TESTE DE 30 DIAS: VOLKSWAGEN JETTA HIGHLINE 2.0 TSI

Roberto Agresti  TESTE DE 30 DIAS: VOLKSWAGEN JETTA HIGHLINE 2.0 TSI Roberto Agresti2


TESTE DE 30 DIAS

VOLKSWAGEN  JETTA HIGHLINE 2,0 TSI
PRIMEIROS DOIS DIAS

 

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Vem da fábrica de Puebla, no México, o Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI que acaba de iniciar seu período de 30 dias de avaliação no Ae. Presente no mercado brasileiro desde meados de 2006, o Jetta nunca sequer raspou na liderança de seu segmento, vaga tradicionalmente ocupada de acordo com os dados de emplacamento divulgados pela Fenabrave pelos nipônicos Toyota Corolla ou Honda Civic. Todavia, depois da versão inaugural, caracterizada pelo instigante motor de cinco cilindros de 2,5 litros com 170 cv (e espaço interno criticável), o modelo lançado em 2011 galgou postos na preferência dos brasileiros.  Com estética atualizada, maior espaço interno e, principalmente, pela oferta de uma versão de entrada com custo mais abordável, o Jetta pulou do fundo da lista dos dez mais vendidos para um razoável quarto posto no ranking, vaga que ocupou durante três anos, até 2013.

 

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Esportividade foi sempre um rótulo que acompanhou as versões mais caras deste Volkswagen mexicano, batizadas de Highline, dotadas do motor 2-litros quatro-em-linha turbo de 200 cv. Porém, a versão basiquinha ficou conhecida por sua excessiva “calma”, culpa de um motor de apenas 120 cv e muito conhecido do público por se parecer com os antigos EA827 de quatro cilindros que no passado equiparam os Santana, mas que na realidade é o EA113 de mesmos diâmetro dos cilindros e curso dos pistões.

Agora, uma terceira safra de Jetta chega às concessionárias, levemente reestilizada — pára-choque dianteiro e lanternas traseiras são os itens mais chamativos —, mas há uma nova e interessante realidade no ar: em algum momento de 2015 o modelo também será fabricado em São Bernardo do Campo, tirando assim a exclusividade da planta de Puebla, até então a única abastecer mundo com os Jetta. Tal ação certamente visa dar maior competitividade ao modelo no Brasil, não só através de um provável barateamento decorrente da produção local mas também pela esperança por uma nova motorização nas versões mais básicas, Trendline e Comfortline. O ideal seria ter o moderno motor 1,4 TSI de 140 ou 150 cv que equipa os nossos novos Golf e alguns Jetta vendidos na Europa e Estados Unidos. A ver…

 

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Esta é a hipótese para a evolução do Jetta em nosso mercado, porém, de realmente concreto há que nosso companheiro destes próximos trinta dias, o exuberante Highline 2.0 TSI azul Silk dotado de todos os opcionais possíveis, permanecerá inalterado e muito admirado. Representa um verdadeiro objeto do desejo por conta tanto de seu motor turbo (exclusivamente a gasolina) de 211 cv e 28,5 m·kgf de torque máximo, assim como pela caixa DSG Tiptronic robotizada, na qual seis marchas e duas embreagens resultam em uma transmissão reconhecidamente no estado de arte.

 

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Para ter um Jetta igual a este que analisaremos à fundo nas próximas semanas o desembolso sugerido pela Volkswagen é de R$ 108.665, dos quais R$ 14.675 são opcionais, a saber: R$ 1.122 pela cor perolizada, R$ 4.127 pelo teto solar elétrico e R$ 9.426 pelo chamado “Pacote Premium” que contém quinze itens, sendo os mais significativos os faróis bixenônio direcionais com regulagem dinâmica de altura, o revestimento de couro nos bancos (em um elegantérrimo tom bege claro), o sistema de áudio com tela tátil e a chave presencial.

