed up! na minha lista de desejos automotivos. Um carro que atingiu a perfeição dentro daquilo que eu espero – estado da arte, como diz o Bob.
    Por fim, Bob e demais, uma pergunta: vocês usam planilha para calcular os dados técnicos que são publicados, como velocidade do pistão, distância entre as relações de marcha, v/1000? Se sim, poderiam disponibilizar para download, para gente “brincar” com ela?

    • MAO

      Fabio,
      Obrigado, comentários desse tipo é que ajudam a continuarmos trabalhando para vocês. Bom saber que estamos fazendo algo apreciado…

  • Wagner Bayao

    Louvável a iniciativa da Renault. Andei no carro e gostei dos bancos mais baixos, trambulador de menor curso e pegada do volante. Veste, logo ao entrar. Andando, notei o escalonamento das marchas algo estranho. Nas duas primeiras, intervalos maiores, mas a terceira se mostrou curta em excesso em relação a segunda. Quarta, quinta e sexta, acompanham. Estou de acordo com o Fernando. Um par engrenado mais desmultiplicado, não faria mal. No mais, achei o centro da direção algo lento, mas bom para andar em altas velocidades. Freios bem dimensionados e suspensão firme, embora preferiria mais carga nos amortecedores e menos rigidez nas molas.

  • Bruno Passos

    Esse Sandero R.S. me fez pensar como seria interessante se outras outras marcas lançassem versões esportivas de seus populares, com motores de prateleira…
    Imaginem um Onix SS com motor Ecotec 1.4 Turbo de 150 cv. Ou um VW Gol TSI, calibrado para uns 140 cv. A Ford teria seu Ka EcoBoost e a Fiat seu Palio T-Jet… Sonhar não custa nada…

  • Marúcia Paulino Baiocchi

    É…Nunca pensei que fosse ter um Sandero. Nunca. Mas acabei de comprar. Estou bestificado com o carro. Parabéns, Renault, sua linda!!!

  • Marco

    Sempre gostei do Sandero. A primeira versão mais por conta do espaço interno, bem como o Logan. Depois da primeira reformulação visual, passei a achá-lo bonito.

    Esse R.S. curti DEMAIS. Bem acertado e, como comentaram no vídeo (acho que foi o Bob), possui mecânica diferente das demais versões. Não é um mero carro adesivado.

    Não que eu vá comprá-lo, principalmente porque troquei de carro há pouco tempo, mas parabéns para a Renault.

    Belo carro. E muito bacana o vídeo.

    Off 1. E a questão dos extintores hein? Medida correta, mas depois de de tratar – mais uma vez – a população como otária, algum burocrata percebeu que extintores em veículos não servem para nada…

    Off 2. Primeira vez que dirigi pela Salim Farah Maluf depois da redução do limite. 23h30min e o pessoal se arrastando a pouco mais de 40km/h. É revoltante. Retornei ao ABC pela Vila Alpina e São Caetano para não passar raiva por essas avenidas em São Paulo. Que esse prefeito queime no inferno, só pra constar.

    • Ilbirs

      Essas velocidades reduzidas estão um transtorno só. A se considerar o tanto de motorista que anda bem abaixo daquilo que a placa indica (alguns com vergonha de produzir testosterona e, portanto, eleitores do Haddad), a coisa só tende a ir ficando cada vez pior.

  • souza89

    Estava pensando em pegar um mas, realmente, não tem como… consumo e a alta rotação para estrada mata, achei extremamente alto 3.500 rpm em 6ª para um motor dessa cilindrada.

  • Car Science
    Sim, está no texto e na ficha técnica.

    • Fat Jack

      Permita-me utilizar a sua resposta para enviar os meus mais sinceros parabéns a toda equipe, somente aqui em casa pude visualizar os vídeos, ficaram soberbos!
      Confesso que no meu comentário original ao post fiquei tão focado no carro que me esqueci…

      • MAO

        Fat jack,
        Obrigado!
        Nós é que agradecemos seus comentários e elogios!

    • Car Science

      Ok. Acabei de ver. Gostei do consumo também. Obrigado, Bob.

  • Fabio, eu me lembro que você falou que se o Sandero R.S. fosse lançado(há mais um de um ano atrás) você disse que ia tatuar o logo da Renault no braço? vai fazer isso? rsss (brincadeira).

    • Fabio Vicente

      Caramba! Você acaba de me lembrar o quanto sou brasileiro!! hahaha.
      É verdade, havia me esquecido. Estou pensando em tatuar o logo da Renault com a sigla R.S.!! 🙂

      • (rsrs) Você é um homem de palavra.

  • Em terra de Fox Pepper, HB20 Spicy(que foi embora), Fiesta Sport, quem tem 150 cv depois de um século de “esportivo de adesivo” é rei. Acho que o Bob Sharp aí no vídeo é o que testava Gol GTi/Escort XR3/Kadett GSi na Quatro Rodas, lembro-me dele.

  • souza89
    Você está certo em se balizar por esse parâmetro, por isso não cometa a bobagem de dirigir um (rs). Só para lembrar, o venerado Kadett GS ia 4.000 rpm a 120 km/h, depois, no GSi, alongaram o diferencial (de 3,94:1 para 3,72:1) e passaram os pneus de perfil 60 para 65, caiu para cerca de 3.700 rpm. E 9,3 a 9,5 km/l de álcool não empobrece ninguém…

    • Bob, nesse caso, não poderíamos ter um 5+E? As 5 primeiras marchas de diversão e a 6 para gerar economia quando se quer apenas passear?

    • Marco Botelho

      Bob,

      Admiro seu trabalho desde quando comecei a assinar a revista Quatro Rodas e lembro-me de um teste memorável de um F-40 no ano de 1990. Sou um autoentusiasta visceral e na sociedade de hoje sou visto como um E.T., que não tem um carro automático e que comprou um hatchback médio MANUAL para uso no dia-a-dia e passeio com a família. Realmente só entende isso quem ama carro, que não o encara como um simples meio de transporte. Minha esposa (nesses 20 anos de casamento) já me entendeu perfeitamente quando reduzo uma ou até duas marchas para colocar o motor na faixa de giro que ele tem que estar, a qual costumo chamar de “faixa da alegria” e um sorriso vem espontaneamente no canto da boca.

      Sou também um feliz proprietário de um Gol GTS a álcool (não desista do sonho MAO) que a 120 km/h está girando a 3.650 deliciosas rotações por minuto que me faz abrir não um sorriso de canto de boca, mas um de orelha a orelha, com um ronco difícil de ser superado por qualquer carro normal da atualidade.
      Parabéns, Renault, por estar resgatando e proporcionando esse prazer para nós amantes de um pocket rocket MANUAL E COM BANCO DE TECIDO !!

      • Lucas

        Banco de tecido. Bom também. Não gosto de bancos de couro.

      • Gustavo75

        Marco Botelho, pode ter certeza que existem muitos ETS como você. Eu sou um deles. Só compro carro manual.

    • Lucas

      Publicações da época do Passat Pointer e Gol GTS/GTI já colocavam essas coisas, que o carro era um esportivo, portanto sem muita preocupação com ser campeão em economia de combustível. O negócio aí é ser campeão em proporcionar prazer ao volante para o motorista.

    • Bob, me tira uma dúvida: 9,5 km/l de álcool, se “transformaria” em quanto na gasolina?
      Se for uns 13~14, está mais que bom.

      Meu Pejozinho 1,4 não faz mais que 14,5 na estrada…

    • Leonardo

      Meu Escort XR3 1.8 89 está a 3600 rpm de 5ª a 120 km/h (V/1000 de 33,33). Adoro o escalonamento do câmbio do Escort. Pra mim, está na medida certinha para suas pretensões esportivas, mantendo o motor sempre cheio. A essa velocidade e rotação, seu consumo fica entre 9 e 9,5 km/l. Mesmo consumo do Sandero R.S. Realmente esse consumo não empobrece ninguém. hehehe

  • Lucas CRF

    Muito bom. Muito bom mesmo. E eu falo é do Ae! Muito bacana!

    O R.S. parece ser interessantíssimo, dá uma enorme vontade de dirigi-lo, ou melhor, pilotá-lo.

    Todas as outras fábricas poderiam fazer um esportivo tão empolgante feito esse R.S. sem maiores dificuldades, imagino. Um motor mais potente da prateleira, um acerto de suspensão feito com paciência e capricho, e ouvir quem é apaixonado por carros. Muito da receita de um carro realmente bacana esta aí.

    Mas a visão míope não permite enxergar mais longe na maioria das vezes e lançar algo de fato legal, mas que pode canibalizar um irmão de linha de montagem mais lucrativo. Conseguem imaginar que delícia seria um Civic – do normal mesmo – com o 2,4 litros (k24) e câmbio manual? Ou um sóbrio Corolla com o 2,7 litros, também manual? Ou – por que não – um HB20 com o 1,8 litro do i30? E um Gol 1,4 litro TSI? Nossa, dá para ir longe nessa brincadeira…

    Mas, enfim, parabéns à Renault pelo carro, e ao Ae, pela excelente matéria.

    Abraço!

    Lucas CRF

    • Domingos

      Não vou estragar o entusiasmo, até porque concordo com você, portanto só digo que o brasileiro dá 2 mil fácil na central multimídia e nem 500 daria num motor melhor se o de base for ok.

      Esse tipo de carro nasce de uma mentalidade especial. E faz sucesso por isso. Mas como fenômeno geral seria outra coisa…

      • Vagnerclp

        Pelo que o Ae nos passou, me parece que a Renault fez um belo trabalho. Uma pena mesmo é pensar que é “pérola lançada aos porcos”, já que os brazucas (a maioria) não entende nada de carro e este vai passar como um pseudo esportivo, francês e que não presta (me baseio pelas experiências do dia a dia, onde muitos nem sabem o que tem debaixo do capô do carro que possuem).

        • Domingos

          Acho que fizeram um trabalho bom o suficiente para não terem esse problema, ou ao menos conseguirem sucesso mesmo com essas questões.

          Fora que é um mercado carente. Ou se vai à faixa dos 80 mil (DS3, Suzuki) ou então não tem nada realmente esportivo.

    • MAO

      Lucas,
      Obrigado!

    • Dieki

      o Civic com K24 e manual existe. Só é caro demais. A sacada de usar peças de prateleira é ótima. Só não sei se elas teriam o mesmo entusiasmo para usar as 70 mil horas de engenharia gastas no R.S.

      • Domingos

        Mas ficou sem acerto, sem a pimenta do Si 2,0 esse coupé. Fora o preço alto e vendas pífias. Ainda não vi UM sequer em concessionária, a Honda o trouxe para depois aparentemente desistir.

        Já foi uma fabricante mais séria.

  • Domingos

    “Pois nem sob uso extremo no circuito completo de 2 km do Haras Tuiuti os pneus chegaram ao ombro, apesar de inflados com a pressão normal.”

