Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas O MUNDO ESTÁ (MUITO) ESTRANHO – Autoentusiastas

As pessoas andam muito estranhas ultimamente e isso é preocupante. Embora este seja um site de autoentusiastas, vou começar pela mesa. Estão proibindo colocar saleiro ou sal em pacotinhos nas mesas de bares e restaurantes, com deu num noticiário de TV, uma lei do Estado do Espírito Santo. Soube do mesmo na França e na Argentina. Como é possível um ser humano, portanto pensante, idealizar uma medida dessas? Um não, vários, porque é lei, passou pela assembléia legislativa cabixaba e outras. Como é possível um produto industrial legal, comercializado em toda parte, não poder estar disponível para quem vai a um lugar público fazer refeição ou petiscar? Só pode ser desequilíbrio mental de quem pensou numa medida dessas.

Agora, ao nosso foco. Prefeitos de cidades de Primeiro Mundo como Londres, Paris e  Nova York, e sei lá de que outros lugares do mundo,  São Paulo, estão em guerra declarada contra o automóvel. A olhos vistos. O negócio é reduzir velocidade. O argumento mais usado para justificar a guerra é o mais idiota que pode haver: menos velocidade, menos espaço requerido para o veículo parar. Recebi há pouco a revista do Cesvi (Centro Experimental e Segurança Viária) e na última página há uma matéria sobre a redução de velocidade nas marginais dos rios Pinheiros e Tietê, em que a revista nitidamente concorda com a medida (como a maior parte da imprensa). Na foto, o petista (só podia ser…) Jilmar Tatto, secretário municipal de Transportes de São Paulo, aparece falando no que parece ser uma entrevista coletiva de imprensa:

 

Cesvi

O gráfico barras aplicado à página mostra distâncias para parada em várias velocidades, chegando a 200 metros para a velocidade de 100 km/h. Como alguns leitores sabem, sou editor técnico e colunista da revista Carro e me cabe dar uma olhada nos testes antes da publicação da revista. Por isso, tenho todos os testes arquivados. Então vejamos os espaços que vários veículos gastaram para parar vindo a 100 km/h:

Cruze Sport6 LT, 36,9 m
Focus SE 1,6, 37,9 m
Chery Celer Act 1,5, 35,5 m
Toyota Etios XS 1,5, 46,3 m
Golf Variant Highline, 37,6 m
Ka+ 1,0 SE Plus, 44,4 m
Versa 1,0 S, 41,9 m

Portanto, o que o petista apresentou à imprensa é uma deslavada MENTIRA. Nem um carreta 40 t requer tanto espaço a essa velocidade.

Esse é a justificativa da “Dupla do Mal” — prefeito e secretário de Transportes — que está cuidando do trânsito de São Paulo para reduzir as velocidades nas marginais.  Esse é o “estudo” realizado.

Esse é apenas um entre tantos danos que esse dois estão trazendo à população de São Paulo. Chego a imaginar haver um comitê na prefeitura ocupado exclusivamente de criar dificuldades para a vida dos paulistanos, dada a série de idéias que tem saído dessas duas mentes torpes. Entre elas:

– criar centenas de quilômetros (400?) para meia-dúzia de ciclistas, em detrimento de estacionamento até para moradores;

– Reduzir velocidade em avenidas que já foram de 70 km/h, baixadas para 60 km/h na gestão do prefeito Gilberto Kassab, agora 50 km/h,  novamente sem nenhum estudo;

– intenção declarada de reduzir a velocidade do eixo norte-sul, que vai de Santana ao Aeroporto de Congonhas, que era de 80 km/h, foi baixada para 70 km/h pela gestão anterior e agora querem diminuir para 50 km/h;

– aplicação da “Área 40 km/h” onde era 50 km/h sem problema algum;

– determinação de limites de 30 km/h sem nenhuma justificativa;

– intenção de fechar a av. Paulista aos domingos, para lazer, como se a cidade não tivesse ótimos parques, entre eles o Ibirapuera, considerado o melhor do mundo segundo notícia divulgada hoje;

– eliminar uma faixa de rolamento de avenidas para criar uma faixa de pedestres, como se houvesse espaço sobrando para o trânsito de veículo;

–  e por aí vai.

Chego a arriscar um pensamento tenebroso, o de haver um movimento mundial orquestrado para destruir a indústria automobilística. Repare o leitor que essa onda de dificultar a vida dos motoristas meio que explodiu de repente, coisa de um ano atrás. Destruir essa indústria significa a perda de milhões de empregos e o caos social resultante.

Aqui esse efeito já se faz sentir, pois cada vez mais o uso do automóvel é perseguido, desestimulando as compras. As demissões na indústria automobilística já chegam a 20 mil esse ano.

Tudo muito preocupante.

BS

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Mingo

    Essa do saleiro realmente é de lascar…
    Se bem que geralmente quando vou a bares, botecos ou restaurantes, dificilmente uso ele, pois as comidas desses lugares já são bem salgadas, acho que para incentivar as pessoas a pedirem uma bebida.
    Daqui a pouco, fazemos como o Uruguai, que liberou a maconha e proibiu o sal…

    • CorsarioViajante

      Já estamos quase lá, liberando a maconha mas proibindo o tabaco.

    • Erik Cavalcanti

      É por essas e outras que eu sou favorável à liberação das drogas.
      A pessoa adulta deve ser responsável pelo que faz e responsabilizada caso a atitude resulte em prejuízo à terceiros, seja consumir maconha, tabaco, sal, álcool, ou deixar de utilizar, cinto de segurança, capacete… A informação deve estar disponível, mas a proibição é o mesmo que tratar adultos como crianças.

      • Domingos

        Eu liberaria as drogas com a condição de um apartheid social onde o simples usuário de uma maconha a cada tanto fosse desprovido de qualquer direito.

  • CorsarioViajante

    Faltou lembrar da maior das ironias, cancelar a inspeção em SP sem propor nada no lugar. Engraçado ver a prefeitura falando que tem que restringir carro pois “polui” mas esquecem deste “detalhe”.
    De resto, é o velho ditado, quem não faz tem que falar, e é isso que muitos políticos ao redor do mundo vem pondo em prática: já que não tem substância ou capacidade de realmente mudar, ficam com discursos e fogos de artífico. O Haddad é o melhor exemplo: na campanha prometeu o “arco do futuro”, um ambicioso plano para mudar SP. Assim que foi eleito anunciou que o plano já era, naõ haveria verba. As famosas creches, que todos prometem e ninguém constrói, também viraram fumaça, como tantas outras promessas. Tentou cavar dinheiro com aumento de IPTU, foi barrado, tentou licitar corredores de ônibus, mas foi barrado por irregularidades na licitação, então no fim não restou muita coisa para ele fazer exceto obras de baixo impacto orçamentário mas imenso impacto na vida das pessoas como ciclovia ou fechar ruas importantes sem motivo.

    • Domingos

      Mas dinheiro para travesti ele tem…

  • CorsarioViajante

    Esqueci: o Haddad uma vez se queixou que São Paulo queria “revolução sem mudança”.
    Como sempre, ele estava redondamente errado em suas declarações (quase sempre hostis): o que São Paulo quer é mudança sem revolução, ou seja, que as coisas melhores e evoluam sem tornar ainda mais sofrido e tumultuado o cotidiano numa cidade complicada como esta.
    O prefeito que se comprometer a se preocupar mais com zeladoria da cidade e menos com laboratórios mirabolantes terá a adoração dos paulistanos.

    • Lorenzo Frigerio

      É necessário acabar com a Prefeitura centralizada, e transformar as subprefeituras em entes administrativos autônomos, como em qualquer país desenvolvido que se preze.

  • Lucas

    Desconfio que nem no gelo não se precisaria de 200 metros para desacelerar de 100 a 0 km/h.

  • a. shiga

    Acho que deviam proibir facas de metal nos restaurantes, vai que os clientes resolvem cortar os pulsos (de raiva)…

    • Domingos

      Já proibiram canivetes no Rio…

  • A figura está pequena e eu não consegui ver se há uma fonte para o tal gráfico de distância de frenagem, não sei se é legenda ou indicação de fonte. Fiquei curioso para ver quem é que pactua com esta mentida. Bob, no seu original dá para ler o que está impresso no canto direito inferior do gráfico?

    • Danniel

      Talvez instalando uma barra de manteiga no lugar das pastilhas de freio se chegue aos 200m 🙂

  • Rodrigo Mendes

    Apenas para comparação. Um trem desses tipo metrô de superfície pensa aproximadamente 200 toneladas e a 80km/h não gasta 200 metros para parar totalmente. E isso mesmo o atrito sendo ferro com ferro com ferro. Imagina um carro onde os coeficientes de atrito são maiores e pesam muito menos? Se isso que esse secretário disse fosse mesmo verdade, ele e toda a sua corja deveriam era se empenhar para esses carros que ele usou para o demostrativo saírem do mercado…

    • Ricardo Talarico

      O trem do seu exemplo gasta menos de 200 metros para parar totalmente, E SUAVEMENTE, respeitando os passageiros que carrega. Se for em emergência, certamente pára em menor espaço.

  • BS, e o que dizer do projeto agora do ilustre prefeito e de seu secretário de aumentarem as larguras das calçadas?

    Isso é uma caçada ao automóvel. Com toda certeza.

    • CorsarioViajante

      Sendo sincero, em alguns lugares com muita circulação de pedestres, pode sim ser boa idéia, se as calçadas estão lotadas. O duro é que sempre voltamos em questões “de fundo”, por exemplo, onde estão os fiscais que permitem que construções avancem e ocupem espaço das calçadas? É a coisa mais comum empreendimentos avançarem e tomarem estes espaços, sobrando uma calçada estreita onde um cadeirante por exemplo não passaria. Pior ainda pelos anacrônicos postes plantados na calçada que, pela licitação da Eletropaulo, já deveriam ter sumido faz tempo. Mas isso também não foi exigido nem fiscalizado.

      • Uber

        O problema é que a idéia não é essa! Ele não vai alargar as calçadas, provavelmente, apenas pintará o asfalto e colocará alguns obstáculos.
        Leia:
        http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/08/19/apos-ciclovias-haddad-quer-ampliar-calcadas-em-sao-paulo.htm

        Leia, principalmente, esta pérola:

        “Não vai ter obra”, garante o secretário, dizendo que o que será feito será apenas uma mudança de sinalização. Um dos motivos é o custo dessas mudanças. Mesmo assim, Tatto afirma que essas faixas serão permanentes. “Vai funcionar 24 horas por dia”, explica.

        • RoadV8Runner

          A presepada já começa no “funcionar 24 horas por dia”. Alguém aí já viu calçada que funcione só meio período?

        • Domingos

          Quer apostar quanto que vão fazer justamente onde não precisa, onde já tem boas calçadas, só para atrapalhar?

    • guest

      Aumentar as larguras das calçadas? Mais espaço para os ambulantes (que não ambulam…).

    • Uber

      Aí é que você se engana! Ele não vai alargar as calçadas, vai apenas pintar o asfalto e colocar alguns obstáculos.

    • JPaulo10

      Errado, errado. A dupla dinâmica não quer alargar as calçadas, porque não tem dinheiro para isso. Eles desejam fazer uma “faixa de pedestres” (pintada, com tartaruguinhas ou cones) sem mexer nas guias.

  • guest

    “Caos social”, é disso que os regimes totalitários, independentemente de sua pretensa ideologia, precisam para se estabelecerem e manterem-se no poder.
    E não acho que seja apenas um pensamento tenebroso, mas algo muito real e presente, haja vista o quanto a Anfavea se apequenou nos últimos anos (para não parecer implicância minha em relação ao fabricante da vez, basta comparar o peso político da Anfavea com aquele que detinha à época da presidência do André Beer).

  • Roberto

    Essas medidas e leis criadas pelos nossos governantes são só diferentes faces de como funciona a nossa política. Ou seja, em vez de investir em educação mostrando os benefícios do consumo moderado de sal (já que é fonte de iodo que previne algumas doenças glandulares) e medidas de infraestrutura e educação no trânsito (principalmente nas escolas), inventam leis absurdas para punir as pessoas, com claro objetivo de fazer “politicagem” e se eximir das suas responsabilidades.

