O Chevrolet Cruze fabricado no Brasil ainda é igual ao produzido nos EUA, mas lá em pouco tempo começará a comercialização do Cruze de nova geração, ano-modelo 2016, já apresentado.

A versão testada no uso do Chevrolet Cruze Sport6 é a LT com câmbio manual de 6 marchas GF6-2, que despertava curiosidade desde que introduzida no modelo 2015, apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado.

 

DSC03112  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03112

Após dez dias com o Cruze Sport6, pegando trânsito na cidade e  estradas vazias em dois fins de semana, o Cruze se revelou um bom carro, dotado de um conjunto muito eficiente que agrada bastante a quem gosta de andar em ritmo forte. Com pneus 225/50R17V (Bridgestone Turanza), bem largos para os 1.400 kg de peso em ordem de marcha, aliado à suspensão bem controlada por amortecedores de carga elevada — poderia ser um pouco menor para proporcionar um rodar um pouco mais confortável — e à direção eletroassistida rápida e muito bem calibrada, o chão do Cruze é convincente e preciso.

Conforme os dias foram passando gostei dele mais e mais. Destaque para o câmbio de seis marchas, até a ré é sincronizada, de engates curtos e bem precisos. Vale lembrar que nem sempre os fabricantes acertam à perfeição a seleção de marchas no canal 5ª-6ª, já que alguns têm mola muito forte trazendo a alavanca para o canal 3ª-4ª. Uma troca desatenta de 5ª para 6ª pode levar ao engate da 4ª,  o que, dependendo da situação, pode ser muito inconveniente ou mesmo capaz de quebrar motor por excesso de rotação quando se está usando potência máxima.  O do Cruze está muito bom e em nenhum momento isso ocorreu.  E o pomo da alavanca é emborrachado, o que dá firmeza na pegada e tato agradável.

Incomoda bastante a tampa do porta-objetos entre os bancos ao se trocar marchas, interferindo com o cotovelo,  ficando aparente que o projeto desse porta-objetos levou em conta modelos com câmbio automático somente.

 

Infelizmente batemos o cotovelo no apoio central e isso atrapalha a troca de marchas  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03129

Infelizmente o cotovelo  topa com a tampa do porta-objetos entre os bancos e isso atrapalha a troca de marchas

Atenção: O parágrafo a seguir precisou ser alterado, às 19h15,  depois de publicada a matéria, em razão de as relações de câmbio obtidas diferirem das do Cruze produzido no Brasil. A ficha técnica também foi atualizada e entrou o gráfico do câmbio.

Tem bom escalonamento de marchas e adequada relação final. Em 6ª marcha a 120 km/h o motor está a 3.100 rpm. A diferença entre as relações de 5ª e 6ª é pequena, 17,6%, de modo que há pouca queda de rotação na troca de 5ª para 6ª, como trocar a 6.000 rpm e a rotação cair para 5.100 rpm. Analisando as relações das marchas vê-se que a velocidade máxima é atingida em 5ª, motor praticamente no pico de potência, 6.200 rpm. Um câmbio 5+E bem escalonado, portanto. Veja abaixo o gráfico “dente de serra” do câmbio:

 

Dente Cruze Sport6  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO Dente Cruze Sport61

Em viagem, nota-se certa invasão do ruído do motor na cabine, embora não chegue a incomodar. O motor Ecotec de 1.796 cm³ é bom de baixa, elástico, responde com vigor desde baixíssimo giro, e a 4.500 rpm vem uma pegada diferenciada, o que agrada quando se precisa de uma acelerada mais forte para uma ultrapassagem, por exemplo. O corte limpo é a 6.500 rpm, muito próximo da rotação de potência máxima, o que requer atenção no momento de usar toda a potência, como numa ultrapassagem apertada. Folga de 500 rpm seria desejável, já que mesmo a 6.800 rpm a velocidade média dos pistões ainda é contida, 20 m/s.

Ambos os comandos de válvulas têm variador de fase e o coletor de admissão é variável. O Ecotec desenvolve 140 cv com gasolina e 144 cv com álcool com torque máximo de 17,8 m?kgf (G)) e 18,9 m?kgf (A), a 3.800 rpm sempre. A taxa de compressão é baixa para os “padrões flex”, 10,5:1.

 

Motor Ecotec. Elástico. Consumo razoável  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03080

Motor Ecotec é elástico seu consumo é razoável

Esse Cruze não é expoente em matéria de consumo, é apenas razoável. Com gasolina, na cidade fez 8,2 km/l e na estrada 11 km/l, ambos obtidos sob tocada tranqüila. Com álcool fez 6,8 km/l na cidade e ainda não tive a oportunidade verificar quanto faz  na estrada com o combustível de origem vegetal, coisa que farei em breve e  informarei aqui mesmo.

A suspensão é um pouco ruidosa. Falta-lhe isolamento. É firme, devido à carga alta de amortecedores, como já disse,  e buchas de suspensão rígidas. Nada contra, já que ele leva Sport no nome. Mesmo assim, ainda é um pouco mais macia que a do concorrente Honda Civic, por exemplo. McPherson na frente, com barra estabilizadora, e eixo de torção, sem barra, na traseira. Comum, mas bem acertada. Se foi erguida, foi pouco. O carro se porta bem nas curvas, principalmente nas de baixa, onde ele é bem agarrado, bem rápido. Nas de alta não dá para dizer que ele deixa a desejar, porque ele as faz bem, rapidamente, com segurança, mas fica atrás do carro-referência da categoria, o Ford Focus, no qual o friozinho na barriga só vem em velocidades bem mais altas.

 

A suspensão foi pouco erguida, em nada lembrando o que foi feito no extinto Ágile  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03121

A suspensão foi pouco erguida, em nada lembrando o que foi feito no extinto Ágile

Tem controle eletrônico de tração e de estabilidade. nada invasivos. Os quatro freios são a disco, dianteiros ventilados.

Destaque para a ergonomia, com posição de dirigir excepcional. entre as melhores. A grande amplitude dos ajustes de volante e banco permite que imediatamente se aches a posição ideal, qualidade que valorizo muito. Os bancos são envolventes, com laterais pronunciadas que seguram bem o corpo nas curvas mais fortes. Até o banco do passageiro dianteiro conta regulagem de altura, o mesmo com a ancoragem dos cintos de segurança.  O banco de trás tem encosto reclinado e confortável, com boa espuma. Para os de trás há bom espaço para cabeça e pernas. Dois adultos ali viajam sem reclamação alguma e três adultos até que se acomodam bem, dependendo do nível de amizade entre eles…

 

Carro ágil e leve  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03106

Carro ágil e leve

O design do volante lembra o do Camaro e seu diâmetro é adequado, 370 mm, além da ótima pegada.  Os instrumentos têm design objetivo e de fácil e rápida leitura. Pedais bem posicionados; com o punta-tacco saindo fácil, com naturalidade. O freio é bem calibrado, progressivo.

 

O interior, apesar de não apresentar requinte, é de bom gosto  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03097

O interior, apesar de não apresentar requinte, é de bom gosto

A sensação ao dirigir é a de que estar num carro arejado, com ampla visibilidade, e leve. Ele é leve e ágil de guiar, apesar dos seus 1.398 kg (parece ser mais leve). É rápido e jeitoso de guiar. E também parece menor do que realmente é, talvez devido a que o formato do capô, com vincos proeminentes nas extremidades laterais, que delineiam com clareza a sua dimensão. No trânsito apertado de São Paulo, onde motos, bicicletas e tudo quanto é maluco andam à solta nos dando sustos, é bom guiar um carro com as características do Cruze Sport6. Na cidade ele agrada bastante.

Faróis muito bons, com fácil regulagem da altura do facho através de comando no painel. O porta-malas tem capacidade de 402 litros, boa para um hatchback, que minha mulher apreciou. Os bancos traseiros 1/3-2/3 rebatem e deixam o assoalho plano. O estepe é fino, de emergência, e o tanque de combustível é de 60,3 litros, proporcionando boa autonomia.

