O Ministério das Cidades divulgou nota hoje dando conta que os extintores de incêndio passam a ser facultativos no automóveis e comerciais leves de uso particular, como picapes, peruas e triciclos de cabine fechada.  Permanece obrigatório para todos os veículos utilizados comercialmente no transporte de passageiros — que pode incluir táxis, mas a nota é omissa —, caminhões, cavalos-mecânicos, ônibus e microônibus e todo veículo engajado no transporte de inflamáveis líquidos e gasosos.

Desfaz-se, assim, um absurdo de 45 anos de existência, verdadeiro estorvo por ser instalado obrigatoriamente no habitáculo, como temos visto e dito aqui no Ae.

A decisão partiu do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por unanimidade de votoS dos conselheiros em reunião nesta manhã.

Estudos e pesquisas realizadas pelo Denatran (Departamento Nacional de Trânsito) constataram que as inovações tecnológicas introduzidas nos veículos resultaram em maior segurança contra incêndio. Entre elas, o corte automático de combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível fora do habitáculo dos passageiros, flamabilidade de materiais e revestimentos, entre outras.

Diz a nota ainda que o uso obrigatório do extintor em automóveis é mais comum nos países da América do Sul, como Uruguai, Argentina e Chile. Nos Estados Unidos e na maioria dos países europeus não existe a obrigatoriedade, pois as autoridades consideram a falta de treinamento e despreparo dos motoristas para o manuseio do extintor geram mais risco de danos à pessoa do que o próprio incêndio. “Além disso, nos testes de impacto realizados na Europa e acompanhados por técnicos do Denatran, ficou comprovado que tanto o extintor como o seu suporte provocam fraturas nos passageiros e condutores”, explica Alberto Angerami, diretor do Denatran que acumula a função de presidente do Contran.

Os veículos que mantiveram obrigatoriedade do extintor só poderão utilizar o tipo ABC.

Agora é partir para para próximo milagre, acabar com os sacos de lixo nos vidros de condução por meio de fiscalização com o medidor de transmitância luminosa.

Ae/BS



Error, group does not exist! Check your syntax! (ID: 7)

Sobre o Autor

Autoentusiastas

Guiado por valores como seriedade, diversidade, emoção e respeito aos leitores, desde 2008 o Autoentusiastas tem a missão de evoluir e se consolidar como um dos melhores sites sobre carros do Brasil. Seja bem-vindo! Pratique autoentusiasmo.

  • Fat Jack

    Fiquei com uma dúvida, os veículos mais antigos, vendidos novos quando da obrigatoriedade mantém-se obrigados a tê-los?

    • Fernando

      De jeito nenhum! A obrigatoriedade(ou não) afeta a todos, independente de fabricação. E agora todos os de passeio estarão livres!

    • Rodrigo R

      Nenhum precisa, salvo veículos pesados(ônibus, caminhões…)

      • Fat Jack

        Obrigado! (e até que enfim!)

  • marcus lahoz

    Bob quando li não acreditei, até lhe enviei um e-mail. Que maravilha isso, chega desta bobagem de extintor. Mas ainda manterei o meu para o caso de voltarem atrás.

  • Lucas
    • Agnaldo Timóteo

      Chorando e fazendo careta?

      • Victor Gurjão

        Exatamente. Afinal a maioria desembolsou um bom dinheiro para substituir pelo ABC.

      • mord4z

        Entendi: alguns irão rir, outros vão chorar

      • Lucas

        É de chorar de alegria mesmo uma decisão tão sensata e correta como esta ter sido tomada por autoridades deste país.

  • Victor Gurjão

    E eu comprei o extintor ontem. Esse país é mesmo uma piada…. Pobres os que pagaram mais de R$200,00 no final do ano passado com a balela de fim de prazo para troca.

  • Warley S

    Justamente logo depois de fazer milhares de proprietários de automóveis gastarem uma pequena fortuna no extintor ABC, que além de naturalmente caro estava sendo vendido com ágio de até mais de 100% em alguns lugares, visto a escassez no mercado e a aproximação da data-limite de adoção (que inclusive foi adiada várias vezes).

  • Daniel S. de Araujo

    Também achei ótimo! E eu que estava “cozinhando galo” para comprar um extintor ABC para o carro da minha esposa que estava com o acessório vencido…Economizei uma centena de Reais!!

  • Lemming®

    Acabou a boquinha dos “inspetores” contra incêncio nos postos? Que dó!…hehe
    #sqn

  • Piantino

    Bob, a partir de quando começa a valer a medida? Os carros que tem extintor como fica, podemos retirar? Eu mesmo gostaria de retirar dos meus carros.

    • ochateador

      Quando publicar no diário oficial a medida passa a valer.

    • Na prática já está valendo, mas é bom esperar sair a resolução do Contran. Vi agora, nada ainda.

