Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas DEL REY E O CINQUINHO – PELO LEITOR “MINEIRIM” – 30/04/15 – Autoentusiastas

DEL REY E O CINQUINHO – PELO LEITOR “MINEIRIM” – 30/04/15

Na década de 1990, tive que vender meu carro. Morava perto do trabalho, mas as linhas de ônibus de Belo Horizonte exigiam duas conduções para ir e outras duas para voltar. Para não ficar a pé, voltei a andar de moto: uma zerada Elefantré 30.0 vermelha! Com ela, garantia meu transporte diário, me divertia nos finais de semana e, de vez em quando, fazia tranqüilas viagens pelas estradas de Minas.

Acontece que, menos de um ano depois, um bando de alegres cachorros decidiu cruzar o meu caminho. Caí da moto. Quebrei o braço. Meses de fisioterapia e licença médica me fizeram desistir da aventura motociclística.

Com os recursos de que dispunha, acabei comprando um Del Rey Ghia 86 dourado, CHT, meu primeiro carro com ar-condicionado e direção hidráulica.  Carro macio, confortável, econômico, com o painel lindo e o acabamento impecável dos Fords da época. “Carro fino”, tudo funcionando, mas que semanas depois levei de volta à concessionária Ford para resolver um vazamento no câmbio…

No segundo ano com o Del Rey, minha família e eu decidimos visitar São Tomé das Letras durante a Semana Santa. Viajamos confortavelmente os 300 quilômetros até Três Corações e pegamos a estradinha de terra para São Tomé. O carro deslizava nas valetas e costelas de vaca.  Pouco se sentia das lajotas de pedra que calçam a cidade. Passamos dois dias visitando a Casa de Pedra, grutas e outros pontos da região.

Fechei a conta da pousada no domingo de manhã e dirigi até a saída da cidade. Errei a rua que dava para a estradinha de terra e parei numa descida. Ao engatar a ré, veio um tranco seco e o carro não saiu do lugar. Embreagem, ré, acelerador, embreagem, primeira, acelerador e… nada! Subi o quarteirão a pé e vi uma oficina. Chamei o mecânico. Diagnóstico: problema no câmbio ou na embreagem. Empurraram o carro e, no dia seguinte iriam examinar.

Como os filhos tinham aula no dia seguinte, pegamos uma “jardineira” até a rodoviária de Três Corações. Deixei a família dentro do ônibus para Belo Horizonte e voltei a São Tomé para o conserto do possante. O mecânico desmontou e confirmou a pior das suspeitas: a engrenagem da ré quebrou e fez um estrago gigantesco em toda a caixa. O jeito era comprar um câmbio usado em Varginha e trocar.

Pernoitei numa outra pousada e, na segunda-feira bem cedo, saí com o mecânico em busca do câmbio perdido… O pessoal da oficina chamava o profissional de Cinquinho: “Cuidado com a estrada, Cinquinho”; “Aproveita compra umas juntas, Cinquinho”.

O carro do Cinquinho era um Opala velho e podre. Ao chegar em Três Corações, o mecânico parou num posto de gasolina e falou para o frentista: “Põe 5 reais”. Um minuto depois já estávamos na estrada para Varginha.  De repente, o Opala começou a falhar e parou de vez: pane seca. Para não abandonar a relíquia no acostamento, Cinquinho pediu que eu buscasse gasolina num posto com um estratégico galãozinho que estava no porta-malas do Opala.

Fui e voltei de carona com carreteiros que resolveram me ajudar. E, assim, continuamos viagem para achar algum câmbio nos desmanches de Varginha. Um Del Rey Ghia azul marinho, em perda total, foi o doador. Comprada a caixa, seguiu no Opala até a oficina.  Mais um dia na montagem. Testada e aprovada, segui viagem com meu Del Rey.

Nunca mais me atrevi a visitar a bucólica São Tomé das Letras. E vocês? Conhecem algum Cinquinho?

