MUITAS NOVIDADES DA RENAULT NO 7º SALÃO DE BUENOS AIRES

A Renault aproveitou o Salão Internacional de Buenos Aires, aberto ao público desta sexta-feira (19) ao domingo 28, para mostrar várias novidades, tanto mundiais quanto regionais.

O grande destaque é o Renault Duster Oroch, que registra entrada da Renault no disputado segmento das picapes. A marca também revela o primeiro veículo Renault Sport fabricado fora da Europa, o Novo Renault Sandero R.S. 2.0.

Como parte da renovação total de sua gama, a Renault apresenta o novo Renault Fluence GT2, seu modelo mais veloz produzido no país vizinho. Outro grande anúncio é a chegada de um modelo emblemático da marca do losango, o Renault Mégane III. O modelo histórico da marca apresenta nova estética, com a nova identidade de marca.
Pela primeira vez fora da Europa, a Renault mostra o carro-conceito R.S. 01, com uma aposta audaciosa da marca no universo esportivo.

Renault Duster Oroch

 

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Mostrada pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, em outubro a primeira picape da marca é inovadora, pois cria um novo segmento. Com a experiência e o sucesso comercial obtidos pelo Duster em todo o mundo, o modelo combina as funções de uma verdadeira picape de cabine dupla com o espaço, dinâmica e conforto de um verdadeiro suve.  A motorização será a mesma do Duster, 1,6-L 16V de 115 cv e 2-L de 16V de 148 cv, com álcool. Não está confirmado, mas a de motor 2-L poderá ter tração integral. Câmbios, manual de seis marchas ou automático de quatro.

 

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O Renault Duster Oroch  se posiciona entre as picapes compactas e médias, ideal para uso misto lazer e trabalho. Com quatro portas e cinco lugares, oferece  atributos de habitabilidade similares aos das picapes maiores de cabine dupla. Mas graças ao seu tamanho é ágil e com um amplo volume de carga, 683 litros, associado à carga útil de 650 kg. Será produzida na fábrica de São José dos Pinhais, na Grande Curitiba, e chegará ao mercado brasileiro ainda neste ano.

Além de ser um novo modelo, s primeira picape Renault representa um novo passo rumo à estratégia de globalização da Renault.

Renault Sandero R.S. 2.0

 

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Desenhado e desenvolvido pela Renault Sport, em conjunto com a engenharia e o estilo da América Latina, o Renault Sandero R.S. 2.0 é o primeiro modelo da linhagem R.S. fabricado fora da Europa. O veículo inaugura um subsegmento genuinamente esportivo na categoria mais competitiva do mercado.

O modelo oferece a máxima funcionalidade em um genuíno hot hatch. No Brasil, terá o motor 2-litros flex de 150 cv com álcool— o mesmo do Duster 2-L recalibrado para entregar mais 2 cv —, câmbio manual de seis marchas, controle de estabilidade com opção esportiva, novas calibrações da suspensão e direção e freio a disco nas quatro rodas. O Sandero R.S. também será produzido no Paraná, com lançamento no mercado brasileiro marcado para o segundo semestre deste ano.

 

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“Os novos modelos que a Renault mostra hoje anunciam uma nova era: a dos produtos concebidos e produzidos na América Latina para os latino-americanos, como é o caso do Novo Renault Sandero R.S., que combina os ingredientes fundamentais de prazer de dirigir e paixão segundo a Renault Sport. Este modelo promete uma experiência de pilotagem incrível e um ambiente definitivamente esportivo”, afirmou Olivier Murguet, Diretor de Operações da Região Américas, na apresentação da versão ontem na capital argentina.

Renault Fluence GT2

 

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Incorporando a nova imagem de marca, o Renault Fluence GT2 tem uma frente renovada e integrada, com um desenho mais aerodinâmico e atraente. Personalizado e esportivo, fiel à linhagem da Renault Sport, incorpora nova tecnologia, inédita em sua categoria, permitindo superar todos os parâmetros conhecidos.