    Ok, valeu o texto, valeu a espera. Realmente parece ser o caso de um acerto digno do nome Renault Sport e feito corretamente para o uso que se propõe. Só isso já muda o carro todo em termos de prazer, resposta e também economia em usá-lo como se espera.

    Mesmo carros muito bons de acerto e suspensão costumam comer ombro em uso intenso, o que indica geometria que não é adequada para isso.

    Além do custo em termos de prazer – o carro fica desajeitado nos extremos – e pneus, te obriga a usar pressão muito alta nessas situações. Isso é outra coisa que é só um arremedo, piora o carro e só evita esse incômodo – sem solucioná-lo.

    Uma ótima observação isso e que basicamente revela tudo o que tem que ser revelado. Detalhes das buchas em poliuretano mostram que o carro é sério também, ainda que não seja um destruidor de números e tempos de pista.

    O que não interessa muito também…

  • Domingos

    Viu as “faixas exclusivas de pedestre”? Saíram algumas já. Não possuem sequer tartarugas de divisão da pista, imagina cada atropelamento de cinema que vai dar isso…

    • Marco

      Vi somente de relance no Estadão. Ainda não pude presenciar “in loco” a maravilhosa obra do alcaide e seu secreotário. Aliás, na Folha de ontem, se não me engano, saiu algo sobre a mudança de trajeto de ciclovias em frente aos imóveis da famiglia (ou clã, gangue, quadrilha, o que seja…) Tatto, para não atrapalhar parentes.

      Na realidade, só tenho lido as manchetes sobre esses dois. Quanto mais leio, mais tenho raiva do Pink e Cérebro.

      • Domingos

        Ainda não vi ao vivo também, tive essa bênção. Vi em um telejornal, é inacreditável.

        O negócio é como se fosse uma faixa de rolamento mesmo, sem divisão, para pedestres. E é grande!

  • Domingos

    Já existe o carro para teste e compra? Ele e o up! TSI concorrem como próximo carro, já que não fiquei satisfeito com o meu atual.

    • Ilbirs

      O R.S. inclusive está no site da Renault, com direito a “monte o seu”.

      • Domingos

        Pelo visto não só no site, como em boa parte das autorizadas. Não bobearam no lançamento!

        E inclusive teve propaganda durante o GP de Cingapura.

  • Domingos

    O Clio de 2003 era mesmo melhor que as re-estilizações. Faltou só vir o interior re-estilizado, muito bonito e funcional, que apareceu por aqui anos depois no Symbol.

    Se o vendessem hoje desse jeito, com preço bom e acerto melhor de suspensão – algo que fizeram nos últimos – talvez compraria de novo.

    • WSR

      O desenho atual do Clio nacional é uma coisa simplesmente horrorosa, com aquela frente que simplesmente não combina com o resto do carro. Não sou adepto de carro 0-km, mas o Clio, se ainda fosse feito com a frente do 2003, com certeza seria uma boa opção. É um carro que realmente gostei de dirigir.

      • Domingos

        Sim, era bom. Muito confortável e bom de bancos e ergonomia em geral.

        Nas versões mais equipadas só tinha a reclamar do espaço traseiro e de ser extremamente frentudo.

  • Lorenzo Frigerio

    Parece-me que o verdadeiro diferenciador do carro é o acerto de chassi. É claro que o Bob vai dizer o costumeiro “Dirija um antes de dar palpite”… mas para mim é um carro “old school”, como o Gol GT original, que também era muito bom de chassi, mas 30 anos atrás.
    De resto, vem à cabeça o Kadett GSi, com seu desempenho obtido na base do câmbio curto. Coloca o câmbio do up! TSi nesse “R.S.”; é capaz dele levar coro do carrinho.
    Em minha opinião é um carro bom para treinar o punta-tacco num “track day”, ou para ensinar pilotagem clássica em Interlagos, mas na estrada cheia de radares deve cansar pelo giro alto, e na cidade deve exigir muitas trocas de marcha. Sem contar que deve beber barbaridade. Talvez venda alguns no primeiro ano, e depois tomará o caminho do esquecimento, como o Chevette S/R ou o Monza S/R, que pelo menos apresentaram novos motores, depois estendidos ao resto da linha.
    Mas acho que podiam estender o pacote de suspensão/freios como opcional às versões paisanas.

    • Deus não te ouça.

    • Alex Ctba

      Pessimismo pouco é bobagem rsss

      Vou torcer para ser um sucesso, apesar que pelo nosso povinho brazuca, o Lorenzo está mais perto de acertar as previsões dele do que eu as minhas.

    • MAO

      Lorenzo,
      Dirija um antes de dar palpite! (rsrsrssr)
      Na verdade, nenhum GTI ou GS faz curva e anda como esse Sandero. É carro para dar trabalho a qualquer um em estrada truncada.
      Como disse, não é para qualquer um, mas para quem ele foi feito, é nirvana. E isso temos que respeitar. Goste ou não.

    • WSR

      Indo um pouco mais no passado, acho que 6 marchas bem escalonadas fariam o primeiro Gol GTi 16V andar junto do Sandero RS.

      • Dieki

        Só que o GTI 16v era morto em baixa. Tanto que só passava o 8v em alta. E também tinha frente mais pesada, sendo dinamicamente inferior. Só dirigi o 16v. O carrinho é um sonho. Mas o dono dele me falou melhor do 8v, que segundo ele era melhor até a primeira reta mais longa.

  • Domingos

    Ví o vídeo agora, sei que foi a filmagem, mas a primeira volta do AK no 1,0 foi realmente de longe a mais legal de assistir!

  • Franklin Weise

    Tive o prazer de encontrar todo o time do Ae a caminho deste teste aí, num posto da Rodovia dos Bandeirantes. Antes de tudo, claro, o carro me chamou a atenção. Depois fiquei impressionado com a simpatia de toda a equipe. Valeu, Bob!

    • Arnaldo Keller

      Franklin, e ganhou um adesivo do Ae!!!
      Foi um prazer encontrá-lo lá.

      Um abraço,
      Arnaldo

      • Franklin Weise

        Pior que estou com um dilema agora: onde colocar o adesivo do AE. O carro que uso é um Linea da empresa. Até poderia colocar o adesivo, mas o carro não tem nada de entusiástico… não que seja ruim, mas tampouco empolga.

        • Ilbirs

          Cola no gabinete do computador…:-)

  • Henrique Lopes

    Caramba, Paulo, até eu me assustei com aquela escapada. Ali foi Deus que deu uma segurada no carro com a mão. Ele pensou:
    _ Não vou deixar um acidente estragar esse excelente Momento AE, vou dar uma ajudinha pro Paulo, ele merece!!!
    Foi a melhor matéria do RS que vi, fiz questão até de assistir o vídeo em HD na minha TV da sala.

  • Perneta

    Uma informação adicional que eu percebi é que ele ainda tem o tal do tanquinho de gasolina para a partida a frio. Esperava algo melhor nesse sentido. Aqui no Sul fica aparente a gambiarra que é a partida a frio.

  • Alex,
    Sabidamente gosto de câmbios n+E marchas, mas nesse caso é questão de caráter do carro e a ultima marcha de potência se encaixa nesse caráter. Há um sabor especial em câmbios que vão empilhando marchas. E, convenhamos, 3.550 rpm não é giro excessivo a 120 km/h reais, que corresponde a cerca de 125 km/h ou mais de velocímetro. Tenho certeza de que você e outros leitores vão curtir muito quando dirigi-lo.

  • Orizon Jr

    Vi a reportagem ontem. Esperei chegar em casa pra ver os dois vídeos em FullHD na SmarTV. Valeu muito a pena. Depois de ler o texto então, nem se fala. Perfeito…

    Bacana mesmo, um carro tão simples, ter produzido um efeito tão forte. Acho que nem o poderoso Golf GTI teve tanta repercussão como o SANDERO RS.

    Forte Abraço a todos

  • Mimimi “o câmbio é curto”
    Mimimi “o motor deveria ser mais forte”
    Mimimi “É muito gastão”
    Mimimi …
    Mimimi …
    Mimimi …

    O carro é muito legal!
    Estou louco por um!

    O único carro que me faria desistir desse é o 208 THP. Mas a dona Peugeot não faz, e se fizer, sai ser um milhão de reais…

  • Antonio Ancesa do Amaral

    Bob, a comparação entre o Sandero RS e o up! TSI aconteceu, embora a proposta dos carros sejam distintas.

    Como ficaria o rendimento do up! TSI com o diferencial encurtado (up! aspirado), acrescentando jogo de molas esportiva, poderia ser considerado um esportivo urbano?
    Em quanto ficaria a rotação em 5ª marcha?
    Parabéns ao Ae por mais este “simples” post

  • Leonardo Mendes

    histórias de humilhação e desprezo, constantes na vida de um estagiário de engenharia então, e encaradas na época como importantíssimas para formar o caráter do futuro engenheiro
    Diziam o mesmo na época que eu cursei Jornalismo… que essas “pancadas” eram fundamentais pra formar um ótimo jornalista, que o mundo lá fora não era feito de rosas, que a gente era folgado mesmo, etc, etc, etc…

    Olha, confesso que ficou difícil me concentrar na parte escrita com tamanho apuro na parte visual… o Sandero visto de frente com o sol ao fundo é foto digna de papel de parede do Windows.
    Digno sucessor espiritual dos GTi, GS e tantas outras siglas que fizeram a fama nas ruas e imaginários pelo Brasil afora.

    Só duas dúvidas:
    1) A grafia correta é R.S. mesmo? Sempre achei que era sem os pontos;
    2) MAO, você foi sorteado ou pagou o lance pelo consórcio do Gol 1000?

    • MAO

      Leonardo,
      Em 1995, alguns anos depois portanto, vendi um Uno que tinha e dei um lance no consórcio, e peguei um Gol CL 1,6 litro a álcool, preto e super básico. Um dos primeiros “bolinha”. Foi o primeiro carro de minha esposa.
      Na época o lance era limitado a uma porcentagem do valor do bem, baixa, que várias pessoas faziam e entre elas era sorteado o vencedor. Ia religiosamente na assembléia e nunca ganhava até um dia onde estava lá somente eu…

  • Antonio Pacheco

    Tenho que parabenizar a Renault, por usar a sua divisão Sport para fazer esse Sandero R.S. e também, toda a equipe dos Autoentusiastas. Que texto! Cada opinião detalhada e o melhor, ao terminar de ler o texto de um dos membros, já queria ler rapidamente o próximo para saber a opinião do outro editor, sendo que todas se completaram e nos deram o máximo de informação possível. Me senti (quase) pilotando um R.S.! Simplesmente fantástico! Parabéns a toda equipe!

    • MAO

      Antonio,
      Obrigado, feliz que gostou! Comente sempre.

