Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas O CARRO QUE EU NUNCA TIVE – POR “MR. CAR” – 9/04/15 – Autoentusiastas

Amigos, esta história é algo diferente, pois fala de um carro que este que lhes escreve, não teve. Vamos lá. Em 1983 eu era um estudante de cursinho, algo durango, mas como todo jovem autoentusiasta sonhava em tirar minha CNH e ter meu primeiro carro. Habilitação conquistada (de fato, e não comprada como muita gente fazia e creio que ainda faça), o próximo passo era o carro.

Pouco dinheiro, parti para a procura. Um amigo conhecia alguém vendendo um, e combinamos de ir ver. Gostei. Era um Dodge Polara 1977 bege. Um carro comum, nem excepcionalmente conservado, nem castigado, apenas um carro usado, sem nada grave, apenas uma coisinha aqui outra ali, compatível com seus seis anos de uso, mas que serviria perfeitamente para me catapultar ao mundo superior (risos) dos seres motorizados. O problema era que eu tinha só metade do dinheiro.

Me conformei e deixei para lá, não tinha como. Nesta época eu morava com meu avô materno, com quem sempre me dei bem demais, ao contrário do que ocorria com meu pai (é a vida, acontece). Meu avô sabia da minha vontade e comunicou à minha mãe (sem me dizer nada, seria uma surpresa) a intenção de me dar a outra metade do dinheiro. Como meu pai tinha um ciúme dos grandes do “vô” Antônio, ela achou melhor falar com ele primeiro, para não dar confusão.

E meu pai? E meu pai??? Vetou!!! Não só não deixou meu avô me dar o dinheiro, como também não me deu, se fez de morto, ficou na dele, quietinho. Como meu avô não queria criar atrito desafiando a autoridade de pai do meu velho…

Foi assim que meu primeiro carro NÃO foi um Dodge Polara 1977 bege. Só fui saber de tudo isto muitos anos depois, contado pela minha mãe.

Desde então, mais do que nunca, sou doido para ter este Dodge, que é a minha primeira opção quando penso em ter meu carro antigo. Freud explica! (risos) Ah, e antes que eu me esqueça: valeu a intenção, Dr. Antônio! Valeu!

MrC

P.S.: Como não tive o carro, obviamente não tenho a foto dele. Por isso pedi ao editor do Ae que colocasse uma foto obtida de alguma forma, como pela internet.

Foto: pordentrodosboxes.blogspot.com

oooo

 



Sobre o Autor

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  • JT

    MrC, meu pai, ao contrário do seu, me deu apoio para que eu tivesse o primeiro carro – o que só aconteceu, no entanto, quando fiz 21 anos. Espero que em breve você possa ser dono de um Doginho bege, com carburador pendurado de lado no bloco do motor.

  • CorsarioViajante

    Hahaha boa história Mr. Car! Realmente quando ficamos sabendo destes “causos” de família, muitas vezes nos perdemos pensando no “e se…”. Faz parte. Acho que não tem coisa pior que ter tudo que quer na hora que deu vontade. Estas coisas “engasgadas” são as mais gostosas de conquistar e, como diz um tio meu, carro assim você não acha, ele que um dia te encontra. Boa sorte na busca!

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Mr. Car, quando eu li o título, logo imaginei que seria sobre seu carro dos sonhos, que os leitores mais chegados já imaginam, principalmente o interior do mesmo…

    Eu não tive um Dodge 1800, mas meu pai teve um, 1974, inesquecível. Era como esse da foto abaixo:

    • Mr. Car

      Lindo Dodginho!

  • Edu Silva

    Mr.Car por favor mate uma curiosidade: Imagine você no lugar do seu avô, consultaria o pai ciumento ou faria a alegria do seu neto? Boa historia! abs

    • Mr. Car

      Meu avô não quis acintosamente passar por cima da vontade do meu pai, e não deu a metade que faltava, mas deu seu jeito: eu podia usar o carro dele (uma Caravan) como se fosse minha, he, he!

  • Viajante das orbitais

    Ah ! Por isso então !
    Família as vezes age para o bem e em outras para o mal, mas quase sempre a intenção deles é para o bem.
    Boa sorte ! Nunca é tarde.

