GOLF VARIANT, OU O CONTRA-ATAQUE DAS PERUAS

Traseira

Num mercado inundado de suves como o brasileiro, possivelmente o mais novo símbolo de status do tipo “cheguei lá” — percebo isso nas conversas com pessoas do meu círculo, “vou comprar um SUV” — a decisão da Volkswagen brasileira em voltar oferecer uma perua é altamente elogiável. De certa maneira, a fabricante de São Bernardo do Campo se redime da falha inominável de não lançar a Parati correspondente ao Gol de 5ª geração em 2008 e, pior, tirar o modelo de produção em outubro de 2012. Não foi a atitude correta de um fabricante desse porte num mercado do tamanho do brasileiro, de 3,5 milhões de veículo por ano, quarto ou quinto do mundo.

E que perua incrível a VW volta a oferecer! A Golf Variant saiu junto com o Golf VII, linha apresentada no Salão de Genebra em março de 2013, encantando a todos. Essa geração do VW mais vendido atualmente compreende estrutura totalmente nova que se caracteriza sobretudo por elevada rigidez e construção com aços diferenciados para comportamento nos acidentes que proteja melhor os ocupantes. A Golf Variant não é novidade na linha VW, há tempo existe no mercado europeu.

 

Lateral

A Golf Variant foi exibida no último Salão do Automóvel, no ano passado, como maneira de sentir a reação do público para o veículo já planejado de ser importado e o resultado, segundo a VW, mostrou que a decisão havia sido correta.

A perua é um Golf em sua essência, com a forma de carroceria típica desses veículos, exatamente como ocorreu com o Gol e a Parati aqui no começo dos anos 80, um hatchback e uma perua, sem tirar nem pôr. O aumento de comprimento por conta da versão perua é de 307 mm. A produção é da fábrica da VW em Puebla, México.

Uma diferença importante é para o Golf é melhor aerodinâmica, em que o Cx baixou de 0,318 para 0,290 com área frontal praticamente igual — ligeiramente menor na perua, 2,17 contra 2,20 m² — embora dados de fábrica digam o contrário, a velocidade máxima que antes era de 212 km/h no Golf, é de 205 na Variant. O maior peso desta em relação ao hatchback, 1.357 kg contra 1.238 kg, ou 119 kg mais, responde por parte dessa diferença, mas afetou a aceleração: o 0-a-100 km/h piorou alguma coisa, é de 8,4 segundos no Golf e de 9,5 segundos na Variant — com exatamente o mesmo motor 1,4-L turbo TSI de 140 cv e 25,5 m·kgf e o mesmo câmbio robotizado de duas embreagens e sete marchas.

 

Frente

Fiz uma foto de 3/4 de frente e quem estava entrando no carro? O nosso Josias Silveira, estava lá a serviço de outro veículo de imprensa!

A única diferença para a versão equivalente alemã é freio de estacionamento manual por alavanca em vez de elétrico.

A apresentação à imprensa foi ontem na Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP) e seu miniautódromo, o suficiente para sentir que é uma perua no jeito, como se diz. Equilibrada de curva ao extremo e muito agradável de dirigir como o Golf do qual deriva, com a vantagem de levar 605 litros de bagagem contra 313 litros, praticamente o dobro. E com a vantagem das peruas (e suves) de nas viagens os passageiros do banco traseiro serem menos incomodados pelo sol devido ao prolongamento do teto.

Preços

A Golf Variant é oferecida em versões Comfortline e Highline, que custam R$ 87.490 e R$ 94.990, respectivamente.

A Comfortline “basicona” é básica em termos, ao trazer quatro freios a disco, auxílio à frenagem, controle de estabilidade e tração (fornecedor Continental), bolsa inflável até para os joelhos do motorista, alerta de pressão baixa dos pneus, ar-condicionado automático monozona, assistente de partida em rampa, conjunto elétrico (vidros, travas e espelhos), faróis de neblina com função luz de curva, sensor de estacionamento traseiro e dianteiro, sistema de infotenimento, desliga-liga motor e volante revestido de couro.

Por mais R$ 4.500 tem-se o pacote Elegance, que traz volante multifuncional com borboletas, controlador automático de velocidade, conjunto de iluminação e visibilidade, e rodas de 17″ com pneus 225/45R17W (16″ e 205/55R16V na básica).

Por R$ 8.890 há pacote Exclusive, que é o Elegance  mais sistema de infotenimento com navegador.

Como opcionais isolados, pintura metálica por R$ 1.200, perolizada por R$ 1.700 e teto solar por R$ 5.300.

Portanto, a Golf Variant Comfortline pode chegar a R$ 103.300.

A Highline traz de série tudo o que a Comfortline tem, mais ar-condicionado automático bi-zona, bancos de couro, controlador automático de velocidade, iluminação ambiente, sensores de chuva e crepuscular e volante multifuncional com borboletas.

Por mais R$ 5.820 há o pacote Elegance, com rodas de 17″ e pneus 225/45R17 (de série são 205/55R16 também), seleção de perfil do motorista, navegador com comando por voz e acesso sem chave com partida por botão.

Por R$ 15.700, o pacote Exclusive, que traz os itens do pacote Elegance mais faróis bi-xenônio com luzes de uso diurno por LEDs, assistente de luz para farol alto e controlador automático de velocidade adaptativo com as funções de assistente dianteiro e frenagem de emergência na cidade.

R$ 26.670 custa o pacote Premium, que é o Exclusive mais ajuste elétrico do banco do motorista, detector de fadiga, sistema de infotenimento mais sofisticado (Discover Pro), também com comando por voz, e sistema proativo de frenagem.

Opcionais isolados são as duas pinturas da versão Comfortline, rodas diferentes (Geneva) por R$ 1.200, roda Madrid por mais R$ 400 e o mesmo teto solar.

Desse modo, a Highline pode chegar a custar R$ 130.260.

A Volkswagen não informou consumo, como no caso do Golf com esse câmbio robotizado — só o manual, que é 11,7 km/l na cidade e 13,3 km/l na estrada, embora não deva haver diferença significativa com o robotizado (pode até ser melhor), mas a Golf Variant deve consumir ligeiramente mais, embora possa ser considerada bastante econômica. Os consumos acima representam etiqueta “A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.

Outra diferença notada em relação ao Golf é a direção mais rápida, a relação baixou de 15,5:1 para 13,6:1 e agora são 2,7 voltas entre batentes, ante 3 voltas. Notado também pela ficha técnica bitolas 10 mm mais largas.

Vai pegar?

A grande dúvida é como o mercado brasileiro reagirá a essa reintrodução da perua sob forma de um excelente produto como a Golf Variant. A VW estima venda de 2.000 unidades por ano, mas acredito que passe bem disso, a julgar tanto pelo que se está pagando pelos suves, quanto pelo veículo em si, que acredito que vá agradar em cheio. Não há por que não.

 

Der neue Volkswagen Golf Variant

Porta-malas cavernoso: 605 litros (foto divulgação)

Muitos são céticos quanto à volta das peruas, que o momento é dos suves, mas assim como fui dos poucos a antever que o Fiat Tipo seria um sucesso aqui, quando editor técnico da revista Autoesporte nos anos 1990, repito a predição em relação à Golf Variant, um veículo bem construído, decididamente moderno e que proporciona um imenso prazer de dirigir. E não tem o odiado por muitos hoje pedal de embreagem! O espaço para os ocupantes é exatamente igual ao do Golf.

Duas coisas que costumo comentar nas minhas análises, uma não ter faixa degradê no pára-brisa — o que será que os marqueteiros da VW pensam a respeito, tenho a maior curiosidade —  e outra a satisfação de ver o bate-pé no carpete, um respeito ao consumidor que, como eu, detesta sobretapetes. O mundo já tem patrulhamento demais.

BS

 Fotos: autor salvo indicação em contrário

 

FICHA TÉCNICA VW GOLF VARIANT 1,4 TSI
MOTOR
Designação EA211 R4
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote Alumínio
N° de cilindros/configuração Quatro/em linha/cinco
Aspiração Forçada por turbocompressor, interresfriador de ar
Diâmetro x curso 74,5 x 80 mm
Cilindrada 1.395 cm³
Taxa de compressão 10,5:1
Potência máxima 140 cv de 4.500 a 6.000 rpm
Torque máximo 25,5 m·kgf de 1.500 a 3.500 rpm
Corte de rotação 6.500 rpm, limpo
N° de válvulas por cilindro 4, atuação indireta por alavanca-dedo roletada
N° de comandos de válvulas Dois, no cabeçote, correia dentada, variador de fase na admissão
Formação de mistura Injeção direta
Gerenciamento do motor Bosch MED
Combustível Gasolina comum (95 octanas RON)
TRANSMISSÃO
Embreagem Duas, automáticas, a seco
Câmbio Transeixo dianteiro de 7 marchas robotizadas à frente e ré, tração dianteira
Relações das marchas 1ª 3,500:1; 2ª 2,097:1; 3ª 1,343:1; 4ª 0,933:1; 5ª 0,974:1; 6ª 0,778:1; 7ª 0,653:1; ré 3,182:1
Relações da diferencial 4,800:1 e 3,428:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora de Ø 24 mm
Traseira Independente, multibraço, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora de Ø 19 mm
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mín. de curva 10,9 m
Relação de direção 13,6:1
N° de voltas entre batentes 2,7
FREIOS
De serviço Hidráulico, duplo-circuito em diagonal, servoassistido a vácuo
Dianteiros Disco ventilado de Ø 288 mm
Traseiros Disco de Ø 272 mm
Controle ABS, EBD e assistência à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio 7Jx17, inclusive estepe
Pneus 225/45R17W, inclusive estepe
Marca e tipo no carro testado Michelin Primacy de baixo atrito de rolamento
PESOS
Em ordem de marcha 1.357 kg
Carga máxima 523 kg
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, hatchback 4-portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) 0,29
Área frontal 2,17 m²
Área frontal corrigida 0,629 m²
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 4.562 mm
Largura sem/com espelhos 1.799 / 2.027 mm
Altura 1.468 mm
Distância entre eixos 2.630 mm
Bitola dianteira/traseira 1.549/1.520 mm
CAPACIDADES
Porta-malas 605 litros
Tanque de combustível 50 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 9,5 s
Velocidade máxima 205 km/h
CONSUMO INMETRO/PBEV
Cidade 11,7 km/l
Estrada 13,3 km/l
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª/7ª 43,5/51,9 km/h
Rotação em 6ª/7ª a 120 km/h 2.750/2.300 rpm
Rotação em vel. máxima, 6ª 4.900 rpm

 

 

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Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Que boa noticia, o retorno da perua……..tomara que as “peruinhas” venham também.

