Gosto não se discute, todo mundo está cansado de saber disso, mas considero o Renegade, lançado nesta terça-feira no Rio de Janeiro, o tipo do feinho simpático e, sobretudo, dotado de muitas qualidades, entre elas boa disposição para acelerar, precisão de comandos notável e um rodar muito confortável para um veículo cuja marca é Jeep e suas inconfundíveis sete frestas verticais na grade.

DSC02102  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02102

Chega em duas versões de motor, flex gasolina-álcool de 1,8 litro (E.TorQ, mais precisamente 1,75 l) e turbodiesel 2-litros, sendo que só com este último a tração é integral sob demanda; nos demais, tração dianteira. Em acabamento, quatro versões:  Sport, Sport 1,8, Longitude e a topo de linha Trailhawk, esta exclusivamente a diesel.

DSC02097  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02097

Trailhawks prontos sair em teste do Clube Naval Charitas, em Niterói, rumo ao difícil caminho do mirante de Maricá

Os câmbios são manual 5-marchas no Sport, automático (Aisin) de seis marchas opcional para o Sport e de série para o Longitude, e automático (FCA sob licença ZF) de nove marchas opcional para o Longitude e de série no Trailhawk.

Os preços são:
1,8-L R$ 66.900
Sport 1,8- manual R$ 69.900
Sport 1,8-L automático de 6 marchas R$ 75.900
Sport 2-L turbodiesel automática de 9 marchas R$ 99.900
Longitude 1,8-L automático de 6 marchas R$ 80.900
Longitude 2-L turbodiesel automático de 9 marchas R$ 109.900
Trailhawk R$ 116.900

O Renegade é produzido na nova fábrica da FCA (Fiat Chrysler Automobiles) em Goiana, estado de Pernambuco, das mais modernas do mundo, com capacidade de 45 veículos por hora. É também fabricado na fábrica da FCA de Melfi, na Itália (ex-fábrica Fiat), para abastecer os mercados europeu e da América do Norte.

DSC02108  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02108

Faróis de xenônio e ganchos vermelhos no Trailhawk

O desenvolvimento do Renegade foi conjunto, pessoal da Chrysler e da Fiat, com responsabilidade do engenheiro italiano já conhecido nosso (no Ae), Claudio Demaria, baseado em Betim. Por isso mesmo o resultado de chassi do Renegade não poderia ser outro senão excelente, como tudo o que ele põe a mão, melhor exemplo dessa interferência italiana o Fiat Freemont, que ficou bem superior ao Dodge Journey em questão de comportamento.

DSC02115  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02115

Visível ao lado da manopla da alavanca seletora o controle do seletor de terreno

O motor E.torQ passou por atualização extensa e agora tem o sufixo Evo no nome. O cabeçote foi redesenhado ganhando válvulas maiores (sempre 4 por cilindro) e nova câmara de combustão, os coletores de admissão e escapamento são novos, a taxa de compressão passou de 11,2:1 a 12,5:1, o comando único passou a ter fase variável contínua, tudo resultando em aumento do torque de 18,9 para 19,1 m·kgf e a 3.750 rpm, ante 4.500 rpm, com curva mais plana, proporcionando 82% do torque máximo a 1.500 rpm. O consumo reduziu-se em 5%. Isso com álcool, com gasolina o torque foi de 18,4 m·kgf a 4.500 rpm para 18,6 m·kgf a 3.750 rpm. As potências mantiveram-se em 130/132 cv (G/A) às 5.250 rpm as mesmas de antes.

DSC02111  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02111

Interior agradável e bem-disposto

Ao dirigir o Sport com câmbio manual fiquei com a melhor das impressões do “casamento”, parece outro motor. A pegada em baixa ficou convincente e o corte limpo é a 6.250 rpm. A facilidade com que empurra os 1.393 kg da versão é mesmo notável. A fábrica declara aceleração 0-100 km/h em 10,8 segundos e velocidade máxima de 180 km/h, supostamente com álcool. O motor ficou bem mais suave também, sem a menor aspereza. Realmente, um belo trabalho.

DSC02114  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02114

Bons instrumentos, mas a zona vermelha do conta-giros imitando lama é estranha

O Renegade tem estrutura monobloco e suspensão McPherson na frente e atrás. Portanto, há o inegável benefício da suspensão independente nas quatro rodas, especialmente sobre terreno irregular, o que fez parte do seu projeto. No percurso de teste com o Trailhawk ao mirante de Maricá, no estado do Rio de Janeiro, um dos piores caminhos que já vi, no que estava à minha frente em momento algum vi qualquer roda deixar o solo, num dos melhores gerenciamentos de curso de suspensão que já presenciei. Mesmo sendo McPherson, que não é ideal para essa aplicação.

DSC02126  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC02126

O 1,8 Sport na Praia da Urca

O Trailhawk

O “coração” do Trailhawk é italiano,  motor turbodiesel 2-litros de injeção direta JTD MultiJet II, usado no Alfa Romeo 159, Brera etc. Portanto, motor de autostrada ou para quem vai ao famoso país vizinho se divertir nas suas Autobahnen. Ou seja, agüenta castigo. Com 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 m·kgf a 1.750 rpm. Duplo comando e quatro válvulas por cilindro, com pressão de injeção de 1.600 bar, dizem a que veio. A injeção é Bosch e a turbina do turbocompressor é de geometria variável, o que dispensa a válvula de alívio.

