Depois do MiTo, Giulietta, 8C e 4C, os alfistas e autoentusiastas têm mais um motivo para comemorar.  Ontem, no dia de seu aniversário de 105 anos, a marca aproveitou a inauguração do novíssimo museu “La macchina del tempo – Museo storico Alfa Romeo” em Arese, perto de Milão, e também apresentou o novíssimo e esperado Giulia.

E para marcar essa nova e ambiciosa fase da Alfa, que quer se consolidar como uma marca premium atingindo volume de vendas mais expressivos, o logotipo, que traz do lado esquerdo o emblema de Milão e do lado direito o emblema da Casa dos Visconti,  governantes de Milão no século 19, também foi modernizado. O Giulia será o primeiro modelo onde o novo emblema será usado.

 

O logo atual e o renovado

O logo atual e o renovado

De acordo com a marca, o Giulia trás os cinco elementos indispensáveis para criação de um Alfa Romeo, a chamada Meccanica delle emozioni (Mecânica das emoções): desenho italiano, motor estado-da-arte e inovador, perfeita distribuição de peso, tecnologias exclusivas e a melhor relação potência-peso.

 

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O primeiro Alfa Romeo Giuglia sedã, produzido de 1962 a 1978 (foto automobile-catalog.com)

O desenho do Giulia teve suas proporções definidas pela arquitetura do modelo que tem motor dianteiro e tração traseira, com distribuição de peso 50-50%. Para um melhor comportamento dinâmico e aproveitamento do espaço, o entreeixos é longo e os balanços, bem curtos. Isso resulta nas proporções de um sedã esportivo moderno. Mas o desenho é limpo, com muitas curvas e bem agradável. Antes de dizer que parece um BMW Série 3 eu prefiro observar o carro ao vivo, embora isso seja difícil, pois ele só será lançado em 2016 e não virá para o Brasil (como pode? Somos o quinto mercado do mundo!). Acredito que a emoção causada pelo seu desenho deva ser bem diferente, pois ele tem o cuore sportivo. Segundo a Alfa Romeo, seu desenho arredondado nas colunas criam um perfil de gota que faz lembra o bonito Giulietta Sprint.

 

Alfa Romeo Giulietta Sprint 1958/62

Alfa Romeo Giulietta Sprint 1958/62

E como eu disse que se trata de um sedã esportivo. aqui vai a explicação. Na sua versão topo de linha, que terá o emblema Quadrifoglio, ele será dotado de um V-6 3-litros turbo de 510 cv (170 cv/l!), todo de alumínio e elaborado pela Ferrari. O zero-a-100 é de 3,9 segundos. E para se manter econômico e limpo contará com sistema de desativação de cilindros. E a Alfa também promete um som de escapamento “Alfa”. Isso é um alívio, pois som simulado no alto-falante é coisa de videogame. Não se falou nada sobre o câmbio; há quem diga que será o automático ZF 8HP de 8 marchas. Mas essa não seria uma solução Alfa como conhecemos, bom mesmo será uma caixa manual, que segundo fotos vazadas do interior deve estar prevista.

 

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Que belas rodas!

Se o motor garante o frio na espinha, a suspensão e direção devem ser compatíveis para que a emoção seja bem aproveitada. Multibraço atrás e triângulos superpostos na frente com geometria caprichada e uma direção bem rápida (relação baixa) complementam a esportividade. O diferencial traseiro trabalha com controle de torque vetorizado e uma embreagem dupla distribui  torque individualmente para cada roda, melhorando aderência e assim o controle, e proporcionando mais diversão e segurança com menos intervenções invasivas do controle de estabilidade.

O Giulia também conta com um sistema chamado Active Aero Splitter, algo como divisor aerodinâmico ativo, que fica na frente e gerencia o fluxo de ar para melhorar a força vertical descendente (downforce), melhorando a aderência em alta velocidade. Ainda há o seletor DNA que modifica o comportamentos dinâmico do carro nos modos Dynamic , Natural e Advanced Efficient. E nas versões de alto desempenho ainda há o modo R, de Racing. 

 

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Como será o som dessas quatro saídas de escapamento?

E para completar o pacote tecnológico a redução e distribuição de peso foi conseguida pelo uso de alumínio em muitos componentes como motor, freios, suspensões, portas e pára-lamas, e compósito de fibra de carbono no cardã, teto e capô.