“M”

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Sobre o Autor

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  • a. shiga

    Lembrou-me do meu primo que também teve uma pane no carro nessa cidade, totalmente inesperada, segundo ele.

    • Mineirim

      Deve ser o magnetismo dos discos voadores. hehe

  • Mr. Car

    Não existe mais “cinquinho”, Mineirim. Com cinquinho não se vai nem na esquina, he, he! E o Del-Rey, ainda existe? Del-Rey Guia, ainda por cima: um must!

    • Mineirim

      É verdade. Agora é cinquentinha hehe.
      Vendi o Del Rey para um senhor em 1998. Até uns anos atrás o Detran MG indicava que ele estava emplacado em Nanuque, nordeste de Minas, na divisa com ES e BA.

  • Roberto Alvarenga

    Eu já fui salvo por um borracheiro em Mogi das Cruzes, depois de furar dois pneus do meu Palio na Mogi-Bertioga.

  • Taylor

    Mineirim,
    Muito bom seu conto!
    Temos algo em comum: BR381
    Pavimentação perfeita. Sinalização idem. Pedágio de acordo.
    Radares: Litígio total.
    Abraços!

  • m.n.a.

    O “cinquinho” virou “cinqüentão”….

  • Thiago Teixeira

    Atolei na areia da praia de Saquarema/RJ uma Belina 72 antiga que tínhamos la em casa. E na época ela já era antiga. Eu ainda não tinha idade pra carteira de habilitação, mas meu pai era louco e me ensinou a dirigir. A Belina verde, motor 1,6-L (já encamisado e com o kit adequado), pois original era 1,4-L. Nada moderna frente aos Escorts, Monzas, Santana, Gol etc.
    Atolei as rodas dianteiras, mas como estávamos (família) chegando na praia deixamos para desatolar na hora de sair. Então, na hora de desatolar, tentamos primeiro no motor. Primeira e ré. Até que após umas tentativas veio um forte estrondo e a quebra da ré. Por sorte foi só a ré. Engrenava, mas após pequeno esforço desacoplava.
    Interessante é que a caixa de marchas da série Corcel/Del Rey é enorme, parecendo robusta, mas na verdade não é. As rodas sequer patinaram antes de quebrar.

    • Mineirim

      É isso mesmo. Não dá pra entender essa quebra. Talvez eu tenha dado ré com as engrenagens ainda girando na caixa. Sei lá…
      Já atolei na areia com um Passat Surf (piada pronta). Estava procurando um clube em Marataízes (ES). Quando achei, não entendia as ruas em volta e atolei. Um senhor forte me ajudou a levantar a roda. Andei uns metros e atolei de novo. O senhor voltou, me ajudou e eu segui circulando o clube, com mais cuidado nas ruas de mentirinha.

    • Daniel S. de Araujo

      Eu acho que era mal das caixas de cambio dos Del Rey/Belina dessa época (86/87). Meu avô, sistemático para dirigir (daqueles que fazia aceleração interina e ainda aplicava dupla debreada), certa vez voltando do Mato Grosso com sua Belina Ghia 1987, estava em quinta marcha e ao reduzir para a quarta, a marcha não entrou. Tentou a terceira, nada, segunda, até parar. Câmbio moído, irreparável.

      A sorte dele que meu tio estava comboiando ele com um Gol, ai ele e minha avó retornaram de Gol enquanto meu tio, sabe lá Deus como, conseguiu colocar uma quinta e saiu queimando embreagem até um posto de gasolina onde ai o carro foi colocado num caminhão e trazido para São Paulo. A Belina também ganhou um câmbio de desmanche.

      O mais estranho é que nessa época, (acho que foi 1990 e ficou até pelo menos 2000), usamos na Fazenda uma Belina 84 que outrora fora do meu avô. E o povo que dirigia o carro tinha a mesma delicadeza na troca de marchas que a necessária para reduzir um FNM. E ainda assim, o câmbio agüentou até o fim.

