Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas CICLOFAIXAS DA INSANIDADE E OUTRAS DA PREFEITURA DE SÃO PAULO – Autoentusiastas

CICLOFAIXAS DA INSANIDADE E OUTRAS DA PREFEITURA DE SÃO PAULO

Sete de Abril

Rua Sete de Abril, em São Paulo, 14 horas de uma quinta-feira, “podofaixa” em atividade

Ontem a Nora Gonzalez abordou na coluna dela a questão das ciclofaixas e deu um bom exemplo da falta de um mínimo de bom senso por parte da administração (petista) de São Paulo ao construir uma ciclofaixa na rua Coronel Xavier de Toledo, no centro velho, e passando um ponto de táxi para o meio da rua.

 

Xavier 1 c

Ponto de táxi no meio da rua (foto Nora Gonzalez)

A foto que abre esta matéria foi feita por mim há poucos dias quando precisei ir ao centro. É a rua Sete de Abril, perpendicular à citada Cel. Xavier de Toledo. Era por volta de 14 horas. A “ciclofaixa” virou uma “pedofaixa” apesar de haver calçada de largura regulamentar. E a “pedofaixa” acabou com o estacionamento no lado esquerdo da rua de mão única, onde até vaga para idoso havia (utilizei-a há cerca de dois anos).

Tem mesmo que ser um imbecil completo, no exemplo mostrado na foto da Nora,  para fazer um passageiro embarcar ou desembarcar de um táxi tendo que atravessar a ciclofaixa em vez de calçada–táxi ou vice-versa. Ou no caso da rua Sete de Abril, o táxi parar na única faixa de rolamento que sobrou, interrompendo o tráfego, para embarque o desembarque.

Este é apenas um entre centenas (ou milhares) de situações que a tresloucada Companhia de (Anti-) Engenharia de Tráfego, pior agora sob administração dos petistas Fernando Haddad e Jilmar Tatto (secretário Municipal de Transportes), está importunando e infernizando a vida dos paulistanos ou de quem nos visita.

A questão dos limites de velocidade, então, nem se fala. Dirigir nesta cidade (e em outras que estão seguindo nesta linha de metástese do mal) se tornou um inferno com a redução e variação de velocidade, fazendo do ato normal que é conduzir um automóvel um verdadeiro inferno. As velocidades-limite mudam silenciosamente, da noite para o dia, com o objetivo inegável da lavrar multas por “excesso de velocidade”. Às vezes tão rápido que chega a haver contradição de sinalização. Não dá tempo, ou “dá um trabalho danado”.

Caso dessa sinalização dúbia na rua onde moro, em Moema. É incrível mas está lá para quem quiser ver. fica praticamente na esquina com a avenida Ibirapuera.

 

Jamaris 1

E agora, qual obedecer, a marcação no asfalto ou a placa? (foto do autor)

Isso sem contar os critérios de estabelecer limite de velocidade completamente irreais, como neste caso. Experimente o leitor rodar a 30 km/h nessa via (av. Jamaris) e verá que é uma piada de mau gosto, além de desnecessário para a segurança, inclusive de pedestres. Fica-se então naquela de controlar sinalização, existência de detectores de velocidade (“pardais”) e velocímetro, variando permanentemente o ponto da visão,  o que fere o mais elementar princípio de segurança ao dirigir.

Como moro na região, sei que atropelamentos por ali são muito raros, o que contraria a necessidade de velocidade tão baixa. Aliás, qualquer hora dessas, novamente na calada da noite, instalam um “pardal” nesta rua, pois como se sabe a arrecadação com multas está no orçamento da prefeitura de São Paulo e certamente de outras.

O que é mais intrigante é um assunto que interessa a todos, inclusive pedestres, trânsito, ser tratado com tanto desleixo, não importa o tamanho da cidade. Eu já disse aqui várias vezes que quando se roda num país avançado logo se nota que este assunto é tratado com total seriedade, nada de improvisos ou medidas erradas.

Um bom exemplo grave erro da CET está nas ciclofaixas dominicais. Quando o sinal fecha uma bandeirola é exibida para os ciclistas com a imagem da placa de parada obrigatória (“Pare”). Ora, essa placa significa pare, olhe e reinicie a marcha, jamais tem a função de um sinal luminoso (semáforo). Então a entidade responsável pelo trânsito de São Paulo está ensinando errado o significado de uma importante placa de regulamentação, a R-1.

 

Pare ciclofaixa

Aplicação errada da placa “Pare” (foto vadebike.org)

Em vez da imagem da placa “Pare” deveria ser exibida a de um semáforo vermelho, verdadeiramente ensinando a população que passeia de bicicleta, que inclui crianças, uma noção básica de trânsito.

