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TESTE DE 30 DIAS: RENAULT FLUENCE (PARTE 2)

Roberto Agresti


TESTE DE 30 DIAS
RENAULT FLUENCE PRIVILÈGE 2.0 HI-FLEX CVT

2ª SEMANA

 

 

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O início de nossa avaliação de um mês com o Renault Fluence Privilège 2.0 CVT foi marcado por um intenso uso urbano. Trajetos curtos, trânsito pesado, circulando sempre por uma região de São Paulo com topografia muito acidentada. A média de consumo foi considerado por alguns leitores do Ae elevada, 6,1 km/l de gasolina. Todavia é necessário alertar que nossa experiência com outros sedãs desta categoria submetidos a esse mesmo tipo de uso não resultou em consumo muito diferente. Posto isso, vamos aos fatos da 2ª semana com o sedã da Renault.

 

Boa ergonomia e consequente conforto são características deste Renault

Boa ergonomia e conseqüente conforto são características deste Renault

Contraste é a palavra mais adequada para definir este período com o Fluence, pois em vez do pára-e-anda paulistano, percorremos pouco mais de mil quilômetros, quase 80% deles em rodovia, mais especificamente o trecho que da capital paulista leva a Curitiba, no Paraná. Conhecida como Régis Bittencourt, este trecho da BR-116 é um dos pedaços de asfalto mais trafegados do Brasil. Quase totalmente duplicada, a “cruz” para quem viaja na Régis é o grande número de caminhões e o trecho da  Serra do Cafezal, entre Juquitiba e Miracatu, onde qualquer problema causa congestionamentos monstruosos.

Usar o Fluence como vetor nessa viagem até a capital paranaense foi reconfortante, não só pelo silêncio interno, suavidade de funcionamento do conjunto motor-câmbio e boa ergonomia. Vigoroso, o motor 4-cilindros de 2 litros com duplo comando de válvulas (variável em admissão) mostra grande disposição quando exigido a fundo em situações tipicamente rodoviárias, ultrapassagens de filas de caminhões e nas “largadas” dos infinitos pedágios desses cerca 800 quilômetros de viagem.

 

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Talvez isso — o animado motor — esteja na raiz da médias de consumo obtidas nesse trecho rodoviário, 9,6 km/l e 9,2 km/l de gasolina. Pouco? Ótimo não é, mas certamente coerente com a pressa empregada e o uso intenso do acelerador. Já comentamos anteriormente aqui no Ae que a Renault parece ter “roubado” na cifra de potência declarada para o Fluence, 140 cv quando abastecido com gasolina, como no nosso caso. A sensação é que a cavalaria é maior e a progressão das rotações — sem que vibração e/ou ruído excessivo incomode os ocupantes da cabine — torna o ato de acelerar mais do que o necessário quase um vício. Quanto à caixa CVT, em freqüentemente nessas saídas de pedágio realizamos as trocas manualmente, na tentativa de  minimizar o característico efeito que o CVT proporciona, uma aparente patinação — só aparente, ela de fato inexiste — que faz a rotação se estabilizar enquanto a velocidade vai progredindo. O resultado? O CVT não deixa de ser o CVT, mas assim fazendo o importante efeito psicológico de levar as rotações até quase o limite e determinarmos a hora da troca oferece algo mais de empolgação e, na contrapartida, consumo mais elevado.

 

Trocas manuais são possíveis deslocando a alavanca para a esquerda

Trocas manuais são possíveis deslocando a alavanca para a esquerda

Como qualquer teste que se preza, apesar da maior diversão dessas trocas manuais, também executamos o oposto: saídas tranqüilas deixando o câmbio no modo automático. Desta maneira usando pouquíssimo acelerador o motor Renault “by Nissan” se estabiliza em rotação próxima de 2.000 rpm e assim progride, sem fúria nem preguiça, até os 100/110 km/h legais. Assim conduzido o Fluence é um campeão de suavidade e silêncio, comparável aos mais elaborados (e caros) sedãs de alta gama.

Outro excelente aspecto realçado na viagem foi o ajuste correto de suspensões: na cidade observamos grande capacidade de absorção de irregularidades no piso. Na estrada, em curvas de raio médio ou nas mais apertadas curvinhas da serra, o compromisso entre rodagem macia e pouca rolagem, ou seja, inclinação de carroceria limitada, ofereceu plena sensação de segurança. Detalhe importante: o Fluence não levava nenhuma bagagem e apenas dois eram os ocupantes. Voto favorável também merece a escolha dos pneus. A medida 205/55R17 se revela adequada, capazes de engolir irregularidades graúdas sem susto. Também ótimo julgamos o compromisso entre aderência em conforto de marcha oferecido pelos Continental ContiPremiumContact 2. Ao contrário da viagem de ida, realizada em um dia ensolarado, a volta, teve metade do percurso realizada de noite e sob chuva. Os pneus na viagem de ida mostraram rodagem silenciosa e excelente capacidade de encarar curvas rápidas sem escândalo, transmitindo de maneira clara a proximidade do limite. Na volta, com pista molhada, a segurança foi a sensação preponderante, especialmente pela capacidade de manter um comportamento uniforme em termos direcionais mesmo quando poças de profundidade considerável eram superadas apenas com os dois pneus de um lado só.