 

Agora é esperar para ver como ele anda. Mas o desejo já foi despertado em uma legião de fãs.

 

Velocidade

Velocidade

E esses fãs ao redor do mundo agora também tem mais um bom motivo para visitar a Itália. O novo museu da Alfa é imperdível para qualquer autoentusiasta que tenha condições de ir a Itália. Esse museu foi aberto em 1976 e funcionou até 2009 com visitação apenas com reserva antecipada. A sede da empresa ficava na fábrica em Arese, que teve sua atividade de produção encerrada em 2005. Agora, a reabertura de museu faz parte do plano para o relançamento global da marca.

Lá estão exposto 69 modelos que marcaram a história da marca e do automóvel, como o primeiro carro A.L.F.A., o 6C 1750 Gran Sport vencedor da Mille Miglia de 1930 dirigido pelo italiano Tazio Nuvolari; o 8C construído pela Carrozzeria Touring; o Gran Premio 159 “Alfetta 159” campeão da Fórmula 1 de 1951 pelas mãos do argentino Juan Manuel Fangio, o Giulietta dos anos 1950 e o 33TT 12. A essência da marca está distribuída em três princípios: linha do tempo, beleza e velocidade.

 

O site do museu já está na rede e tem uma galeria com todos os modelos. Vale uma visita virtual: www.museoalfaromeo.com.

 

Galeria com todos os modelos

Galeria com todos os modelos

 

PK

Fotos e vídeo: Alfa Romeo

Nota: depois da matéria fechada encontrei essas fotos no Facebook da Drive.com.au. Ainda há quem diga que este Giulia é parecido com BMW Série 3, Jaguar XE/XF ou Tesla S. As proporções ideais de um sedã esportivo não têm como fugir muito das adotadas no Alfa. Então o perfil acaba sendo muito parecido mesmo. Mas nenhum outro tem essa frente tão autêntica e esse Alfa tem uma carronalidade própria. Veja o post no Facebook da Drive.com.au .

 

Visite: Drive.com.au

(101 visualizações, 1 hoje)


  • RMC

    PK
    Que música ouvir de um Alfa-Alfa e não versões “esportivas / esportivadas” de Fiats. Nada contra os Fiats, mas Alfa é, ou deveria ser, Alfa. Tomara que nossas expectativas sejam atendidas.
    Pena, como você disse, que não venha para o Brasil, pelo menos não oficialmente.
    RMC

    • Matheus Ulisses P.

      Concordo plenamente contigo!
      É um sacrilégio uma marca da envergadura da Alfa Romeo viver de “badge engineering” de Fiats comuns! A Lancia idem!
      Como a situação da FCA não permite grandes milagres, é melhor que invistam pesado na “Casa di Arese” criando assim produtos 100% Alfa Romeo, nem que pra isso tenham que sacrificar a Lancia.

      • Eduardo Palandi

        Não fala da Lancia que dá vontade de chorar…

        • Domingos

          Vincenzo Lancia se reviraria no túmulo ao ver que seus carros atuais são Fiats com uma caricatura feia dos desenhos Lancia.

          Nem sequer conseguem vendê-los fora da Itália.

          De brinde: a antiga sede da companhia, em Turim, era uma bonita “mansão” aberta com áreas de lazer e foi recentemente vendida para fazerem um prédio ou alguma outra coisa…

          • WSR

            Eu até curto o Delta, apesar de ele não se decidir entre ser hatch ou perua, rs.

            http://www.automobilesreview.com/gallery/lancia-delta/lancia-delta-02.jpg

          • Domingos

            É o único da linha que é interessante mesmo, inclusive é muito espaçoso e tem uma ótima linha de motores.

            Mas só vende na Itália e usa plataforma do Punto esticada, que entre outras coisas o dá portas muito pequenas para o grande tamanho do carro e também uma perda de fôlego em modernidade.

          • WSR

            A plataforma do Delta era a Fiat-C (, a mesma do Stilo e Bravo, não? Não acho que as portas sejam “pequenas” por causa da plataforma. Bastava o projetista ter esticado as portas, avançando com a porta traseira sobre o arco da caixa de rodas, solução que acho horrorosa. E foi comercializado na Itália e em outros países da Europa.