O novo Renault Fluence GT2 teve a potência aumentada para 190 cv (era 180 cv) mas mantendo o torque de 30,6 m·kgf .  Não houve mudança na aceleração — o 0-a-100 km/h continua feito em 8 segundos — mas a velocidade máxima aumentou em 4 km/h, passando a 224 km/h; permanece o câmbio manual de seis marchas. Os visitantes do Salão poderão também apreciar um nível de equipamentos mais exclusivo e sofisticado, além de um visual mais ousado e personalizado.

Marcando as múltiplas revelações mundiais e regionais que poderão ser vistas no Salão, o novo Renault Fluence GT2 é a melhor comprovação do forte avanço que a Renault Sport prepara para o continente.

Mégane III
Presença e trajetória simbolizam os sedãs ou hatchbacks do segmento médio e o modelo histórico da marca tem nova estética e inclui a nova identidade de marca. O elevando nível de equipamentos de segurança e o conforto do Mégane III, lançado na Europa no início do ano passado,  fazem dele um  forte protagonista em sua categoria.

Com um desenho elegante e atual, o modelo assenta seus pilares na tecnologia, segurança e eficiência. A Renault Argentina adota a política de oferecer, em uma única versão, a melhor equação para entrar no coração do segmento. A meta é garantir a continuidade de um modelo com diferenciadores que poucos ostentam em termos de trajetória e imagem no mercado. A terceira geração é uma clara evolução em todos os sentidos e, agora, com novo formato, atende às mais altas expectativas em relação a um automóvel para toda a família.

Renault R.S. 01

 

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A Renault reafirma sua paixão pelo automobilismo esportivo ao criar o Renault Sport R.S. 01, um veículo de competição com estilo espetacular e desempenho excepcional. Com um desenho inspirado no mundo dos carros-conceito e baseado em uma busca absoluta pelo equilíbrio aerodinâmico, o Renault Sport R.S. 01 apresenta o DNA esportivo da marca de forma radical. Suas especificações técnicas concentram o melhor da experiência da Renault Sport, com um monobloco em compósito de fibra de  carbono para um peso inferior a 1.100 kg e motor de mais de 500 cv, permitindo levar o Renault Sport R.S. 01 a mais de 300 km/h. O Renault Sport R.S. 01 pode ser considerado um casamento entre o elegante Renault DeZir e os atributos do Fórmula Renault 3.5

Renault Sandero, Renault Sandero Stepway e Renault Duster
Embora já existente no mercado, a Renault aproveitou a mostra para exibir a segunda geração do Renault Sandero, uma nítida evolução dos atributos que o diferenciaram em sua categoria. Espaço interno, confiabilidade e capacidade do porta-malas se associam a um desenho atraente e um tratamento interno que dá um salto em termos de estilo e qualidade. Como referência tecnológica do segmento, é o único que oferece ar-condicionado, regulador e limitador de velocidade, além do sistema multimídia com navegação Media NAV.

Já o Renault Sandero Stepway apresenta uma renovação total por dentro e por fora, e nível de equipamentos próprio de categorias superiores. O desenho adota a nova imagem de marca, obtendo assim um estilo robusto e que incita o desejo dos apreciadores do lazer.

Para o bem-sucedido Renault Duster, a nova gama se moderniza em desenho e tecnologia, incluindo a novidade da versão Privilège com motorização 1,6-L. Este modelo estréia o Media NAV Evolution em quatro de suas cinco versões, incorporando uma câmera traseira na gama Privilège. O Renault Duster continua sendo o único a oferecer um sistema multimídia com navegação.

Veículos elétricos: linha Z.E.
A Renault é a primeira fabricante do mundo a comercializar em massa uma gama de veículos 100% elétricos e acessíveis. Por isso, também serão exibidos em Buenos Aires os modelos Kangoo Z.E., Twizy Z.E. e Zoe, modelos que não emitem CO2, um dos gases do efeito estufa, além de ajudar a minimizar o nível de ruídos e a poluição sonora.

