Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas UNO SPORTING 2016 DUALOGIC PLUS, NO USO – Autoentusiastas

UNO SPORTING 2016 DUALOGIC PLUS, NO USO

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O novo Uno foi lançado em maio de 2010 e lhe caberia a missão de  suceder o primeiro Uno que um dia  sairia de produção, o que ocorreu bem no final de 2013. Para o modelo 2016 foram-lhe acrescentados, como itens de série, o ar-condicionado, direção assistida hidráulica, acionamento elétrico dos vidros dianteiros um-toque com proteção  antiesmagamento, travas elétricas e automáticas ao o veículo atingir 20 km/h, bem como faróis de neblina e quadro de instrumentos com mostrador de cristal líquido, e computador de bordo.

 

Uno Sporting AUTOentusiastas13

Jeito descontraído e simpático

Custa, básico, R$ 42.230, mas o carro testado, com todos os opcionais, inclusive o câmbio Dualogic Plus, porém menos a cor branco Kalahari, que é de série (também branco Banchisa e vermelho Modena), vai a R$ 50.294, um acréscimo de R$ 8.064. Para as cores prata Bari, vermelho Scandium, preto Vesúvio e azul Maserati, mais R$ 1.362, para um preço total de R$ 51.656.

A maior novidade desse novo Uno é a eliminação da alavanca seletora do câmbio Dualogic, substituída por botões no console, ficando a operação de trocas manuais por conta exclusivamente das borboletas. Essa opção, o sistema completo, sai por R$ 3.254, o que classifico de razoável, especialmente pela eficiência de trocas constatada.

 

Botoes

No console, botões em vez da tradicional alavanca seletora (divulgação)

Estranha-se um pouco no começo, especialmente ao se “procurar” a alavanca sem olhar para ela e nada encontrar, mas o período de adaptação é curto. A disposição dos botões é intuitiva, como se pode ver na foto: D é o dianteiro, R é o traseiro, N o mais afastado, A/M (automático/manual) oposto ao N e o S, o mais próximo do motorista. É apenas uma maneira diferente de escolher o que usar.

O resto da funcionalidade é igual ao do “com alavanca”, as borboletas têm prioridade sobre os botões para ação imediata e quando em S produz-se o efeito de trocas mais rápidas, inclusive não subindo marcha ao chegar ao corte.

 

Clister

Novo quadro fico muito bom, mas o conta-giros “girar” ao contrário é estranho (divulgação)

É bem-vinda a novidade? Depende do ponto de vista de cada um. Para muitos, acredito, tem o sabor do novo, algo para mostrar para amigos e vizinhos; para mim, prefiro a presença e a utilização da velha alavanca, embora o sentido das trocas na Fiat, subir marcha para trás e reduzir para frente,  seja ao contrário do que prefiro, o que chamo de “botoeira de elevador com o último andar em baixo”.

Mas pelo menos vejo vantagem nos botões em facilitar passar de um lado para o outro nos bancos dianteiros. Todavia, o Uno carece de boa quantidade de porta-objetos, no que os comandos de câmbio poderiam ajudar mas não ajudam.

De toda maneira, o funcionamento do Dualogic Plus está cada vez melhor, com tem sido observado aqui pelo Arnaldo e como você poderá notar no vídeo ao final.  O preço citado, que inclui as borboletas, é adequado pelo que dá em troca, como a inegável utilidade no trânsito anda-e-pára, podendo-se ainda contar com o avanço lento (creeping) ao se levantar o pé do freio.

Nada mudou no motor 1.4 EVO de 85/88 cv a 5.750 rpm e 12,4/12,5 m·kgf a 3.500 rpm, que se mostra adequado e suave e com boa elasticidade. O carro anda bem, acelera de 0 a 100 km/h em 11,3/10,8 segundos e vai a 170/172 km/h.  O consumo Inmetro é 11,1/12,3 km/l cidade/estrada com gasolina e 7,7/8,5 km/l com álcool, mas com gasolina na autoestrada a 120 km/h chegue a observar 12 km/l.

 

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O motor 1,4-L está bem elástico

A essa velocidade, em quinta, o motor está a 3.700 rpm (v/1000 32,7 km/h) e à velocidade máxima, a 5.260 rpm, portanto algo abaixo do pico de potência. Em quarta o corte a 6.500 rpm limita a velocidade a 157 km/h.

Esse Uno continua com bons dotes de comportamento dinâmico. A suspensão dianteira McPherson com barra estabilizadora e traseira por eixo de torção está com calibração correta conciliando bem os sempre antagônicos estabilidade e conforto.  A direção hidroassistida é perfeita e o diâmetro mínimo de curva é muito bom, apenas 9,8 metros.

Pára bem, embora fosse melhor que os discos do freio dianteiro fossem ventilados. Não senti fading, mas que ele sempre vem antes do que com ventilados, sem dúvida. Eu, fabricante, jamais produziria um carro que passa de 160 km/h com discos sem ventilação, especialmente pesando 1.023 kg  com capacidade 400 kg de carga útil.

Internamente não é o que se pode chamar de espaçoso, especialmente no banco traseiro, mas é possível pedir o carro com três apoios de cabeça e três cintos de três pontos no banco traseiro (kit Comfort, R$ 753, que inclui o banco traseiro dividido), com a peculiaridade de o cinto central sair do teto.

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“Eu atrás de mim”, razoável para o porte do carro,  mas algo  apertado

Mas o interior como um todo é agradável, por exemplo, há a faixa degradê no pára-brisa, o porta-luvas tem iluminação, há o útil porta-óculos, o pisca-5, bolsas nos encostos dos bancos dianteiros, o volante tem ajusta de altura e há a “marca registrada Fiat” que o encosto do banco traseiro ter duas posições, uma mais vertical, acrescentando 10 litros ao porta-malas de 280 litros. Nas informações ao motorista, computador de bordo, o cada vez mais útil alerta de limite de velocidade.

 

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Mudança de posição do encosto do banco traseiro é fácil

É o nono mais vendido, praticamente metade do que vende o líder Palio (5.714 x 10.567, junho de 2015).

