NOVO FOCUS SEDÃ, ALIÁS, FASTBACK

Ford fastback

A Ford apresentou esta semana em Gramado, RS, a versão sedã do novo Focus, rebatizada Fastback. Chega um mês depois do Hatchback.  O estilo do novo Focus logo me impressionou positivamente, é moderno e com um toque elegante de esportividade. As rodas de alumínio de 17 polegadas destacam a boa proporção da lateral traseira, sem aquele  “peso” característicos dos sedãs convencionais. Seu estilo me pareceu derivado do conceito  “dois volumes e meio”, com bem pouco  balanço traseiro e visível fluidez de formas. Seu novo visual dianteiro, faróis, grade e lanternas deixou o novo Focus muito mais parecido com os demais veículos da Ford, me lembrando um mini-Fusion. Mais importante, é o mesmo desenho do Focus disponível nos mercados mundiais. Atualização total, portanto.

 

Fastback rear

Focus Fastback

A carroceria me pareceu bem manufaturada, com folgas pequenas e constantes ao longo das  portas, porta-malas e capô do motor. A pintura também colaborou com a qualidade percebida do veículo, apresentando lisura sem reflexos espúrios provenientes de possível variação na camada de tinta.

 

Novo Focus Sedan (51) r

Focus Sedan também já era fastback…

Foi informado na apresentação técnica que o coeficiente de arrasto aerodinâmico (Cx), passou de 0,306 no modelo anterior para 0,296, e aqui há uma confusão de informação. Quando do lançamento da versão anterior em setembro de 2013, em Mendoza, na Argentina, ao qual o Ae esteve presente, foi anunciado Cx 0,287.  Ponto a esclarecer com a Ford, portanto. Dimensionalmente, está 15 mm mais baixo, reduzindo sua área frontal, já que a largura não mudou.

Um dos aspectos que ajuda a minimizar o arrasto aerodinâmico é a diminuição da área traseira de turbulência de baixa pressão do ar, conceito adotado no modelo de antes e preservado no novo, além da elegante e suave caída do teto em direção à traseira.

A nomenclatura fastback mostra-se adequada ao novo  Focus, pois a característica principal deste  desenho é a diminuição da região de turbulência traseira, recurso amplamente utilizado, por exemplo, pelo Ford Mustang ao longo de sua existência.

 

Ilustração mostrando as zonas de alta e baixa pressão em um veiculo

Creio que nada melhor que o Escort Mk III (Mk I no Brasil) para servir como exemplo de  carroceria “dois volumes e meio” e  com a pouca zona de turbulência traseira.

 

escort aero

Escort Mk III/Mk I no Brasil, modelo dois volumes e meio mostrando a zona de turbulência traseira– “a razão leva ao inventivo”, o título do desenho

 

Internamente, o enorme painel de instrumentos se destaca com seu acabamento emborrachado, facilmente identificável pelo toque macio. Aliás, eu não entendo por que a Ford vem adotando painéis  gigantes em seus veículos, pois esta prática  contribui bastante para subtrair o espaço interno. Painéis grandes também encarecem o veículo sem necessidade. Bons tempos dos painéis antológicos bem proporcionados como o do Ka e do Focus em suas primeiras gerações!

O acabamento interior é está em ótimo nível, com destaque para os bancos em couro, com desenho que evoca esportividade ao primeiro olhar. Mas os painéis de porta em plástico duro poderiam ser mais refinados em razão do padrão do carro.

 

Interior Focus Fastback_01

Posto de pilotagem definitivamente moderno e eficiente

Com 2.648 mm de entre-eixos, o Focus Fastback  abriga com conforto apenas quatro adultos. O eventual terceiro ocupante no meio no banco traseiro fica  prejudicado principalmente no reduzido espaço entre os ombros.  O vão livre para a cabeça é bom, não induzindo sensações claustrofóbicas aos ocupantes.

Uma inteligente  medida para melhorar o espaço para as pernas dos ocupantes no banco de trás foi “cavar” o encosto dos bancos dianteiros. Eu, com meu 1,75 m de altura fiquei confortável “sentado atrás de mim”, que é a nossa referência de avaliação desse dado importante num automóvel.

Os bancos dianteiros tem um bom apoio lateral e também na região lombar e coxas.  Embora não sejam macios, são confortáveis  aos ocupantes, projeto bem germânico por sinal, embora a gestação do Focus tenha sido na Inglaterra.

A capacidade do porta-malas foi mantida, 421 litros, poderia ser um pouco maior.

 

Interior Focus Fastback_02

Os instrumentos são de fácil leitura (conta-giros na esquerda!) e os controles operacionais têm  fácil acesso e boa ergonomia. Destaque para a central multimídia com tela tátil de 8 polegadas, havendo ainda comando de voz. É bem prática para as funções, permitindo facilmente alterar a temperatura do ar-condicionado, trocar a estação de rádio ou definir uma rota no GPS, por exemplo.

O mostrador de 4,2 polegadas no centro do quadro de instrumentos também merece destaque por sua visibilidade e distribuição de funções do sistema informativo do veículo.

 

Interior Focus Fastback_03

Como anda

As  avaliações dinâmicas foram conduzidas com três jornalistas (dois, o diretor de marketing Oswaldo Ramos estava conosco) por veículo em roteiro previamente estabelecido, três trechos de aproximadamente 30 quilômetros cada, abrangendo tráfego de cidade, estrada e subida/decida de serra, curvas acentuadas e pavimento variando de liso a rugoso. Os veículos estavam abastecidos  com gasolina, condição em que o motor Direct Flex  2-litros de injeção direta desenvolve 175 cv a 6.500 rpm e 21,5 m·kgf a 4.500 rpm (178 cv e 22,5 m·kgf, às mesmas rotações, com álcool). São dois comandos de válvulas acionados por corrente e com variador de fase em ambos.

Na serra gaúcha, região onde está Gramado, a altitude é de aproximadamente 900 metros, o que reduz a potência e o torque dos motores de aspiração atmosférica em cerca 10% em relação aos valores normalizados obtidos no nível do mar.

Como o leitor sabe, tenho acompanhado o Focus desde o seu lançamento em sua primeira geração no Brasil, quando trabalhava na engenharia da Ford. Hoje, em sua terceira geração, o Focus continua com as mesmas boas características de conciliar estabilidade direcional e conforto. Basicamente com suas mesmas suspensões McPherson dianteira e multibraço traseira, dá gosto de dirigir o novo Focus. A direção eletro-assistida bem calibrada complementou o excelente conjunto. Eu esperava que o conforto ficasse um pouco prejudicado com as rodas de 17 polegadas e pneus 215/50-R17, porém isto não aconteceu — o veículo  se manteve confortável  em todas as situações encontradas incluindo pisos rugosos e com pequenas e contínuas ondulações em tráfego de cidade.

Qual a grande vantagem da suspensão multibraço? Em primeiro lugar, ela garante pouca variação dos valores de alinhamento da suspensão em todo o seu curso, garantindo precisão direcional. A outra grande vantagem é a divisão dos esforços solicitantes em vários pontos de ancoragem permitindo a utilização de buchas de borracha com menor dureza, filtrando melhor as vibrações que chegam a carroceria. Finalmente, ela permite ao projetista determinar com precisão ângulos que favoreçam o comportamento em curva, por exemplo, a rolagem induzir ligeira convergência da roda traseira externa à curva.

