2D8A2079  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A2079

Lançar mais um SUV não chega a ser ousado. Mesmo com o mercado automobilístico em crise — como todo o nosso País — os SUV continuam a ser a bola da vez, sonho de consumo de milhares. A ousadia da Honda é principalmente industrial, já que lança um novo produto para brigar pela liderança entre os SUV compactos, com Ford Ecosport e Renault Duster disputando consumidores, ambos vendendo na casa das 40/45 mil unidades/ano. E a Honda quer colocar 50 mil HR-V nas ruas ainda em 2015.

E tudo isso com apenas uma fábrica, em Sumaré (SP), aguardando a finalização da outra, em Itirapina (também SP), que só deve entrar em operação no final do ano. E tem mais: o novo Fit, lançado no ano passado, vende muito bem, obrigado, tanto que a Honda é praticamente a única fabricante que não teve queda de vendas em 2015, especialmente devido ao sucesso do Fit.

Ou seja, aí está a ousadia japonesa: a marca acelera enquanto outras pisam no freio, mesmo com limitações de produção. Tanto que, dos 50 mil HR-V programados, cerca de 7 mil devem vir da Argentina (da fábrica de Campana, próximo de Buenos Aires) para abastecer o mercado brasileiro em 2015. Em Sumaré, a fábrica opera acima de sua capacidade programada, de 120.000 unidades/ano. Filosofia japonesa, vinda da vivencia de guerras e tsunamis: “tem crise? Vamos trabalhar mais”.

 

2D8A2080  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A2080

Novo Honda quer disputar a liderança. mesmo com muita concorrência

Além disso, o HR-V chega junto com outros lançamentos da categoria, quando desembarcam muitos novos modelos, como o Jeep Renegade pernambucano, o Peugeot 2008 fluminense, o Renault Duster ganha um tapa estético e até a chinesa JAC ataca de T6. Um verdadeiro congestionamento de novos SUVs compactos, todos começando na faixa em torno do R$ 70 mil.

O novo Honda HR-V vai dos R$ 69,9 mil aos R$ 88,7 mil.

Como muitos sabem, pessoalmente não tenho um SUV como sonho de consumo. Rodo com muitos modelos, sempre profissionalmente, para contar para os leitores como são estes “aventureiros” (ou “pseudo-aventureiros”), que se impõe cada vez mais pelas ruas. Aliás, mais nas ruas e estradas asfaltadas do que em caminhos de terra ou lama.

 

2D8A0018LR  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0018LR

Estilo ousado, conforto e bom espaço interno são destaques do HR-V nacional

Mesmo assim, tenho de confessar: gostei do HR-V, principalmente por ser gostoso de dirigir, dando a sensação ao volante de ser automóvel mais alto e resistente e não de um jipinho chique. O estilo do HR-V é mais harmônico que dos “jipinhos”, apesar do design ousado que deve agradar um público maior.

Vale uma observação importante: o próprio conceito de SUV já mudou e bastante. Não precisa obrigatoriamente ser um “jipe de luxo”, meio quadradão. O que era um crossover (um cruzamento de estilos) hoje ganha o carimbo de Veiculo Utilitário Esportivo, uma classificação quase genérica e que já garante interesse dos consumidores.

O novo HR-V segue esta nova tendência, com pouquíssima vocação para rodar em caminhos difíceis. Nem mesmo a distância livre do solo (de 177 mm) anima a encarar estradas esburacadas. O asfalto é sua vocação, apesar da pouca vocação esportiva. A suspensão, mais para firme, quase esportiva, tem bom curso e enfrenta bem a buraqueira das ruas e estradas. Mas a tração será sempre dianteira, nada de 4×4.  

 

2D8A0042b  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0042b

Motor é o conhecido 1,8 i-VTEC, comando simples e variável, usado no Civic

O motor 1,8 (o iVTEC, comando simples e variável, mas com gerenciamento especialmente programado para o HR-V) já conhecido do Civic, não chega a se animar muito com os 1.270 kg do HR-V: passa um pouco dos 190 km/h e 0 a 100 km/h só chegam depois de 12,1 segundos. A aceleração está longe de ser brilhante, ainda mais com o câmbio CVT (de última geração, como o do Fit), que dá aquela sensação estranha: o motor sobe de giro e o carro não vai junto. Pessoalmente não gosto de CVT, mas o jeito é acostumar, já que é um sistema “ecológico”, uma das razões para a Honda conseguir um A na classificação do Inmetro quanto a economia de combustível. Com assistência eletrônica, o câmbio CVT consegue usar as faixas mais econômicas de rotação do motor, melhorando o consumo: rodando em estrada e abastecido com álcool, conseguimos médias entre 8,5 e 11 km/l. Claro, a melhor média foi mantendo o HR-V em velocidades em torno dos 110 km/h.

Curiosamente, o motor 1,8 tem maior potência com gasolina (140 cv a 6.500 rpm) do que usando álcool (139 cv a 6.300 rpm). Já no torque, o álcool tem leve vantagem: 17,4 m·kgf a 5.000 rpm contra 17,3 m·kgf a 4.800 com gasolina. Segundo a engenharia da Honda, isso foi necessário para se conseguir melhor consumo com álcool. De qualquer forma, a taxa de compressão, de 11,5:1 é uma solução intermediária para os flex. O HR-V não utiliza tanque auxiliar para partida a frio com álcool, tendo aquecimento na flauta de combustível (sistema FlexOne).

 

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Na tela de 7′ da versão topo, além de informações e GPS, há também câmera de ré

No modelo topo de linha, o EXL (por R$ 88,7 mil), existem sete “marchas” simuladas, controladas por borboletas atrás do volante. Chega a ajudar, principalmente por aumentar o freio-motor, muito útil para controlar o carro em alguma escorregada de frente. Além disso, o EXL virá com tela tátil de 7’ no painel, com GPS, estilo tablet, que permite inclusive ampliar imagens com o movimento dos dedos, além de condicionador de ar digital e outras iguarias, como o retrovisor direito que abaixa em manobras.

A versão de entrada (R$ 70 mil, com R$ 100 de troco) teoricamente virá com câmbio manual de seis marchas. Mas, a própria Honda confessa que representará 1% da produção. Ou seja, vai estar no catálogo, mas será muito difícil de encontrar. Assim, as maiores vendas devem ficar para o LX com CVT (R$ 75,4 mil) ou o intermediário EX, que custa R$ 80,4 mil.

 

2D8A0489LR  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0489LR

Console alto é moda e tem “andar inferior”; freio de mão acionado por tecla

Como atrações exclusivas em todas as versões estão o freio de mão com comando eletrônico e o assistente de arrancada em rampa (Hill Assist), que permite tirar o pé do freio quando se pára em uma subida: basta acelerar que o freio se solta automaticamente.

Além disso, conta com todos os recursos atuais eletrônicos de estabilidade e tração, além de direção com assistência elétrica variável. Segundo a Honda, esta assistência inclusive atua em conjunto com o controle de estabilidade, ajudando em manobras de correção quando o carro perde aderência, como reduzir bem a assistência se o motorista virar o volante para o lado errado.

Outro aspecto interessante é a plataforma do HR-V, baseada na do Fit, com tanque de combustível central. Como se trata de uma base modular, além de reforçada para HR-V, as dimensões se ampliaram, inclusive a distância entre-eixos (2.610 mm no HR-V, contra 2.530 mm no Fit). Também seu comprimento total é maior, de 4.294 mm (contra 3.998 do Fit). Curiosamente, a dimensão mais semelhante é altura: 1.586 no HR-V e 1.535 no Fit.

Mas, outra boa “herança” do Fit está no espaço interior, muito bom para um carro de 4,3 m de comprimento. Os passageiros de trás se acomodam com conforto inclusive para as pernas e o espaço para bagagem também é excelente, para 437 litros (até a cobertura do porta-malas). Além disso, como no Fit, os bancos multifunção permitem abrir espaço para objetos realmente enormes. O silêncio a bordo também é destaque dentro do conforto geral.

