Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Complexo de “vira-lata” – Autoentusiastas

Até o automóvel a diesel é motivo de inveja do brasileiro, pois estamos no único país que só permite este combustível em veículos pesados e jipes.

Brasileiro fica encantado no Primeiro Mundo, assombrado com as diferenças facilmente perceptíveis entre seu país e outros mais evoluídos, modernos e civilizados. Esta sensação já ganhou até nome: “complexo de vira-lata”, tão inferiorizado se sente. E chega a se esquecer do preocupante crescimento do racismo, radicalismo religioso, terrorismo, “serial killers”, imigração ilegal e outras mazelas e fobias que assolam estes países.

Mas o brasileiro motorizado no Primeiro Mundo tem razão para se sentir um vira-lata. Não que seja tudo uma perfeição em países como os EUA ou europeus. Na Alemanha, por exemplo, já teve outdoor nas estradas somente com a foto de um motorista segurando um celular, uma garrafa de refri e fumando. O texto se resumia a três palavras: “E quem dirige?”

Estive na Europa em julho para, entre outras, conhecer o novo Audi S6, maravilha tecnológica da marca e que ainda não desembarcou por aqui. Um sedã para famílias rápidas, muito rápidas…

Maravilha tecnológica à parte, assumir o volante de qualquer carro no Brasil traz imediatas saudades do Primeiro Mundo e o sentimento mesmo de “vira-lata”:

Faixa de pedestre – Nem precisa pôr o pé no asfalto, basta a menção do pedestre em atravessar para ser respeitado pelos motoristas. No Brasil, a faixa é puramente decorativa. Exceto em Brasília e mais uma ou duas cidades que fizeram campanha neste sentido (São Paulo incluída, mas sem os mesmos resultados), respeitar a faixa é risco duplo. Para o motorista que corre o risco de ser batido na traseira, levar buzinada na orelha ou xingado pelo carro de trás. E para o pedestre: acha que pode atravessar porque o primeiro carro parou, mas se arrisca a ser atropelado por outro motorista que desrespeita a faixa.

Taça de vinho – Sentado num restaurante italiano, comento com a Cristina, minha mulher, que não dá para provar um belo vinho da Toscana pois o Audi está na porta. Ela é que me lembra: “Você se esqueceu de que está na Itália, onde é permitido tomar até duas taças?”

Gasolina – No posto, é muito cara: 1,70 euro, além de sete reais o litro. Em compensação, a octanagem está registrada na bomba: 95 ou 98 octanas, ao contrário do Brasil, onde é uma incógnita. Mas a grande diferença está honestidade do combustível: na Europa, paga-se por gasolina e ela é quase pura, com pequeno percentual de álcool em alguns países. Nos EUA, o motorista pode decidir entre a bomba com “gasohol” (10% de álcool) ou a pura. Nenhuma saudade da nossa gasolina, de excelente qualidade e entre as melhores do mundo, não fossem os preocupantes 27% de etanol acrescentados por obra e graça da pressão dos usineiros sobre o (des)governo federal.

Diesel – Brasileiro olha com inveja para os automóveis a diesel, proibidos no Brasil numa época em que ele era importado e a gasolina exportada. Hoje, importamos diesel, gasolina e etanol, mas continuamos o único país no mundo onde não se pode optar pelo automóvel a diesel.

Estradas – Só quem mora em São Paulo e tem direito a excelentes rodovias estaduais não sente tanta saudade no Primeiro Mundo. Onde a velocidade também é limitada (exceto na Alemanha), mas as estradas, mesmo secundárias, são tapetes asfálticos. Dá até para entender a opção do brasileiro (ao contrário do europeu) pelo utilitário esportivo (SUV): com ele, dá para sair relativamente ileso das crateras asfálticas das nossas mal tratadas estradas federais e estaduais, graças às suas grandes rodas e pneus de perfil mais elevado.

BF

Foto de abertura: bmwblog.com
Boris Feldman, jornalista especializado em veículos e colecionador de automóveis antigos, autoriza o Ae a publicar sua coluna veiculada aos sábados no jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte (MG).
A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

Sobre o Autor

Boris Feldman
Coluna: Opinião de Boris Feldman

Boris Feldman é engenheiro elétrico formado pela UFMG, também formado em Comunicação, jornalista especializado em veículos e colecionador de automóveis antigos. Além da coluna Opinião de Boris Feldman no AUTOentusiastas, é colunista do jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, e do jornal O Povo, de Fortaleza e tem o programa de rádio Auto Papo, na emissora Alpha FM, de São Paulo, e em mais 38 emissoras pelo país, com três edições diárias.

  • ochateador

    “Só quem mora em São Paulo e tem direito a excelentes rodovias estaduais não sente tanta saudade no Primeiro Mundo. Onde a velocidade também é limitada (exceto na Alemanha), mas as estradas, mesmo secundárias, são tapetes asfálticos.”

    Só as principais rodovias….
    Porque a que ligava Piracicaba a Águas de São Pedro até o começo do ano era uma bela porcaria.

    • Lemming®

      Depende do conceito de bom não é…
      Carvalho Pinto e Airton Senna são razoáveis pois são extremamente irregulares e onduladas. Conhecimento da pista e não achologia.