 

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Por conta da inédita cor externa e do chamativo interior bege, “nosso”  Jetta é bem atraente. A bordo o inebriante cheirinho de carro novo – ele nos foi entregue com pouco mais de 400 km marcados no hodômetro — é apenas mais um dos agrados. O banco do motorista com regulagem elétrica associado ao volante regulável em altura e em distância oferece rapidamente a justa posição de dirigir, e o tato também agradece por conta do revestimento do volante em couro e não só, já que onde a mão encosta materiais agradáveis sempre são encontrados. Diante dos olhos o sóbrio painel é como sempre um exemplo de legibilidade e racionalidade na disposição das informações, seja de dia ou de noite. Mesmo comentário se aplica à racionalidade na disposição dos comandos em geral, e não é preciso vir de um Volkswagen para encontrar onde estão os diversos acionamentos. É a contribuição teutônica para não nos fazer perder tempo aprendendo novidades…

 

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Apesar do pouco tempo de convívio, dois dias e míseros quilômetros rodados, já foi possível eleger que grande qualidade deste Jetta Highline 2,0 TSI não é o requintado ambiente da cabine ou tampouco as formas harmoniosas de sua carroceria, mas sim a verve inegável que motor, câmbio e o conjunto de suspensões oferecem. Confirma-se assim o sinalizado DNA esportivo do modelo, que transpira da firmeza das suspensões (McPherson na dianteira, multibraço atrás), da precisão do sistema de direção com assistência elétrica e, principalmente, do empurrão decidido quando o pedal do acelerador é levado até o fundo. Para quem gosta de carros animados o Jetta não decepciona, como indicam os números oferecidos pela fábrica, com a aceleração de 0 a 100 km/h em pouco mais de 7 segundos e velocidade máxima que passa dos 240 km/h.

 

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Este é o Lado A do Jetta Highline, que pretendemos explorar a fundo sempre que houver oportunidade. Já o Lado B é o conforto que um sedã dessa classe e preço deve obrigatoriamente oferecer, e nesse pouco tempo já foi possível perceber que o ajuste de suspensões foi pensado para segurar a barra quando o ritmo sobe, e assim, andando em passinho de procissão, boa parte das irregularidades da pavimentação são sentidas na cabine inclusive por conta da escolha dos pneus, 225/45 R17. Compensa isso o absoluto silêncio do conjunto mecânico e suavidade da transmissão, que nos pareceu ter sido ajustada para o conforto de modo exato, com trocas imperceptíveis, apenas confirmadas pela oscilação leve do ponteiro do conta-giros e pela mudança do número no indicador de marcha engatada, situado no painel multifunção.

 

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Equipado com bolsas de ar frontais, laterais e de cortina, freios a disco nas quatros rodas, e fixacão Isofix para cadeirinhas infantis, o Jetta cumpre o padrão de segurança mais elevado da atualidade, e claramente isso quer dizer também a frenagem ABS associada ao controle eletrônico de estabilidade e… nas próximas semanas  será um prazer contar o restante dos segredos do Jetta Highline 2,0 TSI. Não perca!

RA

 

VOLKSWAGEN JETTA HIGHLINE 2,0 TSI

QUILOMETRAGEM TOTAL: 97,2 km (2 dias)
CONSUMO MÉDIO: 7,2 km/l
CIDADE: 81,2 km (83%)
ESTRADA: 16,0 km (17%)
VELOCIDADE MÉDIA: 17 km/h
TEMPO AO VOLANTE: 5h43min

 

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Por R$ 94.000 sem os opcionais citados, é um concorrente de respeito para o segmento, e o que mais se aproxima do meu gosto, apesar de distante do meu bolso… Essa combinação de cores externas e internas é matadora!

  • marcus lahoz

    Show de bola, talvez meu futuro carro.

  • Gustavo73

    Apesar da idade é um ótimo carro. As críticas vão ao preço, sim são 9 mil a mais que o líder da categoria em sua versão top oferecendo mais equipamentos e um motor mais moderno. Mas não deixa de ser um sedan médio por mais de 100 mil, ou quase isso na versão TSI que parte de uns 95 mil. A outra é a insistência de manter o EA 113, mesmo na versão Comfortline que parte de 73 mil reais. O 1.4 TSI cairia como uma luva. Na versão Trendline o 2.0 8v poderia existir se esse custasse uns 65 mil já com o Tiptronic.

    • Lorenzo Frigerio

      Poderiam manter o EA113 exclusivo para taxistas e frotistas, oferecendo Tetrafuel.

    • Cadu Viterbo

      O líder, mesmo na versão topo, não entrega o que o Jetta TSI entrega: teto solar, controle de tração e estabilidade, sensor de estacionamento dianteiro, ar digital de duas zonas com saída pros bancos traseiros, rodas 17″
      E você comparou o preço da versão completa do TSI com xenônio, Kessy
      Ele parte de 90 e poucos, preço muito semelhante do Corolla Altis!