 

A medida 205/55-17 se revelou adequada assim como o comportamento no piso seco ou molhado

A medida 205/55-17V se revelou adequada, assim como o comportamento no piso seco ou molhado

Só elogios ao Renault Fluence, então? Não: no trecho noturno os faróis de xenônio (apenas o facho baixo) não agradaram. A luminosidade é intensa mas o “recorte” muito marcado, ou seja, ótima iluminação que simplesmente acaba. Elevar um pouco o facho (que conta com regulagem automática) poderia minimizar esse efeito, mas talvez “jogar o problema” mais à frente não resolveria essa sensação de tudo ou nada. Lançar mão dos faróis de neblina tampouco resolveu e assim o jeito foi usar quando possível o facho alto, o que tornou as duas horas finais da viagem em um teste intenso para o comutador situado na alavanca, que serve também ao comando de seta e interruptor geral de luzes.

 

O "recorte"  da luz oferecida pelos faróis de xenônio nítido. Na estrada, induz ao uso do facho alto com frequência

O “recorte” da luz oferecida pelos faróis de xenônio nítido. Na estrada, induz ao uso do facho alto com freqüência

Para a terceira de semana do Fluence conosco, mais viagem, mas dessa vez colocando à prova a capacidade deste Renault como carro da família: quatro adultos e uma criança usarão 100% da capacidade da cabine e ao porta-malas estará reservado tratamento equivalente. Em vez de um percurso retilíneo com algumas curvas, o exato oposto e inclusive um trecho de estrada sem pavimentação. Na próxima sexta-feira não perca o relato. Até lá!

E uma Feliz Páscoa para todos!

RENAULT FLUENCE PRIVILÈGE 2.0 HI-FLEX CVT


QUILOMETRAGEM TOTAL : 1.310 km
CONSUMO MÉDIO TOTAL: 7,98 km/l
CIDADE: 510 km (39%)
ESTRADA: 800 km (61%)
NA SEMANA: 1.039 km
CONSUMO MÉDIO : 8,89 km/l
VELOCIDADE MÉDIA: 42,1 km/h



  • Mr. Car

    Um amigo tinha um Gol “bolinha” 1.6, sem ar, sem direção, e naturalmente, com câmbio manual. O pai dele comprou um Peugeot 308, que meu amigo passaria a usar, uma vez que o “bolinha” era na verdade de sua mulher, e eles estavam se separando. Ficou preocupado com o consumo. Eu disse: “cara, você está indo para um carro 2.0 com ar, direção, automático, e seu estilo de condução também não ajuda em nada. Vai beber bem mais que o Gol, sim. É o preço que se paga para andar de carrão. Relaxa, e curta a nave. O principal, que é o carro, seu velho é que vai pagar. Você não teria um assim, se não fosse por ele, he, he”! Em tempo: participei das visitas às concessionárias, no processo de escolha do carro. Por pouco, não foi um Fluence, que aliás, seria minha escolha pessoal. Torci por ele, mas não rolou.

  • Domingos

    Xenon sempre se provando mera estética… Nunca gostei de nenhum farol de xenon, original ou não. Tecnologia cara e pouco útil.

    • Roberto Santos

      Discordo totalmente.
      Tenho um Jetta Mk5 com bixenon original e o ganho em iluminação é absurdo quando comparo ao Focus Mk2/Bravo que também uso sendo que os dois não são ruins. No Jetta chego a dispensar o uso do alto.
      Fluence sempre houve reclamação do facho curto, talvez seja questão de regulagem.
      Xenon original para quem viaja muito à noite ajuda muito.

      • Domingos

        Tem que comparar sempre entre carros iguais. Teria que pegar um Jetta sem xenon e comparar. Quase sempre o halógeno ganha…

        Muito farol xenon original tem reclamação de facho curto pois sem ele começam os temidos problemas de ofuscar o outro motorista.

        • Roberto Santos

          Já andei no Jetta sem xenon e a percepção foi de ganho importante em iluminação.
          Existem ótimos faróis halógenos mas no geral os faróis de xenon são superiores.

          Já tive outras experiências com xenon original e sempre foram positivas.
          O caso do Fluence não foi o 1º relato com reclamação em testes da imprensa. Já outros modelos são sempre elogiados.

          • Domingos

            Bom, todo modelo que dirigi era igual ou pior na iluminação com xenon se comparado ao mesmo modelo.

            Talvez existam exceções. Outra coisa é o tal projetor parábola, que é feito para dar estética e ser pequeno.

            Cai como uma luva no xenon por limitar o facho e, assim, evitar o ofuscamento que é crônico dele. Mas, justamente por manter um facho limitado, ilumina pior que um refletor apropriado.

            O Jetta usa sempre projetor, não? Vai ver por isso ganhe algo com o xenon, já que certamente com a combinação parábola+halógena ele perde.

            Vale lembrar que, por exemplo, Astra na Europa nunca teve projetor parábola sem xenon – como aconteceu aqui.

          • Roberto Santos

            Jetta Mk5 não usa projetor superelipsoidal no modelo sem xenon.
            Pode ser que você teve experiências negativas com xenon, as que tive foram positivas.

            É um item que atualmente faço questão de pagar se estiver disponível pois viajo muito a noite por estradas ruins. Quando viajo de Focus/Bravo uso constantemente o farol alto sempre que possível, já no Jetta praticamente dispenso o item, consigo viajar só com baixo.

