Já que as autoridades de trânsito país afora apelaram para o “terrorismo” das multas por “excesso de velocidade”. prejudicando justamente o cidadão que com o suor do seu trabalho os sustenta, mais do que nunca temos de lhes dar uma banana e, ao mesmo tempo, ferrar com os “prestadores de serviços do mal” que são as firmetas que têm e operam radares e detectores de velocidade. Se não auferirem com as comissões do “trabalho” efetuado, em pouco tempo encerrarão atividades, para nosso gáudio.

Isso vale para o país inteiro e seus sugadores de dinheiro da população brasileira, com ênfase no desgoverno do prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad e seu cupincha Jilmar Tatto, secretário municipal de Transportes.

Leia ou releia a matéria Enfrentando o inimigo com armas legais e Tabela de velocidade medida e considerada para conhecer todos os aspectos do “terrorismo” que estão nos impingindo, como se nós, cidadãos, fôssemos marginais.

O problema, com eu já disse, é nacional, mas é em São Paulo que está acontecendo o pesadelo criado por essa gente horrorosa e que a grande imprensa, por não se manifestar claramente contra, está acobertando, certamente de olho no faturamento com veiculação da propaganda oficial, uma maneira sutil de ser comprada.

 

MG/BELO HORIZONTE/ESPORTES/JOGO  PELO  CAMPEONATO  MINEIRO  EM  2010 ,ATLETICO X CRUZEIRO REALIZADO  NO  MINEIRAO.NA FOTO;VANDERLEI LUXEMBURGO DA UMA BANANA PARA A TORCIDA DO CRUZEIRO QUE O CHAMOU DE CRUZEIRENSE.FOTO DE  LUIZ COSTA/JORNAL HOJE EM DIA

Vanderlei Luxemburgo, técnico do Atlético-MG. quando deu uma banana para a torcida do Cruzeiro, em 2010; foi absolvido da “ofensa” (foto de Luiz Costa/Hoie em Dia/Gazeta Press)

Como maneira de se defender desse “estado de guerra”, recomendo:

1) Exercite ficar atento, em guarda permanente, aos limites de velocidade postados e ao velocímetro.

2) Certifique-se que a velocidade mostrada no velocímetro é normal, ou seja, indica um peque no excesso, geralmente entre 3% e 5%. Por exemplo, se for 5%, quando o velocímetro mostrar 70 km/h, a velocidade verdadeira é 70 / 1,05 = 66,6 km/h.

3) Para saber o erro do velocímetro, meça o tempo para percorrer 1 km, valendo-se de alguma indicações de marcos rodoviários. Lembro que telefones celulares e smartphones têm cronômetro. Digamos que você queira saber a velocidade real quando o velocímetro indica 70 km/h. Um quilômetro percorrido a essa velocidade gasta 51,4 segundos (resultado da divisão 3600 por 70).

Digamos que o cronômetro marcou 54 segundos. Nessa caso, divida 3600 por 54, que dá 66,7 km/h. Portanto, nessa velocidade o velocímetro indica 70 / 66,7 = 1,0494 ou 4,94% mais. Então, para rodar a 70 km/h exatos, multiplique 70 por 1,0494, que dá 73,5 km/h.

Saber a velocidade indicada exata é fundamental para você utilizar plenamente os preceitos indicados nas duas matéria sugeridas acima.

4) Outra maneira de aferir o velocímetro é usar a função velocidade média do computador de bordo. Usando o exemplo de 70 km/h, estabilize o carro a essa velocidade e zere a velocidade média indicada no computador. Após alguns segundos aparece a nova velocidade média, que neste caso é a real. Compare-a com a lida no velocímetro.

Nota: Depois da matéria publicada, o leitor Luiz_AG, em comentário, lembrou do GPS como maneira de aferir o velocímetro, citando o dos smartphones em conjunto com o aplicativo SpeedView.

Com o computador de bordo, veja as velocidades reais para aquelas que são limite normalmente: 30, 40, 50, 60, 70, 80, 90, 100, 110 e 120 km/h. Se você não memorizá-las de pronto, anote-as num papel e prenda-o, por exemplo, na face oculta do seu pára-s0l para consulta fácil e rápida.

6) Repetindo, saber a velocidade real lhe permite explorar as tolerâncias legais dos equipamentos de medição de velocidade usados pelos “terroristas”, conforme explicado em detalhes nas duas matérias que sugiro ler ou reler.

Com um pouco de cuidado vamos derrotar esse cara, esse inimigo do cidadão e do automóvel, esse petista que disse valer dizer “nós pega o peixe”, mostrado na foto abaixo.

 

Haddad 3

BS

 



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • a. shiga

    É verdade que todos os radares do município tem tolerância para cima de 7 km/h?
    Começo do ano passei (uma triscada sem querer no acelerador) a 48 num daqueles radares com display de 40 km/h (lombada eletrônica?) e não levei multa.

    • robson santos

      Tem um post aqui do Bob, ele mesmo citou neste presente post, “enfrentando o inimigo com armas legais”.
      Os links estão na matéria.
      Existe o parâmetro VC ( velocidade considerada ), simplesmente o decréscimo tolerável da sua velocidade medida pelo equipamento de fiscalização, assim:

      – para velocidade medida até 100km/h a tolerância é 7km/h, com isso a VC será a velocidade medida – 7

      – para velocidades acima de 100km/h a tolerância é 7%, com isso a VC será a velocidade medida – 7%

      O caso que você passou, você diz que foi a 48 km/h no velocímetro, mas independente da margem de erro existente ou não no seu velocímetro digamos que a velocidade medida pelo equipamento de fiscalização foi de 45 km/h; neste caso sua VC para aplicação seria de 45 – 7 = 38 km/h, abaixo do limite portanto ( radar 40 km/h ), por isso você não foi multado.

      Portanto uma coisa chama a atenção e deve ficar clara:
      Velocidade Medida pelo equipamento de fiscalização !
      Ou seja esses parâmetros de 7 km/h ou 7% significam uma margem de confiança que você OBRIGATORIAMENTE deposita no equipamento de fiscalização de velocidade.

      Pra ficar claro, usando seu exemplo, naquele radar você não foi multado, mas basta você passar na mesma velocidade indicada no seu velocímetro, em outro radar, com calibração pior digamos assim (mas dentro dos requisitos de acreditação do Inmetro ), que você poderá ser multado, pois basta só o equipamento dar uma velocidade medida de 48 km/h ( igual seu velocímetro ) e sua VC será de 41 km/h, multa portanto !

  • Davi Reis

    Sou adepto de usar e abusar da tolerância dos radares. Não represento risco nenhum ao trafegar à 70km/h indicados numa via de 60, ainda mais durante a madrugada e com plena visibilidade, por exemplo. Já faço isso há alguns anos, em diversos carros, e nunca tive problemas, felizmente.

    • a. shiga

      Meu carro está com pneus um pouco maiores do que o original de fábrica (perfil 65 ao invés de 60) e a velocidade do velocímetro é exatamente a velocidade real. Como estou andando aos 60 reais no radar, já percebia que todos andavam a 60 de velocímetro, mas agora com essa redução as pessoas parecem que travaram no cérebro que os 50 (na faixa da esquerda, óbvio) valem pra cidade toda, inclusive onde ainda é 70 (Washington Luís). Que nojo!

  • REAL POWER

    Bob.
    Parece que a turma dos Ptralhas quer mesmo inviabilizar o automóvel no Brasil. Ontem de deparei com um Ptralha falando que a culpa por milhares de morto no trânsito do Brasil é toda dos militares, pois foram eles que construíram a maior parte das estradas que temos hoje. Não tem nem como discutir com um animal desse. Eu, como cidadão de bem, não suporto mais tanta asneira, tanta burrice, tanta coisa errada e ver pessoas defendendo essa tropa de bandidos.

    • F A

      Burrice de quem votou neles. E azar meu que moro numa democracia.

    • Davi Reis

      E pior, ainda temos que escutar que essa expressão “cidadão de bem” é ofensiva e discriminatória.

      • Domingos

        Cidadão bom para eles é maconheiro, mentiroso, topa-tudo.

        A raiva da esquerda é contra o bem mesmo. O resto é mentira, como sempre.

    • Ilbirs

      O que sugiro é deixar esses guerreiros da justiça social (social justice warriors em inglês, sigla que por lá é abreviada para SJW e que por aqui também poderia ser usado o termo “justiceiro social”, só para compará-los a algo que eles odeiam, entendendo-se aí por esquadrões da morte) falando sozinhos e falando deles para eles próprios.
      Não responda a postagens deles nas redes sociais, não responda a comentários deles caso você diga alguma coisa, evite ao máximo dar-lhes qualquer espaço. Se eles não entendem que o resto da sociedade os vê como otários e que, após cada manifestação como a que tivemos no domingo, eles são considerados cada vez mais otários, não seremos nós que mostraremos isso a eles e o que podemos fazer é nos preservar da cantilena deles.

      Por ora, o principal que aconteceu é o seguinte: hoje em dia os politicamente corretos e justiceiros sociais não dão mais qualquer carta no Brasil. Eles estão envergonhados e os poucos que não se envergonharam é porque investiram muito tempo nisso e acabaram por fazer suas vidas com tal coisa.

    • André Stutz Soares

      Nossa! “Me dá coisas” ler sobre uma pessoa assim; não dá para agüentar.

    • robson santos

      rsrsrs dito isso, também vou lançar mão da lógica para afirmar que a culpa toda é dos pais desse jumento, por tê-lo colocado ao mundo… o que ele iria dizer ?
      Meu amigo infelizmente você não pegou um PTralha não, pegou um retardado mesmo para discutir, que encontrou numa afiliação partidária um alívio de ser para sua ignorância…

    • Domingos

      Só responde assim para ele: a cidade mais planejada ao automóvel, Brasília, foi feita completamente por um comunista.

  • Eduardo Silva

    Estava pensando justamente nisso ontem quando estava indo para casa a 50 km/h às 21:30 em um scooter cuja velocidade máxima não ultrapassa os 77 km/h. Como estava entediado passando por uma avenida plana, sem semáforos, sem faixas de pedestres, sem cruzamentos, com poucos veículos e cercada por muros e guardrails, me dediquei a fazer essas contas justamente quando descuidei do acelerador e me peguei a irresponsáveis 60 km/h. Quem usa moto deve saber que o capacete fechado pode atrapalhar um pouco olhar para o velocímetro, ainda mais se ele é baixo como é o do scooter, então tem que ficar nesse movimento incômodo de olhar para frente e para baixo. Pensei que aos 61 km/h já tomaria uma multa grave – 5 pontos na carteira (acrescidos os 7 km/h de tolerância). É muito fácil tomar uma multa dessas. Com uma pessoa travando a faixa a 40 km/h (velocidade de segurança para os que não lêem o Ae) e você saindo dela acelerando para ultrapassá-la, chega fácil os 60 km/h. Nesse fim de semana constatei que ficou extremamente trabalhoso manter essa velocidade, quando está todo mundo meio emparelhado, atravancando a via. Resumidamente: virou um tormento dirigir nas marginais.

  • Rodrigo

    Cara, perfeitas suas colocações, é uma afronta as pessoas de bem estes esquemas de “firmetas” para roubarem nosso já pouco recebível por muito trabalho, para empresas que “seguem as leis trabalhistas” que apoiam os políticos e por sua vez fazem de tudo para nos massacrar, seja com radares ou milhares de outros “acessórios legais”, as vezes da vontade de mandar tudo para o espaço, ir para outro país, mas esse país é tão bonito e rico que ficamos pensando, poxa, vou esperar mais um pouco…e ai vem sempre mais e mais decepção. Talvez esteja saindo um pouco do assunto, mas é que e muito revoltante tudo isso que acontece no Brasil. Já que somos um povo “vida de gado, surrado mas feliz”, como diz o nosso compositor, somos pacíficos, vamos então ao boicote, é a arma mais eficaz que existe nesse nosso contexto.
    Parem de comprar carros novos, andemos de bicicleta, carona, etc…eles irão sentir no bolso e vão fazer o que queremos. Se não essa bosta nunca vai mudar, e morre geração e entra geração e não muda nada!!

  • Pedrobsb

    Estou com uma multa de excesso de velocidade sendo que via é de 60 km/h velocidade máxima permitida e passei a 55 km/h (velocidade considerada). Porque a “pistola” apontada para rua estava calibrada para máxima de 40 km/h.

  • Mr. Car

    A banana dada aos nossos inimigos pode ser de dinamite, Bob? He, he, he!

    • Davi Reis

      Se for de dinamite eu dou um cacho inteiro!

  • André Campos

    Domingo passado circulei pela avenida Jacu Pêssego que teve sua velocidade alterada para 50 km/h dento do município de São Paulo (no trecho em Mauá é 70 km/h que considero adequado). É inviável esta velocidade, não é natural e não tem como negar que isto é somente para fins arrecadatórios. Os carros trafegando nesta velocidade ridícula e os pedestres na maior tranquilidade passeando junto ao canteiro que divide as pistas onde nunca deveriam estar (no trecho ilustrado abaixo).
    A prefeitura quer fazer entender que os veículos são os únicos responsáveis pelos acidentes.