Três cuidados apreciados no Cruze são as repetidoras das setas nos pára-lamas, os excelentes espelhos externos e o pára-brisa com faixa degradê.

 

A patroa gostou do porta-malas. Nos sacos, ração para a dupla Tigrão e Tico  CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO DSC03068

A patroa gostou do porta-malas. Nos sacos, ração para a dupla Tigrão e Tico

Resumindo: gostei mais do que esperava gostar; é um bom carro, porém, diante da forte concorrência, algo sugere que ele precisa ser renovado, como em breve o será.

O Cruze Sport6 LT custa a partir de R$  70.450.

 

CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT, NO USO boicucanga

Pausa para admiração. Ilha Montão de Trigo

AK

Fotos: autor

Nota: será produzido vídeo e colocado posteriormente.

FICHA TÉCNICA CHEVROLET CRUZE SPORT6 LT 2015
MOTOR
TipoIgnição por centelha, 4 tempos, flex
InstalaçãoDianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçoteferro fundido/alumínio
N° de cilindros/configuração4 / em linha
Diâmetro x curso80,5 x 88,2 mm
Cilindrada1.796 cm³
AspiraçãoAtmosférica
Taxa de compressão10,5:1
Potência máxima140 cv (G), 144 cv (A), a 6.300 rpm
Torque máximo17,8 m·kgf (G), 18,9 m·kgf (A) a 3.800 rpm
N° de válvulas por cilindro4
N° de comando de válvulas /localização2 / cabeçote (com variador de fase na admissão e no escapamento), correia dentada
Formação de misturaInjeção eletrônica no duto
ALIMENTAÇÃO
CombustívelGasolina e/ou álcool
SISTEMA ELÉTRICO
Bateria60 A·h
Alternador100 A
TRANSMISSÃO
Rodas motrizesDianteiras
CâmbioManual
N° de marchas6 à frente e uma à ré, todas sincronizadas, inclusive a ré
Relações das marchas1ª 3,818:1; 2ª 2,158:1; 3ª 1,475:1; 4ª 1,067:1; 5ª 0,875:1; 6ª 0,744:1; Ré 3,545:1
Relação de diferencial4,176:1
FREIOS
De serviçoHidráulico, duplo circuito em diagonal, servoassistido, ABS com EBD e BAS
DianteiroA disco ventilado Ø 300 mm
TraseiroA disco Ø 292 mm
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência elétrica
Voltas entre batentes2,8
Diâmetro mínimo de curva10,6 m
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio 7J x 17
Pneus225/50 R17 94V
EstepeTemporário T115/70R16 92M
PESOS
Em ordem de marcha1.398 kg
Carga máxima465 kg
CARROCERIA
TipoMonobloco em aço, hatchback, 4 portas e 5 lugares
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento4.510 mm
Largura com/sem espelhos2.098/1.780 mm
Altura1.477 mm
Distância entre eixos2.685 mm
Bitola dianteira/traseira1.545/1/560 mm
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx)0,27
Área frontal (A)2,079 m²
Área frontal corrigida (Cx x A)0,561 m²
CAPACIDADES
Porta-malas402 litros
Tanque de combustível60,3 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima204 km/h
Aceleração 0-100 km/h10,2 s
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (COMPUTADOR DE BORDO)
Cidade8,2 km/l (G) e 6,8 km/l (A)
Estrada11 km/l (G)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª/6ª32,9/38,7 km/h
Rotação do motor a 120 km/h em 6ª3.100 rpm
Rotação do motor à vel. máxima (5ª)6.200 rpm

 

 

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Jad Bal Ja

    Por que esse nome Sport6, 6 porque o carro tem 6 marchas?

    • a. shiga

      Cinco marchas (manuais) e 6 cilindros, já pensou? 😉

      • Lemming®

        pensei…em BMW…hehe

    • Lorenzo Frigerio

      É devido ao fato das 6 marchas serem “próximas”.

    • Lemming®

      Ou porque ele só faz 6 km/l…tipo opala…(bem exagerado…hehe)

  • Rodrigo Mendes

    A 6ª dele é a 5ª do Astra/ Vectra, será que não podia ser um pouco mais longa?

    • Também acho, mas os donos, que acham que em rodovia tem que andar só na última marcha, reclamariam que o motor é fraco, que tem que ficar reduzindo marchas.

  • CorsarioViajante

    O resumo foi perfeito: um carro bom, como quase todos hoje são, mas que não se destaca em mais quase nada.

  • Rodrigo Costa

    (Lá vem eu, de novo, encher o saco com escalonamento de câmbio)

    Arnaldo, já que a máxima é em 4ª, não poderiam ter feito só com 5 marchas, com a 5ª um pouco mais longa, próxima da 6ª?

    Ou ainda, dar uma encurtada de leve na 5ª e na 4ª, com máxima em 5ª e deixar a 6ª com uma uma V/1000rpm de uns 48km/h?

    Com motor elástico, esse último exemplo, acredito eu, seria viável.

  • REAL POWER

    A impressão que sempre tive e continuo tendo, é que o o Cruze é pesado e seus quase 1400 kg confirmam o que meus olhos me mostram. Esse peso atrapalha na performance e no consumo, principalmente no consumo que pelo informado é muito elevado. Vale lembrar que o motor Ecotec do Cruze é um GM família I aperfeiçoado com um novo cabeçote 16v. Tem até bom valor de potência, mas consome muito para alimentar os cavalos. No restante é um carro que não se destaca, e deve atrair somente os clientes fiéis da marca. Por sinal a GM deve urgentemente rever seus planos para o Brasil, pois ao meu ver ela não tem sequer um carro para ser objeto de desejo, como teve no passado, com Vectra e Omega.

    • Pablo Nascimento

      Famīlia I?
      Tem certeza?
      Não esqueça que os Monza, Vectra, Kadett, Omega e Astra sempre utilizaram os família II, independente da cilindrada.
      Famīlia I equipava Corsa, Meriva, Stilo, etc.

      • Lucas

        Vi em outro lugar que as medidas de diâmetro e curso de pistões e distância entre os centros dos cilindros são idênticas neste motor e no antigo F1 1,8L de Corsa, Meriva, Stilo e etc. Agora, se as bielas continuam sendo as mesmas que resultavam naquela r/l de 0,3333 não sei.

        • Pablo Nascimento

          E o pior é que usa Família I mesmo. Essa GM…….

        • Lorenzo Frigerio

          Problemas de relação r/l desfavorável podem ser bastante amenizados com os “modernos métodos de fabricação”.
          Creio que hoje o balanceamento estático dos motores é mais preciso… corrijam-me se eu estiver errado (Alô alô prof. André Dantas!), mas uma relação r/l desfavorável “amplifica” um mau balanceamento estático.
          Ademais, tem outras coisas que podem ser feitas para diminuir a vibração percebida pelos passageiros: a montagem dos escapamentos, sistema de coxins de motor, sistema de acionamento das válvulas e até direção elétrica e acelerador eletrônico. No caso de motores turbo, árvores contrarrotativas.

    • Davi Reis

      Não sabia que o Ecotec era uma evolução do F1. Você saberia dizer o que fizeram?

      • VeeDub

        GM 1.8L I4 Ecotec LUW/LWE

        1.8L I4 Fam1 Gen3 (família 1 geração 3)

        http://gmauthority.com/blog/gm/gm-engines/luw/#tab-2

        • Davi Reis

          Interessante. É uma baita evolução então, não aprimoramentos menos percebidos como aconteceu com o Fire, EA-111 e EA-827.

      • Lorenzo Frigerio

        “Ecotec” é um nome que se dá tanto à evolução do F1 como do F2. O Ecotec da Captiva, Malibu e S-10 é um F2. No caso da S-10 “pé-de-boi”, é ainda um F2 “Astratec”.

