Há quase três meses usei o crossover Peugeot 2008 Griffe THP, a versão dotada do motor turbo de 173 cv e que só vem com câmbio manual de seis marchas. Desta vez o testado foi um da versão Griffe 1,6 flex, a versão intermediária, com motor aspirado de 116/122 cv (gasolina/álcool). Já a versão de entrada é a Allure, que significa fascinação em francês.

Eu certamente teria ficado fascinado se em vez de crossover tivessem-no lançado como uma perua, uma station wagon — modelo que tanta falta faz ao nosso mercado — com altura normal de rodagem. Sua dinâmica teria ficado melhor. Não que a do 2008 seja ruim. Ela é boa, porém não é ótima, como bem poderia ser. O problema básico é que, para atender ao gosto altaneiro do consumidor brasileiro, ergueram-no além da conta, exageraram. Ficou com 200 mm de vão livre do solo (35 mm mais que o europeu), o suficiente para passar por cima de um paralelepípedo, o que, convenhamos, não chega a ser necessário, já que não é um jipe transamazônico.

Um crossover prático e agradável  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03302

Um crossover prático e agradável

Como o leitor poderá observar no vídeo, devido a esse exagero, em curvas de baixa e em subida, ao ser acelerado ele facilmente ergue a roda interna da curva e perde tração. A roda fica quicando, sinal que está sendo tirada do chão porque a suspensão já atingiu seu batente inferior. Infelizmente isso está se tornando comum em nosso mercado, como no caso do JAC J3 e Renault Sandero Stepway, dentre outros em que também exageraram na dose. A maioria dos motoristas nem sente isso e muito menos sabe que é um defeito, e a coisa fica por isso mesmo.

Esse porém já foi acusado no teste do 2008 Griffe com motor THP, que por ser mais potente (173 cv), agravava essas indesejáveis reações em arrancadas fortes. As rodas motrizes se alteravam, o que a fazia apontar ora para um lado, ora para o outro, isso porque, com a natural levantada de frente que a forte aceleração provocava, logo a suspensão chegava ao fim de curso de distensão e tirava ora uma, ora outra, roda do chão. Como eu esperava, com o motor 1,6 16v, aspirado, de 122 cv, esse inconveniente ficou bem menos notado, mesmo porque o motor THP, além da maior potência máxima, descarrega muito mais potência em giro baixo, já que o turbo lhe dá torque máximo bem maior e em menor rotação (24,5 m·kgf de 1.400 e 4.000 rpm, gasolina e álcool).

 

O motor 1.6 de 16 válvulas é potente, suave e econômico  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03309

O motor 1,6 de 16 válvulas é potente, suave e econômico, e conta com sistema de partida a frio Flex Start Bosch que dispensa o reservatório e a injeção de de gasolina nas partidas a frio em baixas temperaturas quando com álool

Particularmente, para mim, excesso de potência nunca é um problema e muito menos reclamação, mas devo avaliar um carro a partir do seu propósito. Sendo assim, em vista desse comportamento impróprio, e em vista da boa potência que o motor 1.6 aspirado já produz, 122 cv a 5.800 rpm (álcool), concluo que ele seja o mais recomendável para o 2008. Faz o 0 a 100 km/h em 10,2 segundos e atinge 190 km/h de máxima (álcool), segundo a fábrica, o que são números inquestionavelmente bons. O carro e rápido, leve, o motor tem ótima pegada desde baixa e vai para a região dos giros altos com muita alegria. Corta a 6.500 rpm, o que é 700 rpm acima da potência máxima. Belo motor. Potência especifica alta: 76 cv/litro, bom torque de 16,4 m?kgf a 4.000 rpm (álcool), fora que é econômico. Fez, pelo computador de bordo, 7,5 km/l de álcool na cidade, com trânsito médio, e 11,6 km/l na estrada, viajando a velocidade constante de 120 km/h reais.

 

Os mostradores são de fácil leitura e bom design.  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03312

Os mostradores são de fácil leitura e bom design

Só por curiosidade, nota-se que o 2008 é 8 km/h menos veloz que o 208, que atinge 198 km/h, segundo a fábrica. Teoricamente, as peruas, por terem o teto mais longo que os hatches, têm Cx mais baixo, daí deveriam atingir maior velocidade final, porém a maior altura da 2008 lhe deu maior área frontal, que conta desde o chão, o que lhe dá maior arrasto e a deixa menos veloz. Se o 2008 tivesse a mesma altura do 208, na certa entraria para o seleto rol dos que rompem os 200 km/h. Para isso ele precisa dos 173 cv que o motor THP fornece, e com eles ele chega aos 209 km/h.

 

O velocímetro digital nos ajuda nestes tristes tempos de patrulhamento constante   PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO quatro

O velocímetro digital nos ajuda nestes tristes tempos de patrulhamento constante

Viaja bem. A suspensão é firme, mas nada áspera, quase macia, sendo que, lembrando, poderia ser mais macia caso não o tivessem erguido tanto. A 120 km/h, e em 5ª e última marcha, o giro vai a 3.600 rpm. Pelas características do motor, sua última marcha poderia ser um pouco mais longa e ele continuaria a responder perfeitamente bem. Mesmo assim ele viaja em silêncio e suave. O motor, além de suave, é bem isolado, e praticamente não há ruídos aerodinâmicos. Carro bom para viajar, ainda melhor para a cidade.

 

Interior com chique e bem estudado design europeu  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03294

Interior com chique e bem estudado design europeu

A direção, com assistência elétrica, é de leve para levíssima quando em baixa velocidade, uma característica que muita gente gosta. Conforme a velocidade aumenta a assistência praticamente zera e ela fica firme, no ponto ideal. O volante tem ampla regulagem de altura e distância, e isso somado à regulagem também de altura do banco nos dá ótima posição de dirigir. O banco tem espuma firme. O encosto tem laterais pronunciadas que nos seguram bem nas curvas. O cinto de segurança tem regulagem da altura de ancoragem. Nota-se que todos os pontos que tocamos para os comandos têm toque estudado para ser agradável.

 

Ós amplos ajustes dão ótima posição de guiada  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03321

Os amplos ajustes proporcionam ótima posição de dirigir

Os pedais estão muito bem posicionados e têm bom peso e progressividade. O punta-tacco sai sem esforço ou contorcionismo. A alavanca de câmbio tem curso leve e longo, uma característica dos veículos da marca, e os engates são bons. Comando a cabo.

Os freios, a disco nas quatro rodas, sendo os dianteiros ventilados, são bons. Se o 2008 tivesse altura normal de rodagem, as freadas de emergência, aquelas freadas de surpresa, tortas, seriam mais seguras, com melhor controle, mesmo assim o 2008 encara bem esse tipo de situação, sem problemas.

 

Dois adultos têm bom espaço atrás  PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03315

Dois adultos têm bom espaço atrás

O amplo teto panorâmico é daqueles que agrada no inverno mas é um problema no verão, porque ele esquenta com o bater do sol e irradia calor para dentro do habitáculo, perto de nossas cabeças. A cortina retrátil não consegue evitar essa transferência de calor. O ar-condicionado automático é eficiente.

 

O teto panorâmico cobra o seu preço   PEUGEOT 2008 GRIFFE 1,6 FLEX, NO USO DSC03288

O teto panorâmico cobra o seu preço

O preço sugerido da versão testada é de R$ 71.290

Com mais R$ 3.700 modelo oferece a opção de câmbio automático de quatro marchas.