          • Domingos

            Não vinha mesmo nos Mk 5? Nunca reparei bem, porém acho que nunca vi um Mk 5 sem projetor.

            Enfim, está parecendo que alguns modelos vão melhor mesmo com essa solução. Ainda acho que não compensa o custo enorme das peças originais com esse sistema…

            A lâmpada original, só a lâmpada, custa quando na rede VW?

    • Félix

      Meu carro tem xenon direcional de fábrica. Na chuva é pior que o convencional…mas tirando os prós e contras ainda é bem melhor que o Focus Mk2 que eu tinha

    • agent008

      Para mim, sempre o xênon é melhor. Diferença maior para alguns halógenos e menor para outros. A questão do “corte” definido é característica. Um bom (e bem regulado) xênon corta onde um bom halógeno está no fim da sua luz “residual” (já que o corte neste não é nítido). Causa um efeito psicológico de que ilumina menos. Depois acostuma-se.

  • marcelo

    Muito boa a avaliação, dando ao leitor detalhes que interesam e nao encheçao de linguiça como em alguns sites. Considero os carros Renault como dos mais justos e corretos do mercado. São carros duráveis e corretamente posicionados. Pena que o consumidor brasileiro tenha algumas cismas com marca. O Fluence é um seda médio muito capaz, com conforto de sedã grande. Fica para trás em aceitaçao perante os Honda e Toyota, no resto todos são parelhos.

  • marcus lahoz

    Boa avaliação. Conheço esta estrada muito bem, em alguns momentos até 2 vezes por mês eu passava por ela. Um absurdo o que fazem na Serra do Cafezal, na ultima viagem fiquei 4 horas parado por nada.

    Pela média de consumo já consigo imaginar a velocidade média, e se realmente for isso, esta muito bem de gasto.

  • REAL POWER

    Estou usando lâmpadas de LED Cree em meu Scénic. A iluminação ficou ótima. Esta tecnologia não ofusca quem vem em sentido contrário, claro que quando o farol esta bem regulado. Na baixa está iluminando pelo menos mais 100 m a frente. Ainda não instalei no facho do farol alto, mas já tenho as lâmpadas comigo. Estas lâmpadas precisam de adaptações nos faróis pois são maiores em comprimento e usam estabilizadores de corrente. Consomem 85% menos energia e iluminam 3x mais. Nunca recebo lampejos de faróis de carros em sentido contrário mesmo em pista única. Sinal que não os incomoda. A luz baixa atual com estas lâmpadas é realmente muito boa. Iluminando muito em zonas que antes com lâmpadas originais eu nem imaginava que o farol podia iluminar.
    Pela foto percebi que o Fluence usa faróis simétricos em vez dos assimétricos, tal qual meu Scénic.

    • Lucas Sant’Ana

      Poderia colocar a descrição dela, ou um site com a foto/caracteristicas dela?

    • Cadu

      Simplesmente impossível um farol projetado para halógenos usando essas lâmpadas de LED adaptadas ser mais eficiente!
      Perceba que o filamento da luz halógena emite luz numa região específica do bulbo e ominidirecional. O LED, além de emitir luz apenas numa direção, tem outro formato de emissor luminoso. Isso é apenas uma base halógena com um LEDna ponta. Seu facho está com luzes na zona escura, acima da linha de corte e eu posso quase garantir que zonas iluminadas a 50, 75 e 100 m não estão recebendo a quantidade de lúmens que deveriam para uma iluminação segura!

      • REAL POWER

        Cadu Viterbo.
        Você já usou?, Dirigiu meu carro? Como pode falar algo sem ter usado. No achismo. Eu testei todas as lâmpadas do mercado. A iluminação com LED mantém o mesmo facho de luz, não muda o formato da luz contra a parede, apenas tem mais potência, chegue onde a original não chega. Não tem por que vir aqui me dizer que esta pior que original porque nem na condição original você testou meu carro.

  • Rafael Ramalho

    Roberto, qual a velocidade que você utilizou durante a viagem? Dá para dizer uma idéia de média? Pergunto, porque eu geralmente dirijo nos limites do carro, com isso o consumo fica sempre extremamente alto, porém esse consumo informado de 9,2 km/l me pareceu assustador, andando na casa dos 110 km/h.

  • Thiago Teixeira

    O acabamento do farol auxiliar e luz permanente ficou parecendo uns vendidos em site chinês para o Focus Mk2 brasileiro.

  • Adriano Vieira

    Roberto, o problema com o xenon desse carro que você está usando é que ele está desregulado! Simples! Muita gente não sabe, faróis com xenon não possuem REGULAGEM automática de altura. Eles possuem um COMPENSADOR automático, que mantém o facho do farol no mesmo nível, independente da carga. Basicamente, ele desce o facho quando a traseira abaixa. Mas ele não sabe a altura correta do farol, não tem “sensores” que olham pra frente e dizem se tá bom. Isso é feito manualmente, como em carros com farol halógeno, com pinos atrás dos faróis. Leve em uma autoelétrica ou regule você mesmo na garagem de sua casa, suba um pouco isso aí e você vai ver a maravilha que esses faróis são. Uma vez peguei um Discovery emprestado da Land Rover e os faróis estavam assim também. Regulei eu mesmo (não sou mané, sei a altura que tem que ficar) e ficou muito melhor. Assim, como está, é até perigoso.