    • Fabio Toledo

      A VW sabe que quem busca performance paga a diferença e continua assim com a margem que quer…

  • Eduardo

    Preocupado com o comentário do Nasser, de que provavelmente esta versão não será mais ofertada no mercado brasileiro após a produção local, permanecendo somente 2.0 8v e 1.4 TSi. Sinceramente espero que isso não se confirme, pois a versão do Jetta aqui avaliada é interessantíssima ao mercado.

    • CorsarioViajante

      Acho que o Trendline se mantém com o 8v, o Comfortline com o 1,4 TSI e o Highline mantém o 2,0 TSI. Mas quem sou eu para palpitar…

      • EJ

        Tomara que seja assim…

    • João LP

      Pelo que li, ela continuará sendo ofertada, mas ainda importado do México.

  • Mr. Car

    Mãããããe, eu quero o meu com este interior! Eu quero, eu quero, eu QUERO!!!

    • Transitando

      Se quando ela for comprar estiver naquelas promoções de “leve dois pague um”, tu podes dar o outro para mim, para brincarmos juntos?

  • Lorenzo Frigerio

    Belo carro, mas a combinação interna de cores não é boa. Carpete bege??? Fala sério! Aqui não é Mônaco ou Genebra. Ocorre também o contraste indesejável entre o interior claro e o painel, e elementos do forro de porta, pretos.

    • Mr. Car

      Apesar de ter adorado, admito que ficaria melhor monocromático, com todo o interior bege, tudo meeeesmo, inclusive os cintos. Quanto ao resto (aqui não ser Mônaco ou Genebra), deixa comigo. Garanto que daqui a 5 anos você compra este carro de mim, com o interior impecável, he, he!

    • Domingos

      Isso dá uma claridade abençoada ao interior do carro. O contraste até que não ficou ruim, não acho que incomoda.

      O que mexeria é nos cromados nos instrumentos, deixaria um bem menor no centro ou nenhum.

    • Lucas dos Santos

      Também não me agrada o topo do painel em preto contrastando com o interior claro. Porém acredito que seja assim para evitar reflexos no para-brisa.

    • Cadu

      A parte superior do painel não pode ser clara, por causa dos reflexos

  • Roberto Alvarenga

    Que cor bonita. Temos que sair da ditadura do preto, prata ou branco!

  • CorsarioViajante

    Tremendo carro, vai ser um mês bem gostoso para você! rs
    Já andei de carona em um, é um monstro. Nesta cor então, um belíssimo monstro.

  • Ilbirs

    Antevejo que muita gente vai se estapear para pegar esse Jetta em especial quando a VW fizer leilão da frota. Realmente essa combinação de azul escandaloso com interior bege claro é simplesmente fantástica. Se alguém da VWB estiver lendo este texto, aviso que é para manter essas duas opções quando o Jetta passar a ser montado em CKD na linha outrora da Kombi.

  • Renan V.

    Esses carros modernos estão tão bons, que ficamos duvidando que vão melhorar mais. 0-100 em sete segundos é tempo de Ferrari 456 GT. Carro incrível.

    • Domingos

      Ao mesmo tempo, 7 segundos era também a faixa de 0-100 de um Xsara VTS ou de um Civic VTi. Os carros atuais passam uma fase complicada em termos de peso e consumo.

  • Lyn

    Belo carro, mas já andei em um e é aquele tipo de carro que em cada buraco que você passa as lágrimas começam a escorrer. Muito duro.

    • Cadu

      Eu rodo no dia a dia com o meu e não acho “muito” duro
      É firme, mas não é desconfortável
      E ele precisa ser assim. Em alta, é isso que segura o ímpeto do powertrain

      • Lyn

        Discordo sobre o conforto, mas concordo sobre a necessidade da suspensão ser tão firme.

  • Janssen

    Seria mais interessante o teste da versão 2-L 8V, seguramente, a mais vendida em virtude do preço. Andei olhando um ano passado, mas depois do TD desisti. Na verdade tinha andado antes num C4 Lounge THP e no Sentra CVT. Não teve como não achar o Jetta lento e duro para um sedã médio.