  • Maycon Correia

    O Del Rey do meu dindo veio de Poços de Caldas (MG), pois foi o único lugar onde foi comprado sem ágio em 1986. Era um 2-portas prata “completo” menos ar e também não tinha o câmbio automático. E na volta para Florianópolis o pai do dindo passou em Aparecida do Norte (SP) para proteger o carro com água benta.
    Era lindo e perfeito, inclusive com a trava elétrica passiva… De 1986 a 2000 ele foi o carro da família. Em 2001 passou a ser o carro de entregas, de som e de serviços de um supermercado. Durou até 2010 e infelizmente após muitos trabalhos mal feitos irreparáveis foi parar no ferro-velho e dado baixa. Reparo era inviável, pois estava se desmanchando. Não olhei o guincho levando embora… E nem passei perto do ferro-velho enquanto estava lá. Sinto pena de não poder ter salvo ele.

  • Maycon Correia
    Comovente, o que você contou.

    • Maycon Correia

      Bob. Sinto o cheiro daquele veludo macio, só em ver um Del Rey desse, com aquelas calotas de ferro, e aqueles faróis de neblina. Aliás que lhe caem perfeitamente bem. Dele me sobraram o manual e todas as lembranças.

      Pretendo encontrar um Ghia semelhante, na cor prata e com ar. E pretendo fazer isso logo, enquanto ainda são acessíveis.

  • Mineirim

    Totalmente de acordo.
    Abraço

  • Lucas CRF

    Bacana, Mineirim. Lindo o Del Rey. Lembro de uma viagem que fiz num desse, á noite. Pedro Leopoldo a Lagoa Santa, em que passamos pelo Aeroporto de Confins. As luzes do lindo painel, os olhos de gato na pista refletindo fortemente os faróis e o Aeroporto iluminado ao fundo jamais esquecerei. Há quanto tempo isso? Só 25 anos!

    E que show eram as Elefantré! Lembro que tinham partida elétrica, um diferencial naquela época. Será que ainda existe alguma inteira?

    abraço!

    • Mineirim

      Lucas,
      Já procurei nos classificados e só encontro quase sucata…
      As Elefantré eram ótimas. Venciam muito bem as lombadas, valetas e buracos, além de manter tranqüilamente velocidade na estrada.
      Confesso que nunca coloquei a minha na terra.

  • Lucas

    Lá por 1989 90 tínhamos um Corcel 1975. Eu tinha uns 7 ou 8 anos. Em um domingo de manhã, estávamos indo a Cascavel/PR e entre Toledo e Cascavel, na rodovia, andando de boa, tudo normal, de repente deu um estalo lá na frente e o carro parou de andar. Motor funcionando normalmente, embreagem aparentemente também mas nada mais de marchas. Carro rebocado para uma oficina, mas como era domingo, só foi mexido nele no dia seguinte. Quando abriram a caixa, detectaram que um tal de pino que existia lá dentro havia saído de seu lugar original e caído em meio as engrenagens. Se não me engano, daquele câmbio original sobrou só a carcaça.

  • Daniel S. de Araujo

    Historia de “Cinquinho” eu conheço a minha: Quando tirei carta nos idos de 97 fui o (in)feliz proprietário de uma Marajó SL 1986, herdada da minha mãe e todos os defeitos inerentes ao carro (ou a aquele carro, até hoje eu não sei). O fato é que geralmente de sexta feira, meu pai chegava e falava “filho, vá para a Faculdade com meu carro! Você merece!”. Ele tinha um Vectra GLS 1994, azul pérola, lindissimo mas que ele me dava para andar sempre com o tanque vazio. E o tonto aqui enchia. E no final do mês ainda tinha que ouvir reclamação “você gasta gasolina demais, não sabe dirigir!”. Claro, além da pinguça da Marajó, eu ainda tinha que pôr gasolina no Vectra, até um dia que eu me revoltei. E o “golpe” e a braveza dele era com a minha mãe também…

