Woman driv huffingtonpost.com

Recentemente meu carro apresentou um barulhinho irritante — aquele “grilo” que, apesar do barulho da cidade e dos vidros geralmente fechados, acabei escutando. Mas, claro, não era a toda hora que o chiado aparecia. Aliás, ele nunca aparecia quando saía com meu marido e ele assumia o volante. Sorte que ele já me conhece há tempo suficiente para saber que não sou louca, não escuto vozes que não existam (nem grilos) e entendo razoavelmente de carros para saber quando um barulho não é normal. Não parecia algo sério mas era bem irritante, especialmente para mim que tenho ouvido de cão. Parece que escuto tudo e em todas as freqüências. Ô, inferno!

Depois de vários dias e muitos quilômetros rodados, um dia ele me aparece dizendo que descobriu qual era a origem do grilo: a mochila que ele carrega e que, ao ficar no porta-malas, um puxador do zíper batia com o outro.

Inicialmente achei estranha a explicação — especialmente porque minha cara-metade não é de andar com o vidro aberto, muito menos sem ligar o ar-condicionado, o Waze está permanentemente em funcionamento com a voz da Raquel que sempre diz quais as melhores opções de caminho, o rádio ligado… enfim, posso dizer que o carro não chega a ser assim, silencioso como um túmulo quando ele está ao volante. Ah, e estava esquecendo o Bluetooth, ocasionalmente utilizado. Por isso, como é que ele ia escutar as duas extremidades do zíper da mochila batendo uma na outra dentro do porta-malas? Vocês hão de convir comigo que seria muito, mas muito difícil isso acontecer. Mas vai que ele ficou subitamente com a audição de um extraterrestre?

 

Nhec

Pode não ser problema mecânico, mas barulhos são irritantes (fonte autobraz.com.br)

Só consegui tirar a prova dos nove quando eu dirigia sozinha e sem a tal mochila no porta-malas. Claro, o grilo voltou. Dedução mais do que rápida: não é a mochila. Mas continuava o mistério: o que seria? Notei que ele era mais freqüente em asfalto irregular (OK, o carro sempre fazia o barulhinho; lembrem-se que dirijo principalmente em São Paulo) e quando esterçava para a esquerda. Conclusão com estas rudimentares informações: nenhuma, é claro.

E lá fui eu para a concessionária. Como já sou praticamente amiga dos mecânicos, pedi que erguessem o carro e lá foi o gentil moçoilo bater no fundo do carro inteiro até que numa batidinha, com o punho, apareceu o grilo. Era apenas uma fita metálica que estava ligeiramente deslocada — culpa provavelmente de lombadas irregulares e excessivamente altas que alteraram a posição dela e ao bater em alguma outra parte metálica fazia o tal grilinho. Chavinha de fenda na mão e como num passe de mágica a fita voltou para o lugar de onde nunca deveria ter saído. E lá fui eu, feliz da vida de ter me livrado do grilo e me sentindo a própria detetive por ter resolvido o mistério.

Mas apesar de irritante, este enigma durou apenas umas três ou quatro semanas e foi de facílima resolução. Pior foi o que aconteceu com uma grande amiga minha. Logo depois da súbita morte do pai, ela assumiu a empresa da família, da qual dependiam mãe, avó, irmão, sobrinhos, enfim, onde todos trabalhavam. Imaginem vocês. Algo repentino, filhas pequenas para cuidar… Lembro ainda do velório e da cerimônia, mas depois foi tudo muito rápido para minha amiga. Uns dois meses depois encontro o marido dela, também amigo nosso de longa data, e ele me conta que trocou de carro com a esposa e ficou encafifado com um barulho irritante que o carro fazia. Ele não chega a ser um fanático dos carros, mas também não é Mobral em mecânica e imediatamente começou a prestar atenção tentando descobrir quando aparecia o barulho. Segundo ele, parecia que um amortecedor estava solto — quiçá uma parte ainda maior do carro. Mas o raio do barulho aparecia quando fazia curva para a esquerda, para a direita, ao frear, em subidas, em descidas, ou seja, praticamente o tempo todo. Extremamente preocupado, foi direto a um mecânico de confiança e descreveu o barulho. O sujeito primeiro ergueu o carro. Não, os amortecedores estavam no lugar. Escapamento? Firmíssimo. Cárter? No lugar. Motor, então? Tudo OK. Depois de um bom tempo, desceram o carro do elevador. Rodas? OK. Bom, vamos então ao improvável. Resolveram abrir o porta-malas. E lá estava a urna com as cinzas do sogro que minha amiga havia esquecido de levar para o cinetário. Era ela que ia de um lado ao outro, mas minha amiga muito distraída não tinha achado nada de mais. Não era nenhum problema mecânico, apenas algo, insólito.

