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Em três anos e meio desde que foi lançado, o Ae andou no Duster no lançamento (novembro de 2011, AK e BS, todas as versões), um ano depois num “no uso” do Dynamique 4×4 (BS), e por último o Tech Road II automático, isso há exato um ano (AK). Faltava o Dynamique manual, que é seis-marchas desde o começo, ser usado no dia. Neste teste já é o novo Duster, modelo 2016, que traz algumas mudanças cosméticas, mas indiscutivelmente bem-vindas, como também é o aumento de potência e torque nos motores de 1,6 e 2 litros. Mudanças também no interior, que ficou bem mais bonito e agradável, do revestimento dos bancos ao acabamento da parte central do painel em preto-piano.

No exterior, o trio pára-choque/ grade/faróis foram atualizados, ganhando bastante em visual. Na parte inferior da grade há agora uma em desenho de colméia. Ficou elegante. Já na traseira a maior novidade é adoção de lâmpadas de LED nos grupos óticos, mas que carecem das úteis luzes traseiras de neblina, seguida de novos para-choque e puxador da porta de carga, além de dois refletores vermelhos na parte inferior. Continuam e merecem todo o aplauso as repetidoras dos indicadores de direção nos pára-lamas dianteiros.

 

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O visual da traseira ficou mais interessante com o novo pára-choque e as luzes traseiras em LEDs; uma saída de escapamento, nada de duas saídas “de enfeite”

O motor passou por melhorias como ganhar 5 cv com gasolina (143 cv) e 6 cv com álcool (148 cv), subindo 250 rpm nesse processo, para 5.750 rpm. O torque subiu só com gasolina, de 19,7 para 20,2 m·kgf, mas a rotação de pico subiu de 3.750 para 4.000 rpm. Entretanto, a Renault informa ganho de 0,6 m·kgf a 2.250 rpm, indo para 17,9 m·kgf, ou seja, mais elasticidade.

Com álcool não houve aumento de torque, permanece 20,9 m·kgf, só que a 4.000 rpm em vez de 3.750 rpm. Mas a 2.250 rpm houve ganho de 1 m·kgf, chegando a 18,8 m·kgf.

 

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O motor 2-litros ganhou potência e ficou mais elástico, com ótimos resultados; note o capricho da pintura “invisível”, exatamente igual à externa

Eu não tinha referência na cabeça, o teste no lançamento foi breve demais e o que dirigi “no uso” era o 4×4, mas o que posso dizer desse agora, com essas pequenas mudanças no caráter do motor, é que é um conjunto motriz excepcional, com uma suavidade e uma resposta em baixo giro de arrancar sorrisos. Isso associado a um motor mais girador agora, indo 6.000 rpm com facilidade e chegado ao corte (limpo) a 6.300 rpm.

 

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Decoração interna harmoniosa e agradável

O leitor sabe que não sou dado a suves, mas este bagunçou o coreto. De verdade. “Veste-se” o carro, que roda por cima de tudo de mau que temos nas nossas precárias ruas como se estivesse brincando, sem preocupações maiores. A parte mais baixa do veículo a 210 mm do solo o deixa virtualmente imune aos dejetos viários que não preciso dizer o nome. O acertador de suspensão merece um prêmio, pois estou para ver compromisso melhor, roda com real conforto e faz curva como gente grande. Nem a direção de assistência hidráulica sem nenhuma indexação — rotação do motor ou velocidade — se faz notar, sinal de que está certa, ajudada pelo bom volante de Ø 380 mm. Falando de comando, o de câmbio é “Wolfsburg”. E o punta-tacco é “telepático”, o melhor entre os melhores que tenho visto. 

A Renault informa ângulo de entrada 30° e de saída, 34°30′.

 

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Boa legibilidade dos instrumentos e conta-giros onde deve estar; o motor estava ligado, note a baixa rotação de marcha-lenta

Rodas de 16 polegadas, para as quais todo mundo torce o nariz hoje, com pneus 215/65R16T (T = 190 km/h), escolha correta, nada de “fita isolante” num veículo desse. Sempre Bridgestone Dueler H/T, feitos aqui mesmo, reposição fácil, que dão conta de qualquer recado, e há um conjunto igual para o caso de furo guardado por baixo do veículo — preferia tê-lo dentro, como no 4×4, mesmo perdendo 75 litros no porta-malas, que mesmo assim ainda é de bons 400 litros. Não foi informada essa capacidade com o banco traseiro dividido 1/3-2/3 rebatido.

 

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Tudo elegantemente no lugar (foto divulgação)

Anda bem para a sua proposta. Pelos números de fábrica vai de 0 a 100 km/h em 10,7/10,4 segundos (G/A) e atinge 178/186 km/h em quinta marcha do câmbio de seis, que tem ainda a ré sincronizada. Com v/1000 de 39,5 km/h marcha-se à confortável rotação de 3.000 rpm a 120 km/h. É leve, 1.276 kg, e leva 493 kg de carga útil.

Dentro dos novos critérios de medição de consumo do Inmetro/PBEV essa versão obteve nota “A” na categoria e “C” na geral,  com 9,1 e 10,8 km/l cidade/estrada com gasolina e 6,4 e 7,4 km/l com álcool. Na estrada, com gasolina, observei 11,4 km/l, e na cidade, com álcool, 7 km/l. O tanque é que poderia ter um pouco mais que 50 litros, ideal que contivesse 60.

Tudo isso num suve de 4.329/1.822/1.683/2.674 mm, respectivamente comprimento/largura/altura/entreeixos, amplo internamente e que admite três pessoas bem acomodadas no banco traseiro em razão da boa largura, apenas lamentando a do meio não contar com cinto retrátil de três pontos e tampouco com a faixa degradê no pára-brisa, que faz falta.

 

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Eu “atrás de mim” mostra bom espaço no banco traseiro

Das coisas modernas boas, o Media NAV Evolution com sua tela tátil de 7 polegadas incrustada no painel que deixa o mapa da navegação bem visível e traz informações como temperatura externa e temperatura de regulação do ar-condicionado automático monozona, além das funções ditas Eco-alguma-coisa para orientar como consumir menos e avaliar o desempenho “eco” num dado percurso. Permite também acesso às informações de tráfego em tempo real por meio da tecnologia Traffic Message Channel (TMC). As mídias sociais Facebook e Twitter podem ser acessadas.

 

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Posição relativa freio-acelerador permite punta-tacco “telepático”

 

Para não dizer que o novo Duster esta atrasado em seu tempo, são possíveis consultas via aplicativo Aha no smartphone para as várias informações  úteis, como hotéis na base de dados TripAdvisor, restaurantes na Yelp e clima na Custom Weather, bem como acessar as web rádios do mundo todo.

 

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Bom porta-malas de 475 litros; banco traseiro é dividido 1/3-2/3, exceto no Expression 1,6

Opcionais, poucos:  câmera de ré, controle de cruzeiro e limitador de velocidade, e bancos com revestimento em couro e material sintético imitando couro, que a versão testada tinha. Sem estes itens, cujo preço não foi possível obter, custa R$ 73.000.

É evidente que os recém-chegados Honda HR-V, Jeep Renegade e Peugeot 2008 vão cair matando em cima do Duster e do pioneiro Ford EcoSport, mas esse Renault tem tudo para se sair bem dessa. Especialmente se for na cor do carro de teste, a bela marrom Safari — que bagunçou o coreto de quem, como eu, aprecia um bom branco

BS

Fotos: autor, exceto no banco traseiro, feita por Roberto Sharp

Veja mais fotos após a ficha técnica e a lista de equipamentos.

 

FICHA TÉCNICA NOVO RENAULT DUSTER 2016
 
MOTOR
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote Ferro fundido/alumínio
Configuração / n° de cilindros Em linha / 4
Diâmetro x curso 82,7 x 93 mm
Cilindrada 1.998 cm³
Taxa de compressão 11,2:1
Potência máxima 143 cv (G), 148 cv (A); a 5.750 rpm
Torque máximo 20,2 m·kgf (G), 20,9 m·kgf (G); a 4.000 rpm
N° de válvulas por cilindro Quatro, atuação indireta por alavanca-dedo roletada, fulcum com compensador hidráulico
N° de comandos de válvulas Dois, correia dentada / cabeçote
Formação de mistura Injeção eletrônica no duto
Combustível Gasolina comum e/ou álcool (flex)
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes / câmbio Dianteiras / manual
Número de marchas 6 à frente + ré
Relações de transmissão 1ª 3,73:1; 2ª 2,11; 3ª 1,45:1; 4ª1,11:1; 5ª 0,91:1; 6ª 0,77:1; ré 3,69:1
Relação do diferencial 4,13:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência hidráulica
Diâmetro mín. de curva 10,7 m
Relação de direção n.d
N° de voltas entre batentes 3,4
FREIOS
De serviço Duplo-circuito em diagonal, servoassistido
Dianteiros Disco ventilado de Ø 269 mm
Traseiros Tambor de Ø 229 mm
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio 6Jx16
Pneus 215/65R16T
PESOS
Em ordem de marcha 1.276 kg
Carga máxima 493 kg
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, suve, 4 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 4.329 mm
Largura 1.822 mm
Altura 1.683 mm
Distância entre eixos 2.674 mm
CAPACIDADES
Porta-malas 475 L
Tanque de combustível 50 L
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 10,7 s (G) e 10,4 s (A)
Velocidade máxima 178 km/h (G), 186 km/h (A)
CONSUMO INMETRO/CONPET
Cidade 9,1 km/l (G), 6,4 km/l (A)
Estrada 10,8 km/l (G), 7.4 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª 39,5 km/h
Rotação em 6ª a 120 km/h 3.000 rpm
Rotação em vel. máx., em 5ª 5.600 rpm