Por tudo, um subcompacto agradável e de jeito descontraído, os grupos óticos traseiros com seu fractais — os pequenos blocos geométricos — têm seu charme, além de uma mecânica mais do que comprovada e com a novidade.

BS

Fotos: Paulo Keller, exceto informado diferentemente

Veja o vídeo:

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Fórmula Finesse

    Eu só imagino o motor da Renegade ali…gordo de torque; tornaria o Uno um carro exuberante (é bom sonhar!).
    De todo modo, o Uno está mais sofisticado do que nunca, a versão manual me agradou apesar da limitação do motor em alta (para a sigla sport, bem entendido), mas mesmo assim ele anda bem a contento.
    Essa disposição “exótica” da caixa automática é um regalo aos olhos, as vezes é interessante uma solução estética e de manuseio menos ortodoxa…DNA visual de uma Scuderia – rsrsrsr.

  • diney

    Fora do tópico – a OAB de SP está entrando na justiça contra a redução da velocidade nas marginais, pelo menos um começo.

    • Diney
      Com total certeza.

    • Domingos

      Milagre acontece.

    • João Carlos

      A 23 de maio também vai abaixar mais 10 km/h. Já foi de máxima de 80, Kassab 70, e agora 60. Essas reduções, pelo visto, é igual o rodízio, é tudo farinha do mesmo saco, apartidárias.

  • F A
  • Pedro_chato

    Está aí um carro que só considero moderno diante seu antecessor, o Mille. Reconheço melhora pela opção de quatro vidros elétricos com comando na porta, e espelhos. Os bancos que tinham pouca densidade foram corrigidos? Estes dados de 0-100 km/h considero muito otimistas.

    Bob, peço licença para contar uma experiência acerca das trocas de marchas em câmbios automáticos/automatizados. Visto que tive um VW I-Motion, e neste sobe-se marcha acionando a alavanca para frente, e depois com um Focus 2012, que é o contrário. Neste último senti uma dificuldade de adaptação até que em um trackday aquela forma me fez todo sentido. Hoje sou adepto da forma à frente para reduzir, para trás, avançar.

  • Roberto Alvarenga

    Nem precisava ser o da Renegade, o 1.6 16V da família Palio e do Punto já daria um ânimo diferente…

  • Pedro Chato,
    Nunca vi nada errado com a densidade da espuma dos Uno e nem nesse. // Dados de aceleração me parecem corretos. // Entendi o que você quis dizer com ter mudado de opinião sobre o sentido das trocas de marchas pela alavanca. Só fico imaginando a dificuldade que você devia ter para reduzir de 5ª para 4ª e de 3ª para 2ª nos câmbios manuais de padrão em “H”, freando e tendo que movimentar a alavanca para trás quando seu braço direito queria ir para frente…

    • Pedro_chato

      Bob assim como sugere a imagem que uso no perfil, hoje possuo carro manual pois assim prefiro, e nos mais de 10 trackdays que fui, sempre curti e curto as trocas que você citou, além de acertar aqui e acolá um punta-tacco rsrs

    • DPSF

      Bob, já tive Uno e Grand Siena, e sim, as espumas são muito molengas em comparação com a Idea, Linea, Punto e Bravo. Com o tempo cede, e você fica encostando no ferro, e esse tempo é cerca de 2 anos, que foi o que aconteceu no meu caso.

  • João Guilherme Tuhu

    Muito bonitinho e de bom desempenho. Mas sem preço. Deveria ser muito mais barato, especialmente pelo péssimo espaço interno. Na própria grade da Fiat, é muito mais negócio levar um Palio…

  • Tiago Buccini

    Impressionante como estes câmbios evoluíram deste que começaram a ser comercializados aqui no Brasil. No vídeo dá para perceber que as trocas são bem suaves em relação as versões anteriores. Este Uno com um pouco menos de altura em relação ao solo e um motor 1.6 / 16V…

  • Leonardo Mendes

    O Sporting sempre foi minha versão preferida do Novo Uno até esse “tapa” visual que o modelo recebeu… para o meu gosto ele e o Way ficaram exagerados demais.

    Uma coisa, porém, eu tenho que dizer: o interior sofreu uma evolução violenta, arrisco dizer que nenhum outro do segmento se iguala.
    O console de teto é o mesmo da Idea, certo? Andei como passageiro em uma certa vez e me surpreendi com a praticidade dele (aliás, Idea, um carro há muito esquecido e com qualidades).

  • Roberto Alvarenga

    Uma coisa que tenho reparado: todas as fabricantes se preocupam em acrescentar a seus carros entradas USB, mas poucas se esmeram em criar um nicho ou porta-objetos específico para que o celular fique acomodado adequadamente próximo desta entrada ou da tomada 12 V.

  • Fabio Toledo

    Eh, Fiat!!! Mais de 50 mil num carro com freio a discos “sólidos”!

    • $2354837

      Nâo culpe a Fiat. Culpe quem compra e não reclama.

  • $2354837

    Esse eu concordo. Preciso andar. Nâo dou opinião nenhuma sobre ele.
    Aluguei uma Fiorino das novas para carregar umas tralhas… Fiquei com péssima impressão e com a sensação que a antiga era melhor.
    Bancos ruins… Sem recuo… Fiquei espremido no banco… Fui descobrir que há um limitador de plástico no trilho.. .Para quê isso? Seria uma forma de aumentar artificialmente o espaço no banco traseiro? Mas peraí… A fiorino não tem banco traseiro…
    Pomo do câmbio totalmente anti-ergonômico… A Fiat é mestre em fazer isso, me lembro até hoje do pomo do cambio quadrado do 147.
    Direção dura… parece que apenas tiraram o auxílio hidráulico e nem recalibraram a desmultiplicação. Ventilação não veda bem. Subi uma serra até 1300 m e passei mais frio que em minha moto (claro de moto estaria de jaqueta e luvas). Vedação acustica zero. Ouve-se muito bem a chuva ou pedras batendo no pára-lama.
    Também não me faz sentido manter o console com botões… Deveriam abrir espaço e colocar uma alavanca na coluna de direção… Me parece mais para mostrar para o vizinho mesmo.
    Não sei, preciso andar. Mas reconheço que a Fiat lança o que o público quer, mesmo que seja totalmente desprovido de lógica isso.

