20150622_092525  LANÇADO O NOVO FORD FOCUS HATCHBACK 20150622 092525

A Ford apresentou ontem em Fortaleza (CE) no novo Focus “astomartinzado” — a grade de motivo trapezoidal que lembra muito a do Aston Martin, marca que lhe pertenceu durante 20 an0s (1987–2007). Continua a ser produzido na fábrica de General Pacheco, na Grande Buenos Aires, de onde, como sempre, é importado e estará à venda no mercado brasileiro a partir de agosto. A versão sedã virá em muito breve, diz a fabricante. A nova frente do Focus foi apresentada no Salão de Genebra em março, com vendas no EUA em agosto passado e na Europa, em outubro. Agora a linha de automóveis Ford — Ka, Fiesta e Focus — está com o estilo frontal básico unificado.

Com a mudança frontal, o Ford informou ontem Cx melhor, 0,287, número 3% melhor, embora na ficha técnica do modelo anterior conste o mesmo valor. É possível que tenham se adiantado na informação àquela altura, setembro de 2013. Não deveria, mas pode acontecer.

As novidades são a eliminação da versão S, havendo agora só a SE 1,6 e 2 litros  e a Titanium (2-L), e o câmbio robotizado de duas embreagens PowerShift 6-marchas ser disponível associado ao motor maior apenas.

 

Interior Ford Focus_01 r  LANÇADO O NOVO FORD FOCUS HATCHBACK Interior Ford Focus 01 r

O preço do SE 1,6 é R$ 69.900, sem aumento, já com alguns itens atraentes como rodas de 17 polegadas com pneus 215/50R17, controle de estabilidade de tração (AdvanceTrac), assistente de partida em rampa, controle de torque em curvas e aviso da pressão baixa dos pneus, freio a disco atrás também, sistema de conectividade Sync com tela em cores de 4,2 pol., AppLink e assistência de emergência, com contato com o Samu. Além desse itens, faróis de neblina, sensores crepuscular de chuva, espelho interno eletrocrômico e chave programável (MyKey). O câmbio manual continua de 5 marchas.

Há o SE Plus por R$ 71.990 (R$ 2.000 mais), com rodas de 17 pol. exclusivas, bolsas infláveis laterais, bancos de couro, sensor de estacionamento traseiro, controle de cruzeiro, limitador de velocidade e ar-condicionado automático bi-zona.

 

Interior Ford Focus_10  LANÇADO O NOVO FORD FOCUS HATCHBACK Interior Ford Focus 10

Interior moderno e agradável

O SE Plus com câmbio PowerShift tem preço sugerido de R$ 78.900, traz todo o conteúdo do SE Plus, só que com o motor 2-L Direc Flex e borboletas para trocas de marchas.

O preço do Titanium 2,0 PowerShift é R$ 86.900 e incorpora a conectividade Sync com navegador em tela tátil de 8 pol., tela multifuncional de 4,2 pol. entre os dois instrumentos principais (com leitura “Wolfsburg” e eliminada a escala em milhas por hora no velocímetro, uma boa medida), comando de voz (áudio, navegador, ar-condicionado) e sistema de áudio Sony Premium Sound.

O topo-de-linha Titanium Plus tem preço de R$ 95.900 vem com teto solar,  sistema de frenagem autônomo (até 50 km/h reduz velocidade, até 20 km/h pára), faróis bi-xenônio adaptativos com luzes de uso diurno em LED (ver adiante), sistema de estacionamento automático de 2ª geração ( vagas paralelas à guia da calçada e perpendiculares), retrovisores externos  sofisticados (com aviso de aproximação de veículo, aquecimento e rebatimento elétrico), ajuste elétrico do banco do motorista em 6 posições e ajusta lombar.

São itens de séria em toda a linha Focus direção eletroassistida indexada à velocidade (recalibrada), acionamento elétrico de vidros e espelhos externos, trava elétrica com controle remoto, computador de bordo, alarme, volante de direção revestido de couro com controles de áudio, chave tipo canivete, abertura elétrica do porta-malas, ajuste de altura do banco do motorista, ajuste de altura e distância do volante de direção, banco traseiro bipartido 60:40) e dois encaixes Isofix para bancos de criança, faróis com temporização ao deixar o veículo, limpador/lavador/desembaçador do vidro traseiro.

Além da mudança em estilo, o Focus passou por revisão da suspensão independente nas quatro rodas (com a excelente multibraço atrás) em questão de calibração de amortecedores e coxinização,  melhorando muito em relação ao anterior, como pude observar dirigindo um Titanium ontem em Fortaleza. A Ford informou aumento da rigidez torcional da carroceria, sem precisar os newtons por grau de antes e agora. Subiu de nível realmente.

 

20150622_122550  LANÇADO O NOVO FORD FOCUS HATCHBACK 20150622 122550

Eu “atrás de mim”, espaço adequado

Motores continuam sem alteração, o 1,6 Sigma Flex TiVCT de 131/135 cv a 6.500 rpm e 16,2/16,7 m·kgf a 3.000 rpm com gasolina e 5.250 rpm com álcool, de ambos os comandos com variador de fase, e o 2,0 Direct Flex TiVCT, de injeção direta e variador de fase na admissão e no escapamento, de 175/178 cv a 6.500 rpm e 21,5/22,5 m·kgf a 4.500 rpm.

Ao abrir a ficha técnica fornecida no pen drive, faltam dados de desempenho básicos como aceleração 0-100 km/h e velocidade máxima, que considero imperdoável e inexplicável. Vou tratar de obter os números e informarei aqui. Todavia, como referência, no lançamento do motor Duratec 2.0 de injeção direta, publicados nesta matéria, o 0-a-100 km/h informado foi de 9,2 segundos e a velocidade máxima, 206 km/h e, pelos cálculos, obtida em 5ª a 5.800 rpm. Vou aproveitar e pedir os números de desempenho do SE 1,6. O leitor deve ler a matéria citada para conhecer bem mais detalhes do Focus.

Atualização – dados de desempenho

No dia 26/6 a Ford informou os dados de desempenho do Focus 2-litros e no dia 30/6, nos chegaram os números do 1,6-L.  As duas informações foram reunidas e são:

Com motor 2,0 Direct Flex

Aceleração 0-100 km/h: 9,7  s  (G) e 9,8 s (álcool)
Velocidade máxima: 205 km/h (G) e 208 km/h (álcool)

Com motor Sigma 1,6

Aceleração 0-100 km/h: 11,9  s  (G) e 11,4 s (álcool)
Velocidade máxima: 176 km/h (G) e 181 km/h (álcool)

Só foi informado o consumo Inmetro, que é:

1,6 – cidade, 10,8/7.5 km/l (G/A) e estrada, 13,6/9,3 km/l (G/A)

2,0 – (SE e Titanium) –  cidade, 9,7/6,7 km/l (G/A) e estrada, 13,2/9,s km/l (G/A)

Itens de alta tecnologia

Faróis adaptativos – quando o interruptor de luzes é colocado na posição Auto, o facho alto dos faróis se ajusta segundo a velocidade, a partir de 30 km/h.  Entre esta e 50 km/h, o facho é mais largo e curto, para iluminação na cidade, com maio cobertura lateral. De 50 a 110 km/h o facho é alongado, para iluminar a estrada.  E acima de 100 km/h o alcance é máximo. Para melhor visibilidade nas curvas, o sistema dinâmico ajusta os faróis conforme o ângulo do volante e velocidade do veículo. Há também a luz auxiliar em curva, um facho extra lateral pelo farol de neblina em velocidade de até 40 km/h quando o volante é girado ou há acionamento da seta. De 41 a 70 km/h, este comando é pela seta somente.

Assistente de frenagem autônomo – é operado por sensor óptico que monitora continuamente o tráfego à frente e reduz a velocidade do veículo ao detectar uma colisão iminente. Nessa situação o freios são pré- carregados  e entram em ação se o motorista não esboçar reação. Até 50 km/h o carro reduzirá velocidade mas a colisão não será evitada, apenas os danos serão menores. A até 20 km;h, porém, o carro parará completamente e a tempo de não bater. O sistema pode ser desativado pelo motorista.

Esse sistema funciona por meio do sistema Lidar, sigla em inglês para detecção e medição de distância pela luz. A distância do objeto é medida pela diferença de tempo entre a emissão de um pulso laser e a detecção do sinal refletido, como no radar, que usa onda de rádio. Para a detecção são usados elementos reflexivos da traseira do veículo à frente, como placa, lanterna, 3ª luz de freio e refletores de pára-choque. Porém, com pouca área de reflexão, como pedestres, ciclistas e motociclistas, podem não ser detectados, como portões, paredes e outros obstáculos. Um vidro de pára-brisa sujo pode prejudicar a emissão da luz.

Controle de estabilidade – o novo sistema AdvanceTrac engloba várias funções que ajudam o motorista a manter o controle e a estabilidade do veículo em diferentes condições de rodagem: controle eletrônico de estabilidade e tração, controle de torque em curvas, aviso de pressão baixa dos pneus, assistente de partida em rampas, assistência de frenagem de emergência e luz de freio piscante em frenagens bruscas.

O controle eletrônico de estabilidade inclui uma nova função, o sistema de estabilidade preventivo. Como o nome diz, ele age preventivamente quando dados do veículo indicam que ele está no limite para derrapar, acionando o ABS para fazer o acerto adequado da trajetória. Ele monitora três variáveis: velocidade do carro, posição do volante e velocidade com que o volante é girado.

Não é um sistema reativo. Ele entende quando uma manobra é fora do normal e age para a sua correção, antes mesmo de o motorista perceber que está derrapando, garantindo maior estabilidade em manobras como as de evasão.

Já o controle de torque em curvas, ou vetoração por torque, equilibra e otimiza continuamente a distribuição de torque nas rodas e melhora a tração nas curvas através da aplicação dos freios, reduzindo a saída de traseira.

O aviso de pressão baixa dos pneus é outro recurso importante para garantir o desempenho do veículo, tanto nos aspectos de eficiência e segurança como de economia, ajudando na manutenção da calibração correta. A constatação de menor pressão é fornecida pelo ABS ao perceber uma roda girando mais que as outras.

Chave programável MyKey – Outra novidade do hatch é a chave programável MyKey, tecnologia voltada para a segurança que permite limitar as condições de uso do veículo. Com ela, é possível limitar a velocidade máxima, o volume do sistema de áudio (a 45%), disparar alerta de limite de velocidade e manter sempre ligados os avisos de uso dos cintos de segurança, de nível baixo de combustível e sistemas de assistência ao motorista, como sensores de estacionamento e controle de tração. O recurso pode ser usado, por exemplo, quando o carro for dirigido por motoristas sem experiência ou entregue a manobristas.

Não há dúvida que o novo Focus ficou mais interessante e será um contendor de peso na segmento dos hatchbacks médios, tendo todos os argumentos para sustentar a liderança sobre seu arqui-rival Golf.

BS

Fotos: autor e divulgação

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Matheus Ulisses P.

    Já adorava o visual pré-facelift, e agora melhorou ainda mais. Sou fã do Focus!

    • Renan Sesti

      Sem dúvida, eles corrigiram todos os pontos fracos da versão 2014 e melhoraram o custo-benefício. Se o valor de mercado se mantiver como atualmente, certamente se manterá líder da categoria.