      • Lorenzo Frigerio

        Já faz muitos anos que andei nelas. Eram muito boas. Agora, ondulada mesmo é a Imigrantes, horrível. E o Rodoanel, pior ainda.
        E tem aquela estrada que liga a Bandeirantes (acho que em Limeira) a Piracicaba; era muito boa mesmo, super lisa e com pouco tráfego.

        • Lemming®

          Eram…quando não podia trafegar caminhão…
          Agora…

  • TwinSpark

    Brasília realmente é um caso à parte. Diferente de Fortaleza, tem poucos carros grandes e os motoristas respeitam os pedestres. Seria um bom lugar para dirigir não fosse a presença de radares em toda parte e lombadas nas ruas residenciais.

    Aqui no norte do Ceará ganhamos algumas rodovias boas, se é que pode dizer que uma rodovia de mão dupla é boa; pista larga, asfalto bom e acostamentos largos e nivelados. Não sei no restante do estado.

    No Piauí as estaduais são péssimas e há trechos de rodovia federal que permite o acúmulo de água nos “trilhos” dos pneus, mesmo o asfalto sendo novo. Quando a chuva é forte os pneus de tração chegam a patinar nas subidas.

    Quanto à síndrome de vira-lata, estou cansado de ler comentários sobre o preço e a qualidade dos nossos carros.

  • Daniel S. de Araujo

    É. Realmente temos motivos de sobra para termos complexo de vira-latas.
    Não temos serial killers, mas temos PCC, tráfico de drogas imperando nos morros e nas periferias. Não temos terroristas mas temos sim um MST e um MTST ameaçando a produção e todos aqueles que discordam deles e o mais grave, com apoio do estado.

    Racismo e intolerância sobram neste país: Hoje no Brasil é feio ser cristão e defender a famÍia. O negócio é fazer passeata na Paulista vilipendiando símbolos religiosos, defender o descaramento e tem deputado (por sinal conhecido) defendendo a sexualização precoce das crianças (para mim é pedofilia)

    Imigração ilegal? O que são os haitianos e africanos que entram aos montes pelo Acre e são criminosamente despachados como carga pelo Governo do Acre para o Estado de São Paulo? E os bolivianos trabalhando em regimes forçados em São Paulo? Não é imigração ilegal? O que é então?

    E a justiça igual para todos, desde que não tenha foro privilegiado? Bom prefiro nem comentar mais porque já sabemos…Aqui falta civismo, falta caráter na população. Vivemos num país onde ser honesto é virtude e não obrigação!

    A parte automobilística do texto do Boris dessa semana está boa mas o primeiro parágrafo me faz crer que ele mora em outro país e não no Brasil.

    • CCN-1410

      Hoje estacionei meu carro longe do banco por falta de vagas. Tinha uma bem em frente ao estabelecimento, mas era reservada para idosos mas quando retornei, vi alguém bem mais jovem que eu estacionar sua Hilux na vaga.
      Daniel S. de Araujo, tudo o que você escreveu é a pura verdade.

    • robson santos

      Te entendo Daniel, mas o Boris quis dizer apenas que, em meio a tantos problemas do cotidiano brasileiro, esquecemos sobre mazelas e fobias que preocupam alguns países de primeiro mundo.

      • Daniel S. de Araujo

        Essa historia do “quis dizer mas não foi isso que disse” é moda: O empresário mandou “destruir emails” e o advogado dele disse que destruir significa desconstruir (será que falamos o mesmo português?). O presidente da central sindical fala em pegar em armas, depois diz que não foi isso que disse…

    • Avatar

      Onde assino? Faço minhas as suas palavras…

  • WSR

    Estou aqui pensando no sucesso que poderia ser Up! com um motor turbodiesel, caso fosse permitido no Brasil. A autonomia dele deveria ser impressionante.

    • CCN-1410

      up!, Ka, Etios…

    • ochateador

      Fizeram um up!/Fox/Polo (não lembro qual foi) na Europa rodando com diesel e ele chegou próximo de 30 km/l, sem turbocompressor.

      • WSR

        O único ruim do motor diesel é o barulho do motor na cabine. Andei recentemente em um C3 diesel e não gostei. O ruído da cabine lembra um Gol velho, anos 80, motor AP. E o C3 deve ter uns 2 anos de idade.

  • RMC

    Boris
    Sou brasiliense e estou passando uns dias em Paris. Me sinto muito mais seguro em Brasília do que aqui, quanto às faixas de pedestre. Na Alemanha é como você descreve, mas aqui e na Itália a coisa é pior do que em Brasília.
    Quanto aos outros itens, concordo plenamente.
    RMC

    • Gustavo

      Isso prova que não somos tão vira-latas assim. Lógico que devemos nos espelhar nos bons exemplos. Mas brasileiro parece gostar de se inferiorizar ao vê-los.

  • Mr. Car

    As coisas podem não ser perfeitas em lugar nenhum deste mundo, mas tem lugar onde um cidadão tem razões de sobra para se sentir muito mais vira-latas (e cada vez mais) que em outros. Aqui é um destes lugares. Em tempo: transportando o termo para a esfera canina, não tenho nada contra os vira-latas, que considero tão nobres quanto quaisquer outros cães, he, he!