Renegade_Trailhawk-foto_Oswaldo_Luiz_Palermo  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO Renegade Trailhawk foto Oswaldo Luiz Palermo

O dono da festa, o turbodiesel de injeção direta JTD Multijet II (foto Oswaldo Palermo/Divulgação)

A desenvoltura do Trailhawk é mesmo excelente. Zero a 100 km/h em 9,9 segundos e chega a 190 km/h. A nona marcha é longa, v/1000 de 60,7 km/h, 120 km/h corresponde a 1.977 rpm. Sua capacidade de rampa impressiona, 100% (ângulo de 45º) com veículo totalmente carregado. Ângulos de entrada, saída e transposição de lombada são, respectivamente, 31,3º, 33º e 22,8º, com altura livre do solo entre os eixos de 223 mm. Os pára-choques especiais desta versão possibilitam esses ângulos.

A tração é predominantemente dianteira, entrando a traseira se houver demanda, como patinagem das rodas traseira. Pode se bloqueada 50-50% se desejado ou 4×4 reduzida. Não há caixa de redução, com a primeira curta (v/1000 de 6,2 km/h) servindo ao propósito.  As arrancadas são feitas normalmente em segunda. Há também o controle de descida e o seletor de terreno para pisos de neve, lama, areia e pedra, além da função automática, em todos os parâmetros são selecionados para uma finalidade específica.

O consumo de diesel, que só pode ser o S-10, informado pela fábrica, é de 15,9 km/l nas estrada e 12,3 km/l na cidade. O tanque é de 60 litros.

A desenvoltura é também para curvas, com comportamento previsível e seguro, além de haver controle de estabilidade, que não pode ser desligado. Há controle de tração, este podendo ser desativado. Freios a disco nas quatro rodas (qualquer versão) respondem por boa e constante capacidade de desacelerar. O freio de estacionamento é elétrico independente da versão e a direção com assistência elétrica é irrepreensível, com um volante de 380 mm de diâmetro e aro grosso, adequado ao tipo de veículo. O curso das suspensões é de 205 mm e, como dito acima, as rodas ficam em contato com o solo mesmo nos pisos mais irregulares. A profundidade de vau de 48,3 mm não é das maiores, mas suficiente para a maioria das situações.

O ambiente interno é bem-arranjado e transmite qualidade. Bancos dianteiros são bastante confortáveis e provêm algum apoio lateral. O espaço no banco traseiro é muito bom, com o entreeixos de 2.570 mm. Vai agradar. Mas bem que poderia haver a faixa degradê no pára-brisa, mesmo que este não seja dos mais inclinados. Capacidade do porta-malas, 260 litros, pode decepcionar quem precise da mais espaço nessa parte, embora possa aumentar para 1.300 litros com os bancos rebatidos.

DSC01864  JEEP RENEGADE, O FEINHO SIMPÁTICO DSC01864

“Eu atrás de mim”, bom espaço para pernas

A dotação de itens de série e opcionais, bem com os acessórios Mopar à disposição, serão informados em matéria separada nos próximos dias.

Não houve tempo de andar do Longitude, que ficará para outra oportunidade, com um “no uso”.

De tudo o que vi, o Renegade deverá conquistar lugar destaque no mercado brasileiro de utilitários esporte compactos. Credenciais não lhe faltam. Simpatia também não.

BS

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Lorenzo Frigerio

    Bob, o “Trailhawk” não é a versão com 2.0 “Tigershark” MultiAir e 9 velocidades? Pois pelo que vi numa outra lista, essa é a versão de 116.900,00. Você guiou esse modelo?
    O 1.8 “EVO” chegará aos carros de rua da Fiat?
    Você poderia também explicar no que a Freemont é superior à Journey, que não seja apenas resultado da frente mais leve?

    • Bob Sharp

      Lorenzo
      Não sei de nada do que você disse. Dirigi o Trailhawk conforme está na foto da apresentação a que estive presente. Sobre o motor 1.8 Evo chegar aos outros modelos, é provável, não se justifica motores de versões diferentes na mesma linha de produção. A Freemont, comportamento tipicamente europeu, resposta de direção, rodagem etc.

      • Lorenzo Frigerio

        Imagino que a Journey R/T tenha esse “comportamento europeu”. Mas esse ajuste deve ser opção para a Journey comum nos EUA. Em geral os sedãs mais “amenos”, como o 300C V6, a têm disponível.

    • Ilbirs

      Trailhawk com 2.4 Tigershark a gasolina só mesmo nos Estados Unidos, conciliado à transmissão ZF de nove marchas em questão. Por lá também há uma versão 1.4 Multiair turbo conciliado à transmissão de automática de seis marchas.

    • Gustavo73

      O 2-L é sempre diesel.

    • agent008

      Lorenzo, acredito que a versão Trailhawk a gasolina só nos EUA. Aliás, ao que parece, toda a linha Renegade lá é gasolina, vindo ou com o 1.4 T-Jet origem Fiat, ou com 2.4 NA Tigershark origem Chrysler.

