Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 23  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 23

Esse pequenino Fiat é o menor de todos os Fiats. Menor que o Uno e também menor que o Panda, na versão Cult, que tem pára-choques menores. Não é o mais leve, pesa 1.164 kg contra 920 kg da versão mais leve do Uno. Mas tem 167 cv, que lhe garante uma relação peso-potência excelente. Enquanto os 500 “normais” são muito comportadinhos, o 500 Abarth tem uma cara mais marrenta, como todo bom esportivo deve ser.

Não me lembro exatamente de onde tirei essa idéia (talvez já tenha visto em algum lugar), mas esse piccolo potente me remete ao menor super-herói de todos os tempos, e um dos mais simpáticos também, a Formiga Atômica, do Hanna-Barbera (!). Os mais novos, com menos de 40 anos, devem estar boiando, pois a Formiga Atômica já saiu de cena faz muito tempo, possivelmente pela ingenuidade típica dos desenhos animados mais antigos. Eu era apenas um garotinho quando a assistia na TV. Mas ela era uma formiguinha poderosa, forte e dava pau em todos os vilões. 

 

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Uma formiguinha simpática, porém poderosa

O conceito era muito legal. Um frágil e diminuto inseto, que ninguém dá nada por ele, mas que pode carregar facilmente 100 vezes o seu peso se torna um herói. Assim como o 500 Abarth. Até o capacete que ela usava também nos remete às pistas. E também tem o A no peito… 

De tempos em tempo eu dou uma olhadinha nas estatísticas do site e acabei de fazer isso agorinha. A matéria feita no lançamento do Abarth foi uma das mais lidas dos últimos tempos. Isso demonstra o grande interesse que esse carro desperta. Essa matéria é bem uma continuação da matéria anterior, teste feito em pista em novembro de 2014 (Fiat 500 Abarth, na medida certa) que está bem completa em termos de informações técnicas. Portanto não vou repetir tudo aqui. O que ficou faltando era o no uso, para entender como esse 500 se comporta no dia a dia. E mais; no final tem um bônus com as impressões do JJ e um vídeo adicional com “erros”.

 

A vista do Pico do Jaraguá  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 02

A vista do Pico do Jaraguá, em São Paulo

Já vou começar logo com o que mais ficou faltando na avaliação em pista, o comportamento da suspensão na rua. Em um primeiro momento eu achei um pouco mais dura do que minha expectativa. Mas testando esse carro aprendi mais uma coisa que não tinha notado ainda. Dependendo da condição nosso corpo tem uma capacidade de adaptação às reações da suspensão. Eu sempre insisto que uma volta rápida não é suficiente para ter uma opinião mais precisa sobre qualquer carro que seja. Dá no máximo para saber seu jeitão. Mas tanto críticas fortes ou elogios rasgados devem ser evitados até que se entenda mais do carro. E depois de alguns dias com o carrinho pra lá e pra cá meu corpo meio que se integrou com o carro, como uma calça jeans veste melhor depois do terceiro ou quarto uso.

O MINI Cooper S da geração anterior (pois esse novo não testei ainda) é um dos carros mais esportivos do mercado. Respostas imediatas, caixa automática super-rápida, direção idem e suspensão praticamente de competição. Por isso eu gosto muito dele. Numa escala de zero a dez, sendo dez o mais esportivo/duro e zero o mais confortável/mole, o MINI Cooper S está no 10. Obviamente que quanto mais nos extremos dessa escala pior é o compromisso entre esportividade e conforto. E se falarmos de compromisso, essa relação é melhor no Abarth. Nessa escala ele ficaria no oito, mais equilibrado e mais adequado ao uso diário.

Portanto, achei sua suspensão excelente, pois não compromete a esportividade em nada e é mais adequada ao nosso tipo de piso. A Fiat brasileira usou a calibração americana como ponto de partida, que é menos extrema que a européia. Tomou a decisão certa. Os pneus 195/45R16 são muito apropriados também. Não há estepe, mas sim um conjunto de compressor e selante que fica sob o banco do motorista.

Teve um fato que ajudou a melhorar a impressão sobre a suspensão. Os quatro pneus estavam com 37 lb/pol², quando deveria ser 35 na frente e 33 atrás, de acordo com o manual. Com as pressões corretas o conforto melhorou bem. 

 

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Os dois trocadores de calor ar-ar; o ar comprimido pelo turbo se aquece, e ao passar pelos trocadores de calor se resfria antes de chegar à admissão

Na pista, com retas enormes, larga e vasta área de escape, a sensação de velocidade fica prejudicada. Em vias mais apertadas dá para sentir melhor a aceleração. E essa formiga é bem esperta mesmo. Com o botão Sport acionado e a pressão máxima do turbo de 1,24 bar liberando o torque máximo de 23 m·kgf já a 2.500 rpm, o acelerador fica mais nervoso e a direção menos assistida. Bom para uma subida de montanha. Aliás, era isso que eu queria descobrir quando decidi levar o piccolo até o Pico do Jaraguá, em São Paulo, que tem uma serrinha fantástica.

Mas Deus nem sempre ajuda a que cedo madruga. Chegamos lá no inicio da estrada cedo demais e na entrada demos com uma cancela que só seria liberada às 7 da manhã, junto com uma multidão de esportistas que usam a pista para se exercitarem. Como eu já havia andado bastante com o carro deixei o JJ fazer a sua avaliação. E mais tarde, inconformado com a situação, estiquei até à Estrada dos Romeiros para andar um pouco mais solto.

 

Já na Estrada do Romeiros  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 17

Já na Estrada do Romeiros

O Abarth faz de zero a 100 km/h em 6,9 s, o que o coloca numa liga interessante, próximo a carros como Mégane R.S. (6,0 s), Golf GTI (6,5 s) e Toyota GT86 (7,6 s). O Bravo T-Jet, que não é MultiAir, faz em 8,7 s. O atômico também faz parte do Clube dos 200 com velocidade máxima de 213,5 km/h. Esse conjuntinho de motor, caixa manual (5 marchas), suspensão e tamanho realmente deixa o carrinho muito entusiastasmante.

O que eu senti falta foi de uma direção um pouco mais rápida e um volante um pouco menor. Mas isso é uma coisa bem pessoal. O Abarth tem relação de direção de 15,5:1 conta 16,3:1 das outras versões do 500. Para se ter uma idéia, o Mégane R.S. tem 14:1 e o GT86, 13:1. Mas. pensando bem, um carrinho tão pequeno, com uma direção muito rápida, poderia ser mais desafiador que o necessário. O peso da direção é perfeito. Uma coisa que senti falta é o ajuste de distância do volante. Não achei uma posição 100% satisfatória. Mas sou mais alto que a média. 