    Com relação a redução da velocidade nas vias de São Paulo (e que também está sendo replicada para outras cidades do Brasil), acredito que poderá até resultar em mais acidentes. Não sei se o meu raciocínio está correto, mas com reduções abaixo da velocidade natural da via, os veículos andaram mais próximos uns dos outros, o que eliminaria qualquer vantagem com relação a menor distância de frenagem.

  • Viajante das orbitais

    Existe movimento sim, e para destruir o mundo mesmo, não apenas a indústria automobilística. Com certeza São Paulo vai sentir um baque na economia, não apenas na envolvida na indústria automobilística, por causa dessas medidas imbecis.
    Só o fato deles apresentarem informações erradas em 400% já deveria ser o suficiente para a mídia de uma país decente os desmoralizar totalmente e serem expulsos de seus cargos.
    Mas se até as publicações “especializadas” batem palma a situação está mesmo muito ruim.

  • CCN-1410

    Bem, acredito que muitos ainda não perceberam, mas os gaúchos não sabem mais fazer churrasco. Antigamente, eles temperavam um monte de carne com um punhadinho de sal, mas hoje, eles temperam um punhadinho de carne com um monte sal.
    O que comentei é verdade e penso que o consumo excessivo desse tempero tão precioso e necessário ao organismo, precisa ser mudado.
    Agora quanto ao saleiro e os pacotinhos de sal sendo barrado nas mesas, é o cúmulo da ignorância. Já que o consumo de sal entre a população é alto, que se ensine o povo a utilizá-lo em menor quantidade.
    Leis, leis e leis. Será que é o prenúncio do comunismo?

    • Lukoh

      A primeira vez que vi mesas sem saleiro foi numa viagem ao Uruguai, 3 anos atrás… eram proibidos e inclusive haviam placas nos restaurantes informando a questão da saúde, hipertensão, etc.

      Se o cliente quisesse mais sal, somente pedindo ao garçom.

      • Domingos

        Uruguai é aquele país que tinha um mendigo maconheiro como presidente.

        Não ofendendo toda a população, mas está bem explicado por que o sal foi “banido” de lá.

    • Antônio do Sul

      Não sou gaúcho, mas filho e neto de gaúchos (inclusive meu avô paterno foi tropeiro), e me ensinaram o seguinte: põe-se o sal grosso à vontade e, na hora de se retirar o assado do fogo, bate-se a carne com uma faca para se retirar o excesso. Sempre deu certo. Agora, em churrascarias, para venderem mais bebidas, é bem possível que não retirem toda essa “sobra” de sal grosso.

      • CCN-1410

        O pior é que conforme o churrasco vai sendo cortado, os churrasqueiros colocam mais sal, misturado com óleo vegetal, para aderir a carne com maior facilidade. Isso é feito principalmente porque quanto mais salgada a carne, mais se bebe e evidentemente mais se gasta.
        Meus sogros e dois dos meus sete cunhados são gaúchos. Minha esposa é catarinense.

  • Rodrigo

    Essas propostas para a cidade de São Paulo, ate onde eu sei, não têm nenhum estudo técnico para comprovar a efetividade dessas medidas. Se algum leitor souber de algum documento, por favor, mostre nos. Não sei qual o estudo foi baseado de que o carro precisa de 200 metros para parar vindo a 100 km/h.

  • Alexander,
    Não há fonte. Veja o gráfico ampliado. O que está sob a barra da direita é ‘100 km/h’.

    • CorsarioViajante

      Sem contar que em outra oportunidade mediram a distância em metros quadrados, como área… Vai entender! É mesmo uma nova matemática, a chamada “Haddademática”.

      • RoadV8Runner

        Sassenhora… Distância em metros quadrados foi a cereja do bolo!

    • Nem convertendo de pés pra metros dá essa conta absurda.
      Pior é o povo da imprensa publicar e nem se dar ao trabalho de apurar um erro grotesco desses!

    • Ricardo Talarico

      Tá na cara que é chute!
      Da velocidade maior para menor, baixando de 10 em 10 Km/h, as distâncias decrescem de exatos 30 metros entre elas, até os 70 Km/h. Nas velocidades mais baixas qualquer pessoa minimamente observadora sabe que não traduz a realidade.

    • Bikentusiasta

      Esses valores são devido à uma margem de segurança adotada de 2,5s e com condição de pista molhada.
      OBS: Sou apartidário e não estou defendendo o cara, estou apenas mostrando um critério técnico.

      • Fabio

        Alguém que demore 2,5s para reagir e frear um veículo, em uma emergência, simplesmente não poderia estar habilitado a dirigir.
        Apenas para constar, o tempo médio de reação está em torno de 0,75s.

        • Domingos

          Se o teste de frenagem fosse feito com uma Ferrari de freios carbono-cerâmica iam colocar 10 segundos de tempo de reação pra compensar…

    • Bikentusiasta

      Reformulando: esses valores são devido a uma margem de segurança adotada de 2,5 s de tempo de reação do motorista e com condição de pista molhada.
      Obs: Sou apartidário e não estou defendendo o cara, estou apenas mostrando um critério técnico.

      • Renato Mendes Afonso

        Penso eu que se um individuo, a partir da percepção de perigo, demorar 2,5 segundos para acionar os freios, ele certamente tem problemas graves e sequer deveria estar conduzindo qualquer veículo.

        Dois segundos e meio para tomar uma decisão no trânsito é uma eternidade. Ainda mais em uma situação de risco.

      • Claudio Abreu

        Bikentusiasta,
        Alguém que demora 2,5s para frear não é digno de estar dirigindo qualquer veículo que seja.

    • Tarcisio Cerqueira

      Bob, quem é o editor técnico dessa revista? Divulgar uma atrocidade dessas e ainda sem fonte? Justa causa nele! Ou em quem o obrigou a aprovar isso… Vocês que são jornalistas não podem denunciar essa reportagem em algum órgão não?

    • Em tempo…
      Será que estes mentecaptos PTralhas estão nos julgando por eles? Que eles são burros mal intencionados a gente já sabe, mas este tipo de coisa talvez seja porque eles consideram que ninguém vai verificar os dados do gráfico…

    • Rodolfo

      Eu acho que o piloto que fez o teste de frenagem estava embriagado…

    • Lorenzo Frigerio

      Tinha um anúncio educativo no regime militar, que dizia que a distância para parar um carro a 100 km/h é 75 metros. E pneu esportivo na época era 175/70-13. Vai comparar com os carros e pneus de hoje.

    • Leo-RJ

      Não aparece a fonte. Mera empulhação para enganar a patuléia!

  • cepereira2006

    As grandes cidades do mundo tem desestimulado o transporte individual porque elas têm uma rede de metrôs excelente, de primeira qualidade, o que não é o caso de nenhuma grande cidade brasileira. São Paulo para fazer isto, deveria primeiro fazer o seu dever de casa, ou seja, ampliar a rede de metrôs de forma que todos possam usá-lo sem filas ou tumulto.

  • Fórmula Finesse

    Me espanta que não houvesse ninguém com conhecimento mínimo suficiente para sublinhar o absurdo da tabela, quando da apresentação da mesma.
    Somos uma manada mesmo, tocada à vara pelos ditos governantes – e o descalabro não acaba por aí, o “kit digital” promete ser a nova vedete para cooptar o povo em 2018…cada vez mais pão e circo.

    • Domingos

      O que é “kit digital”?

      • Fórmula Finesse

        TV digital e wifi…

        • Domingos

          Ué, mas vai cair na mesma coisa que os incentivos para a indústria automobilística: quem tem dinheiro para comprar já comprou, quem não tem não é agora que vai comprar – afinal, juros continuam altíssimos.

          Que eu saiba todo mundo já tem TV digital. Wifi só se o governo for querer dar de graça, o que hoje em dia não significa muita coisa.

          • Fórmula Finesse

            Têm mais coisa…

  • Rodolfo

    Então quando eu for passar pelo Rio Grande do Sul, vou ter que levar o meu saleiro de casa no bolso. Ridículo!!!

  • Newton ( ArkAngel )

    Já houveram tentativas de proibir medicamentos naturais. Seria retirado da população o direito de escolher seu tratamento.

    http://www.ecomedicina.com.br/site/conteudo/destaque20.asp

    Quanto à questão da velocidade…bem, acima de 40 km/h, quase todos os atropelamentos são fatais. A falácia é justamente a distância de frenagem, que supostamente evitaria acidentes. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso facilmente percebe que os acidentes acontecem quando a DIFERENÇA entre a velocidade de dois corpos é grande. Um carro a 80 batendo na traseira de outro a 60 resulta no mesmo de outro acidente no qual um carro a 30 bate na traseira de outro a 10.

    Como diz Olavo de Carvalho : pensar, até um burro pensa mas entender que é bom…

  • Maurilio Andrade

    E quanto às duas mortes ocorridas nesta semana nas “ciclofaixas”?
    Tragédias demoraram a acontencer somente porque as ditas cujas ficam quase o tempo todo vazias.
    Estas mortes estão na conta destes dois cretinos.

  • Marcio TD

    Infelizmente os políticos enxergam o povo como “cachorro morto”, então criam leis das mais absurdas possíveis. Sem o mínimo de estudo ou fundamento que justifiquem as tais.
    E veja algo contraditório, o governo (PT) é o que demoniza os veículos, e é esse mesmo governo, que irá injetar dinheiro na indústria automobilística.
    Não adianta ajudar as fabricantes, e não gerar empregos nas diversas áreas além da indústria.
    As fabricantes demitem seus funcionários, porque o povo não tem dinheiro para comprar, por conseqüência da falta de emprego.

    Enquanto não houver uma revolta do povo contra o governo, seguiremos assim… sendo feitos de idiotas.

    • Ricardo Talarico

      Corretíssimo.
      A indústria automobilística brasileira está precisando de compradores, não de financiamento.
      O que farão com esse dinheiro? Aumentarão os estoques encalhados nos pátios?

    • rodrigo

      Exatamente, Márcio, o povo desmoralizado como o nosso e sem cultura e base intelectual idem, e facilmente manobrável! E só pontuando a questão do fomento financeiro aos fabricantes, (ricos mais ricos) isso e “cultural” em países como o nosso que não há nenhum tipo de oposição popular, como você bem diz, ou nos revoltamos de maneira pacifica (boicote) ou de maneira agressiva, mas do jeito que está é insustentável….

  • Eduardo Silva

    O que acho mais desanimador nisso tudo é a reação da população, que parece querer mais restrições, mais “proteções”, mais vigilância.

    Quem tem medo de morrer atropelado na Marginal? Eu não tenho. Quem não consegue se controlar ao ver um saleiro? Alguém anda por aí com saquinho de sal escondido no bolso?

    E os “responsáveis” achando tudo bom. No condomínio onde moro, entre a entrada do prédio e a garagem, sei lá, 400 metros, colocaram quatro linhas de tartarugas, os moradores aplaudiram. Nunca vi ninguém correndo lá antes disso, nunca houve casos de atropelamento.

    É realmente de desanimar. Tenho medo do que vai acontecer com as rodovias em seguida.

    • Lorenzo Frigerio

      Quando reclamei com o síndico de duas valetas assassinas colocadas na rotatória junto à portaria do meu condomínio, ele disse: “o meu carro nunca bateu embaixo ali, e ele é baixo”. O carro dele é um Corolla. O que é normal para ele? Picape?

    • F A

      O povo adora ser pau mandado. Afinal tem 13º, férias pagas, etc. Por que não pode somar tudo que se ganha no ano e dividir por 12? Ah, por que o coitado não tem educação financeira e no fim do ano não terá dinheiro para comprar um peru…

    • RoadV8Runner

      Pois em frente minha casa, também em condomínio, tem uma lombada. Detalhe: minha casa fica a uns 50 m da portaria…

  • Ricardo Talarico

    O último parágrafo da “matéria” da foto, péssimamente escrito, diz:

    “Reduzindo a velocidade, cai também a distância necessária
    para parar o veículo, em caso de precisar desviar de um obstáculo
    (ou de outro carro à frente, parado nos frequentes congestionamentos
    das Marginais).”

    Do jeito que foi escrito, parece que um congestionamento pode aparecer repentinamente.

    SOCORRO !! UM CONGESTIONAMENTO NA CONTRA-MÃO !!!