O Renault Kangoo Z.E. é um utilitário 100% elétrico comercializado em diferentes opções para carga e passageiros, podendo transportar, segundo a versão,  650 kg ou 3,5 m³ de carga, com uma velocidade máxima de 130 km/h.

Já o Renault Twizy Z.E. é um veículo criado para uso urbano, sendo o menor da gama de carros elétricos Renault Z.E. Com um desenho inovador, alegre e urbano, sua arquitetura futurista, ágil, leve e funcional foge do lugar-comum.

Por último, o Renault Zoe Z.E., um modelo sedutor e atraente, que foi o primeiro automóvel de produção em série projetado para ser 100% elétrico.

Viver a experiência “Passion for life”
Em um espaço que segue exatamente os padrões dos salões mais emblemáticos do mundo, a Renault terá atrativos especialmente pensados para os seguidores e aficionados da marca.

Assim, no espaço “Inovação & Tecnologia”, a Renault oferece jogos e concursos interativos através das redes sociais para crianças e adultos. Todos os visitantes que fizerem download do aplicativo da Renault Argentina terão acesso a informações exclusivas sobre os produtos exibidos.

Também será uma ótima oportunidade para conhecer e falar com os embaixadores da Renault Argentina, os Pumas (como são conhecidos os jogadores da seleção argentina de rúgbi), e também com toda a equipe de pilotos de todas as categorias da Renault Sport na Argentina, que estarão visitando o estande, principalmente o setor onde estão expostos o Fluence STC2000, o monoposto Spark-Renault SRT_01E, que participa da Fórmula E, e o Duster que obteve grande sucesso na última edição do Rali Dakar.

BS

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Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • CorsarioViajante

    A Renault está sabendo explorar bem os nichos.
    Oroch cabe bem para quem uma picape compacta é pequena mas uma média é grande (ou cara) demais. A Fiat também vai pegar carona neste segmento logo. Embora não seja meu estilo, ficou um veículo bem resolvido por fora, agradável.
    Jà o Sandero RS é uma ótima novidade, resgatando uma prática que andava rara ultimamente, a saber, colocar um motor médio num hatch compacto. É um carro com desempenho acima da categoria, mas provavelmente com custos operacionais viáveis para o mundo real, e usável no dia a dia sem stress. Guardadas as proporções, meu Polo GT seguia esta receita, e é muito boa e viável. Tomara que incentive outros fabricantes a se mexerem.
    E que bom que o Fluence GT voltou como GT2.
    Só falta mesmo a Renault oferecer um motor melhor para o Sandero normal, como o 1.6 16v que tem na praleleira ou mesmo o da Nissan, que parece ser brilhante.
    Quanto ao conceito R.S. 01, bem, parece um Audi R8 da Renault.

    • Lorenzo Frigerio

      O Peugeot 206 esteve disponível na Argentina com o 2.0 do 307. Não o venderam aqui porque não quiseram. Não existe dificuldade alguma em fazer essas coisas. Tratar o Sandero RS como “carro esporte” é ridículo. Esse motor deveria estar disponível como opcional para toda a linha, ou seja, para todos os perfis de acabamento. O mesmo vale para as outras marcas. Você escolhe a versão, o motor e o câmbio que quiser.
      Se o mercado brasileiro não fosse fechado, isso poderia ser realidade.