    • Bruno Rezende

      Caros, a Resolução foi publicada na data de hoje (18.09.2015).
      Tem um detalhe interessante que ninguém comentou: fora os casos de uso obrigatório, a utilização dos extintores é opcional. Uma vez sendo opcional, quem optar pelo uso deverá seguir as regras estabelecidas. (parágrafo terceiro, do artigo 8º, da Res 157/2004, alterada pela Res. 556/2015). Ou seja, tipo ABC, validade e carga em dia e demais exigências, sob pena de multa.
      Então, quem optar por utilizar o extintor, deve ficar esperto para seguir as regras, para não ser multado. Abraços.

  • Diego

    Primeiro obrigam todos a comprar e em seguida não é mais obrigatório, os donos de fábrica de extintores estão rindo a toa…

  • Lucas

    Eu paguei R$75,00 há mais ou menos um ano atrás no ABC. R$200,00 foi um abuso.

    • Speedster

      Paguei 50, quero meu dinheiro de volta!

  • Fernando

    E o otário aqui gastou R$100 pra adequar os dois veículos da família à obrigatoriedade que seria exigida a partir de 01/01, adiada e agora extinta.
    Brasil, país de tolos.

    • WSR

      Eu paguei 70 em apenas 1, no dia 30 ou 31 de dezembro do ano passado.

    • Cara, se foi isso você está no lucro e de otário não tem nada.
      Quanto você pagava em cada extintor do tipo BC, que devia ser trocado todo ano? Esse ABC vale por 5 anos.
      Paguei R$ 100,00 em um ABC, porque demorei para trocar antes do fim do ano, quando haviam me oferecido.

  • Lucas Mendanha

    Podiam aproveitar e fazer um estudo acerca dos veículos a diesel também..

    Se bem que com a diferença de preço que aplicam nas picapes, fica a duvida se valeria mesmo a pena….

  • Paulo Henrique

    Pelo menos acabou a mamata de mais de 4,5 milhões de extintores novos e inúteis no mercado a cada ano. Foi a coisa mais sensata nos últimos anos sobre carros. Agora, que tem estabelecimento comercial, se segure. Vão exigir um extintor a cada metro quadrado para minimizar esse prejuízo.

  • Piero Lourenço

    Agora que os parentes deles ficaram ricos… proibiram… logo mais vai ser obrigatório o kit primeiro socorros novamente

  • VeeDub

    Quando comecei a ler o título da matéria, achei que fosse gozação…
    que maravilha que é verdade.

  • Luke

    Realmente quando vi a notícia achei que estava sonhando, quase me belisquei! rsrsrs. Estão vendo só que quando o governo realmente quer ele arruma as coisas rapidinho?…

  • Kar Yo

    Finalmente! Menos um apêndice no carro. Porém essa medida só foi adotada, pois a indústria não conseguiria atender a demanda, ou seja, a fiscalização nunca seria possível.

  • Uber

    Engraçado que só agora se deram conta do risco que o extintor oferecia aos ocupantes dos automóveis em caso de colisão!

  • Wagner Bonfim

    Assim que um colega comentou, achei que era até uma pegadinha. Depois que li em um site de notícias, acreditei, surpreso.

    Depois dessa, começo até a ter esperanças …

  • Armen

    Bob
    Só mesmo um País de governantes incompetentes e alguns picaretas de plantão para tomar dinheiro da população na “canetada”: ao invés de usarem um “tresoitão” usam uma Mont Blanc.
    Para mim, extintores de incêndio nunca deveriam ser obrigatórios; servem apenas para enriquecer meia dúzia de fabricantes. Se fossem úteis, veículos de países civilizados e sérios seriam equipados com eles.
    Somos obrigados a engolir goela abaixo, extintores, inspeções veiculares, estojos de primeiros socorros, selos etc. Uma vergonha!
    No caso da Inspeção Veicular em São Paulo (já extinta), seu veículo, a um custo de R$ 50,00, recebia o selo “APROVADO”, mesmo caindo aos pedaços, mas com o motor tinindo. O importante era faturar. Um absurdo! Desse jeito, a população nunca mais dará qualquer crédito às “invenções” desses “especialistas” que criam regras visando somente faturar.
    Fiscalização da transmitância dos vidros negros – que você carinhosamente chama de “sacos de lixo nos vidros” – entre outros itens, nem pensar!
    Abraços

    • Domingos

      A inspeção de São Paulo era exclusivamente de sistema de escapamento e o motor em si.

      Sinceramente, faz falta. A quantidade de carros fumando e mesmo com manutenção deplorável havia caído muito.

      Apenas deveria funcionar como no primeiro ano, onde a taxa era devolvida após a aprovação.