  • Lucas Mendanha

    Teste de pista é um bom parâmetro, mas aí ocorre numa situação ideal, bem diferente da vivida pelo motorista comum.. Claro que não chegaria a 6 s (100km/h = 27,8 m/s), mas em situações cotidianas deve-se levar em conta também o tempo de reação, condições de pista e veiculo e a forca aplicada para frenagem, não?

    Acho que ter uma referencia de 100 a 120 m como espaço de frenagem 100-0 km/h, numa situação cotidiana, seria o mais apropriado. Considerando para isso: tempo de resposta do condutor + sua perícia do condutor + condições de pista + desgaste natural do veiculo.

  • Daniel S. de Araujo

    Vou repetir o que tenho escrito aqui neste espaço já faz tempo: O brasileiro médio adora uma intervenção estatal. Desde que seja nas costas do outro.

    Quando vê que alguma coisa não o agrada, a primeira frase falada é “precisava fazer uma lei para proibir….” É bizarro! A coisa que eu mais vejo são textos de jornalistas falando de criar leis, normas, instruções e por ai afora.

    A “intelectualidade” brasileira adora a França, um país que eu nem sei como pode ser de primeiro mundo. Até o queijo roquefort tem lei estipulando como deve ser sua fabricação! Ninguém mira nos Estados Unidos (imperialistas!) ou Alemanha. Falam da França, berço de burocratas e de esquerdopatas, assim como a grande Grécia e seu insano sistema estatal.

    Aqui, o fato é um só. Faltam técnicos, sobram políticos. Faltam engenheiros, sobram sociólogos. Faltam profissionais de linha de frente, sobram burocratas. Em suma, falta Mises, sobra Marx!

    • Lorenzo Frigerio

      Cara, essa “precedência” da França no Brasil é abominável. Nem falemos dos “doutores da Sorbonne”, e aqueles filósofos de araque. Eu sempre digo por aí: títulos ou honrarias obtidos na França não valem absolutamente nada. A França é a Rainha da Sucata, e fica concedendo título de doutor a sociólogos e filósofos inexpressivos do 3º. Mundo, de olho nos negócios com esses paisecos – como tentaram nos empurrar o Rafale.
      Se não aconteceu em Londres, ou Nova York, esqueça, não é sério.

      • Domingos

        Um país que tem raiva crônica e genocida contra os EUA, o catolicismo, os reis e tudo que é normal não poderia dar outra coisa que não títulos que servem de papel higiênico.

        O que salva a França é que, apesar disso, grande parte da cultura e da população ainda é naturalmente e intensamente feudal, católica e surpreendentemente normal.

        • Antônio do Sul

          Se não fosse a intervenção dos EUA na II Guerra Mundial, os franceses, hoje, estariam comendo chucrute, tomando chope e falando alemão.

          • Domingos

            Exatamente. E por isso que é sempre bom lembrá-los disso, quando começam a falar asneira.

            E, claro, se não fossem os americanos talvez eles ainda seriam a potência colonialista que eles eram – e criticam os EUA por ser “imperialista”.

            Típica esquerda.

    • anonymous

      Faltam engenheiros sim, e falta engenharia. Mas “Mises” está muito mais para Marx, burocratas e sociologos do que para técnicos e engenheiros…

      Infelizmente o brasileiro médio precisa da intervenção estatal. Liberdade é para quem tem conhecimento e caráter suficiente para usufrir dela. A cerveja brasileira é regulamentada pelo governo: deve possuir no mínimo 50% de malte. Uma boa cerveja tem 100%, uma cerveja brasileira comum (brahma, original, skol, etc) tem próximo de 50%. Só cumprem o minimo exigido pelo governo, se pudessem usariam apenas milho transgenico. Achar que o mercado sempre se auto-regula é uma ilusão.

  • Roberto Neves

    Essa do sal representa o cúmulo da tentativa de tutelar o comportamento humano. Proibir restaurantes de colocar sal na mesa é insultuoso, é afirmar que as pessoas que ali entram não são capazes de decidir por si o que é melhor para seu corpo e sua vida. Por outro ponto de vista, uma colega de trabalho acaba de me contar que um restaurante paulista, criativamente, pendurou os saleiros no teto, para alegria das crianças. Se não é permitido por saleiros sobre a mesa…

  • Rafael

    Acredito que o nobre petista se referia à distância necessária a parar um trem..

    • RoadV8Runner

      E sob chuva forte…

  • Bikentusiasta
    Mesmo considerando tempo de reação e pista molhada não chegaria a 100 metros na pior hipótese.

  • Lucas Mendanha

    Quanto à lei do sal, é a PL 171/2015.. (rs)

    http://www.al.es.gov.br/portal/frmShowContent.aspx?i=27910

  • Marcelo Maita

    Essa ingerência em nossas vidas, ao meu modo de ver, é um mix de de duas coisas que considero das mais asquerosas neste país: a herança do brasil colônia, onde qualquer um que estudava para medicina era “DOUTOR”, sendo automaticamente habilitado a dar dicas de saúde. Costume que prevalece até os dias de hoje, ou ainda, outra figura importante, o advogado, sendo também promovido a “DOUTOR”, última palavra sobre qualquer assunto, um legislador nato.

    O segundo agravante é essa mistura de classe média com esquerda. O cara acredita em algo e simplesmente impõe. É o achismo do classe média que pensa ser dono do mundo, conhecedor de tudo, misturado com a intransigência da esquerda. O “deve ser assim e pronto!”

    E desta forma vamos afundando, todos juntos.

  • Lorenzo Frigerio

    Vou estender um pouco o caso do sal. Sou sócio de um clube em São Paulo, e gosto de cortar meu cabelo lá. Desde que me conheço por gente, ao longo das décadas, a comida em seus vários restaurantes sempre foi péssima. Quando saio do barbeiro, vou a uma lanchonete lá dentro e peço um americano. Pois os caras fazem o sanduíche “a seco”. Em qualquer lanchonete que se preze, o sanduíche – cheese salada e congêneres – leva uma fina base de maionese no pão, e os do clube são “a seco”. Nem dá para pedir para colocarem, pedir com maionese “é um outro sanduíche”. Você é que tem que colocar a maionese. Detalhe: ela vem em saquinhos, como o ketchup e a mostarda. Como se já não fosse impossível colocar maionese no sanduíche depois que ele está montado, você tem que lambuzar as mãos abrindo uma meia dúzia de saquinhos minúsculos de ketchup ou mostarda, e precisa colocar o sanduíche no prato para abri-los, pois para isso precisa usar as duas mãos.
    Detalhe, em São Paulo não existe lei obrigando ao uso de saquinhos no lugar dos populares tubos.
    A gente vê que quem faz esses sanduíches – o concessionário da lanchonete e a Diretoria do clube que a controla – nunca os comeu, nem gosta deles.
    Assim é com o trânsito de São Paulo, e o de várias cidades. Canso de comentar sobre as notícias da Folha de S. Paulo, e o que mais tem lá é gente dando palpite e fazendo grandes articulações contra o uso do automóvel, que está na cara que nunca dirigiu um carro.

    • Domingos

      “Canso de comentar sobre as notícias da Folha de S. Paulo, e o que mais tem lá é gente dando palpite e fazendo grandes articulações contra o uso do automóvel, que está na cara que nunca dirigiu um carro.”

      É porque você está falando com MAVs. Já se sabem de casos onde pesquisas do Senado receberam 3 milhões de votos de apenas 66 computadores.

      • Lorenzo Frigerio

        Existem MAVs sim, mas os não MAVs são maioria. Tal lá quanto aqui, quando alguém se posiciona enfaticamente a favor das ações do prefeito, está botando a cabecinha para fora de uma maneira bem conspícua, então acaba naturalmente tratado como troll que é.

        • Domingos

          Dependendo do site, Lorenzo, eles são maioria sim.

          Você não tem idéia do tamanho do esquema que é isso. Perfis de twitter recebem 20 mil ao mês para trabalhos do tipo.

          Portais recebem entre 500 mil e mais de 1 milhão ao ano para coisas assim.

          Existe um exército de gente editando artigo de wikipedia, por exemplo. Todos pagos.

          Tem site onde uma pesquisa indica 60, 70% contra o PT em alguma medida e, nos comentários, 70 a 80% das opiniões são completamente favoráveis à mesma medida…

  • David

    Fazer o quê se o automóvel que um dia era um bem de consumo tão prazeroso de se utilizar a ponto de alguns considerá-lo uma extensão de seus lares, de repente se tornou o câncer das grandes cidades? Querer dizer que há “um movimento mundial orquestrado para destruir a indústria automobilística” é simplesmente ignorar o fato, entre tantos outros, de que nenhuma cidade no mundo é capaz de suportar um carro por habitante e de que as cidades brasileiras cresceram quase que estritamente em função do transporte individual, quando isto deveria ser item de segundo plano, em detrimento da mobilidade para pedestres. Não vamos copiar à risca as capitais europeias ou muito menos sermos coniventes com as arbitrariedades cometidas por nossos governantes, mas precisamos urgentemente encontrar o nosso próprio modelo de planejamento urbano em que possamos ter liberdade o suficiente para chegar aos lugares sem talvez até sequer precisar tomar um ônibus ou um metrô.

  • CharlesAle

    Problema é que o brasileiro só quer copiar o que é ruim lá fora. Pois se copiar as coisas boas, tem de fazer uma profunda mudança no País. E “profunda mudança” para melhor e “Brasileiro” não cabem na mesma frase….

    • Kar Yo

      Na verdade o pessoal copia as coisas boas de fora, mas esquecem de analisar o conjunto na qual ela funciona. É mais ou menos como a VW usar um parafuso da Porsche e achar que fez uma grande melhoria no Gol. Sendo que, o mais importante, é se o parafuso atende o projeto.

    • CorsarioViajante

      Esse é um problema crônico, o brasileiro é bipolar: insiste em jabuticabas completamente sem pé nem cabeça e daí, de repente, resolve adotar sem nenhum senso crítico soluções de outro país.

  • Eduardo

    É sério que os “australianos” já chegaram no Autoentusiastas, vai rolar citação de Rothbard e da Revolta de Atlas?

    • Daniel S. de Araujo

      Melhor do que a visão estatista bisonha de Keynes (só serve para ensinar economia para universitário. E só), Marx. A visão revolucionária que defende o estatismo e sua ineficiência, as aberrações econômicas esquerdopatas.

      Muito melhor que defender o Socialismo estatista de Lenin, Stalin, Fidel Castro, Mao-Tse-Tung, Pol Pot e tantos outros “líderes” que mataram, por razões ideológicas, ao longo da história, mais do que o qualquer outro regime totalitário de qualquer ordem.

      Defender essa gente não é ideologia. É deformidade de caráter.

      • AlexandreZamariolli

        Daniel, não esquente os piolhos. O sujeito nem sabe que Ludwig von Mises é austríaco, e não australiano…

  • Fabio

    Curioso o que ocorreu na Av. 9 de julho. Baixaram a velocidade para 40 km/h num trecho (zona 40), com todo o alarde e novos radares devidamente posicionados.
    Pouco tempo depois, agora sem nenhum alarde ou justificativa, o trecho passou a ter velocidade máxima de 50 km/h!! Dá para entender alguma coisa?

    • agent008

      Algum fabricante de placas ficou contente com esta dupla mudança. Será que as antigas placas de 50 km/h ficaram em estoque, ou foram colocadas outras novinhas em folha?

    • AlexandreZamariolli

      Curiosidade: os radares foram recalibrados ou continuam ajustados para os para 40 km/h?

  • Andre Sousa

    A imprensa parece estar alinhada com esse viés esquerdista mesmo, de confronto, de imposições por conta de um bem abstrato para a sociedade que justifica medidas estúpidas como essa e cerceiam o livre arbítrio. Por isso vemos tantos absurdos. Nào é de hoje que acompanho as rádios para me informar (Joven Pan, Bandeirantes, com exceção da CBN que dá nojo). Ainda bem que temos jornalistas como José Paulo de Andrade e Reinaldo Azevedo que conseguem ser imparciais e fazer uma análise técnica e lógica dos fatos (como este último disse uma vez, as duas mãos foram feitas para escrever, mas não para servir de apoio, junto com os pés).

