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Honda HR-V EX 02 c

Após observar o sucesso do Honda HR-V no mercado, ficando a impressão de que todo mundo quer um, com longas filas de espera nas concessionárias por a fábrica não conseguir atender à demanda, ficou a pergunta: o que o HR-V tem para suscitar tanto interesse desde assim que foi lançado em março último? Veio-me à lembrança a imortal canção “O que é que a baiana tem?”, de Dorival Caymmi, gravada por Carmen Miranda para o filme “Banana da Terra”, de 1939. O que o Honda HR-V tem é um conjunto de atributos que agrada logo ao primeiro contato, como o EX, versão intermediária, que usei durante uma semana.

Contudo, isso por si só não explica a grande procura, havendo também a questão de ser um tipo de veículo que virou o mais querido do brasileiro, o que é maior (e mais alto) do que hatchbacks, sedãs e peruas, seja um crossover, que é o caso, ou suve. Deve-se levar em conta também a questão de confiança na marca associada à boa fama de eficiente assistência técnica, o que resulta em menos desvalorização do que produtos de outras marcas.

Logo nos primeiros quilômetros vem a impressão de ser um veículo bem feito, tudo funciona como deve, o visual interno é agradável, o quadro de instrumentos tem leitura “Wolfsburg” a não ser pelos ponteiros brancos em vez de vermelhos, tudo parece ter sido feito para agradar — mesmo àqueles que gostam de apertar o dedo no painel e sentir maciez, pois o do HR-V é duro.

 

Honda HR-V EX 21

Dentro, a sensação de amplidão logo se faz notar, mais pela largura de 1.772 mm e pela distância do teto em relação à cabeça, pois o comprimento é relativamente contido, 4.294 mm. Mas o que cativa, e muito, é o espaço no banco traseiro, decorrente da boa distância entre eixos de 2.610 mm e, claro, da sua altura de 1.586 mm. Ou seja, não há aperto dentro do HR-V, e o porta-malas é generoso com seus 437 litros.

 

Honda HR-V EX 05

Sem aperto para eu “atrás de mim”

Outra característica típica da marca é o arranjo do banco traseiro, já conhecido no Fit. Ao rebater o encosto do banco o assento acompanha até sumir da vista, ou seja, dos bancos dianteiros à extremidade do porta-malas têm-se um superfície perfeitamente plana (foto abaixo). Repito, num movimento só, operação das mais simples.

 

Honda HR-V EX 15

Mas não é só. Como no Fit, os assentos (banco traseiro é dividido 60/40) podem ser levantados de maneira a ser possível transportar volumes altos tipo um vaso com planta (foto abaixo). Ficam travados nesse posição pelo pé de apoio quando escamoteado, um solução inteligente. Para completar, o túnel do assoalho quase não existe. Os três ocupantes contam com cinto de três pontos e apoio de cabeça, louvável.

 

Honda HR-V EX 16

Há o detalhe da maçaneta da porta traseira ser oculta na coluna, solução criada pelo estilista italiano Walter de Silva para o Alfa Romeo 156 e imitada por algumas marcas, com o Citroën DS4.

 

Honda HR-V EX 11

Maçanetas das portas traseiras são escondidas nas colunas de trás

Mas — sempre há um — é decepcionante abrir o capô e ver pior acabamento de cofre que conheço, coisa de protótipo terminado às pressas. Além de grande parte da pintura ser primer, estão visíveis cordões de massa de vedação de cor diferente nas partes soldadas, tipo torre de suspensão e saia interna. A Honda, sempre tão caprichosa, tinha de rever isso. É feio demais.

 

Honda HR-V EX 08

No canto superior esquerdo e no lado direito, à meia altura, vê-se os cordões de massa de vedação

Como anda

O motor 1,8-litro, comando único, 16-válvulas, desenvolve 140 cv a 6.500 rpm com gasolina e 139 cv a 6.300 com álcool. Como a versão EX pesa 1.270 kg, a relação peso-potência de 9,07 kg/cv só poderia resultar num desempenho mais do que adequado para o veículo que é.  A Honda informa aceleração 0-100 km/h em 12,1 segundos, mas não a velocidade máxima, que certamente passa de 190 km/h. O fato é que não há sensação de lerdeza, associado ao funcionamento muito suave do motor, que tem o sistema i-VTEC de gerenciamento de fase do comando e levantamento de válvulas, mais o coletor de admissão de dois comprimentos. Por isso a pegada em baixas rotações é boa, responsabilidade também do torque de 17,3/17,4 m·kgf a 4.800/5.000 rpm (gasolina/álcool).

 

Honda HR-V EX 14

A versão EX testada só é oferecida com câmbio CVT, sendo o manual de 6 marchas disponível apenas na versão inicial LX, com opção para o CVT. Na versão-topo EXL, só CVT também, há borboletas para trocas manuais. Esse CVT é de nova geração e vai muito bem. Suas 7 marchas virtuais não podem ser escolhidas como no EXL, havendo apenas a alavanca seletora com as posições P-R-N-D-S-L. Mas o funcionamento nada tem do que se conhece em CVT mais antigos, o câmbio não fica “louco” ao menor movimento do pedal do acelerador, senão pequenas e adequadas reduções. Acelerando normalmente chega-se a notar “trocas” de marchas, ou seja, agrada plenamente. Dispõe-se faixas de relações menores em S e L, de maneira a se ter controle em qualquer situação. A 120 km/h o motor gira a 2.000 rpm em “7ª”. Mesmo não informada a faixa de relações máxima e mínima, pode-se supor que seja bem ampla neste novo CVT.