  • Luciano Gonzalez

    hehehe! O meu primeiro carro, na minha cabeça, deveria ser um Gol CL 1600 AE 1992 (com os acabamentos internos mais bacanas, bancos e forros de porta do GL, relógio analógico e outros pequenos mimos).. Tinha desenhado isso na minha cabeça..os CHT eram menosprezados frente aos AP, daí eram mais baratos (isso em 1997, no alto dos meus 18 anos)… e esse modelinho era bem bacaninha… eu juntando dinheiro e me programando, quando me aparece um Opala 4 portas 2500 1972, câmbio em cima, impecável… pela bagatela de R$ 2000,00… meu pai vetou, hehe! “Isso bebe demais, não cabe na garagem, você está louco?” hehehe!
    E na ansiedade de pegar logo o meu primeiro carro, fui descendo o valor que estaria disposto a pagar, vi Monza SL/E (meu pai vetou), Vi um raro Passat Plus (meu pai vetou por causa da garagem, ficaria com a bunda de fora)… daí ele me aparece com um Voyage 1984, bonito, conservado, mas motor rajando… não me encantou… depois fui ver um Gol LS 1986 em Carapicuíba… ele me levou mas fui escutando até lá, que carro não se compra de lugar longe etc, etc.. Chegamos, o carro não pegava… o cara foi buscar uma bateria e nesse meio tempo, saímos de fininho, rs… daí apareceu um Gol GT 1986, impecável, de um senhor, eu não tinha o dinheiro todo (R$ 5000,00), meu pai disse que completava, aí o burro aqui não quis fazer dívida com o velho.. até que fui com um amigo e achei na feira do Anhembi um Gol LS 1985 muito bonito e aspiradinho de leve… paguei R$ 3900,00 no carrinho animado e vitaminado, hehehe! Esse foi o meu primeiro carro!

  • Daniel S. de Araujo

    Mr Car, se te servir de consolo, aconteceu algo parecido comigo.

    Meu pai tinha na empresa dele, um Gol S 1,6L azul marinho, arrefecido a água, 1985/86, câmbio de 4 marchas. E esse carro em algum momento da vida dele, teve seu virabrequim trocado de AP1600 para o do AP1800 e o danado do carro ficou um avião. Nem preciso dizer que quando dirigi o surrado (e simpático) Gol logo quis ele para mim, uma vez que estaria completando 18 anos dali alguns dias e invariavelmente ficaria com um dos carros da casa.

    Insisti muito na oferta e meu pai estava quase cedendo quando ai a interferência materna falou mais alto: um foguete sobre rodas para um motorista recém-habilitado seria uma arma. E assim acabei ficando com a Marajó SL 86 que tínhamos parada na garagem. Bom, era melhor do que o passe de ônibus (coisa que não passa até hoje próximo da casa dos meus pais).

    Em tempo: O Gol tinha o apelido de “Trovão Azul” em alusão ao seriado homônimo da TV Globo. E o danado não tinha velocidade final mas numa arrancada, pulava na frente de qualquer carro com fama de bom arranque.

  • Thiago Teixeira

    Já tive uns 50 que na verdade não tive.
    Acontece (ou não acontece)!!

  • Newton ( ArkAngel )

    Grande Mr. Car, não se esqueça, como dizia minha avó, tudo que é mais custoso é mais gostoso .

    Abraços.

  • Mr. Car

    Bob, agradeço a publicação da história, e também a escolha da foto para representar “meu” Polara. Ele era bem assim mesmo, he, he! Agradeço também aos que comentaram.
    Abraços.

  • R.

    Bela cronica Mr.Car
    Muitas vezes os melhores carros que podemos ter não o tivemos … pelos mais diversos motivos ou peças que o destino nos pega…
    É como aquela menina encantadora , que nunca chegamos a beijar , aquela atriz que apenas sonhamos , aquela cobertura na Vieira Souto que nos imaginamos dentro , ao virar paginas de uma revista.
    Mas a vida é assim mesmo … Vivemos de sonhos … alguns realizamos rapidamente, outros tardam mais a chegar…
    Mas o importante é continuarmos sonhando … esse é o verdadeiro combustível da vida!
    Espero que em breve vc se torne um feliz proprietario de um Polara ou qualquer outro carro com que sonhe.
    Mas .. continue sonhando… Sempre!
    Abrcs

  • RoadV8Runner

    Mr. Car,

    Do alto de meus 41 anos (rssss!), eu sou da opinião de que nada que nos acontece (ou não) é por acaso. Não tem nada com coisa de destino, carma, nada disso. Apenas uma constatação do que me foi acontecendo e perceber que tudo acabou se encaixando perfeitamente a seu tempo.