      • CorsarioViajante

        As pessoas pegam no pé da palavra “esportivo”… Acho meio óbvio que se trata de uma VERSÃO esportiva, ou seja, com desempenho acima dos irmãos da linha Sandero. Só isso.
        Pessoal reclamou séculos que versão esportiva aqui era só maquiada. Aí lançam um carro com um motor mais potente e reclamam que é pouco. Daí se colocassem um tremendo motorzão iam reclamar que é caro. Difícil agradar assim. Acho que para um Sandero 150 cv estão ótimos, vai agradar e divertir por um custo acessível tanto para comprar como para manter.
        Concordo que seria ótimo poder escolher qualquer carro em qualquer versão com qualquer motor com qualquer câmbio de qualquer cor etc, etc, mas isso é cada vez mais raro no mundo todo tanto para afunilar a produção como para facilitar a vida dos usados e pós-venda.

        • Fernando

          Às vezes o pessoal pega no pé somente de motor e números, esquecendo que essa versão tem também diversas outras diferenças.

          Nossos esportivos derivados de outros modelos sempre tiveram difersas diferenças como suspensão(amortecedores, barras de outros diâmetros, barras que os não-esportivos não tinham..), escapamento, admissão(propriamente o carburador ou injeção) sem falar em bancos, volante e todo interior diferente. No fim das contas, o conjunto das diversas diferenças mudam e muito o carro.

          Por isso, tem um público que se interessa e é promissor, o que vai fazer diferença vai ser qualidade de acabamento do carro afinal vai ser cobrado isso com o valor que ele se enquadrará, e também os gadgets…

  • Daniel

    Emocionado com os três lançamentos! Sobretudo o Sandero, que é um ovo de Colombo! Independente das alterações feitas na suspensão e demais sistemas, o cofre do Duster, que é em essência o mesmo do Sandero, já recebia o F4R. Foi talvez um dos hot hatches mais fáceis de serem construídos da atualidade. E esse motor… Quem dirigiu um Mégane II 2.0 com esse câmbio manual, sabe o que estou falando… Motor suave, com torque em baixa e girador. Imagino o que ele não será capaz de fazer no Sandero! A Renault está de parabéns!

  • TDA

    Gostei bastante das novidades que a Renault prepara para a América Latina. O Sandero já chamava minha atenção desde que foi lançado a segunda versão. Tem um bom custo-benefício. Só acho que precisa modernizar a linha de motores, a Renault/Nissan tem os ótimos motores da linha March/Versa (tanto o 1.0-L três cilindros como o 1.6-L) e também o 1.0-L turbo que equipa o mesmo carro com nome de Dacia lá na Europa.

    Bob, sabe informar se existe alguma pretensão da Renault em lançar nova linha de motores a curto/médio prazo?

  • rubens alan fetzer

    Bob, na matéria diz que a Oroch terá tração integral. Não será como no Duster 4×4? Tentando explicar melhor: no Duster você pode ligar a tração nas quatro rodas ou não. E sempre imaginei, talvez erroneamente, que na tração integral isso não fosse possível, pois está sempre acionada. Seria possível me esclarecer? Obrigado

  • REAL POWER

    O Duster Oroch me parece melhor ao olhos que o próprio Duster, no qual não consigo engolir a traseira. Da até para pesar em um Duster mais longo, fazendo uso da traseira maior do Oroch, ia ter um porta-malas gigantesco.
    Sandero R.S., uma boa opção a meu ver. Vamos esperar o teste aqui e as impressões dos autores. Creio que veio para ser o que os GT, GTS, XR3, e GS foram para toda uma geração, onde tínhamos verdadeiros esportivos.
    Fluence GT2. A Renault novamente tenta emplacar esse bom carro.
    Quero mesmo e ver muitos e muitos R.S e GT2 vendidos, para em pouco tempo pegar um usado que foi cuidado com todo carinho.

  • Mr. Car

    Gostei muito da Oroch.