Depois dessa história, cada vez que escuto um barulho checo primeiro o porta-malas, se o estepe está firme, se as ferramentas não estão soltas e, claro, se não estou carregando uma urna. E virei fã de uma frase que diz que quando você escuta o bater de cascos, pense em cavalos, não em zebras. Às vezes a resposta está no lugar mais óbvio.

Mudando de assunto: De tempos em tempos pego ônibus, metrô ou trem mesmo tendo carro. Não é masoquismo nem pagamento de karma, apenas porque quero me lembrar como anda a maioria das pessoas. Nas duas últimas semanas peguei três ônibus e um metrô, somente para constatar que o planejamento dos coletivos é totalmente inexistente. Ontem numa única linha foram mais de 15 quilômetros, parte deles por corredores exclusivos quase vazios e beirando ciclovias totalmente — nem uma alma viva cruzou meu percurso. Eram 14 horas, o que em São Paulo ainda (!) não é horário de pico, mas andar num veículo biarticulado com menos de dez pessoas me parece um despropósito. Não defendo a superlotação nem o desconforto dos usuários, mas podiam colocar ônibus convencionais — ou mesmo microônibus em alguns horários. Aliás, em várias ocasiões o motorista andou pela faixa exclusiva para conversão à direita quando ia virar à esquerda apenas porque o trambolho não consegue fazer a curva, caso da Av. Morumbi. Ninguém merece.

NG

Foto de abertura: huffingtonpost.com
A coluna “Visão feminina” é de total responsabilidade de sua autora e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


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  • Cadu

    Eu sou muito exigente com ruídos e grilos. Já paguei um “tira-grilos” que conseguiu remover 95% dos ruídos do carro. Quem anda comigo, acha o carro um silêncio total. Eu ainda escuto um ou outro grilinho na porta. Falta de tempo para desmontar e exterminar o inseto!

  • CorsarioViajante

    Sou relativamente desencanado com barulhos, mas alguns irritam. No meu carro se tornaram mais freqüentes após duas colisões, mas pelo menos no Polo normalmente são causados por peças ou parafusos soltos na parte de fora, e não na parte de dentro. Parece que estas peças ou parafusos vibram e transmitem para a cabine e muitas vezes acabam desmontando painel, bancos etc, desnecessariamente e era só um parafuso ou coisa do gênero como relatado.
    Exceto, claro, o teto solar, que se torna barulhento mesmo! rs

    • Daniel San

      Tem outra coisa que se torna uma fonte de grilos inesgotável: Lanternagens malfeitas. Surgem nos lugares mais inacreditáveis,alguns somem sozinhos outros são teimosos,permanecendo até que você volte pra mandar o lanterneiro corrigí-los,quando então ressurgem em outra parte do carro. Eu diria que é trabalho pra chinês preso…

      • CorsarioViajante

        OU desleixo. Após uma colisão mais forte, quando fui buscar o carro, notei um barulho insuportável vindo do painel, como se o carro tivesse desmontado inteiro. Pensei “ah ferrou, bateu já era, vou passar o carro para frente”, fiquei super triste e incomodado pois adoro meu carro. Daí desci e fui dar uma espiada no cofre do motor para ver se tinha alguma coisa solta.. E tinha, uma coisinha à toa, um tal de capô, que tiraram para arrumar e ESQUECERAM de aparafusar… Meu Deus! E eu rodando na estrada…

  • Leonardo Mendes

    Essa da urna foi impagável… imagino a cara da sua sobrecarregada amiga quando descobriu isso.
    Meu 307 teve, por algum tempo, um barulho chato demais na região do porta-malas… era meu jogo de ferramentas, havia feito um reparo no carro e deixado a caixa e o estojo de chaves no berço do estepe, vazio desde 2011 devido a um amigo do alheio que achou uma injustiça um estepe em roda de liga ficar preso lá dentro sem contato com o mundo exterior.
    Detalhe: faziam 3 meses que eu procurava essas ferramentas feito doido.

    Nora, uma dúvida que sempre me acomete em sua coluna: as mãos da foto são suas?