O escalonamento das marchas é irrepreensível. Bem como a localização da alavanca, a menos de um palmo do volante, mais altinha e sempre ao alcance. Embora o trambulador seja melhor do que o do T-Jet, eu ainda senti falta daquela “sugada” da alavanca nas trocas. O curioso é que já vi comentários de pessoas que gostariam que esse carro viesse com a caixa automática Aisin de 6 marchas, disponível nos EUA. Acho isso um pecado. Esse carrinho pede todo o envolvimento do motorista, que proporciona o máximo de prazer na tocada mais esportiva. Na verdade não são os fabricantes que estão matando as caixas manuais, é o próprio mercado. Aqui elas ainda são muito populares apenas por uma questão de custo e preço. Mas com o barateamento das robotizadas essa tendência deve mudar. Realmente uma pena.  

 

Gosto muito disso!  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 13

Gosto muito disso!

No uso diário esse 500 é bem prazeroso. Bem pequeno mesmo, é um pouco mais que um 2+2, que normalmente têm o banco traseiro só de enfeite. No 500 esse dois lugares são usáveis. Está certo que quem vai atrás vai apertadinho, mas dá para usar na boa. Para quem não precisa transportar mais pessoas vai muitíssimo bem.

O porta-malas tem 185 litros mais o espaço do banco traseiro. Eu levaria facilmente todas as minhas tralhas para passar um mês em qualquer lugar.  Minha mulher e filha se queixaram do uso em modo PK Sport. Nesse modo ele realmente fica muito arisco. Na cidade é melhor deixar no normal. Assim o diabinho do ombro direito dá um tempo.

Na cidade ele raspa bastante a frente, curiosamente bem mais que o frentudo Bravo. Afinal são 120 mm de altura do solo com um pára-choque mais saliente para acomodar os dois resfriadores de ar, um de cada lado. 

 

Por dentro muitos vão achar simples. O Fiat 500 foi lançado em julho de 2007. Portanto, ele ainda tem comandos com botões, e bem fáceis de operar. Eu gosto de interior simples, principalmente em esportivos, onde a distração deve ser apenas a tocada. Ar-condicionado e áudio, e só. Ou melhor, também há o botão Sport. Bem visível, direto, convidativo. Os carros estão ficando sofisticados demais e cada vez mais necessitando que todos sejamos uma espécie de Apple Genius (esses atendentes que nos ajudam nas lojas da Apple) para aprender a mexer nos menus e configurações dos equipamentos modernos. Ainda sou de uma geração que tem um certo interesse em aprender. Os mais novos aprendem facilmente e os mais velhos ignoram. Acho que estou na pior geração. Mas gosto da simplicidade lógica do 500. E no painel de instrumentos ainda há uma boa dose de configurações diversas. Aliás, esse painelzinho com mostrador circular único é muito eficiente e fácil. Há o indicador de aceleração nos dois eixos, brinquedo que só usei na pista. Há também muitos detalhes que nós entusiastas gostamos, como costuras vermelhas, bancos esportivos, sapatas de pedais esportivas, só faltando o cinto de segurança ser vermelho.

 

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Sport!!!

Um dos elementos que eu acho essencial em um esportivo é o som do escapamento. Som real, não essa porcaria de som “reforçado” pelos sistema de áudio. E nisso o Abarth é um dos carros mais excitantes que andei ultimamente. É como se a formiga tivesse o som de um zangão, já que escorpião não faz som! Só perde para o urro bestial dos Audis RS. Mas ainda assim o Abarth é um herói mais civilizado e por isso proporciona prazer em uma forma mais simples e usável. 

No lançamento no ano passado a Fiat disse que o preço seria ao redor de R$ 80.000. Ficou quase isso devido a essa alta do dólar, saindo o carro sem opcionais e nas cores sólidas, branco, preto ou vermelho, por R$ 81.710. O cinza que é metálico custa mais R$ 1.433. Além disso o teto solar sai por R$ 3.800 e o sistema de áudio da marca Beats (minha filha pirou, e eu também!) com subwoofer  no porta malas por R$ 2.015. 

Eu gostei muito do 500 nervoso e ele leva o “selo do PK”. 

PK

Fotos: PK

 

 

Fiat 500 Abarth na montanha
Juvenal Jorge

Eu havia percorrido algumas poucas vezes a estrada bem curta, de 4,5 quilômetros, que leva ao Pico do Jaraguá, mas nunca com carros de caráter esportivo. O convite do PK para dividir a avaliação e dar meus palpites do que achei do pequeno carrinho levou-nos diretamente a esta bela estrada, onde até bem pouco tempo era realizada anualmente uma prova de subida de montanha. Era organizada pelo Auto Union DKW Club do Brasil e atraía muitos carros interessantes; infelizmente não tem havido mais . O 500 Abarth pode, sem dúvida, se encaixar nessa categoria, de carros que dão para usar com entusiasmo e interesse constante, tanto pela sua aparência quanto pelo comportamento.

Saí de casa bem cedo, antes do sol aparecer, como é de hábito com o Paulo, tanto pelas facilidades de deslocamento em São Paulo quanto pela luz ideal para as fotos e vídeos.

 

Cedinho, fazendo hora até a subida para o pico abrair  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 01

Cedinho, fazendo hora até a subida para o pico abrir

Resultado: chegamos à entrada da estrada antes de ser permitido entrar de carro, às 7 horas da manhã. Normal quando inventam alguma novidade e não há divulgação, já que isso é novidade até para o Paulo, que freqüenta o local de vez em quando. Para não ficarmos parados, andamos por perto, nas ruas que contornam o sopé do Pico do Jaraguá, indo para perto do Rodoanel fazer algumas fotos e depois tomar um café. Nessas pequenas atividades, além da ida e volta desde a Zona Sul, o carro foi perfeito, sendo conduzido de forma tranqüila todo o tempo, sem problemas e sem gerar maiores preocupações ao motorista.

Chama atenção com suas rodas escuras, os adesivos e o belo emblema do escorpião num lugar incomum, nas laterais, logo atrás das portas. E como esse Abarth sai de qualquer enrascada de trânsito com sua pronta potência! E como seus comandos são leves e precisos! Tem até hill holder, útil para quem tem dificuldade em arrancar nas subidas com câmbio manual, pois o carro fica freado automaticamente por dois ou três segundos.

O maior cuidado a ser tomado com o carro é em relação à altura livre do solo. Como tem suspensão, rodas e pneus diferentes dos 500 não Abarth, e fica um pouco mais baixo que estes, é mais comum raspar o assoalho e os componentes inferiores nos obstáculos ridículos de nossas ruas quinto-mundistas. Mas é um problema que pode ser contornado com atenção na maioria das vezes.

 

Três é o número do prazer  FIAT 500 ABARTH, NO USO (COM VÍDEO) Fiat 500 Abarth AUTOentusiatas 30

Três é o número do prazer

Trabalhar câmbio e embreagem é tranqüilo, e nos deixa a certeza do quanto isso é prazeroso quando se gosta de dirigir. A direção até é leve, mais do que eu gosto, mas extremamente precisa e sempre rápida. O conforto do banco é muito bom mesmo, e um teto solar enorme para o tamanho do carro, muito agradável durante o dia com a cortina para cortar o sol, que sem dúvida deve ser maravilhoso à noite, melhor período para se usar um teto que abre.