O rodar é confortável com leve viés para duro, mas não chega a incomodar de fato, o que é compensado por boa atitude e velocidade de curva. Há controle de estabilidade tração desligável; suspensão, McPherson/eixo de torção. O  bom volante de 370 mm de diâmetro comanda a caixa de direção eletroassistida de calibração irrepreensível, particularmente leve em manobras. Os pneus são Michelin Primacy 215/55R17V e o estepe é temporário de seção estreita. Não há informação de distância mínima do solo, mas pelo jeito de “voar” por cima dos dejetos viários chamados lombadas deve estar muito próximo de 200 mm.

 

Honda HR-V EX 20

Interruptor do controle de estabilidade e tração

Itens bem-vindos são o freio de estacionamento elétrico e o freio automático quando o veículo pára, este podendo ser desativado. Quando ativado e o veículo permanece parado, as luzes de freio ficam ligadas, como se o pedal de freio estivesse acionado. Há também o assistente de arrancada em rampa permanente. Navegador GPS em tela tátil de 7″ e câmera de ré estão entre os itens obrigatórios hoje, bem como o controle automático de velocidade com comando no volante. A Honda se lembrou que o Brasil é ensolarado e dotou o HR-V de faixa degradê no pára-brisa, mas permanece o toque japonês no quadro de instrumentos permanentemente aceso.

O computador de bordo é operado de maneira inusitada: em vez de numa das alavancas da coluna de direção, é por botão saliente do mostrado, com um extensor. Funciona, dispensando enviar a mão por dentro do volante por ser alcançável por cima com os dedos.

A Honda, dona de uma das fichas técnicas mais pobres que conheço (acho que se Soichiro Honda estivesse vivo seria diferente), não informa consumo de combustível, o que não custa nada. Pela medição Inmetro, com gasolina é 10,5/12,5 km/l cidade/estrada e com álcool, 7,1/8,5 km/l, mesma ordem. A equivalência entre os dois combustíveis é 67/68% cidade/estrada. Com gasolina, consegui 12 km/l na rodovia dos Bandeirantes a 120 km/h com ar-condicionado ligado. O tanque de 51 litros dá para rodar 550~600 quilômetros sem dificuldade com gasolina, mas com álcool será preciso parar mais nos postos.

A versão testada custa R$ 80.400 e a topo de linha EXL, R$ 88.700. A básica LX com câmbio manual, R$ 69.900; se CVT, R$ 75.400.

Depois de uma semana descobri “o que é que a baiana tem”: um veículo agradável, espaçoso, eficiente e, fazendo jus à facilidade de colocar os banquinhos de crianças por ser mais alto, tem engates Isofix e fixação superior para dois desse itens de segurança. Está explicada a grande procura.

BS

Fotos: Paulo Keller

Veja a (pobre) ficha técnica na matéria do Josias sobre o HR-V e agora assista ao vídeo:

 



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Ricardo Menezes

    Esse consumo está bem alto. Faço quase 12,5 km/l em minha Tiguan 2.0 TSI nas mesmas condições.

    • Lorenzo Frigerio

      Meu Calibra, que é um carro de 20 anos e 106 mil km também faz 12,5 km/l numa boa estrada. E olha que a 120 km/h está a 3050 rpm.

      • REAL POWER

        Mas o Calibra tem uma excelente aerodinâmica, um baita carro. Imagina com um motor atualizado em relação a sistema de injeção eletrônica, peças internas mais leves etc etc. Saudade da GM quando vendia carros como o Calibra, Vectra A, Omega e Tigra.

        • Daniel S. de Araujo

          Vectra A 2-L 8 válvulas fazia quase 14 km/L na estrada…Falo porque fiz isso varias vezes com um

    • Guilherme Keimi Goto

      Com turbo e injeção direta se consumir mais que o 1.8 aspiradão da Honda seria motivo de visita ao mecânico.

    • Domingos

      Os lançamentos estão todos gastões. E as fabricantes devem evitar otimizar muito o carro no funcionamento a gasolina pois esta cada hora vem de um jeito.

      • Davi Reis

        Temos que lembrar também que carros com o motor ainda “cru” gastam mais, depois de alguma quilometragem eles melhoram bastante.

        • Domingos

          Verdade. Nunca vi um carro que não ganhasse ao menos 0,5 Km/l a 1 Km/l depois de um tempo de uso.

    • Rafael Malheiros Ribeiro

      Seria mais correto ver quanto o Tiguan faz de acordo com o Inmetro.

    • Luiz_AG

      Fiz 16 km/l com um Mercedes C 180 1,6 turbo. Achei impressionante. Virei defensor incondicional dos turbos.

  • Lemming®

    Realmente…que gambiarra essa massa hein dona Honda…

  • Carlos A.

    Tive a oportunidade de dirigir essa mesma versão que um parente comprou e que sempre pego carona com ele inclusive. O carro é muito gostoso e ao meu ver tem o que é necessário. Algo que achei curioso é a variação de cor do aro do velocímetro, ele muda conforme a condução ou posição instantânea do acelerador, variando entre vermelho, âmbar e verde que é a mais econômica. Ao menos foi isso que notei ao dirigi-lo. Sobre a falta de pintura no cofre do motor, também não me agrada, ainda mais num veículo no nível dos Honda.

  • Luciano Ferreira Lima

    Eu curto demais esses vídeos meticulosamente bem feitos, é uma maneira de ficar mais próximo de quem sabe o que faz. Me lembra quando eu tinha minha oficina na porta de casa e, de propósito morcegava o serviço só para o cliente ficar um pouco mais de tempo na oficina ao lado conversando comigo, valia de tudo, cafezinho a sofá para o cidadão soltar o verbo, queria a pulso copiar o cara, um deles me lembro era o Alcides (Cidinho) porte ereto, elegante, tinha uma fala suave, espaçada a postura dele de sujeito homem era de pegar o babador e muito do meu sucesso financeiro e sentimental agradeço a ele e outros clientes. Eu enrolava mas o serviço saia bem feito rs. Sucesso para o novo Honda!