Um fato relevante que ocorreu durante o percurso de teste. Éramos quatro a bordo e eu sentado atrás do motorista, quando a aproximadamente 80 km/h, em uma curva acentuada, passamos em uma depressão bem funda na pista. A suspensão traseira chegou a dar batente superior, porém a roda continuou “pregada” na pista sem nenhum desvio ou arremesso perigoso que pudesse desestabilizar o veículo.

Outro ponto que me chamou a atenção foi que mesmo andando bem rápido, em nenhum instante percebi a ação dos  controles de tração e estabilidade direcional que pudessem “engessar” o meu prazer de dirigir.  E eles estavam lá, pois em algumas manobras radicais  o sistema de segurança passiva entrou em ação, mostrando sua efetividade.

Durante toda a avaliação não notei ruído de vento relevante e/ou ruídos espúrios de rangidos e vibrações incômodas.  O conjunto motor-transmissão, muito bem isolado, deixava presente somente o ruído limpo da freqüência de segunda ordem de funcionamento do motor (duas explosões a cada volta do virabrequim).

A única transmissão disponível com os motores 2-litros do SE e do Titanium é a robotizada PowerShift de 6 marchas com dupla embreagem. De maneira geral, essas caixas robotizadas trabalham tanto melhor quanto maior for a força de tração disponível do veiculo. Quanto maior esta, menor será o patinagem das embreagens, principalmente em trafego congestionado de cidade e em rampas, motivo de aumentar sua durabilidade.

Neste aspecto gostei do casamento do câmbio PowerShift com o motor — as trocas de marcha são praticamente imperceptíveis, com bom escalonamento e pouco patinagem das embreagens. Já aplicado ao hatchback (leia matéria do Bob),  as trocas manuais são via borboletas no volante agora (exceto no SE), solução incomparavelmente melhor e mais precisa que a tecla na manopla existente antes. A sensação de desempenho é boa, porém fica ainda melhor quando se efetua trocas manuais. Algumas vezes notei vibração leve sentida no pedal do acelerador em algumas situações de baixas velocidades e a partir da imobilidade do veículo.

Os freios  a disco nas quatro rodas são bem eficientes, com boa potência  de frenagem e com seu bom equilíbrio evita ação prematura do ABS.

Para variar, a Ford não informou dados de desempenho, mas como referência a aceleração 0-100 km/h do “frente-não-Aston-Martin” é 9,2 segundos e a velocidade máxima, 206 km/h. Consumo de combustível, ver na ficha técnica ao final.

Versões

O Focus Fastback, também produzido na fábrica Ford em General Pacheco, na Grande Buenos Aires, é oferecido em quatro versões:

SE – R$ 77.900, mesmo preço do modelo anterior e já vem de série com os seguintes itens principais:
– controle eletrônico de tração e estabilidade Advance Trac
– assistente de partida em rampa
– bolsas infláveis duplas
– sistema de conectividade SYNC com comandos de voz, Bluetooth, duas entradas USB, AppLink e assistência de emergência.
– sistema de monitoramento da pressão dos pneus
– sensor crepuscular e de chuva
– retrovisor interno eletrocrômico
– tela LCD colorida de 4,2″

SE Plus  R$ 79.900
Além do conteúdo da SE, acrescenta:
– bolsas infláveis laterais
– bancos revestidos em couro
– sensor de estacionamento traseiro
– ar-condicionado digital de dupla zona
– controle de velocidade de cruzeiro automático
– limitador de velocidade
– borboletas de trocas de marcha

Titanium – R$ 87.900
Além do conteúdo da SE Plus, traz:
– bolsas infláveis de cortina
– sistema multimídia com tela de 8″
– painel de instrumentos com mostrador LCD de 4,2″
– sistema de áudio Sony premium sound com 9 alto-falantes
– abertura de portas e partida sem chave

Titanium Plus  R$ 96.900
Além do conteúdo da Titanium, inclui:
– assistente de frenagem autônomo
– faróis bi-xenônio adaptativos
– sistema de estacionamento automático, perpendicular e paralelo
– sensor de estacionamento dianteiro
– retrovisores externos com rebatimento elétrico
– ajustes elétricos do banco do motorista
– teto solar elétrico

O novo Focus sedã, renomeado Fastback, está melhor, alvo das alterações da calibração da suspensão, tornando seu rodar ainda mais confortável,  mas sem nada perder do seu magnifico comportamento dinâmico. É uma compra que não dará arrependimento, com total certeza.

CM

 

FICHA TÉCNICA NOVO FORD FOCUS FASTBACK 2016
MOTOR
Denominação 2,0 Duratec Direct Flex
Tipo 4 cil. em linha, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, corrente, variador de fase na admissão e escapamento, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro e curso 87,5 x 83,1 mm
Cilindrada 1.999 cm³
Taxa de compressão 12:1
Comprimento da biela 146,25 mm
Relação r/l 0,284
Potência máxima 175 cv/6.500 rpm (G), 178 cv/6.500 rpm (A)
Torque máximo 21,5 m·kgf/4.500 rpm (G), 22,5 m·kgf/4.500 rpm (A)
Rotação de corte 7.000 rpm
Formação de mistura Injeção direta
TRANSMISSÃO
Câmbio Robotizado de duas embreagens
Relações das marchas 1ª 3,917:1; 2ª 2,429:1; 3ª 1,436:1; 4ª 1,021:1: 5ª 0,867:1; 6ª 0,702:1; Ré 3,507:1
Relações de diferencial 3,850:1 (1ª, 2ª, 5ª, 6ª) e 4,278:1 (3ª, 4ª e ré)
Alcance nas marchas (km/h), a 6.500 rpm 1ª 51; 2ª 82; 3ª 125; 4ª 176; 5ª 206 (velocidade máxima, 5.800 rpm)
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Independente, multibraço, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica
Relação de direção 16:1
Número de voltas entre batentes 2,6 voltas
Diâmetro mínimo de curva 11 m
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado
Traseiros A disco
Controle ABS, EBD e auxílio à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 7Jx17
Pneus 215/50R17W
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, sedã 4-portas, cinco lugares, subchassi dianteiro e traseiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto 0,296
Área frontal (calculada) 2,142 m²
Área frontal corrigida 0,634m²
DIMENSÕES
Comprimento 4.536 mm
Largura (com/sem espelhos) 2.010/1.823 mm
Altura 1.469 mm
Distância entre eixos 2.648 mm
CAPACIDADES
Porta-malas 421 L
Tanque de combustível 55 L
PESOS
Em ordem de marcha 1.414 kg
Carga útil 486 kg
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 9,2 s (G e A)
Velocidade máxima 206 km/h (G e A)
CONSUMO OFICIAL
Cidade 9,7 km/l (G), 6,7 km/l (A)
Estrada 13 km/l (G), 9,2 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 última marcha (6ª) 43,8 km/h
Rotação a 120 km/h em 6ª 2.700 rpm
Rotação à vel. máxima/marcha 5.800 rpm / 5ª

 



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Sobre o Autor

Carlos Meccia

Engenheiro mecânico formado pela FEI (Faculdade de Engenharia Industrial) em 1970, trabalhou 40 anos na Ford brasileira até se aposentar. Trabalhou no campo de provas em Tatuí, SP e por último na fábrica em São Bernardo do Campo. Dono de amplo conhecimento de automóveis, se dispôs a se juntar ao time de editores do AUTOentusiastas após sugestão do editor Roberto Nasser.