    Mantendo-se no assunto automóvel, tomo como exemplo um Opala SS-4 1976 que meu saudoso pai acabou vendendo para um desmanche, em 1996, pois devido a problemas financeiros, o carro foi ficando encostado e terminou bem ruinzinho… Pensei em comprar o carro dele, pois podia pagar o valor que ofereciam pelo carro. Mas, como na época havia acabado de entrar na faculdade, teria que aguardar pelo menos 5 anos para somente então começar a mexer no carro. Desisti, para tempos depois me arrepender até o último fio de cabelo. Fiquei com isso na cabeça e decidi que um dia ainda teria meu Opala SS, de preferência reformando um modelo castigado pelos anos. No meio do caminho, comprei um Caravan 1988 6 cilindros, que vendi depois de 10 anos e de novo me arrependi uns 2 meses depois da venda (bichinho nó cego, não aprende nunca…) Para coroar o arrependimento, quando o preço da linha Opala começou a bater nas nuvens, pensei comigo: “Lascou! SS nunca mais…”

    Mas (sempre há um “mas” em histórias desse tipo…), eis que no começo de Novembro de 2012 um SS-4 1980 me salta aos olhos do nada, enquanto estava na Internet e a quilômetros de sites de compra e venda. Já estava desencanado da idéia de ter um Opala SS, muito menos de reformar um (por isso que falo que foi o SS quem me achou, não o contrário). Enrolei por mais de um mês até iniciar contato com o proprietário e acabar fazendo negócio.

    Quando isso aconteceu, na hora me lembrei das palavras do grande Alexandre Garcia aqui do Ae, que certa vez escreveu (não com estas palavras…) que quando você gosta de verdade de alguma coisa, ama de paixão, um dia esse objeto de desejo será seu.

    Abração!

  • Mingo

    Gostei muito do seu relato Mr. Car!
    Esses “Dodginhos” de 4 faróis são os mais bonitos. O outro que veio depois ficou meio genérico, apesar dos interiores mais bonitos e da transmissão automática de 4 velocidades. Um conhecido teve um Polara desses com 4 faróis, na cor prata e com interior vinho. Carro muito lindo.
    Um abraço!

  • m.n.a.

    RoadV8Runner, legal que curte e é conhecedor da linha Opala, caso conheça alguém que sonhe com uma Caravan Comodoro, estou vendendo uma, saiu o anúncio na Revista do Opala no. 50, canto inferior direito da página, mecânica reformada à toda prova para auto-entusiastas exigentes !

    valeu !

    m.n.a.
    Curitiba-PR

  • KzR

    Eu vivi algo parecido alguns anos atrás. Eu tinha o dinheiro que meus “velhos” guardaram para mim. Mas quem tinha o acesso era somente minha mãe – ah, mães… Ela detesta carros antigos ou tudo que pareça velho. Vetou na hora; meu pai, taciturnamente. Uma pena, teria sido meu primeiro veículo rodante.
    Mr. Car, vá atrás desse Polara. Eu compraria, se pudesse – vi um em uma oficina, só não me interessei porque era automático.

  • Acyr Junior

    Historias parecidas (pai), carros diferentes.
    Radar ligado. Quando encontrar um “doginho” elegível, dou um jeito de avisar o amigo prontamente. Nunca é tarde para realizar um sonho (principalmente se for de um Autoentusiasta).
    #dia12seráaindamaior

  • Leonardo Mendes

    Pensar que eu cheguei a manobrar todo dia, por dois meses, aquele que eu sonhava ser meu primeiro carro… um raro (pelo menos eu nunca vi outro modelo nessa configuração) Monza SL 2.0 90 com ar-condicionado e direção hidráulica que estava à venda na época que a empresa da família estava saindo da Gurgel e assumindo outra bandeira.

    Infelizmente alguém chegou na minha frente com algo bem mais polpudo que apenas o sonho de um carinha de 21 anos e levou o Monza… até hoje ele povoa minha mente, azul, 2 portas com as rodas e lanternas traseiras do SL/E.

