VW SpaceFox Highline I-Motion 18

O SpaceFox completou este ano dez anos de vida e mudou pouco nesse período, mas no ano-modelo 2015, chegado em abril último, ganhou na versão-topo Highline o novo motor MSI EA211 de duplo comando e quatro válvulas por cilindro introduzido no Gol Rallye, na Saveiro Cross cabine dupla  e no Fox Highline em agosto do ano passado. A outra versão, a Comfortline, continua com o EA111.  Como já dito aqui, o novo motor é mesmo excelente sob todos os pontos de vista, mesmo não sendo o mais potente nesta classe de cilindrada. Sua suavidade de funcionamento e elasticidade são exemplares.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 04

O novo motor MSI EA211 é o ponto alto do novo SpaceFox 2015

O SpaceFox, que a Volkswagen chama de SportVan, lembra uma perua mas não é exatamente uma — peruas, no sentido estrito, são veículos derivados de sedãs, que o Fox não é. De qualquer maneira, mesmo sendo um Fox com um ” puxadinho” que resultou no aumento significativo do porta-malas de 270 para 440 litros, tem os ares do outrora cobiçado tipo de veículo que está desaparecendo em virtude da “corrida do suve”, em paródia à corrida do ouro na Califórnia em 1849 ao serem encontradas pepitas do metal em Sacramento: há uma verdadeira corrida aos suves, iniciado nos Estados Unidos ainda nos anos 1980, e que chegou ao Brasil simultaneamente com a Europa.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 17

As novidades na SpaceFox (e no SpaceCross) 2015 são a versão 2 do câmbio robotizado I-Motion, a chegada do câmbio manual de seis marchas, e os opcionais navegador GPS integrado ao painel com tela tátil, faróis de neblina com função adicional de luz de conversão estática, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro e controle de estabilidade.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 06

Interior bem-executado e agradável; bons bancos

O preço básico da versão Highline com o câmbio manual de seis marchas é R$ 64.500 e com o robotizado ASG, o I-Motion, R$ 68.000 (o câmbio custa R$ 3.500). Com todos os opcionais, conforme o veículo I-Motion testado, vai a R$ 78.946, ou seja, R$ 10.946 ou 16% do preço do carro básico. O opcional de maior preço é o conjunto de teto solar e sistema de áudio com o GPS, que sai por R$ 5.078.

O Comfortline, de R$ 58.600, traz de série assistência elétrica de direção, ar-condicionado, sistema de áudio, pacote elétrico (acionamento elétrico de todos os vidros e espelhos externos), repetidoras de seta nos espelhos, volante ajustável em altura e distância, computador de bordo I-System, faróis e luz traseira de neblina, iluminação no porta-malas, banco traseiro rebatível e ajustável em distância (que aumenta o porta-malas para 527 litros) e rodas de alumínio de 15 pol. com pneus 195/55R15H.

O espaço para os passageiros do banco traseiro é apenas bom, como na prova “Bob atrás do Bob”. Nos encostos dos bancos dianteiros há mesinhas dobráveis.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 07

Embora não seja dos maiores, o espaço para os passageiros do banco traseiro é razoável, como mostra a foto “Bob atrás do “Bob”

O Highline, além desses itens, traz volante multifuncional revestido de couro com partes em preto brilhante, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, sapatas dos pedais de desenho esportivo,  moldura cromada dos faróis de neblina e frisos cromados no pára-choque dianteiro e laterais.

Como anda

O novo motor, combinado com as características de rodagem conhecidas do SpaceFox e outros modelos da marca, tornou o Highline ainda melhor. O rodar é confortável e comportamento em curva é típico de um sedã ou hatchback, sempre seguro e previsível. Se as coisa se complicarem numa curva, o controle de estabilidade está pronto para ajudar.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 01

Porta-malas acomodo 440 litros com o banco traseiro em posição normal e 527 litros, todo avançado, mas sem poder ser usado por passageiros

O motor tem funcionamento bem suave e pouco se percebe quando está em marcha-lenta. Realmente dá um toque de modernidade ao veículo. O câmbio I-Motion está num bom estágio de desenvolvimento e atende bem o uso normal e o mais acelerado, especialmente com o programa S ativado pelo botão no console. As trocas de marcha manuais podem ser feitas pela alavanca (para frente sobe marcha) ou pelas borboletas atrás do volante. Quando em operação manual as marchas sobem automaticamente ao chegar a rotação a 6.500 rpm. As trocas automáticas têm leve interrupção de potência que absolutamente não incomodam e continua a não haver o avanço lento (creeping), uma decisão da fábrica para evitar desgaste anormal do disco de embreagem.  A atuação  dos robôs é eletroidráulica.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 12

O estepe no Highline é temporário, corresponde à medida de pneu do Comfortline, mas dá para usar bem em caso de furo numa viagem

Com a introdução do câmbio manual de seis marchas a VW adotou o diferencial de relação 4.357:1 e o estendeu ao I-Motion, que antes tinha relação de 4,188:1. Resultado: ficou mais curto que o desejável em quinta, com v/1000 de 34,1 km/h, que no seis-marchas manual é 41,3 km/h para 120 km/h a 2.900 rpm, contra 3.500 rpm com o I-Motion. Tivesse permanecido o diferencial 4,188:1 a v/a000 continuaria 35,5 km/h, e a 120 km/h o motor estaria a 3.380 rpm, mais conveniente, especialmente em razão do motor mais elástico.

O consumo não é dos melhores, apesar do novo motor e do peso relativamente baixo do SpaceFox, 1.170 kg. Pelo padrão Inmetro/PBEV é de 10,7/12,1 km/l cidade/estrada com gasolina e de 7,5/8,5 km/l, idem, com álcool. O carro de teste estava abastecido com álcool e na rodovia dos Bandeirantes o computador de bordo acusou 9,5 km/l sem dificuldade. Recebeu classificação “D” na categoria e “B” na classificação geral, numa escala de “A” a “E”.

Em resumo, um carro agradável na cidade e muito bom de estrada, acabamento e visual interno conhecido da marca, inclusive o quadro de instrumentos de desenho limpo e de fácil leitura (“Wolfsburg”) e sem esquecer da útil faixa degradê no pára-brisa.  A direção é rápida, relação 14,8:1 com 2,9 voltas entre batentes, mas o diâmetro mínimo de curva deveria ser menor num carro de apenas 2.469 mm de distância entre eixo. A lamentar a falta de fixação Isofix para bancos infantis, que até o up! tem.

 

VW SpaceFox Highline I-Motion 20

Mas o hatchback “com puxadinho” até que vai bem.

BS

Fotos e vídeo: Paulo Keller

Veja o vídeo:

 

 