AK

Fotos e vídeo: autor

FICHA TÉCNICA PEUGEOT 2008 1,6 GRIFFE FLEX
MOTOR
DesignaçãoEC5M 1.6 flex com sistema de partida a frio Flex Start Bosch
Descrição4-cil., 4 válvulas por cilindro, duplo comando, variador de fase na admissão, acionamento por correia dentada
Cilindrada1.587 cm³
Diâmetro e curso78,5 x 82 mm
Taxa de compressão12,5:1
Potência máxima115 cv a 6.000 rpm (G)/122 cv a 5.800 rpm (A)
Torque máximo15,5 m·kgf (G)/16,4 m·kgf, ambos a 4.000 rpm
Formação de misturaInjeção no duto
CombustívelGasolina e/ou álcool
TRANSMISSÃO
CâmbioTranseixo manual de 5 marchas mais ré, tração dianteira
Relações das marchas1ª 3,638:1; 2ª1,950;1; 3ª 1,281:1; 4ª 0,975:1; 0,767:1; ré 3,333:1
Relação do diferencial4,678:1
SUSPENSÃO
DianteiraMcPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, eletroassistida e indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva10,4 m
FREIOS
DianteirosA disco ventilado Ø 283 mm
TraseirosA disco Ø 249 mm
ControleABS, EBD e auxílio à frenagem
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio 6Jx16, estepe em aço
Pneus205/60R16H, inclusive estepe
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx).0,35
Área frontal2,297 m²
Área frontal corrigida0,804 m²
CAPACIDADES
Porta-malas355 L a 1.172 L
Tanque de combustível55 l
PESOS
Em ordem de marcha1.205 kg
DIMENSÕES
Comprimento4.159 mm
Largura sem espelhos1.739 mm
Altura1.583 mm
Distância entre eixos2.542 mm
Ângulo de entrada/saída22°/29°
Distância mínima do solo200 mm
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h11.4 s/10,2 s (G/A)
Velocidade máxima183 km/h/190 km/h (G/A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (computador de bordo)
Cidade7,5 km/l (A)
Estrada11,6 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª33,3 km/h
Rotação a 120 km/h em 5ª3.600 rpm
Rotação à vel. máxima em 5ª5.700 rpm

 

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Lemming®

    Algo instigante o som deste motor. Gostei.
    Acredito que o motorista pacato nem vai mesmo notar que as rodas perdem contato nas curvas…não costumam acelerar mesmo…

  • Marcos Alvarenga

    Será mesmo que disponibilizar uma versão com altura de rodagem civilizada custaria tão caro assim? Ainda mais com o THP é um câmbio manual, melhor conjunto que se pode sonhar aqui no Brasil entre os 0km.

    Sou capaz de apostar que uma versão mais baixa é mercadologicamente indesejável porque associaria todos as versões às peruas, algo vergonhoso hoje em dia, quando o desejo da maioria, ou seja, a lei, é que o bacana é andar SUVE e afins.

  • Fat Jack

    É estranha a situação da Peugeot no mercado nacional (desconheço sua situação na Europa), via de regra apresentam veículos bonitos, na preços exorbitantes e que têm diversos predicados (seu acabamento por exemplo, sempre me agradou) mas que não “embalam” nas vendas (exceto a última versão dos 206, que até ia bem) e talvez também por isso tem grande desvalorização.
    Não sei se é receio dos valores de manutenção, se ainda é aquela “aversão” (que me parece irracional, e falo pelo menos um pouco com conhecimento de causa pois tivemos um 206 na família e agradou tanto que acabou substituído por um 207) por carros de origem francesa (que a própria Renault sofreu).
    Mudando o enfoque, é um belo carro, tanto quanto ao AK, também não me agrada a “aventureirice” forçada que foi imposta ao modelo, poderia mesmo ter ficado bem melhor sem ela.

    • CorsarioViajante

      Fat Jack, só um detalhe: no caso do 2008 o preço, perto da concorrência, não é nada exorbitante, ao contrário. Como exemplo, a versão de entrada do 2008 custa o mesmo que a versão de topo do SpaceFox, mas fica faltando muita, mas muita coisa mesmo na VW – isso sem entrar no mérito de projeto mais recente e tal.

    • A culpa da má fama da Peugeot (E outras marcas) é que o brasileiro médio quer colocar óleo de 10 reais, trocar filtro a cada 100 mil km, e só quer peça paralela.

      Quando fui comprar meu carro, em 2009, procurava um carro que fosse:
      -motor maior que 1.0
      -Bom de estrada
      -Confortável
      -Bonito
      -Itens de conforto mínimo, Direção e ar condicionado.

      Todo mundo me falava, compra Gol, Palio, Celta…

      Ao ver esses carros, me deprimi. Tudo tranqueira. O que era 1.4 não tinha ar. O outro parecia de brinquedo… Um tinha a suspensão mais lixosa que já vi.
      Eis que lembrei dos Franceses. Clio não conhecia ninguém que tivesse. O 206, um amigo tinha.
      Liguei pra ele:
      “Fulano, como é a manutenção desse tal pejozinho?”
      “Ah Mike, pode comprar sem medo. Só fala mal quem não tem!”
      Procurei. Bastante. Achei o meu, 2004, Presence, 1.4 8v, AC, DH, vidros eletricos na frente, bancos em couro e outros mimos, além de ser lindo demais.
      Tô com ele até hoje.

      99% de chance de o meu próximo carro ser um Peugeot.

      • Fat Jack

        Eu ouvi muita gente falando das panes elétricas dos 207, mas quanto ao 206 é a mais pura verdade, meu pai teve um Presence (2007), e tinha recursos muito interessantes, com por exemplo baixar a velocidade do limpador quando o carro estava parado, ou ligar automaticamente o traseiro quando o dianteiro estava ligado e se engatava a marcha ré, eu só tinha uma certa dificuldade em encontrar a posição ideal, mas nada de grave. O 1.4 não é um foguete mas é muito econômico, só não fiquei com ele porque não consegui vender meu Fiestinha Street a tempo.

        • Essa questão de pane elétrica no 207, realmente, pegou, mas muita coisa foi por causa de instalações inadequadas. O 206/207 são multiplexados, qualquer gambiarra lasca tudo, rsrsrsrs…

          Meu 206 2004 tem esses itens que vc citou, regulagem no volante, banco com reg. de altura, iluminação no porta-malas, além de ar, direção, chave com controle de trava/alarme e vidros dianteiros elétricos. E tem uma coisa que é pura besteira, mas é um charme: A luz interna vai apagando aos poucos, tipo um dimmer. É frescura, mas acho lindo, rsrsrs

          E outra, pro ano/valor dele, não achei absolutamente nada que fosse comparável.
          Olhe os carros 2004:
          Gol G3: tudo 1.0, ou sem AC, DH.
          Palio: Suspensão gelatina e freio “botão liga/desliga”
          Celta: Parece um brinquedo, todo feio por dentro, básico de tudo, carro de firma mesmo.
          Corsa: Legal, mas a posição de dirigir não me encantou.
          Fiesta: Acabamento mais ou menos, 1.0 manco demais, 1.6 caro (PRa mim na época)
          Clio: Bacana, era minha segunda opção, caso não achasse o 206 que queria.

