Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas OS 10 MELHORES RENAULT ESPORTIVOS – Autoentusiastas

Publieditorial: saiba sobre essa ação.

 

A Renault virou estatal depois da morte de seu fundador e único dono, Louis Renault, em 1944. Depois de passar quase meio século sob a tutela da República da França, foi privatizada pouco menos de 20 anos atrás, tornando-se uma empresa de capital aberto. Olhando estas três eras distintas, alguém pode imaginar o que liga isso tudo, o que há de comum entre elas. A Renault de Louis carregou algo para a Renault estatal do pós-guerra? E esta estatal do passado, por sua vez, tem algo de comum com a moderna Renault de 2015?

Na verdade, a empresa é um dos raros casos onde o espírito e as paixões iniciais passaram de geração a geração por décadas a fio, através de grandes crises e de tempos prósperos, e por sucessivos donos, sem mudar quase nada. Existe uma linha de evolução clara, ininterrupta, na história da empresa, algo realmente muito difícil de acontecer. O mais comum é tudo mudar assim que o novo chefe se senta na cabeceira da mesa… E este espírito imutável, para nossa alegria, é a paixão pelo automóvel.

 

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Alpine A442 B, V-6 Turbo, vencedor de Le Mans em 1978: orgulho nacional da França desfilando na formosa Avenue des Champs-Élysées na capital francesa

Em nenhum lugar ele fica mais óbvio que na dedicação da companhia às competições. Desde o início, com Louis e Marcel Renault pilotando seus carros de Grand Prix pré-históricos, até à Fórmula 1 de hoje, a dedicação da fabricante ao esporte-motor nunca falhou. Seja nas estradas de Le Mans, nas florestas onde carros de rali batalham, seja em Mônaco ou Nürburgring, a Renault sempre esteve presente. E mais ainda: sua dedicação ao esporte a fez criar categorias de entrada como a Fórmula Renault, verdadeiro berço dos pilotos da F-1 atual.

Mas não só aqui esta duradoura paixão da empresa pelo automóvel aparece. Quase como conseqüência, os carros esporte que ela produziu e vendeu ao público se tornaram também lendas. A Renault é uma empresa de alto volume, sim, mas nem por isso deixa de lado o entusiasta. Na verdade, como veremos na lista a seguir, é uma empresa que se dedica a colocar desempenho de primeira linha ao alcance dos meros mortais. Os Renault esportivos sempre tiveram um viés de realidade, de carros que realmente podem ser comprados por uma grande parcela da população, e que muitas vezes podem ser usados como o único carro da família. Às vezes não seguem a velha definição de carro esporte (pequeno, dois lugares), mas o são atrás do volante. Se você, como eu, simplesmente não pode manter um carro para usar só como brinquedo de fim de semana, pode entender o forte apelo de alguns deles.

Então, sem mais delongas, apresento-lhes os dez melhores carros esporte já vendidos pela Renault ao público durante sua longa história. Em ordem cronológica, são eles:

 

1) 40CV Type HF “9 litre” (1920)

 

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O Renault 40CV era o topo da gama da empresa nos anos 1920. Equipado com um enorme motor seis-em-linha de 9,1 litros, era normalmente encaroçado como limusine para a camada mais importante da sociedade francesa, um rival à altura dos Rolls-Royce e Hispano-Suiza. Mas dois engenheiros da empresa, Plessier e Gartfield, tiveram uma idéia para mostrar o potencial esportivo deste leviatã: uma versão para recordes de velocidade.

 

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O resultado foi um cupê minimalista, com área frontal reduzidíssima, capaz de ultrapassar os 200 km/h, algo impensável nos anos 1920 fora das pistas. O carro foi levado para o então novíssimo autódromo francês de Montlhéry, onde bateu dois recordes: 50 milhas (80 km) à média de 190,013 km/h e 24 horas a uma média de 173,649 km/h.