      Infelizmente o eleitorado de São Paulo votava ao mesmo tempo no Zé Bicicleta e pelo fim da inspeção…

      • Maycon Correia

        Vi hoje uma viatura da PRF parando um Peugeot 306 fumaceando, e na volta um guincho terceirizado levando o carro. Está lá no pátio de veículos apreendidos.

        • Domingos

          Será que foi apreendido por esse motivo? Acho que só foi parado por isso, mas mesmo assim, que milagre!

    • J Paulo

      Aquela maldita inspeção era rigorosa por demais no quesito “emissão de poluentes” e relapsa em outros. tal qual a demonização da velocidade. Na moral? Esses dois últimos prefeitos foram/estão sendo um desastre para quem tem carro!

  • Cesar

    Agora é a vez do seguro obrigatório.

    • Cesar,
      Concordo, deve ser obrigatório todo carro ter seguro total para rodar na via pública, não só o DPVAT.

      • Guilherme Gaúcho

        Ué, Bob, eu concordo que seguro deveria ser obrigatório mas que se deletasse o DPVAT então, porque hoje, acaba-se pagando dobrado, DPVAT e seguro particular.

      • Lorenzo Frigerio

        Sim, mas aí como é que as seguradoras negariam segurar seu carro, ou deixariam de cobrar prêmios absurdos? Ninguém vai mexer nisso.

        • Fernando

          Para isso acabaria a festa que as seguradoras fazem com cálculos para lá de questionáveis, e ainda por cima se negam a segurar determinados carros.

          É outro exemplo de outros países que precisa ser segurado, por anos elas vem nadando de braçada somente com o filé mignon (o que querem fazer) e nada de oferecerem algo justo para todos seus possíveis clientes.

        • Maycon Correia

          Em Portugal você recebe três negativas e a primeira que negou é obrigada a fazer, não lembro se bem barato, mais era lei lá.

          • Leo-RJ

            Maycon,
            Ainda é exatamente assim lá. Mas é bem barato o seguro por lá (comparado com o Brasil, claro).

      • Leo-RJ

        Nos EUA é assim. E a multa varia de 580 a 700 dólares para quem for pego circulando sem o seguro. Não pode pagar o seguro, não compra carro. Simples e direto!

  • ochateador
    Não neste caso, pois não se trata de mudança de lei. Basta sair a resolução do Contran.

    • Alessandro Campos Moreira

      Segundo o site do Denatran, a resolução já foi publicada.

  • Guilherme Spader
    Claro, o DPVAT sumiria nesse caso, pois o seguro total cobre também danos pessoais a vítimas de acidentes de trânsito, como o DPVAT.

    • Piantino

      A melhor opção sem dúvida seria o total, mas um seguro contra terceiros obrigatório já estaria de bom tamanho

    • Leandro

      É assim que funciona em Londres. Todo carro comprado é obrigado a sair da loja com seguro, seja novo ou usado. Mas estamos no Brazel zel zel….Um dia chegaremos lá.

    • Odenir Maffissoni

      Daí vou ter que vender o meu (BMW 328 1996) pediram nada menos que 8 mil pelo seguro.

      • Marco

        Mas o seguro poderia ser somente contra terceiros que, aliás, costuma ser razoavelmente barato. O “grosso” do prêmio é o seguro do próprio carro.

        Acabaria a história de alguém acertar seu BMW, por ex, e dizer “olha dr., sou apenas uma trabalhador e não tenho como te pagar nada não”.

    • José Manoel

      Bob, ou como ocorre na Europa: seguro contra terceiros e acidentes pessoais. Em relação ao próprio automóvel (roubo/furto/danos próprios/incêndio) ficaria facultado ao proprietário tê-lo ou não!

  • iCardeX

    E eu lhes apresento os extintores legitimamente brasileiros!

    http://youtu.be/KNLPr0hHpKc

  • Augustus

    Outro milagre poderia ser a inspeção veicular (não nos moldes da que era feita aqui em São Paulo ) retirando de circulação os veículos sem a menor condição de rodarem pelas ruas. e algum tipo de incentivo (menores juros, condições de financiamento etc.) para as pessoas trocarem de carro( somente este caso) oferecendo o seu carro velho, mesmo que por um valor simbólico, podendo até virar sucata depois e, por conseqüência, renovando a nossa frota.

    • V12 for life

      Há algum tempo assisti uma reportagem de como a inspeção funciona na França, nos primeiros três anos os veículos são isentos, a partir do quarto a inspeção é a cada dois anos de acordo com o final da placa, anos pares placas idem, e o imposto de circulação que seria o equivalente ao nosso IPVA, aumenta conforme o carro fica mais velho, chegando ao ponto em que sai mais em conta comprar um novo carro. Devidamente adaptado a nossa realidade poderia servir de referência.