    • Lucas

      Olha aí o meu cão de raça: raça vira-lata. hehehe

  • Aldo Jr.

    Não sei se me iludo, mas vejo a receptividade do motorista da grande São Paulo, ampliada com o caos que virou nosso trânsito. A campanha pelo respeito à faixa de segurança é um exemplo: foi de curta duração, não teve continuidade pela atual gestão, (que abandonou tudo em nome das “bikes”), e sentimos sua repercussão até hoje! Circulo muito pela cidade, várias vezes evitando usar carro por razões bem conhecidas, e ainda sou surpreendido por um respeito mais ou menos generalizado ao pedestre. Óbvio que não dá para vacilar mas, no geral, o respeito existe. Como já comentou o Bob por aqui várias vezes, o caminho das campanhas educativas é muito mais eficiente que as multas e radares, que estão formando toda uma geração de irresponsáveis, mas “dá um trabalho”…

  • awatenor

    Exato, o álcool na gasolina só existe para salvar da incompetência administrativa, tanto usineiros (e seus lobistas) quanto governo (que, provado está, não sabe nem manter a economia do país).

  • Nicolas Zorzi Lima

    Boris,

    Caso nossa gasolina fosse vendida pura, sem álcool, você seria a favor de termos ainda o etanol disponível? Por quê?

    Eu sou um grande fã do combustível, por ser alternativo e precisamos variar a matriz energética. Acho que mesmo não sendo o melhor combustível, um motor otimizado para o álcool pode ser excepcional.

    Forte abraço e parabéns pela coluna,

  • Aqui em Florianópolis, o respeito à faixa é, digamos, facultativo. Alguns motoristas respeitam o pedestre que quer atravessar, outros não. Pelo que observei a maioria é bem educada, quando não se pára é num ponto onde a faixa está num local ruim para o motorista, como logo após um cruzamento, onde o motorista que pára pode ser abalroado por trás. Também tem muita gente que quando vai dar a vez para o pedestre, já liga o pisca alerta, assim o pedestre sabe da intenção de parada do motorista e já vai atravessando, e o carro de trás também percebe a manobra, tudo se acelera pois na maioria das vezes o carro nem precisa parar completamente para o pedestre conseguir atravessar. A questão do pisca alerta para parar também ajuda quando a avenida é de pista dupla, o motorista da faixa ao lado percebe que o outro vai parar e também fica inclinado a colaborar.

  • Marco Antonio

    Aconteceu comigo esta semana, fui parando dando sinal para uma senhora com carrinho de bebe atravessar na faixa de pedestres aqui em São Paulo, e o cidadão que vinha atrás bateu na traseira do meu carro, e ainda se achava no direito de lembrar de minha progenitora; minha sorte é que na calçada estava dois policiais militares e que me deram razão e suporte.

  • Marco

    Estradas boas em São Paulo somente as pedagiadas (e caras). As secundárias costumam ser bem meia boca.

    Faixa de pedestre. De fato, se respeita bem mais que aqui. Mas vá tentar atravessar fora de uma delas na Alemanha. Leva uma buzinada na orelha.

    Em compensação, na Itália, você põe o pé na faixa e…..não acontece nada. É bem bagunçado também. Aliás, algumas estradas secundárias também não são aquela maravilha toda não…

    Ainda sobre faixas de pedestres. Em Curitiba, onde estive faz uns dois meses, respeitam bastante. Eu, costumo respeitar também. Só não paro quando tem algum carro colado atrás. Mas é dose você parar o carro, o pedestre ficar te olhando, você sinalizar pra ele atravessar, mas continuar imóvel. Após algum tempo, você desiste e acelera. Quando você olha no retrovisor, o camarada atravessa.

    A gasolina, de fato, é uma “cacetada”. Mas, como os carros são mais econômicos, o custo de uma viagem não fica tão mais alto que por aqui. Ou não ficava até poucos meses atrás, com a cotação do euro mais baixa.

    • Sandro

      Em Curitiba a faixa de pedestre é respeitada? Conte outra, amigo!

    • anonymous

      Não sei de que Itália você fala, mas ao menos no centro e norte os carros costumam parar antes da faixa. O sul eu não conheço.

    • m.n.a.

      “…o pedestre ficar te olhando…”

      isso é MEDO ! ! !

      Triste mas verdade ! ! ! Vai confiar nos motoristas, hehehe….

      (mais vale perder 2 segundos na vida que a vida em 2 segundos….ninguém confia mais em ninguém…)

      Sou de Curitiba !

      • jr

        m.n.a., pois é, eu fico olhando, mas para ver se passam de uma vez para eu tentar atravessar a rua. Imagine se vou acreditar que algum carro vai parar pois estou na faixa, kkkk, só tenho uma vida.

      • Marco

        Mas o que eu disse foi o seguinte: mesmo parando o carro e sinalizando com a mão (nada de piscadinha de farol) para o pedestre atravessar, ele permanece lá.

      • Lucas dos Santos

        Exatamente! Pedestre já se acostumou a “dar preferência” aos veículos motorizados. Natural que fique surpreso e sem ação quando alguém finalmente lhe dá a devida preferência.

