NISSAN SENTRA 2016, o BBB

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Eu estava começando essa matéria dizendo que o segmento de sedãs médios é disputadíssimo. Na verdade, ele tem muitas opções interessantes, mas a disputa fica entre Toyota e Honda, que juntas correspondem a mais de 50% do volume emplacado. Corolla e Civic são os melhores carros? Isso depende da sua definição de melhor. Nesse segmento muita coisa conta além do produto como status, relacionamento com a marca, tradição e imagem de qualidade. E somando tudo isso, Toyota e Honda são praticamente imbatíveis. E adivinhe quem vem ganhando espaço e está na terceira posição em emplacamentos em 2015? O nipo-mexicano Nissan Sentra! Mas a distância ainda é grande. Em 2015, até maio, a Toyota emplacou 26.153 Corollas, a Honda, a metade disso, com 13.474 unidades (mas mandou bem no HR-V, que de certa forma acaba levando consumidores de Civic), e depois vem o Sentra, com quase a metade do volume do Civic, com 6.014 unidades. Como eu disse, quase não há disputa.

Mas números de vendas ou emplacamentos não contam toda a história. Não é muito justo simplificar o sucesso ou fracasso de um modelo apenas por esse indicador. O que dificilmente nós e os consumidores ficamos sabendo é quais são os objetivos das marcas, que envolve capacidade de produção, posicionamento de marca, prioridade de modelos e outras questões internas. Vou dar um exemplo.

Todo mundo acha que o Etios foi um tiro errado da Toyota. Mas pergunte para um executivo da Toyota e perceba que internamente é considerado um sucesso. Uma nova fábrica foi construída, gerou empregos, os volumes de produção foram vendidos, e inclusive estão aumentando em 2015. E conversando com o pessoal da Nissan, eu percebi que o Sentra está até um pouco melhor do que os planos da marca. Então pense mais amplamente antes de julgar determinado modelo porque o que vemos no mercado não é simplesmente o resultado da aceitação de um produto e sim uma combinação de fatores externos e internos.

 

Emplacamentos acumulados até maio de 2015

Emplacamentos acumulados de sedãs médios até maio de 2015

Falando do Sentra, durante a viagem de teste que fiz do Rio de Janeiro até Armação do Búzios na última 5ª feira, postei uma foto no meu Facebook. De imediato apareceu o comentário de um leitor: “Bom, bonito e barato!”. Acho que ele acertou em cheio.

Ao rodar com o Sentra é fácil de perceber que ele é bom. É um carro extremamente suave em tudo, desde o toque nas diversas superfícies, passando pelo isolamento acústico e suavidade do motor e da caixa CVT. O motor MR20DE de 2 litros, 16 válvulas, com bloco e cabeçote de alumínio e comando acionado por corrente e variável apenas na admissão,  é uma exclusividade para o Brasil, uma vez que o consumidor brasileiro mais conservador  ainda acha que tamanho é documento. Mas mesmo sendo 2-litros sua potência de 140 cv é inferior os concorrentes, porém o torque máximo de 20 m·kgf está bem próximo. Mais que os números, o que importa é que na prática o desempenho satisfaz.

 

O motor MR20DE de 2 litros é uma exclusividade para o Brasil

O que ajuda no desempenho é a caixa CVT, também de operação suave e com respostas muito rápidas, e quase sem efeito banda elástica, o que aumenta o prazer durante as acelerações. Do que eu realmente senti falta foi um escalonamento simulado, marchas virtuais, principalmente para reduções, como há no irmão maior, o excelente Altima. Não há “modo manual” nem borboletas. O que existe ainda é aquele pequeno botão na alavanca que desativa o overdrive, ou seja, limita as relações mais longas. E ainda uma posição L na alavanca do câmbio. Meio antiquado, mas funciona. De acordo com pesquisas internas da Nissan, apenas 1% dos motoristas que dispõem de borboletas as usam — bem, eu estou nesse grupo. Mas entendo que o Sentra é um carro voltado para o conforto. Na minha opinião valeria a pena usar a caixa, ou a lógica da caixa do Altima no Sentra, incluindo borboletas. Mesmo que a grande maioria não use, seria um bom argumento de vendas. Apenas 5% dos Sentra são da versão S, com caixa manual de seis marchas.

Andando no modo “tiozão”, a 100 km/h constantes, cheguei a fazer 17 km/l, mas foi me dando sono e mudei para o modo PK, aí estraguei tudo. Quase que todas as vezes em que estou com um carro bacana e encontro pessoas, a primeira pergunta, que me desmonta, é sobre o consumo. Com tanta coisa mais entusiasta para se saber… Tanto o Sentra manual quanto o automático têm nota A no Programam Brasileiro de Etiquetagem. E na prática, o consumo é bom; no trecho de 180 km de estrada, com algumas escapadas para trechos urbanos, fiz os 12,9 km/l obtidos pelo Inmetro.

 

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Consumo pelo Inmetro – cidade: 6,9 km/l (A) / 10,2 km/l (G) – estrada: 9,1 km/l (A) / 12,9 km/l (G)

O interior do Sentra também é dos mais comportados, muito bem executado mas sem grandes emoções. Está tudo lá, tudo macio e suave ao toque. Não encanta pelas formas, mas pelo esmero. O quadro de instrumentos é bem legível e todos os comandos são muito intuitivos.  O espaço é muito bom com entreeixos de 2.700 mm e porta-malas de 503 litros.

A suspensão, dianteira McPherson e traseira por eixo de torção, com barras estabilizadoras e 6 mm mais alta que a versão americana, tem reforços e calibração específica par o Brasil. A direção, com assistência elétrica regressiva com o aumento da velocidade, tem relação para 16:1, em um bom compromisso conforto/segurança. Suspensão e direção também estão ajustados para o conforto.

Também durante o teste, em uma paradinha para fotos, um leitor que dirige um Sentra como carro de trabalho comentou que a suspensão “bate muito”. Eu desviei do percurso viagem para pegar vias mal pavimentadas e até um pequeno percurso de estrada de terra. Também passei por lombadas. A suspensão mais ajustada para o conforto tem constante de mola um pouco mais leve e se abusarmos na buraqueira ela pode chegar ao final de curso. Mas eu realmente tive que abusar um pouco para acontecer isso. Acredito que um motorista pacato não vai perceber e vai adorar o conforto. Tenho um amigo que tem um Sentra, que o comprou justamente pelo conforto, e nunca reclamou disso.

 

Imagine o Bob sentado aí, o banco dianteiro está quase na posição do Bob. um belo espaço para que vai nas laterais

Já deu pra ver que é bom. Vamos ao bonito.

Aqui depende também do que cada um vê como beleza. Mesmo que de exista um conceito universal de beleza, alguns ainda tem percepções diferentes. O Sentra tem formas muito suaves também. O destaque para mim são os pára-lamas  dianteiros um pouco mais salientes. O carro é o mais longo do segmento, o que ajuda nas suas linhas e na impressão de carro grande. Eu diria que o Sentra tem uma beleza clássica. Imagine uma mulher ou um homem maduros, nos seus 40 anos, e boa forma, bem vestidos, sem exageros e que não precisam chamar muita atenção.

Acho dificílimo alguém não simpatizar com o Sentra. A grade dianteira talvez seja a parte um pouco menos resolvida. Os japoneses, de forma geral, ainda não encontraram uma boa identidade de marca. Nessa foto aí embaixo ele me lembrou um pequeno cação, todo liso, com uma fluidez impecável. O coeficiente de arrasto é 0,287, um pouco maior do que o desenho sugere.

 

Desenho limpo e fluído

Desenho limpo e fluído

Barato!?