Esses são apenas alguns exemplos do desmando do trânsito de uma cidade de 11 milhões da habitantes e, pior, que se espalha velozmente pelo país afora.

BS



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Leandro

    E na avenida perto de casa, que era mão dupla e virou mão única, mas ainda mantém todas as placas da mão que deixou de existir, além dos semáforos de pedestres que se fecham na mão que ficou parada no farol vermelho por conta de antes entrar carro alí…ridículo essas coisas. Quer implantar, OK, mas faça o serviço completo e da forma correta.

  • Thiago

    Bob, assisti ontem o vídeo do Azera e nele você disse que o ideal é o ponteiro marcar 130 Km na vertical, por que ?

    • Thiago
      Como 130 km/h indicado no velocímetro corresponde à velocidade verdadeira de 123 a 125 km/h, é só ver o ponteiro na vertical que se sabe estar em velocidade segura para não ser multado nas rodovias de 120 km/h de limite, Facilita a visualização. Em muitos carros é assim porque 130 km/h é o limite de velocidade em muitas autoestradas européias, inclusive na vizinha Argentina. É por isso que eu prezo ponteiro na vertical indicando 130 km/h.

      • Thiago

        Muito obrigado !

      • CorsarioViajante

        Aliás, bem que a rodovia dos Bandeirantes podia permitir os 130km/h. Sò ia oficializar o que já ocorre na prática.

      • Cadu Viterbo

        Faz todo o sentido. Mas quantas vezes o carro está nesta velocidade. Em grandes centros, as vias arteriais são de 60km/h e as viás rápidas 80km/h
        Eu vejo isso como preciosismo. Desde que a escala seja contínua, não dê “saltos”, nem marque em milhas, não vejo como isso possa incomodar!

        • Domingos

          Seria ideal que, a 60, ficasse exatamente no primeiro quadrante em seu fim.

          Aí seria 60 com o ponteiro na horizontal e 120 a 130 com ele na vertical.

          Mas é mais curiosidade mesmo, pois tem lugar que padroniza a 50, outros 70; tem estrada de 110, 120…

    • P500

      Com o ponteiro na vertical, o motorista não precisa focalizar os olhos nos numerais do painel, basta de relance ver o ponteiro em pé e já se sabe a qual velocidade se vai. Perde-se menos tempo na troca de foco de visão e ganha-se em segurança, ainda mais nessa velocidade.

  • F A

    30 km/h?? Até no SImba Safári é permitido andar mais rápido.

  • Carlos A.

    Já comentei aqui e reforço: moro no interior de São Paulo e fazem alguns anos que não vou com meu carro particular para cidade de São Paulo. Prefiro o ônibus e depois o deslocamento de metrô e táxi, tudo para evitar essa loucura que aí está implantada! Como é triste ver ao vivo essa poluição visual que são essas faixas para ciclistas, pior ainda passar horas próximo a elas não ver se quer um ciclista, para mim me pareceu algo inútil. Ou será que ando visitando São Paulo justamente em dias de rodízio para bicicletas?

  • G. Vilchez

    Esse foi o presente que ganhamos perto de onde moro, na V. Prudente.
    E o prefeito Fernandinho ainda disse em entrevista ao Jornal da Manhã na rádio Jovem Pan que a CET está entre as melhores cias. de engenharia de tráfego do mundo.

    • Diogo

      Também moro na VP e conheço essas ruas. Mais especificamente sobre a segunda foto, conversando com um frentista do posto de gasolina do final da rua, ele me disse que nunca viu passar NENHUMA bibicleta ali.

    • CorsarioViajante

      A realidade não importa, o que importa é falar na campanha que fez “um zibilhão de kms de ciclovia”. E levar a claque de ciclistas para dizer que “existe amor em SP” e etc. Depois vão assistir uma aula do Haddad na USP e cervejada na vila Madalena.

    • Mingo

      Meu Deus! Loucura Total!!!!!

    • Domingos

      Entre outras coisas o prefeito está tirando calçadas, prejudicando justamente quem não tem nada a ver com isso que é o pedestre.

      Mas pedestre não é causa, logo ele que tenha que andar no meio da rua, não é mesmo?

      Já percebeu que essas lixeiras são construídas sempre em grandes avenidas e não por roteiros paralelos, que seriam naturalmente preferidos pelos ciclistas por serem mais calmos e seguros???

      Claro que a intenção é atrapalhar. E claro também que vai ser inutilizado. Ainda por cima está no lado esquerdo da via, que obriga o ciclista a cruzar uma avenida super movimentada para chegar ou sair da ciclovia.

      Esse cara deveria estar babando num hospício e gostaria que todos que o apoiam também.

    • Acyr Junior

      Complementando: do mundo dos petralhas, essa gangue que assola o país!!!

