Quanto mais os engenheiros investem em novas tecnologias, mais a legião de “técnicos de araque” bota tudo a perder…

 

clip stopper c

Grampinho – Cinto de segurança foi inventado (pela Volvo) em 1959 e desde então já se desenvolveram centenas de pesquisas para torná-lo mais eficiente. Uma das tecnologias é o pré-tensionamento. Dispositivo que aperta o cinto contra o corpo na iminência de um impacto, eliminando a folga entre ele e o tórax. Depois destas pesquisas de milhões de dólares, o motorista pára na esquina e compra um “grampinho” por R$ 10, que “segura” o cinto e evita que ele fique ajustado ao corpo, deixando-o folgado e mais “confortável” para o motorista. Que, com “dez real”, jogou por terra os milhões investidos pelos engenheiros para melhor protegê-lo.

“Dedo de ouro” – Você encosta para abastecer, o frentista aciona a bomba e deixa no abastecimento automático. E vai conferir níveis de óleo, água etc. Sua primeira “pérola” é colocar uma gota de óleo entre os dedos e alertar o motorista para a necessidade de trocá-lo pois já perdeu a viscosidade. Ou por estar muito “escuro”… A segunda investida do solícito frentista é voltar para a bomba, perceber que o automático já cortou o abastecimento e continuar acionando o bico para encher o tanque até a “boca”. Além da possibilidade de o combustível se derramar na pintura, ele vai chegar em estado líquido e danificar o cânister, filtro que deveria receber apenas os gases do tanque para evitar a poluição da atmosfera.

Duvide-o-dó – Fábricas testam seus automóveis rodando milhões de quilômetros, os motores funcionam milhares de horas no laboratório até que os engenheiros, munidos deste arsenal de dados, estabelecem na central eletrônica os melhores parâmetros para equilibrar potência, torque, rotação, consumo e emissões, tanto no modo econômico como no esportivo. Aí vem a oficina especializada em “tuning”, muda o chip e garante maior desempenho e redução de consumo e emissões. Desempenho pode ser, mas o resto… eu duvi-de-o-dó.

Calibragem – Fabricantes de pneus e de automóveis desenvolvem seus produtos em conjunto e, depois de uma batelada de ensaios e testes, determinam sua calibragem ideal. Entretanto, o dono do carro acaba sendo contemplado, via internet (a mais completa fonte de informações de araque, falsas e comprometedoras…), com a dica de que seu carro fica muito mais confortável com a pressão reduzida em 15%. Ou, com o consumo reduzido se subir a calibragem em 15%. Pode ser mesmo que o pneu “murcho” deixe o carro mais macio e o mais “duro” reduza o consumo. São, entretanto, alterações que prejudicam a vida útil do pneu, comprometem segurança e suspensão. E que se danem as recomendações da fábrica, que entende muito menos de automóvel que os internautas de plantão.

Assentos extras – Antes de se lançar a picape derivada de carro compacto com cabine dupla, tinha a estendida. Atrás dos bancos dianteiros, um espaço para se acomodar bagagem, pacotes etc. Em algumas, um grande degrau, espécie de plataforma elevada em toda a traseira da cabine, de lado a lado. Não precisou de muito mais para os engenheiros “de araque” de concessionárias e oficinas transformarem aquele espaço em dois ”assentos” extras, revestimento a chapa com espuma e improvisando dois cintos de segurança. Mas, onde eram fixados os cintos? Os “engenheiros” não pensaram duas vezes e abriram furos nas colunas laterais, no assoalho e o problema estava “solucionado”. Como as fixações dos cintos não tinham sido projetados pela fábrica, no caso de um acidente com impacto frontal, os passageiros nestes dois “assentos” sairiam voando com coluna, parafuso, cinto…

BF

Foto de abertura: ebay.com
Boris Feldman, jornalista especializado em veículos e colecionador de automóveis antigos, autoriza o Ae a publicar sua coluna veiculada aos sábados no jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte (MG).
A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


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Sobre o Autor

Boris Feldman
Coluna: Opinião de Boris Feldman

Boris Feldman é engenheiro elétrico formado pela UFMG, também formado em Comunicação, jornalista especializado em veículos e colecionador de automóveis antigos. Além da coluna Opinião de Boris Feldman no AUTOentusiastas, é colunista do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, e do jornal O Povo, de Fortaleza e tem o programa de rádio Auto Papo, na emissora Alpha FM, de São Paulo, e em mais 38 emissoras pelo país, com três edições diárias.

  • Lemming®

    Realmente…cada pérola que se encontra…
    A tal da chipagem realmente…entendem tudo…

    • $2354837

      Chipagem já era, agora é o piggyback. É bem interessante, mas não para o consumidor comum. Tenho um em uma scooter minha com injeção e de vez em quando uso para tirar o limitador, fazer ela andar com alcool. Dá para brincar, mas nunca recomendado para o consumidor comum.

