DSC02032  MILAGRE EM BARROSO DSC02032

A rodovia SP-39, denominada Rodovia Engenheiro Cândido do Rego Chaves, liga os distritos mogicruzenses de Jundiapeba e Taiaçupeba, no Estado de São Paulo. A estrada atravessa um bairro de nome Barroso, mostrado na foto acima.

 

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Um igreja no centro de Barroso

Utilizei a rodovia bem recentemente, na segunda-feira passada, ao experimentar o Nissan Versa fabricado no Brasil com o anterior motor 1,6-litro e com o novo 3-cilindros de 1 litro.  “Espremido” entre a SP-39 e a bela represa do Rio Jundiaí está o Paradise Golf & Lake Resort, que sediou o lançamento

 

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Os Versas estacionados defronte de Centro de Convenções do Paradise Golf % Lake Resort

Já estive lá num outro lançamento, se não me engano o do Sandero, em 2008, é já conhecia o “milagre em Barroso”. Cinco anos depois fiz questão de verificar se o milagre havia acabado. Não acabou, continua firme e forte.

O milagre é simplesmente um bairro, ou vilarejo, não tão pequeno, ser cortado ao meio por uma rodovia estadual e nesse trecho urbano não haver lombada. Só pode ser obra do Divino, pois não haver esse autêntico dejeto viário ali fere a mais elementar e burra, se não irresponsável. lógica brasileira, que associa a lombada a segurança.

 

DSC02034  MILAGRE EM BARROSO DSC02034

Informação clara que leva a se ter cuidado e reduzir velocidade

Ao entrar em Barroso, o motorista é avisado como deve ser, por uma placa de advertência de formato oficial e corretamente posicionada. Depois, a placa de regulamentação da velocidade máxima permitida.

 

DSC02041  MILAGRE EM BARROSO DSC02041

Nada mais simples!

Desse modo, o motorista é levado a obedecer, especialmente quando há um “exército” de pardais e robôs que não pára de crescer país afora. Mas, curiosamente, não há controle de velocidade em Barroso, e tudo transcorre como em país de Primeiro Mundo. Parece não haver mentes doentias lá.

Ao se aproximar de Barroso pelo outro lado, onde há uma reta, o motorista é corretamente avisado de que precisa reduzir velocidade, inclusive pela sinalização de solo. Note que é indicada uma redução gradual, de 80 para 60 km/h e, mais adiante , para 40 km/h.

 

DSC02037  MILAGRE EM BARROSO DSC02037

Algum mistério em aplicar essa sinalização?

Não é exagero falar do “milagre em Barroso”. Esse lugarejo é a maior prova de imbecilização da autoridade de trânsito nos três níveis de administração e de quantos vêm nesses dejetos viários chamados lombadas um solução que visa segurança.

O milagre em Barroso precisa se multiplicar para tornar o trânsito brasileiro mais humano e devolver ao motorista algum prazer de dirigir, afinal, é seu direito como cidadão.

Que sirva esta matéria no Ae como modelo para quem cuida de trânsito neste nosso país.

BS

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Rodrigo Mendes

    Não espalha Bob, alguma “otoridade” pode ler esse post…

    • José Rodrigues

      Pensei a mesma coisa, algum “companheiro” pode ler o post e achar que Barroso é inseguro.

    • FVG

      Ia dizer o mesmo.

    • Tarcisio Cerqueira

      Tenho medo disso também! hehehe

  • Aldo Júnior

    Placas não só nas medidas oficiais, mas aparentemente novas, limpas, bem colocadas, sinalização de solo bem feita! E sem radares? Bob, não custa perguntar, mas tem certeza que é aqui no Brasil mesmo? Abraços;

  • Lemming®

    Prova também que existe inteligência na terra das bananas…mas em poucos lugares somente… 🙂

  • Carlos A.

    Que maravilha!!! e que sirva de exemplo.Espero que não resolvam colocar lombadas aí, quando digo servir de exemplo, é para que outros locais adotem a mesma prática e não o contrário será que expliquei?

  • Lucas

    Para quem tem medo da morte, deve ser assustador passar por aí. O cara pode achar que morreu e chegou no céu.

  • Fabio Vicente

    Ótimo.
    Agora devemos divulgar aos 4 cantos deste país que é possível ter uma via em boas condições e corretamente sinalizada. Quem sabe isso não inspire os outros prefeitos a fazerem o mesmo.

  • Matheus Ulisses P.

    Realmente esse local deve ser o paraíso. A julgar pelas fotos, tirando a bela paisagem que não é difícil de encontrar nesse belo país, a ausência de lombadas e o excelente asfalto é algo muito, muito raro!