 

2D8A0191b  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0191b

Banco são multifunção e permitem vários arranjos, como no Fit

A qualidade de acabamento segue o bom padrão da Honda, com painel de fácil leitura, bem completo e com instrumentos de ponteiros. A única ressalva fica para o console central, que se rendeu a um modismo. Bastante alto por razões meramente estéticas e por “estar na moda”, não tem nenhuma vantagem prática, tanto que as tomadas de força (12 V), USB, Auxiliar… tudo à frente e abaixo do console, num “subsolo” que exige malabarismos para seu uso. Da mesma forma, se o motorista precisar sair pela porta do passageiro, precisará de habilidades circenses para pular o “consolão”. Se quiser namorar dentro do HR-V então, vai ter de ir para o banco de trás ou porta-malas.

 

2D8A0441LR  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0441LR

Painel completo com ponteiros também mostra como se dirige…

 

2D8A2078  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A2078

… Um halo no velocímetro fica mais luminoso quando se pilota economicamente

Exceto por detalhes que beiram o gosto pessoal (CVT e console elevado, por exemplo) o conjunto da obra agrada bastante, ainda mais com a conhecida tradição de confiabilidade e baixa manutenção de japoneses e nisseis. Assim, se previsão de jornalista vale alguma coisa, o Honda HR-V deve vender bem, a exemplo do Fit. E talvez sua maior competição não venha dos SUVs já estabelecidos, mas do Renegade, o único que pode usar a marca Jeep na grade dianteira e, não por acaso, começa nos mesmo R$ 70 mil (com R$ 100 de troco). No final de 2015 a gente conversa de novo.

 

2D8A0225LR  HONDA HR-V, A OUSADIA JAPONESA 2D8A0225LR

No banco traseiro, os três lugares contam com cintos de três pontos

 JS

 

FICHA TÉCNICA HONDA HR-VLXEXEXL
 
Motor1,8 L, 16V SOHC i-VTEC FlexOne
Potência – gasolina/álcool (cv/rpm)140/6.500 – 139/6.300
Torque – gasolina/álcool (m·kgf/rpm)17,3 x 4.800 – 17,4 x 5.000
TraçãoDianteira
Câmbio manual de 6 marchasS
Câmbio automático tipo CVTSSS, com borboletas
Pneus215/55 R17
Estepe temporárioS
Rodas de liga leveLiga leve – aro 17″ (CVT)Liga leve – aro 17″
Rodas de açoAço – aro 17″ (manual)
Direção com assistência elétrica index. à velocidadeS
Suspensão dianteiraMcPherson
Suspensão traseiraEixo de torção
Distância entre eixos (mm)2.610
Comprimento (mm)4.294
Altura (mm)1.586
Largura (mm)1.772
Massa em ordem de marcha (kg) manual/CVT1.265 / 1.2711.2701.276
Carga útil (kg)475 / 469470464
Peso bruto total (kg) manual/CVT1.740
Capacidade do tanque de combustível (l)51
Volume do porta-malas (l)431+ 6 = 437

Sobre o Autor

Josias Silveira

Um dos mais respeitados jornalistas automobilísticos brasileiros, Engenheiro mecânico e jornalista, foi editor da revista Duas Rodas e publisher da revista Oficina Mecânica. Atualmente é um dos editores da revista TOP Carros além de colaborador da Folha de S. Paulo e de diversos outros meios. Também é autor do livro "Sorvete da Graxa".

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  • Viajante das orbitais

    Eu acho que o Brasil merece SUVs V6 tração traseira.

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Independente de gostos pessoais, realmente deverá ser um sucesso de vendas, possivelmente com ágio e fila nos primeiros meses, mesmo diante do quadro econômico atual. Os concorrentes há mais tempo no mercado é que devem sofrer. Te cuida Ecosport, Duster, Tucson, Vitara, …

  • CorsarioViajante

    O HR-V podia ter equipamentos melhor distribuídos. Por exemplo, as versões básica e média só tem o mínimo airbag duplo, e a de topo só tem mais dois, acho pouco para um veículo com pretensão familiar e de preço tão expressivo. Isso para não entrar no mérito dos itens de conveniência e conforto.
    Honda e Toyota vivem hoje o que a GM e VW viveram um tempo atrás: construíram uma fama sólida e vendem bem mesmo com instabilidades e pacotes muitas vezes que deixam a desejar nos equipamentos, mas em teoria dando o troco pela confiabilidade e qualidade do projeto.
    Mas é bom tomar cuidado, pois por confiar demais em fama GM e VW já quebraram a cara feio aqui. Conheço muita gente que estava no segundo ou terceiro honda e mudou de marca pelos altos preços e poucos mimos. E está bem satisfeita, por sinal.

  • CorsarioViajante

    Ah sim, esqueci de comentar: é engraçado, mas noto que, cada vez mais, estes “SUVs” nada mais são que hatches encorpados. Naõ acho isso necessariamente ruim, mas é algo interessante de observar. O GLA da mercedes é outro exemplo.

    • Fabio Vicente

      CorsarioViajante talvez vc tenha identificado uma tendencia para os hatchs futuramente.

      E cá entre nós, to começando a achar que para a dura realidade das vias nacionais, temos que andar de suve e picape mesmo. Imagina você adquirindo uma BMW série 1 por exemplo, zero km novinha, equipada do jeito que você pediu. Tira o carro da concessionária e duas quadras depois, passa por algo semelhante a isso aqui:

      http://p1.trrsf.com/image/fget/cf/thumbox.terratv.terra.com.br/thumbox/freew/cnt7785278_h0_aNoChange_.jpg

      • Domingos

        Só de passar por um desses após ter feito alinhamento dá uma raiva… Agora imagino com um carro zero e caro…

      • CorsarioViajante

        Sim, eu acho que a tendência é tudo crescer e inchar. No caso dos hatches, viraram estes suvs, os sedãs estão sendo substituídos por picapes médias… Veremos o que vai ocorrer.
        Acho que isso não é só pelos buracos, mas sim por que, por vários motivos, as pessoas estão valorizando cada vez mais isso. Seja por medo (querem um carro maior, mais pesado) seja por conforto, seja porque hoje tem mais coisa para carregar. Sei lá.

    • Ilbirs

      E, pelo que olhei de medidas interiores do HR-V/Vezel, ele não é mais espaçoso que o Fit de terceira geração:

      http://www.honda.co.jp/VEZEL/webcatalog/performance/spec/image/s02_img.png

      http://www.team-bhp.com/forum/attachments/indian-car-scene/1170406d1385288265-2014-honda-jazz-speculative-render-details-honda-jazz-2014-dimensions.png

      Observe-se que internamente ele é 15 mm mais baixo que o modelo do qual deriva, 5 mm mais curto na cabine, ainda que 20 mm mais alto do assento traseiro ao teto e o assento é pouca coisa mais comprido, mas 10 mm mais estreito que o Fit, ainda que a largura interna seja 35 mm maior. Observe-se que em matéria de bancos dianteiros ambos têm as mesmas dimensões (985 mm do assento ao teto e 495 mm de largura). Logo, na prática é empate técnico e tenho a nítida impressão de que esse console muito elevado tem papel importante na subtração de parte do espaço interno.

    • Christian Govastki

      Eu digo que são hatchs com suspensão um pouco levantada…

  • Fabio Vicente

    Eu torcia o nariz para suves.
    Mas depois de refletir a respeito das excelentes vias do nosso país, e também situações de enchentes, penso seriamente em ter um carro mais “altinho”.
    Podem não possuir aquela capacidade off-road que gostariamos, mas com certeza se saem muito melhor em situações como alagamentos e cheias, e sem contar que ao passar em buracos e lombadas, ocorre apenas o desconforto, e não a sensação de que o alinhamento vai pro espaço (penso desta forma porque imagino que suas suspensões são mais robustas do que as suspensões de carros “normais”).

    • Fabio.
      Segundo a Honda, não só a plataforma como também as suspensões são mais reforçadas. Acho válido seu raciocínio.

      • Ilbirs

        Tem mais altura livre do solo, o que já ajuda um pouco, mas não me passa a impressão de ter ângulo de ataque muito melhor que o do Fit, uma vez que o balanço dianteiro é tão longo quanto o de um City.