  • VeeDub

    “a taxa de compressão passou de 11,2:1 a 12,5:1“

    Eu me assusto com as TC dos motores flex aqui no brasil, este motor com 11,2:1 bate pino demais nas Weekend e Strada que tive.

    Mesmo em motores com Injeção Direta, que favorece maior TC, esta fica em torno de 11,5:1.

    • Daniel S. de Araujo

      Interessante como os flex em geral sofrem com detonação, mesmo com uma TC baixa. Meu primeiro flex, uma Saveiro 2003 com taxa de 10:1, sob condições atípicas (baixa rotação, temperatura ambiente elevada e abertura total do acelerador) sofria desse mal e era perceptível o autoajuste do sistema de ignição, assim como o 207 da minha mulher (TC 10,5:1) também detona em marcha-lenta e manobrando.

    • Viajante das orbitais

      Os VHT 1,0 estavam com 13:1 . Carro a álcool.

  • Jr_Jr

    Com certeza esse jeepinho veio para incomodar, o carro é só elogios e pelo jeito tem qualidade em toda sua construção.
    Um lançamento que chega abalando, como foi, p.ex., o do Golf.
    O que acho engraçado, é que muita gente fala, na hora de comprar ou desabonar um carro, na rede de concessionárias, peças etc, entretanto, acredito que o Renegade vai deixar de lado tal situação, porquanto já deixou claro que seu propósito é vender muito e sua bandeira, para tanto, é a qualidade. Isso me agrada!
    Só lamento o preço da versão diesel, a única que me interessa.

  • Rafael Ziller

    Infelizmente só faltou o preço mais “amigável”.
    Discutindo apenas faixa de preço, e ignorando o propósito do veículo, o Trailhawk sem qualquer opcional chega no preço de entrada da Ranger Diesel, embora não compre carro por metro, acho que ficou muito salgado! Outra opção, seria até partir para o Golf GTI que também fica na mesma faixa de preço.
    Achei R$ 30.000,00 de diferença entre as versões Gas/Diesel, muita coisa!

    • Ilbirs

      Outro erro que considero nesse modelo: não haver sistema Locker para a versão 4X2, e isso porque usa basicamente o mesmo conjunto motriz que vemos nas versões Adventure de Palio Weekend, Idea, Doblò e Strada. Ainda que quem queira pegar trilha vá pensar mais mesmo no 2.0 Multijet, o fato de a marca ser Jeep pressupõe pelo menos um veículo que seja capaz de ir mais além do que um carro comum conseguiria ir, mesmo que só tracionando duas rodas (aqui podemos lembrar da pick-up Willys/Ford F-75 e a Rural em suas versões 4X2, que tinham certa vantagem na terra e igualmente eram da família Jeep).

    • Junior Tada

      Também achei. x2
      A Honda agradece.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, fiquei admirado com a avaliação. Surpreendeu positivamente e confesso que essa versão a diesel é interessantissima. Se o carro tiver um bom tanque de diesel (uns 70L), deve ser bom para fazer viagens longas, com tiros longos pelo Brasil (especialmente para pessoas igual eu que não gosto de viajar com a preocupação de escolher um posto com boa aparência para abastecer).

    Outro elogio (mas ai vai para a Chrysler) de não ter caido na tentação de substituir a transmissão epicíclica e com conversor por uma automatizada monoembreagem.

  • MrBacon

    Vi hoje um destes Renegade que vocês estão testando perto de casa, indo para a Urca. O carro parece bem interessante, de negativo apenas o peso (apesar do uso de aços especiais, conforme li em algum lugar) e o porta malas de carro pequeno.
    O formato do carro é o grande diferencial (realmente é um autêntico Jeep) e ao mesmo tempo calcanhar de aquiles, imagino que a eficiência energética não seja tão boa quanto no HR-V.

    • Gustavo73

      Também vi uns aqui perto rodando no aterro. Foi rápido mas achei o desenho interessante. Pena que a diesel veio tão cara. E mesmo assim alguns equipamentos ainda são opcionais.

  • Fat Jack

    Bob, na foto que mostra a alavanca fiquei com a impressão de que o pedal do acelerador está parcialmente escondido pelo console, procede ou é apenas uma “ilusão de ótica”?
    E “feinho simpático” foi uma ótima definição…, tive a mesmíssima impressão visual sobre ele…

    • Bob Sharp

      Fat Jack
      Ilusão de ótica mesmo, não há problema de espaço para os pés.

  • Mr. Car

    Já eu, nem achei feinho. Gostaria é de experimentar, para comparar com o único jipinho com o qual rodei bastante (embora nunca em situação off-road), o Mitsubishi TR-4.

  • Gabriel Felipe Moretti

    O Bob, corrige na parte do consumo do Trailhawk, que ficou estrada/estrada.
    “O consumo de diesel, que só pode ser o S-10, informado pela fábrica, é de 15,9 km/l nas estrada e 12,3 km/l na estrada.”

    • Bob Sharp

      Gabriel,
      Corrigido, obrigado, hein!

      • Gabriel Felipe Moretti

        De nada Bob, num texto deste tamanho e com tantas informações é fácil alguma coisa passar despercebido.
        Ainda mais quando nós mesmos fazemos as revisões.