    • jr

      Marco, em Curitiba respeitam bastante? Eu só atravesso a rua na faixa quando o sinal dos carros acabou de fechar (e vire e mexe tem quem toque em cima assim mesmo) ou quando já abriu e todo o trânsito fluiu. Imagina estar no meio da faixa se o sinal abre, já era! Se a faixa não está junto ao semáforo, é como não se existisse. Quem atravessa na faixa (como eu) fica olhando mesmo, mas não para esperar que os carros parem, mas sim para ver se os motoristas se apressam. Quem tem juízo só atravessa a rua DEPOIS que todos os carros passaram. O povo toca em cima de faixa no meio da quadra com sinal fechado para os carros quando tem mãe empurrando carrinho de neném (vejo isso acontecer todo dia no acesso ao Hospital Pequeno Príncipe, um hospital para crianças com doenças graves, como câncer).
      Ônibus então, kkkkk, para eles não existe sinal fechado. Uma diversão dos motoristas dos expressos (aqueles gigantes) é tocar o ônibus ANTES de abrir o sinal fazendo esparrame dos pedestres!
      Se voltar para cá tome cuidado, muito cuidado. Jamais confie na faixa, mas de jeito nenhum.

  • a. shiga

    Se por acaso inventassem um carro de passeio que rodasse com gasolina ou diesel, ele seria permitido no Brasil?

    • Frederico Rodrigues

      Carro flex com gasolina/diesel ia precisar de dois motores separados. Você não iria pode legalizá-lo se dissese que é a diesel. No entanto se conseguir esconder esse detalhe na hora de registrar, poderá rodar normalmente por aí.

    • Fernando

      Nessa situação hipotética, constar em sua ficha poder rodar com o óleo Diesel, já indicaria ser proibido.

      A não ser que fosse um carro com promessa de funcionar com variados combustíveis(lembrando um Mr. Fusion hehe)

  • CCN-1410

    No início pensei que seria mais um final de semana infeliz por ser brasileiro e ainda morar aqui, mas depois do racismo, radicalismo e etc, me senti mais aliviado.
    Em Timbó (SC), bem no centro da cidade, levei duas batidas traseiras por ter obedecido a faixa de pedestre. Nas duas vezes os motoristas fugiram sem que eu ao menos pudesse anotar a placa.
    Quanto aos carros movidos a diesel, eu imaginava, quando criança, ter um Mercedes-Benz daqueles enormes com esse combustível. Se hoje fosse permitido, talvez eu me aventurasse em ter um, mas bem menor que o Mercedes, claro.
    Em Santa Catarina não temos mais estradas, principalmente no oeste. Quem tem um tempinho e quiser saber da situação é só pesquisar no Google. É humilhante para um dos estados com maior arrecadação no país.

    • Ilbirs

      Não sei como você faz para parar e dar passagem aos pedestres e, portanto, a dica que vou dar aqui é bem genérica e ao menos aqui em São Paulo funciona: antes de frear, já vá reduzindo a velocidade na base de tirar o pé do acelerador. O cara já vai vendo seu carro crescendo sutilmente na vista dele e vai manter a distância, bastando depois pisar no freio.

    • Roberto

      Por ter escapado por muito pouco de várias colisões traseiras pelo fato de ter respeitado a faixa de pedestres, só paro antes da faixa de segurança, nos lugares onde não há semáforo, quando alguém já iniciou a travessia ou quando tenho certeza que os outros veículos da via também irão parar. Infelizmente aqui no Brasil você tem que fazer o errado para garantir que chegará vivo em casa.

      • CCN-1410

        Nesse segundo caso que relatei, já tinha uma pessoa na faixa e não teria problema algum se o motorista estivesse atento. Saco de lixo ou celular, não sei…

  • GFonseca

    “Só quem mora em São Paulo e tem direito a excelentes rodovias estaduais não sente tanta saudade no Primeiro Mundo”

    Só se for única e exclusivamente pela qualidade do asfalto, e olhe lá. Porque os traseiristas, filhos de costureira, compradores de faixa da esquerda, jaspions e etc me trazem toda a saudade de volta, rsrs.

  • CCN-1410

    Dia 16 está quase aí e não podemos ficar calados. Apenas peço para que as pessoas ajam democraticamente, mas insistam em uma nova ordem, não aquela apocalíptica, mas uma nova ordem de mudanças, porque agora é a hora.
    Carpe Diem!

  • Luciano Ferreira Lima

    Gosto muito de atravessar Brasília dirigindo a carreta, posso estar enganado mas tem 4 anos que passo por lá e o trânsito é bem educado com quem é de fora e que as vezes se perde.

  • Ilbirs

    Dá para ser Primeiro Mundo no Brasil, apenas usando a malandragem típica de nosso povo contra ele próprio. O exemplo simples é o da faixa de pedestre em ruas sem semáforo aqui em São Paulo e direi o que faço quando vejo pedestre querendo atravessar: deixo estrategicamente meu carro no meio da pista quando for daquelas ruas estreitas com duas faixas e os dois leitos para estacionar. Com isso, você bloqueia os carros das duas faixas e o pedestre consegue atravessar sem problema.
    Outro exemplo de como ser Primeiro Mundo usando a malandragem típica de nosso povo contra ele próprio foi uma vez em que precisei desembarcar meu pai, idoso e com problemas nas pernas, na parte da ladeira da Teodoro Sampaio. Ele estava saindo do lado da rua e estavam passando vários carros. Eis que uma alma caridosa viu de longe a situação e propositadamente deu uma segurada no trânsito com seu carro, passando a andar mais lento e dando tempo de eu conduzir o velho para a calçada. Quando ele passou, agradeci com um grito animado, para que ele notasse que eu entendi sua atitude de bom samaritano.