    • Domingos

      Desconfio que se regular corretamente não passaria pelas normas e inspeções que um carro original deve passar.

      Todo carro com xenon original sai com o faixo baixo assim. Tecnologia completamente dead-end, não pode ser usada totalmente se não causa o famoso ofuscamento chato do xenon (pior que de farol alto) e custa muito caro para acabar sendo pior.

      Tem um efeito estético pequeno que parece que exerce uma mágica enorme, especialmente em quem não pode ter xenon de verdade…

      • agent008

        Domingos, discordo – xênon de fábrica com lente elipsóide (lâmpadas D1S ou D2S) é uma coisa, xênon de fábrica com refletor similar ao normal dos halógenos (chamado superficie complexa,usam lâmpadas D1R ou D2R) é outra, e farol projetado para lâmpada halógena com xênon adaptado é ainda outra. Os que vêm de fábrica podem e devem ser regulados como qualquer farol. Não ofuscam e iluminam bem, aliás melhor que halógenos, e as fábricas sempre optam por uma cor de luz bem natural, pouca coisa mais fria que as lâmpadas da série H. Talvez os do segundo tipo (refletor) sejam levemente mais incômodos mas poucos modelos os adotam (Corolla geração anterior, caminhões Scania são exemplos). Já os adaptados, não ficam bons de nenhuma forma, é só não ofuscam se usados com regularem bem baixa (que os torna inúteis pois iluminam poucos metros à frente). Na verdade muita gente abomina xênon pois não sabe existir diferença entre os verdadeiros e os adaptados. A tecnologia ficou estigmatizada por causa do povo que faz gambiarras para deixar o carro “lindão”…

      • Cadu

        Você está enganado. Farol com luz de descarga de gás não é regulado “pra baixo”. Não sei de onde tirou isso

        A linha de corte é mais precisa e definida do que qualquer halógena de refletor

    • R. Agresti

      Adriano, como você deveria imaginar este Fluence não é o primeiro carro com faróis de xenônio a passar por minhas mãos. Se fosse uma questão de regulagem o “Mané” aqui não teria feito o comentário.
      Abraço,
      R. Agresti

  • Caramba, que carro gastador! Andando sem pensar em economia, e às vezes saindo forte, eu consigo essas médias no meu Corolla 1,8 CVT, só que com álcool.

    • Domingos

      O Corolla tem essa característica de manter um consumo bom mesmo em condições mais complicadas. É do motor…

  • REAL POWER

    As melhores lâmpadas LED cree são desse modelo. Outros modelos são inferiores em qualidade. Vale a pena pagar um pouco mais. Devido a seu maior comprimento, elas precisam ser adaptadas aos faróis. Depende muito de carro para carro. Mas nada tão complicado. Durabilidade é tão grande que vale a pena fazer a adaptação. Vai encontrar no seguinte site.
    http://pt.aliexpress.com/item/No-Need-Ballast-Fan-2x-H1-H3-H7-H8-H9-H11-9005-9006-HB3-HB4-4800LM/32251144162.html

    Pode comprar que é extremamente seguro e o produto é como anunciado. Uma pena o dólar estar tão caro.
    Quando comprei a 1 ano, paguei R$ 110,00 o par
    Carros com ABS, AB, etc, sistemas integrados, devem usar um estabilizador de voltagem, para não resultar em código de falha por menor demanda de energia. Custa entre 8 a 10 U$ o par de estabilizadores.
    Uns anunciantes vendem peças de borracha para fazer a vedação da lâmpada ao farol. No meu caso eu consegui instalar sem essa peça. Mas no farol alto vou usar uma pequena coifa de borracha para vedação do lâmpada. Com cuidado e dedicação fica como original.

    • Rafael Sumiya Tavares

      Real Power,
      Você poderia tirar uma foto do corte do facho na parede?

      Um abraço,
      Rafael

      • REAL POWER

        Vou providenciar.

    • Lorenzo Frigerio

      Provavelmente fará acender a luz de “farol queimado” no painel. Para resolver isso, teria que usar um sistema que obrigaria o gasto de energia da halógena original, para não ativar o alerta, mas a função deste seria perdida.
      Agora, a lâmpada sendo mais longa, deve dar problemas de foco.

  • Antônio do Sul

    Já imaginaram o conjunto mecânico (motor turbo de 265 cv e os mesmos ajustes de suspensão, freios e direção) do Mégane RS no Fluence? Com dólar alto, a alíquota do IPI mais alta para os importados e baixos volumes de vendas, fica comercialmente inviável a importação do esportivo da Renault, problema que não se repetiria com o Fluence, pois seria apenas mais uma versão de um carro já produzido na Argentina.

    • Alisson Vechi

      Conhece o Fuence GT?

      • Lorenzo Frigerio

        Não é mais vendido, e só tinha 180 cv e transmissão manual, um erro crasso de marketing em minha opinião.

