Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas CABEÇA NAS NUVENS, PÉS NO CHÃO – Autoentusiastas

CABEÇA NAS NUVENS, PÉS NO CHÃO

Wagner atual r

Cabeça nas nuvens, pés no chão

 

Jules Bianchi, 3/8/1989 – 17/7/2015 (foto Marussia/Getty Images)

Jules Bianchi, 3/8/1989 – 17/7/2015 (foto Marussia/Getty Images)

O mundo da aviação tem muito a ensinar… A morte de Jules Bianchi pode justificar o nascimento de uma nova cultura na F-1: antes de apontar o dedo para possíveis culpados será melhor conhecer o que houve de errado e consolidar novos procedimentos e normas de segurança. Normalmente uma etapa descontraída, o GP da Hungria neste domingo terá um paddock onde o nome Jules será mencionado muitas vezes.

 

O fim e o começo

 

Bianchi estava bastante ligadoi à cor vermelha: foi o primeiro piloto da Ferrari Academy (foto Getyy Images)

Bianchi estava bastante ligadoi à cor vermelha: foi o primeiro piloto da Ferrari Academy (foto Getty Images)

Acidentes com aviões têm um elemento comum, qualquer que seja ele: uma vez registrados oficialmente todos eles disparam uma série de investigações com a proposta única de descobrir as causas de sua indesejada existência. Trata-se da maneira mais segura e confiável de melhorar as condições de segurança e diminuir as chances de que a situação se repita. Como o ser humano é, por concepção, imperfeito, o zero absoluto — ou “Zero Kelvin” como um autoentusiasta mencionou no passeio que o site promoveu gosta de mencionar —, isso jamais será consolidado.

Pode parecer que a F-1 está relativamente perto de atingir esse padrão, mas ainda falta muito, a começar pelas posições assumidas por dois dos principais dirigentes ligados à ela. Enquanto Jean Todt tende a isentar de culpa o autódromo de Suzuka e concluiu em sua investigação sobre o acidente que o piloto estaria andando mais rápido que o apropriado para as condições da pista naquele momento, Bernie Ecclestone não esconde que o trator contra o qual Bianchi bateu com seu Marussia não deveria estar no local do acidente.

Pilotos veteranos como Niki Lauda e Alain Prost têm visão diferente do assunto, e uma visão, bom que se diga, bem mais sensata acerca do primeiro acidente fatal em um GP desde aquele que vitimou Ayrton Senna em maio de 1994, em Imola. Para o austríaco Lauda, ele próprio vítima de um acidente em Nürburgring, Alemanha, é um milagre o intervalo de 21 anos entre as duas fatalidades:

 

Lauda acredita em milagres (foto Mercedes benz)

Lauda acredita em milagres (foto Mercedes Benz)

“Eu insisto: é um milagre. É notável que se fez muito pela segurança, mas no final das contas temos 20 carros andando a uma velocidade que pode chegar a 340 km/h.”

Rival e amigo de Lauda, o francês Alain Prost concorda com o progresso feito pela segurança dos pilotos, mas repete o que disse quando o acidente de Jules aconteceu, em outubro passado:

 

Alain Prost diz que FIA não contou tudo (foto Renault)

Alain Prost diz que FIA não contou tudo (foto Renault)

“Estamos falando de um acidente sob chuva e com visibilidade bastante precária. Era necessário ter acionado o Safety Car antes de permitir que aquele trator chegasse ao local. Insisto que é preciso falar de alguns pequenos detalhes, alguns erros de cálculo por cujas conseqüências estamos pagando um preço alto.”