    • Fabio Toledo

      Eu evito este caminho… Na ultima vez que voltei de viagem pela Ayrton Senna fui enganado por sinalização mal feita ou obsoleta, indicava rodoanel mas na verdade era o acesso à Jacú!

    • Bruno Ribeiro Senaha

      Haddad não pode proibir o carro, ele não pode fazer isso legalmente, então ele vai diminuindo as velocidades (ele vai baixar todas pra 50 km/h, já avisou), também vai fechar todas as ruas começando pela Paulista, depois a Faria Lima e ainda falta mais de um ano. Imagina quantos radares, quantas ruas ele vai fechar…

  • CCN-1410

    BR-282 em Santa Catarina. Tranqüilo e sempre com o cuidado de não passar dos 80 km/h. Nisso e subitamente após um aclive, aparece uma placa com o aviso de velocidade máxima de 60 km/h e um radar oculto, desses que acusa a velocidade, mas não mostra no painel. O resultado foi uma multa por estar em velocidade incompatível com o trajeto, que foi de 72 km/h. Se eu freasse violentamente para baixar ainda mais a velocidade, poderia sofrer uma colisão traseira.
    Alguns dias depois essa multa aparece em casa e confirmada no site do Detran, mas quando do emplacamento ela não foi cobrada. Claro, era ano de reeleição.
    Passado mais uma ano e novo emplacamento, foi necessário pagá-la, porque o governador já havia sido reeleito.
    Esses foram seus partidos, conforme verifiquei na Wikipedia: PFL (1983- 2007)
    DEM (2007 – 2011)
    PSD (2011 – ).
    Como você e os outros leitores podem notar caro Bob, não são apenas os políticos do PT que são safados. É geral!
    Às vezes é muito difícil fazer com que algumas pessoas entendam que não sou partidário, mas sempre eu olho com os dois olhos e sei que nossos problemas são todos eles e não apenas uma das siglas.

    • CCN1410
      Décadas atrás a revista Quattroruote tinha uma seção chamada “Tutti hanno il diritto di sbagliare, ma c’é che ne abbusa”, na qual apontava erros e pérolas das outras revistas (Todos têm o direito de errar, mas se é que não abusa), mas na mesma página havia um quadro que dizia “Sbaglia anche Quattroruote^ (Até Quattroruote erra), se redimindo da “dedurice”. O mesmo com os partidos políticos, como você disse. Pois todos têm o direito de ser safados, mas PT abusa desse direito. Que partidozinho xexelento! Que gente mais ordinária! Também, não poderia ser diferente, tendo sido fundado pelo molusco nove-dedos. E o povão – e muita gente boa, até das minhas relações – embarcou nessa, o que ainda mais revoltante.

      • anonymous

        Não seria ‘tutti hanno il diritto di sbagliare, ma c’è chi ne abusa’ (todos tem o direito de errar, mas há quem abuse)?

        Ademais, Bob, fica a sugestão de o AE seguir o exemplo da Quattroruote e apontar não apenas os erros do PT, mas também dos outros partidos. Vejo sempre a insistência contra o Haddad, e contra o ex-presidente, mas nenhum comentário em relação aos demais. Fica parecendo o pessoal que foi protestar contra a corrupção (do PT) mas defende políticos já conhecidos por falcatruas diversas…

      • anonymous

        Censurou meu comentário e vai deixar a frase errada mesmo? Que feio Bob.

      • CCN-1410

        Com o valor cobrado pela energia elétrica neste mês, o governo não irá durar muito tempo. Pode crer!

    • Fórmula Finesse

      É vergonhoso, que situação terrível a que somos submetidos, e o pior que até a PRF está no meio com fiscalizações sem sentido….

    • Lucas

      Na minha opinião, enquanto não acabarem com os cargos comissionados, o fundo partidário, e dar uma boa aperfeiçoada na lei de licitações, para dificultar o direcionamento e fraude dos contratos públicos, dificilmente essas coisas acabarão.

      Os cargos comissionados é onde a “cumpanherada”, depois da eleição, relaxa e se espreguiça, além de trabalhar as falcatruas de dentro da máquina pública. O Fundo Partidário é a razão primeira de 11 entre 10 partidos políticos no Brasil, afinal, quem não quer ter acesso a quase 1 BILHÃO de reais. E a lei de licitações (8666/93) é até boa, veio com o intuito de resolver (e em alguma medida até resolveu) muitos problemas que aconteciam antes dela, mas precisa ser mais rigorosa, mais rígida e fechar mais ainda as brechas que continuam abertas.
      E eu apoio também as 10 medidas do Ministério Público para o combate a corrupção. http://www.dezmedidas.mpf.mp.br/

      • CCN-1410

        O correto é fazer concurso público para todos cargos, mas nisso também há corrupção.

      • CCN-1410

        Se todos os prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do país forem fiscalizados com rigor, eu acredito que o Lava Jato vai se chamar “lavajatinho”.

    • Roberto

      Estas reduções bruscas de velocidade incomodam bastante ao trafegar nas estradas. Recentemente fiz uma viagem entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina pela BR-101 e lembro que havia pelo menos dois pontos onde a velocidade era reduzida de 110 km/h para 60 km/h e logo em seguida havia um radar.

      Outra situação que ocorre muito é quando há uma redução de velocidade para passar em algum trecho urbano ou por uma obra na estrada, mas não há depois uma placa que indique o retorno a velocidade normal da via. Desta forma, se for seguir rigorosamente a sinalização por medo de existir algum radar meio que escondido, você se sente um tranca rua, sem falar que pode representar um perigo para você e outros na via.

      Nestes casos, se não tem um bom conhecimento da estrada, ou se não tiver um GPS com indicação de radar (entrando, de certa forma, na ilegalidade), você fica refém da falta de estrutura das estradas e de bom senso de nossas autoridade e órgãos responsáveis.

      • CCN-1410

        Recentemente na BR 470 tinha uma placa de redução de 80 km/h para 60 km/h, mas como você disse, não tinha nenhuma placa de retorno para a velocidade anterior. Então eu segui a 60 km/h por um bom tempo, com uma viatura da PRF colada em minha traseira. Só aumentei a velocidade depois que me ultrapassaram.

    • Otavio Marcondes

      Rodovia federal é competência de quem? Do governo federal, foi este que determinou os radares na BR-282.

      • CCN-1410

        Ok Otavio, mas você acha mesmo que o governador nada pode fazer? Não é bem assim.

      • Marco

        Mas se as picaretagens em estradas estivessem limitadas às rodovias federais, vá lá…

        O olho gordo na receita de multas não tem vínculo partidário, não…

  • guest

    “nós pega o motorista”

    • Rafael Alx

      Kkkkkk, boa!

      Enquanto isso:

      • Marco

        Tomara que essa geringonça vá para o chão…

  • Fernando Knapp

    Bob, seria confiável usar o GPS do smartfone para saber a velocidade real? Só é necessario instalar um aplicativo. Abs

  • Luiz AG
    Também, me esqueci dessa. Vou acrescentar.

  • Bruno L. Albrecht

    Acho que uma das formas que faria com que esses desmandos parassem, sem mexer nos “políticos”, seria fazer com que TODO o dinheiro arrecadado com multas de trânsito fosse usado para a melhoria do trânsito (não é lógico?), ou seja, melhoria do asfalto, construção de passarelas onde necessário, melhoria da sinalização, etc. Não é uma boa idéia?

  • Jorge Diehl

    nóis pega os troxa…

  • André Campos
    É mesmo coisa de bandido, de salafrário.

  • Rafael Alx

    Também já dei uns “passeios” nos carros de casa com o GPS do celular para saber até onde o ponteiro do velocímetro pode apontar, já considerando a margem de erro desse, e a tolerância de 7 km/h. Com isso, dá para reduzir um pouco a letargia dos novos limites impostos… Chega a dar até sono de trafegar na pista local da marginal a 50 km/h.

    E os medrosos que para ter “margem de segurança” trafegam abaixo do (baixo) limite, isso sem considerar a margem de erro do velocímetro deles, e ainda ficam alugando a pista da esquerda?

    • Car Science

      é verdade! tem isso também, além da velocidade já ser baixa os motoristas de forma geral andam bem abaixo ainda com medo de levar multa.
      Lembro uma vez aqui no AE que alguém postou uma foto de uma lombada eletrônica onde o limite era de 60 e alguém passou a 30 e ainda o aparelho mostrou a mensagem… “Parabéns”.

  • Newton ( ArkAngel )

    Os novos radares nas marginais, instalados escondidos após as pontes, estão multando sem considerar a tolerância legal. Passou a 51 km/h já leva multa.

  • natan ravel

    Recentemente abaixei “minha” velocidade máxima para 50 km/h aqui em Salvador (onde a máxima é 70km/h) Motivo? Consumo de combustível, a simples alteração me fez render alguns quilômetros a mais com o litro, até entendo esse ponto de vista ambiental,onde menor velocidade=menos poluentes mas isso não se aplica no nosso país, enrijecer as regras de emissões é uma saída muito mais eficiente e viável do que abaixar a velocidade de todos. Aqui na Bahia tem trechos da BR-116 com velocidade natural acima de 120 km/h e pela lei deve-se andar a 80, a pergunta é quem definiu essa velocidade? um engenheiro de tráfego que não foi.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, o que você acha das lombadas eletrônicas para aferir o velocímetro? Eu costumo usar as de são Paulo e aquelas do pedágio (Sem-Parar) para aferir o velocímetro.

    • Car Science

      Também costumo fazer isso.

    • André Stutz Soares

      Daniel, tem várias delas, pelo menos na Dutra, que mostram velocidade incorreta. Acontece sempre, estou passando a 40km/h e mostra, digamos, 53km/h ou estou passando a 40km/h e mostra, digamos, 30km/h. Não deve haver uma preocupação em aferi-las.

  • pkorn

    Meu aparelho de GPS (ex: Garmin) fornece a velocidade real ou também vem com o desconto padrão?

    • marcus lahoz

      GPS mostra a velocidade real, mas tem um atraso de pelo menos 1 segundo.

  • Ilbirs

    Em relação a atos no volante, continuo batendo na tecla que estou batendo sempre: Waze ligado (pois sempre você vai ouvir “radar reportado a não sei quantos metros”) e algum aplicativo que dê alarme assim que passar do limite programado (eu uso Speed Alarm, que permite programar até oito limites). De tal forma, não só se “naturaliza” os limites artificialmente impostos (aqui no sentido de saber precisamente e poder tirar o pé, evitando assim os radares marotos) como também se sabe onde está o radar, além de se poder jogar em cima da tolerância desses radares (como já disse em outra ocasião, programei limites 4 km/h acima do que está em média nas placas, limites esses que são 3 km/h abaixo da tolerância do radar, de maneira a não me tornar parte involuntária do Rivotril Driving Team que assola São Paulo).
    Também repito: vou aguardar o surgimento de alguma Operação Lava Turbo-Hélice (nome que deixo aqui só para dar uma noção de escala quando comparamos à Lava Jato), pois tenho altíssimas desconfianças sobre essas reduções de velocidade para níveis altamente antinaturais. Já se desbaratou o Mensalão e o Petrolão, além de por ora estarmos na expectativa de ver se o BNDES também sofrerá devassa. Não há processo revolucionário se não houver dinheiro, uma vez que se está indo contra o fluxo natural das coisas e negando-se a realidade. Logo, você só consegue impor absurdos se houver contínua alimentação financeira para manter aqueles que propagam tais absurdos e dizem que tais absurdos é que seriam o natural. Logo, se não houver uma determinada fonte de recursos, irão procurar outras.

    Já em relação a política, volto a dizer aquilo que sempre digo:

    1) Não votar em ninguém do PT;

    2) Não votar em ninguém de partidos que façam parte do Foro de São Paulo (PT, PSB, PDT, PPS, PC do B, PCB, PPL);

    3) Não votar em ninguém de partidos que sejam linha auxiliar do Foro (PSOL, PSTU, PCO);

    4) Lembrar que PSDB não é oposição de fato, mas a outra lâmina da tesoura gramscista, sendo na prática um PT que diz “por obséquio”;

    5) Prestar muita atenção a candidaturas aparentemente contrárias ao PT e ao Foro que na realidade são “cristianizadas” (jargão eleitoral brasileiro para candidaturas feitas propositadamente para perder), mas que dividem o eleitorado e acabam permitindo que no segundo turno só haja candidatos de esquerda. Como já disse, tenho minhas desconfianças em relação à candidatura do Datena;

    6) Prestar atenção também ao voto para vereador, pois uma câmara contrária ao PT e ao Foro pode inviabilizar boa parte da agenda que nos querem impor. Faça aí analogia com o que estamos vendo no Congresso atualmente.