    • joao

      Cara, inacreditável. Será possível que o carro agora é obrigado a ocupar uma parte da outra faixa para trafegar? E aquela outra foto, uma pegada de elefante? Tomara que aquela água da outra foto não seja esgoto… Passar de bicicleta nesse desnível, só desmontado ou com a Suvescleta. Interessante mesmo é a última. O ciclista tem que se desmaterializar e se materializar na continuação da faixa. Acredito que somos nº 1 nessa tecnologia. Será que é por isso que nosso trânsito mata tanto? Respeito, onde está você?

  • TDA

    As ciclofaixas em SP além de não seguirem um estudo prévio, são muito largas. Na minha cidade, Fortaleza, existem algumas ciclo-faixas implantadas em avenidas e a largura é praticamente metade das paulistas. Não vejo necessidade de serem tão largas assim.

  • joao

    Lamentável. Infelizmente é daí para pior…

  • caique313131

    Essa placa de pare substituindo um sinal luminoso para os ciclistas é o fim. É muita incompetência para um órgão só. Dá até nojo de ver. Todos os cabeças da CET deveriam ser multados, demitidos e presos por declararem falsadamente que conhecem o Código de Trânsito ao serem empossados.

  • a. shiga

    Força amigos! Só mais 17 meses desse palhaço na prefeitura…
    (sinceramente espero conseguir chegar no fim do mandato dele sem 20 pontos na cnh)

    • Marcelo R.

      Será que são só 17 meses?? Depois da eleição do Tiririca, eu não duvido de mais nada…

  • Roberto Neves

    É preciso lembrar que a convivência de pedestres e ciclistas produz o risco de atropelamentos, com consequências que podem ser graves para uns e outros. Além da preocupação com o trânsito, a criação de ciclofaixas precisa levar em conta a segurança física dos cidadãos, e muitas vezes isso não ocorre.

  • Marcus Vinícius Romeu Ronzio

    Bob,

    Concordo plenamente. Lendo a última parte de sua matéria, lembrei que, em meados dos anos 90, quando ia com meu pais lá aos domingos, havia um pequeno circuito que imitavam ruas, portanto, com semáforos e sinalização. Hoje acredito que tenha mais, aprendi muito, mesmo com 6 anos, sobre trãnsito nesse circuito.

    Outra coisa que faz tempo que quero falar para vocês. Já repararam na sinalização horizontal da alça de acesso da Av. dos Bandeirantes para a Rubem Berta sentido norte? Colocaram faixas contínuas, mas em ambas as faixas há a sinalização para ir em frente onde apenas uma poderia realmente continuar essa trajetória. Outra coisa, muita gente utiliza essa alça para retorno devido ao aeroporto, o que, na teoria, estaria proibido devido as faixas contínuas.

    Parabéns pela matéria!

  • Newton ( ArkAngel )

    Bob, às vezes entro em um site intitulado “Vá de bike “, e me surpreendo com o radicalismo de muitos ciclistas; alguns deles já declararam abertamente que deveriam extinguir TODOS os carros do planeta! Não é à toa que o Reinaldo Azevedo os chama de “talibikers”.
    Aliás, existem categorias de “intocáveis ” no Brasil: gays, afrodescendentes, e agora, os cicloativistas. Tudo apoiado pelo partido do molusco, que sorri quando vê o povo se digladiando.

    • Ilbirs

      Outro bom nome que vi nas redes sociais para esse tipo de gente: cicloafetivo.

    • Cadu

      Eu havia redigido uma resposta. Mas como é contrária a opinião do moderador, fui censurado. Engraçado que se eu falasse os maiores preconceitos e violências eu seria aceito
      Desde que ofendesse quem ele quer

  • Mingo

    Faltam 18 meses para esse câncer ser extirpado. Vamos fazer a contagem regressiva: 18, 17, 16…

    • Lorenzo Frigerio

      Periga até o Maluf entrar. O problema é que a ficha dele está suja demais. Mas ele vai se candidatar, e não vai apoiar o Malddad dessa vez.

  • Marcos Zanetti

    Concordo, essas ciclofaixas não fazem sentido numa cidade como SP. Mas a pressão para se adota-las foi muito grande por parte dos “intelectuais da bike”. Fico pensando como deve ser chegar todo suado no trabalho, após umas pedaladas em meio a poluição e calor infernal.

    • Mingo

      Imagine só se eles precisarem levar um filho acidentado ou a esposa doente ao médico. Vão botar eles em cima da garupa da “bicicreta” à noite e às vezes com chuva e sair correndo em direção ao hospital?

      • Lucas dos Santos

        Mas aí seria uma “situação de emergência” e o uso do carro seria “liberado”.