    Em uma sexta feira meu pai fez (novamente) o mesmo “golpe” e eu, como sempre só fui descobrir quando o carro falhou na esquina de casa. Parei no posto e mandei por R$5,00 de gasolina. E de R$5,00 em R$5,00 sai do Alto de Pinheiros, fui a faculdade, depois ao bairro da Aclimação e voltei para casa novamente, não sem antes gastar R$15,00 para uma lavagem completa com direito a silicone nos pneus e tudo mais.

    Na segunda, no final do dia, cheguei em casa e encontrei meu pai, espumando de bravo comigo, mas sem comentar uma palavra. Somente agradeceu da lavagem, fazendo uma força danada e com cara de poucos amigos. Depois eu vim a saber que ele pegou o Vectra naquela segunda cedo e teve que contar com a ajuda dos frentistas do posto da esquina para chegar até a bomba. O motor apagou antes da esquina.

    Bom, o fato é que todas as vezes que ele emprestou o o Vectra para mim dsepois desse ocorrido, nunca mais o vi com menos de meio tanque

    • Davi Reis

      Em todos os meus anos de carteira (4, nem são tantos assim), pedi apenas duas vezes pra colocarem uma quantidade exata em reais no tanque. As duas, em postos que não conhecia, e não quis arriscar. Tirando essas duas vezes, comigo é sempre do mesmo jeito: 1/4 do tanque pra baixo, hora de completar! Não tenho paciência nenhuma pra ficar colocando combustível em doses homeopáticas.

  • Já passei muito perrengue com um Del Rey Ghia 1985, que foi do meu avô e depois do meu pai, tinha dias, muitos deles, que o carro simplesmente decidia não andar. Acho que mais da metade da quilometragem daquele carro foi empurrada, puxada ou na banguela.

  • Mineirim

    Essa de “você gasta gasolina demais” me fez lembrar do Fuscão 74 do meu pai. Ele me deixava ir para a faculdade com ele. Mas, quando eu chegava em casa, ele punha a mão na tampa do motor e dizia: “Está bem quente… Rodou bastante…” hehe

  • RoadV8Runner

    Imagino que esse Del Rey devia ser maravilhoso, pois essa cor dourada foi a mais bonita de todas. Combinação perfeita para os modelos com o interior todo em tons de bege ou marrom claro.
    Curioso os problemas com câmbio relatados aqui na linha Corcel/Belina/Del Rey. Um amigo teve uma Belina 1985 a álcool e, tempos depois da compra, trocou o cabeçote pelo usado nos motores do Escort XR3. Rodou mais de 200 mil km com o carro, na maior parte do tempo à moda e o câmbio nunca apresentou qualquer defeito. Provavelmente deve ter havido algum lote de caixa de câmbio com defeito ou alguma fragilidade inesperada, vai saber.
    A única pane seca pero no mucho que tive foi com meu primeiro carro, um Passat LS 1981, na época ainda a álcool. Voltava do trabalho e, de repente, o motor começa a falhar, até parar. Abri o capô para investigar e constatei que o carburador estava seco, nem uma gota de álcool. Na hora, pensei que o marcador de combustível me pregara uma peça, ao indicar ainda pouco mais de 1/4 de tanque e eu ficar naquela situação… Caminhada até um posto próximo, “cinquinho” de álcool em um galão, motor volta a funcionar, de volta ao posto para encher o tanque. Depois de uns 28 litros a bomba pára, tanque cheio. Como o tanque era para 45 litros, a conta não fechava, faltavam uns 10 litros, pelo menos.
    No fim de semana seguinte resolvi remover o tanque do carro para entender a pendenga. Algum iluminado resolvera levantar o pescador, deixando sobrar mais de 10 litros de combustível dentro do tanque. Até hoje não entendo o motivo, pois o tanque estava perfeito, praticamente nem sujeira tinha. Mas entendi perfeitamente porque, ao comprar o carro semanas antes, havia quase meio tanque de álcool!