  • Eduardo

    “São dois comandos de válvulas acionados por correia dentada”… não é corrente não? No Duratec 2.0 até 2013 eram correntes… eles mudaram nesta versão com 178 cv?

    • Eduardo
      Estava errado, é corrente. Já estava assim informado por ocasião do lançamento do motor Direct Flex. Foi “lixo” de ficha técnica. Já está corrigido, obrigado.

    • Renato

      Não, é corrente…. mudaram nada.

  • AlexandreZamariolli

    Esse Escort do croquis, de dois volumes e meio, não é o MkI, e sim o MkIII. A primeira geração, lançada em 1968, lembrava um Chevette um pouco mais arredondado. A segunda, de 1974, era bastante semelhante em estilo ao Dodge Polara. Ambas tinham motores longitudinais e tração traseira. A terceira geração, com motor transversal e tração dianteira, surgiu na Europa em 1980 e veio para cá em julho de 1983.

    • Alexandre Zamariolli
      Mk I aqui.

      • AlexandreZamariolli

        Aí sim, correto.

      • Mr. Car

        Bob, tal qual o Zamariolli, eu prefiro (acho que fica menos confuso, se isso for usado como regra) tomar sempre por base a nomenclatura de gerações do país de origem do carro. Assim, o nosso primeiro Escort seria chamado mesmo de Mk III. Sei lá, coisa minha, prefiro assim.
        Abraço.

        • CorsarioViajante

          Isso, como no caso do golf, onde tivemos o 3, 0 4 e o 7. Também acho que fica mais claro.

        • Mr.Car, eu já alterei no texto do post

          • Mr. Car

            Ok, mas a observação não foi minha, he, he, embora também ache que fica melhor acompanhar aqui as nomenclaturas das gerações das matrizes.
            Abraço.

        • Lucas Mendanha

          Tal qual o Fiesta Mk4, igual ao meu, que aqui chamam de G1…

  • Thiago Teixeira

    Carlos, os valores de desempenho basico, 0-100 e velocidade máxima estão próximos do modelo anterior com 145 cv. 0-100 em 9,8 s e máxima de 204 km/h.
    Essa potência adicional no Focus novo está mais perceptível onde? Retomadas? Nas respostas do motor em maior velocidade, tipo 100 atė a velocidade final? A sexta marcha é overdrive?

    • Offspring

      O anterior não fazia neste tempo nem aqui nem na China… eu tive um MK 2,5, 2009, GLX 2,0 AT4, e ele andava pouca coisa a mais do que um Civic 1,8 LXS que tive na mesma época dele…

  • Leister Carneiro

    Prezado Meccia este focus tem aquelas placas no assoalho para deixar o fundo mais plano?

    • CorsarioViajante

      Taí um detalhe que faz toda a diferença, costumo brincar que a parte inferior do carro é uma das melhores formas de saber quão refinado é o projeto.

      • Renato

        Eu passo vergonha nas autorizadas pois deito no chão e olho toda a parte de baixo. Tenho até um lema: Se cuidam bem do que não vemos tem obrigação de cuidar do que vemos. Os carros franceses cuidam bem da parte inferior e, por incrível que pareça o Corolla não cuida. Os Audis são primores.

    • Leister Carneiro,
      As placas internas que eu conheço são os termo-fundentes, parte do pacote de revestimento acústico do veículo.
      Quais placas você se refere ?

      • Leister Carneiro

        Meccia, placas externas como os Mercedes que deixam a parte externa do assoalho bem lisa, apenas deixando aberto o canal do escapamento.

  • Mr. Car

    Meccia, gosto bastante deste estilo, bastante mesmo. E claro, não vou deixar de bater nesta tecla, até que os fabricantes me ouçam: ao menos para as versões Titanium e Titanium Plus, deveria haver a opção de um interior monocromático em cinza clarinho ou bege (ou mesmo algo mais puxado para o “caramelo”), para reviver aqueles interiores maravilhosos de quando os topos de linha da marca tinham a denominação Ghia. Eu não me conformo que tenham sumido.
    Abraço.

    • Nando

      Não sumiram completamente, pois já vi o novo Golf com um interior caramelo lindo, que combinou maravilhosamente com um exterior azul metálico.

      • Renato

        Jetta também….

    • Mr.Car,
      Concordo

  • RJGR

    Thiago Teixeira, caso você não se importe de outra pessoa responder, como proprietário de um 2014 e ex-proprietário de um 2012 posso dizer que em baixa rotação, ajudado pelo maior torque e as relações de 2ª e 3ª curtas, ele desenvolve bem melhor que o anterior de 148 cv.
    Em altas rotações ele também é mais rápido, sendo o melhor dele retomadas em 3ª e 4ª, tipo 90 km/h a 180 km/h. Ele não é o foguete que alguns dizem e nem possui 178 cv PMPO como outros dizem. Eu não tiro racha em ruas e estradas, mas minha opinião é que ele anda mais que um Civic, Corolla e Lancer 2,0 e menos que um Golf 1.4T e um C41.6T. Estava esquecendo, a sexta é overdirive, 44 km/h/1000rpm – 120 km/h no velocímetro, 115 km/h reais, 2.600 rpm.

  • Marcos Zanetti

    Esse novo Focus ficou mais sóbrio, mais elegante. O anterior estava muito “esportivo”… Esse novo modelo está bem melhor. Parabéns à Ford, corrigiram a derrapada da versão anterior.

  • Mr. Car

    Não sumiram completamente, notadamente em carros mais caros, mas houve um tempo em que interior clarinho podia ser encontrado até em um singelo Chevette. Quero esta opção no Novo Ka, no New March, no Peugeot 208, no Citroën C3, no Sandero, no Gol, etc…

    • AlexandreZamariolli

      Mr. Car,
      E pensar que o Chevrolet Diplomata de 1989 tinha cinco opções de cores para o revestimento interno – preto, marrom, cinza-claro, azul e vinho.

      Nando,
      Esse interior caramelo do Golf era mesmo belíssimo, especialmente nos carros pintados em cinza Platinum (chumbo) ou Limestone (puxando para o champagne). Pena que não esteja mais disponível, assim como esta última cor.

      • Domingos

        Convenhamos que também quase não se via nada além do cinza e preto, no máximo o marrom.

        Concordo em absoluto que deveriam haver mais opções, em especial porque aquelas de vendagem pequena poderiam serem vendidas com sobre-preço se assim necessário.

        Pior ainda é que hoje costuma ser apenas pintado por cima, ou seja, é muito fácil fazer essas cores diferentes. Não fazem por quererem ter nenhum compromisso com estoque, numa sanha por cada centavo de lucro.

        Porém, infelizmente, quase ninguém mesmo compra essas cores diferentes de interior.

        Até hoje nunca vi nem por foto Opala, Diplomata ou qualquer carro dessa família com interior vinho. Azul acho que vi, por foto, uma vez.

      • Fernando

        E olhe que essas opções de cores não eram nem exclusivas do Opala(o mais caro) mas também ao Monza, Kadett e Chevette.

        http://www.monzaclube.com/anuncios2011/classificados2012_10_fernandosc_04.jpg

        http://3.bp.blogspot.com/-DqgH93uGg30/T_oCNc-EOEI/AAAAAAAAAr8/UNnhHhtCaVA/s1600/digitalizar0002a.jpg

    • CharlesAle

      Tive um singelo Fiesta CLX 96. Isso por volta de 2000/01. E tinha um belo interior monocromático marrom claro, com detalhes do painel(rádio, quadro de instrumentos etc.) em preto. Era de um bom gosto incrível aquilo!!!

