Ouça a coluna Conversa de Pista narrada pelo seu autor Wagner Gonzalez. 
Nesse post as colunas dessa semana (Toma lá dá cá) e da semana passada (Rapsódias húngaras).

Normalmente um período dedicado a um exercício de futurologia restrito à transferência de pilotos, o meio da temporada 2015 da F-1 está focado na mudança de parcerias entre construtores de chassi e fabricantes de motores. Carta mais valiosa desse baralho, a Renault tem a carta do truco e cria para os rivais Ferrari, Honda e Mercedes uma situação tipo se ficar o bicho pega, se correr o bicho come. Nas bandas de cá o circo da Stock Car ofereceu emoções no fim de semana em Curitiba.


Estivesse vivendo nestes tempos, Franz Liszt teria tido motivo de sobra para compor mais uma de suas rapsódias magiares. O GP da Hungria deste ano teve acordes de dobradinha da Ferrari, Rosberg zerando a diferença para o líder do campeonato, Hulkenberg batendo no final da reta e, no compasso final, Hamilton terminando em sexto na vitória que igualou Vettel a Senna. Nas bandas de cá, Jan Balder promoveu mais uma etapa do Torneio Interlagos de Regularidade num fim semana que movimentou o automobilismo paulistano de raiz.



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  • Fabio Vicente

    Olá, Wagner. Estamos prestigiando seus podcasts.
    Em relação ao Toto Wolf, ele ainda possui ações da Williams, correto?

  • Filipo

    Torcendo para a Renault voltar a ser equipe na F1 e retomar sua expertise em motores!