  • Bob Sharp

    Daniel,
    É 60 litros, já acrescentei a informação na parte em que falo do consumo. Foi um dia atrapalhado, com técnico da operadora aqui, problema de conexão.

    • Daniel S. de Araujo

      Valeu Bob! Mesmo com 60 L, nesses valores de consumo declarados (que na prática devem ser melhores) dá para andar um bocado!

  • Bob Sharp

    Rafael Ziller
    Também achei.

    • Roberto Alvarenga

      Dizem que é por causa do dólar Dilma a 3,20, o conjunto mecânico é importado… depois tem gente que diz que o país vai bem.

  • CorsarioViajante

    Já eu gosto muito do visual, combina perfeitamente com a proposta.
    Não gosto, porém, dos detalhes em vermelho do interior, como nas saídas de ar ou do câmbio. Para mim passa uma sensação instantânea de coisa barata, de má qualidade, de lojão de acessórios. Sorte que é apenas em algumas versões.
    E falando em versões, são muitas! Vai demorar até entender bem a diferença entre elas.
    O que se nota desde já é que tem preços competitivos e oferece um bom produto. Este segmento está bem servido e bem acirrado.

  • Juvenal Jorge

    Faltou a versão com tração nas quatro rodas equipada com motor ciclo Otto.

  • Marcelo

    Essa suspensão McPherson atrás precisa de alinhamento e cambagem igual é feito quando é somente na frente?

  • Luís Galileu Tonelli

    Dos atuais jipinhos que imitam externamente carros não quero contato. No entanto este é cara de Jeep (se é que me entendem), Vou aguardar o no uso e depois tirar a minha impressão.

  • João Carlos

    Infelizmente boa parte da mídia está dizendo que o 1,8 “não anda” no Jeep. Só os números de fábrica já dizem o contrário, agora também temos a opinião do senhor.

    Será que esse pessoal tem aceleradorfobia e/ou rotaçãofobia?

    • Nnoitra

      Tem as duas.

    • ccesar

      Bom, experimentei um e a sucessão de marchas, bem escalonada, levou o bichinho a mais de 150km/h sem esforço e tive que aliviar o pé, pois o “freio de mão” já estava reclamando.

  • Victor

    Muito legal esse carro na versão 4×4. Muito bonito também. Poderia ter botão de seleção da tração 4×2 – 4×4 – 4×4 reduzida. Brincar no off com a tração no 4×2 até descobrir o limite do carro para só então ligar a 4×4 é muito legal, já essa sob demanda não permite.

  • Fabio Vicente

    Obviamente você tem razão Bob: gosto não se discute.
    Por isso, achei o Renagade o mais bonito entre seus concorrentes, e seu visual passa a sensação de ser um carro realmente apto para a prática fora de estrada, não um carrinho alto feito para andar na cidade.
    E o melhor: finalmente um motor a diesel que equipa os carros de passeio europeu. Não fosse pela versão 4×4, talvez não tivessemos a oportunidade de experimentar uma unidade dessas no Brasil.
    Uma pergunta este carro não possui câmbio manual para a versão a Diesel?

  • Bob, não vai ter um “Quase morri” com o Renegade? rsrsrs

    A FCA me surpreendeu com o planejamento e velocidade que foi feito o relançamento da marca no Brasil, poucas vezes vista no mundo empresarial.
    O produto tem tudo pra dar certo e ser um campeão de vendas, dos últimos lançamentos é o que me deu mais vontade de ir conhecer, mas pena que ainda há um concessionário nomeado na cidade onde moro, deveriam ter nomeado ao menos um concessionário em cada capital.

  • RoadV8Runner

    Para quem gosta de veículos do gênero, o Jeep Renegade é um prato cheio, pois aceita desafios mais apurados, se necessário. Dependendo da cor da carroceria, ele nem é tão estranho assim. Gostei de haver opção pelo laranja sólido!

  • Acyr Junior

    Bob, o caminho ao mirante que você menciona seria vencido pelo Subaru XV Crosstrek com a mesma destreza do Trailhawk?

  • Daniel Pessoa

    Espero que consigam um diesel para fazer um teste “no uso”.

    Torci para uma versão diesel mais barata, mas tem o fato que essa versão não tem concorrentes diretos. Só torço que mais alguma fabricante traga um desses carros menores a diesel.

  • Viajante das orbitais

    Vai vender muito.

  • Marcelo R.

    Uma opção muito interessante no segmento. Penso que tem condições de incomodar bastante o EcoSport.

    Sobre o 1,8 L Evo e o câmbio Aisin de 6 marchas, demorou para a FCA disponibilizá-los no Bravo e no Linea. Na minha opinião, melhorariam as vendas dos dois.

  • braulio

    Depois de ler a avaliação, deu a impressão que ele está mais próximo de um Kia Soul que consegue andar na terra que de um Duster de grife.
    Só por curiosidade, onde fica o estepe dele? Pendurado sob a carroceria, para pegar toda lama do caminho e ficar difícil de limpar e calibrar, dentro do porta-malas, ou outro lugar?
    Mas a Fiat sabe o que faz com McPherson nas quatro rodas: O velho Uno, com essa configuração, passava por lugares que só se imaginaria possível com um 4×4.