      • DPSF

        A Audi compartilha muitas plataformas com a VW e nem por isso ninguém desanca a Audi… Sem contar os SUVs da Porsche, que tem irmãos de plataforma na também VW… Será que o Audi e a Porsche tornaram-se menores e piores por usarem plataformas VW? O que conta são motores diferentes e a colocação da “alma” da fábrica no carro a ser produzido. Se os Alfas forem apenas Fiats com nova carroceria e emblema, aí sim, poderemos criticar. Quanto à FCA deixar o Brasil de fora do circuito das Alfas, só mostra o quanto o nosso mercado é fechado e problemático para ter operações de outras fabricantes de carro.
        Antes de ler o texto, eu ia comentar, mas o autor já fez o que a maioria vinha comentando: sim! Esse Alfa parece um BMW… se isso é bom ou ruim, acho que só quem pode responder é o publico alvo, para mim, achei um carro muito bonito de qualquer jeito.

        • Domingos

          Ninguém espera que um Audi seja mais que um VW refinado. Aliás, a idéia e o que querem é isso mesmo.

          Se um dia eu fosse comprar um Audi, seria por querer as qualidades mecânicas e de prazer de dirigir de um VW mas com acabamento, montagem, refinamento ainda melhores.

          É como aquele cara que quer só um carro, porém um carro bom, e compra um Corolla.

          Às vezes isso em si é um conceito fantástico, objetivo e direto ao ponto – inclusive bem entusiasta.

          O problema é que de um Alfa se espera muito mais que isso, se espera aquela máquina e aquele entusiasmo mais dramáticos e românticos.

          Ela parecer um BMW o próximo nível é parecer um A4. Com a diferença que o A4 provavelmente teria melhores motores na maior parte da gama.

      • RMC

        Matheus
        Nem falei da Lancia, que dá até tristeza. Depois da Thema 8.32 ou Thema Ferrari, não surgiu mais nada, uma pena.
        Hoje tá reduzida a uma versão do Punto e duas de Chryslers… triste.

        RMC

    • Humba

      Assino embaixo de suas opiniões, e façamos figa para que a Alfa Romeo volte !

  • Totiy Coutinho

    Não entendo esse Marchionne, mata por inanição a marca e depois querer relançá-la como premium (1) até o mundo mineral sabe que se não fossem as operações em um certo pais da América do Sul, a Fiat estaria em uma situação pior do que esta , porque deixar a marca Alfa de fora das operações no Brasil? (2)

    • Lorenzo Frigerio

      Alfa não combina com Brasil. Este é um país de SUVs e sedans genéricos, e onde a maior consideração é o custo das peças e mão-de-obra, que por sinal é péssima. Sem contar que ela “vem e vai”, como a Chrysler. O filme está “torrado”.

  • CorsarioViajante

    Deve ser um tremendo desafio – e uma responsabilidade imensa – para os projetistas criar um Alfa Romeo, seja pelo visual, pela mecânica ou, principalmente, por juntar tudo isso num produto com alma.
    Ainda não consegui me entender bem com esse, tem horas que acho bem bacana, mas em outras acho um carro genérico com o escudo da alfa na frente. Talvez com o tempo acostume ou quando ver ao vivo.
    Quer dizer, ver ao vivo não, pois apesar de aqui ter uma legião de fanáticos pela marca e clubes dedicado à ela, e ser um mercado imenso, aliás o primeiro ou segundo da Fiat no mundo, não somos dignos de conviver com a Alfa. Enquanto isso Audi, BMW e Mercedes fazem fábricas e aumentam suas vendas mesmo em tempos de crise.
    Curiosamente, em tempo recorde, a FCA construiu uma fábrica e uma rede de concessionários para o Renegade. Que diferença de tratamento hein?
    Agora, realmente excelente poder ver ficha técnica e fotos de praticamente todos os modelos (não achei alguns, como o 145 por exemplo, nem sequer pela busca). Seria ótimo se mais fabricantes fizessem o mesmo pelo bem do antigomobilismo, que teria uma fonte segura e confiável para conhecermos a história dos modelos.

    • Antonio Ancesa do Amaral

      “Que diferença de tratamento hein?”, faço minhas as suas linhas (palavras), é frustrante; mesmo que atualmente não teria como adquirir, mas se viesse o sonho correria solto.