  • RMC

    Bob
    Tenho grande curiosidade pela Oroch, apesar deste nome horrível. As picapes tradicionais cresceram demasiadamente nas últimas gerações, tornando-as incômodas para o uso diário. Não consigo utilizar a atual Hilux nas mesmas condições em que utilizava a seu tempo as S10 e isto muito me entristece. Praticamente ela só é usada para viagens ou nos fins de semana. Antes que venham as críticas, sou, sim, fã de motor diesel turbo com bastante torque e econômico. A Hilux faz em média 12 km/l na cidade e 11 km/l na estrada, andando forte. Além disso, tenho 1,90 m de altura e peso mais de 100 kg, o que torna a maioria dos carros de passeio incômodos para trechos longos, e gosto de visitar lugares remotos. Tudo isso me faz um fã de picapes.
    Adoraria ver uma Oroch com o motor 1.5 dCI que já usei na Europa em Renaults e Nissan Qashqai. Forte, com bom torque e extremamente econômico e silencioso, mas parece que esta opção não está nos planos da Renault. Uma pena!

  • Antonio Pacheco

    Gostei muito desse Sandero RS. Parece que a Renault acertou a mão. Picape Duster também irá preencher um nicho de mercado, já que Saveiro e Strada carregam 2 ou 3 pessoas no banco de trás com pouco espaço. Pelas fotos, parece que o espaço vai ser bom.

  • Marcelo R.

    Interessante esse Sandero RS…

  • Silvio

    [off] Caso o Ae entenda que não é cabível, moderar e não publicar.

    Estou com uma dúvida em relação a troca de pneus e rodas.

    o caso é: Um March 1.6 S, medida original 165/70R14, que já foi adquirido com um jogo de rodas esportivas não originais e pneus 185/65R14. Os borrachudos estão no fim da vida, e buscando um jogo de rodas originais do March encontrei um jogo original do Versa.

    O jogo já vem com pneus com pouco uso, por cerca de mil reais. Pneus de fábrica, que normalmente têm um controle de qualidade melhor e maior durabilidade, diz a lenda. A medida do Versa é 185/65R15, mesma do Logan.

    O March também usa rodas aro 15 em outras versões. 185/60R15 no March SV atual, e 175/60R15 no SR anterior. Existe também 185/55R16 no atual 1.6 SL.

    Eis o dilema, mudar o diâmetro externo do pneu vai alterar geometrias de suspensão, conforto vs estabilidade, relação de transmissão, consumo, velocímetro e hodômetro.

    Velocímetro e hodômetro Ok, o estão com um erro de 10% pela diferença com o GPS, ficaria até mais correto do que hoje.

    Estabilidade seria ganha, conforto se perderia. Consumo ficaria melhor em estrada por menores rotações, e o carro é bem forte para peso que carrega, não sofreria muito em aclives. Na cidade acho que iria exigir mais trocas de marcha, e diminuir vida útil da embreagem.

    Me preocupa sobrecarregar a suspensão.

    Se comparar a diferença de diâmetro com o original do S, chega a uma diferença de quase 6%. Se comparado com o aro 16 do March (atual 1.6 SL) seria um acréscimo de menos de 2%. Pelos relato que eu li internet afora não se deve mexer no diâmetro mais do 2%. Mas qual levar em consideração?

    Comprando esse jogo de Versa, pago menos do que 4 pneus novos, e ainda posso vender o jogo que está rodando, o que faria a troca uma pechincha. De quebra troco rodas esportivas genéricas, por originais Nissan.

    O que a turma do Ae faria?

    abs

    • Eduardo

      Não gosto de mudar medida de pneus e rodas mesmo existindo a mesma em outra versão do carro ou não passando dos + ou – 2%. Note que até o curso das suspensões é diferente para a versão com 185/55R16 por exemplo:http://autoentusiastas.com.br/2014/05/new-march-lancado/

      Meu Fit veio com os pneus 185/55R16, que todo mundo fala que é duro e coisa e tal. Mas sempre substituí pela medida original.