  • Gabriel Bastos

    Este país e uma piada mesmo… O mesmo órgão que entende ser obrigatório o uso de um extintor ABC, em menos de um ano muda sua opinião e verifica que não e necessário nenhum extintor. Vou guardar o meu extintor no mesmo armário que guardei meu kit primeiro socorros e o selo pedágio.

  • Lorenzo Frigerio

    Continuarei levando um dentro da data de validade dentro do carro, mesmo que só para abrir na cara de algum maloqueiro.

    • ALEX s

      (risos)

  • Speedster

    Agora os guardas vão ter que inventar outras desculpas para nos extorquir.

  • Christian Bernert

    Aleluia! Que este lampejo de lucidez tome conta do Contran e os ajude a acabar com tantas outras bizarrices que temos por aqui.

  • Cadu Viterbo

    A decisão, ao meu modo de ver, é corretíssima, mas precisava demorar 45 anos e mais 2 de discussão para chegar nesta brilhante conclusão?
    Qualquer um meramente informado percebe que um extintor desse nível não apaga incêndios maiores, nem é fácil de usar por pessoas depreparadas/desesperadas num acidente?
    Mas o pior: decidir pelo uso obrigatório do ABC, adiando sua implementação por 3 ou 4 vezes, fazendo milhares (e por que não milhões?) de motoristas trocarem os antigos pelos novos e 2 anos depois, abolirem de vez?

    • Antônio do Sul

      Perfeito! Se chegaram a uma conclusão tão óbvia, por que fazer, antes, os proprietários de veículos correrem atrás dos raros e caros extintores ABC? Ou os membros do Contran não têm idéia do que fazem, ou o fazem para satisfazer interesses não tão claros para nós…

  • Roberto

    Sai a lei do uso obrigatório dos extintores, mas em compensação logo entrará a lei do uso obrigatório da luz baixa em rodovias durante o dia. A lei já começa torta por não prever como alternativa o uso de luzes diurnas (DRL), dispositivo já regulamento pelo Contran, e que já equipa vários veículos vendidos no Brasil.
    Mais um reflexo da falta de conhecimento dos nossos legisladores.

  • GFonseca

    O lado bom é que fizeram o que tinha de ser feito.
    O lado ruim é que antes obrigam todos a trocarem seus extintores pelo ABC, eu mesmo gastei um bom dinheiro nessa tranqueira, 6 meses atrás.

  • Odenir Maffissoni

    Eles vão esperar mais ou menos um ano, depois que todo mundo jogou fora, vão exigir novamente. O problema do Brasil começa no judiciário, se não funciona a justiça o que vai funcionar?

  • Luciano Ferreira Lima

    Por meu carro ser movido a GLP e não fazer uso constante da gasolina uma vez a mangueira de combustível estourou o que provocou um pequeno incêndio perto do distribuidor, saquei meu extintor e, nada! na validade não tinha uma libra de pressão… Sorte a minha que o fogo logo se extinguiu mesmo atingindo o redutor de pressão do GLP nada aconteceu.

  • V12 for life

    Muito mais que justo e concordo que seja um milagre, só está errado a forma que foi feita, obrigam a uma correria atrás do tipo ABC inflacionam os preços, prorrogam o prazo 3 vezes por não ter no mercado e agora simplesmente não é mais exigido, e alguém lucrou muito com isso, uma pesquisa dessas não é feita de uma hora para outra, por que simplesmente não deixaram de exigir em janeiro.

  • Aldi Cantinho

    Aleluia!

  • Leandro Castro

    Concordo com a proibição, e, fui lesado, pois comprei um de R$ 130,00, e fui chamado de “desesperado”, comprei no fim do ano, pois pela lei, seria cobrado a partir do dia 1º de Janeiro.. Mas bem!
    Temos que comemorar! Agora, não entendo a proibição da película nos vidros, concordo em proibir as que deixam 100% escuros, agora, as que apenas atenuam a claridade, não vejo razão para serem proibidas.
    É como proibir o uso de óculos escuros.

    • Leandro Castro
      Não há claridade excessiva quando os vidros são esverdeados, como todos hoje, e não conheço ninguém que use óculos escuros à noite. Os sacos de lixo, de qualquer graduação, são indefensáveis e muitos só os têm para deixar o carro “lindão” ou então para acariciar o ego, tipo “eu SOU importante”. Motorista não pode dirigir às cegas, mesmo que na visão lateral.

      • Leandro Castro

        Caro Bob Sharp, é um prazer ter uma resposta sua em meu comentário. Bem, concordo plenamente contigo que não há claridade excessiva nos vidros esverdeados, mas, e no caso de quem não os possui? Você se refere os “sacos de lixo” a todo tipo de película, ou, apenas para as que parecem vinil, que, mesmo com iluminação de dentro do veículo, nada se vê no interior? A que uso em meu veículo, é uma tão clara quanto o vidro esverdeado original, e, em nada atrapalha. Acho ridículo o pessoal que usa a película (sacos de lixo!), para essa definição que relata: “muitos só os têm para deixar o carro “lindão” ou então para acariciar o ego, tipo “eu SOU importante”. Motorista não pode dirigir às cegas, mesmo que na visão lateral.”.