          • Fat Jack

            Os Fiesta são também excelentes carros, mas como dizia o título de uma revista quando avaliou um 1.0 deles com a carroceria igual ao do 2004:
            “Um grande carro e um grande motor, mas não fazem uma grande dupla!”
            Tenho um Fiestinha Street Hatch, e te digo, anda muito bem pra um 1.0, encara subidas na boa, chegando a “empurrar” carros mais potentes (e o meu tá chegando na casa dos 140k km!), recentemente andei num 2013 do meu cunhado (sem brincadeira), nas primeiras quadras verifiquei algumas vezes pra ver se o freio de mão não havia ficado levantado…, a diferença é enorme! (talvez além do peso, uma regulagem visando mais economia pode ser responsável pelo fraco desempenho).

      • Lucas

        Pois é, Mike, volta e meia dou umas procuradas por aí pra ver como seria trocar meu Astra sedã 2002. Corolla e Civic são impraticáveis, irreais os preços desses carros. Aí acaba aparecendo a trinca francesa (Fluence, 408 e C4), Focus, Vectra (o falso, Astra H europeu), Jetta ou carros de segmento inferior como Voyage, Siena/Grand Siena, Fiesta. Pelos preços que se encontra e pelas qualidades que vc citou, fico muito seduzido pelo Fluence ou o 408. Por outro lado, também fico com pé atrás. Tivemos em casa uma Scénic que por um lado deixou saudades e por outro nem tanto, pois foi substituída pelo tanque de guerra Fielder. Só que também tenho que admitir que a Scénic que tivemos foi mal cuidada pelos donos anteriores, o que certamente contribuiu com a nossa experiência nem tão feliz assim.
        Enfim, é tanto falatório a esse respeito, mas cada vez mais vejo gente dizendo que quem cuida certinho não se incomoda. O negócio deve ser procurar bem.

        • Vinicius

          Vou te incentivar:

          Nem eu, ao haters, chorem: meu 307 2.0 AT Rallye é 2004/05. Todas as revisões em CCS e a mais cara foi 470,00.

          Hoje, esse carro é de uso secundário. Utilizo um Punto no dia a dia, que entrou como pagamento de um inventário que fiz. Como ele estava com 5.000km, abracei. Só é 2011. Enfim, uso sem dó e vou passar no final do ano, junto com o Fit da patroa, que vou trocar em um 308 THP (que estou dizendo que é para ela, coitada!)

          Ou seja, vendo todos, menos o 307. uhauuauhauhahu

          Agora, a cereja do bolo. Meu carro começou a infiltrar água na junção da chapa do teto com a travessa acima do vidro dianteiro. Mencionei a garantia de 12 (doze) anos para carroceria e a PSA ARCOU COM O REPARO.

          Além disso, nesse tempo, já consegui em garantia (com mais de cinco anos de uso), o retrovisor fotocrômico e a COM 2000.

          E mais, a caixa AL4 do meu carro, manutenida, nenhum problema dá. Nem tranco. E com 104.000k

          • Lucas

            Bacana Vinicius. Sem dúvida, relatos como o seu são muito bem-vindos. Obrigado.

          • Arnaldo Keller

            Lucas, fama por fama, há mais de um século que a Peugeot tem fama de produzir carros robustos. Quem conhece a história do automóvel, sabe.

          • Davi Reis

            Lucas, mais do que ouvir ou ver os relatos, confira sempre com os seus próprios olhos. Não sei se foi aqui que contei esse caso, mas aí vai, de qualquer jeito.

            Troquei de carro recentemente e o 208 Griffe, com câmbio manual era uma opção tentadora. Fui então na (única) concessionária Peugeot de BH, conheci o carro, o vendedor me atendeu adequadamente e tudo mais, mas na hora do preço… O carro ainda era 2015 na época, a linha 2016 chegaria dali a menos de um mês, e ainda assim, me cobravam preço bem acima da tabela. E o vendedor disse que não seria possível fazer melhor do que aquilo, infelizmente. Como não existe outra concessionária da marca aqui na cidade, fiquei simplesmente sem opção. E aí, vem outra indagação: como apenas uma concessionária, pequena ainda por cima, trataria de uma frota de carros vendidos em uma cidade grande como BH? Em uma jogada só, três concessionárias da marca fecharam na cidade! Não creio que mais esta feche as portas, mas compreende o receio? Como fica preço de revisões? Se o serviço prestado não for adequado, a quem recorro? Para quem roda muito, como eu, com quanto tempo de antecedência teria que marcar as minhas revisões (e ainda correndo o risco de ter que ficar com o carro parado, para não estourar a quilometragem)? Ou seja, a Peugeot perdeu uma venda em potencial de um fã do 208 não por problemas do produto em si, mas por problemas localizados de sua logística. Falam de reestruturação da rede, o que eu acredito, tendo em vista que parece que a qualidade do atendimento melhorou de uns tempos para cá, mas me parece um erro primário deixar uma capital grande com tal atendimento. Fico imaginando como devem estar cidades do interior.

          • Peugeot, só fala mal quem não tem, rsrs

          • Rodrigo Sanvido

            Ops… eu tive e falo mal com razão. Minha 207 SW aut, em 1 ano de uso foi guinchada 3 vezes.
            O câmbio só deu problema (não conseguia subir ladeiras íngremes). Problemas elétricos tive uns dois (por dia). Chegou ao absurdo de não reconhecer a própria chave. Acho os Peugeots lindos, tenho muita vontade de ter um 408, mas acho que não tenho coragem de realizar essa vontade!!!

        • Mano, pega um 408 e seja feliz, rsrsrsrs.

          Civic e Corolla “se acham demais”, são bons carros, mas não valem o que custam.
          Focus eu gosto, Vectra falso não me desce, e Fluence e C4 são bacanas.

          • Lucas

            Legal, Mike. Dos que citei acima, o 408 é o que mais me atrai. Rola só aquela pulga atrás da orelha por tudo que falam de dar muita manutenção, ser cara e etc, etc. Mas a hora que eu for trocar de carro, sem dúvida vou considerar o 408.

      • CignusRJ

        Provavelmente um branco, pelo seu avatar 🙂
        Já tive Peugeot nos anos 90 e inicio dos 2000. Minha esposa tem um 207 sedã ano 2013 e não tem o que reclamar. Nem do Pós.
        Agora, o Pós deve variar de região para região, se na cidade só tem uma css ou mais etc.
        Aqui no RJ vc encontra algumas boas e outras ruins.
        Posso afirmar que em comparação ao atendimento dos anos 90, hoje esta muito melhor.
        .

      • RoadV8Runner

        O problema da Peugeot, ao menos nas concessionárias de Campinas, era o péssimo atendimento prestado no início das atividades aqui no Brasil. Mas atendimento ruim mesmo, displicente. Hoje não sei se está diferente, já que saí de lá a mais de 10 anos. Dois casos de duas amigas que “sofreram” nas mãos das concessionárias de lá, por volta de 2001, ambos com carros comprados 0 km:
        1) Peugeot 206 1-litro. Sofria de falhas constantes em aceleração desde que havia sido retirado da concessionária. Foram mais de seis meses de briga com a concessionária, que insistia em combustível adulterado, pois na opinião deles o carro estava perfeito, nada havia de errado. Dei a dica a essa amiga para pôr em xeque a concessionária: usasse o máximo possível a gasolina do tanque, até atingir a reserva; aí, pedisse que alguém da concessionária a acompanhasse até um posto onde a Peugeot abastecia os carros regularmente, para servir de testemunha. Fez isso (não sem antes alguma discussão com a gerencia da concessionária…) e o problema de falhas continuou. Resultado: o carro foi enviado para a fábrica, permaneceu por lá por cerca de 45 dias e voltou perfeito. O que foi feito de fato, permanece um mistério, já que não foi dado maiores detalhes dos serviços (foi dito que fez-se uma revisão do sistema completo de injeção).
        2) Peugeot 405 SRi 2-litros. Revisão padrão dos 30 mil km (ou quilometragem semelhante, não me lembro ao certo). Alguém da concessionária quebrou a caixa do filtro de ar do motor e queria cobrar pela troca, que foi prontamente recusado, claro. Foi oferecida solução que considero porca: conserto através da colagem com resina epóxi da caixa quebrada, isso em um carro com praticamente um ano de uso. Resultado: sem acordo amigável, processo no tribunal de pequenas causas, para ter a peça nova trocada sem custo, já que a falha havia sido da concessionária.
        Para mim, baseado nessas duas experiências negativas, não compraria modelo Peugeot em Campinas de forma alguma.