    Também é bom prestar atenção a certas manobras, como essa história de a Marta Suplicy, que estava para entrar no PSB (partido que faz parte do Foro), de repente ir ao PMDB (que não faz parte de tal organização), sendo que antes fez aquela aparente briga com o PT que parece muito calculada para parecer briga de fato. Pode ser que o PMDB sirva de “barriga de aluguel” para o Foro em âmbito municipal como parte dele está servindo no federal. Logo, não é preciso dizer que não se deve votar em quem não rompeu de maneira clara e inequívoca com o PT e o Foro.
    Por fim, para descontrair…

    http://f.i.uol.com.br/folha/poder/images/12247468.jpeg

    http://i4.ytimg.com/vi/FFUULOZffR4/hqdefault.jpg

    http://www.diariosp.com.br/diariosaopaulo/upload/noticia/1349647304haddad_pt370x211.jpg

    https://pbs.twimg.com/profile_images/420175038/boca_400x400.jpg

  • Pedrobsb
    Muito esquisito isso. Como está descrita a autuação na notificação? Sempre são indicados velocidade medida, velocidade considerada e velocidade-limite – que você diz ser de 60 km/h – para configurar infração. Há menção de 40 km/h na notificação?

    • pedrobsb

      Bob, boa tarde.
      Então, na notificação diz que a máxima permitida é de 40km/h, foi de um radar móvel em um posto policial. Sendo que a 200 metros antes tem uma placa grande indicando máxima de 60 km/h e escrito “policial militar rodoviária a 200 m reduza a velocidade”. Irei recorrer.

      • pedrobsb
        Se não havia placa de 40 km/h antes do posto da polícia rodoviária não houve infração e você deve recorrer, e o recurso deve ser deferido. Mas está cara que foi safadeza.

      • Davi Reis

        Não deixe de recorrer mesmo, um absurdo uma multa dessas.

  • Marcelo

    Eu desisti. Antes até tentava andar no limite, agora desisti. Ando do meu jeito e só freio no radar.

    • Ilbirs

      Como já falei, o lance é fazer a combinação de Waze ligado e algum aplicativo que dê alarme assim que se passe de um determinado limite programado, podendo-se aí programar inclusive uma margem de tolerância mais rigorosa que a do radar só mesmo para ficar distante da marca dos 7 km/h a mais.

      • Marcelo

        Sim, uso sempre o mapa radar e o radardroid

  • Marcelo Alonso

    Circula na Internet,: “Fiz um monte de ciclofaixas e ninguém está usando… Já sei !!! Vou abaixar a velocidade das ruas até eles usarem bicicletas”

  • Mingo

    Bob,
    O pior, é que se os motoristas se adequarem às novas velocidades, a prefeitura imediatamente abaixará o limite para 40 Km/h, e depois para 30, 20 e assim por diante, até a cidade literalmente PARAR. Esses canalhas estão visando somente encher os bolsos com nosso suado dinheiro, nada além disso. Sinalização, educação de trânsito, tapar buracos e pintar as faixas das ruas, esquece, que isso não dá dinheiro.
    Tenho receio também que irão diminuir cada vez mais ou mesmo ignorar as tolerâncias, portanto se o motorista estiver a 51 Km/h e passar por um radar, já era…
    Prefeitura de CORRUPTOS e CET cabidão de empregos do PT.

  • Wagner Bonfim

    Acho que ainda pior do que esse terrorismo, e isso serve para quase todo o quadro PeTista, é essa postura ditatorial.

    Para eles, pouco importa a opinião alheia, mesmo que de uma maioria. Tudo tem um viés ideológico e quem discorda é apenas mais um burguês …

    • Domingos

      Mesmo que 93% discordem, é burguês…

  • Marcelo Alonso

    Ligação entre o viaduto Aricanduva e rodovia Fernão Dias…
    30 km/h, com essa velocidade nem adianta tentar aproveitar a tolerância dos equipamentos, para ganhar míseros 2 km/h. É desanimador.

  • Discipule

    Esse vídeo resume bem a lógica e inteligência – se é que existe – dos políticos brasileiros. É muita pataquada mesmo!

  • Newton
    Como soube disso, onde viu essa informação? Isso é gravíssimo, derruba presidente da CET ou secretário de Transportes. Toda multa, e isso é Contran, deve indicar velocidade medida, velocidade considerada e limite da via.

    • Newton ( ArkAngel )

      Foi ontem, chamei o CET para remover um carro estacionado em frente à garagem da vizinha, e brincando com a agente, perguntei se o Haddad estava contente com as multas nas marginais, e o mesmo disse: “Rapaz, tô sabendo que vão zerar a tolerância dos radares, aí o bicho vai pegar ”
      Questionei a origem da informação, e o agente disse que a pegadinha provavelmente vai ser nas transições da pista de 60 km/h para a de 50 km/h, naquele pequeno trecho meio indefinido entre uma pista e outra.
      Não sei se é boato, mas é bom ficar de olho.

    • Domingos

      Bob, o que derruba petista chama-se exército. Se a Dilma sair pacificamente, e rezemos por isso, já vai ser um milagre.

      Esse cara aí pode cometer toda a ilegalidade que quiser que só sairá a força.

      Ainda bem que é só mais um ano.

  • Fabiano Ferrari Traldi

    Na segunda dica, onde está 100/1,05 = 66,6 na verdade seria 70/1,05 = 66,6…um pequeno erro.

    Fui para São Paulo esse final de semana, e pela primeira vez andei na marginal Tietê com os novos limites. Chega a dar desgosto, creio que para pessoas ansiosas possa ser até perigoso, ainda mais quando trafegam na faixa da direta a 50 km/h…

  • marcus lahoz

    Tomei uma multa hoje na lombada eletrônica, puro descuido. Estou com raiva até agora.

    A melhor forma que achei de evitar os radares foram: utilizar o waze ou o aplicativo radar Brasil (comprei a versão completa por 9 reais) e um anti radar na rodovia. Ajudam muito.

    Agora o melhor que fiz foi colocar o carro em nome da empresa, não tenho nenhuma multa em meu nome, tudo bem que tenho que pagar no carro (nunca cobraram dobrada), mas pelo menos não perco a carteira.

  • André Stutz Soares

    As evidências da multa com intuito meramente arrecadatório, e não educativo, só aumentam:

    “CET orienta fiscal a se esconder dos motoristas”

    http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000766809/cet-orienta-fiscal-a-se-esconder-dos-motoristas.html

  • Car Science

    Não rodo muito pela cidade de São paulo, meu trajeto é interior de SP e Paraná, porém já flagrei alguns absurdos em nossas estradas. Como por exemplo radares sem a informações qualquer de velocidade permitida. Vc fica vendido e não sabe qual velocidade poderá passar. Os radares móveis também são colocados de forma que realmente são uma armadilha ao motorista. Fica evidente que o objetivo do controle de velocidade é para se ter uma fonte de renda e não para educar e tão pouco para prevenir acidentes. Sempre que vejo esses caras dos radares móveis faço questão de bar uma buzinada e mandar uma mensagem por gesto que não é de fato uma banana. Mas sim um gesto feito com apenas uma mão. Sei que os agentes não tem culpa das localizações dos radares só cumprem ordens, porém, são eles mesmos que observam meu protesto solitário. Rs.

  • jrgarde

    Por falar em Prefeitura de São Paulo, recebi essa imagem ontem…até meu consumo de carne os caras querem proibir?
    Não tenho nada contra quem não come carne, cada uma faz o que quer, mas o que a Prefeitura tem que se meter nisso?
    Vai construi creche, hospital, coibir camelôs, reduzir violência, fazer algo útil com os craquentos…

    • Fat Jack

      Depois que eu vi que há prefeituras PROIBINDO a colocação de sal sobre as mesas dos restaurantes, pois segundo eles, a presença do sal lá incita o cliente a adicionar sal à comida (nunca vi nenhum saleiro armado gritando com o cliente: “_Me põe na comida ou eu atiro!”), eu não duvido de mais nada…

    • Domingos

      Na sociedade de hoje eu faço questão de ser machista, consumir bastante carne, consumir refrigerantes e ainda falo de religião sempre que posso.

      É importante marcar território. A intenção do mundo libertário-vegano-ecológico-ateu é ver todo mundo sendo maloqueiro fútil usuário de drogas que troca suas liberdades individuais (como andar de carro, não ser assaltado pelo governo e comer carne) pela liberdade de fumar um sem ser incomodado.

    • Viajante das orbitais

      O que mais me irrita é pensar no tanto de dinheiro é gasto com imbecilidades do tipo.

  • jrgarde

    Eu configurei o waze para mostrar a velocidade (aparece um velocimentro) e sempre bate com as lombadas eletronicas.

  • Claudio Abreu

    Perfeito. Sem esquecer, Ilbiris, de que o voto mais importante acaba sendo o do legislativo (deputados e vereadores). Temos o pior congresso nacional da história! Tem muita gente que acaba ‘protestando’ justamente nessa eleição – Titirica e afins. Enfim, nada de partidarismo barato: o importante é conseguir cobrar dos nossos eleitos, sejam eles de nosso voto ou confiança.

    • Lucas

      Concordo. Dos três poderes, nosso maior problema é no Legislativo. Tudo passa por ele e se entram uns irresponsáveis lá, o poder executivo pode ser o melhor do mundo que vai ter problemas.

  • c4vitesse

    É um alívio poder ler, pelo menos aqui e em alguns outros poucos sites, um editorial que tem a coragem e o bom senso de se colocar contra as ações ridículas que estão fazendo em relação ao trânsito.

    Está muito difícil ter boa vontade vivendo em São Paulo, hoje tive que andar a 50km/h na marginal e é simplesmente impossível. Eu queria ver o nosso prefeito tentando fazer isso, principalmente de madrugada. É uma vergonha. Já não consigo encontrar mais motivos para ficar na minha cidade natal ou, pior, no país.

    Chegou num ponto de desânimo que confesso que não me incomodaria de nada se algum grupo mais, digamos, radical, decidisse danificar ou destruir os radares da cidade. E olha que nunca compactuei com vandalismo.

    Enfim, culpa em parte das pessoas desinformadas que votaram em um prefeito sem antes pesquisar o histórico do candidato. O motivo pelo qual eu não votei nele foi (além do partido, claro) justamente o que ele fez como ministro da educação – não soube nem ao menos conduzir a aplicação do ENEM sem vazamentos, quem dirá conduzir a maior cidade do país. Se ele for reeleito, aí realmente é melhor sair daqui, por que vai ficar claro que o povo gosta de ser explorado.

    • Diney

      Os mesmos pensamentos fazem o meu cérebro ferver….

    • CharlesAle

      Meu irmão teve uma idéia boa: Por quê não pintar os postes dos radares fixos de cores berrantes, ou luminescentes?? Assim, daria para o motorista ver, de longe, os benditos radares! E o ponto onde geralmente fica os móveis, pintar um poste , ou alguma referência para mostrar que, ali, de vez em quando fica um radar móvel? No minimo, isso daria trabalho para os técnicos que sempre teriam que limpar os postes….

      • Leo Di Salvio

        Na Avenida Pompéia alguém colocou uma placa escrito RADAR bem grande perto de um….kkkkk

        • Andre Sousa

          Seria mais legal se tivessem colocado fogo, ao invés da placa…

      • francisco greche junior

        Essa idéia é excelente!!

      • Lucas dos Santos

        Em minha cidade é assim. Há uma lei municipal que obriga que os postes dos radares sejam pintados de verde, com tinta refletiva, e que três linhas transversais, também na cor verde, sejam pintadas no pavimento, no povo exato da detecção. Apesar de fugir aos padrões nacionais de sinalização, ao menos deixa os radares bem visíveis.

  • Claudio Abreu

    Bob – pra engrossar a sopa -, penso haver uma “máfia do asfalto”. É bastante comum vermos remendos e recapeações a torto e a direito, sem o menor critério. Chega ao ponto do absurdo: uma das vias que recebeu ciclofaixa, Rua Lisboa, em Pinheiros, teve o leito carroçável recapeado sem o menor motivo. E, pasmem, não recaparam a ciclofaixa lindeira, o verdadeiro motivo das reclamações…
    Voto pela CPI do asfalto – além da do lixo, da comunicação visual, da dos pontos de ônibus, das concessões para parklets, das concessões para bikeSampa etc… é tanta coisa pra investigar que eu fico até tonto.