    • Lorenzo Frigerio

      Dois jornalistas da direita desavergonhada e parti-pris… figurinhas carimbadas. E você os chama de “imparciais”… Meu Deus!

      • Newton ( ArkAngel )

        A chamada esquerda brasileira domina totalmente os meios de comunicação, vide emissoras de TV e rádio, jornais, internet.
        Idealmente, todos e quaisquer órgãos de mídia deveriam ter igualmente espaço para ambos os lados, esquerda e direita, mas não é o que acontece. Então, já que a maioria da imprensa sufoca a direita, por que motivo tais espaços de direita deveriam ceder espaço para aqueles que já detêm a hegemonia?

      • Andre Sousa

        Eu vejo esses jornalistas combaterem várias ideias estapafúrdias. Eles defendem a mobilidade séria, sem ideologia e modismos baratos, cobram investimentos no metrô, atacam leis como a da sacolinha e esse cicloativismo radical, cujos resultados estão aí, pintados de vermelho, literalmente, batendo na porta de muitas casas e comércios.

        Conheço gente com viés de esquerda e/ou social democrata que aprecia esses dois jornalistas, aliás, basta ver a audiência que o Reinaldo tem em seu programa Os Pingos nos Is. Ainda assim, digamos que seja tudo de direita, de qualquer forma, os 2 jornalistas põem em xeque, com fatos e argumentos, alguns governos/grupos e suas respectivas pautas que não param em pé e somente estão aí para prejudicar o povo e restringir a liberdade individual. Afinal, quem são aqueles que estão contentes com o PT? Quem gosta de pagar pesados impostos para um estado corrupto e não ter praticamente nada em troca, ser obrigado a andar a, no máximo, 50 km/h em vias expressas, se deparar com ciclofaixas mal planejadas na porta de casa, até chegar ao ponto de ver um saleiro pendurado no teto em alguns restaurantes porque uma lei proíbe que o mesmo seja colocado em cima da mesa?! Isso é SURREAL!!

        Na sua opinião, quais as pautas que eles defendem que são negativas para a sociedade?

      • Domingos

        O problema deles é que eles não são mais de direita, sendo meio liberais às vezes.

        No mais, é o que o Bob disse: ou é esquerda ou é “direita”, que na verdade é a normalidade com um nome dado pela própria esquerda.

        Quem quer se posicionar no meio, se posiciona com a esquerda. E que fique com ela.

        Todos os jornalistas “equilibrados” são ou fazem parte do jogo da esquerda.

  • MrBacon

    Daí o governo bipolar resolve liberar pouco mais de R$ 3 BI via Caixa e Banco do Brasil para a indústria automobilista (http://www.infomoney.com.br/minhas-financas/carros/noticia/4230316/vai-liberar-para-setor-automotivo-caixa-tambem-deve-incentivar). É uma baita contradição, e condiz com o pensamento pelego-cooperativista-sindical da trupe no poder: zero planejamento, só atitudes demagogas, travestidas de ideologia e sem sustentação em argumentos lógicos.
    Acho que sou um dos poucos brasileiros que teve a chance de morar fora e resolveu voltar… confesso que à época eu não achei nada de errado, mas esta cleptocracia que vivemos desde 2002 tem me feito pensar se fiz certo.

  • F A

    Se o cara demorar mais de “um campo de futebol” para parar um carro a 100 km/h, ele tem que perder a carta e o veículo ir para o ferro velho.

    • Lucas Mendanha

      Cara.. é aquele negocio, não é? A prática acaba sendo muito diferente da teoria simples, o que assusta… Eu pensava igual você, mas lendo a matéria, cruzando teoria com prática (de tudo que já vivi nesses 10 anos de carteira e 200 mil km rodados) e sendo sensato, deixando a picuinha de lado, cheguei nessa conclusão ai…

      Calcula aí. levando 1 segundo de reação entre perceber a necessidade e afundar o pé no freio, e no carro com a menor distancia de frenagem no exemplo ali do Bob, já seriam 63,3 metros percorridos…

      Como na prática há muitas variáveis, como citei acima, e esse 1 s de reação seria para uma pessoa bem atenta na direção e ágil em suas reações, considerar esses 100 m para uma frenagem total (100-0) em situações reais, não é um número absurdo não..

      Por exemplo, meu pai, com seus 58 anos, infelizmente já tem uma distração maior e uma reação mais lenta que a minha, com 28. Isso tem sido nítido nas nossas viagens. Assim como o Corolla dele, que já teve problemas no cilindro-mestre duas vezes desde 0-km, já não tem o mesmo poder de frenagem de quando era mais novo..

  • F A

    Óbvio que se alguém for atropelado com menos velocidade, a gravidade será menor. Então vamos andar a 20 km/h igual no Simba Safari.
    Mendigo na marginal? Nunca vi. Mas se tem, não é mais fácil tirar o cara de lá do que parar uma cidade?
    Então vamos baixar as estradas porque tem vagabundo que atravessa embaixo da faixa?
    A preocupação com segurança é tanta que os “radares” da marginal não pegam moto.
    Avião também faz vítimas em acidentes. E como não tem jeito, vamos proibir avião no Brasil então.
    Sem falar que no Brasil é comum pessoas pelas linhas do trem. Vamos baixar a velocidade do trem então. Só quero ver qual velocidade vai ser segura para um trem atropelar uma pessoa.
    Proíbem sal e querem liberar drogas. E PT, partido maldito.

    • Lorenzo Frigerio

      Estava indo bem até a última linha. O certo seria “proíbem o sal, mas o cigarro continua liberado, e a maconha, proibida” – desculpe, Bob; sou contra essa mania brasileira de proibir tudo, inclusive o cigarro. Este só permanece liberado, porque não precisam inventar uma maneira de cobrar impostos sobre ele… o sistema já existe.
      Quanto ao PT, leva a culpa porque é a “bola da vez”. Lembremos que não foi ele quem inventou o rodízio.
      As coisas só ficam piores. É insuportável para nós, que andávamos na marginal vazia a 120 km/h nos anos 80, mas para a geração atual, é “normal”. Inclusive, esses jovens já rejeitam o automóvel, mesmo sem metrô. Só pensam em “Whatsapp”, em crescer para desenvolver games e apps. Facebook já virou coisa de velho. Admirável Mundo Novo!

      • Domingos

        Maconha tem que ser reprimida com força total, inclusive tratando o usuário como criminoso — que é o que ele é, um psicopata disfarçado de “tranqüilo”.

        O governo que está aí, com todos esses problemas, é o governo da maconha. Todo maconheiro o apoia.

        A maconha é a droga que seria o equivalente da cocaína para alma. O sujeito se torna um zumbi — e por isso mesmo é a queridinha dos governos.

        Sobre as marginais: ainda lembro da época que todos andavam lá a 100 km/h. Isso em carros muito mais precários que hoje e sem acidentes.

        • Lorenzo Frigerio

          Domingos, você vai me desculpar, mas às vezes você fala muita bobagem. Não aplique a mesma virulência a assuntos que você não domina, que a assuntos que você domina. Minha avó já dizia: “Falar, prata; calar, ouro”.

          • Domingos

            Se você não percebe o efeito aniquilador de consciência e de alma da maconha, repito: passou da fronteira de ser enganado e está do lado de quem engana.

            Por mim o usuário de maconha seria penalizado com mais força que um ladrão que cometa pequenos furtos.

            Passar bem.

  • F A

    Já votei no Maluf e me arrependi, sendo que hoje tenho vergonha e, óbvio, nunca mais votaria. Mas tenho mente aberta e se errei não fico defendendo meu erro com doses de psicopatia, fazendo uma analogia ao psicopata que comete crimes, mas não considera que esteja fazendo errado. Então baseado nesse meu erro do passado, eu pergunto ao eleitor do PT: Se o Maluf se candidatasse novamente à prefeitura de São Paulo ou ao governo de SP, eu deveria votar nele ou não? Por que?

    • Celso Fernando Ferrer Singh

      Não me lembro do tempo do Maluf , pois era muito pequeno , mas de uma coisa eu lembro e me recordam aqui em casa , o trânsito fluía , as velocidades regulamentadas eram bem próximas das velocidades naturais (coisa de 10 km/h a menos em algumas avenidas somente) , e quando ele foi governador falavam muito bem da segurança no estado , agora claro que ele é um bandido de colarinho branco, mas ninguém pode dizer que ele não fez nada para o povo Trabalhador (aquele que sofre diariamente com o trânsito , que está ralando seu carro em valetas e quebrando as buchas de suspensão no solo lunar desta cidade administrada pelo Prefeito suvinil), este que por sua vez trabalhou muito para comprar um carro neste país que custa 3 vezes mais do que em qualquer lugar decente do mundo , e ainda ,sofre com a indústria da multas e altos impostos , Muitos destes trabalhadores sequer gostam de dirigir mas não agüentam mais a precariedade do transporte público, principalmente os ônibus , visto que metrô e CPTM estão melhorando muito sua qualidade nos últimos anos. O Maluf fez alguma coisa para o trabalhador, agora o que esta fazendo o partido da estrela? Roubando mais e não fazendo absolutamente nada e ainda pior, prejudicando a maioria da população , seja pela incompetência e o complexo de Nero do Haddad , ou pela desvalorização da moeda nacional e a volta da inflação (e claro aumento de impostos) no governo da presidente Dilma , se é que esta última ainda tem alguma legitimidade como presidente.

    • Newton ( ArkAngel )

      O Maluf de hoje não é mais o Maluf de ontem. Claro, caráter de borracha não é boa coisa.

      Maluf sempre foi um salafrário, mas em outras épocas, seu método era exatamente o mesmo dos traficantes das favelas de hoje, o famoso “Rouba mas faz”.

      Se seria bom hoje em dia, sinceramente não sei dizer, mas entre dois meliantes, já que o roubo é um dos pressupostos para ser um político aqui neste país , eu votaria naquele que faz. Ideal? Óbvio que não, apenas questão de falta de opção. Votar nulo, não adianta, é apenas favorecer quem não queremos.

  • Milton Evaristo

    Hoje no Bom dia São Paulo se falou do radar que mais multa, na Bandeirantes, com arrecadação de 7 milhões nos primeiros seis meses.

    O jornalista se limita a dizer para “tirar o pé” para não levar multa.

    O questionamento deveria ser:

    Existem tantos irresponsáveis assim, ou os limites são artificialmente baixos?

    Quando até o mais cuidados motorista é obrigado a guair somente olhando para o velocímetros, será que não há nada de errado com este limite de velocidade?

    Jornalistas burros e incompetentes, não tem coragem de nada.

  • Rafael Ramalho

    O ES é cheio de coisas bizarras. Supermercados não abrem aos Domingos, após meia noite os postos não vendem bebidas alcoólicas, os parques da região serrana só abrem nos dias de semana. Mas no mundo inteiro existem suas leis imbecis. Em MG não é permitido usar celular em agências bancárias, Nos EUA com exceção de Nevada, você não pode beber na rua. Enfim, temos que nos adaptar, mas a situação em São Paulo beira o surreal. Esta semana dois pedestres morreram na ciclofaixa, um vitima de atropelamento de ciclista.

    • Leo-RJ

      Rafael, nos EUA, quanto à bebida, alguns estados têm leis estranhas mesmo, pois até permitem que se beba na rua, porém sem que “apareça” a garrafa… aí as pessoas compram e enrolam a garrafa toda em sacolas de papel, do próprio mercado, deixando apenas o gargalo aparecendo… aí pode. Muito estranho o ser humano…

  • Juvenal Jorge

    A Imprensa em geral está burra, desinformada ou comprada. Nâo é possível serem tão mortos e passivos diante de uma prefeitura nociva, cancerosa, podre e fedorenta como essa de Haddad.
    Que partam dessa vida terrena para outra em breve, ele e seus assessores com ódio de automóveis.
    E que a OAB corra com a ação contra a prefeitura. Estou aguardando uma boa notícia.