Na subida do Jaraguá, pura diversão, mesmo sem acelerar tudo que o carro consegue. Segurança em primeiro lugar, já que há pedestres e ciclistas que se exercitam na forte subida, e freqüentam a estrada em grande número. As esticadas mais fortes foram apenas nos espaços onde não haviam pessoas, e sempre passando o mais longe possível delas, já que não espaços para acostamentos, e todos circulam pela faixa de tráfego em ambos os sentidos.

 

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“Tá sem emoção, como vamos fazer os vídeos? “

Nessas horas dá para perceber o quanto o carro funciona bem. Mesmo com todo cuidado que era necessário, me diverti muito, tanto nas freadas semi-apocalípticas na descida quanto nas acelerações rápidas e por apenas poucos segundos na subida, tudo mesclado a olhos bem abertos e o PK na minha orelha “Vai meu ! Acelera aí! “. “Tá sem emoção, como vamos fazer os vídeos? “ Com todas as pressões ao redor, o carro foi o único a me deixar tranqüilo, o que me permitiu rir muito com o amigo e suas  bem-humoradas exigências.

Como conclusão, o 500 Abarth pode ser considerado um belo brinquedo para quem gosta de dirigir, sempre entusiasmando pelo belo som do motor emoldurado por um escapamento de tom esportivo, além dos acabamentos exclusivos da versão. Quem pode ter um carro desse tamanho, com pouco espaço no banco traseiro e porta-malas diminuto, estará muito bem servido.

JJ

 

Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

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  • Daniel S. de Araujo

    Caramba, agora deu agua na boca: fiquei com vontade de experimentar esse “Pocket Rocket”!

    • ussantos

      Eu também, queria poder ter dois carros, mas por enquanto só tenho grana pra comprar um “hot pocket”

  • Davi Reis

    O que me incomoda em toda a linha 500 é a direção enviesada, por mais que em alguns momentos eu ache que isso é delírio da minha cabeça: me recuso a acreditar que a Fiat tenha lançado um carro assim. No mais, um carrinho muito bacana, por mais que não tenha me impressionado tanto. Ei Fiat, que tal um Punto com esse mesmo motor por aqui, hein?

  • CorsarioViajante

    Eu não sou fã do 500, mas é preciso reconhecer que este em especial é muito interessante para dizer o mínimo. É uma tremenda opção para quem simpatiza com o 500 (ou pelo menos não implica com ele), quer uma performance superior e não precisa de nenhum espaço, inclusive gosto muito de carros pequenos e muito velozes que podem aproveitar brechas e pequenas passagens. O “selo Abarth” aqui fez bonito, basta ver o ronco do motor.
    Ah sim! Os vídeos estão ótimos, parabéns! Quase meia hora! Não conheço outro lugar que tenha análises tão interessantes e profundas e o Ae melhora a cada dia.

  • Mr. Car

    Eu gostaria. Gostaria até de um 500 normal, já que acho o carrinho uma das mais felizes criações da onda retrô, segmento do qual sou muito fã. Quis comprar um, mas o pessoal aqui em casa chiou, por conta do espaço. Como não dava para eu ter dois carros, o projeto foi abortado. E já que falou em personagem de desenho animado, na minha querida e já algo distante infância, adorava e queria ter aqueles bichinhos do desenho “Os Herculóides”, o Gloop e o Gleep, que eram capazes de se esticar, dividir em vários, e assumir as mais variadas formas, como se fossem massinhas de modelar vivas, he, he!

  • Daniel

    PK e JJ, qual deles é mais amigável para uso cotidiano, este Abarth ou um DS3?

  • BlueGopher

    Ri um monte com a sessão de erros, foi ótima!

  • Roberto Alvarenga

    Belo foguetinho, hein… o que, tecnicamente, faz o botão sport?

    • Davi Reis

      Se não me engano, altera parâmetros da injeção pra deixar o carro mais nervoso. Não sei se nesse carro também existe o Overbooster, como o do Bravo, mas sei que pelo menos o acelerador eletrônico fica mais sensível.

      • Roberto

        No 500 “normal” com câmbio Dualogic o botão também muda o tempo de troca de cada marcha, ficando muito mais rápida a troca. O câmbio também segura mais as marchas com o botão acionado.

    • Christian Sant Ana Santos

      Altera a assistência da direção e gerenciamento da injeção.

  • Lucas

    Olá Paulo,
    Como vc compararia o Abarth com o Swift sport?
    Abs

  • Jr_Jr

    Se a condição permitisse, seria o carro ideal para mim!!!! Quem sabe após alguma desvalorização….
    Ótima avaliação, como de costume!!!

    • César

      Pois é… pena que após “alguma desvalorização” é quase certo que os poucos exemplares remanescentes (pois a maioria será acidentado) trarão consigo faróis de xenônio, painel estuprado para colocar DVD, rodas com aro de 20 polegadas, labaredas pintadas no capô e outros acessórios de gosto e utilidade discutíveis que hoje se veem equipando os New Beetle, os PT Cruiser, os Mitsubishi Eclipse e os Opel Calibra e Tigra…

      • CorsarioViajante

        Calhinhas de chuva, filtro de ar esportivo de papelão e escapamento sem catalisador.

  • Gustavo75

    Não compraria esse carro devido a altura livre do solo.

    • Patrick

      Concordo. Principalmente quem mora em lugares com ruas com quebra-molas e regiões com estradas de terra.

  • Lorenzo Frigerio

    De fato, ficaria bem interessante com Aisin 6. Porque quem compra um carro desses não vai só sair por aí arrancando; quer aproveitar as pequenas dimensões do veículo no trânsito urbano. Mas para ficar completo deveria ter as alavancas atrás do volante.

  • Bob Sharp

    Lucas
    Tudo sobre esses dois carros, só nos textos ou caso se tratasse de comparativo.

    • João Carlos

      Fazendo um off-topic, mas como sei que você bate (acertadamente) muito nesta tecla, resolvi lhe informar: mesmo sem o aparelho para medição, algumas autoridades estão multando quem está com películas, dentro daquela análise de que qualquer coisa sobreposta ao vidro já ultrapassa o limite legal. Veja este relato de RenatoSP retirado do site Fit Fans:

      “Até como alguns colegas citaram a questão de segurança, embora eu nunca tenha sido fã de películas, no Fit da patroa havia o tradicional G20 em tudo, exceto para-brisa que não tinha nada. Pois bem, hoje, não há mais película no Fit devido a multa tomada em janeiro, no começo da Avenida Paulista, onde ela trabalha, altura da praça Oswaldo Cruz. Multa aplicada por policial militar, sem parar o veículo e sem atestar se a película está ou não em desacordo com o Código de transito, simplesmente
      multou e pronto. Essa multa me rendeu 5 pontos na carteira (grave) e não permite que seja transferida ao condutor, ela recai sobre o propriOtário. Então é isso, na República das Bananas é assim que
      acontece…..”

  • Bob Sharp

    Daniel
    Como respondido ao Lucas aí em cima, não se faz comparações em quando se trata de testes individuais.

    • Daniel

      Entendido Bob. Fica então a sugestão de um comparativo entre os dois. Proposta, valor e potência bem similares. O pega deve ser bom.