      • Antônio do Sul

        Sim, mas este, além de não ser mais oferecido, tinha turbina simples, diferente da de dupla voluta do Mégane RS, e oferecia “só” 180 cavalos, sem falar da suspensão não tão rígida quanto e da ausência de uma relação de direção tão direta, com menos voltas de batente a batente. Era muito bom, mas, pelos relatos de quem dirigiu os dois, o comportamento dinâmico do Fluence GT, apesar de muito bom, ainda ficava bem distante daquele do Mégane RS. A idéia seria fazer um carro bem radical, mais do que Civic Si e Golf GTi.

    • Domingos

      O Mégane R.S. é quase um Lancer Evolution em relação ao Mégane normal.

      Assim como o Evolution usa outro chassi na prática, o R.S. idem. Bitolas mais largas e quase 200 kg de reforços e mudanças de estrutura. É outro carro.

      Só meter a regulagem de suspensão e o motor no Fluence não funcionaria. O jeitão do carro é bem diferente já comparando Fluence versus Mégane coupé. Fluente versus Mégane R.S. acredito que poderiam haver até mesmo problemas de estrutura a longo prazo.

      Andaria talvez mais que o Mégane R.S., que é mais pesado, só que com um entre-eixos longo e uma carroceria pensada para motores em geral na faixa dos 100 a 120 cv.

      Pode ser que ficasse tchongo de dirigir. Ao menos ia ter que ter outro acerto muito mais macio e menos nervoso e que aguentasse os 265 cv.

      Mas ficaria interessante sim!

      • Antônio do Sul

        Eu imaginava que Fluence e Mégane, tanto civil quanto RS, compartilhassem a mesma base, provavelmente com entre-eixos diferentes. Não que seja impossível fazer todos os reforços necessários na estrutura do nosso sedan, mas, pela baixa escala de produção, acho que ficaria comercialmente inviável.

        • Domingos

          No caso do R.S. muda muita coisa. É a mesma base, porém com muitas mudanças.

          Daria para fazer tranqüilamente no Fluence o mesmo processo, porém imagino que ia ficar mais caro que o R.S. e com resultados piores pelo maior peso/entre-eixos e menor rigidez que acabaria tendo no final.

          Se tivesse pouca venda ia ser quase a mesma coisa que fazer uma Scénic R.S. Ia ser muito legal, mas pouco justificável.

  • Paulo Belfort

    Acho interessante a fabricante permitir a possibilidade de inserir um cartão SD à um pendrive, via USB.
    Ocupa menos espaço, fica menos visível e evita qualquer dano causado por “pancadas” no pendrive.

    Quanto ao consumo, não achei tão absurdo. Talvez se tivéssemos uma gasolina mais pura, sem a adição de quase 30% de etanol.

  • Rafael Sumiya Tavares

    Agresti,

    Tenho cisma com o xenônio, as vezes iluminação demais atrapalha a visão de longa distância, daí o facho alto é mais que necessário. O ideal para o meu uso e gosto são lâmpadas halógenas com regulagem elétrica de altura, este última em extinção em nome da economia.

    • Lorenzo Frigerio

      Xenônio não faz milagre. Se o refletor for pequeno, a iluminação será de má qualidade e ofuscará os motoristas no sentido oposto. Vejo pela minha lanterna de bolso, um mini “canhão” de luz que usa uma pilha de lítio de 3 V. O fato do refletor ser muito pequeno elimina as sombras e, por conseguinte, a definição.

      • Domingos

        Hoje com a estética (imbecil ter tanta obsessão com estética num item de segurança fundamental) e o custo, o fantasminha, andam abusando dos refletores pequenos ou de formatos inúteis.

        Um bom halógeno com refletor grande arrebenta 99% das besteiras que vemos sendo lançadas por aí.

      • Cadu

        Tamanho do refletor só faz diferença nas halógenas. E mesmo assim, vai depender do projeto do farol. No xenônio, com projetor, o refletor diminuto é como um canhão de luz. Aquela lente elipsoidal é que espalha a luz!
        O corte é abrupto porque há um anteparo para fazê-lo.

        • Lorenzo Frigerio

          O meu Calibra tem faróis de projetor. É claro que são halógenos, mas a qualidade da iluminação é péssima, mesmo com Osram Night-Breaker. Acredito tratar-se de um mau sistema qualquer que seja o tipo da lâmpada, pela razão acima, e que só é utilizado devido a razões de espaço. Agora, com xenon é óbvio que vai dar um rendimento ao menos razoável.

    • Domingos

      Não consigo gostar também…

    • Domingos

      Um carro com esse tipo de farol, halógeno com regulagem de altura elétrica, que é excelente é o do C4 antigo.

  • Adriano Vieira

    Roberto, eu só quis ser simpático e ajudar. Passar conhecimento nunca machucou ninguém, peço desculpas se o senhor sabe-tudo se ofendeu com isso. Momento algum te chamei de mané, e creio que um fã de seus textos não merece esse tipo de tratamento. Lamentável. O “mané” que eu usei no meu texto não foi pra você, foi simplesmente porque me crucificaram nos comentários aqui a última vez que eu disse que eu mesmo regulei os faróis de um carro sozinho, como se eu fosse burro e aquela máquina de regulagem fosse Deus. Não sou burro e sei que você também não é.