    • Renato

      Agora só nos Altis de 101.000.

  • Marco

    Tenho um Sedã 2014. Até o Mk 2,5 preferia o hatch, por conta das lanternas nas colunas traseiras.

    Gosto bastante do carro, que agora está com pouco menos de 5.000 km. Mas a questão é a seguinte: em casa temos um GL 2007 e um Ghia 2010, com aproximadamente 100.000 km e 45.000 km.
    O primeiro apresenta alguns barulhos – até por conta da quilometragem e do “belo” piso que rodou essa distância toda. O 2010, os grilos começaram mais cedo, principalmente no banco traseiro.
    O 2014 já está cheio de grilos. O revestimento da porta do passageiro vibra direto, parece haver algo solto dentro do painel, junto ao rádio. Até o braço da suspensão traseira veio “meio frouxo” de fábrica, gerando um rangido, tendo sido necessária a troca da peça.

    Evidentemente que é um carro muito bom, mas passa a impressão que a cada geração os argentinos o montam com desleixo crescente.

    • Domingos

      Muitos carros apresentam esse desleixo de montagem ultimamente.

  • Pluto

    Meccia, o que você achou que rebatizar o Powershift por Automático mesmo?
    Aliás, andei em um Fiesta com este câmbio estes dias, realmente é rápido e aproveita bem o carro, mas chacoalha tudo. Andei lendo e há inclusive petição pública por recall. Confesso que dirigindo fiquei assustado. Jamais trocaria meu monótono Fit por um Fiesta destes…

    • Thales Sobral

      Chacoalha? Deve estar com a embreagem patinando, mas não é o comportamento normal.

    • Cadu

      Tive um Fiesta PowerShift e nunca notei que “chacoalha tudo”
      A mecatrônica do dupla-embreagem faz um pouco de barulho em terreno irregular (como meu atual DSG também o faz), mas só em baixa rpm e de vidro aberto. É sutil e tolerável
      Sobre patinar, somente em reduções de marchas em aclives, algo que até um cambio manual necessita fazer um pouco para ser suave

  • CharlesAle

    Acredito que nesta nova versão, haverá um equilíbrio melhor de vendas entre Hatch e Fastback. Pois esse novo sedã está com um conjunto formidável. Não que o anterior não estivesse, mas está muito bom nesse..

  • VeeDub

    Eu gosto muito da Ford e do Focus. Mas com os inúmeros problemas que vemos na seção “opinião dos proprietários” em diversos sites na net, associado ao fraco pós-venda da marca, dá medo… Ainda tem o PowerShift dando muita zebra.
    A Ford capricha muito no ajuste de seus carros, dirigibilidade aliada ao conforto de marcha. Mas na montagem final… bota a perder.
    Hoje mesmo eu estava falando com um vendedor da concessionária Ford aqui da cidade, ele me disse que uma Ranger chegou com UM PALMO de desalinhamento na caçamba. E nos Kazinhos tem quase sempre que alinhar alguma coisa.

    • Antônio Martins

      Onde tem fumaça tem fogo, como diz o ditado. Eu comprei um 206 Feline que foi o melhor carro que já tive em dirigibilidade, e tinha na ficha técnica e parte mecânica tudo que me agrada. Mas havia lido sobre sua baixa durabilidade de suspensão, suportes e rumorosidade. Paguei para ver e era isso mesmo. Quando precisei de um automático, desta fez, já vacinado, não peguei o 307 com a caixa AL4.

      O Fiesta PowerShift é meu desejo de compra atual. Mas eu fico com um pé atrás. Nem tanto pela possibilidade maior de defeitos na caixa. Mas pela jornada que é para resolvê-los. Repare que quando um canal de reclamações tem sucesso na intermediação, todo mundo corre para lá, que é o que está ocorrendo com o BCWS. E aí a imagem fica mais negativa ainda paro o fabricante. Isso aí é uma pena.

      • Offspring

        No 1.6. No 2,0, a maioria reclama mas não sabe que o problema é a bomba de alta, que está dando pau em todos os carros.

    • Offspring

      Os problemas são do Focus 1,6. No 2,0 é um câmbio mais refinado em termos de hardware e software, já que o motor é GDI e tem mais torque – o mesmo câmbio com upgrade é usado nos Volvos…

  • João Guilherme Tuhu

    Um espetáculo. Definitivamente na minha lista de compras. Só tenho receio do tal ‘PowerShift’ – quando quebra, é uma lástima…

    • Offspring

      Garantia de fábrica? rs…

      O problema é o Powershift do Fiesta, Focus 1.6 e Ecosport, uma transmissão pouco diferente em termos de embreagem e software (veja que o AT6 do Onix tem uma programação que casa mais do que no Cruze).

  • Mr. Car

    Nem me fale, Zamariolli, nem me fale.

  • Mineirim

    Meccia,
    “Com meu 1,75 m de altura fiquei confortável ‘sentado atrás de mim'”.
    Tenho a mesma altura. Já entrei num Focus anterior a esse e não vi qualquer problema de espaço no banco traseiro. Por que a mídia insiste tanto em dizer que o Focus, a partir do modelo 2014, ficou mais apertado para os passageiros atrás?

    • Bruno C

      Porque o espaço piorou. Na versão anterior o espaço traseiro era beeeem melhor. No meu caso, que queria um carro mais espaçoso, essa “falha” foi crucial. O Focus no geral é bem pouco espaçoso, incluindo banco dianteiro. Um gordo fica mal posicionado.

      • Lucas Mendanha

        Gosto bastante do espaço interno do meu…usa muito bem o espaço disponivel…você não se sente apertado.

        Esse novo lembra muito o Corolla do meu pai, com paineis frontal e de portas largos e bancos volumosos que comprometem bastante o espaço interno. Você se sente em um carro menor.

      • Offspring

        Não era, não.

        Era a mesma coisa. Os bancos do novo são mais inclinados. Tenho 1.88m e não tive dificuldades para “sentar atrás de mim mesmo”.

    • Domingos

      Porque ficou mesmo. O modelo Mk2 foi o mais equilibrado na minha opinião e era o de maior porta-malas e espaço interno.

      O hatch novo pelo menos é claramente bastante mais apertado atrás do que o antigo.

    • Dieki

      A questão é que a Ford manteve as medidas da geração anterior e aumentou o recheio do carro, usando bancos, acabamento e painel mais volumosos. Daí o espaço útil diminuiu. Aconteceu a mesma coisa com o New Fiesta em relação ao modelo chamado de Rocam.

    • agent008

      Acredito que a curvatura/queda do teto na parte traseira está mais acentuada. Isto é bem visível no Fiesta. Compare esta geração do Focus com o anterior, por exemplo. Para mim é a medida que mais mudou.

    • Nando

      Os Focus são apertados mesmo no banco de trás. Quando fui trocar meu antigo Focus hatch, pensei eu um Focus sedã, pois a família cresceu. O espaço atrás foi crucial na minha desistência. O C4 Lounge que peguei é incomparavelmente maior e mais confortável. Para mim, este é o grande pênalti da linha Focus. Eu trocaria facilmente O melhor desempenho em aceleração e velocidade do THP pelo melhor handling do Focus, mas neste momento da vida não posso abrir mão do espaço.