  • Roberto Alvarenga

    Acho que todo mundo já viveu algum tipo de “namoro frustrado” com algum carro. O meu foi com um BMW 325i 1995. Fui à loja umas 8 vezes ver o carro. Quando decidi comprar, tive um problema numa empresa que tinha em sociedade com um primo e precisei do dinheiro.

  • Luciano Miguel Santos

    O título do post me assusta…eu acordo e vou dormir todos os dias pensando, imaginando conseguir ter o carro dos meus sonhos, por coisas da vida, no momento até tenho a grana para comprar, mas desempregado a razão fala mais alto que a emoção, às vezes não consigo me controlar e fuço na internet pra ter idéia do que tem disponível no mercado..Espero conseguir em breve realizar meu sonho de ter um Ford Galaxie.

  • Angelo

    Quem tem um pai desses não precisa de inimigos rsrs

  • Boni

    Belo relato, Mr. Car. Gostei bastante!

    [Off-topic] Vejo o Mr. Car quase como um ícone do Ae. Sua preferência pelos interiores monocromáticos e o “he, he, he!” são marcas registradas.

    Abraços.

  • Fat Jack

    Isso me lembrou um fato ocorrido comigo há muitos anos atrás quando eu procurava um antigo pra comprar e me deparei com um Opala 3800 (salvo engano 71), e que se encontrava em bom estado (estruturalmente perfeito, com o interior idem e o motor sem apresentar queima de óleo ou rajada – só com umas falhadinhas típicas de carro meio “largado”) somente a pintura um pouco desgastada e uma leve batida num dos pára-lamas dianteiros, nada de grave, preço? R$1.600,00. Após ver o carro (fui ver após o horário comercial) decretei:
    “_É meu! Em nome de quem faço o cheque?”
    Imediatamente perguntei ao proprietário, um senhor já de idade avançada, me responde de forma seca:
    “_Não aceito cheque, só dinheiro vivo.”
    Não disposto a perder aquela chance, mandei:
    “_Ok, não tem problema, fazemos o seguinte, eu tenho aqui uns R$200,00 pra lhe deixar como sinal e amanhã lhe trago o restante em dinheiro e busco o carro”
    Outra negação:
    “_Olha, você me desculpa, não vou segurar o carro com sinal.”
    Lá fui eu novamente então:
    “_Tudo bem, fazemos o seguinte: lhe deixo os R$200,00 em dinheiro, faço cheque de R$1.400,00 como garantia, o senhor fica com o dinheiro, o cheque, o carro e o documento e amanhã eu venho resgatar o cheque e buscar o carro, fechado?”
    Nem assim:
    “_Olha moço, quem chegar primeiro com dinheiro leva o carro…”
    Imediatamente repliquei (ou seria supliquei???):
    “_ Mas Sr. Fulano, a esta hora eu não consigo sacar o restante do dinheiro no banco pra poder lhe pagar imediatamente e quero ficar com o carro, o que podemos fazer?”
    Veio o veredito:
    “_Sinto muito, mas o carro é do primeiro que me trouxer o dinheiro.”
    Não querendo criar inimizade (haja visto que eu ainda dependia daquela então “criatura abominável”) agradeci muito gentilmente a atenção e fui embora.
    Desnecessário dizer o que aconteceu quando cheguei a casa do vendedor no dia seguinte…
    Certamente foi a melhor oportunidade de negócio que eu já perdi até hoje.
    (Da mesma forma que Mr. Car, a foto é “meramente ilustrativa” lamentavelmente!)

  • Matheus_Ulisses_P

    Parabéns, Mr. Car! Seu relato foi muito gostoso de ler. Não foi com carro, mas já passei por situação similar. Pelo jeito esse Doginho não era para ser seu mesmo…

    • Mr. Car

      Já eu, acho que era. Meu pai é que me sabotou, he, he!

  • Transitando

    Mr. Car. Aposto que muitos agora solidarizam-se com teu desejo por tal automóvel. Peço aos que possuem mais contato com os “antigos”, que procurem este automóvel desejoso do “Mr. Car”, e que por meio deste blog, faça contato contigo, e que o negócio seja honesto para todos os envolvidos. Acho que poderá até ser em outra cor, pois não faltará boas indicações de quem faça o serviço de pintura e outros necessários (principalmente de interior — que tanto prezas), e assim fique ao teu gosto.