    • Leo-RJ

      Caro Juvenal,

      É verdade. De uma maneira geral a tão gloriosa imprensa, hoje, encontra-se burra, desinformada ou mesmo comprada. Isso é um fato! Infelizmente…

      • Domingos

        Gloriosa imprensa no Brasil ao menos eu não era vivo para ter visto…

  • Fat Jack

    Outro exemplo da hipocrisia reinante no atual comando da CET (SP) é eles dizerem que há divulgação, inclusive na internet de todos locais de radares e fiscalização ao mesmo tempo que orienta (não é “teoria da conspiração”, outro site automobilístico postou a imagem da recomendação afixada dentro da própria CET) seus fiscais de tráfego permacerem escondidos (bem como suas viaturas) de forma a aumentar as chances de autuação. É um descaramento atrás do outro…
    O que mais me impressiona na questão do sal é que enquanto certos prefeitos tem liberdade e poderes para legislar (implementando proibições) sobre o assunto, o STF demonstra afinidade a liberação do porte de drogas (não quero aqui entrar demais no mérito do assunto), e aí eu pergunto:
    Mas o usuário,dependente ou viciado (dependendo do caso) os adquire de quem? Só há uma fonte: os traficantes, (desnecessário falar dos males que estes promovem à sociedade), enriquecendo-os e armando-os portanto. Ou seja, vamos legalizar o enriquecimento deles?
    Não tem outra forma de terminar meu comentário, se não for concordando com o Bob:
    O MUNDO ESTÁ (MUITO) ESTRANHO

    (Sim Bob…, assustadoramente estranho…)

  • RoadV8Runner

    Proibir sal em restaurante? Que coisa absurda. Absurda, não… surreal mesmo! Que patrulhamento mais idiota esse.
    A primeira coisa que me saltou aos olhos no gráfico de barras foi a distância de 65 m para parar a vindo a 50 km/h. Como chegaram a esses valores? Carros com pneus carecas e em piso alagado? Ou foi em estradas de terra? Na neve, talvez? Absurdo sem tamanho! Nem mesmo meu Opala 1980 é tão ruim assim para parar… Por exemplo, a 100 km/h, leva cerca de 49 m para parar, isso com rodas travadas (dados da revista Quatro Rodas, edição 234). Me espanta um órgão como o Cesvi fazer vista grossa para uma mentira deslavada como essa.
    E o duro que o pessoal embarca nessa onda de velocidade baixa, impressionante. Ainda hoje estava conversando sobre isso com colegas de trabalho, no fim de tarde. Pois um deles defende que é melhor reduzir velocidade para diminuir acidentes! E acha implicância dos outros reclamar de um compra-faixa da esquerda, seguindo abaixo do limite de velocidade da via.
    De fato, o mundo está enlouquecendo a olhos vistos. 1984 e o Grande Irmão se tornando realidade?

  • Lucas Pereira

    Essa distância de frenagem deve ser a distância percebida na prática. Sabemos que um carro freia de 100 a 0 em menos de 50 metros se utilizarmos toda a carga do pedal. Mas ninguém freia dessa maneira no dia a dia, exceto em situação de emergência. As pessoas freiam suavemente, o que pode atingir essas distâncias citadas. Afinal, não é porque meu carro frea de 100 a 0 em 50 metros que eu só vou começar a frear em um semáforo nessa distância.

    • Newton ( ArkAngel )

      Se uma pessoa freia “”suavemente “em situações de emergência existem apenas duas hipóteses : má intenção, ou problema sério mental. No primeiro caso, é assunto de polícia, no segundo, assunto psiquiátrico.

      • Lucas Pereira

        Existe uma terceira hipótese: pessoas que têm dificuldade em compreender textos. Não percebi o momento em que ele disse que os dados de frenagem apresentados são em situações de emergência. Acho que os dados mencionados são aqueles percebidos no dia a dia. Afinal, não é porque meu carro frea de 100 a 0 em 50 metros que eu só vou começar a frear em um semáforo nessa distância.

        • Newton (ArkAngel)

          Esqueceu a quarta hipótese: pessoas que não conseguem se expressar de maneira clara.

        • Pablo Nascimento

          Leia essa parte do texto:

    • Me poupou as palavras. Também acho que estão considerando este aspecto. Dentro do grupo motoristas existe o subgrupo de bons motoristas e dentro deste subgrupo existe outro subgrupo que realmente “monta” nos freios numa situação de emergência. NESTE caso de analisar a distância percorrida de frenagem considero mais correto nivelar por baixo a capacidade de frenagem, não adianta considerar valores de frenagem máxima se quase ninguém os utiliza quando necessário, isto só ocasionaria mais acidentes.

  • braulio

    Ou seja, o melhor jeito de se andar de carro na São Paulo atual é roubando um! Não precisa obedecer rodízio, não precisa se preocupar com limite de velocidade , e, como todas as multas são feitas por máquinas, você não verá polícia na sua frente…
    Quanto ao sal, lembrei do filme “demolidor”, em que um John Spartan recém-descongelado pede sal num restaurante, e esclarecem: Sal faz mal para você, então é ilegal…

    • CCN-1410

      Você deve ter razão.
      Recentemente passei por uma blitz, que deixou folga tanto de um lado quanto do outro, para que motoristas optassem por via secundária paralela mas sem asfalto ou calçamento e sem ter que passar pela sua frente.
      Tanto na ida quanto na volta, o que mais vi foram carros que passavam pelo acesso secundário, em uma proporção visual de uns 70%.
      Quem não deve não teme, hehehe…

  • Lorenzo
    Contra a esquerda, só a direita, e esse dois jornalistas, tenham o defeito que tiverem, cumprem muito bem seu dever cívico. Ou não? Hitler criou o nacional-socialismo para defender a Alemanha do internacional-socialismo.
    É assim a coisa. Ou você quer que o Brasil vire uma Venezuela, uma Bolívia? Ou você acha legal as manifestações, as invasões desse imundos sem-terra que andam pra e pra cá em ônibus fretados?

    • Lorenzo Frigerio

      O pior é que a Bolívia não está nada mal. Não dá para comparar à Venezuela. O Peru também progrediu.
      Mas cada um é um. Não vejo a menor chance do Brasil seguir esse caminho. Nós somos um país muito mais rico e estamos em outro nível. Não sou partidário da radicalização ou do alarmismo. Em 64, vimos onde isso acabou.
      A verdade é que esses caras querem manter seus empregos e posição, e para isso têm que “fazer parte” da empresa.

      • Domingos

        Não está nada mal, tanto que tem o mesmo governante há mais de uma década, o mesmo é um cocaleiro que já ameaçou o Brasil várias vezes e aqui em São Paulo tem quase uma nova Bolívia de gente.

        Ninguém fala, mas a Bolívia trata o Brasil como um “opressor capitalista” da américa latina.

        Assim é fácil, você exporta todo mundo e o país fica “bom”. Ao mesmo tempo, os brasileiros que vão para a pagelândia pelas regras do Mercosul são freqüentemente hostilizados.

        Em 1964 aconteceu um milagre onde a única forma de tirar do poder um governo comunista contrário à maior parte da população aconteceu.

        O erro dos militares, para mim, foi não terem feito uma redemocratização com a Constituição escrita por eles, entregando o país por força própria ainda nos anos 70.

        Seguir até os anos 80 só fez vencer o modelo econômico e ainda deu para os mesmos trastes que eles combatiam o poder e a feitura das leis.

      • Daniel S. de Araujo

        Em 64 eram ou os militares ou a transformação do país numa república anarcosindical. O Brasil tomou o rumo certo.

        • Domingos

          E que rumo. Foi, inclusive, a ditadura com mais liberdade para o cidadão comum.

          Bastava não ser comunista. Só lembro de reclamar de censura quem era comunista ou tinha amigos assim.

          Foi um milagre, dado que nosso país costuma não ter pulso e não ser tão glorioso.

          O erro foi só não terem feito a redemocratização antes e por eles mesmos, ilegalizando partidos comunistas.

          • Lorenzo Frigerio

            Uma redemocratização outorgada, onde partidos comunistas não podem existir, nada mais é que continuidade, e não redemocratização. Aliás, os partidos comunistas – PC do B, PSTU etc. – não têm o menor apelo entre a população brasileira. Ninguém precisa tutelar o povo, dizendo que não são o caminho certo. Pela mesma razão, não havia o menor risco em 1964 do Brasil se tornar comunista. O que houve foi uma briga violenta entre facções pelo poder, e os apoiados pelo Tio Sam naturalmente ganharam. O resto é retórica vazia.

          • Domingos

            “Não havia o menor risco em 1964 do Brasil se tornar comunista”

            Isso, a Venezuela também nós eramos chamados de fascistas e loucos quando avisávamos que ia ser uma ditadura.

            Quando falamos que o PT não ia largar o poder, idem. 93% de insatisfeitos e sequer as medidas impopulares são paradas, o que fazem é injetar mais dinheiro em lobbys.

            Se você acha que ter partidos comunistas é democracia, então não sabe o que é democracia ou acha que tolerância é um valor absoluto.

            Pelo mesmo princípio, deveríamos também aceitar o registro de partidos nazistas.

            Sobre os partidos comunistas: o PT é um partido comunista, com todos esses que você cita sendo seus aliados. E vá em qualquer meio acadêmico que PSOL e PSTU chegariam a ganhar a eleição para presidente.

            Já do Tio Sam: Deus salve a América. Obrigado pela ajuda!

        • Lorenzo Frigerio

          Acho estranha a certeza com que você fala isso, sem ter vivido a época. Golpe de estado não se justifica em circunstância alguma, pois para consolidar a “proposta” do golpe vem um monte de coisas desagradáveis em seguida. Faltou um pouco de diálogo ali, mas o governo havia sido constitucional e democraticamente eleito. Acho que estamos vivendo um momento semelhante, mas devido ao fim da guerra fria, os coxinhas vão ficar apenas no desejo reprimido.
          E mesmo os que viveram a época, deixo falarem sozinhos; são que nem aqueles que hoje querem derrubar a Anta sem que haja qualquer evidência de malfeito por parte dela, e esquecendo dos esqueletos no closet da oposição.

          • Domingos

            “Golpe de estado não se justifica em circunstância alguma”

            Isso, quando a Alemanha foi tomada pelo nazismo com “aprovação” via eleições, fazia parte do “jogo democrático”, não é mesmo? Devemos só assistir e ficar calados.

            Meus pais viveram a ditadura e não têm nada a reclamar, inclusive comentam que havia muita liberdade.

            “São que nem aqueles que hoje querem derrubar a Anta sem que haja qualquer evidência de malfeito por parte dela”

            Sem qualquer evidência? A campanha dela está bombardeada de dinheiro de esquema e ela traiu TODAS as propostas de campanha.

            Mas se você é do time que acha que é legal um governo comunista e que 93% da população é “coxinha”, acho que seu lugar é apertar 13 confirma.

            Como eu já disse por aqui: “doutor, eu não me engano, meu coração é corinthiano”…

      • Domingos

        “Não vejo a menor chance do Brasil seguir esse caminho.”

        O Haddad seria a sucessão da Dilma, se tudo ocorresse conforme os planos.

        Se você não vê o Brasil virando um prostíbulo comunista com isso, já passou daquela fase em que o sujeito está enganado para aquela em que é mal intencionado mesmo.

  • Viajante das orbitais

    Essa “margem de segurança” é totalmente absurda. Nem meu avó demora esse tempo para reagir.

    Nem meu avó muito bêbado e conversando demora esse tempo para reagir

    Nem uma pessoa com forte retardamento mental levaria esse tempo e essa distância para parar um carro, mesmo na chuva.

    Nem os motoristas bêbados no Alaska demoram 200 metros para frear.

    Acredita numa bobagem dessa só quem nunca guiou um carro.

    É papo de criança pre-púbere sobre o órgão sexual da mulher.

  • Viajante das orbitais

    BIcicleta é um veículo sem registro, sem idade mínima para condução, sem treinamento obrigatório de condução e sobre leis de trânsito para ser guiado, sem regulamentação para que esteja corretamente/seguramente mantido, sem retrovisores na maioria quase absoluta dos casos e quase sempre muito lerdo.

    Já não basta tudo isso, vocês ainda querem que todo mundo ande devagarzinho para vocês poderem trafegar com mais facilidade ?

    Nem todo mundo tem sorte de morar em cidade pequena ou lugar tranquilo para bicicleta, mas nem por isso eles têm direito a mudar e prejudicar a infraestrutura de uma metrópole.

    • Leo-RJ

      Exatamente isso, Viajante das Orbitais! Penso igual! Por isso postei que gostaria de ver os defensores das bikes venderem seus carros e utilizarem exclusivamente bikes nos deslocamentos, especialmente lazer. Quero vê-los ir ao cinema ou restaurante com esposa e filhos de bicicleta.