      • REAL POWER

        Davi Reis.
        Na parte de baixo o bloco Fam. 1 não permite mais mudanças em relação a curso dos pistões e diâmetro dos cilindros, bem como comprimento de biela, chegou a seu limite ainda no lançamento do 1,8 L 8V no Brasil.
        As principais mudanças na parte de baixo se resumiram ao longo dos anos em modificações de design das peças. No caso do motor do Cruze biela e pistões foram modificados para suportar mais esforços. As principais modificações mesmo foram no cabeçote 16V, a geometria dos dutos bem como os dois comandos e sistemas de variação. Novos coletores de admissão e escape e é claro, sistema de injeção mais moderno.

  • Piantino

    Minha esposa tem um LTZ 2012… É estranho pois tudo o que acho foi de encontro ao que escreveu… Na minha opinião, o escalonamento do câmbio automático é horroroso, o pedal de freio tem curso muito longo o que causa uma estranheza quando vou dirigi-lo, acho a assistência do volante excessiva (muito leve), o carro é beberrão, em Belo Horizonte faz no máximo 7 km/L, não consigo encontrar uma posição boa para dirigir e acho os bancos muito desconfortáveis.

    • Davi Reis

      7 com gasolina?

      • Piantino

        Isso.

        • Davi Reis

          Realmente, está alto demais até para o trânsito potencialmente complicado de Belo Horizonte. Dependendo do bairro onde você mora e seu percurso, o consumo vira um verdadeiro pesadelo.

  • Mr. Car

    Adorei o “dependendo do nível de amizade entre eles”. Isto é muito importante. Existem criaturas com quem eu não gostaria de viajar nem no extinto Trem de Prata, ainda que eu fosse no primeiro vagão, e a criatura, no último, he, he! Quanto ao carro em si, não vi nada que me impedisse de gostar bastante dele. Óbvio, interior clarinho me faria gostar ainda mais.

  • MAO

    AK,
    Carro muito parecido ao meu vermelho, comprado no lançamento do modelo em 2012. Impressões parecidas também. Que marca/modelo de pneu era? Pelo desenho da banda parece Bridgestone, bem mais “duro” e menos aderente que os Khumo do meu.
    Paguei R$ 58 mil, exatamente tabela. Como subiu o preço de tudo…

    • Vagnerclp

      Lembrei da ocasião em que fez comparação dele com o Old Focus (sei que está no seu coração). Quem não está acostumado ler seus posts não entenderia tal comparação, mas eu entendi perfeitamente.

  • Nicolas Cassiano

    Carro realmente excelente, em casa temos o mesmo modelo com câmbio manual e é só alegria.

  • MAO

    Corsário,
    Eu ainda acho a posição de dirigir, os bancos, e os comandos principais (direção, pedaleira, câmbio) excepcionais neste carro. Dá vontade de não parar de andar nele.
    Mas só como este: Hatch, tecido, manual. E com Khumo.
    Ô saudade!

  • Domingos

    Essa do apoio de braço tem sido constante em alguns carros e os modelos com esse item instalado como acessório então, são piores ainda.

    Uma lástima, pois revelam mesmo que a versão manual foi pensada como última alternativa.

    No mais, gosto desse carro. Mereceria vender mais se não fosse o consumo, que aparentemente melhorou bem nessa nova versão do motor. O antigo já me agradava, mas as histórias sobre consumo dele são realmente histórias de horror.

    Da categoria, tem o melhor câmbio manual junto com o Civic.

    • Fabio Toledo

      Será que estes são melhores que o do Golf, yo no creo!

  • Leonardo Mendes

    Sou da opinião que certos carros nasceram com a predisposição a serem hatches desde a prancheta, e o Cruze é um exemplo perfeito disso.
    Nítido como o carro ficou mais atraente nessa configuração… aliás, faz um bom tempo que não vejo um sedã, nem na concessionária Chevrolet que fica ao lado do meu serviço.

    Não me vem a mente agora o nome do colunista que tinha um desses vermelho, coisa belíssima de se ver.

    • Vagnerclp

      O MAO tinha um vermelho.

    • Car Science

      Era o MAO. Me lembro que a matéria postada por ele em 2013 e relatava uma viagem ao sul do país. Ótima matéria.

    • Lorenzo Frigerio

      É um “Pointer” bem melhorado. O pior é saber que o Astra é ainda mais bonito, e nós não o temos aqui.

  • Thiago Teixeira

    -Já dirigi o Cruze 2013 e achei excelente a suspensão, não devendo nada em conforto e isolamento. Apesar do sedã e do Sport6 terem propostas diferentes, conforto e esportividade, é estranho um carro mais novo regredir em qualidade quando deveria ser o oposto.
    -Acho puro marketing usar 6 marchas em um carro de 140 cv. Acaba que o motorista se perde entre elas. Maior uso da embreagem, maior desgaste, mais trabalho para a perna.. e por quase nada. Seria melhor cinco, e no caso do Sport6 a 6º ser a 5º (já que a v/1000 em 6º é 40 km/h).
    Vez ou outra uso um Fluence do trabalho, são seis marchas e não vejo ganho. Também uso uma Trailblazer automática que quando esta acima de 110 km/h o cambio fica o tempo todo trocando 5ª e 6ª, meio perdido.

    • TwinSpark

      O consumo dessa Trailblazer V-6 é assustadoramente alto? Meu chefe pagou R$ 220 mil numa SW4 e achei que seria mais vantajoso ter pago R$ 160 mil na TB, mesmo considerando a desvalorização e a qualidade inferior.

      • Thiago Teixeira

        É bastante alto. Andando rápido na estrada (ultrapassagens e retomadas) jogam o consumo na faixa de 5 km/l.
        Mas tem desempenho razoável para o peso e tamanho.

    • Lorenzo Frigerio

      Não é o câmbio travando e soltando o conversor? Isso é uma “trapaça” dos câmbios automáticos eletrônicos para simular marchas a mais. Pois quando ele solta o conversor, a rotação sobe e o torque aumenta, como numa redução de marcha.

      • Thiago Teixeira

        Não é… Não são trocas repentinas caracterizando essa trapaça ai. O motor não sustenta bem a 6º mesmo.
        É perceptível até quando tem rajada de vento contra que quebra a velocidade e ela baixa marcha.
        Fica bem evidente quando esta com o controle de velocidade ativado.

  • Christian Bernert

    Muito bom Arnaldo, por sua descrição o Sport6 parece realmente ser um carro muito agradável.
    Apenas não me conformo com o consumo. Um carro com 6 marchas não poderia fazer somente 11 km/l na estrada. Teria que ser no mínimo 14 km/l. Decepcionou muito neste ponto. Até o CR-V da minha esposa gasta menos que este hatch.

    • lightness RS

      Acho que depende do pé do motoristas e o trajeto Christian, eu tenho um Cruze AUTOMÁTICO e faço 13km/l como média 80% estrada 20% cidade

      E não é nem média momentânea que fiz hoje ou ontem, é assim desde que comprei o carro, o PC está sempre marcando entre 12 e 13km/l, e bate com os cálculos de abastecimento.

      • agent008

        Lightness, pelo seu perfil de 80% em estrada poderia presumir longos períodos em velocidade de cruzeiro e última marcha, e nesta situação realmente o seu Cruze deve ser mais econômico que o com câmbio manual, exatamente por esta questão do escalonamento. Estou certo que no automático a sexta é mais longa e resulta em menor regime de rotações à velocidade de cruzeiro…

  • Milton Eller

    Tenho um manual e não tenho queixas do carro, muito bom

  • Daniel S. de Araujo

    Não compreendi muito bem esse câmbio que em sexta marcha faz o motor girar a 3000 rpm @ 120km/h (idêntico ao Vectra GLS 1994 que tivemos 21 anos atrás – só que com apenas 5 marchas)

    A impressão que dá é que a GM fez isso apenas por marketing apenas

    Outra impressão que dá é que o Cruze é um bom carro. Mas naquela impressão de que falta algum atributo que lhe dê algum destaque: consumo igual ao de Fusion (só que pesando 200kg a menos e um motor 0,7 L menor – considerando o 2,5-L), o estilo está longe de ser arrebatador, o interior longe de ser um destaque, e por aí afora.

