TESTE DE 30 DIAS: RENAULT FLUENCE (FINAL)

Roberto Agresti

TESTE DE 30 DIAS
RENAULT FLUENCE PRIVILÈGE 2.0 HI-FLEX CVT

4ª E ÚLTIMA SEMANA

 

 

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O Renault Fluence Privilège 2.0 HI-FLEX CVT terminou seu período de 30 dias de avaliação conosco e o saldo deste convívio é amplamente positivo. O destaque foi, de longe, o conforto de marcha. Quem está buscando um sedã na faixa dos R$ 80 mil pode ter certeza que o Fluence é uma opção tremendamente válida se o critério for ter um automóvel que trata bem seja quem está no volante, seja quem vai como passageiro.

Resumidamente, o que dá a este Renault esse precioso status não é apenas o de ser razoavelmente silencioso, transmitir pouco ou quase nada das vibrações do motor e do conjunto de transmissão ou filtrar de modo competente as irregularidades de nossa mal-cuidada pavimentação. Há também aspectos de ergonomia bem cuidados — conformação de bancos, instrumentos e comandos no devido lugar — como também a eficiência do sistema de climatização e do conjunto formado pelo sistema de áudio/navegação/computador de bordo. Tudo isso torna a vida a bordo ótima.

 

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O Fluence não é exatamente recente, e só no Brasil tem mais de quatro anos de mercado, brigando por espaço em um segmento onde os japoneses (leia-se Toyota Corolla e Honda Civic) são unanimidade, com tal preferência conquistada muito em razão do atento serviço pós-venda associado a uma proverbial fama de solidez. Não seria sábio de nossa parte contestar as opções de sua majestade o consumidor, mas é nosso dever apontar que, como bem assinalado por alguns comentários de nossos leitores, o Fluence (que até agora jamais conseguiu passar do 5º lugar entre os sedãs mais vendidos do país em sua carreira) mereceria fatia melhor do segmento.

Configura-se assim mais um caso de carro injustiçado/incompreendido em nosso peculiar mercado. Razões para isso? As conjecturas podem ser de vários tipos. Talvez a mais forte de que a Renault é uma marca mais conectada a modelos pequenos, econômicos, populares. Outras hipóteses podem vir da carreira não exatamente brilhante do antecessor Mégane e da má fama dos carros franceses quanto ao pós-venda, tido como aproximativo, o custo elevado de manutenção e conseqüente forte índice de depreciação. Tais estereótipos “colaram”, todavia o que se percebe atualmente é que as marcas francesas instaladas no Brasil vêm se esforçando, fazendo uma espécie de mea culpa de erros do passado e a devida lição de casa.

 

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Preferências do mercado à parte, destacar que sob o capô do Fluence pulsa um motor quatro-cilindros em linha moderno e eficiente (e que leva a assinatura Nissan) é obrigatório. Uma coisa é ler sobre soluções técnicas interessantes e ver belos desenhos de vista explodida,  ou então admirar aqueles motores cortados exibindo entranhas nos estandes de Salões. Bem melhor é comprovar, dia após dia, a eficiência depois de dar à partida para ir do ponto A ao B, seja curta ou longa a distância a ser percorrida.

Na versão do Fluence entregue para esta avaliação, a mais elaborada da linha e não à toa batizada de Privilège, a ação de ligar o quatro-em-linha de 140 cv declarados cabia ao cada vez mais difundido botão de partida. Ou seja, nada de inserir chave e girá-la, pois basta estar com a chave-cartão no bolso, bolsa ou mochila para poder abrir o carro e partir. Mais do que “gadget” moderninho, dispositivos presenciais como este da Renault são seguros,pois entra-se no carro de maneira imediata e dar a partida é facílimo. Frio ou quente, o motor do Fluence não negou fogo nunca e nem mostrou variação no funcionamento, vibrando mais quando frio, por exemplo.

 

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Positivo também é nosso juízo sobre a caixa de câmbio CVT , também ela “by Nissan”. Bastam alguns dias para que os acostumados à caixas automáticas convencionais se adaptem à sensação (só sensação, não fato) de que o câmbio patina. O comportamento da transmissão do Fluence sempre se mostrou suave e adequado às mais diversas situações às quais foi submetido.

Para nossa sorte, imediatamente antes da chegada deste Renault à nossas mãos havíamos passado um bom período com um de seus mais fortes concorrentes, um Honda Civic também em versão-topo. Não se trata de fazer um comparativo, mas é inevitável assinalar que, confrontando o comportamento da caixa CVT do Renault com a excelente caixa automática do Honda, a primeira oferece maior suavidade, o que é um fator positivo se considerarmos que estamos falando de sedãs nos quais a clientela busca sempre conforto e suavidade de marcha.