        E quanto ao óculos escuro a noite, também não conheço, embora já vi algumas pessoas utilizando (sem razão clara).
        Sou do Norte de MG, Montes Claros, e, aqui, a incidência solar é em grande parte do ano, assim como em toda região aqui. Viajar em um carro sem película, por 2, 3, 4 – 5 horas, é extremamente desconfortável.

      • David

        Vidro verde e nada é a mesma coisa Bob Sharp. Uma coisa é o carro ser “lacrado” no G5 ou ter o “vidro pintado” e não enxergar a frente outra coisa é ter uma película que permita enxergar o trânsito adiante.

  • Antônio do Sul

    Essa situação me parece similar à daquele contribuinte que pagou todos os seus impostos em dia e que depois fica sabendo que o governo parcelará a dívida dos inadimplentes e ainda lhes cobrará taxas de juros mais baixas do que as que seriam cabíveis…

  • Marcelo R.

    “Agora é partir para para próximo milagre, acabar com os sacos de lixo nos vidros de condução por meio de fiscalização com o medidor de transmitância luminosa.”

    Para mim, o próximo milagre tinha que ser o fim de todas as medidas anti-carro e anti-mobilidade urbana, empurradas goela abaixo dos paulistanos pelo Haddad…

  • Leandro,
    Todo carro hoje, há pelo menos 15 anos, sai de fábrica com vidros esverdeados. O seu não saiu? Sobre incidência solar, morei no Rio 35 anos da minha vida, estou com quase 73, já andei de carro pelo país inteiro e boa parte da América do Sul, Europa e Estados Unidos, em viagens longas. Jamais me senti desconfortável em carros com ar-condicionado e vidros esverdeados Se a transparência dos vidros do seu carro está abaixo 25%, você está rodando em situação irregular e poderá ter problema com isso. Finalmente, nada, absolutamente nada justifica não se ter plena visibilidade pelo pára-brisa e vidros laterais dianteiros. Acredite, não há nada melhor do que não se estar privado de visibilidade.

    • Leandro Castro

      Bob, meu carro tem mais de 15 anos, o vidro dele é esverdeado, e, sem a película me sinto desconfortável. E, a transparência do meu carro não está abaixo de 25%, na verdade, pouco se percebe que tem película, e, no pára-brisa, não uso nenhuma. E sim, sei muito bem que é ótimo ter visibilidade.

    • Fuscao

      Bob, não tenho película em nenhum carro meu, mas não dá para dizer que o sol forte não incomoda em viagens, principalmente quando a luz vem das janelas laterais. Mas existem agora películas que repelem o calor mas praticamente sem escurecimento nenhum, são caras (perto de 1000 reais para todos os vidros), mas não afetam a visibilidade. http://autotonirouka.ru/wp-content/uploads/2012/06/atermalnaya-plenka-3M-Crystalline-90.jpg

  • David
    Você está completamente errado na sua afirmação de que é a mesma coisa. Espero que não seja justificava para o carro ^lindão”…

    • David

      Carro lindão? Bob Sharp, gosto da suas opiniões e conhecimentos mas essa perseguição contra o a película é sem cabimento. 99% da frota do Brasil tem o acessório. O padrão é o G20. E meu carro tem desde o dia que saiu da concessionária.

  • Diney

    Estou comemorando com um sorriso amarelo de canto de boca, pois acredito que o Lobby da industria irá pressionar, e esta decisão será revogada. Que eu esteja muuito enganado. E para os que extorquiram os consumidores com os altos valores que colocaram nos extintores…..façam salada com o resto do estoque.

  • César

    Perguntinha rápida e objetiva: já que o equipamento vai desaparecer, o preço dos carros novos vai baixar?

  • Leo-RJ

    Alguém lembra daquele “Kit de Primeiros Socorros” que foram obrigatórios no final dos anos noventa (salvo engano)? Muitos produtores do “kit”, com amigos políticos, ficaram ricos!