      • CorsarioViajante

        Vou além na sugestão: depois do Audi Day, que tal um “Sport Day” ou algo do gênero, comparando carros com proposta esportiva até uns R$100.000 e com opinião de toda a equipe? Acho que seria bem bacana!

  • Gustavo75

    Quero provocar uma discussão. Na minha concepção depois que a VW lançou o Up! o 500 perdeu muito o poder de atratividade, principalmente devido ao preço praticado aqui. Aí começamos: Vamos comparar o High Up! com o Fiat 500 1.4 Cult, ambos manuais. Suponho que muitos vão dizer que não são concorrentes, 500 é carro de nicho, outra categoria…… sei. Então vamos lá: ambos tem a mesma proposta de uso; Up! possui motor bem mais moderno e tem desempenho igual ou até superior (500 é bem mais pesado); possui câmbio superior; tem mais qualidade construtiva; ambos possuem o mesmo nível de acabamento, talvez o Up! até ganha do 500; ambos possuem direção elétrica; ambos possuem som de fábrica de qualidade, para quem não sabe o qualidade do som do Up! é ótima (não considerando o opcional som premium beats do 500 que o deixa mais caro ainda). As únicas vantagens que vejo no 500 é o hill holder, controle de estabilidade e os freios a discos nas quatro rodas. A pergunta é: Vale a pena pagar bem mais no 500? obs:não coloco em discussão o design, pois é subjetivo, e ambos tem descontos, porém os descontos praticados no Up são bem maiores.

    • CorsarioViajante

      Acho que esta é uma guerra mais de marketing e proposta que análise de produto.

    • Roberto

      Interessante essa comparação. Concordo que os dois sejam concorrentes (na Europa são considerados assim). Mas a comparação depende um pouco da região em que é comercializado e das versões. Por exemplo, na Europa a versao de entrada do 500 é equipada com o motor twin air, que é mais moderno que o 3 clindros do up!. Aqui ele leva desvantagem por conta do motor menos moderno e do menor espaço interno (além do preço, dependendo da versão), mas o 500 possui itens desde a versão de entrada que o up! não possui, como a regulagem elétrica dos faróis e o hill-holder, itens que em certas situações ajudam bastante. Sobre o câmbio, eu acho eles equivalentes (up! é mais preciso, mas o do 500 está “mais na mão”, como mostrado no vídeo).
      Eu e minha esposa tivemos este mesmo dilema na hora de escolher um carro para ela (white up! imotion ou 500 dualogic). Conseguimos os dois por preços próximos, mas como o 500 possui alguns itens que chamou bastante atenção dela (hill holder, sistema de som com comandos no volante, luzes diurnas, regulagem elétrica dos faróis e com o design que ela achou mais bonito que o do up!). ficamos com 500.
      Mesmo assim, não descarto o up! em uma próxima escolha de carro para mim (apesar de não conseguir achar ele bonito), já que para o meu uso diário não precisaria ser a versão mais completa. Neste caso (em termos de Brasil), o custo-benefício do up! é bem mais favorável.

    • Cadu

      Embora sejam do mesmo tamanho e de proposta semelhante, o preço e nível de equipamentos difere muito!
      Como vc mesmo concluiu, o 500 é de nicho. Tem teto solar, versões conversíveis, itens de segurança que o up! não tem
      Não é porque o up! tem um som legal que você pode compará-los!
      O up! tem um posicionamento bem abaixo do 500.

    • Sor

      o up! não tem o mesmo nível de equipamento e de acabamento do 500 nunca!

  • Filipe

    Poxa… Sempre leio que o 500 Abarth faz 0-100 em 6,9s e tempos do tipo, mas a Quatro Rodas, na edição de Fevereiro de 2015, levou um desses pra pista e conseguiu um tempo de 9 segundos cravados… Será que o famoso PCG é ruim de braço ou deram um 500 estragado para o review? Detalhe que foi na mesma matéria, mas falando do Suzuki Swift Sport R que o repórter afirmou não ser possível fazer punta-tacco por causa do Brake Override System…

    • Bikentusiasta

      …”conseguiu um tempo de 9 segundos cravados”… Me lembro que o Tempra Turbo e Uno Turbo faziam o 0 a 100 km/h em tempos próximos a 9 segundos também. Mesmo 21 anos depois os números, pelo menos na prática, ainda permanecem.

  • Leonardo Mendes

    já vi comentários de pessoas que gostariam que esse carro viesse com a caixa automática Aisin de 6 marchas
    Perdoai-os, Pai, eles não sabem o que dizem…

    Adorei a analogia com a Formiga Atômica, se bem que pra mim ele lembra um outro herói: Ray Palmer, o Átomo, igualmente pequeno e poderoso.
    Sou fã de carros nesse segmento, os “Golias, pisa aqui se é homem!ass: Davi”… você não dá nada e quando vai ver, PUF!, já era.

  • Mineirim

    Esse é um carro de pura diversão! Nunca dirigi o 500, mas acho que esse Abarth deve lembrar um kart pela emoção de pilotar.
    A Fiat deveria dar maior destaque pra ele. Inclusive lançando uma versão de entrada, mais acessível do que o Palio básico, em vez de investir bilhões para lançar um novo minicarro, programado para breve.

  • Fernando

    Muito legal PK e JJ!

    Que pena sobre as subidas de montanha, espero que não estejam planejando fazer uma ciclofaixa por lá…

    O 500 aguça alguns sentidos meus, achava mesmo a básica versão Cult interessante pelo valor que chegou a custar, se me lembro bem, R$37000. Não era nem perto do Abarth, mas pelo preço e conjunto era uma opção muito interessante no custo-benefício, e isso se vendo o conteúdo do carro mesmo, não somente o estilo e por ser uma releitura.

    Ri muito das tentativas de início das gravações do vídeo de erros, mas no video principal gostei do barulho, principalmente na partida parece um motor bem “maior”, tive que retornar para ouvir mais algumas vezes.

    Concordo integralmente sobre o câmbio, ele merece continuar assim.

    Como o Hillholder pode ser desativado?

    • Christian Sant Ana Santos

      No 500 Cult, para desativar Hill Holder, botão Menu, opção Hill Start. No Abarth não sei, espero saber e usar um dia…

  • Michel

    PK mandando muito bem em seus vídeos, como sempre.

  • Lucas dos Santos

    Belo carrinho (ou devo dizer “carrinhos”?)!

    Assim como alguns dos colegas comentaram, eu também tenho uma certa tendência a “torcer o nariz” para o Fiat 500 e similares, mas esse da matéria me interessou. Um projeto bastante focado no desempenho e no prazer de dirigir. A “simplicidade voluntária” do seu interior é algo que me agrada muito.

    PK, eu também assistia a Formiga Atômica quando era criança. E olha que eu nem cheguei a completar 28 anos ainda! Agora que você mencionou, deu vontade assistir ao desenho. Vou procurar alguns episódios para rever…

    Quanto ao vídeo, está excelente, como sempre. Se não fosse o colega CorsarioViajante comentar que tinha quase meia-hora eu não teria percebido! O tempo passou rapidíssimo! E ri demais com erros de gravação.