No convívio com o Fluence entendemos que, em caso de eventual pressa, quando por qualquer razão exige-se do pacato sedã o comportamento de um esportivo, o câmbio CVT “manda” a agulha do conta-giros para o limiar da faixa vermelha e ela ali fica, praticamente imóvel. É estranho ouvir o motor cantando esta espécie de samba de uma nota só, sem alterar o tom, mas a progressão da aceleração é bem animada, sem o mínimo tranco ou variação de rotação, e a impressão é de que há mais potência do que a anunciada na ficha técnica.

 

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Uso plural

Como dissemos anteriormente, a vantagem desta nossa avaliação estendida é poder fazer provas e contraprovas. Em um dado momento no início do teste, uma viagem apressada a Curitiba com carro praticamente vazio nos mostrou uma marca de consumo não exatamente ruim, mas tampouco favorável, 9,2 km/l. Na seqüência, carro cheio, prancha de surfe amarrada no teto e muito cuidado com o acelerador nos deu a marca de 12,7 km/l para uma viagem de mais de 200 km de São Paulo ao litoral norte, com pico de 14 km/l no trecho do planalto, obtida principalmente à atentas retomadas de velocidade feitas de modo bem gradual. Nesse segundo caso, difícil fazer melhor mas… e no primeiro?

Para saber ao certo lá fomos nós, sem carga nem prancha, nem bagagem e nem companhia dar uma estilingada de cerca 100 km exigindo o máximo do Fluence, tratando o acelerador como se fosse um interruptor liga-desliga, explorando o recurso de troca de marchas manual que o CVT oferece quando puxamos a alavanca para a direita. Ao final dessa desabalada carreira observamos o que talvez seja o pior que um Fluence consegue fazer em uma rodovia plana: 7,6 km/l, com uma média horária indicada pelo computador de bordo perto dos 110 km/h. Considerando que no trecho haviam três pedágios, imaginem o ritmo. Neste mesmo dia, na volta, a  fúria cedeu lugar à paz, e a média de consumo beirou os 14 km/l…

 

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E na cidade, ele é gastador ou econômico? Nem cá, nem lá: o que de pior lemos no computador de bordo foi 5,6 km/l, marca obtida em trechos curtos e truncados rodando na região de São Paulo com grandes aclives e trânsito pesado. A melhor marca urbana, pouco acima dos 8 km/l, foi vista em roteiros de fim de semana, com trânsito livre e uso razoável de vias expressas. Importante relembrar que a opção do Ae é pela gasolina em nossos testes de trinta dias.

 

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Na oficina

Para encerrar nosso convívio com o Renault Fluence, o levamos para uma análise na renomada oficina paulistana Suspentécnica com o intuito de observar as entranhas do sedã de maneira mais apurada, assim como ouvir as palavras do Alberto Trivellato, seu proprietário. Com experiência de mais de três décadas no convívio diário com diversos tipos de automóveis na oficina cuja expertise é, como o nome indica, suspensões, e por conseqüência os aspectos ligados à estrutura dos veículos, foi confortante ouvir do profissional que o Fluence não apenas parece um carro bem construído como, de fato, o é.

 

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Alberto Trivellato, da Suspentécnica, examina o Fluence por baixo

No dia a dia de Alberto as conseqüências de nosso piso ruim se manifestam em maior grau quando projetos pensados para uso em realidade diferente — e melhor — do que a nossa são transpostos para realidade brasileira. Ao observar o Fluence por baixo, itens como generosos coxins e as robustas bandejas de suspensão dianteira, realizadas em aço estampado, foram apontados como fatores da comentada suavidade de marcha e quase ínfima transmissão das irregularidades à cabine, assim como de um fato prático: apesar de ter mais de quatro anos de mercado, foram poucos os Fluence atendidos na Suspentécnica, segundo Alberto, sinal inequívoco de robustez.

Quanto à suspensão traseira, o uso do eixo de torção pode ser visto como opção econômica diante de outras alternativas mais elaboradas ofertadas por alguns sedãs deste segmento, todavia Alberto exalta a eficiência desta opção da Renault e seu bom ajuste, que garante dirigibilidade excelente, comportamento homogêneo em regime variado de carga e manutenção simples.

Dois aspectos foram apontados pelo profissional nesta área: a existência de uma cobertura plástica “encapando” do eixo de torção, que segundo o profissional explicita um cuidado aerodinâmico com a parte inferior do carro. Fora isso há a forte inclinação dos amortecedores traseiros, que assim posicionados podem ser mais longos sem ocupar espaço nas torres, o que implicaria em caixas de rodas mais invasivas no porta-malas. Uma última palavra, elogiosa, mereceu o caprichado revestimento para evitar que o calor do sistema de escape seja transmitido à cabine.