  • Leonardo Mendes,
    A grafia de R.S. é assim mesmo, com pontos. Vou pedir ao MAO que lhe responda.

  • Frank Pontes

    Fica a sugestão de um comparativo entre o Sandero R.S. e o DS-3. Carros divertidos, propostas parecidas….

    • Cafe Racer

      Poderia incluir o Swift Sport nesse comparativo também!

  • Paulo Eduardo Balsamão

    Parabéns pela matéria, pessoal do AE. É diferente ler algo sobre carros escrito por quem entende e gosta. Vosso artigo sobre o R.S. serviu para confirmar minha escolha pelo carro, Abraços.

  • João Guilherme Tuhu

    Lorenzo e outros lembraram com muita propriedade: renasce aqui o mito Gol GT/GTS/GTI. O carro é bem parecido.

  • CCN-1410

    Eu preferiria um Sandero GT Line 1.6 16V. Acredito que seria mais coerente e venderia muito mais.
    Vide a resposta do Mr. Car ao Paulo Keller.
    Acredito inclusive que foi um erro estratégico da Renault. Quem tem até 30 anos e que gostaria muito em ter um R.S, dificilmente terá dinheiro para comprá-lo e quem tem mais de trinta anos, geralmente casado, irá querer um carro com suspensão macia e econômico e quem sabe até com câmbio automático ou similar. Sem falar no seguro que deverá ser muito alto.

    • Fórmula Finesse

      O carro “manada” que descreveste é a coisa mais comum nas nossas ruas; têm na Renault, têm na Peugeot, têm nessa, naquela….devemos festejar a entrada de um bicho diferente no mercado – e a atenção polarizada não apenas em relação ao Sandero, mas que cobre toda a marca, é um exercício de marketing poderoso; esse carro nem precisa vender horrores, mas sim fortalecer a imagem de uma marca generalista, que no entanto, também sabe produzir coisinhas especiais.

    • Arnaldo Keller

      CNN, Acho que poderia ter TAMBÉM uma versão R.S. 1.6 16 v, sim. Tudo igual e só mudando o motor. Também ficaria muito bom.

    • Lucas Mendanha

      Fez lembrar aquele caso do Porsche Cayman GT4 e apenas câmbio manual…

      Pelo visto a demanda cutucou o lado financeiro e a Porsche vai lançar o PDK nele..

    • Domingos

      Bom, aí começamos a reclamar de tudo. O Sandero pode perfeitamente ser um carro de família, pois é espaçoso como nenhum outro na categoria e ainda tem bom porta-malas.

      A suspensão, pelo visto, não é desconfortável. O GT Line já existiu e não causou nem 1/4 desse furor, fora que não foi um destaque nas vendas.

      • Leonardo Mendes

        Era minha versão favorita do Sandero antigo… até hoje torço o pescoço quando vejo um passar na rua.

        • Domingos

          Bom, bonita ela era mesmo…

    • Alexandre Cruvinel

      Eu não prefiro não, quero o R.S. apesar de ter mais de 40 anos e ser casado. Mas concordo que o GT line deveria ter o motor do Kangoo e vice-versa.

    • Dieki

      A Renault deveria ter aposentado esse 1.6 8v em prol do 16v há muito tempo.

  • Leonardo

    Excelentes textos. Percebe-se, claramente, que o R.S. é um carro realmente primoroso. “Estranhei” um pouco a potência/torque do motor usado, já que na década de 90 tínhamos esportivos com essas marcas aproximadas (veja-se Vectra GSi com 150 cv e 20 kgf/m de torque e Gol GTi 16v com 145 cv e 18,5 kgf/m de torque). Tá certo que àquela época a legislação de emissão de poluentes era mais permissiva, mas com a tecnologia de hoje, era de se esperar um 2.0 aspirado pelo menos um pouco mais potente. Apesar disso, o R.S. está perfeito para minhas pretensões de autoentusiasta.

    • Domingos

      Leonardo, Gol e Calibra com esses motores – em especial o Calibra –eram deficientes em baixas rotações.

      O Sandero é ao mesmo tempo bem torcudo e bom de alta.

      • Antônio do Sul

        O segredo do Sandero RS, para ser mais forte do que os finados Vectra GSi e Gol GTi 16v em baixas rotações, está no bom escalonamento da transmissão, o que, em grande parte, acredito, é possibilitado pelo fato de o câmbio contar com uma marcha a mais. É a explicação que me parece mais óbvia, pois esse motor F4R não conta com variador de fase, que, para esta aplicação, parece não fazer falta nenhuma.

        • Domingos

          Antônio, o F4R nasceu com variador de fase. Em estágio único e na admissão.

          Mas mesmo o K4M, que é o mesmo motor em dimensões menores, não tem variador e nem ajuda de câmbio curto e é muito bom em qualquer faixa de rotações.

          Simplesmente são 20 anos de diferença em trabalho de elasticidade, além de filosofias diferentes – o C20XE por exemplo era de uso exclusivamente esportivo, o F4R é usado para tudo.

          Poderia ter um câmbio longão que ia ficar bom também. Aliás, pelo visto no gráfico, talvez ficaria até melhor…

          • Antônio do Sul

            Entendo o que você disse. Acho que a fábrica, talvez esbarrando nas questões de custo, viu-se naquela situação do cobertor curto, tendo que escolher privilegiar um aspecto em detrimento de outro. No caso do Sandero R.S., a Renault deve ter escolhido melhores retomadas e aceleração, deixando um pouco de lado conforto e economia. Pelo que você descreveu, esse motor deve ser forte naquelas rotações médias, o que é bom para o usuário comum, e talvez ficasse caro adaptá-lo para uma aplicação mais esportiva (usando comandos de válvulas com maiores graus de duração, por exemplo) e de volume de vendas não tão grande.
            É claro que seria possível fazer um carro ainda melhor, como quase sempre é, mas aí, para cobrir todos os custos extras, a Renault teria que vendê-lo a um preço que o inviabilizaria.

    • Marco Aurélio Strassen Murillo

      Leonardo,
      Os motores 2-litros mais potentes atingem mais de 90 cv/l de potência específica, mas com injeção direta e outras tecnologias. Com certeza a Renault-Nissan deve ter este produto de prateleira, mas seguramente deixaria o Sandero fora de preço. Para mim, a boa receita de um automóvel está em seu compromisso e este com a sua proposta, e nisso o Sandero R.S. se posiciona entre os melhores do momento.

    • Cristiano Reis

      Ouvir dizer que é fácil extrair mais potência desse F4R com pequenas alterações.

  • Roberto

    É triste ver que no Brasil as fabricantes continuam colocando a segurança em segundo plano. Um verdadeiro esportivo precisa ser acima de tudo, seguro. Lançar um carro desta categoria por quase R$ 60 mil com apenas dois apoios de cabeça no banco de trás e ainda com cinto abdominal central é inaceitável. Isso além de não oferecer nem como opcional os airbags laterais e de cortina. Realmente perderam a oportunidade de fazer um carro de qualidade superior, mais uma vez. E o pior é que a imprensa especializada nem enfatiza essa falha.

    • CorsarioViajante

      Faltou também o Isofix, embora o perfil deste carro não é muito um cara com filhos… rs Mas já deveria ser padrão.

      • Ilbirs

        Ausência de Isofix é daquelas coisas que deixam qualquer um coçando a cabeça, ainda mais se considerarmos que é basicamente montar uns ferrinhos em uma estrutura existente e que não aumenta sobremaneira os custos de produção de um carro (vide up!).

    • FR

      Roberto, não é culpa dos fabricantes, veja os comentários aqui no blog, o carro tem praticamente 100% de aprovação. Se pessoas que entendem mais de carros não fazem questão de airbags laterais nem mesmo como opcional, imagine o nível de exigências das “pessoas comuns”.

    • Roberto

      O Dacia Sandero de entrada, básico, com motor 1,2 vendido na Europa, obteve 4 estrelas no Euro-Ncap, possuindo cintos de três pontos e apoio de cabeça para todos, além de isofix (bem lembrado pelo CorsarioViajante) e airbags frontais e laterais com proteção para a cabeça e tórax. Não temos este nível de segurança nem mesmo no Sandero R.S,. que passou a ser o topo de linha no nosso país. O principal concorrente (Punto T-jet) é quase 10 mil mais caro, ou seja, existiria margem de sobra para oferecer um pacote opcional com estes itens de segurança. Nenhum outro carro com o logo da Renault Sport é desprovido destes itens, então por que no Brasil deveria ser? Realmente nosso mercado também tem culpa, pois aceitamos este tipo de produto de olhos fechados, mas o fabricante tem muita culpa sim, pois a iniciativa de evoluir, inovar e oferecer um produto superior deveria partir deles. Eles têm responsabilidade e o dever de oferecer o produto mais seguro possível, de acordo com a categoria de cada carro, o que claramente não ocorreu com o Sandero R.S.

  • Renato

    Onde estão os botões de acionamento do vidros traseiros? No painel?

  • Car Science

    Editores do Ae. Somente uma questão de curiosidade minha. Qual foi o post que mais teve comentários? Torço para que este esteja entre o top five. Principalmente torço para que esta versão do Sandero também caia no gosto de muita gente. Assim incentivarão as outras também lançarem produtos da mesma qualidade o que para gente autoentusiasta mas meros mortais com várias opções no mercado.

    • Arnaldo Keller

      Car Science, este foi, sim, um dos mais comentados, mas além disso foi um dos que mais mostrou o entusiasmo do leitor. Quando os fabricantes dão atenção aos nossos desejos, aos desejos dos verdadeiros autoentusiastas, dá nisso. É batata!

      • Car Science

        Show! Valeu

  • Antonio Ancesa do Amaral
    Nada mudaria no up! TSI se o diferencial.fosse encurtado, uma vez que o atual está correto. É preciso levar em conta que o motor do up! TSI só é 1-litro fisicamente, como se fosse um 1,7 a 1,8 litro. Não seria um “esportivo” urbano porquanto não haveria mudança no motor (potência). Com o diferencial do aspirado a V/1000 baixaria para 29,7 km/h e nos 184 km/h de máxima o motor estaria a 6.200 rpm.

    • Antonio Ancesa do Amaral

      Grato pela atenção. Parabéns mais uma vez,

  • Mike
    Algo em torno de 13,5 a 14 km/l.

    • Ilbirs

      Fica algo bem suportável. Com 50 l à disposição, também se torna boa companhia de viagem. Já imagino que deve ser uma delícia pegar a Régis com ele.

  • Renato
    Isso mesmo.

  • Roberto
    O Ae pensa diferente a esse respeito. Não ter bolsas infláveis laterais e de cortina não constitui demérito, tampouco a falta do terceiro apoio de cabeça. Para nós a segurança está naquela peça que fica entre o banco e o volante.

