Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas UM QUADRO VALE POR MIL PALAVRAS, UM VÍDEO VALE POR MIL QUADROS: A IDIOTICE EXPLÍCITA DO PREFEITO FERNANDO HADDAD – Autoentusiastas

UM QUADRO VALE POR MIL PALAVRAS, UM VÍDEO VALE POR MIL QUADROS: A IDIOTICE EXPLÍCITA DO PREFEITO FERNANDO HADDAD

O link deste vídeo nos foi enviado hoje pelo leitor Marcelo Alonso.

Ae/BS

Sobre o Autor

Autoentusiastas

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  • Cristiano Reis

    Tomara que não seja multado por estar dirigindo e utilizando o celular.

    • Milton Evaristo

      Deveria ser parte do teste de direção: quem não consegui guiar com uma das mãos, não deve receber habilitação.

  • marcus lahoz

    Pobre São Paulo, pobre Paulista!!!

  • Domingos

    O ciclista deveria ser multado, preso etc. porque a velocidade sabemos que é o crime da humanidade, porém como o ciclista salvará o mundo acho que ele pode ser alforriado.

    Treinando o petismo aqui. Eu apoio abertamente que todo mundo que votou nesse cara tenha a opção de prestar uns meses de serviço público ou ir para a cadeia. Seria maravilhoso.

    Ninguém não saca que esse cara é um doente. Quem votou é porque é também e queria um por fora.

  • Mr. Car

    Deviam juntar estas imagens como argumento contra esta imbecilidade, nas pendengas jurídicas que pleiteiam sua suspensão.

  • Ilbirs

    O ciclista inclusive está em lugar perigoso, pois na extrema esquerda da margem leste do Pinheiros há uma ciclovia que serve perfeitamente ao propósito e tem pontos de entrada e saída sincronizados com as estações. Essa altura, do Parque do Trabalhador, tem um acesso próximo à ciclovia e, indo por pedais, quem fosse no sentido da Faria Lima poderia perfeitamente cortar por dentro da referida área verde ou mesmo ir um pouco mais adiante, se a intenção for chegar às cercanias da Hebraica.
    Claro que está havendo o problema de assaltos na ciclovia, mas aí seria questão de trabalho coordenado entre a prefeitura, indicando os pontos tensos, e a polícia, montando vigilância, além de câmeras que ficam em uma central de monitoramento que serve tanto à esfera municipal quanto estadual.

    • $2354837

      Essa ciclovia da marginal leva nada a lugar nenhum. Tem essa saída ao lado do parque do povo depois só na Ponte da Cidade Universitária. Utilizei muito o caminho do Jaguaré até Pinheiros onde trabalhava e usava a ciclovia da Pedroso de Alvarenga até o Parque Vila Lobos. Além de já ter socorrido ciclista que sofreu ataque das capivaras da marginal.

    • Domingos

      Ciclista gosta muito de fazer duas coisas: berrar por ciclovias em absolutamente todo lugar e, depois de prontas, usar a rua mesmo porque deve dar um gosto especial continuar sendo um dos personagens urbanos mais chatos e sem noção que existe.

      Claro, um personagem muito útil ao conflito almejado pelos governos também.

  • $2354837
  • Guilherme

    Este “mandatário” é um completo sem noção. Mais um petista que comanda a vida de milhões e que favorece somente a milionária indústria de multas que se prolifera como baratas no esgoto. E ele não está nem ai para a população pois se desloca de helicóptero sobre as cabeças de quem prejudica e paga por seus desmandos. Sugiro uma ação civil pública ou mesmo uma popular coletiva. Os prejuízos inerentes aos cidadãos em tempo,dinheiro,gastos com combustível etc…são fáceis de calcular,portanto ao judiciário com ele.

  • Edison Guerra

    Há pouco saindo do Autódromo de Interlagos, precisei usar a pista local da Marginal Pinheiros pela primeira vez após a decretação de redução de velocidade, e senti-me um imbecil, olhando para o velocímetro a todo instante e desacelerando em pista plana, pois naturalmente o carro vai a 60 km/h. Penso que a tensão causada pode causar mais acidentes. Como diz o Bob Sharp, esta não é uma velocidade natural de deslocamento.