  • AGM

    Arnaldo,

    Excelente análise, só tenho algumas observações:

    “como trocar a 6.000 rpm e em 6ª a rotação cair para 6.700 rpm”. Não fiz os cálculos, mas o correto não seria cair para 5.700 rpm?

    Na ficha técnica o comprimento e o Cx são realmente da versão Hatch? Pois no tipo da carroceria na ficha está escrito sedã. Caso seja o comprimento do Hatch mesmo, que carro grande esse, hein!?

    Abraços

    AGM

  • AGM
    É 5.700 rpm, claro, foi corrigido no texto. A descrição na ficha técnica constava sedã, mas é hatchback mesmo. Dados estão certos.

    • AGM

      Bob

      Obrigado pela correção. Quando eu disse que não fiz o cálculo é porque na realidade não o sei fazer hehe. Aproveitando a deixa, você poderia me informar qual a equação que utilizo para o cálculo da v/1000?

      Obrigado

      • Thiago Teixeira

        No excel: 1000RPM* (1/Relação 6º)*(1/relação diferencial)*(circunferência aro/pneu = 17pol/2+22,5cm*0,5)*(60min)::
        1000*(1/0,744)*(1/4,176)*(2*32,84*3,141516)
        Essa equação em 1 min (rpM)*60 min (1h). Resultado em metros/1000 = km/h.
        Em 6º=39,84650km/h.
        Altere a relação de marcha e você tem a V1000 de todas elas. Altere o RPM e você tem a velocidade em todas as rotações.
        Deve ter uma formula mais simples, mas essa ai tá “abrindo” todo o caminho do motor até a roda.

    • AGM

      Pesquisei agora e achei o post de cálculo da v/1000. Se quiser pode apagar estes comentários. Desculpe-me a preguiça de pesquisar.

  • marcus lahoz

    Quando dirigi gostei, achei bem macio. Apenas o motor ficou devendo, para o meu uso diga-se, achei que o câmbio fosse mais longo. Tenho amigos que têm o Cruze e gostam bastante.

  • RJGR

    Boa tarde!
    Para o curso de 88,2 mm, a velocidade linear dos pistões a 6800 rpm seria de 20m/s e não 18,5m/s como dito na matéria.
    O valor do coeficiente de penetração aerodinâmica deve estar errado. Caso eu não esteja enganado é 0,35.
    Saudações!

  • Davi Reis

    Gosto muito do Cruze, mas fica difícil chamar a atenção numa categoria onde existe Golf e Focus. Isso sem falar no i30, que apesar de muito caro, também é outro grande carro. Mas voltando ao Chevrolet em si, acho que ele é a prova de que, se quiser, a marca pode oferecer produtos bem mais interessantes do que tem em linha hoje. Me parece um carro perfeito, mas com uma embalagem pra lá de duvidosa. Antes da reestilização já não era muito fã das suas linhas, agora então…

    Agora uma coisa eu confesso, nem sabia da existência desse carro com câmbio manual de 6 marchas, subiu no meu conceito. Mesmo sendo pesado, acho que poderia ter uma 6ª mais longa, mas imagino que não deva incomodar mesmo (ajudaria a diminuir o consumo provavelmente). Dizem que ainda esse ano chega a versão com motor 1,4 Turbo, e aí sim vai ficar bem interessante.

    P.s.: A Chevrolet finalmente resolveu rever o embargo ao Ae? Há algum tempo atrás vocês testaram um outro modelo da marca, ou será que estou confundindo? Se sim, antes tarde do que nunca!

    • Nelson C

      Desculpa Davi, mas em que pese a embalagem já esteja mesmo cansada, o Cruze nunca foi “um carro perfeito”. Dirija um e veja. A suspensão é muito dura e barulhenta, o motor berra dentro da cabine e o consumo é inaceitável.

      • Davi Reis

        Todo carro tem aspectos melhoráveis, mas acho que isso não desabona muito o Cruze.

    • Offspring

      O i30 1.8 sofre mais do que o Cruze para andar perto dos dois referendos.

      O ideal para o i30 seria o motor 2.0 do Elantra…

  • André Webber

    Excelente reportagem (para variar), do melhor site automobilístico do País. Tive um Cruze LT Sedan automático 2013. Um bom carro, na época com um bom preço, se comparado com seus concorrentes. Boa estabilidade, bom conforto, boa posição de dirigir, bom acabamento, porém achei o motor um pouco fraco para seu peso. Bem como o consumo ruim (6,5 km/l no perímetro urbano com gasolina) e excessivo ruído interno em velocidade de cruzeiro. Custo de manutenção razoável, bom pós-venda por parte da GM (falo de Porto Alegre), mas liquidez não tão boa assim. O problema deste e de outros concorrentes deste segmento é que a Toyota e a Honda existem, nem tanto pela superioridade de seus produtos, mas pelo valor agregado que entregam. E os números corroboram minha tese, Corolla e Civic venderem juntos 10 mil carros por mês, prova que conhecem muito melhor o que o consumidor alvo de sedãs médios/grandes valorizam. E de novo, sem entrar em quesitos técnicos e tecnológicos de cada veículo. Não existem mais carros ruins, mas na minha opinião existem fabricantes que sabem melhor perceber e atender o que o mercado quer. Grande abraço a toda equipe do Ae.

    • Fabio Toledo

      Mamãe, era V-8 o seu Cruze?

      • André Webber

        Fabio, só na “sede”. Kkk

  • CCN-1410

    O carro é bonito, mas pelo que tenho lido no Ae, não é páreo para o Focus e o Golf.

    • Renato

      Vem aí o novo com um 1,5 turbo de 160 cv….

  • RoadV8Runner

    Será que não daria para a sexta marcha ser ao menos um tantico mais longa? E daria para reduzir a largura dos pneus, pois 225 mm é borracha pra caramba!

  • AGM
    O parágrafo que trata dessa parte precisou ser alterado, Veja o aviso no próprio texto.

  • Daniel
    É preciso considerar o caráter mais esportivo deste Cruze do que o do Vectra GLS. Se você o tivesse dirigido veria o acerto do câmbio, bem casado com o motor. A sexta poderia ser mais longa? Claro, mas ia “machucar” um pouco o escalonamento. E, convenhamos, 3.100 rpm a 120 km/h reais está longe de ser ruim.

    • Lorenzo Frigerio

      Pelo visto, para esse motor, não é, assim, nenhuma Brastemp, haja vista a invasão do ruído do motor na cabine apontada pelo Arnaldo. Esse câmbio é a antítese filosófica do câmbio do Up! TSi. Mas a GM não sabe acertar carro, então não surpreende.
      A 6a. marcha não é para dirigir esportivamente; isso se faz com as primeiras 4. A 5a. é para velocidades médias/altas em estradas cheias. O Brasil não é a Alemanha, então a 6a. deveria ser plenamente “overdrive” (no sentido mais popular da palavra).
      O Daniel falou bem… é puro marketing para os amantes do manual, já que ninguém hoje em dia compra essa opção “porque gosta” deles, apenas pela visão negativa que tem dos automáticos, em geral pessoas mais velhas, que passaram a vida inteira dirigindo carros manuais, meu falecido pai um deles.
      Eu sempre achei o Cruze hatch uma “reencarnação” no séc. XXI do velho Pointer, e pelo visto não é só na aparência.