    • Roberto

      Concordo que o motorista tem um papel fundamental neste aspecto. Mas sabemos que nem todos são responsáveis, e muitas vezes somos prejudicados pela imprudência de terceiros. É exatamente por isso que o sistema de segurança passiva do veículo é fundamental. Dentro deste sistema, os airbags laterais e de cortina, além do cinto de três pontos e apoio de cabeça, são essenciais. Como está, este carro nunca seria vendido na Europa ou EUA sem estes itens. Não custava nada a Renault oferecer isso dentro de um pacote de segurança opcional.

      • Domingos

        O carro tem segurança passível razoável, fora que provavelmente deve ser reforçado em relação ao Sandero normal.

        Mas concordo sobre o 3º apoio de cabeça e o cinto. Isso é simples de colocar e faz falta mesmo num carro que pode ser usado como único carro da família.

        • FR

          No site da Renault estão listados nos itens de segurança 3 apoios de cabeça reguláveis em altura.

          • Roberto

            Você tem razão. Está escrito mesmo, mas em todas as fotos das avaliações do R.S. que vi na internet, percebi somente 2. E o cinto central é subabdominal mesmo…

          • Domingos

            Seria erro ou o carro da avaliação é algum pré-série?

      • Celso Fernando Ferrer Singh

        Concordo com você e com o Bob , entretanto o grande vilão nessa história é o governo , o custo de colocar estes itens essenciais de segurança (que é importante e eu reputo como tal) , muito provavelmente deixaria o carro em um patamar de preço que não seria competitivo e não teria mercado , ou seja não venderia , o que nós precisamos não é de uma lei que obrigue os carros a terem mais segurança ( bolsa inflável, carroceria em aço, reforçado eletrônica embarcada etc) , mas sim uma lei que conceda Inserção tributaria parcial e total , se possível total , para os carros que obtiverem melhor segurança ativa e passiva nos testes , assim teríamos carros seguros e a preços competitivos. Gostaria de parabenizar o Bob ,PK e AK pelo grande dia que tiveram , um momento como esse é raríssimo na vida e o prazer que proporciona é insubstituível e indescritível , esses momentos únicos com os amigos, é o que deixam a vida mais bonita , sem dúvida tem um valor imensurável , e obrigado por filmarem e postarem para nós vermos , esses 30 minutos de vídeo pareceram 3. Muito bom esses vídeos mais descontraídos , se possível filmem mais .

      • Frank Pontes

        Se você sabe que dirige mal, compre um carro com 200 estrelas e pare de reclamar de um esportivo! Esse é feito para quem gosta de dirigir e sabe o que faz! É um carro de nicho, não tem e não deve ter a pretensão de agradar a todos.

        • Roberto

          Antes de mais nada, vou sempre criticar o que eu achar pertinente. As outras pessoas estão no direito de concordarem ou não. Agora, deixa eu ver se entedi sua colocação. Você está dizendo que esse é um carro para quem “acha” que sabe dirigir, e portanto estaria imune a acidentes, e assim não precisaria se preocupar com a segurança do veículo. É isso?! São justamente essas pessoas que mais deveriam se preocupar com esse aspecto, pois são as que mais causam acidentes e mortes nas estradas: os que acham que são pilotos. Lembro que um dos maiores pilotos de todos, Ayrton Senna, morreu quando ele justamente cobrava por mais segurança na sua profissão. O fato do carro ser esportivo, em nada tem a ver com ele ser desprovido de itens de segurança, muito pelo contrário. Infelizmente, o seu raciocínio explica porque estamos décadas atrás dos países de primeiro mundo em tecnologia veicular. Seria melhor você comprar um carro popular e colocar um turbo por fora. Sairia mais barato.

  • WSR
    Andariam iguais, têm mesma potência, independente de escalonamento de marchas.

  • Felipe Lima

    Post sensacional!!! Um dos melhores que já li aqui no Ae.
    Equipe Ae, parabéns pela análise desse belo hot-hatch, fotos e vídeos espetaculares!
    O carro me cativou, pretendo trocar ao final desse ano ou início de 2016 e ele certamente entrou na minha lista!

  • Israel Bellotti Nicori

    Meus parabéns, ótima matéria.

    Eu sou apaixonado por esse volante, é o mesmo do Mégane!

  • Marcelo

    Roberto, pense em outros itens de segurança como freios eficientes, barras estabilizadoras melhores dimensionadas, direção com resposta rápida, suspensão ágil, pedais bem dispostos, bancos com apoios melhores e por ai vai!

  • A Renault deve ser aplaudida de pé por essa iniciativa!
    Tudo conspira a levar um para casa: Preço, comportamento, emoção…

    • E hoje fui a um concessionário Renault e lá estava a máquina a R$ 69.000,00. Aí fica difícil, a fábrica anuncia um valor e a concessionária aplica o velho e tenebroso ágio!

      • João Guilherme Tuhu

        Eu falei…

  • Arnaldo,
    Claro que ficaria muito bom…andando (bem) menos, ora.

    • Arnaldo Keller

      Eu sei, Bob, mas custaria menos e seria uma opção para quem não tivesse a disponibilidade. Talvez perdesse o símbolo R.S., por não ser forte o bastante para merecê-lo, mas seria um hatch bem divertido.

      • Dieki

        Tem a GT-Line. As rodas e o bodykit são bem bonitos. Na verdade, tirando a assinatura de LED na frente, o GT-Line é mais bonito. Mas aquele 1,6 8v mata qualquer carro.

  • Domingos

    Verdade. Mas a concorrência nas versões de topo também custa quase o mesmo que o Sandero R.S.

    Ou seja…

  • Domingos

    Desde o Econo.Flex, no Corsa, é um motor muito girador e legal de dirigir.

    • Bruno Passos

      Conheço bem Domingos, tive dois Corsas Econo.Flex, eram bem divertidos pra um motor 1,4-l.

  • Domingos

    Sim, não tem muita explicação para não acreditarem nesses números.

    O up! TSI divulga 9 baixos com apenas 105 cavalos, embora pese 900 e poucos quilos.

    50% a mais de cavalos e uns 20% a mais de peso tiram 1 segundo da conta facilmente.

  • epires250

    Cara, penso exatamente como você! Também tenho um Gol GTS 1989 o qual usei como único carro de 2004 a 2009, e muitas sensações que tenho nele ainda são únicas, apesar de ter outros carros agora para andar. O câmbio realmente é curto, incomoda um pouco em viagens longas, e o consumo poderia ser um pouco melhor, mas o conjunto de sensações ao volante compensam de longe esses insignificantes inconvenientes – claro, para quem gosta de dirigir. Essa é a proposta do carro: proporcionar o máximo em prazer ao dirigir. E, como não existe almoço grátis, tudo tem seu preço.
    A propósito, já experimentei o R.S. e o meu já está encomendado.

  • RoadV8Runner

    Fantástico esse “Momento Ae”! Valeu pela espera, pois os textos e vídeos ficaram magistrais. Obrigado por compartilharem conosco.
    Sem dúvida alguma que temos de aplaudir de pé essa excelente inciativa da Renault em lançar um modelo esportivo de verdade, com detalhes técnicos aprimorados em relação aos demais Sandero. A primeira coisa que chama a atenção é a altura de rodagem normal, nada de suspensões elevadas. Depois aparecem os detalhes, discretos, como as letra “R.S.” abaixo do logo da Renault na grade frontal ou a inscrição “RENAULT Sport” logo à frente das rodas traseiras.

    Pergunta: existe opção pela cor amarela ou laranja?

  • RoadV8Runner

    Eu já imagino um Focus RS! E nem precisa ser o modelo de potência absurda que existe na Europa, um esportivo local com cerca de 200 cv, câmbio manual de seis marchas close ratio e outros aprimoramentos técnicos me faria feliz! Tudo bem que o preço ficaria salgado por aqui, mas o comportamento seria muito provavelmente altamente entusiástico. Mas, concordo plenamente, um Ka esportivo de verdade também seria algo absurdamente tentador e a um preço bem camarada.
    Alô, fábricas! Vocês já têm a maioria desses componentes na prateleira e engenharia para tal, que tal pôr mãos à obra?

    • Dieki

      O lance é que seu R.S. precisaria ser o 1,5 Turbo, igual ao do Fiesta ST. o EcoBoost menos potente que temos tem 240 cv.

      • Domingos

        Turbo vai para outra brincadeira, com outros custos, onde a Renault não tem escala no Brasil (apenas o Fluence GT também era turbo) e sinceramente o tempo vai dizer se isso é bom para o cliente ou para as fabricantes.

        Um esportivinho bem acertado e simples é abençoado.

      • RoadV8Runner

        Não que eu não goste de esportivos com motor forte, a questão de menos “potrinhos” era para segurar os custos a níveis normais, sem ficar gastando muito tempo de engenharia para desenvolver um motor diferenciado. Mas já que o menos potente EcoBoost que temos me prateleira já entrega 240 cv, melhor ainda!

  • RoadV8Runner

    E bota apreciado nisso!

  • RoadV8Runner,
    São quatro cores: branco Niège, prata Étoile, Preto Nacré e vermelho Vivo. Pelo menos amarela deveria ter.

    • RoadV8Runner

      Pelo menos tem o vermelho, para fugir do trio “preto-prata-branco”. Mas esse Sandero R.S. na cor amarela…

    • Perneta

      Bob, confessa que tu gostou da cor branca! Kkk

    • Domingos

      A falta do amarelo R.S. (amarelo Sirius é o nome) é bem decepcionante mesmo.

      Poderia ter nem que fosse série especial.

    • Dieki

      Nem falo da amarela, mas o azul já presente na linha faria um belo trabalho. Ou a tonalidade de azul usada pela Alpine. São cores muito bonitas.

  • Bera Silva

    Acabei de voltar da Renault Estoril aqui da cidade… Fui lá para ver o R.S. Não fiz o test-drive, mas comparando o interior com as versões normais do Sandero, posso dizer que gostei muito do volante (espuma macia) e dos bancos (perfeitos como já foi dito). O estilo é bem discreto, nada de penduricalhos. Só faltam os 60 mil… Parabéns à Renault por fazer um carro que saí do comum, usando peças de prateleira, mas com um ótimo resultado final. Que as outras fábricas sigam este exemplo.

  • CCN-1410

    Então vamos aguardar as vendas.

  • Perneta
    Essa nem precisa tortura para eu confessar…(srsrs)

  • Cafe Racer

    Incrível essa matéria do Ae, parabéns!
    Quanto ao carro já vi um ao vivo. Fiquei muito bem impressionado com o trabalho da Renault. O carro ficou bonito e chamativo, tem pinta de carro europeu!
    Nunca me passou pela cabeça em ter um Sandero …
    Mas a Renault me deixou com muita vontade de ter um Sandero R.S., principalmente depois de ler esse teste do Ae.