      • Lemming®

        O problema é que o fulano na hora de passar o “usadinho” não informa as boas práticas…

  • vstrabello

    Ainda vendem esta bosta de grampinho? Outra coisa famigerada é a remoção da termostática.

  • Rod1970

    Uma vez fui trocar o óleo do carro no posto. Aproveitei que ja estava lá e depois fui abastecê-lo. O frentista sem eu pedir foi logo abrindo o capô para conferir o óleo que eu tinha acabado de trocar no mesmo posto. Ele não viu que eu tinha feito isso antes e com a maior cara de pau do mundo disse que tinha que trocar porque o óleo estava muito escuro, já estava na hora. Olhei para ele rindo mas antes dei uma bronca porque não pedi a ele para abrir o capô, tampouco para ver o óleo pois nem era necessário. Falei que tinha feito a troca do óleo ali mesmo no posto antes de abastecer, o frentista não sabia onde enfiar a cara. Essa é uma das coisas que mais detesto quando vou a posto, frentista folgado e “metido a mecânico”.

    • Filipe Machado

      Frentista não bota a mão no cofre do motor do meu carro… somente eu ou mecânico especializado.

      Porém a massa mal sabe qual óleo o motor usa, quanto mais tempo de troca etc, acabam caindo nesse lenga-lenga.

  • Thiago Teixeira

    Quanto aos pneus, é incontestável que as 3 libras a menos que uso em transito urbano deixaram meu Focus mais macio. Mas também não contesto que perdi segurança na direção, perdi economia, aumentei o desgaste do pneu. Mas a longo prazo acho que haverá equilíbrio entre perdas e ganhos.

    • CorsarioViajante

      Tem outra vantagem: não perde tão facilmente pneu em buracos. Eu costumava usar uma libra acima por economia (até porque calibrador de posto não é confiável) e perdia vários pneus com bola. Hoje uso uma libra abaixo, e até o momento não perdi mais nenhum, sem grande alteração no consumo nem dinâmica.

      • João Guilherme Tuhu

        Continuo usando uma libra acima. E nunca tive bolhas em pneus.

        • Luiz_AG

          Uso 2 libras. É o recomendado para estrada e demora mais para retornar ao posto para calibrar.

          • João Guilherme Tuhu

            Estranho é que hoje em dia alguns fabricantes não recomendam qualquer alteração na pressão, mesmo com carga e/ou rodagem em alta velocidade.

        • CorsarioViajante

          Pois é, depende de onde você roda, que pneu usa, se é bem cuidadoso… No meu caso usar uma abaixo ou mesmo a recomendação vem dando bons resultados. Lembrando que infelizmente a maioria dos calibradores de posto são desregulados.

  • André Andrews

    – O grampo do cinto, pelo que noto, usam mais para evitar que fique pegando no pescoço nos carros sem regulagem de altura dele. Tantos milhões investidos em segurança, e o que custa todo carro ter ajuste de altura do cinto de segurança?

    – Lembro que a GM nem perdeu tempo, tinta e papel em colocar no seu manual a pressão ECO para Sonic e Cruze, pois sabe a legião de hipersensíveis à pressão minimamente mais alta que existe aqui. O aumento era de quase 30%. Sempre procuro usar 3 psi a mais, melhora bem o ângulo de deriva, além de ajudar a não perder o pneu ou ganhar bolhas no primeiro buraco.

    Pneus que gastam mais no centro devido pressão mais alta era na época dos pneus diagonais, e é curioso que a explicação e os desenhos da banda de rodagem conforme a pressão se mantiveram até hoje em alguns manuais de proprietário.

    • João Carlos

      Eu já havia lido algo nesse sentido sobre o aumento da pressão dos pneus nos Chevrolet. Neste ponto o Boris derrapou.

  • Roberto

    Eu viajo toda a semana por conta do meu trabalho (algumas vezes de ônibus e outras de carro) e no caso dos ônibus que possuem cinto de dois pontos com pré-tensionamento, a viagem geralmente é bem desconfortável por conta do “aperto” dado pelo cinto. Claro que eu uso por questões de segurança (estão ocorrendo muitos acidentes envolvendo ônibus no Rio Grande do Sul), mas acho que deveria haver um controle ou norma sobre este aspecto dos cintos de segurança.

  • José Rodrigues

    E o que dizer dos carros “socado nu chão” com molas cortadas, rodas enormes, mas “lindonas”, com pneus “fita-isolante”?

    • André Andrews

      Faltou o Militec no óleo; o pára-brisa filmado; o som bem alto; o encosto do banco a 160°; a “ordenhada de vaca” ao dobrar a esquina; a aceleração interina pra passar marcha para cima; passar 20 km/h a menos na câmera de velocidade; parar na lombada; a capa no volante; xenônio adaptado; engate; adesivo da Oakley; dar seta para fantasma etc.