        O que não pode, na cabeça desse pessoal, é sair por aí, andando de carro “desnecessariamente”…

      • Eddie

        “Os com vida mais atarefada ou menores condições geralmente preferem o mais lógico – e mais saudável – caminho de um bom transporte de massa.” Acho que você nunca andou de ônibus todos os dias.

  • José Carlos Pinto de Almeida

    Caro Bob
    Outra dia quase atropelei um ciclista porque o mesmo entrou na contramão. Ao repreendê-lo, ele me disse que ele podia andar na contramão porque o “veículo” dele não possui motor.
    Além de infernizar o trânsito, educa (mal) o ciclista.

    • Ilbirs

      Eu quase fui atropelado por um ciclista estes dias, uma vez que a ciclovia é de duas mãos em uma rua de apenas uma mão.

  • José Carlos Pinto de Almeida

    Só mais 18 meses, assim espero.

    • Mr. Car

      Não espere: torça. Acidentes acontecem, he, he!

    • Maurilio Andrade

      Deus te ouça.
      São Paulo não aguenta mais!

    • Domingos

      Contagem regressiva mesmo. Em caso de reeleição está confirmada a fraude nas urnas e via imigrantes recebendo título de eleitor.

    • Ilbirs

      Também espero que os paulistanos finalmente o tirem do poder em 2016. Lembremos que o povo está mais vacinado contra movimentos “apartidários” que do nada fazem manifestações pedindo “mais amor” e que atribuem um monte de coisas desabonadoras a um candidato que coincidentemente está à frente daquele no qual o Foro de São Paulo aposta suas fichas, ação “apartidária” essa que coincidentemente beneficia o candidato do Foro.
      E, claro, já indo para a parte da zoeira, evitar votar em candidatos de nome Fernando, uma vez que estes costumam ferrar o povo quando em cargos executivos, conforme prova a história recente de nosso país.

  • Marcus Vinicius
    É mesmo? Vou lá olhar mais essa aberração. Obrigado por relatar.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, fique tranqüilo. O assunto trânsito é de uma bizarrice sem fim no Brasil todo. Não existe Engenharia de Tráfego. Existem sim engenheiros e arquitetos recauchutados, encarregados de gerir o trânsito. E assim surgem as aberrações como rotatórias onde viram somente carros pequenos, ruas de trânsito rápido com um sinal de Pare em um cruzamento com uma rua MENOR, lombadas na diagonal, redutor de velocidade com 20 cm de altura e por ai afora….

  • Lucas dos Santos

    Combinar estacionamento com ciclofaixa é realmente uma aberração! Será que esse pessoal ainda não se convenceu que NÃO DÁ para colocar as duas coisas juntas no mesmo lugar?! Ou deixa o estacionamento ou deixa a ciclofaixa! Imagine o ciclista pedalando tranquilamente – na medida do possível – pela ciclofaixa quando se depara com um carro com a porta aberta invadindo o seu espaço e pessoas embarcando ou desembarcando bem no seu caminho. Já que querem tanto incentivar o uso da bicicleta, deveriam ao menos respeitar o ciclista, pois isso é um verdadeiro desrespeito a quem utiliza a ciclofaixa – sem falar das questões de segurança envolvidas.

    Quanto às sinalizações conflitantes, em minha cidade é comum haver sinalização “Pare” e “Dê a preferência” em um mesmo cruzamento. Na dúvida, obedeço a mais restritiva, mas o fato é que não deveria ser assim.

    Trânsito realmente não é levado a sério neste país. O pior é que vemos todas essas aberrações instaladas em nossas vias e não temos sequer a quem recorrer! Depois ainda somos chamados de “reclamões”!

  • Lucas dos Santos

    Interessante é este tópico, que discute sobre a estrutura cicloviária de São Paulo. Para eles está tudo lindo e maravilhoso, e ai de quem discordar:

    http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1765946

    Aliás, quem visualizar o endereço acima, verá das mais mirabolantes invenções, de ciclovias suspensas a “ciclopassarelas”(!).

  • marcus lahoz

    O prefeito daqui de Curitiba é tão ruim ou pior. E sabe que hoje falando com meu pai comentei: ele não fez e não fará obra alguma, pois o ano quase acabou e não temos obra em andamento; e ano que vem não pode inaugurar obra; ou seja o comunista do Gustavo Fruet ficou 4 anos mamando na teta (desculpe o palavreado) sem fazer absolutamente nada. Ops calma ai, ele pintou uma parte da 7 de setembro de vermelho.

    • Domingos

      Curitiba precisa perder a mania de disputar quem é mais alternativão (doente). Cidades como Berlim sofrem do mesmo mal.

      Uma pena, pois o resto da cidade é legal.