Bem, como por aqui nada é barato, quando falamos em preço o mais importante é a comparação com similares, ou seja, o preço relativo. Mas comparar apenas o preço de lista não é suficiente. Quem freqüenta o supermercado Pão de Açúcar já deve ter notado que alguns produtos trazem na etiqueta de preços o preço relativo a uma fração de peso ou volume. Alguma etiquetas têm escrito: nessa embalagem 100 g  R$ XX. Eu uso muito para saber qual garrafa de de refrigerante vale mais a pena. A Coca-Cola de 2 litros sai mas cara que a de 1,5 litro, por exemplo, quando deveria ser ao contrário. E a de 600 ml então é um absurdo. Gosto de comparar também os requeijões. Quando criança só existia o Poços de Caldas. Agora tem umas 10 marcas. Alguns com preço similar, mas com copo de 200 gramas, enquanto o Poços de Caldas tem 220 gramas. A pegadinha é que todos os copos tem o mesmo tamanho externo, mas nos espertos o fundo é elevado por dentro da borda inferior. Deveriam prender os caras que fazem isso.

Em um carro é muito difícil de se estabelecer uma base de comparação. Até porque quando compramos um carro não compramos apenas um produto, e sim uma experiência que envolve todo o período em que ficamos com ele. E também é difícil comparar versões. A mais básica de um fabricante pode ser mais cara que outro, mas ter mais conteúdo. Cada um tem sua estratégia. De todo modo, o pacote do Sentra, que parte de R$ 69.190 na versão S manual, vai até os R$ 87.490 na completíssima e nova versão Unique. A faixa do Civic vai de R$ 70.900 a 88.400 e a do Corolla, de R$ 69.690 a 100.990.

 

Todas as versões com rodas de liga. Da esquerda para a direita, S e SV de 16", SL de 17" e Unique, também de 17"

Todas as versões com rodas de liga leve. Da esquerda para a direita, S e SV de 16″, SL de 17″ e Unique, também de 17″

Alguns dos destaques do Sentra desde a versão de entrada, a S, são: chave inteligente presencial (I-Key), faróis de neblina, faróis principais e lanternas traseiras em LED, rodas de liga leve aro 16″, sistema eletrônico de ignição com botão de partida, volante com acabamento em couro, Bluetooth com comandos no volante, banco traseiro bipartido 60/40, dobrável (180 graus) e rádio/CD Player com MP3, função RDS e 4 alto-falantes. Eu particularmente gosto dessa chave de presença com botão de partida. Quando nunca se usou pode parecer desnecessário. Mas quando se acostuma é um item bacana. No Sentra é à prova de se trancar o carro com a chave dentro. Toda vez que testamos carros com esse tipo de chave é uma neura total para não deixar a chave dentro.

Por mais R$ 6.800, com preço R$ de 75.990, se chega à versão SV com caixa automática, ar-condicionado automático digital de duas zonas, acabamento dos bancos de couro na cor preta (com partes e material sintético), controles de estabilidade e tração, controlador automático de velocidade de cruzeiro e rádio CD Player com MP3 e mostrador 4,3″ em cores, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player/iPod, USB no console central e 6 alto-falantes. O destaque aqui é para o controle de estabilidade e tração, que precisou ser calibrado especificamente para o Brasil devido ao exclusivo motor de 2 litros.

 

Chave presencial em todas as versões

Seguindo nas versões, a SL, por mais R$ 6.500 e preço de R$ 82.490, tem a mais que a SV bolsas infláveis laterais e de cortina, sensor crepuscular, retrovisores externos rebatíveis eletricamente, retrovisor interno eletrocrômico, rodas de liga leve aro 17 com pneus 205/50 R17, sensor de estacionamento, sistema de navegação com o Nissan Connect, rádio/CD Player com MP3 e mostrador de 5,8″ em cores, função RDS, entrada auxiliar para MP3 Player/iPod, USB no console central e 6 alto-falantes, e câmera traseira. Por mais R$ 2.500 adiciona-se o teto solar.

O sistema Connect disponível nessa versão e na próxima, a Unique, faz a conectividade do carro com apps de smartphones O funcionamento depende da compatibilidade do smartphone com o pacote de dados e do cadastro no app e é gratuito para os primeiros três anos após a data de compra do carro. Não testei, pois peguei o carro antes de receber a apresentação. Mas pelo que a Nissan apresentou, é possível fazer a consulta de endereços no app e enviar para o navegados do carro. A coisa mais irritante que existe é preencher o endereço nos navegadores. Sem contar que na maioria deles não é possível fazer busca. Então esse sistema é bastante útil e facilita a nossa vida.

O trajeto da viagem de teste  foi feito pelo navegador, muito fácil e intuitivo para usar.  O Bluetooth foi o que conectou mais rapidamente com meu celular considerando todos os carros que já testei. E entrei e saí do carro várias vezes sendo que em todas elas a conexão se restabeleceu muito rápido e sem complicações.

 

Nissan Sentra AUTOentusiastas 03

Unique, por fora a identificação na traseira, molduras na parte inferior das portas e rodas exclusivas

E a novidade da linha 2016, a versão Unique, que custa mais R$ 2.500, e sai por R$ 87.490, tem a mais que a SL o teto solar, acabamento interno em tons cinza e bege, rodas esportivas exclusivas aro 17, soleiras das portas iluminadas, emblema “UNIQUE” na tampa do porta-malas, frisos laterais na base das portas na cor da carroceria, automatizador dos quatro vidros com acionamento elétrico e alarme volumétrico. Esses dois últimos deveriam ser de série em todas as versões. Nessa versão as rodas são realmente mais esportivas e acrescentam um toque especial no Sentra.

 

Unique, com interior cinza e bege, a Nissan chama isso de "greige" (gray + geige)

Unique, com interior cinza e bege, a Nissan chama isso de “greige” (gray + beige)

Ainda como parte do pacote “barato”, a Nissan diz que o Sentra tem o menor custo de manutenção do segmento, com custo total de todas as revisões de R$ 2.244 até a revisão de 60.000 km, inclusive. No gráfico mostrado o modelo mais caro tem esse custo de R$ 4.604. Mas na lista dos concorrentes faltou o Civic, e o custo do Corolla é pouca coisa maior. Porém o Sentra conta com dois anos de assistência a panes, enquanto a maioria tem apenas 1 ano. É fácil de se comprometer com isso quando se fabrica um carro que quase nunca dá problemas.

O pacote do Sentra me parece atraente e racional com um custo-benefício interessante. Mostra que a Nissan está se empenhando em agradar o consumidor brasileiro. Alguns ajustes como simulação de marchas e modo manual do câmbio, uma integração do sistema multimídia com o mostrador no meio do painel, faixa degradê e luz traseira de nevoeiro (estes dois últimos apontados pelo Bob na época do lançamento) o tornariam ainda mais competitivo.

Já estamos conversando com a Nissan para um Teste de 30 Dias com o Roberto Agresti.

A explicação sobre a caixa CVT durante a apresentação da linha 2016 foi muito boa e fácil de entender. Abaixo segue um vídeo dessa parte da apresentação e mais algumas fotos da própria Nissan. Em seguida às fotos, ficha técnica e lista de equipamentos.