      • CorsarioViajante

        Pois é, nem todo mundo pode adquirir estes carros. Mas como faz bem tê-los por perto, tangíveis, nas ruas!

    • Matheus Ulisses P.

      Tenho a mesma impressão sobre ele! Talvez a gente precise esperar para ver uma versão “civil” dele, e não toda enfeitada como essa Quadrifoglio para tirarmos da cisma.

      • CorsarioViajante

        Pode ser, talvez mudem parachoque e outros detalhes.

  • Antonio Ancesa do Amaral

    PK, foi frustrante ler e saber que não virá, mas mesmo assim continuei a leitura. Belo texto, bella macchina; como o mundo deveria ser.

  • REAL POWER

    Eu não fiquei tão empolgado assim com este carro. Vi as fotos ontem sem me dar conta que era um Alfa. Acho que o Infiniti Q50 Eau Rouge muito mais bonito, e de quebra vem com o V-6 do GT-R com 560 CV. Não sei se já oficializaram o lançamento do Q50 Eau Rouge, parece que vai receber outro nome. Segue fotos dessa bela máquina.

    • Lorenzo Frigerio

      Parece mais um caso de “tuning de fábrica” bem feito..

  • Rodrigo Ultramari

    Quem tive oportunidade, DEVE visitar este museu, é muito legal. Estive lá numa visita privada em 2008. Já estive nos museus da Alfa, Ferrari, Lamborghini, Mercedes, Porsche, BMW e Audi. Este aí da Alfa é um dos mais legais, sem dúvida!

  • WSR

    Se tirar o “cuore” da grade do Giulia acaba parecendo com vários carros. Não gosto de carros assim. Ainda prefiro os alfas mais velhinhos:
    http://i41.tinypic.com/mbmuxi.jpg
    http://www.alfa156.net/owners_2007/serkancikisp2.jpg
    Vamos esperar e ver os números das vendas. Talvez seja o que o mercado espera.

    • Lorenzo Frigerio

      Sim, elas têm o “cuore” menor, e a 156 original e a 166, menor ainda (acho mais legal pequeno).

  • Renan V.

    Um monte de trouxa virando o pescoço, criticando o desenho, dizendo que se parece um “sedã ordinário” de origem nipônica, quando na verdade, se trata apenas de um elogio disfarçado, uma vontade de ter… Carros da mesma época são sempre ligeiramente ou muito parecidos. Enfim, que belo carro!

  • Zelig

    Se tiver câmbio manual eu compro.

  • Marcelo R.

    “Antes de dizer que parece um BMW Série 3…”

    Visto lateralmente lembra muito uma BMW, mesmo…

  • Eduardo Silva

    Desculpem o off-topic. alguém ajuda a descobrir que carro é esse? Meu filho tirou essa foto hoje. Pensei em Trans Am, mas já sei que não.

    • Eduardo Silva
      Chevrolet Camaro ’74~’81.

      • Renato

        Este é um Chevrolet Camaro LT 74, de 75 em diante a vigia traseira desce pela lateral.

        • Lorenzo Frigerio

          O problema é que desse ângulo não dá para ver direito a traseira da capota, onde vai a vigia, para dizer definitivamente.
          De qualquer jeito, esses carros (74/75/76) não tinham a grade e o pára-choque pintados da cor do carro. Só bem mais para frente. Essas rodas também não são originais.

    • Lorenzo Frigerio

      Camaro “Type LT”. Vieram muitos de 1974 a 1976, quando as importações foram fechadas.
      Os Firebird (Esprit, Formula e Trans-Am) compartilham a carroceria, mas são muito mais raros. Não aparecem nem nos encontros.

    • LG

      Se não me engano, essa frente inspirou o 1º. “face-lift” do Chevette…

  • Plutonio

    Coming: Nice Beemer!
    Going: Cool Lexus Nitro!

    Todo mundo quer ser Deutsch hoje em dia. Já foi o Jaguar, agora a Alfa… ainda bem que a Volvo parece ter encontrado seu próprio caminho de estilo…

  • JT

    Considero sintomático que a serpente tenha crescido em relação à cruz no novo símbolo da Alfa Romeo. Se a FCA quiser vender Alfa nos ricos países muçulmanos, aposto que vão diminuir o tamanho da cruz mais ainda na próxima versão do logo. Até o Real Madrid suprimiu a pequena cruz de seu escudo…

    • CorsarioViajante

      Leitura interessante. Não tinha pensado nisso.