  • REAL POWER

    O Focus é um belo carro, porém eu acho o aproveitamento do espaço interno um tanto a desejar. O painel é enorme e avança demais em direção aos ocupantes.O espaço no banco de trás é adequado, para não dizer pouco devido ao porte o carro. O mesmo eu senti no Corolla. Também me chamou a atenção na versão anterior a questão da suspensão traseira, que para mim não filtrava a contento quando se passava por valetas e buracos, mesmo em baixa velocidade. Era um tal de tum, tum que me incomodava muito. Não dirigi o Golf atual para poder fazer uma comparação. E por falar em Golf, vai ter um teste ou no uso com a versão TSI de câmbio manual? Dizem ser menos de 100 vendidos no Brasil, está certa essa informação? Abraços.

    • RoadV8Runner

      Acredito que essa redução do espaço interno tenha certa parcela devido ao aumento de segurança em impactos, que força a aumentar as áreas de deformação para ganhar as tão sonhadas cinco estrelas nos testes de impacto.
      Sobre a suspensão traseira ruidosa, acredito ser uma característica dos Focus, ao menos dos Mk1 e 2, pois tenho um Mk1 e ela faz bastante ruído em nosso piso lunar, mesmo com tudo em ordem (aliás, a suspensão do Focus aguenta muito desaforo!)

  • Piantino

    Já gostava do Focus, com essas alterações ficou ainda melhor. O único ponto que piorou na minha opinião foi a traseira, as novas lanternas, junto com a tampa do porta-malas que possui um contorno mais suave no alojamento do placa fizeram o carro ter aparência de triste.

  • Iago

    O Focus é um carro consagrado.
    Mas eu não entendo uma coisa (e não é só na Ford, é também assim na Honda e outras):
    Por que a versão SE 2.0 tem o bendito câmbio “borboleta” que tanto se fala e tanto se deseja, mas só a versão top de linha tem o padrão mundial mínimo de segurança, que são as 6 bolsas frontais e os controles eletrônicos de auxílio ao motorista?
    Ou seja, por que a versão SE não abre mão das “borboletas” e traz o pacote completo de segurança em seu lugar, sem alterar preços?
    E por que essa versão não abre mão das rodas de alumínio 17 pol e não adota o tão desejado navegador GPS integrado ao painel?
    Será que o nosso consumidor prefere “borboletas” e rodas especiais (que só são vistas de fora…) a um sistema mundial e completo de segurança e navegação integrada ao carro?
    Estou há 1 ano fora do Brasil (fazendo doutorado) e é muito estranho analisar como funcionam as coisas na nossa amada terra natal quando se confronta com a realidade externa.

    • Renato

      Pois é…. difícil ver algo racional nisso… complementando, deixa de lado as rodas de 17 pol. (de 16 pol. para mim já são um exagero) e coloca o controlador de velocidade.. ajudaria muito mais ….

    • Borboleta de câmbio é muuito mais barato de colocar que seis airbags. Tanto é, que é possível colocar borboletas até nos Peugeot 206/207 automáticos. São duas alavancas, meia dúzia de fios, e pouca coisa a mais.

      Já as bolsas encarecem o veículo, e como o brasileiro médio é burro, não fazem sucesso.
      Lembro que em 2008, meu ex-chefe pegou um Focus zero-quilômetro, mas preferiu sem ABS e airbags. A explicação? Pastilhas mais caras e pasmem: ficaria mais barato consertar o carro se ele batesse, sem os airbags.

    • Renan Sesti

      Você fez a pergunta e você mesmo respondeu! As fabricantes fazem inúmeras pesquisas de mercado com seus públicos-alvos antes de fazerem seus lançamentos. Certamente roda 17″ é preferida em vez de airbags auxiliares.

      Mas de qualquer forma, o pacote de opcionais PLUS já traz, dentre outras coisas, os airbags laterais, deixando o carro com um total de 4 airbags por +R$ 2.000,00.

      Mas vale lembrar que a linha da Ford é a que mais traz itens de, desde seu modelo de entrada, o Ka. Repare que o New Fiesta também traz um bom pacote de segurança na versão Titanium.

  • Marcos Zanetti

    Ele me passa a impressão de que não vale o que pede. Interessante que nos modelos antigos a impressão é outra, de que vale cada centavo… Será essas rodas?!

    • Renan Sesti

      Já eu achei que as rodas desse novo modelo 2016 estão bem mais bonitas que as do 2014. Gosto é gosto, não é?!

    • Se for ver mesmo, nenhum desses dedãs médios vale o que se pede por eles. Corolla e cia. batendo nos seis dígitos, e povo comprando. Aí vêm reclamar do Lucro Brasil.

      • Renan Sesti

        Acho que o segmento dos sedãs médios é o de preço mais justo no mercado, no que diz respeito a tamanho x preço. Você cita o Corolla de 100 mil, mas na verdade essa versão vende muito pouco, a que realmente vende é GLi Upper e XEi a partir de 75 mil. Civic LXR 2,0 também está por 75 mil. Veja bem, não que 75 mil seja pouco dinheiro, mas é o mesmo preço de um SUV compacto, e os SUV compactos nessa faixa de preço entregam muito menos que os sedãs médios.

    • Lucas Mendanha

      Acho que da faixa de preço, o Focus é que mais entrega conteúdo…

      E tem muita coisa que não consta na ficha técnica que muita gente usa para comparar, sem ver o carro pessoalmente…

  • Mr. Car

    Parece muito caprichado, especialmente as versões Titanium. Em tempo: não consegui me acostumar com o fato das versões topo da Ford perderem a designação Ghia, que para mim virou sinônimo de qualidade e bom gosto em acabamento, inclusive com aqueles maravilhosos interiores monocromáticos clarinhos. É bem provável que no exterior haja esta opção para o Focus, e para nós, só o infeliz “pretinho básico”.

    • RoadV8Runner

      Pelo visto, junto com a designação Ghia, foi-se embora o interior em tons claros… Já imaginou abrir a porta do modelo vermelho ou azul metálico e se deparar com lindíssimo interior em bege ou azul claro, com aquele veludo navalhado maravilhoso dos antigos modelos Ghia? Levaria travesseiro, cobertor e escova de dentes para dentro do carro! Rssss…

      • Domingos

        Eita, como está em falta um interior aconchegante. Até modelos da faixa dos 100 a 200 mil ou são o famoso “tudo preto” (a VW e a Honda até passaram a designar esses interiores com um nome nesse sentido) ou tudo cinza. No máximo um caramelo vez ou outra, sob encomenda.

        Quanto ao nome Ghia, deve mesmo ser questão de propriedade e autorização do uso da marca pelos italianos. O contrato deve ter vencido, pois não se usa mais esse nome.

    • Lucas Mendanha

      Acredito que tenha a ver com royalties..

      Concordo contigo: sinto falta do acabamento em veludo, bem feitinho ao invés desse padrão couro de hoje em dia…

  • BrunoL

    No caso do Focus, o controle de torque em curvas não tende a reduzir o subesterço (saída de frente) em vez da saída de traseira?
    Posso estar enganado, mas imagino que num carro de tração dianteira é mais comum o subesterço pela aplicação excessiva de potência (e aí entra a vetoração de torque).
    Até onde sei, em alguns carros de tração dianteira o sobresterço só acontece quando há súbita interrupção de potência em curva (lift-off oversteer), ou seja, quando não há torque positivo (só freio-motor) para vetorar.

  • V12 for life

    E nada dos EcoBoost ainda ou daquela família Dragon?

    • Domingos

      Para quê? Só se for numa versão esportiva.

      Os motores atuais do Focus são muito bons. O 1,6 impressiona, inclusive por tocar bem o carro mesmo com as famosas marchas longas da Ford.

      Um turbo teria que ter de 200 cv para cima para realmente justificar entrar no lugar da motorização atual.

  • Car Science

    Essa linha da Ford “astomartinzado” está show de bola!

  • Renan Sesti

    Bob, alguns blogs comentavam, antes do lançamento, sobre uma melhora no acabamento interno. A Quatro Rodas publicou ontem que o padrão está “acima da média” do segmento. Você poderia confirmar isso? Houve evolução em relação ao 2014? O que você sente em relação ao Golf, deve algo?

    • Milton Evaristo

      Os “caça rebarbas” e “alisadores de painel” rsrsrs

      • Domingos

        Sairia mais barato, para o comprador inclusive, um painel menor e ao mesmo tempo mais bem acabado.

        Enfim, infelizmente certas coisas ficam marcadas como sinônimo de entender ou não de carro…

    • Domingos

      O antes da reestilização ficava bem atrás do Golf, não precisando “alisar” nada. Bastava olhar.

      E convenhamos que o Golf não faz essa coisa atual de painéis de nave espacial, com desenho e detalhes espalhafatosos que ainda por cima roubam espaço.

      Foi um ponto que o Focus se perdeu depois do MK1, apesar que o 2 era ao menos bem funcional e não desagradava.

  • Milton Evaristo

    Acho estranho uma marca ter o estilo de outra, como ocorre – agora nem tanto – com os chineses.

  • Daniel S. de Araujo

    O novo Focus está um veiculo muito bonito e bem recheado de coisas para sua faixa de preço. Se Deus quiser será o próximo carro da casa!

  • Filipe

    Custava existir uma versão com o 2,0 e câmbio manual? Bob, essa versão existe na Argentina?

    • Lucas Mendanha

      Seria interessante a opção sob encomenda..

    • Fat Jack

      Nessas hora eu me pergunto:
      Quando os executivos vão entender que os consumidores querem opções (muito além de uma mera configuração de acessórios)???

  • EJ

    Onde foi a apresentação, BS? Beach Park, autódromo de Eusébio…? Difícil testar um carro em Fortaleza, cidade muito congestionada, precisa ser em um local bem reservado.

  • Curioso que o EW10A da PSA, que não é exatamente antigo novo (errei), fornece 22 kgfm com álcool, e tem 151 cv… e não foi uma nem duas pessoas que disseram ter sentido que o Focus 2.0 oferece 178 cv “CAOA”, que não parecem 178 cv, Estranho.

    • Lucas Mendanha

      Sendo o Duratec um motor com muito potencial para preparação, não duvide…

      Normalmente o câmbio anestesia um pouco este motor..mas com o uso você aprende as manhas do câmbio e tira o melhor proveito do motor…

      eu levei uns dias para alimentar e treinar os meus 145 cv quando comprei o meu… hehehe

    • André Castan

      Pouco torque e câmbio que não ajuda. Isso responde essa “lentidão”.

    • Domingos

      O EW10 é daqueles motores que o tempo passa e ele ainda se prova bom. Se a PSA fizesse uma versão de comandos variáveis em entrada e saída, não duvido ter resultados muito melhores que a maioria dos concorrentes.

      O único carro que não tem uma força gostosa e anda bem com esse motor é o C5. Também, pelo peso…

      • O 407 2,0 também sofre um pouco com esse motor. Também, com 1600 e tantos quilogramas, fica difícil.

  • EJ,
    A base foi o Hotel Dom Pedro Laguna e rodamos no entorno, cerca de 100 quilômetros. Fomos até uma concessionária Ford, a Crasa, na av. Washington Soares e de lá até o hotel Beach Park (não fui, tive que voltar ontem, pegar um vôo às 16h00. O retorno do grupo foi hoje.

  • Filipe,
    Acima de determinado preço carro manual não vende no Brasil, não dá status, é coisa de pobre… Claro que na Argentina existe o 2-L manual, de cinco marchas.

    • RoadV8Runner

      Não fosse a porcaria da nossa alcoolina, seria uma maravilha atravessar a fronteira e trazer um Focus 2-litros com câmbio manual de lá.

      • Domingos

        Depois você se depararia com a nossa maravilhosa aduana, que prende por 3 meses uma compra de 100 reais feita lá fora para que não tenhamos concorrência aqui dentro.

        Mas, claro, se for amigo do governo você pode predar um setor inteiro trazendo coisas em massa da China.