      Apaixonados por Carros Como Todo Brasileiro

      • Marco

        Cada uma das características que você citou podem estar em veículos distintos, mas se tiver um adesivo da Oakley pode ter ter certeza que tem tudo isso aí no mesmo carro!

        • Lorenzo Frigerio

          Tinha uma época que o adesivo da moda era “Rockford Fosgate”.

      • Lorenzo Frigerio

        A “ordenhada de vaca” eu faço, na hora de entrar no meu condomínio, porque a virada é de mais de 100 graus para a esquerda.

        • Lucas dos Santos

          Lorenzo,

          E se você tentar fazer como o Arnaldo faz no vídeo a seguir?

          https://youtu.be/jOzdzM5Fn1o

          Posicionando a “mão da curva” – que no seu caso seria a esquerda – no topo do aro do volante antes de virar, é possível girá-lo até 180 graus com um único movimento e sem “ordenhar”.

          Creio que se adequaria à sua necessidade.

      • Cadu

        Você já viu um teste de atrito de Militec?
        Não que eu defenda que todos deveriam utilizar, mas é chocante ver uma máquina de atrito diminuir o atrito do óleo ou mesmo rodar sem óleo com coeficiente baixo.

        • João Carlos

          Com Bardhal B12 também ocorre o mesmo.

          Esse é um assunto bom para um outro André comentar, o André Dantas.

    • Lucas dos Santos

      Há quem defenda que carros “socados” seriam “mais seguros”, por não poderem desenvolver velocidade em nosso “solo lunar”… Aí, sob a desculpa de que “velocidade mata”, andam “se arrastando” a 20 km/h por aí, se tornando um verdadeiro “obstáculo” na via…

      • Roberto

        Perto de onde eu moro há vários veículos rebaixados ao extremo (entre outras irregularidades), apesar dos vários buracos na ruas do bairro. A maioria roda durante a madrugada, pois sabem que blitz (como as da lei seca) praticamente não existem após a meia noite.

  • $2354837

    Os cintos do Monza tinham uma folga, padrão americano. Eram menos seguros, lógico, mas muito melhor que esse grampinho aí.

    Faltou comentar o óleo de 5 mil, 10 mil e 15 mil. Gostaria de saber onde está escrito isso para ser tão diversificado no mercado essa informação.

    • José Henrique V. Guimarães

      Pouco provável ter algo escrito sobre isso. Acredito que esta lenda se formou quando houve a introdução do óleo sintético para venda ordinária em postos de gasolina e demais centros automotivos. Como um frentista (ou trocador de óleo) sem conhecimento técnico iria justificar um óleo de mesma especificação custando 3x mais? Apelando para o intervalo de troca… Somando que os motores modernos naturalmente já possuem intervalo de troca maior e vem de fábrica com óleo sintético, tá corroborada a lenda de que é o óleo quem faz o intervalo de troca…

    • Lorenzo Frigerio

      O Monza da minha mãe tinha o cinto do motorista muito apertado (o enrolador deve ter sido mexido), por isso precisei comprar um clipe. Aliás, de que eu me lembre também tinha uma posição tal, que a beirada arranhava o pescoço.

  • Douglas

    Tem também os faróis de xenônio adaptados que ofuscam quem vem em sentido contrário e os engates traseiros que nunca viram uma carretinha na vida.

    • CorsarioViajante

      O pior é falar com os gênios da internet que farol de xenônio adaptado fica ruim, vem com mil teorias que “provam” que só eles conseguiram fazer direito. O pior é quando dizem “ninguém nunca reclamou”, claro, se um farol me incomoda vou mandar um e-mail para o SAC do cara…

  • Mr. Car

    Podem comprar um usado meu sossegados. Não faço nada disto. Não vejo razão para mexer em um carro de rua, de uso normal, mas se fosse fazer, teria que ser uma coisa orientada por uma equipe multidisciplinar de engenheiros de primeira, e feita por mecânicos idem. Claro que para comprar, também sou chato. Se vejo por exemplo, rodas e pneus fora das especificações originais, já descarto. Carro que tem ou teve kit-gás também descarto. Tem engate de reboque que não tenha vindo de fábrica? Descarto, he, he, he! E por aí vai: carro rebaixado, carro com um som que mais parece uma boate, carro com xênon, carro cheio de adereços plásticos como saias, spoilers, etc…

    • L641

      Achei que fosse só eu.
      Carro com rodas que não são originais eu descarto na hora, se em qualquer parte do anúncio tiver a palavra “legalizado” eu nem vejo o resto, rebaixado nem em sonho eu levo.
      Eu ainda aceito carro com saia, calha de chuva e rádio diferente do original, já que são coisas que eu posso simplesmente tirar e tacar fogo, mas se mexer com a originalidade da estrutura ou da mecânica eu corro.