    • Mr. Car

      Tipo uma peruinha Novo Ka, Meccia. Alguma chance, he, he?

    • Cristiano Reis

      Quem sabe uma “Belina”, hein?

      • Emerson Souza

        É mesmo Cristiano, tinha pensado nisso quando lançaram esse novo Focus. Na Europa tem a versão SW. Poderiam comercializá-la aqui também e se tivesse o nome de Focus Royale, acho que ficaria show. Seria uma boa concorrente do Golf SW.

        • Filipo

          Boa! Mas na verdade nunca existiu Versailles Royale e sim apenas Royale, que era a versão perua do Versailles.
          Seria o retorno da Royale! Haha..
          A VW podia fazer uma nova Parati e a Chevrolet uma nova Caravan, quem sabe baseada na nova geração do Cruze.

  • Putz! E ainda por cima é linda…Sem pagar nada a mais por este opcional…

  • Vinicius

    ‘Num mercado inundado de suves como o brasileiro, possivelmente o mais novo símbolo de status do tipo “cheguei lá” — percebo isso nas conversas com pessoas do meu círculo, “vou comprar um SUV”’

    Brasileiro, comprando carro para impressionar o vizinho desde sempre!.
    Voltando ao post
    Bob, realmente as peruas fazem falta em nosso mercado. Em países como Portugal e Espanha, o mercado desse tipo de veículo é forte. Aqui no Brasil, nem tanto.

  • Mr. Car

    Pela volta das peruas, já!!! Outra coisa, Bob: também gosto da faixa degradê, e também gostaria muito de saber o pensamento dos fabricantes sobre elas. Por exemplo: nenhum Logan sai de fábrica com o para-brisa degradê, mas ele existe para o Logan, no mercado de reposição. Será tão mais caro para a Renault, colocar como item de série? Está certo que se cada um custar para eles mais R$ 10,00, no fim acabarão economizando em escala, mas por outro lado, se custar R$ 10,00 para eles e cobrarem mais R$ 20,00 no preço final do carro, o comprador não vai deixar de fechar negócio por isto, e eles ainda vão ter um lucro extra. Então…why not?

    • RoadV8Runner

      Essa do pára-brisa degradê para o Logan existir no mercado de reposição e não ser oferecido pela Renault, vai para a lista dos grandes mistérios da humanidade…

  • Sempre bom ter várias opções. Eu já não gosto muito de perua. Sou mais um sedã.

  • Gustavo75

    Bom saber que, apesar de cara, temos uma perua de qualidade no mercado. Para quem precisa de muito espaço para bagagem e tem “munição na agulha” para pagar, é uma excelente opção. Aproveitando a oportunidade Bob, o senhor ficou sabendo nesse evento de apresentação da perua alguma informação sobre quando será lançado e características técnicas do up! TSI? Obrigado.

  • Marcos Alvarenga

    Ainda fico com a 2008 e seu motor THP com câmbio manual, pelo mesmo preço.
    Para mim ela é mais perua do que suve.

    • CorsarioViajante

      Mais importante que se perua ou SUV, é ser manual e custear quase 10.000 a menos. Não dizendo que uma é melhor que a outra, mas pode fazer diferença.

    • Junior

      O 2008 é plataforma de compacto (208) e só custa essa fortuna por causa do modismo dos SUVs. Portanto, não é um veiculo comparável à perua Golf que é derivada de um veiculo médio de categoria superior. Se quer fazer bom proveito do dinheiro tem que ficar com o Golf que entrega muito mais por preço similar.

  • Renato Mendes Afonso

    602 litros é um volume maior que do porta-malas do Chevrolet Suprema, que tem perto de 4,80m. Essa é a vantagem da linha de cintura mais alta dos carros atuais, em detrimento da menor área envidraçada.

    Não haverá versão com transmissão manual?

    No mais, quando entrar no mercado, será a SW a ser batida.

  • Teu verdadeiro pai

    Pelo preço do teto solar, tu vais à feira de usados no domingo de manhã e compra uma bela Santana Quantum GLS, 2.0, modelo 89, com teto solar.

    • Fernando

      Todo teto solar em carro novo tem um valor razoável.

      Mas pelo menos hoje são elétricos…

  • Cris Dorneles

    Então Bob… Bela avaliação, e linda wagon. E o porta-malas é forrado com carpete, ao contrário da SpaceFox, onde as laterais são forradas de plástico, acabamento totalmente inapropriado no meu entender para um veículo multiuso e que eventualmente levará carga (pode riscar).

  • Emerson Souza

    Gostei da notícia. Já estava sentindo falta de uma perua média no mercado. Tomara que se firme em termos de vendas e que daqui há alguns anos possa comprar uma usada, quando tiver lá na casa dos R$60 mil… Deixo avisado aos futuros compradores que gostaria de ter um modelo na cor azul, interior claro (se possível) e com teto solar. Garanto que daqui 4 /5 anos eu a comprarei de vocês, hahaha. Vai ser uma boa substituta para meu tanque de guerra chamado Toyota Fielder.

    • Fabio Toledo

      Interior cinza de veludo! Foi o que mentalizei! rs
      Agora depois de 4/5 anos… Deve valer menos que 60 mil, não?

  • VeeDub

    Redução de peso entre atual MQB e antiga PQ35 = 1.357 kg x 1.515 kg
    158 kg a menos e maiores dimensões
    Viva a evolução das plataformas !
    Aços de ultra alta resistência e baixo peso.

  • Antônio do Sul

    Golf Variant = Golf hatchback + porta-malas com maior capacidade. Analisando-se essa equação de maneira racional, não teria por que não ser um sucesso. Os 119 kg a mais impactam no desempenho, mas muito pouco. O maior obstáculo será a irracionalidade, que se manifesta na forma de modismos…

    • Domingos

      1 segundo e 10 km/h a menos de final não é muito pouco não. Os 119 kg são pelo grande ganho em dimensões.

      • Antônio do Sul

        Segundo o comentário de alguém, não sei se aqui ou em outro site, a Autoesporte já levou a Golf Variant para a pista e ainda obteve resultados de velocidade máxima e tempos de aceleração menores do que os fornecidos pela própria Volkswagen e bem mais próximos dos valores obtidos pelo hatch.

        • Fórmula Finesse

          Ninguém testa velocidade máxima no Brasil…

        • Cadu

          Como quase todos os VW atuais
          Há dinamômetros obtendo números de potência e torque superiores aos divulgados nos TSI.

  • Leo-RJ

    Caro Bob,

    Que boa notícia mesmo! O mercado brasileiro está muito carente em termos de peruas.

  • RoadV8Runner

    Tomara que as peruas voltem a ganhar espaço no mercado nacional. O Golf Variant é espetacular, a começar pelo desenho da carroceria e o belo porta-malas de 605 litros.

  • Fabio Vicente

    Notícia boa: volta das peruas. Demonstra atitude arrojada da VW em resgatar este segmento em um momento difícil do mercado.
    Má notícia: preço. Embora sua concorrente mais próxima, a Volvo V40 custe bem mais na versão de entrada, e possui basicamente os mesmos equipamentos, é difícil pensar em uma Golf Variant quando se têm Ford Fusion, Audi A4 ou um mesmo o VW Jetta na mesma faixa de preço, apenas pelo simples prazer de se possuir uma perua.

    • Gustavo73

      O V40 é um hatch. E quem procura um perua está atrás de uma versatilidade que os sedãs não permitem. Fora o tamanho da mala que nenhum sedã da categoria tem.

    • Fabio Toledo

      Começou bem, mas depois ca*** no comentário… rs… Sabe aquele história se não na entrada… na saída! rs

  • Comentarista

    Quero uma Comfortline mais Elegance. Vai depender do seguro.

  • Lucas

    Me caiu o queixo quando li o volume desse porta-malas. Seria ele até o teto ou até o tampão?

    • Lucas
      Até o nível do encosto do banco traseiro.

      • Lucas

        Ou seja, em se precisando, ainda dá para carregar até o teto E também rebater o banco traseiro. Que outro veículo no Brasil carrega tudo isso, mais 5 pessoas, ao abrigo da chuva e com menos de 1,5 m de altura?

  • Mineirim

    Linda perua! A traseira é inclusive mais harmônica do que a da Jetta Variant.

  • Luís Galileu Tonelli

    Parece-me que a VW conseguiu chamar a minha atenção e talvez me fazer morder a língua. Wishlist do próximo carro. Vou aguardar a concessionária da cidade trazer e fazer um test drive.

  • CorsarioViajante

    Absolutamente, terrivelmente, obscenamente desejável. Que carro legal!

  • Bruno Rezende

    Estou dentro. Trocarei esse ano o Corolla da minha mulher, e essa Golf é a primeira da minha lista.

  • Costa

    Muito boa a matéria e espero que a perua faça sucesso.
    Já estou um pouco farto de SUV para cá, SUV para lá. Carro pequeno com altura de jipe.
    Tenho um Focus e outro dia dei carona para um colega de trabalho que tem um EcoSport, que sempre fala sobre o carro “maior” ser mais imponente no trânsito e tal, ele fez o seguinte comentário dentro do meu carro: “Nossa, o Focus é grande por dentro, hein! O EcoSport é muito pouco resolvido por dentro e pequena, quando passo a marcha minha mão bate no painel”.
    Resumo, cara tem um carro que só aparenta ser grande, mas que na grande realidade só é mais alto e com pneus maiores. Não vejo vantagem alguma, aliás, desvantagens, porque é muito alta e não passa muita segurança em curvas na estrada.