        • A rede de Campinas tinha má fama mesmo. Em Maringá já não tenho um pingo de queixa.
          Parece que de uns anos pra cá, a rede deles deu uma boa melhorada, descredenciaram algumas, treinaram outras, etc…

          Não são palavras de fanboy, tá, rsrsrsr

          É que sou membro do Clube Peugeot, e acompanho bastante, rsrsr

          • Domingos

            Cidade universitária é tenso, para não falar a palavra certa.

        • agent008

          Céus! Que vergonha para a marca. Estou no segundo carro da marca (quarto se contarmos um 206 e um C4 do meu irmão que usei várias vezes) e é óbvio que são ótimos carros, mas a rede é fraca. As duas mais próximas de minha cidade fecharam recentemente. A mais perto tinha uma oficina louvável, o chefe dela estava entre os 3 melhores do Brasil em competição interna da marca. Uma grande perda, agora terei que levar em uma loja a 200km de distância para fazer as revisões…

    • John Marston

      Fat Jack, concordo com suas afirmações, os carros da Peugeot estão entre os melhores na sua categoria. O único problema na minha situação é a falta de concessionárias da Peugeot aqui em SC, a mais próxima agora é a 200Km. Fiz o Test Drive no 208 e ele é excelente, mas este fator de pós-venda me faz pensar seriamente em não comprá-lo.

    • Rafael_Alx

      Olha a situação da Peugeot na Europa toda eu não sei, mas estive em Lisboa no começo do ano e vi muitos 208 rodando por lá. Aliás, os compactos que mais vi por lá foram 208, Punto (aluguei um 1.2 por uns dias), smart e Fiat 500 (esses dois últimos que são carros de imagem por aqui, tem versões básicas baratas com calotas por lá).

      Acho que vi um ou outro up!, peugeot 108, e Clio (da geração mais nova). Já de carros médios, no lugar de Civic e Corolla que tem bastante por aqui (nada contra), Mercedes e BMW’s…. Sendo que entre estes, a proporção de sedans e SW estava bem equilibrada com alguma vantagem para as SW!

    • TDA

      A situação da Peugeot européia andou melhorando de uns dois anos pra cá. O projeto do 208 foi muito bem recebido por lá (o 208 foi o mais vendido na França em setembro) e o plano de reestruturação por lá deu certo. A Peugeot está investindo bastante nos seus novos produtos, como a nova plataforma EMP2 e o novo 308 que tem incomodado um pouco o líder Golf VII. Também existe a nova gama de motores Puretch, que inclusive ganhou o prêmio de melhor motor do ano na categoria 1,0 a 1,4 L.
      Sobre a questão dos preços, tenho que discordar. Atualmente os carros da Peugeot estão muito caros, fora da realidade. Um 208 Griffe AT custa 64 k, há dois anos era 52 k.

  • Marcio TD

    Esse motor é muito bom. Trabalha em giro alto sem reclamar.
    Essa suavidade, se transforma em prazer na pilotagem.

    • Lorenzo Frigerio

      Esse motor não é o mesmo 1.6 de 110 cv do 206, considerado áspero?

      • André Andrews

        Eu tive um Feline com este motor, e só era áspero no álcool, pois não tinha a taxa mas alta de hoje e andava com ponto avançado. Por isso, não dá pra comparar com o de hoje.

        E a r/l deste motor é uma das mais baixas conhecidas. O corte era limpo, e me pegou várias vezes no corte sem nem perceber, de tão liso.

  • Vitor

    Gosto desse motor derivado do TU5. Conseguiram um motor flex com o mesmo consumo do somente a gasolina.
    Para uma próxima experimentem fazer o teste com gasolina, deve fazer algo em torno de 11,5 km/l na cidade e km/l na estrada.

    • lightness RS

      Não deve fazer 11,5 na cidade não, muito pesado!! O 307 aqui de casa que tem em torno do mesmo peso, faz 10 com todo amor e carinho… na gasolina… enão é rodando em SP, é interior, asfalto só em ruas principaaaaaaais

  • Daniel S. de Araujo

    Peugeot tem um curso pequeno na suspensão traseira.

  • Ronaldo Cordeiro de Souza

    Boa tarde, AK!

    “120 km/h, e em 5ª e última marcha, o giro vai a 3.600 rpm” , Vc não acha esse giro um pouco auto?

    • Achei, tanto que escrevi exatamente isso, um pouco alto, porém, não incomoda, porque o motor trabalha liso e silencioso. Mas que ele tem potência para que a 5a fosse um pouco mais longa, tipo ficar a 3.300/3.400, tem.

      • Elvys

        Uma sexta marcha não ajudaria no consumo?

    • Lorenzo Frigerio

      Mal do câmbio curto… carros franceses e italianos. É a cultura dos caras. Acham que ainda fabricam Cinquecento e 2CV.

      • Lorenzo, por favor, deixei claro que achei o câmbio “só um pouco curto”. Só um pouco, entendeu? Por favor, não distorça o que escrevi com clareza.

    • lightness RS

      Câmbio curto cara, qualquer Peugeot é assim, já que o Brasileiro não sabe usar o câmbio.. O 307 aqui de casa é 3100rpm a 100km/h, eu acho um desperdício, o carro já é econômico assim, mas não pode passar de 100 110 senão e media vai pro espaço… com um câmbio mais longo ficaria PERFEITO.

    • Comentarista

      Do duster é 3900.

  • TDA

    Excelente matéria Arnaldo. Os carros da Peugeot são muito bons, bem melhor dotados de itens de conveniência e tecnologia que os rivais, mas com preços fora do normal para uma marca que vem perdendo mercado ano após ano. Ainda não entendi o plano de reformulação iniciado pela presidência da PSA do Brasil.

  • CorsarioViajante

    É muito alto para uma perua, mas muito baixo para um “aventureiro”. Meio que morre na praia e acaba desagradando ambos os públicos. Para efeito de comparação, aqui em Campinas, já vi mais Golf Variant, que tem uma proposta clara e custa muito mais, do que o 2008. Além disso, faltou o Isofix, essencial para um veículo com proposta familiar e lançamento com apelo tecnológico e tal.
    Inegável porém é que o pacote de equipamentos é muito bom, e não se encontra nada similar pelo preço, especialmente comparando com as versões cansadas e peladas de Palio Weekend e SpaceFox. A versão de entrada já é excelente para a maioria, mas na Peugeot me informaram que “não existe ainda, talvez lancem algum dia”. Não tiveram interesse em anotar meu telefone para avisar quando chegasse.
    E aí para mim chegamos ao ponto, acho que a postura da Peugeot no relacionamento com o cliente continua polêmica e fraca. Foi o que senti pelo menos, total desmotivação e falta de interesse em me seduzir ou minha esposa, que achava o carro lindo. Ambos saímos decepcionados.