    • CorsarioViajante

      Viu só? Passei minha ansiedade para a frente! rs

  • Lipe

    Eu gosto bastante do 500 normal, acho perfeito para cidade.
    Só que o 500 normal peca no motor. O próprio 1.6 16v E.torq já faria toda a diferença. Aquele motor 1.4 8v da Fiat não me convence… Fiat “rima” com motor girador. Poderia ser até um 1.3 16v moderninho de 100 cv, um 1.0 16v T tricilíndrico de “cento e poucos” cv, enfim.
    O 500 Abarth me parece ótimo… Gostaria muito de ter um como carro urbano. Uma garagem ideal, pra mim, seria um 500 Abarth (ou outro dessa categoria, como DS3, Fusca, etc) para uso urbano/viagens rápidas e um SUV ou Crossover para viagens familiares e para a mulher usar no dia a dia, afinal elas amam esses carros altos, mesmo não sendo muito práticos.
    E eu certamente NÃO abriria mão do teto solar e nem do som premium. Dois opcionais MUITO, mas MUITO interessantes na minha opinião. Gosto muito desses carros com som mais potente opcional, pena que isso é raro no Brasil.

    • Domingos

      Também valorizo um bom sistema de som original, algo que se perdeu com a mania das centrais multimídia que “fazem tudo” sem qualquer enfoque na qualidade de som.

      Um som bom que não custe caro e também não exija ficar recortando o carro – junto com a instalação de amplificadores que dão mais volume que qualidade – é algo muito bom.

    • Cadu

      Compartilho da mesma visão do 500 normal. o 1.4 não me desce.
      Mas pra uma viagem longa, troco o SUV por uma perua
      #savethewagons!

      PS: já teve teto solar em algum carro? Eu tenho e digo que o uso é tão ínfimo, que não justifica o preço extra. Vale pelo estilo e para revenda, porque carro sem o teto (quando ele é opcional) é menos procurado
      Quanto está sol, Você fecha, porque o sol incomoda demais. Quando está chovendo, por razões, óbvias, você fecha. Quando está frio, você fecha!
      Você usa à noite sem chuva e temperaturas amenas
      Tanto que lá fora o nome é teto lunar (moon roof)

      • CorsarioViajante

        Discordo do teto solar, eu tenho e uso praticamente todo dia. Lògico que não dá para andar com ele aberto ao meio-dia, mas quando o sol não está à pino, para minha rotina, funciona muito bem. E com chuva adoro deixar o forro aberto para ver os pingos de água… rs

        • Fernando

          Eu também gosto bastante, e uso em dois carros que tenho.

          Com ele levantado a exaustão facilita demais a saída de ar quente, quando o sol não é exagerado, deixo de usar o ar condicionado várias vezes graças a isso.

          Em dias em que o sol já se pôs ou está simplesmente um clima agradável, é muito bom deixar o teto completamente aberto.

          Pena que só posso ver a chuva em um, porque o teto do outro é de aço.

          • Leonardo Mendes

            Faço a mesma coisa com o meu carro.

            Especialmente à noite, adoro rodar com o teto solar aberto ao som de In the air tonight… é uma terapia.

      • Sor

        Nunca vi chamarem de moon roof, sempre vi sun roof.

  • Bob Sharp

    Filipe
    Que mancada. O override só atua se estiver acelerando e frear, não ao contrário, justamente para permitir o punta-tacco. Acho que já falei sobre isso aqui.

    • Filipe

      Já falou sim, Bob. Me espanta alguém do calibre do jornalista citado, que se auto denomina “O homem que dirigiu tudo” dar uma mancada dessas. O teste era de vários esportivos de menos de 100 mil, e a lista do melhor para o pior seguiu rigorosamente o tempo de 0-100 deles…

      • Domingos

        Os tempos de 0-100 da Quatro Rodas sempre me pareceram malucos. Tem muito carro rápido lá com tempo de 0-100 pior que carro muito mais lento (tipo, 2 a 3 segundos mais lento!).

    • Lipe

      O senhor explicou sim, pois eu levantei essa questão.
      A revista disse expressamente que o punta-tacco era impossível. Deram uma escorregada legal…
      Obs.: registro em novo comentário que ambos os vídeos ficaram MUITO bons, parabéns ao PK. Nota 1000

  • Davi Reis

    Ao meu ver, não. Mas para muitas pessoas o estilo mais requintado do 500 (eu não o acho) faz ele parecer mais carro que o up!, apesar de não o ser. Para rodar na cidade, ainda desconheço carro compacto melhor que ele: muito pequeno mas com bom espaço interno, extremamente econômico e mais discreto que o 500.

  • Luiz_AG

    Vendo esse carro não entendo porque o Ka de primeira geração se arrastou tanto para vender. Tinha todas as qualidades do 500, mas não ia…

    • Domingos

      Ele era bem mais prático que o 500, bem mais barato e sem o desenho retrô (que pelo menos para mim cansa e parece forçado).

      Aliás, acho que o espaço interno do Ka devia ser até melhor que o do 500.

      O Ka se arrastou por questão do desenho. Tínhamos carros muito bonitos no final de 90 e começo dos anos 2000.

      Hoje, com esse festival de carros feios, Ka, Clio, Palio e todos os que sofreram alguma rejeição por desing venderiam normalmente.

      Havia uma questão de hábito e cores também. O Ká, como o Twingo, exigia cores fortes para ficar bonito/simpático. Pouco depois de seu lançamento entramos na era do prata e preto no Brasil – assim como foi a moda do couro, até um carro urbano divertido tinha que ter “cara de carro caro”, que essas cores bem clássicas dão a qualquer modelo.

      E o desenho dele ainda na primeira versão não era feio não, porém bem diferente para a época.

      • CorsarioViajante

        Além do exposto, chamo a atenção para mais um fator: o Ka não é um carro versátil, dificilmente podendo ser o único carro da família. E o momento econômico então era diferente, era bem mais raro famílias com dois carros. Carros com proposta muito específica tendem a vender menos.

        • Domingos

          Sim, é o mesmo do 500 nesse sentido. Só que, como você bem observou, hoje as coisas são mais propícias a quem quer ter um carro apenas para 2 pessoas ou que não seja para a família.

          Antes até existia um bom mercado para isso, mas era menor e existia tanto o costume de comprar um carro que servisse para tudo que realmente não vingava um carro para usos específicos.

    • Viajante das orbitais

      Porque era um carro popular e não era “cool”.

  • Luiz_AG

    O mais engraçado é que todos achavam que o “A” era de Atômica, quando na verdade era de Ant, formiga em inglês.

  • Boni

    PK,

    Esse câmbio parece ser bem gostoso. A impressão que passa, vendo os dois vídeos, é que o câmbio desse 500 parece ser melhor que o do T-Jet. Confere essa minha impressão, PK?

    Uma pena realmente a estradinha do Pico do Jaraguá não ter atendido à necessidade de vocês… Tem umas curvinhas maravilhosas lá.