  • CorsarioViajante

    Boa avaliação Bob. O cofre do motor é cada vez mais “mal tratado” pelo fato que quase ninguém hoje, exceto os entusiastas, abrem e olham o que tem lá dentro.
    E o sucesso para mim foi explicado por um colega em um fórum outro dia: “é um Honda que custa praticamente o mesmo que os concorrentes diretos”.
    A Honda acertou em cheio e veio para ganhar.

  • Fat Jack

    Porque tanto interesse?
    Eu argumentaria com alguns itens:
    1- Categoria “queridinha” no mercado;
    2- É um Honda que não destoa (querendo ou não, isso conta);
    3- Está numa faixa de mercado que sentiu menos a crise que os básicos (haja visto, por exemplo, as vendas do Corolla também estarem boas);
    4- Tem um visual agradável de todos os ângulos;
    5- Usa uma mecânica já conhecia, tida como confiável;
    6- Dispõe de um câmbio “não manual”, que já virou item praticamente obrigatório neste segmento.
    7- Versatilidade, não é fator predominante, mas ajuda.
    8- O preço, se não é barato, possivelmente seja considerado como barato tendo-se em vista os outros Honda e os hatchs e picapes pequenas “recheados” de opcionais, passando facilmente dos R$60.000,00…
    Ah, e o pecado das massas Bob, claro que é imperdoável, mas sabe-se que boa parte dos atuais compradores de veículos mal-e-má sabem que existem um motor sob o capô, e nem repararão nesta “mancada”…
    Bob, li em outra publicação que não há abertura do porta-malas pelo controle e nem abertura por chave na própria tampa, é isso mesmo? Em caso positivo, é algo que certamente sentirão falta, imagine-se a cena, saindo do mercado: chega, destrava o carro, abre a porta pra ter acesso a trava, destrava a tampa do porta-malas, encosta a porta, volta pro porta-malas pra poder abri-lo…
    Resumo: praticidade 0!

  • Lucas Pereira

    A maioria das compradoras de HRV passará a vida inteira sem abrir o cofre do motor. Então pra que se preocupar em cuidar dele?

    • $2354837

      Também acho isso Lucas, inclusive pode tirar o conta-girus também. Deixe uma luz “chamar a assistência” e só.

  • MrBacon

    Apesar de ser algo subjetivo, a empatia do público feminino pelo carro também ajuda a justificar o sucesso. Além dos próprios carros, não raro as esposas influenciam também a compra dos carros dos maridos. Perguntei para algumas amigas e todas foram unânimes com relação ao HR-V.
    Do ponto de vista racional, a Honda faz por merecer a fama de robustez e boa assistência (tive um Fit 2010 e posso atestar isso), o design é extremamente feliz (bonito, espaçoso e funcional), e a mecânica também parece bem acertada. Pontos fracos? Equipamentos, acabamento e preço, características intimamente ligadas.
    Ainda bem que tem fila de espera, se estivesse disponível para pronta entrega tenho certeza que minha esposa iria me perturbar para comprar um.

    • toni

      Essa foi boa! (rs)

  • Roberto Alvarenga

    Não gosto do HRV por convicções pessoais anti-SUV. Mas entre os SUVs pequenos, parece ser o mais adequado à demanda do mercado. Um grande acerto da Honda.

  • WSR

    Gostei muito das possibilidades de uso do banco traseiro e das 2000 rpm aos 120 km/h em 7a marcha. Desconfio que seja bem silencioso nessa faixa de rotação.

  • REAL POWER

    “Depois de uma semana descobri “o que é que a baiana tem”: um veículo agradável, espaçoso, eficiente e, fazendo jus à facilidade de colocar os banquinhos de crianças por ser mais alto, tem engates Isofix e fixação superior para dois desse itens de segurança. Está explicada a grande procura.”

    Justamente o que venho afirmando a muito tempo, por isso e por outros motivos eu sou dono de um Sénic. E não tenho intenção de vender tão cedo, provavelmente vai ficar comigo mesmo após os filhos crescerem a ponto de não precisarem mais cadeirinhas.

  • ccn1410

    Este câmbio CVT é diferente do câmbio CVT do Fit?

  • REAL POWER

    Bob.
    Caso passe despercebido, corrige meu comentário onde escrevi Sénic quando o correto é Scénic. Abraços.

  • Orizon Jr

    Carro é uma máquina e tanto.

    Autoentusiasta que sou (será mesmo?) estou ciente do estrondoso sucesso do HRV. Mas como SUV é um tipo de veículo que não me atrai, este Honda não me desperta nenhum tipo de paixão.

    Sem dúvida, tecnicamente, é um belo modelo. Seu sucesso é justificado.

    Forte Abraço

  • guest

    O computador de bordo é operado… por botão saliente do mostrador
    No mais, penso que boa parte do sucesso desse carro – a exemplo do Mercedes GLA – pode ser creditado à sua aparência de “hatch bombado”, não de SUV. Acho que isso vai fazer escola…
    Obrigado pela avaliação, Bob.

  • Ilbirs

    Esses cofres com acabamento qualquer coisa que estamos vendo nas presentes gerações de Fit e derivados estão sendo importantes fontes de afugentamento de possíveis compradores desses carros. Cada qual consegue ver um pecado diferente e que vai se somando àquilo que era mais vistoso.
    Normalmente falaríamos apenas da ausência de pintura, significando aí tratar-se de uma superfície mais áspera (boa para ir retendo sujeiras e com uma camada a menos de proteção em relação à parte externa), mas cada um vai descobrindo coisas diferentes. Um familiar meu que está à procura de veículos segundo o desconto para portadores de deficiência notou que a alavanca de trava do capô passa uma impressão de fragilidade, como se fosse cair na mão. De fato, ela dança que é uma beleza na mão e vi carros com mais de década nas costas e mais de 100 mil km rodados cujas alavancas de trava de capô estão bem mais firmes que as de um HR-V zero-bala.