PK

 

 

 

FICHA TÉCNICA MISSAN SENTRA SL E UNIQUE
MOTOR
Tipo MR20DE, 4 cilindros em linha, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando acionado por corrente, variador de fase na admissão
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote alumínio/alumínio
N° de cilindros/configuração 4 / em linha
Diâmetro x curso 84 x 90,1 mm
Cilindrada 1.987 cm³
Aspiração Atmosférica
Taxa de compressão 9,7:1
Potência máxima 140 cv a 5.100 rpm (álcool/gasolina)
Torque máximo 20 m·kgf a 4.800 rpm (álcool/gasolina)
N° de válvulas por cilindro 4
N° de comando de válvulas/localização 2 / cabeçote
Formação de mistura eletrônica multiponto seqüencial no duto
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes Dianteiras
Câmbio Transeixo dianteiro CVT
Relações das marchas de 2,631 a 0,378:1
Relação de diferencial 5,097:1
FREIOS
Dianteiro A disco ventilado Ø 292,1 mm
Traseiro A disco Ø 279,4 mm
Controle ABS, distribuição eletrônica das forças de frenagem
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora; subchassi
Traseira Eixo de torção. mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira eletroassistida indexada à velocidade
Relação 16:01
Nº de voltas entre batentes 3,3
Diâmetro mínimo de curva 10,6 m
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6Jx17 pol.
Pneus 205/50R17 Continental ContiPremium
PESOS
Em ordem de marcha 1.348 kg
CARROCERIA
Tipo Monobloco em aço, quatro portas, cinco lugares
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 4.625 mm
Largura sem espelhos 1.761 mm
Altura 1.513 mm
Distância entre eixos 2.700 mm
Bitola dianteira/traseira 1.530/1.535 mm
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) 0,29
Área frontal (estimativa calculada) 2,13 m²
Área frontal corrigida 0,617 m²
CAPACIDADES
Porta-malas 503 litros
Tanque de combustível 50 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima 186 km/h
Aceleração 0-100 km/h 10,1 s
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBEV
Cidade 6,9 km/l (A) / 10,2 km/l (G)
Estrada 9,1 km/l (A) / 12,9 km/l (G)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em D 60,5 km/h
Rotação do motor a 120 km/h em D 2.000 rpm
Rotação do motor à vel. máx. em D 5.100 rpm

 

LISTA DE EQUIPAMENTOS SENTRA 2,0 UNIQUE 2016
TRANSMISSÃO
Câmbio automático XTRONIC® CVT com função overdrive
CONFORTO E COMODIDADE
Abertura e fechamento das portas, abertura do porta-malas e acionamento do alarme através de controle remoto
Acabamento dos bancos em couro cor “Greige”
Acabamento interno na cor “Greige”
Acendimento automático dos farois (sensor crepuscular)
Alarme de advertência sonoro para chave no contato e lanternas acesas
Ar condicionado automático digital, duas zonas.
Banco do motorista com regulagem de altura
Banco traseiro bipartido 60/40, dobrável (180 graus)
Chave inteligente presencial (I-Key)
Computador de bordo com funções de medição de consumo médio de combustível, tempo de viagem, velocidade média, autonomia, temperatura externa e aviso de abertura das portas
Console central dianteiro com tampa e apoio de braço integrado
Conta-giros
Controle automático de velocidade com comando no volante
Controle de áudio no volante
Desembaçador do vidro traseiro com temporizador
Direção eletroassistida indexada à velocidade
Iluminação interna central
Luz de leitura para motorista e passageiro dianteiro
Mostrador digital de quilometragem total e parcial e mensagens de alerta
Pára-sol com espelhos cortesia e iluminação para motorista e passageiro
Porta-copos dianteiros (2)
Porta-copos traseiros (2) integrados ao descansa braço
Porta-óculos
Relógio integrado ao mostrador do equipamento de áudio
Retrovisor interno eletrocrômico
Retrovisores externos com regulagem elétrica
Retrovisores externos rebatíveis eletricamente
Sistema de partida a frio Flex Start
Sistema eletrônico de ignição (partida por botão)
Tampa de combustível com abertura interna
Tapete em carpete
Teto solar com controle elétrico
Tomada de 12 V integrada ao console central
Vidros dianteiros e traseiros elétricos e com função antiesmagamento
Vidros dianteiros e traseiros elétricos sendo função um-toque para o vidro do motorista
Volante com acabamento em couro
Volante de três raios com regulagem de altura e distância
APARÊNCIA
Faróis e lanternas traseiras em LED
Friso lateral pintado
Lanternas traseiras em LED
Lanternas traseiras em LED
Maçanetas externas de abertura das portas cromadas
Maçanetas internas de abertura das portas cromadas
Retrovisores externos rebatíveis na cor do veículo com luzes indicadoras integradas
Rodas de liga leve de 17” e pneus 205/50 R17 (Continental ContiPremium Contact2)
Soleiras iluminadas das portas, tapetes e badge exclusivo com logotipo “UNIQUE”
SEGURANÇA
Alarme volumétrico
Alças de teto retráteis (3) para os passageiros
Apoios de cabeça dianteiros (2) e traseiros (3)
Bloqueio de ignição através de imobilizador do motor
Bolsas infláveis e laterais e de cortina
Bolsas infláveis frontais para motorista e passageiro
Cintos de segurança dianteiros reguláveis em altura e 3 cintos traseiros de três pontos
Controles de tração e estabilidade (Vehicle Dynamic Control – VDC)
Faróis de neblina
Fixadores traseiros para cadeiras de crianças (ISOFIX e LATCH)
Freios ABS com controle eletrônico de frenagem (EBD) e Assistência de frenagem(BA)
Limpador de pára-brisa com 2 velocidades e controle intermitente variável
Sensor de estacionamento
Sistema elétrico de travamento central das portas
Travamento automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento
SISTEMA DE ÁUDIO
Rádio CD Player com MP3 com mostrador 5,8″ colorido, entrada auxiliar para MP3 Player/IPod®, conector USB no console central, e 4 alto-falantes e 2 tweeters
Câmera traseira com imagem integrada ao mostrador do rádio
Sistema de navegação integrado ao painel com Nissan Connect®
Bluetooth com comandos no volante
*Contém partes em couro legítimo e couro sintético
CORES
Sólidas
Preto Premium (KH3)
Metálicas
Prata Classic (K23)
Branco Diamond – Perolizado (QAC)


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Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

  • Pedro_chato

    Interessante ver que apesar de ser um carro bem volumoso, o peso contido, excelente aerodinâmica, cambio CVT e pneus de banda “não exagerada” de 205 mm, resulta num carro econômico.

    Como gosto de carros com algum tempero esportivo, não me é atrativo, mas o recomendo certamente a um conhecido que busque conforto. Me imaginando rico (rsrs), numa necessidade de carro + motorista para atender à família, seria a escolha certeira.

    Ótimo texto, bem focado nos diferenciais do carro.

  • P C

    Eu acho o acabamento desse carro o melhor da categoria.

    E também o sedã médio mais bem resolvido desta, ele não tenta ser nada que fuja do conceito sedã médio familiar, e tem tudo muito bem executado em doses generosas dentro desse conceito (espaço interno, porta-malas, acabamento, comandos a mão simples e funcionais, econômico, confortável de rodar e estar etc).

  • Mr. Car

    Keller, estamos juntos nesta: costumo dirigir um Mitsubishi ASX, e também não uso as “borboletas”, portanto não me fariam nenhuma falta. Quanto ao Sentra, acho uma bela opção no seu segmento. É mais ou menos isto mesmo, BBB. O último “B” é que não é tãããão “B” assim, mas isto é característica de todo carro no Brasil, he, he! Minha escolha, óbvio, seria o Unique, muito pelo motivo que todos aqui já devem estar sabendo: o fantástico interior clarinho, que é lindo, aumenta a sensação de espaço, agrega requinte, realça as formas internas, e de quebra, absorve menos calor. Não é por acaso que é largamente empregado em carros de alto luxo como o Audi A8, o BMW Série 7, e o Mercedes-Benz Classe S, e até nos mais exclusivos, como Bentley e Rolls-Royce. Abaixo o “pretinho básico”!

  • Alisson Vechi

    Teria um S manual facilmente.