  • Christian Bernert

    Quem demora 2,5 s para reagir não consegue encher um copo d’água sem derramar. O que é isso? Teste para débil mental?

  • Lorenzo Frigerio

    Provavelmente é para “salvar empregos”. Dos filiados aos sindicatos pelegos do ABC, é óbvio.

    • agent008

      O sistema sindical no Brasil como um todo é perverso. Não é mais (se algum dia o foi) um mecanismo para defender os interesses do trabalhador, e sim uma forma de poder político, uma máquina diabólica de extorsão de “favores” de governantes e empresários. Uma reforma é necessária urgente.

      • Mr. Car

        Pois é. Basta ver que não é difícil sair até crime de morte na disputa pela presidência de um sindicato. Que gente nobre, não? Colocam até a vida em risco para “defender” o trabalhador!

        • Lorenzo Frigerio

          Crime de morte em sindicato dos EUA também rola. Já ouviu falar em Jimmy Hoffa?

  • Lucas Pereira
    Não me diga. Então a partir de agora os testes de frenagem servirão para apontar quem pára na maior distância. Fantástico!

    • Lucas Pereira

      Mais uma vez querendo diminuir quem pensa diferente. Você está falando de uma coisa e eles outra. É tão difícil entender isso? você vindo a 100km/h deixa pra frear faltando 50 metros pro semáforo? Em relação a limites de velocidade, ciclovias, air bag, e outros, o mundo inteiro pensa de uma forma e você de outra. Será que todos estão errados e você certo? Acha mesmo que todos que discordam de você são ignorantes? Ah, e me bloquear vai apenas confirmar o que estou dizendo. Mas fique a vontade em fazê-lo, pois não faço questão alguma de participar de seus debates.

      • Viajante das orbitais

        “Afinal, não é porque meu carro freia de 100 a 0 em 50 metros que eu só vou começar a frear em um semáforo nessa distância.”

        CLARO que não, pois não há necessidade. MAS se houver posso parar o carro em 50 metros.
        Qual a finalidade do gráfico? Não é mostrar o espaço NECESSÁRIO para um veículo frear em emergência? Essa medida de frenagem é um medidor de chance de acidente quando algo lerdo entra no meio do trânsito.

        Os veículos NECESSITAM de 1/3 a 1/5 do espaço divulgado no ” estudo”.

        Logo os veículos são muito mais seguros do que o “estudo” indica e não há necessidade para reduzir a velocidade do trânsito.

        É tudo falácia para justificar mais arrecadação.

    • Lemming®

      Nem responda Bob. Esse tem todo o jeito de PeTralha usando de retórica, dialética e gramscionismo para justificar o injustificável. Só para perturbar e confundir. Essa é a técnica desse povo.
      Não existe frear em 50, 100 ou 200 metros para parar em semáforo em uma direção normal…

  • André Webber

    Bob, no Rio Grande do Sul não há nenhuma proibição de saleiros na mesa de restaurantes e bares. Abs.

  • Antonio Filho

    Porque também não proíbem logo a bebida alcoólica, os energéticos, os refrigerantes, os sucos industrializados, o açúcar, o cigarro, a carne, a pizza, salgadinhos, sanduíche, sorvete…Eita! É melhor não dar a idéia não…

    A coisa em São Paulo é simples: querem que as pessoas não tenham e não queiram mais carros. Não tem outra explicação!

    • Domingos

      Pelo contrário, querem que tenham carros mas não possam usar.

  • Daniel S. de Araujo

    Olha só como o livre mercado é perfeito: se os principais fabricantes de cerveja usassem matérias prima ruins seria perfeito para o mercado. Novos entrantes surgiriam e os fabricantes tradicionais seriam obrigados a segmentar produtos.

    O que existe é que um dos maiores combatentes do livre mercado são justamente as grandes corporações. Basta ver quem são as enpresas envolvidas em grandes empréstimos do BNDES para se tornar as “campeas nacionais” (vide Eike Batista, JBS, etc.), as envolvidas em corrupção, etc.

    Ao governo caberia apenas assegurar a livre concorrência. E só. O resto é distorção.

    • agent008

      Daniel, estes “campeões nacionais” utilizaram (esbanjaram? desperdiçaram?) valiosos recursos do BNDES, enquanto empresas honestas, de diversos setores, esperavam à míngua por linhas de crédito anunciadas pomposamente em notícias e mais notícias mas que o referido banco nunca liberava. E quando liberava, em volume muito menor e com condições absurdas. Por quê? Porque as empresas normais não contrataram lobistas e beija-botas de político, estas figuras funestas que , não tendo alma para vender (já ao diabo pertence), vendem aos seus clientes o relacionamento com os políticos responsáveis pela caneta. Não apresentaram planos de crescimento absurdo e meteórico com promessa embutida de dividir os ganhos. Não querem dinheiro roubado do contribuinte. Apenas precisam de empréstimo, posteriormente pago a duras penas, para seus investimentos e seu capital de giro. E portanto, por não pagarem o preço, têm sempre de contentar-se com as lambujas, migalhas que caem da mesa governamental onde figuram como convivas, junto com o governo, os tais “campeões”. É assim que o sistema funciona.

  • André Webber
    Vi isso em algum lugar, mas se você diz que não, vou tirar do texto. Obrigado! E que bom que não tem essa proibição no Rio Grande do Sul, autêntica invasão do direito do cidadão, uma lei completamente idiota.

  • Agnaldo Timóteo

    Aqui no Rio, onde já é impossível de ir ao Centro da cidade de carro, a Prefeitura já começou a adotar nos semáforos de toda cidade o amarelo flash! Simples, o semáforo está verde, fica amarelo e, meio segundo depois, vermelho.
    Pimba! Tilintar de moedas. Multa!

    • Eduardo Copelo

      Impossível ir de carro ao centro do RJ já é a vários anos, faz muito tempo que não vou trabalhar de carro. Mas, como me recuso a usar esse lixo que chamam de transporte público, passei a ir de moto. E o que estão fazendo? estão acabando com as vagas de moto aqui, destruindo a vida dos motociclistas e motoboys!

      Quanto aos sinais amarelo-flash, ainda dessincronizaram todos os sinais da Presidente Vargas e da 1 º de Março, antes era possível passar por todas elas numa tacada só, hoje, fatalmente você vai ficar “agarrado” num sinal vermelho. Feche os vidros se tiver de carro, engrene a 1º e segure a embreagem se tiver de moto e reze, porque senão vc acaba virando vítima das “vítimas da sociedade”!

  • Viajante das orbitais

    Em situação de iminente perigo ninguém freia suavemente, é um reflexo.

    Esses dados estão sendo manipulados com desculpas imbecis e totalmente irrealistas.

    Essas distâncias não são alcançadas nem por uma pessoa bêbada dirigindo no gelo.

    • Lucas Pereira

      Me desculpe, mas não percebi o momento em que ele disse que os dados de frenagem apresentados são em situações de iminente perigo. Acho que os dados mencionados são aqueles percebidos no dia a dia. Afinal, não é porque meu carro freia de 100 a 0 em 50 metros que eu só vou começar a frear em um semáforo nessa distância.

      • Viajante das orbitais

        Essa medida de frenagem é um medidor de chance de acidente quando algo lerdo entra no meio do trânsito.

        Os veículos NECESSITAM de 1/3 a 1/5 do espaço divulgado no ” estudo”.

        Logo os veículos são muito mais seguros do que o “estudo” indica e não há necessidade para reduzir a velocidade do trânsito.

        É tudo falácia para justificar mais arrecadação.

        Qual a finalidade do gráfico ?
        Não é mostrar o espaço NECESSÁRIO para um veículo frear em emergência ?
        “Afinal, não é porque meu carro freia de 100 a 0 em 50 metros que eu só vou começar a frear em um semáforo nessa distância.”

        CLARO que não, pois não há necessidade. MAS se houver posso parar o carro em 50 metros.

  • Leo-RJ

    Caro Bikentusiasta,
    Em que pese você apenas repetido a conclusão de sua postagem anterior, onde consta essa informação sobre a “margem de segurança de 2,5s” e a “condição de pista molhada”?
    No material apresentado pela Prefeitura não consta isso. Espero, com todo respeito, que vc não tenha tirado isso da sua cabeça ou que seja mero “achismo”.

  • Luís Galileu Tonelli

    Bob,

    Como professor de Física, vou utilizar essa reportagem acima em minhas aulas. Extremamente pertinente para uma discussão acadêmica e social/política.

  • AlexandreZamariolli

    “O que o petista apresentou à imprensa é uma deslavada MENTIRA”.
    Bob, petista e mentira na mesma frase é pleonasmo.

  • Silvio

    Sou Capixaba e me envergonho de ter esses representantes na Assembléia. Quero ver estes mesmo senhores terem coragem de peitar a toda poderosa indústria cervejeira, e proibirem a propaganda de seus produtos na televisão, internet e outdoors. Usando o mesmo argumento de que faz mal à saúde, como fizeram com o cigarro.
    OBS: Não sou a favor da proibição da propaganda, apenas citei este exemplo para esclarecer que estes energúmenos não tem um pingo de coragem, e agem conforme os próprios interesses (vide o exemplo da redução de velocidade nas vias de São Paulo).

  • CCN-1410

    Se você frear forte e repentinamente com um carro sem ABS, a tendência e travar as rodas e percorrer mais que o ideal.
    O correto nesse caso, lembrando que sem ABS, é frear rapidamente e o mais forte possível, aí soltar o freio e mais rapidamente ainda frear novamente, sempre preocupado para não travar as rodas.
    Tente isso, mas em baixa velocidade, para aprender a fazer certo.

    • Lucas Pereira

      O que isso tem a ver com o que escrevi? De qualquer maneira, meu carro tem ABS. Não compro sem. Mas já que entraste nesse assunto, de fato, essa é a maneira correta de se usar um freio sem ABS. Mas na prática, será que em uma situação real de emergência a pessoa conseguirá pensar que tem que ficar bombando o pedal de freio? Tenho minhas dúvidas.

      • CorsarioViajante

        Sim, quando meu carro não tinha ABS fazer isso me salvou de escorregar para dentro de um abismo. Não é piada, é verdade.

  • Daniel S. de Araujo

    Pois é exatamente esse o absurdo das coisas. Quem é o governo (ignorando o lobby, que todos sabemos que existe) para escolher o setor A ou B da economia, a empresa C ou D? Essas foram apenas uma das distorções que os governos colocam na economia.

  • Leo Cordeiro

    Bob, não posso deixar de comentar a coincidência dos fatos. Acabo de assistir ao filme “O doador de memórias”, no original “The Giver”, e a história relata exatamente uma utopia de um mundo sem mentiras e poluição,sem dor…
    Recomendo muito assistir! Retrata exatamente como parece que querem ver nosso futuro.
    Interessantíssimo e tem tudo a ver com seu texto!

    • Lemming®

      E eu recomendo 1 filme mais antigo. Equilibrium. Esse sim perfeito para os dias atuais.
      O mundo perfeito, igual e sem sentimentos comandados pela autoridade suprema do “pai”.
      O estado em sua expressão máxima. E os discordantes são assassinados. #ficaadica

  • Leonardo Cordeiro

    Ah… já ia me esquecendo do principal: sem carros!
    Não para mim, claro, mas para os ecochatos e politicamente estúpidos de hoje!

  • Lucas dos Santos

    Em minha cidade (Ponta Grossa, no Paraná) já existe, há alguns anos, lei que proíbe o consumo de bebida alcoólica em vias públicas. Já existe um projeto para obrigar o fechamento de bares e casas noturnas após a meia-noite e também já se discute proibir a utilização de telefones celulares no interior de agências bancárias…

  • Leonardo Cordeiro
    Quero ver, obrigado pela dica!

  • Renato

    Bob,
    O mundo está ficando muito chato mesmo!!!

    Estou em uma grande festa japonesa no parque da Água Branca, com barracas vendendo grande variedade de comidas, mas nada de bebuda alcoólica pois, segundo os comerciantes, a prefeitura proibe a venda em parques.

    Você pode trazer de fora e beber aqui dentro, mas não pode comprar.