  • Thiago, ficou melhor nas acelerações e a 6a marcha não é overdrive. Veja o diagrama dente de serra. Na verdade é uma “wide ratio transmission”

    • Fernando Fagundes

      Uma dúvida: mesmo ele atingindo a velocidade máxima em 5ª marcha em rotação abaixo da potência máxima não torna a 6ª overdrive?

      Eu particularmente acho a 6ª dele bem longa. Na estrada ele reduz em retomadas e aclives mesmo com pouca pressão no acelerador!

      • Fernando Fagundes,
        No meu entender marcha overdrive é aquela específica para economia de combustível (por exemplo 5+E) e que normalmente sai fora do escalonamento progressivo das marchas, o que não é o caso da PowerShift, que é bem “wide ratio”, escalonamento aberto.

    • Thiago Teixeira

      As três primeiras marchas bem próxima para a potência do Focus deveriam dar um 0-100 km/h mais rápido – minha análise.

  • Gustavo73

    O vídeo do Jetta mostra bem isso.

  • Na minha preferência esta nova frente ficou “achinesada”, acho a anterior mais bonita.

  • Fernando

    Excelente post Meccia!

    O painel me parece ser uma estratégia(da qual discordo) de induzir a uma sensação de modernidade, já que os Ford atuais estão com um desenho de painel/tabelier bem agressivo. Mas não me agrada, para meu gosto além de exagerado acho realmente maior do que deveria.

    Em termos de painel de Ford, acho que as boas referências são do Fiesta MK4, Escort MK7 e Focus MK1, se fizessem um mix deles indexado com a modernidade do exterior dos carros atuais ficaria algo mais direto e agradável.

    Pessoalmente torço para que passe logo essa onda “Aston Martin” da Ford, não só porque não gosto mas acho que podem exercitar o design com resultados bem melhores se não partirem dessa tendência.

  • Ricardo

    Enquanto não mudarem o acabamento dos painéis de porta e não resolveram os problemas de confiabilidade e durabilidade dos powershifts, vai ficar difícil pagar uma pequena fortuna para dirigi-lo.

    • Cadu Viterbo

      Tive um PowerShift e não tive NENHUM problema de confiabilidade!
      Sua reclamação do painel de porta não faz sentido quando você olha os concorrentes. E todos tem problemas deste tipo

      E quem deixa de comprar um carro por causa do painel de porta em plástico duro, certamente não se preocupa com durabilidade, pois apenas em veículos acima de 200 mil são perfeitos de acabamento. E aí, quem paga este valor, pouco se lixa para durabilidade, já que certamente dinheiro não é problema

      • Ricardo

        1 – Considere-se um cara de sorte. Basta uma rápida pesquisa na web para ver que não são 2 ou 3 relatos, mas centenas de relatos de consumidores enfrentando problemas com esse câmbio. Daí dá pra ver a dimensão do problema.
        2 – Minha reclamação faz todo sentido quanto aos painéis de porta. Por duas razões: i – Não é porque os concorrentes também pecam nesse quesito que eu, como consumidor, esteja disposto a aceitar o nivelamento por baixo. ii – já entrou num C4 Lounge? Ou num Nissan Sentra? Perceba como são seus painéis de porta. O próprio Focus 2013 tinha um plástico com leve textura emborrachada nas portas. Tive um Nissan Tiida 2008, cujos painéis de porta eram um primor (parte superior com espuma injetada e puxadores internos almofadados). Era muito agradável abrir e fechar as portas.

        3 – Eu deixo de comprar um carro por causa de painel de porta em plástico duro, pois acho muito desagradável ao tato quando se abre/fecha a porta ou se apoia o braço por alguns instantes.

        Conclusão, existem 2 tipos de consumidores: aqueles que se resignam com tudo e aceitam pagar o que pedem por qualquer porcaria e outros que, além de exigentes, têm uma consciência de que ele tem o poder de ditar o que o mercado pode e deve oferecer, não aceitando tudo que é imposto. Basta que essa consciência seja coletiva. Faço parte do segundo grupo.

        • Cadu

          Bom, sou obrigado a discordar;
          Não me considero um cara de sorte, porque além de mim, conheço outros donos de PoweShift e a julgar pelas vendas, não posso pensar que é um câmbio problemático.

          O dupla-embreagem (e eu já estou no segundo modelo com este tipo) tem características que diferem dos manuais e automáticos. Se você ignorá-las, vai achar problema mesmo

          Seu viés está na fonte de informação. Em sites de reclamações, internet, fóruns, você só achará problemas, por uma razão ÓBVIA: ninguém satisfeito com o carro posta na internet que o câmbio está funcionando. Da mesma forma que eu, proprietário de um veículo X da marca Z, não entro em fórum para dizer que a suspensão está sem barulhos e o acabamento não range. Portanto, se, 1% deu algum tipo de defeito, os outros 99 não aparecem com depoimentos! Simples!

          Sobre os painéis de porta: você tem razão! Realmente, meu carro é um desastre. Vou vender meu Sedã de 211cv com câmbio DSG que faz 15 km/l na estrada, tem espaço de sobra para bagagem, 6 airbags, ESP, câmera de ré, sensor crepuscular, sensor de chuva, XDS, aproximação da pastilha de freio no disco quando chove, check control de luzes,freios, 2 computadores de bordo, teto solar…. Vou comprar um Focus antigo, um Tida que tem painel de porta emborrachadinho..

          Realmente, seu argumento foi sólido e consistente. Nunca me atentei a como meu carro era ruim e como podia ser exigente com o que eu compro!

          • Ricardo

            Bom, sobre o Powershift: quando você percebe que há petição pública solicitando providências dos órgãos de proteção ao consumidor e do fabricante, bem como diversos casos de trocas prematuras dos câmbios nas concessionárias, tendo inclusive o assunto sido abordado na seção autodefesa de uma famosa revista impressa, não me parece ser o “Simples!” caso de “fonte de informação”.

            Sobre os painéis de porta: meu argumento não precisa ser sólido e consistente. Se atentar para meu texto, em nenhum momento me dispus a convencer alguém. Fiz, tão somente, uma observação sobre dois aspectos que me impedem de voltar a “consumir” um Ford Focus. Sem entrar na sua freqüência irônica, para além de “cavalos” e “sopa de letrinhas”. julgo igualmente importantes outros aspectos que também me conferem prazer ao conduzir um veículo. E não estou falando somente de painéis de porta. Como disse, sou outro tipo de consumidor. Mas que bom que está feliz e satisfeito com o seu carro.

          • Cadu

            Você sabe que petição pública na internet qualquer um cria. Isso não tem valor legal ou de pesquisa. COmo disse, a amostra é viciada demais.

            Ricardo, a ironia, enquanto figura de linguagem, foi, tão somente, para evidenciar o quanto é raso o argumento de diminuir um veículo por conta de um painel de porta em plástico “não emborrachado”
            O carro tem tantos itens que o diferem dos concorrentes, que o tornam único, que me parece aquelas questões de “achar pelo em ovo”, apenas para ter o que criticar mesmo.
            Se você não comprar um focus, ótimo, direito seu. Mas vai cair nos concorrentes, que tem acabamentos semelhantes, e itens de série (e sopa de letrinhas, como você quis enfatizar) muito inferiores.

          • Renato

            Ricardo, continuo sem precisar comentar….. Disse tudo.

        • Offspring

          Bastava uma breve pesquisada para você ver que a maioria dos problemas do Powershift são duas coisas:
          1-Ecosport, Focus 1.6 e Fiesta;
          2-Reclamações de trancos e engasgadas no Focus 2.0, além de sempre vir com reclamações de luz de injeção acesa no painel, trancos fortíssimos em acelerações fortes e dificuldade na partida.