2) Renault 1093 (1962)

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A versão mais potente do Dauphine/Gordini, criada originalmente para ser homologada visando as competições de rali. Veio também para o Brasil, onde toda a linha Dauphine era produzida sob licença da Renault pela Willys-Overland do Brasil. Curioso é que muitos achavam que 1093 era a cilindrada do motor, mas na verdade este deslocava os mesmos 845 cm³ do Dauphine e do Gordini: 1093 era a designação interna do projeto na Renault, que acabou virando nome oficial (o Dauphine era o 1090 e o Gordini, 1091).

Um carrinho esportivo divertidíssimo, o 1093 vinha com taxa de compressão mais alta (9,2:1 em vez de 8:1 do Gordini), carburador Solex 32 de corpo duplo progressivo, comando mais bravo, molas de válvulas duplas e coletor de escapamento tubular 4-em-1, 4ª marcha mais curta, tambores de freio dianteiro aletados e, algo raríssimo então, um conta-giros mecânico da marca Jaeger no painel! Como era um tempo mais simples aquele!

Em 1965, o Bob comprou um dourado, carro que lembra com extremo carinho hoje. Em retrospectiva, nos conta que: “Era notável o som mecânico do motor devido ao comando de rampa de ressalto mais abrupta, era música para autoentusiastas, aquele som de motor atiçado, com leve ruído metálico emanando do cabeçote. Era girador para seu tempo, potência máxima a 5.800 rpm mas ia com facilidade a 6.200~6.300 rpm.”

3) Alpine A110 (1962)

 

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O Alpine A110 foi utilizado pela polícia militar francesa para patrulhamento rodoviário

O Alpine A110 era descendente direto do A108, carro que conhecemos aqui como Willys Interlagos. Derivado do Dauphine/Gordini e herdando a sua mecânica, o A108 era um berlinette — pequeno sedã esportivo em francês, equivalente a berlinetta em italiano — de desenho belíssimo e atemporal, com carroceria fabricada em resina poliéster reforçada com fibra de vidro.

O A110 foi uma versão mais parruda do A108/Interlagos. Em aparência, rodas maiores, mais aberturas de refrigeração, faróis auxiliares de longo alcance incrustados na frente. No cofre, saiam os pequenos quatro em linha de 845 cm³, e entravam os motores maiores do R8, de 1,1 até 1,4 litro. Eventualmente, receberia também versões desenvolvidas do motor de alumínio do R16, bem como outros motores de quatro cilindros da Renault, em versões até 1.600 cm³. As suspensões e freios também passavam a ser as do R8.

 

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Alpine A110, um excelente carro de rali

O A110 era um carro baixíssimo, e muito leve. Com uma capacidade de tração invejável e uma suspensão bem acertada, era um carro de rali quase imbatível. E nas ruas, seus pequenos motores Renault Gordini, preparados, bravos, ardidos, tornavam eles carros muito difíceis de acompanhar, mesmo se você estivesse num carro esporte caro e exótico. Um verdadeiro matador de gigantes, um clássico imortal.

4) R8 Gordini (1965)

 

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Sempre pintado de azul, e com duas faixas brancas, o pequeno R8 Gordini é bem diferente do que sua pacata aparência de caixotinho em três volumes leva esperar. O carro é leve, pesando  865 kg. Suspensões de triângulos superpostos na frente e traseira por semieixo oscilante com tensor controlada por dois amortecedores por roda são complementadas por freios a disco nas quatro rodas, algo raríssimo em 1965.

 

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O motor é um quatro-em-linha de cinco mancais, comando no bloco e 1.108 cm³. Parece algo sem graça até aqui, mas tem mais: o cabeçote especial Gordini é de fluxo cruzado, vela central, válvulas opostas e câmara de combustão hemisférica, tal e qual um DOHC. É alimentado por dois Solex duplos horizontais, para nervosos 95 cv. Logo evoluiu para 1.255 cm³, dois Webers 40 DCOE, e 110 cv a quase 7.000 rpm. E lembre-se: 865 kg. Um carrinho de dar água na boca, não?