 

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Deixando as entranhas e passando a observação da carroceria, Alberto apontou a regularidade dimensional dos espaços entre os painéis de porta e pára-lamas como indício da boa engenharia e montagem atenta aplicada ao sedã made in Córdoba. Menos satisfatória foi a observação, pertinente, feita sobre a qualidade do carpete usado tanto na cabine como no porta-malas, que realmente poderia ser algo melhor diante dos quase 90 mil reais cobrados por esta versão.

Porém, ao levantar a cobertura do estepe, se defrontar com um pneu normal e não de um estepe temporário gerou um comentário — mais um — sobre a boa opção para os pneus usados no Fluence, 205/55 R17V, que diante do cenário pavoroso de ruas e estradas oferece maior chance de suportar a vida como ela é sem cortes e bolhas que pneus de perfil mais baixo, como 50 ou 45, poderiam apresentar.

Outro bom aspecto é que o Fluence não raspa com facilidade nem em entradas de garagem, nem em lombadas. E caso raspe a frente, sem problemas: o que toca o solo é apenas  o “bigode” de plástico, elemento da aerodinâmica do veículo, que não macula a bela aparência deste Renault, além de poder ser facilmente substituído se necessário.

 

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Só alegria?

O fato de termos avisado, já na primeira linha deste texto, que nossos dias com o Fluence foram amplamente positivos não isentará este automóvel de algumas críticas, detalhes que se corrigidos o tornariam ainda mais “apetitoso” ao consumidor. No aspecto estético, a recente mudança da grade frontal em relação ao modelo lançado em 2010 foi julgada positiva, e o modelo de um modo geral pode ser considerado um dos mais bem resolvidos do seu segmento, em que pese alguns excessos estilísticos, como a moldura cromada e exagerada dos faróis de neblina. Todavia, o que definitivamente não apreciamos foi a mudança no painel: antes velocímetro e conta-giros eram analógicos, agora a velocidade é indicada por um tela circular LCD e as rotações por ponteiro. Em visualização, nota dez, mas no aspecto estético os ponteirinhos no clássico “amarelo-Renault” eram mais elegantes.

Outro pecadinho da vida a bordo é a distância da tela tátil, que obriga o motorista a se esticar para ter tocar os menus. Ruim também é o posicionamento dos comandos do sistema multimídia, um modesto satélite colocado em lugar encoberto pelo volante. Este por sua vez tem apenas comandos para o controlador de velocidade.

Não há a faixa degradê no pára-brisa que, por incrível que pareça, faz falta, tampouco o útil acionamento uma-varrida do limpador, ambos de fácil e bem pouco custosa solução pela fábrica.

 

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Outro ponto que ao nosso ver mereceria revisão diz respeito aos faróis: o xenônio é uma tecnologia moderna mas sua aplicação aos fachos baixos deste Fluence resultou em um efeito “tudo ou nada”; muita luz e, de repente, nada. Deste modo as viagens noturnas se transformaram em um incessante comutar do farol baixo ao alto.

 

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À quantidade de recursos da central multimídia R-Link se contrapõe um nem sempre simples relacionamento: operar o navegador inserindo destinos não é exatamente rápido, o uso do sistema de áudio e seus controles exigem algum treino para ser devidamente explorados e, mesmo assim, simples de usar nunca será. Tal realidade se estende pelos outros recursos (computador de bordo e configurações em geral).

Ponto positivo é o sistema Driving-Eco2, pelo qual o motorista pode não só observar como está sendo sua condução em um determinado trecho, como também receber dicas sobre como dirigir de forma eficiente do ponto de vista ambiental. Aliás, finalizamos com observações sobre o sempre delicado tema “consumo”, que como bem podem exemplificar alguns comentários aqui postados, sempre resultam em desacordo, opiniões conflitantes e muita polêmica. Como sabemos, muita coisa pode influir nas marcas obtidas mas uma das principais é a topografia do lugar onde dirigimos.

Como já dissemos, na maior parte do tempo o Renault Fluence (e os sucessivos carros que serão avaliados nesse “Trinta Dias”) rodam na zona Oeste de São Paulo, mais exatamente nos bairros do Sumaré, Perdizes, Pacaembu, Pompéia, Vila Madalena, Pinheiros e adjacências, região montanhosa o que implica que sempre haverá um ladeirão a ser transposto. E o que acontece com o consumo nesse ambiente? Desnecessário dizer.

Se nosso território de avaliação fosse uma cidade como Fortaleza, Rio de Janeiro ou especialmente Brasília, cuja topografia está mais para mesa de bilhar, os números seriam melhores com certeza. O mesmo não pode ser dito, porém, quanto às marcas rodoviárias, nas quais nos empenhamos em conseguir diversos dados em configurações de carga e de trajeto diferentes nestes mais de 2 mil quilômetros rodados. Assim, o número mais freqüente visto em consumo urbano, ao redor de 6 km/l com gasolina, espelha o ambiente malvado no qual vivemos.