    Que ironia!!! Que mania de quererem controlar a vida dos outros…

  • CL_RJ

    Por favor, Bob e Autoentusiastas, dai-nos argumentos contra esses dados preliminares que mostrariam diminuição de acidentes após redução da velocidade nas marginais de SP. Até porque não acredito que isso de fato tenha ocorrido.

  • Luís Galileu Tonelli
    Fico satisfeito que a matéria vá lhe ser útil.

  • Agnaldo Timóteo
    Bando de safados!

  • Lucas Pereira,
    Quando se fala em distância de parada está implícito que é fazê-lo o mais rapidamente possível por razão de emergência. Qualquer outra interpretação não tem nenhum sentido.

  • Victor H
    Pelo jeito você está na mesma canoa furada do Lucas Pereira. Não existe medição de distância de parada que não seja aquela em emergência, panic stop, como se diz em inglês. Não se mede “outras” distâncias de parada relativamente à aplicação dos freios.

    • Bom, eu só quero deixar claro que eu NÃO sou a favor da redução de velocidade, e pra mim é óbvio que a redução de velocidade aliada ao aumento do número de controladores de velocidade só tem um objetivo que é aumentar a arrecadação por meio de multas e o que os dirigentes tentam fazer para disfarçar o real motivo é apelar dizendo que a redução de velocidade é para o aumento da segurança no trânsito.

  • marcus lahoz

    Bob este país esta com uma inversão de valores absurdas. Temos que aceitar gays enfiando objetos no ânus em frente ao Papa; sal esta se tornando proibido, roubalheira virou praxe na nossa cultura; movimentos sociais completamente absurdos solicitando apenas o favorecimento a minorias. Mas, claro, vamos liberar a maconha, a cocaína e o LSD (além das drogas novas cujo nome desconheço). Neste país empresário é bandido e explorador (e não gerador de empregos e do desenvolvimento do país); e agora para piorar quem tem carro esta se tornando bandido também.

    O PT acabou com tudo, Petrobrás, crescimento, controle de inflação, moral, respeito, empresas e agora com os automóveis. Por eles voltaríamos à monarquia com os feudos e a Dilma Rainha.

  • CL_RJ
    Bem que eu gostaria, mas só com uma auditoria por ordem judicial se teria acesso a esses dados. Que a CET é mentirosa a mando do chefe e do subchefe (Haddad e Tatto), sem dúvida. Haja vista que no site dela está dito que população aprova o rodízio, mais de 80% se não estou enganado…

    • Lemming®

      A “população” pesquisada deve ser de 10 pelegos do gabinete e teve esse resultado…2 dissidentes coxinhas e de direita…hehe
      Estatística sem informar como foi realizada a pesquisa ou o tamanho da amostra não quer dizer nada.
      No mínimo tendenciosa e normalmente mentirosa e distorcida como toda “pesquisa” realizada pelo (des)governo.

  • Renato
    É patrulhamento para todo lado, impressionante. Esse fato que você contou mostra bem isso.

  • marcus lahoz
    Por isso venho dizendo, essa gente do PT é horrorosa, esse partido é um cancro nacional que tem de ser extirpado. Tem de haver uma maneira de fazer isso.

    • Maycon Correia

      Apoiadores dessa gente horrorosa não são ingênuos, são cúmplices!

      • Domingos

        Exatamente. Chega de pensar que tem gente enganada por isso. Se identificam com isso, isso sim.

  • Bob. O ParTideco deste alcaide e de seu secretario esta com os dias contados… A familia politica do secretario tem o rabo preso nos desvios da PeTrobras e creio, logo , logo terao de dar algumas explicacoes ao MPF. Mas, este projeto politico do forum de SP tem tentaculos poderosos na America Latina e todo o cuidado e’ pouco, uma vez que a massa ignara que ampara estes cinicos tem memoria curta e comportamento de taba. Mas, acreditemos que nem todos no MPF e na PF concordam e aceitam estas bobagens vendidas como verdades! Perdoem-me entrar neste assunto aqui, nosso refugio para falar de nossa paixao comum e fazer comentarios politicos que muitos nao querem ler ou ouvir ( E tem todo o direito de faze-lo!) Mas nao podemos vacilar agora, talvez mais tarde seja muito tarde!

  • Juvenal! Nossa imprensa em geral nao tem nada de burra e desinformada, logo….

    • Lemming®

      Exato. São somente extensões do partido ou do ideário…
      Portanto sua missão é proteger a canalhice.
      Outra dica de filme. “The Running Man” do Arnold Schwarzenegger. O futuro dominado pela mídia que condena ou livra quer quiser do sistema. Ninguém sabe a verdade. Lembra alguma coisa…
      Mais filmes antigos que já alertavam…proféticos talvez?

  • CCN-1410

    Sim. Já aconteceu comigo e mais de uma vez.

  • Antônio do Sul

    Essa mistura de óleo vegetal foge totalmente da receita. Como a carne está muito cara, as churrascarias usam dessas artimanhas para garantir uma boa receita com a venda de bebidas, que propiciam uma margem de lucro bem gorda. Para se comer um bom churrasco, o jeito é assar a carne na churrasqueira de casa.

  • Domingos

    Não bebo, mas acho que essa idiotice de pudor com bebida alcóolica foi o começo da derrocada.

    Ou se proíbe ou não se proíbe. Deus nos ajude ao STF adiar isso eternamente, mas estamos a alguns passos de você não poder comprar bebida no parque mas poder chegar com um cigarro de maconha.

    Infelizmente na cabeça só vem palavrão.

  • Victor H
    Entendido.

  • Lucas Mendanha
    Você está distorcendo os fatos e pretendendo justificar o injustificável para essa idiotice e roubalheira do prefeito e seu cupincha. Há uma abismal diferença entre 63,3 metros e 100 metros quando se trata de saber se haverá ou não colisão.

    • Lucas Mendanha

      Então eu que estou distorcendo fatos? Beleza, Bob.

      O mundo é perfeito… Apenas pilotos dirigem nas ruas e todos os carros são 0-km, com manutenção impecável.

      Acho que suas opiniões políticas nos últimos tempos estão sobressaindo a sensatez, em busca de justificar seus pontos de vista e sacrificando um pouco do bom conteúdo do site. Querer comparar situações de avaliação técnica, em pista, com vida real, nas nossas belas ruas e rodovias, é uma amostra disso.

      Mas como o site é de caráter opinativo (colunas) não tem por que te cobrar imparcialidade.

      Acho que a sessão de comentários serve pra essa discussão, debater idéias e abordar pontos de vista diferentes sobre a matéria. Mas se mesmo neles a opinião do editor é soberana e não pode ser contrariada….

      • Domingos

        O que sobressai a sensatez é o tipo de medida que o Ae tem a coragem de tomar posição e combater, no que ele é muito mais útil à sociedade do que qualquer “medida social’ falsa e generalista.

        Se você realmente começa a simpatizar com essas medidas e não vê problema numa estatística oficial que foi aumentada em PELO MENOS duas vezes – na verdade, 3 seria mais próximo – aí é o caso de assumir seu lado na coisa.

        Mesmo um carro com freios gastos não chega a levar o dobro do tempo para parar.

    • Lucas Mendanha

      Até porque a discussão em questão era frenagem 100-0 e não manobra evasiva, que, óbvio, não requer parada do veiculo, o que leva muito menos tempo/espaço.

  • Vagnerclp

    Moro na região de Jundiaí e trabalho em São Paulo. Até então, após as novas velocidades, não tinha ido de carro até a capital (vou de fretado). Ontem, ao ir num casamento na zona sul (via marginal Pinheiros), senti o drama do que é rodar com velocidades tão baixas e o GPS pipocando de tanto avisar sobre radares. Apesar de trabalhar na cidade dou graças a Deus por não ser morador, senão ia ter um treco.

  • Domingos

    Bom, se for por isso então o prefeito deveria considerar o pior cenário: uma moto baixa cilindrada com freios a tambor, na chuva, com pneus gastos e um tempo de reflexo de idoso com dificuldade de locomoção.

    Na melhor das hipóteses a prefeitura mentiu em 2 vezes os tempos. Se alguém errasse um orçamento ou mesmo um tempo de sinal em 2 vezes, seria motivo de demissão, não?

  • Maycon Correia

    Em viagem ao Uruguai, jantei e almocei aquela carne macia e única. Porém ela vinha da churrasqueira da “parrillaria” sem tempero algum. Totalmente insossa. Cabendo ao consumidor temperá-la a gosto, pimentas, sal comum, sal grosso, temperos exóticos, catchup mostarda e barbecue. Tudo na mesa e ao alcance do consumidor. O garçom disse que eram obrigados a fornecer “saudável”, o cliente que colocava o veneno que achasse melhor. Acho absurdo tirar sal ou qualquer coisa do alcance, pois cada um tem seu gosto.

    Quanto ao cancro em São Paulo capital, é possível excluir do poder ano que vem! Votem contra o 13… Agora a âmbito nacional, espero encontrarem algo para derrubar a presidenta. Para queimar bem esse partido. Pois para 2018 se Lula estiver vivo e solto ele será eleito pelos medíocres que ainda o acham inocente.

  • Marcio

    Olha, vendedores ambulantes saltitando alegremente de um lado para o outro da marginal é algo BEM DIFERENTE de um semáforo… O título do gráfico é claro: distância NECESSÁRIA para parada. A palavra, da maneira que é utilizada, supõe sim uma frenagem de emergência. No caso de um semáforo, você sabe onde ele está, você tem uma previsão de quando vai fechar. Um vendedor ambulante não fica num ponto fixo da marginal, atravessando em intervalos fixos. Não dá para comparar as duas situações! No entanto, posso facilitar a interpretação do texto: vá na rodovia Raposo Tavares no final da semana ou lá pelas 14hs durante a semana. Tem um semáforo no final da rodovia (chegando em São Paulo), sente na mureta e fique observando se as pessoas estão reduzindo a velocidade a 100 ou a 50 metros…

  • Leo-RJ

    Caro Bikentusiasta,
    Esse “valor de 2.5 s” não aparece nos gráficos demonstrados na matéria. Simplesmente não aparecem.

    Outrossim, esse link que você mandou refere-se a algo publicado em agosto de 1992, ou seja, exatos 23 anos passados. Assim, sinceramente, eu duvido muito que a mesma equipe que fez os gráficos em epígrafe tenham se baseado no que foi demonstrado há 23 anos. Acredito que os atuais mandarins da CET-SP sequer têm conhecimento do material produzido há tanto tempo.

    Ainda assim, lendo a matéria, fica claro que o “valor de 2,5 s” é extremamente controverso, porquanto foi utilizado para formação do trabalho apresentado, uma vez que o próprio autor afirma que outros utilizam o “valor de 1,5 s”. O mesmo autor demonstra que outros valores, em “motoristas não alertados”, foram menores que 2,5 s, havendo mesmo grande variação.

    Sugiro uma boa lida nas “conclusões” do trabalho junto ao link que você mesmo enviou, pois, além de não demonstrar a ligação deste com o tal o “valor de 2,5 s” utilizado pela CET-SP, não é conclusivo nesse sentido.

    • Bikentusiasta

      O valor de 2,5s sendo controverso ou não o fato é que quando calculado com o coeficiente de atrito valendo 0,3 que é apropriado para uma frenagem com travagem total em pista molhada os valores batem(faça os cálculos você mesmo). Encontrei um vídeo interessante sobre o assunto, o cara no vídeo mostra como funciona o fluxo de carros e ele usou valores de frenagem reais para manter a distância do carro da frente, confira: https://youtu.be/wxMT_Fnft0E

      OBS: Só para deixar claro, sou apartidário!

  • Lorenzo,
    Se você não viveu aquele período, eu vivi.Caminhávamos a passo acelerado para um Venezuela dos palhaços Chávez/Maduro e para um Chile de Allende. No Brasil inteiro só que se levantou contra a derrubada de Jango foi o Brizola. O resto da nação aplaudiu.