    • Transitando

      Também queria ter visto um 2-L, por conta de achar que é mais compatível com os bolsos do segmento. De preferência o Comfortline, e sem pacote de opcionais, mas que certamente a VW do Brasil enviaria com o pacote Exclusive.

      Mas é a nova campanha da VW, de vendê-lo como esportivo, inclusive está no “hotsite” do automóvel, e por isto o porquê de ser o Highline (além do costume da VW Brasil em oferecer sempre as versões “completas”). Pena que esta esportividade toda custe um bocadão a mais em relação ao 2L…

      • Fabio Toledo

        Na boa! Que entusiasta compraria o 8V? Eu não!

    • CorsarioViajante

      Acho que não, pois o 8v todo mundo já sabe e tem a mesma percepção que você, é lento. Ficar por 30 dias constatando que é lento e que merecia um motor melhor… Melhor testar a versão mais interessante.

    • Cadu

      O 2-L 8V peca justamente na motorização
      Os concorrentes são superiores, já que entre os itens de série ficam equivalentes

  • Marco R. A

    Linda cor dos bancos, mas esse tapete bege sujou só de olhar. Imagino que seja de tecido e não de borracha.

    • Adriano Vieira

      Imaginei a mesma coisa!
      A cor do carro é incrível, esses bancos claros combinam perfeitamente, mas esse tapetinho quase branco… Imagino um dia de leve garoa em São Paulo e as pessoas entrando no carro…
      Tive um Twingo Initiale que tinha os bancos creme (um pouco mais escuros que esse) e também tapetes de carpete creme. Deus me livre passar por isso outra vez! Nquela época eu tinha 18 anos, primeiro carro e muita boa vontade em ficar esfregando aqueles tapetes toda semana com escova.
      Hoje eu olho um desse e, zzz…

    • Cadu

      Eu preferi o preto. O bege é lindo, mas a calça jeans deixa o couro todo azulado!
      Se você não lavar o interior todo mês, é melhor ficar com o preto!

    • Fabio Toledo

      Ainda sou mais o alcantara do Golf ; )

  • Marco R. A

    “…através de um provável barateamento decorrente da produção local…”
    Roberto, você realmente acredita nisso? As últimas experiências com nacionalização não indicam esse caminho, vide BMW e Lancer com praticamente o mesmo preço.
    Tomara que você tenha razão.

    • Ilbirs

      Pode ser que haja barateamento no caso do Jetta pelo fato de a VW não estar com essa nacionalização investindo em outras estruturas que faltavam na Mitsubishi e que ainda faltam na BMW (entenda-se aí fabricação local de motores ou outras das oito etapas obrigatórias de 11). Aqui favorece a maior infraestrutura instalada e o longo investimento histórico em capacidade fabril que vem desde os distantes tempos do Geia.

  • Luiz Fernando

    E a nossa gasolina? Será que vai sobrar motor depois de 100.000 km?

  • disqus_tHjSUs6BnQ

    É o melhor sedã do mercado atualmente até R$ 100.000 (versão sem opcionais).
    E o desempenho deste carro é monstruoso para um carro desse preço.

  • Ilbirs

    Uma opção para o carro ficar sempre limpo e sem cores destoantes é arranjar tapetes de borracha ou de carpete nessa cor bege clara:

    http://i110.twenga.com/automotivos/tapete-automotivo/tapete-automotivo-bege-vw-tp_119847581875225267f.jpg

    http://www.miamirio.com.br/ecommerce_site/arquivos4230/arquivos/1392749839_3.jpg

    http://www.tuningparts.com.br/i/20776/jetta-bege.jpg?w=916&h=605&q=90&zc=2&s=0&wmpos=1

    http://tapetesonline.vteximg.com.br/arquivos/ids/156524/banner_jetta.jpg?v=635292940381500000

    Logo, não há desculpa para que um Jetta de interior claro fique sujo, ainda mais se pensarmos que a grande boiada dos tapetes é permitir que simplesmente se tire do carro, dê uma batida daquelas fortes em uma parede ou coluna e toda a sujeira se vai embora (se for borracha) ou apenas seja preciso passar um aspirador de leve para tirar os resíduos (carpete). E, como se pode ver, eles são fixados ao assoalho e não dançam conforme a música ou acelerada.

  • CharlesAle

    Tem uma pedra no sapato: Ford Fusion e seu imbatível custo-benefício.