Prost lembrou que as investigações da FIA encontraram detalhes que não vieram a público, o que muitos acreditam ser o fato de Bianchi estar andando mais rápido do que seria prudente, algo que não aconteceria se o Safety Car estivesse determinando o ritmo da prova. Compatriota de Bianchi e Prost, Patrick Tambay, que venceu dois GPs pela Ferrari (Alemanha, 1981 e San Marino, 1982), pondera que as circunstâncias do acidente de Jules deverão reaparecer após as emoções de sua morte forem serenadas:

“De qualquer forma, a F-1 é isso: pilotos andam o mais rápido que podem, é uma questão genética. Quanto ao acidente, alguns erros foram cometidos, mas não é hora de falar disso.”

Publicações de língua alemã, como o jornal Bild e a especializada revista Auto Motor und Sport, revelaram que num futuro próximo os carros de F-1 serão equipados com câmeras de TV como capacidade de registrar em super câmera lenta detalhes de como a cabeça dos pilotos reage a impactos em casos de acidente. O equipamento está em fase de desenvolvimento pela Magneti Marelli, empresa do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles) e que foi alvo de negociação recente. Quando tal recurso estiver disponível nenhum carro identificado pelo numeral 17 irá usá-lo: como homenagem a Jules Bianchi, a FIA decidiu que esse número não será mais usado no Campeonato Mundial de F-1.

 

Jules e seu pai Philippe: apoio desde os tempos do kart (foto Getty Images)

Jules e seu pai Philippe: apoio desde os tempos do kart (foto Getty Images)

O funeral de Jules Bianchi é hoje na cidade francesa de Nice. Filho de Philippe e Christine Bianchi, era o irmão mais velho de Tom e Mélanie e, lamentavelmente, não foi o primeiro acidente fatal na família. de origem belga. Seu tio-avô Lucien faleceu quando testava um Alfa Romeo P33 em Le Mans; seu avô Mauro disputou corridas de F-3 contra Wilsinho Fittipaldi e, parou de correr por causa de outro acidente. Isso levou os Bianchi a abandonar o automobilismo na condição de pilotos: o pai de Jules, porém, mantinha uma pista de kart em Aix-en-Provence, e foi lá que ele desenvolveu a habilidade que despertou a atenção de Nicolas Todt, seu manager e chefe de equipe desde 2007 e quem proporcionou sua estréia na F-3 em 2008.

Jules foi o primeiro piloto da Ferrari Academy e era cotado para defender a Scuderia na F-1 no futuro próximo. Antes da largada do GP da Hungria deverá haver um minuto de silêncio em homenagem ao piloto que faleceu sexta-feira, 17 de julho.

 

€ 12 milhões por um finlandês mais jovem

 

Bottas quer tirar a Williams da cabeça (foto Glenn Dunbar/Williams)

Bottas quer tirar a Williams da cabeça (foto Glenn Dunbar/Williams)

A imprensa italiana, famosa por desvendar os próximos passos da Ferrari em detalhes que as equipes inglesas conseguem manter em sigilo, anunciou que a Scuderia teria pago € 12 milhões pelo passe de Valteri Bottas, atualmente contratado da Williams e provável substituo de Kimi Räikkönen. A notícia foi publicada pelo diário esportivo Corriere dello Sport e vai ao encontro a uma recente declaração de Bottas na qual ele afirmou que “será muito difícil vencer uma corrida com o Williams”.

Tal observação certamente não viria a público caso o piloto estivesse decidido a permanecer na equipe até o final do seu contrato, em 2016. A saída de Bottas deverá fortalecer Felipe Massa em seu terceiro ano como piloto da equipe de Grove, algo que poderá ser anunciado em breve. Jenson Button, Nico Hulkenberg e Felipe Nasr seriam os nomes cotados para preencher a vaga de companheiro de equipe de Massa.