    • Lucas dos Santos

      Também passei a pensar dessa forma. Mas será que os automóveis com maior altura livre do solo, ditos “aventureiros”, já não supririam essa demanda? Ao menos são mais compactos que os SUVs – para quem deseja um carro compacto, obviamente.

      Certa vez andei de carona em um Doblò Adventure e fiquei impressionado em como ele filtra bem as imperfeições do pavimento! Creio que os outros carros da linha Adventure e similares de outras marcas não devam ser muito diferentes nesse aspecto.

    • Roberto Mazza

      Neste domingo o Rio de Janeiro alagou com duas ou três horas de chuva. Lamentável.

    • Viajante das orbitais

      Em um país como o nosso, se tivéssemos uma cultura automobilística forte, as concessionárias venderiam muitos hatches com especificação N2 ,A6, N3, etc…
      Prontos para rally, ou nossas ruas

      • Domingos

        Perfeito. Eu teria um carro bem simples “desmontado” e com suspensão preparada se vendessem assim de fábrica e não tivesse que estragar um carro para fazer isso.

    • GFonseca

      A coisa tá tão feia nas nossas ruas que tá dando dó até de passar de suv por elas…

  • REAL POWER

    Esse Honda me chamou a atenção. Tem um jeito mais cidade e menos campo. Mas com CVT, jamais vai estar em minha garagem. Acho que para este porte de carro um motor mais potente é uma boa pedida. Vou esperar o teste da versão de entrada com câmbio mecânico, que também não tem tanta perfumaria. (que eu não preciso.) Se possível, quando o testarem, façam o No Uso. De preferência com 4 ocupantes e porta mala cheios. Aí poderei ter uma noção do que esse carro pode entregar pelo preço pedido.

    • Real Power.
      Tenho dúvidas de que a Honda vá disponibilizar o HR-V com cambio mecânicos para testes. No lançamento em Brasília, entre os 20 HR-V nenhum tinha cambio mecânico.

  • Mr. Car

    Apesar de todas as qualidades, não é o tipo de carro que sonho quando vou fazer minha aposta na loteria, he, he! E também não gostei do câmbio CVT (só que no Mitsubishi ASX), prefiro mesmo os automáticos comuns.

    • Mr. Car
      Ninguém da Honda falou nessa possibilidade, mas acho que funciona como as travas elétrica de porta. Sem bateria, não funcionam. A menos que tenham coloca algum cabo para destravar o freio mecanicamente. Mas, é uma boa questão: sem bateria, o carro terá de ser arrastado para um caminhão-plataforma. Ou, vale a velha “chupeta”, ligando outra bateria para destravar o freio.

      • Ilbirs

        Mais um argumento a favor do freio de mão convencional, uma vez que não resolve um problema que não existia antes de o freio de mão eletrônico ser inventado.

        • Domingos

          Costuma haver um procedimento para deixar o freio eletrônico desativado caso necessário, como ao guinchar o carro, mas confesso que todos que tive contato até hoje precisavam da bateria funcionando para isso.

          Realmente é meio inutilidade…

      • Mr. Car

        Ok, Josias, mas este questionamento não foi meu, foi do Carlos A, he, he!
        Abraço.

  • Carlos A.

    Josias, achei bem interessante o carro e as análises, mas tenho uma dúvida técnica: Como fica esse freio de mão ‘eletrônico’ se a bateria descarregar? É possível liberar ou travar o sistema de alguma outra maneira?

    • João Carlos

      Boa pergunta. No 3008 tem um dispositivo (debaixo do banco) que apenas destrava manualmente.

  • GFonseca

    Me desculpem pela pergunta besta, mas vamos lá: Como funciona esse cinto de 3 pontos do passageiro central, “pendurado” no teto? Na foto com o banco rebatido ele não está lá.

    • Lucas

      Se tu clicar com o botão direito sobre a foto do banco traseiro com os 3 cintos e mandar abrir em nova aba/guia ou janela vais ver que há uma pequena fivela na ponta do cinto junto ao acento. E a foto é grande, clicando sobre ela dá para ampliar bem.

    • GFonseca
      Pelo que percebi, o cinto do assento intermediário pode ser solto numa trava no próprio banco e aí é recolhido para o teto. Assim não atrapalha para dobrar o banco todo.

    • Ilbirs

      São dois fechos, um com botão preto e outro com o botão vermelho alaranjado que conhecemos. Na ponta que retraída fica pendurada no teto está a fivela que encaixa no fecho de botão preto. Encaixando-se essa fivela, é só passar o cinto como se fosse um de três pontos convencional e encaixar a outra fivela no fecho convencional. De minha parte, preferiria um cinto que fosse ancorado no encosto do banco e fosse posto como um suspensório, pois não gera ponto cego no retrovisor, mas tudo bem, é só usar o tal cinto central desafivelado se não estiver ninguém usando aquele lugar.

      • REAL POWER

        O Scénic tem o mesmo sistema de cinto, e não atrapalha em nada. Sem uso, deixa ele recolhido, com passageiro usando, a visão para trás já fica comprometida pelo próprio passageiro. Então nada a reclamar desse sistema.

  • Matheus_Ulisses_P

    Apesar de ter achado o design da dianteira meio carregado, a Ford terá que sambar pra continuar vendendo seu EcoSport!

  • Marcelo Altomare Carreiro

    Parecem detalhes bobos, mas faltaram os faróis de dupla parábola e o descansa-braço no banco traseiro…de resto, um Honda…bom, mas $$$$

    • Ilbirs

      Falando em faróis biparábola….

      http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Honda_VEZEL_HYBRID_X_L_Package_(RU3)_front.JPG

      Sim, é algo que o Vezel tem, mas o HR-V (e aqui independentemente de ser o brasileiro ou o mexicano), não. E observe-se que são faróis biparábola com projetor.

      • VeeDub

        luz de LED….

        off topic… como faco para colar fotos desta forma

        • Lorenzo Frigerio

          Arraste e solte a foto sobre o comentário que você está escrevendo.

        • Ilbirs

          É só pôr o link que o sistema do Disqus já dá conta. É extremamente simples, mas é preciso tomar o cuidado de deixar o link em uma linha só dele.

  • Eduardo Silva

    Melhor coisa é se conformar e seguir a corrente. Tenho um carro manual hoje que pelo jeito nunca vou conseguir vender. E ainda tive que esperar mais de um mês a versão manual estar disponível.

    Vi o HR-V na concessionária e gostei, porte de carrão, não parece jipinho de frustrado. Desempenho também tanto faz, radares pipocando por todas as estradas do país, radares burros que só fazem desgastar peças ao sair rápido e ter que parar rápido também. O negócio é comprar logo a versão top para pegar tela de 7″. É o que conta hoje.

    Por esse preço concerteza o vendedor já consegue até lacrar o carro com insulfilm.

    • Marques Goron

      Não parece jipinho de frustrado, telinha de 7 polegas, “lacrado” no filme.
      Mentalidade de brasileiro é muito chulé… Concerteza

      • Eduardo Silva

        Interpretação também. Esqueci de escrever “cinismo mode on” antes do texto.

        • CorsarioViajante

          É que seu comentário não pareceu cinismo, visto que representa o que grande parte das pessoas realmente pensa e usa como justificativa.

        • Domingos

          Faltou mesmo. Você escreveu com tanta perfeição e naturalidade o pensamento brasilóide que a gente nem percebeu que era cinismo. Sério mesmo!

        • Eduardo Silva

          Valeu gente, mas era mesmo. Navego no site diariamente há tempo suficiente para saber como é a cabecinha do povo que gosta de saco de lixo, de ligar farol de milha para ficar lindão, que o Bob gosta de conta-giros do lado esquerdo e sempre fala se o carro tem faixa degradê ou não, que o AK é da roça, que o MAO é um apaixonado por velhinhos mas ama os novinhos, que o MR. Car é comentarista diário, tem um Logan e adora interior claro, que o Lorenzo Frigério já atingiu o limite da paciência do Bob, que a Nora é muito muito legal o e por aí vai. Meu carro não tem insulfilm, o vendedor me entregou como “surpresa” e pedi para tirar. Acho que meu carro é um dos mais pragmáticos em termos de direção, é um Lancer MT, que entrega tudo de excelente para condução e nenhum mimo para a patroa. Em São Paulo e no Rio acho que assaltantes estão escolhendo os carros “lacrados” para praticar sequestros relâmpagos porque nem a polícia vê o que acontece dentro.