 

EQUIPAMENTOS NOVO DUSTER 2016
Versões EXPRESSION DYNAMIQUE DYNAMIQUE DYNAMIQUE 4×4
1.6 16V Man. 1.6 16V Man. 2.0 16V Man.l/Aut. 2.0 16V Man..
CONFORTO E COMODIDADE
Abertura interna da tampa de combustível S S S S
Abertura interna do porta-malas S S S S
Alarme sonoro de advertência delluzes acesas S S S S
Ar-condicionado S S S S
Ar quente S S S S
Banco do motorista com regulagem em altura S S S S
Banco traseiro com encosto bi-partido 1/3-2/3 S S S
Banco traseiro com encosto rebatível inteiro S
Bolsa tipo canguru atrás dos bancos dianteiros S S S
Câmera de ré OP OP OP
Computador de bordo com 10 funcionalidades S S S
Direção assistida hidráulica S S S S
Iluminação do interior central dianteira S S S S
Iluminação do interior central traseira S S S S
Indicador de temperatura externa S S S
Indicador de troca de marcha S S S S
Luz de leitura do passageiro S S S
Controlador automático de velocidade e limitador de velocidade OP OP OP
Porta-copo no console central S S S S
Porta-copo no console central traseiro S S S S
Porta-objetos nas portas dianteiras S S S S
Porta-objetos nas portas traseiras S S S S
Porta-objetos no console central S S S S
Porta objetos no painel S S S S
Retrovisores externos com regulagem elétrica S S S
Retrovisores externos com regulagem manual S
Sensor de estacionamento traseiro S S S
Travas elétricas S S S S
Vidro do motorista com função um-toque e proteção antiesmagamento S S S
Vidros dianteiros elétricos S S S S
Vidros traseiros elétricos S S S S
Vidros esverdados S S S S
Volante com regulagem de altura S S S S
Volante com revest; em couro e material sintético S S S
ESTILO EXTERIOR / INTERIOR
Bancos com revestimento parcial em couro e material sintético O O O
Barras de teto longitudinais S S S S
Luzes de uso diurno S S S S
Maçanetas externas na cor da carroceria S S S
Maçanetas internas cromadas S S S S
Pára-choque na cor da carroceria com detalhes em preto S S
Ponteira de escapamento cromada S S
Retrovisores externos na cor da carroceria S S S
Roda aro 16 pol. S
Roda liga leve aro 16 pol. “Alumínio” O S S
Roda liga leve aro 16 pol “Cinza Escuro” S
SISTEMA MULTIMÍDIA  
Media NAV Evolution com tela tátil 7-pol. e navegador GPS S S S
Quatro alto-falantes S S S S
Comando de áudio e celular na coluna de direção (comando satélite) S S S S
Conexão Bluetooth® para áudio e telefone S S S S
Função Eco-Coaching e Eco-Scoring integrado ao Media NAV S S S
Rádio 3D Sound by Arkamys com conexão USB e auxiliar integrado ao Media NAV Evolution S S S
Radio CD MP3 com 4 alto-falantes (“3D Sound by ARKAMYS”) com conexão USB/iPod e AUX S
SEGURANÇA
Alarme perimétrico S S S S
Chave com comando de travamento a distância por radiofreqüência S S S S
Cinto de segurança traseiro retrátil S S S S
Cintos de segurança dianteiros retráteis de 3 pontos S S S S
Cintos de segurança laterais traseiros de 3 pontos S S S S
Desembaçador do vidro traseiro S S S S
Dois apoios de cabeça dianteiros com ajuste de altura S S S S
Freios ABS com EBD e auxílio à frenagem S S S S
Protetor de cárter S S S S
Terceira luz de freio S S S S
Trava para crianças nas portas traseiras S S S S
Travamento automático das portas a 6 km/h S S S S
Três apoios de cabeça tras.reguláveis em altura S S S
OPCIONAIS    
Roda liga leve aro 16 pol. (Expression 1,6 16V man.)        
Limitador e regulador de velocidade + câmera de ré        

 

Mais fotos:

 

 

(Atualizado em 21/04/15 às 14h00)
(Atualizado em 21/04/15, inclusão de foto do painel completo)

 



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • marcelo

    Aqui em casa tivemos u Duster 1.6. O carro é bastante honesto e previsível. A rusticidade realmente é seu ponto forte. Defeitos, o grande consumo de combustível. No mais é um carro muito bom. Minha esposa briga comigo por achar a altura (SUV ou SAV) o melhor para dirigir. Acredito que nas versões mais baratas o Duster se saia bem, nas mais caras não tem como disputar com HR-V

    • marcelo
      Em que você baseia para exaltar tanto o HR-V diante do Duster? Ambos têm suas qualidades e para dirigir são muito parecidos (baseando-me no que o Josias escreveu a respeito do Honda).

      • marcelo

        Consumo, acabamento, maciez. O mercado ainda vai levar em conta a marca. (no Brasil existe essa idolatria pela Honda). Um eu tive por quase 2 anos e outro só testei. A dirigibilidade na cidade do HR-V é bem melhor. Só continuo achando o Duster mais robusto.

  • VeeDub

    Show… Uma coisa que nunca vi a Renault divulgando (não sei por que), é que 2.0 tem VVT na admissão, desde que chegou por aqui na Scénic.

    • VeeDub
      Como assim, tem variador de fase na admissão? Se tivesse a fábrica informaria. Pode explicar como ou de onde vem essa informação?

      • REAL POWER

        Sim Bob, tem variador no comando de admissão desde que chegou aqui conforme VeeDub informou. O F4R, código desse motor 2.0 16v já nasceu com variador do comando de admissão. Esse motor é de um projeto muito bom, que leva muita atenção aos detalhes de usinagem para ter menor atrito.E lá fora tem versão aspirado com mais de 190 cv, com coletor de admissão e escape com projeto especifico para altas rotações, mais outras modificações em cabeçote, pistões etc. No Brasil é um motor limitado em potência pela própria engenharia. Vou dar exemplo. Na Scénic a entrada de ar para a borboleta de acelerador é parcialmente fechada por uma extensão em plástico. Basta remover parte dessa extensão para liberar maior área de passagem de ar, e o motor melhora muito. Sem falar nos comandos de válvulas com pouca permanência.Se não me engano algo próximo a 222º. Com comandos de 245 a 254º este motor já vira um motor esportivo. Em relação aos comandos é possível fazer um novo enquadramento para mais performance de maneira bem simples, sem o uso de polias especiais, pois as originais do sistema VVT não possuem chavetas ou pinos. As molas de válvulas tem pressão suficiente apenas para operar até o regime limite imposto. Não adianta nada ir além sem trocar as molas por outras com maior carga. A Renault no Brasil parece não ter orgulho desse motor, ao contrário da Renault na França. Quem já teve experiências com F4R modificados sabe quanto bom é esse motor mesmo original.

        • REAL POWER
          É incrível isso que você contou. Vou atrás desse assunto na fábrica.

        • Guilherme Keimi Goto

          REAL POWER, ando num Scénic 2.0 16v 2005 da família mas não acho que o motor seja tão elástico para um motor de comando variável. Se bem que o câmbio é um pouco longo. Mas a minha pergunta é sobre essa entrada de ar fechada restringida. Tem como remover essa parte? Você tem alguma foto ou link para eu ver como tirar fora?

          Valeu!

          • Domingos

            O F4R tem variador de fase desde o nascimento, como o Real Power disse, mas com variação chamada on/off.

            Um único estágio de variação, por isso não sendo tão elástico como um motor com VVT contínuo (Honda Civic, Corollas etc.).

            Mas é um motor de muito torque e bem elástico, ainda mais pela idade.

            A questão das molas é comentada por todo mundo que mexe nesse motor, simplesmente a Renault quis a versão normal trabalhando o mais eficiente possível.

        • tadeu augusto de oliveira

          REAL POWER boa noite,
          esse é o mesmo motor da Grand Tour 2.0?

          • REAL POWER

            Sim.

        • João Guilherme Tuhu

          E como já criticaram esse motor por aí, reclamando pelo da Nissan…

    • Fernando

      Me pergunto isso desde que soube disso há anos.

      Noticiam algumas coisas tão simples e que de diferencial não tem nada, e algo assim tecnicamente importante ser deixado de lado não faz muito sentido, mas o brilho do motor acho que todo mundo já conhece.