    • João Guilherme Tuhu

      O Sandero Stepway meu, negociado num Grand Siena, não durou uma semana na Eurobarra…

    • Cadu

      Acho que tudo tem limites. Insulfilme, engate, um acessório, se não
      comprometer estrutralmente ou mecanicamente, basta você retirar…Mais
      importante é o estado de conservação, manuteção e mecânica do carro.

  • Pluto

    E o ato de desconectar a mangueira na calibragem que em média perde 2 libras no processo? Isso o nobre não sabia… pois não faz parte do uso dele. Pesquisa jornalística pela internet é isso ai mesmo….

  • CorsarioViajante

    Como pode esquecer do adesivo “Taramps” tapando todo o vidro traseiro??

    • RoadV8Runner

      Que raio de adesivo é esse?! Nunca vi o dito cujo…

      • Ricardo kobus

        É de uma marca famosa de módulos de potência.

        • RoadV8Runner

          Ah, tá… Obrigado pelo esclarecimento.

  • Fabio Junto

    Tenho engate que nunca foi utilizado, sua finalidade é apenas proteger a pintura do para-choques de meu cabriolet (de coleção), futuramente, quando for utiliza-lo somente em eventos, vou tirar o engate….

    • Fabio Junto
      Você é uma péssima pessoa, enojante, mau caráter, ao usar engate como proteção..Aqui você não entra mais, desapareça..

      • Costa

        Falou o que eu queria falar Bob, odeio esse pessoal que coloca reboque com essa finalidade. Já tive a placa do meu carro completamente amassada por um reboque. Por pouco não pegou no radiador. Geralmente o cara que tem reboque no carro não se importa em ferrar o carro que está parado atrás. Puro egoísmo e falta de noção.

        • Fernando

          Também já tive, isso que foi em uma manobra no estacionamento em que eu parava por uma época em que tinha “mano”brista.

          Benzi a orelha de quem fez embora esse lixo de engate certamente prejudicou o cálculo dele, mas quando ele viu que o carro tinha isso deveria ter cobrado um valor tabelado para engate. De qualquer forma hoje ele já está com outras placas.

          Curiosamente isso foi com meu carro que hoje passeio somente de final de semana e eventos… mas nunca pensei em colocar algo boçal como esse maldito engate, não tem lógica.

      • Pedro Guerra

        O Brasil perdeu a chance de proibir o uso do engate fixo há alguns anos atrás… talvez por lobby da industria de autopeças…e todos sofremos com isso até hoje…

        • Pedro Guerra
          De fato, era só obrigar o tipo desmontável e multar quem trafegasse com a lança e esfera no lugar sem estar rebocando alguma coisa. Nada mais simples.

          • Ricardo kobus

            Eu precisava comprar uma carretinha, mas acho que vou colocar engate removível, não quero bater as canelas no engate kkkk

    • Daniel S. de Araujo

      Argumento bizarro e bem esquisito esse. Quer proteger a pintura de seu parachoque guarde o carro de coleçâo na garagem e não saia com ele para qualquer lugar.

      Falar que usa engate com essa finalidade além de ser algo altamente gérson, demonstra ignorância: é melhor repitar o parachoque do que ter uma longarina do monobloco rasgada e torta em caso de uma colisão mais forte. Converse com qualquer funileiro que ele confirma a informacão.

    • Roberto Eduardo Santonini Ceco

      Gostaria de ter um Jipe Willys, com um belo pára-choque de aço e estacionar atrás de seu cabriolet.
      Ficaria sentado, perto do carro, assistindo você dar o famoso “totó” no pára-choque de aço e vendo sua longarina entortar lindamente.
      Daqui alguns anos, em algum evento, iria rir de um certo cabriolet torto aí…

      • Fabio Junto

        Você é um cara mau, isso não vai acontecer…

    • Marco

      Pode proteger sua pintura, mas aposto que é um daqueles que pouco se lixa ao manobrar o carro e bater no carro de trás, afinal, o seu tem engate, não é…

      • Fabio Junto

        Que é isso. companheiro? Para começar, quem faz curso de defensiva, como eu, não dá marcha à ré, mesmo para manobrar, também cuido do alheio e não jogo papel na rua ou na praia…

    • Thiago Teixeira

      Estranho seu cabriolet de coleção estacionado em qualquer lugar. Não é o perfil de colecionador.
      Meu carro é de uso diário e só estaciono em local que não vou ter problemas com portas alheias, outros pára-choques etc. Nem sempre dá pra fazer, mas as vezes sim. Quem está na chuva…
      Uma dica banal que todos aqui sabem: Estacione próximo a paredes, pilastras, longe das entradas (de um mercado por exemplo). Evite vagas em fila.
      Isso esta naqueles manuais de bordo entre os bancos, uma folha A4 plastificada, de qualquer colecionador.

      • Fabio Junto

        Não tenho perfil, mas uso, restauro, uso de novo e conservo, como tenho outros dois Peugeots, entendo que é minha pequena coleção…

    • Lucas

      Idiota!