    • Ilbirs

      Uma opção é o 2008 THP, que terá preço de HR-V LX CVT, mas vem com acabamento talvez melhor que o do EXL e transmissão manual de seis marchas (ainda que daqui a seis meses também tenha a opção da mesma Aisin que equipa 408 e C4 Lounge).

  • Leo Cordeiro

    Excelente avaliação,com boas impressões iniciais,imparcial,fazendo uma análise seguindo a lógica do mercado atual.
    Li hoje que já existe fila de espera pelo carro,o que confirma a impressão do avaliador quanto à boa procura pelo modelo.
    Tendo tração apenas dianteira,ainda assim,acredito que a chance de liderança está mais para o HRV que Renegade e companhia!

  • Wagner Bonfim

    Não sou muito fã desses hatches elevados, principalmente desses que só são isso mesmo: mais altos e sem nenhuma aptidão fora-de-estrada; mas se o HR-V repetir a qualidade, resistência e baixíssima manutenção do CR-V, deve ter sucesso. Vejo alguns CR-V rodando desde 2000 como se ainda fossem novos!

    Nesse último final de semana parece que as lojas da Honda já bombaram …

  • BlueGopher

    Acho que não sou politicamente correto.
    Câmbio CVT, apesar de suas boas características, não faz a minha cabeça.
    Abriria mão com prazer de um pouquinho de economia de combustível pela sensação auditiva mais “automobilística” de outro tipo de câmbio automático mais tradicional.
    E, pena, pelo jeito o câmbio manual é só para figurar em catálogo.

    • BlueGopher
      Concordo com você e acho que a Honda poderia disponibilizar o cambio mecânico também em versões mais topo de linha. Mas, deve ter alguma ligação com o o programa de etiquetagem. O CVT dá um consumo melhor que se estende para linha toda do HR-V. Não tenho certeza disso, mas acho que é por aí

    • Domingos

      O CVT é estranho… Tem carro que casa super bem (1º Fit era assim…) e tem carro que parece que fica insuportável com ele.

      Sinceramente, deveriam colocar só onde há um casamento perfeito mesmo. Dá vontade de não comprar o carro só por ele quando tem funcionamento irritante…

  • DO CONTRA

    Vi o bicho aqui numa concessionária do Rio. Não que eu fosse lá para isto. Mas vi e fui conferir. Apertado ( como todos os outros), posição bem desconfortável para dirigir para mim e pelos números de consumo, bebe muito! Meu Accord V6 faz 12 km/l na estrada e 7 a 8 aqui na cidade. prova que carro flex, em matéria de consumo, é uma droga. Aliás, no Brasil a ecologia, como tudo o mais, funciona as avessas! Se querem economizar, GASTAM! Um abuso e um absurdo. Fato é que ninguém confia no governo e ninguém é louco de comprar um carro movido só a álcool. Quem já teve sabe do que estou falando. Cadê a economia? Em nome de uma pseudo opção de escolha de combustíveis, toda frota nacional é flex, bebendo mais e avacalhando com qualquer apelo ecológico ou de economia que se queira atingir. E os tempos mudaram mesmo….Um motor 2.0 levar um carro destes, estranho e desengonçado, alto, com estes peneus vitaminados e aptos a crateras lunares, a 190 km hora virou pouca coisa. Ainda não me sai da memória o tempo que a barreira dos 200 km/hora era marca invejável e obtida por poucos no mundo….

    • DO CONTRA
      Não sei se você reparou, mas os consumos citados foram com álcool. Com gasolina com certeza o HR-V bate seu Accord em consumo. Quanto ao conforto, andamos com quatro pessoas e o carro se mostrou bem confortável e espaçoso.

      • Danilo Grespan

        Se não me engano, 14 km/l com gasolina.

  • Ilbirs

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2D8A0042b-500×333.jpg

    Pra variar, ausência de pintura no cofre. Isso virou fetiche da Honda brasileira nos derivados do Fit. Outro fetiche nos derivados do Fit: a ausência de palhetas flat-blade. Para ficar mais chato ainda, que se veja o cofre do HR-V mexicano:

    http://image.automobilemag.com/f/79009844+w1000+h667+q80+re0/2016-honda-hr-v-engine.jpg

    Sim, como veem, pintadinho e a foto inclusive permite ver as palhetas flat-blade que também nos foram sonegadas.

    • Lipe

      Inacreditável o “downgrade” de palhetas.

      • Roberto Mazza

        Keyless também ficou de fora. Teto solar idem…

    • IIbirs. Concordo nos dois pontos. A diferença de custo é ridicula, tanto quanto a tinta como para as palhetas.

      • Ilbirs

        Temos o conhecido exemplo do Etios, que passou a ter cofre pintado no ano-modelo 2014 sem que isso alterasse muito o preço.

        • VeeDub

          Tem total razão Ilbirs…. chato este downgrade… ao menos, no Honda o aço mais resistente esta la… imagina em outros carros de outras marcas.

          • Ilbirs

            Que o aço usado pela Honda é bom, isso já ocorre há muitos anos. É uma chapa mais fina que a média, mas muito resistente e com proteção tão boa contra corrosão que mesmo carros com ralados de tirar camadas fundas de pintura não apresentam pontos de ferrugem significativos.

          • Domingos

            Todos os japoneses usam essa chapa super fina e ao mesmo tempo resistente, que também é mais leve.

            Eu sou um pouco desconfiado dessa chapa por saber que entorta muito fácil em colisões, aumentando o trabalho de funilaria, além do que ela sem a pintura tem uma tendência a enferrujar fácil sim se exposta ao tempo – falo por experiência.

            Na minha observação a melhor chapa é dos carros europeus de verdade. Um pouco mais grossa, muitas vezes não requer trabalho de funilaria para pequenas colisões, bastando pintar ou arrumar exclusivamente a peça afetada.

            Além disso, a resistência à ferrugem é fenomenal mesmo sem a pintura ou bem amassada/danificada.

          • Roberto Alvarenga

            A porta traseira do meu Civic foi batida de leve por outro carro num estacionamento de shopping e a lataria amassou bastante. Meu funileiro disse que o estrago foi grande justamente por conta desta chapa fina. Mas o duro mesmo foi acertar a cor da pintura da porta (meu Civic é verde escuro, não encontrei a tinta desta cor nem nas concessionárias Honda, só fui achar num distribuidor de tintas em Santo André).

    • Luiz Goltz

      Eu tenho um FIT EXL com dois anos de uso e nunca vi o motor… Acho que a Honda sabe que o usuário típico de seus carros quer que tudo funcione bem e basta.

      • Ilbirs

        Aqui não estamos falando só de estética, mas também de proteção à chapa e propensão a acumular sujeira. Ao deixar o cofre no primer, não só você tem uma camada a menos do que se houvesse pintura como também a superfície do cofre fica mais áspera e, portanto, propensa a ser mais aderente a diversos tipos de detrito.
        E, como você pôde ver pelas fotos, a Honda está considerando brasileiros na mesma categoria do chimpanzé e do gorila, enquanto considera americanos e japoneses perfeitos integrantes da espécie Homo sapiens e merecedores de cofre pintado e palhetas flat-blade. Aliás, cidadãos do Sri Lanka estão sendo considerados como Homo sapiens em comparação aos brasileiros, pois recebem o Vezel japa com o cofre pintado e as tais palhetas melhores:

        http://www.carsaleinsrilanka.com/wp-content/uploads/2014/09/HONDA-VEZEL-SRI-LANKA-ENGINE.jpeg

      • VeeDub

        Luiz Goltz… os outros mundo afora tambem nao ficam vendo o motor, mas o bom acabamento do cofre esta la

      • Victor

        Concordo Luiz Goltz. Isso é totalmente desnecessário. O fundo do carro também não é pintado e ninguém reclama quando levantam o carro pra trocar o óleo e olham embaixo……

      • ccn1410

        E você não acompanha a troca de óleo?