    Agora tem essa que o Bob constatou sobre os cordões de vedação das soldas e já estou com medo de alguém me falar que o cofre de Fit e derivados viria com um gato morto de série, de tanta coisa que estamos descobrindo nessa queda de qualidade constatada na transição geracional da menor plataforma produzida pela Honda no Brasil.

    • Domingos

      Me incomoda mais que todo Honda dessa base esteja vindo com painéis de carroceria tortos.

      Já vi City, Fit e HR-V com capô ou porta-malas parecendo carro recém batido em que não alinharam as peças direito.

      • Curió

        Da última vez que fui a uma concessionária Ford, notei essa mesma característica. Os carros estavam muito “mal montados”. O capô de um Fusion era rente à carroceria de um lado e do outro o vão era quase de um dedinho.

        • Roberto Alvarenga

          A moda do friso cromado no rodapé das janelas é boa porque denuncia na hora o desalinhamento das portas – basta olhar para um carro preto com este friso no show room. Estive olhando o Nissan Sentra outro dia, e o modelo do test-drive era preto. O friso cromado estava claramente mais alto na porta traseira que na dianteira.

        • Domingos

          Comentam o mesmo das EcoSport novas, embora nunca reparei (vi muito poucas ao vivo).

  • Danniel

    Minha mãe tem um Civic LXS quer sofre do mesmo mal de falta de tinta no cofre. Pelo menos a calafetação não ficou aparente no sedã.

    Mas que esse 1.8 ronca gostoso depois de 4000 RPM, isso não tem como negar.

  • Bdias

    Bob,
    Otima avaliação.
    Não é enxergar apenas a grama do vizinho mas lá fora existe a versão 4×4…que seria muito bem vinda como opção.
    E aqui também faltou os air bags laterais para os passageiros de trás! F
    Nessa altura do campeonato, falta grave da Honda!

  • Henrique Lopes

    Suves não me atraem, prefiro carros que me deixam mais próximo do chão, mas se tivesse que escolher entre ele, Ecosport e Duster, eu ficaria com o Honda. Seu perfil me agradou bastante, tenho a impressão que dá para sentar baixo na frente e seu estepe fica escondido.

  • Junior

    A Honda realmente acertou em cheio e está de parabéns por saber atender a expectativa do consumidor, coisa que poucas das novas montadoras souberam fazer. Agora entender porque o consumidor prefere este tipo de veiculo (SUV) só Freud explica, porque a engenharia não consegue explicar.

    • Oscar Neto

      Os autoentusiastas já mudaram o nome de alguns suves para não perderem a pose: perua alta.

  • VeeDub

    Bob, o coletor de admissão variável havia sido retirado quando este motor se tornou flex.

    • Domingos

      Será que voltou?

    • VeeDub
      O “i” de i-VTEC indica coletor variável.

      • VeeDub

        O “i” de i-VTEC indica diferentes coisas em diferentes motores com VTEC. No caso específico do R18A, o ‘i’, de inteligente, indica que a ECU analisa diversos parâmetros antes de ordenar a passagem de um comando para outro, diferentemente de outros tipos de VTEC, que trocam de comando em uma determinada rotação.

        “So the new SOHC i-VTEC implementation is an entirely new implementation, quite unlike those already in use. Under normal driving conditions, the R18A runs on its normal set of cam-lobes which in a completely reversed role, Honda calls the ‘hot-cams’. So VTEC-off on the R18A means it can be considered to be running high cams. When the right conditions are acheived for fuel economy, VTEC engages the 2nd set, the ‘low’ or ‘economy’ cams. Thus VTEC-on on the R18A means it is running low cams. More importantly is VTEC engages the low-cams only if the right conditions for fuel economy are acheived. If they are never acheived, like when we are driving aggressively for the whole trip for e.g., VTEC will never open on the R18A. Thus it is a completely different idea from the VTEC implementations of old where VTEC will always open after a certain rpm, irregardless of the driving conditions. This is also the reason why Honda feels it is justified to call this new implementation an i-VTEC implementation, ‘i’ of course meaning ‘intelligent’. This is because the engine/ECU is ‘smart’ enough to know if conditions are right or not for VTEC to engage. This new mode of operating is clearly illustrated in the 3-dimensional torque-rpm-driving load chart on the left (supplied by Honda). Note the standard torque curve. This is the line right at the top of the chart and VTEC never activates across this torque curve. On the other hand, VTEC opens across a fairly wide range of driving conditions, in the shaded portion inside the torque curve. So if our throttle pedal position or other critical driving conditions are outside the shaded portion, the R18A will not engage VTEC at all.”
        http://asia.vtec.net/Engines/RiVTEC/index.html
        http://asia.vtec.net/Engines/R18A/index.html
        A perda do Coletor de Admissão Variável (que existia no motor só gasolina) ocorreu quando da sua conversão para flex. Existem várias referencias a isto em fóruns e clubes do modelo na internet.

    • Oscar Neto

      É omesmo que ocorreu com o motor 1,5 do New Fit. No lançamento disseram que era o 16V full time, mas na verdade o nosso usa o mesmo sistema do 1,35 l.

      • VeeDub

        Correto Oscar

  • Sandro

    Boa lembrança de Honda-san… Acho que já foi feito no passado, mas eu sugiro um “post” ou matéria sobre bons livros relacionados a automóveis e motocicletas.

    Ainda outro dia eu estava lendo este aqui:

  • Oli

    Se eu tivesse a opção de escolher entre deixar do jeito que tá ou pagar 5 reais a mais pra ter pintado… eu escolheria deixar do jeito que tá.