      • Davi Reis

        Eu até entendo o que a Chevrolet quis conquistar com esse acerto de câmbio, mas também acho que seria bacana 5 marchas bem próximas e uma sexta mais longa. O carro não perderia a pegada esportiva que tenta vender.

        • Lorenzo Frigerio

          Ele já tem 5 marchas próximas. Só faltava alongar a 6a. Se a idéia do “+E”, como disse o Bob, é atingir velocidade máxima na penúltima marcha, ou seja, a 5ª., então não faz sentido algum que o “degrau” da 5ª. para a 6a. seja tão pequeno.

      • agent008

        Lorenzo, como autoentusiasta que não vive em grande metrópole posso lhe dizer que sempre, sempre mesmo, procuro a versão manual de um carro para comprar. Às vezes não se acha, ou este câmbio fica relegado às versões mais simples e isto me chateia um pouco. Hoje tenho um importado (comentário à parte: ele pesa o mesmo que o Cruze e é um sedã de porte grande, o GM é mesmo meio obeso…) que sei dispor de manual em seu país de origem, mas aqui no Brasil só veio com automático. Se viesse o manual eu o escolhia sem medo. Neste quesito o Cruze tem vantagem pois o câmbio manual e o automático estão presentes em todo o catálogo, sem preconceitos. Palmas para a GM por respeitar a escolha do consumidor!

    • Daniel S. de Araujo

      Bob, relendo a errata do texto compreendi “o espírito da coisa”.

      É que no anterior estava como um 4+2E, com uma diferença pequena entre a quinta e a sexta.

      Como a GM no passado já fez um cambio com duas marchas bastante longas (o antigo Vectra CD 2,2L manual não atingia a rotação máxima do motor em quarta e quinta), tinha ficado sem compreender o porquê de duas marchas tão próximas.

  • Rodrigo Costa
    O parágrafo que trata dessa parte precisou ser alterado, veja lá a observação e a nova redação. A máxima é em quinta. Se você dirigir um vai constatar como o câmbio está corretamente escalonado para o caráter do carro.

    • Rodrigo Costa

      Entendi Bob, pelo caráter do carro realmente está correto. Mas haveria algum impedimento técnico para um sexta de 120 km/h a 2.500 rpm?

      • Lorenzo Frigerio

        Não, pois até a 5a. o escalonamento é satisfatório, já que as marchas são próximas e o diferencial é curto. A 6a. é só 17,6% mais longa que a quinta e isso poderia ser mudado sem atrapalhar a condução esportiva do carro. Inclusive, com uma 6a. assim próxima da 5a., o carro NÃO é um 5+E (ao contrário do que disse o Arnaldo).

  • Rodrigo Mendes
    Foi necessário alterar o parágrafo que trata dessa parte, veja lá a observação. Para o caráter do carro o câmbio está corretamente escalonado, percebe-se ao dirigir.

  • AGM
    Normal isso, nada de desculpas e sem necessidade de eliminar seu comentário.

  • RJGR
    Claro, 0,0882 * 6800 / 30 = 19,992 ~ 20. Mas mesmo 20 m/s ainda é seguro pelos padrões atuais. Coeficiente de arrasto, a conferir.

  • guest

    Talvez o mais importante deste teste: folgo muito em ver um carro da GM aqui no Ae, sinal de novos e melhores tempos para todos.
    Que o passado fique no passado…

    • Mr. Car

      Rapaz, nem tinha me tocado disto!

  • Rafael Ramalho

    Tive um Sedan LT 2013 automático, foi uma experiência ruim. O carro não andava como eu esperava, bebia muito e o câmbio era impreciso. Espero que o novo câmbio GF6-2 tenha amenizado. Andando forte em estrada, tinha uma dificuldade enorme para sair da faixa dos 180 km/h, o consumo de gasolina ficava em 7,5 km/l, fora o custo das revisões, sempre acima da tabela. Hoje nessa faixa de preço, existem produtos melhores.

    • Cris Dorneles

      Por esse tipo de relato o Daewoo Lacetti devidamente engravatado nunca me chamou a atenção….

  • Marco

    Acho o Cruze Hatch legal, mas como já disseram antes, o “problema” dele atende por Golf e Focus.

    Se é bom, ruim, isso e aquilo, não posso comentar, pois andei, como passageiro, uma única vez.

    Mas o que não me “desce” é esse painel com os números que acompanham o círculo e ficam deitados. Diversos outros carros também são assim.

    Esse consumo é meio alto, hein! Como comparação, tenho um Focus sedã 1,6 manual. Pesa pouco menos de 1.400k g e tem 135 cv. Ou seja, um “pato”. Costumo abastecer na proporção “E85”. Na estrada, a 120 km/h faz entre 12,5 e 13 km/l. Na cidade, por volta de 7,5 km/l.

    • Mineirim

      Concordo com sua colocação. Só não entendi o que quis dizer sobre “os números que acompanham o círculo e ficam deitados”. São os marcadores de temperatura e combustível? No Focus MK2 são semelhantes.

    • Thiago Teixeira

      Eu acho que é uma nostalgia. Não sei dos antigos Chevrolets, se usam assim. O Fusca, por exemplo, acompanham o circulo.

    • Mineirim

      Agora entendi o lance do painel. Realmente é estranha a posição dos números no Cruze.
      No Focus os números ficam sempre na horizontal.

  • CharlesAle

    Eu gostei desse carro na versão manual. O que eu não gostei foi do preço, absurdo, do Kit de Embreagem(em média, 3 mil reais) Nunca vi um kit de embreagem tão caro!!!

    • Lemming®

      Por esse preço é melhor ir de BMW…

    • Offspring

      O câmbio e seus amiguinhos vêm da Hungria… Infelizmente, ainda temos que aturar o dolar em alta. O Cruze é montado por CKD.

      • Renato

        O novo vai ser construído na Argentina…. Vai aumentar o preço, claro.

  • Rodrigo
    Sim, para fazer bem feito seria preciso refazer todo o escalonamento ou parte dele, ou alongar o diferencial, mas isso tornaria o pôr o carro em movimento mais difícil, com mais uso da embreagem.

  • guest
    A peste que tinha lá se aposentou e tudo voltou ao normal. Aguarde a próxima novidade para muito em breve.

    • Car Science

      boa notícia. também fico curioso em saber as avaliações os carros da GM.

    • Davi Reis

      Dei uma maliciosa risada com essa. Será que era esse mesmo ser que fez a marca adotar uma postura defensiva em relação a tudo? A Chevrolet ainda é uma das únicas que ainda não se dispôs a participar do programa de etiquetagem do Inmetro, um verdadeiro tiro no pé.

    • André Stutz Soares

      Que bom, Bob! As fábricas só tem a ganhar, colaborando com o AUTOentusiastas. Abraços.

  • César

    Parece que o Bob fez as pazes com a GM!

    Mas não é esse o assunto. O assunto é que o Cruze custa muito perto da concorrência, que pelo menos é mais moderna. E os bancos dele nem têm aquecimento.
    Já está na hora da GM investir em novos modelos… Faz tempo que não lança algo novo.

  • Lorenzo Frigerio

    O carro é bem motorizado para ter que rodar a 3100 rpm em sexta a 120 km/h. Deveria ir a 2600 rpm. Qual a lógica, então, de um câmbio de 6 marchas?
    O auto 6 tem a última marcha com quase a mesma relação e a primeira mais curta, mas o diferencial é mais longo, ou seja, o automático é mais “aberto” e o manual é mais “próximo”. Pelos meus cálculos, o automático a 120 km/h está a 2760 rpm; deve até gastar menos na estrada. Quem sabe fizeram isso no manual para as pessoas que “gostam de cambiar”. Nem imagino o que seria guiar esse Cruze pelas 20 lombadas nos 6 km que separam o meu condomínio da Raposo.
    Será que esse Ecotec sobrará para a Spin e o Cobalt, depois de chegar o novo Cruze com 1.4T? Ou continuarão a usar o “Corsatec”?