      • Eurico Junior

        A questão é outra, vender um produto de acabamento inferior em relação ao vendido no resto do mundo. E isso me incomoda demais.

    • Davi Reis

      A pintura base do capô fica feia, mas o que me incomoda mais é realmente o uso das palhetas com armação de metal. Pelos céus, que tipo de economia estúpida é essa?

    • ccn1410

      Sinceramente, eu dispenso a pintura do cofre.

      • Ilbirs

        Dispensa com isso mais uma camada de proteção à chapa e deixa essa região mais áspera que o resto da carroceria, além de levar para casa um HR-V/Vezel inferior àquele que norte-americanos e japoneses levariam para seus lares, pois os de lá têm cofres pintados.

    • VeeDub
    • VeeDub
  • Roberto Alvarenga

    Não gosto muito do Fit, nem do City, e não gostei do HRV. São carros que mesmo nas versões “top” ficam no meio do caminho… entre o “pelado” e o completo em termos de equipamentos, entre desempenho e economia (com honrosa exceção ao Fit manual, que dessa família de carros seria a minha escolha), entre bom acabamento (com direito a detalhes primorosos, como o ar “touch screen” e os encaixes perfeitos das peças do painel) e “sinais de pobreza” (botões falsos mesmo nas versões top, tecido esquisito nas portas, falta de forração em alguns lugares)… esse câmbio CVT não me agrada também, e o acerto de suspensão tanto do City como do Fit carece de um pouco mais de firmeza (esperamos que o HRV, por ser um SUV, tenha um acerto diferente). Honda, pro meu gosto, é Civic ou Accord.

    • Roberto, também não gosto do CVT, mas como eu disse, vamos ter de conviver com ele. No HR-V, em pilotagem normal, vai bem. Para dirigir rápido é estranho, parece embreagem patinando. Quanto a suspensão ela é bem firme, mais que a do Fit.

      • Roberto Mazza

        Obrigado Josias, resumo perfeito.

      • Roberto Alvarenga

        Obrigado, Josias!! Concordo com você. Bom que a Honda acertou a suspensão pro HRV!

      • ccn1410

        Conviver com ele, o câmbio CVT, não é viver com ele. Carro que só tem essa opção não entra em minha garagem, e se um dia não fabricarem mais carros com câmbio manual, ficarei com o meu antigo até o fim dos meus dias.
        Obs.: Exceto, é claro, se um dia alguma deficiência física me impedir de utilizar o câmbio manual, mas aí, eu opto por um automático.

    • Roberto Mazza

      Comandos do ar em modo touch considero bobagem, pois um botão físico é muito mais fácil e rápido de tatear.

      • CorsarioViajante

        Aliás, de forma geral, botões touch screen em carros não costumam ser boa idéia.

        • Danilo Grespan

          Gosto muito de tecnologia, mas quando falamos de comando nos carros, alavancas e botoes dão muito melhores. Comando de voz e touch é coisa de smartphone e tablet.

        • Domingos

          Acho a mesma coisa. Aliás, o botão giratório ainda é a melhor coisa.

      • Roberto Alvarenga

        Pode ser, xará! Mas não dá pra não notar que o touch da Honda denota uma solução “caprichada”. Em tempos em que a molecada já nasce passando o dedo em tela de celular, pode ser uma antevisão do que teremos no futuro em nossos carros…

      • Ilbirs

        Também acho besteira das boas. A Honda poderia, isso sim, preocupar-se em comandos de botão facilmente decoráveis e sobre os quais se passa a mão sem olhar, bem como poderia se preocupar em fazer retornar boas soluções do passado, como o ventilador de sete velocidades que se via no Civic de sétima geração:

        http://www.webkozzer.com/site/wp-content/uploads/2012/05/1.jpg

        Outros Hondas também tinham essa solução, como o primeiro CR-V:

        http://images.gtcarlot.com/pictures/38118526.jpg

        http://www.crvownersclub.com/forums/attachments/maintenance-service/7141d1343353634-2002-center-dashboard-removal-crv-dash.jpg

        Não vou saber sobre o CR-V, mas esse ventilador de múltiplas velocidades e regulagem de vento bem gradual (em vez das clássicas quatro velocidades em que se opta por brisa, ventinho, ventania e tornado) estava presente mesmo no Civic mais simples e é extremamente mais útil do que comandos de ventilação sensíveis ao toque (ainda que os aparelhos de ar-condicionado eletrônicos tenham mais velocidades de ventilador que os convencionais, como se pode ver nos HR-Vs básicos e seus ventiladores com apenas quatro velocidades.
        Mais útil que esse ventilador do Civic, pelo que me lembre, só o da linha Opala, que tinha um dimmer infinitamente variável entre a menor e a maior velocidade possíveis, ainda que o ventilador em si fosse bem ruidoso:

        http://mlb-s1-p.mlstatic.com/3745-MLB4861559752_082013-O.jpg

    • Domingos

      A Honda tinha acertado bem com os Fits anteriores. Agora eu também sou da opinião que Honda é Civic e Toyota é Corolla – o que faz as marcas bem limitadas em opções…

      • Roberto Alvarenga

        O Fit de primeira geração era um belo carrinho urbano (especialmente na versão de entrada,1.4 com câmbio manual). Era econômico, espaçoso e entregava bom desempenho. Na segunda geração caiu um pouco em economia e desempenho e a calibragem da suspensão piorou, mas ganhou espaço interno. Nessa atual, manteve o espaço interno, mas perdeu mais ainda em desempenho com o câmbio CVT (que equipa a maioria dos Fits disponíveis nas revendas). Pra mim, ficou chato…

  • Lorenzo Frigerio

    Qual a diferença do HRV para o CRV? O primeiro substitui o segundo?

    • Roberto Mazza

      Pense que um é hatch médio e o outro uma perua. Resolveu?

      • Lorenzo Frigerio

        Qual é o hatch médio e qual é a perua nesse caso? O HRV é menor ou maior que o CRV? O que um tem que o outro não tem? Para mim parecem o mesmo carro, SUV de porte menor.

        • Nelson C

          O povo responde de forma tão pernóstica que acaba não explicando nada. O HR-V é menor em porte, motor e preço quando comparado ao CR-V, Lorenzo. É como se o HR-V fosse o irmão menor, e o CR-V o irmão maior.

        • Roberto Mazza

          Vale lembrar que o CRV desde 2012 tem problemas de limite de cotas de importação do México por isso é um carro muito irregular nas concessionárias (não está disponível agora por exemplo, só em Maio). E no meio do ano virá com facelift e câmbio CVT (mas se for pelo padrão mexicano e norte-americano será SEM as borboletas no volante).

          • Ilbirs

            Eu especularia que, após a liberação da capacidade da fábrica de Sumaré ao transferirem Fit e derivados para Itirapina, possamos ter um CR-V nacional na próxima geração, uma vez que a base é a mesma do Civic e a próxima geração desses dois veículos e também o Accord serão feitos sobre uma espécie de “MQB da Honda”.

        • Roberto Alvarenga

          O CRV é maior e mais caro. O motor também é diferente, apesar de ser da mesma família (o CRV vem com o 2.0 i-vtec, o HRV com o 1.8 i-vtec). O CRV tem a opção de vir com tração 4×4, o HRV não. O CRV seria um SUV mais do porte de um RAV4, ou de um Sportage. Já o HRV tem um porte mais parecido com o de uma Ecosport. Os dois são bem sem graça, na minha opinião.

    • Ilbirs

      O HR-V está para a Honda como o EcoSport está para a Ford, bastando mudar o nome dos veículos para CR-V e Kuga/Escape para se ter a relação hierárquica apenas alterada em tamanho.

  • Boni

    1% do mix para a versão manual? Seria melhor não oferecer, não? Chega a ser estranho.

    Mas, a Honda deve ter pesquisado bastante para chegar nesse consenso. Uma pena, pois o Civic 1,8-L com esse câmbio é uma delícia de guiar.