 

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Interessante arranjo do trem de válvulas do cabeçote Gordini de câmaras hemisféricas

O R8 Gordini ainda é sonho de todo entusiasta que tenha um gosto apurado para o que realmente importa em um carro esporte: motor bravo, girador, liso, ardido. Baixo peso, comportamento exemplar em curvas, e freios de primeira linha. Pode não ser bonito, nem veloz olhando-se apenas os números, visto de 2015. Mas ainda é, mesmo no cínico ano de 2015, uma das mais incríveis experiências ao volante que se pode ter.

5) Renault Torino (1978)

 

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O Torino entra na família Renault tarde em sua vida, que se iniciou na verdade em 1966 na IKA (indústrias Kaiser de Argentina), tornando-se um Renault só em 1978. Mais um fruto da longa história de joint ventures da Renault com as empresas que viriam a formar a American Motors Corporation, e que culminam com a compra da AMC pela Renault em 1980. O Torino, filho adotivo, é, portanto, intrinsecamente parte da história da empresa francesa, emblemático até desta longa ligação com a AMC e de sua grande dedicação ao nosso mercado sul-americano.

O carro é um híbrido baseado no Rambler American de 1965, mas equipado com um seis-em-linha Jeep que fora abandonado nos EUA, que teria vida longa e grande sucesso na Argentina. Com sete mancais, tinha comando no cabeçote e válvulas opostas, para uma câmara de combustão hemisférica. A versão mais interessante era a 380W, com 3,8 litros e três carburadores Weber DCOE duplos horizontais de 45 mm, para 220 cv e mais de 210 km/h de final. O resto do carro também era bem diferente do Rambler: estilo retrabalhado pela Pininfarina, painel de madeira, câmbio manual de 4 marchas, suspensões mais esportivas.

 

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Ainda hoje é adorado por uma multidão de argentinos, que se reúnem em vários clubes, e mantêm uma indústria de peças de preparação para os carros. Um Renault como nenhum outro e um verdadeiro muscle car da Argentina.

6) R5 Turbo (1980)

 

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O R5 turbo nasceu como um carro para rali, um carro de competição dedicado enquadrado nas regras do Anexo J/Grupo B ditadas pela FIA, carros especiais derivados de modelos produzidos em série, mas que para homologação esportiva era requerida a produção mínima de 400 unidades num período de 12 meses. Quando a Renault percebeu que turbocomprimindo o seu motor Gordini “Hemi” de 1,4 litro o potencial era quase ilimitado para potência, percebeu também que precisava de um carro de rali mais moderno para usá-lo; o Alpine A110 estava no fim de sua vida útil como carro de corrida.

A solução para este problema foi genial: pegaram o carro de maior venda da empresa, o R5, e colocaram o motor onde normalmente ficava o banco traseiro. Acoplando este motor a um transeixo, fazia-se a transformação do R5 de motor e tração dianteiros em um carro de motor central-traseiro e tração traseira! O R5 Turbo resultante, com seus pára-lamas traseiros alargados e sua suspensão dianteira herdada do A110, se tornou não somente um campeão de rali, mas um dos mais fantásticos carros de rua jamais criados. Um clássico imortal.

7) Clio Williams (1993)

 

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Em 1993, a maioria das pessoas ainda achava que carros de tração dianteira nunca seriam carros esporte de verdade. Sim, existiam carros divertidos com tração dianteira, mas ainda eram considerados algo de segunda linha, um placebo para quem não podia ter um tração-traseira. O credo vigente era que nunca se conseguiria atingir o nível excelência em comportamento e de precisão de direção presente nos melhores tração-traseira num carro com motor e tração dianteiros. Muito subesterço inerente, muitas intervenções na pureza da direção.

O Clio Williams original foi um dos grandes agentes de mudança aqui. Uma versão esportiva do Clio, carro pequeno que substituiu a segunda geração do R5 em 1990, o Williams tinha este nome em homenagem à equipe de F-1 que usava os motores Renault na época. Mas a equipe Williams não teve influência alguma na engenharia deste carro, obra de pessoas que, na verdade, começava ali a fazer história: a Renault Sport.