 

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Sinceramente esperamos que esta nova avaliação trazida para o Ae tenha conseguido atingir seu objetivo de mostrar, através de um maior tempo de convivência, aquelas nuances que períodos de teste mais curtos não revelam. E muito importante é que você, leitor, nos abasteça de críticas e sugestões para que no futuro possamos aperfeiçoar nosso trabalho.

Leia tembém as outras partes:
Parte 1
Parte 2
Parte 3

QUILOMETRAGEM TOTAL: 2.289 km
CONSUMO MÉDIO TOTAL: 8,11 km/l
CIDADE: 878 km (38,4%)
ESTRADA: 1.410 km (61,6%)
LITROS CONSUMIDOS: 282,24
CUSTO: R$ 915,11 (média R$ 3,24/l)
CUSTO DO KM RODADO: R$ 0,40
NA SEMANA: 420 km – 57,2% cidade/42,8% estrada
CONSUMO MÉDIO: 8,26 km/l

RA

 

FICHA TÉCNICA FLUENCE PRIVILÈGE 2015
MOTOR 4-cil. em linha, bloco e cabeçote de alumínio, transversal, 16V, duplo comando no cabeçote acionado por correia dentada, flex
Cilindrada 1.997 cm³
Diâmetro e curso 84 x 94,1 mm
Taxa de compressão 10:1
Potência máxima 140 cv (G), 143 cv (A) a 6.000 rpm
Torque máximo 19,9 m·kgf (G), 20,3 m·kgf (A) a 3.750 rpm
Formação de mistura Injeção eletrônica no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo dianteiro CVT com seis marchas virtuais
Relações da marchas – automático De 2,349:1 a 0,394:1
Relações da marchas – virtuais 1ª 2,50:1; 2ª 1,38:1; 3ª 0,99:1; 4ª 0,75:1; 5ª 0,58:1; 6ª 0,44:1.
Relação de diferencial 6,47:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço inferior triangular, mola helicoidal, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor hidráulico e barra estabilizadora
DIREÇÃO Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Voltas entre batentes 3,3
Diâmetro mínimo de curva 11,1 m
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado de Ø 280 mm
Traseiros A disco de Ø 260 mm
Controle ABS, EBD e auxilio à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6,5J x 17
Pneus 205/55R17V
CARROCERIA Monobloco em aço, sedã 3-volumes, quatro portas, subchassi dianteiro, cinco lugares
CAPACIDADES
Porta-malas 530 litros
Tanque de combustível 60 litros
PESOS
Em ordem de marcha 1.341 kg
Carga útil 413 kg
DIMENSÕES
Comprimento 4.620 mm
Largura sem espelhos 1.810 mm
Altura 1.470 mm
Distância entre eixos 2.700 mm
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 10,1 s (G)/9,9 s (A)
Velocidade máxima 195 km/h (G e A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBEV
Cidade 9,1 km/l (G), 6 km/l (A)
Estrada 12 km/l (G) e 8,1 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª 45 km/h
Rotação a 120 km/h em 6ª 2.700 rpm
Rotação à vel. máx. em 5ª 6.385 rpm

 

 



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  • CorsarioViajante

    Muito legal a avaliação como um todo, já sabem qual será o próximo carro?

    • Corsário
      Sim, Jetta Highline TSI.

      • CorsarioViajante

        Ah! Muito legal! Acompanharei com gosto! Obrigado pela resposta Bob!

      • Claudio

        Bob, TSI neste caso significa o motor 1.4 TSI usado no Golf?

        • Fórmula Finesse

          Esse ainda não têm previsão de lançamento da fábrica, ao menos não externamente.
          FF

        • CorsarioViajante

          Se não me engano o Highline é o 2.0 TSI.

        • caique313131

          O Jetta que vem ao Brasil não possui o motor 1.4 TSI.

      • Roberto Mazza

        Maravilha Bob, não vejo a hora!

      • Henrique Lopes

        Ótima notícia!

    • guest

      Seria boa uma avaliação destas com o primeiro sino-brasileiro, o Chery Celer.

  • Thiago A.B.

    Roberto e Equipe Ae,
    Ótimo ter esse tipo de avaliação no site. Já a acompanhava na época que foi publicada no BCWS. Que assim continue para nosso deleite.

  • Marcelo Altomare Carreiro

    Muito bom, o carro.

  • Murilo Fioritti de Assis

    Ótima avaliação . Parabéns.

  • Félix

    Que coisa boa esse teste de 30 dias! Já esperando pelo Jetta TSI. Bom demais ver de novo a análise do Alberto Trivellato!

  • Roberto Alvarenga

    Parabéns pela avaliação, muito boa!

  • Mr. Car

    Por mim, estão aprovados o carro em si, e a idéia do teste de 30 dias.
    Abraço.