  • Roberto Neves

    Tive muitos carros velhos e sofri muito com “grilos”. Minha angústia é que sou deficiente auditivo e tenho dificuldade para localizar a fonte dos barulhos, mas ouço o suficiente para o ruído me incomodar. Meus amigos me gozavam quando eu perguntava que barulho estavam ouvindo. Agora quase só ando de metrô (virei tatu): troquei de carro em agosto do ano passado e só rodei 3 mil km! Deste jeito, não há como meu carro ter “grilos”.

  • Daniel S. de Araujo

    O engraçado é que cada carro, assim como nós humanos, assume certas manias que são difíceis de mudar. Entre elas os barulhos.

    Minha ex. Ranger tinha um incômodo ruído análogo a uma sinetinha quando em marcha-lenta, surgido ainda aos 10 mil km e que me acompanhou até os 150 mil. Mandei ver isso aos 20, aos 30 e aos 40 mil km até que resolvi aderir ao ruído e assumir ele como personalidade do carro.

  • Trabalho com tratamento anti-ruído em automóveis e algumas histórias engraçadas já aconteceram:

    Um cliente que havia feito um serviço completo em sua Hilux SW4, chegou para reclamar de um barulho que só aparecia quando o carro estava na estrada acima dos 90 km/h, então fomos para a estrada, e lá estava o ruído, exatamente a 90, era uma vibração acima da altura cabeça. Um óculos esquecido no porta-óculos do console do teto, e era um óculos muito grande, que encostava na parte superior do alojamento. Um pedaço de feltro foi colado na área e resolvido o problema.

    Outra vez, mostrando o resultado do serviço em um carro que não lembro qual foi, eu, andando no banco do carona, paralelepípedo com certa velocidade, e o cliente reclama de uma vibração metálica vinda do lado esquerdo. Era a pulseira do seu relógio acompanhando a vibração do volante.

    Não faz muito tempo, o cliente de um Fusca dos novos, veio reclamar do som estranho no alto-falante da porta esquerda quando o volume estava alto, e………..era um pente esquecido no porta-objetos da porta.

    Moral da história: sempre que algum ruído incomodar, retirar tudo que não faça parte do carro e andar numa rua de paralelepípedos, de preferência com alguém (crianças curiosas são ótimas) caçando os ruídos.

    • Leonardo Mendes

      Hahahaha, já tive minha cota de ruídos curiosos… o melhor foi um cliente com uma picape 504 GRD reclamando de um ruído metálico.
      Uma volta no quarteirão e a antena logo se entregou… havia adquirido o hábito de se chocar contra o santantônio da caçamba. Uma serra dessas de arco e 1 minuto depois o problema estava resolvido.

    • CorsarioViajante

      Boa dica. Muitas vezes sofremos por quilômetros com um barulho bobo desses.

  • Bob Sharp

    Leonardo Mendes
    Como editor-chefe, eu respondo. Essa foto de uma mulher dirigindo é apenas para ilustrar a “visão feminina” e foi obtida da internet. Se você atentar bem, no final da coluna, logo abaixo da assinatura “NG” consta a origem da foto, o site huffingtonpost.com.

    • Leonardo Mendes

      Nossa, se fosse um bicho me mordia…rs… mania de passar direto do texto para a parte de comentários.

      Obrigado, Bob.

  • Luís Tiago Júnior Fernandes Kl

    Dicas para quem tem Logan (2010) sobre alguns barulhos comuns do modelo, aconteceram comigo: 1) Ferramentas de troca de pneus no porta-malas (especialmente macaco um pouco solto); 2) Capô meio solto se a trava correspondente falhar, parece que o painel todo fica batendo mas é o capô; 3) Antena meio solta no teto. Espero que seja útil.

  • Robson

    Os ruídos, em sua maioria de acabamento, do meu carro me incomodam muito! Mas depois de cinco anos e meio com o carro, sendo os últimos três lutando contra os ruídos, eles venceram a guerra. Apenas aumento o som um pouco e tento esquecer que eles estão ali.

  • Robson

    Sobre a questão dos biarticulados, moro em uma região atendida basicamente por eles, sempre absolutamente lotados nos horários de pico, porém, “batendo lata” durante o resto do dia. Porque não colocar ônibus padron nessas horas? “Simples”, porque as frotas das empresas não comportam essa substituição no decorrer do dia, teriam que tirar ônibus padron de linhas menores para cobrir esses biarticulados, e acabaria faltando em outro lugar. Empresa nenhuma iria comprar ônibus a mais para ficar de reserva técnica, além da que eles já mantêm por obrigação da SPTrans(torno). E salvo engano, os biarticulados recebem um valor adicional por parte da prefeitura, devido ao custo mais elevado de operação, então bota para rodar vazio mesmo.