    Enfim, creio eu que o uso da malandragem em um contexto de artes marciais (usar a força do oponente contra ele próprio) possa ser um ótimo caminho para que consigamos ter atitides de Primeiro Mundo por aqui. Aliás, nem precisaria ser Primeiro Mundo, pois uma das marcas de nossos vizinhos da América espanhola, por vezes de países tão estropiados que fazem o Brasil parecer Primeiro Mundo perto deles, é a de serem extremamente educados no trato pessoal. Sinto-me mais em casa conversando em espanhol com gente de qualquer lugar entre o sul do rio Bravo e Ushuaia que não tenha o português como idioma oficial do que entre os daqui, tamanha a diferença no tratamento, no grau de cultura geral e no respeito à privacidade que possuem. E tudo isso sem significar que sejam pessoas travadonas e frias como as da Europa…

    • anonymous

      Boas idéias, bons hábitos.

  • Carlos

    Só uma observação sobre o trânsito europeu; não há uma Europa, há várias nesse aspecto. A Itália é mundialmente famosa por seu trânsito confuso. Em Roma, em particular, os caras andam feito loucos naquelas ruas apertadinhas, respeitam pouco as faixas e você vê um carro com pequenos arranhões e amassados em pelo menos cada cinco carros.

  • Racismo, radicalismo religioso, terrorismo, serial killers, imigração ilegal e outras mazelas e fobias????

    Tudo isso já está existe no Brasil há tempos!!!
    Agora só falta os vulcões e terremotos.

    • V12 for life

      Já temos nosso políticos, muito mais devastadores que qualquer desastre natural.

  • VeeDub

    “a octanagem está registrada na bomba: 95 ou 98 octanas, ao contrário do Brasil, onde é uma incógnita”

    O Bob já me disse para não tocar neste assunto de octanagem novamente. Mas lá vou eu de novo !

    Escrevi para o SAC da Petrobras solicitando informação sobre o tema, e obtive duas respostas diametralmente opostas, como segue abaixo:

    Especificação do pedido : Prezados, Eu gostaria de saber qual o índice detonante da gasolina comum pelo método RON = research octane number obrigado

    1) Primeira resposta

    Saudações Sr. Fabio,

    A Petrobras Distribuidora tem compromisso com a qualidade em todos os níveis do processo e é gratificante poder proporcionar um bom atendimento aos nossos clientes.

    Em atendimento à sua consulta, as octanagens das nossas gasolinas:

    A gasolina Petrobras Comum possui:
    Octanagem MON = 80 octanas
    Octanagem IAD > 87 octanas
    Octanagem RON > 94 octanas

    A gasolina Petrobras Grid possui:
    Octanagem MON = 80 octanas
    Octanagem IAD > 87 octanas
    Octanagem RON > 94 octanas

    A gasolina Petrobras Podium possui:
    Octanagem MON = não especificada
    Octanagem IAD > 95 octanas
    Octanagem RON > 100 octanas (105 aproximadamente)

    Agradecemos o seu contato e nos colocamos à sua disposição para
    esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.

    Atenciosamente,
    Vanessa Rocha
    Engenheira Química
    ***********************************************************
    Serviço de Atendimento ao Cliente / SAC Técnico
    0800-728 9001 / sac@br-petrobras.com.br
    Petrobras Distribuidora S/A

    2) Segunda resposta

    Prezado Senhor Fábio,

    A Ouvidoria-Geral da Petrobras, por meio deste SIC, apresenta a resposta fornecida pela unidade de Abastecimento:

    A octanagem medida pelo método pesquisa, o RON, não é adotada na especificação brasileira como também na americana, embora seja adotada na Europa.

    No Brasil a octanagem é medida pelo método motor, o MON, e pelo índice antidetonante, o IAD, que é a média dos valores do RON e do MON.

    Embora não especificado no Brasil, o valor típico do RON da gasolina comum é 92.

    E agora ? RON 91/92 ou RON 95?

  • VeeDub
    Acho bom e prudente você usar a minha informação, obtida de fonte confiável de Petrobrás: 95, 98 e 102 RON (comum, premium e Podium).

    • Lorenzo Frigerio

      Bob, no começo dos anos 80 li no jornal que a gasolina brasileira tinha 78 octanas. Qual era o padrão de medição da época? Qual seria a octanagem da gasolina de hoje por aquele padrão?

    • Cadu

      A resposta da engenheira compreende um valor mínimo. Nem sempre o valor será exato, em virtude de decantação no tanque do posto, evaporação, diluição, etc

  • Fernando

    Tive a mesma impressão!

    Creio que os motoristas conscientes deram mais atenção a isso, e em condições que pode oferecer uma passagem para o pedestre, fazem sim, parecendo mais do que antes. E digo isso mais como pedestre do que como motorista.