  • Eduardo Mrack

    Estou estupefato. Tive de desembolsar R$ 450 na compra de 3 unidades não fazem 2 meses, ok, é a vida, fui apenas OBRIGADO a comprar um item de serventia nenhuma. É claro que há não mais obrigatoriedade é algo a ser comemorado, PORÉM (e este porém deve, precisa ser maiúsculo) OBRIGARAM (de novo maiúsculo) os motoristas da nação a comprar a porcaria inútil do tal extintor ABC se quisessem continuar usufruindo de seus veículos e agora, poucos meses depois, desobrigam o uso do lastro de tubo vermelho com pó pressurizado (sim, nada mais do que um lastro para adicionar massa ao carro). Se isto não é uma ditadura eu não sei mais qual é a definição da palavra, daí a minha indignação. Dá vontade de vomitar, até mesmo o pensamento de suicídio me acomete as vezes, é impossível que eu esteja sendo governado e regido por pessoas tão imbecis, burocráticas e malevolentes onde eu acabo sem ter o que fazer. Não quero me alongar demais, mas não posso deixar de dizer o seguinte : a democracia brasileira serve para que o cidadão possa ser violado e extorquido de maneira legal, nada, NADA além disso e isto me dá náuseas e um nervosismo constante.

    • Roberto Neves

      Disse tudo que eu queria dizer. Sem mais palavras.

    • Elizandro Rarvor

      Não existe democracia no Brasil, sempre vivemos sobre ditaduras, mais ou menos rigorosas. Parece que brasileiro foi feito para ter deveres para com o governo e poucos direitos que precisam por vezes ser buscado na justiça, morosa, letárgica etc…

  • Rogerio

    Sou a favor das películas ou Insulfilm, acho exagero, se incomodar basta não utilizar e pronto. Diferente do extintor que foi obrigatório por um bom tempo.

    • David

      Também sou a favor das películas mas que seja em um nível decente.

    • Elizandro Rarvor

      Eu sou contra, justamente porque ninguém respeita os limites e hoje em dia você não enxerga mais nada através dos vidros, o que prejudica a transposição de cruzamentos e também observar mais adiante nas rodovias.

  • Lucas dos Santos

    Off topic: Curitiba também terá velocidades reduzidas na área central da cidade.

    http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/ruas-do-centro-terao-limite-de-velocidade-reduzido-para-40-kmh-2qo2pqicv05obpp6nigfi7d1w

    A princípio havia a pretensão de deixar tudo em 30 km/h, mas agora boa parte das vias terá limite de 40 km/h, o máximo a ser admitido na área.

    Se baseando pelos comentários que a notícia recebeu, dá para notar que uma parcela considerável aprova tal medida. A sensação é que, ao achar isso um absurdo, estou “nadando contra a maré”. Diante dessa “tendência mundial” de reduzir a velocidade das vias para que os atropelamentos continuem acontecendo com menor risco de matar alguém, talvez seja melhor “aceitar que dói menos”, pois tudo leva a crer que é um caminho sem volta.

    • RoadV8Runner

      Também já notei isso, a maioria das pessoas aprova essas reduções de velocidade sem critério…

      • Lucas dos Santos

        As pessoas que aprovam essas medidas, ou não dirigem, ou não possuem senso crítico.

        Ao comprarem a idéia de que a mudança é para “preservar vidas”, acabam apoiando incondicionalmente, achando ainda que, dessa forma, estão colaborando com a realização de “um grande feito em prol da humanidade”, sem analisar as implicações disso.

        Aí, quem pensa um pouquinho só “fora da caixa” ainda se passa por “ruim”.

        • Antônio do Sul

          Os “urbanistas” se esquecem de que os espaços ou não são compartilhados ou, quando o são, há um disciplinamento do fluxo. Pedestres andam na calçada, carros andam nas ruas. Para as hipóteses em que os pedestres precisam usar as ruas, há semáforos e faixas de segurança para disciplinar o tempo pelo qual cada um as utilizará. Outro “detalhe” que anda sendo muito esquecido é de que ciclistas e pedestres, além de direitos, têm DEVERES. Há muitos atropelamentos que são causados por pedestres imbecis que, ao invés de prestarem atenção no trânsito, andam distraídos com fones de ouvido ou digitando besteira nos telefones celulares.

          • Lucas dos Santos

            Como comentei em uma outra discussão sobre esse assunto, atropelamentos possuem apenas duas causas prováveis: ou o motorista não deu a devida preferência ao pedestre ou o pedestre atravessou onde/quando não deveria. E é nessas duas causas que se age quando há real interesse em, efetivamente, prevenir esse tipo de acidente.

            Qualquer outra medida atua apenas na consequência e não resolve, de fato, o problema. E, além de não resolver o problema, ainda gera inconvenientes efeitos colaterais.

  • David,
    Esse porcentual que você diz ser nunca foi e está caindo bem, basta observar os carros novos rodando. Mais e mais pessoas estão se conscientizando dessa imbecilidade. Quem está com G20 está em situação irregular. Aqui em São Paulo a policia militar já está multando sem abordagem, só no visual, e já há casos de veículo retidos pelo polícia rodoviária em que para seguir viagem, só removendo essa porcaria dos vidros, ou então apreensão..

    • David

      Multar no “olhômetro” não é errado?