  • RoadV8Runner

    Para mim, o que bagunçou o coreto com o novo Duster foi a parte central dos bancos e parte da forração das portas vir em cor marrom. Finalmente estamos em direção ao fim dos interiores única e exclusivamente em pretinho básico!!!

  • Lorenzo Frigerio

    Lamento discordar de você em relação à decoração interna, Bob. Azul e marrom são a combinação mais tóxica que existe, mesmo que você chame esse azul de cinza. Aliás, marrom é uma cor muito infeliz. Os austríacos e bávaros é que gostam (verde também).

    • Mr. Car

      Por foto pode ter parecido uma tonalidade azulada, mas é quase certo que ao vivo, tenha a percepção real de que é cinza. A conferir (também ainda não vi). De qualquer forma, já que falou em azul…se fosse um interior monocromático azul, eu mandaria uma carta para a Renault parabenizando, e agradecendo muuuito, demais mesmo, pela reedição dos interiores mais espetaculares que já tivemos no Brasil, cortesia da Chrysler nos Le Baron/Magnum/Charger R/T, e Polara, he, he!

    • Domingos

      Partilho esse gosto. Acho verde musgo uma cor muito bonita para um carro e marrom também. Coisa pessoal mesmo.

      Não tinham as BMW roxas na década de 90? Achava bonito. Cor de alemão louco, dá uma certa simpatia :).

    • João Guilherme Tuhu

      Sou vienense. Adoro marrom, ao contrário do ‘Rei’ da MPB…

  • Lorenzo
    Gosto é mesmo assunto pessoal. Não tenho nada contra marrom, aliás era a cor do meu primeiro Passat, em 1974, marrom Caravela.

    • R.

      Se não me engano, ter um Passat em 1974 significava ter o carro de concepção mais avançada e moderno de toda nossa indústria automobilística. Sem contar que era um dos mais velozes e seguros também .

  • Fabio Vicente

    As mudanças estéticas não melhoraram o carro, na minha opinião. Para mim, o design é o pior entre os concorrentes.
    Porém, como não se vivie somente de beleza, este carto tem um conjunto excepcional para a categoria. Se eu tivesse que escolher um carro nessa categoria, iria optar pelo Duster, sendo o 2008 minha segunda escolha e o Jeep Renegade a terceira. (Editado)

  • ccn1410

    O que não me convence são esses para-choques na cor alumínio.
    Parece estranho, mas chega a doer meus olhos.
    Mas tudo é uma questão de gosto.

  • Dirigi por bastante tempo um Dynamique alugado pela minha empresa e adorei o carro. Honesto no quesito acabamento, porém bem resistente no dia-a-dia, aguentando sem reclamar, rodar em pistas esburacadas e irregulares, terra, areia e lama, sem fazer feito.
    Confesso que assim que peguei o carro na locadora, torci o nariz, pois não imagina a robustez dele, mas depois de 1 ano dirigindo vários, sendo todos trocados ao chegarem aos 10.000KM, para revisão, vejo que o Duster é um carro excelente, pois mesmo rodando em condições de piso ruim, às vezes com motoristas péssimos, como alguns colegas de trabalho que não querem nem saber e passam com tudo em buracos sem pena, nunca ouvi nada de suspensão bater ou nenhum barulho estranho no carro.
    Para mim, o único ponto negativo dele é o consumo de combustível, que podia ser melhor. Acho que ele tem muito carro para pouco motor e uma sexta marcha seria muito bem vinda desde o começo.
    Gostaria muito de dirigir essa versão nova para ver se a adoção da sexta marcha melhorou o consumo dele.

    • Ronaldo T. Bomfim,
      O 2-litros sempre teve seis marchas e o 1,6-L continua com cinco.

      • Grande Bob,

        Eu pensei que a nova versão 1,6 vinha com 6 marchas também. Uma pena não ser, pois é um carrão que se destina ao que foi feito, sem fazer feio.

  • R.

    Estranho… noto sempre que esses dados de consumo do Inmetro sao bem semelhantes à “vida real” quando falamos de consumo urbano.
    Mas nas estradas, no dia a dia, se consegue médias bem melhores que esses dados obtidos por eles…
    Assim, não duvido, que esse Duster consiga médias de 10 km/l de etanol nas rodovias…

  • Renato Mendes Afonso

    Sempre achei o Duster interessante, porém somente na versão 4×4. Alguma previsão de lançar uma matéria do Duster 4×4? Vendo o teaser do PK fiquei curioso para saber como se saiu nas mãos dele.

  • REAL POWER

    Esse motor tem praticamente 80% do torque entre 1.500 a 4.000 rpm. O meu é 2004, que usa o filtro de ar pequeno, o mesmo do motor K4M 1,6 16v. Não sei como é por dentro das caixas de filtro maior. Mas no caso tem que remover toda caixa de ar e cortar o prolongador de plástico dentro dela. Mas apenas de um lado. Não tenho foto.

    • Guilherme Keimi Goto

      Real Power, obrigado pela indicação!
      Cheguei a procurar algo na internet, mas das duas uma: Ou não existe um tutorial a respeito ou eu não consigo achar palavras chaves boas para a busca (acabo sempre caindo em links de vendas de peças).

      • REAL POWER

        Não existe.

    • João Guilherme Tuhu

      O K4M não poderia ter esse upgrade?

      • REAL POWER

        O K4M é um mostro de motor. Basicamente um F4R em versão 1.6 L. A caixa do filtro de ar me parece a mesma entre as versões. Se o K4M usar cabo de acelerador, é possível troca o corpo de borboleta pelo do F4R, que é maior. sem adaptação. Tira um coloca outro. Em relação aos comandos, a mesma coisa, sem chavetas ou pinos, pode-se fazer um novo enquadramento, porem sempre com muita atenção em relação a possível contato das válvulas com o pistão.

  • braulio

    O Duster tem bons e maus detalhes. O pior, sem dúvida é a posição do pneu sobressalente: Fica claro que quem pôs a roda ali nunca precisou trocar pneu, não se preocupa em calibrar estepe e acha que o carro nunca vai andar na lama. Pode parecer uma bobagem, mas a única atividade que fica mais fácil com o estepe nessa posição (como milhares de donos de Ford Ka da primeira geração podem atestar…) é o furto.
    Mas alguns detalhes são interessantes: O repetidor do pisca é um deles: Um item barato para o fabricante e que traz um aumento na segurança, por tornar mais visível a intenção do motorista. Se tivesse de escolher entre dois carros na mesma categoria e a única diferença que eu percebesse entre eles fosse essa, seria suficiente para orientar a compra. Gosto das dimensões, não muito maior que uma Scénic, com a qual ele ainda partilha alguns componentes. Claro que um SUV não teria a mesma capacidade de carga e, com motores parecidos, não dá nem para comparar desempenho e consumo, mas se a pessoa gosta da marca e está “órfã” de minivans, pode ser uma opção a considerar.
    Vou concordar que os pneus são bonitos, talvez por serem adequados à proposta. Outro detalhe que mostra capricho: Na versão básica, a roda de aço tem um desenho aceitável e pintura clara, dispensando as calotas.

    • braulio
      O 4×4 tem essa vantagem, estepe dentro devido à suspensão traseira independente. Também prefiro, escrevi isso. Lugar de estepe é´dentro do carro.

    • Domingos

      Rodas de aço com pintura clara e desenho simpático: boa essa observação e algo que faz muita falta.

      O primeiro EcoSport também tinha uma das opções de roda assim e fica muito bonito e prático, além de um custo bem mais baixo.

      Aprecio rodas de liga, mas compraria a versão com essas rodas de aço com cor de roda mesmo sem problemas – pelo contrário!

      • Mr. Car

        O passado nos deu fartas provas de que é totalmente possível fazer rodas de aço muito bonitas, mas…se fizerem as de série em aço bonitas, quem vai comprar as opcionais de liga?

      • Roberto Alvarenga

        Eu gosto mais das rodas de aço do Duster básico do que das de liga leve… acho que combinam mais com a proposta de “robustez” do carro.

      • EJ

        Rodas de aço são práticas sim… em quase toda extensão do país. Porém para a parcela que mora próxima ao litoral e sujeito a maresia, você rapidamente vê que enferrujam com menos de dois anos de uso. Por isso sou a favor que todos os carros utilizem rodas com outras ligas. Ps.: O meu carro usa as famigeradas rodas de aço, tem menos de dois anos de uso e também está apresentando pontos de ferrugem por baixo das calotas. O de minha esposa tem 4 anos de uso e está ainda pior.

      • Leonardo Mendes

        A Saveiro Trooper usava rodas de aço pintadas em tom escuro.

    • Davi Reis

      Aos maus detalhes, incluiria também a posição dos comandos dos vidros e retrovisores elétricos, e também os comandos do ar condicionado, muito baixo e sensivelmente virado pra baixo, e não pro motorista.

      • Fat Jack

        Davi, os comandos dos vidros “no uso” não incomodam (no caso do Logan/Sandero o que incomoda é os mesmos não serem iluminados, apesar de terem o LED!), sendo bem melhores que os dispostos entre os bancos. Quanto aos comando do ar, realmente são extremamente mal localizados!