        • agent008

          Assim como fez o (nos momentos finais de sua vida, santificado, beatificado, adorado pela mídia! Afinal estava lutando com um câncer) ex-vice-presidente de um certo governo recente, cuja empresa têxtil ganhou praticamente todas as licitações de tecidos para uniformes das Forças Armadas, e trouxe a rodo tecido chinês para o País e prejudicou milhares de empregos no setor…. coisa da Banânia!

          • Domingos

            Pois é, não cansamos de ser surpreendidos pela turminha do imputar aos outros a obrigação de ser bom, não?

            Quebraram a lei de licitação do país, que prevê preferência total aos produtos nacionais.

            Imagina se fosse em outro governo? Estão vendendo a pátria, colonialistas, entreguistas, capitalistas, até chegar no branco fascista – porque, para a esquerda, até o jogar de um papel no chão vai chegar no argumento final de fascista e outras associações.

            Claro, isso se for cometido por alguém sem potencial de compra de votos – porque é a tudo isso que a “preocupação social” deles se resumem.

            Se você for, por exemplo, homo… Bom, aí pode espancar velhinhas que a gente não vai usar nenhum dos adjetivos da lista interminável de acusações vazias da esquerda.

    • braulio

      Uma dessas bizarrices difíceis de entender. O pior é perguntar: Custava pôr essa versão à venda para agradar os consumidores brasileiros e descobrir que sim, custaria. Mais do que ela geraria em lucro. Uma pena…

    • Milton Evaristo

      E poderia ter o automatizado no 1,6 litro, ainda mais considerando que nesse tipo de caixa não se perde nada em desempenho, fator que poderia afastar algum potencial consumidor.

    • CorsarioViajante

      É engraçado como muitos brasileiros gostam de pensar com a cabeça dos outros. Por um tempo, ter carro quatro portas era o maior pecado automobilístico. Todo mundo comprava duas portas mesmo com família de cinco pessoas. Daí carro branco era mico, até aparecer na novela e virar símbolo de status. Com o câmbio acontece o mesmo, ninguém parece ser capaz de se perguntar “eu realmente acho tão desconfortável trocar de marcha?” É simplesmente algo que o sujeito acha obrigatório para não ser ridicularizado com o famoso ” Nossa passou tudo isso para trocar de marchas?”

      • Fat Jack

        Perfeita definição… (é o famoso “efeito manada”, basta um boi sair correndo para os demais fazerem o mesmo, sem ter a menor ideia do porquê), e o pior é o efeito colateral que isso provoca. Eu por exemplo adoro guiar um carro com câmbio manual e gostaria de ter como próximo carro um sedã médio, só que, como levo bastante em conta fatores como desvalorização e facilidade de revenda (ou ausência de dificuldade…) estou me encaminhando para uma “sinuca”, pois se comprá-lo “manual” vou perder muito (e ter dificuldade) na revenda, se comprá-lo “automático” vou abrir mão do prazer em dirigir, para ter os dois terei de pensar em outra categoria…
        Nunca houve tantas opções, e parece que nunca foi tão difícil…

  • Duzinfa,
    Nesse que andei, o branco com número 18 no pára-brisa, era coerente, mesmo com gasolina.

    • O fato de esse motor possuir injeção direta muda alguma coisa no “feeling” da tocada? Ou não?

  • Domingos

    A Ford ficou meio curiosa com essa geração do Focus. Muito enfoque em tecnologia e quase nada do antigo prazer de dirigir tradicional do modelo.

    Não que ainda não seja um carro bom de dirigir, mas tanto bla bla bla de central, sistema eletrônico e faltar o 0-100 na ficha.

    Só a falta do câmbio manual na versão mais interessante já deixa claro também. Mais o preço, que é retratão do Brasil pré-quebradeira: até quem não deveria cobrar caro joga tudo lá em cima.

    • Domingos

      Não sabia do envolvimento desse grupo com os financiamentos de campanha, porém não me seria novidade.

      Ao contrário da dialética e propaganda do PT, grupo de elite nenhum está insatisfeito com o atual governo. Claro, ao menos até quebrar tudo.

      Elite econômica, claro. Quem é considerado “elite intolerante”, que é muitas vezes o povo normal colocando a cabeça para funcionar com bons princípios e sem vontade de malandragem, esses sim não estão satisfeitos.

      E sim, toda essa dinâmica petista inflacionou absolutamente tudo. A combinação de crédito para qualquer um junto com juros altos, mais o dinheiro fácil e enorme aos setores envolvidos com o governo (puxaram muito preço de imóvel, de bairro, de serviços um pouco acima da média) e a mentalidade de endividamento do brasileiro fizeram preços surreais.

      Volta esse preço de 71 mil para a economia de 2002, por exemplo, que mesmo atualizado eu duvido que passaria dos 40 mil altos. No máximo chegaria a 50.

      É mais de 40% de preço inflado por uma loucura de gastos públicos, corrupção com enriquecimento fácil e um sistema de crédito doentio.

    • Daniel S. de Araujo

      A matemática é simples: Quanto maior o risco, maior o retorno. Nenhum fabricante de carros tem motivo para reduzir margens em nosso país se temos uma instabilidade institucional muito grande.

      Quando houver estabilidade tributária (e redução de sua carga – não só desonerações sobre produtos finais como redução de IPI), uma REAL justiça trabalhista e consumidores mais espertos (esquecendo da velha mania do brasileiro de andar de carro novo – a frota nacional tem idade média menor que nos EUA), pode ter certeza que teremos redução de preços. Naturalmente, sem intervenção.

      • Domingos

        Ok, mas convenhamos que no momento existe também um aproveitamento disso tudo para jogar o preço o mais em cima possível.

        Qual seria o risco de manter o preço de lançamento do Focus, seus 50 mil, hoje? Mesma economia desaquecida, mesmo cenário, mesmos custos de produção na Argentina.

        Se já lucrava e não tinha risco antes, por que agora?

        O que acho chato é estarmos num momento que o crédito está bem restrito e as vendas caindo sistematicamente e no lugar dos preços baixarem – como em qualquer lugar do mundo – eles SOBEM!

        • Marcio

          Nos EUA o preço de um Focus sedã básico (mais barato que o hatch) é de pouco mais de US$ 17.000, ou, mais de R$ 50.000, lá onde o imposto é 7%, é algo impossível hoje vender um Focus aqui por este preço.
          Veja que o aço tem preço internacional, aqui não se compra aço por menos do que lá fora. Outro ponto importante no custo de um carro é energia elétrica, que disparou.
          Não existe mágica.

    • Marcio

      Dirija o carro, este prazer ao dirigir foi perdido em parte no Mk2, consumidores do mundo inteiro reclamaram e a Ford focou isso no Mk3, que é excelente, assim como o New Festa, são carros muito prazerosos para dirigir.
      Algumas modificações neste novo Mk3 foram feitas para aumentar o prazer de dirigir, a suspensão foi recalibrada e a direção elétrica ficou mais direta e precisa.

    • Uba

      Os carros no passado eram muito mais caros e muito menos equipados.

  • Milton Evaristo,
    Pelo a Aston Martin foi da Ford…

    • Milton Evaristo

      Já faz 8 anos que não é mais.

      • Mingo

        Se não me engano, A Ford ainda tem uma pequena participação na Aston, o que, por si só, já justifica o “plágio”. Vou pesquisar mais sobre isso.

        • Mingo

          Então, de acordo com a Wikipédia, a Ford Motor Company detém 8% da Aston Martin. Acho que essa porcentagem autoriza usar pelo menos a grade…

  • Lorenzo Frigerio

    Para fazer de 0 a 100 em 9,2s, bastam 148 cv, não 178. Parece ser mesmo um caso de “pôneis malditos”.

    • Lorenzo,
      No ‘no uso’ vou medir o 0-a-100.

    • Domingos

      O Focus pesa muito, tem isso também. A atual geração é quase como o Cruze.

      Mas com essa cavalaria e Cx, um com câmbio manual estilo Ford seria extremamente interessante na estrada.

      Esportivos de 160 cv da década de 90 conseguiam seus 230 com Cx 0,3. Imagina um câmbio longo com Cx 0,27 e 178 cv, mesmo que lá em cima.

      Os automáticos devem limitar. Mas 250 seria possível. É muita coisa!

    • Thales Sobral

      Lorenzo, pense que pode ser um caso de motor menos “linear” na entrega do torque. Só vai ter essa força toda lá pelas 5.000 rpm. Isso influencia bastante no 0-100.

    • Offspring

      Não sei, não. Qual carro automático de 148 cv consegue tal números?

      O Focus deve em torque (apenas 22 kgf·m). Não é um torque ideal, mas é o suficiente para arrancar bem em 9,2 segundos.

      Como diria Shelby: Torque ganha arrancada e potência ganha corrida.

      • Uba

        22,5 m·kgf com álcool. O problema do Focus é o peso elevado: 1.400 kg.

        • Offspring

          Não vejo problema nenhum em um carro de 1.400 kg fazer o 0 a 100 em 9,2 s, enquanto um 100 kg mais leve e com a mesma potência (Elantra) faz em 9,9 s…

  • Renan Sesti,
    Você e outros leitores sabem que não sou ligado em acabamento interno. Só não pode ser algo errado muito evidente. Me pareceu muito bom, tudo no lugar, bom aspecto. Não acho que deva nada ao Golf, embora, de novo, essa questão não tenha grande relevância para mim. Ou agrada, ou choca, e no Focus e no Golf, agrada.

    • Renan Sesti

      Hehehe, creio que essa discussão besta ocorra pelo fato de os dois competidores estarem muito próximos, e o pessoal começa a procurar pelo em ovo!

  • Marco

    Temos em casa três Focus. Um 2007 1.6, um Ghia manual (demorou um século para entregarem) 2010 e um Sedan 2014.

    O 2007 foi meu e vendi ao meu pai. Estou com o Sedan 2014, que peguei faz menos de dois meses. Era da frota da Ford e tinha 500 km. Paguei um preço bem camarada nele. Por este motivo nem me preocupei que logo iria mudar a frente.

    Evidente que de uma geração para a outra se percebe a evolução de diversos aspectos. Só não gosto dessa moda de iluminação azul no painel. Ô coisa para incomodar durante a noite, mesmo deixando no mínimo.

    Mas a rede de concessionários continua a porcaria de sempre, desde que compramos o primeiro Ford em casa, há quase 20 anos. Meu carro tem um barulho que surgiu na suspensão traseira. Era uma parafuso meio frouxo, que imaginava ser o banco traseiro a causa do ruído.

    Fui viajar e rodei uns bons quilômetros. Por isso, a peça precisa ser trocada.

    Levaram dois dias pra descobrir isso, algo que bastaria levantar o carro no elevador e verificar. Como a peça demorará alguns dias, montaram tudo e, assim que chegar, vou trocar…

    Mas o carro é muito bom. Pena não termos a perua por aqui.

    • jr

      Marco,
      não vou contar toda a história da minha relação pessoal e de pessoas muito próximas com a Ford, pois eu mesmo já não agüento esta história. Foram muitos anos de relacionamento arruinados. Só na minha casa (eu e esposa): três Fiestas, dois Escorts, um Focus. Todos 0-km.
      Acho o Focus um carro potencialmente muito legal, que gostaria de ter (novamente, já tive um).
      Mas, fica no potencial mesmo, pois não tenho tempo nem paciência para resolver os problemas que ou já vêm com carro ou que são decorrentes da precaríssima pós-venda da Ford.
      Digo isso com tristeza, mas, não dá mais não.