  • Rafael Ribeiro

    Belo carro, apesar de não ser minha categoria predileta. Prefiro peruas e hatches. O que mais me agradou foi o interior “greige”, que da um ar mais sofisticado, valorizando o carro. Acho que nesse carro, vale mais a pena o “tudo ou nada”: ou se compra a versão básica, economizando um bom dinheiro, ou a versão topo de linha, se o orçamento permitir. As intermediárias tem preços próximos demais da Unique.

    Curioso ver como o Focus Sedan vende pouco, já que a Ford tem uma grande rede de concessionárias.

  • Fat Jack

    Particularmente acho o Sentra um carro interessante, mais particularmente ainda preferia o design da versão anterior: menos tiozão (descrição inclusive usado pela própria numa propaganda da época). A subida dele par a 3.a posição no ranking se deve também ao Cruze estar às vésperas de reformulação.
    Se a Nissan almeja algo mais paa ele, precisará dar uma ajuda aos números (como potência e preço), pois se ele não for superior (e não igual) aos líderes, com sorte se manterá nesta posição (sem aumento de preço nas novas versões do Cruze, particularmente duvido).
    Quanto ao critério de sucesso, eu discordo um pouco PK, pra mim a Toyota está tão feliz com as vendas do Etios quando a VW com as do up!, ou seja, muito pouco quase nada (e ambas preferem manter o discurso de que ambos estão atendendo “perfeitamente as suas expectativas”, a reconhecer algum equívoco). Creio ainda que a Toyota não imaginava que o Corolla sozinho venderia mais que as 2 versões do Etios (um carro e entrada, percentual de lucro menor e previsibilidade maior volume de vendas…)

    • CorsarioViajante

      Acho que a Toyota tem um sistema de produção muito bem ajustado. Uma época estava pensando em trocar de carro e apesar do Etios vender muito pouco, não existia a pronta entrega, tendo fila de espera. Não lembro exatamente qual era a previsão da Toyota no lançamento, mas lembro bem que teve que reduzir o preço do carro duas ou três vezes, melhorar o interior por duas vezes e mexer bastante nas versões, além de promoções bem agressivas para manter o volume – coisas que na Toyota eram raridade. Então este discurso, para mim, tem sim grande parte de jogar pra platéia.

      • Domingos

        Sim, exatamente. Comprei o meu no fim do ano passado e, devido à cor, teve 1 mês de espera.

        Mesmo cores mais comuns nem sempre estavam disponíveis para pronta entrega e isso numa grande concessionária com volume de vendas bem alto. Entregam muitos carros todo dia.

        Caindo no sistema, que é unificado, a espera era de pelo menos 1 semana.

        Detalhe: muitas vezes a espera é por um carro JÁ PRODUZIDO, ou seja, a Toyota segura as entregas conforme o mercado vai pedindo mais ou menos unidades.

        A produção deve se dar da forma mais eficiente e ajustada possível, havendo depois essa regulagem final com as entregas.

        O que significa que SIM, é história para boi dormir. Acredito que planejavam vender uns 50% a mais e que, com essas estratégias, fica PARECENDO que estão a pleno vapor.

        Enfim, a empresa inventou o Just In Time. O serviço de peças deles é impecável de rápido, pontual e prático, por exemplo.

    • Mr. Car

      Engraçada a percepção das coisas. Se dizem que um carro é de “tiozão”, provavelmente vou gostar. No meu entender, “tiozão” tipifica um sedã de linhas belas mas sóbrias, discreto, muito confortável, e bem equipado. Pode até ter um motorzão e alto desempenho, mas mesmo que não tenha, nunca será algo que decepcione no uso normal deste tipo de carro, ou seja, para a imensa maioria dos compradores, um uso de viés muito mais familiar que esportivo.

      • Fat Jack

        Não é por ser um sedã médio que necessariamente seja um carro de “tiozão”, se eu lhe passei esta impressão, é que eu acho que a Nissan nesta geração foi “onde todo já estavam”, deixando o carro mais careta (por isso de tiozão), pois a versão anterior era diferenciada em termos de estilo, tendo ainda ótimos predicados de espaço e os mesmos de mecânica…

    • Offspring

      O novo Cruze vem, praticamente, com as qualidades mecânicas próximas às de um Golf. Com o desenho matador, vai retomar a terceira colocação – até mesmo, acredito que vai pegar a segunda posição ocasionalmente, como o atual Cruze fez em 2012 com Civic e Corolla.

  • CorsarioViajante

    Não é um segmento que acompanho, então conheço pouco dele. Mas me parece que quem não tem um interesse “adicional” em carros, quer um carro confiável, com boa aceitação, liquidez e sem surpresas, vai no líder Corolla ou no Civic e segue a manada, até porque em alguns lugares sumir na multidão é uma grande vantagem. O Gol liderou por décadas também por causa disso em seu segmento.
    Mas a Nissan mostra que, quando existe vontade, é possível sim surpreender e conquistar um mercado com fama de tradicional e conservador. Vale lembrar que este mercado um dia era visto como propriedade intocável da GM que relaxou tanto que deu no que deu. Portanto, fazendo um bom trabalho, é possível, sim, quebrar a hegemonia, ainda que a longo prazo.

  • Milton Evaristo

    Falta um hatch médio para a Nissan e Kia no Brasil. Passo longe de sedã, a vantagem da quinta porta é inegável.

    O Note ou Tiida caberiam no nosso mercado.

    • Bart

      Também acho que falta um hatch médio para a Nissan no Brasil.

    • Franklin Weise

      O Tiida (a geração descontinuada) foi o carro que minha mulher mais gostou até hoje. Poucos sabiam das muitas qualidades do carro…

    • Offspring

      O Kia C’eed é mais belo do que todos os HB médios à venda no Brasil – juntos!…….

  • Doyle

    Pois é, o Sentra também mexia mais comigo na geração anterior. Ele chamava muita atenção pela harmonia e aquele clássico desenho Nissan dos faróis.

    • Mineirim

      Concordo que o Sentra anterior era harmônico. Mas os faróis eram nitidamente inspirados nos Cadillacs atuais.

  • CorsarioViajante

    Bem observado. A Livina seria uma boa alternativa se tivesse evoluído com o tempo.

  • marcus lahoz

    Ótimo carro. Existe apenas um porém a ele, assim como no Corola e no Civic, a falta de detalhes na condução. São perfeitos demais, nada faz barulho, não ronca, não quebra, confortável, extremamente previsível em curvas. Mas eu acho sem graça, prefiro algo mais imprevisível, mais nervoso.

  • Luiz_AG

    Verdade, já levei um forno de pizza em um Uno e não consegui colocar uma TV 29″ de tubo no porta-malas de um Prêmio.

  • Leandro Antonio de Almeida

    Amo o meu Sentra topo de linha, contente virei fiel da Nissan e quando tiver versão com borboleta eu compro.

  • Domingos

    Não encontrei o barato, mas o carro é bom.

    Infelizmente acho que os fabricantes perceberam que cobrando mais barato que Civic e Corolla não melhorava muito as vendas a ponto de compensar o menor preço.

    Além disso, hoje Civic e Corolla são bem completos. Não tem mais diferença na prática entre todos os concorrentes, a não ser detalhes, rede de pós-vendas e preferências.

    De resto, excelente painel de instrumentos e boa média de consumo. Poderia ser em âmbar ou verde, aí ficaria simplesmente perfeito.

    Também tiraria os faróis com essa faixa LED tuning que virou moda nos carros originais e a pegadinha da versão automática apenas na SV.

  • Domingos

    Também não vejo muito sentido, hoje, nessa história de carro de tiozão.

    Todos são muito bem motorizados e contam com boas suspensões. Nas raras versões manuais, são mais rápidos que qualquer esportivado de adesivo.