    • Fernando

      Já fiquei na rua por duas vezes com pane seca, nas duas (carros diferentes) a maldita bóia que me enganou, marcavam exatamente 1/4 (tenho até uma teoria do 1/4).

      Mas foi só para passar por isso mesmo, tenho esses dois carros até hoje e elas nunca mais mentiram. Mas como rodam pouco, cada saída abasteço no modo “cinquinho” que hoje equivale a uns R$ 20.

      • Gabriel Bastos

        Uma vez troquei a bomba de gasolina de um Fiat Idea da minha namorada na época, na hora de testar o marcador marcava como 1/2, quando na verdade o tanque estava cheio. fiquei intrigado com aquilo e vendo uns tutoriais na internet descobri que tinha uma seqüência de procedimentos com a chave na ignição e posições da bóia para “calibrar” a bóia do marcador.

  • Viajante das orbitais

    O mais cômico é que o Cinquinho andava de Opala.

  • Arthur Santos

    Não conheço nenhum “cinquinho”, mas no meu bairro tem um senhor que mexe em elétrica automobilística, apelidado de “déiz”. Cualquer serviço ou problema, dez reais resolvem..

  • Rafael Schelb

    “Bota cinco” num Opala velho? Estava pedindo para ficar a pé mesmo… hehehe

  • Fernando

    Muito legal a história, parabéns Mineirim!

    Me lembrei da época que se colocava R$ 10 de combustível e se andava bastante com isso…

  • rafaelaun

    Mineirim,
    Cinquinho eu não conheço, mas Dezinho eu já vi muitos.
    Eu quero em breve contar umas histórias das Belinas.
    Nós tinhamos uma dourada igual ao seu possante.
    O que sofremos com o câmbio foi brincadeira. Moía.

  • Leonardo Mendes

    Um dos logotipos mais criativos para um carro, depois do Punto com o P simbolizando um motorista, é o do Del Rey… a coroa sobre o E foi uma sacada simples e genial.

    Meu pai teve um Ouro, dos últimos modelos de cara quadrada, 4 portas e automático… e dourado também.

  • Gabriel Bastos

    Guardo ótimas recordações deste carro. Comprei um Del Rey ano 87 ou 86, se não me engano, em 2002, pois tive que vender meu carro na época, uma Palio Weekend zero-km para pagar uns exames caríssimos para meu filho, na época um bebê e o plano de saúde não cobria. À medida que os meses se passavam a saúde de meu filho melhorava (hoje está um garotão saudável) eu pegava mais amor ao velho carrinho que segurou a minha “barra” por pouco mais de um ano. Precisei vendê-lo para comprar um carro mais novo, pois usava muito o carro para viagens a trabalho. Vendi com pena. o carro era valente, gostoso de dirigir, suspensão macia e bem econômico. O único item que troquei nele foram as pastilhas de freio.

  • Gabriel Bastos
    Saiba fiquei muito feliz de saber, e tenho certeza de que os leitores também, que o problema do seu filho foi superado. Parabéns ao papai e à mamãe.

    • Gabriel Bastos

      Obrigado Bob !

  • Fernando

    É verdade Gabriel, já vi isso(mas ainda não fiz em nenhum) nos painéis que tem calibração possível de ser feita eletronicamente por essa sequência, que é uma programação de fato.

  • Gustavo

    Lindo Del Rey tenho um zerado também Relíquia de meu querido pai, ele me vendeu para me ajudar em meu primeiro carro, faz um ano que estou com ele !!! Cuido com muito amor minha relíquia. Sou Grato a Deus e a meu pai pelo carrão Afinal, foram eles que me deram! Abraço.