  • Daniel

    Que coisa linda!

  • Fernando Carvalho

    Que exemplar!!!

  • Vinicius

    Se a GM, ao invés do Cruze, trouxesse o Insignia, poderíamos sonhar com a Country Tourer…

    • Marconi Henrique

      Também existe a Cruze Caravan, mas o ideal, ao meu ver, seria fabricar o Astra Hatch e Caravan vendidos lá fora.

    • Matheus Ulisses P.

      Amigo, o Insignia compete com Mondeo, Passat. C5, 508, Laguna…. jamais poderia substituir um carro da categoria do Cruze, para isso existe o Astra.

      • Vinicius

        Cara, concordo. Mas pelo preço praticado, o Opel Insignia poderia ter vindo ao Brasil. A GM poderia ter trazido ou, ao menos, como o amigo abaixo mencionou, Opel Astra e suas versões.

  • Mr. Car

    Bem observado. O ideal é forração total do porta-malas com carpete, embora plástico já seja melhor que forração nenhuma nas laterais, como em muito carro. Aí fica aquele festival de riscos para piorar o aspecto já feio da lata exposta, fora os barulhos.

  • Mr.Car,
    Parece uma boa ideia
    Aqui entre nós creio que as peruas estão fora dos planos da Ford, principalmente no Brasil. É a minha impressão

    • Domingos

      Com o EcoSport, acho que o interesse em peruinhas da Ford no Brasil deve ser zero.

      Mas poderiam voltar com um conceito de uma perua realmente prática e compacta, quase um hatch grande, como era a Corsa Wagon.

      Na carroceria do Ka ficaria matador. Com um preço de seus 40 mil, seria um carro extremamente útil e interessante!

      • DPSF

        O problema é o “One Ford”, filosofia de produção. A SW do Ka teria de ser um produto Global, e ao que consta, o Ka passou raspando na trave… Acho que as fabricantes mais antigas em solo brasileiro estão errando ao deixar de lado esse segmento. A VW merecia uma Nova Parati, a Fiat uma nova Palio Weekend, a Chevrolet um Prisma SW e a Ford um Ka SW, mas, vai saber o que se passa na cabeça dos presidentes…

  • Cristiano, uma “New Belina”, quem sabe…..

    • Ilbirs

      Aqui daria para considerar como uma pipocada, algo que há muito não se via em uma Ford brasileira que parecia ter deixado para trás essa fama. Por que digo isso? Pelo tanto que o EcoSport caiu em vendas após a chegada do HR-V e do Renegade. Olhando para as ruas nos últimos dias, está aquela impressão de que estão adquirindo Renegade por causa da fila de espera para o HR-V. E talvez essa fila também se reverta em vendas para o 2008, outro que está muito bem construído.
      A Ford acabou deitando sobre os louros achando que só SUV pequeno seguraria bem o rojão e nessa, por não ter uma Focus SW Mk3, acabou perdendo a oportunidade de explorar um segmento que atualmente está bem mais livre que aquele em que outrora só havia o Eco ditando regras.

      • DPSF

        A Ford fazendo fordice… Como Carlos Meccia não nos deixa mentir, a Ford sempre hesita no mercado brasileiro, e isso sempre beneficiando os concorrentes. Enquanto a Chevrolet vende uma boa quantidade de Camaros, a Ford titubeia em importar oficialmente o Mustang… enquanto todos os outros populares tinham 4 portas em 2007, a Ford lança o Ka com apenas 2 portas e morreu tendo apenas duas… e muitas outras situações que os senhores podem lembrar melhor do que eu… A Ford teve tempo de pensar e criar algo que diferenciasse o EcoSport dos demais concorrentes e não o fez. Tipo alongar a plataforma e criar espaço para mais dois lugares ou uma EcoSport picape… a Ford não o fez e está sendo engolida pela concorrência justamente no segmento que ela inaugurou e não soube manter a hegemonia. Na época do lançamento do Duster, eu já sabia que a Ford ia dividir as vendas com o Renault, perdendo um pouco do mercado, justamente porque o Duster trazia mais espaço no porta-malas e sem aquele horrível estepe pendurado. E olha que o Dacia não é um primor de design… A Ford brasileira não tem jeito….

    • RoadV8Runner

      Eu sonho com um Fusion Wagon… Ficaria uma obscenidade de beleza!

    • Cristiano Reis

      Carlos,

      É interessante como as coisas acontecem, hoje lendo a história do Tempra Ouro, refleti que na minha casa nunca tivemos carros, nunca tivemos condições de ter um (tive um carro primeiro que meu pai, devido ao trabalho, um Palio 99 que comprei de minha avó), sempre foram motos, andei de moto de 99 (com 13 anos de idade, uma irresponsabilidade total) até 2010 (quando peguei o Palio). Mas meus avós sempre tiveram, e as maiores lembranças que tenho de automóveis são do teto branco com pintinhas pretas do 147 do meu avô materno, de quando ele trocou o carro em uma Pampa, com aquele vidro corrediço traseiro e a caçamba forrada com madeira, era uma Pampa prata, e da Belina do meu avô paterno, na qual eu sempre viajava no bagageiro no qual eu me deitava e via aquela luzinha no teto em formato de “meio-ovo”, naquela Belina preta…

      Depois do Palio, tive um Mille 2011, e fiz meu pai comprar um Linea do mesmo ano… Me desfiz do Mille e comprei um Ka 2007, hoje possuo um novo Ka 2015.

      Refletindo sobre isso tudo, acho que herdei o DNA da Ford de meus avós sem nem perceber, até porque um tempo achei que gostasse de FIATs. 😀

  • Julio

    Será que vem com câmbio manual de seis marchas na versão de entrada, assim como o Golf?

    • Ilbirs

      Infelizmente não. Considero essa uma bobeira sem tamanho da VW, ainda mais que afugenta quem gostou do Golf VII manual, mas gostaria de algo que levasse mais bagagem. Considerando-se também o fato de famílias terem mais gastos e esse ser um veículo destinado a elas, a transmissão manual também agregaria interesse pelo fato de sua manutenção ser mais barata.

      • Domingos

        A manual deveria vir com os Golfs 1.6 16v, motor e câmbio que também cairiam bem numa versão mais básica dessa perua.

        Aí a VW vai ter que reaprender a vender carro acima dos 40 mil, pois vai vender muito. Algo como um flashback dos anos 2000, com o Golf 4 nacional.

        • Fabio Toledo

          Seria a mais nova e anêmica perua! Não gosto dessa política.

          • Domingos

            Anêmica não ficaria… Seria algo melhor que uma Grand Tour 1,6 16v, que apesar de parecer pouco era bem agradável e até ágil.

            Para uma opção mais barata e com câmbio manual parece legal.

            Bem melhor que os Golfs 1,6 8V que eram bem fraquinhos, mas venderam horrores.

          • Fabio Toledo

            A Grand Tour 1.6 é anêmica, imagina o Golf Variant com toooda essa estabilidade… Talvez com algumas modificações no sentido Bluemotion… Mas mesmo assim, eu não compraria.

          • Domingos

            Não era anêmica não. Ela andava bem se esticada e andando devagar o bom torque daquele motor a levava bem.

            Porém óbvio que não era um carro de desempenho. O 0-100 era na casa dos 11-12 segundos, contra 9 dessa Variant.

            Pensando que o peso seria pouca coisa acima da Grand Tour, porém ganhando uns 10 cv na prática, ficaria boa.

          • Fabio Toledo

            Tive que procurar né! ; )
            12,8… 12~13, mais pra 13! Ou seja Anêmica! Toma nabo de Celtinha! O ronco do motor enganava bem… Parecia ter ânimo, mas na verdade era anêmica… hahahaha… Mesma situação do 307 1.6 era anêmico também… Não existe milagre, e aliás o resultado do Golf Variant seria melhor, pois esse 1.6 16v é oooutra parada, mas ainda assim não me convenceria, muito carro, muito chão, pra um motorreco focado nos tupinas aqui.

  • CorsarioViajante

    Para você ver como a percepção prega peças… Vejo muita gente jurar que crossfox é maior e mais espaçoso do que o Fox!

    • Ilbirs

      Maior ele é se considerarmos os centímetros a mais de comprimento adicionados por aquele estepe pendurado atrás. Mais espaçoso é claro que não e no máximo a cava do estepe vazia acaba servindo de fundo falso para alguma coisa.
      Ainda assim, com certeza sou muito mais um Fox normal e lamento que o grau de leiguice do povo tenha chegado a esse cúmulo de achar que aparência visualmente maior para uma mesma carroceria se confunde com acréscimo de medidas internas.

      • Domingos

        Tem gente que, se você estiver num sedã médio com 15, 20 anos de idade, vai achar que você é rico ou então ficar com inveja por estar num carro hatch do ano…

        Às vezes a burrice é enorme mesmo.

  • zeuslinux

    Muito mais negócio comprar essa perua do que uma HR-V top que está na moda.

  • Ilbirs

    Acho a abordagem da VW adequada ao partir para um segmento sem muita concorrência. Devem ter notado o tamanho da demanda reprimida oriunda de fãs de Fielder, Mégane Grand Tour e i30 CW, bem como da própria Jetta Variant, que foram deixados ao léu nos tempos atuais. Soma aí uma possibilidade para quem tenha gostado do Golf VII mas não iria adquiri-lo por porventura não ter porta-malas adequado para uso mais familiar.
    O que achei estranho foi a diferença de preços em comparação ao hatch. Ainda que seja natural haver um aumento de preços, uma vez que falamos de um carro que demanda mais matéria-prima, o acréscimo parece-me maior do que simplesmente essa diferença, o que pode afugentar pessoas, mesmo que estejamos falando de uma família que já é cara quando a traseira é curtinha.