  • RoadV8Runner

    Demorou, mas chegou! Tudo bem que poderia ter vindo um cadinho antes de eu gastar os R$ 140,00, mas como a despesa foi há mais de seis meses, dói menos…

  • Antônio do Sul

    Ontem à noite, assisti a reportagem veiculada pelo ParanáTV sobre o assunto. A maioria das pessoas ouvidas pelo repórter aprovava essas idiotices. O que eu não sei é se a massa não pensa ou se houve, por parte da emissora, algum direcionamento a fim de se endossar a medida, exibindo-se propositadamente mais pessoas favoráveis à medida do que contrárias.

  • Roberto Neves

    Xará, eu já sou favorável ao uso dos faróis (sempre baixos, claro) nas rodovias. Sempre ligo meus faróis quando entro em “vias rápidas”, mesmo que não seja obrigatório. Acredito que é um item importante de segurança ativa, por me tornar mais visível.

    • David

      Mas se o carro possui DRL é totalmente dispensável o uso do farol baixo durante o dia. E essa “lei” não distingue o DRL e do farol baixo, ou seja, mesmo que o carro possua DRL tem que ligar o farol.

  • Roberto Neves

    Idem. Pretendo continuar a usar extintor, mas por decisão própria, não por ser obrigado. Só isso já me melhora o humor. Uma vez interrompi um início de incêndio em casa dum ex-amigo, usando o extintor do meu carro. Consegui porque tinha, além do equipamento, o treinamento recebido na empresa onde trabalho. Sem isto, jamais teria conseguido.

  • David
    É errado, mas é o único jeito de deter essa epidemia de motoristas dirigindo às cegas à noite só porque querem deixar o carro “lindão” (que acho horroroso).

    • Stark

      Bob, tenho películas no meu carro (exceto no pára-brisa), mas não tiro pois o carro é compartilhado com outras pessoas (inclusive a Nora já escreveu aqui sobre estar na mesma situação). A transparência é de 50%, não incomoda durante o dia, mas de noite prejudica a visibilidade. Também não acho que o carro fica “lindão”, esteticamente prefiro sem.

    • David

      Repetindo: Tenho películas no vidro do meu carro para não ficar “lindão” e sim para ter um POUCO de privacidade. E se vier uma multa disso eu quero a prova que eu estava errado. Ou agora a polícia tem equipamento de medição embutido no olho?

      • David
        Então você tem películas para privacidade, acha que carro é esconderijo. Isso me leva a crer que você, quando fora do carro, usa disfarce, máscara, chapéu etc, para não ser reconhecido – o que é um absurdo igual a ficar escondido dentro do carro. Polícia tem fé pública, não precisa provar necessariamente que houve infração, exceto quando essa for de velocidade. Vindo a multa e você recorrer, será indeferido.

        • David

          Desisto de conversar com você. Ache o que quiser mas não queria IMPOR a sua vontade contra as outras pessoas. Se você não gosta de “saco de lixo” é a sua opinião assim como eu prefiro “saco de lixo” no meu carro. Seus argumentos estão no mesmo nível do prefeito daqui de SP: vazios.

  • Fuscão,
    Desde que a película + vidro estejam no limite de transparência não há problema algum. Agora, sol entrando pelas janelas não é quando o astro-rei está alto, e quando baixo não é tão forte.

    • Fuscao

      Depende do sentido da estrada, mas geralmente de manhã, das 10 horas em diante, o sol vem da lateral e incomoda bastante, mesmo com o para-sol virado para a lateral. Mas antes agüentar isso que ficar sem visibilidade, e não sei de onde tiram que o carro fica “bunitão” com os sacos de lixo, sem eles parece até mais novo!

    • ViniciusVS

      Boa noite Bob Sharp, Hoje diferente de 15 anos atrás existem películas modernas como falaram acima, vou citar como exemplo a película Elite com escurecimento fotocromático onde é escura por fora porém clara por dentro além de proteger contra raios UV, melhora o rendimento do sistema de ar condicionado e tem como opcional proteção anti-vandalismo.
      Infelizmente é caro mas existe… esteticamente é claro que vidro verde é muito mais bonito ( na minha opinião) mas eu como muitos outros acham muito mais confortável com a película.

      Abraço.

  • Stark

    Se a visibilidade fica prejudicada à noite e você prefere a estética sem as películas, o que você está esperando? Arranque-as! Lembre-se de outro problema de o pára-brisa não ter e os vidros laterais, sim: você fica alternando claridades e a pupila não acompanha na mesma velocidade, se está adequada a uma, a outra não está. Isso não é bom ao dirigir.

    • Stark

      Concordo. Por mim já teria arrancado, mas a decisão não depende de mim, e o pessoal aqui em casa não tem reclamação quanto a presença delas. Ameniza um pouco a situação o fato de eu dirigir durante o dia, na maior parte do tempo.