    Ao mesmo tempo, é difícil impôr uma condição de priorizar sempre o pedestre, e acabarmos vendo alguns se colocando em situações difíceis do motorista parar(ou os de trás dele) quando falta atenção do pedestre ao trânsito.

  • Lorenzo Frigerio

    São Paulo tem algumas estradas melhores, mas tem uma coisa que não tem lá fora: pedágio. E eles são salgados.

    • Paulo César_PCB

      Não sei a onde você se refere. Qualquer estrada com mais de 1 pista têm pedágio.

      • Lucas

        Com raras exceções.

      • anonymous

        O Paraná (sic) tem os pedágios mais caros do mundo, então o Lorenzo também não deve estar se referindo a outros estados brasileiros…

  • Lucas dos Santos

    Essa reportagem do Jornal Nacional mostra bem essa questão das faixas de pedestres:

    http://g1.globo.com/jornal-nacional/videos/t/edicoes/v/nas-ruas-do-brasil-nem-sempre-sao-respeitadas-algumas-convencoes-mundiais/4383573/

    Já o video a seguir demonstra que não é tão difícil assim respeitar o pedestre e que isso não implica em “perda de tempo”:

    https://youtu.be/Qzxt-bZQtmI

    Eu, pelo menos procuro fazer a minha parte e, mais do que isso, tento dar o exemplo. Infelizmente não dá para parar em todo lugar, pois corre-se o risco de levar uma batida por trás e o pedestre corre o risco de ser atropelado na faixa adjacente.

    É por isso que eu não reclamo dos pedestres que não procuram a faixa para fazer a travessia, pois eles sabem que atravessando na faixa ou fora dela o risco é o mesmo.

    • Cadu

      Em Vila Velha – ES, ao menos nas avenidas litorâneas, também fui respeitado para atravessar…

  • nbj

    Além disto, ainda ligo o pisca-alerta.

  • Lucas
  • A descrição do outdoor alemão me fez lembrar dos ônibus onde os motoristas além de dirigir cobram a passagem.

    • Lorenzo Frigerio

      Eles não cobram passagem enquanto dirigem. O ônibus não sai do ponto enquanto todos não terminarem de entrar nele. É óbvio que esses ônibus só podem circular onde o número de passageiros não é muito elevado, e a maioria das pessoas usa passe.

      • anonymous

        Em nenhum lugar da Europa existe a figura do cobrador, é sempre o motorista. Quando é possível, compra-se bilhetes dentro do ônibus (em muitos casos não é)… Aliás, não me lembro de nenhum outro país em que (ainda) exista cobrador.

        Frentista até existe em alguns países, e confesso que acho muito chato abastecer o próprio carro, mas deveria ser extinto também, assim como caixa de supermercado (cada vez mais comum na Europa o caixa eletrônico, onde há apenas um atendente para auxiliar caso o cliente se atrapalhe com a máquina, mas a própria pessoa passa as compras no leitor, ensaca e paga). Este tipo de serviço repetitivo é triste, desumano até, e totalmente desnecessário.

        • Anonymous, eu não disse pelo fato de não haver cobrador, mas pelo fato dos motoristas saírem dirigindo e cobrando passagens ao mesmo tempo.

      • Vagnerclp

        Onde, na Europa? Porque aqui onde moro vejo motoristas de ônibus cobrando passagem com o veículo em movimento tranqüilamente (também conversando ao celular, ou apenas jogando o cinto de segurança sobre os ombros, sem no entanto, prendê-los).

      • Lorenzo, assim é como deveria ser, na pratica não é o que acontece.

        • Lorenzo Frigerio

          Na Cidade Maravilhosa, não deve acontecer mesmo.

  • Lucas

    Uma das razões de termos estradas tão ruins é o excesso de caminhões nas estradas e a falta de fiscalização para o excesso de peso deles.

    Há dois anos atrás fiz uma viajem ao noroeste do Rio Grande do Sul e quase só encontrei boas estradas. Porém, era visível como elas não eram novas. As faixas estavam um pouco apagadas (mas ainda visíveis) e havia um claro “trilho” emborrachado por onde os pneus passam. Nada de buracos nem ondulações. Tapetes. Deu para tranquilamente viajar a 130~140 km/h direto. Já a BR-163, no Paraná, está sendo praticamente reconstruída, mas não está nem pronta e já tem buracos de novo. A diferença? Aquelas estradas do RS por onde passei não são rota de caminhões. Lá, o máximo que encontrei eram pequenos caminhões que faziam entregas pela região. Já por aqui, na 163, praticamente só se vêem caminhões que vão e vem do Mato Grosso. Passam por aqui e a única coisa que nos deixam são buracos…

    • CharlesAle

      Mas a principal razão é sim o abandono das rodovias por parte dos orgãos responsáveis..Com o estouro dessa operação lava-jato, e todo o esquema de superfaturamento em conluio com a empreiteiras, vemos o porquê de tantas rodovias abandonadas..Espera-se a mesma ficar super deteriorada para ser reformada custando até 10x o valor real da obra!!!

      • Lucas

        No fim isso está tudo interligado.

        Tem o lobby das transportadoras, que não querem que se invista em transporte fluvial, marítimo ou ferroviário. O modal rodoviário para longas distâncias é reconhecidamente antieconômico, mas tome caminhões nas estradas. Já falei aqui, que me desculpe quem tira seu sustento dessa atividade, mas caminhoneiro tinha que dormir todo dia em casa.

