Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas HYUNDAI AZERA, UMA BELA NAVE (COM VÍDEO) – Autoentusiastas

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Faltava conhecer e andar no Hyundai Azera. O problema era a dificuldade de obter carro de teste do importador, mas isso agora pertence ao passado com a gestão de Antônio Maciel Neto, que foi presidente da Ford e hoje é o executivo-chefe da Caoa, o importador oficial da marca sul-coreana para o Brasil e que tem fábrica em Anápolis (GO), onde produz os suves ix35 e Tucson e os caminhões leves HD78 e HL.

Dirigir o Azera 2015 foi uma  grata surpresa. O carro está no Brasil desde 2007 (lançado na Coréia do Sul em 2005), passou por evoluções, como é normal. Nesta última versão traz pequenas modificações, especialmente na traseira, deixando-o mais elegante quanto ao desenho da tampa do porta-malas.

 

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Já teve motor V-6 de 3,3 litros  de 265 cv a 6.000 rpm e 31 m·kgf a 3.500 rpm e em 2010 passou a um 3-litros de 250 cv a 6.400 rpm com 28,8 m·kgf a 4.700 rpm. É um duplo-comando de 24 válvulas com bloco e cabeçotes de alumínio, variador de fase contínuo  na admissão e no escapamento, corrente, coletor de admissão variável em três estágios, injeção no duto.

 

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É um sedã grande, 4.920 mm de comprimento com entreeixos de 2.845 mm, portanto sobra espaço para cinco ocupantes. Para passageiros do banco traseiro, conforto de limusine, distância enorme das pernas para o encosto do banco dianteiro no nosso padrão de eu sentar atrás de mim mesmo, com saída de ar-condionado e cortinas escurecedoras retráteis nas janelas e no vidro traseiro, esta de acionamento elétrico por interruptor no console dianteiro. O porta-malas é de 461 litros.

 

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Que espaço no banco traseiro!

O câmbio é automático epicíclico de seis marchas com trocas seqüenciais pela alavanca (sobe marcha para frente), de fabricação “caseira”, ou seja, Hyundai,  tem funcionamento impecável. O carro não é pesado pelo porte que tem, 1.581 kg, e com esse trem motriz acelera de 0 a 100 km/h em 8,7 segundos, de maneira convincente e com um som musical do motor, que é absolutamente liso como se espera de um 6-cilindros. A suavidade do motor Lambda II MPI é mesmo um dos pontos alto do Azera e leva à sensação de perda devido a motores de quatro cilindros serem a tendência atual nesse histérico mundo “caça-CO2”.

 

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Motor Lambda II 3,0 MPI, o dono do show

Não foi informada velocidade máxima, mas com essa potência e a boa aerodinâmica aparente não é exagero estimar 250 km/h. A v/1000 é 52,8 km/h, portanto cruzando a 120 km/h velocidade verdadeira o conta-giros indica 2.300 rpm — e se o ponteiro do velocímetro estiver na vertical ele mostrará 130 km/h, velocidade real de 122 km/h, a certeza de dar uma banana para os caça-níqueis do DER-SP e curtir a viagem.

O conforto de marcha tem rara e perfeita conciliação com comportamento dinâmico, com calibração perfeita da suspensão dianteira McPherson e traseira multibraço. O carro roda sobre borracha 245/45R18V (Hankook Ventus Prime2) com uma de reserva no porta-malas, de roda igual, e a direção hidroassistida, comandada pelo volante de 380 mm de diâmetro. é irrepreensível. Freios com grandes discos (320/284 mm de diâmetro) dissipam velocidade como deve. Há controle de estabilidade e tração desligável. E o freio de estacionamento é elétrico, havendo também o assistente de partida em rampa e o desliga-liga motor nas paradas.

O consumo observado no computador de bordo sempre se situou entre 10,8 e 11 km/l na estrada e 7,5~8 km/l na cidade, coerente portanto. Na portinhola do tanque não há indicação de octanagem, podendo ser abastecido com qualquer gasolina sem chumbo, o que vale dizer que roda perfeitamente com gasolina comum (de preferência aditivada, com em todo carro). A taxa de compressão de 10,6:1 o garante. Após reabastecer com a gasolina com 27% de álcool não foi notada nenhuma imperfeição de funcionamento.

 

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Dobradiças “pescoço de ganso”, mas guarnecidas para não danificar a bagagem

O ambiente interno é como deve, sem exageros porém elegante, a leitura dos instrumentos é “à Wolfsburg” ‘mas com uma inteligente localização do termômetro do líquido de arrefecimento do motor no centro conta-giros (à esquerda!) e da quantidade de combustível (do conveniente tanque de 70 litros), idem, no velocímetro.

 

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O único senão do quadro de instrumentos (que tem reostato de iluminação) é ser do tipo permanentemente iluminado, o que requer incutir o hábito de sempre verificar se o ideograma de luzes ligadas está ou não aparecendo: num retorno à Capital quando começava a escurecer demorei a perceber que estava com as luzes desligadas, quando normalmente já as teria ligado.

 

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Interior elegante

Note na foto acima uma nesga do teto solar. É em duas partes, deslizante, a dianteira é é também  inclinante, e a veneziana também é de acionamento elétrico, enrolando-se para frente. ´Para quem, como eu, aprecia teto solar, é o melhor que já vi.

Os bancos dianteiros têm ajuste elétrico com os botões de controle na porta, no alto, estilo Mercedes-Benz, com cada botão representando o que se quer ajustar. Para o motorista há duas memórias que abrangem volante de direção (altura e distância) e espelhos externos. Ao desligar o motor e abrir a porta dianteira esquerda, o banco recua bastante e o volante sobe, para facilitar saída ou entrada.

 

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Absurdo total do “patropi abençoado por Deus e bonito por natureza”: extintor de incêndio obrigatório, um estorvo no Azera; se eu comprasse um o retiraria

A chave é presencial com partida por botão e as maçanetas das portas dianteiras “sentem” a chave próxima, bastando um toque num ponto delas para as portas destrancarem. Se os espelhos externos estiverem dobrados, ao se aproximar do carro  voltam à posição normal.

Em suma, o Azera traz tudo o que é considerado essencial por muitos, até bolsa inflável para os joelhos do motorista e dois engates Isofix no banco traseiro. O navegador é de fácil utilização e bem visível na tela tátil de 8″ do sistema multimídia que traz todos os elementos desejáveis hoje, inclusive Bluetooth. Digno do maior elogio é a seleção da emissora de rádio, a freqüência em leitura digital é exibida no centro da tela, com caracteres grandes, e basta girar o botão direito para escolher — exatamente como fazem os pilotos dos aviões modernos para escolher a freqüência de radiocomunicação.

Os faróis são bi-xenônio, há a “assinatura” com LEDs nos dois grupos óticos, mas não há a função de luz de uso diurno, uma pena. E tampouco luz traseira de neblina, itens fáceis de acrescentar e que não representam custo diante de um carro com o Azera.

 

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A faixa degradê não foi esquecida

Em compensação, os sul-coreanos não esqueceram da faixa degradê no pára-brisa e há atenção para quem mora no Sul: volante de direção e bancos dianteiros com aquecimento.