O carro tinha um brilhante 2-litros DOHC de 16 válvulas e 147 cv. A suspensão era toda reformulada, eram usadas rodas Speedline douradas e os pára-lamas foram alargados. Mas era o comportamento dinâmico que brilhava aqui: o carrinho atacava as curvas com uma voracidade incrível, com uma controlabilidade e diversão semelhantes às os melhores tração-traseira, aparentemente ignorando o fato que isso devia ser impossível…

O Clio Williams ainda é hoje considerado um dos melhores hot hatches — hatchbacks de alto desempenho — já feitos em todos os tempos. A imprensa especializada não se cansa de colocá-lo num pedestal. Um marco histórico e o primeiro carro de uma linhagem que perdura até hoje.

8) Renault Sport Spider (1996)

 

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Os criadores do Clio Williams se superaram em sua criação seguinte: um carro esporte de dois lugares. Criado para ser vitrine tecnológica da empresa, era levíssimo, baixo, espartano e tecnologicamente avançado.O chassi era totalmente em alumínio e a carroceria, em compósito de plástico reforçado com fibra de vidro. Era extremamente espartano, sendo desprovido até de qualquer tipo de teto de lona. Até pára-brisa era opcional!

 

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O Renault Sport Spider com e sem pára-brisa

O motor era central-traseiro, um quatro-cilindros de 2 litros, 16 válvulas e 150 cv, o que para um carro de apenas 900 kg era suficiente para muita diversão. Apenas algo em torno de 1.800 carros foram fabricados.

9) Clio V-6 Renault Sport (2000)

 

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Outro produto da Renault Sport, o Clio V-6 foi um renascimento do conceito do R5 Turbo para o ano 2000. Praticamente um presente  da empresa para o entusiasta da marca, um reedição do clássico hatch familiar com alma de carro esporte e motor central.

Mas o Clio desta vez não usava turbocompressor como seu irmão R5; seu motor era um V-6 3-litros de aspiração natural e 255 cv. Se o antigo R5 Turbo era uma tonelada de dinamite (“copyright” JLV), do que chamar isto? Três megatons de energia nuclear? Outro futuro clássico.

10) Mégane R.S. Trophy 275

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Versão mais atual e mais extrema do Mégane  R.S. testado pelo Ae  no início deste ano, e que me deixou pasmo com seu desempenho superlativo em qualquer situação. Um carro que pode ser usado normalmente no dia a dia, mas com um desempenho de gente grande, de superesportivo.

Trophy_2015É simplesmente o mais veloz e fantástico carro de tração dianteira jamais criado, capaz de fazer uma volta no Nordschleife (anel norte) de Nürburgring, de 20,832 km, em 7 minutos e 54 segundos, média de 158,217 km/h, novo recorde para tração dianteira. Se você ainda acha que tração dianteira é chato, precisa dar uma volta com vontade num Mégane R.S.: é um carro que torna tênues as fronteiras de um carro familiar e um supercarro, algo inimaginável pouco tempo atrás. Simplesmente incrível.

11) Sandero R.S.

Tudo bem, a lista é de dez, e o Sandero está sendo lançado hoje (9/9), então teoricamente não poderia estar aqui.  Ser o décimo primeiro numa lista de dez é ficar de fora, na verdade. Mas coloquei-o aqui porque não podia deixar de falar dele numa lista assim. O Sandero R.S. é simplesmente a melhor notícia de 2015 para o autoentusiasta brasileiro. Um carro que pode ser o único carro da família, e ao mesmo tempo divertir horrores o pai de família num trackday no fim de semana. E na segunda feira voltar a levar as crianças à escola.

 

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Toda esta magnífica linhagem de carros esporte da Renault está agora disponível para nós em um pacote de desempenho brilhante, preço justo e praticidade ímpar. Não sei vocês, mas eu quero um para mim! Muito!

MAO

Sobre o Autor

Marco Antônio Oliveira

Engenheiro mecânico automobilístico de formação e poeta de nascimento, tem uma visão muito romântica do mundo, sem perder a praticidade, e nos conta a história do automóvel e seus criadores de maneira apaixonante. Também escreve sobre carros atuais sempre abordando aspectos técnicos e emocionais.

  • Mr. Brownstone

    Eu já reservei o meu RS! Espero que não me venham com ágio!