    Pela foto e descrição, é obviamente regulagem baixa, inclusive porque comentaram aí que xenon deve ser regulado mais baixo, e isso não existe, a regulagem desse aí deve ser 1% como qualquer outro carro. Com essa regulagem, dificilmente se vê o recorte do farol, até porque ele fica muito mais distante do carro que na foto (apesar de parecer o início de uma subida). Mas não te preocupa. Vou me abster de comentar da próxima vez.

    • agent008

      Caramba! Que desastre, e falta de jogo de cintura, diplomacia e educação. Amigo, seu primeiro comentário foi bem intencionado, me parece, mas realmente a menção ao “mané” foi mal escrita (deveria ter contextualizado melhor) e pareceu ser um xingamento ao Agresti. Uma vez percebido que ele não entendeu o que você quis dizer, bastava analisar com humildade seu comentário e iria perceber o erro. Por fim, explicar a ele sem toda a afetação e soberba do seu segundo comentário. Faltou maturidade amigo! Aliás, considero este o melhor site automobilístico não só pelo conteúdo, mas pelo alto nível dos comentários – raro encontrar aqui comentaristas / participantes agindo como foi seu caso. A grande maioria é muito bem educada e expõe seus pontos de vista não importa o quão concordes ou discordes sejam com o autor. Não represento a opinião de mais ninguém que não a minha própria, mas acredito que outros irão concordar, que participantes são bem vindos sempre desde que com o devido decoro e maturidade. Por fim, concordo contigo a respeito de regularem de farol em casa desde que feita com o máximo cuidado e atenção. A linha de corte dos xênon com lente elipsóide geralmente é mais definida, é uma característica. Com boa regulagem são sempre melhores que a maioria dos halógenos, talvez igualados apenas pelos melhores refletores modernos (ex. Up!)

      • Adriano Vieira

        Lendo agora, no dia seguinte, e sem o susto de se sentir “brigando” com o autor sem motivo, realmente o mané pareceu mal intencionado e direcionado, e creio que exagerei na resposta ao invés de simplesmente explicá-la. Humildemente peço desculpas ao Roberto e todos que se ofenderam com a resposta. Se quiserem apagar para manter um nível de comentários legais, fiquem a vontade. Mas reforço que em momento algum quis ofendê-lo, os textos são de alto nível e eu simplesmente não teria porque fazer isso, MESMO se eu fosse mesquinho e arrogante o suficiente para achá-lo burro por não saber algo tão bem específico e que garanto que muitos do meio, mesmo técnicos, não sabem. Outra.vez, peço desculpas, a intenção foi boa, garanto. Um bom domingo e feliz páscoa a todos.

  • REAL POWER

    Ela é mais longa na parte de trás. O LED fica exatamente na posição da lâmpada original. Por isso tem que fazer adaptação. Geralmente a tampa do farol não fecha com esse tipo de lâmpada. Somente isso. O estabilizador de voltagem é para justamente não dar código de falha na rede CAN BUS.

  • REAL POWER

    Primeira foto com luz baixa e regulagem intermediária. A que eu uso geralmente com carro vazio. A segunda é na mesma posição e com luz de neblina original. A terceira de frente, veja que não ofusca os olhos. Devido minha garagem ser longa e estreita fica mais difícil visualizar. Perceba que na foto de frente te 2 focos laterias altos na parede. Na estrada eles avançam nas laterais da pista de forma impressionante. Em pista única chega a iluminar a pista contrária além do acostamento. Da para ver ainda dois fachos estreitos num ângulo próximo de 45º. Eles iluminam as placas sobre a pista. Pois a Scénic tem faróis simétricos. Na base dos faróis tem um refletor que direciona para cima a luz, da mesma forma que na parte superior dos faróis tem outro refletor que corta a luz de forma reta. Com lâmpadas originais estes detalhes não aparecem com tamanha nitidez.

    Minhas Lâmpadas são de 6000 K., mas o ideal é usar as de 5000 K. Quando comprei não tinha a disposição. Tem ainda as de 4300 K que devem ser usadas nos faróis de neblina. A de 6000 K na chuva ou com neblina exige que se baixe o farol para a mais baixa posição. Como em carros sem regulagem elétrica isso fica impossível de fazer, eu recomendo que use a de 5000 K ou 4300 K no farol baixo. Mesmo na mais baixa posição a iluminação é muito boa. Em posição normal no meu caso os sinais refletivos na pista são iluminados a mais de 150 m a frente do carro. Placas de sinalização ficam visíveis na mesma distância. Se eu usar uma regulagem mais alta passa dos 300 m.
    Quando der vou fazer fotos numa estrada e coloco aqui.

    • agent008

      Real Power, estas “estrias” que se vê nas laterais são réstias de luz resultantes de um padrão de luminescência diferente daquele para o qual os faróis foram projetados. Não posso dizer que você esta ofuscando alguém na estrada, mas estes artefatos de imagem mostram claramente que está vazando luz para onde não devia. Respeito sua escolha e é bem possível que tenha estudado bastante antes de escolher, mas por mais que a tecnologia LED evolua, nunca vai gerar um padrão igual ao da halógenas, e as aberrações/vazamentos de luz estão sujeitos a acontecer. O melhor caminho mesmo é usar boas halógenas, ex. Osram Silverstar,ou algum bom modelo da japonesa PIAA. Quanto a temperatura de cor, quanto mais próximo da cor da luz do dia melhor, no caso é a de 4300k. Levemente mais amarelada, a luz auxilia quando há chuva, e ocorre o efeito contrário quando a luz é mais azulada, a partir de 5000k já fica pior a visibilidade em noite chuvosa. Estas informações são resultado da minha experiência e extensa pesquisa quando instalei xenon em um carro meu que não tinha. Tomei o cuidado de adaptar dentro dos faróis, refletores bi-facho próprios para xenon, retirados de sucata de um modelo que os trazia de fábrica, além de lavadores de alta pressão telescópicos, estes são obrigatórios nos países europeus quando há xenon pois constatou-se que sujeiras acumuladas nas lentes podem desviar o facho e causar ofuscamento. Abraço