Deixei por último de propósito, para aguçar a curiosidade do leitor que deve estar se perguntando quanto custa tudo isso: R$ 150.000 (menos R$ 10 para o preço exato). E com um acessório “de grátis”: é inflex. Se conselho valer, compre antes que vire flex. A Caoa nada diz, mas nesta “abençoada” terra brasilis tudo é possível quando se trata de combustível,

BS

Fotos e vídeo: Paulo Keller

 

 

FICHA TÉCNICA HYUNDAI AZERA 2015
 
MOTOR
Instalação/configuração Dianteira, transversal / V-6
Material do bloco/cabeçotes Alumínio
Diâmetro x curso 92 x 75,2 mm
Cilindrada 2.999 cm³
Aspiração Natural
Taxa de compressão 10,6:1
Potência máxima 250 cv a 6.500 rpm
Torque máximo 28,8 a 4.700 rpm
N° de válvulas por cilindro 4
Árvore de comando de válvulas Dupla, ambas de fase variável, corrente
Formação de mistura Injeção no duto, coletor de admissão variável
Combustível Gasolina 91/95 octanas RON
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes Dianteiras
Câmbio Hyundai automático epicíclico, Shiftronic
N° de marchas 6 à frente e uma à ré
Relações de transmissão 1ª 4,252:1; 2ª 2,654:1; 3ª 1,804:1; 4ª.1,386:1; 5ª 1,000:1; 6ª 0,772:1; Ré 3,393:1
Relação do diferencial 3,041:1
FREIOS
De serviço Hidráulico, ABS + EBD
Dianteiro A disco ventilado Ø 320 mm
Traseiro A disco ventilado Ø 284 mm
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Independente, multibraço, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, hidroassistida, Servotronc
Diâmetro mínimo de curva 11,1 m
RODAS E PNEUS
Rodas 7,5J x18, alumínio, incl. estepe
Pneus 245/45R18V, incl. estepe
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, 4 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro e traseiro
PESOS
Em ordem de marcha 1.581 kg
Carga máxima 539 kg
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 4.920 mm
Largura 1.860 mm
Altura) 1.470 mm
Distância entre eixos 2.845 mm
Bitola dianteira/traseira 1.606 / 1.607 mm
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (estimado) 0,32
Área frontal (m², estimada) 2,18 m²
Cx x A (m²) 0,697
CAPACIDADES
Porta-malas 461 litros
Tanque de combustível 70 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima 250 km/h (estimada)
Aceleração 0-100 km/h 8,7 s
CONSUMO (computador de bordo)
Cidade 7,5~8 km/l
Estrada 10,8~11 km/l
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª 52,8 km/h
Rotação a 120 km/h, 6ª 2.300 rpm
Rotação à vel. máx., 5ª 6.100 rpm
GARANTIA
Prazo 5 anos

 

EQUIPAMENTOS HYUNDAI AZERA 2015
 
INTERIOR – CONFORTO E COMODIDADE
Apoios de cabeça com ajuste de altura
Ar-condicionado automático com visor digital, mais ionizador
Banco do motorista com ajuste elétrico – distância, altura, inclinação do encosto e lombar
Banco do motorista com 2 memórias, atreladas aos espelhos e volante
Banco do passageiro dianteiro com ajuste elétrico de distância e inclinação do encosto
Banco traseiro com porta-copos
Banco traseiro dividido 1/3-2/3 rebatível
Bancos dianteiros com aquecimento
Bancos em couro
Bolsas porta-revistas atrás dos encostos dos bancos dianteiros
Botão de partida/desligar com chave presencial
Câmera de ré
Chave inteligente
Computador de bordo de 7 funções
Console central com compartimento e descansa-braço
Console central do painel   e volante com acabamento metalizado
Controlador automático de velocidade cruzeiro c/ controle no volante
Cortina retrátil no vidro traseiro, de acionamento elétrico
Cortinas retráteis nos vidros laterais traseiros (acionamento manual)
Entradas para iPod, USB e Aux
Freio de estacionamento elétrico
Imobilizador de motor
inibidor sonoro do sensor de estacionamento
INTERIOR – BANCOS
Luz de aviso de cinto do motorista desatado
Memória (2) de posição do volante e dos retrovisores
Porta-copos no console central
Porta-luvas com fechadura a chave e climatizado
Porta-luvas com fechadura a chave e climatizado
Saída de ar-condicionado para o banco traseiro
Sistema de áudio Infinity com 7 alto-falantes, 4 tweeters e 1 subwoofer
Sistema multimídia com tela tátil integrado com leitor de CD/MP3/DVD, mais GPS e Bluetooth
Tomadas de 12 V no console central (3)
Travamento de portas a distância sem chave
Volante com ajuste elétrico de altura e distância
Volante de direção de quatro raios em dois tons
Volante e manopla da alavanca seletora de câmbio em couro
DADOS GERAIS
Abertura do porta-malas a distância
Alarme periférico
Console de teto com porta-óculos e luzes de leitura
Desembaçador do vidro traseiro e do pára-brisa (este automático)
Espelhos nos pára-sóis com iluminação
Estepe 100% operacional
Função pisca-3 no indicador de direção
Ganchos e rede no porta-malas para fixar objetos
Luz de leitura para os passageiros traseiros
Retrovisor interno fotocrômico
Sensor crepuscular
Vidros dianteiros um-toque
EXTERIOR
Escapamento com duas saídas
Faróis bi-xenônio
Faróis com acendimento e nivelamento automático
Faróis de neblina
Lanternas dianteiras e traseiras, e 3ª luz de freio, em LED
Lavador de faróis
Pára-choque na cor da carroceria
Retrovisores externos com ajuste elétrico
Retrovisores externos com desembaçador e na cor da carroceria
Retrovisores externos com orientação para baixo ao selecionar ré
Retrovisores externos com repetidores em LED
Retrovisores externos com rebatimento automático
Sensor de estacionamento traseiro e dianteiro
Teto solar panorâmico de acionamento elétrico
SEGURANÇA
Amortecedores autoajustáveis
Bolsa infláveis frontais, laterais dianteiras, laterais traseiras, de cortina abrangendo as duas fileiras de bancos e para joelhos do motorista
Cintos dianteiros com pré-tensionador
Cintos traseiros de três pontos
Controle de estabilidade e tração
Engates Isofix (2) para bancos de crianças e top tether (2)
Porta-malas com função cofre
Sensor antiesmagamento nos vidros dianteiros e no teto solar
Trava de crianças nas portas traseiras

 

Mais fotos:

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Lindo carro. Realmente, esse extintor é ridículo, rs.

    • Roberto Alvarenga

      Gostaria muito de saber qual a eficiência de um extintor de incêndio em caso de acidente. Sério, não me visualizo tendo a frieza necessária para soltar as travas do extintor, puxar o pino e apagar algum incêndio. A única coisa que eu pensaria, caso meu carro estivesse pegando fogo e eu estivesse livre de ferragens, seria em correr para longe. Além disso, os extintores automobilísticos são ridiculamente pequenos para resolver algum incêndio.

    • Ilbirs

      Nesse ponto sempre me lembro do alojamento caprichado que a Chevrolet tinha para o Opala, que por coincidência ficava também à direita do espaço do passageiro dianteiro à direita. Tinha um recesso no qual o extintor se encaixava em pé e era fechado com uma peça no mesmo material do forro lateral. Logo, não havia ferrinhos aparentes e aproveitava bem o espaço liberado pelo eixo dianteiro distante da parede corta-fogo.