Quanto à Ferrari, alguns jornais italianos destacaram um possível interesse da Scuderia pelo espanhol Carlos Sainz Júnior, que soma nove ponto no campeonato, um a menos que Max Verstappen

 

DR no paddock

Mais recente e famigerada DR no paddock da F-1, a relação entre a McLaren e a Honda continua fornecendo material para os entusiastas de plantão. O escocês Allan McNish, ex-piloto da equipe nos tempos de glória dessa união, escreveu recentemente sobre as diferenças culturais entre ambas. Como esse não tão pequeno detalhe voltou a ser exacerbado com a falta de resultados da equipe, McNish foi um dos poucos a descobrir a mais nova cartada diplomática de Ron Dennis: a volta de Indy Lall, o responsável pela equipe de testes na época de Ayrton. Este simpático engenheiro com raízes no subcontinente indiano, parece levar jeito para trabalhar com os valores asiáticos e europeus…

 

Dennis e Arai, dois estranhos no time (foto McLaren Media Centre)

Dennis e Arai, dois estranhos no time (foto McLaren Media Centre)

Por seu lado o japonês Yasuhisa Arai, líder da Honda na F-1, promete um rendimento surpreendente para o fim de semana. Segundo ele, o fato de Hungaroring ter poucas retas vai permitir usar o sistema de recuperação de energia de forma mais crítica e, conseqüentemente, obter melhor rendimento da unidade de potência. Num box mais para o meio do paddock a Lotus se vê envolta em dois tópicos, ambos diretamente ligados à sua sobrevivência.

Atual embaixador e conselheiro da Renault, Alain Prost declarou que embora o automobilismo esportivo esteja no DNA da marca francesa, “a possibilidade de se afastar totalmente da F-1 existe não deve ser desprezada”, ainda que ele próprio não acredite que isso vá acontecer. Com o desgaste cada vez maior no relacionamento com a Red Bull, a Renault considera três opções: deixar como está, comprar uma equipe ou, como lembrou Prost, “acabar com o programa de F-1”.

Como a Lotus é a principal candidata a ser adquirida e voltar a ser o time oficial dos franceses, a atual onda de cobrança movida por uma série de credores — consta que seriam 27 contas em atraso— contra o lendário nome inglês pode ter conseqüências diretas no futuro da equipe. Os débitos chegam próximo a US$ 1 milhão, valor que alguns críticos especializados consideraram baixo ao lembrar que “isso é cerca duma semana do orçamento das equipes pequenas ou cerca do que as equipes de ponta gastam por dia…

 

Lotus vive dias de apreensão (foto Lotus F-1 Team)

Lotus vive dias de apreensão (foto Lotus F-1 Team)

Por sua vez, a equipe Manor, que assumiu o passivo da Marussia — a mesma que Jules Bianchi defendeu em 2014 —, estaria prestes a receber investimento substancial dos empresários americanos James Carney e Tavo Hellmund, este último um dos idealizadores do Circuit of the Americas (o Cota), em Austin, no Texas, e bastante ligado a Bernie Ecclestone.

 

Estoril agora é de Cascais

O Autódromo do Estoril, palco do GP de Portugal entre 1984 e 1996 e da primeira vitória de Ayrton Senna (1985), agora pertence à cidade de Cascais, que o adquiriu da empresa que o explorava por uma quantia que beira os € 5 milhões, aproximadamente R$ 16 milhões . O autódromo faz parte de um complexo turístico idealizado e construído pela Companhia Grão Pará, da brasileira radicada no país irmão, Fernanda Pires da Silva. A proposta da Câmara Municipal de Cascais é modernizar a pista para atrair provas internacionais e intensificar o uso do traçado como local de testes pré-temporada, algo possível pelo inverno ameno da região.

 

Agag promete novidades

 

Alejandro Agag segue confiante no futuro da F-E (foto Formula E)

Alejandro Agag segue confiante no futuro da F-E (foto Formula E)

O espanhol Alejandro Agag declarou nos últimos dias que junto com a cidade que vai receber uma etapa da F-E entre as corridas de Buenos Aires e Long Beach, “uma décima-segunda etapa poderia ser adicionada ao calendário da temporada 2015/1016.” Agag não revelou maiores detalhes desse local e admitiu que já trabalha nas datas da temporada seguinte. Com relação às alterações técnicas ele acredita que “o uso de oito trens de força distintos deverá provocar a quebra dos recordes estabelecidos na primeira temporada. Além disso o barulho dos carros deverá mudar levemente.”