  • Davi Reis

    Estou muito ansioso pra ver se o Sandero RS vai corresponder às (altas) expectativas de todos nós. Pessoalmente, eu fico com um pé atrás, por causa da falta de tradição da marca nesse ramo por aqui, mas com a participação da experiente Renault Sport, as chances de tudo dar certo são altas. Além disso, por mais que considere o Sandero um bom carro, o comportamento dinâmico dele nunca me pareceu ser um destaque. Vamos ver como fica com as mudanças na suspensão e direção.

    • Rafael Alx

      Estava vendo no site da Renault, e ele tem muitas mudanças mesmo, como suspensão mais rígida e baixa, freio a disco nas 4 rodas, 6 marchas, ESP, e um botão que dá 3 opções de configurações que muda a resposta do motor, ESP e direção. Interessante!

      A verdade é que mesmo que não venda muito, é uma ótima jogada uma fabricante ter um modelo esportivo na linha. Faz o consumidor sonhar com ela, mesmo tendo a versão mais básica. Quantos não tinham golzinho básico sonhando num GTI? Hoje só tem 1.0, 1.6 e versões com suspensão mais alta…

      • Davi Reis

        É mais ou menos por aí mesmo. Já tava passando da hora de termos um esportivo compacto genuíno e “barato”.

        • Fernando

          Apoiado!

  • Daniel

    Como entusiasta da marca, não pude deixar de suspirar ao ler o título do post de hoje. Se as já famosas listas dos “10 mais” do MAO são interessantíssimas, essa foi especial para mim. Fiquei com uma curiosidade: será que o motor do Clio Williams era o mesmo F4R que hoje está no Fluence GT, Mégane RS, Sandero RS e… Duster?

    • Silvio

      segundo a Wikipedia, é um F7R, versão melhorada do F7P

      https://en.wikipedia.org/wiki/Renault_Clio#Clio_Williams

      • Fernando

        Pode-se dizer que sim pelo deslocamento maior(a terceira letra dos motores Renault se refere a ela: final M=1600, P=1800, R=2000), mas como sabemos às vezes um motor de menor deslocamento cai melhor em carros leves como foi o Clio Williams.

    • Silvio

      Eu costumo ter pensamentos pornográficos em fazer um desses aqui no BR usando um motor 2.0 de Megane ou Duster, tirar o c3l e partir pra ignorância…
      Estou albergando para um amigo já a 2 anos um clio I, 98 2 portas na garagem de casa, coitado está pedindo, “me faz andar de novo, me dá um coração novo, e um pouco de carinho…”

    • Vagnerclp

      Mesma dúvida a respeito do F4R.

  • Bonus desse post: https://youtu.be/1IIUMHRy-Kk.
    Momento Ae R.S.!

    • Davi Reis

      Acabei de ver esse vídeo pelo Facebook. Estou um pouco menos em dúvida sobre esse carro (risos)! Parece bom, curioso pelo teste.

    • Lucas

      E caramba que estradinha bem pouco movimentada essa aí, eim. É também a estrada dos romeiros, né? Que sorte vocês terem um lugar assim por aí para fazerem essas imagens. Ficou bem bacana. Parabéns. No aguardo pelo post do teste.

    • TDA

      Puxa vida, que sonzinho de escape gostoso desse RS! Muito bacana PK. Aguardando ansiosamente pela matéria e o vídeo do sandero RS.

      • Lemming®

        Mas acho que o RS será penalizado pelas seguradoras…
        Espero que não mas na Banania…

        • Dieki

          o seguro do Logan já não é barato (é mais caro que o do Fluence). Imagina o esportivo. Mas não deve ser nada impagável, como o do Jetta Highline.

          • Lemming®

            Quanto é o seguro do Jetta?

    • Fórmula Finesse

      Eis mais um carrinho para agitar de verdade o coreto entusiasta do Brasil; o bicho vêm carregado de muita expectativa e têm potencial para ser uma pequena lenda local (Como está virando o Up Tsi em sua categoria) na sua faixa de preço e utilização.
      O aperitivo dos carros “fortes e acessíveis” foi o Up; o prato principal é o Sandero RS!
      FF

    • Vitorugo V.