  • m.n.a.

    esses “Aston Martin de pobre” são de matar mesmo…

    achava belíssimo o Fusion antigo….foi o primeiro a adotar essa falta de originalidade, ridícula na minha opinião….

    • Cristiano

      Na minha opinião “já deu” esse design, toda a linha está parecida, achava lindo o modelo anterior com aqueles “triângulos” no pára-choque, tinha muita personalidade

    • Mingo

      Quem me dera poder comprar um “carro de pobre” desses…
      Enquanto isso, vamos andando de busão. Nós dois!

    • Marcio

      Eu achava o Fusion antigo quadradão, antiquado, com cara de banheira americana, este novo é bonito demais.

  • Lucas Sant’Ana

    Será que vai vir com a carroceria desalinhada como agora é costume da Ford aqui na América do Sul?

    • Domingos

      Bom, além do que o Bob falou, tem uma outra coisa: o mercado atual é aquele período que estão economizando tudo que dá para enfrentar as vacas magras logo adiante.

      Até Honda tenho visto sair com desalinhamento grande de peças da carroceria. E não é em um modelo só não.

  • RoadV8Runner

    Como fã de carteirinha do Focus, essa reestilização o deixou muito melhor do que a versão anterior. Gostei de ver que o sistema de frenagem de emergência tem um funcionamento inteligente, ao não parar o carro completamente em velocidades superiores a 20 km/h. Isso evita o que um leitor comentou no texto que o Carlos Meccia explicava esse sistema, de haver risco de parar o carro em autoestrada, por exemplo. Esses faróis adaptativos eu achei geniais.
    Sobre a suspensão, se as mudanças o deixaram ainda melhor do que a versão anterior que, provavelmente, já era melhor que os modelos Mk2 e, estes, superiores ao Mk1, o comportamento dinâmico do novo Focus deve estar irrepreensível. Se eu considero os Focus Mk1 excelentes de curva, esses novos então…
    Somente gostaria de haver opção por interiores em cores mais claras ou ao menos em outros tons que não o pretinho básico, mesmo que fosse cobrado um valor a mais para isso.
    Agora na versão Titanium Plus a Ford deu uma puxada no preço, pois belisca o valor que se paga por um Fusion de entrada, que já vem recheado de equipamentos e tem um desenho de carroceria que me faz torcer o pescoço até hoje… Para quem tem R$ 95.900, dá uma esticadinha e arranca os R$106.000 do Fusion. Eu ao menos prefiro carros maiores, mesmo que perca um pouco em desempenho ou equipamentos de conforto.

    • Domingos

      O melhor era o MK2. O 3 é muito pesado, ao passar por ondulações se sente isso junto com um acerto bem para o conforto.

      Claro, bom como sempre e talvez o melhor do segmento para nossas vias (a multi-link não tem comparação quando o assunto é fazer ao mesmo tempo curva e ser confortável).

      Porém em acerto, respostas e comportamento o MK2 me pareceu o melhor de todos. Inclusive, se endurecido e abaixado é quase uma Volvo C30, que é um dos melhores tração dianteira do mundo.

      De repente o limite pode até ser igual, na prática, pela adoção de pneus maiores nessa geração – enquanto o MK1 e MK2 eram exemplares em manter, ainda por cima, uma medida razoável de pneus e rodas.

      Ideal mesmo sera o MK2 com o esterço/sistema de direção do MK1.

    • Antônio do Sul

      Na prática, o Fusion de entrada é vendido por bem menos do que R$ 106.000,00. Aí, fica complicado para o Focus Titanium Plus, a não ser que também seja vendido com um bom desconto.

    • Ricardo

      Faço coro contigo, também fã de carteirinha deste belo carro. Já tive um de 1ª. e outro de 2ª geração, ambos como dito acima eram ótimos de suspensão, também fico imaginando o comportamento deste. Concordo também com as cores do interior, quem sabe um cinza claro, seria ótimo, e dá também uma sensação de mais espaço.

    • Marcio

      Já eu considero o Mk1 melhor de suspensão que o Mk2, mais equilibrado e ágil nas manobras.

  • marcus lahoz

    Uma pena tirarem o 1,6 automático. Achava válida esta associação.

    É um belo carro, quem tem gosta muito.

    • Douglas

      Na versão atual, a diferença do SE 1,6-litro e 2-litros, ambos PowerShift é de apenas mil reais.

      O que faz falta é a caixa manual com o motor maior, como é oferecido na Argentina, onde ele é feito.

    • Fat Jack

      Apesar de ser “mecanomaníaco” concordo plenamente com você, o automático (ou automatizado) para muita gente já é obrigatório num carro médio. Quando os executivos vão entender que os consumidores querem opções (muito além de uma mera configuração de acessórios)???

    • Renan Sesti

      Pelo que percebi, pelp valor de tabela, o 2.0 automático atual está o mesmo preço do 1.6 automático anterior. Agora vamos ver se isso se reflete no valor de mercado…

    • Uba

      Na Argentina há sedã 1,6 manual, e todos os 2 litros têm também disponíveis versões manuais. Uma pena aqui não haver.

  • Piero Lourenço

    Para mim o mesmo erro da VW… não saberei se é um Ka, Fiesta, Fusion e agora Focus!!

    • Marcio

      Será fácil saber, o Ka tem uma frente muito menos bicuda, quase achatada e mais alta, além disso a grande também é menos retangular e os faróis tem formato totalmente diferentes, impossível confundir.
      Comparando o New Fiesta e o Focus, a grade também é menos retangular no Fiesta, ainda no Festa os faróis acompanham os pára-lamas, sobem no capô, no Focus eles são mais horizontais, se estendem para os lados, além disso também existem diferenças no pára-choque e nos faróis de neblina.
      E bem diferente no caso dos Volkswagen porque grade, faróis e pára-choques são quase idênticos.
      Exceção ao Golf que tem faróis bem mais finos e muito mais bonitos, e eu considero impossível de confundir, somente quem não presta atenção ou não conhece os carros confundiria um Golf com um Fox, o restante da linha é toda igual.

  • Juvenal Jorge

    Apesar de ser um carro magnífico, o Focus e os Fords “astonmartinzados” adotam o erro “volkswaguiano” das dianteiras quase iguais para carros diferentes.
    Marketing, Vendas e outras áreas que pouco conhecem desenho e estilo de automóveis mandando no produto. Um erro corporativo comum e, espera-se, rapidamente passageiro nesta marca.

    • Marcio

      Para quem conhece os carros é possível sim diferenciar, ao contrário dos VW o Focus tem diferenças nos faróis, pára-choques e grade quando comparado ao New Fiesta, o Ka então é bem diferente, não tem nada a ver com os dois carros.
      É virtualmente impossível confundir um Ka e um New Fiesta, mudam pára-choques, faróis e a grade que uma grelha bem grande. Além disso a frente do Fiesta é bicuda e a do Ka é achatada, mais reta.

  • Avatar

    Bob,
    O ponto que mais despertou minha curiosidade foi o controle de estabilidade preventivo. Assim que for possível, poderia nos brindar com um material técnico mais detalhado ou exemplos que ilustrem mais situações? Da forma como tenho visto nas notícias sobre o carro na internet, fica a dúvida se não trata-se somente de uma calibração menos permissiva do ESP. Além disso, o fato de atuar preventivamente, ou seja, antes do carro deixar a trajetória pretendida que o sistema interpretou, deixa mais uma dúvida: será que o sistema intervém antes da real velocidade limite para aquela situação, reduzindo assim a capacidade máxima de contorno de curva?

    No mais, melhorias que o tornarão ainda mais competitivo no segmento, apesar do fato de muitas coisas estarem atreladas ao Titanium Plus de quase 100 mil reais. Teto solar deveria ser opcional livre. Adoraria ter os faróis adaptativos bixenônio e direcionais em um SE Plus (acréscimo e tanto em segurança ativa), pois itens como bancos elétricos e estacionamento automático são bem dispensáveis. Até mesmo a frenagem autônoma teria maior valia se atrelasse controle de cruzeiro adaptativo, o que parece não ser o caso.

    • Avatar
      Esse controle é antecipação pelo que pode acontecer. Algoritmos funcionando, nada mais. Quando a situação piorar entre o controle de estabilidade para valer. Não há material mais técnico disponível. E controle de cruzeiro adaptativo não tem mesmo.

    • Cadu

      Se for como nos VW importados (Golf GTi e Jetta), com o XDS, ele usa os mesmos sensores do ABS para ler a velocidade angular de cada roda na curva. Se notar algum desgarramento, ele faz as correções nos freios das rodas internas independentemente e conduz o carro para dentro da curva. É interessante a condução, bem parecido com um diferencial blocado.
      (me corrijam se estiver errado, ainda não testei o Ford)

      • Domingos

        Deve ser além disso. Acho que qualquer movimento brusco no volante ou pedais já deve fazer o sistema corrigir o carro via emulação de bloqueio de diferencial e correção de trajetória pela frenagem individual das rodas já antes de detectar qualquer desgarramento.

      • Marcio

        Cadu, acho que o XDS tem mais a ver com o controle de vetorização de torque, permite que o carro contorne de forma mais precisa as curvas.
        Ele faz isso ao equilibrar a força despejadas nas rodas quando o carro está contornando uma curva, obviamente a roda interna e a externa tracionam de forma diferente.

  • Lucas Sant’Ana,
    Esse é o grande mal da internet (tinha que ter um lado ruim, não?), uma lente de aumento colossal para qualquer fato corriqueiro. Bastou alguns novos Fiesta e alguns novos Ka apresentarem algumas frestas maiores entre partes móveis e fixas e aí isso passa a fazer parte da cultura automobilística, vira folclore, como esse seu “Será?”. Nada a ver, desculpe.

    • caique313131

      Sinto muito, Bob, mas aos olhos da maioria indica um desleixo enorme por parte da fabricante. E não é algo descabido.

      Sei que você não dá muita atenção a detalhes de “acabamento” e afins, mas se você mandar alguém encontrar algum problema relacionado à falta de esmero em um carro Mercedes, por exemplo, duvido que esse alguém reclame de algo. É questão do fabricante apenas se esforçar em fazer um produto bem feito em todos os detalhes. Se eu comprar uma cadeira, e essa cadeira tiver uma leve rebarbinha onde se apoiam os cotovelos, o suficiente para eu sentir, mesmo que não me cause dor ou desconforto, será o suficiente para eu avaliar o produto como de qualidade inferior. O mesmo acontece com carros.

      Mais um exemplo: se surge um risco na pintura do meu carro, por menor que seja, eu fico muito incomodado. São detalhes pequenos, mas que importam.

    • FocusMan

      Perfeito seu comentário Bob.

      A Ford andou correndo muito para renovar sua linha. Foi de uma capacidade impar trocar em apenas dois anos toda a sua linha, modernizar suas fábricas e ainda assim tocar dois programas de desenvolvimento como líder de projeto.

      Agora que a poeira está assentando, os carros estão crescendo dia após dia em nível de qualidade e o mercado vem respondendo bem, comprando os produtos Ford. Vejo várias pessoas que não comprariam Ford há algum tempo, dando o braço a torcer e experimentando produtos da marca e gostando. Quando a rede concessionária atingir um indice de qualidade similar aos produtos, então a fechará com chave de ouro esse périodo muito bom de mudança.

  • Douglas

    Bob,
    A suspensão ficou mais firme ou macia? E houve mudança na altura de rodagem?

  • João LP

    Se esse não tem 178, o anterior não tinha 145. É sensível a maior potência neste.

    • Bom saber. Quero fazer um test drive no novo pra ter uma noção da “puxada”.