    • RoadV8Runner

      Para proteger o pára-choque de seu cabriolet de coleção, mandou fazer vários furos não originais na estrutura do carro para colocar a bolinha cromada ridícula pendurada na traseira… Excelente custo-benefício!!! Por que não instala um reboque na dianteira também? Ou um quebra-mato? Assim protege o pára-choque dianteiro, são apenas mais alguns furos não originais…

      • Fabio Junto

        Comprei-o bem surrado e já vinha com o engate, restaurei e mantive o engate, sem uso, não sou xiita e aceito as críticas e até falta de educação, vou pensar no assunto

  • Daniel S. de Araujo

    Sem falar que o engate é bem coisa de gente “isperta”: contra a encostadinha no parachoque ela protege, contra a pancada forte ela entorta a longarina. Bem feito para o “isperto”.

  • Fred

    Tem também um “técnico de araque” oficial: os engenheiros ficam centenas de horas e km testando os protótipos até chegarem na configuração ideal da injeção/combustível, daí vem o governo/Contran e numa canetada, sem estudo algum, avaliza que dá pra aumentar o percentual de álcool na nossa gasoroba.

    • Cadu

      Acho que tudo tem limites. Insulfilme, engate, um acessório, se não comprometer estrutralmente ou mecanicamente, basta você retirar…Mais importante é o estado de conservação, manuteção e mecânica do carro.

  • Renan V.

    Adorei ler isso!

  • João Guilherme Tuhu

    Confesso que uso Insufilm – bem clarinho. E confesso que já tive muita vontade de instalar farol traseiro, bem na cara do chato ofuscante… PS. e já usei capa de volante também.

    • Lorenzo Frigerio

      O “farol traseiro” aparecia na prova teórica de habilitação no meu tempo (1980), e deve ter continuado por muitos anos. Tinha que ticar que era “infração ao Código de Trânsito, sujeito à multa etc.”. Eu nunca vi um carro com isso, mas deve ter no interior, especialmente fora do Estado de SP.

      • João Guilherme Tuhu

        Eu já vi vários faróis traseiros, nos meus anos de estrada, principalmente em caminhões. A guerra de faróis à noite ainda existe – viajei a trabalho por mais de 12 anos nessas condições…

      • Danilo Grespan

        Antigamente era mais comum esse farol traseiro, como os de longo alcance Cibié, atrás. Meu pai teve numa Brasília, e ligava na “briga de faróis”. Coisas absurdas que ainda acontecem…

    • CorsarioViajante

      Não se sinta mal, eu também já usei capa de volante e vou além, até dadinho no retrovisor.
      Hoje ainda uso película no vidro, também clara, mas que está me enchendo o saco. Estou tomando coragem para tirar, mas como foram muito bem instaladas e minha esposa dirige bastante à noite sozinha em lugares perigosos, ainda fico ressabiado.

      • João Guilherme Tuhu

        Sinto mal nada. E gosto das películas – a bandidagem não te vê tão fácil dentro do carro.

        • Rochaid Rocha

          Eu concordo. Também uso. Só discordo quando colocam no pára-brisa.

      • Dadinho no retrovisor só pode usar em conjunto com aquelas capas de banco, de bolinha de madeira, rsrs…

    • Tuhu
      De ilusão também se vive… e enxergando mal. Confesse logo, você acha que o carro que fica “lindão” com os sacos de lixo.

      • Bob, há uma grande diferença entre esses sacos de lixo que as lojas de tuning instalam, e uma película clarinha, dentro das normas do CTB.

        Meu Pejôzinho anda dentro da lei, mas já tive um Monza “lacrado no G5” (Tempos de moleque, rsrs…)

      • João Guilherme Tuhu

        Não é ‘boniteza’, mas sensação de mais segurança. E afirmo: diminui bem a temperatura no interior do carro. Mas tem seus percalços: diminui a visibilidade noturna com chuva.

      • agent008

        O up! da minha “melhor metade” saiu da loja com película. Gracejo de vendedor, para agradar o cliente e em vez de um desconto. Ela gostou, mulheres tendem a preferir a suposta privacidade das películas, mas eu abomino, e já estou quase a convencendo, a eliminar. Bob e editores viram este carro no Passeio Autoentusiastas. Confesso que indo e voltando a São Paulo, naquele fim de semana, viajamos por horas durante a noite, e atrapalha bastante.

  • Eduardo Sérgio

    Há décadas os carros são fabricados com eficiente proteção anticorrosão que torna praticamente impossível o aparecimento de ferrugem. Mesmo assim muitos lavajato ainda cometem a tolice de aplicar graxa e borrifar outros produtos no fundo dos carros.

    O efeito prático disso é a destruição gradual das proteções de borracha da parte inferior – principalmente as da suspensão –, além, é claro, de deixar um rastro de mau cheiro por onde passa. Tudo com anuência do proprietário do veículo.

    • Bucco

      Graxa não estraga borracha, muito pelo contrário. Se funciona é outra história, se servir de cola para barro não funciona.