  • Henrique Lopes

    Gostei muito do estilo desse teste e especialmente da avaliação da parte inferior do veículo, sua suspensão, tema que é muito raro de ser abordado nas publicações, com exceção do Jornal Oficina Brasil, mas porque é dedicado aos reparadores. O Ae nos últimos tempos evoluiu muito!

  • Lucas

    RA,
    Parabéns pelo trabalho realizado! Já acompanhava suas avaliações de 30 dias no BCWS, e fiquei frustrado quando por lá repentinamente acabou. Muito bom que tenha voltado e melhor ainda que seja aqui, pois acompanho mais aqui do que lá.
    Gostei que colocaram a informação de custo por km rodado, apesar de ela ser do total do teste. Gostaria de sugerir que houvesse também, se possível, esse detalhamento ao longo das atualizações semanais, ou até, se não for pedir demais, entre os abastecimentos que vocês realizam.

    • Cristiano Reis

      Mistério o BCWS praticamente ter ficado sem colunistas…

      • Lorenzo Frigerio

        O BCWS está quase que totalmente parado. Acho que o Fabrício arrumou algo mais proveitoso para fazer, mas não quer sepultar a criança. Ainda bem que temos o Ae.

  • $2354837

    Parabéns a iniciativa, ficou muito boa a reportagem. Fico feliz de ver a evolução do Autoentusiastas desde tempos remotos.

    Parabéns a toda e equipe.

  • Roberto Mazza

    O carro é bacana e como outros sedans “médios” estão indo para essa faixa acima de 4,60 metros de comprimento. Muito particularmente eu prefiro sedans mais curtos, pois acaba que mesmo sem querer fica gravado na mente de muita gente que sedan compridão é carro de luxo de diretor, presidente, tiozão, essas coisas. Não que eu me preocupe excessivamente com opiniões alheias, mas certamente prefiro no dia a dia um carro de até 4,45, ou menos. Vide o sucesso que o Audi A3 vem fazendo, um carro muito bonito por sinal. A Renault bem que poderia colocar um 2.0 16v no Logan. Nem que fosse uma série especial, um teste, sei lá. Em nossas ruas apertadas e cidades violentas, porque não um carro discreto como o Logan mas com um coração mais bacana batendo forte? Abraços.

    • Thiago M Silva

      Não foi no Logan, mas foi no Sandero R.S…. kkkk

  • Geovane Paulo Hoelscher

    Prezado Roberto Agresti, li todos os posts sobre o Fluence e quero elogiar a qualidade do seu trabalho como avaliador. Ficou muito próximo da perfeição (para não dizer simplesmente, “perfeito”).
    Para nós, consumidores, uma avaliação como esta é de vital importância quando formos escolher nosso novo automóvel, que, diga-se de passagem, envolve muito dinheiro e suor de nossas partes. Então, não podemos correr o risco de fazer uma escolha mal feita.
    Agradeço pelo belo trabalho. Continue satisfazendo nossa sede de informação sobre este assunto, do qual somos “entusiastas”.

  • Fat Jack

    RA, excelente!!
    Como havia mencionado anteriormente este tipo de teste é possivelmente um dos mais interessantes para os apreciadores e pretensos compradores.
    Confesso ter um interesse no Fluence, possivelmente por já ter um Renault e não ter queixa alguma a respeito da durabilidade, pós venda e manutenção sinta mais confortável…
    Achei o consumo um pouco elevado, mas em valores “fixos” pois não sei o que a concorrência apresenta nesse aspecto além de uma certa fama de sede do Cruze.
    Como você já avaliou diversos outros modelos gostaria da sua opinião a respeito da disposição deste motor frente aos 2.0 de Civic e Corolla.
    Grato!

    • R. Agresti

      Na ficha técnica Civic, Corolla e Fluence se equivalem em potência, mas o Renault ganha de leve dos outros em torque, e talvez por isso passe a impressão de ser mais vigoroso. O fato de ser o único do trio a ter câmbio CVT também pode induzir a uma sensação diferente nas acelerações.

      • R. Agresti

        Atenção: o Corolla ao qual me refiro é o anterior ao atual, que não tinha câmbio CVT.

  • Obrigado Luiz! Abração, PK

  • Lorenzo Frigerio

    Caramba, esse painel de instrumentos é bem feio, hem? É o Agile fazendo escola. Acho que só a Honda sabe fazer painel digital com bom gosto.
    E outra, esse “centro multimídia” no topo do painel, para usar um termo da minha falecida mãe, arquiteta, é “um soco no olho”.
    Painel tem que ser “Wolfsburg”. Provado e Comprovado.

    • Domingos

      Não acho esse painel feio, mas concordo: com instrumentação, iluminação etc. não se inventa. O clássico é sempre o melhor e mais fácil de fazer.