    • Domingos

      Para quem busca esportividade infelizmente o Fusion ficou abaixo do esperado. O câmbio do Jetta é bem mais rápido e não sei se é o peso ou esse fator sozinho, mas também tudo parece mais rápido.

      Em estabilidade, comportamento e velocidade de curva o Jetta 2.0 também parece melhor que o Fusion EcoBoost, que tem um molejo bem curioso. O TSi então…

    • Cadu

      Ora, comparar o TSI com o 2,.5 é covardia.
      o EcoBoost com teto custa 118 mil
      Isto não é custo-benefício

  • Thiago Teixeira

    Nesse preço o Fusion não é melhor opção?

  • pkorn

    É caro, mas ainda é a forma mais barata de se andar de conjunto Audi

    • Transitando

      Paulo, e Golf GTI para com o A3 (sendo até um pouco mais “esportivo”), ou não é?

  • Mauro Luz

    Também tenho medo da nossa “gasolina” nessa máquina.

  • Mauro Luz

    Poderia fazer uma colocação de preços de uma cesta básica de peças? Tipo pastilhas, filtro de ar, filtro de combustível, filtro de óleo…

  • Welledysonaw

    Tenho um Jetta TSI branco, com teto e rodas Queensland e interior bege. Paguei 86k em novembro de 2013 num 0-km. Simplesmente um custo-benefício imbatível nessa configuração e preço que peguei. O carro anda muito, sendo o seu powertrain o que há de melhor no carro. Estou satisfeitíssimo com ele, que está com pouco mais de 18k km rodados. A propósito, essa cor azul com o interior bege deixaram o carro animalesco.

  • Rodrigo

    Na vizinha argentina não é oferecido 2-L turbo. Lá ele é equipado com o 5 cilindros 2,5-L de 170 cv que tivemos aqui na geração anterior. Creio que é por razões fiscais que penalizariam os 200 cv. Por estas e outras não acredito mais na vinda do Fluence GT, que a meu ver tem um melhor compromisso para utilização diária por ser mais macio de suspensão, como alguns outros sites andaram noticiando. Ou seja, este carro está sozinho no mercado e ficará assim por muito tempo. Sorte de quem pôde comprá-lo.

    • Domingos

      Aquele motor podia até andar menos, até pelo câmbio de trocas mais lentas (epicíclico de 6 marchas), mas que era bonito de ouvir…

  • Piero Lourenço

    Excelente carro.. mas por esse preço ficaria com Fusion… muito mais carro indiscutivelmente !

    • Állek Cezana Rajab

      Amigo, desculpe discordar, mas o Fusion não é indiscutivelmente mais carro. Acho que nessa questão, o Bob Sharp e os outros amigos do Ae podem “discutir” horas e horas contigo a respeito dessa sua opinião.

    • Matheus S. Bueno

      “Indiscutivelmente” é uma palavra tão, mas TÃO forte que, indiscutivelmente, poderemos discutir sobre isso.

    • Cadu

      O que há de se ressaltar é que o Fusion, além de ser um sedã grande, está numa categoria acima do Jetta, cobra a mais por isso (o Fusion está mais para o Passat do que para o Jetta)

      No preço do Jetta TSI sem extras, 100 mil, o Fusion não é o Titanium, e sim o 2,5-L e sem teto solar. Portanto, em matéria de conjunto mecânico, o Ford fica anos-luz atrás. Ganha em mais 2 airbags de cortina (que o Jetta não tem) e na câmera de ré . Só! Para mim, isso não é ser mais carro. E é discutível!

      Para se ter o Titanium EcoBoost com teto é preciso desembolsar 118 mil, 10 mil a mais que o Jetta na versão topo. Aí, sim, o Fusion oferece itens a mais que o Jetta, como assistente de mudança de faixa, alerta de ponto cego, tomada 110 V e bancos refrigerados.

      Mas o que não é dito nos números de ficha técnica é como o Jetta é superior no conjunto mecânico. O câmbio mata o motor de 23 cv a mais do Fusion. E mesmo com mais potência consegue ser mais lento nos números de desempenho.

      Não é questão de comparar lado a lado. Há o preço que aproxima o Fusion, principalmente se considerarmos a versão AWD, de segmentos de luxo importados

  • Piero Lourenço

    THP anda muito, não tem comparação com o 2-L de 120 cv do Jetta “Normal”

    • Fabio Toledo

      Sem dúvida! É para comparar com o TSI mesmo.