    • Domingos

      Vendendo a alma ao diabo, parte 2. Eu colocava bem grandona mesmo.

  • Lorenzo Frigerio

    Não dá para dizer que ficou ruim… não parece só a série 3, mas também o Fiat Aegea. Agora, essa boca na frente ficou desproporcional.
    Quanto à motorização, creio que só uma meia-dúzia sairá com o V6, que já é raro na 156/159. Provavelmente, a maioria virá com diesel ou um Tigershark com cabeçote Alfa, talvez turbinado.

  • Lorenzo Frigerio

    A Giulia Sprint Speciale Prototipo do museu deve ter sido desenhada pelo Rigoberto Soler… será que não? Qual apareceu antes, ela ou o Uirapuru?

  • FT

    Conversando sobre o design hoje com um amigo alfista de Joinville, que fez uma análise certeira. “É só ver o desenho da 156, 159 e 166. A linha de desenvolvimento é coerente. Lembrando ainda que o desenho inovador da 156 foi em 1998. Foram as outras que seguiram a escola”. A marca ficou em coma por mais de uma década. O Giulia tem o DNA Alfa Romeo. Claro que menos, pelo peso da história e tradição da marca. Mas muito mais do que era esperado, por estar sob comando de Marchionne. Que venham os próximos Giulietta, Alfetta, Berlina, Spider, GTV, Sprint, 4C, 6C, 8C.

  • Domingos

    Nossa, que feia. Um M5 mais gordo ainda, só que sem a sisudez do M5 e sem a identidade de marca bem trabalhada também.

    Estamos em tempos muito tristes mesmo. A mãe que manda a filha sair com maloqueiro, o pai que não liga para nada, a rua tomada de ciclovia, bandido governando e fazendo lei de pensamento, italiano que não sabe mais desenhar carro…

    A Giulietta foi o último carro bonito desenhado pelo grupo Fiat nos últimos 8 anos. E, mesmo assim, ao vivo ela não impressiona muito. Não tem aquela cara de especial, com as proporções certinhas, de um Alfa 159 por exemplo.

  • FT

    Série 5 1998 e 166 1998. O que parece com o quê?

    • Bruno

      O 166 nessa foto fica lindo, mas a frente dele é sofrível. A frente do 156 no restante do conjunto ficaria o carro mais bonito de todos os tempos!

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Passei 9 dias no norte da Itália neste mês, aproveitando para visitar os sensacionais museus Enzo Ferrari, em Modena, e o Museu Nacional do Automóvel da Fiat, em Turim, que expõe marcas do mundo inteiro. Em ambos é possível ver alguns lindos exemplares de Alfa, desde a década de 20. Fiquei positivamente impressionado com a quantidade de Alfas circulando nesta região do país, acima do que eu esperava.

  • Bera Silva

    Olhei rapidamente hoje à tarde e achei o carro esquisito, mas olhando as fotos do carro branco agora à noite com calma, posso dizer que gostei bastante do desenho, exceto a tradicional grade de coração, que, na minha opinião ficou muito grande. Mas podem apostar que, se tivesse condições, não deixaria de comprar este belo carro por causa disso. Aliás, se a Alfa Romeo fizesse um “piccola Giulia” do tamanho de um Voyage, ou menor, com um motorzinho de 120 cv, aquele acerto esperto na suspensão e vendesse aqui no Brasil, seria uma ótima opção para comprar daqui a uns cinco anos!

  • KzR

    Dificílimo agradar a gregos e troianos com uma tacada só. O Giulia tenta agradar o máximo possível de pessoas, fãs e não-fãs da marca de Arese. Embora o design pareça mais genérico, trazendo um perfil de Série 3 com traseira de Audi A5 e uma bocarra imensa, o conjunto ficou bonito e ainda tem certa áurea de Alfa nele. A volta da tração traseira e a preservação do câmbio manual já são bons motivos para se comemorar. Bom seria uma versão manual com bons 170~200 cv e bem mais acessível.