      • Offspring

        Ele anda muito bem. Não vi nenhum 2.0 que ande tão bem. Com etanol, vira um foguetinho!

  • Douglas,
    A mudança perceptível na suspensão é mais isolamento, bem menos rumorosidade dela funcionando. A altura de rodagem não mudou.

    • Fabio Toledo

      Praticamente o mesmo que aconteceu com o Fiesta, não Bob? Digo do mexicano para o atual em termos de suspensão. E a direção indexada por velocidade, é novidade também ou já existia no anterior?

  • caique313131,
    Um carro passou os 28 anos de sua vida no mercado com uma enorme diferença na folga entre porta de carga e as colunas traseiras devido a ter a mola a gás de sustentação em um lado só e nem por isso era recusado, pelo contrário: Uno.
    No exemplo muito bom que você deu da cadeira, o cotovelo encontrou uma rebarba, você não saiu procurando uma como muitos fazem hoje nos carros, tipo “paguei, não tem que ter nenhuma rebarba”.

    • WSR

      Lembrei da Marajó 89 que meu pai teve. A porta traseira nunca alinhava bem com as colunas traseiras. A maior fresta era justamente no lado da mola.

      • Daniel S. de Araujo

        Tivemos uma Marajó 1986 por 12 anos e depois tive contato com ela por outros 8 e ela nunca tive diferença na fresta da tampa traseira

        • WSR

          Bom, eram peças diferentes, mas eu cheguei a ver outras 89 com a diferença de alinhamento. Cheguei a levar o carro em algumas oficinas e, por mais que tentassem regular, acabava desalinhando poucos dias depois.

          • Marcio

            Eu já entrei várias vezes nestes Focus Mk3 e não consigo encontrar os problemas de acabamento comentados na internet.

            O interior do carro é bonito e bem acabado, além de bem alinhado, se no inicio apareceram algumas unidades com problemas pode ser, mas hoje estão muito bem acabados.

            Até mesmo o New Fiesta está com o interior bem montado, não tem nada de errado com o carro.
            Mas lendo muitos comentários a sensação que tenho é de que o absoluto e perfeito alinhamento de toda as partes do carro é o mais importante fator para a escolha de um carro.

            A parte mecânica, segurança, comportamento dinâmico e equipamentos são itens que ficam em segundo plano, se o carro possuir meio milímetro de desalinhamento em uma peça plástica já era, não presta.

            Esta perseguição ao Focus começou com os golfeiros, basicamente em desespero para provar que o Golf é superior ao Focus em todo e qualquer ponto que se possa comparar, o que não é verdade.

          • Uba

            O que há é uma proliferação de comentários de torcedores de outras marcas, e na verdade ninguém bate em cachorro morto, só se bate em quem lhe incomoda.
            A Ford é hoje a marca com a melhor linha do Brasil, e isso deixa os torcedores de outras marcas aborrecidos e com inveja.
            Eu quero é que todas as fabricantes façam o que a Ford fez, ter uma linha moderna e atualizada, com carros duráveis, econômicos e seguros.

    • O Uno era reconhecidamente mal-acabado.

      Eu, particularmente, não me importo muito com isso. Meu carro tem alguns vãos maiores que os outros, e isso desde novo. Acho que 2 ou 3 mm não vão matar ninguém, desde que essas falhas não sejam estruturais, lógico.

  • Fat Jack,
    Respondo: quando sararem da terrível doença que os assola, a holeritite, aquela que se manifesta sob forma de tudo o que interessa é o depósito do salário na conta bancária no fim do mês.

    • Fat Jack

      Tipo de postura: quer, é assim, não quer não compre!
      Abominável (sim, sei que lamentavelmente é cada vez mais comum esta prática) e é uma pena, pois eles já dispõe do material mecânico necessário (tanto para a versão 2.0 com câmbio manual quanto para a 1.6 com o automatizado), e certamente ambas encontrariam consumidores interessados. Mas preferem perdê-los para concorrência a oferecerem-nas no mercado.

  • Nossa quanta bobagem eletrônica. Não sabem mais o que fazer para superar os concorrentes no número de itens “de segurança!”. Faltou o detector de naves extraterrestres que freia o carro, liga o pisca alerta, faz meia volta e sai acelerando tudo.

    • Mingo

      Se tem, reclama, se não tem, reclama do mesmo jeito. Ah, o povo!

      • Se achar uma postagem minha reclamando de não ter recursos eletrônicos, eu cedo a você o direito de vender a idéia do OVNI panic sensor para a Ford!!!

    • Domingos

      É para agradar a geração atual, com sanha de ter absolutamente qualquer novidade. Cultura do smartphone… Não tem que ter tudo a todo momento e com todos os recursos, por mais inutilizáveis que sejam?

      O pessoal espera isso dos carros também. Erro crasso, afinal esse pessoal nem se interessa mesmo em carro.

      • “Mas serve para mostrar para os vizinhos” diriam eles.

    • Marcio

      Estas bobagens eletrônicas podem salvar a tua vida, se tu não dá bola para isso ok, mas outras pessoas consideram importantes,
      E nada tenho a ver com a geração atual, podemos afirmar por outro lado que a geração “anterior” ignora estes recursos por ignorância.

      • O que poderia aumentar a segurança no trânsito seria a boa educação e o comprometimento dos motoristas com o ato de dirigir, já estes carros recheados de babás eletrônicas podem incentivar pessoas inconsequentes a dirigir de forma perigosa e colocar a minha e a sua segurança em risco, achando que estão a salvo por estarem num carro super mega seguro.

        • Marcio

          A boa educação ajudaria sim, mas isso é utopia no Brasil, então o que nós podemos nos agarrar é nestas bobagens eletrônicas.
          Um carro com ESP,ESP preventivo, controle de tração e controle de torque vetorial pode evitar que um irresponsável perca o controle do carro e te atinja na estrada.
          Estes mesmos recursos podem evitar que tu perca o controle do carro, mesmo sendo um motorista responsável isso pode acontecer conosco.
          Aquaplanagem, sujeira na pista, estouro de pneu, animal da pista e até desviar de um irresponsável que perdeu o controle ou fez uma ultrapassagem forçada e, novamente, vai bater no teu carro.
          Eu acho que todos estes equipamentos eletrônicos e mais os airbags são muito mais necessários aqui com a irresponsabilidade dos motoristas e as más condições das vias do que na Europa, onde os motorista na média são mais conscientes e as estradas são boas.
          Lá o motorista passa muito menos apuros, aqui nesta selva é que todos estes equipamentos de segurança são muito mais úteis, nós corremos muito mais riscos do que os europeus.
          O irresponsável não se importa com o carro que está dirigindo, seguidamente sou ultrapassados na estradas por carros caindo aos pedaços, carros 1-L com motores fracos, estabilidade ruim e nível de segurança péssimo, isso não impede que este pessoa voe nas estradas e faça ultrapassagens absurdas quando não existe espaço suficiente ou mesmos nas curvas.
          A diferença é que em um carro com os equipamentos que permitem que o infeliz mantenha o controle sobre o carro podem sim evitar uma tragédia.
          É 100% garantido? Claro que não, mas hoje o ESP é considero o segundo equipamento de segurança mais importante que se pode ter em um carro, atrás somente do cinto de segurança.

          • Uba

            Discordo.
            Educação na Suécia, como exemplo, é um fator cultural, e mesmo assim os Volvos são os carros mais seguros do mundo, sempre inovando em novos recursos de segurança.
            O teste do Alce é um bom exemplo, não se pode controlar o imponderável. Você vem numa estrada a 120 km/h, de repente aparece um animal na pista. Se o seu carro tiver os recursos de segurança você provavelmente vai desviar do animal, ele ficará vivo, você não baterá, e restará só o susto. Se estiver num carro sem recursos, talvez mate o animal e sua família. Lembre-se que o maior piloto de todos os tempos (Senna) morreu num acidente, porque houve o imponderável.

        • Uba

          Discordo novamente.
          Uma coisa nada tem a ver com outra.
          Aliás, pessoas mais preocupadas com segurança, preferem itens que agregam segurança, não o contrário.

    • Uba

      Discordo do seu ponto de vista.
      Os itens são úteis, salvam vidas, poupam recursos, auxiliam em menores emissões.

  • V12 for life

    Um EcoBoost 1-L no lugar do Sigma traz mais torque em baixa, o que é mais útil nas cidades e muito mais economia, então não tem lógica seu comentário.

    • Domingos

      Será? Ainda é um motor 1 litro. Nos famosos Gol e Parati 1,0 turbo, o desempenho era maior que a versão 2,0, mas andando calmamente ou abaixo dos seus 3 mil rpm era grande a diferença a favor do 2,0.

      Claro que as coisas evoluíram, mas aposto que no final se ganharia pouca coisa por um custo maior que o do 2,0 aspirado…

      Essa é a questão.

      • V12 for life

        Gol turbo foi um erro, motor pequeno e turbo grande, diferente dos atuais menores e com geometria variável, quanto maior o turbo mais dificuldade ele tem de vencer a inércia, além de os atuais serem mais leves, sim ele continua sendo 1.0 mas com cilindros maiores oque também ajuda no desempenho. Uma conta simples para ilustrar 1000/4 = 250 em um 3 cilindros são 1000/3 = 333, a grosso modo um motivo 1.3 com um cilindro a menos, além da injeção direta que também ajuda muito no torque, por isso esses motores são extremamente superiores aquele do Gol, impossível comparar.

        • Domingos

          O pessoal chamava a turbina desse motor de “limãzinho”, de tão pequena. Quem chipava, logo encontrava problemas como contrapressão elevada ou turbina amarrando já a 4.000 rpm.

          Mas sim, se evoluiu muito. Em especial na gestão dos turbos e no dimensionamento das turbinas, fora que em conjunto com os sistemas de comando variável os buracos foram reduzidos quase à inexistência.

          Porém, frente a um aspirado de mesma cavalaria, sendo ainda um motor de pouca cilindrada (ou seja, não é um VW 2,0 com torque de motor V-6), não acredito em muito ganho não.

          Talvez pelo carro ser pesado, num regime corriqueiro entre 2.000 e 3.000 rpm o EcoBoost seria melhor.

          Mas, custando a mesma coisa ou mais que o 2,0, qual seria o sentido?

          O carro já tem bastante inovação e coisas complicadinhas. Somar isso a um motor turbo, para mim, só se for para virar esportivo de vez.

        • V12 for life
          Tenho certeza de que você não dirigiu o Gol turbo, só pode ser. O motor era sensacional em todos os aspectos. Só parou de ser feito porque mudaram as faixas do IPI em agosto de 2002 e a vantagem de preço que ele tinha para os motores aspirados 1,6- e 1,8-litro praticamente desapareceu. A VW já tinha pronta e validada uma segunda versão de 130 cv.

          • Maycon Correia

            Ele foi feito até fim de 2004 na Parati, e realmente era bom, pena que muita gente destruiu eles. Eu gostei mais no Gol 2-portas…

  • Marco

    Estranho. Usei um Focus MK 1,5 (nada mais é que o MK1 com a frente atualizada) até 98.000km, quando o vendi ao meu pai, sendo que está em casa desde 0km. A suspensão, à exceção das bieletas e duas buchas traseiras, é toda original.
    Sou morador do ABC paulista. Logo, dá pra imaginar o lixo de pavimentação que esse carro enfrentou durante todo esse tempo.
    Os barulhos que o carro apresenta são de acabamento. A suspensão trabalha perfeitinha, sem qualquer ruído diferente. Não bate absolutamente nada.
    O Mk 2, da minha irmã, com 40 e poucos mil km, já tem uma suspensão mais ruidosa. Na realidade, não é exatamente o barulho da suspensão trabalhando, mas o ruído proveniente da caixa de roda traseira.
    Meu atual Mk3 tem o mesmo comportamento do Mk2.