      • $2354837

        Toda vez que olho para o painel do meu 207 eu desisto de vender… Instrumentos legíveis, iluminação na cor âmbar-avermelhada perfeita.
        Infelizmente a isca está querendo agradar demais o peixe… Os painéis estão indo para aquele branco-azulado que é belo, mas dói na vista.

  • marcus lahoz

    Roberto

    Ótimo teste, muito bacana. Uma pergunta, este painel com fundo branco ao dirigir a noite incomoda como no Astra e EcoSport? Nestes o painel branco com forte iluminação incomodava muito ao dirigir à noite.

  • Victor

    Na minha opinião, se tirar aquela moldura cromada do farol de neblina e a fita de LEDs, além de trocar o painel de instrumentos por algo compatível com um sedã médio, aumentaria as vendas em 10%.

  • Claudio,
    Highline, só 2 litros.

  • Danilo Grespan

    Uma dúvida: o Fluence é um Renault de verdade ou um Dacia, ou qualquer outra marca?

    • $2354837

      É de origem coreana da Samsung Motors.

    • Paulo Eduardo

      Dacia não, mas Samsung e Nissan. Compartilha com o antigo Sentra, além do bom conjunto propulsor também a plataforma (a C usada por vários modelos da aliança). Mas apesar do projeto coreano e motorização japonesa nem por isso deixa de ser Renault. Leva todo o “jeitão” de carro francês.

  • Domingos

    Todo Renault raspa pouco, mesmo sendo mais baixo. A fabricante há muito tempo é uma das mais cuidadosas em deixar o assoalho do carro o mais liso e reto possível, o que evita aberrações como ter um carro alto mas que o protetor de carter fica lá embaixo e raspa fácil (comum no Brasil).

    Isso é muito legal da marca e ajuda na aerodinâmica. Sinto saudades do meu Renault nesse ponto e tantos outros, desmentindo muito do que falam sobre esses carros serem ruins de buraco (o que é mentira mesmo, pois os Renault em específico têm suspensão suficientemente resistente e bastante macia inclusive).

    Outra coisa, dessa vez sobre o consumo: os flex e o etanol acabaram com isso. Não acho boas e sequer aceitáveis, mesmo com trânsito de São Paulo, as médias dos carros atuais.

    Meu carro antigo era um gasolina de 1100 quilos, rodando em bairros igualmente ladeirados de São Paulo e com ar/trânsito era sempre de 10KM/l para cima.

    O atual é um flex com 50% a menos de potência e de apenas 900 quilos que no mesmo trajeto e andando só sem pegar trânsito sofre pra fazer 9.

    Mesma marca inclusive. Para mim, embora seja anti-ecochato ao extremo, carro gastão não presta como carro de rua. Infelizmente hoje essa é a realidade da quase totalidade de carros brasileiros, mesmo aqueles de marcas onde antes se tinham bons consumos.

  • Luiz_AG

    Bom se o pessoal diz que compra Honda porque as motos da yamaha são 2T sem nunca ter visto uma e a fábrica ter parado de fabricar motos com esses motores a quase 20 anos você já percebe o preconceito que sofre o Fluence.
    A filosofia do vizinho prevalece por aqui.

    • Danilo Grespan

      Pesa muito o preconceito com carro francês, o que não é coisa só de brasileiro não. Felizmente as pessoas têm tido mais acesso às boas fontes de informação (e sem custos), despertando no mínimo a curiosidade de um test drive, levantamento de custos de manutenção etc. Com isso, alguns que “jamais comprariam” saem dirigindo um rapidinho…

  • Luiz_AG
    A Samsung Motors é controlada pela Renault desde 2000, mesmo caso da Dacia (1998). Portanto, e respondendo ao Danilo Grespan, o Fluence é um Renault legítimo (como o Dacia). Hoje a empresa é a Renault Samsung Motors, na qual a Renault detém 80% das ações. O Fluence é uma plataforma Renault.

    • Danilo Grespan

      Valeu pelo esclarecimento Luiz e Bob, eu não sabia dessa expansão dos controles da Renault.

      • Domingos

        O carro é um Mégane com mais entre-eixos. É um Renault de fato e de direito.

        • $2354837

          De onde tirou essa informação? Na Coréia ele é chamado Samsung SM3. Na Europa é vendido Fluence em segmento inferior ao Mégane.

      • $2354837

        O Sonic e as carrocerias novas utilzadas pela GM foram desenvolvidos na fábrica da GM na Coréia, antiga Daewoo, hoje sob domínio da GM.
        Quando alguém diz que compra GM e que odeia carro coreano, vejo o quanto o fator marca é forte.

  • Fernando

    Parabéns pela excelente análise RA!

    Conseguiu mostrar diversas qualidades do carro que uma análise mais resumida ou um test-drive não chegariam a expor.