  • Christian Bernert

    Olá pkorn. Uso GPS desde a década de 1990 quando ninguém ainda fazia a menor ideia do que era isto.
    Todos os aparelhos de GPS (incluído os smartphones com esta função) apresentam a velocidade real. Mas você deve ter em conta que a taxa de atualização do visor varia de um aparelho para o outro. Por vezes a velocidade do veículo varia mas a velocidade indicada fica ‘congelada’. Além disso o sinal do GPS pode variar em áreas cercadas por prédios ou com árvores. Portanto para aferir o velocímetro do seu carro é recomendável andar por uma via de pouco trânsito, longe de prédios e árvores e manter velocidade constante, observando a velocidade típica indicada no GPS, desconsiderando eventuais variações ‘malucas’.
    Se você usa um GPS Garmin, verifique se há conexão USB para computador. Existe um software muito bom para gestão de waypoints e trajetos que é grátis: o TrackMaker. É só ‘googar’ o termo e você já encontra a página dele. Pode fazer o download da versão grátis do programa que é muito útil.
    Veja por exemplo na figura abaixo um trajeto que eu fiz em julho. Eu ressaltei um ponto onde você pode ver todas as informações instantâneas: data, hora, altitude e velocidade.

  • Claudio Abreu

    Um dos empresários brasileiros mais agressivos e bem sucedidos; um dos ladrões políticos mais conhecidos de todos os tempos.

    • Domingos

      Não é à toa que se juntou com o PT…

  • Costa

    Estou 100% com você Edson, tenho 17 anos de carteira e nunca tomei multa por excesso de velocidade, já rodei quase 300mil km, é pouco pelo tempo de carteira mas é um valor relevante.
    Por mim pode ter radar escondido em qualquer lugar, atrás de árvore, viaduto, no céu, no chão, invisível que não fará diferença.
    Avisar que tem radar é a mesma coisa que contar para o ladrão que você vai viajar e a casa ficará sozinha.
    Só respeitar as leis de trânsito e está numa boa, nunca vai enriquecer ninguém pagando multas.
    Não adianta reclamar porque isso não vai mudar e é tendência em vários países, inclusive em alguns países da tão citada Europa.

    • Costa

      Deixe-me complementar porque ficou faltando em “é tendência em vários países, inclusive em alguns países da tão citada Europa”.
      Quiser dizer tendência de redução da velocidade e não de aumento de radares.

      • francisco greche junior

        Tendência de produzir carros cada vez mais rápidos, que freiam melhor e em menos espaço, tudo sempre melhor. Ai por outro lado a tendência de reduzir velocidade. Qual a lógica disso? Poderiamos ter os mesmos carros ditos carroças da época do Collor que estaríamos bem para os padrões de hoje.
        Bem não, estariamos melhor, teríamos carros verdadeiramente movidos a álcool que eram mais econômicos que os flex, o mesmo com carros a gasolina.
        Afinal, sei lá o porque estamos avançando tanto nos carros. Acho que comprarei um Uno usado, deixarei a mecânica zerada, carburador bem regulado e pronto, não preciso de mais para o dia-a-dia desta cidade de São Paulo.

    • Lucas

      Não é tão simples assim. Há uma industria da multa, onde limites são baixados desnecessariamente com o intuito de pegar os menos atentos, metas de arrecadação com multas, sinalização propositadamente confusa ou faltante, e etc. Há mau-caratismo mesmo. É preciso ficar MUITO atento porque o que eles querem é pegar você!

    • Lemming®

      E por ser tendência está correto?
      Nada baseado em coisa nenhuma é a base destes limites então…
      Outras coisas estão virando tendência…vai abraçar também??
      Tem o certo, tem o errado e tem o PeTralhismo…fico com 2 de 3.

      • Ilbirs

        Se falarem que beber veneno é tendência e fazem isso inclusive na Europa, esses caras tomam veneno alegremente, não sem antes defender e usar argumentos aparentemente abalizados mas que só são retórica vazia. Provavelmente apoiam o marxismo também porque veio da Europa, assim como apoiam a igualmente européia vertente chamada gramscismo.

    • robson santos

      muuuuuu ( 2 )

      e e ô ô vida de gado….

      • Domingos

        O pessoal aí que concorda tem vocação para tocar uma fazenda, um rebanho… Para dirigir já não sei…

    • Edson Gonçalves Santos

      Valeu Costa! Certíssimo, é só respeitar a sinalização.

      • Costa e Edson
        Vocês são mesmo duas “capacidades”, acham que defendemos desrespeitar a sinalização. Não entenderam nada, só vocês dois. Lamentável.

    • francisco greche junior

      Parabéns, merece uma estrelinha na CNH! Exemplo de cidadão! Bom, eu heim… Sério mesmo?

    • Bruno Ribeiro Senaha

      E se for permitido andar só a 30 km/h, você anda?

  • André K

    Para mim, tudo o que vai dito no post é ótimo mas “E os medrosos que para ter margem de segurança trafegam abaixo do (baixo) limite, isso sem considerar a margem de erro do velocímetro deles, e ainda ficam alugando a pista da esquerda?” (que são a imensa maioria) inviabilizam o conteúdo.

  • Fernando

    Não sei quando você passou por ela, mas até pouco tempo ainda não havia o trecho leste do rodoanel, então na verdade para quem estava na Ayrton Senna, acabava caindo na Jacu Pessego pois esse era o acesso ao Rodoanel em Mauá.

    Aliás vale citar a insegurança nesse trecho, que mesmo com base da polícia, há trechos conhecidos de criminosos jogando pedras nos carros para tentar um assalto mais à frente.

    • Fabio Toledo

      Justamente, ainda não adequaram a sinalização na Ayrton Senna.

  • MGregolin .

    Fica tranquilo… Ou melhor, não dê ideias para essas “mentes poderosas”!! Logo logo vão lançar a pérola da “tolerância zero de velocidade” assim como fizeram com a Lei Seca.

  • Christian Bernert

    O triste de tudo isto é que somos cidadãos bem educados, pensantes, cordiais e, por ser assim, cremos que podemos resolver tudo com bom senso. Então somos achincalhados por gente grossa, despreparada, abrutalhada, irracional, que usa a força bruta e destrói o que vê pela frente.
    Até quando a iniquidade vai se impor? Até quando teremos que aturar esta inversão de valores? Será que temos que nos igualar a estes animais irracionais para fazer valer a racionalidade?
    Que dilema…

    • Eduardo Mrack

      Não Christian, teremos que ser piores do que eles, nos igualar não basta, acredite. A racionalidade foi deixada de lado faz tempo, se é que um dia existiu. Vai piorar muito, muito mesmo, antes de melhorar.

      • Roberto

        Tem coisas que precisam chegar ao fundo do poço para começarem a melhorar. Infelizmente eu acho que o trânsito se enquadra nisto.

  • Antonio

    Cade o estudo que foi meciondo? Em que condições foi feito? Que tipo de infraestrutura estava envolvida? O MP tem que questionar isso.

  • André Andrews

    Eu sempre uso 10 km/h a mais de velocímetro para a velocidade limite, já checado com o GPS. Com o carro com conjunto pneus e rodas originais, creio que essa seja a média da maioria dos carros para se explorar a tolerância do equipamento.

    Com esses limites de 50 km/h, dá até desgosto pegar o carro, com desinformados se arrastando a 30~40 km/h.

  • Ainda temos cerca de uma ano de martírio até o próximo prefeito assumir (não aposto em reeleição do nosso atual caudilho); espero que o sucessor seja mais ponderado e considere que o que está acontecendo fere os preceitos da nossa Constituição, que é justamente o direito de ir e vir.

    • Andre Sousa

      Os candidatos que forem espertos irão explorar isso tudo na próxima eleição, inclusive a questão de meta de multas na CET. Vai acontecer algo parecido com o que aconteceu com a taxa do lixo. Aguarde.

  • Fat Jack

    Depois de tomar algumas multas de 1 ou 2 km/h (em tese contados ditos os “limites”), ando sempre com o velocímetro 10km/h acima do limite, visando o uso do “limite legal” depois de conferir que a esta velocidade ainda me encontro na margem até 7km/h na qual não posso ser multado. O difícil é conseguir fazer isso, pois na prática a imensa maioria os motoristas estão andando abaixo dos 60km/h (de velocímetro) onde o limite é 70 km/h… “arrastoterapia” forçada…

  • Fat Jack

    Vejam a que ponto a coação aos agentes de trânsito está chegando…

    • Andre Sousa

      Que fique claro que isso começou a acontecer de modo mais intenso e descarado a partir de 2013. Veja pelas próprias placas de “Fiscalização Fotográfica de Velocidade”, que sinalizavam os radares, algumas instaladas pela gestão Kassab, mesmo após o decreto que não as tornavam mais obrigatórias, e que foram todas removidas por essa gestão criminosa atual. Impressionante, onde tem PT, tem ataque ao bolso do cidadão.

      • Fat Jack

        É a atual administração está se superando a cada dia na busca pelo dinheiro público! (como também foram Martha e Erundina, só para relembrar…)

  • Juvenal Jorge

    Ah, mas foi bom ir na Paulista no domingo e sentir o “amor” que uma grande quantidade de gente sente por esses políticos petistas.
    Ah, como foi bom.

  • Marco

    De uns tempos para cá, à exceção do caminho casa – trabalho – casa, utilizo GPS constantemente. Ainda que não cadastre endereço algum, o deixo ligado justamente para trafegar com a margem de tolerância.

    Ocorre que certas vias, mesmo com a margem de tolerância, é praticamente impossível de dirigir sem ultrapassar o limite.

    Por falar em picaretagem, já comentei, mas faz umas três semanas, voltando de Campinas, na Rod. Santos Dumont, fui ultrapassar um VUC Hyundai. O limite da via é 80km/h. Por ser leve descida, evidentemente que ultrapassei um pouco o limite (quem conhece o local sabe que é baixo). Durante a ultrapassagem, vi dois policiais escondidos atrás de algumas árvores, a uns 40m da rodovia apontando a pistola-radar para mim.

    Hoje chegou a notificação. Me flagraram a incríveis, inacreditáveis,ultra mega rápido 84km/h. Pois é. Numa reta, com total visibilidade.

    São Paulo eu tenho evitado. Moro em São Bernardo, mas costumo ir para a capital a trabalho. Agora, só vou a trabalho, em último caso mesmo. Está um inferno andar pela cidade.

    Sobre a foto que ilustra o post. Para tratar com o Sr. Nós Toma a Multa, o Pofexô é insuficiente. Esse cara merece é um pisão a la Wayne Rooney.

    • DPSF

      Se o limite da via era 80 km/h, você teria ainda mais 10% de velocidade para ultrapassagem (totalizaria 88 km/h) e ainda mais 3% de tolerância do equipamento de aferição pelo Inmetro, o que lhe daria mais uns quilômetros acima do limite estabelecido. Multa fácil de derrubar na Jari e até na justiça. Em qualquer radar ou lombada eletrônica, existe esse limite para cima, girando e torno de 13% da velocidade máxima permitida na via…

      • Lucas Peixoto

        Correção:
        velocidade medida = velocidade considerada +7km/h (quando abaixo dos 100)

      • Marco

        Mas 84 km/h foi a velocidade considerada. O radar flagrou incríveis 91 km/h. Numa reta e leve descida.

        Ou seja, saiam da frente, pois sou um perigo para as estradas.

  • Juvenal Jorge

    Mas vai chegar um dia em que os carros estarão de tal forma lentos que os motoristas serão assaltados em movimento. Deve ser um dos objetivos dessas duas bestas mentecaptas, prefeito e secretário.
    Tenho tal ódio dessa gente que nem mesmo consigo tentar ser altivo e calmo com eles.
    Quero que morram logo.
    Imbecis inúteis e vagabundos autoritários.

    • Domingos

      Sou outro que espero que morram e não tenho a menor vaidade em dizer isso.

      • Andre Sousa

        Olha, eu já me dou por satisfeito só de ver que a rejeição a esse vagabundo é de mais de 70%, conforme pesquisa publicada recentemente. Estão cumprindo muito bem, intencionalmente ou não, a missão de afundar (mais) o PT em São Paulo. Esse sim vai ser um bom legado dessa gestão. Como se diz: lugar de lixo é no lixo.

        • Domingos

          Sim, isso é ótimo. O problema é que é nas custas da cidade toda.

          O papel de firmar o PT como ruim ele conseguiu em 6 meses de prefeitura, depois disso podia ir passar férias ou dar aquela morrida gostosa.

    • Luan

      Tirando a emoção de lado, aparentemente as medidas surtiram efeito. É importante avaliar tecnicamente.

      http://atarde.uol.com.br/brasil/noticias/1704213-em-sao-paulo-numero-de-acidentes-cai-30-apos-novos-limites-nas-marginais

      • Avatar

        Qual a fonte da informação? Isso tem muito mais a ver com o medo dos motoristas em não engordar o caixa da prefeitura, devido ao terrorismo quando da divulgação de informações como “aumento na fiscalização” e “instalação de novos radares”.
        Mas não se preocupe, isso até nos habituarmos a eles…Sem demagogia.

      • Lemming®

        Surtiu efeito ou deixaram de “anotar”…??
        Como dizia meu avô…papel aceita qualquer coisa.

      • Fat Jack

        Você está obviamente ignorando um fator bastante importante como as férias escolares, a redução de veículos nas marginais (fato que muitos, inclusive eu, saem de férias neste período).
        E por esse raciocínio deveríamos todos andar a pé, assim a redução seria de 99.9%.