    • Domingos

      Se apenas cobrissem a massa com primer, seria bem ok por mim.

      É uma área de trabalho e o primer ou apenas a camada de tinta estão suficientes.

      Inaceitável é como nos primeiros Etios, onde ficava uma parte com primer e outra com um pouco da pintura que era borrifada nos para-lamas por exemplo.

      E essa da massa exposta, pensando bem, é meio inaceitável também.

      Essa massa sai com o impacto de uma chave de fenda se desprotegida e fica muito mais fácil ressecar com o tempo.

      No entanto, com o completamento do negócio de vender carro por estilo e por comodidades como a central multimídia, essas coisas devem passar batido para quase todos os compradores.

      Não duvido que a próxima leva de carros da Honda seja 100% CVT, eixo de torção e tudo com o mesmo motor (provavelmente vão nivelar pelo 1,8).

      Todos sem pintura nenhuma no cofre.

    • Lucas

      Pois é… a crise tá feia mesmo….
      Mas eu pagaria os 5 pila pra isso.

  • Pedro_chato

    Um carro menor que um Grand Siena, mais baixo que um Fox, com excelente espaço interno incluindo o maleiro e com muita versatilidade, boa altura livre do solo, design exterior e interior muito agradáveis, ergonômico, aconchegante, mecânica eficiente… O projeto desse carro é esplêndido. Não faz meu tipo, mas seria o carro ideal pra ter na garagem à disposição da minha esposa, mas não podemos tê-lo.

    Quem me dera por um na garagem, e ainda ter, este a minha disposição, este: http://www.webmotors.com.br/comprar/bmw/325i/2-5-sedan-24v-gasolina-4p-manual/4-portas/2011/14290172

  • Félix

    Essa conversa já ouvi de amigos. Um argumento q ouvi foi q o carro tá na garantia e por isso nem se preocupam em abrir o capô.

    • Luiz_AG

      No procedimento de entrega a consultora diz para você nunca abrir o capô que não é necessário.
      Os Hondas devem ter um cárter latifundiário de óleo, pois qualquer motor pode sofrer baixa de óleo em 10 mil km.

  • Caio Azevedo

    Tenho acrofobia.

  • Luciano Gonzalez

    Não existe carro caro e sim projeto bem executado do começo ao fim.. o HR – V está aí para provar isso… custa mais de R$ 70.000,00 e têm quase 4 meses de fila de espera.. parabéns à Honda por saber entender bem o que o mercado quer..
    Obs.não sou fã de SUV (não gosto nem um pouco).

  • David

    Eu tenho um City 2015 e ele tem o cofre do motor “no primer” também mas isso não me incomoda pois pelo menos EU não dirijo o carro com o capô aberto. Quem se incomodar é só não comprar, afinal a concorrência está ai oferecendo muitos produtos inúteis, caros e pouco práticos.

    • Oscar Neto

      É uma coisa inútil mesmo, perder tempo com cor de cofre do motor. Está no mesmo nível dos alisadores de painel.

  • Luiz_AG

    “A rebarba no painei de hoje é o cofre do motor na chapa de amanhã”.
    É só questão de tempo para todos os carros virem com cofre do motor no primer…

  • $2354837

    A Honda ainda sofre muito de arrogância… Sim, óbvio, no mercado de automóveis conseguiu seu espaço com qualidade. Nas motos também, metade das motos vendidas no país refere-se a um único modelo da marca – Honda CG 150.
    Mas é importante citar que por exemplo, em motocicletas de média e alta cilindrada em mercados onde ela concorre com marcas de peso (Kawasaki, Suzuki, Yamaha, BMW, Triumph, KTM, Ducati, Harley-Davidson) ela não ganha em nenhuma categoria. O público de média cilindrada é muito exigente e não aceita o preço alto fixado na etiqueta de preço, tendo ótimas marcas como concorrentes.
    Penso eu, sabemos que o consumidor de automóveis no Brasil não é muito exigente…
    Caso a exigência aumentasse, teríamos essa relação custo-benefício da Honda?

    • Milton Evaristo

      O pessoal baixa cilindrada é quem coloca danadinhas pra rodar muito, sofrer no dia a dia. Certamente preferem menos dor de cabeça com defeitos, e reparos em garantia sem tanta contestação e agarro em oficina.

      No final é igual com os carros. Você troca itens de conveniência e conforto, por menos chances de enguiços e mais robustez. Pena que a Honda não tem nada a preço de entrada de linha como a Toyota. Nos meus tempos em que rodava muito e não podia perder tempo com enguiços bobos (esses são os mais chatos) antes existisse um Etios a R$ 40.000,00 rsrsrs.

    • Ricardo

      A seguir esta teoria, então americanos e japoneses também não são.

  • Curió

    Eu, que não gosto muito de suves, acho o HR-V bem feio externamente. Mas li a matéria porque tenho a mesma curiosidade do “que é que a baiana tem”. Realmente, o carro é bastante prático para uma família, o interior é muito bonito bem executado (me lembra dos interiores das caminhonetes médias no começo dos anos 2000) e o desempenho do conjunto câmbio e motor, tenho a impressão, é bastante satisfatório para a média de seus compradores, que, se não se importa muito com esportividade, também não gosta de lerdeza. Ainda assim, acho que uma perua poderia cumprir tudo o que ele cumpre com mais qualidade. A única hipótese de um carro assim ser superior a uma perua, eu acho, é tendo tração integral unida ao maior vão livre. Aí se torna uma bela compra, podendo compensar o maior consumo e o pior comportamento dinâmico. Eu estava vendo no site da Suzuki a apresentação da tração integral do S-Cross, e, realmente, essa tecnologia hoje é muito avançada. Com tração dianteira, acho que o carro perde o atrativo como máquina, digamos assim. Tenho a impressão de que isso é geral nesses carros maiores e mais pesados: a tração é menos eficiente que num carro comum mais leve, Uno, por exemplo, para andar no barro etc.