  • Viajante das orbitais

    Marxismo cultural ao extremo.
    OAB já manifestou objeção, o que os paulistas podem fazer então para ajudar ? Quais os meios legais ?

    • $2354837

      Cara é tudo igual, são dois lados da mesma moeda.. praticamente não existe oposição, apenas a marionete que vai estar no poder a mando de quem manda nesse país (construtoras, empresas, etc, aqueles que financiam a campanha).
      Tem que acabar essa coisa de é culpa da esquerda da direita ou do centro e todos nos unirmos por um país melhor, antes que eles nos destruam com a polarização de ideais.
      Leia O Capital de Marx, alguma coisa sobre John Maynard Keynes e a economia keyneana, Escola Austríaca de Economia, sobre Mikhail Bakunin por exemplo, que foi um ferrenho opositor do governo e do Marxismo.
      Depois disso chegue a uma conclusão e defina seu ponto de vista.

    • Domingos

      Marxismo cultural sim. Tem que chutar o traseiro desses caras.

  • Viajante das orbitais

    Marxismo cultural ao extremo.
    OAB já manifestou objeção, o que os paulistas podem fazer então para ajudar ? Quais os meios legais ?

  • RoadV8Runner

    Surreal. Opa, não… é real mesmo!

  • Perdoem-me…Faltaram palavras para expressar minha indignação..Tem horas que a gente perde o norte diante de tanta mediocridade e malandragem vindo da gerência “eleita” e, o pior e que isto e somente o começo e ainda tem quem aplauda…

  • Ilbirs

    Só para mostrar o que o prefeito de São Paulo recentemente
    falou a respeito
    .

  • Kenzo

    As marginais são vias expressas e é expressamente proibido no CTB o trânsito de pedestres e ciclistas nesses locais. Portanto, a justificativa do Jilmar Tatto sobre evitar atropelamentos é exdrúxula e estapafúrdia, mas retirar pedestres e ciclistas das marginas dá trabalho e é impopular. Mas, afinal, “nós pode” pegar o CTB e fingir que ele não existe.
    Em relação aos acidentes, os mais graves ocorrem, como sempre colocado pelo Bob Sharp, por imprudência e em velocidades muito superiores às regulamentares.

    É preciso respeitar as velocidades naturais das vias, uma vez que limites muito abaixo dessa naturalidade são também perigosos, pois podem levar à desatenção dos motoristas (o uso do celular a 50 km/h, por exemplo, é mais fácil do que a 70 km/h; é preciso prestar atenção muito mais ao velocímetro do que ao tráfego ao redor etc.), sonolência, além de deseducar a maioria dos motoristas em relação ao ato de dirigir.

    Com relação à diminuição do congestionamento, sabe-se que a medição da CET é sempre muito abaixo das medições do Maplink, pois o método e a abrangência da medição são falhos.

    É tudo uma questão de direitos e deveres. Todos os dias, repito, todos os dias, passo nos mesmos horários pela Marginal Pinheiros, Faria Lima e Gastão Vidigal e vejo ciclistas andando fora da ciclovia existente no canteiro central, ou seja, entre os carros e desrespeitando toda e qualquer regra de trânsito, muitos sequer utilizando capacete de segurança e trafegando como se estivessem passeando no parque. Inclusive semana passada mesmo, vi os “bikes anjos”, ciclistas experientes que puxam um grupo de outros ciclistas novatos, passando batido por um semáforo fechado em um cruzamento relativamente perigoso à noite! Enquanto a prefeitura continuar alimentando essa briga entre ciclistas, motoristas,pedestres e motoqueiros e se isentar de sua responsabilidade sobre o trânsito como um todo, as coisas só vão piorar.

    • Nayara

      Em uma conversa em uma rádio entre o pessoal da rádio, o Bob Sharp, e um cara da CET, o cara insistiu em colocar que a marginal não é considerada como via expressa pela CET.
      Com isso, podemos deduzir que nada será feito aos ciclistas que trafegam por lá.