  • Mr. Car

    Eu não gosto de levar nada no carro que não seja absolutamente necessário, um tanto pela aparência de ambiente bagunçado que fica, e um tanto pelo barulho que possa causar. Por isto mesmo, não fico nem um pouco entusiasmado (como muita gente fica), quando um fabricante coloca na publicidade como parte dos atrativos do modelo, a presença de “trocentos” porta-trecos, he, he! Carro não é lugar de “treco”. Para isto tenho em casa aqueles organizadores cheios de pequenas gavetinhas.

    • Nora Gonzalez

      Mr. Car, como sou maníaca por arrumação e também não carrego nada que não seja indispensável, anos atrás comprei no Estados Unidos um “organizador de porta-malas” que nada mais é do que uma geringonça de plástico com divisórias – lembra o cinto do Batman, de tantos bolsos que tem. O problema é que em poucos porta-malas que tive dava para esticar o tal organizador, que ficava parecendo um varalzinho, de lado a lado. Ainda o tenho, só que dobrado com todas as ferramentas, lanterna etc, encaixado no estepe.

    • CorsarioViajante

      Eu sou como você neste aspecto, mas casei com uma mulher que… Meu Deus… Que bagunça!!!

    • Paulo Roberto de Miguel

      Fora que carregar coisas no carro só cria problemas. Por exemplo, você precisa de uma coisa e esquece que está no carro ou pior, algum gatuno pode reparar quando deixamos coisas especialmente dentro do habitáculo e arrombar o carro só para pegar óculos, blusa etc. Meu carro não tem absolutamente nada, só o essencial.

  • Nora Gonzalez

    Roberto Neves, para mim uma inconveniência (porém não a única) do transporte público é trocar os grilinhos moderados do meu carro pelas músicas provenientes dos celulares dos sem noção que ouvem no máximo do volume. Mas é cada vez mais freqüente isso nos carros também, com som audível a dois quarteirões. Horror!

  • Nora Gonzalez

    Leonardo Mendes, o Bob já esclareceu, mas eu ia dizer que as minhas mãos são ainda mais bonitas… 😉

  • Nora Gonzalez

    Cadu Viterbo, já me disseram que tenho ouvido de tuberculosa. Aparentemente esse é um efeito colateral da doença que, aliás, eu não tive. Devo ser crica, mesmo.

  • Lorenzo Frigerio

    O grande problema dos grilos é que quando você está guiando fica impossível dizer de onde eles vêm. O ideal é ter outra pessoa no carro só para se ocupar disso enquanto você dirige.

    • Nora Gonzalez

      Lorenzo Frigerio, outro problema dos grilos, assim como alguns defeitos mecânicos, é que eles são intermitentes. Basta chegar perto da oficina que eles somem…

  • Lucas

    Eu uma vez arranquei toda a tapeçaria e acabamentos do interior do meu Astra pra lavar e matar grilos. Mexi nos bancos, nos trilhos, console, portas, lavei os carpês e as capas dos bancos, amarrei os fios e reapertei tudo o que tinha direito. Também desmontei o acabamento central do painel, dos instrumentos e o porta-luvas. Modestia a parte achei que ficou bem bom mas, mais dois anos depois, já estou começando a pensar em me atracar nisso denovo.

  • RoadV8Runner

    Eu sou daqueles que não consegue conviver com ruídos estranhos no carro por muito tempo, digamos… não mais do que uma semana! Em todos os meus carros que tive até agora, sempre que surgiu algum barulho irritante, em geral ele durou apenas até o fim de semana seguinte, quando fiz um verdadeiro arrastão à procura da origem. O ponto máximo dessa eliminação de ruídos aconteceu com meu Caravan, onde cheguei ao extremo de desmontar as forrações de porta para isolar com espuma a haste de travamento da fechadura, que vibrava e ocasionalmente encostava na estrutura da porta. Ruído sutil e ocasional, mas que não era para estar lá…
    Aproveitei a viagem e prendi tudo quanto era fio que pudesse fazer algum ruído estranho, incluindo embaixo do painel. Acho que não existe até hoje nenhum carro no mundo com a quantidade de cintas plásticas que usei para prender tudo quanto era cabo que chacoalhasse e fizesse algum ruído, com espumas anti-chama em alguns pontos estratégicos. A diferença entre o antes e o depois foi absolutamente sensível (ao menos para mim…), provavelmente à custa de significativo aumento de peso! Rsss…

  • Transitando

    -Escutou? (ruído esporádico e curto)
    -Sim. Veio do teu lado. Será que é do retrovisor?