FICHA TÉCNICA VW FOX HIGHLINE I-MOTION 2015
 
MOTOR
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote Alumínio
Configuração / n° de cilindros Em linha / 4
Diâmetro x curso 76,5 x 86,9 mm
Cilindrada 1.598 cm³
Taxa de compressão 11,5:1
Potência máxima 110 cv (G), 120 cv (A) a 5.750 rpm
Torque máximo 15,8 m·kgf (G), 16,8 m·kgf (A) a 4.000 rpm
N° de válvulas por cilindro Quatro, atuação indireta por alavanca-dedo roletada, fulcum com compensador hidráulico
N° de comandos de válvulas / localização Dois, correia dentada / cabeçote, variador de fase na admissão, campo de 50º
Formação de mistura Injeção eletrônica no duto
Gerenciamento do motor Continental Simos 15
Combustível Gasolina comum e/ou álcool (flex)
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes / câmbio Dianteiras / robotizado
Número de marchas 5 à frente + ré
Relações de transmissão 1ª 3,455:1; 2ª 2,250:1; 3ª 1,517:1; 4ª 1,026:1; 5ª 0,740:1; ré 3,182:1
Relação do diferencial 4,357:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mín. de curva 10,9 m
Relação de direção 14,8:1
N° de voltas entre batentes 2,9
FREIOS
De serviço Hidráulico, duplo-circuito em diagonal, servoassistido
Dianteiros Disco ventilado de Ø 280 mm
Traseiros Tambor de Ø 200 mm
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio 6Jx16 – estepe aço 6Jx15
Pneus 195/50R16V – estepe 195/55R15H; Pirelli P7
PESOS
Em ordem de marcha 1.170 kg
Carga máxima 460 kg
Rebocável 400 kg com e sem freio
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, monovolume 4 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto 0,336
Área frontal 2,18 m²
Área frontal corrigida 0,732 m²
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 4.204 mm
Largura com/sem espelhos 1.904 / 1.660 mm
Altura 1.554 mm
Distância entre eixos 2.467 mm
Bitola dianteira/traseira 1.416/1.410 mm
CAPACIDADES
Porta-malas 440 a 527 L
Tanque de combustível 50 L
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 11,2 s (G) e 10,6 s (A)
Aceleração 0-1.000 m 32,5 s (G) e 33,1 s (A)
Retomada 80-120 km/h, 5ª 16,2 s (G) e 15,6 s (A); 
Velocidade máxima 185 km/h (G), 191 km/h (A)
CONSUMO INMETRO/CONPET
Cidade 10,7 km/l (G), 7,5 km/l (A)
Estrada 12,1 km/l (G), 8,5 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª 34,1 km/h
Rotação em 5ª a 120 km/h 3.500 rpm
Rotação em vel. máx., 5ª 5.600 rpm

 

NOVO SPACEFOX HIGHLINE 1,6 I-MOTION
EQUIPAMENTOS DE SÉRIE
Abertura elétrica da tampa traseira pelo emblema ou remoto
Acionamento elétrico vidros dianteiros e traseiros 1-toque
Ajusta da altura de ancoragem dos cintos dianteiros
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura e distância do volante
Ajuste elétrico espelhos com inclinação no direito
Alerta sonoro e visual de faróis ligados
Alto-falantes (4), tweeters (2) e antena de teto
Apoio de cabeça no banco traseiro (3)
Aquecimento
Ar-condicionado com filtro de poeira e pólen
Banco traseiro rebatível e ajustável em distância
Bancos revestidos de tecido
Barras de teto longitudinais
Câmbio robotizado de 5 marchas
Chave-canivete
Cintos 3-portos retráteis no banco traseiro (2)
Cintos dianteiros com pré-tensionador e limitador de carga
Colunas centrais externas com aplique preto
Computador de bordo 9-funções
Console central com porta-copos
Conta-giros e medidor de combustível
Controle de estabilidade e tração
Defletor de teto traseiro
Direção com assistência elétrica
Econômetro
Emblema “Highline” nas portas dianteiras
Espelhos e maçanetas de porta na cor do veículo
Faróis duplos com máscara escurecida
Faróis e lanternas de neblina
Gaveta sob o banco do motorista
Grade dianteira em preto brilhante com friso cromado
Iluminação e rede no compartimento de bagagem
Iluminação no porta-luvas
I-System com Eco-Comfort
Keyless – sistema de alarme com controle remoto
Lavador/limpador e desembaçador traseiro
Limpador de pára-brisa com temporizador
Mesinhas dobráveis nos encostos dos bancos dianteiros
Pára-brisa com faixa degradê
Pára-choques na cor do veículo com detalhe cromado
Pára-sóis com espelho e iluminação
Pedais com apliques em alumínio
Pisca-3
Ponteira dupla de escapamento
Porta-objetos removível e acendedor de cigarro
Porta-revistas nos encostos do banco dianteiros
Refletores no pára-choque traseiro
Repetidoras de seta nos espelhos
Rodas de alumínio e pneus 195/55R15
Sensor de estacionamento dianteiro e traseiro
Sistema de áudio com rádio AM/FM, toca-CD, Bluetooth, MP3, USB, SD-card e Aux
Sistema de partida sem injeção de gasolina
Sobretapetes de carpete
Soleiras das portas dianteiras na cor preta
Tomada 12 V no console central e no porta-malas
Travas elétricas
Volante multifuncional revestido de couro com apliques, borboletas de câmbio e comandos de áudio e I-System

 

(953 visualizações, 1 hoje)


Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • João Guilherme Tuhu

    Adoro esta Spacefox. Mas o preço é irreal. Pena.

    • Wagner Bonfim

      Infelizmente nosso país é irreal … pelos itens de série, acho que dificilmente a VW cobraria um preço menor nessa SpaceFox.

    • Bernardo Carvalho

      Verdade João Guilherme. Estive em um concessionário daqui de BH pra olhar uma SpaceFox nova. Tenho uma 2011 que me agrada muito. Econômica, bom espaço interno, dinâmica. Quando perguntei dos preços, tive uma taquicardia tamanha. 78 mil uma SpaceCross!!! O dobro do que paguei na minha!!! Olhei uma Fiat Adventure e idem, preços acima de 60 mil! Nessa faixa de preços acabei aderindo a moda dos mini- SUV´S e comprei um HR-V… Acho que com esses preços é o fim das peruas compactas no Brasil. Não compensa mais comprar peruas, realmente o preço dela e da Adventure estão irreais.

      • Danilo Grespan

        A propósito, excelente compra!

    • Fórmula Finesse

      Por R$ 58 mil, você compra praticamente o mesmo carro (mesmo que sem a caixa robotizada) – o pacote técnico é o mesmo. As firulas são caras – todavia, na versão que citei, ainda leva uma das melhores (se não a melhor) caixa de câmbio da indústria nacional. Tendemos muito a ver antes de tudo o preço das versões mais caras, mas a época atual preconiza pesquisa, regateio…parcimônia.

      • CorsarioViajante

        MFF, no site da VW a Highline PARTE de R$ 64.490.
        A SpaceFox de 58.000 é a Comfortline com o cansado 1,6 8v e câmbio de cinco marchas.

        • Fórmula Finesse

          Aff…aí não vale a pena, realmente! Com R$ 65 mil reais eu encontro carros de um naipe superior, mesmo que não sejam stations…

          • CorsarioViajante

            Esta política da VW de oferecer o motor novo só nas versões de topo é osso.

  • Davi Reis

    Ficou um belíssimo carro, bem equipada, bonita (especialmente com as rodas 16 e teto solar) e com muitos recursos atuais, mas me espanta cobrarem 10 mil reais a mais em relação ao Fox Highline. Esperava também um consumo um pouco melhor do que isso, mas imagino que com o câmbio de 6 marchas, gaste menos. Falando nisso, bem que a VW poderia ter enviado uma unidade com câmbio manual pro teste, já que o Fox I-Motion passou por aqui não faz muito tempo.

    • Luis Felipe Carreira

      Câmbio manual é igual sempre, só é melhor por ser 6 marchas e a forma como o motorista usa. Já o I-Motion que gera polêmica e é sempre bom mostrar e falar do que muda em calibrações etc. Particularmente acho que se o I-Motion recebesse a 6ª marcha seria difícil optar pelo manual nos dias de hoje, mesmo eu gostando bastante do câmbio tradicional. Achei bem interessante os ângulos da câmera, deu para ver que a cabeça só mexeu no momento de transição AK-BS onde o câmbio teve que se adaptar, mas rapidamente ficou perfeito.

      • Davi Reis

        O entrosamento do novo motor EA-211 com o câmbio automatizado já era conhecido do leitor do site, mas não o casamento com o câmbio de 6 marchas. Por isso acredito que teria sido mais proveitoso. Mas concordo sobre a suavidade de funcionamento do câmbio, andei em um Fox Highline, apenas na cidade, e fiquei impressionado com a suavidade da caixa. Também notei no vídeo como as trocas são feitas com uma classe realmente notável.

    • Dieki

      fazer 10,5 na cidade com um carro 1.6 tá bom.

  • Eduardo Silva

    Carro bom para viagem mas sem relação longa na última marcha é triste hein. E também não vejo o menor sentido em subir marcha empurrando a alavanca.