  • Transitando

    O Ae poderia entrar em contato com os responsáveis e, via entrevista, transcorrer sobre o assunto e porquês. Por fim, parabenizar os responsáveis pela aplicação e manutenção correta da sinalização viária. E claro, publicar o material da entrevista aqui, para nossa análise e apreciação.

    Quem sabe com um bom material em mãos, não seria possível “sensibilizar” os responsáveis de outras regiões à aplicação correta da sinalização e, quem sabe, reforçar o ensino com relação à sinalização vertical e horizonta; principalmente com relação à esta última, pois poucos conseguem interpretar o correto significado. Se nem os que aplicam “entendem” o uso correto, quanto mais a população, qual tem acesso a material simplificado (resumido), e não como eles, que possuem manuais para aplicação correta das sinalizações e dispositivos auxiliares – ainda aplicam “segregadores” como tachões e vice-versa, e etc.

    É minha sugestão.

  • marcus lahoz

    Espetáculo. Que sirva de exemplo.

    Sabe que aqui em Colombo (região metropolitana de Curitiba) a Rodovia da Uva, tem um dejeto a cada 300 metros. Dá até nojo.

  • Davi Reis

    Barroso é um lugar real ou será que é apenas um evento paranormal? Merece até virar a trama de um filme do Arquivo X, mais fácil ver fantasmas no nosso país do que isso. De Belo Horizonte a Sete Lagoas, trajeto que faço com relativa frequência, são cerca de 40 lombadas (contadas e recontadas) em um percurso que leva cerca de 1 hora de carro (MG-424). E o pior de tudo, são lombadas completamente fora das normas, um verdadeiro teste de paciência pro motorista e de resistência pro carro.

  • Peter Losch

    Quanta implicância com os quebra-molas! :o)

  • Roberto Alvarenga

    Bob, se todas as vias fossem assim, sem lombadas e sem radares, as empresas que prestam serviços pras Prefeituras iam perder uma fortuna com as lombadas que deixariam de instalar e os prefeitos (cujas campanhas são muitas vezes financiadas com dinheiro das empresas que prestam serviços pras Prefeituras) iam perder uma fortuna com as multas que deixariam de aplicar.

  • guest

    Aleluia!

  • Tarcisio Cerqueira

    Bob milagre mesmo! Agora infelizmente é uma gota num oceano… Quando é uma questão que “apenas” é empurrada guela abaixo pelas “otoridades” para o povo ainda tenho 1% de esperança de um dia mudar… Mas a loucura das lombadas é algo que a própria população não somente apoia como brigam para tê-las… Logo é quase impossível de mudar…

  • Maurilio Andrade

    Bob,
    Até me assustei quando vi o título “MILAGRE EM BARROSO”. Pois fui criado, e ainda tenho parentes em uma cidade de 20.000 habitantes, no interior de MG, de mesmo nome.
    Não é que, por toda a cidade, as autoridades espalharam faixas de pedestres pintadas em cima de quebra-molas! Isso mesmo, onde deveria ter apenas uma faixa, há um quebra-molas com a faixa pintada por cima deste.
    Quando for a Barroso-MG, tirarei fotos para te enviar.

    • Domingos

      Essa coisa de faixa em cima de lombada, especialmente quando não é plana na parte de cima, me lembra muito as jeguisses do tipo frisos grossos, calotas com partes pretas e por aí vai que o pessoal vê em algum carro e começa a ficar quase que uma lei você também comprar e colocar…

      O Bob falaria que é porque “fica lindão”…

  • Josenilson

    Bob, milagre mesmo! Milagre com todas as letras.

    Destaco a sua observação no final: “…tornar o trânsito brasileiro mais humano e devolver ao motorista algum prazer de dirigir…”
    O chato é constatar que boa parte desse prazer de dirigir também depende de nós, motoristas, e boa parte dos motoristas se comporta como se estivesse sozinho no trânsito e como se não existissem regras a serem observadas para uma boa convivência. Isso também é um mal no Brasil. A falta de gentileza, de paciência, de entender que você não está acima dos demais. Trocar de faixa sem sinalizar e até fazer uma conversão proibida na sua frente e achar isso natural, quem quiser que espere. Que freie abruptamente e corra o risco de se machucar e machucar outras pessoas. Quem liga? O importante sou eu, nessa sociedade do eu acima de tudo, na qual vivemos. Apesar dessa doença de nossos dias: o eu acima de tudo, não vejo comportamento semelhante em países “civilizados”.
    Desculpe a longa resposta e o tom de desabafo, mas sou um autoentusiasta e quero sempre ter o prazer de dirigir.

  • Roberto Neves

    Muito bom! O que é bem feito precisa ser exposto e registrado!

  • Leonardo Mendes

    Fico de bobeira como as fabricantes encontram lugares bacanas e – falando apenas por mim – desconhecidos para seu lançamentos.