        • João Guilherme Tuhu

          Essa economia porca de não iluminar os botões do vidro elétrico a Renault consertou nos Logan/Sandero pós-14.

          • Fat Jack

            Em compensação devolveu (erradamente a meu ver) os comandos dos vidros traseiros ao painel (para economizar 1 metrinho de fiação) ao invés de mantê-lo na porta dos motorista (como todos os carros têm…)…

          • João Guilherme Tuhu

            Verdade. Mais uma economia porca.

      • João Guilherme Tuhu

        Nesse caso dos comandos, é só não levantar o banco do motorista. Usá-lo bem baixo mesmo. Se for possível.

        • Davi Reis

          Costumo dirigir com o banco na posição mais baixa, mas no caso do Duster, ainda assim os comandos na porta ficam muito distantes do braço. É preciso tirar um pouco o corpo do encosto para alcançá-los.

  • R.
    Ainda não consegui saber por que a correção para o consumo rodoviário é de 29% e a relativa a cidade é 22%. Isso deixa os dois consumos muito próximos e o de estrada maior do que geralmente se consegue no mundo real. Quer ver uma coisa? Tomando por base os consumos com gasolina, 9,1 e 10,8 km/l, tirando a correção de ambos e aplicando a média das correções, 25,5%, esses consumos seriam 8,7 cidade e 11,4 estrada, bem mais coerente.

  • Petpower

    Bob, me ajude a saber onde estou errando no cálculo de v/1000. Nos meus calculos está dando 6ºmarcha = 40,65. Fiz conforme aprendi no Ae. Considerando pneus 215/65/R15 diâmetro 685,9 mm

  • Mr. Car

    Ler os comentários no Ae é outra coisa: ninguém veio com o já tradicional (em outros sites) mimimi de “ah, mas não é um Renault, é um Dacia. Cruzes, que nojinho: é um Dacia!”. He, he, he!

    • Roberto Alvarenga

      Os Dacia fazem muito sucesso na Europa (estive na Itália ano passado e comprovei). O Duster vende como pão quente lá, e o Sandero tem uma boa fama de carro confiável, espaçoso e que anda bem. Esse “mimimi” de Dacia é coisa de gente que compra chester e chama de peru.

  • gpalms

    Pela foto também não gostei da combinação, mas não posso afirmar que é feio, pois muitas vezes ao vivo não é tão ruim. A Duster sempre me pareceu um “popularzão”, com acabamento barato e inseguro (centro de gravidade alto, suspensão mole e sem ESP).

  • Lucas CRF

    Lorenzo,

    curioso, antes eu também não gostava de marrom. Mas depois que vi as GS 800 marrom fosco… me apaixonei, endividei, e peguei uma!

    Abraço

    Lucas CRF

  • TDA

    Bob, primeiramente parabéns pela matéria! Concordo sobre o local “correto” de se colocar o conta-giros, ou seja, ao lado esquerdo do velocimetro. Agora uma pergunta besta, pq chama de wolfsburg? Referência à volkswagen?

    • TDA
      Sua pergunta é oportuna. Esse tipo de citação usando a cidade alemã que é sede da Volkswagen mundial e também de sua primeira e principal fábrica, serviu (e serve) para atestar a excelência dos instrumentos principais (velocímetro e conta-giros) dos VW, que deveria ser imitada pelos outros fabricantes (uma opinião minha). Ou seja, seria o padrão, a referência. É inútil querer inventar moda nesses dois instrumentos. A JAC modificou o quadro de instrumentos da linha J3/5 tornando-os “Wolfsburg”. Ao dirigir o Duster observei um câmbio de trocas leves e precisas, típico dos Volkswagen, daí o “Wolfsburg”.

      • TDA

        Entendi. Obrigado pela resposta.

  • Lucas CRF

    Como já dito antes, gosto é muito pessoal. Nossa, acho esse bichinho feio demais. Esses para-lamas exageradamente bombados não me descem. Porém, isso não me impede de reconhecer que deve ser um ótimo carro (ou suve). A versão 4×4 deve dar uma ótima mobilidade àqueles que precisam encarar terrenos difíceis, mas não precisam de toda a capacidade de um offroad mais “cascudo”, como um Defender.

    Ah, e é um alento ver testes de versões que não sejam as básicas com câmbio manual. Ótimo, Bob.

  • TDA

    Sou um apreciador dos painéis dos carros e creio que um veículo deve ser agradável aos olhos internamente e só depois externamente. Então queria deixar uma sugestão, de postar uma foto do painel como um todo, mais ou menos da posição entre os encostos de cabeça dos bancos dianteiros. Acredito que dá uma dimensão melhor do painel como um todo.

    • TDA
      Você tem toda razão. Vou colocar já na matéria uma foto da divulgação da Renault, que é muito boa. Enquanto isso, aqui está ela.

      • TDA

        Obrigado Bob.

      • Roberto Alvarenga

        Acho o painel do Duster bacana, mas não gosto dessa alavanca de câmbio automático “anos 90″… custava a Renault trocar? Não precisava muito, podiam aproveitar a que é usada no Fluence…

        • Domingos

          Talvez essa ficaria muito curta? A linha Dacia sempre privilegia usar o que já está disponível. No geral foi uma boa escolha da Renault, é uma família interessante a eles e aos consumidores.

  • Francisco Bruno de Figueredo F

    Bob, permita-me fazer alguns comentários que fogem um pouco ao post. Eu tenho um Tracker desse modelo novo, comprei-o por querer um veículo que me permitisse transpor com mais facilidade os tais detestáveis dejetos viários e a quantidade enorme de buracos de nossas vias. Queria um pouco de espaço também no porta malas, mas nesses quesitos me enganei. O Tracker nem me oferece espaço no porta-malas nem altura do solo suficiente, além de bastante caro para o que oferece, principalmente com o reajuste feito esses últimos dias. Vejo hoje que o Duster talvez tivesse me agradado mais nos dois quesitos, além de que essa nova versão está mais agradável visualmente. Queria também saber sua opinião sobre o que acho um absurdo, a manutenção do Tracker. A troca de óleo deve ser feita a cada 5000 km ou se perde a garantia, e, para completar, verifiquei o valor da revisão dos 20000 km, R$ 796,00, isso para troca de óleo e filtro e filtro de combustível e de ar. Comparem com outros carros como Corolla, HRV e outros…

    • Francisco Bruno
      Tudo no Tracker é absurdamente caro mesmo. No começo dos anos 2000 meu irmão trabalhava na GM no setor de atendimento a clientes online (internet) e um dia me contou coisas de arrepiar. Por exemplo, a bomba injetora de diesel custava R$ 22.000; um volante de motor, R$ 9.000; e por aí vai. E antes que você me indague, ou se indague, a moeda era a mesmíssima de hoje, o real. Em média, três revisões em carros de outras marcas não chegam a R$ 900.

      • Domingos

        Seria por vir as peças do Japão?

        Uma pena quando a fabricante efetivamente mata o carro com esse tipo de coisa, levando a uma insatisfação tremenda do proprietário com a marca e o fazendo buscar soluções nem sempre ideais no mercado paralelo ou de adaptações.

      • Davi Reis

        Simplesmente absurdo. Conheço um ex-proprietário de um Tracker, 2007 se não me engano, que gostava muito do carro. Porém, em 2013, e cerca de 30.000km rodados, o carro começou a apresentar uma série de problemas. Até aí, menos mal, pode acontecer com qualquer um. Mas na hora de orçar os reparos necessários, o susto foi grande. O dono resolveu arrumar o que podia no carro e vender antes que mais problemas aparecessem, tamanho foi o susto com o valor dos reparos.

    • Ilbirs

      Seria bom comparar com o Cruze, uma vez que ambos usam o mesmo motor. Se estiverem metendo a faca no Tracker, aí realmente a GMB está implorando para ser figurante no segmento, quando muito bem poderia estar em uma boa posição se tivesse feito a coisa certa.

      • Lucas

        Eu sinceramente não sei o que acontece com a GMB. Outrora tinha os melhores carros do país e hoje parece que se esforça para caminhar no sentido contrário.

        • Ilbirs

          Pelo que li a respeito dos ocorridos na fábrica de São José dos campos, o sindicato local propunha que o Tracker fosse nacionalizado para compensar a perda do Classic, algo que me parece bem razoável, uma vez que o Tracker tem a mesma plataforma Gamma II altamente produzida por aqui e com acertos de chassi que poderiam ser repassados com certa tranquilidade, mais motor conhecido por estar em milhares de Cruzes por aí (poderia inclusive ser usado também na Spin, uma vez que esse não é um veículo que canibalizaria outros se melhorado, ao contrário do Cobalt).
          À época que foi proposto isso, a GMB acabaria tendo a vantagem de entrar no segmento de SUVs pequenos antes dessa onda mais recente, o que ajudaria a garantir posição com produto nacional, algo importante a se considerar o volume de vendas. Porém, como se pode ver, mesmo com condições favoráveis a isso, marcaram uma touca bonita e agora só consigo ver como possível uma entrada do fabricante com produto nacional a partir de uma próxima geração ou então a possibilidade de desistir por completo desse segmento, uma vez que agora mais lotado.