    Também faz falta uma versão manual, de maneira a haver a correspondência total que há entre os níveis de acabamento do Golf que são repetidos com a carroceria mais comprida. Considere-se aí também o fato de transmissão manual ter manutenção mais barata que a de duas embreagens e um modelo que tivesse as seis marchas trocadas diretamente por quem a dirige também ganharia um apelo importante perante as famílias que pretende carregar, uma vez que daria uma forcinha no orçamento do lar ao tornar as manutenções mais restritas às habituais trocas de embreagem e lubrificante da transmissão. Nesse ponto considero uma mancada importante da VW, ainda mais se levarmos em conta o fato de a abordagem contemporânea do turbo “automatizar” qualquer transmissão manual por permitir que se fique o máximo possível de tempo na marcha mais alta e fazer as recuperações quase que só mudando o ângulo do pé no acelerador. Também acho bem-vindo o freio de estacionamento por alavanca em vez de botão, pois é uma coisa a menos para quebrar ou ter fusível para encher o saco.
    O porta-malas é bom e perguntarei ao Bob sobre a visibilidade dessa perua, ainda mais considerando-se a linha de cintura alta. Normalmente o esperado para uma perua é que tenha visibilidade melhor do que o hatch ou sedã do qual deriva. Vi que a coluna traseira é mais estreita que a do hatch, o que significa menos possibilidade de ponto cego, mas há o tal problema de se estar “enterrado” em lata e também haver o truque de se montar a cobertura da bagagem acima da linha inferior dos vidros.

    De resto, não há mais mesmo muito a dizer, pois é um Golf VII com traseira alongada. Vamos ver se dá um ânimo para que outros fabricantes explorem o segmento. Vai que de repente a Fiat brasileira emplaque fabricar o Aegea por aqui, ainda mais considerando que o recém-lançado sedã médio vai ter também versões perua e hatch, essa última substituindo o Bravo. A Toyota eu não acho que vá voltar aos tempos da Fielder, ainda mais considerando que sua perua média é um Auris com teto alongado e este tem estamparias diferentes das do Corolla. Também ficamos no “vai saber” em relação à Chevrolet, uma vez que por ora o novo Cruze só tem mesmo versão sedã, esta em duas formas diferentes (especificações chinesa e mundial). Sobre a Honda, acho muito difícil, ainda mais que está tentando resolver a charada de como manter o fluxo do HR-V bom enquanto Itirapina não chega. A Peugeot é que poderia concorrer bem nessa faixa, considerando-se o quão bem elaborada está a 308 SW sobre a base EMP2. Sobre a Ford, vou considerar a não-vinda da Focus SW Mk3 uma pipocada das boas, uma vez que o fabricante estava deitado sobre louros de um EcoSport que foi atropelado por HR-V e Renegade. Sobre a Hyundai, se essa já pipocou ao trazer a segunda geração do i30 com eixo de torção em vez de multilink, mais ainda pipocou de não trazer a perua.
    Porém, a sinalização já está dada: o segmento de peruas, seja das pequenas ou das médias-pequenas, está mais parado do que água em que Aedes aegypti bota ovos e isso significa oportunidade de menor concorrência a quem souber atendê-lo, ainda mais se compararmos com o segmento de sedãs médios-pequenos, que tem o maior número de marcas concorrentes entre todas as faixas de nosso mercado, e de SUVs pequenos, que subitamente ficou lotado.

  • Leister Carneiro

    Bela viatura, mas deveria ter a opção do 1.8 ou do 2,0 turbo, aí ia só faltar colocar asas. Mas, saindo da brincadeira, deve ser um carro muito gostoso de dirigir

    • Arruda

      Pelo menos a versão de topo podia vir com o 2 litros. Por 95 mil acho que merecia…

      • Fabio Toledo

        Deveriam lançar o GTI… pronto! Mas com opção de câmbio manual!

  • Ilbirs

    SUVs costumam ser enganadores quando o assunto é espaço interno. Sempre me lembro da vez em que andei em uma Blazer, sentado no banco traseiro. Além de apertado, eu estava no lugar central desse banco traseiro, o que era pouca coisa mais confortável que a mesma posição em um Chevette. Além disso, o porta-malas da Blazer era bem pequeno para o tanto de veículo que se tinha em mãos.
    Em relação aos SUVs derivados de plataforma de carro, a única vantagem que consigo ver mesmo é a de eles costumarem ser mais curtos que os sedãs ou peruas sobre a mesma base, como se pode ver pelo Tiguan e seus 4,40 m, mais curto que uma Jetta Variant. Pode ser alguma vantagem na hora de estacionar ou negociar uma passagem de faixa na cidade. Porém, para mim, se é para ser alto, que seja uma minivan mesmo, pois sei que mais dessa altura é aproveitada no habitáculo em vez de na distância do solo (se estiver entre seus 15 a 16 cm de altura livre, dificilmente baterá no chão). E vez ou outra, há umas minivans boas de dirigir, como já pude testemunhar ao guiar uma Xsara Picasso e ver o quão boa de curvas ela é, até mesmo comparando-se com carros de passeio de tamanho equivalente.

    • Domingos

      A linha Xsara toda era boa de curva. E realmente, a Blazer é um bom exemplo.

      Há muito tempo andei no banco traseiro de uma, que o pai de um amigo tinha comprado todo orgulhoso. Era uma Executive V6, com câmbio automático. Semi-nova, mas ainda assim um carro com muito status na época.

      Olha, atrás foi um dos piores carros que já andei – mesmo com os bancos de couro e tudo. Pior ainda que o carro estava lotado e ficou claro que o espaço era horrível ali atrás.

    • DPSF

      A Blazer no espaço traseiro era tão ou mais desconfortável que um Celta… para os passageiros da traseira, o joelho fica acima da linha de cintura, o que cansava em viagem mais longas, então o único jeito era viajar com as pernas abertas para atenuar esse cansaço, só que se fossem três passageiros nesse bendito banco, nenhum deles conseguia abrir as pernas… e tome câimbra e dor durante a viagem. Porta-malas minúsculo para o porte do veiculo e também o espaço para as pernas do motorista e do passageiro da frente nunca foi um primor.

      • Domingos

        Exatamente. O joelho lá em cima já cansava em 15 minutos.

  • Oli

    Parece um bom negócio.

  • Ilbirs,
    Absolutamente nenhum problema de visibilidade.

    • Ilbirs

      Bom saber que pensaram no lado funcional do desenho. Logo, vou acreditar que essas colunas traseiras, além de mais finas que as do hatch, também estão posicionadas de maneira bastante longitudinal, eliminando o ponto cego que geram apenas na base de regular o retrovisor interno para ver todo o vidro traseiro e o externo direito de maneira a se ver apenas uma ponta da carroceria que serve de guia na hora de passar de faixa.
      Minha indagação foi no sentido daquilo que vemos nos tempos atuais, em que temos fabricantes com vergonha de fabricar peruas, mas mesmo assim o fazendo e, para tentar disfarçar o óbvio de serem peruas, cometem algumas aberrações estéticas que tiram bastante funcionalidade (e visibilidade) das mesmas:

      http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/c/cc/2010_Cadillac_CTS_wagon_rear_–_10-30-2009.jpg

  • Lucas CRF

    Bob, ótima avaliação, como de costume. Algumas observações. O mais novo símbolo de status não são os SUVs. É o câmbio automático! As pessoas enchem a boca para falar que possuem um carro com esse tipo de cambio. Fiz uma pequena viagem numa Trailblazer a gasolina e, credo, que imundície que aquele câmbio apronta. Trocas inoportunas, conversor patinando sem necessidade, às vezes muito giro para a situação… uma beleza.

    Bom, imagino que tenha algo errado com esse 0 a 100. Uma alteração de menos de 10% no peso não seria suficiente para piorar tanto essa medição. Ou a perua é mais rápida que isso, ou a VW está escondendo alguma alteração feita no conjunto motriz.

    O veículo teria tudo para estar na minha lista de desejos, mas com esse câmbio – ainda mais considerando o que foi dito aqui da versão manual do Golf, jamais.

    Abraço

    Lucas CRF

  • Bruno C

    Melhor lançamento dos últimos anos! Já virou sonho de consumo. Minha única crítica, que acho fundamental em um carro família, banco de couro na versão de entrada.

    Espero que tenha muito sucesso e que venham concorrentes na mesma categoria. Quando trocar de carro daqui a alguns anos desejo pegar uma SW no lugar de um sedan.

    • Fernando

      Tem gosto para as várias opções.

      O couro mesmo, se desse eu optaria por um bom veludo mesmo na versão de topo. Ou alcantara como nos esportivos.

      • Domingos

        Muito mais confortável que couro, também mais bonito e precisa de menos cuidado. Mas couro aqui ainda é resquício dos anos 80, que só carro importado tinha.

        O pessoal coloca num fetiche que chega a ser doentio, tinha gente que jurava que isso mudava o carro completamente (geralmente para pior, dado que a qualidade do couro mesmo original costuma ser ruim).

        Depois passa 1 ou 2 anos e está lá aquele negócio encardido que mesmo limpando e hidratando fica velho. Num usado de 5 anos geralmente já está para trocar já.

        • CorsarioViajante

          Bem observado…

        • Cesar Mora

          Tenho de concordar em grande parte… os bons bancos de veludo de antigamente ou mesmo estes lindos conjuntos em alcântara, o belo jogo em Suede do Civic SI anterior… são muito mais interessantes que o couro, além do que a maior parte dos bancos em couro é produzida em “couro ecológico” “couro sintético” e qualquer outro nome mercadológico… tenho um carro com 10 anos e couro legítimo, e é totalmente diferente em relação a estes colocados em concessionária, a dissipação de calor, a resistência e o aspecto geral são bem melhores, além de que para famílias que eventualmente deixam crianças comerem durante os trajetos, é bem mais fácil mesmo para limpar os bancos em couro.

          contudo, no caso da Golf Variant achei acertado oferecer ambas opções, tecido ou couro, a gosto do freguês!