    • Domingos

      É, a Honda não dava dessas. Versão disponível era versão vendida, não havia “versão para inglês ver” e nem versão de catálogo. Está um momento difícil para quem gosta de carro…

      • Roberto Alvarenga

        Carro da Honda 0km com câmbio manual é mosca branca hoje em dia… uma pena. Sou um felicíssimo proprietário de um Civic manual.

        • Domingos

          O pior é que tem poucos carros nacionais acessíveis – e mesmo importados – mais gostosos de dirigir que um Civic manual.

          As duas últimas gerações são um show nisso, deliciosas mesmo. Os automáticos são bem legais também, mas o manual dá aquela vontade de ter/dirigir o carro.

          Mas mesmo as primeiras a aparecerem aqui eram muito boas também.

          Os manuais da Honda são muito bons. O Fit também é muito bom manual, por exemplo.

      • Ilbirs

        Na concessionária em que dei uma passada nesta quarta-feira, havia um HR-V manual exposto no showroom, pertinho da parte de acessórios originais da fábrica (quase como se falasse que valeria a pena dar uma equipadinha nele antes de sair da loja). De minha parte, montaria apenas as rodas de liga leve nele, ainda que adorasse que a Honda voltasse a exibir as rodas de ferro de seus carros como fazia com nas duas primeiras gerações do CR-V:

        http://images.gtcarlot.com/pictures/48286917.jpg

        http://images.gtcarlot.com/pictures/25716711.jpg

    • Ilbirs

      Também achei interessante a transmissão manual de seis marchas. A única ressalva que faço é a ré estar imediatamente ao lado da sexta e não haver anel de trava (só trava interna) para acioná-la. Isso acabou fazendo o H básico das seis marchas ficar com os canais da quinta e da sexta muito próximos dos de terceira e quarta, podendo gerar confusão e obrigando o motorista a ter uma boa prática, algo que não é necessário quando se dirige, por exemplo, um Fluence ou um Sentra igualmente dotados de seis marchas manuais, pois a transmissão da Renault-Nissan tem a ré ao lado da primeira e com anel de trava, deixando os canais das seis marchas mais espaçados:

      http://imguol.com/c/entretenimento/2013/12/23/nissan-sentra-s-mt-2014-1387764744695_956x500.png

      É meio tradição da Honda ter travas internas para evitar engate acidental da ré, mas esse tipo de dispositivo funciona melhor com um H de engate de marchas mais espaçado e com menos marchas (até cinco no máximo, por não haver uma sexta e uma ré engatadas para baixo e próximas entre si). Para além de cinco marchas, considero que vá melhor mesmo um anel acionável e a ré ao lado da primeira.

  • Lipe
    O problema do simulador de marchas é o de sempre: custo. Assim, numa versão menos cara ele foi suprimido.

    • Christian Govastki

      Permita-me discordar, mas as simulações de marcha num CVT só servem para atrapalhar.

      O que admiro neste câmbio é justamente a linearidade do funcionamento do conjunto mecânico.

      Estas simulações apenas por pausas na progressão das relações são algumas linhas a mais de programação da central eletrônica, se houver custo, é marginal.

  • Viajante
    Do jeito que está a economia, logo pode aparecer até SUV com motor três cilindros. E com a tendência de downsizing mundial, o V6 pode se tornar cada vez mais raro. Mas é uma pena. Sinal dos tempos, como o rodízio par ou impar em Paris.

  • Félix

    Acho que esse carro vai roubar vendas até do Civic e do Corolla. Fui conhecer e o perfil do público me pareceu o mesmo (meia-idade como eu…hehe)

  • Lucas

    Eu torço o nariz para qualquer carro com mais de 1,5 metro de altura.

  • Domingos

    Legal ele ser um Fitão, pois assim o espaço junto com os bancos rebatíveis em várias maneiras deve ser mesmo enorme. Legal manterem essa função, pois ao menos torna o “SUV” útil.

    Mas é mais um modelo que me faz esperar por melhores lançamentos aos entusiastas. Essa década está ficando bem ruim, nenhum lançamento tem me interessado em qualquer forma – desing, câmbio, motorização, estilo de dirigir etc.

  • Piero Lourenço

    Vamos ver os plásticos… o Civic de 80 mil o painel é de plástico… esse é tb ?

    • Félix

      Tem uma faixa de material macio no painel. Mas a maior parte é plastico. Mas me pareceu ok o acabamento

      • Ilbirs

        O acabamento interno me pareceu bom em seu geral. O que não gostei mesmo foi o tal lance de deixarem o cofre no primer, significando que essa área está com menos camadas de proteção que o resto da carroceria do veículo.

      • Thales Sobral

        Vi um na concessionária, acabamento legal, nada de vagabundagem. O preço é alto, mas falar isso é chover no molhado.

    • Roberto Mazza

      Sim, mas na versão top parte do console é revestida com couro, se não estou enganado.

      • Roberto Alvarenga

        Os plásticos do Civic são agradáveis ao toque. Diferentemente do que ocorre no Fit (e a HRV “herda” o estilo do Fit, então…).

      • Fernando Miranda

        Todas as versões possuem painel parcialmente revestido em couro!

    • R.

      Ja entrei no carro..
      O painel é plastico, mas de ótima quelidade, muito bem feito .
      O acabamento geral do carro é muito bom , melhor do que eu imaginava vendo as fotos.
      Vale conhecer.

  • Viajante das orbitais

    Falando realisticamente, esse carro vai ser um super sucesso. E pelo que vejo vai superar mesmo Ecosport e Duster.
    São novos tempos. O Type R será turbo e o NSX será híbrido.

    • Domingos

      Ô tempinho chato. No meu próximo carro já estou até pensando em comprar uma réplica. Só injeção eletrônica e o básico para mim já está ótimo.

  • Ilbirs

    Por ora o HR-V daqui está igual ao de especificação norte-americana no que tange à ausência de versão com tração integral, mas temos de lembrar que há essa possibilidade na plataforma:

    http://www.honda.co.jp/VEZEL/webcatalog/performance/image/s01_photo02.jpg

    Se considerarmos o balde de água fria que foi saber dos preços do Renegade 2.0 Multijet e a certa demanda que há pelas versões com tração integral de EcoSport e Duster, seria mais uma opção para o SUV em questão espelhar-se ainda mais no que já existe no mercado há muito tempo, podendo nessa até fazer a inédita conciliação de CVT e quatro rodas que tracionam. E, como podem observar, é mais um que quebra o tabu de que eixo de torção não pode ser motriz (coisa de que sabemos desde o Suzuki SX4 e que já foi estendido ao Fit japa, aos kei-jidoshas N da mesma Honda e a atual geração do Panda 4X4).
    Outra coisa que estranho: como é que chegaram aos 437 l declarados no Brasil? Pergunto isso porque a capacidade declarada no Japão é menor e fica ainda mais forte a impressão de que vale mais a pena um Fit mesmo:

    http://www.honda.co.jp/VEZEL/webcatalog/interior/image/lgg_photo01_3.jpg

    • Domingos

      Pra que tração nas 4 se ninguém mesmo vai comprar? Na EcoSport acho que vi umas 4 ou 5 em toda minha vida e isso porque a Ford fez bastante promoção dela no final da vida do modelo – antes disso tinha visto umas 2.

      O carro é para quem quer porque quer uma SUV, mesmo com o Fit sendo extremamente espaçoso e versátil – e já tendo um formado monovolume/peruinha.

      O SX4 cumpre melhor essa tarefa de pequeno 4×4 e tem compradores em número suficiente.

      • Ilbirs

        Pelo que já vi, o Duster 4WD vende proporcionalmente mais no total das vendas do modelo do que ocorre no EcoSport. No caso específico do HR-V, poderia ser mais uma vantagem agregada a quem pega estradas de terra com certa regularidade ou mesmo é mais entusiasta, uma vez que ganharia em comportamento nas curvas, ainda mais levando em conta o centro de gravidade mais elevado.
        Sempre me lembro de uma vez que dirigi uma Frontier em estrada sinuosa em dia de chuva. Lembrei-me que a tração nas quatro rodas pode ser acionada a até 100 km/h e fiz isso, até como forma de deixar o bichão no prumo em estrada perigosa. Com o 4X4 acionado e a tal situação de chuva, o veículo passava a devorar as curvas com farofa, de tão bem assentado que ficava. Nada de frente dançando, nada de rabeadas e controle muito previsível. Logo, a fábrica estava prevendo que o sistema de tração também pudesse ser usado para dar mais segurança ao veículo em asfalto molhado.