  • Lorenzo
    Não precisa, vá por mim.

    • João Martini

      Pois é Bob. E pensar que outro dia levei uma bronca do meu pai por não fazer a ordenha, alegando que era mais seguro rs
      Logo me lembrei de você.

  • Antonio Pacheco

    Penso da mesma forma, Mr. Car. Se o carro foi alterado, tem engate etc, nem penso em comprar. Por outro lado, carro meu pode ser comprado no escuro, pois mantenho a manutenção religiosamente em dia. Certa vez, vendi meu antigo Apollo GLS 91, e o comprador ficou espantado de ver até o estepe em excelentes condições. Dei garantia de 1 ano, isso em 2006, dizendo apenas para manterem a troca de óleo e filtros em dia. Carro rodou mais alguns anos com ele até passar para outro comprador sem problemas. Meu atual Fluence está com 3 anos de uso, mas parece com um novo. Quem cuida, tem.

  • Fernando

    Os piggyback que já vi são ligados em paralelo e assim quando a pessoa vende o carro, não deixa o conjunto que custa uns R$ 3.000 no carro, até porque vai usar no próximo..

    • Lemming®

      O problema é que só Deus sabe o que o fulano apronta e na hora de vender o incauto pega o veículo como “original”. Ou acha que vai dizer “Olha, o carro foi “chipado para ganhar potência” ou “coloquei um turbinho sem nenhum reforço”, “cortei as molas” para “ficar lindão”…
      Foi isso que eu quis dizer…

      • CorsarioViajante

        E aí chegamos naqueles carros incríveis e “zerados” da WebMotors que a galera xiita do usadão adora dar como exemplo de “bom negócio” contra os “trouxas” do carro zero.

        • Lemming®

          E a média do modelo com particular é sempre entre 70.000 ou 90.000 km e o que está sendo ofertado nas lojas e concessionárias estão sempre com menos de 60.000 km. Verdadeiro milagre!
          Se não conhece a procedência….desconfie…sempre.

  • Beta Romeo

    E o estepe externo do EcoSport e Idea Adventure? Também não me parece uma boa solução, mas foram as próprias fabricantes que a adotaram.

    • Acho horrível.

      Além de feio, barulhento e fácil de roubar, aquela porcaria pendurada só serve amassar o capô do carro dos outros.

      Sempre que paro atrás de algum carro com esse recurso, faço rapidinho uma foto com o celular, para garantir a identificação do sujeito, caso amasse meu capô.

  • RoadV8Runner

    Primeira vez que concordo na íntegra com o conteúdo da coluna. Essa solução caseira a respeito dos cintos de segurança também é feita em carros antigos, onde o projeto original não previa instalação de cintos de segurança de três pontos. O Opala 1980 que comprei, por exemplo, veio com cintos de segurança de três pontos adaptados (e xing-lings ainda por cima…) Cintos devidamente removidos e instalados os originais subabdominais, de marca conhecida e que funcionam de fato, em caso de impacto.
    Somente na questão de pressão a mais nos pneus é que não ocorrerá necessariamente desgaste maior. Como eu gosto de fazer curvas em velocidade mais alta, uso 3 psi a mais de pressão. Com isso, as laterais dos pneus sofrem bem menos e telegrafam melhor as características do piso, o que me agrada muito. Sobre reduzir consumo, se isso acontece com a maior pressão, é tão pouco que não dá para notar.

  • RoadV8Runner

    Não precisa disso, nem no Opala sem direção hidráulica eu faço a ordenha. Talvez seja costume, mas eu tenho mais força para virar o volante do jeito normal, com as mãos por fora do aro.

  • RoadV8Runner

    Deixei de comprar um Focus 2003 menos rodado que o meu (o meu é 2002) justamente por causa do engate na traseira. Fui na loja para fechar negócio, mas quando vi a bolota ridícula na traseira, parei de olhar o carro na hora. O vendedor não se conformou quando eu disse que aquela porcaria é que melara o negócio.

  • Luiz_AG

    Isso. Essa prática já era adotada bem antes da popularização do óleo sintético, cheguei a ver em autopeças as gôndolas com a descrição.

  • pilast

    Sou favorável ao tuning quando a fábrica “amarra” o motor de um carro, instalando-o na versão de entrada e depois coloca o mesmo motor em outra versão, cobrando a mais pelo mesmo produto, apenas recalibrado para render mais.

    • CorsarioViajante

      Normalmente as fábricas mudam a calibragem do mesmo motor para obter compromissos diferentes de desempenho / consumo. Bom exemplo são os motores do grupo VW hoje, que equipame vários carros com vários compromissos diferentes.