  • Marco R. A.

    Gosto é gosto realmente. Para mim o Renegade é o mais bonito entre todos os outros da categoria. Ele não me parece um SUV com crise de identidade querendo parecer um carro.

    • Marcos Alvarenga

      Bem pensado. Gostei dessa definição. Jipe tem de parecer jipe, uai!

  • cesar

    Bob, O Renegade em suas versões flex, a exceção da falta de tração 4×4, possui real capacidade off road, ou seja, sua plataforma foi desenvolvida para andar em lugares inóspitos sem se desmanchar ou é mais um suve de shopping?

  • Diego Corgosinho

    Mais um ótimo texto, Bob. Esse segmento tem tudo para ser o foco do mercado pelos próximos 4, 5 anos. A Ford viu o EcoSport dominar o segmento justamente pelo fato de não haver concorrentes. O primeiro que surgiu, o Duster, tomou seu terreno em 2012. É claro que o Renault foi beneficiado pelo lançamento da nova geração do Ford, o que ocasionou vários meses de espera, mas o abalo causado pelo SUV franco-romeno é incontestável. A meta da Jeep é conseguir a liderança até o final do ano, porém, acredito que este posto será do HR-V, que tem uma proposta mais urbana que a do Renegade, algo que agrada nessa fatia do mercado, além do fato de ter ótimo espaço na traseira (ainda não tive a chance de entrar no Renegade) e um porta-malas maior (431 litros). Acredito que HR-V e Renegade estão para EcoSport em 2015 como Ka, Onix e HB20, mesmo os dois últimos tendo sido lançados em 2012, estiveram para Gol em 2014.
    Concorda?

  • Domingos

    Esse motor diesel não é o usado em conjunto com a Peugeot e Citroën, o DW? Só que com a injeção Multijet da Fiat…

    Se for, é um excelente motor. Bem para carro de passeio, com uma suavidade e barulho impressionantes. Além de muito forte!

    Um dos únicos diesels que dão prazer mesmo. O da Amarok é outro.

    • Bob Sharp

      Domingos,
      Não sei desse detalhe, mas que é um excelente motor, sem dúvida.

      • Domingos

        Me impressiona o quanto ele é suave e silencioso, mal parece diesel. Mesmo assim é muito econômico e forte.

        Boa escolha da Fiat e da Jeep se for mesmo o DW.

  • Marcelo R.

    “Bons instrumentos, mas a zona vermelha do conta-giros imitando lama é estranha”

    Bob,

    Me pareceu mais com uma “explosão”, para lembrar ao condutor que se ele deixar o ponteiro chegar ali, o motor vai explodir, como “ensinado” por um certo programa dominical de televisão… rsrsrs

    Aguardo ansiosamente o “No Uso”, se possível com as duas motorizações.

    Um abraço!

  • Eurico Junior

    Melhor avaliação do Renegade que li até agora, informativa e objetiva. Tem coisas que só o Ae faz pra você.

  • Orizon Jr

    Devo confessar que estava com preconceito com Jeepinho… Não sabia nada sobre ele, mas não gostava mesmo assim.

    Mestre Bob, como sempre, destrinchou a ficha corrida do carro e tive que mudar de opinião. Demorou, mas chegou com muito potencial. Me arrisco a dizer que vai vender bastante.

    O porta-malas me parece seu calcanhar de Aquiles… Ficou pequeno demais.

    O preço altíssimo não é problema só do Renegade, mas de todos os carros vendidos por estas bandas.

    Forte Abraço a todos

  • Segundas

    Á espera por um versão 2 portas (consequentemente mais curta), com apelo mais off-road e claro, um preço mais em conta também. Haha!

  • Rogério Ferreira

    Já pensou este mesmo motor diesel, com este mesmo câmbio num sedã médio, ou numa station?… Os argentinos, paraguaios, chilenos, todos nossos vizinhos de fronteira poderão ter um Fiat com este motor, aqui no Brasil, nem pensar. Quanto ao Renegade, pode ser útil para atravessar a Transamazônica, a Cuiabá-Santarém, ou a Manaus-Porto Velho. Sim, se eu precisasse encarar essas trilhas (que por incrível que pareça, são rodovias federais) o jipinho seria uma boa ferramenta, se bem que uma boa Frontier, também faria o mesmo, custa bem menos, e ainda tem uma caçamba. Bom, pensando melhor, não vejo motivos para alguém pagar mais de R$ 100.000 no Renegade, a não ser por convicções puramente emocionais, como bancar o descolado, estiloso e aventureiro. E outra… Jeep no Brasil é grife! Muito bem vindas as mudanças no motor E.torQ 1,8, e que poderiam se estender por toda a linha Fiat, inclusive no 1.6. É um motor excelente, mas que tem a infeliz sina de empurrar só carros com peso alto e aerodinâmica ruim (Idea, Strada Locker, Palio Adv. Locker, Linea, Punto, Bravo, e agora um Jeep!) A exceção é a dupla Novo Palio/Grand Siena, que em suas versões 1,6, provam a excelência do E.torQ, pois tem desempenho excelente e consumo equivalente as versões 1,4 (1,4 e 1,0 no caso do primeiro).