    Belo no uso. Obrigado!

    (As vacas e cavalos da estrada dos romeiros estão de olho no seu cronograma)

  • Lipe

    Eu não sou nenhum às do volante e dispenso totalmente esse tal de hill holder, ESP e os sensores de estacionamento.
    Alguns dirão: “claro, dizes porque teu carro não tem”. Que seja, não me fazem falta.
    Eu gosto do up! e do 500 e se fosse pra escolher entre os dois iria no 500, estreme de dúvidas.
    Agora 500 Abarth Vs. up! TSI seria uma briga boa… Se o up! TSI fosse DSG-7 então, briga acirradíssima.

    • Domingos

      O hill holder é muito prático. De todas as novidades recentes acho a mais interessante.

      Experimente, é muito útil num carro manual. Alguns soltam o freio apenas quando você pisa no acelerador ou embreagem, o que deixa o sistema melhor ainda.

      É um bom item de conforto!

    • Cadu

      Eu faço questão que todo mundo ao meu redor tenha o hill holder! (risos) Moro em BH e o que há de pessoas que não conseguem arrancar sem voltar 20 ou 30 cm daria para encher um estádio! Também muito útil para manobrar em vagas em aclives e declives! Claro que não faz falta, quando não se tem. Depois de usar, você não vive sem!

      O ESP é item de segurança, numa condução habitual você não nota sua presença, como o airbag e ABS. Eles estão lá e você nem se lembra, se não usar.

      Agora, um item que eu acho muito interessante é o XDS (ou controle eletrônico do diferencial), que funciona pelos mesmos mecanismos do ABS e ESP (para quem não sabe o ESP utiliza os sensores de roda do ABS para detectar uma possível perda de estabilidade)

      O Jetta TSI vem com este item desligado de série, mas nos esportivos Golf GTi e Scirocco são ligados de fábricas por software. É mera programação. Utilizando um simples cabo OBD II e um software você consegue ativar estas e outras funções . Há até 2 níveis de regulagem, mais invasivo e menos.

      O carro é outro nas entradas de curvas. Há uma vetorização (não de torque, mas de freio, porque ele freia a roda traseira interna à curva) que aponta o carro e traz pra dentro da trajetória ANTES que o ESP atue. É fantástico, o carro parece andar sobre trilhos!

  • Lucas dos Santos

    Totalmente errada a maneira como foi aplicada essa multa – ao menos ao meu ver.

    O Código de Trânsito Brasileiro prevê, nesses casos, não somente multa, mas sim retenção do veículo para regularização. Por que não houve a retenção?

    Aliás, toda e qualquer multa aplicada por agente de trânsito ou policial militar deveria ser entregue pessoalmente ao motorista, mediante ordem de parada e abordagem.

    Aplicar multas desse jeito, “covardemente”, é fácil. Afinal, o policial/agente de trânsito tem “fé-pública”. Basta ele aplicar a multa e o motorista que “se vire” para provar o contrário – se conseguir!

    • Domingos

      Porque retenção só serve para encher pátio e a multa gera renda.

      O risco de andar sem enxergar interessa pouco…

      • Lucas dos Santos

        Não confundir retenção com apreensão. No caso da retenção, o veículo seria parado ali mesmo e só poderia seguir viagem após o dono remover, no local, as películas dos vidros.

    • CorsarioViajante

      Exato. Isso não é fiscalização, é roleta russa, até mesmo porque alguns vidros verdes de fábrica, em algumas condições, parecem muito com filmes escurecidos.

    • João Carlos

      É justamente a fé pública do policial que lhe dá esse poder. O correto seria ser parado pra resolver o problema, como no caso de faróis queimados.

      O efeito educativo deve estar sendo feito, já tem muita gente abandonando os vidros indispensáveis à condução de qualquer sobreposição.

      Ter controle absoluto do tráfego à volta é fundamental, neste mesmo post do forum há muitos relatos dos que voltaram ao original e notaram a diferença.

      • Domingos

        Depois que tirei de um dos meus carros, por estar desgastado, nunca mais coloquei em nenhum e tirei dos que ainda tinham.

        De noite a diferença é absurda, o que facilita o que todo entusiasta de verdade (e se não gosta, não é entusiasta) que é: andar rápido – rápido não significa correr – e com segurança.

        🙂

        • João Carlos

          No temporal na tarde de segunda feira em São Paulo, mais uma vez, é possível notar que muitos estão sem completo controle do tráfego à volta e trafegando mais devagar sem necessidade.

          Como costumo sempre andar rápido e com segurança (como você bem disse), à noite ou com chuva, essa diferença perante os demais fica ainda mais gritante. Parece até que tenho superpoderes nestas circunstâncias, mais não, apenas enxergo…

          • Domingos

            Noto exatamente essa mesma diferença. De noite e com chuva então, parece que os outros estão se arrastando.

            É porque não enxergam mesmo! Ainda combinado com os “maravilhosos” faróis de boa parte dos carros, o filme escuro força os motoristas a andarem muito mais lentos do que precisam – e até do que é seguro.

            Se combina isso com o famoso xenon azul então…

            Tem cara que deve fazer que nem moto: para, encosta em algum lugar e espera a chuva passar.

  • Um comentário sobre os pedidos por uma caixa automática: às vezes, o cara vai comprar o carro para a esposa, que quer um carro pequeno. Só que a mente maligna dele, pretende tirar proveito da aquisição e usar o carro da esposa, para se divertir, no fim de semana. Só que a esposa exige um carro automático. E aí, o cara chega nesse pedido… Falo por causa própria… Porque quis comprar um DS3 pra patroa e, como não tinha automático, dancei… Acabei comprando um A1 (igualmente divertido, porém automático).

  • Outro comentário sobre a suspensão 0-10… E uma pegunta imendada… O acerto de suspensão “10” do Mini Cooper S, para o lado esportivo, como classifica o Paulo é ótimo para um track-day, um autódromo ou para o asfalto de um país europeu ou os EUA. Para as abençoadas ruas do prefeito Haddad e, no meu caso, do prefeito Lapas, de Osasco, eu não acho que seja o melhor acerto. Talvez um 7, na escala de 0-10 ou mesmo, um 6. O que acham?

    Agora, a pergunta que eu faço para os entusiastas de plantão: O Audi A1, que eu mencionei abaixo, veio com rodas 17″ ao invés de 16″, que são as originais. Ele vem de fábrica com pneus 215x45x16″. Quando ele vem de fábrica com rodas 17″, ele vem com pneus 215x40x17″, porém, o antigo proprietário, ao substituir as rodas, colocou os pneus 214x45x17″, aumentando, portanto, o diâmetro do conjunto roda+pneu.

    O carro é duro, na cidade, nas suas ruas em “ótimas” condições. Chega a ser desconfortável, às vezes. Tenho pensado, seriamente, em substituir as rodas+pneus 17″ pelo conjunto original, com rodas originais 16 e os pneus originais (não só na medida, como na marca), com objetivo de diminuir a “dureza” e aumentar um pouquinho, o conforto.