    • braulio

      Silvio, sem dúvida, voltaria à medida original. A suspensão do carro foi testada à exaustão com ela isso me dá a certeza de não ter surpresas desagradáveis no futuro. Sem falar que a medida atual representa um ligeiro ganho em conforto, mas já é um alongamento além do planejado na relação final de transmissão, com aumento da resistência à rolagem, elevação da carroceria em quase 5 mm, o carro já deve estar com desempenho e consumo aquém do que pode entregar.
      Mas faça o que quiser! Muitas vezes você só quer um jogo de rodas que achou bonito e precisa racionalizar à respeito, Dia a si mesmo que algo no carro melhorou e siga a vida com as novas rodas.

  • RoadV8Runner

    Gostei de saber que a Renault está investindo em modelos esportivos “de verdade”, nada de modelos normais com acabamento apimentado somente. O visual do Renault Duster Oroch ficou bacana, imaginava que ficaria estranho ao pensar em um Duster picape.

  • Lucas Mendanha

    Uma dica para a Renault: disponibilizar as versoes Easy-R para os modelos 1.6 16v…É um motor muito bom o K4M, principalmente ajustado pra torque e caixa curta, como no Kangoo. Adorava pegar estrada com ele.

  • André Castan

    Acho bem legal a Renault lançar esse Sandero e realmente é bem-vindo. O que não concordo em hipótese alguma é o seu marketing. Falar que é esportivo, que pretende reviver o tempos áureos de esportivos brasileiros, soa como ridículo. 150 cv com pouco torque não é nada hoje em dia. Falássemos do Mégane RS e a conversa seria outra. Seria mais caro? Claro, mas quando o segmento esportivo teve carro barato? Por que, Renault? Por que não teve a audácia de trazer um esportivo de verdade?

    • RoadV8Runner

      Vale lembrar que o Sandero tem peso comedido, onde os 150 cv irão dar uma boa relação peso-potência. Os bons esportivos do passado que tivemos por aqui ofereciam bom desempenho com potências pouco acima dos 100 cv, se tanto (Gol GT/GTS, Escort XR3, Kadett GS, por exemplo). Sem dúvida que um esportivo da estirpe do Mégane RS é outra coisa, mas seria um carro de nicho devido ao alto preço se vendido por aqui. Se a Renault fez um bom acerto dinâmico no Sandero RS, tem tudo para ser um carro divertido.

    • DPSF

      Acredito que a Renault se refere aos Gol GTI, Kadett GSi, Escort XR3, Uno 1.5 e 1.6 R…. e convenhamos, esse Sandero bota todos esses no bolso. Talvez o único que consiga se equiparar seria o Gol Bolinha GTI, aquele com a bolha no capô… Dou os parabéns à Renault, pois depois de tantas maquiagens em carros nacionais “esportivos” (Palio Sporting, Uno Sporting, Fiesta Sport, Gol TSI etc), temos uma fábrica que teve coragem de realizar mudanças que realmente torna o “esportivo” diferenciado das versões civis…

    • REAL POWER

      André Castan.
      Carros esportivos devem ser guiados como tal. Sendo assim, podemos ter um esportivo com 70 cv a 9.000 rpm, e vai ser esportivo nas mãos de quem souber usar o motor, e uma decepção para quem não. Como podemos ter um carro com 400 cv e ser nada empolgante devido à forma que entrega a potência. A velocidade em si não trás emoção, veja que não sentimos emoção, adrenalina quando estamos dentro de um avião a 800 km/h. Basta uma turbulência ou uma manobra diferente, que já ficamos atentos. O Sandero R.S., a meu ver, vem para agradar as pessoas que querem um carro assim, para ser guiado com o uso do motor e do câmbio, sem medo, buscar a emoção numa tocada mais intensa. Eu também esperava mais potência do F4R, pois lá fora tem versões com mais de 200 cv aspirado. Mas acho que o público seria ainda mais restrito. Mas acredite, esse carro vai conseguir dar boas emoções a seus donos, tal qual um Gol ou um Passat GTS davam aos seus, e servirá de base para modificações simples para ganho de performance tal qual os possíveis compradores esperam.