      • Domingos

        Notei essas estrias também, mas ao menos parece muito melhor que os xenons colocados sem qualquer cuidado por aí. Também concordo com você com a questão da temperatura, teria usado uma mais amarela ou branca.

        Ao menos parece não ofuscar mesmo e ser útil como farol.

        Mas, sinceramente, não entendo essa invenção com lâmpadas. É um problema que não existe, as halógenas ainda funcionam muito bem e não apresentam qualquer problema.

        Porém as leds mostram potencial. Se feitas num refletor apropriado, acho que vão serem boas. E ao menos devem durar bem e não dar problemas na hora de repor.

        Em motos e carros onde gastar energia é problemático (elétricos ou híbridos), é uma boa idéia,

        • CorsarioViajante

          Também não entendo tanta vontade de mudar o sistema de iluminação original, testado e aprovado. mas, enfim…

          • REAL POWER

            As lâmpadas originais são apenas de baixo custo para as fábricas. Entenda isso. Use lâmpadas de melhor qualidade e depois me fale. Nunca mais vai querer usar as originais.

  • gpalms

    Bom dia, Agresti
    Apenas para referência, quais outros sedãs testados tiveram consumo parecido na mesma área utilizada?
    Obrigado!!

    • R. Agresti

      Recentemente, cerca de quinze dias atrás, o Civic versão EXS. Antes Toyota Corolla XRS.
      Abraço,

  • REAL POWER

    agent008, até o momento com mais de 5 meses não tive reclamação de quem vem em sentido contrário. Basta a altura do facho estar certo. Experimentei usar a regulagem mais alta e somente assim percebi que incomoda os outros motoristas. Mesmo quando estou atrás de outros carro percebo que não atrapalha e amigos meus falaram que não atrapalha e estão comprando estas lâmpadas. As fotos inclusive foram tiradas com os faróis sujos ainda da ultima viajem que fiz com chuva.
    Já tinha testado outras lâmpadas, mas essa me surpreendeu. Eu levo muito a sério a iluminação de meus carros, pois viajo praticamente só a noite. Abraço.

  • renato

    Por curiosidade. Tinha um Gol G5 1.6 que rendida 14,5 km/l média ida e volta, meu atual Fit 1.5 automático rende 14 km/l nestas mesmas condições… Velocidade 110–120, porta-malas carregados, três pessoas a bordo, gasolina, ar ligado 100% do trajeto, pelo menos uma paralisação (ora acidente, ora por obras, ou pela tal da serra que o Ibama demorou pra liberar a duplicação).

  • Domingos

    Percebo que muitos dos carros “erram” nesse corte bem definido, que é mesmo uma característica do xenon.

    A luz parece acabar antes do que devia, como nesse Fluence. Não sei se se trata sempre de erro de regulagem ou precaução ou se simplesmente a maioria dos fabricantes ainda erra com esses faróis.

    • agent008

      O Agresti comentou depois (está logo acima) que verificou a regulagem e estava certa. Parece ser uma deficiência no projeto do farol, por sorte os modelos que guiei até hoje (vários da PSA, Volvo V50 e Pajero Full) não padecem deste mal, que deve estar relacionado ao formato das lentes do projetor e à posição da peça que faz o corte da luz no modo de facho baixo. No caso estes Volvo e PSA todos têm faróis fornecidos pela Automotive Lighting (AL), a Mitsubishi não lembro (Denso, talvez?). Quem sabe o fornecedor do Fluence é outro?

    • Victor

      Iluminação sempre foi pauta no Ae, e acho que é um dos únicos sites de carros que aborda este assunto de maneira técnica

      O refletor (parte de trás) do halógeno em um farol projetor é diferente de um refletor para xenon, existem diferentes lentes, inclusive fresnel para estes tipos de faróis, e ainda conforme o ponto focal, o corte pode ficar mais suave, definido ou até “colorido”, com aberração cromática das lentes. Sem contar a questão da regulagem de altura.

      Pela questão dos refletores serem diferentes, nunca uma adaptação xenon>halógena e vice versa ficará satisfatória.

      Alguns projetores possuem uma aba no corte (cutoff shield) para captar luz difusa e mandar acima do corte, para iluminar placas, chamado de “squirrel finder”

      Ainda, projetores de luz alta possuem um refletor maior e de formato diferente dos de luz baixa.

      Por tudo isso, é um pouco complicado julgar esse tipo de farol.