          • Domingos

            A GM parece estar adotando uma estratégia de troca rápida e de manter as coisas só no mínimo enquanto não acerta de vez com alguma outra linha de produtos.

            Por exemplo, foi o mesmo com o Agile, o Sonic, o Prisma etc. Desde o último Vectra, na verdade, já começaram com essa estratégia.

            O que não cola, rapidamente sai de linha e logo entra algo novo no lugar. Me parece uma tática um pouco atrapalhada e prejudicial aos consumidores dos modelos que eventualmente saiam de linha, mas melhor que a estratégia da VW – em que simplesmente abandonam e deixam minguando certas faixas de mercado.

            Com o Onix a marca já tem um compromisso mais firme. Acredito que o próximo Celta e também o Cobalt devam começar uma fase de mais acertos e estabilidade.

            Devem conseguir uma nova gama bem mais interessante e acertada, com as falhas dessa tática.

          • Danilo Grespan

            Prezado, eu sou de São José dos Campos e acompanho a questão da GM daqui. A verdade é que, pensando como a GM, é muito mais fácil abandonar aos poucos a cidade, apesar do excelente local para produção e escoamento, do que agüentar a pressão extrema do sindicato local. O Sindicato dos Metalúrgicos daqui é um excelente “fecha-empresas”, pois não pensa nem no lado do empregador e nem no lado do empregado, somente no seu. Como acha que a GM iria querer renovar e continuar produzindo aqui, se tem mais incentivos, menos pressão e salários mais baixos em outros locais? E agora que o PT assumiu a cidade, estão cortando verbas padrões de vários setores da cidade, logo logo vão tirar algum incentivo da GM…aí, tchau de vez.

  • Arthur

    No texto é dito que o ar-condicionado é automático, mas nas fotos é o convencional.

    Mesmo sendo o “normal” ele informa a temperatura ajustada na tela?

  • Luiz_AG

    Chega de internet por hoje…

  • marcus lahoz

    Bob, meu sogro tinha um destes, versão antiga mas o mesmo 2,0 manual. Realmente a altura do solo é boa demais, não existem buracos e nem tachões. Mas uma coisa me incomodou, ao andar em giro baixo (abaixo de 2.000 rpm) sem aceleração; logo ao retomar a aceleração percebe-se um atraso no acelerador e em seguida vem um tranco.

    Um amigo meu possui um similar a este, e apresenta o mesmo problema. De acordo com a Renault isso é característica do veículo.

    Isso foi corrigido? Ou seriam fatos isolados?

    • Domingos

      Deve ser coisa de acelerador eletrônico. Difícil ver um carro com esse comando perfeito hoje em dia, o meu atual tem mania de não querer acelerar ao parar numa ladeira e rapidamente retomar a marcha.

      Simplesmente por 0,5 segundo ele decide saber mais que você, mas felizmente o carro não morre e nem fraqueja.

  • Arthur

    Acredito que esse carro serviria melhor à Polícia Militar paulista do que a Hilux, além de custar bem menos para nós.

    • Roberto Alvarenga

      Se não me engano, as PMs do Rio e de MG usam o Duster 2.0.

      Não entendo o critério para escolha de modelos de viaturas adotado pela PM de SP. Já vi PM de SP perseguindo bandido num Classic. Nada contra o Classic, mas é ridículo dar aos PMs um carro sem vocação nenhuma para a velocidade para ser utilizado em perseguições.

    • EJ

      Espero que aqui em Fortaleza também utilizem um veículo como o Duster, pois todas as divisões da polícia usam Hilux SR-V desde a primeira geração da produzida na Argentina e aqui vendida. Até as que simplesmente fazem patrulhas em escolas, bairros. Que fiquem somente para alguns segmentos táticos exclusivos que realmente precisem de 4X4 com reduzida (praias e dunas).

  • Mauro Luz

    Tive um Mégane com esse motor F4R e era um quebrador de correia. Foram duas em menos de 60 mil km. E antes que alguém pergunte: não moro em zona de minério e troquei com 4 anos. A primeira quebrou após 10 mil km e a outra após 7 mil km. Se não me engano.

  • Mauro Luz

    E a Renault coloca uns tubos de admissão de filtro de ar feitos de papelão que esfarelam, nesse Duster corrigiram isso, é feito de plástico como deveria ser desde o começo.

    • João Guilherme Tuhu

      No meu K4M, o papelão já furou. Silver tape nele.

  • Domingos

    Gostei do Duster desde a primeira vez que o vi em fotos e ao vivo. Não gosto de SUV nenhum, nem os de verdade. Mas com esse simpatizei.

    O desenho ajuda muito na percepção que não é enganação como muitos dos SUV urbanos são, com as suas fragilidades e o desmanche com o tempo ao passar por buracos.

    Mas mecânicamente também tem se provado que honra o desenho e a proposta, além de ter coisas como pedais realmente na posição perfeita (acelerador lá embaixo, freio e pedal de embreagem com boa separação e na mesma altura).

    Dá até vontade de ter um para a situação atual de São Paulo.

  • Domingos

    Não era dos piores esse câmbio da Mégane Grand Tour, pelo contrário, mas o curso era longo como em quase todos os Renault da época mesmo.

  • Petpower
    Não está errando, sua conta está certa (conferi-a). O que acontece é que o diâmetro é 666 mm. Esqueça a maneira de achar o diâmetro “a unha”, use o que está neste site de cálculo http://migre.me/pzlV0, o mesmo que indústria automobilística utiliza. Use o resultado dynamic rolling radius e multiplique-o por dois para achar o diâmetro dinâmico.

    • Petpower

      Obrigado mestre Bob!

    • Fat Jack

      Bob, você saberia me dizer porque há essa diferença?

  • Mauro Luz
    Tem alguma coisa errada aí. Nenhum motor de correia dentada pode dar esse problema com quilometragem tão baixa. Não seria muita lavagem de motor com solventes à base de petróleo?

  • Arthur
    Sempre achei isso. Foi como o molusco nove-dedos, que mandou comprar um Airbus em vez de um Embraer e pagando o dobro. O coitadinho não podia fazer escala para reabastecimento devido ao nosso ter menos autonomia. Com isso o imbecil perdeu uma chance que poucos presidentes ou primeiros-ministros têm, chegar a um país em avião fabricado no seu próprio.

    • Leandro Manzini

      Lula tinha influência sobre a PM de SP?

      • Pronto, estava demorando, petralha detectado. Além de indignadozinho, ligou erroneamente fatos sem qualquer relação um com o outro. Típico do molusco e da mulher que confunde pasta de dente com o tubo que a contém. Depois ninguém entende o porquê dessa crise toda. Vá, petralha, desapareça, aqui você não entra mais.

        • Lucas Pereira

          As Polícias do Paraná usam Renault há mais de uma década, no início dos anos 2000 o Scenic era figurinha carimbada, principalmente na PM, agora na última grande renovação de frota vieram os Duster e os Fluence aos montes, e até algumas Master. Praticamente impossível sair por Curitiba e não ver alguns deles.

          • Lucas

            Verdade. Mas agora também tem Amarok.

          • Marconi Henrique

            Paranaenses valorizando a produção local, no caso dos Duster.

  • Marcus
    Por coincidência, andei explorando ao máximo a elasticidade do motor e vi que ele retoma em 6ª saindo de 1.000 rpm, carro vazio, é claro. Quanto ao que você relatou, não tenho o que dizer, precisaria andar no carro.

  • Domingos,
    Mesmo que viessem de Marte nunca poderiam custar tudo isso. É política de lucro de contador de feijão mesmo.

    • Domingos

      Sim. Infelizmente ainda é freqüente em muitos carros e marcas. Mas essa da Tracker realmente é para não ter que prestar nenhum pós venda, o preço deve espantar qualquer cliente.

      Realmente uma visão de ganho nada saudável.

    • Domingos

      Será que na rede Suzuki as peças eram mais baratas??

  • RoadV8Runner

    E da Chevrolet nos últimos Diplomata (safra 1991/1992), embora o tom de azul fosse bem discreto.

  • Fat Jack

    Eu não tenho preconceito contra o Duster, porém achava o interior da versão anterior simplista demais para um carro do seu preço (me parecia honesto aquele interior num Logan de R$ 30.000, porém não nele que custava o dobro). Visualmente, acho que houve grandes melhoras, principalmente no interior (que agora me parece mais condizente com a proposta do carro apesar da manutenção da péssima posição para os acionadores da ventilação forçada, extremamente baixa e a frente do câmbio), confesso não ter gostado da solução adotada na lanterna traseira (algo do tipo: “_Temos que inventar algo que pareça novo neste mesmo espaço!”), mas que não compromete no geral.
    Peço desculpas antecipadas ao Bob por tocar novamente neste assunto, mas uma falta que eu já acho grave em veículos destinados a “uso civil”, e que num veículo que em tese e propósito se destina a uso mais severo (como em sítios, chácaras, trecho de maior dificuldade de acesso e afins) entendo como inadmissível é a ausência do termômetro do motor. Sei que grande parte deles jamais encostará seus pneus na terra e que não é exclusividade do Duster, vários concorrentes não o tem, mesmo assim é algo que dado o custo-benefício que ele pode representar eu troco por qualquer “Media NAV” com seus “Ecotrolhas”.