    • Antônio do Sul

      O Ecotec 1,8 do Cruze atual, para Spin e Cobalt, ficaria na medida certa. Esses últimos, principalmente o sedã, são bem interessantes, mas não têm boas opções de motorizações. O 1,8 “Corsatec”, quem sabe, poderia ficar para as versões LTZ de Ônix e Prisma, isso se a GM não estiver cogitando, para eles, uma versão aspirada do motor 1,4 do futuro Cruze

    • Renato

      Acho que vai ser 1,5 turbo. Câmbio hoje é o CVT do Corolla. A 120 está com 2000 giros. Imbatível.

  • Sandro

    Curiosidade minha: o Focus faz ainda mais curva que o Golf nesta categoria?

    • Fabio Toledo

      O Golf é o monstrão da categoria, é o carro a ser batido também nas curvas, vai entender por que o Focus é o campeão mundial de vendas…

      • Antônio do Sul

        Simples: é vendido em mais mercados, além de satisfazer tanto quem quer conforto quanto quem quer esportividade, enquanto que o Golf pende mais para essa última. A fraca presença da Volkswagen nos Estados Unidos também ajuda.

        • Fabio Toledo

          Sem dúvida Antônio, outra boa observação, aliás o maior mercado do mundo, em termos de país.

        • Offspring

          O Golf é vendido em 03 gerações na China, onde a VW domina com folga as vendas. O Jetta, tem 05 gerações, sendo que 03 delas são conhecidas nossas: Bora, Jettão 5 cil e o atual – somam-se a elas o Lavida (MK7) e o MK3, este último com uma tonelada de facelifts.

      • João Martini

        Pois o Focus tem a versão sedã. Se fosse contabilizar algo como Golf + Jetta a diferença seria considerável.

        • Fabio Toledo

          Bem lembrado JM!

  • João Guilherme Tuhu

    Sempre tive uma queda pelos modelos da gravata dourada. Foram vários. E confesso que sou fã destes Cruze. E gosto desse aí, hatch. Mais do que Focus ou Golf, sem desmerecê-los. Mais uma excelente avaliação do Arnaldo.

    • Fabio Toledo

      E desmerecê-los como? Ambos fazem barba cabelo e bigode do Cruze. Eixo de torção, motor anêmico para um carro deste peso (falsa sensação de vigor, como acontece com a Grand Tour 1,6) entre outros detalhes que fazem, na minha opinião, um carro inviável para o preço cobrado.
      Golf – ponto negativo, eu não sei… Só se comparar com as unidades alemãs.
      Focus – para os que vão atrás, vão apertados. E para quem quer desempenho, o Golf leva.

      • João Guilherme Tuhu

        Concordo plenamente. Mas se todos gostassem do amarelo, o que seria das outras cores? Desempenho não é tudo…

        • Fabio Toledo

          Creio que somente em espaço interno o GM supere os concorrentes, mas você tem razão.

  • Douglas

    Na verdade ele não foi erguido um milímetro sequer na versão brasileira, de acordo com a altura disponível na ficha técnica brasileira e estrangeira.

    Uma excelente escolha, outro que não foi erguido é o Sonic.

  • César
    Ao contrário…

  • Car Science

    Poderia ter uma versão do Cruze com o novo motor que hoje equipa a S10 flex de 206 cv. Ficaria show.

    • Celio_Jr

      Infelizmente não caberia no cofre, em parte, devido ao volante do motor de dupla massa e ao eixo balanceador, que gira em sentido contrário ao virabrequim e tende a reduzir as vibrações.

    • Renato

      Pesado demais para o carro… A GM tem motores bons. O novo 1.5 turbo terá 155 cv com gasolina e 160 com álcool.

  • Lorenzo Frigerio
    O Arnaldo está certo, é 5+E, a máxima é em 5ª. É isso que define um câmbio n+E marchas. O que varia é o grau de sobremarcha escolhido. Por exemplo, no Santana 4+E a 4ª era 0,829 e a 5ª 0,684, diferença 21,2%, perto de 17,6%, diferença de apenas 3,6 pontos porcentuais. Cruzar a 3.000~3.100 rpm não está de todo fora. No meu Escort Zetec 1,8 eu ia 3.200 rpm sossegado na Ayrton Senna/Carvalho Pinto..

    • Lorenzo Frigerio

      Nunca me ative muito à definição técnica da coisa; apenas que quando começaram a surgir os Voyage 83 com 3+E opcional, tratava-se de uma “E” mais longa que a 4a. do câmbio standard. Eu vi isso como usuário, que esperava um câmbio de 5 marchas mas vi que fizeram um aceno à economia e ao conforto ali, enquanto o 5 marchas não chegava.
      Acho que definir o “+E” com base na rotação de velocidade máxima é um tanto problemático, pois isso depende de uma série de fatores, como o número total de marchas e a aerodinâmica.
      E você pode mudar um pouco a quinta desse carro, de modo a ele estar 500 rpm acima ou abaixo, que ainda assim estará dentro da faixa de potência máxima, mantendo praticamente a mesma velocidade máxima (pois a resistência do ar sobe exponencialmente), especialmente com um motor moderno.
      Pelo visto, as consequências desejadas originalmente pelo modelo “+E” acabaram criando características diferentes à medida que o número de marchas disponíveis foi aumentando, evidênciando que sua lógica, para o consumidor, não mais se aplica.
      Não sei qual era o diferencial desse Santana, mas 0,829 é o valor de muita quinta marcha de hoje. Essa é uma boa evidência da falência do algoritmo.
      Ademais, nós sabemos que o Depto. de Marketing das fabricantes joga o trabalho dos engenheiros na lata do lixo e define ele mesmo a configuração mecânica dos carros. Um carro como o Up! TSi chega a ser uma “aberração”, pelo bom senso mecânico que ostenta.

  • Daniel S. de Araujo

    Os motores FI da GM vão do 1L ao 1,8L (do Corsa, Meriva, e agora os Ecotech FI.

    O Familia II da GM nasceram no Brasil, no Monza 1,6L, passando pelo 1,8L do Astra/Monza (tem diametro do pistão maior que o curso), até o 2,4L da Blazer e os Ecotech FII

  • Daniel S. de Araujo

    Esse negócio de r/L tem que tomar um cuidado danado pois 0,3 é um valor de referencia e não algo limítrofe que o 0,301 vai fazer o motor vibrar em demasia e o 0,299 o fará ser suave. O André Dantas escreveu um artigo excepcional que explica que a r/L baixa também apresenta seus inconvenientes.

    • REAL POWER

      Sim, mas nesse motor a GM já não tem mais o que fazer na parte de baixo. Se o fizer será cada vez com menos influência no resultado. Eu não andei no Cruze ainda, mas no Corsa 1,8-L eu não gostava dele, preferia e prefiro o 1,6 L justamente por ser mais liso em média e alta rotação.

    • Lucas

      Verdade Daniel. Eu li o post do AAD aquela vez. O Fam. 1 1,8 8V da GM sempre foi muito comentado como sendo gastador, áspero e fraco em altos giros, mas muito forte em baixas rotações, o que é condizente com o post do AAD. Como esse motor do Cruze foi largamente aperfeiçoado, acredito que ele poderia ter tido a altura do bloco aumentada. Não sei se isso é algo simples de se fazer, mas permitiria bielas mais compridas.

  • Carlos Komarcheuski

    O pessoal nos anos 2010 reclamavam tanto do motor de Monza equipava o Vectra GTX, que era um motor ultrapassado, mas pelo que me parece em potência e consumo são bem parecidos com esse Ecotec.

    • Eduardo Mrack

      E o bloco continua de ferro fundido…. Para mim até piorou, com essa relação de diâmetro x curso.

      • Renato

        Pelo menos o novo 1,5 turbo terá 150 cv.

        • Eduardo Mrack

          Aguardemos.