    • André Stutz Soares

      Essa discussão da alavanca já deu pano para manga… risos

      • Danilo Grespan

        Bob comparando com controle remoto da TV em 3,2,1… rs…

        • Luis Felipe Carreira

          Ou com botoeira de elevador, Danilo. Haha
          Na minha opinião, essa discussão não leva a nada, uma vez que nos acostumamos fácil seja qual for o sentido de trocas, isso se confirma quando usamos um câmbio manual, não há uma regra, você pode aumentar marcha para trás (3ª > 4ª) ou para frente (4ª > 5ª). Pode haver sim preferência pessoal, mas acho que não existe um “mais correto”.

    • Lorenzo Frigerio

      Talvez você não tenha prática com automáticos pré-eletrônicos.

      • Domingos

        O que tem a ver, Lorenzo?

        • Lorenzo Frigerio

          É simples. Os automáticos de comando hidráulico nunca tiveram mais que 4 marchas, sendo a 4ª. “overdrive”. Portanto, o padrão da alavanca, na direção ou no console, era P-R-N-OD-D-2-1. Ou seja, subia para frente e reduzia para trás. Quando surgiram os câmbios eletrônicos com mais de 5 marchas, a coisa ficou confusa, pois era muita marcha para colocar na alavanca, então colocaram apenas uma reduzida ou duas. Posteriormente veio o Tiptronic, mas quem é mais jovem não tem a conexão com os câmbios originais. Creio que isso levou algumas empresas (francesas p. ex.) a ignorar a tradição e inverter o sentido.

  • Bob Sharp, muito bom o vídeo. Parabéns pela matéria

  • Acyr Junior

    O casamento motor/câmbio parece ser perfeito, com notável evolução do conjunto. Volkswagen, que tal disponibilizar essa receita para a Saveiro Cross ?

  • CorsarioViajante

    Sofre do mesmo mal do Fox: a versão “comprável” não interessa e a versão que interessa custa caro demais.
    O motor é interessante, o câmbio de seis marchas também, até gosto da proposta da “peruavan” e toparia ter uma ao invés de um hatch, mas… Por este preço… Pode esquecer.

    • Domingos

      Perfeito. Uma pena, porque é bem interessante o carro.

      • CorsarioViajante

        O que mais noto hoje é que “de longe” os carros estão todos legais. Mas nos detalhes, “de perto”, sempre tem uma pegadinha, um “pulo do gato” que te faz desanimar. Seja falta de equipamentos fundamentais, seja economia besta etc.

  • Roberto Alvarenga

    Os videos estão cada vez melhores!

  • Fórmula Finesse

    Fora o preço dessa versão mais completa, não há nada de errado com esse carro: espaçoso, versátil, bem municiado de motor (agora ainda mais), painel e interior em níveis bem decentes.
    A verão manual que começa nos R$ 58 mil (odeio quando escrevem “58K”…etc), já é uma opção deveras interessante para quem curte esse tipo de carro, que está em franca extinção.
    FF

    • Davi Reis

      Exato. Se não me engano, é possível levar a Highline de entrada por cerca de 60 mil reais. É caro, mas é mais razoável, ainda mais considerando que o carro já vem muito bem equipado (controle de tração, direção elétrica, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, luzes de neblina etc.).

      • Fórmula Finesse

        É cara, mas seus predicados técnicos justificam tanto o preço como um Ka 1,5 que passa dos R$ 45 mil…(ou seja, tudo é caro, mas uma SpacefFox de 58 a 60 não é o fim do mundo).

      • CorsarioViajante

        Highline manual parte de R$65.000.

  • R.

    O consumidor que se propor a pagar 78.000 nesse carro completo , pode fazer uma forcinha e comprar um um Tiguan ou Jetta TSI básicos por 94.000
    Acho que a VW perdeu a mão no sal !

    • Lorenzo Frigerio

      Aposto que o custo da Tiguan e especialmente do Jetta é mais baixo que o da SpaceFox, pois esta é argentina, mas ela tem que fazer um bom senso dos preços, devido às faixas de mercado. Ela provavelmente ganha muito no Jetta, mas existe um limite de importação do México, que não existe na Space. Políticas tarifárias absurdas do Mercob…

  • Fabio Toledo

    Quase 80 mil reais num SpaceFox!?! Sério?

    • $2354837

      Sim, sério, e quantas você viu na rua? Devo ter visto mais o HR-V da Honda esse mês do que vi SpaceFox em toda minha vida.
      Belo carro fadado ao fracasso pela política de preços da VW.

      • Fabio Toledo
        • $2354837

          Carro de rapel…. Geralmente as lojas independentes compram lotes da concessionária, que precisam uma quota mínima para fechar o mês. Comprei meu Sandero assim e consegui um bom desconto. O único problema que o carro vem como sendo usado para o seguro, se te roubarem em menos de 6 meses te pagam tabela Fipe. E você é o segundo dono do carro 0-km. Vale a pena… Um carro que comprei na época na concessionaria o preço era R$ 38 mil. Paguei R$ 35 mil em loja independente.

          • Fabio Toledo

            Carro de rapel, Luiz? É a primeira vez que ouço esse termo… Conheço como “boca” mesmo… rs

  • EJ

    Weekend e Spacefox já passaram de 10 anos de idade. E o resto da prole produzida no Mercosul já se foi. Preocupante o futuro desse tipo de veículo que tanto prezo.

  • Leonardo Mendes

    Sou fã confesso desse carro… comprei todas as revistas quando do lançamento e a paixão se consolidou quando andei em uma.

    Mesmo não sendo uma perua na completa acepção do termo eu diria que a VW acertou com ela… e o termo Sportvan se junta ao glossário de definições sem o menor sentido que os fabricantes criam do nada pra rotular seus carros (o Sport Sedan do Prisma é campeão absoluto, invicto e com três rodadas de antecedência).

    Nota pessoal:
    O Bob e o Arnaldo tem bom gosto em termos de óculos de sol.

    • Domingos

      Sport Sedan realmente… Ganhou a taça!

      A primeira era muito legal também, ao menos em proposta/design. Não entendo não ter feito sucesso, já que tinha preço bom e era bem mais interessante que o próprio Fox.

      Apenas a achava terrivelmente manca no lançamento.

      • Leonardo Mendes

        Acho que o que “emperrou” a SpaceFox foi viver por algum tempo com a Parati lhe fazendo sombra.

        • Domingos

          Mas a Parati já estava em fim de linha também. Com certeza não deve ter ajudado, mas o que acredito ter sido o principal foi falta de compromisso e vontade de vender o carro.

          Toda fabricante com uma linha extensa acaba caindo nesse erro. O certo seria naturalmente os concessionários e a fabricante empurrarem o cliente dos Fox mais equipados e aqueles que buscavam o Voyage para a SpaceFox.

          Mas tinha o CrossFox e tudo que fazia mais sucesso…

  • José Pedro

    Colegas, vou expor uma dúvida que tenho desde quando vi a matéria sobre o Logan com câmbio Easy’r:

    Muitas vezes vemos que leva-se um tempo até o câmbio se habituar ao modo de dirigir do condutor. “Porém”, eu (e imagino que outros também) compartilho o carro com minha esposa.

    Imaginei então que seria incrivelmente “prático” se houvesse como se associar, e indicar ao carro, qual o perfil que irá conduzi-lo. Talvez um banco de dados com 3 posições de memória fosse o suficiente…..

    Será que algo assim aumentaria demasiadamente o custo do veículo??

    Abraço e continuem com o bom trabalho!

  • Domingos

    Achei que ficou legal mesmo, um bom representante para as peruas. Com algum esforço, lembra uma Passat Variant. Realmente melhoraram bem o Fox, agora com um interior realmente bem feito e agradável.

    O consumo acredito que o manual deva alcançar boas médias, no que fica travando a situação apenas o preço. 58 mil é bastante no Fox peruinha, mesmo com esse motor. Encosta num Corolla GLi…

    10 mil a menos e faria um enorme sucesso.

    • Peter Losch

      Cara, o carro é completamente diferente de uma Variant… Parecidas só na licença poética.