  • Davi Reis

    Já andei em um, mas apenas de passageiro, infelizmente. Um belíssimo carro, acabamento perfeito, interior agradabilíssimo, se nota em todos os detalhes o capricho que a Hyundai teve na hora de fazer o carro. “Problema” mesmo, só as linhas, que acho muito rebuscadas, mas não chegam a ser feias.

    Bob, você comentou na avaliação que o painel permanentemente aceso requer atenção, para não confundir sobre o uso dos faróis. O carro não tem acionamento automático das luzes, ou você, assim como eu, tem o costume de ligar as luzes no final do dia, quando o sol costuma atrapalhar um pouco a visão?

    • Mr. Car

      Eu teria que conhecer melhor os carros, mas julgando só pela questão “boniteza”, o Fusion me agrada mais.

      • Davi Reis

        O Fusion não me agrada muito, sempre achei ele meio sem graça. O novo não me desperta absolutamente nada.

        • Mr. Car

          É justamente por isto que gosto do Fusion, acho “sem graça” (na verdade, leia-se sóbrio, he, he!) em relação ao Hyundai. Gosto desta sobriedade. Outro caso é o Civic/Corolla. O Civic me agrada muito mais.

          • Domingos

            O Fusion atual não é exatamente sóbrio, embora em chumbo fique bem interessante.

            Mas concordo que o Azera seja um pouco elaborado demais. Na verdade, tirando os cromados de grade e laterais já resolvia tudo.

    • Lucas Garcia

      Queria saber também do acionamento automático dos faróis.

  • Carlos A.

    Bob, é mesmo uma bela nave! O único ‘defeito’ é esse extintor na posição em que se encontra. Acho que merecia pelo menos uma capa, ou será que com capa ficaria fácil do passageiro tropeçar? A propósito, sobre a retirada do extintor. Se o proprietário de um exemplar desses, retirar o extintor desse local, e fixá-lo ou deixá-lo solto dentro do porta malas, ficará sujeito a multa?

    • Fat Jack

      Salvo engano, caso ele seja retirado ou fixado fora do habitáculo, cabe multa…

    • marcus lahoz

      Sim, eu já tomei multa por colocar o extintor no porta-malas. era um Lancer 95.

      • Carlos A.

        Oi Marcus obrigado pela informação

  • ricardo kobus

    E tem gente que diz que camionete é boa para viagens, está aí um ótimo veículo para isso!

    • Jovane Kiepert

      Tenho o modelo 2011 de 265 cv, anteriormente tinha New Fiesta 2014, moro na região serrana do Rio e sempre que viajava ficava cheio de dores nas costas, mas desde que peguei Azera não sei mais o que é ter dores em viagens…

    • Domingos

      Não tem nem comparação o conforto desses sedãs de alto nível com uma picape… Apesar que, na cidade esburacada, a picape talvez seja melhor. Peso e altura ajudam nisso.

  • Thiago Teixeira

    A pergunta de praxe: Azera ou Fusion?

    • Marco Aurélio Strassen Murillo

      O Ford Fusion seria um concorrente direto do Hyundai Sonata, no nível do Azera a Ford oferece o Taurus, mas só nos EUA.

    • Fat Jack

      Só me arrisco ao palpite rodando com ambos…

    • Manoel Braz Dutra Junior

      Bem, não sei se a pergunta foi para o Bob, mas vou dar o meu palpite. Acredito que o Azera esteja acima do Fusion; o Sonata é que estaria na mesma categoria.

    • CharlesAle

      Eu iria de Fusion, por ter uma manutenção bem mais barata. Esses Hyundai costumam ter manutenção cara!!

      • CharlesAle
        O direito de escolher é garantido; a satisfação, não.

      • Lucas CRF

        CharlesAle, temos um Azera da geração anterior na família. Não considero-o caro de manter. Se somadas as revisões, gastamos algo entre R$1500-2000. O carro é 2010 e tem 50.000 km.

      • RoadV8Runner

        Cuidado com modelos Ford importados, pois meu Focus Mk1 tem uma manutenção bem salgada dependendo do item a ser trocado… A manutenção padrão não assusta, mas dependendo do que se precisa trocar (correia dentada e esticadores, por exemplo), aí pesa.

    • Lucas Garcia

      Estou esperando respostas também.

    • Cadu

      Eu iria de Fusion, mesmo não sendo EXATAMENTE da mesma categoria: desempenho melhor, Bliss, AWD mas o fundamental: assistência
      Tive um Hyundai e tenho amigos que tem: 4 meses esperando peças simples como capô, radiador e farol. E olha que eram os nacionais!

    • Domingos

      Não posso falar pelo Azera, que só conheço a primeira geração (confortável e espaçoso, mas nada espetacular em desempenho).

      Porém o Fusion atual não gostei. O acho excessivamente grande e tem um molejo de suspensão estranho, como se fosse de carro antigo.

      Mas, como falaram, em mercado/peças existe aí uma boa diferença a favor do Fusion.

      Eu trocaria a pergunta para Camry ou Accord.

  • Henrique Lopes

    Esse extintor pode até machucar em uma colisão, um absurdo

    • János Márkus

      Pois é. Um troço desses é inadmissível. Imagina o que acontece em uma colisão lateral, o extintor vai voar direto na direção do motorista. Não há airbag que resolva essa situação. Recentemente perdi um Civic 2002 que estava estacionado e foi albaroado na lateral direita por um Gol que o atingiu a 90 graus. O retrovisor direito atravessou o vidro e explodiu na coluna “B” esquerda, onde deveria estar a minha cabeça. Felizmente eu a tirei de lá uns 40 minutos antes… Fico imaginando se fosse o extintor.

    • Henrique Lopes
      Inadmissível!

  • Marco Antonio

    Parabéns pela matéria é uma Bela Nave mesmo!

  • Mr. Car

    Meu tipo de carro. Só não tenho o tipo de conta bancária necessária para comprar: conta bancária tipo “gorda”, he, he!

    • Jovane Kiepert

      Você pode achar modelo 2011 em perfeito estado perdendo muito pouco diante do atual e ter o mesmo conforto.

      • Peter Losch

        Aí é que as marcas “não premium” sofrem. Eles são bem feitos e robustos, mas envelhecem rápido. Outro problema é a assistência técnica e peças de reposição. A desvalorização acaba sendo alta.

  • Rodrigo Costa

    Bob, você dirigiu o Azera anterior (3.3 265cv)?

    • Fat Jack

      Tenho a mesma curiosidade, inclusive em caso positivo, quais seriam as considerações dele a respeito.

    • Rodrigo,
      Como eu disse na primeira linha do texto, nunca havia dirigido um Azera.

      • Rodrigo Costa

        Sim, eu li. Imaginei que estivesse se referindo apenas a esta geração testada. Andei como passageiro no antigo. Muito silencioso e câmbio com trocas bem suaves. Pelo seu vídeo, me pareceu que estas características foram aprimoradas.

  • Mineirim

    Está aí um carro que não acho caro. O problema é falta do dindin…
    Não gosto da frente rebuscada, mas o carro parece muito bom mesmo.
    Alguém perguntou “Fusion ou Azera?”. Só que o Fusion não tem mais o V-6.