          • Domingos

            O Si tinha bancos fantásticos mesmo. Dizem que inclusive a Honda não deixava qualquer um comprá-los, para que não aparecessem em outros carros ou fosse copiado.

        • Cadu

          Geralmente os couros originais, de fábrica são os de pior qualidade, exatamente para atenderem legislações ecológicas.

          Coloquei couro natural em um New Fiesta que eu tive, ficou sensacional! Muito mais bonito e agradável que os bancos do meu atual Jetta TSI

          Há prós e contras, isso é tudo muito pessoal. O banco de tecido também encarde, mancha e é muito mais difícil de limpar.

          O único porém do couro, pra mim, é estacionar sob o sol

          Mas concordo que alcantara é sensacional. AIinda não conheci lugar no Brasil que trabalhe com/venda esta fibra!

      • Lucas

        Eu também dispenso o couro. Sapeca o meu couro se o carro fica sob sol.

      • Fabio Toledo

        Alcantara povoa meus sonhos desde o lançamento do Si!

    • Oli

      “…banco de couro na versão de entrada.” Não, obrigado!

  • Lucas CRF
    Mais do que a diferença de aceleração, acho estranha a velocidade máxima menor. Só percebi isso ao escrever a matéria hoje, pegando dados do Golf. Vou conversar com a fábrica a respeito.

    • Lucas CRF

      Verdade, Bob. Ainda mais que a área frontal corrigida da perua é menor que a do hatch (0,63 e 0,7, respectivamente). Tem algo que não está batendo.

      abraço

      Lucas CRF

    • Domingos

      Limitador eletrônico, talvez?

      • Fabio Toledo

        Muito provavelmente!

    • Fabio Toledo

      No aguardo Bob, estou curioso!

    • Cadu

      Com esse cx e área frontal, é estranho mesmo
      A aceleração se explica pela inércia.
      Tirar um corpo da inércia é sempre necessário maior trabalho

  • Luciano Gonzalez

    faço das suas palavras as minhas

  • Luciano Gonzalez

    faço das suas palavras as minhas

  • Luciano Gonzalez

    Sensacional… como deixar de comprar uma obra prima destas para comprar um HR-V??

    • Luciano Gonzalez
      “Vou comprar um SUV”…

      • Luciano Gonzalez

        Boa Bob!
        Abraço!

      • Tessio R R Bonafin

        Eu acho muito engraçado quando começa esse papo de SUV/Status nos blogs automotivos e os donos desses veículos justificam a escolha assim: “só comprei um suv porque onde moro é muito esburacado, cheio de valetas e imperfeições horrendas nas ruas, blábláblá…” Onde esse povo mora??!?! Tudo bem que as ruas brasileiras são esburacadas e tal, mas é pra tudo isso?
        Fica mais bonito admitir que gosta de carro com posição de guiar alta, ou que tamanho de carroceria importa pra ele, além de agregar status ao camarote, claro. Ou então coloca a culpa na esposa…

        • Cadu

          Boa! Dirijo por Belo Horizonte inteira, passo por ruas ruins e esburacadas e meu Jetta TSI não raspa, nem nunca furou pneu.
          Vários amigos e colegas moram em bairros até melhor asfaltados e andam de SUVs com essa desculpa
          É aquela desculpa esfarrapada que você usa para justificar qualquer coisa irracional!

    • Fernando

      E olha que ontem observei por onde andava, não paravam de aparecer HR-V, e reparei estavam em diversas cores.

      Nada contra o carro ou atributos, mas realmente hoje parece que se vende muitas coisas pelo rótulo.

  • Lucas dos Santos

    Colega meu disse, certa vez, que, no dia em que ele puder comprar um Camaro, fará questão de andar sem nenhuma película escurecedora nos vidros do carro, mantendo-os o mais transparente possível.

    Mas não é para enxergar melhor, não. Isso é mera consequência. O objetivo, segundo ele, seria possibilitar que todos à sua volta vissem que era ele quem estaria dirigindo o carro!

    • Domingos

      Isso que não entendo em quem mete vidro muito escuro também. Geralmente quem lacra o carro com filme muito escuro gosta também de outras invencionices como rodas gigantes, ferrar com os faróis colocando lâmpadas ruins etc.

      Aí fica lá escondido com o filme escuro, mas queria aparecer ao máximo…

  • Milton Evaristo

    O fim das peruas se deve ao seguinte fato: quem diz que gosta, não compra.

    • Jonas Torres

      Bem observado. É muito blá blá blá e comprar que é bom nada.

      Por isso todas as fábricas as tiraram do mercado.

      Quando estavam para sair de linha, era preço de bacia das almas.

  • KzR

    Belíssima perua! Enfim um lançamento que vale a pena comemorar. Ou quase. Duas notícias ruins: preço e só oferta de DSG.
    A diferença de preço em torno de 6.190 entre hatch e perua (ambos DSG) permitiria pegar um Golf Comfortline com pacote Elegance, sobrando 1.690.
    Se fosse um Comfortline manual, a diferença seria 10.190. Ou seja, falta uma versão mais barata da Variant e uma distância menor dela para o hatch; ela só compensa pelo design e se o tamanho do porta-malas for necessário.

    • Tessio R R Bonafin

      KzR, não que eu tenha achado barato, mas se pensarmos bem, não é um produto fora da realidade em termos de valor se compararmos com os carros que ela concorre: Tem porte (e equipamentos, mecânica, etc) superior aos Suves compactos e similar (com exceção da altura, off course) aos Suves médios (CRV, Rav4, etc), sendo que custa pouco mais que os primeiros e menos do que os segundos citados.
      Enfim, é uma opção que fica no meio termo. Expressa bem o que é um “nicho de mercado”

  • KzR

    Bob, a área frontal melhor da perua se deve a menor altura de rodagem face a do Golf VII?

  • Domingos

    Bob, um pequeno errinho: “a velocidade máxima que antes era de 212 km/h no Gol, é de 205 na Variant”. Acho que era no Golf.

    Agora, uma coisa que me decepciona um pouco é a perua ter dimensões tão maiores que o hatch, adicionando peso e chegando a parecer visualmente quase que uma Passat Variant.

    O peso extra se explica com 10 mm a mais de bitola e mais de 30 centímetros de ganho em comprimento, quando o normal é manter bitolas e ganhar menos de 80 kg em relação ao hatch.

    Parece que não tem como mais fazer um carro “utilitário” sem grandes ganhos em espaço e dimensão. Não temos mais o conceito da pequena perua ou do pequeno sedã, tudo que for “família” tem que ser alargado e grandão.

    Isso me tirou um pouco do charme do carro. A Variant anterior, do Jetta, me parecia mais legal. Justamente por ser bem menor que uma Passat Variant, mesmo visualmente.

    O problema mesmo está nos pacotes de opcionais, do tipo acumulo de coisas para chegar até o que se quer (navegador).

    Daria para terem feito uma versão só com tantos opcionais e com tanto acréscimo de preço…

    Mas, carro legal e uma ótima ressurgida das peruas. Melhor que isso só se a Toyota relançar a Fielder, aí deveria fazer aquele movimento coletivo de voltar a ter força de vendas.

    PS: O que falavam do Tipo na época? Que eu saiba foi um sucesso desde o começo!

  • Domingos

    Pacote de opcionais nunca foi coisa boa. Todo mundo trabalhava com isso nos anos 90 e ninguém gostava, tanto que a maioria das fabricantes passou a trabalhar com versões fixas como os japoneses e no máximo com alguns opcionais por versão.

    Infelizmente pacote de opcionais serve para ficar vendendo acessório na rede de autorizadas, além de servir para empurrar ao cliente muito mais coisa que ele realmente quer.

    A logística é complicada e todo mundo sabe que na prática você compra o que estiver disponível ou em estoque, pois ter uma exatamente do jeito que você quer pode demorar bem mais que 90 dias.

    3 versões bem estudadas, com nenhum opcional ou pouca coisa mesmo, costumam ser melhores em tudo. Até na hora de vender, pois a tabela não os leva em conta.

    • Antônio do Sul

      Essa idéia de pacotes de opcionais, com o mercado tão tão disputado como está, talvez ainda sirva para empurrar alguns clientes não muito convictos do que querem para a concorrência, pois, para você levar o opcional que tanto quer, terá que pagar por aqueles que acha supérfluos.
      Sob o ponto de vista legal, não sei se os tais pacotes não configurariam a tal venda casada, vedada pelo Código de Defesa do Consumidor. Já que não se pode ter a livre escolha de quais itens se quer, deveriam ser considerados outras versões.

    • CorsarioViajante

      Penso exatamente como você. E acrescentaria que, para piorar, a política de opcionais torna difícil pesquisar e comparar preços tanto de novos como de usados.

  • FocusMan

    Quero uma do Focus!

    • Seria ótimo mesmo!

    • Paulo Belfort

      Que sonho! Na verdade, eu queria mesmo uma do Chevrolet Cruze!

      • FocusMan

        Puxa, não consigo gostar do Cruze, porque sei que ele é um Astra de baixo custo.

    • Domingos

      A da primeira geração tinha todo um charme, uma pena não ter vindo para cá.

      • FocusMan

        Linda demais mesmo! Imagino elas agora por aqui com alguns anos de uso, baratas e faceis de dar manutenção, sendo uma opção mais em conta para um carro famliar divertido.

  • V12 for life

    Costumo não gostar do design repetitivo da Volkswagen, mas sou um fã de peruas, está aí meu novo sonho de consumo.

  • Renan V.

    Eu nunca vi uma perua alemã feia, nem nunca verei, mas essa é linda demais da conta!

  • Domingos,
    Como assim,.decepciona? Você tem a mesma opinião quanto à Parati, que tem dimensões maiores que o Gol? Essa juro que não entendi. O erro foi corrigido.

    • Domingos

      Bob, o que quis dizer é que esperava uma perua mais “magrinha”.

      Tanto a Parati quanto a Spacefox mantêm as dimensões básicas dos seus carros base, Gol e Fox. Nessa houve um enorme ganho na traseira – mais que o esperado, porém com o ganho de um ótimo porta-malas – e também se mexeu bem em peso, bitola etc.