    • Leonardo Mendes

      Essa versão de entrada – Allure – tem mais saída nos mercados de PPD e pessoas jurídicas… no próprio site da Peugeot tem um certo “2008 Business” que nada mais é que a versão de entrada pra esses mercados.

      • CorsarioViajante

        O 2008 business que eu saiba só com câmbio automático de 4 marchas, não achei o manual no site.

  • Esse carro tirou o 208 da minha cabeça.

    Sobre a altura da suspensão, acho que tem um pessoal no Clube Peugeot que já tem o código das molas européias para trocar.

    Ficaria show.

  • Mr. Car

    Sou bastante fã dos carros franceses, e com este não é diferente. Tenho certeza que para o meu estilo de dirigir, esta altura em excesso não seria problema, e este motor, que já proporciona ultrapassagens seguras e boas retomadas, além de poder manter uma boa velocidade de cruzeiro, não me faria sentir falta do turbo. Ainda assim, também gostaria de ver uma peruinha derivada do 208.´
    Para pensar: “A verdadeira felicidade custa pouco; quando é cara, não é de boa qualidade”. (François René de Chateaubriand)
    Para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=Y7PrQX-bGCI
    Esta formosura, que foi uma das coisinhas mais lindas do cinema, é hoje uma velhinha de 91 anos. Ah, tempo, como você é cruel, he, he!

    • Mr. Car, era um anjinho essa Doris Day. Foi o Groucho Marx que disse que a conhecia fazia tempão, desde quando ela ainda não se tornara virgem…

      • Mr. Car

        Se era um anjinho (no sentido comportamental) eu não sei, mas que era linda, isto era. Ah, o tempo! Outro dia li um cronista de algum jornal, se lamentando que todas aquelas mulheres lindas do cinema não existiam mais. Pelo menos não como as películas as eternizaram, embora muitas ainda estejam vivas. É o caso da Doris Day, he, he!
        Abraço.

  • Fat Jack

    Corsário, perfeitamente…, já corrigi, foi apenas um erro de digitação…. entenda-se “…não a preços exorbitantes…”

  • Roberto Alvarenga

    Sei lá, não consigo achar graça nesses suvinhos… imaginem uma 208 SW… pode ser com esse mesmo motor 1,6 litro (não quero nem pensar no que seria com o THP)… uma perua de verdade, com o design do 208, na linha do que foi a 206 SW, seria bem mais interessante, não?

    • lightness RS

      Opa, não me faz ter sonhos impossíveis cara… Uma 208 SW com esse 1.6….. q sonho, e uma versão esportiva com o THP ainda.

  • TDA

    Na europa o pacote básico já traz airbags dianteiro e de cortina assim como aqui no BR mas lá tem o ISOFIX. Mancada total da Peugeot retirar esse equipamento que já era previsto no projeto do veículo. E as CCs continuam pecando tanto na venda como no pós. Lastimável.

    • CorsarioViajante

      Eu fico me perguntando, será tão caro colocar o Isofix? Justifica mesmo essa economia num veículo com apelo familiar?

  • TDA

    A própria Peugeot tirou o 208 da minha cabeça quando tratou de aumentar os preços compulsivamente rsrsrsrsrs

  • Lorenzo Frigerio

    Bob, desculpe mais um comentário off-topic, mas acho pertinente a todos.
    Alguns posts atrás, comentei que havia tomado uma multa de R$574,00 por “transitar sobre faixas de canalização”. Pois bem, achei vantajoso me livrar da multa pagando-a antecipadamente com 20% de desconto. Era o começo deste mês, então resolvi agendá-la no Bankline para a data de vencimento (24/9). Descobri então que, só para complicar a vida da gente, esses boletos da PMSP não permitem agendamento. Portanto, deixei o boleto de lado e esperei, mas confundi a data de vencimento e a perdi. Pensei, então, “vou pagá-la parcelada”, coisa que qualquer prefeitura prevê no sistema. Acontece que não só não havia informação alguma sobre isso no portal da PMSP, como não era possivel a emissão parcelada de boletos. Liguei no 156 e não sabiam de nada. Eventualmente, me mandaram ligar no DSV, cujo número não está no portal da Prefeitura. Finalmente, falei com alguém que explicou a coisa.
    É o seguinte: o Kassab, quando prefeito em 2008, resolveu trazer a Prefeitura ao século XXI e, por decreto, instituiu o parcelamento de multas de trânsito. Isso era uma coisa possível e normal na Prefeitura.
    Foi aí que entrou Haddard Suvinil e acabou com essa possibilidade (não sei se revogou o decreto, ou o que ele fez), sob a desculpa que “a Prefeitura não é instituição financeira para parcelar multas de trânsito”. A funcionária do DSV disse que “a orientação é financiar o parcelamento da multa no banco”.
    Veja bem, eu tenho uma multa de R$574,00 para pagar e a Prefeiura só aceita pagamento `

    • Milton Evaristo

      Eu deixo todas as minhas multas agendadas. No próprio site da prefeitura tem como pegar o boleto a qualquer tempo antes do vencimento pelo Renavam. Você só tem possibilidade de pagar no ato se fizer a consulta de multa pelo Renavam dentro do caixa eletrônico ou Internet banco.

      • Lorenzo Frigerio

        Eu tinha o boleto na mão, fui tentar agendar pelo Bankline e ele só aceitava pagamento à vista. Não havia opção de agendamento. Agora, eu normalmente deixaria quieto para resolver no próximo licenciamento, daqui a quase um ano… mas o débil-mental pode ter ordenado mandar as multas ao CADIN antes disso. Lembre-se que é multa municipal, não rodoviária.

        • Milton Evaristo

          Estranho, eu agendo normalmente pelo código de barras. Só se for pelo Renavam é que não dá.

      • Comentarista

        Tenho 20 anos de carteira e nunca tomei uma multa. Vc falou que paga multas como se fizesse compras semanalmente kkk

        • Milton Evaristo

          Como disse o Arnaldo: “Hoje, quem toma multa de velocidade não é porque estava correndo, mas porque bobiou”. E tem também o rodízio…

          Parabéns pra você, nesta data querida…

    • Zelig

      Claro que dá pra agendar!

      Sempre pago no último dia do desconto.

    • Domingos

      Esse prefeito não tem nada de bom. A esquerda é uma mentira total. Até a “caridade” dela é uma COMPLETA mentira.

      Ou seja: o sonegador/devedor crônico que deve 10, 20 paus em impostos de um negócio pode parcelar e você, por uma mera infração pontual, é um “criminoso branco” (no mesmo sentido de arma branca) que já fez um dano “incalculável” à sociedade se usando dos seus “privilégios” e portanto deve pagar imediatamente.

      Também está sendo legal ver a festa de agentes e radares móveis na marginal tietê. Mas, entre as pontes, eu ando na velocidade natural.

  • Mineirim

    AK,
    Cuide das costas! Melhore a postura, levantando um pouco o encosto! Conselho de amigo. hehe
    Quanto ao carro, me parece um 208 tunado. Não consigo gostar do 2008. Já o modelo original acho bem interessante para um carro compacto.
    Abraço

  • Elvys, não é necessário tanta marcha assim, além do que nem todos gostam de mudar marcha. E ele já é econômico o bastante. Para a categoria está bem.