  • R. Agresti

    Prezado Rafael, o problema não foi a velocidade durante a viagem. Respeitar o limite de 110 km é regra a ser seguida. O que “matou”o consumo foram as constantes reacelerações que tiveram por objetivo a análise do desempenho do motor e principalmente da caixa CVT. Suponho que, sem tal comportamento, a média seria por volta dos 11-11,5 km/l de gasolina. Abraço,

  • R. Agresti

    Adriano, o farol deste Fluence não está desregulado. Na parede da garagem de casa tenho as marcações devidas o que me permite afirmar isso taxativamente. A foto que publicamos foi feita propositalmente em rua com ligeiro aclive para evidenciar o fenômeno do corte marcado. Não sou o senhor sabe-tudo, e tampouco me ofendo por pouco. “Mané” somos e seremos de tempos em tempos, sempre. Perfeição não existe. Não me ofendi e espero que você não deixe de comentar quando bem entender e como bem entender. Finalizo lembrando de um fato não mencionado: depois de ler tudo isso, busquei uma antiga avaliação que fiz do Fluence para outro site bons anos atrás e… bingo! Lá estava o comentário sobre essa característica dos faróis de xenônio do Fluence. Ou seja, não é um aspecto do carro ora avaliado, mas sim do modelo. Obrigado pelas mensagens e continue nos prestigiando com sua leitura e comentários.
    Abraço,

    • Domingos

      Será que então fazem mesmo a linha de corte bem limitada para evitar reclamações de “gente piscando o farol na estrada”?

      • Cadu

        Todo projetor tem este corte. Exatamente para evitar ofuscamento

  • CorsarioViajante

    Está bem legal o teste. Estou acompanhando com gosto!
    Valeria a pena fazer uma viagem no modo normal, para ver quanto dá para espremer deste consumo.
    Bem observado o xenon. Realmente deve ser incômodo.

  • pkorn

    Dirijo bastante à noite e no sul do país, com freqüente chuva, neblina e garoa, sou míope e ando por estradas movimentadas. Faróis convencionais, bem regulados e com as lentes limpas atendem perfeitamente. Em condições adversas mais importante que os faróis são as palhetas do limpador, e água com detergente no reservatório. Essas sim podem transformar uma viagem num suplício.

    • Cadu

      Acrescento: usar um bom repelente de água ou cristalizador no pára-brisas ajuda demais. Há situações que nem o limpador é necessário com essa dica

  • Cadu Viterbo

    Já usei TODO e qualquer tipo de lâmpada automobilística e estudei a fundo o assunto.
    Não preciso dirigir seu carro pra saber isso!

    Te convido a ler um material sobre iluminação automobilística:

    http://www.danielsternlighting.com/tech/bulbs/Hid/conversions/conversions.html

    Você entenderá como um halógena emite luz totalmente distinta de um LED ou HID e derrubar mitos como este que você criou ACHANDO que adaptar um tipo de lâmpada em faróis halógenos é bom

    • REAL POWER

      Cadu Viterbo. Eu praticamente só viajo a noite. Trechos com duração de até 7 horas conforme as condições de trânsito. Te afirmo que no final da viajem estou com menos fadiga nos olhos. Eu já uso óculos para ter noção. Todos que dirigiram meu carro tiveram a mesma impressão. Não vou ficar aqui debatendo isso. Se a lâmpada de LED e o farol não estão em 100 % de harmonia como deveria em relação a lâmpada original, até pode ser. Mas na balança os benefícios são muitas vezes maior. E te afirmo que carro em sentido contrário não sente ofuscamento.Deste que estou usando o led não tive lampejos de farol dos carros em sentindo contrário. Minha segurança em relação de ter melhor visão, uma vez que estou com iluminação a pelos menos 100 m a frente do que seria o limite da lâmpada original já é suficiente para não mais voltar a lâmpadas halógenas, isso é fato. Se de alguma forma eu estivesse prejudicando outros motoristas tenha certeza que não estava mais usando. Abraços.

  • Cadu Viterbo

    O calibra ainda é do tempo da lente estriada. Há mta perda na lente
    Existem faróis aftermarket lente lisa para ele

    • Lorenzo Frigerio

      De onde você tirou que “há muita perda na lente”? A razão pela qual se usam faróis de policarbonato, hoje, é custo. Aliás, o ofuscamento é pior quando o farol está mal regulado, pois a luz é muito dura.

      • Cadu

        Primeiro porque o refletor não é um espelho. Geralmente é metálico, absorve uma boa quantidade de fótons na emissão da luz
        Segundo, porque a lente usa de efeito prisma e fresnel para direcionar a luz. Como não são lentes ideais (perfeitas)l há um grau de opacidade, que gera perda de luz na refração
        A lente lisa é mais transparente
        Não é apenas custo. É eficiência, design e tecnologia superior!

  • agent008

    vdisco, estas peças de adaptação resolvem apenas a questão de servir a lâmpada no encaixe/soquete do farol. Não têm a capacidade de adequar o facho de iluminação pois para isto seria necessário desmontar o farol e trocar o refletor que vai dentro dele, este refletor substituto teria que ser um modelo específico para cada carro. Ou seja, continua a mesma coisa, lâmpada inadequada e ofuscamento dos outros…

  • Nivás Larsan, esse teste de 30 dias foi há dois anos e é pouco provável que o Agresti se lembre do comportamento do controlador automático de velocidade. O que posso lhe dizer é que o comportamento normal do sistema em qualquer carro é este mesmo, chegar no menor tempo possível à velocidade predeterminada.