    • carlos

      Parei de ler seu comentário em `o uso do celular a 50 km/h, por exemplo, é mais fácil do que a 70 km/h´ CELULAR/SMARTPHONE não se usam ao dirigir!!!

    • CorsarioViajante

      É isso aí. Mas não só em SP. Fui pro Guarujá outro fds e, apesar de ter placa em todos os postes na orla da praia dizendo “proibido bicicleta”, eu e minha esposa quase fomos atropelados por ciclistas que podem tudo. No fundo, ocorre com a bicicleta o mesmo que ocorre com o carro: tem muita gente que usa e é normal, mas tem alguns que são tornam isso uma religião e se tornam chatos e desrespeitosos.

  • Lucas dos Santos
    • Luiz_AG

      Ok, mas a justiça deu 72 horas para dizer o por quê disso, senão a lei cai.

      • Domingos

        É sério isso? Ótima notícia.

  • A marginal virou ciclovia!

  • Avatar

    Deve ser porque as bicicletas têm um poder muito superior de frenagem que os carros atuais para evitar um acidente… Só que não… Somente na cabeça do prefeito e seu fiel escudeiro da Tattolandia.

    • Domingos

      Verdade. Não tem veículo que freie pior que bicicleta. Mas enfim…

  • Agnaldo Timóteo

    Não entendo.

    O Estado de São Paulo concentra a indústria automobilística nacional, menos do que antes, mas as grandes estão aí.

    E o que leio é que há uma caça desenfreada aos motoristas e motociclistas, consumidores dessa indústria que é geradora de milhares de empregos diretos e indiretos mas, mesmo assim, não há mobilização!

    Me parece que os cérebros dessa indústria também são coniventes com o quadro atual que, logicamente é o verdadeiro tiro no pé do próprio governo, afinal menos frentes de trabalho geram menos arrecadação e, evidentes crises políticas.

    AT

  • caique313131

    Só de ver o tanto de comentários a favor da redução de velocidade, neste vídeo, já dá para se ter uma noção do por quê da situação da cidade..

    • $2354837

      Então Caíque, apesar do pessoal aqui negar, a maioria da população é totalmente a favor, pois quem tem carro é elite opressora. Ele tem como objetivo se manter no poder e é uma atitude populista… Vai piorar, pode ter certeza. Eu já deixo meu carro na garagem desde o tempo do Kassab, agora então…

      • Domingos

        Cara, você usa alguma coisa?

        Teve protesto nos bairros ao redor de Interlagos – região bem pobre – recentemente CONTRA as ciclovias.

        Também em bairros afastados a população tem reclamado bastante do foco em ciclovias enquanto linhas de ônibus são canceladas e velhos problemas continuam no mesmo lugar.

        Se carro fosse coisa de “elite opressora” não haveria transito, simples assim.

        Não existe elite que é maioria da população. Se apenas 10 ou no máximo 20% dos paulistanos tivessem carro, nem existiria esse debate.

        Pelo amor de Deus abandona esse léxico de doente.

  • Marcelo R.

    Os limites tem que ser revistos, deixando-os de acordo com a velocidade natural de cada via, na cidade inteira e não só nas marginais.

  • Henrique Lopes

    O Haddad vai contabilizar as marginais nas ciclovias que ele construiu.

  • Luiz_AG

    Eu por enquanto estou fora de São Paulo, assistindo de camarote essa situação. Mas já andei muito de bicicleta em nesta cidade, inclusive como transporte diário até o trabalho (era uma forma de fazer exercício) e te digo categoricamente: A marginal não é para bicicleta, e esses ciclistas devem ser autuados, tendo a bicicleta apreendida e liberada mediante multa. Isso prova mais uma vez que essa redução não visa a segurança e sim arrecadação e não passa de uma lei populista.

    • Luiz_AG
      Lei populista com 1,7 habitantes por veículo? É lei anti-população, isso sim.

      • Luiz_AG

        Bob, a população perdeu a capacidade de discernimento. A maioria não tem nem noção do que está falando. Poucos são os despertos que conseguem enxergar o que está por trás dessas ações.