    Queria saber a opinião dos entusiastas/especialistas, se acham que vou atingir o objetivo, fazendo isso…

    Abs,

    • CorsarioViajante

      Eu sou fã de conjuntos roda/pneus mais voltados para a realidade do que para a imagem, portanto eu diria: volte para os 16″ originais com as medidas originais, já a marca do pneu eu escolheria com cuidado.

    • Domingos

      Pneu interfere muito mesmo. Se o original for de uma linha menos esportiva e mais de uso para todos os momentos, só isso dará uma grande diferença.

      E talvez valha a pena um conjunto 205/50-16, que também vai te fazer uma grande diferença e facilitar muito a compra e preços do pneu.

      215 é uma medida difícil por aqui e o perfil 45 já é complicado para nossas ruas. Comprando um bom pneu você não deve perder muito em aderência…

      Quem sabe um bom negócio é um jogo de Michelins macios, duráveis e bons em aderência nessa medida 205/50-16.

      Deve melhorar muito o carro. O A1 não é tão duro, deve conseguir ficar confortável assim.

    • Cadu

      Não mudará nada! O perfil é um valor relativo à largura
      215-45-16 tem o mesmo perfil de 215-45-17

  • Cadu

    Fazendo o papel de advogado do diabo: eu queria uma versão com câmbio automatizado de dupla embreagem.

    Quem já andou num DSG sabe o que estou falando!
    Você ganha o conforto de rodar na cidade, em tráfego sem prejuízo de consumo e ganha muito em agilidade e esportividade no modo manual.
    Dispenso os epicíclicos, se não forem multimarcha e ágeis como os ZF8 da BMW

    • Domingos

      Não fale assim dos epicíclicos. Os Aisin e vários outros de 5 ou 6 marchas já estão excelentes há muito tempo.

      O que existe é o casamento entre motor e câmbio e certos modelos de caixa que se destacam.

      O casamento sendo feito e a caixa sendo boa, chega a colocar em cheque os DSG. C4 THP, Civic 2.0, vários V6 e V8, muitos BMW e Mini com o 6 marchas da marca, PSA automático de 5 marchas e vários outros andam muito bons.

      Basta ter a opção das trocas manuais, que todos esses têm. O DSG tem a vantagem de colaborar no consumo e ser mais rápido, porém em conforto e regularidade perde para uma boa epicíclica.

      Existe a questão de combinar o câmbio certo ao carro certo. Num motor girador, o DSG é o ideal. Num motor normal/urbano, um bom epicíclico. Manual vai bem em quase qualquer carro, a não ser nos extremos: ou carro muito girador, que pede algo mais rápido (como uma moto…), ou carro muito fraco também enche com a modulação de embreagem e merece algum automatizado por exemplo.

      • Cadu

        Um epicíclico infelizmente ainda tem o conversor de torque. Tirando modelos de luxo, como Mercedes e BMW, em que os câmbios são extremamente rápidos e modernos, os epicíclicos mais acessíveis e tradicionais matam o desempenho/consumo do motor. As borboletas e trocas manuais ajudam a resgatar um pouco da versatilidade e opção de antecipar as mudanças, mas não devolvem a perda mecânica do conversor (repito: exceção feita às caixas mais modernas do mercado, como a ZF 8-marchas do BMW 320i ou a 7G tronic do C180)

        Veja a diferença de desempenho de um Golf TSI 1,4 para um C4 lounge ou um Civic 2,0, por exemplo. Com menos potência, ele é mais ágil e rápido

        Um robotizado não perde em NADA em conforto em relação um epicíclico. Andando em Drive são absolutamente iguais. E eu ainda acho o robotizado de dupla embreagem ainda mais inteligente. Parece que ele lê sua mente em alguns momentos.

        Mas isso é minha visão, de um proprietário de um DSG. Não sinto a mesma coisa com outros automáticos que tive ou guiei

        PS: Não entendi sua referência à exceção de câmbio manual de um motor girador em motos…

        • Domingos

          Quis dizer que assim como uma moto casa com o câmbio de engates rápidos e em modo “semi-automático”, um carro com motor muito girador também casa mais com um dupla-embreagem que com um câmbio manual.

          Sobre os epicíclicos, todo conversor de torque rouba um pouco mais de potência do motor sim. Mas as caixas mais novas não matam o carro como matavam antes.

          O Civic com a Hondamatic de 5 marchas, por exemplo, bloqueia o conversor em todas elas assim que possível. Aquela demora do conversor escorregando praticamente não existe nunca.

          As 8 marchas ZF ficaram com o destaque, mas grande parte das novas automáticas já são assim.

          E em conforto o conversor de torque dá uma experiência que nenhum outro tipo de câmbio dá.

          O DSG, por exemplo, é exemplar nisso andando normal. Andando forte vem uns socos, o que é normal de uma troca rápida mesmo – o epicíclico suaviza as quedas de rotação.

          Do Golf, aí conta duas coisas: o peso é menor que de um C4, talvez menor que do Civic, e o motor tem mais que o declarado em potência – além de mais torque.

          Mas o C4 não fica longe. Se fosse tão leve quanto o Golf, aposto que andariam parecido. A DSG óbviamente vai ser uma vantagem de desempenho sempre, mas as novas epicíclicas fazem um ótimo trabalho.

          Questão de perfil do carro também…

          • Cadu

            Você já dirigiu um DSG?
            Porque o que você está falando não faz o menor sentido.
            Não há tranco nenhum! Nem em alta, nem em baixa. Nem ascendendo nem baixando marcha! As trocas são imperceptíveis. Você nem percebe o corte de potência, a aceleração é sempre positiva, não há hiatos nas trocas!

          • Domingos

            Sim, já algumas vezes. Inclusive dos primeiros, onde era bem perceptível os trancos em mudanças rápidas na faixa de maior potência do motor.

            Isso não é ruim, apenas significa uma programação mais agressiva e é uma característica de todo câmbio ou muito lento ou muito rápido – como é o caso – que não seja epicíclico. Por isso o epicíclico tem todo um caráter que outros automáticos não alcançam em termos de conforto.

            Em muitos carros com dupla-embreagem existe um modo esportivo que, apesar das trocas ainda mais rápidas, aumenta os trancos. Isso porque a programação passa a não se importar com disfarçar a diferença de aceleração de uma marcha para outra, em nome da rapidez.

            O tranco não é causado apenas pelo hiato de potência (trocas lentas) e sim também pela inevitável mudança de aceleração, a qual também será perceptível se feita muito rápido.

            Os epicíclicos, devido ao conversor de torque/construção interna com embreagens, naturalmente suavizam essas diferenças como nenhum outro – embora raramente ocorram trancos também.

          • Cadu

            Repito: não acontecem trancos no DSG. Eu tenho um
            E já tive o PowerShift e também não existem
            Em nenhuma faixa de rotação, em nenhum modo (S ou D)
            E muito menos mudança de aceleração,justamente porque há duas embreagens. A próxima marcha sempre está engrenada, a sensação é de uma aceleração contínua…

          • Domingos

            A marcha fica engatada dentro do câmbio, Cadu. No momento que ela precisa ser efetivamente colocada para tracionar o carro, a embreagem da marcha anterior deve abrir e a da próxima deve fechar.