    Aliás, veja a linha da Audi, por exemplo: um A4 ou A5 não pode ser mais tiozão. E isso é ótimo, essa é a graça, são carros carros. Objetivos.

    Faltam na verdade opções de hatch e outras carrocerias mais “tiozonas”.

    Porque hoje hatch ficou associado a nave espacial e aventureiro. Faz só um bom hatch, se o cara achar conservador vende pra ele umas calotas tuning e uma centralzona multimídia de 40 polegadas.

    • Fat Jack

      Domingos, menciono de tiozão não pela configuração da carroceria, e sim seu desenho (pra mim conservador) e ainda mais pela motorização que dispõe de potência comente razoável para a cilindrada.

      • Domingos

        Sim, entendo. Mas hoje também valorizo esse desenho mais conservador também.

        Veja que até o Corolla hoje tem invencionismos. A maioria dos lançamentos é exagerado e feio.

        Um desenho clássico mas bem feito é uma dádiva.

  • Lemming®

    Será que resolveram o problema de aquecimento e pane da caixa CVT que a Nissan ficou bem quieta?
    Li que era necessário radiador ou kit de tropicalização e quem não pediu na garantia se…
    O mesmo para a Mit no Lancer…
    Então caixa CVT…tenho minhas dúvidas…

    • Antonio Pacheco

      A Nissan disponibilizou o radiador de óleo do CVT nas últimas versões do antigo Sentra. Na versão atual, já é de série em todas as versões com esse câmbio, sem problemas.

  • Jorge Luiz

    O que mata no Sentra, na minha opinião, são os leds nos faróis (estilo xuning) e o volante horrível.

    • Domingos

      Pensei o mesmo. Mas não acho que mate o carro.

      É estranho como hoje, com todos os recursos possíveis, parece que sempre alguém tem que estragar em alguma coisa nos desenhos ou na funcionalidade.

  • Ótima matéria. Sou fã da Nissan. Sou saudoso de meu Tiida 2010. Provavelmente o carro mais bem acabado que já tive. O Sentra é um underdog de respeito numa faixa de mercado cheia de opções. Que tenha vida longa.

    • Franklin Weise

      Danilo, você é um dos poucos que descobriram as qualidades do Tiida. Também tivemos um aqui em casa. Que carro! Barato, econômico, gostoso de dirigir (direção leve e precisa, câmbio de 6 marchas bem escalonado, suspensão firme na medida certa), confiável e, como você disse, com um acabamento incrível. Nunca vi bancos como aquele, quase poltronas, revestidos com uma camurça sintética fantástica. E os descansa-braços mais ergonômicos e confortáveis que já vi.

  • Silvio

    Estive numa concessionária da Nissan neste fim de semana, um Versa top sai por 56 mil, 1.6 16V e não é automático, mas tem tela multimídia e banco de couro,. O Sentra S sai por 60 mil, 2.0 manual e sem luxos..
    Por 4 mil, abro mão do luxo…

    • Offspring

      Com certeza!

  • Roberto Alvarenga

    Para quem acha o Sentra automático sem sal, recomendo experimentar o manual.

    Estou procurando um carro com porta-malas maior para minha família (a cegonha está chegando!) e fui ver o Sentra. Fiquei bem interessado na versão S básica (que de básica não tem nada), manual. Fiz um test drive e achei o carro muito bem acertado em tudo: suspensão, câmbio e comportamento dinâmico não ficam devendo muito ao meu Civic atual e nem ao Corolla (que também testei). O preço é muito convidativo. Estou dando uma olhada em alguns modelos usados também. Se não achar nada mais interessante, é um escolha bem possível.

    • Domingos

      Todos os médios parecem sem sal por causa do automático, embora de uns 5 anos para cá isso tem sido resolvido com boas caixas automáticas também.

      Nas versões manuais são todos eles econômicos e andam muito.

      Infelizmente o Brasil perdeu esse gosto por um carro adequado e bom, todo carro tendo que seguir uma espécie de “linha de estilo” baseada em vontades meio fúteis como ser “carro aventureiro”, “carro de patrão”, “carro chique” etc.

      Os sedãs médios hoje, junto com bons câmbios manuais, atenderiam a todos os anseios e necessidades de um comprador ou sua família no Brasil: espaço, beleza, estabilidade, desempenho e economia.

      Nas versões automáticas a primeira coisa a se perder é a economia, que nessa faixa de preço ainda conta e muito.

      A vinda do flex para essas versões de carro também contribuiu muito para piorar o funcionamento preciso que tinham, com médias de consumo para rivalizar com populares.

      Porém, dada a evolução das coisas, isso também deve melhorar.

      Só poderiam simplesmente oferecer mais versões manuais e terem também mais compradores.

  • Davi Reis

    Bem equipado, não é feio, espaçoso, com um bom motor… O meu problema com o Sentra é só um: toda vez que eu vejo o carro, fico com uma sensação de vazio. Não me lembro de nada que esteja faltando, mas eu fico com essa eterna impressão.

    • Offspring

      Acho a frente dele muito sem sal. Os faróis têm desenho de 2005…

    • Ronald

      Equilibrado demais. Muitas vezes o tempero está no desequilíbrio, no exótico, no diferente. O Sentra é para gente normal, com tudo “certinho”, que não seria capaz de um slalom de brincadeira nas ruas…

  • Mineirim

    Pior que esses LEDs são moda. Na primeira olhada, parece carro da Penélope Charmosa. rsrs

    • Domingos

      O pior deles todos é serem muito grossos, dá impressão mesmo de acessório tuning.

  • Christian Govastki

    Eu não teria, fui ver e não gostei do carro.

    Não é barato, não é empolgante.

  • Fórmula Finesse

    Um ótimo carro para utilizar, agradável de verdade para dirigir (tudo é coerente, confortável…leve), mas não para impressionar terceiros. É uma opção bem interessante, só acho que o acabamento Unique no interior, deveria estar disponíveis nas versões que custam dez mil reais a menos…

  • Franklin Weise

    Paulo, nunca tinha pensado nesta junção do gray + beige = greige.
    Na indústria têxtil este termo (greige) se refere a tecidos crus (não tingidos).

  • Piero Lourenço

    Dou risada quando eu lembro que tem pessoas que compram um Corolla por 100 mil Dilmas sem controle de estabilidade… “Só” porque é um Toyota…

    • Offspring

      Os argumentos dos proprietários de Corolla são os mesmos: pós-venda, revenda e manutenção. Seja infeliz e ande em um carro “sem sal” e leve os argumentos para trocar a cada 3 anos por outro igual…

      • Domingos

        Tive um por 8 anos e fui muito feliz, obrigado. Não sei se foi por ser manual, no entanto o único lugar onde me faltava sal era no acerto de suspensão.

        De resto: ótimo motor, ótimos freios, ótima economia, boa aerodinâmica com velocidades de cruzeiro bastante altas, bom câmbio (de embreagem um pouco pesada, porém), desing bonito sem invenções ruins, peças baratas para a categoria do carro e sempre conseguidas em 1 ou 2 dias.

        Não vejo falta de sal nenhuma neles, a não ser na suspensão. Os modelos pré-2003 não eram bonitos, mas eram igualmente bons de dirigir.

        A questão é que existem sim carros mais acertados, geralmente na velha questão do compromisso entre estabilidade e conforto, e existe também quem se prende à imagem do carro.

        Sim, oras, não é um carro de quem gosta de “desing diferente”. Só.

        O resto todo para mim é choro de quem pegou, por exemplo, tiques de revistas especializadas falando de carro conservador.