    • Fat Jack
      Faz tempo que o termômetro d’água virou apenas um item decorativo no quadro de instrumentos, para preencher espaço. Procure entender isso.

      • Fat Jack

        Sabe Bob, honestamente não tiro sua razão, devo mesmo estar arraigado no tempo, mas eu acho um item importante demais para ser excluído do painel de um carro mesmo hoje – possivelmente motivado no fato de que ele já me “salvou” uma enrascada quando em viagem.
        Lembro-me de que as fabricantes já haviam tentado fazê-lo anteriormente diversas vezes:
        Ford na década de 70 (Maverick/Corcel II);
        A VW no início da década de 80 ( primeiros Parati/Voyage);
        A Fiat com o Uno (não me recordo disso nos 147).
        Novamente no lançamento dos primeiros 1.0 a VW e a Fiat optaram pelas “luzes espia” e via de regra houve críticas a este tipo de “economia porca”, agora não só é tolerável como bem aceito.
        Não vejo grandes diferenças no funcionamento deste sistema após a inclusão do “vaso de expansão” lá na década de 70 (falo de forma genérica, sei que os novos VW 1.6 16v utilizam inclusive circuitos independentes e temperaturas idem…) e exatamente por isso não consigo “vislumbrar” o motivo de hoje ser praticamente considerado inútil…
        Não digo mais que não teria um veículo sem este instrumento (inclusive porque caso contrário possivelmente não mais poderia ter veículos mais novos, dada a sua exclusão geral), mas que me desagrada sua ausência. isto é fato.

        • Eduardo Alvim

          Eu também achava a troca do termômetro pela “luz-fudeu” uma economia porca. Mas sabe que a visualização de uma luz-espia é mais instantânea do que ler de tempos em tempos um termômetro? O objetivo é informar que a temperatura passou do ponto ideal, não servir de distração para o condutor. Minha humilde opinião.
          PS: A propósito, tinha um Ford Ka 2007, que só tinha a luz-fudeu. Numa viagem, há mais de 600km de casa, a danada acendeu. Encostei imediatamente e chamei o guincho. Danos no rocanzinho: zero.

          • Fat Jack

            Respeito totalmente sua opinião.
            Mas foi justamente um Rocanzinho 1.0 que o termômetro do painel do meu Fiestinha Street salvou, o carro desde 0km sempre trabalhou com o indicador fixo no meio do indicador, certa vez, às vésperas de uma viagem de aproximadamente 1.200km ele começou a se aproximar de 3/4 mesmo sem nenhum vazamento aparente de água. Achando aquilo muito estranho, fiz eu mesmo uma checagem cuidadosa do conjunto, resultado:
            O vaso de expansão estava com uma trinca escondida entre ele e a parede “corta fogo” (e devido a existência da manta ele não chegava a pingar no chão, mas despressurizava o conjunto), peguei, troquei-o, reabasteci o sistema e fui viajar, ponteiro colado no centro novamente.
            Aí é que eu questiono a ausência do indicador: já pensou que legal eu com família, malas e afins tendo que parar na base do improviso, sabe-se lá quando e onde porque a luz de emergência acendeu???
            É esta a tese que eu defendo: nem sempre é possível parar instantaneamente “como manda o fabricante”, inclusive porque não são incomuns rodovias com longos trechos “sem acostamento” neste Brasil, e aí, num caso desses o que fazer?
            Quero acreditar que mesmo os sistemas digitais tenham pelo menos uma possível indicação de 3/4 no marcador, sendo a indicação de que algo está errado, porém dando-nos algum tempo para encontrar um ponto minimamente decente para a parada. (fora que o custo do mesmo é irrisório!!!)

          • Luciano Miguel Santos

            No meu gosto pessoal eu prefiro o indicador de temperatura em ponteiro e é claro que uma luz de emergência também é muito bem vinda.

        • Diogo

          Fat Jack, concordo contigo. Apenas a título de exemplo da utilidade do termômetro que marque a temperatura real (não esses atuais, que são calibrados para ficar sempre no meio), semana passada saí com meu Peugeot 306 (cujo painel tem marcação real) e percebi que o motor atingiu a temperatura normal de funcionamento rápido demais. Minutos depois a temperatura chegou a 110ºC e imediatamente percebi que havia um problema. Cheguei em casa e vi que havia um vazamento na flange de entrada de água no bloco, que foi logo solucionado. Duas constatações:
          1 – Caso houvesse apenas a luz espia, eu teria de parar imediatamente quando ela acendesse. Essa é a recomendação dos manuais dos veículos atuais.
          2 – O fato do painel exibir a temperatura real me deu segurança para ir até em casa, pois eu estava próximo, sabendo que o motor ainda não havia atingido temperatura crítica que pudesse afetar a junta do cabeçote.

          Outro exemplo, desta vez inverso: Num Renault 19, percebi que o motor estava trabalhando em temperatura abaixo do normal. Era um simples caso de válvula termostática emperrada aberta, mas que nunca seria detectado num carro atual. As luzes espia de motor frio permanecem acesas por um tempo mínimo e apenas com o motor a temperaturas extremamente baixas, pois são feitas para controle em locais com inverno rigoroso. Por experiência própria num Fit e numa Livina, com temperatura ambiente de 30ºC, comum no Brasil, a luz espia de motor frio nesses carros não fica nem 3 minutos acesa, tempo insuficiente para que o motor atinja o valor normal de funcionamento.
          Para concluir, os veículos de modo geral nunca foram tão duráveis quanto atualmente, com grande vida útil. Mas não são infalíveis, e o sistema de refrigeração do motor fatalmente poderá ter problemas em 5 ou 6 anos. A falta do termômetro no painel, algo tão simples e que já é controlado pela injeção eletrônica, dificulta a correta operação e manutenção do veículo após alguns anos de uso.

          • Fat Jack

            Corretíssimo!
            Veja minha resposta ao Eduardo Alvim abaixo…

        • Arthur

          A questão é que o ponteiro de um tempo pra cá é tudo ou nada. Só tem duas posições: vai até a posição de temperatura de trabalho e só sai dali ato contínuo a um superaquecimento.

          • agent008

            Convivi com três Peugeot, um de 2004, outro de 2009 e agora um de 2013. Todos com visualização da real temperatura do sistema de arrefecimento. Inclusive a agulha trabalha subindo e baixando durante o uso conforme a situação, ou seja, ela está informando a real situação do que se passa com o líquido de arrefecimento. Por exemplo, ao sair de casa com o motor frio, andando devagar por ruas residenciais, a agulha sobe lentamente. Ao chegar numa via onde ando entre 80 e 100 km/h, imediatamente baixa uns 15 a 20°C, neste momento a gente percebe a termostática fechando pois logo volta a subir. Gosto muito dessa característica na marca pois é um verdadeiro indicador de temperatura e não um reles enfeite para efeito psicológico…

          • Fat Jack

            Um dos carros que guio ultimamente é um Peugeot 206 1.4 2007 e tenho a impressão de que sua medição é bastante confiável apresentando as variações a que se refere, ou seja, é o que deve ser.
            A tecla na qual eu bato é a seguinte: não é porque as fabricantes estão (em conjunto e por conveniência financeira) deixando de fornecer este instrumento que isso seja certo ou que eu deva achar isso normal!

          • Domingos

            Instrumento para gente, para quem se importa em saber o que faz e quem não é alienado!

            Da mesma forma, por mim acabaria o erro nos mostradores todos. Inclusive o de velocidade, que deveria indicar exatamente a quanto se vai, no máximo com uma margem de uns 2 km/h.

          • Arthur

            Eu tive um 206 Feline 2007 comprado zero e não notei o fato citado.

            O último carro que tive que a escala variava era um Gol GII 1996.

            Hoje virou enfeite, shown, para o proprietário, como a luz de motor frio dos Hondas. Mesmo nos de ponteiro tem luz para avisar aquecimento, pois é mais fácil notar uma luz que se acende do que um ponteiro que se movimenta.

        • Lucas

          Eu sou mais um que defende que haja um indicador da temperatura real do liquido de arrefecimento do motor, que seja acessando o computador de bordo ou a central multimídia, mas eu prefiro o velho ponteiro.

    • guest

      Será que existe algum aplicativo que poderia ser executado no Media Nav que tivesse tal função, à semelhança do app Torque? Ou a saída seria instalar uma central de mídia que se “pareasse” com o celular, como a central da JAC T6?

      • Fat Jack

        Olha, honestamente não sei.
        Eu inicialmente imaginei que a indicação teria virado uma das opções do MediaNAV, mera ilusão. Pessoalmente não conheço esse aplicativo de torque, e qual seria a diferença caso a mídia pareasse com o celular no que se refere a medição da temperatura do motor?