  • Mr. Car

    Off-topic: E o escândalo da Fifa, heim, Bob? Isto não te faz pensar quanto do nosso dinheiro de contribuintes o (des)governo petista colocou nos bolsos dos coleguinhas corruptos daquela instituição para garantir que o “circo” da Copa 2014 fosse armado no Brasil, viabilizando assim a posterior roubalheira na forma de faraônicas obras superfaturadas, desvios de verbas, caixas-dois, etc, além, claro, do dividendo político-eleitoreiro que viria caso o Brasil se sagrasse campeão? Neste mato tem coelho. Se investigar, vão descobrir mais um mega-escândalo para a coleção da quadrilha organizada “nunca antes vista na história deste país”.

    • Mr. Car
      Estava na cara os que os petralhas queriam. Lembra-se da explosão de alegria, transmitida ao vivo, quando foi anunciado que o país escolhido era o Brasil?

  • Eduardo Silva

    Tenho mais de 40 anos, ando de bicicleta há mais de 20 na cidade de São Paulo, não porque quero salvar o mundo, mas porque é um meio de locomoção que acho divertido e eficiente, apesar disso tenho carro e também moto. Quem já reparou, percebeu que meu avatar é um cassete de bicicleta tipo road (ou speed). Cassete com “ss” gente, o de rosca chama catraca.

    Para mim a vida do ciclista (hábil) piorou muito com a chegada dessas ciclofaixas/vias. Os motoristas pegaram bronca dos ciclistas – que são tratados como cicloativistas, termo que detesto e não me serve, e os ciclistas ficaram confinados em ciclofaixas muitas vezes impossíveis, cheias de buraco, lisas e entupidas com carregadores de papelão, viaturas de polícia (oi?), pedestres fazendo caminhada a dois e afins.

    A ponte dos Remédios, por exemplo, ganhou uma faixa central suspensa que só cabe uma bicicleta, mas eventualmente é ocupada por pedestres (a faixa liga o início ao fim da ponte, e te abandona na rua em seguida), não dá para passar com a bicicleta quando tem pedestre e não dá para descer da faixa. Como resultado, uma ponte que era fácil de atravessar pedalando porque era larga, virou um transtorno para o ciclista, que se não vai pela ciclovia é hostilizado pelos motoristas que agora acham que lugar de ciclista é na ciclovia.

    É mais uma segregação patrocinada pelo PT, que gosta mesmo de lutas de classes em qualquer nível.

    Tinha muito mais a escrever, mas o texto ficaria longo. Resumindo: Me sentia mais seguro antes do que agora, com esse monte de inexperientes andando por aí. É a tônica da sociedade atual, ninguém precisa adquirir habilidade para mais nada, nem mesmo para trocar marcha ou sair em ladeira. Tudo pela mediocridade.

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Em minha cidade, Petrópolis-RJ, a companhia de trânsito local é a CPTrans. Por muito menos, eu a chamo sempre de CPTrans(torno). Eu não teria palavras para apelidar a CET…

    • André Stutz Soares

      Rapaz… quase toda semana estou por aí, apesar de atualmente morar em São Paulo. É sinistro mesmo, o trânsito é uma festa do caqui. Aliás, a cidade do Rio também, se tornou um caos; não sei quem está pior, São Paulo ou Rio.

  • Domingos

    Combinei com meu amigo petista que ele não vai me falar mais nada de política, sob pena de esculachá-lo e até romper a amizade.

    Esse é o nível da coisa e assim que tem que ser. Está absolutamente inaceitável. E como ele não é completo canalha, aceitou.

    Os que passam por situação similar, façam o mesmo. Petista não é gente.

    • Mr. Car

      Sábia combinação. É a única forma de manter uma amizade com um admirador do PT: ele ter a decência de não abrir a boca para enaltecer ou defender esta quadrilha, pelo menos na sua frente.

    • André K

      Em geral, concordo com seus comentários. Acho-os pertinentes e interessantes, sempre contribuindo com o post.
      Não dá para ter amigo petista. É incompatível… realmente um petista ou é um ignorante (mesmo que culto!) ou um canalha.

      Não dá!

      Estava esperando uma boa oportunidade para abandonar o Facebook e ela veio quando um amigo (agora ex-amigo) de infância muito culto ainda defendia apaixonadamente o PT, apesar de seus quarenta e poucos anos de idade. Se não aprendeu até então, não havia mais nada com que eu pudesse colaborar. Optei por não vê-lo mais! Hoje agradeço à ele pela força que me deu em largar o FB.