  • WSR

    Achei esquisito este acabamento cinza com o bege no interior, parece que não casa bem. E o painel não convence muito. Eu não compraria este carro por causa do interior sem sal.

    • Cadu

      Eu já olho por outro prisma: comprei o Jetta TSI exatamente pela sobriedade alemã. Nada perto das formas exageradas de coreanos, por exemplo. Veja um BMW série 3 ou Mercedes Classe C. Não há formas exageradas ou design chamativo.
      Esse ano que o Classe C deu uma guinada nesse padrão, mas ainda assim não chega nem perto de um Hyundai

      • Domingos

        Com o tempo fui gostando do Jetta por esse mesmo motivo. Um dos poucos carros hoje sem excessos e com cara de carro.

        O desenho meio genérico acaba até sendo esquecido devido a essa qualidade.

        Também achei o mesmo do Classe C novo.

    • Jonas Torres

      Painel de Boeing não é com a VW. E nem exterior sobrecarregado. Mas gosto é gosto. O JJ nao gosta de VW por isso, mas acha lindo um Aztek.

      • WSR

        O Jetta merecia um interior como o do Scirocco, no mínimo.

  • Leandro1978

    Poderiam fazer um meio termo e testar o TSI por 15 dias e o 2-L 8V por outros 15. Obviamente, o mais manso deveria ser testado primeiro, para não “contaminar” a avaliação…

  • Fabio Toledo

    Também achei que o bege não ornou

    • Renato

      Esse problema dos estalos secos na suspensão ou no controle de tração é decorrente da falta de tropicalização do veículo. Pelo que pude constatar, nem a rede de concessionárias VW sabe exatamente de onde vem este estalo. Pode ser diminuido ou quase eliminado pela VW quando o veículo está na garantia. Mas tem que ter paciência, muita paciência para a VW lhe atender. No meu caso consegui, depois de muito stress.

      • Fabio Toledo

        Esse item de série da VWB é complicadíssimo (muito stress quando qualquer coisa “sai do padrão”). Imagine quando fiz valer a garantia para uma troca de rolamento de câmbio com 13000 km num Polo.

  • Luis Gustavo Fonseca

    O carro realmente é muito bonito, o motor e o câmbio são ótimos, bastante potência e trocas suaves…
    Mas infelizmente temos que avaliar o carro na nossa realidade: ruas e estradas em péssimas condições e radares por toda parte (arrecadação excessiva)….
    Para o uso diário nestas condições o carro só tem um problema, acaba não sendo muito confortável, pois concordo que a suspensão seja firme para agüentar as pontas em alta velocidade, mas peca demais no conforto… E convenhamos, muito pouca gente fica andando no limite sempre…
    Tive a infelicidade de trafegar por um desvio em uma estrada de chão, e por alguns momentos achei que algo na suspensão iria quebrar tal eram as batidas secas…
    Fora isto, o carro é extremamente bom, interior muito confortãvel e funcional…

  • Sidney

    Engraçado! Qualquer carro da Peugeot TEM extremo conforto e todos dizem que Não compram, apesar de toda a tecnologia embarcada, devido às nossas estradas que são muito ruins para um 408 ou um 308, por exemplo, e aí quando se fala que o Jetta TSI tem a suspensão firme para agüentar exatamente o que um 408 THP não agüenta devido à sua suspensão, vê-se pessoas metendo o malho dizendo que o carro e firme demais ou até mesmo muito duro! Afinal de contas, vocês que pensam assim querem o quê?? Os dois juntos?? Fica complicado aliar as duas coisas para um sedã nesta faixa de preço. Simplesmente NÃO existe!!!

  • Sidney

    Acabo de chegar de Buenos Aires (cidade onde as ruas são bem melhores que muitas de nossas capitais) e lá, diferentemente daqui, o que se vê nas ruas é Peugeot a rodo!!!

  • Sidney

    Jetta TSI é um belo carro! Tive um 2013 e era fantástico, como também tive um Fusion EcoBoost AWD 2013, outro carro fantástico, MAS são de segmentos diferentes… Hoje, por questão de espaço tenho um Golf Highline TSI 2015, outro excelente carro e com um custo-beneficio fora do normal para a categoria e, principalmente, porque o carro entrega 25,4 kgf·m a 1400 rpm. Todos excelentes, MAS todos tem os seus prós e contras também.