    Realmente, um milagre… lombada e radar já deviam fazer parte da cesta básica, de tão “populares” que são entre os “canetadores” de plantão… não resolvem nada, mas tão sempre lá.

    • Domingos

      Já deve vir no kit escolar até… Meu primeiro radar. Hahaha

  • lightness RS

    Milagre mesmo!!!!

    Aqui na minha cidade, pequena, 140 mil habitantes no interior do RS, além das lambadas, tem 3 pardais e 5 semáforos na BR que cruza a cidade.

    Na minha cidade natal de 40 mil hab. onde uma BR cruza tmb, mas por sorte só o trevo, enfiaram a alguns meses uma lombada eletrônica de 40 km/h, QUARENTA!!!!!! Resultado, os caminhões (aqui é lotado) vem botando, chegam no trevo e freiam, esses poucos meses bastaram pro asfalto (vagabundo) da área ser todo arrancado

  • Piantino

    Se algum “engenheiro de tráfego” ler esse post, certamente irá correr até a prefeitura e mandar colocar lombadas e radares ali…

  • Danilo Grespan

    Quem sabe amanhã já teremos um belíssimo pardal de boas vindas por lá…

  • Lucas dos Santos

    Bob,

    Aí está um bom exemplo de cidade que segue os padrões e critérios estabelecidos pelo Contran. Ao menos nas fotos que ilustram esta matéria não se vê nenhuma “invencionice”, nada de sinalizações “exclusivas”, tampouco sinalizações utilizadas incorretamente.

    Tudo isso utilizando as sinalizações já previstas no CTB, reconhecidas em todo território brasileiro. Como você mesmo afirma, não há mistério em fazer isso.

    Só não dou os parabéns à administração dessa cidade porque ela não está fazendo mais que a obrigação, mas, mesmo assim, merece todo o reconhecimento pelo trabalho bem feito!

  • Simples, racional e limpo ( para não dizer belo! ) Tudo o que precisamos em nosso país é educação + cultura + punição severa para quem não cumpra o acordo social: Simples assim… A sinalização clara e correta, a educação adequada ( e não sugerida! ) e, caso algum inconsequente descumpra a lei e cause danos a alguém de forma dolosa, que pague, e muito, por isto! Lei nós temos, e demais! Redundantes e ás vezes até ridículas. Só que de nada servem se a aplicação é “atenuada” nos meandros de nossa estrutura policial investigativa e a valoroza justiça, que ao invés de peituda e vendada, como sugere o seu simbolo, é peitada e vendida neste Brasil afora…Obstáculos, como o próprio nome já diz, é para animais. E estes , o sendo, agirão como tal ao perceberem que não há outros obstáculos á frente…

  • Mr. Car

    Devia ter ficado quieto, Bob. Não duvido nada que agora uma “otôridade” local queira copiar São Paulo para parecer “muderno”, he, he! Mas fora a brincadeira, bom saber que em algum lugar o bom senso ainda impera. Bem diferente de Rio das Ostras-RJ, por exemplo. Um saco andar no trecho de rodovia do perímetro urbano.

  • Roberto Mazza

    Excelente alerta de utilidade pública. Obrigado por alertar. Um dia venceremos essa demência. Aqui no Rio de Janeiro colocaram um misto de lombada com passarela de pedestre na Rua Alice, mas sem sinalização horizontal. Alias são dois dejetos. Ontem choveu muito forte e faltou luz na região. Um horror passar por esse local.

  • Douglas

    Quando li o título já imaginei exatamente isso.
    Só achei 40 km/h muito pouco, essa velocidade só se justifica se for em frente a uma escola ou então numa curva muita fechada e com pouca visibilidade.

    • Lucas dos Santos

      Após “visitar” o local via Google Street View, achei bastante adequados os 40 km/h.

      Naquele trecho, a rodovia se transforma em uma verdadeira “rua de bairro”, como se fosse uma via coletora. É uma via estreita, com calçadas estreitas, há moradias, comércios e, consequentemente, pedestres.

      Há também uma escola ali – com a devida sinalização avisando da travessia de escolares. O trecho é bastante curto e logo se está fora da localidade.

      No link a seguir é possível fazer um “passeio virtual” pelo distrito:

      http://goo.gl/maps/oQJes

  • Patrick

    Tem duas coisas que são apenas um sonho muito distante da nossa realidade aqui no Brasil: o Detran retirar e proibir o uso de lombadas, e a liberação de automóveis de passeio com motor a diesel.

    • Lorenzo Frigerio

      Fiscalização do insulfilm e inspeção de segurança, também.