  • Cafe Racer

    Entrei no site da Renault / Sandero R.S. agora e fiquei surpreso com a menção da matéria do Ae na página da oficial da Renault
    Um grande reconhecimento ao trabalho de vocês. Parabéns !
    Acho que deveria ser divulgado no Ae.!
    http://www.renault.com.br/universo-renault/noticias/2015/agosto/auto-entusiastas-historia-inspiradora-renault.html
    http://www.renault.com.br/universo-renault/noticias/2015/setembro/os-10-melhores-renault-esportivos.html

  • Café Racer
    Muito bom isso. Mas achamos que não precisamos alardear esse fato, é o nosso jeito. Agradecemos os seus parabéns.

    • Car Science

      Muito bom! Fico feliz e ver o bom trabalho sendo reconhecido. Por isso para mim o AUTOentusiastas virou referência no assunto.

  • Roberto
    Na Europa e Estados Unidos impera o marketing das estrelinhas, então tem que ter bolsa inflável em tudo que é parte do carro..Felizmente essa onda ainda não chegou ao Brasil com força. Esses itens só encarecem. Já dito em outras respostas em outras matérias, o Ae não dá o menor valor a esse tipo de “segurança”. Dá, sim, a um carro que tenha comportamento seguro numa manobra evasiva, que não pegue o motorista de surpresa numa curva. Esse é o nosso jeito de ver o automóvel.

    • Roberto

      Bob, realmente fico surpreso de ver o autoentusiastas subestimar a importância destes itens de segurança. Os airbags laterais e de cortina estão no mercado há cerca de 20 anos e hoje já está comprovado sua eficácia de reduzir morte em acidentes, em até 30%. Estes dados são da NHTSA, dos EUA, é só procurar na internet. Não vou nem entrar em detalhes sobre o apoio de cabeça e cinto de três pontos. Graças a esta avaliação constante de impacto veicular realizada nos EUA e na Europa, temos automóveis mais seguros e confiáveis, inclusive aqui no Brasil. Estas avaliações foram fundamentais para que o controle de estabilidade, por exemplo, estivesse disponível em tantos modelos quanto temos hoje. Felizmente, esta cultura está chegando ao Brasil com o Latin-Ncap. O que você falou em relação à capacidade do carro realizar uma manobra mais brusca de nada adiantaria, por exemplo, se outro carro avançar um sinal num cruzamento, resultando num impacto lateral, cenário no qual o airbag de cortina poderia evitar o pior. Com tantas mortes nas estradas do nosso país, claro que por diversos motivos inclusive relacionados à qualidade das estradas e imprudência ao volante, não esperava ouvir neste blog uma argumentação contrária a itens de segurança comprovadamente eficazes, principalmente por ser um site renomado e de grande importância na imprensa automobilística nacional.

      • Roberto,
        Foi bom você tocar nesse assunto de um carro avançar sinal num cruzamento. Saiba que eu e meus familiares jamais sofreremos uma colisão lateral nessa circunstância, e lhe digo isso com toda convicção. Para mim e os meus não existe sinal verde, dia e de noite. Sempre atravessamos cruzamentos olhando e em velocidade que dê para parar a tempo no evento de alguém avançar. Outro ponto é se achar estar a salvo de se ferir seriamente ou perecer num acidente por causa das 5 estrelas. Cada acidente tem uma dinâmica diferente daquela feita em laboratório, nada garante sair-se incólume. Foi a Volvo que sabiamente inaugurou esse “marketing da segurança” e não restou aos outros fabricantes correr atrás.

        • Roberto

          Bob, gostaria que todos os motoristas fossem tão prudentes quanto você, mas infelizmente essa não é a realidade. Tampouco podemos sempre prever as situações onde uma colisão poderia ocorrer, justamente por serem situações imprevistas, são chamadas de “acidentes”. É claro que o veículo isoladamente, por mais seguro que seja, não pode garantir a ausência de ferimentos graves em acidentes, mas a probabilidade delas ocorrerem pode ser reduzida. O dado de 30% menos fatalidades associadas à presença dos airbags laterais e de cortina, são estatísticas reais, e não estimativas de laboratório. Por último, parabéns à Volvo.

      • Car Science

        Roberto. Qual carro aqui no Brasil que se compra por 60 mil com airbag de cortina?

        • Roberto

          Infelizmente são poucos, mas existem. Não estou comparando com o R.S., mas apenas respondendo a sua pergunta: o Palio Sporting oferece airbags laterais como opcional e a partir do Punto Sporting existe um pacote com airbags lateraiss e de cortina. O Peugeot 208 griffe oferece de série todos os airbags. Todos abaixo de R$ 60 mil. O Fiesta Titanium também oferece de série 7 airbags por R$65 mil, embora na prática este preço seja menor. Com os três apoios de cabeça no banco de trás e cinto de três pontos central existem vários, bem mais baratos. Não disse que R.S. deveria apresentar de série todos os airbags, mas poderia oferecer dentro de um pacote opcional por cerca de R$ 4mil, o que ainda deixaria o carro competitivo (o pacote da Fiat custa R$ 3.400).

  • Aléssio Marinho,
    Até parece que você não conhece o ditado “Nem todo é, mas todo é…”

  • Ilbirs

    O carro é interessante. Como já comentei em outras ocasiões, consigo vê-lo transcendendo o público de esportivos e se tornando uma alternativa aos hatches médios civis. Provavelmente um Golf 1,6 16v nacional com eixo de torção atrás vai custar algo na casa desse RS, e isso se considerarmos que um Sandero faz basicamente o que o Golf faz com quase 20 cm a menos, o que facilita a dura tarefa de estacionar em uma cidade como São Paulo, onde sabemos que cada centímetro a menos ajuda. Logo, é capaz de ele responder por uma porcentagem maior que aquela inicialmente prevista pela Renault, ainda mais quando falamos de uma época de vacas magras e, independente da maré, o público agindo diferente daquilo que o fabricante previa (vide, no passado, o imenso sucesso do teto Sky Window no Stilo, algo que a Fiat originalmente não contava que fosse acontecer). A meu ver pode preencher também a ausência de um Mégane hatch nestas bandas.

    Por isso, creio na possibilidade de ele ser carro de apelo amplo mesmo que não tenha sido pensado para tal. Se considerarmos que um dos focos de resistência ao Sandero está no motor (sendo o mais potente um 1,6 8v e o bom 1,6 16v estando ausente nesta geração), o 2,0 16v tira isso de cogitação. É um Sandero, faz o que qualquer Sandero faz, mas com mais rapidez. Já que um Sandero não perde em espaço interno para hatches de uma classe acima, aplicar o básico que já havia sido feito para que tal plataforma tivesse o motor maior e se chamasse Duster apenas agregou atributos.
    Achei bom saber que o R.S., apesar de mais baixo, não sofre com nossos pisos ruins, sinal de que até mesmo os outros Sanderos poderiam perder altura livre sem prejuízos na utilização prática. Também acho que outros avanços do R.S. poderiam passar para os Sanderos normais, como a menor rolagem da carroceria, algo que mesmo em carros sem pretensão esportiva é interessante se considerarmos o conforto dos ocupantes. Faça uma curva de esquina em velocidade baixa com um carro que rola muito e você sempre ouvirá acusações dos passageiros de que você está pisando demais, quando na realidade é a suspensão que não colabora. Gosto também dessa transmissão de seis marchas da Renault-Nissan, uma vez que ela tem a ré onde deveria estar quando se tem meia dúzia de marchas: ao lado da primeira e acionável por anel. Isso acaba deixando as perninhas do H mais espaçadas entre si e mais fácil de saber onde estão as últimas duas marchas. Sobre relações, vou suspeitar que em se prolongando pelos anos a produção desse modelo possa haver um ligeiro alongamento, mas sem prejuízo da esportividade. Pense aí naquilo que aconteceu com o Kadett GS, que ficava melhor com a mesma relação de marchas usada no Monza 2,0, a ponto de a GM ter notado isso e feito a mudança quando o modelo também passou a ter versão a gasolina.

    O modelo a princípio captura a atenção? Sim, com certeza, mas há um detalhe que considero pecadilho evitável:

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Sandero-RS-AUTOentusiastas-29.jpg

    Se olharmos um Sandero mais em conta…

    http://www.autossegredos.com.br/wp-content/uploads/2014/06/novo_renault_Sandero_Dynamique_22-1024×682.jpg

    http://www.autossegredos.com.br/wp-content/uploads/2014/06/novo_renault_Sandero_Dynamique_7-1024×682.jpg

    Considero dispensável o único opcional do R.S., as tais rodas aro 17, mas considero indispensável um banco traseiro bipartido, justamente por ampliar a utilidade de um carro. Em um Sandero normal com banco traseiro rebatido, posso levar de duas a quatro pessoas conforme o lado do banco que rebato. Em um RS, apenas duas, o que considero besteira quando se trata de um carro basicamente feito juntando o que há na prateleira de São José dos Pinhais.

    PS: Sugiro ao site para que use mais a pista do Haras Tuiuti. Daria inclusive para em todas as avaliações medir o tempo de volta dos carros, criando um ranking parecido com o da Fullpower em Interlagos ou do extinto Top Gear naquela pista. Como não há um Stig, ficaria interessante que todos os veículos fossem guiados pelo trio Bob-Arnaldo-Paulo e tendo seus tempos contabilizados, algo que poderia inclusive ser feito em uma barra nova na borda compartilhada, podendo aqui inclusive se fazer uma separação para que não tenhamos uma atenção desproporcional a veículos mais fortes e que de fato tiram uma tempestade em cada volta.

  • Lorenzo Frigerio

    Não tem variador de fase, mas tem câmbio de 6 marchas próximas. É assim que resolveram o problema. E durma-se com o barulho a 3500 rpm.

    • Lorenzo,
      Recomendo que o dirija, considere o caráter do carro e depois diga se acha que a v/1000 da 6ª está inadequada. E diga também se a falta de variador de fase implica em falta de elasticidade, que não tem nada a ver com escalonamento, pois se analisa elasticidade com o câmbio numa marcha qualquer, digamos, 4ª.

      • Lorenzo Frigerio

        Como eu disse, Bob, ele compensa a falta de torque em baixa com marchas próximas. O carro é feito para troca intensa de marchas (para quem gosta).
        Quando eu digo “falta de torque em baixa”, digo em contexto, falando desse carro especificamente, pois um motor esportivo não pode ser girador e ainda ter torque em baixa sem a variação.
        Se eu tivesse tido uma mão no projeto, teria posto o variador e “aberto” o câmbio. Ficaria um carro menos visceral, de comportamento mais moderno. Vai saber por que não fizeram assim… talvez o carro perdesse 0,3 s no 0-100 e custaria um pouquinho mais… Do jeito que está, é muito “old school”. Ótimo para o “Centro Augusto Manzini de Pilotagem”.
        E espero que não seja muito esperar que os componentes desse carro sejam devidamente adaptadas a outros da linha, obviamente com modificações.