      • Domingos

        Por isso que falei com certo esforço (bastante licença poética mesmo…). Lembra uma Variant daquelas 98, vai…

  • Piero Lourenço

    O carro até e bom…. mas….78 mil Dilmas num carro como esse eu não pagaria… Fora o acabamento plástico duro padrão VW.

  • TDA

    Não conheço muito dos carros VW e uma coisa que não entendi foi a questão do motor. O EA111 é 1000 ou 1600? Caso seja 1600, como o EA211, para mim não faz sentido a VW ter dois motores de mesma cilindrada, um para cada versão do mesmo veículo.

    • Davi Reis

      Pelo menos enquanto a VW não tem um 1,4 16V aspirado, o EA-111 1,6 pode bater de frente com os concorrentes 1,4 (como Palio Weekend, no caso dessa categoria).

      • Domingos

        Exatamente. E fica bem melhor que a maioria desses 1,4 mais fraquinhos. Ainda tem sentido manter os dois motores.

        • Davi Reis

          Exato. A vantagem desse motor em cima dos 1,4 da Fiat e Chevrolet é simplesmente absurda.

          • Daniel S. de Araujo

            Concordo Davi…embora eu pessoalmente não seja simpático ao EA111 (ou é EA827 ou EA211), o desempenho dele é muito bom para seu conceito e com uma ótima curva de potência desde as rotações mais baixas.

            Muito melhor que os 1,4 GM, Fiat e PSA que no meu ponto de vista deixam a desejar em desempenho.

      • Fat Jack

        Concordo plenamente. Há de se entender que os 16v são mais caros de se produzir (e de manter também, apesar de que isso é algo que muito poucos consideram atualmente…), então é mais difícil de ser oferecido nas versões “de entrada” da motorização 1,6 sem “estourar” os preços (ainda mais na VW que normalmente tem o preço dos seus veículos acima dos praticados pela concorrência), acho também que não se pode dizer que o EA-111 deve desempenho.

        • Davi Reis

          Nesse caso da VW, o novo motor manteve os antigos valores de revisão, o que achei muito bom. E o EA-111 também não deve desempenho, de maneira alguma.

    • Guilherme Keimi Goto

      São dois motores 1600 e só deus sabe o que tem na cabeça da VW do Brasil em ter um motor moderno em produção e vender um cansado nos modelos de entrada. É um erro inadmissível.

      • Luciano Gonzalez

        O pessoal desce a lenha no EA111, mas pela simplicidade do conjunto, é um excelente motor, principalmente nas versões 1400 e 1600 cm³… simples, barato, robusto, bem calibrado… aí a fábrica resolve ouvir algumas vozes e coloca um motor mais sofisticado, aí a outra turma vai falar: olha, deve ser uma nota fazer manutenção nesse motor!
        Não me refiro somente à VW não, digo isso também com relação por exemplo, ao bom e velho GM FII 2 litros de 140 cv….tenho sérias dúvidas o quão o Ecotec 1,8 16v utilizado no Cruze é tão mais eficiente, porém, mais complexo…

        • Domingos

          O Ecotec dá conta de um carro super-pesado com boa agilidade, embora ruim no consumo.

          O motor foi uma grande evolução sim. O novo, com variador duplo, deve ser ainda melhor.

          Mas isso dos motores é praga de passar tanto tempo com um motor. O antigo se torna barato de manter e produzir e novo se torna uma dúvida.

          O EA-111 para mim tinha um defeito que era ser linear demais e ter um acelerador eletrônico que interferia em absolutamente tudo.

          No VHT virou um motor bem bacana, especialmente no leve Gol. Nos primeiros, chegava a preferir o velho AP.

    • Lorenzo Frigerio

      O EA111 será descontinuado, e a substituição é gradual.

    • Luis Felipe Carreira

      EA111 e EA211 são famílias de motores, engloba várias cilindradas, sendo a EA211 a família mais moderna atualmente, deve ser corte de custos manter o 1,6 8v (EA111) e 1,0 8v (EA111) no mercado, mas por enquanto a VW só disponibiliza a nova família nas versões de topo, diferente da europa, onde já se extinguiu a família 111.

      • TDA

        Luis, obrigado pela explicação.

  • Tessio R R Bonafin

    Não entendo que um item tão prático como o banco traseiro bipartido esteja ausente da grande maioria dos carros hatches compactos (e essa “sportvan” de quase 70 mil reais) no Brasil. Reparo que em todos os carros pequenos e compactos da Europa são itens de série. Por aqui nem como opcional são oferecidos, com raras exceções (Ônix, por exemplo) e nas versões mais caras, ficando restrito para os médios.
    Esse equipamento encarece muito um carro? Sei lá, para mim isso é muito mais importante que seta em retrovisor, friso cromado e outros badulaques do tipo.
    VW, como fã da marca peço, por favor, traga novidades com N maiúsculo…chega de pratos requentados.
    Abraços!

    • Fat Jack

      Concordo com você quanto ao absurdo da não disponibilização deste recurso, porém as setas no retrovisor (ou repetidores laterais) eu considero bastante importante devido ao atual posicionamento das setas dianteiras pelo lado interno dos faróis, impossibilitando a visualização por quem estiver nas laterais.

      • Tessio R R Bonafin

        Ah sim, as setas laterais são importantíssimas e necessárias. Me refiro ao posicionamento das mesmas nos retrovisores serem dispensáveis. Os carros que possuem este recurso estético deveriam ter também na lataria.

        • Domingos

          Isso de seta no retrovisor foi uma moda das mais infelizes, ainda por cima começada pela Mercedes-Benz! (Quem diria!)

          A seta nesse local não presta para NADA. Só para encarecer custos de reparação e dar uma beleza meio discutível, pois ela não consegue ser vista pelo motorista que se aproxima lateralmente e mesmo pela parte de trás do carro – justamente a função da seta lateral.

          Se fosse nos países europeus, onde é obrigatória a seta lateral, eu mandaria obrigar a não contar como exigência satisfeita a seta colocada assim.

          • Leonardo Mendes

            O Burgman 650 do meu pai tem setas nos retrovisores… que ficam posicionados tão baixo que se tornam, como você bem ressaltou, meros enfeites.

          • Domingos

            Sim, e isso quando eles não ficam completamente escondidos pela carcaça do retrovisor. É como se não tivesse nada ali, enfeite mesmo.

            E comentam que encarece muito o custo de reposição e reparo de um retrovisor assim feito.

    • CorsarioViajante

      Outro item muito útil para carros com vocação de estrada é o quase sempre ausente ou opcional controle de cruzeiro. Tenho no meu carro atual e uso cotidianamente. Aqui, neste carro, é mais um opcional num kit tecnológico que custa bem caro.

  • Fat Jack

    Depois de ter experimentado uma SpaceFox I-Motion (ano 2011) e gostado entre outros de sua boa dinâmica, me fazendo esquecer a altura da carroceria, confesso que senti-me tentado a trocar um veículo de câmbio manual por um de câmbio robotizado, pelo menos no veículo com o qual eu fiquei cerca de 2 semanas o funcionamento era exemplar tanto no modo automático quanto utilizando as “borboletas”. Mas com as opções atuais se eu fosse comprar uma hoje, optaria pela versão com câmbio manual pela última marcha mais longa (confortável, silenciosa e econômica), que é um fator que considero bastante.
    Particularmente gosto bastante da SpaceFox, no caso do modelo apresentado achei um pouco exagerado o preço e o consumo (mesmo acreditando ser bem possível marcas consideravelmente melhores – algo como 10/10,5km/l na pista), se juntarmos a eles o valor do seguro temos uma conta bastante salgada a pagar, mesmo preço de sedãs médios conceituados/consagrados (que também aprecio).
    Achei um pecado o encurtamento da relação em relação a versão anterior, parecia-me próximo do ideal, e com a motorização mais forte, a meu ver, poderia até ter sido levemente alongada.
    Bob, permita-me 2 perguntas:
    – As versões equipadas com o motor EA-111 também tiveram este “encurtamento”?
    – O consumo é específico para verão I-Motion, correto? (uma vez que tendo o câmbio manual de 6 marchar uma última marcha bem mais longa deve favorecer bastante o consumo rodoviário.