      • André Castan

        Bom Real, meu conceito para esportivo é diferente. Não se dá pela tocada esportiva somente, mas sim a capacidade desse carro fazer curva e principalmente o quanto o motor “empurra”. Se não colar as costas no banco, esquece. Para mim não é esportivo. E esse motor do Sandero jamais fará isso. Como disse, cada tem seu conceito.

      • Fernando

        Gostei do seu post!

        Acredito que com 150cv em um carro bom já seja suficiente para diversão ao mesmo tempo que o carro não deixa de ser útil ao dia-a-dia e nem seguro tão absurdo.

        Acho sim que ele pode dar certo, assim como tivemos em outros tempos XR3, GSi(Kadett, Corsa e Vectra), GT/GTS/GTi(Passat, Gol, Pointer) para falar nos anos 90.

        A própria Renault chegou a ter um modelo esportivado do Clio, o SI, mas não tinha grandes diferenças dos demais, mas mesmo assim o motor 1.6 16v já era legal para quem sabe usar.

    • WSR

      Eu sempre digo que este motor cairia bem no Clio. Seria um foguetinho bem interessante…

  • Silvio,
    Não aumentaríamos o diâmetro em mais que 2% em hipótese alguma.

    • Silvio

      Bob, e demais que responderam,

      Agradeço pelas respostas, inclusive já desisti da troca apesar de todos os pesares, já que a patroa não gostou do desenho das rodas, prefere as que estão hoje, então assim ficará…

      De qualquer forma ainda fico com a dúvida, qual a medida eu poderia tomar como base para conta?

      A original do March S, ou a do SR, ou ainda a do New March SL?

      Apenas hipoteticamente…

      Abs

      • agent008

        Silvio, não adianta sonharmos, calcularmos, pensarmos , analisarmos, se no cálculo ficar de fora a variável de maior influência = o sim da patroa! rs

        • Silvio

          Até pelo que salientou o Eduardo, o atual new March SL tem curso diferente dos demais, então não daria pra usar como base. Teria que ficar com a 15 que era opcional do S, igual do antigo SR, que tem um diâmetro ,75% de diferença.

          De qualquer forma esse exercício de cálculos foi interessante, me fez pensar em diversas variáveis envolvidas.

          Por exemplo, um pneu de perfil mais baixo em tese dá maior estabilidade, mas se tem diâmetro maior logo eleva o centro de gravidade, ai a estabilidade tb é prejudicada, é um ganha / perde.

  • Lorenzo Frigerio
  • braulio

    Dentre os carros eletricos, provavelmente o Kangoo seria a melhor opção: Um veículo para andar muito, que pare de gastar energia quando preso em congestionamentos, proporcionando um certo conforto (de não trocar marchas, embora pessoalmente não ache a tarefa incômoda…). Não fosse a autonomia relativamente baixa e o excessivo tempo para recarga, seria uma opção para entregas em grandes centros.

  • marcus lahoz

    Parabéns à Renault, estámostrando bons lançamentos. Acredito que esta Oroch vai vender muito bem, mais até que o Duster.

    Os esportivos são bem bacanas. Produtos de nicho que agradam em cheio.

  • Luiz_AG

    Morre um pouco do Brasil com ele.. O Brasil que cria, inventa, que tem criatividade… Vá em paz.

  • Luiz_AG

    É, mas não é só motor… Tem mexida na suspensão, calibragem… Carro não é só motor. Isso é para dragster.

  • TDA
    Nenhuma informação a esse respeito.

  • rubens alan fetzer
    Deverá ser a mesma tração do Duster 4×4. Tração integral e tração nas quatro rodas permanente é a mesma coisa. Apenas economizam-se palavras.