    Talvez agora seja a hora certa que a vida vai atender-lhe o desejo. Para tudo existe um tempo, um momento certo. Quem sabe, com este mais alto clamor, a vida resolva preparar-lhe grata surpresa, não é?
    Tem quem possua vários destes “carrinhos antigos de metal”, e fácil seria desapegar do brinquedo caso fosse para ver outra “criança feliz”. Qual boa criança não fica alegre em ceder um dos muitos brinquedos — e nem é dos mais caros — para uma outra que o deseja, assim, com tal alegria?

    Vá separando uns trocados, para gastar com o brinquedo. E quando estiver com ele, volte aqui para partilhar de alegria sincera conosco. Nunca estarás a andar sozinho, pois sempre estaremos contigo em cada passeio, assim como a sua mãe, e assim como o eu avô; o carrinho pode parecer pequeno, mas assim como coração de mãe, coração de amigo sempre cabe mais um. E estaremos lá, naquele coração bege, que para alguns observadores parecerá sem cor, mas que saberemos que estará cheio de vida, a pulsar pelo desejo, e com a alegria daqueles que sabem do real valor deste brinquedo.

    Abraço.

    • Mr. Car

      Calma, pessoal, agradeço o empenho e a solidariedade, mas vamos com calma, he, he! Agora, estou focado em outro projeto: voltar para o interior de São Paulo. Lá sim, morando em uma casa, com uma garagem todinha minha para dispor dela como quiser, e em uma cidade de trânsito bem mais calmo, passarei a finalmente, poder correr atrás do Polarinha. Aqui no Rio, não terei nem onde guardar, pois claro, guardar em um lugar qualquer que não seja debaixo dos meus olhos, está fora de cogitação.
      Abraço.

      • Transitando

        Quando estiver pronto, “avise-nos”, assim poderemos ajudar com a procura do “Doginho”.
        Boa sorte!

      • Transitando

        Quando estiver pronto, “avise-nos”, assim poderemos ajudar com a procura do “Doginho”.
        Boa sorte!

  • André Stutz Soares

    Belo relato! Espero que, em breve, “seu” Polara receba o carinho que merece em suas mãos. Abraços!

  • Ozirlei

    http://i62.tinypic.com/axea68.jpg
    Via esse aqui todo dia perto de casa, ainda deve estar lá. Está fácil recuperar, só não sei se a pessoa vende.

  • Mr. Car

    Muito boa história, Fat. Devia ter mandado para as “Histórias dos Leitores”. E aí, já comprou outro Opala?

    • Fat Jack

      Oi Mr. Car, obrigado!
      Só fui pensar em mandar depois que vi o tamanho que ficou o comentário…(hahaha)
      Já tive outro antigo, o da foto, infelizmente tive de me desfazer dele, mas ainda quero um Opala ou um Fusca (Hemoferrugite não tem cura…), devo começar a busca mais intensamente a partir do 2.o semestre.
      Quanto ao Dodginho é um bom carro, de mecânica simples (exceto os carburadores originais, salvo engano horizontais), e eu acho que pode lhe dar bons momentos de diversão, não desista!

    • Fat Jack

      Finalmente consegui anexar a foto…

  • Mr. Car

    Será que estou com essa bola toda? Ser um ícone? He, he, he!
    Abraço.

  • Cesar Mora

    Lindo mesmo! este é o do Flávio Gomes não?

  • Mr. Car

    Realmente, o velho pegou pesado. Ele não querer me dar o dinheiro era uma coisa, mas impedir que meu avô desse, já colocou o caso na categoria de alta sabotagem, he, he!

  • Mr. Car

    Belo sonho. Meu avô tinha, quando eu era criança. Cinza com interior vermelho, 1969 ou 1970, não tenho certeza.

    • Luciano Miguel Santos

      Meu tio teve um, eu tinha uns 5, 6 anos e quando eu ia na casa dele eu ficava horas brincando dentro do carro….foi amor à primeira vista!!

  • Mr. Car

    Valeu, Acyr, mas leia minha resposta para o “Transitando”, he, he! Ah, e dia 12/04 estamos juntos!