        Claro que não se trata do pessoa aqui do Ae, mas essa coisa de colocar como ruim os sedans médios e o Corolla por serem “conservadores” é coisa do nosso mercado que acha que um CrossFox vai ser melhor que qualquer um desses sedans por ser “aventureiro” ou “esportivo”.

    • Domingos

      Depois que o XEi passou a ser muito completo, não vi até hoje nenhum Altis do modelo novo nas ruas.

      As pessoas se apegam muito ao tal “Corolla de 100 mil reais” mas esquecem que as versões mais vendidas são entre 70 e 80 mil reais e que quase não se vende esse modelo.

      O Corolla de 100 mil tem um propósito: atender a quem quer ter num carro NACIONAL o máximo de equipamentos e conforto, no nível de algum importado que custa… o mesmo!

      Devem ter algum volume de vendas por essa razão, se não a enxuta Toyota o tiraria de linha.

      E faz sentido. Eu não o compraria, mas também não compraria nenhum dos importados concorrentes dele. Todos ou são com motorização fraca para o seu peso ou são um revival dos importados dos anos 90: desvalorizarão muito, serão manolizados e com a complicação hoje que eles possuem, serão muito ruins de manter.

      Não acho nenhum deles interessante também, apenas são “carros com mais cara de carro caro”.

      Para quem pensa da mesma forma, essa opção é boa. Por isso deve ser oferecida.

  • Davi Millan

    Também sinto essa mesma sensação amigo! Eu acredito que é pelo fato do carro ser uma excelente escolha racional e pouco emocional. Eu até teria um (com um pouco de desgosto pelo CVT), afinal ele é um bom carro e muito bem equipado e tem um preço até interessante, mas falta algo e acho que é emoção. (O cambio CVT também não contribui para isso, eu não consigo gostar de CVT, parece que estou dirigindo uma enceradeira).

    • Davi Reis

      O câmbio CVT também não me agrada geralmente, apesar de já ter topado com muitas caixas muito bem calibradas. Não sei se essa sensação de vazio é causada pelo Sentra ser pouco emocional e muito racional, acho que ele até fica no mesmo nível de Corolla e Civic nesse aspecto, mas mesmo sendo até mais equipado que estes, ainda fico com um gosto de que falta algo mais, aquele “tempero”.

      • Davi Millan

        Sim, algumas caixas CVT são boas, por exemplo a do Corolla e da Subaru que gostei bastante por simular marchas e “amenizar” o efeito “dirigir uma enceradeira”. Eu também não sei o que é, mas é uma teoria dentre outras possíveis.

  • Eduardo

    Uma coisa me deixou curioso: Como é possível trancar um carro com a chave presencial dentro do carro e você fora?
    Eu tenho um Focus com a tal chave presencial e só duas situações me preocupam: Primeira, quando o carro está fechado e você quer acessar o porta-malas, basta apertar o botão com desenho específico, a porta do bagageiro é aberta e quando você fecha ela volta a travar-se automaticamente, aí se a chave ficar dentro é problema. Segundo, já ocorreu de eu ir dirigindo a um local, com a chave dentro do bolso, passar o carro para minha esposa – sem desligar o motor – e levar a chave comigo.

  • Fórmula Finesse

    Um sedã automático, para empolgar de verdade, precisa de um tremendo de um motor…coisa de Jetta TSI para cima se o cabra quer emoção mesmo! Pessoalmente, eu consigo extrair satisfação de carros considerados modorrentos, é muito mais importante o envolvimento ao volante do que o carro em si, mas é verdade também, que bons sedãs ficam melhores ainda com uma esperta caixa manual – para quem gosta – a experiência de direção é bem enriquecida.

    • Offspring

      Só andei em 3 sedãs que realmente empolgam: C4 THP Exclusive, Jetta TSI e Focus 2.0 – os dois últimos, como proprietário.

    • Domingos

      Bom, tem a questão também de serem carros mais isolados acusticamente e terem suspensões melhores que a média de um compacto mais comum, por exemplo.

      Isso faz com que os automáticos dos médios pareçam lentos também, mas hoje nenhum é.

      No entanto, sim, para empolgar mesmo ou tem que ser com câmbio manual ou tendo um motor mais generoso.

  • Renato Mendes Afonso

    …Andando no modo “tiozão”, a 100 km/h constantes, cheguei a fazer 17 km/l…

    E olha que o carro sequer tem injeção direta e nossa gasolina contem mais de 1/4 de álcool. Com gasolina mais adequada e injeção direta imagino fácil esse carro passando dos 20 km/l, claro que no modo “tiozão” de guiar.

    O que um bom Cx e uma transmissão eficiente não faz…

  • Davi Reis

    Domingos, por curiosidade, seu Etios é daquele azul esverdeado (ou verde azulado) maravilhoso?

    • Domingos

      Sim! É o novo azul marinho da linha 2015.

      Muitos acham que puxa um pouco para o verde, porém ao vivo ele é marinho mesmo. A cor é perolizada, por isso dá esse efeito.

      Quando vi ao vivo, quis comprar nessa cor. Levou um pouco mais de tempo, porém é muito bonita mesmo!

      • Davi Reis

        Toda vez que eu vejo um Etios na rua com essa cor, fico admirando, ela é belíssima mesmo. Sou mais fã das cores mais vivas, mas esses tons de azul escuro são mesmo de matar. Esse azul da Toyota (que não sei o nome), o azul Maserati da Fiat e o azul night da VW são as cores escuras mais bonitas atualmente. Inclusive, meu Fox é azul night (risos).

        • Domingos

          É muito bonito esse azul da VW e casou muito com o carro!

          Já vi alguns Etios nessa mesma cor, porém ainda é um pouco raro de vê-los. Oficialmente a cor não tinha nome quando comprei, pois Azul Jazz é o nome do azul claro metálico produzido até o modelo 2014.

          Também gosto mais de cores claras, mas esse azul é muito legal. O curioso é que a linha Corolla e a Hilux também ganharam tons de azul marinho, mas cada um é um pouco diferente do outro…

          No entanto, hoje não sei se o compraria por dois motivos: a qualidade do verniz usado no Etios não é das melhores, ao menos se comparada ao do Corolla. Então, como a cor é escura, demanda bastante cuidado.

          Outra coisa é que a noite nem sempre essa cor é bem visível, o que em São Paulo é um problema.

          Hoje talvez teria comprado o branco perolizado, que é outra cor que caiu bem mesmo nele – ao menos no hatch.

  • Marcio

    O corolla altis nem ao menos é bem equipado, tem muito carro custando 20k a menos e oferecendo mais equipamentos, o new fiesta titanium certamente rivaliza com o corolla altis no quesito equipamentos.

  • Roberto Alvarenga

    Sou fã dos sedãs manuais. Meu Civic é um “básico”, manual, e atende muito bem à minha hoje pequena família e a meus anseios autoentusiastas.

    • Domingos

      Os básicos são os melhores dos sedãs médios. Muito bons de dirigir e como carro.

  • Daniel Astini da Silveira

    Aos que acham o CVT “morno”, entendam seu funcionamento e apaixonem-se. Pelo menos pra mim, prazer é ver o velocímetro subindo rapidinho e o conta-giros parado em 1500 rpm, proporcionando silêncio e economia . E olha que meu Sentra ainda é o da geração anterior……..

  • jfmoretti

    Tenho um Tiida 2011 que hoje é do meu filho. Tentei vendê-lo por 2 vezes só para ter um carro mais novo e nacional. Mas, foi aquela choradeira. Baita carro bom!!
    Percebi que ele pretende ficar com o carro até desmanchar….(manutenção é feita regularmente).

    • Franklin Weise

      A propósito, quando for vender, ele é um carro ruim de mercado, infelizmente. Quando tomei a decisão de vender o nosso, só deu certo porque uma pessoa próxima precisava exatamente de um carro neste perfil (via classificados, o interesse foi baixíssimo – o que é uma injustiça).