        • Domingos

          É, mas ninguém está apoiando mesmo esse nível de loucura a não ser aqueles 5 a 10% da população que ou são comprados ou fazem parte do governo.

          O que esse cara está fazendo é estratégia do tipo Nero: tenho o poder, não vou continuar mesmo, taco fogo em tudo.

          • CorsarioViajante

            E de quebra arranja um curralzinho eleitoral, com perdão da palavra. Acho que até o fim da vida o Haddad garantiu o voto dos ciclistas e dos “criatxivos da Vila Madá”.

          • Domingos

            Esses “amam” ele e acham qualquer reclamação contra suas loucuras “grandes injustiças”.

      • Ilbirs

        Lei populista se considerarmos um apelo ao sentimentalismo, essa coisa que acaba fazendo passar muita coisa absurda. Todos nós, enquanto pessoas normais, temos capacidade de nos pôr no lugar de quem morre atropelado e ficamos tristes de ver mortes alheias, até porque sabemos serem pessoas como nós, com uma série de sonhos e realizações pela frente que foram subitamente cortados.
        Se não estamos vacinados contra o gramscismo, que de fato usa o apelo ao sentimentalismo como forma de querer passar suas pautas que ajudam a avançar um estado revolucionário por meio da cisão do tecido social em confrontos (ex.: lei do feminicídio, que na prática torna a morte de uma mulher mais valiosa que a de um homem; cotas raciais, que ajudam a criar caldo de cultura para ódio entre pessoas por causa da cor da pele; leis que consideram algo estritamente individual como a sexualidade como fonte de direitos, ajudando a criar ódio entre heterossexuais e quem não o é; fomento de ódio à classe média e aos evangélicos, entre outras modalidades), tornamo-nos presas fáceis dos apelos sentimentais maquinados, que justamente usam dados milimetricamente feitos para que gerem essa capacidade de nos colocarmos no lugar alheio e fazermos algo que na prática ajuda a agenda marxista cultural.

        A mecânica de falar de 73 mortes nas Marginais não é muito diferente daquela que fala de não sei quantas mulheres mortas por ano ou não sei quantos homossexuais mortos: números fora de contexto e sem dados que permitam comparações. Aí você joga a culpa da coisa para um agente que não tem como ter existência por si só. No caso das Marginais, usa-se velocidade, enquanto no caso de morte de mulheres, usa-se o termo “machismo” e, no dos homossexuais, “homofobia”. Velocidade, apesar de substantivo abstrato e sem existência por si só, é algo de sentido mais ou menos definido, enquanto “machismo” e “homofobia” são significáveis como aquilo que o gramscista quiser que signifique, uma vez que esses últimos são palavras inventadas pelos gramscistas.
        Nos três casos citados, ainda que um seja substantivo abstrato mais ou menos definível (a distância percorrida para um certo tempo) e os outros signifiquem qualquer coisa (“machismo” podendo significar até mesmo uma mulher sendo tratada em um ambiente de trabalho na mais estrita igualdade e “homofobia” podendo significar um homossexual sendo morto em algo que poderia igualmente matar um heterossexual, como dívida de drogas e latrocínio), joga-se a culpa disso para um “opressor” milimetricamente calculado que na maioria absoluta das vezes sequer terá como ter culpa:

        1) No caso de “velocidade”, joga-se a culpa nos motoristas de automóveis, mesmo que a velocidade natural de uma via seja na prática preventiva de acidentes por manter a atenção concentrada naquilo que está diante do para-brisa e refletido pelos retrovisores, podendo ou não ter auxílio de detectores de pontos cegos e condutores ao redor com postura defensiva e igualmente prudência (ex.: aquela buzinada que motociclistas costumam dar para alertar que estão no ponto cego do motorista à frente);