    • Elias Bastos

      O termômetro de um Clio 1.0 que tive me salvou uma vez. Vi que estava acima do nirmal e parei para verificar. O rolamento da bomba d’água estava vazando e o reservatório do radiador ficou quase vazio. Chamei o guincho e não houve danos.

      • Elias
        Não foi o termômetro especificamente, mas o sistema de aviso de superaquecimento. Se fosse luz-testemunha o resultado seria o mesmo.

        • Elias Bastos

          Ah, obrigado pela informação… Não sabia :-/

          Achei que aquilo fosse o termômetro!

      • Fat Jack

        Por isso mesmo sou um dos “chatos do termômetro”, já passei por uma situação semelhante, e o indicador (que eu sei ser extremamente barato) me poupou um bom valor…

  • REAL POWER

    O mesmo acontece com as molas do Duratec 2.0 16v e outros tantos motores modernos.

    • Domingos

      Sim, molas duras sem necessidade é só gastar combustível e perder potência com atrito…

  • guest

    Louve-se a Renault por confiar em seus produtos e disponibilizar frota de imprensa, ao contrário do que (não) faz a Mitsubishi e a “seletiva” GM…

  • Marco de Yparraguirre

    Caro Bob: Um das fotos mostrando o volante e painel, parece-me com cambio automático.O painel é igual também com cambio manual ou estou enganado?

  • Victor

    Parabéns à Renault por acertar a mão na reestilização. O desenho mais elaborado do farol ficou bem melhor. Mais um cumprimento por disponibilizar opção de 4×4.

  • Lucas

    Bob, uma curiosidade: você achou baixa a rotação de marcha-lenta, na legenda da foto dos instrumentos. Me parece indicar 1000 rpm. Qual a rotação que você esperava encontrar?? Achei ela até alta, pois a Fielder do meu pai mantém fácil a lenta na casa das 800 rpm.

    • Domingos

      Alguns Renaults mantinham a mesma a 750 RPM e muitos carros fazem parecido. Acho algo muito bom também, bastando acelerar um pouco mais na hora de sair da imobilidade.

      • Fat Jack

        Cuidado com a ilusão de ótica, os antigos Logan/Sandero tem a primeira marcação do conta-giros como 500 rpm e não 0. a escala inicial tem somente 2 pontos enquanto todas as demais tem 4, ou seja, seu escalonamento é de 250/250rpm. Como neste da foto, ele está entre 750 e 1000rpm e não entre 500 e 1000rpm como pode parecer numa primeira impressão.

  • Francisco Bandeira

    Central multimídia colocada no lugar do som, fica virada para baixo! Gambiarra total, de difícil visualização. E espero que tenham arrumado o plástico do airbag do passageiro, que fica muito mal fixado. Dirijo uma Duster seguidamente no trabalho, e não gosto do interior.

  • Rodrigo Costa

    Bob, pelo que vi a máxima é em 5ª. Essa 6ª não poderia ser um pouco mais longa, com rpm a 120km/h por volta dos 2.600?

    Aliás, a 6ª de Corolla, Sentra e Fluence manuais não poderiam ser um pouco mais longas?

    Digo isso, porque ela é bem próxima da 5ª marcha de carros de 2 litros e 5 marchas. Assim, não vejo tanta vantagem em ter 6.

    (no caso do Duster é compreensível, já que marchas mais próximas e curtas fazem sentido em um carro que tem pretensão de sair de atoleiros).

  • Danilo Grespan

    Corzinha lazarenta esse marrom que tem chegado em diversos carros, ainda mais no interior, parecendo que entraram com o carro no rio… mas gosto é gosto! Realmente melhorou muito o Duster, o interior era bem pobre considerando o valor do carro. O que reclamo dela é a sensação de carro baixo (entre chão e o teto), mais parecendo uma SW do que um SUV (mas o Duster é um crossover, correto?). No mais, ví alguns vídeos REAIS dele mostrando sua disposição para solo de cascalho, costelas-de-vaca, lama e buracos, e deu para ver que o carro é valente e bem acertado. Obvio, não dá para substituir os já bem utilizados TR4, GV, Hilux, etc em trilhas pesadas, mas dá para ver que para aquela viagem para o sitio, ou na praia, ou na buraqueira, valetas e blocos das nossas cidades, é um carro bem disposto. Vendo sua maciez, tenho dúvidas apenas com relação a questão torcional, por mais que o carro não seja para ser tão exigido.

    • Henrique Luís

      Danilo, tenho um 4×4 e digo que dá para fazer as mesmas trilhas que o TR4, GV e Hilux, digo isso por já fiz várias e passei em obstáculos que esse ficaram. Com certeza é o mais SUV nesta faixa de preço. Vale muito a pena comprar a versão 4×4, mesmo que não faça trilhas, pela suspensão traseira multibraço e o modo Auto, que dá muita segurança no asfalto molhado.

      • Danilo Grespan

        Com o 4×4 em piso molhado realmente é sensÍvel a diferença, mesmo no Lancer, SX4 etc. Sobre ser multibraço, é opção somente com 4×4? Agora, e quanto a questão de torção da lata? Pois vi botarem carros inapropriados à prova (EcoSport), que depois de abrir a porta, não conseguiu mais fechá-la… fora questões de peças e mangueiras desprotegidas, amortecedores e demais componentes de suspensão sendo aposentados mais cedo etc.

        • Henrique Luís

          A suspensão do 4×4 é diferente, única versão que é multibraço. O meu está com 52.000 km, fiz diversas trilhas com torção em ‘X’ e todas as 4 portas continuam abrindo normalmente. Procure por professador no YouTube ou henriquelcg no flickr que poderá ver vídeos e fotos ou tópico Duster 4×4 no fórum 4x4brasil

  • Davi Reis

    Bob, apenas algumas dúvidas. A questão do isolamento acústico é crítica recorrente na família Sandero, e pelo que parece, andaram realizando melhorias nesse departamento. As mudanças também se estenderam ao novo Duster? Uma vez viajei no comando de um Dynamique 1.6, e era notável como o barulho de vento e escapamento invadiam a cabine sem parcimônia (o acabamento interno íntegro no carro que andei ajudava os ruídos externos a sobressaírem).

    Outra dúvida se resume ao comando de câmbio, que você observou estar dentro do padrão “Wolfsburg”: lembro me de já ter observado antes que o comando de câmbio da família Sandero não é ruim, mas transmitia uma sensação estranha ao toque, apesar dos bons engates. Muitos julgam que isso se deve ao comando por varões, mas também existem outros modelos com o mesmo tipo de comando, e são simplesmente impecáveis (se não me engano, o do Fiesta ainda é assim). Também promoveram mudanças nessa área, como por exemplo, a troca dos varões por cabos?

  • Eduardo

    Posicionamento mais que correto de preços fazem a Dacia despontar muito bem na Europa. Aqui no Brasil, Logan e Sandero já compartilharam desse bom custo/benefício, mas estão o perdendo. Duster quem sabe com a maior concorrência, também adquira o custo/benefício possível no Brasil. Por esse motivo hesito em criticar, mas também penso duas vezes antes de elogiar o que a Renault tem feito no Brasil com sua linha “Dacia”.

    • Roberto Alvarenga

      O Duster básico, que é tão bem equipado quanto qualquer SUV básico deste segmento, sai na faixa de R$ 57 mil aqui em SP. É um preço bem convidativo, comparado ao da concorrência. O problema é que, se formos discutir custo x benefício de carro no Brasil comparado com o que é la fora, é melhor fechar a lojinha. É melhor nem entrar neste debate, é chover no molhado. E com Dona Dilma la nave và…

      • Eduardo

        No caso não foi comparação de Europa x Brasil, e sim posicionamento da marca Dacia na Europa contra posicionamento dos carros de origem Dacia no Brasil. Aqui eles não se assumem como low cost, na Europa, sim. E tem vendido muitíssimo bem por lá, e por aqui, poderiam ser líderes também, principalmente o Sandero que é um carro mais espaçoso que a concorrência e vendido a preço quase igual. Racionalidade que poderia se traduzir em uma diferença de preços ainda menor, que não acontecerá aqui, com certeza.

  • Vagnerclp

    Aqui no interior de SP (região de Jundiaí) a PM e a GM começaram a utilizar o Duster. Na Capital, sempre vejo Duster na frota da GM. Só não pude reparar ainda a versão utilizada.

    • Roberto Alvarenga

      É verdade, a GCM de SP tem Dusters.

  • Domingos

    Isso é porque de série essa central deve vir só no Brasil, sendo opcional em outros lugares.

    Não vejo problema nela ficar nessa posição, pois evita acontecer como nos Fiats onde o rádio toma lugar das saídas de ar.

    Também ajuda a usar o carro como carro, já que central lá em cima a pessoa fica encantada demais mexendo com aquilo.

    • Marconi Henrique

      Acho melhor que seja em cima, já que fica mais próxima do campo de visão do motorista enquanto ele dirige.

  • Domingos

    Verdade. Apesar que as de liga ainda são, em beleza, ainda mais bacanas.