WG

A coluna “Conversa de pista” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

Sobre o Autor

Wagner Gonzalez
Coluna: Conversa de Pista

Jornalista especializado em automobilismo de competição, acompanhou mais de 300 grandes prêmios de F-1 em quase duas décadas vivendo na Europa. Lá, trabalhou para a BBC World Service, O Estado de S. Paulo, Sport Nippon, Telefe TV, Zero Hora, além de ter atuado na Comissão de Imprensa da FIA. É a mais recente adição ao quadro de colunistas do AUTOentusiastas.

  • Leonardo Amaral

    Excelente artigo, Wagner…

    • Wagner Gonzalez

      Obrigao, Leonardo!

  • Lucas Mundt

    Uma pena Jules não poder mais dar a sua versão para os fatos.. mas tenho certeza que ele diria:”eu vi uma bandeira verde sendo agitada no local.. e acelerei..”(que de fato é bem nítido no vídeo do torcedor..uma bandeira verde antes do local onde o trator estava..) como a posição de pilotagem lhe dá a visão só de cima dos pneus do seu carro.. e fazendo uma curva a esquerda, ele talvez nem notou a presença do trator.. antes de escapar.. (muito bom artigos Wagner.. como de costume..) Ps: Estoril tem que voltar ao top.. e voltará!

    abraço!

    • Wagner Gonzalez

      Lucas,

      Obrigado! Sobre o infortúnio que tirou a vida o Jules Bianchi o mais importante é que se extraia o máximo de informação para aperfeiçoar os sistemas de segurança do esporte.

  • marcus lahoz

    Wagner

    A meu ver o acidente foi causado pela falta do safety car, na NASCAR tudo gera SC; e isso anima a corrida, e dai que foi a 2 voltas do final, o que vale é a emoção. A F1 deveria usar mais o SC, juntar todo mundo, mais disputas, mais relargadas.

    Neste último GP a história do Bottas já estava fechada, basta ver que a equipe não o deixou ultrapassar o Felipe. E com certeza a Williams irá trabalhar para o brasileiro este final de ano. Mas na Ferrari o finlandês fará sucesso, ele é rápido e muito bom.

    A Honda + Mclaren dá até pena, eles até tentam mas esta complicado. Apesar que veja, ele já chegaram no ritmo da Sauber.

    • Wagner Gonzalez

      Marcus,

      A não utilização do Safety Car parece ser o ponto comum no processo que gerou o acidente fatal para Jules Bianchi. Como os processos decisórios são complexos e envolvem várias partes parece ter se tornado complicado chegar a quem seria o responsável pela deisão de não ativar o SC.

      Quanto ao assunto Bottas acredito que a decisão tomada no GP em Silverstone seja sintomática, Vamos acompanhar as próximas corridas. Já com relação à dupla McLaren-Honda, muito sakê será tomado até o final do ano…

  • Stroga

    Eu sempre penso nas coisas que deverão deixar de existir. Coisas que os jovens atuais não tem muito interesse. Exemplo FUTEBOL VARZEANO, não existe mais, a especulação imobiliária de uma maneira lógica acabou com os campos. Aqueles campos sem gramado, sem vestiário, sem nada, e foram dali que saíram os maiores craques que conheci e que o mundo viu. Uma coisa que estão com os anos contados, JOGO DE BICHO. Agora uma que não vai muito longe é a toda poderosa FÓRMULA 1. Essa não vai longe e principalmente nas mãos de quem está, o todo-poderoso BERNIE. Existe o campeão que produz algum suplementos para os demais e com o dinheiro arrecado investe na sua equipe e ganha sempre. Procure saber quantos países hoje pagam pelas transmissões do evento? A medida que os clientes somem a F-1 vai enfraquecendo. GP de Mônaco quem agüenta ver aquilo. e como se fosse um corrida de LOCOMOTIVA quem sai na frente sempre ganha. E o todo poderoso B E já quis até fazer chuva artificial para animar as corridas! Acho que não demora para angariar telespectadores vão correr 11 carros num sentido e os outros 11 no outro. Não chegaram a conclusão que as mudanças a cada temporada só beneficia as grandes equipes. O resto vocês já sabem ……..