        2) No caso de “machismo”, por ser substantivo abstrato e indefinível, joga-se a culpa nos homens (aqui até mesmo nos homossexuais) e nas mulheres que não subscrevem o feminismo, de maneira a demonizar quem não aceita esse movimento fundeado por homens ricos que querem fazer manobras diversionistas para que a sociedade não veja que eles vivem em simbiose com o poder estatal. E, claro, eu e você sequer temos como ter culpa pela morte de uma mulher que escolheu casar-se com um homem violento e anteriormente tomou porrada desse homem violento mas não quis se separar nem fazer BO. Menos ainda temos culpa se a morte dessa mulher ocorrer distante de nós.
        Como “machismo” é indefinível, passa a significar qualquer coisa. Fulano deu aquela olhadinha para a bunda de uma mulher na rua? Passou a ser visto como opressor e alguém passível de “reeducação” e “treinamento de sensibilidade”. Dependendo do número de leis que passem após diversos apelos ao sentimentalismo, podemos chegar a absurdos, como uma mulher que não gostou de uma relação sexual consentida poder classificá-la como “estupro” (mesmo que não tenha havido violência ou grave ameaça e sequer ela tenha feito corpo de delito para comprovar violência ou presença de fluidos corporais a ela alheios);

        3) No caso de “homofobia”, ainda que o significado original tenha vindo de um estudo sério de um cara que cunhou o termo original em inglês (homophobia) para definir com mais precisão o padrão de matadores em série que assassinavam homossexuais, e aqui sabendo que matadores em série sempre matam pessoas que tenham uma determinada característica (podendo haver quem só mate gays, assim como quem só mate mulheres, só mate homens heterossexuais ou só donos de cães, só para ficarmos em exemplos simples de até onde a loucura humana pode chegar), o termo é estendido para obviamente criminalizar qualquer um que tenha qualquer objeção que envolva homossexuais. Fulano não gosta de fanfarronice, independente de fanfarronice vinda de héteros ou homos? Claro que a parte envolvendo homos será chamada de “homofobia” e tentarão impor-lhe medo. Fulano vira o rosto quando vê duas pessoas se beijando na boca por não querer compartilhar da intimidade, independente de quem se beijar ser homo ou hétero? Aplicam a mesma mecânica do exemplo anterior. Fulano tem objeção religiosa, mesmo que na prática não tenha qualquer problema em conviver com homossexuais? Passa mirabolantemente a ser tachado de “fundamentalista”. Um homossexual é contra o gramscismo e o consequente uso de homossexuais como inocentes úteis? Passa a ser visto como alguém com “homofobia internalizada”. Poderia aqui citar outros tantos exemplos, mas creio que já deu para entender bem a mecânica da coisa.

        No caso dos números isolados e sem comparação imediata, quando essa comparação surge você acaba vendo que estão querendo instrumentalizar mortes para que se avance uma agenda que crie na sociedade um estado favorável à revolução propriamente dita. As 73 mortes nas Marginais são bem menos que o número de pessoas mortas em São Paulo devido a atropelamentos por ônibus, assim como são assassinados cerca de nove homens para cada mulher e o número de homossexuais mortos anualmente é bem inferior em proporção ao todo que eles representam percentualmente na população se comparado ao número total de assassinatos por ano no geral e projetado para o todo da população brasileira.
        E, como sabemos, posturas envolvendo segurança que pensassem no todo da população com certeza são mais eficientes que aquelas que usam um recorte. Se houvesse policiamento na ciclovia da Pinheiros e alguma barreira física que impedisse capivaras de atacar quem está sobre as magrelas, evitaria que ciclistas usassem a via dos carros e, consequentemente, diminuiria sobremaneira a possibilidade de atropelamentos, uma vez que um carro desgovernado precisaria atravessar o leito do trem e um trem precisaria descarrilar. Se houver polícia ostensiva e bem motivada acompanhada de leis que não sirvam na prática para enquadrar qualquer um como criminoso, diminuem as mortes tanto de héteros quanto de homos, assim como diminuem as mortes de mulheres e homens. Vão continuar existindo mortes? Sim, assim como sempre existiram mortes matadas e não morridas na história da humanidade e, considerando-se ser aqui um país de 200 milhões de pessoas, sempre haverá alguém com ganas de matar um terceiro até por estarmos falando de números em que mesmo uma porcentagem insignificante tem seus bons milhares de pessoas capazes de praticar atos abomináveis.