  • CharlesAle

    A rodovia Indio Tibiriça(SP 31) também.Mesmo atravessando vilas, não possui lombadas. Rodovias paulistas geridas pelo DER, via de regra, não se usa lombadas!

    • Marco

      Possui sim. No sentido Suzano, um pouco pra frente da entrada principal de Rib. Pires tem lombadas sim, BEM elevadas.

      Outro fato que me incomoda bastante na rodovia (faz um tempo que não passo por ali) é aquela pequena mureta que divide a pista. É baixo, de modo que não se presta a evitar acidente com veículos em sentido contrário. Talvez sirva, quando muito, a evitar ultrapassagens proibidas.

      No entanto, se um veículo largo quebrar na pista ou ocorrer algum acidente, não é possível desviar.

      Na mesma região, havia uma estradinha (não me recordo o nome), que sai de Mauá em direção à Suzano. Há uns três anos era um tapete e você trafegava durante um bom tempo sem cruzar com carro algum. Diversão garantida. Faz pouco mais de um ano que passei por lá. Estava toda esburacada, um relaxo só. Em certos locais, era preciso parar o carro e atravessar a cratera em 1ª marcha…

  • Ronaldo

    Bob, tome cuidado! Você pode ser processado por falar a verdade nesse país.Educar e ensinar não parece ser uma boa conduta que nossos governantes queiram adotar. Abç.

  • Claudio Abreu

    Parabéns pelo exemplo e por dividir com a gente essa notícia, Bob – quem diria que, um dia, o “normal” virasse notícia… Proponho um “selo autoentusiasta de qualidade” pras cidades / estradas em condições exemplares. Que acha?

  • Lucas dos Santos

    Pensei o mesmo. Fiquei curioso para saber quem cuida da infraestrutura viária e seria muito interessante conhecer a visão e o modo de pensar dessa pessoa a respeito disso.

    Certamente daria um bom conteúdo!

  • Ilbirs

    Não sabia dessa e agora vou prestar atenção ao asfalto de toda área que estiver perto de lombada eletrônica. Provavelmente eu passei por um monte de asfalto danificado em saber que estava ondulado ou arrancado porque os veículos tiveram de imprimir seu peso sobre o piso por mais tempo que o normal da passagem em velocidade constante e adequada à via.

  • Ilbirs

    Também iriam perder fortunas, por tabela, a Cofap, a Monroe, a Fabrini e outros fabricantes de peças para suspensão que por vezes se danificam em lombadas malfeitas.

  • Fórmula Finesse

    Para ficar perfeito, só faltaria acostamento!

  • RoadV8Runner

    Além de não haver dejetos viários e pardais, a qualidade do asfalto é ótima. Outro milagre de Barroso…

  • CCN-1410

    Onde eu moro, a rua principal também é uma rodovia estadual
    e que cruza a cidade de leste a oeste. A única, inclusive, neste sentido.
    As lombadas existem, são muitas e exageradamente altas. Até
    parece que foram feitas para o uso de tratores ou tanques de guerra.
    Já quis pedir ao prefeito para eliminá-las, mas sempre que
    penso nisso, vejo motoristas fazendo loucuras nos trechos sem elas.
    O que pode ser feito então?
    É complicado.

  • Matheus S. Bueno

    Triplamente apoiado!! Planejar e solucionar da maneira correta…

  • Adam Lewis Charger

    Mogi das Cruzes é uma das melhores cidades que conheço no Estado, sempre bem organizada, poucas reclamações com a ADM Pública (pior parte é a saúde, mas não chega a ser um transtorno). Ao lado das cidades do Vale do Paraíba, são as que eu mais admiro, são boas cidade de Médio/Grande porte.

    • Lemming®

      #SQN…
      Mogi das Cruzes é uma cidade com trânsito controlado na base da rotatória e do “quem pode mais chora menos”!
      Cansado de caminhão comendo faixa na rotatória e levar fechada dos “maustoristas”
      Ou melhor ainda…semáforo no meio da rotatória…

  • Sergio
  • Victor

    Vejo dois motivos pra falta de lombadas estar funcionando: primeiro a rodovia que chega ao lugar não tem acostamento, o que incute cautela ao motorista desde muitos km antes. Segundo, pode não ter radar, mas a sinalização com faixas e placas lembra ao motorista o perigo do pardal, que pode existir como é o padrão por aí, então melhor obedecer a sinalização.

  • Claudio Fischgold

    No meu ponto de vista duas mudanças deveriam ocorrer para que isto se transformasse em algo comum neste país : primeiro, uma campanha agressiva alertando os mautoristas para pararem de se guiar pela lei de Gerson, e segundo, colocar policiais nestes trechos, aplicando multas sem dó. Tenho certeza que, depois de algum tempo todos passariam a respeitar, tal qual em países civilizados.