    -Escutou agora? Veio do seu lado.
    -Não, foi do seu lado. Eu escuto vindo do seu lado
    -Eu escuto vindo do seu.
    …(x2)…
    -Eu escuto vindo do seu. Agora complicou.

    Era a tampa do porta-óculos (que estava vazio), cujo o mecanismo de fechamento ainda permite alguma movimentação da tampa e que repercute na área central do forro do teto – por isto cada um escutava vindo de um lado, e que na verdade era do centro. Como era algo muito rápido, e esporádico (pegava-nos desprevenidos), ficava difícil localizar.
    Provisoriamente passei um elástico de borracha ao redor da tampa e fechei, e assim ficou firme; acabou o mistério.

    Lembro que quando possui algumas motos, colocava um pedaço de feltro no pino da fechadura do banco; recortava um pequeno quadrado de feltro que encaixava no rebaixo ao redor do pino-trava e fazia um furo no meio do feltro para este prender-se ao pino. Com isto, acabava-se a folga entre o rasgo do pino e a lingueta, e sem criar dificuldades para o travamento do banco. Estava sempre a fazer isto a cada novo modelo, e também para um amigo que sempre solicitava o favor.
    Esta é para você que já até guardou o jogo de ferramentas e não sabe de onde vem o tal barulho.

    #FicaDica

  • CCN-1410

    O banco do meu carro sempre faz, nhec, nhec, nhec…
    É a vida, eu tinha um conhecido que sempre dizia que se alguém não quer se incomodar, que não compre nenhum tipo de veículo.

  • César

    Por isso é que sinto saudades dos modelos Romeu e Julieta, aqueles em que o reboque podia ficar estacionado nos períodos de “baixa” e engatado somente nos períodos de pico. Aqui na cidade onde moro antigamente era assim, e vejo a retirada de circulação desses modelos como uma perda. Possibilitava melhor distribuição de veículos frente à demanda.
    Foto: retirada de um calendário da Marcopolo (somente a do ônibus – a dos gatos é o verso do calendário. Norma, por favor edite as fotos, não consegui excluir).

  • Rafael Sumiya Tavares

    Andei três anos até descobrir que um estalado na suspensão traseira do meu velho Mitsubishi era uma das milhões de buchas que estava danificada na estrutura multibraço! E o bendito estalado só se ouvia transpondo aquelas anomalias proibidas redutoras de velocidade no estacionamento do shopping.

  • Fernando

    Já descobri defeitos graves em pequenos barulhos: um parafuso do braço da suspensão estava frouxo, e outro um coxim de motor danificado.

    Fora isso, até já cacei muitos grilos, mas hoje quem está menos “grilado” com isso sou eu. rs

    Sobre os ônibus, até que na cidade de São Paulo está razoavelmente bem servida, mas a solução para maior ocupação seria reduzir a frota, consequentemente o intervalo entre eles aumenta. E de qualquer forma o povo sente as conseqüências disso, para mim o parâmetro inicial do transporte público é no horário de pico e em pontos afastados do centro, é um dos fatores que contribuem para essas pessoas perderem a paciência e largarem o transporte público.

  • Fabio Toledo

    Estalos! A traseira do meu Ford Focus MKII estala, já passou diversas vezes pela concessionária, uma tristeza! Refizeram os pontos de solda da traseira, parou por um tempo e em pouco tempo voltou… Já estou “largando mão” e pensando na troca por um VW!

  • WSR

    Há mais de um ano estou caçando um barulho que aparece quando piso e mantenho o pedal da embreagem acionado. O ruído é meio similar ao de válvulas desreguladas no cabeçote, mas percebi que ele vem mesmo é da parte inferior do carro. Já troquei a embreagem (estava na hora mesmo) e o barulho continua. Como tenho o costume de andar com o som ligado, não incomoda tanto. Mas basta desligar o som e transpor alguma montanha (quebra-molas) que ele volta.