  • David,
    Eu e os leitores folgamos em saber que você não dirige com o capô aberto, estamos felizes com isso, pois dirigir com ele aberto não é muito bom…Ou, como diz o velho ditado, tem gosto para tudo, até para mulher com uma baita verruga no nariz…

    • David

      Bob mas pense no lado prático(sério) no primer fica mais fácil identificar um possível vazamento de óleo ou qualquer outro tipo de mancha. Apesar de que eu acho que Honda não vaza óleo igual aos Motores GM. pelo menos nunca vi..

    • Luiz Otávio Rujner Guimarães

      Pois é Bob, tem gosto para tudo, mas conheço uma “japinha” com uma verruga bem no meio da testa, e ainda assim me encanta. Quanto ao cofre do motor apenas com o primer, considero economia de palitos. Não sei dizer dos importados, mas nos nacionais, com pintura metálica, tenho a impressão que aplicam apenas a tinta, não tem a camada do verniz.

      • Lucas

        A Sabrina Sato até que é bonitinha mesmo, mas só enquanto não abre a boca. Abriu a boca, sai de mim….. e não é nem pelo sotaque, não.

        • Luiz Otávio Rujner Guimarães

          Verdade Lucas. Ninguém é perfeito.

      • Comentarista

        No setor da manufatura dos carros tudo é economia de palitos. Até mesmo se puder deixar de usar um parafuso de 1 centavo, pode ter certeza que ele deixará de ser usado.

  • Roberto Mazza

    Veja como é a diversidade de gostos, eu justamente prefiro automóveis com altura total de 1,59 a 1,68 e também pneus com maior banda lateral, puramente por convicções pessoais. Mas como eu gostaria de experimentar um carro turbinado e AT, bem que às vezes cogito um 308 ou um Jetta usados. Tiguan e Q3 me agradam, mas ainda falta verba pra adquirir, abastecer e manter os predicados de um ou de outro.

    • Roberto Alvarenga

      Questão de gosto. Me agrada mais sentir o carro no chão (e me sentir mais próximo ao chão). Não gosto de carros altos; em que pese, hoje, a estabilidade dos SUVs já ser comparável à das peruas e dos hatches médios, não gosto da posição de dirigir mais elevada e nem da sensação de amplitude que esses carros dão. Na combinação turbinado e automático (ou automatizado), pra meu gosto, as opções mais interessantes seriam o Golf e o 308 THP…

    • toni

      Roberto , então experimente o 2008 THP, é manual mas atende aos requisitos que você falou

  • David

    Estou assistindo o vídeo e algumas considerações(irei tomar como base o meu City 2015 EX que tem muito em comum).

    1- Paddle Shift: Meu City tem e realmente é útil para fazer freio motor em D. Por que ninguém em sã consciência vai usar esse recurso no dia a dia e eu até dispensaria isso(Eu dirijo também um Ford Fusion 2009 2,516v e que de mais moderno no câmbio é a função Low e um botão que “ativa” o freio motor e “desativa” o overdrive.) já que as “7 marchas simuladas” só simula mesmo um manual e não tem graça.

    2- Ar condicionado com comando digital é lindo e maravilhoso mas eu também dispenso. Eu sempre preferi os comandos convencionais por ser mais prático e intuitivo.

    3- A conectividade do som é muito boa(meu carro tem o mesmo sistema) a câmera de ré é de boa qualidade(diria que é em 480p)peca apenas por ter uma definição um pouco ruim em ambientes poucos iluminados. O Bluetooth conforme o jornalista destacou é ótimo e conecta rápido.

    Só não entendi por que a Honda não colocou o mostrador de temperatura externa no painel, pois ficou um “vazio” entre o marcador de combustível e aonde visualiza as informações do computador de bordo.

    • Mineirim

      David,
      O ar condicionado automático digital, a meu ver, tem duas vantagens:
      1. Regula sozinho a temperatura;
      2. Direciona o ar, priorizando o fluxo para as áreas que estão com temperatura mais distante da desejada.

      • David

        Sim meu City tem o ar com comando digital e tem esses recursos.

      • toni

        Concordo inteiramente com você , eu detestava ar-condicionado que ficava gelando minha testa enquanto os passageiros de trás passavam calor. Tenho um Fluence com ar-condicionado digital e automático e é sensacional, ele varia as saídas de ar no pé , na frente , no painel , envia ar para banco de trás até atingir a temperatura especificada, dai reduz sensivelmente o ar. É espetacular, quem diz que isso é detalhe nunca experimentou um. É outra coisa, passei a ser fã deste tipo de ar e considero item essencial na escolha de um carro

      • Ricardo

        Acho o ar automático, um excelente item. Vc programa uma temperatura de conforto (no meu caso 23° p/ não brigar com a patroa) e a viagem inteira não precisa mais mexer (ao contrário dos convencionais).

      • Renato Dias

        Ítem dispensável, até você ter um.

  • Leonardo Mendes

    Falam tanto do perfil “não-SUV” do 2008 mas o HR-V também não está longe disso.

  • Davi Reis

    Não é bem assim, a concorrência pode oferecer muitos produtos caros (apesar de Honda e Toyota serem as mestres nisso), mas inúteis e pouco práticos? Aí é pegar pesado.