        Lobby das empreiteiras que, além de superfaturarem cada contrato, querem que as estradas não parem inteiras, muitas vezes fazem só uma casquinha de ovo contando com as vistas grossas das fiscalizações das obras.

        E claro, os (des)governos, que tratam de abandonar tudo, não fiscalizar nada, com vistas à balbúrdia que temos.

        • Lorenzo Frigerio

          …lobby das “montadoras”… das encarroçadoras… da Petrobrás… das usinas de cimento… das pedreiras… do próprio governo que não pode ficar sem as multas… não tem fim.

          • Lucas

            Verdade, Lorenzo. Só nós, motoristas responsáveis, cidadãos de bem, honestos, pagador de seus (muitos) impostos que não temos o nosso lobby lá.

      • anonymous

        Verdade, tem muita estrada no interior de Santa Catarina onde quase não passa caminhão e o asfalto está destruído. Inclusive já passei em uma pedagiada e cheia de remendos malfeitos…

  • Lorenzo
    A octanagem da época pelo Motor Octane Method (MON). O número que tenho na memória era a gasolina azul ser de 82 MON que corresponde à comum de hoje de 95 RON. Numa extrapolação, essa de 78 MON deveria ser 91 RON, que não temos mais no Brasil. Que eu saiba, ainda existe na regiões mais remotas do Leste europeu, tanto que é a octanagem mínima requerida pelos BMW. Nessa época, da 78 MON, todos os motores tinham que ter taxa de compressão menor que seus congêneres comercializados na Europa.

    • João Carlos

      89 IAD, equivale a 91 RON, acredito. Então existe nos EUA.

    • Lorenzo Frigerio

      Será que de 1980 para cá não tiraram esse aumento de octanagem só na adição de álcool anidro? Pois naquela época, a gasolina não tinha mais que 10 ou 12% de álcool.

  • João Carlos

    Existe mesmo gasolina 100% pura por aí? Quando não tem 10% de álcool, não usam 10% de MTBE?

  • André K

    Também me espanto com isso. Com tanta denúncia, o Ministério Público, a polícia e promotorias em geral deveriam estar trabalhando a todo vapor. Mas quê…

  • Marco

    Roma para baixo.

    • WSR

      Olha, andei em vários cantos da Itália e para mim é tudo igual. A gente só fica mais seguro se atravessa quando o sinal abre para o pedestre e fecha para o carro. Mesmo assim tem muito motorista que avança o sinal vermelho em várias cidades. A Itália pode até ser menos perigosa que o Brasil no trânsito, mas está longe de ser um bom exemplo.

      • Marco

        Sim, mas de Roma (inclusive) para o Sul é mais bagunçado ainda. Sem contar que a pavimentação que também é bem fuleira, em certos lugares.

        Em estradas secundárias é muito comum um motorista ultrapassar pela contramão e, ao ver um carro vindo ao seu encontro, simplesmente piscar os faróis, como querendo dizer “sai daí que estou ultrapassando”. É igual aqui.

        Avanço de sinal, desrespeito à faixa, seja não parando para o pedestre ou estacionando o carro sobre a faixa, estacionamento em locais proibidos, são bastante comuns.

        Outra coisa que reparei e se assemelha muito ao Brasil. Quando está um nevoeiro, escuro – enfim, com baixa visibilidade – são poucos os motoristas que acendem os faróis.

  • CharlesAle

    Em São Caetano do Sul. Os motoristas respeitam a faixa de pedestres! Sempre os vejo parando para o pedestre atravessar a rua. E quem está no carro detrás jamais buzina, demore o que for..

    • Lucas

      Bacana isso. Parabéns aos moradores de São Caetano do Sul, então. Quando param para que eu atravesse geralmente dou um joinha em agradecimento, para que sirva de incentivo.

  • CharlesAle

    EUA, na Europa, além de vários outros Países cobram-se pedágios..

    • Lorenzo Frigerio

      Nos EUA tem poucos pedágios, a não ser que você opte por andar numa Turnpike. As Interstate, de que eu saiba, não têm. Na Europa obviamente tem, mas não é o achaque que é aqui, e olha que lá não existe IPVA.

      • CharlesAle

        Sim. Só deixando claro que não sou contra pedágios. Mas sou a favor de um preço condizente com o serviço bem oferecido. Muito barato e porcaria, como algumas estradas federais fazem, também não dá. E obviamente muito caro como algumas de São Paulo, mesmo com a excelência nos serviços e na pista impecável, também fica ruim…

  • Lucas dos Santos

    Eu já fico furioso quando não dão a preferência ao pedestre em um cruzamento com parada obrigatória. Já que vai precisar parar mesmo, não custaria nada olhar em volta para verificar se tem pedestre e parar para trás da faixa. Aí é aquela confusão de pedestre atravessando entre dois carros parados.

    • Roberto

      Nestes casos eu geralmente dou a preferência para o pedestre. O problema é que neste tipo de cruzamento geralmente a faixa de segurança é mal posicionada (colocada muito próxima ao cruzamento), obrigando aos motoristas a invadirem a faixa de segurança para poder olhar o movimento (principalmente quando há carros com “sacos de lixo” estacionados próximos a esquina). Dependendo do tempo que se espera para atravessar o cruzamento, pode surgir algum pedestre que será obrigado a passar por entre os veículos.