  • Lorenzo, não entendi o porque da sua pergunta. Mas dirija um 2008 e verifique por si mesmo. Tire suas dúvidas, se não bota fé na minha avaliação. É seu direito. Já o meu direito é defender o meu trabalho se ele é questionado. Certo?

    • Lorenzo Frigerio

      Não estou questionando o seu trabalho, absolutamente. Estou perguntando se é o mesmo motor.

  • Daniel Antonio Fonseca Lucinda

    AK e BOB,

    Não sei se essa espécie de “preconceito” com os carros franceses ainda subsiste aí pelo estado de São Paulo, porém aqui no interior de Minas, de onde sou, quando cogito a hipótese de comprar um desses a patroa reclama, o pai, o cunhado, o vizinho e o mecânico, todos alegando um pós-venda terrível e sobretudo alta desvalorização.

    Por essas e outras nunca tive coragem de comprar um. É pertinente, na opinião de vocês, esse argumento da inferioridade do pós-venda e do valor de revenda em relação às 4 “brasileiras” + Honda e Toyota?

    • Junior

      Daniel, escute os conselhos deles que estão certos, não é preconceito é a realidade. Peugeot nunca mais.

      • TDA

        Cada um tem a sua opinião. Eu, que possuo um Peugeot tenho a minha e bate exatamente com o que o Mike Castro comentou. Os carros da Peugeot são tão bons quanto e talvez melhores do que os concorrentes das “4 grandes”. Sobre as “2 japonesas” perdem feio nos quesitos revenda e manutenção e ganham nos quesitos prazer de guiar e emoção (acho os japoneses muito sem graça, minha opinião). Pós venda vai depender de concessionária para concessionária, umas boas, outras ruins. A dica do Mike sobre o Clube Peugeot é muito válida.

        Vejo muita gente reclamar dos veículos Peugeot mas a grande maioria dos reclamões compram usados não muito confiáveis ou não fazem manutenção corretamente e daí reclamam do carro, da marca, das lojas, dos mecanicos, dos preços…

  • RoadV8Runner

    O Peugeot 2008 é um modelo feito para quem, de fato, gosta desses modelos altinhos. No meu caso, faço coro para que lancem uma perua com esse maravilhoso motor. Pelo menos existe a opção de câmbio manual para o 2008, mesmo na versão de 173 cv (“que só vem com câmbio manual de seis marchas” – isso é música para meus ouvidos!), o que é louvável, já que a esmagadora maioria dos modelos “de topo” vem com câmbios automáticos ou robotizados, se tanto…

  • RoadV8Runner

    A fama das concessionárias Peugeot aí de Campinas nunca foi das melhores… E, pelo visto, a fabricante não se interessa muito em melhorar.
    Acredito que o maior problema do sistema Isofix aqui nesta terrinha torta seja ainda não estar regulamentado. Para economizar alguns trocados, alguns fabricantes optam por removê-los, já que oficialmente eles “não existem”… Como sempre digo, é uma presepada atrás de outra por aqui, a anos o sistema Isofix mostrou-se confiável e nada por estas bandas!

    • CorsarioViajante

      QUe eu saiba, o isofix já foi finalmente regulamentado definitivamente pelo inmetro, tanto que já é possível achar (poucas) cadeirinhas homologadas com o sistema em lojas. Mas para mim isso não é desculpa, pois muitos fabricantes já colocavam o sistema mesmo antes de ser homologado pois muita gente importa diretamente cadeirinha e bebê conforto ou pelo menos a base. Tenho um Polo 2009 que já tem o sistema, não entendo porque o “tecnológico” 2008 não oferece um negócio tão simples e bobo!

  • lightness RS

    Esse 1.6 16v deve estar uma beleza melhor ainda agora, claro que é um carro mais leve, mas o Pug 307 2007 da minha mulher chega a fazer 15km/l tranquilamente na estrada, na gasolina é claro, afinal álcool só vale a pena em 10% do Brasil., mesmo com o câmbio curto (3100rpm a quase 100km/h) e tem 5cv e menos taxa de compressão. Com a taxa melhor deve estar menos beberrão no álcool, já que nele não passa de 11km/l, 12 se andar que nem uma vovó

  • lightness RS

    É derivado deste, e este não é aspero, pelo contrário, de onde tirou isso?! Gosta de girar, depois dos 5000 rpm que ele anda mesmo

    • Lorenzo Frigerio

      Então devem ter feito alterações, como fizeram no “Corsatec” 1.8.

  • dncmotors

    Axo que molas eibach e rodas aro 17 com pneus de medida acertada 215/50 ja melhorado bem esse carro. O que já é bom de chão.

  • Wagner Bonfim

    Olha, tá complicada a situação: aqui em Vitória – ES fecharam todas as concessionárias da Peugeot (3). As da Citroën assumiram a parte de serviços, mas as vendas de novos, pelo que li, nada.

  • Leonardo Mendes

    Minha mãe está com um 2008 Griffe, porém com transmissão automática.
    Para o uso de uma senhora de 73 bem vividos e saudáveis anos é mais do que suficiente: altinho, de boa aparência (o mais bonito da categoria, diga-se de passagem) e de condução fácil e agradável.

    Pra mim falta muito pra ser um carro minimamente interessante… tem lá seus pontos positivos mas, num todo, não me disse a que veio.
    Como mini-SUV é uma boa perua aventureira… se a Peugeot o tivesse batizado como “208 Escapade” ninguém notaria a diferença.

    E graças ao Arnaldo que descobri que sou dono de um 208 Fascinação.

  • Ilbirs

    Como já dirigi o 2008 Griffe automático em abril (auxiliando um familiar que busca automóvel segundo os descontos para portadores de necessidades especiais), posso dizer algumas coisas:

    1) De fato essa altura livre de 20 cm passa-me a impressão de ter deixado a versão brasileira desse veículo meio torta em seu comportamento. A Peugeot poderia muito bem ter mantido os 16,5 cm de altura livre, que já é 0,5 cm a mais que os 16 cm de um up! ou 0,5 cm a menos que a atual altura livre do solo do Lancer. O balanço dianteiro do 2008 não é tão comprido quanto o de um Lancer, mas não tão curto quanto o de um up!, significando aí que para a tal altura livre original do solo já havia um bom ângulo de ataque. Se quisessem erguer um pouco, poderia ficar em 18 cm e já ia ser suficiente.
    Uma das graças desse SUV é justamente ser meio anômalo em proposta, tal qual um X1 de primeira geração. No caso do 2008, seus 1,55 m (altura original) ou 1,58 m (com a altura livre aqui adotada) só são isso porque a carroceria em si é baixinha. A Peugeot poderia ter dado como opcional algum pacote de suspensão, algo que por aqui teria um certo ineditismo que não é novidade alguma no exterior. Daria a vantagem de melhor aerodinâmica sem perda significativa de capacidade de superação de buracos, além de melhor comportamento em curvas, coerente aqui com aquela boa fama de modelos da marca do leão de ficarem bem plantados ao solo;

    2) Como já havia comentado anteriormente, esses mostradores elevados ficam melhores no 2008 do que no 208, pois no SUV conseguiu-se deixá-los em um ponto mais alto, a ponto de a parte superior do aro não obstruir a visualização, algo que ocorre em algumas posições que se regula o volante no pequeno hatch;