    • CCN-1410

      Cada pessoa tem um gosto e acredito que a Fiat deve ter feito um estudo a respeito, mas eu pessoalmente detesto carros enfeitados,eu acho que quanto mais simples e lisos, mais bonitos ficam. As rodas, por exemplo, achei de um mau gosto terrível. Desculpem a expressão, mas senti asco em olhá-lhas.

      Poxa, porque não um carrinho desses com o básico do básico? Direção com assistência elétrica ou hidráulica, ar-condicionado e câmbio Dualogic? Para completar então vidros e travas elétricas nas quatro portas. De resto, limpá-lo desses enfeites e firulas, porque é só pendurar umas conchinhas e está pronto o estilo rococó.

      • Domingos

        Será que acertaram no estudo? As vendas dele não se comparam com nenhum outro modelo básico da Fiat!

    • Davi Reis

      O Uno antigo era um carro muito à frente do seu tempo. Era espaçoso, bem leve (coisa que o novo não mais é), tinha linhas mais neutras e devido ao baixo peso, conseguia ser bastante econômico e ainda ter um desempenho razoável mesmo com motores bem fracos. Nada disso sobreviveu no carro novo. Claro que hoje o Uno é um carro mais caprichado que o Mille nos seus últimos dias, mas também tivemos versões ótimas do antigo modelo, como os CSL e 1.6R.

      • Christian Sant Ana Santos

        Davi x Fiat…Meu primeiro Uno foi um S 1,3 ’86 a álcool. De lá para cá tive uns 20 Uno, o último botinha em 2010. Tive 3 Novo Uno, 1,4 Attractive 2010, Vivace 2014 básico (para gastar meus bônus do cartão FIAT ITAUCARD), trocado por um 500 Cult, e atualmente um 1,4 Evolution. Na minha opinião o Novo é mais seguro (mesmo não sendo referência), mais confortável, mais silencioso e o 1,4 é tão econômico quanto o botinha, só que anda bem mais. Você sabe que já lhe convidei para testar andando junto com Ka, Up! (o turbo não vale), assim como o Carlos do blog do up! Mas não vale a pena.

  • Lorenzo Frigerio

    Parece que deram o “tratamento 500” no carrinho. O problema é o PREÇO. Creio que todas as fabricantes fazem isso, mas a Fiat é a marca em que o melhor negócio é nos carros pelados. Será que por esse preço não dá para comprar um Up!, que é um carro mais moderno?

    • Lemming®

      Será que com este preço não vai dar para comprar o up! TSI turbo cuja previsão de preço é de 50K?

  • Christian Bernert

    Bob,
    Onde você diz: “Em quinta o corte a 6.500 rpm limita a velocidade a 157 km/h”. Na verdade seria em quarta, certo?

  • Davi Reis

    É inegável a melhora desse novo Uno diante do lançado em 2010, agora é um carro muito mais agradável. Dirigi esse Sporting Dualogic e o Evolution em um evento da Fiat aqui em Belo Horizonte há algum tempo, e até gostei do carro. A suspensão está muito bem acertada, sem aquela moleza excessiva de outros tempos da Fiat (e ainda um pouco presente no Grand Siena 1,4), e o motor 1,4 está mais suave, ainda que não possa ser considerado referência em funcionamento, desempenho e consumo. A mudança no interior também caiu bem, mas ainda não acho ele tão agradável quanto o do Palio, por exemplo (e sendo um carro de uma categoria abaixo, também não precisa ser). Acho que faltam porta-objetos (nessa versão Dualogic, mataram um prático porta-celular diante do câmbio, que existe na versão manual), bancos mais agradáveis e o espaço interno é muito limitado. Nessa versão Sporting, cairia muito bem o motor Multiair 1,4 16V, daria um outro ânimo pro carro. Também acho que seria um bom carro pra testar a receptividade do público à essa motorização em um carro mais barato que o 500 Cabrio Automático. De imperdoável mesmo, só essa mania da Fiat de ficar segurando dinheiro em coisas simples, como discos de freios ventilados. Até o Punto 1,4 é assim, e por mais que não sejam carros de desempenho notável, não são carros lentos, pelo contrário (0 a 100 em cerca de 13 segundos e máxima de 170). Será que é tão caro assim botar discos ventilados e embreagem hidráulica para todos os carros (os 1,0 ainda usam a embreagem a cabo)?

  • Davi,
    Os 1,0 e 1,4 continuam com comando de embreagem a cabo.

    • Davi Reis

      Que bobagem essa da Fiat. Tudo bem que ainda assim, a embreagem é macia, mas será que custaria tanto?

      • Domingos

        Etios é embreagem a cabo também, sem assistência, mesmo no 1,5.

        Como são carros leves e de motores pouco potentes, não atrapalha na leveza. Tem pouca carga nos discos.

        Lembre-se, são carros de custo. Se ficar meio macia sem a assistência, não vai ter a assistência. Ficando macia então, faz todo o sentido que não tenha.

        • Davi Reis

          Também tem a questão da durabilidade e do conforto do pedal auto-ajustável.

          • Domingos

            Verdade. Com o auxílio hidráulico se pode usar discos de maior carga, tornando a embreagem mais durável.

            O Corolla combinava atuador hidráulico com discos de alta carga, o que a fazia um tanto pesada, mas nunca consegui queimá-la.

            O carro foi vendido com ela original, mas estava desconfortável – acredito que o acionador precisasse de troca, mas a embreagem em si funcionava como nova.

          • João Guilherme Tuhu

            O Grand Siena que pegamos aqui agora tem uma embreagem altíssima, e creio que sem possibilidade de ajuste. A convencional tem suas vantagens…

      • Fat Jack

        A embreagem hidráulica é muito boa, macia e se bem usada durável, mas o custo de sua manutenção é bem salgadinha (uma troca completa inclusos os atuadores, costuma passar sem dificuldade dos R$1k)

      • Lucas Vieira

        Acho que não há necessidade nenhuma de embreagem hidráulica nesse carro, tenho um com 90.000km e embreagem original, e ainda está macia! (principalmente se comparado as Ducatos que tenho….) Acho que apenas encareceria o carro (que tem por missão ser barato) e seria mais manutenção, com fluidos, atuador etc…. Nesse tipo de carro, quanto mais simples melhor, a receita do Fusca.