    • Lorenzo Frigerio

      É lamentável não haver versão T-Jet e Tigershark 2,4 no Brasil (as únicas disponíveis nos EUA). A caipirada não pode ficar sem seu diesel e terá que pagar caro por isso. E o 2,4 (usado na Freemont) “gasta gasolina” (imagina se os americanos aceitariam o E.torQ, um antigo motor da própria Chrysler, de baixa cilindrada e aspirado.
      Especificações (com erro quanto à versão do E.torQ):
      http://www.allpar.com/SUVs/jeep/specifications/renegade.html

      • Rogério Ferreira

        E.torQ tem origem Chrysler? Que eu saiba é o mesmo motor que equipou o Mini Cooper, (BMW) de 2000 a 2006… era fabricado aqui no Brasil pela Tritec, e exportado para a Europa. A Fiat comprou a Tritec, e fez algumas modificações no motor, passando a nomeá-lo como E.torQ. BMW e Chrysler nunca tiveram alguma ligação no passado… A marca americana pertenceu por um breve período à Daimler-Benz,

  • Newton ( ArkAngel )

    Esse jipe visto de lado se parece com o Uno.

  • Danilo Grespan

    Não achei o Renegade necessariamente feio… apenas deixaram ele quadradão para remeter aos Jeeps “de verdade”. E realmente, a impressão que passa é essa. Só discordo das rodas pretas… sendo de liga, na cor padrão, ficariam ótimas.
    Só fico confuso com o seguinte, o Renegade é mais Jeep ou mais Fiat?
    Vai haver compartilhamento de uso das concessionárias?

  • Aldo Jr.

    Mais uma “aventureiro” sem o estepe para fora. Quem sabe essa moda não passa de uma vez? Abraços;

  • marcus lahoz

    Vai incomodar no mercado, principalmente para aqueles que compraram a primeira versão do EcoSport. Vai roubar um bom mercado da Suzuki também. E acabar com a TR4 (se já não acabou).

    Pena o porta-malas pequeno, senão seria uma opção mais viável ao HR-V.

  • cesar

    Bob,
    Fiz uma pergunta anterior que talvez tenha se perdido. Pergunto se as versões flex do Renegade tirando a falta de tração 4×4 estão aptas ao uso fora de estrada ou se foram desenvolvidas somente para asfalto.

  • Fórmula Finesse

    O Evo Torq poderia ter desenvolvimento parecido na linha Fiat não? Melhorando carros pesados como Linea e toda a linha Adventure…

    • Lu RS

      Seria aplicação quase direta….seria uma ótima…

      Apenas recomendaria mudar a calibração de entrega de torque, conhecido como torque truncation pelas fabricantes…

  • sextafeira

    Bob, o Dodge Journey e o Freemont atualmente têm o mesmo acerto. Possuo um Journey e realmente melhorou bastante em relação ao anterior. Abraços!

  • Bob Sharp

    Cesar
    Um fora de estrada leve, certamente, mas para ser apto de todo no mínimo deve ter tração nas quatro rodas.

  • Bob Sharp

    Aldo Jr.
    É torcer para que isso aconteça.

  • Bob Sharp

    Danilo Grespan
    Eu disse feinho…Claro que não é feio no sentido estrito, mas não é nenhum expoente em estilo.

    • Perneta

      Será que ele teve alguma influência com o desenho do novo Uno? Ambos tem linhas bem semelhantes.

  • Bob Sharp

    Newton
    Parece mesmo.

  • Bob Sharp

    Marcelo R.
    Essa foi mesmo ótima! Até que num relance parece explosão mesmo, mas é lama realmente.

  • Bob Sharp

    Cesar
    Respondido acima.

  • Bob Sharp

    Braulio
    O estepe fica alojado no porta-malas. O 147 já tinha McPherson na frente e atrás também.

    • braulio

      Quanto ao estepe: Não é uma inovação, mas é um bom lugar.
      Quanto ao 147: Verdade. E também era melhor em estradas ruins do que se esperaria de um carro urbano.

  • Bob Sharp

    Acyr Junior
    É difícil responder, mas provavelmente passaria também. Mas só indo lá com um para ter certeza, pois aquele caminho é pior que já vi.

  • Bob Sharp

    Fabio Vicente
    Nada de manual e diesel, infelizmente.

  • Bob Sharp

    João Carlos
    Certamente uma dessas duas doenças têm, mais provável a segunda.

  • Bob Sharp

    Luís Galileu
    Cara de Jeep? É um Jeep!

  • Bob Sharp

    Marcelo
    Esqueça o câmber, isso é invencionice de quem quer tirar o dinheiro dos consumidores. Se o carro for medido segundo as condições determinadas pelo fabricante, o câmber está dentro do valor especificado.

  • Bob Sharp

    Juvenal
    Não há a menor dúvida quanto a isso.

  • Bob Sharp

    FF
    Acredito que o Evo seja aplicado no resto da linha, não há por que não.

  • Bob Sharp

    Diego
    Renegade e HR-V são propostas completamente diferentes e não me arrisco a fazer prognósticos de quem venderá mais. Só o tempo dirá.

  • Bob Sharp

    Marcelo R.
    Concordo, o Aisin 6-marchas seria um grande atrativo para o Bravo e Linea.