    • Domingos

      Tem uma diferença de uns 200 kg aí para o Ecotec ter que empurrar. E pode ter certeza que melhorou bem o desempenho pelo menos, dirigindo fica nítido que é bem mais ágil desde baixas rotações.

    • agent008

      Pudera. Até onde sei o Ecotec só é recente aqui em terras brasileiras. Trata-se de motor mais ou menos da mesma geração dos 2.0 16V Renault (F4R) e PSA (EW10). Nada negativo, são motores ainda modernos, mas o que se tem hoje no Golf e no Focus está um passo à frente. Coisa que, pelos boatos, a GM deve corrigir em breve com a nova geração do Cruze. Li em algum lugar que nela haverá redução significativa de peso e motor turbo com injeção direta. Para mim isso representa o início do renascimento dos GM desejáveis no Brasil. Melhor ainda seria se voltassem a vender os Opel, já pensou o que o Astra não faria pela marca aqui? Se a Ford e a VW conseguem vender veículos em dia com o que há na Europa, a GM também deveria conseguir. Palavras de quem se criou dentro de seguidos Monzas e depois uma dupla de Ômegas e sempre foi apaixonado pela marca…

    • Renato

      Vectra GSI a gasolina 1985 tinha 150 cv.

  • Daniel Antonio Fonseca Lucinda

    AK e Bob,
    Acredito que essa versão manual do Cruze tem como concorrente direto o Focus 1.6 SE plus (R$ 71.900). Seria interessante um “no uso” com esse Focus com câmbio manual também, visto que o 2.0 de 178 cv já provou a que veio.

    Abraço.

  • WSR

    Acho que a GM poderia oferecê-lo com uma suspensão traseira melhor e bancos Recaro, coisa que o Monza S/R tinha lá nos anos 80. Estou vendo o pessoal comentando da sexta marcha do carro mas não acho que deveria ser absurdamente longa. Esse não é um carro com os dados técnicos de um Lotus Omega.

  • Luciano Gonzalez

    O carro é muito bonito com desempenho mediano, o problema dele se chama Focus e Golf na versão hatch e Civic, Corolla e Jetta na versão sedã…

    • Daniel S. de Araujo

      Concordo…Focus, Civic, Corolla, Jetta e em especial o Golf (para o hatch) é um problemão! Aliás o Golf fez um estrago na vida de vários modelos, entre eles o i30

    • Robertom

      Para mim o problema é o motor, que não está à altura do conjunto.

    • Offspring

      Civic 1.8 anda até menos… Eu tive os dois juntos (Cruze LT 2012 e Civic LXS 2009). O problema é ser um carro de 2008 perto da concorrência renovada…

  • Davi Reis
    A boa engenharia requer um dente de serra correto e marchas mais próximas implica uma primeira muito longa. Mas, francamente, você acha ruim rodar a 120 km/h (reais) a 3.100 rpm? Não acho.

    • Davi Reis

      Também não acho, com certeza não incomoda levando em conta as características do motor. Mas talvez caísse bem uma sexta um pouco mais longa pra ajudar a diminuir o consumo rodoviário, que já não pareceu muito bom. Pode ser também que a Chevrolet tenha testado essa alternativa e o motor não tenha aceitado muito bem o conceito, já que o Cruze é algo pesado.

    • Offspring

      Bob, o automático fica abaixo de 3.000 rpm a 120 km/h. Estranhei isto também. Acho que tenho um vídeo do meu ex-Cruze automático andando nestas condições.

  • Davi Reis
    A peste era diretor de Comunicação e responsável pelas relações com a imprensa. Não apitava em nenhum outra área.

    • Lorenzo Frigerio

      Provavelmente agora veremos análises de GMs também no BCWS… acho que eles é que ficaram mesmo marcados por esse cavalheiro.

  • Lorenzo
    Quando trabalhei na VW e usei o primeiro carro de frota, um Voyage LS, mandei trocar o câmbio por um 3+E, que achei ótimo, casamento perfeito com o motor MD-270 Torque, que era bem elástico. Aliás, era o mesmo câmbio do Fox (Voyage para os EUA e Canadá) com motor 1,8-L só que com diferencial 3,888 em vez de 4,111. No Santana 1,8 4+E o diferencial era 4,111com 5ª 0,684, v/1000 de 38,3 km/h com pneus 185/70R13. Quanto à definição de n+E, é quando a velocidade máxima não é alcançada na última marcha, mas na penúltima. É simples. É o efeito sobremarcha (overdrive), lembrando que o overdrive surgiu como ainda nos anos 1930 como equipamento opcional, um segundo câmbio acoplado ao principal que tinha uma marcha multiplicada (relação menor que 1) e um tambor de roda-livre. O acionamento do overdrive era por solenóide mediante interruptor no painel. O Corvette C4 manual podia vir equipado com overdrive utilizável em 2ª, 3ª e 4ª; Com o tempo o nome overdrive foi desvirtuado e passou a significar marcha com relação menor que 1. Um overdrive famoso era o inglês Laycock de Normanville. Entre no Google com esse nome para ter uma montanha de informação a respeito.

    • Lorenzo Frigerio

      Obviamente que falar em “relação menor que 1” caracterizando overdrive, tem que envolver a mesma relação de diferencial numa comparação entre dois câmbios diferentes. Não existe “overdrive absoluto” na prática, pois a redução da relação do diferencial pode anular esse ganho.
      Por acaso o Cruze Sedan manual usa o mesmo câmbio/relação final? Ou são todos automáticos?

  • AGM

    Valeu Thiago!

  • Mineirim

    Discordo só dessa relação do Golf com o i30. Desde o final de 2011 o Focus é o hatch médio mais vendido, desbancando o i30.
    Aliás o i30 sofreu com a estratégia de mercado da própria fábrica/importadora, que renovou o modelo e colocou o motor de 1,6 l na primeira reestilização. Em seguida, foi a política governamental de sobretaxar os importados.
    Só recentemente o i30 voltou a ter um motor interessante para sua categoria.

  • WSR
  • Piero Lourenço

    Cruze no Brasil não é igual aos dos EUA… o acabamento aqui é pior… no painel do Cruze americano não tem esse painelzinho de relógio dos anos 80 entre velocímetro e conta-giros.. tem um painel com resolução melhor… e menos plástico duro… ou seja, só visual igual!

  • Daniel S. de Araujo

    O negócio é que a maior parte das pessoas anda em rotações baixas, por isso nem percebem um motor mais áspero em alta.

    Além da r/l, influencia a suavidade ou não de um motor o comando de válvulas, muitas vezes projetados para dar mais potência em regimes mais baixos. Lembro sempre do exemplo do Vectra A (1993 a 1996): um motor bonitinho, 86 mm de diâmetro e curso, r/l de 0,3 mas um motor áspero em alta. Resultado de um comando voltado para dar mais potência em baixas rotações. Tanto que era soltar o pé da embreagem para pôr o Vectra em movimento.

    • Lorenzo Frigerio

      O meu Calibra engasga para pôr em movimento, mas em alta também é áspero e ruidoso. É GM, não tem jeito.

  • Kar Yo

    Sobre o banco traseiro…”três adultos até que se acomodam bem, dependendo do nível de amizade entre eles…” hahaha!!!

  • Carlos Spindula

    O meu Honda City 2013 LX automático então é “V-8” também, pelo menos na sede com que bebe. Faço 5,0 km/l na cidade e 10,0 km/l na estrada com álcool. Já levei na concessionária várias vezes e sempre dizem que não tem problema algum…acho que vou trocar por um Cruze desses, que bebe menos e anda mais.

    Não sou eu o problema porque meu carro anterior era muito econômico.

    • Juvenal Jorge

      Se todos os carros tivessem como padrão bons câmbios manuais, o consumo global da frota brasileira seria bem menor, e os combustíveis deveriam ser mais baratos, já que as distribuidoras e postos venderiam menos e teriam que incentivar o consumo.
      Cambio automático é algo muito chato e ruim para todo mundo, exceto para quem tem preguiça de trocar de marcha, ou para quem tem alguma deficiência física e realmente precisa do automático.