  • Victor De Lyra

    Realmente é impressionante como uma marca coreana que há pouco mais de 10 anos atrás ainda fazia carros que ninguém queria, está fazendo carros que não devem nada aos europeus. Parabéns, Hyundai e Kia! Fico curioso para saber o que os chineses estarão fazendo daqui a 12 anos.

  • Mineirim

    Impressionante o consumo! É quase igual ao de um 4 cilindros.

  • Domingos

    Façam um teste do Camry V-6 atual, um carro excelente de extremo conforto e um motor delicioso que vale o preço empatado com os alemães.

    • Lorenzo Frigerio

      É uma pena que a GM não traz mais o Omega. O dólar australiano está muito valorizado.
      Mas quem sabe o AE consiga um 300C para avaliar, será que não? Agora que a Fiat manda na Chrysler. Imagino que o pessoal aqui aprecie esse carro.

  • CorsarioViajante

    Bob, esta mudança de postura, de ceder carros, se refere apenas à Caoa, correto? A fabricante Hyundai do HB20 continua exigindo deslocamento até a fábrica?

  • Fat Jack

    O título descreve o carro perfeitamente…, há pequenos “pecados” como a falta da luz de neblina, o painel de iluminação constante (por sinal, excelente seu relato Bob, demonstrando que este tipo de iluminação pode levar o motorista ao erro) ou as alças “pescoço de ganso”. Quanto ao extintor, acho que deveria ser recoberto com carpete e colocado em outro lugar (medidas também de baixíssimo custo e que não permitiriam a desvalorização de seu belo interior por aquele “gnomo vermelho”).

  • Leonardo Mendes

    Andei num dos antigos, da primeira leva que chegou ao Brasil… engraçado que aquele modelo tinha toda pinta de sedã americano, daqueles a serviço do FBI e similares.

    Honestamente falando, achei que o preço seria bem maior que os R$ 150.000,00 publicados na matéria… para o segmento que se destina e por tudo que oferece, é algo apetitoso.

    • Domingos

      Mas todos esses sedans V-6 tração dianteira foram feitos sob medida para o mercado americano, embora o Azera realmente tinha bem a cara daquele mercado mesmo. Preto realmente passaria como carro de serviço deles.

      Agora, o preço está bem mais alto que na primeira geração. O carro deve ser bom e esse interior está muito harmonioso, mas 150 mil está bem pago.

  • Fórmula Finesse

    Carrão, Bob! Espaçoso, bem construído (os coreanos não brincam) com estilo marcante, um seis cilindros que parece funcionar como seda embaixo do capô…Um carro que sempre me chamou a atenção. Fico contente que gente mais esclarecida e antenada esteja no comando da marca agora…
    “Entusiasmo independe de máquina” – Perfeito!
    FF

  • marcus lahoz

    Bob, já entrei em um e achei realmente um carrão.

    Sobre o extintor me lembrei o Lancer 95 que tive; ele simplesmente não tinha tinha lugar para o bendito extintor, resultado: foi parar no porta-malas, ficou lá até ser vendido, junto ao estepe.

    • Rolim

      Lembrando que é passível de multa:

      “RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004
      Fixa especificações para os extintores de incêndio, equipamento de uso obrigatório nos veículos automotores, …
      Resolve:
      Art. 1º. Nenhum veículo automotor, elétrico, reboque e semi-reboque poderá sair de fábrica, ser licenciado e transitar nas vias abertas à circulação, sem estar equipado com extintor de incêndio, do tipo e capacidade constantes do
      Anexo desta Resolução, instalado na parte dianteira do compartimento interno destinado aos passageiros.

      Parágrafo
      único. Excetuam–se desta exigência as motocicletas, motonetas, ciclomotores, triciclos e quadriciclos automotores sem cabine fechada, tratores, veículos inacabados ou incompletos, veículos destinados ao mercado de exportação e os veículos de coleção.”

  • CarroPopular

    O carro é bacana mesmo….mas ótimo custo-beneficio? Aí não

  • Uma pergunta, esse carro tem sensor crepuscular e de chuva? Isso eliminaria o hábito de ver se os faróis estão acesos ou apagados.

  • Ilbirs

    1) Boa notícia saber que o Antônio Maciel Neto já deu uma virada boa na Hyundai-CAOA e agora estão disponibilizando carros para a imprensa. Aliás, tenho notado que executivos outrora nas Quatro Grandes estão sendo bastante cobiçados pelos fabricantes aqui instalados depois da segunda metade dos anos 1990;

    2) Falou-se do quão bom está o V6 da família Lambda e agora irei pensar em como ficaria o Azera se passasse a usar as unidades GDi do grupo Hyundai. A versão de 3 l tem 20 cv a mais (270 cv) e mais 2,6 kgfm, ambos ocorrendo às mesmas rotações do propulsor da unidade testada. Há também uma versão GDi de 3,3 l, com 297 cv a 6.400 rpm e 35,3 kgfm a 5.200 rpm. Agora que nossa gasolina tem 50 ppm de enxofre, fica perfeito para usar injeção direta e imagino que também melhore o consumo.
    Aliás, aqui cai na parte interessante de alguns fabricantes não terem ido para o downsizing e mesmo assim se dado bem. Na GM, temos os bons índices de consumo do V6 de injeção direta do grupo, usado em Camaro, Cadillacs ATS e CTS, Captiva e outros veículos. Pode ser que o Lambda de injeção direta chegue sem problema a uns 13 ou 14 km/l na estrada quando em um Azera;

    3) Falou-se da taxa de 10,6:1 e sigo suspeitando que alguns carros monocombustível a gasolina com esses valores excepcionalmente altos possam estar se beneficiando do E27. Isso é taxa que veríamos, por exemplo, nos primeiros Opalas movidos a etanol e, pelo que relataram, o consumo na estrada não me parece muito diferente do que seria com E25 ou mesmo, vai saber, E20. Logo, podemos até especular sobre para quanto iria o consumo de uma versão com injeção direta queimando E27;

    4) Vi no vídeo que estavam pegando chuva com o Azera, que se apoia em quatro largos pneus com 245 mm de banda. Tudo bem que é carro novo e os pneus estão com sulcos ainda na profundidade normal, além de haver umas babás eletrônicas para conter eventuais problemas, mas fiquei aqui pensando sobre como o carro se comporta nessa situação, ainda mais se levarmos em conta que pneus largos são mais propensos a aquaplanagem;

    5) Sobre as dobradiças convencionais cobertas por carpete do Azera, acabei me lembrando dos sedãs da Mercedes, que quase sempre apresentam essa solução. Também lembrei do Marea, mas existe uma solução que considero superior e se encontra no Passat V:

    http://c1.staticflickr.com/5/4149/4833189950_5ccc04a8a6_b.jpg

    Sim, dobradiças que entram na lataria e estão bem distantes uma da outra, praticamente na distância que teríamos as dobradiças pantográficas, mas aqui com a vantagem da segurança do sistema convencional, que não forma “tesouras” que podem decepar dedos. Pena que no Passat VI passou-se à cobertura convencional de carpete:

    http://www.forcegt.com/wp-content/uploads/2014/07/2015-Volkswagen-Passat-Sedan-boot.jpg

    Olhando para o perfil do porta-malas dessa nova geração, não creio que fosse difícil manter a boa solução da geração passada;