        Quanto ao disco ventilado pode ser, mas se pensar que tínhamos Santana 1,8 com disco simples…. Ou Dodge Dart com tambor nas 4! Isso era loucura.

        Abraço

        • Davi Reis

          Eu, por outro lado, conheço um dono de Palio 1,0 2012 que teve problemas com o cabo da embreagem depois de 10.000 km rodados… O custo de uma embreagem hidráulica também não é alto assim, ainda mais que já não é nenhuma novidade e também nenhum item de reposição constante, como filtros do motor e da cabine, por exemplo.

          Acho discos sólidos algo imperdoável atualmente. Na época do Santana mesmo já se criticava bastante a ausência dos discos ventilados (acho que até os primeiros 2,0 saíram com discos sólidos), hoje então… Também é outro item de custo irrelevante para o fabricante.

    • Mineirim

      Mas só o Uno? Digo isso porque tive um Palio 1.4 2008 e o comando, que eu me lembre, era hidráulico.

  • Christian Bernert,
    Certíssimo, vou acertar já. Obrigado!

  • Wagner Bonfim

    Esse Uno me agradava ainda mais quando tinha a versão com 2 portas. Uma pena que a FIAT tenha tirado de linha tão cedo!

    Só que não há como condenar o fabricante, pois há uma verdadeira aversão a essas carrocerias …

    • CorsarioViajante

      Vide up!, que podia ser duas portas em qualquer versão no lançamento, e já não pode mais – hoje só na “pobre” take up!.

    • Portuga Goleta

      Ainda existe o duas portas, porém apenas na Vivace, ainda sem a reestilização e com painel feio que dói.

      • Wagner Bonfim

        Me referia especificamente ao Sporting, mesmo sabendo que não tem quase nada de diferente, mas …

  • Davi Reis

    Só pra não parecer clubista, costumo comentar de outras opções de dentro da própria marca também. Será que com esses mesmos 50 mil não seria mais interessante pensar em 500, Palio ou Punto? Afinal, são 3 carros de propostas parecidas com a do Uno, carros compactos, de desempenho mediano e equipamentos parecidos.

    • Rodrigo Westphal

      Um Palio Sporting pode ser encontrado por 52k nas concessionárias. Cor sólida, sem teto solar e câmbio manual, é claro. Mais carro e muito mais motor. Dá pra achar Punto nessa faixa também, que é muito mais carro ainda, mas com o mesmo motor, fica sofrido… A grande questão no nosso Brasil-il-il é que o dinheiro não vale mais nada, já que nossos governantes não abrem mão de usar a impressora à vontade…

      • Domingos

        Verdade. Acho que chegamos num ponto que até um rico estranharia. 50 reais hoje é dinheiro de emergência e falar em centenas de milhares para qualquer coisa mais cara virou comum.

    • Roberto Alvarenga

      E se for olhar carros maiores, dentro da própria gama Fiat, dá para levar um Grand Siena bem equipado por este valor.

    • Domingos

      Qualquer outra opção de 50 mil é mais interessante. E que design cansativo desse do novo Uno.

      Um vizinho de garagem às vezes aparece com um na pior cor possível para ele que é o prata normal.

      Nossa, como é feia essa linha “quadrado-redonda”.

      Até o Etios é mais bonito.

  • Domingos

    Eu também acho o Uno antigo melhor em tudo, menos talvez em segurança passiva e acabamento.

    E não gostava do Uno antigo.

    Sobre manoplas: o 500 plus, aquele 500 minivan (não tenho certeza do nome agora), tem uma manopla gigantesca e quadrada. Horrível mesmo.

    Vedação e isolamento acústico é mal de carro brasileiro fabricado no pré-crise. Acho os novos Fit e City bem barulhentos, sendo os antigos melhores. Tem um monte de exemplos.

    É a última sangria.

    • Davi Reis

      Algum dia alguém falou na Fiat que manopla quadrada era agradável e ergonômico e o estrago ficou para sempre dentro da casa, só pode. A manopla redondinha e pequena que usaram uma época no Mille e também no primeiro Palio era bem melhor.

      • Domingos

        Essa do 500 que comento chega a ser melhor usar de mão aberta do que tentar fechar a mão nela… Realmente é alguma moda que inventaram lá.

  • Domingos

    Não sou de reclamar de preço porque é chover no molhado e temos nossos problemas, mas 42 a 50 mil num Uno – sendo o de 42 o básico! – é realmente avassalador.

    Acho que o pessoal está usando tóxicos. Enfim, a única lógica que vejo para esses preços boçais dos modelos 2016 é que as vendas devem estar caíndo tanto com o crédito baixo que compensa jogar o preço lá em cima e pegar apenas os clientes que ainda conseguem abrir financiamento.

    Uma coisa pela outra deve compensar para eles. Tá naquela hora de estourar a crise de vez, porque essa época de transição está f***. Temos os preços de mercado ultra-inflacionado com poucos podendo comprar e qualidade despencando – desde doces e bolachas até computadores e automóveis.

    • CorsarioViajante

      Domingos, sobre seu último parágrafo, eu vejo de forma diferente: não é que a crise vai recolocar os preços no lugar, é justamente o contrário. A crise existe porque o Custo Brasil é muito alto e, portanto, tudo custa muito caro e ninguém consegue comprar nada com o que ganha.
      Trabalho com comércio e este ano TUDO subiu muito, e isso ainda não foi repassado integralmente – vai ficar ainda pior, mais caro. O tarifaço foi imenso, seja de custos indiretos para o consumidor final, como energia, água, alguns tributos, até os diretos, como impostos, que subiram imensamente, sem falar no dólar.
      A única solução seria diminuir o Custo Brasil e para isso seriam necessárias duas medidas: investimentos em infraestrutura, todos cancelados pela falta de dinheiro do governo, e diminuição dos impostos, que não vai rolar pelo mesmo motivo.
      Enquanto o Brasil não resolver na raiz este problema crônico e cíclico, a única solução paliativa é fechar o mercado com altos impostos sobre importados e manter uma realidade paralela por aqui, exatamente como foi durante longas e tenebrosas épocas, onde qualquer coisa além do arroz, feijão, Brahma, Fusca e viagem ao Paraguai era luxo restrito à uma minúscula elite.