  • Silvio

    Quando eu fiz 18 anos queria muito poder comprar um “pau véio”, na época com algo em torno de 500 a 1000 reais era possível comprar um 147, Brasília, um Passat mais surrado… Pedi muito que todos meus presentes de Natal e aniversário fossem convertidos em dinheiro, mas não aconteceu, e eu ainda ganhei uma jaqueta de couro (meu aniversário é no fim de dezembro e eu estava em Ribeirão Preto!!!!!!!) que custava quase a mesma coisa que o “pau véio” que eu tanto queria…

    O “pau véio” demorou mais três anos… A jaqueta ainda tenho, e me foi muito útil na minha viagem à Argentina, no inverno, três anos atrás, olha ela ali na foto do avatar comigo em La Rural… rs

  • Silvio

    Quando eu fiz 18 anos queria muito poder comprar um “pau véio”, na época com algo em torno de 500 a 1000 reais era possível comprar um 147, Brasília, um Passat mais surrado… Pedi muito que todos meus presentes de Natal e aniversário fossem convertidos em dinheiro, mas não aconteceu, e eu ainda ganhei uma jaqueta de couro (meu aniversário é no fim de dezembro e eu estava em Ribeirão Preto!!!!!!!) que custava quase a mesma coisa que o “pau véio” que eu tanto queria…

    O “pau véio” demorou mais três anos… A jaqueta ainda tenho, e me foi muito útil na minha viagem à Argentina, no inverno, três anos atrás, olha ela ali na foto do avatar comigo em La Rural… rs

  • Michel
  • Takaro

    Mr. Car, que tal esse?

    “http://rs.olx.com.br/regioes-de-caxias-do-sul-e-passo-fundo/veiculos/carros/dodge-polara-gl-1800-73166313?xtmc=polara&xtnp=1&xtcr=41

  • Transitando

    Por falar em Dodge, olhem só isto:

    Dodge Hellcat-Viper-Hellcat Thrash Battle! – Roadkill Ep. 38
    (Clique aqui para assistir em tela cheia!)

    É quase um episódio de The Dukes of Hazzard. Será este o espírito Dodge? Encarar tudo que vier pela frente? De cabeça e com os chifres? Ou apenas mais uma loucura dos “CarKiller’s” do Roadkill?

    Os carros sofreram um bocado hein! Já os apresentadores, pela alegria estampada no rosto, não sofreram nadinha hahaha!

    Ao final é tanta terra, mas tanta terra, que os carros terminaram um tanto mais Eco-Friendly! Nem o Viper escapou! #That’sRoadkill

    Mr. Car. Espero que não fique com raiva de mim por ter colocado todo este sofrimento por aqui.

    Abraço!

  • Adriano Rech

    Meu primeiro carro foi um Polara 1976 vinho de 4 faróis… O segundo, um 1978, já com dois faróis, azul metálico

  • Bera Silva

    http://www.ianhardy.net/gallery/main.php/d/82707-1/David+Conley+Hillman+Avenger.jpg
    Tô te sacando Mr. Car! Carro bege com interior claro né! Você vai é arrepiar com o Polarinha… (He he he)…

    PS.: Brincadeira, um abraço!

    Vale a pena ver:
    http://luiscezar.blogspot.com.br/2012/12/dodge-polara-gls-hillman-avenger-gt.html

  • Fernando

    Quando eu ainda era menor de idade e meu avô era vivo, ele estava planejando me dar um carro velho que tinham na rua e eu gostava, mas fomos barrados pela minha avó.

    O carro: um Chevelle que com mecânica (V-8) ok foi vendido por R$ 2.000.

    Como ela sempre gostou de contar dinheiro, acho que essa compra não seria mal vista vendo hoje, nos valores em que eles estão…

    • Mr. Car

      Aí é diferente, Fernando. Eu sendo menor e conseqüentemente não habilitado, meu avô nem pensaria no caso.

      • Fernando

        Era um carro que estava encostado, precisando de diversos cuidados, e era justamente isso que fazíamos com todos carros da família, afinal no quintal dele (ao lado da minha casa também) tinha sua pequena oficina, com torno, furadeira de bancada, serras etc onde fizemos muitos serviços.

        Seria muita diversão até chegar aos 18, no ponto comum de todo garoto…

  • RFEL89

    Mr. Car, e aquele Chevette mono, se lembra ?!?!?! rsrsrsrs

    Parabéns pelo texto !!!

    Um abraço !!!