    • Avatar

      Juvenal,
      Infelizmente também já estou com esse sentimento…

  • Guilherme Keimi Goto

    Fat Jack,
    Tive a infeliz experiência de trabalhar no serviço público em funções de fiscalização e lamento informar que a CET é só 1 das infinitas organizações públicas que tem meta de arrecadação.
    A culpa disso é sempre do cargo comissionado que para não perder a boquinha tem que fazer pressão no funcionário de carreira para agradar o político cretino que o colocou lá, não vamos nem falar em desvio de verba ou superfaturamento… E coitado do cara que entrar nesses cargos comissionados e querer bancar o honesto, roda na hora.
    Termino com uma das frases que expressam minha infeliz experiência: Malditos sejam os cargos comissionados no Brasil (não todos, só a maioria)

    • Lucas

      Antes da obrigatoriedade de concurso público para contratação de trabalhadores para órgão públicos era uma farra. Quando tentaram acabar com ela, obrigando que todo servidor público fosse selecionado através do devido concurso público, a figura do cargo comissionado foi o jeitinho (típico do Brasil) de não acabar completamente com a balburdia de antes. É a perpetuação do cabide de emprego.
      O fim do cargo comissionado, sem nenhum outro tipo de jeitinho, é condição fundamental para a melhora dos serviços públicos prestados no Brasil.

    • Roberto

      E o pior é que pouquíssimo daquilo que é arrecadado com multas é aplicado naquilo que deveria ser prioridade. Segundo algumas reportagens, menos de 1% é investido em educação para o trânsito. Enquanto isto, uma boa soma do resto tem destino “não informado”:

      http://amp-mg.jusbrasil.com.br/noticias/2992929/transito-menos-de-1-da-receita-de-multas-para-educacao

  • Domingos

    “Respeitar os limites de velocidade é a única saída para evitar o enriquecimento da indússtria de multas”.

    Isso, aí quando ano que vem São Paulo ficar com tudo a 40 km/h, você fala esse mesmo papo para nós.

    Em tempo, eu orgulhosamente desrespeito a maioria dos limites de velocidade (ando na velocidade natural) e nunca tomei multa de velocidade.

    • Andre Sousa

      Faço a mesma coisa. Antes eu respeitava todos os limites. Por exemplo, pegava Avenida Bandeirantes, Tunel Maria Maluf a 70 km/h e respeitava esse limite, embora pensasse que o limite pudesse ser um pouco maior, achava que não valia a pena transgredir a lei por tão pouco. Baixaram para 60 km/h (e logo irão baixar para 50 km/h) e já que fico com a escolha de respeitar uma lei estúpida ou transgredi-la, sabendo onde estão os radares, eu ando a mais de 70 km/h. Assim como fazem muitos motoristas, ou seja, o efeito é o inverso.
      E a mesma regra agora vale para as marginais.
      Já disse isso aqui uma vez: esse não é o país do jeitinho, é o país do incentivo ao jeitinho e ilegalidade.

      • Domingos

        Sim. Os limites de 5, 10 anos atrás eu achava o mesmo: nem vale a pena eu desrespeitar, estão quase perfeitos e colabora com consumo, civilidade e pacificidade respeitá-los.

        Hoje, me sinto na obrigação de fazer o contrário. E aí vale a velocidade que sentir que está boa, que pode ser — como você falou — maior que a anterior.

  • Domingos

    Motivo para dúvida tem, mas aparentemente ao menos isso da aferição é algo respeitado.

    Também nunca levei multa por andar na margem de tolerância, mesmo quando o painel eletrônico indicou que passei acima da velocidade.

    • robson santos

      isso acontece mesmo Domingos, pelo menos com quem em ocasiões favoráveis anda acima do limite com base no velocímetro, ou seja para quem conhece a margem de erro do velocímetro do seu carro, eu por exemplo não quero nem saber de andar a 120 cravados numa Castello Branco em São Paulo…
      É porque o radar indica a Velocidade Medida VM, enquanto que para aplicação se considera VC (Velocidade Considerada ), que será 7 km/h ou 7% a menos dependendo de sua velocidade, no caso eu na Castelo Branco posso tranquilamente rodar a 130 km/h no velocímetro, pois sei que minha velocidade real aferida será de 121 km/h, e aplicando VC será de apenas 113 km/h, tem margem ainda, na verdade no meu caso posso rodar até 138 km/h no velocímetro, numa Castello Branco eita coisa boa, é segura, mas os “progressistas europeus” daqui devem pirar, chegando a ferver o sangue quando se menciona “apenas 113 km/h” rsrsrs !

      Já já aparece algum ciclista aqui reclamando seu direito sobre a faixa mais á direita da pista…

      • Domingos

        Eu também passo na Castello Branco a 130 em todos os radares. Nunca levei multa.

        Pela minha conta, poderia passar até 133/134 somando o erro de velocímetro que tenho mais a margem.

        A viagem fica muito mais tranqüila e se ganha um bom tanto em agilidade.

  • Eduardo Mrack

    Aqui no Rio Grande do Sul muitos restaurantes e lanchonetes conseguiram triunfar sobre tal “lei”, explico, penduraram os saleiros no teto, através de cabos quaisquer.

    Fora de tópico mas vai lá – proíbem o “sal a gosto” , mas fazem vista grossa aos químicos adicionados aos alimentos e aos transgênicos não profundamente estudados. A indústria farmacêutica anda de mãos dadas, amarradas, com a indústria alimentícia. Só nos resta lamentar.

    • Domingos

      Muito boa a história e a solução!

      E sim, proíbem o sal mas acendem um baseado depois – e gostariam que todos acendessem.

    • Viajante das orbitais

      Exato, o nosso leite vem de vacas que recebem altíssima dosagem de hormônios. O leite vem cheio de estrógeno e hgh.
      Na Europa já existem leis para evitar isso. Aqui não.

    • Fat Jack

      Pois é Eduardo, sobre o que nós sabemos e conhecemos nos cerceiam o direito de escolha, sobre o restante (como lhes é lucrativo) sequer conseguimos acesso a informação…

    • francisco greche junior

      Exato, o mero sal é vilão, agora tudo modificado genéticamente e tudo cheio de hormônios e anabolizantes podemos consumir normalmente.

      • Domingos

        Droga e bebida também, quanto mais usar, melhor. Mais chance de dar 13 confirma.

        Mas o sal, bom, esse aí é inaceitável não é?

    • Andre Sousa

      Tinha visto isso no Espírito Santo, então quer dizer que, assim como a velocidade, essa doença também está se espalhando rapidamente?

    • Adriano

      O mais engraçado é que a própria mídia e o governo que declararam essa guerra contra o sal, nada fazem e nada falam a respeito do açúcar, que é muito mais nocivo do que o sal. Todos os alimentos processados recebem doses que dói o pâncreas só de imaginar, mesmo alimentos de sabor salgado e até remédios, o que acho o fim da picada. Tenho certeza que não mexem no açúcar por causa dos usineiros.

      • Eduardo Mrack

        O açúcar mata muito mais do que o cigarro, do que o álcool, do que o crack. O que me intriga é ter fotos bizarras atrás do maço do meu cigarro, e dos açucarados não… O que me intriga mais ainda é o imposto absurdo que colocam em cima do meu cigarrinho, que eu escolhi fumar e sei por diversas formas que talvez possa me fazer mal, diferente dos produtos saturados em açucares e gorduras cancerígenas com seus malefícios bem acobertados, que são consumidos pela população geral e principalmente pelas nossas crianças, estas, incapazes de fazer um julgamento do que é bom ou ruim. Uma pena.

  • robson santos

    muuuuu…

    • Lucas

      E apagar o próprio comentário a mim denota mau-caratismo. (Desculpe, Robson Santos, por usar o seu comentário para enviar este)

  • Ricardo Kobus

    Bom dia a todos!
    Hoje cedo assistindo a um telejornal, vi que a mídia está “apoiando” a redução de velocidade ai em São Paulo.
    Aqui em Santa Catarina “tá” feio também, estão reduzindo os limites na BR-101.
    Por isso que eu digo que estamos todos no mesmo barco!

    • Domingos

      A mídia é INTEIRA comprada e situacionista. Nos últimos 5 anos o PT conseguiu consolidar esse processo e comprar TODA mídia televisiva e impressa, além de grande parte da mídia “nova” – nessa, os portais e personalidades mais famosos também são TODOS comprados.

      Fora a filiação natural ao petismo por parte de personalidades, atores e jornalistas.

      Pode ter 99% de reprovação do governo e das medidas: vão continuar falando como se estivesse tudo aprovado e correto, no máximo falando que “alguns discordam” – quando esse “alguns” são NOVENTA POR CENTO.

  • Avatar

    Depois de presenciar como os policiais da Polícia Rodoviária (estadual e federal) estão fazendo para fiscalizar esses “criminosos” que andam na velocidade natural, peguei nojo dessas instituições. Fazem igualzinho bandidos que ficam atocaiados aguardando as vítimas. Chegam ao ponto de colocar a viatura no meio do mato para não dar “bandeira” e ficam atrás de uma árvore com o maldito Trucam apontado para as vítimas. Parece até que estão em um tiroteio se escondendo atrás de uma árvore ou poste. A última vez que passei na Rod. Fernão Dias, deparei-me com um policial da PRF montando a “armadilha” atrás da defensa metálica apontada para a frente dos carros (como se as motos estivessem livres de serem fiscalizadas ou não oferecessem perigo), impossibilitando qualquer chance de redução prévia do motorista incauto. Acho isso ridículo, pois os limites impostos demonstram serem estipulados sem o menor critério. Neste trecho em questão (como em boa parte da Fernão Dias) o limite imposto era de 80 km/h, mas a rodovia possui sinuosidade e pavimentação do mesmo nível de uma Anhanguera, por exemplo, onde o limite é de 100 km/h.

    Semana passada, retornando do interior pela rodovia Castello Branco, um Voyage Patrulheiro da Polícia Rodoviária Estadual me ultrapassou (eu já estava no limite de 12… km/h da rodovia) sem Giroflex, sem sirene, como qualquer outro carro da estrada, porém nitidamente acima da velocidade regulamentada. Imediatamente fiquei pensando que ali ao volante deveria haver um “piloto extremamente habilidoso e muito acima da média” para conseguir andar a mais de 130 km/h. Só que não… Muitos ali na estrada poderiam seguir à mesma velocidade sem nenhum problema, mas isso só é permitido a quem tem a prerrogativa de passar sobre a lei por estar do outro “lado do balcão”.

    Eu sempre procuro avisar os motoristas no sentido contrário quando vejo radar estático ou portátil escondido atrás de guard-rails, muretas ou nas mãos de um larápio, pois procuro praticar a empatia, afinal de contas, estamos em uma guerra não declarada e temos que nos ajudar uns aos outros. Alguns não gostam dessa prática que era comum até uns 10 anos atrás, pois achar que está avisando o bandido, mas convenhamos, atualmente, está cada vez mais difícil nos deparamos com alguém em velocidade absurda que realmente mereça ser coibida…

    Rodo bastante a trabalho e atravesso a capital frequentemente. A situação que mais vejo são motoristas aparentemente com medo de tomar multa e que adotam uma margem de segurança – como se o limite já não fosse baixo o bastante. Na prática, o trânsito piorou e é nítido o maior tempo que estou levando nos deslocamentos por São Paulo, pois esse medo se alastrou em todos. Por isso que o termo terrorismo utilizado pelo Bob cai como uma luva. Costumo dizer que estão tentando fazer uma lavagem cerebral fazendo uma parte da população acreditar que eu, você e muitos outros que lemos por aqui somos um risco à sociedade por não aceitar essas velocidade tão baixas.

    Muito me entristece também ver que a imprensa, de forma geral, consente tudo isso. Os argumentos utilizados são ridículos e “especialistas” brotam para endossar essas medidas baseados em uma lógica simplista do tipo: “se houver uma colisão a 70 km/h os danos serão menores do que a 90 km/h…” Ora, então andemos a 30 km/h, pois os danos serão menores do que a 70 ou 50 km/h…
    Já disse aqui no Ae antes e volto a repetir: a função do automóvel é nos levar do ponto A ao ponto B no menor tempo possível, caso contrário, todos utilizaríamos charretes (combustível mais barato e renovável) ou somente bicicletas (como quer o ilustre prefeito) para atravessar uma cidade do tamanho de São Paulo. Esse negócio de “ando abaixo do limite para economizar combustível e emitir menos CO2” é pura resignação, procurando uma forma de se conformar com o que temos visto por aí.