    • Lorenzo Frigerio

      O “resto da nação” obviamente não sabia no que ia dar aquilo. Uma vez que você quebra a ordem institucional, qualquer coisa pode acontecer. Na Folha, existe uma coluna chamada “Há 50 Anos”. Pois bem, parece um país na normalidade democrática. Castello Branco, Roberto Campos na Fazenda, economia num bom caminho, eleições marcadas para novembro de 1965, Carlos Lacerda e JK se preparando para disputá-la… e então, o AI-2, o golpe dentro do golpe. Todos aqueles que apoiaram a “Revolução”, ou os que a toleraram, acabaram cassados. Veja bem, nem JK nem Lacerda eram comunistas. Os militares estavam lá e simplesmente resolveram não mais devolver o poder aos civis.
      O fato é que uma grande fatia da população apoiou o golpe de 64, e quando saiu o AI-2 não tinha mais moral para reclamar. Como, agora, tentar controlar pessoas armadas? E com que moral?
      Acredito inclusive que a explicação de que o Brasil poderia se tornar uma Cuba foi inventada depois, para “justificar” a repressão aplicada a partir de 68.
      Então, acho que aprendemos essa lição… espero que tenhamos. Um impeachment de Dilma, sem provas cabais de seu envolvimento em ilícitos, nunca será digerido pelo País. Sem as Forças Armadas, seria um “golpe branco”, mas seria péssimo para o País, para sua economia e para sua imagem.
      Golpes – e cortes de caminho – são sempre ruins.
      Quanto a Brizola, queria o poder para si, e obviamente estava todo mundo ligado nisso. Ele tem uma boa parcela de culpa pelo golpe, mas o destino foi bem gentil com ele, visto que se elegeu governador do RJ duas vezes, inclusive ressuscitando alguns “cronies” do pré-64, como Darcy Ribeiro. Realmente injusto.

    • Domingos

      Brizola esse que, sendo herói de esquerda, foi quem efetivamente permitiu a tomada do Rio de Janeiro pelo tráfico de drogas.

      Um satânico.

  • pkorn

    Sem falar que o que “faz mal para a saúde” hoje, pode ser saudável amanhã, após novos estudos. Os ovos, a manteiga e a banha de porco estão sendo redimidos após serem considerados vilões.

  • Domingos

    “O “resto da nação” obviamente não sabia no que ia dar aquilo.”

    Sabia sim, aprovou sim, não reclamou não.

    Quem fica dando discursão contra militares e a ditadura é SEMPRE um único grupo de pessoas, que se bobear não daria nem os 7% de aprovação do governo Dilma.

    É óbvio que os militares passaram mais tempo que o necessário no poder, ao mesmo tempo que é óbvio que isso não é nada perto do que estava para acontecer.

    Deus queira que toda a censura, repressão etc. fosse a bandido e esquerdista – que é a mesma coisa, de forma HISTORICAMENTE COMPROVADA.

    A questão de ficar se apegando a detalhes para “injustificar” um processo altamente milagroso e necessário, como ficar debatendo se o governo militar deveria ter ficado “mais 5 anos ou menos 5 anos” ou “ter censurado um pouco menos ou um pouco mais” é mera malícia.

    É a falácia da perfeição. Segundo a esquerda, qualquer processo que não seja perfeito (todos) é criminoso e errado. A não ser que seja ela cometendo, aí tudo é justificado por mais grosseiro que seja.

    “Um impeachment de Dilma, sem provas cabais de seu envolvimento em ilícitos, nunca será digerido pelo País”

    Ela não vai sair em condições normais mesmo com provas cabais. O Lula não foi preso mesmo com provas cabais.

    O “jogo democrático” para a ideologia que você faz parte não existe. E o jogo democrático não tem nada a ver com tolerar comunista querendo ser eleito ou ficar no poder eternamente.

    Isso é a mesma coisa que achar democrático que bandido preso tenha direito político.

    Ela só irá sair se perceber a possibilidade de um jogo político/negociação onde livrará alguns petistas da cadeia e fará “boa figura” para 2018.

    Caso contrário, só sairá à força. Assim como fraudarão todas as eleições necessárias via Smartmatic e continuarão governando por décadas – como na Venezuela e na Bolívia, onde sequer se preocupam em mudar o espantalho que está lá.

    • Lorenzo Frigerio

      Meu caro, uma boa parte da população apoiou o golpe de 64. A idéia era que os militares botassem ordem na casa, pois havia risco de guerra civil. Depois do golpe, as eleições presidenciais de 1965 continuavam marcadas, e todos os partidos da época continuavam existindo. Os partidos comunistas eram proibidos desde 1947, então a única diferença era que Castello Branco era o presidente, e Roberto Campos Ministro da Fazenda. O apoio dado ao golpe foi para isso. Não para baixarem o AI-2, extinguir os partidos, cassar políticos populares que não eram comunistas e haviam apoiado o golpe, e instituir eleições indiretas para Presidente, contando com maioria da ARENA no Congresso. Ninguém quis isso, nem a fase sanguinária do regime que se iniciou em 1968. Isso aconteceu porque, quando você empurra uma pedra montanha abaixo, não sabe onde ela vai parar. Ela pode passar em cima de um monte de casas e matar um monte de pessoas. Isso vale para a menção que você fez a Hitler chegando ao poder pela via democrática. Então não, quem apoiou não sabia que estava embarcando numa canoa furada.
      É por isso que qualquer coisa que vagamente se pareça com um golpe tem que ser evitada.
      Ler um pouco de livros de História o ajudaria muito. Existe uma ótima coleção de livros sobre o regime militar, escrita por Elio Gaspari, que pode ser considerado um autor insuspeito sob qualquer critério.
      Quanto a “fraudarão as eleições”, isso é querer ter razão a qualquer custo. Não existe a menor evidência de fraude nas últimas eleições. Quando alguém invoca falsos argumentos, aí não tem como manter uma discussão. “Dogma” não se discute.

  • Domingos

    Mesma coisa com o chocolate, que agora é bom de novo – porém só se for o mais caro e freqüentemente menos gostoso, com mais de 70% de cacau.

  • Domingos

    Hum… Vamos ver que palhaçada vem por aí então.

  • Lúcio Wiborg

    No RJ também é proibido utilizar celular dentro de agências bancárias. Ainda no tema bancos, acho que a maior bizarrice é que os caixas 24 horas foram proibidos de funcionarem 24 horas por dia, em nome da segurança dos usuários. Ao invés de o poder público combater o crime de forma decente, cria mais um inconveniente para o cidadão em nome de sua segurança. Deviam mudar o nome desse país pra lisarB, porque aqui é tudo ao contrário.

    • Lemming®

      Em São José dos Campos SP também é proibida a utilização de aparelhos celulares dentro das agências e faz um bom tempo…

  • Leo-RJ

    Sinceramente, todo mundo entendeu o que é o valor de 2,5 s, o que não existe é relação entre ele e o gráfico e números apresentados pela CET-SP.

    • Bikentusiasta

      Você fez as contas?

      • Leo-RJ

        Você mostrou onde está na matéria objeto da postagem que foi usado esse valor de “2.5s” e com “pista molhada”?

        • Bikentusiasta

          De fato na matéria não há essas informações, mas é uma constatação lógica imaginar as distâncias mencionadas representam o pior cenário, acredito que eles utilizaram aqueles valores para para que fique perceptível a idéia de menores velocidades e maior fluxo, no entanto eles poderiam ter usado valores de distâncias reais para provar que existe uma velocidade que otimiza o fluxo de carros(veja o vídeo que deixei).

  • Alvaretts

    Queria carros esportivos baratos e em poucas pistas para todos os gearheads, e um transporte público nível Japão pra o restantes das pessoas, seria o mundo ideal.

    Como estamos no Brasil, continuo defendendo a ampliação das ciclovias e do metrô, porém jamais em troca de denegrir o espaço do automóvel.

    • Lemming®

      Isso é certo pois ciclovia entendo como espaço separado e adequado para os ciclistas circularem e não essa palhaçada de ciclofaixas que está se espalhando e chegando em São José dos Campos também…
      Dito isso também sou a favor de criação de ciclovias na lateral de todas as rodovias para evitar a utilização do acostamento. Ou uma calçada larga pois vai que a pessoa quer andar uns 50 km…hehe

      • Alvaretts

        Ciclovia não é palhaçada, ciclovia é solução. Palhaçada é a forma com que fazem…

  • Leo-RJ

    Não digam que é chute, não… porque tem um rapaz ali em cima indignado porque falei isso… 🙂

  • RoadV8Runner

    E eu estou lendo o livro 1984 de George Orwell. Retrata bem isso que você comentou, um mundo hipócrita, controlado pelo “Grande Irmão”, com todos sendo paulatinamente desprovidos de sentimentos, senso crítico, prazeres…

    • Lemming®

      Acho que foi uma premonição do escritor e estava falando sobre a terrinha…Banânia…
      Tenho a leve impressão de que estamos vivendo isso hein…

  • RoadV8Runner

    Agora entendi porque é comum ver em filmes americanos o cara bebendo com a garrafa enrolada em um saco de papel! Pode chapar o côco e cair pelos cantos, desde que ninguém “veja” como isso aconteceu… Muito estranho mesmo.

  • RoadV8Runner

    Pô, cara.. Eu ainda não tenho TV digital! Pode me chamar de homem das cavernas, mas é verdade. Rssss…

  • jr

    A prefeitura de Curitiba vai implantar um “centro calmo”. Até meados de setembro vão definir se o “o quadrilátero central” vai ter a velocidade reduzida para 30, 40 ou 50 km /h de máximas.

    Não localizei mais o artigo, que foi publicado ontem na Gazeta do Povo, mas o engraçado é que a justificativa é a redução de atropelamentos. O engraçado é que os atropelamentos se concentram nos locais que operam como terminais de ônibus, onde os ônibus furam sinal a todo momento (ficam ameaçando os pedestres com acelerações e frenagens quando estão parados ainda, e sempre começam a andar antes de abrir o sinal). Aposto que 80% dos atropelamentos são dos ônibus.

    Bom, tenho circulado muito por essa região e o computador de bordo marca uma velocidade média de 15hm/h, sempre andando fora do rush. No rush fica tudo parado. Se você anda um pouco mais rápido já fica preso no próximo semáforo, que sempre é dessincronizado.

    Por isso acho que esta medida é apenas inglês ver, pois a velocidade real já é extremamente baixa, essencialmente pela má qualidade de vias, má qualidade de motoristas, quantidade excessiva de carros, motos e ônibus e pedestres tudo misturado, desorganizado por uma desengenharia de tráfego.

    Mas o que eles querem mesmo é a cobrança de pedágio no centro, numa cidade onde É (QUASE) IMPOSSÍVEL DESVIAR DO CENTRO para cruzá-la.

    Bom, por aqui não vai ter reeleição mesmo…

  • Lucas dos Santos

    Bob,

    Olha só a que ponto chegamos. Até um mísero tablete de CHOCOLATE recomendando em sua embalagem “apreciar com moderação”! Quem o fabricante pensa que é para determinar o quanto eu devo comer? O meu dinheiro ele não vai ver mais!

  • Lucas,
    É de não se acreditar no que se lê! Mas para mim nada se compara à história do saleiro nas mesas. Tem que ter mesmo mente doente para engendrar uma medida dessas.

  • RoadV8Runner

    É isso que me assusta…

  • Lemming®

    Não leu o que escrevi. Falei ciclofaixa=palhaçada. Ciclovia=sou totalmente a favor.

    • Alvaretts

      Ah, beleza, ok.

    • Alvaretts

      Me fala aí a diferença, viajei. Acho que ciclofaixa é a ‘solução’ que o prefeito de Maceió adota aqui.

      • Lemming®

        Ciclofaixa é o que está sendo feito em São Paulo e São José dos Campos que nada mais é do que calçada pintada ou lateral da via pintada. Não havendo separação da circulação.
        Ciclovia é uma via separada da calçada ou da via (carros) exclusiva para ciclistas. Existe algumas dessas em São José dos Campos também.

    • Mazini

      Concordo!
      Não gosto de bikes, do jeito que uma meia dúzia de patetas a utilizam, devidamente preparados para desembarcar na Normandia, mas a ciclovia quando bem feita, como são em Brasília, dão um bom resultado, pois ninguém atrapalha ninguém.
      Morei na Asa Sul e era uma beleza andar por lá.

  • Mazini

    200 m para que um carro a 100 km/h pare??? Esse cara é um verdadeiro bastardo….
    e o pior é que tem idiotas que engolem e ainda votam nesse partido.