    De coisas que são realmente passíveis de melhora, vejo que o mais importante a princípio seriam de facilidade de uso e ergonomia, no caso do acesso à central multimídia. Não é algo que pessoalmente faz muita diferença para mim ter ou não, mas já que tem, acho que deveria ser melhor elaborada em funcionalidade. A mesma coisa vale para o painel de instrumentos, um bom conjunto analógico é muito dificilmente substituído com vantagens por um digital.

    O ponto crítico para alguns – consumo – eu vejo como algo passível devido ao porte do carro, e a proposta principal dele não ser economia. Mas mesmo assim, ele pode ser econômico, se o trajeto não for prejudicado por muito trânsito, topografia e até mesmo falhas de quem era para gerenciar o trânsito… e também o pé direito conta muito. Assim entendo o porquê de algumas vezes ele consumir razoavelmente, próximo do que enfrento com trânsito igualmente complicado e um carro com motor L-6, a tecnologia a favor do melhor consumo era para fazer mais, mas lembro como é difícil criar um carro para assumir diversos comportamentos e ser totalmente perfeito em todas condições, então isso se opõe em alguns momentos à sensação de dever rodar mais com menos, e é difícil mensurar até que ponto cada um seja possível.

  • Christian Govastki

    Eu recentemente aluguei um Fluence 1,6 e confesso que fiquei algo decepcionado com o carro.

    Não gostei da ergonomia. pois os comandos não são intuitivos (acho por estar mais acostumado com o Focus), do painel (é muito grande, invade demais a cabine) e principalmente do porta-malas.

    Pedi um sedã justamente por estar de viagem com um bebê e quando coloquei o carrinho no porta-malas este praticamente acabou. Foi uma ginástica colocar o carrinho e uma mala médio-grande ali dentro, coisa que faço com tranquilidade no meu Focus Hatch.

    Quanto a dinâmica do carro atende bem, nem surpreende nem decepciona.

    • toni

      Não se esqueça de que você estava num com motor 1,6, o 2,0 é muuuito melhor. Quanto ao porta-malas, estranho esta reclamação, pois é um dos maiores do mercado.

      • Christian Govastki

        A questão é que ele não tem altura, mesmo sendo largo, não muito fundo e baixo o carrinho teve que ficar na transversal, não cabendo na longitudinal, então ficou muito espaço perdido mas onde não cabiam as outras malas.

        No Focus eu coloco o carrinho desmontado, virado de lado, encostado no banco e as malas ficam entre o carrinho e a tampa. Cabe, mas o tampão eu deixo em casa ou fica solto por cima da bagagem.

        Porta-malas não é só volume em si, tem que ver se é possível ocupa-lo de forma racional. O da Fielder, em volume é menor que o do Corolla do mesmo ano, só que não tem a limitação da altura, que as vezes por poucos centímetros não permitem a utilização otimizada do porta-malas, que é o grande problema dos sedãs.

        • Thiago M Silva

          Esse problema no porta-malas todo o sedã tem. É por conta da estrutura do carro. No caso dos hatches, você abre a tampa inteira, fica mais fácil de colocar algumas coisas.

          • Christian Govastki

            Tem sedãs, em especial os compactos que tem porta-malas excelentes sem tanta limitação na altura (Clio, City, por exemplo). O do City dá um banho no do New Civic, um carro de porte muito maior, mas que o porta-malas é menor que alguns hatches pequenos.

          • Christian, qual hatch tem porta-malas de 449 litros?

  • R. Agresti

    Olá Marcos, não não incomoda pois é possível baixar a luz a um nível mínimo e manter legibilidade mesmo assim.

  • R. Agresti

    Muito obrigado. Faço com gosto e muita dedicação e ler elogios como o seu incentiva a tentar fazer melhor. ´

  • Guily

    Sugiro a participação do CHERY QQ, que é praticamente um mito, carregado de dúvidas, mas com ausentes e enxutos testes ou vídeos no Youtube. Seria divertido acompanhar com vários vídeos e posts o dia a dia deste subcompacto chinês.

  • Lorenzo
    Não acho que o BCWS esteja como você diz. Há sempre notícias, o Fabrício ou alguém a mando dele está sempre nos lançamentos, enfim, está ativo. Mas concordo com o Cristiano, houve uma debanda de geral de colunistas de lá.

  • Luiz Salomão

    Excelente teste Roberto. Faz tempo que não me prendo em assunto tão interessante provando com números o que já tinha experimentado em uma provoção rápida! Boa opção de mercado e como sou suspeito da marca, tive vários até chegar ao RS, mas que não o tenho mais, agora estou saboreando um primo argentino, o Symbol RT que no momento é tão especial quanto o meu Mègane anterior. Bom que venham mais testes de 30 dias, porque aí facilita muito na escolha do modelo a adquirir. abs e até mais…

  • Davi Reis

    Andei uns dias afastado do computador e fiquei pra trás em alguns conteúdos, mas permita-me lhe dar os parabéns pela avaliação, Roberto. Já acompanhava a avaliação de 30 dias no Best Cars, mas não sabia que a seção tinha se encerrado por lá, então foi uma surpresa dupla ver o seu trabalho por aqui. Pode ter certeza que eu e muitos outros leitores estaremos acompanhando o seu ótimo trabalho.