    Por fim, penso que as autoridades deveriam abandonar critérios “técnicos” e principalmente estatísticas (que costuma ser apresentada sempre de forma conveniente) e passar a adotar critérios práticos, ou seja, sentar as nádegas em um automóvel ou caminhão e percorrer o trecho que se pretende regulamentar para verificar os riscos (ou a falta deles). Digo isso porque o trânsito não é exato e quase tudo é relativo: andar a 70 km/h na Marginal Pinheiros é piada de mau gosto, mas passa a ser bem perigoso se estivermos falando da frente de uma escola. Quantas vezes não nos deparamos com boas oportunidades de ultrapassagem em pista simples, mas a faixa dupla contínua amarela está lá parecendo que foi pintada considerando que uma carreta vai ultrapassar um bitrem? E se meu carro for rápido o bastante para ultrapassar quase que instantaneamente aquele caminhão lento que está se arrastando à minha frente, bastando poucos metros de pista? Poderia dar muitos outros exemplos, mas acredito que todos devam entender do que estou falando.

    • Marco

      Comentário muito bom.

      Também fui vítima dessa tocaia de policiais escondidos atrás de árvores, a mais de 40 m da rodovia.

  • Luiz AG

    Mas está… está dizendo “me coloque para melhorar o sabor da sua comida”.
    Acho que está certo e deveria servir de exemplo para propagandas políticas, Tirá-las da televisão.

    • Fat Jack

      Desculpe Luiz, mas eu discordo…, ninguém coloca mais sal na comida do que está acostumado (ou prefere) só porque o saleiro está lá, e na verdade esta ideia não é nem brasileira, estamos copiando os argentinos, sendo que lá é ainda pior (um dia conseguiremos nos igualar, tenho certeza) pois alguns restaurantes simplesmente se negam a fornecer sal aos clientes, conheço quem teve de ameaçar sair sem pagar para ser atendido!
      Quanto as propagandas políticas (pagas com o dinheiro do nossos impostos) pode continuar sonhando…

      • Domingos

        O mesmo boteco que vai te recusar o sal é aquele onde você vai poder entrar em coma alcóolico de tanto beber e não vão falar nada…

        Aliás, eu nunca coloquei sal pelo saleiro estar presente. Apenas quando necessário.

        Aliás, era uma norma de bom gosto e educação de muitos estabelecimentos simplesmente não colocar sal NENHUM em coisas como acompanhamentos, saladas, hambúrgueres e carnes.

        Assim, o cliente colocava a dose que mais lhe agradava na mesa.

        Com essa lei, isso se torna impossível.

        Uma inutilidade ESQUERDISTA e que só esquerdista tem a capacidade de sequer cogitar em apoiar.

    • Eduardo Mrack

      Ainda assim é uma escolha tua colocar o sal ou não, diferente das massas, pães, biscoitos, leite – como colocou o Viajante das orbitais, e o pior, há muitos compostos cancerígenos em frutas, verduras e legumes, e nestes todos, você não tem o direito de escolher se quer com ou sem veneno, diferente do SAL A GOSTO.

      • Luiz AG

        Referente as frutas, por quê isso não é divulgado?

        • agent008

          Luiz, represento uma empresa fruticultora e posso lhe dizer que existe (nas empresas serias) uma grande preocupação com dosagem, períodos de carência (ex. não aplicar se for menos de X dias antes de colher) é utilização de produtos aprovados. São mantidos registros extensos e detalhados do que foi aplicado em cada quadra de cada pomar/roça. As frutas são analisadas para detecção de resíduos. As empresas mantém registros de rastreabilidade podendo a partir dos dados da caixa ou da Nota Fiscal, chegar até a quadra de onde foi colhida. As exigências de limites máximos de resíduos aqui no Brasil são em geral mais rígidas que no resto do mundo. Ou então iguais, nunca menos rígidas. O processo de aprovação de novos defensivos pelo governo, inclusive (via de regra os novos produtos sempre sendo menos poluentes e tóxicos que aqueles que estão substituindo), é assombrosamente burocrático. São exigidos inúmeros ensaios (o que acho correto), e além de analisados pelo Ministério da Agricultura, passam pela Anvisa (aí é que está o problema). Esta agência é bem conhecida pela sua burocracia, lentidão e ineficiência, além de uma má-vontade em geral referente à aprovação de novas moléculas. Chega a levar cinco anos (!) para registrar um novo produto, que quando lançado em geral já vem sendo testado junto a um órgão governamental americano ou europeu. Neste meio tempo entre o pedido de registro e sua efetiva concessão, o agricultor brasileiro é obrigado a utilizar produtos mais antigos, mais poluentes, mais perigosos. Curioso que para liberar medicamentos para uso humano, não exigem nenhum ensaio feito no Brasil, bastando o interessado (laboratório farmacêutico que irá comercializar o medicamento) anexar evidências de estudos estrangeiros!

          • Domingos

            É polêmico fazer ensaios de medicamentos, então se adota a tática do justiceiro meia-tanga que não quer ficar “mal na fita” por matar uns bichinhos: aceita-se os testes feitos em algum lugar do mundo, provavelmente em países sem qualquer preocupação com o bem estar dos animais.

            A França (olha lá…) fez o mesmo.

            Bom saber sobre isso do controle dos agrotóxicos e parabéns pelo trabalho.

            Por princípio sou muito mais consumir a fruta ou verdura de um bom produtor que a de algum safado ideológico que acha o produto dele o máximo só por ser “orgânico”.

        • Eduardo Mrack

          Eu já publiquei isto neste mesmo espaço, mas volto aqui a dizer : a indústria farmacêutica anda de mãos dadas com a indústria alimentícia. Faça a sua interpretação ou pesquise sobre o tema à vontade, porém, acredite, se quiser, o sal não é nem de longe o vilão da história.

    • Domingos

      Ah vai Luiz, com esse pensamento você não tem moral para criticar as velocidades novas dos limites e muito menos o governo.

      Pensamento mais confuso, impossível. E pensamento confuso é pensamento do que está aí, da esquerda, pois ele sempre se direciona para um centro comum de besteiras e mentiras.

      É o tipo de confusão onde um mesmo prefeito acaba com a sacolinha de graça, afinal isso “incentiva o seu consumo” e depois libera todo tipo de construção e acaba com qualquer vistoria nos carros.

      Então não pode ter mais produto em vitrine também, porque está falando “me compre”.

      E porque o sal é proibido e não também o ketchup, a mostarda, o shoyo (ABARROTADO de sódio) também não são?

      Continua nessa linha e logo você está culpando os donos de restaurante do Brasil pela situação da saúde no Brasil.

      Essa lei do sal, aliás, vem de leis francesas parecidas.

      Curioso como tudo o que é ruim vem sempre da mesma linha de pensamento e dos mesmos lugares, não?

      • Andre Sousa

        Exatamente. Vem dos mesmos centro de babaquices… Aliás, eu vi essa lei do Sal no Espírito Santo. É inacreditável. Além de ser uma lei inútil, dá mais trabalho aos restaurante, pois você tem de pedir ao garçom e imagine isso num horário de grande movimento. Surreal.

        • Domingos

          Imagine também o quanto os restaurantes não vão passar a tacar de sal por padrão para que não fiquem pedindo o saleiro também…

          Sal é barato, é melhor que terem que ficar se preocupando com isso.

          Uma demência total. Ao menos o STF ainda não aprovou descriminalização do porte de drogas.

  • Andre Sousa

    Sobre o cara aí da foto, ele e seu secretino, eles irão até o fim, até o fim mesmo:

    Vem mais por aí, vejam só essa (leiam tudo).

    http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/08/19/apos-ciclovias-haddad-quer-ampliar-calcadas-em-sao-paulo.htm

    Como já disse, a “diversão” está garantida até o fim de 2016!!!!!!

    • Lemming®

      Os canalhas não perdem tempo…

    • Fat Jack

      É o fim do mundo!
      “…”faixa exclusiva para pedestres”…”
      Essa faixa já existe e atende pelo nome de CALÇADA!!!
      Eu acho é que eles estão tentando implantar um programa de êxodo urbano…, e nesse ritmo, de minha parte vão acabar conseguindo…

  • Luan
    Caíram os acidentes devido ao medo de multas. Continua o desafio que fiz publicamente na Rádio Jovem Pan, de a CET provar que os acidentes ocorriam nas velocidades antes permitidas, que eram totalmente seguras. Mas, como eu disse, a grande imprensa se vendeu.

    • Andre Sousa

      Eu vi essa reportagem. Basicamente, fala de 2 pontos:
      1-) os acidentes diminuíram (em 30%): isso analisando um período de 30 dias, comparando com o mesmo período do ano passado. Não quer dizer absolutamente nada.

      2-) a lentidão no período da tarde diminuiu: me espantaria o contrário. Estamos passando por uma crise, com o combustível em alta e as pessoas perdendo o emprego. Sem falar que no período analisado, tem 10 dias de férias. É, no mínimo, intrigante, que a data para a implementação da mudança seja 20 de julho, ou seja, pegando parte do período de férias escolares. Será que não planejaram isso cautelosamente para, em seguida, publicar esse estudo para nos convencer?

      Ainda tem gente que leva isso a sério…

      • Domingos

        Claro que planejaram… Uma queda de 30% exigiria que colocassem limites de bem menos que os 70…

      • Fat Jack

        “…Será que não planejaram isso cautelosamente para, em seguida, publicar esse estudo para nos convencer?…”
        Claro, querem ganhar pelo menos a mídia! (e creem que ganhando a mídia, convencem grande parte do povo…)
        O que eu sei é que reestabelecidas as condições normais, trafegar na Marginal Pinheiros sentido Castelo Branco em horário de pico, nunca esteve pior…

      • André Stutz Soares

        Caríssimo, foi exatamente o que aconteceu: planejaram a queda da velocidade e produziram os estudos em cima. Ocorre que no mundo jurídico tudo que se quiser denunciar precisa ser embasado por provas… fazer o que?

  • Fabiano
    Corrigido, obrigado.

  • a. shiga

    E o prefeito acaba de matar um cidadão idoso com sua ciclovia. Espero que a justiça seja feita, porque se for feita, vai acabar no Tatto.

    • Fat Jack

      Ele vai aproveitar para colocar uns radares lá também…

      • Domingos

        Proponho o limite de 10 km/h e instalação de radares nas ciclovias.

      • Roberto

        Típica obra mal planejada e com fins demagógicos. Tanto que lembrei do caso da cidade de Montenegro, aqui no Rio Grande do Sul, onde o prefeito teve o mandato cassado por uma ciclovia que estava totalmente irregular. O interessante é que parece que tudo começou com um pedido de um morador da cidade no ministério público. É um caso muito parecido com o que ocorre em São Paulo. Abaixo alguns links sobre o caso de Montenegro:

        http://www.radioguaiba.com.br/noticia/prefeito-de-montenegro-e-intimado-e-pode-ser-cassado-durante-sessao-na-proxima-semana/

        http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/05/vereadores-votarao-impeachment-do-prefeito-de-montenegro-4764957.html

        • Fat Jack

          Este trecho da ciclofaixa paulistana é exatamente como 90% do restante: mal estudado e mal feito, para piorar impede o pedestre de utilizar a calçada existente sob o Elevado Costa e Silva (Minhocão) – pois há áreas em que só cabem as ciclofaixas e os pilares sobre a calçada. Sem dúvida é um belo resumo da atual administração, só espero que sejam verdadeiros os boatos de a popularidade do Raddard esteja bem baixa…, porque mais 4 anos não dá, eu me mudo pro interior de nem que seja pra vender balas no farol…

      • Daniel San

        Pior é que não vai dar em nada,pois o talibyker “está salvando o planeta”. Se fosse um motorista,teria sido linchado e o carro incendiado. Já que os ciclistas querem ser levados a sério,deveriam começar a deixar de achar que as leis de trânsito são para os outros e não para eles, pois nunca respeitam às tais leis, andando em cima de calçadas, avançando o sinal vermelho, andando na contramão etc.

        • Fat Jack

          Pois é…, foi como um comentário que eu li de um ciclista dizendo que não usa a ciclovia porque há trechos nos quais há pedestres sobre elas (certamente trechos muitíssimos bem estudados e executados, claro)! E depois vai se queixar que não é respeitado no trânsito…, realmente é a banana querendo comer o macaco…

  • Ilbirs

    Bob, você viu isto? Vamos cobrar do homem abaixo que obrigue a reduzir a velocidade nas ciclovias e montar radar nelas?

    http://www.diariosp.com.br/diariosaopaulo/upload/noticia/1349647304haddad_pt370x211.jpg

    http://i4.ytimg.com/vi/Gk19AxJ7opM/hqdefault.jpg

  • Matheus P.

    Bob, é mais fácil do que preparar bem o futuro condutor na auto-escola. É como abaixar a média da escola para todos passarem do que melhorar o nível dos alunos.

    • TSI

      Aliás, não foi isto que os PTralhas fizeram com o ensino brasileiro? Os estudantes tomam bomba hoje?

      • Matheus P.