          As respostas:
          1-Powershifts dos carros supracitados são diferentes dos do Focus 2.0 e dos carros da Volvo, que têm hardware (peças) e software (programação) diferentes dos usados nos carros 1.6 e no motor 2.0 sem injeção, que usam uma versão mais antiga do câmbio – mais barata, mas que também vem da Eslováquia;
          2-Estas reclamações do Focus 2.0 são de outro problema: a bomba de Alta (GDI) que perde pressão e necessita de substituição.

          Enfim: há dois tipos de consumidores. Há aqueles informados e outros que generalizam tudo, por falta de conhecimento ou por falta de boa vontade com o veículo – acho que você se inclui nos dois casos.

          No meu Jetta TSI, a bomba de alta também foi trocada, e duas vezes. Na minha atual BMW 320i, que também é turbo, a peça é muito mais refinada do que as fornecidas pela Hitachi.

        • Renato

          Caramba, nem preciso comentar… Falou tudo e mais alguma coisa… Concordo 100%.

    • Renato

      Concordo plenamente, e ainda tem a caixa de direção. Tenho um C4 Lounge THP e o Focus seria uma opção, mas prefiro uma boa automática ou uma CVT do Corolla (que transmissão!). A DSG 6-marchas dos VW são boas também, mas essa dos Focus e Fiesta não me convenceram. As reclamações são inúmeras.

  • AlexandreZamariolli
    • Domingos

      Obrigado pelas fotos!

      Uma pena que nunca guardei o link do Opala – não era o Diplomata, era o Opala mesmo – com interior azul que vi pela internet.

      Era muito bonito mesmo com o painel fininho dos primeiros modelos.

      Esse vinho é sensacional. Quebra todo o ar pesadão do Diplomata.

  • Domingos

    Nossa, existiu com esse interior esse carro no Brasil??? Sabe de mais algum com essa configuração?

    Isso para mim era coisa de foto do modelo europeu!

    • Marco

      Tivemos em casa um Fiesta desse modelo. Era cinza bem claro, e não marrom, com os detalhes em preto.
      Os veículos nas cores verde escuro e vermelho (vinho) tinham o interior nessa cor.
      Os demais – branco, verde abacate, azul, vermelho “ferrari” e um cinza meio azulado, tinham o interior azul.

      • Domingos

        Azul?? Tem fotos?

        O cinza claro que você fala é o mesmo do Escort Zetec da época ou era mais claro ainda?

        Agora fiquei confuso!

        • Marco

          Era bem mais claro que o Escort.

          O interior cinza (é cinza, não é bege hein. Até no folheto de propaganda da época se dizia que era cinza) claro do Fiesta: http://images.quebarato.com.br/T440x/ford+fiesta+hatch+clx+1+3+mpi+gasolina+manual+2+1996+1996+cod+1017328+ribeirao+preto+sp+brasil__2B5FA8_2.jpg

          Tivemos um Fiesta desse de 1996 a 2015. Belo carrinho. Esses bancos sujavam que era uma beleza…hehe. Meu pai mandava lavar sempre.

          O azulado:

          http://images.quebarato.com.br/T440x/ford+fiesta+hatch+clx+1+3+mpi+gasolina+manual+4+1996+1996+cod+1025014+sao+bernardo+do+campo+sp+brasil__2C4533_3.jpg

          • Domingos

            Nossa, que bonito esse interior cinza ou bege – realmente puxa bem para o marrom claro!. Dá até vontade de ter um, muito agradável mesmo!

            Esse azulado saiu nos últimos Street, não? Agora estou me lembrando de já ter visto. Os primeiros Celtas tentaram fazer o mesmo, mas não ficou legal.

            A Ford realmente acertava em cheio nos interiores nessa época. Ergonômicos, bonitos e ainda com certos requintes.

            Obrigado pelas fotos!

          • Marco

            Então. Está puxando para o marrom porque está encardido. Quando limpo é um dos interiores mais bacanas que já vi.

            O azulado era comum aos Courier e Fiesta 1,0 e, dependendo da cor externa do veículo, também no CLX 1,3 e 1,4 16V

            Se me recordo, os Street possuíam interior grafite escuro ou preto. Mas ainda assim a qualidade do acabamento era muito boa.

          • Lucas Mendanha

            O interior claro do Fiesta era da versão CLX 1,3 e 1,4 16V, nos anos-modelo 96 e 97, não? Que eu me lembre era assim nos CLX e azulado nos 1,0..

            E dos 98 para frente eram todos azulados, igual o meu (Mk4 1,0 98)..

            e dos Mk5, 99/00 para frente, eram grafite claro em todos..

          • Marco

            Sim. O interior claro era somente nos CLX. Mas estava diretamente ligado a cor externa do veículo. Um Fiesta CLX verde abacate (era moda na época) tinha o interior azulado, igual ao seu 1998.

            Se não me engano, esse interior claro foi adotado até 1999, último ano dos CLX. Mas tudo dependia da cor externa do veículo.

  • Pluto

    É o que tem acontecido com mais de 12.000 clientes de PowerShift no Brasil, a maioria com carros com menos de 30.000 km rodados. Só isso e tire suas conclusões. Ao que parece a Ford diz que é normal. A embreagem desses carros patina o tempo todo. É horrível dirigir assim. Melhora um pouco em S.

    • Pluto
      Pode haver defeitos no PowerShift, mas patinar? Duvido. As pessoas não sabe o que estão falando.

      • Fórmula Finesse

        Não percebi esse “fenômeno” ao dirigir um Fiesta Titannium…será que as pessoas não estão levando isso como “lenda urbana”?

      • Renato

        Bob, as pessoas podem até confundindo o defeito mas ele existe. Vocês estão demorando para criar um tópico sobre o assunto e de uma maneira menos passional tratar do assunto. Tem Focus na terceira embreagem.

    • Offspring

      Petição pública que qualquer um assina sem Renavam e CPF? Difícil de se ter credibilidade…

      • Renato

        Assinar, assina mais com quase 1.200 assinaturas já fica mais difícil…. Ah, e para te lembrar, nos EUA já passou de 4.000.

  • Pluto

    Aliás me espanta o Bob que sempre cobra termos técnicos não ter comentado essa “manobra” de markerting da Ford…

    • Pluto
      Pelo jeito você dever ter começado a ler o Ae há pouco tempo, pois sempre falei nisso. A Fiat também andou chamando o Dualogic de automático. Nunca repetimos esse erro aqui.

      • Lucas Mendanha

        Acredito que grande parte da critica aos automatizados seja o fato das fabricantes e revendedores o chamarem de automático, nomenclatura que, pelo senso comum, está relacionada aos epiciclicos com conversor de torque.

        Grande parte das pessoas que o dirigem acabam esperando pelo funcionamento mais suave deste câmbio, onde os tranquinhos sentidos nos robotizados são “mascarados” no deslizamento do conversor de torque.

        Nos carros aqui de casa eu observo que entre 1.000 e 2.000 rpm é como se o motor girasse livre, enviando pouquíssimo movimento às rodas.

        Com embreagem isso não ocorre, oferecendo tração desde a marcha-lenta.. Logo, de acordo com marcha x velocidade ele vai chacoalhar mesmo.