  • robson santos

    Mas como já dizia uma velha piada:

    “… cê vai vê o povinho que vou botá lá…”

    • Diogo Rengel Santos

      É que as condições climáticas do Brasil, tempo ameno, sem desastres naturais ou invernos rigorosos permitem a sobrevivência, procriação e domínio dos malandros

  • Rodrigo Neves

    Ontem perdi algumas horas no trânsito, e percebi que ninguém respeita as leis de trânsito no Rio por livre e espontânea vontade, só por medo mesmo. Tentei enumerar as besteiras que vi ontem, mas o post ficou gigantesco.

    Outra coisa que percebi ontem: brasileiro só compra carro manual pelo custo de manutenção, pois a maioria não sabe dirigir: ou esquece a marcha errada na reta, ou passa cedo demais e o carro se arrasta na subida.

  • anonymous
    Por favor, em próximo comentário seu observe as regras ortográficas. Todos os leitores merecem ler comentários com boa escrita. Perdi um bom tempo corrigindo esse seu.

    • anonymous

      Poxa Bob, diga lá, não foi tão ruim assim… mas ok, vou tentar.

  • Lucas dos Santos

    Se o pedestre chegar depois que o carro já estiver sobre a faixa, o ideal seria ele esperar o carro seguir o seu rumo para então ter a faixa liberada para travessia. Aí caberia ao veiculo que vem logo atrás deixar a faixa livre para o pedestre passar antes de avançar – ao invés de “colar” atrás do outro veículo.

  • Leeming
    Correto, especialmente a Carvalho Pinto. Inadmissível.

    • Ilbirs

      Bob, você viu a nova ação de Fernando Haddad com o intuito de fazer o paulistano envergonhar-se de produzir testosterona? Novamente vou bater na tecla de que em 2016:

      1) Não se deve votar em candidato do PT;

      2) Não se deve votar em candidato de partido que faça parte do Foro de São Paulo (PT, PSB, PDT, PPS, PC do B, PCB e PPL);

      3) Não votar em candidato de partido que seja linha auxiliar do PT e do Foro (PSOL, PSTU, PCO);

      4) Lembrar que PSDB é só outra lâmina da tesoura gramscista e, portanto, na prática é só um PT que diz “por obséquio”;

      5) Deve-se ficar atento a candidaturas aparentemente contrárias ao PT e ao Foro de São Paulo que na prática são sob encomenda do PT e do Foro propositadamente para perder, não sem antes dividir o eleitorado que lhes faz oposição e nessa fazer com que o segundo turno fique exclusivamente com as duas lâminas da tesoura. O Datena está parecendo isso, uma vez que o próprio já se declarou favorável ao Lula e está em partido que faz parte da base governista;

      6) Além de prestar atenção a quem votar no Executivo municipal, prestar também atenção ao Legislativo, pois uma base de vereadores contrários ao PT e ao Foro pode fazer efeito muito parecido àquele que estamos vendo na legislatura que se iniciou no começo deste ano no Congresso.

  • Diogo Rengel Santos
    Fora que dá um preguiça danada…

  • braulio

    João Carlos, do ponto de vista da química, não existe, nunca existiu nem nunca vai existir. A gasolina é uma mistura de hidrocarbonetos, entre os quais o mais famoso é o octano, mas qualquer coisa que esteja no petróleo e tenha ponto de ebulição entre 30 e 220 graus entra na mistura e portanto, é parte da gasolina.
    Além disso há anticorrosivos, detergentes, solventes e antidetonantes entre os quais, o álcool etílico, tudo colocado na mistura depois que ela sai da torre de destilação.

    • João Carlos

      A questão não é essa.

      • Cadu

        Sim, é! Gasolina é sempre uma mistura e se não houver álcool como antidetonante, haverá outra coisa!

        • João Carlos

          A questão é: se não tem álcool, tem que ter outro antidetonante, portanto não existe gasolina pura à venda. Nada a ver com o que você disse acima.

          abraço

          • João Carlos
            Em 1996 a Petrobrás lançou uma gasolina de 95 RON sem nenhum aditivo antidetonante e nem álcool, destinada aos carros importados, mas o governo barrou a iniciativa e essa gasolina, com álcool, virou a premium de 98 RON.

  • WSR

    O clima apenas condiciona o comportamento humano. O determinismo climático já caiu por terra há anos. Sobrevivência, procriação e domínio dos malandros ocorrem em quaisquer condições climáticas pois são problemas sociais. Apenas diminuem em certas épocas, mas ocorrem. Recomendo o livro Clima e Criminalidade, do Francisco Mendonça.

  • Boris, ultimamente mudei meu ponto de vista: não temos inveja quando dirigimos em países civilizados como os da Europa ou os EUA…temos é vergonha de sermos geridos “democraticamente” por um estado incompetente, leviano, ignaro e ao mesmo tempo “muito esperto” ao arrecadar um terço do que produzimos e nos brindando na educação, segurança e saúde com menos de dez por cento deste quinhão….