        • Lorenzo
          Você está supondo que haja falta de torque em baixo, digo-lhe que não tem. Você precisa dirigir um. A Renault pretendeu e fez um carro visceral, não vejo nada errado nisso, pelo contrário. Dirigir carro de câmbio fechado é muito agradável, a menos que não se veja nada demais nisso.

          • Lorenzo Frigerio

            Se não há falta de torque em baixa, então nada se ganha com relações próximas. O desafio é sempre buscar o ponto de encontro entre essas duas características. O que existe, muitas vezes, é um problema de marketing. Simplesmente estão vendendo uma imagem cristalizada na cabeça das pessoas, quando a tecnologia já deixou essa imagem para trás. Aposto que se pegar as características do motor/câmbio/rodas e botar num programa tipo “Dragstrip”, não haverá ganho algum em aceleração.

          • Domingos

            Lorenzo, acredito que seja o caso de não ganhar nada. O que se ganha com mais marchas bem curtas se perde em tempo de troca, além de eventuais buracos.

            Porém, claro que o carro deve ficar bem aceso dessa forma. E, supondo que não tenham errado no escalonamento, um 6 marchas assim tem chances de ter a melhor marcha para cada ocasião.

            Pode ser um caso de, pensando em uso intenso, terem feito um câmbio onde existe escolha entre a 2ª e a 3ª marcha nas curvas fechadas – num 5 marchas comum, geralmente isso significa recorrer somente à 2ª, o que atrapalha muitas vezes.

            Isso também desgasta muito o sincronizador.

            Podem ter pensado nisso tanto quanto no marketing.

      • Domingos

        Bob, desde a Duster existe essa polêmica do variador de fase. Seria legal confirmar com a Renault.

        A versão gasolina, usada na Scénic, Mégane I e II e outros modelos tinha variador. Não existia versão sem ele e cheguei a ver um sendo desmontado ao vivo que tinha a peça. Isso há muitos anos atrás, numa Scénic nacional.

        Só se tiraram na versão flex, mas duvido.

  • Ilbirs
    Ficaria muito melhor com o 2-litros 16v.

  • Ilbirs
    Essa impressão se desfará por completo quando você dirigir o carro. A GM não adotou o escalonamento do Monza no GSi, apenas passou o diferencial de 3,94 para 3,72 e mudou o pneu de 185;60R14 para 185/65R14.

  • Roberto
    Estatísticas dão o resultado que nós quisermos…

  • Arnaldo Keller

    Põe no Linea, Franklin. Gosto desse carro. Tem bom comportamento e tem uma pegada bem italiana. Além do mais, o que faz a diferença é quem dirige. Depois te arrumamos outros adesivos.

    • Franklin Weise

      Não sou de testar muito os limites do carro, mas me parece que a suspensão dele é bem acertada. O câmbio semi-automático é bom de usar no modo manual (via borboletas), mas no modo automático já não é bom. O que não gosto mesmo é o acabamento interno e a torção da carroceria (percebe-se que não é uma carroceria muito rígida).

  • Arnaldo Keller

    Mande-nos a foto, Fabio…. hahaha!

  • Dieki

    Estou convencendo minha esposa a trocar o Logan que temos pelo Sandero R.S. Vou pegar um para test drive semana que vem. Estou com uma expectativa enorme. Em se tratando de suspensões, acho a do Logan seca demais. Essa endureceu, mas pelo visto foi toda modificada então, para um carro que já é meio duro, pode ser até que tenha melhorado. O ganho nos freios também me chamou a atenção, assim como a incorporação de auxílios eletrônicos presentes nos concorrentes, HLA, ESP e ASR. Isso tira um pouco a pecha de carro pelado demais e agrega valor ao produto. A comparação bem óbvia é um HB20 Premium manual de 56 mil. Menor, tão equipado quanto, significativamente mais lento, embora de melhor acabamento e seguro mais barato. A Renault fez um excelente trabalho no desenvolvimento e no encaixe dele no mercado. Longe dos concorrentes diretos (Punto T-Jet ou Swift Sport), mais longe ainda dos esportivos de imagem (que podem até andar mais, mas não compensa a diferença em termos puramente esportivos). Espero que o sucesso do R.S. leve ao ressurgimento de GTI’s, GSI’s, XR’s e afins.

  • FR

    Roberto, o engraçado é que no site da Renault, nos itens de segurança do Fluence, a legenda da imagem que mostra os air bags laterais e de cortina diz: “Segurança levada a sério”.

    • FR
      É o pleno exercício do marketing de segurança, a garantia de incolumidade num acidente que a maioria imagina ter…

    • Roberto

      Pois é FR, eles poderiam ter compartilhado este príncipio com o Sandero RS. Uma pena. É claro que não existe garantia de segurança total e nunca existirá, mas isso não significa que não existam formas de reduzir a probabilidade de ferimentos graves. Se este argumento fosse utilizado até hoje para justificar a falta de investimento em segurança veicular, ainda estaríamos andando sem cinto de segurança…para evoluir precisamos estar abertos a idéias novas…

  • Lorenzo Frigerio

    O C20XE era de uso “exclusivamente esportivo”, mas o câmbio que puseram nele em minha opinião acentuou o problema da falta de torque em baixa, especialmente em primeira. O câmbio tem 5 marchas próximas, com diferencial “longo”.

    Resultado: a 120 km/h está a 3050 rpm, mas a primeira ficou longa demais, prejudicando a arrancada. Na rua, em que você usa mais a primeira, o carro sai tropeçando. E olha, não pense que na alta ele desembesta, como um VTEC…

    • Domingos

      Não desembesta, mas anda muito bem. Já vi um em algumas situações mais competitivas e andava tanto quanto ou mais que os concorrentes da época com 160 a 170 cv, ao menos passada a fase da arrancada.

      O câmbio provavelmente ajuda nisso, mantendo o motor no pico e evitando trocas constantes ao mesmo tempo. A aerodinâmica também.

      Com o custo da primeira longa, claro, afinal não seria possível esse escalonamento com primeira curta sem mais marchas ou com algum buraco enorme.

      • Lorenzo Frigerio

        Exatamente. É por isso que o Calibra Turbo tinha 6 marchas. A 6ª. um pouco mais longa que a 5a. do C20XE, afinal era carro para 240 km/h.
        Quando se turbina o C20XE, já ouvi dizer que o câmbio dos primeiros Vectra B CD, com suas marchas espaçadas, vai muito bem. Fica… um up! TSi na filosofia.

  • Vagnerclp

    Bob, o R.S chega a ter câmbio “wolfsburg”? E outra coisa, me lembro numa certa reportagem sobre o duster 2.0, onde um dos leitores mencionou que o F4R tinha variador de fase e você ficou surpreso, dizendo que até iria atrás para confirmar. Este motor tem mesmo variador de fase? Abraços.

  • Vagner
    Praticamente “Wolfsburg”. Acabei não checando a questão do variador F4R do Duster. Vou atrás disso amanhã.

    • Vagnerclp

      Obrigado!

    • Filipo

      Bob, parece que o F4R possui variador de fase para admissão. Momentos “11:50s e “15:45s – Segue link:

  • Cristiano Zank

    Mas qual teria maior retorno em relação ao custo de produção? As vezes vale a pena perder para ganhar mais.

  • Domingos,
    As fileiras de LED são para sinalizar, não para iluminar.

  • Domingos,
    Pode ser, mas nunca consideramos isso.

  • Lorenzo,
    O R.S, que você vislumbra não é o que a Renault quis fazer e nem eu queria que fizesse. Não adianta ficarmos discutindo o sexo dos anjos, dirija o carro e depois me diga se você erro em algum ponto.

  • WSR

    É justamente por isso que eu falei de um Gol com 6 marchas, para compensar o torque mais baixo nas baixas rotações. O Gol antigo é praticamente um Fusca ao contrário, com o motor pendurado lá na frente, longitudinal, com a desvantagem de não ser boxer, que teria o centro de gravidade mais baixo, talvez melhorando a estabilidade.

  • Davi Reis

    Gostei demais, demais mesmo do carro. Se fosse hoje, talvez o Fox não tivesse lugar na minha garagem, e sim esse Sandero pra lá de endiabrado. Apenas duas coisas jogariam (muito) contra: a 6ª demasiadamente curta e o consumo rodoviário. Entendo que é um carro de proposta esportiva, mas ainda assim, não vejo necessidade para 6 marchas reais. Quem sabe 5 marchas ainda mais curtas e uma sexta mais longa, para os momentos que apenas queremos viajar com mais tranqüilidade, sem estar com a faca nos dentes. E de quebra, o consumo melhoraria, o clássico caso de matar dois coelhos com uma cajadada só. Mas repito mais uma vez, perdoável por ser um esportivo, mas ainda assim, melhorável. Para completar o pacote, bem que a Renault podia oferecer cores mais “emocionantes” e um teto solar, para arrebatar de vez nessa categoria.

    Uma dúvida: notei que a revisão é a cada 8.000km, enquanto nos outros Sandero, é a cada 10.000, certo? Algum motivo em especial pra isso? Será que a Renault já partiu do pressuposto que o carro será usado ao extremo e por isso resolveu se precaver?

  • Lorenzo Frigerio

    Vão me crucificar por “heresia”, mas eu botaria um Tiptronic 6 com alavancas nesse carro. Para que a mão direita pudesse permanecer no volante, onde ela pertence, não o tempo todo no câmbio. Ficaria bem interessante; é um automático para lá de manjado e não custaria tão caro. É só pedir para a Aisin engates mais “secos”, coisa que o próprio módulo se encarrega.
    Mas infelizmente a Renault não o usa em nenhum carro, pelo menos no Brasil. E o CVT com marchas simuladas provavelmente não agüentaria o abuso.

    • Rubergil Jr

      Sim, é uma total heresia para o perfil do carro.

      Para um hot hatch esportivo (que é o que o Sandero R.S. se propõe), um automático epicicloidal é praticamente um assassinato. No máximo um dupla-embreagem (tipo o DSG), e olhe lá.

      Um automático epicicloidal se prestaria melhor a sedãs familiares de perfil “forte mas não bruto”, como um C4 Lounge THP.

    • Kyozuki

      Sim, como opcional eu concordo e faço campanha.

  • Leonardo

    Concordo, mas se tivesse aquele azul techno do Sandero “normal” ia ficar bonito demais também.

  • Leonardo

    Realmente o preço ficaria um pouco mais salgado com um motor mais potente. Mas é como eu disse, apesar disso, ele está perfeito pra minhas pretensões.

  • Leonardo

    Isso mesmo. Só achei que com a tecnologia atual poderiam ter colocado um pouco mais de potência e torque nesse propulsor. Mas talvez o custo-benefício não ficasse bom. Do jeito que está, está ótimo.