        Bob, verifiquei as matérias referentes aos câmbios robotizados e nelas o assunto é o sistema de acionamento e engrenagens..não há menção ao acoplamento ao motor.

        Deixo aqui a sugestão para uma matéria sobre este tema, comparando o acoplamento entre os tipos monoembreagem, dupla-embreagem e conversor de torque, de modo que fique mais claro o funcionamento para os mais leigos. Acredito que seja uma boa forma destes aprenderem a diferença entre os tipos e traçar melhor suas expectativas acerca de cada sistema.

    • Renato

      Também não entendi e estou reclamando com ele… SE FOSSE UM JAPA ele caía de pau.

  • Leister, realmente não me lembro, vou perguntar ao Bob Sharp se ele viu o novo Focus por baixo

    • Leister e Meccia,
      Acho pouco provável que tenha, pois em geral isso é aplicado em carros bem rápidos para criar passagem rápida de ar sob o carro de maneira a reduzir a sustentação positiva. Mas realmente não olhei o carro por baixo, só faço isso para tirar alguma dúvida mecânica.

      • Thiago Teixeira

        Bob, não sei se o que o Leister se refere são as placas que trazem todo esse desempenho aerodinâmico. VW Polo por exemplo usa esse acabamento em boa parte do assoalho. No Focus Mk2,5 tem umas pequenas placas protegendo de sujeira a articulação da suspensão traseira, além dos terminais junto a roda. No motor também há toda carenagem plástica inferior (que poderia vir com proteção em aço também, pra proteção contra impacto já que o Focus é baixo). Essa carenagem protege além do cofre do motor articulações da suspensão e tem efeito aerodinâmico.

        • Domingos

          Acabamento é mesmo diferente de uma placa no estilo assoalho, essa sim criando um pouco de efeito solo e sendo de total cobertura da parte de baixo do carro.

          O Focus deve ter, como o Jetta, no máximo cobertura da parte do motor e alguma coisa na suspensão traseira, como o seu.

        • Renato

          Vectra CD 1999 era todo coberto na parte da frente. Aerodinâmica 0,29.

      • Leister Carneiro

        Obrigado pelas informações Bob Sharp

    • Leister Carneiro

      Obrigado Meccia

    • Renato

      Não gostei do escapamento traseiro. Poderiam embuti-lo melhor não acham?

  • Fernando, eu coloquei um exemplo da 6ª overdrive. Veja que sai fora do escalonamento progressivo das marchas

    • João Carlos

      Esse conceito em que na última marcha o dente da serra fica abaixo da penúltima marcha deve ser bem raro. Peguei o New Fit automático que me parecia ser overdrive como exemplo. Em que em 5 ª a 120 km/h está a 2700 rpm. Máxima em 4ª de 189 km/h a 5870 rpm. Motor de 115 cv a 6000 rpm. E mesmo assim o escalonamento fica progressivo.
      1ª 2,995
      2ª 1,678
      3ª 1.066
      4ª 0,760
      5ª 0,551
      diferencial 4,562

      Tem algum carro conhecido que saia fora dessa progressão do dente de serra?

      • João Carlos,
        Foi somente um exemplo mostrando uma transmissão 5+E.

  • RoadV8Runner

    Eu só tenho que aplaudir a Ford pelos desenhos de carroceria dos modelos atuais, pois todos, sem exceção, me agradam muito! Modelos fastback são meus preferidos.
    Gostei da opção por agora haver como trocar as marchas pelas borboletas, pois depois da experiência que tive com um Corolla automático, voltei a ter muitas ressalvas quanto a câmbios que não me permitam comandar o momento exato das trocas de marcha…

    • Cadu

      Elas podiam ser controladas anteriormente, porém em localização pouco prática: os botões na alavanca seletora

  • Lorenzo Frigerio

    A Ford melhorou MUITO no design dos carros nos últimos anos. Mas os interiores continuam feios de doer. Parecem até Hyundai. A Ford tem que comer muito feijão para chegar no nível da VW/Audi, da BMW e até da GM.

  • Lorenzo Frigerio

    O estilo “Aston” ainda é anos-luz melhor que os “Kinetic” e “New Edge”, e a frente “vampiro” do Focus anterior.
    Os carros atuais da Chrysler, como o Dart e o 200, seriam ótima competição para a Ford. Mas achar que a Fiat os trará é ficar “Esperando Godot”.
    A Chrysler, no Brasil, é uma empresa que me lembra muito a Apple antes do iPhone… ela só vendia computadores Macintosh (caríssimos) para birôs de design gráfico e estava contente com essa vidinha besta.

  • pkorn

    Cadê o câmbio manual no 2,0, dona Ford? Tive o Mark II Duratec manual, excelente. Fiz o test drive no atual robotizado e não gostei.

    • Lucas Mendanha

      Só se colocasse a MTX75… mas como ela é bem pesadinha no dia a dia…

      a IB5+ tem o limite de torque em 19 kgfm

      A questão do acerto das caixas automáticas da Ford é com o tempo de uso mesmo, para se adaptar e para o comando eletrônico se adaptar a você também… Elas são ajustadas para trocar de marcha cedo, aí dá uma má primeira impressão mesmo, dando alguns tranquinhos e deixando o carro frouxo…depois do mútuo aprendizado, ele fica mto melhor..

      Senti isso no meu Focus e vejo outros donos de Ford automáticos/automatizados com a mesma experiência.

  • Cadu Viterbo

    O grande problema do Focus Titanium chama-se Jetta TSI. Se não houvesse o VW, seria meu médio!

    • Acho o Jetta um conjunto mecânico magnífico.

      Mas o seu design é mais sem sal que comida de hipertenso…

      Eu preferiria o Focus, 408, C4 Lounge, antes de Jetta, Corolla e Civic.

      • Cadu

        Coisa de alemão. Design mais sóbrio do que franceses, coreanos e americanos!
        Eu diria elegante, e não sem sal. Mas é questão de gosto

  • Jad Bal Ja

    Rapaz, se o Ford Sed… quer dizer Fastback não vender desta vez, então a Ford pode desistir.

  • Fernando Fagundes

    Entendi o conceito Carlos.

    Eu sempre achei que, no exemplo, 6 marchas reais ele atingiria velocidade máxima em 6ª marcha e 5+E seria quando atinge a velocidade máxima em 5ª deixando a 6ª mais longa pra economia de combustível e conforto de viagem.

    No caso do focus, em 6ª a 100 km/h ele está bem abaixo de 2.500 giros, não retoma nem a pau nessa situação, se for subida ele reduz duas marchas.

    Não estou reclamando não, esse motor em altos giros empurra muito bem e andando tranquilamente na estrada chega até a ser econômico, considerando que é um 2.0 com 178 cv

    • Fernando,
      Gostaria de complementar a minha resposta.
      Tanto a 5ª (0,867:1) quanto a sexta (0,702:1), ambas menores que 1:1, podem ser consideradas overdrive em seu conceito.
      A 120 km/h em 6ª o motor está a 2.750 rpm e em 5ª. a 3397 rpm. Realmente, além de ser wide ratio, a transmissão é muito longa.
      Teoricamente, a velocidade máxima deveria acontecer na rotação de potência máxima em 5ª o que não é o caso do Focus Fastback, está 700 rpm abaixo. Certamente a velocidade máxima seria maior com uma 5ª mais curta.

    • Renato

      Câmbio a ser batido é o CVT da Toyota. No Corolla a 120 km/h está a 2.000 rpm. Poxa, esse sim seria bom para o Focus. Eu parava com a implicância.