  • Alexandre Sampaio

    Aqui no Jaguaré e a zona oeste parece que foi o lugar aonde o prefeito escolheu para fazer chegar mais rápido nos 400 km. As faixas foram feitas em ladeiras que são impossíveis de subir de bicicleta. Acabaram com vagas que eram importantes para os condomínios que ali existiam. E criaram um engarrafamento enorme chegando em Osasco pela av. Corifeu. Na realidade tem que ser forte e insano para usar aquela faixa. Agora a crueldade maior que ele fez foi criar uma faixa no único lugar que você conseguiria pegar alguém na estação Butantã sem levar multa. Agora minha esposa vai de carro para o trabalho adicionando uma pessoa a já nossa engarrafada cidade.
    Para terminar, queria ser gerente do purgatório. Ele ia ser obrigado a passar anos usando estas ciclofaixas.

    • Domingos

      Esse negócio de acabar com vagas de moradores e de negócios fez explodir os preços de estacionamentos de bairro, além de abrir-se vários novos estabelecimentos desses.

      Eu não duvido numa mãozinha de vereadores por aí. Já que tem que completar esses 400 km de qualquer jeito, os mesmos devem escolher a dedo onde dá para ganhar mais.

    • Alexandre Sampaio

      Eh, tem uma rua chamada Bolonha aqui que para descer deve ser legal, mas, para subir só na garupa do prefeito. O pior é uma das transversais que tem ali que termina em uma rua movimentada. O ciclista tem que testar os freios e rezar duas ave-marias para descer. Além da curva da Corifeu onde o ciclista, o ônibus e o carro se apertam de repente. Eu não sou contra as faixas, mas, um estudo antes de implementar seria bom.

    • Cesar Mora

      A coisa está feia mesmo no Jaguaré, fiquei abismado quando vi que colocaram na rua Torres de Oliveira (próximo à ponte do Jaguaré, que termina em frente ao prédio da Editora Globo) de fora a fora, e nos dois lados da ilha! matando uma centena de vagas que os alunos da universidade que fica nesta rua utilizavam ( eu utilizei durante os anos que ali estudei) em um lugar que a noite não vai ter bicicleta nenhuma, e que só possui empresas, garagens de ônibus e a citada faculdade.

      Sem contar o caos para embarcar/desembarcar no metro Butantã!

  • Alexandre Sampaio,
    Quanta irresponsabilidade, quanta idiotice! E passar anos, não, séculos!

  • José Carlos,
    Isso acontece com frequência. Andando na contramão o ciclista não vê a sinalização de tráfego. Fim da picada, é o descontrole total do trânsito.

  • Newton ( ArkAngel )

    Domingos, falou tudo. O lance disso é mesmo promover cada vez mais a luta entre os cidadãos, apoiando uma causa criada propositadamente para atingirem objetivos camuflados. A malandragem já começa nas escolas, com professores doutrinando alunos nas salas de aula.
    Do jeito que anda a blindagem de certas classes de cidadãos, daqui a pouco os héteros serão obrigados a fazer “você sabe o quê” para não ofender os homossexuais.

    • Lorenzo Frigerio

      Essas pessoas acham que fizeram a revolução, mas não são mais que buchas de canhão de políticos populistas.

    • Andre Sousa

      Não precisa ir tão longe: nossos ambientes cosmopolitas não estão muito longe dessa realidade, as coisas estão mesmo mudando neste sentido, eu ando surpreso com o que ando vendo. Como as coisas já mudaram em questão de 7 ou 8 anos. Sobre este tema que você tocou, além das novelas que cada vez mais direcionam as coisas neste caminho, posso dizer pelo que eu mesmo já vi por aí: está cada vez mais fácil se deparar com mulheres que “cortam ou já cortaram” dos dois lados. Já ouvi algo do tipo: “mas eu fiz só p/ ver como era, não tenho a cabeça fechada”, com a mais absoluta normalidade, assim como descrevem como adoram “o barato” de uns “beques” de vez em quando. Dá para chamar isso meramente de inversão de valores, ou tem mesmo uma “doença” se alastrando?

  • Marcelo Alonso

    Depois que constataram que essas ciclo faixas ficavam vazias, as nossas autoridades deram declarações que diziam que as mesmas podiam ser usadas por skatistas, patinadores, e cadeiras de rodas. Agora a novidade: a reciclovia…
    Claro que quando o carrinho do catador está na ciclofaixa, os ciclistas tem que sair delas, pois não sobra espaço para passar, e que é muito mais perigoso do que vir andando entre os carros. Mas não se preocupem, se pararem o carro para desembarcar alguém vocês serão multados. Então Ministério Público, quando vocês vão as licitações para a implantação dessas faixas? Se procurarem acham… E já tenho um nome: Pedalão, só para combinar com o mensalão e petrolão

  • Marcelo Alonso

    Então Ministério Público, quando vocês vão investigar as licitações para a implantação dessas faixas?