        Porém, como bem sabemos, é muito mais fácil apelar aos sentimentos do que ao raciocínio. Cabe alertar sobre o uso sentimental de mazelas, mas também pensar em como fazer o raciocínio amplo e o antigramscismo chegarem ao povo. Já há o sentimento antipetista e contrário ao Foro de São Paulo mais ou menos arraigado nas pessoas, mas ainda não consigo ver um sentimento antigramscista nas ruas. Como o revolucionário socialista de tipo marxista cultural é especialista em transmutar-se com mais facilidade que o marxista clássico, as pessoas acabam por não perceber as consequências em longo prazo dos atos que são aprovados baseando-se no apelo ao sentimentalismo das massas. Logo, como se pode observar, é sim coisa populista no sentido de dar com uma mão para tirar com outra e na prática prejudicar bem mais o todo da população.

        • Mr. Car

          Eu estou vacinadíssimo contra o gramscismo. Tomei todas as doses.

      • Lucas dos Santos

        O problema, Bob, é que são poucos os que percebem o quão “anti-população” é essa redução. Inclusive entre os que dirigem todo santo dia.

        Com o senso-crítico cada vez mais em baixa, muitos motoristas foram convencidos que a redução é por uma “causa nobre” e que, ao aceitá-la, estariam “ajudando” de alguma forma a “preservar vidas”. Nas reportagens veiculadas na TV, os motoristas que apoiam a medida usam sempre o mesmo discurso: “Se é para preservar vidas, eu sou a favor!“.

        Ou seja, dizem “Amém” para tudo que é feito sob o argumento de “preservar vidas”, sem enxergar que isso, na verdade, prejudica a cidade e é só uma tentativa do prefeito posar de “bom moço” – olha o populismo aí.

        Está certo que, dessa vez, tem bem mais gente reclamando do que nas reduções passadas, mas ainda assim tem muita gente apoiando, até mesmo aqueles que são prejudicados por isso e não percebem que estão fazendo papel de tolos.

  • Lucas

    Aí um imbecil desses é atropelado ou bate em alguém e o culpado é o motorista…….. ciclista sempre é a vítima…….. coitadinho…..

    • Eduardo Silva

      Por que o ciclista aí é imbecil? Calma lá, imbecil é a decisão do Haddad e a anuência de boa parte da população. O ciclista é só um ícone perfeitamente representativo da estupidez. É uma tristeza, mas tem muita gente gostando da novidade, e como o prefeito – bem do jeito que o PT faz, colocou os motoristas contra a população, bem feito para nós, é o que pensam. Hoje está assim, a gente dirige a irritantes e inacreditáveis 50 km/h e sai da marginal e entra em uma avenida com semáforos cuja velocidade é de 60 km/h. Mas se a gente usar isso como argumento é claro que a avenida terá sua velocidade reduzida. Depois a Castello, depois a Bandeirantes, e por aí vai.

  • ccn1410

    Merece o “Troféu de sem noção”

  • Newton(ArkAngel)

    Nâo se enganem, logo a prefeitura vai começar a dar o bote nos ciclistas. Essas reduções de velocidade e incentivos à bicicleta são a “ceva” que estão fazendo.

    http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/cidades/motoqueiro-filma-ciclista-a-mais-de-50-km-h-na-marginal-em-sp

    Ri muito com este artigo:

    http://motite.blogs.sapo.pt/10-coisas-em-ciclistas-que-enchem-o-121093

  • Lorenzo Frigerio

    Os ciclistas são os “motoboys cachorros-loucos” de amanhã.

  • walterjundiai

    Eu sou um amante de carros e motos. Será que sou um ser em extinção? A julgar pelos nossos governantes em São Paulo e Brasil afora eu terei que comprar uma bicicleta ou diligência do Velho Oeste Americano para me locomover por aí !!!!

  • Domingos

    Já são, porém de classe média alta…

  • J Paulo

    Pois é. Monteiro Lobato estava certo quando dizia que estávamos voltando a sermos macacos. Invertemos a lógica da evolução!

  • Lorenzo Frigerio

    A idéia de Malddad e Tatto de transformar as marginais em “avenidas” tem provavelmente o objetivo oculto de permitir que ciclistas transitem por elas. Como vias expressas, acho que o tráfego de bicicletas não é permitido – esse ciclista não deveria estar aí.