  • Bob Sharp

    Daniel
    Certamente faremos “no uso” com todas as versões.

  • Bob Sharp

    Aléssio
    A rede Jeep, que será exclusiva, está em crescimento e já atinge 85% das regiões, segundo a FCA.

  • Leonardo Mendes

    A mãe da minha filha usava a mesma expressão feinho simpático pra se referir ao 205… na verdade ela não gostava do carro de jeito nenhum, mas se referia assim a ele para amenizar a ojeriza.

    Uma coisa que não me agrada no Renegade é a dianteira… evidente que ao vivo a sensação deve ser outra mas ela me parece longa demais e como os faróis são pequenos ficou uma coisa meio desproporcional.
    Fora isso tem tudo pra fazer bonito, ainda mais que o nome Jeep já evoca aventura por si só… vai fazer a festa entre os descolados de plantão.

  • Perneta

    A TR4 acabou em dezembro, tenho uma e estou muito tentado à comprar a versão Trailhawk. Para mim esse upgrade cai como uma luva, ótimo!

  • Victor Fragas

    Bob, uma dúvida com relação à capacidade do porta-malas. Li em outras avaliações 260L, aqui no AE 280L, e quando o carro foi lançado a Jeep divulgou 350L. Não seria o casso dessa diferença dos 260/280 para os 350L estar atribuída ao tipo de tração ? Sendo o 4×2, logicamente, com maior capacidade.

  • Bob Sharp

    Victor Fragas
    Está certo, é 260 L e não 280 L. Enganei-me ao ler a ficha técnica. E sempre essa capacidade, independente do tipo de tração. As minhas desculpas a você e aos leitores por esse erro, imediatamente corrigido.

    • Victor Fragas

      Obrigado Bob ! Imagina, é sempre um prazer ler as avaliações do AutoEntusiastas.

  • Bob Sharp

    Rogério,
    Em 1997 a Chrysler e o Rover Group, que pertencia à BMW desde 1994, constituíram uma sociedade para fabricar um motor para uso tanto pela Chrysler quanto pela Mini, empresa que recebeu o nome de Tritec Motors Ltda, com fábrica em Campo Largo, no Paraná. O que não estava no programa era a Daimler-Benz absorver a Chrysler no ano seguinte (formando a DaimlerChrysler), o que a BMW não admitiu, ser sócia da arqui-rival, deixando a sociedade. Mesmo assim comprou o motor da Tritec que passou a ser usado no MINI em 2000 (quando a grafia mudou de Mini para MINI), assim ficando, como você disse, até 2006. Em 2007 a DaimlerChrysler vendeu a parte Chrysler para a firma americana Cerberus Capital Management LLC por US$ 7 bilhões (havia pago US$ 35 bilhões…). Em maio de 2009 a Fiat comprou a Tritec da Cerberus e alterou a razão social para FPT Powertrain Technologies, que depois de efetuar alterações no motor Tritec, inclusive criando a versão de 1,8 litro (1,75 litro na verdade) renomeou-os E.torQ, uma vez que cessaria o fornecimento do motor GM 1,8-L no final de 2010 (a aliança Fiat-GM criada em 2000 terminara em 2005, ficando só o contrato de fornecimento do motor).

    • Rogério Ferreira

      Obrigado pelos esclarecimentos Sr. Bob. Muito bom mesmo…

  • ary

    Feinho mas com personalidade. Tem, ao menos no estilo, DNA JEEP.
    O que dizer de um KIA Soul? Apenas um tributo à feiura..

  • Roberto Alvarenga

    Este carro na versão a diesel é uma boa pedida (fechando os olhos pro preço, bem acima do esperado, o que não é novidade). Nessa versão a gasolina, fica faltando “algo mais”. É um SUV bem equipado, e só. Quanto às capacidades off road, tenho amigos jipeiros que estão aguardando pra testar o Renegade em trilhas, mas, pelos números de fábrica (ângulos de entrada e saída, altura do solo, etc) ninguém se empolgou muito não. Uma pena, porque o carro é bem construído. Nos EUA, muitas revendas Jeep têm oferecido preparações interessantes para suspensão e transmissão deixando o Renegade mais “lameiro”.

  • Victor Fragas

    Bob, mais uma dúvida. De todas as avaliações que li do Renegade, a do Aefoi a única que falou bem do desempenho com o motor E.torQ EVO, como você disse, “a facilidade com que empurra os 1393 kg é mesmo notável”. Como dou muito crédito às suas avaliações e a de todos os colegas AUYOentusiastas, confesso que fiquei mais aliviado e om relação às críticas ao desempenho desse carro, tanto o automático de 6 marchas quanto o manual de 5.. Estou querendo saber pois sou responsável pelas trocas de carro da família, e chegou a vez da minha madrinha. Ela tem um Duster Tech Road 1.6 manual, e está de olho no Jeep e no HR-V (esse acredito que seja referência em desempenho entre os SUVs, mesmo não sendo essa a real proposta da categoria). Mas, é necessário ter um bom desempenho em viagens, carro cheio, força para retomadas, ultrapassagens. Como você acha que esse Jeep deve se comportar nessas situações em comparação ao Duster 1.6 ? Que, apesar de ter bem menos potência e torque, pesa pelo menos 100kg a menos que o Renegade.