    Embora ainda novo, passa a impressão que não aguentará o tranco como o antiguinho aguentou e ainda aguenta.

    • Avatar

      Marco,
      Endosso você: sou do ABC também e tive um MK1,5 dos 27.000 aos 130.000 km e nunca foi ruidosa a suspensão. Até passageiros que pegavam carona comigo comentavam sobre como as ruas pareciam estar mais bem pavimentadas… Ao longo de todo o período que esteve comigo, troquei somente a bieleta do lado direito. Tirando isso, o proprietário seguinte pegou o carro com suspensão original e em bom estado, para desespero dos mecânicos de centro automotivo que querem trocar amortecedores apenas porque e carro já tem 40.000 km…
      Costumava fazer o alinhamento da cada 10.000 km e por duas vezes seguidas os valores sequer tiveram que ser alterados por estarem dentro da tolerância. Realmente, atestou que além de eficiente em funcionamento, também é muito robusta, pois peguei bastante estrada de terra com ele também…
      Com relação ao MK3, o espaço chega a ser menor que o MK1, já que você possuiu os dois?

    • RoadV8Runner

      A suspensão do Focus é ótima, pois o meu está com 131 mil km e troquei somente as bieletas traseiras. Agora que percebo que as buchas estão ressecadas, pois já contam com 13 anos (o carro é 2002). O ruído da suspensão não me incomoda, mas dependendo do estado (ruim) das ruas, ouve-se ruídos dela trabalhando.

  • Duzinfa,
    Não existe absolutamente diferença de percepção entre injeção no duto ou direta.

  • Antônio do Sul
    Preço nunca é o único fator determinante de escolha. A pessoa pode querer um Focus e não um Fusion, por exemplo. A preferência pessoal por um determinado modelo também conta.

    • Antônio do Sul

      Mas, muitas vezes, é um fator que põe a pensar. O desempenho do Focus de 2 litros é superior ao do Fusion 2,5, mas este último tem maior espaço interno, melhor acabamento e é um carro de categoria superior. Por outro lado, conheço pessoas que, em casos similares, acabaram optando pelo modelo menor, em função de limitações no tamanho das vagas de garagem do edifício em que moram. E, claro, existem aqueles que também não gostam de modelos grandes.

      • Domingos

        O Fusion atual é mesmo muito grande. Entenderia perfeitamente uma pessoa dando o mesmo preço no Focus e não nele.

    • Offspring

      Bob, concordo contigo. Eu tenho um Focus 2.0 PowerShift 2015. Comprei pelo bom motor, além dos vários mimos – ar digital dual zone, comandos acessíveis do Sync, segurança completa (vários airbags, ESC, hill holder etc…).

      O problema é: por 8 mil a mais, o camarada leva um Fusion SE 2.5 Flex com teto. O Fusion não caberia com conforto em nenhum das minhas vagas do prédio, que ficam embaixo da rampa de acesso. A preferência pessoal vai além do gosto: ela também pondera necessidades, como o espaço em casa.

  • Orizon Jr

    Camaradas

    Comentaram anteriormente que as frentes estão todas iguais. Isso tem o nome pomposo de identidade da marca. Tudo bem, é verdade. A VW e agora a Ford estão tomando esse rumo e o pessoal chia um bocado.

    Como isso afeta a aparência do carro e isso é muito pessoal, não tenho nada a dizer.

    O que acho interessante é que o trio de ferro – Audi, BMW e Mercedes-Benz – faz isso há bastante tempo e ninguém reclama… Por que será?

    Forte Abraço

    • Marcio

      Orizon, no caso da Ford é identidade de marca, apesar do design parecido existem diferenças na grade, faróis e pára-choques.
      No caso dos Volkswagen é mais complicado, são iguais mesmo.

  • Fat Jack
    Nunca se deve vender a alma ao diabo. Compre o que você gosta que na hora de vender vai aparecer alguém que quer um manual. Só se vive uma vez;

  • Boni

    Dentro do âmbito: Automático vs. Manual

    Mês passado folheando uma revista com um tio meu ao lado – que até então o considerava autoentusiasta – me deparo com um lindo Mustang V-6, trazido de forma independe, à venda. Me animo e mostro para o meu tio e ele diz: “Ora, mas que falta de bom senso. Pagar tão caro em um carro desses com câmbio manual?”

    Triste ver que não só meu tio, mas muitos consumidores partilham do mesmo pensamento. A partir dos 65 mil reais só conseguimos comprar carros automáticos e de cor preta ou prata.

    Bob, aguardo ansiosamente um No Uso.

    Sds,
    Boni.

    • Boni
      Já pedido o carro à Ford.

    • CorsarioViajante

      Boni, canso de ouvir gente falar isso. Lamentável!

  • Eduardo Silva

    Olha onde ocorre o descasamento. Tenho um Lancer 2013 manual, quero vender abaixo da tabela e não acho quem compre porque os que gostam de câmbio manual simplesmente não aparecem. Quer dizer, aparecem aqui, para defendê-los.

    • Fat Jack

      O que me falta é tempo ($$)… pois o Lancer é verdadeiramente um dos que mais me interessa (gosto muito do seu visual e dos seus 160 cv). Permite-me a pergunta? Quanto vale o show?

    • Lucas CRF

      A que tabela você se refere, Eduardo? Fipe?

      Acredito que nada se vende pelo valor da Fipe, sempre que eu a vejo está muito acima do que é praticado no mercado. E, embora seu carro seja realmente sensacional, não é dos mais vendidos – independentemente da versão – o que acaba por dificultar a venda.

      Acredito que se seu Lancer fosse automático, também teria dificuldades em vendê-lo.

      Abraço

      Lucas CRF

  • Marco

    Focus Mk 1,5, na minha opinião, é a melhor opção de custo x benefício. Pode-se até encontrar carros melhores, mas pelo preço que custa um modelo desse hoje em dia, é imbatível. E como relatado por você, o carro é muito robusto. Alinhamento eu só fazia quando sentia o carro puxar. Mas a cada 10.000 km o levava para uma revisão no mecânico de confiança. Quando ia buscar ao final da tarde, ele sempre comentava “dei um reaperto por baixo e deixa de frescura, porque seu carro não tem nada pra fazer”.
    Quando surgiu a oportunidade de pegar o Mk3 fiquei com dó de vender. Aí meu pai vendeu um Fiesta CLX 16v 1996 que ele tinha desde 0km e eu fiz um preço beeeeem camarada pra ele. Como ele roda pouco, tem carro para mais um tempão.

    Se você é do ABC já deve ter visto. Peguei um desses Focus da frota da Ford. Sedã 1.6 SE Manual. Tem muitos rodando pela região. Não chegaram a ser vendidos em concessionárias. Mas paguei bem barato.

    Quanto ao espaço interno, de fato, você se sente um pouco mais apertado no modelo atual. O painel é “invade” bastante a cabine e o console central é mais alto e largo.
    Os bancos também têm apoios laterais bem pronunciado, te deixando melhor encaixado. Acaba dando a impressão de ser um pouco mais apertado também.
    Se você tiver quase 2m de altura, vai sentir bastante a diferença. Eu, com meu 1,76m e magro de tudo, não tenho problema.
    Atrás, independente do modelo, é bom. para quem vai no meio é ruim, por conta do túnel central.

    • Avatar

      E como vejo, passo muito pela Av. do Taboão…
      Obrigado pelas respostas.
      O meu carro também era da frota da Ford… Muita coincidência! Tinha até o documento do primeiro emplacamento com proprietário sendo Ford Motor Company…

    • Domingos

      Esse CLX 16V era tão legal!

  • Barroso

    Um pequeno off que gostaria de compartilhar com vocês, durante um pesquisa, me deparo com o seguinte documento, originado de nosso legislativo, que demostra o mau caratismo desse pessoal para defender o que lhes convêm. Na página 4 é apresentada a tabela 1, com os preços dos carros no Brasil em comparação a outros países. À partir dessa tabela, o autor chega a conclusão que os preços dos carros no Brasil é semelhante aos da Europa. Porém, quem tem o mínimo de conhecimento vê a desonestidade na descrição dos modelos na legenda, pois ele compara as versões a gasolina no Brasil e nos EUA, a versões a Diesel (Fiesta) e Hibrida (Civic) dos mesmos carros, que como sabemos, são bem mais caras que suas respectivas verões a gasolina. É um absurdo! Ele deveria utilizar as versões a gasolina desses carros naqueles mercados, mesmo, pois mesmo que não forem as mesmas versões disponíveis aqui, é um caomparação bem mais próxima.

    http://www2.camara.leg.br/documentos-e-pesquisa/publicacoes/estnottec/areas-da-conle/tema10/2010_1328.pdf

    Estou aqui indignado com a cara de pau do nosso poder público!

    • Zelig

      Sempre vemos por aí comparação tendo base os EUA, o que depende da cotação do dólar. O Calmon sempre falou isso, tem até um podcast com ele falando disso aqui no Ae. Esse é o motivo da sua coluna ter sido retirada do NA há alguns anos.

      Para quem só achava que existe EUA no mundo, foi uma surpresa também.

  • Thales Sobral

    Veja que tem muito motor que rende bem de alta, ficando mais chocho em baixa. Aí o cara tem uma expectativa que no dia a dia (rodando em rotações baixas) não é atendida. O próprio 1,6 do Fiesta é assim, possível que esse 2,0 seja a mesma coisa. Até uns 3.500 rpm anda bem menos que o 1,4 da VW, mesmo tendo 38 cv a mais de potência máxima.

  • Barroso

    O problema é que acontece o contrário. Pergunte para a maioria dos consumidores comuns e te dirão a mesma coisa, ninguém compra um carro desses com câmbio manual.
    Infelizmente a mentalidade da maior parte dos consumidores é a de comprar o que todo mundo compra, daí dá-lhe carro 4 portas, cinza e automático.
    Infelizmente aqueles que querem mais opções, são minoria.

    • Fat Jack

      Mas sequer a opção do 1,6 robotizado será disponibilizada…

  • Nicolas Zorzi Lima

    Bob

    Como ficou o câmbio com as aletas para troca no volante? O desempenho obviamente é o mesmo, mas o controle sobre o carro e marcha aumentaram? O sistema antigo com botão na alavanca me parecia muito jurássico num carro que tem como ponto forte a tecnologia.

    Mesmo com desempenho inferior e consumo superior ao do Golf, você o considera competidor à altura devido ao preço quase 30 mil menor nas versões de topo?

    Forte abraço,

  • Domingos

    Pelo preço e proposta, o Uno também “podia” ter esse tipo de coisa. Já na faixa acima de 40 mil, não tem desculpa.

    • Domingos,
      Desculpe, mas preço e proposta não tem nada a ver com isso.

      • Domingos

        Bob, você não esperaria de um Uno o desempenho de um Jetta TSI, não?

        Concordo que nesse caso em específico o ajuste de folgas, todos os carros podem sair perfeitos se assim o fabricante desejar – é questão de montagem apenas.

        Porém, quanto mais baixo o preço, mais vão pesando esses detalhes. Custa tempo de linha de produção. Nesse caso do Uno, talvez custaria um reprojeto da tampa do porta-malas que um carro feito nos últimos anos basicamente para frotistas não justificaria.

  • Domingos

    Irmão do C5, porém um pouco mais leve por não ter o sistema da suspensão hidráulica.

    Porém, se tivesse manual, aposto que andaria até que bem!