        Pois é! Analisando mais a fundo e criando uma analogia real, comparemos com cotas para estudantes de escolas públicas: pela incapacidade do estado de promover um ensino de qualidade, facilitam a entrada deles na faculdade. O resultado são analfabetos funcionais, mas graduados.
        Voltando ao nosso contexto, nossos “analfabetos funcionais” são os que vêem um carro vindo a 100 km/h e fecham, atrapalham na faixa da esquerda, andam dando “tocos” no freio, por aí vai…

  • Fat Jack
    Só mesmo sendo um filho de prostituta para proibir sal na mesa. As pessoas estão realmente enlouquecidas.

    • Fat Jack

      É o “livre arbítrio” deixando de ser livre e sendo arbitrado pelas respeitabilíssimas “otoridades”…
      (eu de minha parte ainda não perdi a capacidade de indignação, mas noto ser esta uma tendência…)

      • Domingos

        Já deu pra sacar. Pra ele é dialética a coisa. O livre arbítrio é ao mesmo tempo droga liberalizada e sal proibido.

        É sempre, 100% do tempo, assim.

    • Luiz AG

      Muita calma nessa hora… Vocês estão confundindo a colocação de um saleiro previamente na mesa com o consumo de sal. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.
      Muitos achariam um absurdo colocar um maço de cigarros em cima da mesa como cortesia… Eu encaixaria no mesmo caso.
      Aliás, não seria hipocrisia então proibir a maconha?

      • Luiz AG
        Me desculpe, mas dificultar qualquer pessoa a temperar a própria comida com sal é coisa de filho de prostituta. Mas desconfio haver algo por trás disso, ação da indústria farmacêutica, pois o sal é um excelente anti-inflamatório e o que querem é vender medicamento para isso. O mesmo com as campanhas e, pior, leis antifumo, conseguiram levar o mundo a abandonar um hábito que era ótimo contra resfriados e grande antigripal. Já notou como anunciam essas porcarias na TV?

        • Luiz AG

          Não sei se faria diferença ter gripe ou pigarro, enfizema…

          • Luiz AG
            Gripes causam faltas ao trabalho, os outros dois males, não…

          • Domingos

            O mais importante é ter moral e não apoiar drogas ao mesmo tempo que acha essencial a “não ser escravo do sistema” ter sal na mesa.

            Traduzindo: é mais importante do que uma crítica manjada e rasa ao “sistema” ter uma sociedade de pessoas sãs.

        • Luiz AG

          Ah sim.. antigripal serve para os sintomas somente, não resolve a causa da gripe porque simplesmente gripe não tem remédio.
          Agora é ilusão e inocência achar que outros setores da economia também não tem os seus lobbys e escondem seus segredos para vender seus proidutos…

          • Luiz AG
            Gripe não tem remédio, certo, mas pode ser prevenida, e isso um francês de nome Jean Nicot descobriu no século XVI ao visitar Trinidad-Tobago e viu índios fumando. Levou boa quantidade de folhas de fumo para a França que passou a usar como incenso para evitar resfriados e gripes.

          • Domingos

            “Acho que cada um deve fazer o que preferir, mesmo sendo de conhecimento que é prejudicial.”

            Certo. Já veio o começo.

            “Sou a favor inclusive da liberação das drogas e do pagamento do tratamento de doenças no sistema público.”

            Ok, agora completou. Realmente, é a confusão e aquele velho rótulo que é… esquerda.

            Se você acha que drogas devem serem liberadas, porque o sal não pode ficar na mesa?

            “Interessante” como SEMPRE o pensamento nos termos confusos, de esquerda, chega a sempre um mesmo lugar, o qual é sempre nefasto.

            Droga se proíbe por uma questão de não normalizar o marginalismo e o hedonismo, por não se normalizar a afronta à MORAL.

            Sal não tem a menor ligação com isso, porém é batata: apoiou proibição do sal, já logo vem um “porque proibir as drogas”?

            A resposta é até simples: proibir as drogas é bom para o cara não achar que o sal na mesa é o problema da sociedade enquanto se droga à vontade.

          • Domingos

            Bom, interesse todo mundo tem. O paraíso não será na terra.

            O problema é um interesse normal, saudável até, de comércio. Outro é um manipulado, anti-natural, ideológico e que serve apenas para a mentira.

            O sal é de consumo obrigatório ao ser humano e custa migalhas. Se existe um “interesse da indústria do Sal” em confronto com algum interesse ideológico ou de alguma outra indústria, que Deus abençoe o lobby do sal.

  • Marcelo R.

    Como diria a Nora Gonzalez, sob tortura os números dizem qualquer coisa:

    http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/08/acidentes-caem-cerca-de-30-apos-novos-limites-nas-marginais-diz-cet.html

    As férias escolares e a crise econômica, que fazem com que milhares de pessoas deixem de circular de carro, não contam, né? >8(

    Por outro lado, logo no início do texto, vemos que o objetivo do sr Haddad foi alcançado!

    “A Prefeitura ainda não divulgou o número de mortes, mas já antecipou que as multas aumentaram.”

    Bob,

    Tenho GPS e meu carro tem alerta de limite de velocidade programada, no computador de bordo. Mas, eu não consigo andar nestas velocidades, que fariam um Fusca 1200 corar de vergonha. Como eu tenho opção de transporte público (graças a Deus!), prefiro deixar o carro em casa e fazer o trajeto casa/trabalho/casa de ônibus/metrô. Por incrível que pareça, eu me estresso menos…

    Um abraço!

    PS: Bob, você deveria colocar uma tarja de “censurado” em cima da terceira foto do seu post…

    • Fat Jack

      Assino embaixo de todo o conteúdo do seu comentário, em especial do PS.
      (o pior é que a cegueira ideológica dos dissidentes desta maldição em forma de partido político é tão forte que não há fatos e argumentos que bastem para fazê-los enxergar a realidade…
      Ou eles repudiam fatos atrás de fatos ou desistem da conversa)

  • Domingos
    Correto, só haverá infração se o carro for medido a 130 km/h ou mais. Até 129 km/h, sem problema.

  • Matheus P.
    Analogia perfeita! É exatamente isso.

  • francisco greche junior

    Muito boa suas palavras. O Bob e o Ae sintetizam bem o que vivemos e você detalhou. Me sinto oprimido aqui nessa cidade.

  • Anonymous
    Foi bom você reclamar, me lembrava do seu comentário, verifiquei e havia sido deletado por engano. Desculpe. Está publicado e agradeço a correção.

    • anonymous

      Bravo Bob!

  • francisco greche junior

    Exato, bela data para iniciar e período a se avaliar.

  • Lucas dos Santos

    Essa “lei do sal” me lembra muito uma cena do filme “O Demolidor”.

    Nele, o personagem interpretado por Silvester Stalone em um futuro distante reclama que a comida de um restaurante está sem sal. Todos olham espantados para ele e a personagem interpretada pela Sandra Bullock explica: “se é ruim para você, então é ilegal”.

    Seria cômico se não fosse trágico…

    https://youtu.be/7Hh1jgqHasA

    • Domingos

      Pois é, vivemos um mundo distópico.

      Lembro que nesse filme os personagens não faziam sexo, pelas doenças e a necessidade de reduzir a população.

      Quando faziam, era por um aparelho e a cena era brilhante: basicamente se passavam imagens de curta duração e em rápida seqüência dos corpos um do outro através de um aparelho, com frases sensuais sendo repetidas ao mesmo tempo.

      Era absolutamente ridículo e absolutamente perfeito na percepção dessa doença toda, inclusive de como seria (e de como VIROU) a sexualidade por causa dessa mentalidade estúpida – sendo ela algo vergonhoso e caricato, perfeitamente retratado pela cena.

      Foi o único filme bom mesmo da Sandra Bullock.

    • Domingos

      Complementando: a reação do Stallone nessa cena foi uma das melhores e mais verdadeiras expressões em uma atuação, talvez porque o repúdio e espanto que isso causa é tão natural para quem não virou um zumbi.

      Além disso, ela dá o alívio cômico na cena vergonhosa que te faz rir muito.

    • Fat Jack

      Perfeito!!
      É exatamente isso que estão querendo fazer com a sociedade em geral (não só o trânsito, nem só o sal…), e aqui na “Bananolândia” a coisa vai mais rápida ainda afinal, os governantes só entendem que o cidadão sabe o que faz na hora em que vota neles, já o instante seguinte… Fora o fato de alguns desses “administradores dos bens públicos” tentarem copiar ideias (na base do ctrl+c/ctrl+v) de outras partes do mundo sem a devida avaliação e estudo, só na base do “Faz aí, que lá deu certo!”.
      Logo teremos de ouvir somente músicas institucionais e seremos multados por proferir palavrões… Faço minhas as suas palavras: “Seria cômico se não fosse trágico!”

      • Domingos

        Não deu certo em lugar nenhum. Esse tipo de pensamento acabou com a Europa.

        Copiam até o errado mesmo.

    • Uber

      Legal saber que mais gente além de mim viu algo mais além dos tiros e dos sopapos desse filme!

    • Eduardo Mrack

      Mas bah ! Pensa em um cara louco para assistir o filme novamente, após tantos anos 🙂 . A cena com o Oldsmobile 442 já vale pelo filme todo. No que depender de mim e de meus descendentes, em um futuro cinza e padronizado, sempre haverá um carburado cuspidor de fogo, barulhento e de cor vibrante, incapaz de ser domado via eletrônica, estando sempre pronto para assustar os confortados cidadãos automatizados, sempre ! É o meu legado. Há de ser.

    • Bruno Ribeiro Senaha

      Achei que só eu lembrava disso. Essa cena é o futuro, sem cigarro, bebida, sal, açúcar, gordura….
      O que faz mal para você é proibido pelo Estado.

  • Anonymous
    Respondendo com atraso, o PT é a desgraça do Brasil, um verdadeiro câncer e só a esse partido indecente, que jamais poderia ter sido deixado criar e se registrar no TSE (um grave erro do governo João Figueiredo), fundado por quem foi, irão minhas críticas e de outros leitores, que são mais do que merecidas. É um partido que só de ouvir falar dá náusea. Portanto, para sua decepção, nada de Quattroruote nesse aspecto.

    • anonymous

      Um adendo: corrigi porque sou italiano, não é arrogância. Agora, é uma pena que as críticas aos políticos (sempre bem-vindas) se limitem a um partido, como se os outros fossem bons, honestos. Eduardo Cunha que o diga, na ativa (do lado maligno) desde o governo Collor e agora denunciado na Lava Jato, que, aliás, investiga a corrupção que começou no governo FHC…

  • Otavio Marcondes

    Não acho, tenho certeza. Esta é a diferença. Em nenhum momento citei partido algum. O máximo que um governador pode é fazer uma solicitação de reavaliação do limite de velocidade da rodovia federal utilizando seu “poder” político. Isso qualquer um cidadão pode solicitar.

    • CCN-1410

      Tudo bem Otavio Marcondes, mas então porque ele não faz? Ou você pensa que nós do povo temos a mesma força que ele?
      Eu sei que o governador não é gente ruim, pelo contrário, mas quanto a isso, ele precisa tomar alguma atitude urgente, porque é insuportável viajar pelas estradas do nosso estado. Ou é devido essa infestação de radares, ou porque se parecem com carreiros de carros de boi.
      Quanto a citação de partidos, não foi para denegri-lo e muito menos para denegrir alguma sigla, se fiz, foi apenas para constar que todos os políticos devem se envolver nessas aberrações, mesmo que indiretamente.
      Tenho dito!

      • Otavio Marcondes

        Então vamos a seguinte pergunta: será que já não foi feita a solicitação? Pois veja bem, o que um estado ganha com uma multa aplicada em uma rodovia federal de competência do governo federal?
        A política de redução de velocidade é burra por natureza, mas os números de acidentes “reduzindo” servem de argumentação para que seja realizada de forma generalizada e sem estudo profundo das reais causas de acidentes.
        Eu, sinceramente, não aguento mais ler e ouvir que velocidade é causa de acidentes, isso é uma falta de argumento e de instrução absurda. A velocidade é fator de risco com relação a maior risco exposto a acidente e fator que aumenta a gravidade de um acidente.
        Nós, do povo, podemos fazer o seguinte: fazer um processo arrecadando pessoas que acham justa a causa e repassar ao órgão competente o desejo da alteração (ou alterações) desejadas seja a autoridade política mais próxima (deputados, senadores, governadores e até a presidência) ou diretamente ao DNIT, que é o responsável por muitas barbaridades que vemos pelas rodovias do país.

  • Thales Sobral

    O próprio jornal mencionou que houve a inauguração de um rodoanel no período. Essa nova via não pode ter pego algum pedaço desse tráfego? Ou será que brotaram novos automóveis do chão para rodar lá?

    • Andre Sousa

      Bem lembrado. Tem mais essa também. Essa inclusive era a preocupação (assumida publicamente) dos dois jumentos antes de baixar o limite de velocidade: a inauguração do rodoanel. Se era uma “medida tão boa”, por que esperaram de dezembro até agora, o que teria o rodoanel a ver com isso?