      • Eduardo M.

        Passei por isso com o meu Sentra 08 também. O medo é justificado, as peças são meio caras nos concessionários. Felizmente o meu foi muito bem cuidado e o meu dentista e amigo se interessou, mas mesmo assim demorei 6 meses para vendê-lo porque era mecânico.

  • jfmoretti

    Como os comentários levam em consideração o Sentra, no sentido custo-benefício comparado às marcas tradicionais (Toyota/Honda), também levo esses comentários para a comparação do Etios e do March. Acho o March melhor que o Etios, mas o segundo é Toyota. Então………..

  • Ronald,
    Nessa caso acho que você está em sérios apuros, pois não existe mais carro “desequilibrado” de uns 20 anos para cá….

  • Eduardo M.

    E eu lamento informar que o argumento é válido. Em 2007 comprei um Sentra 2008 e sem rodeios posso afirmar que foi o melhor carro que eu já tive deste segmento. Que o carro tem qualidade é ingável, mas o pós-venda tem qualidade baixíssima, o que me fez não comprar mais nenhum carro da marca.
    Antigamente a revisão era a cada 6 meses, não 12 meses como agora, então sempre que levava o carro para revisão (e precisa levar porque carro importado quando dá problema o orçamento beira o absurdo) tinha medo de estragarem o carro, porque eles estragavam mesmo, além de não trocarem tudo o que dizem que trocavam. Citarei um único exemplo, dentre os vários que eu poderia citar: em 4 anos troquei 12 dos 16 prisioneiros de roda do meu carro. Foram espanados porque o mecânico nunca ouviu falar de torquímetro e nem para colocar o parafuso com a mão ele prestava, colocava torto com a pafafusadeira e já era.
    Não obstante cada prisioneiro custar R$ 16 reais à época, eles demoraram 35 dias para chegar (isso em 2008, não sei o quanto custa hoje e nem quanto tempo leva para chegar).
    As peças na Nissan são extremamente caras (tipo Mitsubishi), sem falar que demora MUITO para elas chegarem. Peças elementares eles não tem em estoque, especialmente de acabamento como moldura de farol de nenblina, coisas assim. Isso te deixa com certo receio, porque as ruas são ruins, os motoristas nenhum exemplo de cordialidade, muitas motocicletas andando no meio das faixas, então, quando tempo demorará para a peça chegar? E o preço?
    Após este amor bandido que tive com o Sentra, pois ainda sinto saudades dele mas não tenho coragem de comprar outro, tive Corolla e Civic, então, como disse o Domingos, eu entendi a razão pela qual Corolla vende o que vende. É o que mais oferece mimos? Não. É o mais bonito? Não. É o que tem melhor acabamento? Não. O que é que ele te dá em troca daquela fortura que cobram dele? A resposta é simples, te dá paz e a certeza de que em 2 dias qualquer peça, por mais simples que seja, estará na tua mão para que o carro seja reparado. Como a desvalorização dele é menor, parte do valor que pagou a mais é repassado ao segundo proprietário.
    Sabemos que o Brasil é um país fechado, que produtos importados entram com enorme dificuldade por causa da política tributária hostil, então temos sim de pensar muito bem antes de comprar um bem importado.
    Eu cheguei a comprar peças no Ebay para o meu carro, mas demoraram 90 dias para chegar. Mais do que na Nissan, mas por 1/3 do valor também. Se já tiver o carro e precisar de coisas não urgentes, veja se não é o caso de importar.
    Carro importado é igual moto de alta cilindrada, a gente importa o que pode e o que não dá compramos por aqui mesmo (obviamente que peças de origem lícita).

  • Eduardo M.

    Opa, Civic faz barulho, especialmente de pneu no asfalto. Foi a única coisa que realmente me incomodou nele. Quanto ao Sentra e o Corolla, tive os dois, concordo que são silenciosos, mas Civic não, Civic é meio pobre de isolamento acústico.

  • Ricardo

    Sobre o preço, há que se levar em conta os preços praticados na realidade. Tenta um desconto lá na TOYOTA ou até em lojas multimarcas para o Corolla pra vc ver. O Civic você até consegue um descontinho de até uns R$ 5.000,00 na versão EXR. Mas no NISSAN é que fica muito convidativo. Consegue-se a versão SL já 2016 sem teto solar por R$ 71.000,00. A diferença para a versão topo do Toyota beira os R$ 30.000,00!!! Esse é o barato…

    • Daniel Fernandes

      Ricardo, a versão topo do Sentra custa R$ 87.490 contra a topo do Corolla que custa +/–100.500; portanto, a diferença é de 13.000. Tenho um Corolla 2012 e pretendo adquirir, se Deus quiser, o Sentra… Vale a pena? Abraço.

      • Ricardo

        Muito. O carro é ótimo. Silencioso, bem acabado e confortável. O problema é que ele vai mudar agora em 2016. Se puder esperar…

        • APG

          Prezado Ricardo
          Vi que você comprou seu Sentra SL por um excelente preço em loja particular em SP. Poderia me dizer como foi sua negociação, pois sou do RJ e estou interessado neste mesmo veículo. Gostaria de saber se tem alguma dica especial para me passar sobre a negociação.

  • Cris Dorneles

    Se eu fosse trocar meu veterano, essa era a pedida…..

  • Pedro Rosso

    Nissan nunca mais, nem Sentra nem qualquer outro modelo! Culpa da Nissan.
    Comprei meu Sentra em abril de 2014, depois de excelentes experiências com Toyota e Ford (Focus). Estava muito satisfeito até pifarem os amortecedores traseiros aos 16 mil km (trocados em garantia). Aos 35 mil km pifou o dianteiro direito (depois de muito argumentar, trocaram em garantia). Aos 39 mil km pifou o dianteiro esquerdo (não quiseram trocar em garantia). Um detalhe, 80% da quilometragem é em rodovia duplicada e em ótimo estado.
    Além disso, por que devo pagar cerca de 40% a mais nas revisões (exatamente o mesmo serviço) que os clientes que compraram o modelo 2015? A Nissan não responde.
    O carro é bom, mas não dá para aceitar recall branco. Os amortecedores têm problema e a Nissan não reconhece.
    O tratamento da Nissan com seus clientes é péssimo (não responde), em que pese a tentativa dos seus concessionários de fazer o possível para atender bem.
    Não compro mais NIssan.

    • Pedro Rosso

      A “emenda ficou pior que o soneto”. Explico: na tarde de ontem, quinta feira (17/09/2015), apenas algumas horas após Bob Sharp (responsável por este site) questionar a Nissan sobre minhas reclamações e de ter-lhes fornecido o n° do chassi de meu sentra, recebi ligação da concessionária de Criciúma (SC), onde comprei o veículo, informando que a Nissan havia autorizado a troca em garantia do amortecedor dianteiro esquerdo, o único que ainda não havia sido trocado. Informaram, ainda, que não haviam conseguido entrar em contato comigo antes da data. Tenho telefones celular e fixo e como estou afastado de minhas atividades profissionais (sou professor) para cursar o doutorado, passo a maior parte do meu dia ao lado dos telefones. Seria impossível eu não ter ouvido e atendido, mas não posso comprovar isto.

      Infelizmente para mim a reação da Nissan chegou tarde, pois na manhã de quarta feira (16/09/2015), pouco antes de fazer o comentário no site, encaminhei meu veiculo para que fosse realizada a troca, tendo arcado pessoalmente com os custos de aquisição da peça e mão de obra. O serviço foi realizado em uma oficina de minha confiança e o amortecedor adquirido junto a concessionária acima (NF 30.796), pois não há a mesma peça no mercado paralelo (nota de controle do serviço e imagem do amortecedor substituído foram enviados a Bob Sharp por e-mail).