    6) Outra coisa interessante é notar que o grupo Hyundai está usando a própria marca titular tanto em contexto de luxo quanto o de carros normais para o dia a dia de uma maneira que considero bem-sucedida. No caso de qualquer carro de Azera para cima, usaram como parâmetros construtivos os modelos de marcas de luxo dos segmentos a que pertencem. Pelo que já li, um Azera oferece qualidade construtiva e de acabamento equivalente àquela que veríamos em um Lexus ES, mas preço geral regulando com a concorrência sem grife (Impala, Taurus, Maxima etc.). Se os carros forem o Genesis e o Equus, aí temos na prática concorrentes de BMW Série 5 e Mercedes Classe S, respectivamente, a preços mais camaradas.
    Pode ser pulo do gato dos bons, uma vez que se economiza em gastos de marketing que a criação de uma divisão exclusiva acarretaria, ao mesmo tempo que se cria uma relação mental no consumidor que adquire os Hyundais mais baratos e se levanta no imaginário popular a pergunta sobre se outras marcas estão cobrando por seus distintivos algo que na realidade não teria todo esse custo a mais. Na Coreia do Sul sempre foi assim e de algum jeito aplicaram bem a outros contextos, ainda que fora de lá (e também do Japão) não haja a mentalidade de uma marca generalista também poder oferecer produtos mais elaborados sob o mesmo distintivo (vide na Europa o fim de modelos de grande porte de Ford, Peugeot, Opel e Citroën). Ainda assim, os sul-coreanos estão mostrando que há sim espaço para isso.

    PS: que se faça uma correção no primeiro parágrafo. Está escrito HL como nome do caminhão leve da Hyundai-CAOA, mas é HR.

  • Renato

    Bob,
    o que, a longo prazo, os carros “inflex” sofrerão com nossas gasolinas batizadas e como podemos protegê-los contra isto?

  • Félix

    Uma pena abrir o capô e ver uma capa cobrindo o motor. Se eu tivesse um V-6 eu gostaria de poder vê-lo. Mas deve ser mais barato um pedaço de plástico que gastar no visual do motor em si.

  • Renan V.

    Alguns esportivos atuais me decepcionam: O Mustang 2015, V-6 manual, portanto, mesmo não sendo o modelo de entrada (este é o EcoBoost) é o mais leve da linha – sim, a versão 4 cilindros é mais pesada – tem peso seco de 1.599 kg. Isso é mais do que um sedã como a Azera, também V-6, recheado de equipamentos, isolamento acústico etc… a Ford poderia fazer melhor. Imagine o peso do GT V-8 conversível e automático…

    http://www.ford.com/cars/mustang/specifications/view-all/

    • rafael

      Cara, esse peso do Azera…. Hum, sei não… Talvez tenham trocado o 5 ae o 8 de posição.

      Abraço
      Rafael

    • Domingos

      O conversível pesa 1780 acho. Na verdade o ganho de peso perto da versão normal é até pequeno perto do que costuma ser, porém com certeza é um carro pesado…

      • Renan V.

        Por não ser um GTR R35 ou uma Ferrari FF, ele não poderia se dar ao luxo de pesar tanto rsrsrsrrs.

        • Domingos

          Sim, verdade. Porém conversível é sempre complicado. Um conversível moderno é muito diferente da versão normal, às vezes mudando até mesmo braços de suspensão.

          Chassi costuma mudar bem também, devido às exigências de ir tão bem nos testes de impacto com capota baixada como levantada e por aí vai.

          Conversível também tem os motores elétricos, mais equipamentos…

          Porém realmente a versão normal poderia perder uns 100 kg, dado que é apenas V-6 com câmbio manual e se trata de um esportivo.

          A V-8 deve estar pesando algo inaceitável mesmo, mas o Mustang não é bem realmente um carro de alta performance…

  • RoadV8Runner

    Olha só a coincidência, sábado dirigi um Azera, do modelo anterior (2011), em viagem de ida e volta para São Paulo (o carro é do meu cunhado, que não gosta de dirigir na capital e eu tive que fazer o sacrifício, com direito a passagem pela Av. Paulista e tudo).
    Fiquei realmente impressionado com o carro. Imaginava que a suspensão fosse mais macia, mas tem ajuste perfeito, transmite bem a sensação do solo, mas sem exagero. As trocas de marcha são incrivelmente suaves, andando em ritmo normal, não se notam as trocas, pois o som do motor é quase inaudível. Quando se pisa a fundo, o motor muda de comportamento, emitindo som para lá de empolgante! O volante tem peso adequado e o freio tem modulação das melhores, nada de “relou-parou”. Mantendo média de 120 km/h no velocímetro (116 km/h reais, pelo GPS), fez uma média de 11 km/l, com quatro adultos a bordo. Até que está bom para um motor de 265 cv e 3,3-litros… De fato, só tenho a lamentar com a tendência de substituir motores de 6-cilindros aspirados por unidades 4-cilindros turbo. Fazem a mesma coisa pelo desempenho, às vezes até mais, mas o som, esse é infinitamente menos entusiástico.
    Mas o melhor de tudo é o interior, em maravilhoso salve-salve tom de bege! Tem alguns detalhes em madeira (não sei se é real), sem exageros, que dão um toque de requinte na medida certa. Quando vi o velocímetro que marca 130 km/h com o ponteiro na vertical e o conta-giros à esquerda, na hora lembrei do Bob.

    Apenas um detalhe: o motor é instalado na transversal, não? (está longitudinal na ficha técnica).

  • rafael d’amico

    Excelente como sempre. Como vou viver mais 50 anos espero que você Bob, viva também . Precisamos de você. A única coisa que “não” gostei foi te ver ainda com o cigarro entre os dedos. Bob, para a bem de todos dos AE . Pare agora.

  • Lorenzo Frigerio

    Estranho o motor ser longitudinal com tração dianteira, hoje em dia.

  • Marcelo R.

    Não imaginava que o Azera fosse um carro tão bom e equilibrado, assim. Deu até vontade de ter um… rsrs

  • Duzinfa,
    Tem, mas é preciso que o interruptor de luzes esteja na posição automática.

  • Cafe Racer

    Pelas fotos, a capa plástica do motor, passa a impressão de longitudinal.
    Mas ele é transversal.

    • Cafe Racer,
      Claro que é transversal. Já corrigi a ficha. Me desculpe por essa!

  • Thiago Teixeira

    É para todos!

  • Lorenzo,
    É transversal, carambal!!! Ao compilar a ficha técnica me fixei na capa do motor, que induz a se achar que é longitudinal. Já corrigi a ficha. Me desculpe e os demais leitores por essa!

    • Pior que a danada da capa dá mesmo a impressão de ser longitudinal, rs!

  • RoadV8Runner
    Claro que é transversal. Ao escrever a ficha técnica estava com imagem da capa do motor na cabeça. Já acertei a ficha. Desculpe, hein!

    • Peter Losch

      Não é tão claro, já que há carros em produção com tração dianteira e motor longitudinal

  • Lucas CRF

    Muito bom , Bob. Temos na família um Azera da geração anterior. Realmente fantástico . Robusto, não dá problema. Muito equipado e bem construído. Está com quase 60000 km, quilometragem que, se não pode ser chamada de alta, já mostraria defeitos crônicos do carro.