  • Vagnerclp

    Me surpreendeu a notícia da faixa degradê, tão importante, mas que está em falta na maioria dos carros atuais.

    • Danilo Grespan

      Eu tinha o costume de colocar um faixa de Insulfilm onde deveria ficar o degradê, mas infelizmente as lojas que aplicam estão se negando, uma vez que devido à parafernália eletrônica que está hoje embaixo do painel (e em cima também), e como na aplicação do filme pode escorrer água, não fazem mais esse tipo de serviço. A solução é um bom óculos escuros!

      • Domingos

        Acho que essa é desculpa de lojista. Sinceramente, a água vai sendo borrifada com sabão e é muito fácil colocar um pano ou espuma nas partes a serem protegidas.

        Se fosse assim, muito menos se poderia instalar filme no para-brisa — que colocaria água justo onde pode mesmo infiltrar.

        Aí o negócio é: cortar o filme na medida certa para que não fique feio é mais complicado, o trabalho é o mesmo ou maior que para colocar o filme no vidro todo e o cliente claro que não vai querer pagar mais por isso.

        Infelizmente o negociante brasileiro nivela muito por baixo a coisa. O serviço é só o basicão do basicão mesmo…

    • Cris Dorneles

      Tem degradê não…

      • Vagnerclp

        Na reportagem o Bob disse que tem.

    • Cadu

      Degradê é sensacional!

  • André Luiz Paiva

    Belo carro. A versão com câmbio manual de 6 marchas pareceu interessante. R$ 3.500 mais barata (ou menos cara) e 2.900 rpm a 120 km/h é muito bom. Pelo menos comparado ao que temos no mercado hoje. Boa para viagem.
    Ainda sobre este motor, a VW disponibiliza o Voyage com motor EA 111 com as letrinhas “MSI” na tampa do porta malas, porém, sendo este motor o EA 111, e não o novo EA 211.
    Pode levar o consumidor ao erro.

    • Domingos

      Ué, não era sigla exclusiva do EA211 o tal MSI? Realmente ando vendo um monte pelas ruas, faz suspeitar mesmo que nem todos sejam o 16 válvulas.

      • Adriano

        A VW chama de MSI todos os motores com potência máxima acima de 100cv. Em outras palavras, ela chama de MSI tanto o 1,6L 8V quanto o 1,6L 16V. Mas se não me engano o MSI escrito na tampa do porta-malas do 16v tem o I vermelho, enquanto no 8v o I é cromado.

        • Domingos

          Não fazia idéia! E sim, pelo que falaram, o 16v tem a sigla com o I em vermelho.

      • João Martini

        MSI 16v tem o I vermelho. Os outros tem o bom mas cansado EA111.

        • Domingos

          Bem notado. Realmente quase a totalidade que vejo é com o logotipo todo em prata/cromado.

          Só não entendi o porque dessa sigla para o 8 válvulas também, já que esse era o chamado VHT.

        • Mineirim

          Vulgo “AP”…

          • Luciano Gonzalez

            Não tem nem uma arruela do AP, AP é EA 827 e o primo mais próximo do AP é o EA 113 2,0 8v utilizado no Jetta

  • Dieki

    Eu gosto dessa linha. Tinha um Fox Prime e gostei muito do carro, é bastante sólido, em comparação com outros do mesmo segmento e mesmo com 60 mil km, continuava sem ruídos parasitas. O salto em relação ao Gol (o “G5”, na época, que também tive) é grosseiro. Mas a VW pesou a mão no preço e ficou muito distante da realidade. Acho a SpaceFox ainda mais adequada que o hatch, já que esse porta-malas maior é bastante conveniente, sem aumento significativo de peso.

    • Cadu

      Pois o Fox Prime da minha noiva tem muitos ruídos. Menos de 30 mil km, 2 anos de uso.

      Acho que o projeto do Fox , que não foi pensado pela VW, como “compacto premium”, foi mudando ao longo dos anos. Ele foi reposicionado e, com a saída do Polo, ganhando equipamentos e “mimos”.

      • CorsarioViajante

        Exato. E mesmo cheio de mimos e equipamentos, ainda é aquele carro de baixo custo criado para ficar no lugar – ou até abaixo – do gol.

        • Luciano Gonzalez

          Corsário, ele foi criado para substituir o Gol, mas quando a VW viu que o Fox ia bem e não atrapalhou as vendas do Gol, resolveram manter os dois carros em linha… agora, o Fox é um carro muito bem construído. Começou com acabamentos simples demais na minha opinião, mas deu um belo salto de qualidade a partir de 2010, e agora ainda mais…digamos que ele é o nosso Polo da geração anterior em versão tupiniquim, não têm o esmero do Polo mas é muito bem construído.
          Aliás, não vejo demérito em ter começado como carro de entrada, veja o up!, é uma joinha em termos construtivos.
          Abraço!

          • CorsarioViajante

            Também não vejo demérito em ter começado como carro de entrada, basta lembrar do Golf, que foi projetado originalmente para isso.
            Porém, o que quis chamar atenção é que, por baixo do acabamento que melhorou (seria impossível piorar!) e dos equipamentos que aumentaram (também seria impossível diminuírem! rs), a base ainda é a mesma lá de trás, e isso fica claro em diversos detalhes. Para mim só vai convencer mesmo quando receber nova geração.

  • Davi Reis

    Porque muitas vezes o carro de categoria superior oferece mais espaço do que a pessoa precisa, ocupa mais espaço do que a pessoa tem disponível, gosto pessoal, e por aí vai. Eu mesmo, por exemplo, adoraria ter um Voyage com o motor EA-211, mas mesmo se o carro existisse, eu estaria pagando a mais por algo que nem preciso tanto (porta-malas).

    • Daniel S. de Araujo

      Queria ver um Polo com esse motor…e por que não sonhar com um Polo 1,4-L turbo!!

      • Fabio Toledo

        Cara! O Polo sim hein!!! O, VWB!!! Como gosta de maltratar os colonizados!!!

  • Danilo Grespan

    Na primeira versão tinha um interior que não era lá grandes coisas, mas já era um bom carro para andar. Com a nova roupa da VW. agora é uma excelente opção, principalmente para quem tem família e mais bagagem, e não quer um supervalorizado SUV.
    Pessoal do Ae, aproveitando o espaço, poderiam algum momento testar BMW Série 1 e o Mercedes-Benz A200? Abs!

  • Guilherme Keimi Goto

    Meu conterrâneo, a verdade é que hoje essas porcarias vendem carro.
    Já vi lunáticos criticando o Citroën DS3 por não ter central multimídia no painel igual ao Chevrolet Onix… Haja hospício para tratar tanto louco.

  • marciayuna

    Linda, pena que ela (assim, Highline completa) não exista em nenhuma concessionária!

  • Cris Dorneles

    Esses dias andei numa dessas… Absurdo, esse painel parece uma casca de ovo….

  • Cris Dorneles

    E me admira, que esse porta-malas não tem carpete…

  • Davi Reis

    Com gasolina? Me recordo de testes em que o mesmo motor fez 10 km/l na cidade, com álcool (se não me engano, aqui mesmo no Ae, o Gol Rallye conseguiu esse número, diferença maior do que os 100 kg a menos podem sugerir).

  • Marcelo R.

    R$ 78.946?! Com esses preços, mais a atuação da dupla dinâmica, está explicado por que as vendas de carros estão caindo… rsrs

  • Cris Dorneles
    Tem carpete, estava retirado para mostrar o estepe no seu poço.

    • Cris Dorneles

      Me referia as laterais e ao encosto do banco, Bob.

    • Cris Dorneles

      Andei em uma Comfortline, e vi uma Highline no Salão da revenda… não vi nenhuma faixa degradê.

  • Cris Dorneles
    Da série “Morro sem entender”: para quê ficar apertando o painel?