  • Silvio

    Dias atrás indo almoçar vi que o pessoal fez uma critica em forma de pichação bem humorada sobre o asfalto pintado de vermelho.

    Depois de ler a matéria não me aguentei, corri lá para tirar uma foto da rua Boa Vista, centro de São Paulo.

    Está escrito RECICLOVIA, e com o desenho de um carroceiro.

    Seguem as fotos, e com um flagrante….

  • joao

    Fico comovido com a situação de São Paulo, mas no DF também temos exemplos dessas temeridades. De uns tempos para cá estão pintando desenhos de bicicletas nas faixas de rolamento dos carros em várias avenidas, sem qualquer outra indicação, ficando muitas vezes a faixa vazia. Basta um infeliz achar que aquilo virou ciclofaixa, e outro achar que não para que ocorra um acidente. A quem interessa esse tipo de confusão?

    • Ilbirs

      É um estêncil que você põe no asfalto e passa um spray branco em cima. É mais ou menos o padrão do que aconteceu aqui em São Paulo: ciclomilitantes começam a pichar o asfalto com esse desenho, começam a fazer doideiras (tipo pedaladas peladas) e isso é o ponto de partida da criação de um caldo de cultura para que o governante no poder (coincidentemente de mesmo espectro político que aqueles que crêem ser perfeitamente possível levar a pedaladas a avó nonagenária ao pronto-socorro) faça algo que na prática é “nós” contra “eles”. Claro que o governante em questão não acredita nem um pouco naquilo em que crêem os inocentes úteis que o apóiam, mas sabe ser importante que esses sigam firmes e fortes nessa idéia, pois são os que fazem o servicinho sujo para que seja aumentado o poder estatal sobre a vida cotidiana das pessoas.
      No caso do DF, o projeto das ruas permite que se faça sem qualquer problema ciclovias segregadas, além de a topografia mais plana da urbe em questão ser mais favorável, apenas tendo o calor o ano todo como questão maior. Porém, se considerarmos a função de “nós” contra “eles”, irão alegar que não se pode fazer uma alteração pequena dessas no projeto urbanístico original de Lúcio Costa, que a cidade é Patrimônio Histórico da Humanidade e que só mesmo tinta aplicada ao solo é que não geraria problemas. E nessa, repete-se o que já se conhece aqui em São Paulo…

  • rafael d’amico

    Enquanto não se respeitar os princípios básicos da boa educação no trânsito brasileiro, a tal de ciclofaixa é uma obra de IDIOTAS COM MESTRADO EM TRÂNSITO . Só pode ser um doido o individuo que anda de bicicleta em qualquer “ciclofaixa” do Brasil varonil. Amém.

  • Dr. Traffic Calming

    E as máfias de toda espécie, como a que transformou a cidade de São Paulo na capital mundial das placas de trânsito e dos semáforos duplicados na mesma haste e com a mesma função.

  • Lorenzo Frigerio

    A própria faixa de ônibus em frente a estação Butantã, na rua Pirajussara, é um absurdo. Ali passam pouquíssimos ônibus e é uma via extremamente congestionada, único caminho para quem quer pegar a Raposo. Obviamente, quando você cruza a Vital Brasil, dá de cara com aquela faixa exclusiva que não tem nem 100 metros, mas obriga os carros a se espremerem numa fila indiana.

  • Viajante das orbitais

    Essas ciclovias devem custar bem caro. É a nova onda do PT.
    Para quem tiver filho pequeno ou jovem eu aconselho estar bem a par do que andam ensinando na escola.

  • Lucas dos Santos

    Enquanto a administração pública de São Paulo segue criando cliclofaixas, Curitiba “inaugura” hoje a segunda “ciclorrota” da cidade:

    http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-2edicao/videos/t/curitiba/v/segunda-ciclorrota-e-inaugurada-em-curitiba/4246669/

    Dentre outras irregularidades, destaque para a placa A-30b, utilizada de forma totalmente equivocada e indevida!

    (A primeira, criada em um clima de “mistério”, foi esta: http://g1.globo.com/pr/parana/paranatv-1edicao/videos/t/curitiba/v/ciclos-azuis-em-vias-de-curitiba-sinalizam-ciclorrotas/4032717/ )

  • CorsarioViajante

    E isso não é de hoje. É comum a lavagem cerebral. Eu mesmo tive professor tendencioso e, depois de formado, trabalhei com professores que eram caso de polícia.

  • Talles

    Bob,

    O negócio é dar “emprego” para esses “porta-bandeiras” com o nosso dinheiro, e é claro garantir alguns votos para o administrador da cidade bem como moedinhas para seu cofre…

    Mas, para descontrair, um vídeo para você se deleitar:

    PS.: quantas infrações o ciclista cometeu?