    Mas o curioso é que o carro, comprado 0km em 2010, foi mais barato que um Corolla XEI ou Civic LXL. Não tem como compará-los. Custou 77 mil reais, na versão mais completa. Dado o que o carro oferece, e como se comportou nesses anos, considero uma verdadeira pechincha.

    Abraço

    Lucas CRF

    • Mineirim

      Lembro dessa época. Excelente custo-benefício. O modelo atual também.

  • Rodrigo Mendes

    Esse motor não estaria disposto na tranversál?

  • Mr. Car

    Mas aí, caio naquela: comprar é uma coisa, manter é outra, he, he!

    • Ricardo Mascarenhas

      Mr. Car,
      Tenho um Azera 2009 que comprei no ano passado com 40.000 km rodados. Tinha a mesma preocupação que voçê e outros devem ter. De fato algumas peças são caras como farol e retrovisores, para não ter problemas botei tudo no seguro! Quanto a manutenção básica, é bem tranqüila! O carro não quebra!

      • Rodrigo Costa

        Ricardo, já teve que trocar amortecedores, pastilhas, discos e correias? Se sim, estes itens, comparados aos de um sedan médio (Corolla, Civic e cia), são MUITO mais caros? Claro que devem ser mais caros, mas a diferença é muito grande? Pergunto isso porque gosto MUITO do Azera antigo. Meu patrão tem um e já andei de passageiro nele. Foi uma experiência bem bacana.

        • Ricardo Mascarenhas

          Rodrigo,
          Já troquei as pastilhas, comprei pela a internet, e gastei R$ 250 nos dois freios. Também fiz a revisão de 50.000 km na Caoa e me custou R$ 550,00. Sobre os amortecedores, duram bastante, tem vários casos de Azera com 150.000 km com o amortecedor original. A dica que dou é comprar as peças na internet, na Caoa você vai ficar revoltado. Um exemplo: Na revisão de 50.000 km, pedi um orçamento para trocar os limpadores de pára-brisa. R$ 150,00 cada um!!!!!! Comprei na internet da Bosch (modelo mais topo) por R$ 90,00 o par.

          • Rodrigo Costa

            Nossa!!! Manutenção no preço do meu antigo Focus!!! Muito bom Ricardo, muito obrigado pelas dicas. Fiquei animado com o carro. Um abraço!

  • Lucas CRF

    Uai, e ganhar campeonatos mundiais é sinônimo de bons carros para o consumidor? Não necessariamente.
    Ah, e a “Hyunday” deve ser sensacional, hein!

  • rafael d’amico
    Agradeço mesmo sua preocupação, mas parar depois de fumar 58 anos (desde os 15) não vai me fazer nada bem. Tenho sabido de casos como esse. A saúde esta boa, felizmente.

    • É o caso clássico de “se mexer, piora”…

  • Corsário,
    Parece que o esquema mudou recentemente, há uma entrega em São Paulo agora. Vou ver isso.

    • CorsarioViajante

      Legal Bob! Obrigado!

  • IRV

    Bob, boa noite.

    Apenas uma obervação.

    Em 2009 eram 3,3 litros, 245 cv 5 marchas a 6.000 rpm e 31 m·kgf a 3.500 rpm
    Em 2010 eram 3,3 litros, 265 cv 6 marchas a 6.000 rpm e 31 m·kgf a 3.500 rpm

    Favor corrigir esses detalhes no texto.

    • Ricardo Mascarenhas

      Correção da correção:

      Em 2009 eram 3,3 litros, 245 cv 5 marchas a 6.000 rpm e 31 m·kgf a 3.500 rpm
      Em 2011 eram 3,3 litros, 265 cv 6 marchas a 6.000 rpm e 31 m·kgf a 3.500 rpm

  • Lorenzo Frigerio

    (off-topic) Isso é que é eficiência:
    http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,radares-da-fernao-dias-emitem-mais-de-26-mil-multas-em-uma-semana,1702994
    A única coisa que funciona no Brasil.

  • Lucas

    Convocação para o Bob: discorrer sobre o tal do Vectra 2,5 V6, assim como já o fez com relação ao Santana com os câmbios 4+E. =)

  • Diego Clivatti

    De fato uma bela máquina pelo preço que se cobra, e com uma das coisas que mais admiro em um carro o reostato das luzes do painel, só a título de curiosidade diminui a luz do rádio (central multimídia) junto??Imagino que sim, dirigir a noite com o mínimo de luz dentro do carro é um espetáculo.

    PS. Esta estrada lembra muito uma estrada aqui da minha região SC 283, trecho entre Chapecó e Concórdia, muitas curvas e pouco acostamento, mas uma delícia de dirigir

    • Lucas Arifa

      Realmente, deve ser um espetaculo, principalmente por causa dessas luzes azuis, a noite deve ficar um paraiso..

    • Welyton F. Cividini

      olá Diego, prazer, é muito bom encontrar um conterrâneo por essas bandas hehehe, sou de Holambra-SP e tenho 15 anos mas minha família é de Arroio Trinta, vim de lá com 5 meses de idade e pretendo voltar. Oh terra boa!
      Abç

      • Diego Clivatti

        Opa Welyton, desculpe a demora em responder, compromissos profissionais me afastaram do “cotidiano internetês”, na verdade não sou tão conterrâneo assim, sou um gaúcho radicado em SC (Chapecó, a capital do Oeste, hehe), mas é realmente uma terra boa, me acolheu muito bem e estou por aqui há dez anos, certeza de que se retornares não terá arrependimentos.

  • Domingos

    Uma pena mesmo. Cheguei a ver alguns donos da última série, aquela com injeção direta, e todos eram orgulhosíssimos e muito satisfeitos do carro.

    Sei que o motor é um ponto forte, porém infelizmente nunca o dirigi. Seria um carro que poderia ser, como na Austrália é, o nosso sedan-objetivo e sedan-padrão.

    Com uma versão 4 cilindros boa, seria muito interessante a esse papel e lembraria o finado Omega de base européia.

    O 300C me incomoda no desenho, porém aparentemente é outro V-6 que faz os tempos do downsizing parecerem (e serem) meio chatos.

    Tem uma coleção de carros com essa configuração de motor/carroceria/câmbio que seriam muito interessantes como carro e como compra, mas infelizmente estão perdendo espaço e sendo abandonados internacionalmente.

    O antigo Fusion V-6, por exemplo, me agradava infinitamente mais que o atual EcoBoost. Aposto que o consumo, na prática do dia a dia e com a nossa gasolina, fica quase igual.

  • Domingos

    Esses V-6 evoluídos, com duplo comando variável e não muito deslocamento, fazem tudo que um 4 cilindros mais forte faz com mais sonoridade, mais prazer e economia equivalente.

    O peso, até mesmo, deve ser parecido por não terem de contar com todo o sistema de turbo e resfriamento de ar. Motores 4 cilindros mais fortes são bons em carros menores ou então para ganho de escala, apenas.

    Pense na VW: um motor 2,0 pode atender praticamente a linha toda. Desde a versão aspirada até as turbos mais fortes, tem motor ali para Polo e Golf até A8 e esportivos.

    Esse é o real ganho…

  • Domingos

    Apesar da minha simpatia pela Honda e o Accord V-6 ser outro sedanzão espetacular, que compraria no lugar de um equivalente alemão com certeza, essa coisa da competição e da marca hoje em dia andam bem enganatórias.