    • Lorenzo Frigerio

      Pela mesma razão que se chuta pneu e se balança o carro para “testar os amortecedores”.

      • Domingos

        Uma coisa é certa: se for muito fino o plástico, quem tem criança ou transporta coisas corre o risco de fazer um belo furo. Do resto, sendo de boa qualidade, não tem problema.

        Obviamente que, apesar do maior peso/custo, quando mais macio e com certa espessura, mais agüenta bem o passar dos anos e mais agradável é – inclusive em termos de acústica.

    • Acho que está mais no campo das sensações. Digamos que ele quis dizer que o painel tem aparência frágil. Me faz lembrar o painel do Santana. Era simples, mas os materiais utilizados passavam qualidade e robustez.
      Na minha opinião, não faz diferença.

    • Cris Dorneles

      Não precisa entender ou deixar de entender… É meu gosto, prefiro um material mais amigo ao toque.

  • Cris Dorneles
    Como você pode dizer uma coisa dessas? Viu, guiou o carro?

    • Cris Dorneles

      Não guiei, mas já vi uma ao vivo….

      • Alessandro

        Não é por nada não, mas você olhou direito? No vídeo que o Bob postou da para ver nitidamente a faixa degradê, principalmente na parte final que ele esta falando sentado no banco do motorista e porta aberta.

        • Cris Dorneles

          Pois é, pode ser a falta de padronização que ocorre na VW/B, às vezes. Em 2004 encomendei um Gol Plus 1,6 Total Flex, completo, incluindo rodas 14 que segundo o vendedor vinham juntamente com o opcional direção hidráulica… Meu carro veio com aro 13-polegadas.

  • João Guilherme Tuhu

    Corsario disse bem: a comprável não interessa e a interessante é ‘incomprável’.

  • RoadV8Runner

    Legal saber que agora é oferecido câmbio de 6 marchas no SpaceFox Highline, junto do motor MSI. Pena que o modelo já venha recheado de equipamentos de série que não faço questão e eleve tanto o preço final do carro. Poderiam oferecer esse conjunto de motor e câmbio, mesmo que como opcional, na versão de entrada.

  • Lorenzo Frigerio

    Acho que o Fox Blue Motion tinha uma quinta ainda mais longa que essa sexta da Space. Bob?

  • Lorenzo
    Sim, era 0,673:1 no 1,6-L. No 3-cilindros é igual à desse SpaceFox, 0,740:1.

    • Domingos

      Com o mesmo diferencial?

  • Cesar Maia

    Nesses tempos de crise generalizada, uma mais simples e com o trem de força do up! I-Motion viria bem a calhar…

  • Domingos

    Verdade. Mas nessa SpaceFox o banco modula, o que pode ser até melhor que ser bipartido.

  • douglas

    RS 79 mil?
    Qual o valor então da SpaceCross?

    A VW definitivamente não participa da filosofia “Save the wagons”.

  • Domingos
    Mais longo ainda: 3,611:1

    • Domingos

      Então o 1,6 com I-Motion tem a 5ª mais curta que no BlueMotion 3 cilindros???

      3.700 a 120 reais realmente é bem exagerado e chato. Mas tem casos ainda piores.

  • Daniel

    Faz sentido. Embora houvesse a opção do 1,4-L da Kombi e Fox exportação.

    • TDA

      Faz sentido, mas não concordo com essa postura da VW. GM, Fiat, PSA, têm ou já tiveram (caso da PSA) motores 1,4 e a VW nunca teve interesse em motor intermediário. É tudo (1,6) ou nada (1,0). Em carros como os da família Fox deveria ter um motor 1,4 há tempos. Acho o carro muito pesado para o 1,0 e o 1,.6 é mais caro.

      • Domingos

        Logicamente, o 1,6 e o 1,4 devem custar quase o mesmo para fabricar – só que no 1,6 a fabricante ganha um bom tanto a mais por poder cobrar mais.

        Enquanto não houver demanda para uma versão intermediária onde o comprador rejeite a versão mais cara e fique insatisfeito com a mais barata (como você fala, só que em massa), não devem mexer nisso.

        Se mexerem voluntariamente seria para ganhar competitividade – o que seria ótimo!

    • Davi Reis

      Mas esses eram o EA-111, não compensaria lançar um novo motor dessa família agora, que já está sendo substituída.

  • Leandro

    O caro ficou muito legal. É o tipo de carro que estava pensando em ter no caso de aumentar a família. Mas aí penso, 78 mil dilmas…e aí você entra no site da Honda com o HR-V novo e o modelo intermediário custa 80 mil dilmas. E aí? Estão cobrando muito por pouco na Fox ou pouco por muito no caso do Honda? Ambos no final atendem ao mesmo nicho…tipo de perua para levar bastante coisa…

    • CorsarioViajante

      E, se você topar ser um pouquinho “excêntrico”, pode levar um 2008 THP manual.

      • Leo-RJ

        Caro Corsário,
        Infelizmente câmbio manual está mesmo se tornando coisa de “excêntrico”… rs

  • Davi Reis

    Acho que a versão Highline mais do que convence em relação aos predicados técnicos, é uma pequena perua cara, mas muito bem equipada em todos os sentidos.

    • Fórmula Finesse

      Me contaram que a Highline com motor 16V começa nos R$ 64.500,00 – aí já deixa de ser interessante (5 a 7 mil reais no orçamento total pesam).

  • Lorenzo
    Matou!

  • Fat Jack

    O torque dele sobra sobre o 1,4 GM, já o Fiat na verdade rende pouco mais que um 1,0…

  • Adriano e demais leitores
    Essa aberração só existe na VW brasileira porque o EA111 não existe mais na Alemanha e resolveram utilizar lá a seguinte estratégia de nomenclatura: motor até 100 cv, MPI; acima de 100 cv, MSI; turbo, TSI. Como o EA111 e EA211 1,6-L conviveriam aqui, não tiveram dúvida, colocaram MSI em todos os 1,6-L, diferenciando pelo “I” vermelho no emblema quando de trata do novo motor. Trapalhada das boas!

    • CorsarioViajante

      Trapalhada mesmo, decepcionante para uma marca que em teoria preza a engenharia alemã e tal. Para mim foi frustrante esta bagunça de versões.

    • Domingos

      Nossa, que bagunça! E ainda por cima ficou meio anos 90 siglas como MPI (acho que o up! a estreou novamente).

      Fora que penso que a MSI na Alemanha se refira aos “antigos” FSI, com injeção direta. Usar esse nome aqui, ainda mais no EA111, faz realmente pouco sentido – na verdade nenhum…

      Trapalhada mesmo. E mantendo o VHT para o 1,6 8v, ao menos manteriam a questão da credibilidade de não mudar motorização todo ano.

    • Davi Reis

      Imensa essa trapalhada. Deixassem o logo 1,6 para os antigos e o MSI para os novos, seria mais correto.

  • Paulo Júnior

    Caro Bob,
    excelente análise, como sempre.
    Vou deixar meu comentário, que vale não só para este carro, mas para vários outros. Vejo gente comentando que tal carro está caro, por x preço, e de fato, não só carro, mas tudo está caro neste país depois que os PeTralhas assumiram o poder, principalmente. Sem contar as inúmeras concessionárias que estão fechando e demissões.
    Falo isso porque a escolha do carro é muito subjetiva. Minha namorada, por exemplo, comprou um Uno Sporting, que ela dirigiu e gostou muito do carro, e muitos criticaram a escolha dela pelo preço, mas a realidade do país é esta. Qualquer carro no Brasil custa de 40.000 para cima, mas não significa que são “lixos” como algumas pessoas comentam em alguns sites, principalmente dessas “famosas revistas”. E são carros bons sim, não vi um único problema no Uno, assim como no up! que indiquei para minha mãe comprar, bem como no Gol que eu tenho. Entregam perfeitamente o esperado pra sua faixa de preço, além de agradar na dirigibilidade. Imagino que esta Space seja a mesma coisa, e comparar com o HR-V, dizendo ser da mesma faixa é covardia, pois estamos pegando o Space completo e preço de tabela, na concessionária conseguimos bons descontos e são carros com propostas diferentes. Vejo pessoas dizendo, “ela podia pegar um Corolla do mesmo preço do Uno”. Mas ela não queria o Corolla, e manter um carro, mesmo que tenha se desvalorizado muito, mas a proposta dele é outra. Ainda bem que temos respeito e pessoas que gostam de carros como eles são mesmo por aqui. Sempre me alongo nos comentários mas este é mais uma forma de elogio, pois aqui sim compreende-se, realmente, o Autoentusiasta.
    Abraço.