    Segue link:

    http://oglobo.globo.com/blogs/pagenotfound/posts/2015/06/10/ciclista-faz-sinal-agressivo-para-motorista-leva-tombo-568004.asp

    Um abração!

  • Cadu Viterbo

    “ateísmo/socialismo – que é o domínio do mal e do genocídio, estão aí as
    guerras do século XX para provar.”

    Tem razão: na história da humanidade inteira, os maiores genocídios foram causados pela esquerda e pelos ateus.
    Não houve cruzadas, não houve escravidão, não houve mercantilismo e colonização em nome de deus, não houve missões jesuítas, nem há terrorismo, professando violência em torno de uma religião
    Aliás, nunca se matou em nome de um deus ou deuses. E pra falar a verdade, na cadeira não tem nenhum crente. Só céticos!

    Você realmente está certo!

    • Lemming®

      E você não estudou e nem sabe do que está falando já que o socialismo e comunismo matou e mata milhões e milhares e não dezenas ou centenas como, terrorismo (quantos?), escravidão (quantos? lembrando que escravos brancos existiram aos milhares antes dos negros), cruzadas (PQP…quantos…)
      Números da cartilha vermelha não contam ok?

  • Cadu Viterbo

    Normal e certo só onde você está, não é?
    Fora dali, só anormal?

  • Rafael Malheiros Ribeiro
  • Andre Sousa

    Diante de tudo que foi mostrado e EVIDENCIADO aqui, tanto pelo autor como nos comentários, dá p/ acreditar nisso?

    http://www.cetsp.com.br/noticias/2015/06/10/prefeitura-de-sao-paulo-apresenta-programa-ciclovia-sp-400-km-em-congresso-mundial-na-franca.aspx

  • Leonardo Amaral

    Esse video aqui resume de forma bem humorada a questão das ciclofaixas em SP :

    https://www.facebook.com/cariocamarviolucio/videos/1170316856328205/?pnref=story

  • Domingos

    Pegou bem o espírito… Vão alegar isso mesmo, mas Brasília acho que passa por um momento em que não vão fazer isso.

  • Cadu Viterbo

    Você fala tão desorganizadamente, vomitando conceitos e opiniões que confunde ideologia política com classe social, misturando comportamento com cor de pele, nível sócio-econômico e partido político. Que salada!

  • Ilbirs

    Bob, olhe a mais recente declaração do Haddad em relação a quem reclama das ciclovias:

    http://twitter.com/Haddad_Fernando/status/610155988264611840

    Já rendeu matéria falando a respeito, como poderá ver aqui. Logo, como poderá ver, está bem na cara de que ele está tomando Activia com Johnnie Walker em relação àquilo que o povo acha sobre as tais ciclovias.
    Se você reclama de buracos na ciclovia, vai ser desprezado pelo Haddad. Se você reclama de elas serem de duas mãos e uma das mãos invariavelmente na sarjeta, a mesma coisa. Se você reclama de as vias não serem segregadas para maior segurança, idem. O mesmo vale se você reclamar de ela estar em uma ladeira e ninguém usá-las mesmo que no plano.

  • Cesar Mora

    Olha Bob, morei alguns anos em São Paulo na década passada, mas hoje em dia fico mais aliviado do que nunca por ter retornado a minha querida São Bernardo do Campo, onde as ciclofaixas até existem, mas nos canteiros centrais, e os limites de velocidade são aceitáveis (embora tenham reduzido o da Av. Lauro Gomes de 70 km/h para 60 km/h desnecessariamente) fica claro da diferença de gestão do trânsito e estrutura viária em cidades que fazem divisa, temos inúmeros agentes de trânsito trabalhando de verdade, para organizá-lo no importante corredor Piraporinha, mesmo não o fazendo com excelência, estes estão lá não para angariar fundos aos cofres públicos, mas sim otimizar o fluxo.
    E olha que a cidade também tem um governo petista, mas esse tal de Haddad é muito abaixo da crítica mesmo!

  • Gabriel Bastos

    Impressionante estes perfeitos fazem ciclovia em todos os cantos e ficam lá sem uso. Não melhora o trânsito por falta de ciclista e ainda retira espaço das faixas de rodagem. Não adianta bicicleta os Brasil e um país de metrópolis e a solução e transporte público eficiente.

  • guest

    “Crônica de Uma Morte Anunciada” é o título de um dos livros de Gabriel Garcia Marquez, um dos ídolos da esquerda brasileira; em São Paulo, esse título pode ser atribuído à morte de um idoso: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/08/1670620-homem-morre-apos-ser-atropelado-por-ciclista-na-ciclovia-sob-o-minhocao.shtml