    Basta ver que a linha toda da marca, mundialmente falando, passou a ser variações do Fit. O próximo Civic inclusive perde a suspensão independente que sempre foi uma de suas marcas e orgulhos.

  • Domingos

    Também não vejo essa graça toda nele. Mas a primeira geração era muito legal por dentro, tudo era bem pensado e acabado e também havia um bom sistema de som (o melhor considerando o preço do carro na época).

    O novo já não vejo nada que me desperte também. O som continua bom…

  • Domingos

    Todo mundo que ouço que salvou um carro foi porque ao menos uma pessoa parou para ajudar e foram usados 2 extintores inteiros.

    • Lucas CRF

      Domingos, certa vez uma moto minha teve um princípio de incêndio. Foi por puro vacilo meu. O que salvou foi o extintor de um carro que estava próximo. Foi gasto por inteiro.

      Abraço

      Lucas CRF

      • Domingos

        O que aconteceu para pegar fogo??

        E sim, realmente o tamanho dos extintores veiculares parece estar mais adequado a uma moto que a um carro.

  • WSR

    Bob, o extintor já vem sem cobertura ou a foto foi proposital?

    • Eduardo Edu

      Considero total falta de respeito pela inteligência do comprador (que não pagou pouco) não possuir pelo menos um forro, assim como é feito no Fusion

      • Lucas Vieira

        Num Monza Classic 89 que tive, ele já vinha com capa.

    • Lucas Arifa

      Já vem sem cobertura…

    • WSR
      Vem sem capa.

      • Cesar Mora

        Bob, posso levar o extintor em qualquer lugar desde que dentro do carro? pergunto pois em minha CR-V 2005 o suporte embaixo do banco do passageiro estava soltando no ponto de ancoragem ao assoalho e fazendo um barulho irritante, tirei a “gaiola” que tanto incomodava e acomodei o extintor no porta-malas preso juntamente as ferramentas, e ficou perfeito e sem ruídos, porém fiquei na dúvida sobre a legalidade desta alteração.

  • Peter Losch

    Acredito que este motor seja praticamente o mesmo 3.5 V6 da antiga Santa Fé e afirmo que ele é uma pequena jóia. Torque de caminhão, os giros sobem com rapidez e alegria, sentindo-se em casa próximos da faixa vermelha, funcionamento isento de vibrações, liso e um urro aberto, rasgado e metálico. Sinfonia para os ouvidos, capaz de arrepiar até a vovó que vai no banco traseiro. Um câmbio de dupla embreagem para este motor seria uma orgia utópica. Tão bom que nunca existirá.
    Defeito? Apenas o consumo. No 3,5 era por volta de 4 km/l na cidade e menos de 8 km/l na estrada. De toda forma, pelo tanto que acelerava, achava justa a conta.

  • Ricardo Mascarenhas

    Qual seria a opção então?

  • Paulo Roberto de Miguel

    Gostei muito da avaliação, como sempre. Se o carro é bom, por que não dizer? Para que procurar defeitos para mostrar que entende do assunto? Ótimo carro, sem dúvida.

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Para quem gostou, mas não pode pagar R$ 150.000, pesquise no mercado de usados. Há carros com 2 anos de uso e menos de 30.000 km com preço médio de R$ 85.000.

    • Christian Bernert

      Mas que desvalorização cavalar! Isto dá 25% ao ano. Realmente, do ponto de vista econômico, absolutamente não vale a pena comprar um 0km.
      Carros que desvalorizam muito passam um claro recado do seu real valor de mercado. Fazendo as contas a partir do preço do usado ano 2013 resulta para mim que o Azera teria um preço mais justo se o 0km custasse algo em torno de 105 a 110 mil reais.

  • Marco de Yparraguirre

    Caro Bob: Vídeo com problemas,não consigo assisti-lo.

  • Domingos

    Vão me xingar, mas para esses V-6 suaves e maravilhosos não tem nada melhor que um bom câmbio epicíclico de 6 marchas.

    Tem que ser epicíclico e com 6 marchas, número ideal para não ficar numa troca infinita como nos de 7 e 8. Dupla embreagem seria mais rápido, mas o carro perde aquele jeitão de “sou muito bom, não preciso trocar uma força contínua e impecável por alguns décimos a menos”.

    O casamento desses câmbios com esses motores e esse tipo de carro é muito bom. Conjunto perfeito.

    Um manual ficaria estúpido de forte nesses 3,5 litros, não duvido que empatando com Porsches menos abastadas em desempenho. Um dupla embreagem idem. Porém o caráter legal que possuem esses carros seria um bom tanto perdido.

    Viva a Aisin por ter resolvido os câmbios automáticos epicíclicos… Agora tem uma seleção de concorrentes igualmente bons e com esse caráter.

    • Peter Losch

      Domingos, de forma geral, você está correto. O problema é que os câmbios estão lentos demais para estes motores de alta potência e torque. Eles acabam se tornando o elo fraco da cadeia.

      Concordo com você em relação à quantidade de marchas. Alto torque não necessita de 8 ou 10 velocidades no câmbio. Sem contar que não há nada melhor do que deixar a barca acelerar apenas com o torque, sem mudanças de marchas. Estes motores aguentam e gostam disto. Nesta hora você entende o que são 280 CV com 34 kgfm.

      Concordo mais uma vez com você, em relação a um câmbio totalmente manual. Com a potência e torque que escrevi acima, o carro viraria uma cadeira elétrica. Este motor + câmbio manual + urro magnífico em um carro familiar seria utópico de tão bom.

      Abraço!

      • Domingos

        Para ficar bom mesmo com câmbio manual, exigiria um carro um pouco menor e com acerto bem esportivo, o que tira a graça desses grandes sedans.

        Porém não acho as trocas atuais lentas não, consideradas o propósito de suavidade.

        Abraço!

        • Peter Losch

          O da minha não era exatamente lenta, mas estava muito abaixo do que merecia aquele motor.

        • Peter Losch

          Andando na maciota, realmente não comprometem, porém, basta querer andar um pouco mais rápido ou pisar de forma mais decidida no acelerador que o conjunto bate cabeça. Andando a uma velocidade normal e cravando o acelerador, era esperar um segundo para o carro reduzir três marchas e dar um tiro/coice. Não era um processo linear. No início é até legal, mas depois cansa e a família reclamava um pouco… Hehe!

  • Domingos

    1.850 quilogramas é peso de M5 V-8 biturbo quase. 1.599 parece mais que correto e dentro da realidade, pois é o que pesam todos os concorrentes com a mesma disposição de motor e câmbio.

    Talvez um Classe E V-6 pese mais, porém é tração traseira e bigorna também.

    • Renan V.

      O Azera é leve para a proposta dele, o Mustang é que é pesado demais para um esportivo “popular”.

      • Domingos

        Exatamente.

  • Marco,
    Assisti-o, está normal.

  • Renato,
    Nos carros que rodam no Brasil a partir de setembro de 1991, calibrados para gasolina E22, risco nenhum de danos com E27. O que pode haver são pequenas hesitações de mistura ar-combustível mais pobre e aumento de consumo, coisa de em torno de 3%.