  • toni

    Pessoal, há um erro na ficha técnica, “duplo comando no cabeçote acionado por correia dentada”. Na realidade é acionado por corrente, como nos modernos motores hoje em dia.

  • Sandro

    Painéis digitais são mais baratos e mais fáceis de fazer.. ou seja… é redução de custo, não modernidade… Tenho um Fluence Privilège há quase três anos, comprei devido a uma mega promoção de fábrica (ia comprar um Jetta TSI). Economizei quase 35.000 reais e digo foi uma excelente compra! A avaliação está muito alinhada com a impressão que tenho do carro nesse tempo todo; quanto à manutenção, é pouca e barata! Discordo só dos faróis de xenon… não um dia na estrada e não incomodam ninguém! A Renault só poderia deixar o câmbio “um pouco menos suave” antecipando um pouco o bloqueio do conversor, como acontece no Lancer que usa o mesmo câmbio com outra programação. O carro anda MUITO bem, como disse parece até ter mais potência, principalmente pela eficiência do câmbio e os 20 kgfm de torque bem plano, com essa modificação o carro ficaria mais econômico e mais “esperto”.

  • Juarez Tomé Junior

    Muito boa essa avaliação porque é verdadeira e sem os ‘preconceitos’ contra marcas, baseados em mitos. Posso dizer que é verdadeira porque as impressões do Roberto batem muito com as minhas, que sou proprietário de Fluence desde 2011. Estou aguardando a chegada do meu novo Fluence (versão 2015) que será meu terceiro Fluence. Isso já diz tudo!

  • Jorge Sullivan

    Excelente avaliação! Parabéns!

  • Panzer Faher

    Tenho isenção, pois sou portador de deficiência. Estou em duvida; entre o Fluence Privilege e o Civic LXR. O Fluence Privilege sai no valor de R$ 69.000,00 enquanto o Civic LXR por R$ 70.000,00. Também tem o Fluence Dynamique Plus, que fica no valor de R$ 63.000,00. Gostaria da opinião de vocês. Qual devo escolher? Pois não tenho quase nenhum conhecimento em carros. Desde já fico grato a todos. O vídeo foi perfeito; abriu bem minha visão. Obrigado!!!!

  • Panzer Faher,
    O Ae não opina sobre escolha de produto por motivo de ética. Esperamos que entenda..

    • Panzer Faher

      Agradeço a compreensão. Desde já agradeço.

      • what_the_hell??

        Panzer, o Dynamique CVT sai com a isenção total (ipi + icms), mesmo passando dos 70mil. Na última vez que vi ele custava menos de 54mil com as isenções.
        Outra opção seria o C4 Lounge

        • Panzer Faher

          A questão é que ele vem bem depenado. E o C4 Lounge, fiz um teste e não gostei, com as isenções, tiram muitas coisas. Valeu What.

  • Jurandir

    Muito boa avaliação.
    Consegui tirar todas as dúvidas com a sua avaliação Roberto!
    Partindo do princípio custo-benefício, creio que em nosso mercado seja a melhor opção.
    Afinal, vejo que seus concorrentes até possuem mais opcionais e “beleza”(Focus, Corolla e Civic). Porém por dez, quinze mil a mais, coisa que ao meu ver tem um peso significativo na escolha de qual carro comprar!
    Obrigado

  • Leandro,
    respondo pelo Roberto. Esse tipo de teste contempla somente o veículo em si, nunca o serviço em concessionárias da marca, muito menos valor de revenda. Também, gostaria de explicação do por que a infelicidade de ter um Renault Fluence, pois se for devido serviço numa ou mais concessionárias, carece de consistência.

  • Rildo Oliveira

    O motor do Fluence não tem os comandos de válvulas acionados por correia dentada e sim por corrente.

  • Christian, certeza que o Fabrício informou 340 litros no Best Cars? É 449 L mesmo, tenho o pen drive com a ficha técnica e está no site comercial da Honda. Mas você está certo na sua observação de valer o cabe dentro efetivamente.

  • Christian, sim, do atual.

  • Fabricio Dias

    Estou pensando seriamente em pegar um Fluence usado, ano 2013 ou 2014. Tinha um certo preconceiro com a marca, mas acompanhando essa ótima avaliação e os comentários dos colegas, percebo que é um excelente carro. Só estou na dúvida entre o Fluence e o C4 Lounge.