      Para mim, a segurança e a minha vida valem muito mais que um amortecedor e como viajo constantemente para Porto Alegre (cerca de 280 km de Criciúma), não iria aguardar a
      Nissan trocar de ideia sobre meu caso. Meu veículo tem hoje 41,7 mil km contra 39 mil quando procurei a primeira vez.

      Gostaria que a Nissan tivesse tido uma ação pró-ativa e não re-ativa. Sei que meu comentário vai custar a ela muito mais que um amortecedor e quando menciono recall branco me refiro a que conhecem o problema (basta acessar outros fóruns na Internet colocando como item de pesquisa “amortecedor do sentra B17”), mas apenas tomam uma atitude quando questionados ou quando isto lhes convêm. Espero que estes comentários despertem outros proprietários de sentras a questionarem a Nissan.

      • Pedro Rosso

        Em razão intervenção do Sr. Bob Sharp, de autoentusiastas.com.br, a Nissan, por meio de sua
        concessionária em Criciúma, entrou em contato na tarde de ontem
        (18/09/2015) informando que procederá o ressarcimento dos valores gastos
        na troca do amortecedor.
        Espero que esta atitude seja a regra a ser utilizada pela Nissan com seus clientes daqui em diante.

        • sigma7777777

          Olá Pedro, conseguiu resolver o problema? Eu havia lido por aí que a Nissan teria resolvido o problema da suspensão adotando uma nova marca de amortecedores, mas não sei se isso procede. Poderia contar quanto custou os amortecedores? Estou interessado em adquirir um Sentra na metade do ano que vem, pois parece que surgirá um novo e daí eu pretendo pegar o atual em alguma oferta, no entanto queria saber o custo do par dos amortecedores dianteiros para ter uma ideia dos custos de manutenção que terei, mas não consegui encontrar na internet. Também não consegui encontrar uma loja virtual de venda de peças, pois no caso da Honda eu sempre utilizo o site Express Peças. Atualmente tenho o Civic 2004 cujos amortecedores tem baixa vida útil e o par dianteiro original custa R$ 1.200. Você rodou quase 40 mil km sem precisar trocar os amortecedores? Ao menos para mim estaria ótimo, pois rodando cerca de 48 mil km em péssimos pisos aqui no nordeste já tive que trocar os amortecedores duas vezes, kkk. No caso do Civic que tenho há reconhecidos problemas crônicos nesse equipamento.
          Você poderia confirmar se o Sentra é realmente silencioso, só que mais especificamente em alta velocidade? Diferente de alguns eu detesto escutar o ruído do asfalto que invade o meu carro em velocidades a partir de 80km/h e me impede de escutar música com qualidade.
          Também queria saber se teve gastos com outras coisas além dos amortecedores.
          Achei estranho essa prática da Nissan de ter duas tabelas de custo de revisão mesmo sendo o mesmo modelo, embora de anos diferentes claro.

          • Pedro Rosso

            Prezado,
            Meu problema foi encaminhado como informo acima. Quanto a Nissan estar utilizando outra marca de amortecedores, não sei ao certo, mas espero que os que instalei, na garantia ou não, durem mais.
            Quanto ao custo, paguei cerca R$ 600,00 pelo dianteiro esquerdo, que foi comprado na concessionária (não há disponibilidade no mercado paralelo) e trocado em oficina fora da rede. Quanto a durabilidade, meu carro tem 40 mil km em 1 ano e meio de uso e rodando 80% em rodovias em ótimo estado. Considere que troquei o par traseiro antes dos 20 mil km e o dianteiro direito com 35 mil km. Portanto não justifica o desgaste prematuro. Troquei meu Focus 2010 pelo Sentra, em abril/2014, e ele tinha 105 mil km sem ter sido substituído amortecedores, que continuavam com ação normal.
            Quando a outros gastos, ainda não tive nenhum além das revisões, ressaltando-se que tem apenas 1 ano e meio de uso.
            Quanto ao silêncio na cabine, rodo em média a 110 km/h e ouço música com clareza. Em pisos mais ásperos é que se ouve um certo zunido, mas nada que incomode.
            Quando a política de custos das revisões, deixo a explicação para a NIssan.
            Abraço.

          • sigma7777777

            Tendo como base o preço do amortecedor dianteiro esquerdo vejo que é o mesmo preço do que utilizo em meu Civic 2004. Fico um pouco assustado por não existir nada no mercado paralelo, mas acho que isso é questão de tempo, embora atualmente com meu Civic não seja bem recomendado pelos mecânicos porque são de baixa qualidade. Um dia desses quase adquiri um Focus usado na Localiza e se soubesse dessa alta durabilidade de amortecedor talvez tivesse fechado negócio. Obrigado!

  • Roberto Chiacchio

    Vejo alguns problemas crônicos com o carro 2015, alguns contradizendo frontalmente supostas vantagens da marca ante à concorrência.

    Ficaria muito feliz se o Autoentusiastas verificasse essas informações, pois eu até consideraria comprar um Sentra novamente se essas questões não estiverem mais presentes. Tive um SL com teto solar, à época o topo de linha de marca, e minha insatisfação foi tamanha que acabei vendendo o carro.

    Aí vão os problemas:

    -consumo elevado

    -erros de marcação de combustível

    -capacidade de porta-malas falaciosa

    -baixa qualidade do áudio

    -palhetas dos limpadores do pára-brisa embutidas no capô, além de serem barulhentas.

    -Downgrade no cruise control

    NUNCA fiz média superior a 6,5 km/l na cidade, à gasolina, não importando o quão suave eu rodasse;

    A marcação do combustível é caótica. Quando chegava na metade do tanque, ela descia vertiginosamente. Quando surgia o alerta de tanque vazio eu corria no posto e enchia cerca de 35-40 litros, quando o manual indica que a capacidade do tanque é de 52l. Ou será que não? Provavelmente não deve passar de 42-45 litros na verdade, mas a marca não se pronuncia. Levei meu carro diversas vezes nas concessionárias e obtinha a mesma resposta irritante: o carro está ok, a capacidade está ok e o consumo depende do peso do pé direito, o que considero uma ofensa, pois não sou mais um garoto.

    Sobre o porta-malas, experimentem enchê-lo e verão que as cruzetas que suportam os braços esmagam as malas, isso quando você consegue fechá-la. Pois é, diferentemente dos demais sedãs que têm esse sistema, as cruzetas do Sentra acompanham o movimento dos braços. Então, eu acredito que os propalados 502 litros de capacidade não passam de, no máximo, 400, e isto num formato irregular, que dificulta a acomodação das bagagens (Corolla, Civic e Jetta têm um formato retilíneo…)

    Qualidade do áudio: piorou em relação à versão “tiozão”, que tinha excelentes graves e pouco distorcia. A marca afirma que são 6 alto-falantes, mas duvido muito. A fidelidade é péssima e mal se chega à metade do volume sem que surjam distorções. O Up dá um banho…

    Palhetas: aqui outro downgrade em relação à versão anterior. As palhetas que funcionavam com maestria e simplesmente deslizavam elegantemente, sem qualquer barulho, agora “brotam” do capô, fazem barulho e pouco limpam. A primeira “vai água aí, dotô?” no posto é chocante: o frentista puxa a palheta, como o faria em qualquer carro para limpar o pára-brisa, e você termina com elas arranhadas, senão amassadas, e descascamento pintura interna do capô…

    Já o cruise control perdeu a luz indicadora de acionamento da versão “tiozão”. Quando você sabe se o controle está ligado? Você não sabe…tem que sentir se a velocidade se mantém constante ou não.

    Abraços.