      • Domingos

        Realmente é meio sombrio pensar mesmo.

        Conheço algumas pessoas do meio de serviços que falam o mesmo que você: tudo ficando mais caro e ainda estão tendo que apertar os cintos porque ninguém está com dinheiro ou disposto a pagar o que pagava em épocas mais inflacionadas.

        Porém, ao menos no setor de serviços vejo muita gente cortando preços por causa disso – a falta de crédito e disposição ao consumo – que estavam sendo estipulados com base apenas em “o quanto o cliente pode pagar”.

        Não digo que todo mundo estava assim, mas ao menos no setor de serviços havia preços aí realmente fora de qualquer sentido.

        No setor automobilístico acredito que tenha uma gordura forte a ser queimada, pois as contas de inflação e aumento de custos não batem com a maioria dos aumentos dos últimos anos.

        Realmente é um emaranhado de causas e efeitos que vai ser interessante de ver. Isso se o cenário imaginado por você não se tornar realidade…

    • Lemming®

      +1
      Realmente surreal!

    • Davi Reis

      50 mil no Uno Sporting Dualogic, e o Palio 1,6 Dualogic saindo por 51 mil. Os valores são próximos demais, e os equipamentos também (nesse caso o Palio perderia o alarme, rodas de liga e vidros traseiros elétricos). Além disso, o Punto 1,4 (manual), com um pacote com todos os opcionais, também fica por pouco menos de 51 mil. As coisas andam muito caras, mas existe algo de especialmente errado no preço desse Uno.

      • Domingos

        Não faz sentido mesmo dentro da linha da própria Fiat.

        Talvez queiram vender apenas a versão Way ou focar nas 1,0. Lembro que o Palio passou por algumas fases onde um completo saia por um preço maior que um Civic, era realmente caro.

        Porém eram versões com opcionais bem raros e feitos realmente para constar em catálogo ou atender alguém com alguma necessidade muito específica.

    • Christian Bernert

      Para mim fica claro que o que está definindo o preço é o conteúdo e não a carcaça. Sendo assim resulta mais lógico, para alguém que faz questão de todo este conteúdo, buscar uma carcaça maior que um subcompacto. A menos que miniaturização seja o objetivo.

      • Domingos

        Sim, acho que a Fiat pensou: o carro tem câmbio “automático”, borboletas, performance razoável, recursos multimídia, rodas, decorações etc. e mirou o preço nos carros iguais em itens do nosso mercado.

        Porém, os concorrentes de 50 mil com o mesmo conteúdo todos ou fazem mais sentido ou são carcaças muito melhores.

  • Mr. Car

    Sinceramente? Por R$ 1.600,00 mais eu levaria um Peugeot 208 Allure, mesmo abrindo mão do câmbio automatizado. E fazendo questão de não trocar de marchas, abria um pouco mais o bolso (R$ 3.800,00) para um C3 Tendance. Sei lá, é coisa minha. Não tenho especificamente nada contra o Uno, mas é um carro que não me fala ao coração, não consegue me empolgar. Da Fiat, ficaria com o Novo Pailo Essence com alguns pacotes, inclusive o kit Dualogic. Sai por R$ 53.000,00 como montei, ou seja, também pouco mais que este Uno.

  • Felipe Rocha

    Tem um erro nas cores ali: ou é Vermelho Modena ou Cinza Scandium, Vermelho Scandium não existe

  • CorsarioViajante

    É legal esta coisa de botão, acho meio sem sentido alavanca seletora em carros automáticos, exceto quando tem a opção de trocar de marcha pela própria alavanca.
    Mas acho que este recurso não foi ainda bem assimilado ou explorado. Podia colocar os botões no painel, mais próximos da mão, e dar uma função mais útil e criativa para aquele espaço.
    De resto, a Fiat investiu em telas e mimos para compensar o atraso de motor e projeto, e fez isso muito bem. É legal uma tela de alta resolução com tantas funções, embora sempre me dê a impressão que ela é grande demais e sobrepõe alguns números do velocímetro.
    A decoração “esportiva” a meu ver é exagerada, naõ faz meu gosto. E já fiquei com uno alugado por um bom tempo, um carro que detestei.

  • Felipe Rocha

    Uma coisa que percebi nesse carro é que os comandos do rádio e do computador de bordo no volante ficam em posição fácil de serem acionados sem intenção ao manobrar o carro.

  • Michel

    Sempre que vejo os vídeos gravados nessa bela pista fico na esperança de que já tenham arrumado aquele trecho esburacado aos 3 minutos e 57 segundos, porém esqueço que estamos no Brasil.
    Belo post!

  • Sérgio Afonso

    Caro Bob, sei que o assunto não tem nada a ver com a matéria, mas não resisti. Finalmente, parece que o malprefeito começará a enfrentar
    a revolta das ruas . A OAB São Paulo entrará com uma ação na justiça contra a redução da velocidade na marginais. Em tempo, a respeito do exibicionismo com fim trágico dos pseudopilotos da ROTA, gostaria de ver se o Maldade teria peito de reduzir a velocidade na Tiradentes em frente ao batalhão, inclusive colocando lombadas. Já imaginaram se a Hilux capotasse sobre o público que para lá vai assistir o show dos “Carlos Cunhas”? Abraços.

    • Fat Jack

      Sérgio, eu que pego a Marginal Pinheiros (felizmente de fretado) todos os dias já vi o primeiro efeito colateral das reduções na marginal Pinheiros: Aumento de vendedores ambulantes nos corredores dos carros! Sim…, já estão fazendo igual nos congestionamentos… junte-se a isso a velocidades que os motoqueiros passam…, prevejo mais mortes que antes (infelizmente), isso mostra do que uma medida inconseqüente é capaz…

  • Pedro_chato

    E que bom seria carregar a bateria dos utensílios pelo USB. Temos a tomada 12 V na qual precisamos de adaptadores USB… não tem lógica nisso. A própria USB já deveria possuir função alimentadora.