      É quase outro carro, visualmente e também tecnicamente.

      Não que isso seja ruim. Como disse, ganhou-se um enorme porta-malas. A bitola maior deve ser mais adequada ao maior peso também.

      Porém eu pessoalmente gostaria de um Golf com teto esticado apenas. Questão de achar o tamanho interno/externo suficiente…

  • KzR
    Só pode ser isso, mas a VW não tem informado mais a distância mínima do solo, pela qual se poderia ter certeza.

    • Fabio Toledo

      Perder em arrancada faz sentido, agora em velocidade final não deveria ser melhor que o Golf?

  • KzR
    Não custava nada (exceto custo de homologação junto ao Denatran para obter o Renavam) oferecer versão de câmbio manual. Baratearia um pouco e daria mais popularidade ao veículo.

    • CorsarioViajante

      E reforçaria o caráter “gostoso de dirigir” do Golf, ainda que o DSG seja brilhante.

    • Ilbirs

      Volto a bater aqui na tecla de que valeria a pena uma postagem sobre o sistema de homologação brasileiro, que acaba contando variações em uma mesma carroceria como se fossem modelos diferentes, o que pode ser parte do problema de termos poucas cores de interior, poucas opções de transmissão e outras.
      No caso específico da Golf Variant, uma transmissão manual inclusive ajudaria a diminuir custos de manutenção, algo importante considerando-se o orçamento de uma família (e aqui pensando que reparos em uma transmissão de duas embreagens podem ser extremamente caros).

    • KzR

      Sem dúvidas, Bob. Este custo é ínfimo perto do que a VW pode apurar em vendas da perua ou até mesmo de outros modelos. Executivos falam em economia de escala e padronização, mas se esquecem que podem perder importantes clientes pela falta de opção.

  • Milton Evaristo,
    Você tem razão, tanto que a Toyota, a Volkswagen, a Renault, todas estão com os pátios repletos de Fielder, Parati e Grand Tour de quem gostava delas mas não as comprava…

    • Arruda

      Bem lembrado Bob.
      Quando a Toyota anunciou o fim da Fielder houve até correria nas concessionárias para arrematarem as últimas unidades.
      Eu tenho uma perua média já antiguinha (15 anos), que não vai sair da família tão cedo. Tive uma compacta antes dessa.
      Meu carro atual de uso diário é um hatch porque não havia versão perua dele. Aí vem aquela famosa questão Tostines.
      Assim como a ditadura do preto e prata está passando, acho que as peruas vão voltar. Talvez não um retorno glorioso, mas um onde encontrem seu bom espaço no mercado.

    • Ronaldo Nazário

      Só faltava essa, já saíam de linha há tanto tempo!? Fábrica de automóveis não é Santa Casa, se perua tivesse saída, estariam aí. Uns meses atrás, ainda havia Fluence GT nas concessionárias: o pessoal não queria câmbio manual?

  • Cris Dorneles

    Sim, mas para mim ser revestido de plástico e não ser revestido dá no mesmo… afinal risca igual. O ideal (pra mim) é carpete, esse não risca….

    • Cris Dorneles,
      Nada que um pouco de cuidado não resolva. A falta dele até rasga o carpete.

    • Fernando

      Essa comparação creio que pudesse ser interessante para as fabricantes decidirem o material do isolamento, e revestindo com um carpete já resolveria tanto para quem cuida bem para quem não cuida, então já é uma vantagem.

      Não sou de carregar muita coisa no carro, mas imagino quem faça isso rotineiramente, se mesmo com cuidado não fica com essas laterais com riscos.

  • Danniel

    O pior é saber que a Suprema foi descontinuada em razão da Blazer…

    • Danniel
      Pior ainda foi grande parte dos gerentes da GM terem trocado sua Supremas pelo Blazer, isso é que foi mais triste.

      • Domingos

        Foi forçada a troca, não? Espero que sim…

      • Fórmula Finesse

        Têm gerente que realmente não entende nada de carros ou são coagidos puramente pela questão de “vender um novo produto” para acatarem essas trocas?

    • Domingos

      O que fizeram com o Omega foi de chorar…

  • Eduardo Edu

    A compra mais racional de todas, agrada a família com espaço e o motorista com a dirigibilidade. Mas o que fazer se no Instagram/watsapp da patroa só aparece suve?

    • CorsarioViajante

      Desligue o celular! rs

      • Eduardo Edu

        O que quis dizer é que o mundo é movido a senso comum, sobretudo as fabricantes, justificando a venda dos suves.

    • Fernando

      Apresente o Ae a ela! rs

    • leoayala

      2… Estou tentando, mais cedo ou mais tarde eu convenço ela a mudar de ideia. Caso contrário, fico com o meu carro atual.

  • Cristiano Reis

    Mas eu estava pensando numa peruinha do Novo Ka, como citou o Mr. Car, uma Focus já ficava puxado para mim… hehehe

  • Cristiano Reis

    Poderia ao menos fazer um conceito para vermos como fizeram com o primeiro Ka:

    https://encrypted-tbn3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSIYacOLear51SPteS_moiK23OjXaCcfyJnUK8nvnx8kFaDyOCC4KvBqumo

  • CorsarioViajante

    Mais ou menos. Talvez não comprem TANTO como os sedãs, mas será que não existe mesmo nenhum espaço para elas? O mesmo vale para as minivans. No fim a fábrica prefere afunilar sua produção e o consumidor que se adapte.

  • CorsarioViajante

    E sai com um carro com projeto dos anos 80 com quase trinta anos (!!!) que deve estar no mínimo no terceiro ou quarto dono.
    Na boa, nada contra comprar carro mais rodado, mas a comparação é completamente despropositada.

    • Domingos

      Ao menos se achar uma boa, será um charme. Mas é realmente comparar coisas absurdas.

  • CorsarioViajante

    Acho que o 2008 custa caro nem tanto pelo modismo dos SUVS, mas sim porque o próprio 208 custa muito caro.

  • César

    “…não lançar a Parati correspondente ao Gol de 5ª geração em 2008 e, pior, tirar modelo de produção em outubro de 2012…”

    Desculpe Bob, mas em que pese existirem muitos fãs do modelo, tirar de linha aquela Parat modelo “G4” com motor longitudinal foi um favor para a humanidade. Um carro do qual seria somente substituir a injeção eletrônica por um carburador e devolver as lentes “caneladas” aos faróis para ter saído diretamente dos anos 70, sem o que tirar nem por, e vendido a preço de apartamento popular.

  • César
    Gostaria que você explicasse qual é o problema do motor longitudinal, porque eu não sei e tenho certeza de que muitos leitores também não. Aliás, um dos grandes carros atuais, o Subaru, tem motor com essa instalação, você sabia disso?

    • Fabio Toledo

      Bob, achei que a sua resposta seria no sentido de uma Parati que acompanhasse o Gol atual… É! Me enganei!!!
      Manter a antiga Parati não faria sentido algum mesmo, bom… isso na minha opinião.
      E o boxer do Subaru é outro conceito, que foca baixo centro de gravidade… Aliás, quem sou eu para estar aqui querendo te explicar alguma coisa? Na verdade só não entendi sua resposta Bob.

      • Fabio Toledo,
        Abra um capô de Subaru e veja se o motor está tão baixo quanto você imagina.

      • leoayala

        É longitudinal, sim. Se fosse transversal, um dos cabeçotes estaria voltado para a grade do radiador e o outro na parede de fogo.

    • Ricardo

      Desculpe Bob, mas agora eu não concordo. O motor longitudinal consome muito espaço na plataforma, “roubando” espaço interno, característica que denunciava a obsolescência do projeto.
      Mas acho que o maior problema, não é nem a (modernização) Parati, e sim os graves erros estratégicos da VWB, que abandonou vários nichos do mercado, e é extremamente lenta nos seus movimentos, vide o Golf VII, que até agora não chegou, isso depois deste belíssimo carro, ter ficado “largado” por anos pela fábrica.

      • Cadu

        O Bob é tão entusiasta, mas tão entusiasta, que carro nenhum tem defeito! E nenhuma fábrica erra, nem em engenharia, nem estratégia. Nunca

  • Domingos

    Boa. Ela só vai aprender besteira com essa mania de juventude eterna de hoje. Mãe usando instagram é a coisa mais estranha do mundo.

  • Domingos

    Tive oportunidade de dirigir um manual e realmente pode ser menos eficiente ou rápido que o DSG, mas que é gostoso mesmo é.

  • Domingos

    Ao menos na velocidade máxima deveria ser igual ou maior mesmo, dado a aerodinâmica melhor e o fato de peso não interferir em final.

  • Domingos

    Sim, era uma zona. E ainda tinha que ver na venda ou avaliação se o tal opcional era original ou acessório, de fábrica ou instalado.

    No fim ninguém pagava nada por seus opcionais.

  • Domingos

    Concordo. Vejo isso também.

    Com uma política confusa e cara de opcionais, o cliente acaba mais ainda empurrado a comprar um carro que de repente tenha justamente o item que ele queria – porém de série ou num pacote/preço muito melhores.

    Venda casada também pensei, mas acho que não configura nesse caso.

    • Antônio do Sul

      Talvez, sob o ponto de vista legal, a adição de um pacote de opcionais já configure uma outra versão. Por exemplo, Highline Elegance, nessa linha, seria uma opção diferente da Highline sem nenhum opcional. É a explicação que encontro.

      • Domingos

        Se fossem considerar tudo venda casada também, celular teria que ser vendido com bateria à parte.

        Acredito que o conceito de venda casada seja para evitar absurdos do tipo compre essa geladeira, mas junto tem que levar duas máquinas de lavar e uma TV.

        Mas realmente certos pacotes beiram a venda casada mesmo.

  • Domingos

    Olha, uma Ka SW venderia bem na Europa. Só não venderia mais por ter lá a moda do SUV compacto agora também.