      Paulo, qual é a música que toca na primeira parte do vídeo?

  • Sonhos de consumo, pela ordem cronológica: 1093, A110 (aceito um A108, o Interlagos), Clio Williams e Clio V-6 (ainda compro um Cliozinho pra inventar uma loucura dessas, “made in Brazil”)…

  • Avatar

    Também quero! O carrinho realmente está muito interessante e a Renault de parabéns pela iniciativa, mas já que o espaço permite, acho que ela deveria incluir o RS Monitor ao invés de Eco Coaching no sistema multimidia…

  • Leister Carneiro

    Este cabeçote do gordini não serve em um cht? Se por acaso servisse olha o que seria um XR3. Gostei deste post

    • Domingos

      O CHT era quase hemisférico se não me engano.

  • Mr. Car

    Eu sempre gostei muito do Alpine/Interlagos. E pena que o Torino não atravessou a fronteira, he, he!

  • Fórmula Finesse

    O panorama esportivo da Renault do Brasil ficaria relativamente completo com a volta do Fluence GT2 argentino…raríssima configuração sedan turbo com caixa manual; praticamente um R.S 275 de aposentado.
    A propósito, o post está perfeito!

  • Lima Guilherme

    Sandero RS provavelmente será o segundo carro que compro por culpa do MAO. Já começou com a E36 328i…

  • Diogo

    Um esportivo Renault muito interessante que tivemos no Brasil foi o 19 16s, com motor 1.8 16 válvulas da família F. Hoje em dia é difícil até achar foto dele. Era um carro quase anônimo que entretanto surpreendia quem experimentasse.

  • Diogo

    Já me passou pela cabeça colocar o F3P do R19 no Clio I. Considerando o baixo peso do carro acho que já daria um bom resultado, embora o 2.0 sem dúvida seja outra história…

  • Fernando

    No Brasil o que falta para a Renault ter mais presença é justamente nos modelos de interesse na esportividade mesmo, e acho que é uma categoria bem interessante, que ainda não se perde totalmente o conforto mas já dá uma boa diferença para o carro no modelo mais simples.

    Com as melhorias que o Sandero recebeu na última remodelação já ganhou um bom agrado no visual e acabamento, parece ser o que faltava para nascer o RS mesmo.

    A robustez dos Renault é notável, foi a impressão que tive e comprovei com o meu Clio. Mas adoraria uma pitada do que achava legal nos Renault antigos, esse urro bonito dos que tivemos aqui, e no motor da era Ford foi bastante silenciado.

    Já me peguei pensando como transformar um Clio I em um Williams, ou pelo menos parecido, mas como aqui só tivemos a versão mais nova(com o farol mais arredondado do que essa primeira safra dos Clio) não acho tão bonito(e simples) quanto o original.

    Mas os Alpine são os que me falam mais alto…

    • Mr. Car

      Já pensou um Sandero com aquele acabamento caprichado que tiveram os Clio Privilège, com interior monocromático cinza clarinho, forrações em veludo…eu já, he, he!

      • Fernando

        É verdade! Esses creio que foram os hatch pequenos mais confortáveis e ainda gostosos de dirigir que tivemos por aqui, para um uso comum.

      • Dieki

        O ideal pro Logan seria manter a carroceira e usar o acabamento do finado Symbol. Além do motor 16v, claro. Não que o 8v não seja adequado, mas o 16v é mais suave e disposto sem comprometer o consumo, no qual o 8v não é nenhum campeão. O carro é bem robusto, espaçoso, mas o acabamento é simples demais. O do Symbol era bem bom, melhor até que o dos Clio Privilège.

        • Domingos

          O Symbol tinha o interior completo do Clio reestilizado em 2003 na Europa, sendo que por aqui tivemos apenas a parte de fora atualizada.

  • Car Science

    Parabéns pela matéria. Ótima! como todas.
    Agora aguardo ansiosamente o matéria sobre esse Sandero RS. Já ví o vídeo no YouTube! Só um tira gosto. Quando sairá a matéria? Abs.