    • Rafael Alx

      Também estou achando que a intenção dele é essa.

      Mas o certo seria aproveitar o espaço livre mais próximo ao rio, assim como na ciclovia da marginal Pinheiros. Mas o mais fácil é fazer uma listra vermelha na via que já existe…

  • André Andrews

    Fico espantado em ver num site de autoentusiastas aparecer gente como esses três que ainda acham que guiar com uma mão é perigoso.

  • Ilbirs

    Era mais ou menos isso que vi na madrugada em que rodei na Pinheiros: formavam-se “paredões” de carros (aí entendendo-se por carros emparelhados um ao lado do outro, em vez das colunas de tráfego, que ficariam em uma única faixa) e, claro, muita gente freando de maneira obsessiva-compulsiva (uma vez que a maioria das pessoas acha que precisa na maioria das vezes pisar no freio em vez de simplesmente tirar o pé e ir deixando o carro perder velocidade, aproveitando um pouco do cut-off, inclusive facilita uma frenagem mais suave e sem transferência abrupta de peso, beneficiando o conforto de todos no interior do veículo e ficando a frenagem súbita mais mesmo para situações de pânico).

    • Juvenal Jorge

      O que se está gastando de material de atrito de freio nas marginais não é brincadeira. Andei hoje uns 20 km na Pinheiros, e só se vê luz de freio, e isso a MENOS de 70 km/h na via expressa, já que não se sabe ler velocímetro ou não se confia no que ele mostra. A turma mediana está andando a 60 km/h e FREANDO sem motivo. E na via local, não se passa de 40 km/h.
      Resultado: trânsito tenso e nervoso, a velocidades medíocres, e faixas com lentidões geradas pela turma do “abaixo do limite”
      Prisão para o prefeito e seu secretário de maldades..

      • petrafan

        minha experiência é exatamente a mesma. desde os novos limites, anda-se mais freiando do que mantendo a velocidade nas marginais.
        e fica praticamente impossível ultrapassar ou mudar de faixa, devido ao “paredão” de carros.

  • jr
  • André Stutz Soares

    Hoje, pela primeira vez, andei na “nova” Marginal. Está quase parando… estranho!

  • Kenzo

    Quem disse que o uso é feito por mim? Leia de novo ou melhore sua interpretação, ou os dois.

  • xineis

    Aparentemente, não é só o Haddad que fala besteira. Segundo um desembargador de SP, ‘a implantação das ciclovias “não está sendo feita a esmo e sem qualquer estudo, como quer fazer parecer o Ministério Público”‘. Talvez ele poderia dar umas voltas de bicicleta pelas ciclovias para ver se há estudo e respaldo técnico.

    http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/07/1660964-justica-confirma-decisao-que-da-respaldo-para-ciclovias-em-sp.shtml

    • Ilbirs

      Seria bom sabermos quem é esse desembargador de nome Marcos Pimentel Tamassia e qual sua visão jurídica.

    • Domingos

      Jurista sendo caridoso com o que é dos outros. Aposto um bom dinheiro que ele só anda de carro.

  • Juvenal Jorge

    Tapa na boca desse governo imbecil da cidade de São Paulo. Merecem tapas na cara esses ignorantes.

  • Jorge Diehl

    O Marcelo vai ser multado por estar dirigindo utilizando celular hehe,,

  • Lucas

    Tu vistes como o cara estava andando? Costurando no meio dos carros. Por isso é um imbecil.
    No mais, concordo com teu comentário.

  • Juvenal Jorge

    Renato,
    se eu estivesse meio empolgado e sem mais ninguém comigo no carro, fecharia o animal até espremer ele em alguma mureta.

  • Juvenal Jorge

    Também acho um imbecil desinformado. Andar no meio dos veículos pesados de bicicleta indica falta de amor à própria vida. Lugar de bicicleta é devagarinho em ruas de pouco movimento, ou na calçada onde há movimento, tomando bastante cuidado com pedestres. Bicicleta não deve ser usada como transporte rápido em vias de tráfego intenso.