    Aliás, faria até mais sentido que o sedan…

  • Mauro Luz

    Agora fiquei em um mato sem cachorro… Não sei se vou de Jetta TSI ou de Golf Variant TSI, se a perua fosse com o 2,0 turbo já teria vaga garantida na minha garagem!

    • Gustavo73

      Você precisa do espaço da perua? Ou o motor 2,0 TSI lhe agrada mais? Daí sairá sua escolha. Mas o 2,0 TSI só na Passat Variant.

    • Fórmula Finesse

      Ah…queria eu ficar com uma dúvida dessas! De todo modo, se você realmente não precisa utilizar o espaço acima da linha de cintura na porção traseira do carro – utilização raramente contemplada em peruas, ainda mais sendo ilegal por bloquear a visão do motorista – creio que fará melhor negócio com um Jetta TSI, que apesar de não ter o mesmo apelo visual, retribui com respostas fantásticas no acelerador…
      Não tenho os dados exatos, mas pense também na medida de entre eixos do Jetta, que deve proporcionar mais espaço para quem realmente importa (passageiros e não malas).

    • Fabio Toledo

      Eu não pensaria duas vezes… Bom, sou suspeito… 1,4 é mais moderno, mas a plataforma MQB que realmente é um divisor de águas… Agora se você é mais chegado no quarto de milha… Vai no Jetta!
      Ou se dispor de mais tinta… Quem sabe não lançam uma dessa GTI… aiaiaiai!

    • Cadu

      Eu faço coro, como proprietário do Jetta TSI: se o espaço não for decisivo na escolha: Jetta, sem dúvidas!
      E se você puder abrir mão de mais espaço por alguns milhares de reais, Golf GTi!

    • Filipo

      Bom, você já sabe que o Jetta anda bem mais. No entanto, o Golf Variant com câmbio DSG não anda mal e é mais econômico, possui plataforma mais moderna (o Jetta é baseada na plataforma do Golf mk. VI) e tem melhor acabamento.
      Mas a dúvida é boa e revela que tens bom gosto e capacidade financeira. Hehe..

  • Fernando

    Porque não, eu desconfio que diriam que a pesquisa de mercado apontou que o consumidor não queria…

    Mas na racionalidade de comprador, é algo baratíssimo sim, tanto que na reposição é quase unanimidade.

  • Domingos

    Todo mundo sabia que a Parati e toda a linha Gol G4 eram ultrapassadas e com detalhes técnicos de 30 anos atrás.

    Porém o maior problema, além do preço, estava em ter sido um carro relegado a frotas nos seus últimos anos. Depois de um tempo Parati só vendeu para polícia.

    Aí acabou o carro mesmo. Apesar que já havia a SpaceFox, mal trabalhada pela marca igualmente.

    O certo mesmo seria a SpaceFox ter entrado em seu lugar com política de vendas/produção e preço que incentivasse a sua venda.

    Porém aí vem o CrossFox… Enfim, a linha VW é uma bagunça completa desde os anos 2000.

  • Gustavo73

    É muito melhor pra elas vender carros compactos a preço de médio e médio a preço de grande. Essa é a lógica de preços dos altinhos. É lógico que as fábricas vão dar atenção a isso.

  • Ronaldo Nazário

    Hehehe, “perua alta” ao invés de suve, assim vc não perde o estandarte.

  • Fórmula Finesse

    Caixinha manual, interior monocromático em tecido…R$ 8mil a menos por conta disso: seria um carro que venderia relativamente muito bem, talvez até voltando a aguçar o apetite do mercado por boas peruas!

  • Fabio Toledo

    Que nave!!!!! Meu Sonho!!!

  • Fabio Toledo

    O Focusboy… Os méritos agora é da VW! Fora Focusboy! kkkkkkk Brincadeiras a parte, tomara que o segmento pegue fogo! Isso privilegiaria o consumidor.

    • FocusMan

      Infelizmente o segmento não irá pegar fogo… o consumidor padrão não quer esse tipo de carro, então parabéns a VW por ter coragem de importar essa bela perua.

      • Fabio Toledo

        Infelizmente você tem razão… Eu espero poder comprar a minha sem ter que esperar muito… Mas na verdade acho que só troco mesmo o carro em 2017.

  • pkorn

    Espaço de SUV (porta malas é até maior que alguns); dinâmica de hatch (nada menos que o Golf) e economia de um 1.4 turbo moderno. Receita para memoráveis viagens com ou sem bagagem! Se eu estivesse no mercado hoje…

    • Rafael

      O espaço é muito maior que os SUVs.

      • BrunoRJ

        Depende! Para pernas sim, mas altura não! Você precisa se abaixar todo para entrar num carro como esse, coisa que nao precisa num SUV! Pessoas mais idosas não gostam de carros baixos! Tenho o exemplo da minha mãe e o relato do meu amigo taxista (dono de uma Meriva), que ouve elogio de idosas a respeito da altura da cabine!

        • Rafael

          Você está se referindo a ergonomia, e concordo que os altinhos oferecem muito mais conforto nesse sentido. Já espaço interno as peruas são muito superiores. Qual SUV oferece 600L de porta malas?

    • CorsarioViajante

      Caberia como uma luva para mim. Só falta o dinheiro.

  • Fabio Toledo

    Meu Deus que carro medonho! A primeira coisa que me veio a mente foi a família Addams!

  • Ricardo

    Belo carro, mas acho caríssimo. A VW consegue a proeza de vender produtos mais caros que os japoneses, com a diferença que a VWB não está no mesmo nível. Sem contar a odiável política de opcionais. Prevejo vendas entre 100/150 unidades por mês.

    • Antonio Filho

      Gostaria de saber onde os japoneses vendidos aqui e a grande maioria vendidos fora tem mais tecnologia que esses VW deste nível ?

  • Fabio Toledo

    Royale não! Remete àquela perua horrível! Pronto… Olha as as pedras chegando!

  • Tiago

    Bob,

    Tem previsão de quando chega nas concessionárias? Fui hoje na concessionária (interior de São Paulo) e eles não sabem nada do carro ainda.
    Grato,
    Tiago

    • Tiago
      Chega na semana que vem, já junho. Todas as concessionárias já sabem do novo produto, é mais do que óbvio. `Pode ser que a que você consultou tenha omitido a informação para procurar (lhe) vender o que tinha em estoque.

  • RoadV8Runner

    Coisa linda o Mondeo Estate, exatamente do jeito que imaginava um Fusion Wagon! Obrigado pelas fotos.

  • Domingos

    Seria um carro muito prático e divertido custando pouco. Como era uma Corsa Wagon 1,6 16V, por exemplo.

  • ClaudioSFilho

    Excelente texto, Bob. Eu sou um apaixonado por SpaceWagons e ver a
    Volkswagen trazer essa belezinha me deixou extremamente feliz e com
    esperança de que esses carros ainda tenham um futuro, mesmo que
    acanhado, em nosso país. Particularmente não teria um SUV, mas uma
    SpaceWagon com certeza.
    Como um apaixonado declarado do Golf, (e da
    Volkswagen, diga-se de passagem) ver a Variant me deixou fascinado e
    sonho em um dia poder ter uma dessas na minha garagem. Por enquanto, me
    contento com meu pequeno Fox.

  • José Ferreira Júnior

    uaaaaaaaauuuuuuuu

  • Paulo Belfort

    @FocusMan, eu acredito que, infelizmente, os carros serão assim daqui para frente. As fabricantes sempre buscam a redução de custo.

    Não teremos mais carros como antigamente. 🙁
    Não sei se é da sua época, mas lembra do acabamento do Vectra B? Era impecável!

    • FocusMan

      Lembro sim, mas isso porque o Vectra B era de uma outra categoria.

      Os japoneses mataram a categoria do Vectra que era a CD aqui no Brasil. Foi o útimo carro nacional fabricado dentro desta categoria de carro.

      A culpa de tudo foi do NCAP. Quando no meio da década de 90, passaram a mostrar como os carros eram frágeis, a indústria se viu forçada a reforçar seus produtos. Como se faz isso rapidamente? Aumenta as secções do veículo deixando ele mais robusto para absorver mais energia.

      Com isso, os carros classe C que eram carros como Kadett (Astra), Civic, Corolla, Jetta, 306, Xsara etc cresceram bastante em suas próximas gerações chegando ao tamanho dos carros da classe D na geração anterior.

      Se você for ver a diferença de tamanho do Santana para o Passat atual, que é o mesmo carro, é absurda!

      Se você for ver o tamanho de um Monza (Vectra) para um Insignia, seu substituto é imensa!

      Então ai veio o pulo do gato, onde os japoneses pegaram seus Civic (2001) e Corolla (2002) que haviam crescido e conquistaram o consumidor que comprava Vectra, o único carro nacional que ainda pertencia a classe CD, dos sedãs médios de verdade, não médios-pequenos como os que temos hoje.

      O problema todo é que durante a concepção de um produto global, eles são desenhados para um tipo X de consumidor. O acabamento de um carro classe C, usando o mundo que conheço bem, por exemplo, do Ford Focus, vai ser bem inferior ao acabamento de um carro CD, por exemplo o Fusion.

      Por isso sentimos tanto a falta de carros como o finado Vectra B. Tínhamos um carro pensado para ser um classe CD, pois na classe C existia o Astra.

      Hoje só temos a classe C no mercado nacional e se você quiser um Classe CD, precisa comprar um importado, o que onera bastante o custo do veículo e de propriedade do mesmo .

      • Domingos

        Bem lembrado que o substituto do Vectra seria o Insígnia. Porém é um monstro de carro, do tamanho de um série 5!

  • FocusMan

    Mas todos os carros cresceram rsrs. Um carro popular de hoje tem o tamanho de Kadett ou de um Escort de outrora.

  • Cadu

    Sensacional. Cresci dentro de peruas. Meu pai trabalhava com elas, precisava do espaço. Além de gostar do estilo.
    Sinto saudades das Elbas, Escort SW e Marea Weekend.
    Gostei do lançamento. Não seria o carro para mim, HOJE, solteiro, sem filhos. Mas sinto uma pontinha de esperança de ter uma perua estilosa, acessível (porque uma RS 6 é sonho!) com bom desempenho quando necessitar!