      • Fernando Fagundes

        2.000 rpm em velocidade de cruzeiro faria o focus bem econômico rs

        mas é certo tb que qualquer aclivezinho faria ele subir um pouco o giro, mas mesmo assim tá valendo

  • Lucas Mendanha

    Eu, como dono de Focus, acho que o maior problema dele é de montagem.

    O acerto de injeção do carro é meio esquisito…acho que bebe mais e rende menos do que deveria..

    Tanto que o meu Duratec mono está rodando mais liso com álcool do que com gasolina, sem nenhuma adaptação, de tão gorda a mistura original. E gastando quase a mesma coisa que com gasolina..a variação mal chega a 1 km/l nos piores casos..

    • Offspring

      Eu tenho um 2015, 2.0 SE.

      O meu faz 18km/l na estrada, com gasolina. Tenho videos comprovando… Não gasta nada! A minha 320i, turbo, faz a mesma coisa, mesmo com oito marchas…

      • Renato

        Agora entendi tudo…. e eu perdendo meu tempo….

  • Jorge Diehl

    Não sei se só comigo, mas para mim todos os carros são iguais ultimamente. Se tirar a identificação, não sei dizer quem é o fabricante nem que modelo é…

  • Ricardo
    Existem dois tipos de consumidores, os que ficam apertando o painel o tempo todo e os que se preocupam em dirigir o automóvel…

    • Ricardo

      Bob, peço licença para transcrever a seguinte passagem do PK na avaliação do Sentra 2016: “Está tudo lá, tudo macio e suave ao toque. Não encanta pelas formas, mas pelo esmero”; ou do CM, na avaliação do Focus Fastback: “Internamente, o enorme painel de instrumentos se destaca com seu acabamento emborrachado, facilmente identificável pelo toque macio […] Mas os painéis de porta em plástico duro poderiam ser mais refinados em razão do padrão do carro”.

      Pelo visto não sou o único que, para além de dirigir o automóvel, se preocupa em fazê-lo dentro de um habitáculo confortável, bem construído e refinado. Afinal, como também bem destacado pelo PK, “quando compramos um carro não compramos apenas um produto, e sim uma
      experiência que envolve todo o período em que ficamos com ele”.

      • Ricardo
        Essa é a visão do PK, ora, que também prefere ficar apertando painel a dirigir.

        • Pablo N

          (rs)

        • agent008

          Fui obrigado a rir. O bom-humor e o sarcasmo saudável, bem-temperado, impera entre os editores do Ae. Uma pena que nem todo mundo entende. Parabéns!

      • Offspring

        Quem não gosta do Focus, diz coisas inverossímeis, já que são pessoas desprovidas de conhecimento de fato sobre o modelo. Sobre a lateral de porta, é um Ford, não um BMW. Um Ford tem qualidades mecânicas e dinâmicas que encantam, enquanto outros modelos precisam encantar no acabamento, na ausência de melhores argumentos dinâmicos…

        • Renato

          O cara não falou só do interior das portas que por sinal ele tem razão. Ninguém falou mal do carro apenas citamos vacilos que a Ford poderia melhorar. Agora o câmbio está dando problema sim. A caixa de direção está dando problema sim…. Ninguém aqui falou do péssimo acabamento do teto do carro, do pequeno porta-malas, da falta de luzes de LEDs nas lanternas traseiras, dos ridículos esguichos d’água sobre o capô, do espaço traseiro horroroso… Se alguns gostam do carro tudo bem mas fingir que não está vendo o que pode melhorar e que o Ricardo está coberto de razão, bem é melhor deixar alguns aqui continuar pensando do mesmo jeito. Um abraço.

  • Pablo N

    Realmente. O Jetta anterior era muito mais interessante.

  • Offspring

    Os coreanos da Kia e Hyundai são legítimos alemães, afinal de contas – se o projetista e o estúdio são europeus, então por que diabos o desenho seria coreano? risos

  • William Ribeiro

    Eu só discordo em relação ao painel, não sei se é um trauma porque dirigi muito Fiat Mille, e aquele painel curto me dava arrepios .. Mas um painel amplo me transmite sensação de espaço e “carrão”. rs

  • Ricardo

    Nas pesquisas que fiz (o que incluiu perguntas aos mecânicos das concessionárias REVISA e MORENA aqui de Salvador), o câmbio do modelo 2.0 também enfrenta problemas. Quando deixei o meu Focus 2013 para fazer a revisão e acompanhar o serviço – veja bem, tenho um Focus -, um dos mecânicos chegou a afirmar “pena que não tem o 2.0 manual, pois esse daí toda semana chega um para a oficina”. Portanto, não generalizei. Agora, se o problema é decorrente de bomba de alta ou não, para mim pouco importa. Quando compro um veículo 0km não tenho disposição de deixá-lo na concessionária para reparos. Portanto, como afirmei, enquanto não solucionarem esses problemas de vez, fica difícil comprá-lo.

  • Ricardo

    Só para constar, tenho um Focus 2013 e adoro as qualidades dinâmicas dele. Mas a cada lançamento a Ford piora algum aspecto. Nos últimos, são os painéis de porta.

  • Filipe

    Esse nosso mercado de modinha não permite essa versão, pois o brasileiro acha que carro acima de 60 k tem de trocar marcha sozinho. Uma pena. Diz o Bob que na Argentina tem o 2,0 manual, resta saber como trazer um de lá…

  • Lucas Mendanha

    Verde abacate que você diz, era o verde escuro ou o verde cheguei?

    Bom, esse CLX 1.3 97 do meu avô era verde escuro e interior claro… Na rua após a minha também tinha um CLX 1.4 nessa cor com interior claro…

    Enfim, época boa..

    • Marco

      Verde abacate era o verde cheguei, que parecia que alguém espirrou ali perto..hehe

      O verde escuro, com interior claro, tivemos em casa de 1996 a 2015. Belo carrinho. Esses Fiestinhas fazem MUITA curva…

  • Lucas Mendanha

    Ô se fazem… No geral eu ainda prefiro ele ao Focus.. Acho que eu tenho mais intimidade com o Fiesta…

    O meu ficou ainda melhor com pneus 195/50 R15 e amortecedor esportivo (mais baixos e firmes)..

    Quero colocar um Sigma 1.6 nele um dia..ai completo a suspensão com a barra estabilizadora dianteira.

  • Lucas Mendanha

    Ô se fazem… No geral eu ainda prefiro ele ao Focus.. Acho que eu tenho mais intimidade com o Fiesta…

    O meu ficou ainda melhor com pneus 195/50 R15 e amortecedor esportivo (mais baixos e firmes)..

    Quero colocar um Sigma 1.6 nele um dia..ai completo a suspensão com a barra estabilizadora dianteira.

  • Polento

    Não é fastback se a traseira está lá em cima, tem que descer o vidro traseiro até á maçaneta da porta igual ao Ferrari, Opala e o Mustang 68 fizeram, não é? Isso aí está mais pra perua kamback.
    Pela tendência de erguer cada vez mais o bagageiro nos carros modernos, daqui a pouco eles deletam de vez o vidro traseiro!

  • Renato
    Você está redondamente enganado. Sempre critiquei a Ford e Fiat por chamarem seus robotizados de automáticos (a Fiat parou). Repare que nem de automatizado os chamo.

  • Renato

    Cadê o câmbio, você quer dizer, não é?

  • Adhemar, é um defletor térmico. Não dever ser removida.