  • Lorenzo,
    Dirija primeiro, critique ou sugira depois.

    • Lorenzo Frigerio

      Faltou clareza da minha parte. Tiptronic 6 como OPCIONAL, obviamente.

  • Davi Reis
    Especificação da Renault Sport.

  • Sábado fui à concessionária e fiquei com aquela sensação de que falta algo nesse Sandero para ficar perfeito.
    É uma capa com a logo Renault Sport sobre o motor!

  • Claudino Fugita

    Hoje fiquei decepcionado ao ler reportagens em outras publicações falando muito mal desse carro. Eu já tinha lido essa matéria incrível aqui no site, e resolvi procurar outros testes em sites de revistas. Os jornalistas falando que faltava motor, que o motor só é bom em médias rotações, que os engates do câmbio são imprecisos e longos como toda linha de entrada da Renault, chegando ao ponto de vários jornalistas engatarem segunda ao tentar reduzir para quarta. Tudo muito diferente do que eu li aqui. Teve um jornalista que chegou a comparar por vários parágrafos o Sandero R.S. com o up! TSI dizendo como o up! é melhor e mais refinado. Parece que toda a imprensa brasileira se vendeu. Um retrato do país, infelizmente.

    • Car Science

      Cara, já deixei de ler alguns vários sites sobre carros. Realmente não sei o por quê disso. Já vi também matérias completas em outros sites comparando essa versão do Sandero com o up! TSI. Sei que o bom desempenho do up! permite até certas comparações. Porém uma imprensa que se diz especializada fazer isso é o fim! Faça como eu. Deixe de ler!

    • Paulo Eduardo Balsamao

      Meu amigo, um sujeito me jogar uma segunda ao invés de uma quarta, me desculpe, mas ou é muito roda dura, ou dirigiu carro com câmbio manual só quando foi tirar carteira. Tenho percebido que cada vez mais a arte de dirigir está se perdendo, em meio a câmbios automáticos, hill holders, botões sport, assistentes para acelerar, para frear, para fazer curva, para dar seta, aff… Junte-se isso com internet e smartfones substituindo os livros, e verás que o homem está cada vez mais inábil e mais burro.

      • WSR

        Dependendo do que é entendido como livro, o formato chamado digital é absurdamente mais prático que o impresso. No fundo, o que importa é a qualidade do livro, coisa que poucos realmente sabem julgar, infelizmente.

  • Mauro Luz

    Sem dúvida uma das melhores matérias do site.

    Viva o espírito AUTOentusiastas!!

    PS: Quero comprar os adesivos para colocar nos meus carros.

  • Claudino Fugita
    Vejo diferente. É gente que não conhece automóvel e dirige mal.

    • Claudino Fugita

      Pois é Bob, é exatamente o contrario do que se esperaria de um jornalista que trabalha em uma revista especializada em automóveis.

  • Claudino, só para atentar a um detalhe disso tudo: o comando do câmbio do R.S. é a cabo — dissemos isso na matéria –, sendo que o do Sandero “comum” é a varão. Portanto, os engates, iguais é que não são. De resto, é uma pena que isso aconteça, pois alguns terão impressão errada do carro…, até que dirijam um.

    • Claudino Fugita

      Mas infelizmente isso não acontece só com esse modelo. O que li aqui no Autoentusiastas me ajudou a decidir a minha ultima compra. O que li sobre o novo Ka aqui foi exatamente o que encontrei. Um carro econômico, bom de “chão”, com um motor bom de baixa e excelente de alta. A unica coisa que li em outra revista, que comprou um para testar, foi que a tampa do porta malas tem que bater com força para fechar, que a regulagem de altura do cinto de segurança faz barulho, que o tecido do acabamento da porta é ruim…. Que utilidade prática tem esse tipo de comentário? Do comportamento do carro em si e da sensação que se tem ao dirigir, que é o que se espera ler, ninguém fala nada….

      • Claudino, nós aqui ficamos contentes e satisfeitos por poder lhe passar as informações que interessam.Estamos aqui também pra isso.

  • Um carro interessante 🙂
    Motor 2.0 aspirado, câmbio manual em um carro compacto com dimensões de carro “médio” na terra da banana.
    Estou num C4 VTR de quase 1300 kg e o desempenho é razoável a 120 km/h.

  • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

    Como uso carro principalmente na estrada, para que o motor pudesse trabalhar em giros baixos por longos períodos, preferia que houvesse uma 7ª marcha ou uma 6ª desmultiplicada.

  • Roberto
    Vou deu o exemplo perfeito para o que eu e o leitor Frank ponderamos: o acidente fatal do Senna. O Williams já tinha um elevado grau de segurança na época e ele teria saído incólume da batida graças à estrutura de compósito de fibra de carbono. Mas houve um imponderável, a haste de compressão (pushrod) que leva movimento do braço de controle inferior à mola partiu-se com o impacto e uma ponta atingiu-lhe a cabeça.. Ele não teve outro ferimento senão esta lesão. O marketing das estrelinhas não é garantia de sobreviver a um acidente. E se você acho que um carro qualquer “não é seguro”, não o compre, ora.

    • Roberto

      Bob, este será meu último post porque esta discussão já ficou cansativa. Não imaginava que precisaria de vários dias para argumentar aqui que a segurança veicular sempre deveria ser levada em consideração ao se analisar um carro. Sinceramente estou surpreso, porque esta é uma área que transcende qualquer “nicho” (ou pelo menos deveria) desde o carro popular até o esportivo de luxo. Não é um “mimo”, mas sim algo que pode ser o diferenciador entre um ferimento grave ou não. Pode ter certeza que este é um dos principais parâmetros que avalio, e é exatamente por isso que eu não compraria o R.S. O exemplo do Senna só mostra que mesmo o melhor piloto, que sabe muito bem o que faz, está sujeito ao imponderável, como você falou. Provavelmente o seu acidente não seria fatal hoje, entre outras coisas, devido a maior resistência dos capacetes atuais (http://www.ebc.com.br/esportes/2014/05/acidente-de-ayrton-senna-nao-seria-fatal-na-f-1-de-hoje-dizem-especialistas). O capacete, como todos sabem, é um item de segurança passiva. O imponderável pode estar no funcionamento do veículo, nas condições do motorista, nas condições dos outros motoristas, no trânsito, qualidade das estradas, condições de tempo etc…Por isso, mais uma vez digo que a segurança passiva do veículo, que entrará em ação quando o acidente já se consumou, é fundamental para evitar danos maiores.

  • Claudino Fugita

    Me parece que deve ter um lobby forte das fabricantes em cima dessas revistas. Elas procuram defeitos graves nos carros, e isso hoje em dia não se vê mais. Quando acham algum detalhe, colocam uma lupa gigante em cima para parecer que é algo grave. Quando não encontram, inventam. Acho que vou seguir o seu conselho e ficar só aqui no Autoentusiastas de agora em diante. Aqui tem gente que entende do assunto de verdade.

  • Frank Pontes

    O que eu disse é que você deve aceitar que carro esportivo não é para você e parar de tentar impor a sua opinião como se fosse uma verdade absoluta. Quem como eu, o Bob e tantos outros não dá tanta importância a bolsas infláveis laterais e de cortina se interessa por esse carro. Os demais não. Simples assim.
    Interessante você falar sobre estarmos décadas atrás de países desenvolvidos, onde a liberdade individual é respeitada e, quem gosta, pode comprar um esportivo genuíno como o Caterham Seven, que não pode ser vendido no Brasil por não ter bolsas infláveis. Não seria essa excessiva invasão estatal na esfera privada do indivíduo o motivo desse atraso?
    Eu acho que sim. No “primeiro mundo” as pessoas são educadas a pensarem por si mesmas e a assumirem a responsabilidade por seus atos. Aqui, o legislador avoca para si todas as decisões importantes e deseduca. Decidiu que todos temos de pagar por air bag e ABS. E decidiu que onde não tiver lombada ou radar ninguém reduzirá a velocidade.

  • Filipo

    Mesmo como opcional, desvirtuaria da proposta do carro. Como já foi dito, uma transmissão automática convencional (epicicloidal) diminuiria seu desempenho, que é sua principal virtude.
    Quer um 2L automático da Renault? Vá de Fluence ou Duster.

    • Lorenzo Frigerio

      O problema é que alguns acham que detém o “monopólio” do que configura “esportividade”. A Renault já pagou um mico com o Fluence GT, e vai quebrar a cara de novo, com sua opinião preconcebida.
      Eu apreciaria um carro com o acerto dinâmico do R.S., mas 6 marchas manuais com 3400 rpm a 120 km/h é um verdadeiro “put off” para a maioria das pessoas de hoje. Por isso que eu disse, deveriam vender esse acerto como opcional em outros modelos.
      Se o Tiptronic 6 “diminuiria o seu desempenho”, então é porque ele não tem desempenho suficiente no motor. Mas eu discordo, acho que não diminuiria, pois as mudanças do automático são mais rapidas, e você recupera o que perdeu no conversor, além do carro ficar muito mais civilizado na cidade. Tanto que a Peugeot e a Citroën fazem essa combinação do THP com o AT6 nos topos de linha, e pelo próprio desempenho o acerto do chassi também tem que ser “esportivo”.

      • Filipo

        Você acha que não diminuiria o desempenho com uma caixa epicíclica? Paro então por aqui. Valeu!

        • Kyozuki

          Câmbio automático de 6 marchas ou mais, costumam melhorar as retomadas, mas numa aceleração de 0-100 o manual é sempre melhor.

          • Filipo

            Melhorar retomada? Com câmbio epicíclico? Never! Quer dizer, só se a pessoa for “bração”.
            Já se fosse um dual clutch, você teria toda razão.

      • Kyozuki

        Sendo opcional, não vejo problema nenhum.

  • Fernando Gimenes

    A melhor reportagem de todas, completa e com os melhores !!! a segunda melhor foi do Flatout! Parabéns.

  • Daniel Arendt

    Parece que no teste de certa revista , o 0 a 100 do Sandro RS foi na casa dos 10 segundos , não é muita diferença ao anunciado pela fábrica?

    • Daniel, não sei de qual revista está falando, mas o que importa é que o fabricante não pode divulgar números falsos. Não medimos, mas pela minha experiência não achei nada estranho esses 8 segundos.

    • Dennis Hartmann

      Daniel, a medição feita pela 4Rodas foi utilizando gasolina. Eu vi a Folha de São Paulo fazendo 9sec, No nível do mar este número cai muito!

  • Daniel Arendt

    Parece que no teste de uma certa revista o 0 a 100 do carro foi na casa dos 10 segundos , não é muita diferença ?

  • TiFoSi

    Vi no site da Renault e em fotos pré lançamento pneus extremecontact, mas ele vem com os pneus sportcontact3, alguém sabe se foi uma troca técnica?!?!
    Abraço e parabéns pela reportagem!!!