  • Otavio Marcondes

    Recomendo a todos cuidado ao entrar no Rio Grande do Sul pela BR-101, na divisa de estados há uma ponte e na cabeceira desta, do lado do RS, tem um radar de 60 km/h.

  • anonymous
    Pode ter começado no governo FHC, mas solo fétido do PT foi era fértil de surgiu uma multidão de filhotes.

  • Lucas dos Santos

    Bob,

    Tem gente que reclama quando você comenta sobre algo aparentemente restrito à cidade de São Paulo, mas não notam que certos problemas logo se “alastram” para outras cidades.

    Olha só o que já chegou em Curitiba:

    http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/curitiba/v/estacionamento-ao-lado-de-ciclovia-confunde-motoristas-e-ciclistas-no-boqueirao/4405108/

  • Lorenzo Frigerio

    A obra é mal planejada, mas a foto publicada na FSP (com manchas de sangue) dá a entender que a bicicleta transitava fora da faixa vermelha.
    Outra coisa: faixas para bicicletas não devem ser construídas sobre calçadas, e mesmo que sejam, a via tem que ser rebaixada. Senão, fatalmente o ciclista transitará onde não deve, atropelando alguém. Quando a av. Juscelino Kubitschek foi construída, em 1976, tinha uma ciclofaixa bem no meio da ilha central, em via rebaixada. Nesse caso, foi bem “prafrentex”, pois a avenida naquela época era um deserto… em poucos anos, a ciclofaixa foi preenchida e a ilha central ficou sólida.

  • Lucas dos Santos

    Lembro bem dessa cena! Nenhum tipo de “trocas de fluidos corporais” era permitido. Ele até tentou “violar a lei”, porém sem sucesso.

    https://youtu.be/jae38H1_j-E

    Lembro-me que, inclusive, alguém já chegou a comentar aqui, sem citar o filme, sobre a possibilidade disso ocorrer num futuro próximo se as coisas por aqui continuassem como estão.

    • Domingos

      No futuro próximo, as coisas planejadas convergem já admitidamente no topo dos manipuladores a um caminho.

      Esse caminho seria uma população de 10% homens e o resto mulheres ou “coisas” que não fariam o papel masculino na reprodução.

      Isso seria essencial tanto para a redução populacional como para criar e manter a dominância da sexualidade e mentalidade deturpadas, com a impossibilidade – ou dificuldade – de alguma resistência maior a isso e ao próprio governo pela mera questão que haveriam apenas 10% de pessoas com força física para realmente se opor a qualquer coisa.

      Sobre o filme, embora nessa cena ele não teve sucesso em “violar a lei”, no final do filme ele beija a protagonista após conseguirem se salvar.

      Até o beijo era proibido, pois era “troca de fluídos”, como você lembrou.

  • Andre Sousa

    Eu sei bem disso. Levei uma multa ridícula assim a 130 km/h um belo dia, numa descida na rodovia dos Bandeirantes, achei que estava entre 120 e 130, portanto não seria autuado e, de repente, chega a notificação… Depois, olhando nas lombadas eletrônicas, no mostrador, por exemplo, passo a 40 no velocímetro e o mostrador indica 42 e assim descobri que meu velocímetro tem uma margem de erro “inversa”…
    Pelo menos essa multa não foi para os petralhas…

    • Domingos

      Seu carro tem pneus nas medidas originais?

      Sempre cheque o erro numa lombada eletrônica antes de fazer isso, pois cada carro é diferente na margem.

      Que surpresa ruim essa…

  • Luiz AG

    “Pensamento mais confuso, impossível. E pensamento confuso é pensamento do que está aí, da esquerda, pois ele sempre se direciona para um centro comum de besteiras e mentiras.”
    É exatamente esse o objetivo Domingos. Enquanto a população está dividida e confusa você pode implantar qualquer idéia na pessoa que ela engole. Estão usando a divisão para governar.
    Quem estudou Marketing, Desenho Industrial ou Pisicologia sabe… Só lembrar dos cães de Pavlov. Fez a mesma experiência com crianças (bem antiético). Procure no Google sobre isso.
    Pesquise sobre a propaganda de guerra, mais a 2. guerra. Os aliados estavam aterrorizados com o processo de dominação psicológica que Hitler estava conduzindo ao mundo.
    Porque acha que tem aquela gostosona do lado do carro no comercial? Ou o cowboy bonitão fumando? São ancoras mentais de que quando você adquire tal produto, você também adquire os personagens.
    Veja que todos os desodorantes femininos possuem formato fálico? Pois é… Trabalhei em uma grande agência de publicidade (que atendia a GM mundialmente) e nos papos de café fiquei sabendo de todos esses macetes de propaganda, e como governos por exemplo movimentam populações inteiras apenas com condicionamentos mentais .
    Tente encontrar por qual motivo o filme Lolita de Kubric foi proibido na Europa… Dificilmente achará a resposta. Esse é um assunto proibido.

  • Luiz AG

    Você tem todo direito a discordar Fat Jack. Eu entendi que proibiram de colocar o saleiro na mesa, não de consumir sal. Entendo isso como aquela prática estupidade colocar o couvert na mesa sem o cliente pedir e ainda cobrar por isso.

    • Domingos

      Couvert seria crime econômico nesse caso, embora por ser costume social passe batido. O restaurante avisando da obrigatoriedade, tudo bem…

      Não tem nada a ver com o sal.

  • Luiz AG

    Eu acho impressionante isso. Tudo que não é de acordo com seu pensamento é esquerdista?
    Isso demonstra uma limitação cognitiva muito forte…

    Em tempo: quero deixar bem claro que os caminhos que esse país está tomando, de Direita Evangélica ou Esquerda Bolivariana nenhum dos dois me agrada.
    Já estou arrumando minhas malas e preparando tudo para ir embora dessa república de bananas.
    Fiquem com suas discussões ideológicas até a desgraça iminente que assola esse país atrasado moralmente.

  • Newton ( ArkAngel )

    Bem, atropelaram um senhor na ciclovia do Minhocão, e este veio a falecer; segundo testemunhas, o ciclista estava a cerca de 20 km/h.

    Será que vão limitar a velocidade nas ciclovias em 5 km/h? Afinal, velocidade mata, não?

  • TSI

    Hoje em Belo Horizonte só ando com o limitador de velocidade do meu carro ligado a 60 km/h, fugindo das multas! Radares espalhados por todos os cantos, não dá mais, e o pior é que às vezes o relaxamento por estar em um carro automático, com som e ar-condicionado ligados e “devagar” (70 km/h no máximo com sensação de 40 km/h) acaba nos fazendo passar no radar a 68 km/h e aí um presentinho chega depois (multa). Não dá mais, é esfriar a cabeça e seguir à risca.
    Uma obs: CHEGA DOS PTRALHAS…. NÃO AGÜENTO MAIS!!!!

  • Luiz AG
    Sal é um tempero, e puro. Não tem nada a ver com o seu discurso. Como eu disse e repito, só um filho de prostituta poderia engendrar uma medida dessa.

    • Domingos

      Bob, é a estratégia de confusão. Até quando chega no extremo do ridículo, o cachorro não larga o osso.

      Agora o problema de uma sociedade hedonista que fica comendo lixo o tempo inteiro é dos saleiros na mesa de restaurante, e quem não concorda está fazendo o “genocídio das crianças”.

      Não percebem que a confusão é que justamente é quem incentiva o hedonismo moral — e conseqüentemente o material — é quem promove essas medidas inúteis.

  • Marcelo R.

    Pensando mais sobre esse assunto, eu lembrei de um post antigo do Bob onde ele reproduz uma reportagem alemã (bem antiga) contando a história da instalação da VWB, o início das suas operações e um trecho, bem interessante por sinal, relatando como “era bom” ser “bem relacionado com os dirigentes locais”, da época.

    Em casos como o “IPI reduzido”, por exemplo, vemos que essa prática se perpetua até hoje. Aí, eu me pergunto: Até quando as fábricas vão ficar “caladas”, sem fazer nada para lutar contra todo esse desestímulo ao uso dos carros, que também acaba servindo para desestimular as vendas? Falo isso, pois eu mesmo sou um que desisti de comprar um carro 0-km, por conta de toda essa sandice do prefeito. Para que comprar um carro novo, com um considerável aumento nos custos envolvidos (IPVA, seguro, etc, etc), e nem ter o direito de poder usufruir corretamente do carro? Tenho que comprá-lo e deixá-lo na garagem, sem uso (porém, pagando todos os impostos e taxas em dia), para que as ruas fiquem “livres” para as bicicletas e os pedestres? Se eu pago tudo em dia, no mínimo eu tenho que ter a liberdade de poder usufruir do que eu comprei!

    “(o pior é que a cegueira ideológica dos dissidentes desta maldição em forma de partido político é tão forte que não há fatos e argumentos que bastem para fazê-los enxergar a realidade… Ou eles repudiam fatos atrás de fatos ou desistem da conversa)”

    Fat Jack,

    O pior não é isso! O pior é você conversar com um cidadão, que é claramente contrário ao PT, e ouvir dele que ele anda a 50 km/h, na Marginal completamente livre, sem nenhum problema! E ele não é o único, infelizmente. É fácil encontrar vídeos na internet, de reportagens com “motoristas”, que mesmo sendo obrigados a se arrastar por aí, se dizem favoráveis a essas sandices…

    São Paulo não é um cidade planejada, como Brasília. É uma cidade que “aconteceu” e continua “acontecendo”, com áreas e mais áreas periféricas sendo ocupadas desordenamente e com a conivência das “otoridades”, de olho nas futuras arrecadações com IPTU (entre outros impostos e taxas). Assim sendo, para fazer essa “cidade perfeita”, recheada de ciclovias, corredores de ônibus, etc, etc, o correto é derrubar tudo e começar a reconstrução levando-se em consideração todas essas variáveis. Não esses remendos que esta criatura está fazendo, com o aplauso das minorias atendidas, uma aparente aceitação/resignação da maioria que está se ferrando e, praticamente, sem crítica alguma da quase totalidade da imprensa…

    É tanta indignação, tristeza, desânimo, com este estado de coisas, que nem tenho mais palavras para me expressar…

    Um abraço!

    • Fat Jack

      Compartilho da sua indignação, tristeza e desânimo, é tanto que caso tivesse condições financeiras e profissionais me mudaria da capital.
      Uma cidade com a ocupação desordenada e o aumento da frota necessita de obras viárias, o que não se têm feito na cidade (sim, essas obras impactam negativamente antes de surtirem efeitos positivos, são como o remédio amargo pra ajudar na cura).
      Quanto aos motoristas que fazem uso das marginais, a impressão que eu tenho é ligeiramente diferente da sua, há de que há 2 tipos de motoristas obedecendo os novos limites (que outras opções temos, afinal, enriquecer conscientemente prefeitura jamais!): os favoráveis a redução e ao prefeito e os contrários a ambos, mas numa coisa você tem razão, há um conformismo desenfreado

  • Newton ( ArkAngel )

    Parece aqueles sujeitos que se empanturram de BigMac e batata frita e depois pedem um refrigerante diet…

    Minha esposa teve problemas estomacais, fez endoscopia, tomou remédios fortes, e nada de resolver . Só se curou depois que passou a tomar chá de espinheira-santa, que custa 6,00 no mercado. Ela ficou CURADA, não foi só paliativo.

    • Domingos

      Sim. E ainda por cima depois vão pedir que os refrigerantes normais sejam banidos “pelo bem das crianças”.

      Legal saber dessa dica da espinheira-santa!

  • Domingos
    É, eu bebo Coca-Cola desde os cinco anos, estou com 72 e minha saúde é péssima, sou obeso…

  • Eduardo Mrack

    Batendo palmas aqui !

    • Domingos

      Às vezes o triste é acertar… Mas não tem o que fazer a não ser perceber isso e combater. Obrigado.

  • agent008

    Não sou da área de alimentos industrializados, e sim da fruticultura, produtos in natura somente. Mas sei que tudo que envolve processo de escala industrial na produção de alimentos envolve cenas às vezes desagradáveis. O ideal seria que só fosse permitido o leite A ou B, nas não haveria suficiente pois não teria escala para atender a toda a demanda. Da mesma forma com sucos e outros. Quanto ao gluten já ouvi de outras pessoas que faz mal, é um vilão da saúde, etc. Francamente acredito que o real vilão é não aumentarmos a variedade de alimentos consumidos. Reduzir nos carboidratos que automaticamente será consumido menos gluten. Mais cereais e frutas, ovos até, no café da manhã e menos pão. Mais salada, legumes e verduras, e menos massas no almoço ou jantar. Pronto, já não estamos tão sujeitos à suposta ação maléfica do gluten. Não entendo mesmo se este componente é realmente tão maléfico, pois há vegetarianos que o utilizam para cozinhar uma espécie de falsa carne. Já provou?

  • Bruno Ribeiro Senaha

    Aí que começam a passar por cima do direito das pessoas…passar por cima da propriedade privada.