    • Domingos

      Ela tem, apenas é mais limitada (0,5 A). Alguns dispositivos carregam ou funcionam apenas com essa amperagem.

      Para isso vem aí o novo padrão que prevê mais possibilidade de alimentação por uma única porta.

    • Roberto Alvarenga

      Verdade!

  • Sérgio Afonso,
    Vamos ver o que acontece, com essa ação da OAB, torçamos.
    Veículos policiais não precisam obedecer ao Código quando em missão, mas que seria tragicômico um desses capotar e machucar pedestres, sem dúvida.

    • $2354837

      Ministério Público também já entrou no rolo.. .

    • Diney

      Ola Bob, precisa obedecer o código sim (com rara exceção), além de multas que se tem que pagar, ainda responde a processo administrativo. Se estiver errado, paga.

    • Fat Jack

      Torçamos para que a ação tenha êxito!

    • AlexandreZamariolli

      E não é só a OAB: o Ministério Público também se mexeu.

  • DPSF,
    É impossível antever o comportamento da espuma do banco num carro novo durante uma semana, até porque ela ceder ou não independe do fato de ser macia/dura e do tempo de uso. Note que até elásticos de roupas de mesmo grau de elasticidade variam em durabilidade.

    • Pedro_chato

      Admiro os bancos Honda, pela forma, densidade e durabilidade.

  • Malaman

    Não compraria essa versão só por causa do motor. Se viesse com o motor 16V do 500, aí seriam outros 500.

  • Estevan Dario

    Acompanho tanto o site quanto o canal no YouTube, como sempre ótima qualidade de informação com excelentes vídeos! Parece mesmo ser um carrinho bem esperto. Nunca dirigi um robotizado, mas pelo visto eles andam evoluindo bastante mesmo. Imagino que os primeiros deveriam ser bem incômodos por não terem o creeping, e em pequenas manobras deviam ocorrer umas pequenas batidas, não é? Abraços!

  • Rolim

    É difícil deixar de comparar com outros que se conhece.

    “…mas com gasolina na autoestrada a 120 km/h chegue a observar 12 km/l.”
    “A essa velocidade, em quinta, o motor está a 3.700 rpm…”

    Um Altima 2.5 SL (1.470 kg + 140kg de ocupantes + 50 litros de gasoalcool), com ar ligado, faz 13 km/nos mesmos 120 km/h, com +/- 2.000 rpm.
    E tem quem reclame de CVT!

    Não é da mesma faixa de preço, nem é fácil de achar vaga na cidade com um Altima. Mas na estrada…

    Nissan BR está dormindo no ponto, quando não equipa o March 1.6 com CVT.

    • Thiagusss

      Difícil comparar, hein!

      • Dieki

        Nem precisa procurar muito. A maioria dos sedãs médios consome menos que o Uno na estrada. Os japoneses da Honda e Toyota então, nem se fala.

    • Thales Sobral

      Em estrada o peso fica menos importante, valendo mais a eficiência aerodinâmica do carro.

  • Fat Jack

    “…Para muitos, acredito, tem o sabor do novo, algo para mostrar para amigos e vizinhos; para mim, prefiro a presença e a utilização da velha alavanca…” compartilho da sua opinião, me parece aquele caso da novidade somente pela novidade.
    Gostei de ver a reação do câmbio, sem os tão falados trancos, o que ainda me assusta é a má fama de manutenção (não é de ouvir falar, e sim de uma conversa com meu mecânico, que por sinal tinha 3 veículos equipados com este câmbio parados aguardando peça).
    Eu acho também que para justificar a versão Sporting a versão deveria dispor de mais torque e potência (talvez um pequeno retrabalho fosse o suficiente) o que o tornaria ainda mais interessante dadas a estabilidade e reações vistas no vídeo.
    Apesar de não ser fã do modelo, no geral o carrinho até me agrada. (é minha preferência pelas lanternas abaixo da coluna).
    Ainda em tempo, bela avaliação, pro meu gosto pessoal, feita “como se deve”… Parabéns BS e PK!

  • Thiagusss

    Vídeo que esclarece muitas dúvidas! muito bom!
    PS: o áudio ficou excelente. Obrigado!

  • Thiagusss

    O escapamento tem som interessante. Dá até aqueles “pipocos”, mas não chega a ser barulhento…gostei.

  • Carlos A.

    Bob, foi o primeiro vídeo que assisti aqui no Ae e achei muito legal as dicas e informações como são passadas. Parece que estamos conversando e passeando no carro!
    Muito bom esse ‘pré teste drive’, inclusive no que diz respeito aos detalhes do carro, como a faixa degradê no uso, repetidor de ‘seta’ no retrovisor e vidros elétricos ‘um toque’. Realmente, como comentado durante o teste, são itens que muitos carros de categorias superiores, não trazem nem como opcional.
    Legal a função creeping. Confesso que não me adaptei ao up! que não possui o recurso, fiz um test-drive e manobras com ele, mas achei muito estranho no uso sem o recurso comum aos câmbios automáticos e disponível nos Dualogic Plus.

    • Sandro

      Òtima matéria. A propósito, no vídeo foi dito que a Volkswagen não oferece o “creeping” por questão de concepção, mas no caso do câmbio DSG existe, sim, o “creeping”.

  • Christian Sant Ana Santos

    Bob, claro que a Fiat conhece o mercado mais que eu, mas acho que os botões no lugar da alavanca deveriam ser opcionais, o Dualogic deveria ser estendido aos Evolution e nesses, o start/stop deveria ser opcional, visto que, até que tenhamos o up! TSI e excetuando híbridos, o Evolution está com nível de consumo dos melhores, até o limite permitido nas estradas…Do meu, com pouco mais de 10.000 km, tenho a reclamar: o fato de ter sido ¨”obrigado” a pagar pelo start/stop e o “lane change” piscar 5 vezes é exagerado, 3, como o do 500, na minha opinião, é de bom tamanho, as vezes você já mudou de faixa e quem vem atrás pensa que vc quer mudar mais uma.