    3) Em relação a giros a 120 km/h, realmente fica um argumento a mais para o THP, sendo que em meu caso sou apreciador de motores que “automatizem” uma transmissão manual e curvas de torque bem planas, tudo isso conciliado a marchas bem longas. Por isso também que olho com bons olhos o up! TSI;

    4) Também sou só elogios à direção elétrica, que pode ser manejada por um simples dedo sobre o aro do volante em baixas velocidades e fica mais rígida em altas velocidades. Você fica se perguntando por que raios ainda há fabricante usando direção hidráulica ou eletro-hidráulica. Aqui favorece o fato de a PSA brasileira usar tal tipo de sistema desde aquele distante 2003 em que começou a fabricar o C3;

    5) Sobre transferência de calor do teto de vidro para a cortina e subsequentemente para o habitáculo, acaba ficando uma boa sugestão de aperfeiçoamento para o 2008 criar alguma persiana refratária ou, vai saber, um vidro que escureça conforme a intensidade solar;

    6) Continuo batendo na tecla do tamanho da bobeira que foi a PSA brasileira não ter dotado o 2008 com o Isofix e o Top Tether que existem de série na Europa:

    http://www.autotrader.co.uk/articleresources/wp-content/uploads/2013/04/654-Pug2008-boot.jpg

    http://response.jp/imgs/feed_l/679104.jpg

    http://www.largus.fr/images/images/Peugeot-2008-Allure_20.jpg

    Compare-se agora com o brasileiro:

    http://imguol.com/c/entretenimento/2015/04/07/peugeot-2008-2016-16-griffe-thp-flex-1428440514819_956x500.jpg

    http://imguol.com/c/entretenimento/2015/06/08/peugeot-2008-griffe-16-1433805647124_786x500.png

    Valeu mesmo a pena a Peugeot perder compradores em potencial por causa de ganchinhos que não montou nas costas do banco traseiro (Top Tether) e ferrinhos que não soldou e que são acessíveis por fendas nesse mesmo encosto (Isofix)? Aliás, que se note até o fato de terem sonegado ganchos comuns para prender rede de bagagem. Depois não sabem o porquê de o veículo vender pouco em um segmento altamente aquecido;

    7) Volto a elogiar a qualidade construtiva dos modelos brasileiros da PSA, que está superior à argentina. Os vãos de chapa do 2008 são menores que os do Renegade e menores ainda que os do HR-V, significando aí por tabela um carro mais indevassável a arrombadores pés-de-chinelo que tentam entortar portas e também um trabalho mais fácil para as borrachas de vedação, que passam a lidar com superfície menor a ser coberta para um mesmo tamanho de peça.
    Também é ininteligível o porquê de a PSA não falar dessa boa característica que os modelos feitos em Porto Real conseguiram com muito samba e suor dos trabalhadores de lá;

    8) O veículo ganharia em argumento de venda se tivesse uma central multimídia com Android Auto, CarPlay e MirrorLink. Aqui também poderíamos pensar em algo além, considerando o que temos no JAC T5, e achar que seria ótima uma central multimídia que também tivesse Waze, que em 7 polegadas ficaria simplesmente excelente de ser usado.

    Enfim, termino aqui meus comentários com a certeza absoluta de este ser um daqueles carros que para pegar no mercado precisaria de pequenos ajustes, tal qual já falei que o up! precisa e, como no passado, fizeram para que o Gol original se tornasse o sucesso de vendas que foi. Talvez parte disso comece a surgir quando a gama passar a ter a nova transmissão automática EAT6, desenvolvida em conjunto com a Aisin (e que suspeito ser uma versão da AW6F25 que já conhecemos em Fiat 500 e Renegade 4X2. A EAT6, até onde os rumores dão conta, estreará aqui no C3 Picasso/Aircross reestilizado e, pouco tempo depois, estará no 2008 THP, com grandes chances de logo se espalhar por todo o resto da linha. No 208 seria a chance de não perder argumentos de venda, ainda mais que agora o HB20 1.6 reestilizado tem transmissão com meia dúzia de velocidades, independente se manual ou automática.

  • Marcio TD

    Até onde sei, esse motor não é nada áspero, tem uma das R/L mais baixas em sua cilindrada.
    Eu tive uma 206sw 1.6 16v, e era impressionante como aquele motor gostava de rodar acima dos 4000rpm.

    Hoje andando com uma Alfa 145 2.0 QV, (lógico que anda mais), porém, percebo que é um motor que não gira tão “liso”, acima dos 4000 rpm como o 1.6 16v da Peugeot.

    Acredito que a 145 1.8, deve trabalhar melhor em altas rotações, pois o curso do pistão é menor. E parece (não tenho certeza) que usaram a mesma biela nos dois motores.

  • Amigo, não sou AK nem BOB, mas tenho um PEugeot 2004, desde 2009.
    Essa questão da desvalorização, infelizmente é real. Não é aquela desgraça toda, tipo JAC ou Chery, mas tem um pouco sim. O povo é chato com isso. O bom é que pra comprar seminovo é barato, rsrsrs…

    Veja as tabelas de preço dos 408 e Corolla. O francês é equivalente/melhor em muitos itens, mas é mais barato.

    Sobre o pós venda, antigamente era ruim sim. Mas da Peugeot fez um intensivo programa de treinos com sua rede, e melhorou muito. Varia, claro, de uma loja pra outra. Em Maringá (PR, onde moro) temos apenas uma concessionária, mas é excelente.
    Uma dica boa que posso te dar, é se cadastrar no Clube Peugeot. Lá você acha informação pra TUDO nos leões, codigos de peças, modificações que nem tem no Brasil.

    Sobre os carros, sem comentários. O meu é um simplesinho 206, mas não achei concorrentes na sua categoria e ano. Gol “G3”, Palio, Fiesta, Corsa, etc… Todos eles inferiores em algo, seja itens de série, dirigibilidade, estilo, motor…

    Peugeot, só fala mal quem não tem, ou teve e quis cuidar como Fusca.

    Abraça, amigo, e seja feliz.

    • Daniel Antonio Fonseca Lucinda

      Obrigado pela resposta amigo. Acredito sim que um usado valha a pena. O 308 THP enche os olhos. Abraço.

    • Augustus

      Prezado Mike,
      Também sou um feliz proprietário de um 206 Presence 2005 e ele é muito superior ao Palio ELX 1,0 que tive .Sou o 3 º dono desde 2010 e o carro está com 93.000 km rodados.Troquei algumas peças de desgaste natural (amortecedores, pastilhas, correia,filtros, bandeja de suspensão, etc.) e O únicos problemas que tive foi a queima da bobina de ignição e a quebra do suporte do alternador, que acredito que foi mais por erro do mecânico na hora de remontar a peça (mudei de mecânico e o atual é de confiança)..Como rodo mais aos finais de semana, troco o óleo antes dos 10.000 Km previstos ou no máximo em 1 ano e abasteço com gasolina Shell V-Power, a fim de evitar a formação de borra no motor. Gostaria de saber se este carro possui algum problema crônico e se você tem alguma sugestão para mantê-lo em ordem, em ordem, tendo em vista a forma pela qual utilizo o veículo. Obrigado.