  • Nicolas Zorzi Lima
    As trocas ficaram infinitamente melhores do que por aquela tecla na manopla. Pena não ter interruptor de base de alavanca, que prefiro às borboletas. Escrevi no final “Não há dúvida que o novo Focus ficou mais interessante e será um
    contendor de peso na segmento dos hatchbacks médios, tendo todos os
    argumentos para sustentar a liderança sobre seu arqui-rival Golf.”

    • Domingos

      Ele está vendendo mais que o Golf???

      • Mineirim

        O Focus é o hatch mais vendido desde 2011. Desbancou o i30 e continua líder

  • Eduardo Alvim

    Saberá que é um Ford. Esse é o efeito desejado.

  • Eduardo Silva

    O show vale uns 53.000 na Fipe, por 50 eu venderia. 34.000 km.

    • Domingos

      Ele anda bem com o manual? O CVT é legal, mas não é tão forte quanto se esperaria pela cavalaria.

      Sempre tive curiosidade de como anda e bebe o manual.

      • Eduardo Silva

        Anda muito bem sim, câmbio longo, portanto, na cidade, em valetas e esquinas em subida, tem que estar com a marcha certa, senão sai meio molenga, mas vai. Acima de 4.500 rpm ele se anima muito. É normal, quando entro na Marginal Tietê (70 km/h), por exemplo, acelerar em segunda para equalizar a velocidade com o fluxo e em seguida colocar quinta. Faz isso com muito sucesso, parece saída de box, rs.

        Dirigi o CVT de um amigo, realmente tive a impressão de que anda menos, provavelmente é só impressão – os números oficiais são 0-100 em 9,8 s vs 10,0 s com o câmbio manual e CVT respectivamente, pouca diferença. Mas nada como um manual em que você antecipa a marcha e deixa o motor cheio para agir quando quiser – por exemplo, quando vai fazer uma ultrapassagem e está esperando o carro que vem em sentido contrário passar. O automático é reativo, então sempre perde em desempenho.

        O CVT do Lancer – e acredito que de alguns outros, tem um lance legal, mesmo que ele esteja em Drive, se você perceber que ele está meio malemolente (ao acabar de dobrar uma esquina, p. exemplo), basta dar um toque na borboleta da esquerda que ele “reduz” uma marcha, depois volta ao D normal.

        Tremendo carro. A estabilidade é fantástica, dirigi poucos com um limite tão alto.

        Quase esqueço sobre o consumo: motor a gasolina ~ 8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada. Dá para fazer 12, mas precisa paciência.

        • Domingos

          Esperava um consumo melhor, mas o 0-100 na casa dos 9 realmente confirma que é um belo carro.

          Os pneus gastam muito? Os yokohamas originais são um pouco criticados por aí nesse sentido.

          E sim, o CVT da Mistubishi é muito bom. Na ASX passa a impressão que uma caixa manual não faria muito melhor.

          De repente com marchas mais curtas se teria uma diferença boa para o CVT, mas aí também se perde a graça da coisa.

  • leck

    Verdade, meu antigo Focus sedan MK 2 custou 60 mil. Hoje ele custaria (se existisse com câmbio manual) 78 mil. Aumento brutal, sem opções de câmbio e carroceria (manual 2.0, SW?). A fábrica corta custos mas os preços sobem. Um bom negócio tem que ser bom para as duas partes… Vai demorar para verem o meu dinheiro de novo.

    • Domingos

      Pois é, no Brasil se criou uma cultura única com essa conjuntura de coisas onde o negócio deve ser bom – MUITO bom – ao vendedor, senão não sai.

      Assim é ao entrar hoje em quase qualquer revenda e querer pegar um modelo sem financiamento, sem acessórios e pagando o preço normal do carro.

      O desinteresse é tão grande que os vendedores te deixam falando sozinho e, absurdo dos absurdos, são apoiados pela gerência.

      A instrução é só vender mesmo para quem der MUITO lucro. Não basta cobrar o preço normal, tem que colocar acessórios, taxas, vender o que estiver mais cômodo etc.

  • pkorn

    No meu MK2 instalei um booster no acelerador eletrônico, ajuda a subir o giro, diminuindo a sensação de carro chocho.

  • Sinatra

    Poxa, seu comentário me fez imaginar que belíssimo seria um interior de um carro deste nível (ou superior) com as forrações todas em tecidos nobres, com cores diferenciadas (como os belos tons de azul, verde, azul escuro, marrom e creme que um dia já tivemos em linha) e aquela sensação de aconchegância, maciez e agradabilidade ao tato que estes materiais dão.
    Infelizmente hoje a coisa toda se voltou à ditadura do couro, que não me agrada em nada.
    Creio que esta tendência de mercado nunca mais se reverta. Hoje tecido é “pobre”, coisa de “carro de entrada”.

    • Domingos

      Não tem coisa mais de pobre que ficar se babando com couro, que ainda por cima só é gostoso mesmo quando é de alta qualidade – e a maioria dos couros, mesmo de fábrica, hoje em dia são sintéticos ou de qualidade bem mais ou menos.

      E sim, tecidos aconchegantes e bem feitos se perderam, as cores então…

      Pior que o desenho de alguns carros hoje combinaria muito com cores diferentes de interior…

  • Daniel S. de Araujo

    Ok, só que a energia elétrica praticamente dobrou de preço, o diesel subiu 50% os encargos trabalhistas idem. O frete das matérias-primas subiu, a matéria-prima subiu…Garanto que os fabricantes reajustaram o preço muito menos do que seus efetivos e reais aumentos de custos!

    • Domingos

      Sim, mas o carro é feito na Argentina…

      Também tenho minhas dúvidas se quem é “chegado com o governo” está pagando o mesmo aumento que nós.

      Se o carro fosse nacional, vá lá. Todo mundo, em todos os setores, está apertando o cinto mesmo. Inclusive, já se vê isso na qualidade de todos os produtos.

  • FocusMan

    O valor era 57.900 para o Focus hatch 1,6 manual S.

    • Domingos

      Bem no lançamento lembro de ter cotado um por 54 mil, com o SE sendo 56/57.

      Não avancei na negociação, até porque não ia trocar de carro aquela hora, mas me pareceu que sairia por 52 tranquilamente e com cor metálica. Isso o S, claro.

      Claro que o atual deve ter seus descontos também, mas subiu no mínimo 10 mil reais.

      Aí conta também a tática estilo Toyota e Honda de cortar as versões mais baratas para justificar um aumento fora de medida.

      A perda do S foi como a Toyota se recusando a vender Corolla GLi automático para pessoa física ou a Honda deixando as versões LX de Civic e Fit como coisas “para constar na tabela”.

      • FocusMan

        Na verdade quase ninguém procura mais pelas versões básicas a não ser quando a pessoa é tipo eu, que prefere um carro médio pelado do que um pequeno recheado de coisas que nunca vou usar.

        O que eu uso todas as vezes que entro no carro é o seu comportamento dinâmico, seu silêncio de bordo e sua ergonomia. O restante geralmente está lá para brincar de super trunfo.

        • Domingos

          Olha, não sei não. Com o preço dos carros tendo subido tanto e com o crédito limitado, acho que isso aí não se aplica mais não.

          Até porque, por exemplo, um Corolla básico hoje tem tudo que um XEi tinha anos atrás e mais um pouco.

          Já vi muita gente procurando o GLi nas concessionárias quando estava para fechar a compra do meu Etios e saiam de lá não satisfeitas por não encontrá-lo.

  • Cadu

    Gostei MUITO, principalmente as borboletas e controle de estabilidade ativo. Nos VW seria o XDS? Se for, eu acho fantástico!

  • agent008

    Gosto é gosto! Gostava da frente anterior de Focus e Fiesta; agora o “bocão” deixou tudo muito igual (apesar de bonitos). Mas minha encrenca com o Focus de antes eram justamente os malditos triângulos, que sempre me pareceram extremamente infantis. Antes adotassem um desenho mais retangular ou trapezoidal, mais refinado e sem perder a aura de esportividade. Tinha para mim que se um dia comprasse um, era certo que teria que dar um jeito naqueles “buracos”! rs

  • agent008

    Na “puxada” (torque) não vai sentir tanta diferença! Vai sentir na “tocada” rápida, e nos giros altos (se o automático assim permitir), isso sim.

  • Barroso

    Sim, a cotação do dólar influencia e na época desse “estudo” tornava nossos carros mais caros. Mas não é essa a questão e sim o mau-caratismo de utilizar carros bem distintos ao se comparar como se fossem os mesmos! Se tivessem utilizado naquela época as versões a gasolina disponíveis na Europa, certamente os preços seriam menores e os nossos modelos seriam os mais caros.
    Isso foi para tentar esconder que nossos carros são caros sim, por conta dos altíssimos impostos cobrados sobre eles.

  • Leonardo Amaral

    Onde está a foto da parte de trás do carro?

  • Cadu Viterbo

    Bom, não sei, porque não dirigi o Focus
    Da forma como descreveu parece muito intrusivo. Ainda aposto que funcione como o Bloqueio Eletrônico do Diferencial

    • Domingos

      Acredito, embora não tenha visto em funcionamento também, que o funcionamento se reserve para casos bem estudados.

      Os sistemas hoje são bem inteligentes. Dirigindo direito, eles não interferem mesmo estando bem rápido.

      Agora, para uma manobra mais elaborada – como brincar de transferir o peso do carro de um lado a outro rapidamente – aí o sistema deve entrar sim sem que isso seja desejado.

      • Cadu Viterbo

        No meu TSI, após ativar o XDS via software, eu só noto ele atuar em situações mais limítrofes, quando um dos pneus começa a desgarrar
        Andando normal, não se nota nada diferente nesse aspecto

    • Marcio

      Nas ruas e estradas o ESP intrusivo não atrapalha em nada, pelo contrário, ninguém deveria intencionalmente fazer uma curva no limite do carro, agora para quem usa o carro em uma pista sim, o desempenho será prejudicado pelo ESP preventivo.

  • Cadu Viterbo

    Sim, mas é exatamente isso que eu descrevi e que suponho ser o sistema do Focus
    Pela descrição é a mesma coisa

    • Marcio

      Não é, o XDS ajusta o torque entre as rodas SEMPRE, não é um equipamento de segurança mas para te ajudar a contornar uma curva seja em qual velocidade for, atua 100% do tempo.
      O ESP atua somente quando o carro começa a derrapar, ou no caso do preventivo quando ele percebe que o carro está em vias de derrapar.
      O ESP não é um equipamento que te ajude a fazer uma curva mais rápido, pelo contrário, ele te deixa mas lento nas curvas, o controle de torque vetorial permite que tu contorne uma curva mais rápido sem perder o controle do carro.

  • Lucas Cavalini

    O velho Escort Zetec levava o mesmo tempo para ir de 0 a 100 km/h (9,8 s) e tinha apenas 10/12 km/h (196/8 km/h) a menos de velocidade final, com parcos 115 CV. O consumo do Escort era melhor. Que coisa curiosa! hehe

    • Mineirim

      Realmente é curiosa essa constatação. Os carros evoluem e os números de aceleração e consumo são parecidos.
      Mas devemos lembrar que o Escort tinha uns 1.000 kg, cerca de 2/3 do peso do Focus atual.

      • Marcio

        Exatamente, o Escort pesava muito menos e se batesse ficaria destruído, grande parte do aumento de peso dos carros mais modernos acontece por conta de reforços estruturais.
        A maior potência e modernidade dos motores atuais compensa este aumento de peso, mas na verdade nos testes feitos nas revistas o Focus hatch faz algo como 9 s. a 9.4 s.
        Este tempo do Escort era o declarado pela Ford ou o medido no testes?