      • Lorenzo Frigerio

        Você está partindo do princípio que as pessoas sabem trocar marcha direito. Hoje em dia, tem muito mais gente dirigindo, mas a qualidade dos motoristas não aumentou, pelo contrário. Na mão deles, um automático gasta menos.
        Por questão de gosto, tendo a opção de um bom automático (a partir de 5 marchas), prefiro ele; acho muito chato trocar marcha lembrando novamente que os tempos mudaram e as estradas estão cheias. Eu já mencionei uma vez, inclusive, que da porta do meu condomínio até a Raposo, são 20 lombadas assassinas para 6 km, motoristas lentos e caminhões carregados para tudo quanto é canto. Meu Santana automático de 3 marchas vai muito bem nela.

    • cepereira2006

      Tentou usar gasolina nele?

  • pkorn

    Gosto muito do design da traseira do Cruze Hatch, espero que o novo não mude muito

  • Juvenal Jorge

    Fabio Toledo,
    talvez seja porque o estilo do Focus é algo inigualável na categoria. O Golf tem desenho fácil de fazer, coisa de iniciante de Design.

    • Fabio Toledo

      Aí já é questão de gosto, pode parecer um tanto antitético, mas sou apaixonado pela sobriedade do design alemão, e fico indignado quando vejo carros como BMW e MB com linhas que remetem ao design típico ao da fabricante coreano “melhor do mundo”.

  • Rogério Ferreira

    O quê? Cx de 0,27? Isso o torna um dos mais eficientes em termos de aerodinâmica… Recentemente divulgavam 0,31 para o Sedan e 0,35 para o Sport6. A área frontal, também é surpreendente: 2,07 m2 é o mesmo de um pequeno VW up! Confirmem esses dados ai. No mais é um carro que eu não compraria. Nessa categoria, é Focus ou Golf 7…

    • Renato

      Nunca será….. 0.27 de Cx é pra Jaguar, Mercedes etc…

  • Stark

    Não peguei essa época haha, mas dos painéis atuais, de forma geral, prefiro os da VW (exceto o up). Os da GM não gosto, e eles é que são de moto mesmo. Os da Fiat poderiam ser melhores, invertendo o conta-giros com o velocímetro. Os da Ford poderiam ter uma tela maior e com mais funções, inclusive o Ka merecia ter um painel no estilo “Wolfsburg”.

  • Geovane Paulo Hoelscher

    Não o compraria por várias razões:
    -estas rodas enormes, com peneus largos e de perfil baixo são muito sujeitas a avarias e são muito caras para repor (ou seja, não se justifica seu uso para um desempenho apenas mediano).
    -este motor, mesmo sendo elástico, anda igual a um Focus 1,6 e consome mais do que o Focus 2,0, isto, sem levar em conta a existência do Golf TSI.
    -a suspensão é mais dura do que a do Golf e do Focus (e a estabilidade não é melhor).
    -o preço é elevado demais frente aos excelentes concorrentes.
    -também existe o Peugeot 308, que apesar de ultrapassado, tem o excelente motor turbo e, na versão top de linha, com navegador GPS, teto solar e 6 air bags custa o mesmo preço que o Cruze.

    Enfim, na minha lista de hatches médios, ficaria atrás de Golf, Focus e Peugeot 308, que na minha opinião são bem melhores e custam praticamente o mesmo.

    • Z_H

      … e todas as alternativas citadas por você tem as mesmas rodas enormes e de perfil baixo que “são muito sujeitas a avarias e são muito caras para repor (ou seja, não se justifica seu uso para um desempenho apenas mediano).”

      • Geovane Paulo Hoelscher

        Caro Z_H. Se eu fosse comprar um dos três carros citados, iria sair da concessionária com rodas aro 16 e pneus mais altos. O Golf vem com rodas 16 no modelo básico, então, mesmo que eu comprasse um modelo superior, proporia a troca pelas rodas menores e com pneus maiores, sem cobrar nada por isso. Também é possível fazer a troca das rodas tanto no 308 (que tem rodas menores no 1,6) quanto no Focus (mesmo caso). Já no Cruze, isto não seria possível.
        Ja fiz isto na compra de um Honda Fit EXL. Saí feliz com as rodas de aro 15 e a concessionária ficou feliz em receber em troca rodas de aro 16.

        • Roberto Neves

          Rapaz, fiquei triste ao ler a sua resposta. Ano passado comprei um Grand Siena 1.6 que veio com rodas de liga leve aro 16″ e um estepe de aço aro 15″. Uma das rodas já empenou e já precisei usar o estepe quando furou um dos pneus. Eu poderia muito bem ter proposto à concessionária o que você fez: fiquem com estas rodas e me dêem rodas de aço aro 15″ (só disponíveis no Grand Siena 1.4, que eu não queria, pois comprei o carro basicamente para viajar pela região serrana do Rio de Janeiro e por Minas Gerais). Me diga: você precisou mexer no velocímetro após a troca de rodas?

  • João Martini

    O vídeo do Cruze ficou sensacional. Bem entusiasta, do jeito que gostamos! Hehe
    Fiquei surpreso também da diferença do manual para o automático, nem parece o mesmo carro.

  • Gabriel Porfírio

    “O Cruze Sport6 LT custa a partir de R$ 70.450”

    Qual a justificativa para pegar um Cruze Hatch no lugar de um Golf?

    • beto

      O péssimo histórico de VW em minha família e o preço exorbitante do seguro do Golf, fatores que me fizeram optar pelo Cruze.

  • Alemão

    Não entendo porque a GM insiste nessa versão “Sport” que não tem nada de esportiva… se é para ter uma versão adicional ao hatch porque não lançam a Cruze perua? Seria um carro familiar, com desempenho condizente e ainda explorariam um mercado que não tem opção no Brasil, as peruas na casa dos R$ 70.000,00. Ia vender aos montes, tá cheio de órfãos das peruas! Eu incluído… Vai entender as montadoras….

    • Offspring

      O brasileiro vai agregar o nome esporte sempre à velocidade. Na etimologia da indústria automotiva, o Sport está agregado a fatores extrínsecos à velocidade. Como no vestuário: o Esporte Fino não é uma roupa para maratonista e, tampouco, para se jogar futebol.

      Temos vários exemplos de Sport adotados em CARROCERIAS na história.

      Cito-te alguns: Packard 120 Sport Roadster (diferenciava-se da versão ‘normal’ por não ter os estepes montados nos pára-lamas, mas sim na traseira), Buick 1938 Special Sport Sedan (tinha a traseira com um pequeno volume que simulava uma mala), Chevrolet Belair Sport Sedan (era quatro portas sem coluna, também conhecido como Sport Sedan), Ford Modelo “A” Sport Coupe (era exatamente igual à cabriolet, mas não abaixava a capota – apenas diferenciava-se por uma pequena aba logo acima do pára-brisa)…

  • Alemão

    Desculpem! Versão adicional ao sedan, não ao hatch! Para esse conjunto, sedan e perua são perfeitos!

  • Eduardo Zanetti

    Bob, como calculo a velocidade dos pistões?

  • beto

    Parabéns pela matéria, quando dirigi o carro também gostei mais do que achava que fosse gostar mas no caso foi um AT. Ótimo porta-malas, bom nível de segurança, dirigibilidade e bom valor de revenda me fizeram optar por ele.

  • Milton Eller

    Parabéns pela materia, tenho um Cruze nesta versão e estou satisfeito.
    ABS

  • Filipe Sauretti Henrique

    Parabéns por esta bela matéria, só corrigindo um detalhe o cambio AT é o GF62, enquanto o MT é o M32. Realmente o cruze manual é muito melhor que o automático, dá outro folego para o carro.