    • Cadu

      Exatamente. Respondi isso mas fui censurado. Existem vários casos de carros que são podados pela fábrica para serem menos equipados que as versões mais caras, usando a mesma central eletrônica/motor!
      E ainda existem o caso de motores turbinados de fábrica. Hoje, controla-se tudo por computador e a diferença de desempenho e economia pode ser sensível na reprogramação
      O que não acontece com um 1,0 ou 1,6 urbano que já vêm bem no limite entre consumo/desempenho/emissões

      • Ricardo

        Mas o objetivo da coluna é exatamente este. Que “reprogramação”? Quem fez? Você realmente acha que quem fez entende mais do que uma equipe de engenharia de uma fabricante? E tem outra a fabricante especifica seus carros para o uso diário, para o consumidor médio, aliás, para VENDER. Mexer nas configurações de fábrica, pode trazer prejuízos inesperados.

        • Cadu

          Ricardo, quando você fala em engenheiros ou “fabricantes”, parece até que fala de algum extraterrestre com poderes mágicos sobrenaturais que só existem dentro das magníficas instalações das fábricas.
          São pessoas, capacitadas, técnicos. Que existem em outros ramos, outros mercados. Existem DIVERSAS empresas capazes de modificar um carro de forma competente. Não estou falando do zé da esquina que instala um capacitor no sensor MAF. Mas sim de grandes empresas que fazem trabalhos
          Ou você não conhece Brembo, Koni, Bilstein, Akrapovic, Magnaflow, Mopar???
          Todas elas empresas independentes que fornecem equipamentos melhores que os originais.

          Procure saber a respeito de boas preparadoras em termos de eletrônica (REVO, APR, UNI) e saberá como é possível melhorar uma programação de injeção de fábrica

  • Fat Jack

    Há casos e casos…
    Eu tenho 2 carros e em um desses uso algo semelhante ao tal “grampinho” (lógico que não deixo meio metro de cinto solto, só o suficiente para o alívio da pressão) devido a pressão exagerada do tensionador (que poderia se chamar na verdade apertador), que incomoda, e muito. Pela calibragem diferente dos sistemas no outro carro não vejo a menor necessidade de usar algo semelhante.
    Ainda sobre o tema, tive carros (final da década de 80 e início dos 90) que tinham os cintos por sistema de “pêndulo”, sendo possível eliminar o pré-tensionamento, e mesmo tinham um funcionamento exemplar (sem querer testei-os em “condições reais de uso…).
    Sobre a questão desempenho, não é novidade pra ninguém que os carros são “amarrados”, que tem filtros de ar bastante restritivos (claro, a fábrica não sabe se o cliente rodará com o mesmo 100% no asfalto ou 100% na terra, então, estabelece seus padrões para a pior situação possível) e que em nome da “economia” muitas vezes “castram” cv’s do motor. É possível através de pequenas alterações se conseguir alguma pequena (lógico, não estamos falando de várias dezenas de cv’s) melhora de rendimento sem alterações de consumo ou emissões.

  • Marcio

    E tirar o miolo do catalisador para dar mais potência? Não sou nenhum ecochato, mas me parece uma bela malandragem também.

    • Ricardo

      E tem outra, colocar pneus de perfil super baixo, alterando totalmente o comportamento dinâmico do carro, sem falar que em muitos casos altera-se o diametro da roda, alterando assim a leitura do velocimetro. Fala sério!

  • Lorenzo Frigerio

    Essa da máquina era do anúncio do “Prolong”, que sumiu do mercado. Não tenho elementos para dizer, mas precisa analisar uma mistura dessas retirada de um motor que rodou um tempo com ela, e aí testar. Pode ser que só funcione na bancada, fresquinha, e dentro do motor oxide e se deteriore. Com certeza deve ter muitas coisas que eles não dizem.

    • Cadu

      Eu vi pessoalmente na oficina do ADG, a High Torque
      Ele fez o teste de atrito na minha frente usando um torquímetro digital e uma máquina de rolamentos. O teste consiste em aplicar força no rolamento até que ele pare. Neste momento o torquímetro avisa a força usada. Faz-se várias medições: Sem óleo, depois com óleo sintético. Depois óleo sintético mais militec. E depois sem nada, apenas com a película de lubrificante que restou
      A diferença na redução de atrito era gritante
      Quais os ganhos na prática, dentro do motor? Não sei! Mas o teste é conclusivo que reduz mesmo o atrito entre os metais

  • Lorenzo Frigerio

    Eu só faço a “ordenha” nesse lugar específico que mencionei. Quanto ao vídeo, um Civic tem um volante menor e a direção provavelmente é bem macia em velocidades de manobra, não dá para comparar com meu carro. A “ordenha” é um golpe só nesse caso. Trata-se de um movimento desajeitado para as duas mãos.

  • A questão do abastecimento é complicada. Não sei por que raios os frentistas insistem na desgraça do:

    “Posso arredondar, senhor?”

    “Não, não pode. Pare no primeiro clique e feche a conta, obrigado.!”