        • Lucas Cavalini

          Medido em testes. O peso do Escort hatch era um pouco menos do que 1.200 kg. Não sei qual é o peso do Focus novo, mas certamente é maior. Sim, quanto a questões de segurança, não há a menor necessidade de fazer comparações. hehe

    • Lucas Mendanha

      Cara, até hoje não consegui mais que 7,5 km/L na cidade e 10 km/L na estrada no meu Focus AT 2,0.

      :/

      • Uba

        O Focus 2.0 atual é bem econômico na estrada, sempre acima de 15 km/l com gasolina, respeitando as velocidades das estradas 100, 110 e 120. Um amigo fez uma viagem de 2.400 km entre Brasília e Chapada Diamantina (Bahia), ida e volta, fez 15,8 km/l em média, usando ar condicionado em parte do tempo.
        Sem dúvida, o mais econômico da categoria.

      • Rafael_B

        Mas, acredite, é bom!
        Ninguém acha os números do Uba, mas para a categoria são bons.
        Eu fico feliz qdo consigo fazer mais de 6,5 km/l de média com meu 308, 60% de estrada.

    • Uba

      O Escort era muito mais leve, coisa de 250 kg a menos, e esses dados comentados por você são do modelo 1997 que tinha câmbio muito longo, já as versões a partir de 1998 passaram a ter desempenho mais modesto e consumo idem, mas pelo menos não eram tão mortos em baixa rotação como os 97, já que tiveram seus câmbios com relação encurtada.
      Outra coisa é que as emissões em 1997 eram infinitamente maiores, e isso ajudava no desempenho.
      Os motores do Focus de hoje são bem melhores que os Zetec Zeta dos Escorts.

  • Offspring

    Não: O Cruze foi o mais vendido de 2012 a 2014.

    • Mineirim

      Você está enganado. Consulte o site da Fenabrave. Em 2014, por exemplo, foram emplacados 21.859 Focus Hatch e 17.049 Cruze HB.
      É preciso critério para analisar as estatísticas divulgadas, normalmente baseadas em notas para a imprensa. A Anfavea, por exemplo, costuma informar a quantidade de carros produzidos, incluindo os exportados.

      • Offspring

        No fechamento sim, pois o Cruze Sport6 foi lançado em maio de 2012.

        Mas, desde então, ele liderou. Ou seja: de 2012 a 2014 (Dezembro) foi o líder, fechando dois anos como o mais vendido (2013 e 2014).

  • Offspring

    O Elantra tem 178 cv e anda menos do que o Focus, mais pesado, que tem os mesmos 178 cv. Entendeu?

  • WSR

    A única coisa que posso dizer é que eu gostaria de ter uma Marajó vermelha com motor 1,8 do Kadett. 😉

  • Marcio

    Complementando, tenho um New Fiesta sedã mexicano, com seus 130 cv faz 0 a 100 10 s ou pouco mais, e na estrada a 100 km/h faz mais de 17 km/l, então houve sim alguma evolução, e o New Fiesta também é mais pesado do que o Escort.

    • Uba

      Exato. O New Fiesta é extremamente econômico, anda bem e é muito seguro. No tempo dos Escorts os carros eram muito inferiores.

  • Fabio Toledo

    Victor, concordo plenamente com você, não há babás que garanta os erros do Zé Povinho! E outra… Apesar da vontade enorme de ter uma nave dessa, tenho certeza que vou ter saudade do meu atual, manual e sem duendes… Só braço!

  • Cadu Viterbo

    Você está enganado. Meu carro tem XDS e ele só atua no limite da aderência, mas bem antes do ESP. Os sensores são os mesmos, a diferença é quando intervir

    Por isso supus que no Focus seria semelhante

  • Fabio Toledo

    Quando a opinião não é na base do achometro o papo é outro… Parabéns! MK1 a vantagem é o menor peso, não a suspensão, concordo totalmente. Mas o sistema de direção do 1 pegou fama por dar mais manutenção do que devia… Esse novo deve ser fantástico com a direção indexada por velocidade, esperemos os comentários do Bob.

  • Fabio Toledo

    Já não concordei com outros comentários seus, mas neste vou responder, pois acredito que as opiniões por aqui não são na base do “Golfeiro ou Focuseiro”… O Mk3 tem sim “diferenças” e a Ford poderia ter mais esmero, não que seja um fator de grande peso para mim, mas creio que para qualquer consumidor algum peso tenha na decisão de compra. O Golf vem da escola alemã, se houver diferença será necessário um paquímetro para se certificar que realmente exista. Eu ainda não dirigi o Golf mas entendo que o Focus só tenha um ponto que o supera além da aceitação do mercado e predileção de design, de qualquer forma pensaria várias vezes antes de bater martelo.

  • RJGR

    Eu possuo um Focus 2.0 14/14 e posso dizer com segurança que o 0-100 Km/h dele é melhor que o divulgado, embora pudesse ser melhor, já que as trocas de 1ª p/ 2ª e 2ª p/ 3ª ocorrem antes da rotação de potência máxima (talvez para proteger a transmissão).
    O forte do carro são as acelerações em 3ª e 4ª, por exemplo, uma eventual retomada de 90Km/h a 180Km/h. Esse é o melhor do carro.
    Em relação ao consumo é bem fácil fazer 10.5Km/l com álcool, rodando sozinho, entre 120 e 130 Km/h com o ar ligado.
    O defeito que ele apresentou foi a queima da bomba de combustível com cerca de 26.000km. Segundo o consultor da Ford, comum aos Focus que rodam no álcool. Isso eu não gostei…nem um pouco.
    Ele é grande por fora, pequeno por dentro, tem freios, suspensão e direção excelentes. Não faz barulho de acabamento e o teto não caiu na minha cabeça, como divulgado no Youtube. Para a turma do cronômetro, a impressão é de andar menos que um Golf 1.4T e um C4 1.6T e mais que os outros 2.0 16V.

  • Angelo Genovesi

    Caríssimo Bob Sharp, considero você um dos melhores avaliadores de automóveis do Brasil. Não só por sua experiência e conhecimento técnico, mas também por sua grande paixão por nossas máquinas sobre rodas.

  • Rafael

    Bobagem eletronica??? Voce só pode estar com Ironic Mode ativado… fala serio! Se existe possibilidade de tornar o carro mais seguro, porque não???
    No dia em que um dispositivo desse salvar tua vida, certamente você vai mudar de ideia.

  • Uba

    Nicolas, vou pegar uma carona na sua pergunta ao Bob.
    O Focus sendo 161 kg mais pesado do que o Golf 1.4 turbo, tem consumo maior na cidade, em parte também pela eficiência dos turbo em baixa rotação, contudo na estrada isso não se verifica, sendo esse Focus 2.0 extremamente econômico. Recentemente, um proprietário publicou relato de consumo de 17,5 km/l rodando a 100 km/h constantes. Isso bate com outros proprietários, inclusive um amigo meu de Brasília (relato que comento acima).
    Acredito que se o Focus 2.0 pesasse o mesmo que o Golf 1.4 turbo, ele seria mais rápido no zero a 100 km/h, e talvez igualasse o consumo em cidade.
    Abraços!

  • Uba

    O Cruze liderou apenas na entressafra do término da linha antiga do Focus 2013, com a entrada da linha nova também em 2013. Por um longo período de meses o Focus velho já não tinha mais apelo de vendas, nem produção, e o novo demorou para ser distribuído.
    Focus sempre liderou, de resto.

    • Offspring

      Discordo, novamente. Nos anos 90 até 2004, Brava, Golf, Escort e Astra lideraram. Golf e Astra foram variando a liderança de 1999 até 2004. Depois vieram Stilo (2005 a 2008) e i30 (líder em 2009 e 2010). Apenas em 2010, o Focus assumiu, perdendo o trono nas vendas mensais já em meados de 2012 até o final de 2014 para o Cruze.

      • Uba

        O Focus só perdeu na mudança da linha, foi isso que eu disse, nos anos recentes. Para trás eu nem analisei.

  • Uba,
    Todos os carros hoje são tão duráveis, econômicos e seguros, não só os Ford.

    • Uba

      Bom, eu não considero marcas e modelos que tiveram notas baixas no Latin NCAP seguras, nem motores defasados econômicos (prefiro não citar marcas e modelos para não polemizar), quanto à durabilidade também há muita variação.
      O que eu foco é que precisamos valorizar quem agrega qualidade e não quem entrega mais do mesmo e não disponibiliza o que há de melhor, mesmo tendo isso a disposição em outros mercados.

  • Uba,
    Você é muito crente desses “recursos de segurança”. A Volvo apenas lançou mão dela como ferramenta de marketing, e deu certo. Todos os carros atuais da classe do Volvo são igualmente seguros. Você pode achar que Senna é o maior piloto de todos os tempos, mas o fato é que não é. Era um grande piloto, mas há outros do nível dele e com mais títulos, como Fangio (pentampeão) e Schumacher (heptacampeão), e nenhum desses dois acertou o concorrente intencionalmente na primeira curva após a largada (Prost, Suzuka, 1990). Aquilo foi muito feio.

    • Uba

      Sim eu acredito nesses equipamentos de segurança e também apoio a sua incorporação nos veículos de forma compulsória.
      Quanto ao Senna em relação aos citados, bem aí é questão de opinião pessoal, respeito a sua, mas gostaria de lembrar que o alemão o tinha como ídolo e que o Fangio em vida disse que Senna era o maior.
      Quanto às atitudes erradas, a de Suzuka foi uma resposta a do ano anterior em que Prost foi beneficiado.
      Além disso, falando em atitudes antidesportivas, o alemão foi um dos campeões disparados nisso.

  • Uba,
    Nem sempre é possível, por razões de custo principalmente, incorporar tudo o que é disponível em outros mercados. Ou você nega a existência do custo Brasil? O motor 1,0 EcoBoost da Ford é um bom exemplo: saiu aqui sem o Eco (injeção direta) e sem o Boost (turbocompressor).

    • Uba

      Na minha visão a questão não é o custo, e sim a aposta, de certas fabricantes, de que o consumidor comum não dá a mínima para segurança, em particular aquela que ele não vê: estruturas modernas e reforçadas.
      Então, fabricantes que vão no sentido oposto, ou seja, incorporam tecnologia de segurança e carros refinados, têm todo o meu apoio.

  • Uba,
    Quando o Fangio morreu, em 17 de julho de 1995, o Schumacher só tinha um título, conquistado no ano anterior. Viriam mais seis títulos. A atitude de Senna em Suzuka não tem justificativa. Ali ele mostrou uma faceta que ninguém conhecia e que manchou sua carreira até sua morte. Não se bate de propósito num colega de pista, especialmente se este colega não participou da decisão dos comissários desportivos em Suzuka . Só quem já correu e tem caráter sabe disso. O que o Schumacher fez em sua carreira foi café pequeno diante do que o brasileiro fez.

  • Lucas Cavalini

    Na verdade, os de 1998 ainda eram idênticos aos de 1997 (motor Zetec-E). Houve mudança a partir de 2000 com o Zetec RoCam. É óbvio que os novos motores são muito melhores. O que eu achei interessante é o desempenho do Escort e do novo Focus não serem muito diferentes. Isso está plenamente justificado pelo aumento do peso, pelo tipo de câmbio etc. É apenas uma curiosidade. hehe

    • Uba

      Não, meu amigo. A partir de 1998 a relação do câmbio foi encurtada, foi isso que eu disse.

  • Uba

    Se o Focus pesasse como o Golf, 1.238 kg, ele provavelmente baixaria de 9 segundos, de preferência com câmbio manual.