  • Cafe Racer

    MAO,
    Muito legal essa lista …
    Estive recentemente no Chile e adorei a linha da Renault por lá.
    Há carros bem modernos e interessantes como o Captur e o Megane RS.
    Mas me encantei mesmo, pelo Clio RS, um “senhor” esportivo, com um visual incrível!
    Quanto ao 1093 conheci um colecionador que tinha um, justamente na cor dourado…. Lembro que esse conta-giros Jaeger (lado esquerdo do painel) me chamava bem a atenção …

  • RoadV8Runner

    Lista muito boa, apresentou todos os Renault emblemáticos de todos os tempos. O R8 Gordini deve ser um carro estupidamente entusiástico, a começar pelos carburadores Weber duplos, que conferem um som magistral em qualquer motor que os use!
    Sobre o Sandero R.S., gostei de ver que a suspensão foi ajustada para altura de rodagem normal, nada de “altura Brasil”.

  • Lorenzo Frigerio

    Acho que tirando o Alpine/Interlagos, os carros da Renault não envelhecem bem. De vez em quando a fábrica solta um modelo com bom desempenho para chamar a atenção, fazer um marketing, mas no geral são carros dispensáveis.

  • Rafael Schelb

    Excelente matéria! Só clássicos.

  • André Castan

    Ótimo texto MAO! Quanto ao Sandero, estou totalmente cético. 150 cv, pouco torque, carro que nasceu sem a menor vocação esportiva, realmente fica difícil acreditar que traga tanto desempenho assim. Não sou fã de VW, mas sinceramente, o 1.4 TSI deve dar um “banho” nesse Sandero e sem todo esse alarde que está sendo feito em torno do Renault. Fosse o Mégane, a conversa seria outra.

    • Domingos

      Onde esse carro tem pouco torque? O normal tem seus 19 quilos…

      Esses motores turbo vomitam torque em números, mas no fim dirigindo não são tão fortes assim.

      Em chassi, ele usa partes do Megane e Clio da geração anterior. Se quiserem, fica com um acerto que faz do Golf TSI um carrinho de supermercado…

  • Maycon Correia

    Esse Torino é um carro que eu ainda não desisti! Mesmo que não seja um 380w eu ainda irei buscar um desses na Argentina, pode ser até de 4 portas do melhor estilo carro do tio! Me lembro muito bem deles andando aqui em Florianópolis nos verões do passado. Certa vez um desse prata duas portas andou junto com nossa ex omega suprema 4.1i. Belas lembranças daqueles motores “seis bocas” como dizia nosso finado mecânico.

  • Domingos
    Para uma câmara ser hemisférica as válvulas têm de ser opostas e com ângulo entre elas. O CHT tinha válvulas paralelas.

    • Domingos

      E sem nenhum ângulo entre elas, Bob? Como funcionava aquela questão da turbulência nas câmaras? O nome do motor era até por essa técnica.

  • André Castan

    Cada um tem sua régua, Domingos. 20 m·kgf em rotações mais elevadas para mim é pouco. Motor GM FII tem 20 m·kgf de torque há anos. Sobre os turbos, na minha opinião não são só números. A 1200/1500 rpm já vem o “coice” .

    • Domingos

      Vem se você enfiar o pé no acelerador e não é nada como as curvas divulgadas fazem pensar. No fim a força mesmo vem em médios regimes, o que não é muito diferente de um bom aspirado.

      Usando abertura parcial mesmo esses que falam em torque máximo a 1200 ou 1500 RPM não dão aquela força gostosa até uns 2000 RPM ao menos.

      Isso varia bem, mas em meia carga tem muito downsized que é igual a um aspirado e até pior que um equivalente em potência máxima.

      Em uso esportivo, no entanto (o Sandero é esportivo), interessam médios e altos regimes e cargas intermediárias ou totais.

      Nisso um bom e elástico 2,0 aspirado de mais de 150 cavalos deve igualar ou superar um turbo 1,4 de 140. Nem que seja em prazer.

  • Vagnerclp

    Mais um post dos “10 mais do MAO”. Não é preciso dizer mais nada…que texto prazeroso de se ler.