  • Mike Castro
    Se seu carro saiu de fábrica com vidros esverdeados, não existe película que mantenha o carro dentro das normas do CTB/Contran. O seu está irregular.

  • Tuhu
    Só sensação de segurança, ela de fato não existe. Temperatura interna menor é uma falácia, e nada justifica privar-se de visibilidade. Arranque essas porcarias!

  • Rochaid Rocha

    Já vi usarem grampo de roupa no lugar desse negócio chique de 10 reais para prender cinto.

  • Thiago Teixeira

    Ai eu meio concordo. Um catalisador novo é uma fortuna. O governo tão preocupado com poluição e promovendo ciclofaixas e bicletaços a dar de pau poderia subsidiar essa despesa.
    – mas aí seria o pais de Alice…

    • CorsarioViajante

      Um monte de coisas no carro custam uma “fortuna”. Para mim isso não justifica.

  • Ricardo

    Muito boa. O problema de muitos “entendidos” é que eles não procuram fontes seguras de informação. É claro que alguém pode dizer: mas como identificar? Ora, veja as credenciais de quem fala. Como o Boris bem frisou, como pode o cara achar que entende mais que uma equipe de engenheiros da fábrica?

  • CorsarioViajante

    Até entendo “arredondar” para quem paga com dinheiro, para evitar um troco cheio de quebrados, mas… Qual a vantagem de arredondar pagando com cartão? rs

    • Ah, cara, mesmo com dinheiro eu prefiro que pare no primeiro clique. Quando estou viajando, ao completar o tanque eu fico do lado do frentista, rsrs.

  • CorsarioViajante

    Eu QUASE comprei uma dessas. :O

  • CorsarioViajante

    Não era pela película, era pela capa de volante! rs

  • WSR

    Corsario, acho que a relação crime x película é um treco que depende do azar da pessoa. Um amigo meu, infelizmente, foi assassinado dias atrás durante uma tentativa de assalto e o veículo dele estava sem a película. Talvez a película, se fosse brutalmente escura, poderia ter inibido a ação do bandido no momento, já que o bandido não teria como saber quantas pessoas estavam no veículo e, assim, pensaria antes de cometer o crime. Por outro lado, a película escura também favorece a ação do bandido durante um sequestro-relâmpago, coisa que também aconteceu com esse mesmo amigo no ano passado, num carro equipado com película. Ele passou pelas duas situações e em nenhuma delas a presença ou falta da película inibiu o bandido. Eu prefiro andar sem a película, pelo menos assim as pessoas poderão ver o que acontece no carro, além de ter menos risco de acidente no trânsito. Todo bandido é pilantra e se quer aquele carro, naquela hora, vai tentar levar, pode ter certeza, com ou sem a película, com ou sem gente dentro. E conheço mais pessoas que foram sequestradas e o carros eram equipados com película.

  • WSR

    E o famoso adesivo Interceptor, do início dos anos 90, alguém lembra? rs

    • Carlos Spindula

      Sim! Lembro-me bem desse e outro que foi moda em minha cidade nessa década: COCKPIT

      • WSR

        Outro inesquecível: JetPilot. Até hoje eu tenho na cabeça uma marajó preta 84 ou 85, linda, que usava rodas de xr3 e o adesivo na traseira, rs.

  • Isso é a personificação da pobreza (de espírito).

  • Lorenzo Frigerio

    Eu quero ver o teste realizado com a mistura que rodou dentro de um motor por alguns mil km. Teste na bancada com óleos limpinhos nunca submetidos a estresse/temperatura não valem.

  • Mário Sérgio de Magalhães

    Não concordo com sua avaliação sobre o clip de cinto. Uso-o rotineiramente pois o cinto me incomoda demais e sem o clip seria difícil pra mim usar o cinto. Já estive em acidentes, inclusive uma capotagem, com o clip, e na qual o cinto funcionou perfeitamente, e eu não sofri nenhuma lesão. Como alguém já disse em um outro comentário: “não é para se deixar “meio metro” de folga.” Basta um mísero centímetro, que não interfere em seu funcionamento, mas proporciona um conforto muito grande.

  • Bucco

    também compartilho do ceticismo do colunista com os chip. Realmente é impossível uma oficina superar o que a fábrica poderia fazer.
    Mas o que a fábrica PODERIA fazer não necessariamente faz – propositadamente.
    Já falei com em engenheiro que disse ser procedimento comum que carros no começo de sua produção tenham sua potencia deliberadamente limitada para reduzir as chances de falhas não previstas. Isso também ajuda no marketing, pois a cada etapa de produção eles podem ir aumentando o limite o que permite facilmente aumentar a potência anunciada. Dando a sensação de que mesmo motores iguais, exceto pela programação “estão sempre evoluindo”

    O outro ponto é que o propósito da reprogramação pode não ser um equilíbrio como o de fábrica. Neste caso as oficinas deveriam ser honestas e assim combinar com o cliente: esta programação é para potência. Não é para durabilidade, nem para economia.