      • Meu caro está com 141.000 km, e nos mesmos moldes do seu. Óleo sintético uma vez por ano, gasolina boa e peças de qualidade.
        O meu teve problema na sonda Lambda, uma bieleta do trambulador e a bateria. Fora isso só manutenção preventiva e itens de desgaste.
        Cara, de defeito “cronico” nos 206, conheço o desgaste do eixo traseiro, as pontas de eixo degradam, sei lá, e o carro fica com as rodas tortas, barulhento, etc. Tem conserto e fica novo de novo.
        Outra zica comum do pejôzinho é a chave de seta, que fica meio “folgada”, doida, dá seta sozinha, etc…

        Ambos os problemas tem soluções caras e baratas.

        Não sei se já é membro, mas se não for, cadastre-se no Clube Peugeot, ( http://www.clubepeugeot.com ) É um dos clubes de carros mais ativos que já vi, e muito bom mesmo.
        Lá tem tutorial pra tudo quanto é coisa, dúvidas, etc… Sou membro e recomendo!

        Abraço.

  • Domingos

    O câmbio desse carro é bem particular. É bom e não incomoda, mas é SUPER longo nos engates e faz bastante barulho também.

    Chega a ser curioso de usar.

    • Roberto Alvarenga

      O antigo 206 1.6 Rallye importado da França tinha um câmbio pitoresco também… a 1ª e a 2ª muito curtas e a 3ª e a 4ª muito longas… como o motor era bem elástico, era excelente para andar sem trânsito ou na estrada. Agora, no congestionamento, exigia muito do braço esquerdo.

      • Domingos

        Aqui eu comento dos engates, não das relações. Mas realmente é ruim quando existem buracos entre as marchas. O carro fica meio chato mesmo em situação onde a velocidade varia muito, como congestionamentos.

  • marcus lahoz

    Como dono de um 208 posso falar, o motor é bem demais, o meu é automático e mesmo assim a elasticidade do motor é espetacular. O 2008 é bem bacana, compraria um com certeza.

    Apenas não consigo estas médias de consumo.

  • João Guilherme Tuhu

    Belíssimo carro. Como o 208, não me agrada esse painel elevado. E os difusores de ar baixos. Quanto ao pós-venda da PSA, creio ser um exagero – particularmente não confio em nenhum pós-venda, especialmente após trabalhar em concessionárias… A PSA sofre hoje mesmo é com o preconceito e com o baixo valor de revenda. Mas quem gosta deve comprar – fiquei alguns dias com um 206 2006 1.4. Super agradável…

  • Rochaid Rocha

    Bonito. Mas essa marca me dá medo.

  • CAR67

    Não consigo entender como o grupo PSA ainda insiste nesse câmbio automático horroroso de 4 marchas, sendo que as marcas do grupo já possuem o de 6 marchas. Não dá para entender!

    • Domingos

      Não deve caber o outro, fora que esse tipo de carro na Europa deve vender pouquíssimo com câmbio automático. Nem deve ter sido prioridade.

      Como aqui tem que ter automático em qualquer coisa que custe mais de 40 mil reais, deram um jeito de colocar algum automático. Simples…

  • motoristadobrasil

    Bonito mas passa impressão de ser menor do que o Renegade e HR-V. Deve ter consumidor que liga para isso.

  • TDA

    Exatamente Domingos, não cabe o AT6 no 208 nem no 2008. No caso do motor THP a atual caixa AT4 não agüenta o torque do motor turbo e por isso só tem o manual no THP (o que entusiasticamente é ótimo). A Peugeot está trabalhando em um novo câmbio de 6 marchas Aisin e dessa vez vai caber nesses carros.

    • Domingos

      Pois é, o 208 também sofre do mesmo “problema”.

      Me recuso a acreditar que a AL4 ainda tenha problemas, isso vem de tão longe, mas a AT6 seria melhor mesmo.

      E realmente a falta dela no 2008 nos deu uma SW meio SUV muito bacana e entusiástica com o motor THP mais uma excelente caixa manual de 6 marchas.

      Essa é para comprar enquanto não conseguirem colocar lá um automático e acabarem com a versão…

  • Rogério Ferreira

    Caramba, AK, todas vezes que me deparar com um defensor de SUV, vou mostrar essa matéria. A questão das rodas perderem a tração em curva é algo que coloca em cheque a questão de que quanto mais alto e maior, mais seguro. Sempre defendi que SUV e estabilidade são coisas que não combinam, em que pese os sistemas eletrônicos de controle. Quando ao 2008, se tivesse um jeito de adaptar nele, toda suspensão e sub-chassis do 208? Teríamos uma SW. A Peugeot poderia pensar nisso: Oferecer uma opção para os órfãos das Peruas. Seria solução de prateleira, com custo ínfimo, e bom retorno financeiro. Gosto muito dos carros da PSA, ja tive um 206 1.4 que era um show de desempenho com economia, talvez um dos melhores carros que já tive. E sem essa de manutenção cara. É mais barata do que meu carro atual, um Palio com motor E- Etorq. Em mais de 100.000 Km que rodei com ele, nunca, me deixou na mão, nem um sufoco: Preciso, nunca falhou, engasgou, afogou, nunca demorou a dar partida. Carrão! A Peugeot anda errando feio em matéria de Marketing. não divulga seus produtos. Deviam ter uma aula com a equipe da Hyundai. Ate hoje não assisti o comercial de lançamento do 2008. Aqui no interior, muitos nem sabem que ele sequer existe, e quando conhecem pensam que vem lá da França. Eu mesmo, quando fui oferecer meu 206, na concessionaria Fiat daqui, a vendedora me disse que carro importado era difícil. Tive que explicar para ela,que Porto Real não fica à beira do Mediterrâneo.

  • TDA

    Arnaldo, existe algum comentário em Porto Real sobre trazer os novos motores Puretech para o Brasil?

  • TDA

    A caixa AL4 foi atualizada e os principais problemas que apareciam nos 206 e 307 foram resolvidos. No 208 essa caixa só dará problemas se não for realizado a manutenção corretamente e no tempo certo. Realmente é um projeto de concepção antiga e a melhor caixa da PSA atualmente é a AT6. A nova caixa Aisin deve vir no próximo ano ou se a Peugeot bobear (como sempre) em 2017 somente.

  • Bruno feu rosa

    Olá Arnaldo. Tenho um 408 THP e nem consegui ler a parte da matéria sobre essa motorização. Os carros são bonitos mas inconfiáveis. Há um ano sofro com um problema que a Peugeot não resolve. O motor falha dois cilindros e eu preciso arrastar o carro até um local seguro e desliga-lo por 20 ou 30 min. A concessionária já trocou a bomba de alta por 3 vezes e não resolveu. Em abril o motor completo foi trocado. Continuo sofrendo. Socorro.

    • CorsarioViajante

      Não sei se pode ajudar, mas meu cunhado passou por coisa parecida com o C4 pallas dele. Era esse mesmo problema. Se naõ me engano era problema na válvula termostática ou coisa siilar, que acusava falsamente super-aquecimento do motor e desligava tudo.

  • Davi Reis

    Que bom que até o momento a Bordeaux esteja dando conta do recado. Ainda assim, acho que seria muito importante que a tal reformulação que a Peugeot prometeu chegasse. Apenas uma concessionária pra atender toda a BH e região (acho que as outras da região metropolitana também fecharam) não é o adequado.

  • Davi Reis

    Exato. Por mais que não seja tão necessário ficar indo e voltando demais da concessionária, é um chão bom de distância. Na Cristiano Machado tinha uma Vernon, certo?