    • Domingos

      Bom, mas o que o HR-V básico não tem que a SpacefFox tem nesse preço? Essa é a questão.

      O carro é legal, mas salgaram demais. Outra coisa estranha da VW, meio provinciana, é essa política de jogar o preço de tabela lá em cima e deixar os concessionários ficarem negociando enormes descontos.

      Dá em tudo de errado. Concessionário que estoca uma cor só, concessionário que se recusa a fazer encomenda (ou faz como se estivesse te fazendo favor), demora em receber um carro um pouco diferente etc.

      Não que não seja bom dar descontos, mas poderiam reduzir essa diferença entre realidade e prática pela metade. Fora que assim como está meramente é para levar o cliente ao engano, achando que está fazendo um bom negócio por ganhar desconto – todo mundo vai dar.

      Compara com a venda do Golf, com preço mais ou menos igual em todas as VW e estoque único… Muito melhor em termos de negociação e atendimento. Você consegue o carro que quer ter também.

      • Paulo Júnior

        Concordo com você, tanto que essa prática de descontos por conta dos revendedores, penso que esteja atrapalhando as vendas da VW. Não estou reputando como correta a atitude dos revendedores e da VW, mas infelizmente é assim.

        Ah, quanto a HR-V pelada e Space completo, desculpe-me mas a Space, nesse caso, entrega (bem) mais sim. câmbio robotizado, rodas, controle de cruzeiro, teto solar, multimídia são alguns para citar, mas acho que são propostas diferentes, e concordo sim quanto a estratégia de vendas da VW. PS: o pós-vendas da VW é ainda pior rs…
        abraços.

  • Humberto Teshima

    O problema desses plásticos é o calor que empena tudo.

    • Domingos

      É um risco também… Ao menos em fotos parece que está tudo bem feito e montado, mas o tempo às vezes revela esses probleminhas.

  • Cris Dorneles

    Andei em uma Comfortline e vi uma Highline exposta na revenda… Nada de degradê.

    • Davi Reis

      A Volkswagen deixou a faixa degradê exclusiva pros modelos mais caros de cada carro. Pode reparar que todo Gol Rallye e Highline têm a faixa de série (um pouco clara, mas está lá), mas abaixo destes, nem como opcional. A mesma coisa acontece com o Fox. Típico caso de decisão sem pé nem cabeça.

  • Estevan Dario

    Ótima reportagem como sempre.

  • Domingos
    Em ambos a quinta é 0,740:1.

  • Cris Dorneles
    Então você fica tocando o painel. Entendi, mas não o motivo.

    • Filipo

      Penso que a percepção de qualidade de acabamento influi bastante no prazer de condução diária de um veículo. E por exemplo, se ao invés de plástico rígido, tivéssemos materiais emborrachados, como de regra temos em veículos do segmento médio no Brasil e como quase todos os veículos europeus possuem, teriamos veículos de maior qualidade.
      É o caso, por exemplo, do novo Fiesta. Quando vinha importado do México, o tabelier era todo em material emborrachado, mas quando começou a ser fabricado por aqui, o perdeu em prol de um tabelier feito de plástico rígido. A aparência, aspecto e percepção de qualidade caiu bastante.
      Mas quem sou, Bob, para afirmar algo. Essa é apenas a minha opinião.
      abraço.

  • Cris Dorneles
    Você não olhou direito, pois tem.

  • Domingos
    O que garante que se fosse o motor 1,4-L o carro custaria menos? Acho certíssimo, aproveitar o IPI menor e oferecer o 1-L e acima, ir logo para o 1,6-L, já que têm o motor.

    • Domingos

      Questões mercadológicas, Bob. Apenas elas, já que como falei e você também sabe, o 1,4-L deve ter quase o mesmo custo – se não exatamente o mesmo – de produção do 1,6-L.

      O preço intermediário ajudaria muito quem não se satisfaz com o 1,0-L, mas não quer ou não pode comprar o 1,6-L.

      A não ser que tirassem o 1,6-L de cena, aí o novo 1,4-L talvez não viesse a ter redução de preço em relação às opções atuais.

      Nesse caso, poderia haver algo como a Peugeot fez: unificar a linha Fox, por exemplo, só com esse motor intermediário e cobrar um preço também intermediário. Faria algum sentido, já que para as versões destinadas a entrar na faixa do falecido Polo, existe o 1,6 16v.

  • Cris Dorneles
    Tudo é revestido, exceto a parte inferior do banco. Veja na foto.

    • Cris Dorneles

      Bob… convenhamos que o acabamento do banco risca e o das laterias também (um bom exemplo era a finada Parati)… Se fosse revestido em carpete, certamente ficaria melhor.

  • Luciano Gonzalez

    Bom, eu tenho uma Trend 2014 bem completinha com o “cansado” EA111 1600… já tinha guiado várias, mas nunca convivido com uma por vários dias seguidos…Resolvi entrar em uma e digo que estou bem satisfeito com a minha, em todos os aspectos.
    O que mais me incomoda na minha são os solavancos em pisos bem irregulares (ninguém citou isso, mas é perfeitamente compreensível estes, devido ao acerto de suspensão feito para a altura do carro, boa carga de retorno nos amortecedores), porém convivo numa boa com a minha.
    Em casa somos eu, minha esposa e minha pequenina de 6 meses… enfio tudo que têm direito na mala da Space e vamos embora..
    Já fiquei pensando em um substituto para a minha Space… o que eu compro com essa versatilidade? Palio Weekend? Algum sedã? Nem mesmo um Jetta têm a mesma versatilidade. HR-V? Não gosto de SUV e este não tem a mala que a Space têm… Uma Jetta Variant semi-nova? Quem agüenta andar de 5 cilindros todos os dias? Eu não agüento.
    Acho que daqui um tempinho vou para a minha segunda SpaceFox, se bobear, vai ser uma Highline, e se bobear mais um pouco, vai vir com teto.

  • Leonardo Moreira

    Se o Jetta até 2010 é derivado do Golf, que é um hatchback, seria a perua Jetta um hatchback com puxadinho?

  • Leo-RJ

    Caro Bob,

    Não sei se seria uma comparação um tanto estranha, mas comparando o SpaceFox com o que seria a “Parati”, tendo por base o atual Voyage, penso que seria melhor mesmo uma nova versão da Parati, especialmente em tamanho.

    Abç!

  • Domingos

    Já ouvi horrores dessa prática, em especial para quem mora fora do estado de São Paulo. Dizem que compram o carro aqui, por ser mais barato, e ele vai rodando com painel desligado às vezes por mais de 1.000 quilômetros até o Sul ou o Nordeste para ser vendido abaixo do preço praticado lá.

    Fora a questão do emplacamento. Mas sendo só retirado por lojista mesmo, fazendo emplacamento em nome da loja para deixar claro que não teve dois donos, está em ordem.

    • Luiz_AG

      Besteira, é só espetar o scanner na injeção que ele mostra a quilometragem real. Não tive nenhum problema com isso.

      • Domingos

        Aqui em São Paulo é mais tranqüilo sim, por isso comentei que só tem de cuidar da questão de ter sido emplacado em nome da loja – e não de alguma pessoa física.

        Para quem é de fora do estado que começa o problema. E muitos descobriram assim mesmo, vendo que havia algo que mostrava que o carro não era mais novo.

  • Domingos

    A BMW também inverte o sentido.

    Realmente, para quem estava muito adaptado aos câmbios originais pode ser um problema.