  • Alvaro José Ferreira Cruz Cruz

    Para quem vai utilizá-lo principalmente em estradas, qual dos pneus seria o ideal levando-se em conta desempenho x consumo ?

  • Lemming®

    Comandos acionados por corrente ou correia? Na ficha técnica consta como correia mas podia jurar que me lembro de que nos motores nissan o acionamento era por corrente…
    Não encontrei nada no site da Renault.

    • Lemming, o motor é Renault. Não é Nissan.

      • Lemming®

        Grato. Fiz uma confusão tremenda.
        Gostaria de saber porque os fabricantes insistem em utilizar correia em vez de corrente.

        • Kyozuki

          Para comandos de válvulas duplo variável, a corrente não serve, a vantagem da correia é o peso e o silêncio em relação à corrente.

          • Antonio Pacheco

            Kyozuki, o motor do Corolla tem duplo comando variável e possui corrente. Acho que o motivo pode ser outro, peso e silêncio citado por você ou mesmo economia, já que o conjunto correia, tensionadores deve ser mais barato.

  • Rafael Kleber

    Quem tem mais chão, ele ou o Swift?

  • Paulo Eduardo Balsamão

    Boa tarde, vocês têm informação sobre a capa de borracha que tem na caixa do filtro de ar do Sandero R.S., com o escrito “for track only”, a qual, uma vez retirada, revela uma grade cheia de furos redondos, permitindo mais entrada de ar no filtro? Sabem se há ganho de potência, ou apenas deixa o som do motor mais encorpado? Abraço.

  • Paulo Eduardo,
    Não temos essa informação, mas pode ser que resulte em ligeiro aumento de potência. Vou atrás do assunto para se ter certeza.

    • Paulo Eduardo Balsamao

      Ok, Bob, no aguardo. Na imprensa especializada, apenas o Flatout mencionou a existência dessa capa, supondo que sem ela há um aumento de potência. Na concessionária em que fui aqui em Brasília, o vendedor sabia de sua existência, mas não soube dizer se de fato há aumento. Não acho que a Renault Sport tenha colocado esse interessante recurso apenas para realçar o barulho do motor, mas de todo modo seria interessante alguém esclarecer a função dessa capa, mormente considerando a proposta do carro para track days. Talvez a retirada dela faça as vezes de um filtro esportivo, ou seja, talvez não haja necessidade de se comprar um filtro esportivo para o Sandero RS (tampouco remapear a injeção para adequá-la à maior vazão de ar permitida pelo filtro esportivo). Abraço.

      • mattbiondi

        Eu senti diferença apenas no ronco. Mas já vale muito a pena.

  • Paulo Eduardo Balsamão

    Empate. Veja o comparativo no VeloCittà.
    https://m.youtube.com/watch?v=1VU6MIk7Nxc

  • mattbiondi

    Sou o mais novo proprietário de um RS. Chegou na semana passada e só comprei devido à essa matéria. Muito satisfeito!

  • rafaelseixasf

    iae blz, ql seria o consumo desse carro rodando no modo normal na cidade ? valeuu

    • mattbiondi

      A moça da Itavema France pediu para que o primeiro tanque fosse de gasolina para que ele fosse lubrificado. Andando normalmente, o motor demonstra ainda estar bem amarrado e o computador mostra 6,3 km/l, ainda no primeiro tanque. No manual pede para não passar de 3500 giros antes de 1000 km. Acho que na gasolina é bem factível de se fazer 7,5, talvez 8 andando normalmente. Mas no álcool, com o acréscimo de potência, acho que vou ficar entre 5,5 e 6. Mas valeu cada centavo. O carro é muito legal, anda muito bem, tem um ronco sensacional, ainda mais sem a borracha do filtro de ar.

      • Paulo Eduardo Balsamao

        Parabéns pela aquisição meu jovem, a vida é pra ser vivida! Me tire uma dúvida, o filtro de ar fica abaixo dessa entrada extra de ar, não é isso? O pessoal da concessionária falou em alguma restrição de uso sem a capa de borracha? Abraço e bom divertimento com o RS.

        • mattbiondi

          A entrada de ar fica na caixa onde o filtro de ar está localizado. Pelo que eu pude entender, o filtro está mais embaixo sim. Ninguém me falou nada sobre restrições. De vez em quando vou abrir o filtro e checar se ele está mais saturado do que o normal.

          • Paulo Eduardo Balsamao

            Massa! Grato.

  • Junior

    Parabéns cara, to pensando em trocar o meu Polo por um RS. Me diz como é o câmbio, ele é bom como o do VW(Polo)?

    • mattbiondi

      O câmbio do Polo é mais preciso, assim como sua alavanca mais curta, traz mais prazer ao dirigir. Mas o Sandero não incomoda nem um pouco. Não errei marcha nenhuma vez, mesmo andando forte. De qualquer forma estou muito satisfeito com o carro e se for o Polo 1.6, que tive bastante contato, vai sentir muita diferença no desempenho. O mais legal do carro é que quando você estica as marchas, pelo câmbio ser curto, a próxima já entra com 4.000 giros, com muito fôlego, então, quando a terceira entra, um carro comum não acompanha. E vai assim, empilhando marchas até a sexta. Estou fazendo 8 no álcool, e não vi nenhum outro na rua ainda aqui em SP. Pelo visto apreciadores DE VERDADE de esportivos e peruas ficaram nos anos 90.

  • Junior

    Obrigado por responder mattbiondi. Estou bem animado com o sandero RS, meu sonho sempre foi ter um Golf GTI, mas pelo preço e o custo de mante-lo, ficou inviável. Vou ver se pego esse RS.

    • mattbiondi

      Você pode tentar um Mini Cooper S manual. Está encalhado nas lojas, anda igual ao GTI e dá para achar por pouco mais de 90 zero. Se procurar acha usado por pouco acima de 80. E o carro é animal, eu te garanto. De 2014 para a frente tem motor 2.0 turbo com 192 cv. Só tem 100 unidades circulando com câmbio manual no Brasil.

      • Alex

        Valeu mattbiondi pelas dicas! Também vou de R.S. porque não tenho condições de ter nem Golf e nem Cooper. Acho que nem preciso fazer test drive, porque pelas dicas e videos da galera do AE ficou claro o quanto esse carro é bom.

        Abração!

  • Alexandre Minetto

    Mattbiondi

    Estou tentado a trocar meu 208 em um Sandero R.S., o que você tem para relatar a respeito do carro?

    Como é o convívio diário com a suspensão mais firme e pneus 17″? Fica pulando muito a ponto de cansar, ou é uma firmeza que não chega a incomodar?

    Você tem noção de preço de peças de desgaste mais corriqueiras, tipo pastilhas de freio e afins? Foge muito do preço da linha Renault Logan/Sandero (tive um Logan há alguns anos, e o preço era tranquilo na concessionária).

    Se puder relatar o que tiver de interessante pra compartilhar conosco, que somente que tem o carro e usa tem para falar, será de grande valia!

  • Vitor Watanabe

    Hahaha, bom dependendo da região onde você circula, pode ser que você veja o meu andando por ai… Peguei estou com ele a umas 2 semanas, e concordo com você… em termos de acabamento é um Sandero, mas dirigibilidade, som do motor e design é outro carro. Muito bom para andar no dia a dia hahaha

  • Gustavo Ebbo

    Mattbiondi, em relação ao consumo na gasolina? Qual média você faz? Estou pensando em pegar o rs e dirijo a maior parte do tempo em estrada. Meu carro faz cerca de 12km/l andando entre 100/120 km/h e essa média me deixa satisfeito.

  • ForaPT, conforto de banco é algo pessoal e consumo vai muito do que se imagina ser bom, mas jogar de “janela a janela” não tem absolutamente nada a ver com rolagem, mas com aceleração lateral, e se isso ocorre é porque essa aceleração é alta. Potanto um mérito, nunca um demérito.

  • mattbiondi

    Você acha mesmo que a França, uma das maiores economias do mundo, um pais com centenas de anos de história, não é capaz de fazer um carro bom? Se continuar com esse pensamento, realmente só poderá ter Toyotas com sua simplicidade à toda prova.

  • mattbiondi

    Cara, o Etios me parece ser um carro bom, porem é uma proposta totalmente diferente do R.S. Racionalmente talvez não haja nenhum motivo para você trocar de carro. Mas se pensarmos assim, é melhor todos nós andarmos de transporte público de uma vez, que pró-meio ambiente, mais barato e nos obriga a fazer exercícios.

  • mattbiondi

    Bom, de verdade, automóvel é um assunto que me interessa bastante e mesmo assim, não conheço PESSOALMENTE ninguém que tenha tido problemas graves com câmbios franceses ou com motores da VW. E como diz o Bob Sharp, a Internet é muito legal, porém um dos pontos negativos é amplificar problemas pontuais, que acontecem com todos os carros, uns mais, outros menos.

  • Cristiano, sim, é possível trocar só a sexta. Mas até o custo da troca se amortizar pelo ganho de economia, levará muito tempo. Teoricamente perde a garantia, como no caso de qualquer alteração no veículo.

    • Cadu

      Era meu comentário. Você vai gastar tanto com peça e mão de obra (fora a perda da garantia) que 1 ou 2km/L a mais na conta que vai demorar muito a pagar a conta! Isso se vc usar a estrada com frequência
      É um esportivo! Voltado pra desempenho, agilidade…

  • Cristiano Queiroz de Albuquerq

    É amigo, mas se o carro viesse de fábrica como relação esportiva de primeira a quinta marchas e uma sexta de overdrive, a gama de compradores aumentaria (fica a dica). Significa mais silêncio e economia para viagens. Esse motor tem torque de sobra para ter uma sexta overdrive. Para alguém que anda 1200 km por mês só em estrada (como eu), a diferença de gasto com combustível seria significativa.

    Sobre a velocidade permitida nas estradas, seguindo esse raciocínio não precisaríamos de carros que passassem dos 120, não é mesmo? Minha velocidade cruzeiro é 140 km/h, desde que exista espaço e segurança. Dirigir a 100 km/h em estrada é tortura. Além disso, nossos carros evoluíram desde que estes limites foram criados!

  • Cristiano Queiroz de Albuquerq

    E aí, cara, eu concordo totalmente com você e adoraria um carro só para autótdmo. Mas só posso ter um e ele tem que atender o meu dia a dia. Neste sentido, a sexta (que dificilmente é usada em uma pista), poderia ser mais longa e facilitar (ou baratear) a vida de quem gosta de carro mais esportivo e precisa usá-lo no dia a dia. Mas aproveitando a oportunidade, você poderia me dizer quanto tem feito de consumo na estrada? Abraço

  • Cadu

    Pelo que tenho visto, a pedida das 17″ é tamanha que nenhum concessionário solicita as 16″