        Logo, esse modelo com tração integral, que por ora só existe quando se chama Vezel e quando HR-V só tem mesmo tração na frente, poderia ser algo interessante em se considerando não só que no Brasil temos versões com tração integral de Duster e Eco, mas nos Estados Unidos também temos versões com tração integral de Buick Encore/Chevrolet Trax e também do Renegade (que lá tem tração integral tanto para a transmissão manual de seis marchas, conciliada ao motor 1.4 Multiair turbo, quanto para a automática de nove marchas, conciliada ao 2.4 Tigershark). Quem sabe quando a fabricação for para Itirapina tenhamos essa opção, uma vez que haveria mais capacidade fabril livre.

        • Domingos

          Bom, eu concordo, inclusive gosto bastante de carros com tração integral.

          Só que o Duster tem um outro perfil. Ele é uma SUV mesmo, embora modernizado e “eficiente”. E o comprador dele, vendo a proposta bem de SUV mesmo, acaba se interessando na interessante opção do 4×4.

          Mesmo na Europa ele conquista muitas vendas assim.

          O HRV já veio e é enxergado como “utilitário urbano” mesmo. Ou seja…

          Bem provável que seu comprador médio nem saiba direito o que é tração nas 4.

      • Fernando Miranda

        É provável que o HR-V capte clientes do Fit não curtem a suspensão um pouco dura e a pouca altura do solo!

    • Christian Govastki

      Modo Ironic ON – o litro japonês é maior que o litro brasileiro…

    • visitor

      Na foto em que está “393L”, embaixo está escrito “versão híbrida FF”. Talvez por isso a menor litragem…

      • Ilbirs

        É isso mesmo. Fui consultar dados do Vezel normal e a capacidade que os japoneses divulgam é de 435 l independente de a versão ser de tração em duas ou quatro rodas. Pode ser que os 437 l da especificação brasileira se devam a alguma peça de acabamento no porta-malas que tenha desenho diferente e acabe liberando mais uma garrafa de Coca-Cola tamanho família.

  • Domingos

    Será que agora voltaremos a ter Civic e Corolla com preços melhores e câmbio manual em larga oferta, então?

    Quem sabe teremos novamente os hatches deles! Praticidade e confiabilidade!

    • Félix

      Também gostaria de mais opções com cambio manual nos sedãs!

      • Domingos

        Pois é, está faltando. Até carros como o Focus, com outro enfoque de vendas, já só possuem manual ou na versão básica com motor menor ou nem possuem mais.

        Faz toda a diferença em diversão e prazer esses sedans com bom motor possuírem um bom câmbio manual.

    • CorsarioViajante

      Sem dúvida faz muita falta um hatch na linha deles. Já ouvi dizer que não fazem hatches porque tiraria a “aura de exclusividade” do sedã… Será possível?

      • Ilbirs

        Possível só mesmo se for na cabeça desse pessoal. Cruze e Focus sempre tiveram ambas as carrocerias e estão bem em vendas nas duas.

        • Domingos

          Mas aparentemente isso tem uma diferença psicológica importante sim, IIbirs, diferença essa que a Honda e Toyota usariam para maximizar as vendas e a imagem de carro de categoria superior – o que aumentaria a possibilidade de lucros também.

          Quando um carro tem versão hatch, para o brasileiro médio acaba sendo como se o sedan fosse um “carro melhorzinho vindo de um carro mais básico”.

          Infelizmente essa associação nada a ver tem espaço na cabeça de grande parte do consumidor brasileiro.

          Um carro que tenha só versão sedan acaba passando de “carro maior, melhor e mais caro”.

      • Domingos

        Olha, eles usam essa desculpa há muito tempo. Ou, pelo menos, é o que rola entre os bastidores.

        Sei que já li essa questão de não querer associar o hatch ao sedan e ter exclusividade no sedan há muitos anos, porém não eram palavras oficialmente admitidas. Acredito que seja verdade sim, além do que os japoneses gostam de trabalhar com o mínimo de modelos necessários.

        Com a subida dos SUV novamente, vai que eles viram o “carro principal” e aí ficam liberados de fazer a versão hatch de Civic e Corolla…

  • Domingos

    Achei isso de uma enrolação fantástica em todo modelo que dirigi com essa simulação, sendo o Corolla o melhorzinho.

    As marchas parecem que ficam “repetindo” o tempo todo. Se bobear até piora a sensação.

  • Domingos

    Eu acho que o Brasil merecia asfalto decente, pois nas nossas grandes e médias cidades não há a menor necessidade ou qualidade num SUV a não ser “enfrentar buracos”.

    A maioria das pequenas cidades nossas é bem plana também…

    Acho que merecíamos mesmo é um sedan V6, como tivemos o L6 com o Omega. Com o preço dos nossos “carros referência” (Civic e Corolla), poderíamos e mereceríamos ter carros NACIONAIS assim – ao menos nas versões de topo.

    Infelizmente esses carros também começam a sumir lá fora, de forma que só sobram tração dianteira ou então coisas muito maiores e mais caras…

  • Ilbirs

    Se quiser namorar dentro do HR-V então, vai ter de ir para o banco de trás ou porta-malas.

    Talvez a Honda brasileira não tenha divulgado a possibilidade de um modo Refresh como o existente no mesmo Fit que ela fabrica, mas ele pode estar escondido. Veja esta foto aqui:

    http://cdn.klimg.com/otosia.com/resized/475x/p/bank/2014/12/09/inilah-inovasi-ultra-seat-yang-dimiliki-honda-hr-v-e6a0e7.jpg

    Que se veja este vídeo da Honda indonésia sobre o HR-V, já no ponto:

    https://youtu.be/gNWFpzsKe_0?t=313

    Pode ser que essa função tenha ficado meio como “ovo de Páscoa”, que poucas pessoas descobrem (exemplo simples: muita gente que tem Ka da geração passada com vidro elétrico não sabe que eles sobem sozinhos com o controle remoto se você simplesmente mantiver o botão do alarme apertado por mais tempo). Observe-se que os bancos dianteiros do HR-V daqui não parecem ser diferentes daqueles do indonésio, o que me faz crer que dá sim para fazer uma cama na especificação brasileira. Quando o Autoentusiastas estiver fazendo uma avaliação mais aprofundada do HR-V, tentem fazer isso que está no vídeo indonésio. Só fica mesmo o problema do console alto incomodando.

    Talvez nessa o SUVzinho em questão possa se tornar não só algo útil para aqueles momentos sonorizáveis por “Let’s Get It On” (Marvin Gaye) como também seria estacionável em um camping e faria as vezes de uma barraca, fora ser companheiro de longas viagens baratas, nas quais se usa parada de descanso de caminhoneiro em vez de hotel de beira de estrada.

    • Ilbirs

      Hoje vi o HR-V em uma concessionária. Certifico e dou fé que a posição Refresh existe no sistema de rebatimento da versão brasileira, apenas estando oculta. Resolvi reclinar o banco do motorista para ver a até que ponto ele chega e digo que o encosto fica horizontal, bastando tirar o encosto de cabeça e dar uma levantadinha no assento traseiro para que forme o que já é divulgado pela Honda da Indonésia.
      Sugerirei ao pessoal do Autoentusiastas que, ao fazer um “No Uso” do HR-V achem esse tal Refresh do brasileiro que aparementemente foi deixado oculto do consumidor local, em que pese ser amplamente divulgado no Fit de terceira geração.