  • Daniel S. de Araujo

    Novo Uno é um carro que passei a respeitar. Um amigo meu rodou mais de 100 mil km com um 2012 e o único serviço mecânico no carro foram as trocas de óleo. E o uso que ele faz do carro beira o cruel, andando em fazenda, pasto, estrada, enfim, usa para valer.

    Agora ele está com um Way Dualogic desses de botão. Até agora está satisfeitíssimo com o carro. Já está com 5 mil km e sem qualquer queixa.

  • Rochaid Rocha

    Quando seleciona “manual” é em termos. Pois se você estiver numa terceira marcha (ex) e não trocar, e a velocidade cair, o sistema vai reduzir para a segunda, depois primeira. Ele vai intervir caso você não tome uma ação. Ou mesmo que você pare o carro, ele vai até deixar na primeira. Eu dirigi um Uno pelado desse modelo, mas gostei, é divertido. Quanto ao câmbio Dualogic Plus eu uso no Punto 1,8, faz 2 anos e não tive problemas até agora. No Punto o modo S é o selecionado na tecla DNA. Dinâmico, normal, autonomia. Valeu, gostei da reportagem. Acho que ultimamente é o único site de carros que eu gosto de ver, mesmo.

  • CCN-1410

    Olhem a pureza do desenho. Não é lindo?

    • Domingos

      Bem mais aceitável… Rodas com esse desenho ficariam muito bonitas.

  • Domingos

    Vendo o vídeo agora, ficou muito boa essa posição da câmera para mostrar as curvas e os primeiros minutos ficaram muito interessantes!

    Dá até para esquecer um pouco o preço de 50 mil!

  • Davi Reis

    Pode ser que dê mesmo. O move up! agora parte de 40 mil e dizem que o motor TSI vai aumentar o preço em cerca de 3.000~5.000 reais.

  • Christian,
    Realmente, a composição dos carros na cabeça do marketing das fabricantes causa surpresa mesmo. Concordo, pisca-5 é exagerado e produz o efeito que você descreveu, passar informação errada a quem vem atrás. Três vezes é mais que suficiente numa troca de faixa.

    • Dieki

      Dirigi um Ecosport com esse Pisca-3. De início não vi muita utilidade para ele não, porque ele é acionado com um toquinho na alavanca, mas o hábito de dar um “tocão” e acionar a seta foi mais forte. Depois de uns dias eu acabei acostumando, achei prático.

      Sobre o carro em geral, indo além da obviedade do preço alto, considero 12 km/l com gasolina na estrada uma marca bem alta, visto que outros 1,6 litro conseguem números melhores. Mas um ponto importante é a habilidade da Fiat em evoluir (enquanto outras involuem) bem seus projetos ao longo da vida útil deles, é um carrinho bem melhor que o lançado em 2010.

      • Ronaldo Antonio Citolino

        Meu sporting 2015 faz 10,5 na pista com alcool, nunca fiz o teste com gasolina mas acredito que deva fazer uns 14 ou até mais, do carro nao tenho oque reclamar, detalhes indesejaveis se procurar-mos todos eles terão.

  • Marco de Yparraguirre

    Caro Bob: Quais as diferenças entre esse Uno e o Evolution?

  • Davi Reis

    O custo é superior na hora da troca, com certeza, mas ainda assim, não é um item de desgaste rápido, a substituição não é freqüente a ponto de dar vantagem para o preço menor da embreagem a cabo. Ano passado tivemos que trocar o conjunto original (a cabo) do Gol 1994 que temos em casa, e o preço, na casa dos 700 reais, não ficou tão longe do preço de uma hidráulica.

  • Davi Reis

    Acho a versão Sporting interessante visualmente, mas os outros… Especialmente o Way, me parece exagerado demais.

  • Davi Reis

    Também, mas aí já vamos longe demais, já que a proposta de um sedã é bem diferente da de um hatch.

  • Uba

    Consumo muito alto desse Uno.

  • Mr. Car,
    Aí entra a pergunta que sempre faço: você quer um Uno ou um Peugeot 208? Não acha que escolher o carro que vai comprar é fundamental? Se eu quero A e tem também B para comprar, fico com a minha escolha e compro o A. Não quero nem saber o preço do B. É só um comentário.

    • Mr. Car

      Bob, neste caso, até calhou de eu ter uma preferência, que é o 208. Mas e no caso de não ter? Aí o preço (ou até a presença ou ausência de um determinado equipamento) pode determinar a escolha. E muitas vezes me vejo neste dilema, uma vez que não tenho preferência de marca. Não é tão simples como seria se eu fosse fanático por alguma marca específica, he, he!
      Abraço.

      • João Guilherme Tuhu

        Também não tenho preferência de marca. A relação C x B é o crucial.

  • Dieki,
    Essa questão de consumo, cada um faz o seu. Coloque um desses japoneses com álcool no tanque rodando a 120 km/h reais e veja se consomem menos menos que o Uno. Há muito mistificação em torno de consumo, por isso o que o que vale são os consumos obtidos em laboratório, em condições padronizadas.

    • Rolim

      O consumo que verifiquei foi num trecho de 220 km, ida e volta (total de 440 km), em cidade, rodovia federal, rodovia estadual, com alguns limitadores de velocidade (tanto eletrônicos e quanto abjetos)

      No laboratório, onde as condições são padronizadas e as comparações válidas, a informação é fácilmente obtida no Inmetro.

      Consumo (cidade; estrada)

      FIAT Novo Uno 1.4 8V Sporting MTA5

      Etanol – 7,7; 8,5

      Gasolina – 11,1; 12,3

      NISSAN New March 1.6 16V SL M5

      Etanol – 8,1; 10,0

      Gasolina – 12,1; 14,5

      ……………………………………………….

      HONDA Civic 2.0 16V EXR A 5

      Etanol – 6,4; 9,4

      Gasolina – 9,7; 13,8

      TOYOTA Corolla 2.0 16V Altis CVT

      Etanol – 7,2; 8,8

      Gasolina – 10,6; 12,6

      NISSAN Novo Sentra 2.0 16V SL CVT

      Etanol – 6,9; 9,1

      Gasolina – 10,2; 12,9

      ……………………………………………….