    • Wagner Gonzalez

      Stroga,

      Realmente o modelo de negóios da F-1 está sendo esgotado. As ferramentas e ações utilizadas até agora para mante-la saudável já não surtem o mesmo efeito. Isso não significa dizer que a categoria está com os dias contados: os donos de equipes e os grandes investidores não aceitariam perder valor e caso haja uma debandada generalizada certamente novas organizações preencherão as vagas do novo produto, mais barato e, espero, mais acessível.

  • Eduardo Sérgio

    Sempre que um trator entrava na pista eu sentia um frio na espinha. A sensação era a pior possível.
    O que aconteceu com Jules Bianchi no Japão quase chegou a acontecer com Michael Schumacher no GP do Brasil em 2003, em Interlagos.

  • Caso se confirme, o bom para o Bottas é que irá para a Ferrari, o ruim será que irá correr ao lado de Vettel, e todo mundo sabe como as coisas funcionam por lá. Já que o nome de Button foi citado, torço que seja ele o escolhido pra a vaga na Williams, o que acho muito difícil, assim, Magnussen ou Vandoorne poderiam ter uma oportunidade na McLaren, mas acho que a melhor aposta pra Williams seria mesmo Hulkenberg.
    Acho que a própria McLaren ajudou a criar expectativas altas sobre a parceria com a Honda, relembrando os bons tempos no fim dos anos 80 e começo dos 90, mas aquela parceria não começou do zero, a Honda já tinha um projeto vencedor, diferente do atual, mas ainda acredito que vão colher bons frutos num futuro próximo, algo que não creio que aconteceria se continuassem com a Mercedes.

    Em 2003 o Schumacher quase acertou um desses tratores, tempos atrás um fiscal morreu atropelado por um desses tratores quando rebocavam um carro após o GP do Canadá, em 2001 um pneu que se soltou do carro do Villeneuve matou um fiscal durante o GP da Austrália, na mesma prova que Schumacher quase acertou o trator, um pneu solto da Jaguar do Webber depois de uma batida ficou no meio da pista, e foi acertado pelo carro de Alonso, o que provocou uma bela batida, sem contar outras situações, quando lembro disso, tendo a concordar com Lauda, é um milagre que tenha levado 21 anos pra morrer outro piloto, e isso me dá a impressão de que a Formula 1 não tem levado a segurança tão à serio quanto dizem, ao que parece as tragedias precisam acontecer pra que se faça algo, infelizmente isso é um conceito da maioria das categorias ao redor do mundo, o que é inaceitável para os dias atuais. Quando leio que Bianchi estava andando numa velocidade elevada, me pergunto se a investigação foi comandada pelo Hadad.
    Sou um dos que não botavam fé na Formula E, mas a primeira temporada foi muito boa, e estou na expectativa pela segunda temporada, creio que será melhor ainda.

  • Wagner Gonzalez

    Eduardo Sérgio,

    Concordo com você em gênero, número e grau.

  • Wagner Gonzalez

    Thiago,

    A F-E está ocupandoboa parte do vazio deixado pela F-1: o acesso ao público é mais liberado, as corridas são realizadas em grandes centros e com boa divulgação local, a oganização libera e incentiva o uso da internet…

    Quanto ao novo companheiro de Massa parece que a disputa tende a esquentar.