  • Davi Reis

    Tem ótimo comportamento dinâmico, ótima posição de dirigir, mas é outro carro que não me desperta nada. O motor 1,8 é cumpridor, nada mais, nada menos, o câmbio CVT é bem calibrado (mas esse tipo de câmbio ainda não me agrada) e apesar de bem equipado, acho que faltam alguns itens, considerando o preço que a versão topo de linha alcança. O que me chocou mesmo é como o carro é barulhento acima de 4000rpm, o motor invade a cabine sem vergonha nenhuma, a ponto de incomodar. Se fosse pra levar um dos dois novatos da categoria, iria de Renegade.

  • Davi Reis

    Acho que é um desleixo muito grande. É como empurrar a sujeira pra debaixo do tapete, já que supostamente ninguém verá aquilo.

  • Piero Lourenço

    Não pago 90 mil nisso bem a pau !! O carro até deve ser bom… mas por esse preço só maluco mesmo!

    • Domingos

      O pessoal cisma em focar nas versões de topo, de forma que a estratégia das fabricantes em dar status ao carro com elas realmente funciona.

      Você vai contar nos dedos os de 90 mil que vai ver, da mesma forma que ver um Corolla Altis é raríssimo.

      O carro parte dos 60 e a média deve pagar nele entre isso e 70. Ver o preço do de 90 é como ver o preço do Uno Sporting de 50 mil e achar que todo Uno custa 50 mil.

  • Lucas

    Já eu desejaria o cofre pintado porque isso denota capricho do fabricante. Por mais que a qualidade Honda seja visível no interior ou no carro como um todo, relaxar em uma parte teoricamente pouco vista me leva a desconfiar como será o capricho dela em lugares como dentro das portas, por baixo do painel e etc.

  • As mamães que vão comprar este carro não sabem nem onde fica o motor, então a pintura do cofre do motor não faz diferença. Eu gosto de ver o motor, mas também não estou nem aí para a pintura diferente do cofre. Já a falta de 4×4 é problema, mas para as mamães levarem os pimpolhos pra escola não faz falta, então não tem. Carro bem focado no que o consumidor em geral quer. Parabéns pra Honda.

  • Daniel S. de Araujo

    Uma coisa temos todos que parabenizar a Honda: Ela sabe multiplicar o espaço. O HR-V é pequeno por fora e bem grandinho por dentro. Como o Bob mostrou no porta-malas e no “sentado atras de mim”, é um espaço bem razoável mesmo para uma pessoa mais alta ou uma familia que goste de carregar malas grandes.

    O Fit é a mesma coisa e o City idem.

    • Renato Dias

      Não o considero pequeno por fora. É nitidamente o maior entre os seus concorrentes compactos. Quase um médio.
      Agora, o City é mínimo por dentro.

  • Marcos Zanetti

    Esse sucesso todo, pra mim, não passa de estratégia da Honda. O que eles fizeram foi fabicar menos veículos do que a projeção inicial, devido a “crise”, com menos veículos para entregar ao consumidor, maior a fila de espera. Se cria assim esse sucesso de vendas! Mas que é um bom carro eu não tenho dúvida.

    • CorsarioViajante

      É um ponto de vista, tipo aquela balada que fica segurando gente fora para parecer que está lotada.

      • Marcos Zanetti

        Na verdade, meu caro. Isso ocorre mesmo. Honda e Toyota fazem isso. Vc não verá os pátios dessas montadoras com estoque de veículos. Se bem que no Brasil algumas montadoras faZem isso- patio cheio, para pressionar governo a manter seus lucros exorbitantes e mandar para fora do país…

        • Domingos

          Precisamente. Toyota pode estar com venda lá embaixo que você ainda pode ter que esperar 1 ou 2 semanas por um modelo qualquer.

          Trabalham com just-in-time e lei de demanda. A forma deles de segurar preço é mais inteligente, embora não deixe de ser meio espertinha às vezes.

          No caso da Honda, meses antes de lançarem o HR-V a produção de City e Fit estava sendo bem segurada, com bem poucos carros disponíveis a pronta entrega na capital.

          Pessoalmente também não tenho visto tantos HR-V em São Paulo quanto esse sucesso todo faz imaginar, porém o carro om certeza é desejado.

        • toni

          No dia 18/8 fui ver Corolla novo, podia escolher a cor e a entrega era imediata, mas o preço absurdo (R$ 85.000) por um carro pelado. Fui ver o Fluence Privilège (completo com todos opcionais por R$ 82.500). Não pude escolher cor, mas enquanto negociava o carro, o prata que eu queria, foi reservado em outra concessionária. Reservei-o rapidinho antes que esse acabasse também. A Renault está comendo pelas beiradas a empáfia de Toyota e Honda.

          • Ricardo

            Corolla XEi pelado?, ah, já sei, não tem ESP. Kkkkk. Gosto não se discute, mas cogitar um Fluence a um Corolla? Mas, enfim, o que importa é ser feliz com as opções que fazemos.

  • Lucas

    Ou retirar todos os alertas de injeção, óleo etc. e adicionar a mensagem “ligar para o marido”.

    • Luiz_AG

      Eu evitei ser machista a esse ponto… rsrs…

  • Cristiano Reis

    Engraçado ver como são os gostos e prioridades de cada um e respeitá-los, por exemplo, o Bob, não se incomoda com um painel de plástico duro e áspero ao tato mas se incomoda com o cofre do motor não ser pintado com a mesma tinta da carroceria…

  • Daniel

    Considero tão absurdo quanto a falta de tinta no cofre do motor, a presença de plásticos duros no interior. É bom lembrar que estamos falando de um carro que pode chegar a quase 90 mil. Esse cofre aí desse jeito, nem o meu Logan que custou menos da metade, tem. Eu concordo com o Bob quando ele diz que hoje não há mais carros ruins (eu por conta própria, excluo os chineses). Posto isso, as chances de um japonês estar em minha garagem é quase zero.