    • Lu RS

      Amigo, dirija um….

  • Bob Sharp

    Victor Fragas
    Não cabe falar em termos comparativos de dois veículos testados isoladamente, ou se estaria recomendando um deles, o que é antiético. Com as informações publicadas é possível fazer um julgamento e escolher. Espero que entenda nossa posição nessas questões.

    • Victor Fragas

      Claro Bob, entendo sim, inclusive me perdoe pelo teor comparativo do meu comentário. Na verdade não foi bem a minha intenção mas acabou saindo. Mas então, falando só sobre o Jeep mesmo, com relação ao desempenho com o motor flex, você achou bom, desenvolve bem ? Nas condições que citei acima (carro cheio em viagem) ele atende bem em retomadas e ultrapassagens ? Em outras avaliações li que o 0 a 100 sempre ficou nos 12s ou mais, achei muito tempo, mesmo sendo um veículo relativamente pesado.

  • No_chance

    Sr. BS, uma curiosidade: como faço para trocar um pneu furado sujo de lama se estiver com o porta-malas cheio? Pergunta válida para outros SUVs também. .

  • Davi Reis

    Também acho. Andei no Renegade hoje, e por mais que o motor ainda não empurre tão bem em baixa (o Renegade é bem pesado), as evoluções foram realmente notáveis. Parece mesmo outro motor, muito mais suave e disposto (não pode ter medo da segunda metade do tacômetro). Fiquei imaginando um Punto com esse motor…

    • Fórmula Finesse

      Um Punto “torcudo”, seria muito bacana – e os custos seriam (ainda) mais amortizados em uma linha de produção maior.

  • Gabriel Lazzaris

    Estou pensando em comprar o Trailhawk , parece ser excelente. Oferece muito mais do que uma Tiguan, por exemplo. Pena que é tão feio, mas vou acabar optando pela qualidade, ao invés de comprar um carro que me agrade esteticamente, só lamento não terem feito algo parecido com o Patriot, esse é um quadradão da Jeep que me agrada muito.

  • cesar

    Meus parabéns Bob! Mais um excelente review, rico em informações! Abs

  • Rodrigo

    Recebi o meu Longitude 1.8 no dia 10 de junho, após longos 63 dias de espera!!
    Me surpreendeu mesmo! Confortável, espaçoso e com uma excelente posição para dirigir!
    É um carro para quem gosta de dirigir e é prudente! Quem quer tirar racha não vai mesmo gostar do Renegade…
    Ainda não dá para opinar sobre consumo, mas se o que o computador de bordo indica for confirmado, rodarei algo em torno de 863 km com um tanque! 440 já foram e estou no meio tanque!

  • Leonardo Silva da Rosa

    Bob,
    Realmente não existe milagre em um carro de 1.400kg!
    O que me surpreendeu foi o Jeep não ter sido lançado com um câmbio manual de 6 marchas, que a meu ver poderia trazer (se bem trabalhado) melhores resultados (maior agilidade, menor consumo)!

  • Sabrina

    Alguém sabe informar o consumo aproximado ( longitude 1.8 aut) na gasolina?Estou interessada no carro, mas com muito medo do consumo

  • Ricardo Barreto

    Olá, grupo. Estou bem inclinado a comprar um Renegade Sport 4×2 flex câmbio automático, para uso urbano. Alguém que tenha esse Jeep saberia me dizer qual o consumo real dele com gasolina e com álcool (cidade)? Em pesquisas na internet vejo informações desencontradas.
    Outra coisa, fiz um test-drive nele e achei o carro bem pesadão, com pouca arrancada. Alguém concorda comigo? Desde já agradeço. Abraços, Ricardo

  • Romeu Azeredo

    Parabéns pela matéria ! Reflete na íntegra as qualidades deste tão bem construído carro .
    É claro que um motor mais forte, com mais torque no lugar do recalibrado 1.8 evo, se sairia melhor .
    Entretanto, levando-se em conta custos e produção , além do perfil do carro, não ficou tão defasado assim para um SUV de uso quase em sua totalidade citadino . Mas que ao se arriscar em estradas de terra e crateras lunares em nossas vias, não faz feio e até transmite muito conforto aos ocupantes .
    Assim como muitos fãs do autoentusiastas, não vejo a hora de poder observar a análise de vocês no quadro “no uso” .
    Mais uma vez parabéns pela qualidade do trabalho !

  • livia

    Dirijo, vez por outra, em estradas muito parecidas com essa de Maricá e gostaria de saber se você recomendaria a versão mais simples 1.8 ou se acha que precisa ser a 4×4!
    Sou oficiala de justiça e gostaria de ter segurança no meu trabalho, que é executado em estradas de terra nem sempre niveladas (algumas são com pedras grandes, inclinação e lama no inverno).

    • Livia
      Se você precisa enfrentar esse tipo de piso, o 4×4 é recomendável, sem dúvida.

      • liv

        Valeu!

  • Vinicius Pelegrini

    Desculpa perguntar, mas parece que o PK tinha uma matéria que disse estar guardada, onde ele e o JJ (acho que era ele) enfrentaram umas aventuras com o Renegade. Procedi? Se não me enganei, fico no aguardo da postagem.