  • Leonardo Moreira
    Sim, tanto quanto o Gol, que dele se originou o Voyage e deste, a Parati. Ou Uno-Premio-Elba. Falei em puxadinho por ter havido passagem direta para algo próximo de uma perua, uma vez que não houve essa “linha de sucessão”, para explicar da melhor maneira possível o que é a SpaceFox.

  • Leo
    Perfeito, a Volkswagen deveria ter feito a Parati acompanhando o Gol e o Voyage G5, seria o lógico.

  • Luiz_AG

    Sim, comprei um carro quatro anos atrás e o vendi para um familiar. O carro entrou como segundo dono, com 10 km rodados. Não tive problema algum nem com garantia (usei por causa de um cabo de embreagem rompido) nem com o carro em si. Só com o seguro que o cotou como “usado”. Caso de roubo me pagaria como usado do ano. Paguei 3 mil a menos que o preço praticado na concessionária. O carro continua perfeito até hoje, com 57 mil km.

    • Fabio Toledo

      Isso aí… Garantia normal, não tinha pensado nessa questão do seguro, ponto importante para quem pensa em comprar um Golf, não é?

  • Davi Reis

    Na tabela sim, mas acho que é possível conseguir algo melhor na hora da venda (ainda mais com as vendas tão retraídas).

  • Adm

    Concordo, mas acontece isso com os de dupla embreagem também, a troca da embreagem do New Fiesta ou Golf que seja , na concessionaria não sai por menos de 6mil e nas oficinas particulares ainda são pouco conhecidos.

  • Mauro

    Nunca vou esquecer que nos Estados Unidos vi CR-V e Sentra com calota e vidro de manivela, além de para-choques pretos em algumas picapes..

  • Rafael Gomes
    …como foi com o alternador: todo começo de novidade é assim, desconfiança, medo de mexer, depois a turma pega o jeito, domina o assunto.

  • Barroso

    O problema é custo mesmo. Quando me apareceu um robotizado para comprar, fui na oficina perguntar sobre a manutenção desse sistema. Quando me falaram só do valor do óleo utilizado por esses sistemas, que é diferente do modelo manual, já desisti de cara, é inviável.

  • Cris Dorneles

    Pois é.

  • Fat Jack

    Bob, 2 dúvidas minhas acabaram passando na moderação, se puder me esclareça:
    – As versões equipadas com o motor EA-111 também tiveram este “encurtamento”?
    – O consumo é específico para verão I-Motion, correto? (uma vez que tendo o câmbio manual de 6 marchar uma última marcha bem mais longa deve favorecer bastante o consumo rodoviário.
    Obrigado!

    • Fat Jack,
      O encurtamento foi apenas no EA-211. Sim, consumos sempre envolvem o tipo de câmbio que o veículo tem. E desculpe a demora em responder.

      • Fat Jack

        Imagina, e muito obrigado!

  • Iury

    São estilos diferentes, mas a Palio Adventure se aproxima do preço de um SpaceFox Highline e com um pouco mais de fôlego. Aqui o comparativo: http://carrosnaweb.com.br/resultcompara.asp?modelos=1443-2398

    • Luciano Gonzalez

      Iury, no conjunto da obra, a Palio é muito, mas muito inferior à Spacefox… pode andar menos, mas isso é apenas uma variante onde a Palio vai melhor.. de resto, carroceria, acabamento, ergonomia, refinamento técnico como um todo, câmbio, manobrabilidade, não dá para a Palio… a Palio é um projeto barato do meio da década de 90, a Space é derivada de um excelente projeto alemão do inicio dos anos 2000

      • Iury

        Nunca dirigi uma SpaceFox, mas não acho a Palio Adventure assim tão ruim. O câmbio manual de fato é um ponto fraco (não só da Adventure como da Fiat inteira, aquele trambulador deixa a desejar, ainda mais se comparado aos VW), mas o câmbio Dualogic é muito bom, e eu o considero melhor que o I-Motion da Volkswagen. De resto acho a Palio Adventure muito bem acertada, os novos modelos tem o interior com um bom acabamento e a posição de dirigir é muito boa. Quanto a plataforma, concordo que é sim uma plataforma antiga, mas a plataforma do Fox (PQ24) também é da década de 90. No final das contas os dois carros tem seus pontos fortes e fracos, e a escolha fica em nível pessoal.

        • Filipo

          A PQ24, por mais antiga que seja, não é comparável com a do Palio.
          Vamos ter coerência, a PQ24 é uma plataforma refinada, alemã, de projeto e concepção completamente superiores.

    • Luciano Gonzalez

      Iury, no conjunto da obra, a Palio é muito, mas muito inferior à Spacefox… pode andar menos, mas isso é apenas uma variante onde a Palio vai melhor.. de resto, carroceria, acabamento, ergonomia, refinamento técnico como um todo, câmbio, manobrabilidade, não dá para a Palio… a Palio é um projeto barato do meio da década de 90, a Space é derivada de um excelente projeto alemão do inicio dos anos 2000

  • Luciano Gonzalez

    Iury, são dois processos construtivos completamente diferentes, a Fiat, busca algo simples, barato e funcional, não vai lhe deixar na mão… a VW é muito mais refinada, soldada a laser, gaps, rigidez torcional, ergonomia.. entre debaixo de uma SpaceFox e veja o cuidado com que a engenharia têm com a aerodinâmica (é só um dos exemplos)… fica difícil para o consumidor comum enxergar, mas as diferenças estão ali…
    Abraços

  • Filipo

    Bob, o EA-211 junto com o câmbio MQ200-6F (manual de 6 velocidades) será o conjunto mecânico do Golf Mk. VII de entrada (Trendline) fabricado no Brasil a partir de julho?
    Ouvi falar que esta futura versão de entrada nacional do Golf terá também suspensão traseira por eixo de torção. Procede?

  • Filipo,
    Não se tem esse tipo de informação, antecipada, mas é provável que seja assim. Quanto a suspensão traseira por eixo de torção, não vejo como, uma vez que na Alemanha o Golf VII de entrada, o 1,2-L, é multibraço.

  • Filipo
    Nunca é a plataforma que define um carro.

    • Filipo

      Bob, mas ela ajuda bastante, não?

  • Filipo
    Se for, assim será, e nada se pode fazer senão criticar o retrocesso. Vamos esperar o lançamento aqui.

    • Filipo

      Com certeza.

  • Filipo,
    Ajuda em quê, pode explicar?

    • Filipo

      Uma moderna plataforma não pode ajudar um veículo em suas qualidades dinâmicas, como alto rigidez torcional, baixo peso, baixo centro de gravidade e suspensão mais moderna?
      Obrigado desde já pelo esclarecimento.

  • Filipo
    A plataforma não faz nada disso. Esse é um erro de conceito que permeia a imprensa e os interessados por automóveis. A plataforma é apenas a definição de um produto na fábrica. Como ele será, as qualidades que terá, não tem nada a ver com plataforma. Um bom e recente exemplo é o Jeep Renegade e o Fiat 500X: a plataforma é a mesma, entretanto são veículos completamente diferentes em caráter. Entenda que plataforma não é algo físico, que se pega. Outro exemplo é a plataforma Boeing 737: tem o 100, 200, 500, 800, aviões bem diferentes. A VW fez uma grande onda com a tal da plataforma MQB, que nada mais é que um projeto básico que pode gerar vários modelos de motor transversal. Isso nunca quer dizer que todos esses modelos terão características iguais devido à plataforma ser a MQB. Esse é um assunto que só interessa à VW em termos de simplificação da manufatura; para o consumidor não quer dizer absolutamente nada. Parodiando um antigo ditado, “só a plataforma não faz o carro” (Uma andorinha não faz o verão).

    • Filipo

      Poxa Bob, muito obrigado pela explanação. Eu tinha uma idéia completamente diferente, influenciada principalmente pela imprensa (revistas especializadas).
      Abraço.

  • Gabriel, não bem couro, é um material sintético. E, sim, vem volante multifuncional e borboletas. Tudo sobre o câmbio robotizado está na matéria, não viu?