      FORD Fusion 2.5 16V Flex SEL A 6

      Etanol – 5,4; 8,2

      Gasolina – 7,9; 11,9

      NISSAN Altima 2.5 16V SL CVT

      Gasolina – 10,1; 13,1

      O Uno na cidade com etanol é mais econômico que Civic, Corolla e Sentra .

      Na estrada com gasolina ou álcool, ele só ganha do Fusion.

      O March, 1.6, câmbio manual é muito mais “sovina” do que o Uno 1.4!

      Imagine um March com CVT…

      Fonte: http://www.inmetro.gov.br/consumidor/pbe/veiculos_leves_2015.pdf

      • Christian Sant Ana Santos

        Novo Uno 1.4 Evolution
        Etanol – 8,9; 10,5
        Gasolina – 12,9; 15,1
        155 MJ/km
        up! TSI
        Etanol – 9,6; 11,1
        Gasolina – 13,8; 16,1
        144 MJ/Km

        Para mim, comparar, fora das condições controladas de laboratório (inclui análise de combustível), só andando junto, mesmas condições de intensidade e direção de ventos, relevo, tráfego, pressão e temperatura, etc, etc, etc…
        Como diz o Bob, consumo cada um faz o seu, no meu caso prefiro fazer de vez em quando um pouco mais no etanol do que o Inmetro indica para gasolina, raramente uso ar. Ontem, por exemplo fiz (Uno 1.4 Evolution)18,8 km/l com etanol com uns 5% de Podium , de São bento do Sapucaí até entrada de S J dos Campos, e até o terceiro subsolo do prédio, Aquarius, 17,2 km/l. Isso porque os pontos de ultrapassagem são poucos, tem que pisar, mas tem uns 7 km direto de descida de serra, fazendo mais de 50 km/l. Meses atrás fiz 15,9 km/l com up!, etanol, de Pouso Alegre até S J Campos, só que calculado no tanque a tanque.

        • Rolim

          Caro Christian,

          Uma observação: estes dados do Evolution na tabela do Inmetro se referem ao modelo sem ar condicionado.
          O up! TSI com ar condicionado.

  • Fat Jack

    Exige uma reeducação…, passei o mesmo ao guiar um Gol G6 com esse recurso…, quando me tocava, já tinha acionado de vez…

  • Davi Reis

    Perdoe-me, mas já te disse mais de uma vez, que comigo, o 1,4 da Fiat não é mais econômico do que os novos 1,0. E também é o mesmo que acontece em diversos testes de consumo de vários meios (dê uma olhada no comparativo entre Ka, Fox Bluemotion e Uno Evolution da Car and Driver, por exemplo). O desempenho também não é melhor como a cilindrada sugere, como já ficou provado em testes do Best Cars. Alem disso, convenhamos, que ser mais confortável e silencioso é o mínimo que pode se esperar de um carro que mudou de geração (e também depois de 20, 30 anos).

    • Christian Sant Ana Santos

      Davi, já eu tenho que comparar o Uno 1,4 que tenho e que comprei após alugar dois Ka 1,0 e dois up! e rodar uns 1200 Km com cada. Agora com a chegada do up! TSI não precisamos mais comparar…só parabenizar a VW. Apesar de admirador do up!, fico aguardando a resposta da Fiat, que infelizmente anda mal de caixa. E o Abarth fica muito longe em preço…quem sabe um Uno T-Jet, para marcar território, ou um TwinAir ?Abraço.

  • Davi Reis

    Tem essa vantagem. Mas você acha a embreagem dele alta assim? Quando eu comecei a dirigir eu achava a embreagem dos carros da Fiat bem alta, mas hoje dificilmente eu estranho uma embreagem.

    • João Guilherme Tuhu

      Estranhei nos primeiros quilômetros. Mas é bem alta sim. Eu regulava as minhas antigamente, deixava um pouquinho mais baixas.

      • Davi Reis

        Já tive que regular a minha uma vez (no Gol 1994), mas foi só porque trocaram e deixaram ela extremamente baixa (o que eu até preferia antes). Hoje, se tiver um peso adequado e for boa de modular, tá tudo ótimo pra mim.

  • pkorn

    Tivemos um Uno Way 1,4 e achei um tanto “áspero” esse 1.4 EVO O Palio 1,4 da empresa era mais suave. O nosso Uno tinha ainda pneus “adventure”, tornava as viagens um pouco cansativas. Mas a suspensão e disposição eram nota 10 para a proposta do carrinho. Trocamos num March 1,6, bem suave na estrada e disposto também.

  • Fabio Toledo

    Ou melhor, culpe quem compra.

  • Sandro,

    Estamos falando do I-Motion de câmbio robotizado monoembreagem, não do DSG.

  • metaltricolor31

    Que rodas horríveis.

  • Davi Reis

    Queria mesmo é ver um Uno Sporting com o motor MultiAir 1,4 16V, talvez mexido para dar uns 115 cv. Seria um carro interessantíssimo. Ou, para ficar mais fácil ainda, o motor 1,6 do Palio. Abraços e bom domingo!

  • Luiz Fernando

    Tenho um Novo Uno 2011/2012. Faz 9km/l com álcool. Só queria que ele fosse mais silencioso. Tirando isso, está ótimo.

  • Ezequiel Campos

    Bob, como o senhor faz esse calculo para estipular a que RPM o carro estará a tal velocidade??

  • Edson Dias e Silva

    Acabei de fazer um test drive no novo Uno Sporting 2016 e realmente gostei de quase tudo nele, interior bonito e espaçoso na frente, porém pouco espaço nos bancos de trás. Design interno, externo e painel ótimos, motor com um bom desenvolvimento, porém o que me desiludiu foi o câmbio robotizado, pois a troca de marchas é muito lenta, tanto no “D” (Drive) como na borboleta, não é uma troca com velocidade constante, ele desacelera para depois trocar de marcha, acabei ficando desapontado e não comprando.

  • Luis Fernandez

    Em relação à mudança de marchas da Fiat discordo e penso ser intuitivo aumentar as marchas na alavanca para trás.
    Quando vamos reduzir uma marcha para ultrapassar em faixa dupla, metemos uma 3ª pra frente, e completamos a ultrapassagem com uma 4ª pra trás! Intuitivo.