    • Domingos

      Não houve no começo dos anos 2000 alguns modelos calibrados para algo entre E15 e E20? Nesses acho que falhas maiores serão inevitáveis, talvez até com falta em alta – os bicos com idade avançada não devem colaborar…

  • Peter Losch

    O motor é bonito. A parte de cima é toda tomada pelo sistema de admissão, mas os cabeçotes são de plástico, do tipo grudado ao comando de válvulas. Parecem cabeçotes de motocicleta. O contra (sempre há) é que parece um motor bastante complicado se tiver que mexer. É muita coisa junta e espremida.

    • Renan V.

      Os cabeçotes são de alumínio, as tampas dos cabeçotes é que são de plástico.

      • Peter Losch

        Isto!

  • Pedro Teixeira

    Certeza. Muito alemão por aí melhor e mais barato.

  • Iury

    Paulo Keller, suas filmagens para o site estão excelentes, parabéns. Acredito que esteja usando uma GoPro. Caso seja: qual é a versão? A filmagem é feita com a caixa aberta? Usa filtro polarizador?

  • Domingos

    Isso é de ano também. Tinha um Clio e os modelos 2003/2004 e anteriores em versões um pouco mais trabalhadas vinham com uma capa muito bem feitinha –ao menos vi em alguns.

    Os 2005 em diante vinham sem capa, como o meu.

  • Welyton F. Cividini

    Bob, quais as vantagens de abastecer-se com gasolina aditivada? Faz diferença a bandeira?

  • Leonardo Moraes

    Bela nave mesmo! Não há dúvidas.
    Será que é só eu que, depois que começaram com aquelas propagandas ‘o melhor carro do mundo, o mais maravilhoso, o mais isso, o mais aquilo’ fiquei meio com o ‘pé atrás’ com os Hyundai?

  • Cris Dorneles

    Não é fácil parar. Deixa o ”hômi” fumar.

  • Thiagusss

    Ótima matéria! Muito interessante os comentários no final do vídeo, isso é ser entusiasta!

  • Peter Losch

    Não há comparação. As rodas flutuam no asfalto, parecendo que as vias milagrosamente reduziram em 50% a quantidade de buracos e imperfeições. Ainda assim, as suspensões são competentes e fazem curvas com o carro grudado ao chão. De todos os aspectos do carro, no caso, uma Santa Fe, as suspensões foram o que mais me chamaram a atenção. Nunca tinha dirigido um carro assim.

  • Peter Losch

    Cara, este é um conselho que não se dá para um fumante, principalmente quando não o conhece. É no mínimo deselegante.

  • Rolim

    As coisas não estão muito boas para o Azera nos EUA:

    http://2.bp.blogspot.com/-JgfaA6xG9nA/VXGq6zPD1rI/AAAAAAAAsSk/m06FUMwfBjk/s1600/USA%2Blarge%2Bcar%2Bsales%2Bchart%2BMay%2B2015.jpg

    O Sonata (midsize sedan) vendeu 18018 unidades no mesmo período.

  • Thiago

    É um carro para se ter com gosto, embora eu acredite que essa leva de design futurístico envelheça mais rapidamente em relação a outros estilos. Mas tem tudo que um bom apreciador de sedãs gostaria.

  • Domingos

    Que era o que custava a primeira geração… Depois veio o Sonata e ocupou sua faixa de preço.

  • Peter Losch

    O que falta a estes orientais é uma finesse construtiva, algo que só se consegue com a experiência. Eles chegarão lá.

  • Welyton,
    Manter os injetores em bom estado e com isso deixar o carro emitindo dentro dos limites. Paralelamente, os dutos de admissão nos carros de injeção no duto ficam mais limpos. É a razão de nos países da vanguarda toda gasolina ser aditivada (aditivos detergentes e dispersantes), o que deveria ter ocorrido no Brasil em julho de 2014, ficou para julho deste ano e foi novamente adiado para julho de 2016. Mais uma da série “isso dá um trabalho danado”….

  • Nelson

    Sinceramente nada supera os primeiros Azeras ..Tinham um design lindo e clássico, muitos air bags, madeira , um motor estupendo e custavam uns 70.000. ….Não é querer ser saudosista mas o que se compra com 70.000 hoje ? Me lembro que não tinha concorrente a época para o Azera. Já nos dias atuais quando me falam em 150.000 logo penso em classe C, sempre vence

    • Miro

      É Nelson, complicado mesmo… Por isso, continuo com minha “insanidade”, tenho um Omega 97 (CD 4,1), atualmente guardado. E um 2004 (uso diário), que hoje vale pouco mais de 25.000, e já estou com planos para pegar um 2011 (por menos de 70.000), dizem que sou maluco, louco, mas cada vez mais acho que estou certo e não me arrependo. O 2004, faz na cidade mesmo com esta porcaria de gasolina “flex” 6,5 a 7,5 km/litro e na estrada (Via Dutra, trajeto Rio-São Paulo) entre 12 e 13 km/l..

    • ObservadorCWB

      Único carro com preço “justo” até 2011 aqui na banânia.

  • Renan V.

    Mas tem potecial para ser carro de alta performance, a Ford sabe disso e já fez os Boss 302, Laguna Seca e outros.

  • Ricardo Mascarenhas

    Sem problemas, Rodrigo! Pode se animar com o carro! Mas é importante verificar o valor do seguro no seu perfil, de resto é só achar um exemplar bem cuidado e ser feliz.

  • Cesar Mora
    Pelo CTB e Resolução 157 do Contran, de 22/04/2004, o extintor tem de estar na cabine, seção dianteira. Se não estiver, é infração ao Art. 230 Incisos IX e X, de natureza grave, retenção do veículo para regularização, multa de R$ 127,69 e 5 pontos na CNH. Mas, sinceramente, vale a pena arriscar, é muito difícil algum policial verificar essa questão. Eu arriscaria se comprasse um Azera..

    • Cesar Mora

      Realmente o local de Instalação neste Azera beira o ridículo! Ainda mais em um carro muitos degraus acima de um popular onde essa solução encontrada já seria bem controversa.

      • Cesar Mora
        Meu pai sempre fez questão de ter extintor de incêndio nos carros dele (falando dos anos 40 e 50), mas sempre no porta-malas. Usou-o algumas vezes para ajudar pessoas cujo carro estava pegando fogo e o fato de guardar o extintor ali nunca o impediu de prestar auxílio.

  • Max Felipe

    Matéria muita fraca e um carro que precisa melhorar muito ainda !!

  • Fabricio

    Um ótimo carro, mas o Fusion TItanium é imbatível. O problema (de ambos) é o fato da nossa mijolina ter 27,5% de etanol, o que parece prejudicar carros só à gasolina…

    • Ricardo

      Tenho um Azera (2010) e fiz um test-drive com o Fusion Titanium e o resultado é que o motor turbo deste é uma piada se comparado ao V-6 do Azera, sem falar que o Azera é mais espaçoso por dentro. Assim, se você quer um carro para ficar brincando de falar com o computador, leve um Fusion…mas se você quer um “nave” para andar de verdade, leve um Azera!

      • Welyton F. Cividini

        O Fusion 2,0 turbo anda menos que o Azera V-6?

  • Welyton F. Cividini

    Bob, o que seria os amortecedores autoajustáveis? São os que variam a carga conforme condições de uso?

    • Welyton, isso mesmo, conforme a velocidade de acionamento do amortecedor.