      Para a proteção dos raios solares, um bom óculos escuros serve. E se for polarizado, ainda diminui o maldito reflexo do painel no pára-brisa. Já com a película, fica inviável seu uso.

  • marcus,
    Mas mantenha-o em casa, senão você fica sujeito a fiscalização do extintor.

  • David,
    Se você acha eu que querer que os limites legais de transparência sejam respeitados para que os motoristas enxerguem bem, principalmente à noite, é “impor minha vontade”, não há mesmo o que conversar. Mas espero que com a sua cegueira noturna você não seja vítima nem provoque um acidente.

    • David

      Eu nunca tive problema para enxergar com o “saco de lixo” e olha que eu tenho fotofobia e tenho que usar óculos para dirigir…

      • Leandro Castro

        David, também não tenho dificuldade alguma de visibilidade, e também tenho fotofobia, e também uso óculos pra dirigir. Questão de visibilidade, imagino mais ser uma questão pessoal. For questão de visibilidade, cada dia carros mais novos estão vindo com colunas mais largas, e comprometendo muito a visibilidade, for por este pensamento, logo eles também serão proibidos de serem fabricados.

  • David
    E você acha que um deputadão lá “ilha de fantasia” sabe disso? Esqueça. E anda ganha 15 salários de 35.000, com ^férias” em julho, para fazer essa caca.

    • David

      Quando li o projeto e o argumento eu tive uma tela azul da morte no meu cérebro com tanta coisa absurda.

  • ViniciusVS
    Boa noite também. Independente de tipo, marca ou procedência, se a transparência estiver nos mínimos legais, tudo bem. O que é inadmissível é perder visibilidade plena. Quanto aos raios UV, os vidros verdes originais barram mais de 90%, é mais seguro dentro do carro do que fora dele. Melhor rendimento do ar-condicionado: se houver diferença ela é desprezível, é argumento típico de vendedor de película. Jamais senti deficiência de resfriamento de ar-condicionado, nem a 40 ºC à sombra em Teresina, e olhe sou extremamente calorento. E para quem buscar proteção contra vandalismo, existe película incolor.

  • Marcio Rocha,
    Como milhares de brasileiros, você é um completo irresponsável ao dirigir sem visibilidade. Se você acha que algum leitor do Ae vai seguir seu conselho, está completamente enganado, pois os leitores deste site têm nível e são responsáveis. E você não quero mais tê-lo aqui. Você não merece.

  • David

    Idem…

  • Bruno Bertha,
    Parabéns por não se render a essa moda idiota! Se a transparência total, vidro + película, se mantiver dentro dos mínimos regulamentares, problema nenhum. Minha indignação é com quem perde visibilidade para o carro ficar “lindão” ou para ficar na moda, seguindo o rebanho..

    • José

      Bob Sharp,
      Você caiu no meu conceito! Fale o que quiser, até logo.

      • José.
        Até logo uma ova, espero não vê-lo mais por aqui.

  • joao

    Calma, jovi. Olhe para cima, pense no Canadá. Depois vá para lá. Eu mesmo já estou em processo de mudança. Por aqui a tendência é só piorar. Não deixem que te vençam.

  • Rubergil Jr
  • Guilherme Maia

    Eu sempre vou andar com um dentro do carro, depois que apaguei fogo em um Fusca uns 2 anos atrás vi o tanto que foi necessário.

  • Roberto

    Eu concordo com você com relação a viagens. A poucos semas eu viajei em torno de 500 km e o sol entrando pelos vidros laterais incomodou um pouco. Mas não foi ao ponto de causar queimaduras como alguns falam (mesmo eu tendo pele clara). Para a volta eu comprei aquelas cortinas pequenas com ventosas que achei muito pratica, pois pode-se retira-las quando desejar e não tapam a janela. Às vezes, somente deslocando para a lateral o para-sol já é suficiente para não pegar sol no rosto. Muito mais prático do que utilizar uma película que pode não ter o nível de transparência adequado para dias de chuva ou a noite.

  • Elizandro,
    Democracia até que temos, exceto de 1937 a 1945 e de 1964 a 1990, o que acontece com o Brasil é o mesmo mal da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil: passageiro. Cada vez mais somos um arremedo de país.

    • Elizandro Rarvor

      Concordo, desculpe-me, fui meio radical no meu pensamento. As vezes a raiva domina a razão.

  • Eduardo Mrack

    Muito mais importante do que carregar um extintor de incêndio, é estar com mangueiras de combustível, bem como toda a linha de combustível em ordem, tendo sempre grande atenção para pontos de calor e posicionamento correto de diversos componentes. Carro pegar fogo por acidente até pode acontecer ( por acidente – leia, uma batida ) mas na esmagadora maioria dos raríssimos casos de incêndio, não se pode usar a palavra acidente mas sim negligência para com o veículo. Provo e comprovo.