  • Lorenzo Frigerio

    Pode crer que andar num trem europeu a 280 km/h no silêncio total, e ver os carros na estrada ao lado ficando para trás como formigas, é bem emocionante! Você abre um sorriso de orelha a orelha.

  • Ivan Rocha

    Esses dias vi o Renault Mégane europeu. Como pode? Parece que são duas marcas diferentes. Aqui não temos isso. Lá só coisa bonita. Nem parecem carros da Renault se comparar com os daqui. E o Astra? E ainda acabei vendo um comparativo entre Golf, Astra, Mégane e Focus. O vencedor? Mégane, segundo o Astra, terceiro o Focus e por último o Golf, que perdeu no primeiro comparativo de tempo em uma pista fechada.

    • Fernando

      Assisti o mesmo programa, aliás os britânicos estão fazendo os melhores programas do segmento.

      Mas esse “ganhar” ou “perder” também é por menores detalhes, isso que o comparativo era com as versões esportivas.

      Mas compartilho a opinião de que deveríamos ter mais modelos sintonizados com o que há lá, com os GM não devemos ter muitas esperanças, foi-se o tempo que chegava aqui algo desenvolvido pela Opel.

      A Renault também poderia nos trazer o Clio europeu, mas creio que seria artilharia para caso o Sandero não tivesse boas vendas e as “pesquisas revelassem” que o brasileiro quer pagar por isso, o que sinceramente não adianta esperar por isso(no sentido de acreditar, porque esperar, vamos mesmo…)

  • José Pedro

    Palmas à Renault!
    Uma dúvida agora: o Mégane 3 também será lançado no Brasil? Será que voltaremos a ter as versões sedan, hatch, e talvez perua, deste modelo?
    Seria bom para o mercado e para nossos olhos 🙂

  • tadeu augusto de oliveira

    Bom dia Bob!
    Alguma informação se, juntamente com o Mégane III, virá também a versão perua Grand Tour? Será que ambos tem chance de serem trazidos para o mercado brasileiro? Particularmente acho o modelo europeu muito bonito. Mais uma pergunta: ela faria frente ao recém anunciado Golf Variant? Abraço.

  • Tadeu,
    Nada se fala sobre a volta da Grand Tour e acho pouco provável que venha o Mégane III. Claro, a Grand Tour concorreria com o a Golf Variant.

    • tadeu augusto de oliveira

      Ok Bob… É uma pena, pois parece-me ser um carro maravilhoso!

  • Alexandre Andrade

    Parabéns a Renault, principalmente se tratando do Sandero RS. Sou fã de modelos comuns apimentados, GTI e companhia. É bem legal andar em uma versão “civil” e depois em uma trabalhada para dar mais prazer. Fico curioso e aguardando os testes feitos por aqui. Espero que seja logo! A pouco tempo troquei de carro, asssti pelo menos umas três vezes as considerações do PK sobre o Sandero Dynamique. O interessante é que acabei comprando outro de outra marca, principalmente pela proposta que o Sandero 1.6 oferece. Agora, já o RS me faria gastar um pouco a mais e levar para casa um carro com comportamento bem diferentes.. Abs..

  • CorsarioViajante

    Acho que é importante lembrar também que os carros evoluíram muito. Hoje praticamente qualquer carro chega a 120km/h facilmente, praticamente qualquer carro faz curva bem, etc etc. Diferentemente de umas décadas atrás, quando a diferença era gritante e até mesmo perigosa. Então muitas vezes a configuração “normal” já permite muita diversão ao volante.

  • José Manoel

    Acredito que a Renault perdeu a chance de lançar no Sandera RS os motores TCE aqui no Brasil (no caso o excelente 1.2 Tce de 132cv e 20,8 kgfm). Além de inaugurar o portfolio dos modernos motores turbo, daria mais visibilidade ao modelo. Fiquei frustrado com a potência “normal” do 2.0 16v (a mesma desenvolvida no Duster. Estavam especulando chegar a 160 cv).
    Enfim!