    • CorsarioViajante

      Mundo louco em que um cara que tem 100.000 para pagar num carro faz viagens baratas dormindo em descanso de caminhoneiro e camping! rs

      • Ilbirs

        Nos Estados Unidos provavelmente vai ter quem faça isso, uma vez que é carro peba para padrões de lá acostumados a CR-Vs e Pilots. Também não forma a cama que formava o extinto Element:

        http://www.thetruthaboutcars.com/wp-content/uploads/2007/05/2007_element_ex_106.jpg

        Já aqui no Brasil, seria mais mesmo aquele cara adepto de viagens rústicas para fazer isso ou então alguém que esteja fazendo uma viagem longa que dure alguns dias e use a parada de caminhoneiro como forma de não ter de entrar no perímetro urbano de uma cidade e evitar trajeto desnecessário.
        Em tempos, adoraria ver Hondas atuais tão loucos quanto o Element ou a minivan Edix/FR-V:

        http://www.creditauto.com.ua/Honda/HondaFR-Vminiven3.jpg

        E isso porque ambos foram feitos sobre uma plataforma que em tese não favoreceria o aproveitamento de espaço em um nível como o de um Fit (esses dois veículos usavam a base do Civic de sétima geração).

      • Domingos

        Quando bate o cansaço… E se a viagem não for tão longa às vezes é mais prático mesmo.

        Se for levar 1 dia de viagem, por exemplo, e a pessoa já vai se hospedar assim que chegar, tirar um cochilo de umas 4 horas assim é bom!

    • Domingos

      Olha, para dormir deve ser bom, pois tem bastante espaço (se apoia a cabeça no banco traseiro), mas namorar em carro é uma das coisas mais chatas que tem…

      É mais fácil namorar em pé!

    • Alfredo Massaranduba

      Uma coisa que sempre me intrigou, todos os carros “globais” fabricados no Brasil são inferiores em acabamento e acessórios/opcionais que os fabricados no exterior. Um singelo exemplo é o EcoSport que no exterior vem com o moderníssimo motor EcoBoost e no Brasil, não.

      • Ilbirs

        Vi o HR-V de perto e digo que ele está vendendo mais pela marca que está na grade do que por seu conjunto. Suas frestas de carroceria são pequenas, é verdade, mas maiores que as de um Renegade e maiores ainda que as de um 2008 (aliás, a fábrica de Porto Real está de parabéns na qualidade construtiva de seus veículos, pois o 208 também tem frestas minúsculas).
        O SUV da Honda, em sua especificação brasileira, também perde em qualidade geral para os HR-Vs e Vezels do exterior, tendo o cofre sem pintura (logo, menos uma camada protetora, mais aspereza para acumular sujeira e uma estética de que o carro tinha outra cor original de fábrica e foi repintado de maneira malfeita), palhetas convencionais em vez de flat-blade e outros detalhes em que Hondas mais antigos não pecariam, como uma alavanca de trava de capô que parece que vai se soltar na mão de quem a manuseia, tamanha a impressão de fragilidade gerada. E tudo isso porque estamos falando de um veículo que custa o preço de um Civic, que com certeza é mais bem construído.

  • FredBarros

    A minha dúvida:
    O HR-V topo de linha custa o mesmo que o Civic topo de linha.
    Qual dos dois vale mais a pena? (considerando que a capacidade fora de estrada do HR-V é quase nula, vamos considerar que os dois serão para andar na cidade e em estrada)

    • Danilo Grespan

      Mesmo não sendo um legitimo off-road, o HR-V tem vão livre um pouco maior, e provaveis angulos de entrada e saída também melhores para escapar de valetas e buracos. Não sei se as medidas de pneu tem maisd boracha no HR-V, outra coisa boa. Só por isso já seria um pouquinho melhor que o CIVIC na estrada de terra batida, com buracos e valetas. E na buraqueira no asfalto também!

    • Roberto Alvarenga

      Eu iria de Civic, sem dúvida!

    • R.

      Eu ficaria com o Civic.
      Um belíssimo sedã que tem muitos atributos que o HR-V nãa tem.
      Suspensào traseira independente, motor 2.0 , melhor aerodinâmica , solidez irrepreensível de carroceira , silencio de rodagem e um acerto dinâmico muitíssimo bom. Lembra a condução de um BMW série 3 , obviamente com um desempenho bem mais modesto (digo com conhecimento de causa).
      Como ponto negativo acho o desenho do Civic já um pouco cansado.
      Agora, o HR-V ficou muito bonito … bonito mesmo. Esta bem acabado . Tem o apelo da novidade ….
      Se você precisar de um carro mais alto e com maior capacidade de porta-malas… vá nele !
      Só não gosto muito do câmbio CVT…..
      Teste os dois e boa sorte !

  • Leonardo Mendes

    Da mesma forma, se o motorista precisar sair pela porta do passageiro, precisará de habilidades circenses para pular o “consolão”.
    3008 fazendo escola… infelizmente.

    • Alfredo Massaranduba

      Mesmo os consoles mais baixos exigem um certo esforço no caso, mas, são ocasiões que só ocorrem em 0,01% dos motoristas.

  • Alfredo

    “ousadia”

  • Newton ( ArkAngel )

    No futuro os carros serão parecidos com os do filme Mad Max…cada vez mais semelhantes a um inseto.

  • Danilo Grespan

    Fui hoje ver o carro, sendo que só vi as versões mais completas, com ar digital, CVT etc. Olha, não sei quanto a dirigir, mas mesmo eu sendo muito fã pela marca Jeep, eu iria de HR-V. A sensação interna é muito boa (eu gosto do console central elevado), bom porta-malas, ótimo espaço para pernas atrás, acabamento excelente. Com relação a tecnologia, que não é fator unânime, também muito avançado. Se for para uso urbano (como acho que o Renegade também será, mesmo 4×4), sim, excelente carro, com pós-venda consagrado, e muitas concessionárias espalhadas por capitais e interior.

  • Rogério Ferreira

    Mais um Hatch “anabolizado” que não oferece nenhuma vantagem adicional ao um Hatch comum. O consumo, entretanto, foi interessante, o que denota, não só um bom trabalho no mapeamento do motor/cambio, mas algum esmero aerodinâmico, já que carros dessa categoria são desastrosos nesse último quesito. A Maior vantagem desse HRV será canibalização do Fit/City e do próprio Civic, e quem sabe, não culmine na redução dos absurdos preços pedidos por eles, nas concessionárias. Quem sabe, para não encalhar na concessionária, um esquecido Fit, pode ser oferecido por o preço de um Fox.

  • marcus lahoz

    Bonito carro.

    Vai vender igual água.

  • Bob Sharp

    Roberto Alvarenga
    Faça uma caridade: explique para o seu funileiro que os carros estão com chapas externas cada vez mais finas para baixar peso.

    • Ilbirs

      Bob, aí é questão de hábito do funileiro. Há caras que gostam de chapas à europeia (mais grossas) justamente por essas permitirem o desamassar de uma maneira mais bruta, enquanto outros já se acostumaram bem com o tipo de chapa dos veículos de projeto japonês.
      Talvez o que tenha ocorrido com o Civic do Roberto Alvarenga seja o fato de o funileiro dele (que imagino ser bom) estar mais acostumado mesmo com as chapas à europeia, maioria em nossa produção até pelo fato de a maioria dos veículos em nossas ruas serem de marcas europeias e isso já ter criado uma cultura inclusive na funilaria.

      Porém, pode ser mesmo que alguém tenha atingido a porta do Civic dele em um ângulo que deformou bem e que não deformaria tanto assim em chapas à europeia. É algo que acontece e que costumo ver em muitas tampas traseiras de Fit de segunda geração (para o que colabora o para-choque muito rente).

  • Orizon Jr

    Seus 437 litros de bagagem impõe uma grande vantagem sobre o Renegade com seus parcos 280 l.

    Isso pode ser decisivo na hora de assinar o cheque.

    Forte Abraço

  • Franklin

    O câmbio é uma decepção. Tenho um Civic 2012 que anda muito mais e olha que eu ainda acho pouco. No mais agrada muito.

  • Fernando Miranda

    Decepção para poucos, alegria para muitos, por não ter tranco e por ser bastante econômico!

  • Alfredo Massaranduba

    Para que não gosta de arrancar fritando pneus, para quem aprecia a economia, conforto e comodidade, o câmbio CVT é o melhor que existe atualmente.