  • Pedro_chato

    Cristiano, Bob deve ter feito careta ao ler seu comentário, mas você tem razão, preferencias pessoais…

    E esse Kazinho aí ein, tenho um igual, guardado, não o uso mais como transporte… O chamo de parque de diversões!

    • Cristiano Reis

      Tive que vender para comprar um novo, ele já estava apresentando alguns problemas e como trabalho viajando não tinha tempo de reparar… A patroa estava psra me matar com isso, foi o jeito trocar. Mas vendi quase chorando! Tinha planos de instalar uma turbina de 0,4 bar entre outras coisas…

      O seu é o 1,0 ou 1,6??

  • Domingos

    Meu vô tinha um e também não era ruim na cidade não, além de andar muito bem.

    Dizem que o Astra dessa época, com o mesmo motor, era melhor ainda. Um pouco mais leve e com o motor todo feito e programado na Europa.

    Alguns falam que foi o 2,0 gasolina da GM que mais andava e ainda assim era econômico.

  • CorsarioViajante

    O comentário estava legal até chegar no fim, desmerecendo os concorrentes.

  • João Guilherme Tuhu

    Os Honda são excelentes. Mas são como o Credicard: não têm preço.

  • João Guilherme Tuhu

    Abro o capô dos meus carros de 1 a 2 vezes por semana. E na entrega do último, a boçal da entregadora disse que eu ‘não precisava sequer abrir o capô”…

  • Cris Dorneles

    Acho estranho o Bob não reparar em acabamento interno com falhas e rebarbas e reparar dentro do cofre.. dentro do cofre para mim é o de menos, quero um carro com bom acabamento na parte interna, que é nosso contato ”íntimo” com o carro, por assim dizer.

  • Cris Dorneles,
    Fácil.No acabamento interno, só quando alguma coisa salta à vista, como um painel de visual estranho. Se sua superfície é dura ou macia, para mim é indiferente, não fico apertando-o, e se alguém o faz pergunto: para quê? Também, não me passa pela cabeça ficar passando o dedo em tudo em busca de rebarbas. Cofre do “coração do automóvel” de produção descuidada me lembra cenários de palco de teatro ou cinema, na frente uma coisa, por detrás outra.

    • Cris Dorneles

      Bob,

      Questão de prioridades, acho que chegamos na equação perfeita.

    • Ricardo Menezes

      Bob, a questão da superfície do painel ser macia, ou seja, com espuma injetada, não é para ficar apertando ou apalpando, como se estivéssemos a deitar em cima. Penso que esse material, além de conferir mais requinte à cabine, passando a sensação de esmero e qualidade superior, evita os rangidos e grilos próprios de materiais plásticos que estão em constante atrito, sem falar em eventuais deformações (já vi casos de peças plásticas internas deformarem sob o sol quente em algumas cidades que beiram os 40ºC). Já tive carro feito todo de plástico duro e hoje possuo um automóvel com espuma injetada. Sente-se a diferença em todos os aspectos: visual, tátil, sonoro, etc… Se eu pago caro num carro, que pelo menos ele me ofereça o requinte que se espera do valor desembolsado.

    • Ricardo

      Também não costumo ficar “apalpando” painel. O mais importante, é que não seja fonte de nenhum ruído, ao longo da vida útil do carro.

  • Luiz Otávio Rujner Guimarães

    A famosa, mas não menos famigerada economia de escala. Quando o produto é feito com um pouco mais de esmero, se torna Premium.

  • Ricardo Menezes

    Não entendi por que meu comentário não foi postado! Atenção moderadores, assim fica difícil participar

    • Ricardo Menezes
      Foi postado, não viu? Não é um que você achou o consumo elevado?

      • Ricardo Menezes

        Não, esse foi postado. Foi um sobre o acabamento interno. Foi classificado como “spam” não sei por que.

  • Ricardo Menezes
    Estava em spam, não sei por quê, pois não era para isso e tampouco para ser recusado. Está lá, acabei de validá-lo.

  • Ricardo Menezes
    Visual? Sonoro?? Tátil pode ser, mas como eu já disse aqui, painel não é para ficar enfiando o dedo. Não procede a alegação de macio ser mais durável sob sol. Requinte? Qual a diferença? Considero sua exigência exagerada e despropositada, mas se é escolha sua, você é que comprou o carro, não eu.

    • Ricardo Menezes

      Visual: percebe-se quando se esta diante de um material emborrachado. Nota-se a qualidade superior. Sonoro: ausência de grilos e rangidos. O requinte esta na própria elevação da qualidade. Durabilidade: não sei se e mais durável ou não, mas que plástico duro deforma com mais facilidade sob calor, isso é fato. Mas, como tudo isso é muito subjetivo, penso que, nesse particular, caminhamos para lados opostos. E parabéns pela excelência das reportagens.

    • toni

      Bob , você está na contramão do mercado, painel de plástico duro todo mundo repara, acho que só você não.

      • Toni
        É uma questão pessoal. Não vejo nada errado em plástico duro desde que o visual seja agradável, caso do HR-V e outros. Não vejo sentido em ficar apertando o painel com o dedo. Gosto é gosto, muitos gostam de se esconder nos carros atrás de sacos de lixo, que eu abomino.

  • Pedro_chato

    1,6

  • toni

    Fiz test-drive num hrv top ( 90.000 reais ) , achei o acabamento pobre para o $ , painel de plástico duro , console central muito alto , separa a cabine em dois ( não gostei ) , não tem saida de ar condicionado para o banco traseiro ( num carro de 90.000 reais é um absurdo !!! ) , o banco é confortável e o câmbio agradável , porém a performance deixa a desejar. Gozado a reportagem não comentar estes aspectos negativos

  • Alexandre Augusto, segundo a Honda, é para conter o consumo com álcool. Não me ocorre outro caso.