    Daria para ter uma segmentação boa com as versões básicas e as mais completas, mas realmente deve ter gente que quer vender absolutamente o máximo número de opcionais possíveis. Ou é preguiça de fazer mesmo…

  • Domingos

    Exatamente o que acho também. Caem como uma luva.

  • Domingos

    Tive pouco contato com cidades litorâneas, mas o suficiente para ver que ferrugem ou o famoso zinabre são um grande problema. Comem tudo dentro de uma casa com o tempo!

    Mas nunca tinha visto essa de rodas que se enferrujam. Alguma pintura mais bem trabalhada deveria solucionar isso, quem sabe com o uso de verniz.

  • Marconi Henrique

    Engraçado que quando o Mégane II foi lançado no Brasil, todos criticavam esse motor 2.0 16v F4R por ter sido desenvolvido nos anos 80, por ter bloco em ferro fundido, por ter consumo elevado e por não ser flex. Desde que o Duster foi lançado, passei a só ler, ver e ouvir elogios sobre ele, só que dessa vez sendo flex e montado em um carro mais alto e com pneus mais largos, o que leva a um aumento considerável no consumo. Ainda imagino os vendedores “semi-deuses” das concessionárias Renault jurando de pés-juntos que o Duster usa o mesmo motor de Sentra e Fluence.

  • Leonardo Mendes

    Sempre gostei do Duster desde o lançamento mas a grade cromada dos modelos anteriores destoava demais… problema resolvido, obrigado Renault.

    Dos “membros” dessa categoria ele é o que tem a aparência mais “encorpada”, por assim dizer… alguns acham um tanto abrutalhado mas para meu gosto está mais que bom.

  • No Corolla CVT 1.8, rodando a 120 km/h, o giro mal passa das 2.200 rpm.

    • Rodrigo Costa

      Sim sim! É uma delícia. Por isso imagino que no manual a sexta poderia ser mais longa. O motor tem potência para isso.

  • Davi Reis

    Reparo muito isso acontecendo em carros da Ford, principalmente Fiesta Rocam e o Ka da versão anterior. E olha que moro em Belo Horizonte, não entendo o motivo disso acontecer.

    • Domingos

      O que passam de coisa com material pior do que deveria por baixo dos panos sabendo que tá errado não é brincadeira… Em todos os ramos, claro.

      Coisa de falta de respeito.

  • Fabio Toledo

    Belo texto, menos sisudo, rejuvenesceu Bob? Gostou do suve hein! hehehehe… Destaque para “dejetos viários que não preciso dizer o nome” hahaha

  • Domingos

    Quando é GPS eu concordo. A central realmente fica de melhor visualização ali, mas é menos discreto e convida a perder atenção.

  • Piero Lourenço

    Interessante a matéria. Por ser um projeto para terceiro mundo o acabamento é péssimo. Levando em conta o valor pedido, definitivamente não vale. Mas gosto é gosto e cada um sabe o bolso que tem…rs

    • Elias Bastos

      Para mim vale mesmo. Mas o acabamento não é péssimo de forma alguma. Pode não ter um desenho refinado, mas nada que o comprometa ou que não esteja à altura do resto todo do carro – que, por sinal, é muito bom. Muito melhor que a Explorer”de primeiro mundo”! que tive.

  • Domingos

    É também um bom exemplo! Lembro delas, mas prefiro com um tom normal.

    Ficava muito bem mesmo, combinando com a proposta.

  • Piero Lourenço
    É, é tão projeto para terceiro mundo que vende muito na Europa Central…Se você acha o acabamento péssimo, recomendo procurar um oftalmologista. Corrigido o problema e dirigindo um, você só dirá que “o valor, definitivamente, não vale” se não quiser dar o braço a torcer. Sinto muito.

    • Alvaro Guatura

      O acabamento não é péssimo no sentido de ter rebarbas (apesar de que possui algumas), mas usa materiais como plásticos duros, etc
      É sim um projeto cheio de economias, isso inclui o interior do carro.
      Caro pelo que oferece.

    • Piero Lourenço

      Bob.. Qualquer carro “Dacia” o projeto é pobre… Sandero, Duster e Logan… Não me lembro de ver esse carro na França e vizinhança.. pra mim Dacia só era vendido no leste europeu (podem até ter mudado.. mas o projeto continua Dacia).. . O acabamento é ruim sim (conheço o carro e já dirigi) assim como um Etios que também foi projetado para mercado pobre.. Impossível negar a origem do projeto. Acabamento do Duster talvez seja questão de gosto… eu não aceito plástico duro pobre como um “bom acabamento”… mas como disse.. questão de preferência e não de oftalmologista.. rs

  • Alvaro Guatura
    Tenho imensa curiosidade de saber quem foi que inventou essa história de “rebarbas”, pois a legião de marias-vai-com-as-outras, “rebarbeiros”, que se formou é impressionante. Ficar procurando rebarba parece que virou esporte nacional, juntamente com ficar pressionando o dedo para ver se a superfície é dura ou macia. Desculpe, mas sua percepção deste veículo em particular está completamente equivocada..

    • Como usuário constante do Duster só tenho elogios a ele.
      Na primeira vez que peguei ele na locadora, fiquei de pé atrás, mas depois de uns dias rodando, fui surpreendido positivamente pelo carro.
      Uso vários alugados para a empresa em que trabalho e nem de longe acho o carro mal acabado. Minha única reclamação dele é e sempre será o consumo elevado na versão 1,6, mas em compensação, se precisar, pode-se encher o porta-malas de carga que ele agüenta sem reclamar, rodar em estradas esburacadas, de pedra, areia, terra, lama, sem se preocupar com problemas de suspensão.
      Como já falei em outro comentário, já rodei com um desde zero até os 12.000 km, quando tive de trocá-lo para revisão e ele não batia nada, mesmo rodando em estradas ruins.
      Acho um carro muito honesto em relação ao preço x conforto e de uma suspensão e mecânica muito bem ajustadas para nossa realidade de estradas e ruas.
      Quem critica o carro sem nunca tê-lo dirigido, meu conselho: Faça um test-drive, mas um test-drive decente e não algumas voltinhas em volta dos quarteirões das concessionárias. Melhor, alugue um e rode por estradas sem pavimentação, com areia e terra e veja como ele se comporta e depois digam o que acharam.

      • Cristiano Reis

        Ronaldo, estou com um Duster agora e a única coisa que me agradou foi o espaço, o motor 1,6 consome muito e não consigo achar uma posição de dirigir confortável, tendo me dado muita dor nas costas…

  • João Guilherme Tuhu

    O Duster é ótimo. Não é bonitão, mas cumpridor. Mas só gosto mesmo do F4R. O 1,6 é fraquinho para a (má) aerodinâmica do carro.

  • João Guilherme Tuhu

    Notaram que o retrovisor externo é da Nissan, dos Versa? E olha que pensei que viriam os ótimos instalados nos Sandero/Logan pós-14.

  • Cristiano,

    Achar uma posição legal no Duster realmente é um pouco chato. Eu, depois de muito apanhar consegui regular o banco aumentando a altura dele e descendo ele aos poucos, depois de afastá-lo na distância desejada dos pedais e volante. O problema é que essa regulagem por alavanca não te dá um ajuste fino da altura, como nos outros carros.
    O que fiz para conseguir regular foi, com o carro parado, sentado no banco do motorista, me apoiar no banco traseiro ou do carona e puxar a regulagem do assento para ele subir devagar e poder ir testando a melhor combinação. Dá trabalho, mas resolve o problema de dor nas costas.
    Se não me engano, nas versões mais novas a Renault colocou uma regulagem melhor, pelo menos na versão Outdoor, é só puxar para cima ou empurrar para baixo para o assento se regular melhor.
    O consumo dele, como falei, é alto mesmo, não tem jeito. É muito carro para pouco motor.

  • João Bosco de Menezes

    Me digam qual carro fabricado no Brasil é de Primeiro Mundo, o Corolla , Cruze, gente estes carros lá fora são os nosso mil, a questão é que temos carro de Terceiro Mundo a preço de carro de primeira linha do Primeiro Mundo, podemos ter carro do Terceiro Mundo, porém com a preço compatível.

    • João Bosco,
      Vários: Corolla, Audi A3, BMW X1 e Série 3, VW up!, Ford Fiesta e EcoSport,Renault Duster, Honda HR-V e Civic. Preço, até parece que você nunca ouviu falar em Custo Brasil. Acorde.

    • Elias Bastos

      Vários, vários carros aqui são de primeiro mundo.

  • Claudio

    Olá Bob..novo por aqui..sua opinião sobre a Duster me ajudou muito a escolher esse carro.Estava na dúvida entre ele automático e o Tucson,tenho uma chácara e pego estrada de terra toda semana,vc testou essa Tucson flex automática?Abraço!!

  • Alencar, sim, bem escalonadas, sobram para o motor 2-litros. A v/1000 é 50,8 km/h, portanto a 120 km/h o motor está a 2.360 rpm.

  • Bruno, esse tipo de consulta é coisa para se ir a uma concessionária Renault e perguntar, por favor.