    • Marea Weekend era e ainda é fantástica mesmo, e como o colega mencionou, a RS 6 é um sonho, INSANO!

  • Rocha Ivan

    Vi um Focus perua em um programa de TV inglesa. Que show de carro. Lindo. Me lembrei da perua Del Rey, rs

  • Domingos

    Sim, os de fábrica em carros mais normais e os instalados muito baratinhos são realmente bem ruins.

    Sei que existem alguns instalados que ficam muito bons, pois aí é couro mesmo. Apesar de não ser bem do meu gosto, fica muito bom.

    Aliás, essa história de ecológico me parece mais desculpa para usarem o couro parcial ou sintético mesmo nos originais, afinal os carros de mais alta gama continuam usando o natural 100%.

    Alcântara acho que algumas lojas que fabricam bancos aqui em São Paulo, também mexem com couro de boa qualidade, trabalham.

    • Cadu Viterbo

      Nem sempre. Bmw 320i usa sintético
      QUando muito os carros mais tops usam couro onde o corpo fica em contato e sintético nas partes traseiras dos bancos

  • Domingos

    O 307 1,6 era bem mais fraco, posso garantir. Tanto em uma tocada normal quanto sob aceleração, no que ele ainda tinha o incomodo das marchas meio curtinhas – eram normais na Grand Tour.

    Se o 307 declarava o mesmo 0-100, pode ter certeza que a Grand Tour bem tocada tirava cerca de 1 segundo dele, caindo aos 12. Em sensação era melhor que um Jetta 2.0…

    Se o Celta acompanhasse, seria no máximo até a 2ª marcha.

  • Francesca Verona

    Quando o HRV foi lançado achei que seria um boa opção de carro pra mim, achei o design bonito, mas com pouca tecnologia. Agora lendo as reportagens sobre o Golf Variant, fico bastante empolgada, pois ele tem muitos atributos que procuro em um carro, gostei muito do motor, do câmbio e de toda tecnologia empregada nele. Estou ansiosa pra fazer um teste drive!

    • Cadu

      Estará mais bem servida de motor, espaço, câmbio e estilo!
      #savethewagons

    • rafaeru82 .

      Fiz um drive no Peugeot 2008 THP e depois no HR-V, certamente ficaria com o primeiro. Considerando o preço do Golf, e a lista de opcionais, acho que o Peugeot é mais interessante.

  • Cadu Viterbo,
    Ainda bem, não é? Isso me permite analisar friamente todos esses aspectos, sem deixar me influenciar pela raivinha de fabricante que muitos têm – qual seria o motivo dela, que sempre me pergunto? — e ponderar com a maior justiça que me é possível as coisas erradas que vejo nos carros. Sobre estratégia, acho que as fabricantes estão mais do que certas em tirar as peruas de linha e não oferecer câmbio manual em vários modelos…Ou será o contrário disso que você tem me visto falar? Ah, acho o escalonamento do Celta/Classic ótimo…É incrível a sua falta de percepção a meu respeito, do meu comportamento. De qualquer maneira, agradeço seu comentário, pois me deu a oportunidade de falar com os leitores sobre esse assunto que, de outra maneira, só viriam a saber depois de meu livro ser publicado.

    • Cadu

      BS, falar sobre carros implica muitas vezes sermos emocionais. Isto gera essa “birra” contra certos fabricantes e “torcida” a favor de outros. Natural. Somos passionais em essência no que tange o gosto por carros.

      O restante da sua resposta não creio que foi direcionada a mim, pois não entendi patavinas!
      Não falei nada do escalonamento do Celta/Classic, que não conheço, nem de estratégia dos SUVs e câmbios automáticos. Abçs

    • WSR

      Livro? Opa, e quando deve ser lançado, Bob?

  • Cadu,
    Justamente por ser tão autoentusiasta e conhecer bastante produto é que não existe birra ou torcida de minha parte por carro ou fabricante. Quanto à parte que você não entendeu, foi justamente para lhe mostrar que acho que fabricantes, seja marketing (tirar as peruas de linha), seja engenharia (um escalonamento horrível do Celta/Classic), erram e digo isso. Entendeu agora?

    • Cadu

      Bob, meu comentário inicial não foi uma crítica. Foi até em tom bem humorado. Leia de novo e perceberá
      Eu não entendi o seu comentário porque não tem como ler e acompanhar tudo e saber de todas as suas opiniões. Portanto, pareceu que você estava respondendo uma critica minha aos suves e ao câmbio do celta (e eu não fiz). Agora entendi

      Quando eu falei das emoções era só para explicar o comportamento fanático das pessoas.

  • Piero Lourenço

    Questão de gosto.. eu particularmente não gostei do visual.. me lembrou muito carro funerário.. muito quadrado!! Questão de gosto… deve ser um excelente carro.

    • Nada a ver com essa matéria, mas você falou em carro funerário e me veio direto à mente o Chevrolet Spin, terrível.

  • Bucco

    Desculpe, cara, gosto de suas análises. Seu ponto de vista e seus critérios próprios e particulares. Mas às vezes você é muito frívolo! Esses preços por um carro médio são inadmissíveis.
    Também prefiro peruas ante esses pseudo-suves (que na verdade são peruas). Mas um SUV autêntico como uma VW Variant 1975 é bem melhor. Sim. É isso que você leu eu acho o Variant 75 mais “esportivo”, mais “utilitário”, e mais “veículo” (hehehe) do que um Kia Sportage onde os caras colocam uma larga faixa preta plástica em toda saia e “janela” das rodas a fim de que o carro pareça mais alto do que é nas propagandas. A fim de que não fique parecendo uma Chrysler Caravan, mas sim que lembre uma Cherokee 90’s – coisa que o Kia não é.

  • Marcio Salvo,
    O Spin pode não ser bonito, mas, carro funerário, com esse tipo de carroceria?

    • Olá Bob,
      Já ví carro funerário com essa carroceria, talvez por isso me veio à mente.

  • Eduardo Mrack

    Estou restaurando uma Variant 1975 =D e concordo com você, o carro é autêntico e fiel em sua proposta.

  • Filipe

    Pode ser que você esteja certo em sua previsão, Bob, mas o mercado nacional é muito de modinha e a da vez são os mini-suves… Provavelmente esse belo veículo vai amargar nas concessionárias.

    Outra coisa pra mim inadmissível é essa moda de “carro acima de 50 mil TEM de ser automático”. Muito me chateia saber que em alguns anos, quando eu quiser trocar meu Focus Ghia por um mais novo, serei obrigado a pegar um modelo de entrada, já que os Top não tem mais opção de câmbio manual…

    • Cristiano_RJ

      Bem, você ainda pode optar por um Golf…

  • leoayala

    Bob, eu assino embaixo das análises que você fez em relação ao mercado de peruas. Eu mesmo sou um potencial comprador: pai, casado, com uma filha para chegar em 2 meses, ciclista amador, e gosto de dirigir! Para mim é o carro perfeito, e o preço não está muito longe dos SUV`s compactos (que, como diz o próprio nome, são compactos, com menos espaço no banco traseiro e no porta-malas) e nada muito diferente dos sedãs médios (o Corolla até custa mais caro, visto que não tem sequer opção de controle de tração!). Enfim, seria o meu alvo de carro hoje em dia.

  • WSR

    É uma pena que a VW tenha demorado tanto a levar a perua Golf para o Brasil. Sempre admirei as linhas da mk3 e mk4: http://24.media.tumblr.com/tumblr_m6hw1a2jba1rrhkg9o1_1280.png

  • Guilherme

    Senhores,tive uma parati gti 2.0 16 v comprada com 35;000 km único dono e em estado de nova. Foi um antigo sonho de ter um gol gt/gts/gti realizado aos 43 anos. Sinceramente NÃO gostei do carro. Não andava o que prometia com seus 153 hp. NÃO tinha conforto em seus impecáveis bancos de couro, NÃO fazia curvas como prometia seus novos pneus 205/45/16 marca sumitomo. NÃO dava gosto de acelerar seu áspero motor pois a impressão é que ia quebrar e voar pistões e bielas pelo capô, NÃO tinha conforto nem espaço no banco trazeiro para meu filho mais velho que tinha que entortar o pescoço quando nela andava, Dava defeitos elétricos com frequência, NÃO tinha isolação acústica e bebía mais do que eu ( inadimissível ) 7km por litro de gaz pódium. Minha corola fielder dá um show nela em tudo andando somente um pouco menos. Em suma,o carro é bonitinho mas ordinário. Sei que o golf e a getta variant são outra geração mas pelo preço cobrado pelas mesmas vou comprar um perua mercedes e ser feliz passando longe dos VW.

  • Luís Kerbauy

    Sou casado, tenho 44 anos, ciclista amador, e tenho uma filha de 1,5 anos.
    Todas as matérias que li sobre este carro lhe são muito favoráveis. Ia comprar um HR-V, mas tinha espera de 4 meses e os vendedores não fizeram o menor esforço para fechar a venda, inclusive por pagar muito mal no meu carro, que é praticamente novo, e no da minha esposa, que entrariam como forma de pagamento.
    A diferença de preço entre o Golf Variant e o HR-V acabou superada pela melhor avaliação dos dois carros usados que entrariam na compra.
    Estou levando melhor torque, melhor aceleração, melhor frenagem, melhor aerodinâmica, melhor câmbio (o golf trabalha com embreagem dupla), mais espaço interno, melhor estabilidade e maior segurança (sete airbags, bloqueio do diferencial, acionamento do freio depois de eventual batida).
    Comprar uma SUV pela mesma faixa de preço do Golf é, me desculpem a franqueza, estupidez. Lógico que tem o gosto pessoal. Mas veja, quem opta pela SUV, o quanto disso não é moda. O fato é que pela análise técnica, as SUVs da mesma faixa de preço não são páreo para o Golf Variant.
    Pego o meu semana que vem e não vejo a hora!!!