            Nesse meio tempo existe uma interrupção imperceptível no caso do DSG, mas que leva um certo tempo de derrapagem da embreagem ou – no caso de uma mudança muito rápida – leva a um pequeno tranco por se largar a embreagem muito rápido.

            Assim como a necessidade de abrir ainda mais rapidamente a embreagem anterior também tende a provocar um pequeno tranco.

            Enfim, como Bob melhor definiu, a troca é “seca” nessas condições e não exatamente “trancosa” ou desconfortável.

            Eu acho bem legal, inclusive. Mas a troca de um epicíclico bem feito é mais agradável em termos de conforto e sensação.

            São coisas de perfil e preferência. Em carros com maior exigência de conforto em todas as situações ainda se prefere as epicíclicas por essa razão entre outras.

          • Cadu

            Não há trancos! Nem interrupção de aceleração! Ponto
            você disse isso antes.
            Você quer discordar e já mudou de “tranco” para “troca imperceptível”
            Entramos em loop e eu reafirmo porque tenho um DSG

  • Belford

    Babei PK!!!!!!! Mas por enquanto, já ficaria feliz com a miniatura! Qual a marca?

  • João Carlos

    É fácil identificar qualquer película sobre os vidros. No tráfego para-e-anda da capital paulista, mais fácil ainda.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    (recado para alguns leitores também)
    Procure escrever comentários sem abreviações típicas de quem escreve em smartphone, pois seus comentários têm me dado muito trabalho para efetuar as correções. Esse, particularmente, estava com abreviações demais. A razão dessa recomendação e de eu perder tempo acertando texto é ser nossa opinião de que todos merecem ler um texto com ortografia normal. Não me leve mal, está bem?

  • CCN-1410

    Carrinho “bão”, pena ter um preço tão salgado.
    Comprimento um pouco menor que 3,6 m que considero ótimo e bravo como aqui foi comentado.
    Valeu e que venham mais carrinhos desse tipo.

  • Domingos

    No calor não ajuda a não precisar usar ar? Deixando só a parte de trás dele aberta, não com todo ele aberto, por exemplo.

    Sempre imaginei que ajudasse. Assim como na chuva ajudaria a não embaçar os vidros.

    Ou entra água mesmo só com a pequena abertura?

    • Cadu

      Retira muito pouco ar a ponto de fazer diferença sensível na temperatura (uso muito ao estacionar no sol, em local seguro – aí sim, ele não deixa o carro tão quente).
      Eu sou calorento e, no calor, só ar-condicionado mesmo para me aliviar.

      Não costumo usar ele aberto assim na chuva, porque ao parar num semáforo, por exemplo, entraria água (na estrada pode até ser que dê certo)
      Enfim, teto é lindo, acho bacaníssimo um carro com teto solar, mas de uma utilidade bem limitada

  • Domingos

    Sim, verdade. Mas se não me engano está previsto a apreensão se o dono não remover as películas – ou, ao menos, ele não pode usar o carro enquanto não removê-las.

  • Bob Sharp

    João Carlos
    Fiquei surpreso e ao mesmo tempo feliz com essa notícia. Já que as polícias não estão se equipando com os medidores de transmitância luminosa, o jeito é fazer como o Renato relatou no tal site: tem película, multa, pois a transparência já fica abaixo do limite mínimo. É inadmissível continuar como está, motoristas dirigindo às cegas. Muitas vezes, só atitudes na marra, como essa, resolvem uma desobediência civil endêmica como a dos sacos de lixo nos vidros da condução.

  • Cadu

    Eu sempre argumento sobre esportividade com câmbios robotizados como o DSG, mas esqueço desse motivo: pessoas que não conseguem ou têm dificuldade de utilizar três pedais. É um bom motivo para oferecer câmbio automático e não privar estas pessoas de guiar bons carros!

  • Bob Sharp

    Cadu
    Engraçado, você achar bacana um carro com teto solar. Eu acho bom, não acho que tenha nada de bacana. Como os gostos variam, não? Em 1970 comprei um Fusca alemão de mercado americano porque queria teto solar e aqui não tinha mais. Mas comprei porque gosto de usar…

    • Cadu

      BS, não sei se o termo “bacana” tenha diferenças regionais, mas o meu “bacana” foi na mesma intenção do seu “bom”.
      Gosto, acho bonito, mas raramente uso ele aberto, pelas razões já explicitadas! Comprei meu carro atual com ele, porque “faltava”algo

  • Hotwheels

  • Matheus S. Bueno

    PK e JJ,

    Como chego na nessa estrada que leva ao Pico do Jaraguá!?! Me dêem o caminho das pedras…

    Obrigado!

  • Barroso

    É um absurdo. Mesmo que se discorde do uso da película, está claro que a multa é irregular neste caso. O próprio limite legal é diferente para os diferentes vidros do carro. Ou seja, agora multa-se no chutômetro. Daqui a pouco o que vai ser, multar excesso de velocidade sem radar?

    • Bob Sharp

      Barroso
      Absurdo nenhum, está é bem certo. Existe radar mas não existe medidor de transmitância luminosa com as polícias. Tem que acabar, nem que seja na marra, como está sendo feito, com essa mania de brasileiro de que carro é esconderijo sobre rodas ou de deixar o carro “lindão” com sacos de lixo, e com isso ameaçar a segurança do trânsito como um todo.

      • Cadu

        Os fins não justificam os meios.

  • Domingos

    Bom, nunca usei um em chuva. Só em garoa, aí mesmo parado não lembro de ter entrado água com ele parcialmente aberto.

    Talvez seja mais uma coisa legal que útil, realmente. Porém em todo carro que andei com ele eu achei que ficou bem agradável com ele semi-aberto.

    Alguns são estranhos, pois deixam entrar muito barulho da rua. Deve ser a posição (acho que o do Veloster é assim).

  • Bob Sharp

    Sor
    Já vi muito. Dê uma procurada no Google.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Sem drama. Apenas comentei você achar bacana o carro com teto solar, mas pouco usá-lo. Você disse isso mais acima:
    Enfim, teto é lindo, acho bacaníssimo um carro com teto solar, mas de uma utilidade bem limitada
    Já eu não vejo o teto solar como enfeite, só isso.

  • Bob Sharp

    Cadu
    Nesse caso específico mais do que justificam e aplaudo de pé. Demoraram a tomar essa atitude lógica. Carro não é esconderijo e motorista tem que ter plena visibilidade à frente, nas laterais e nos espelhos externos. Ponto final, não cabe discussão a respeito disso. Quem achar que o carro fica “lindão” com os sacos de lixo, que arranje outro acessório.

    • Cadu

      BS, não vou entrar no mérito da questão em si. Se é bom, ruim, feio ou bonito. Principalmente porque a questão estética é pessoal e subjetiva

      Apenas ressaltei que essa não é uma forma legítima muito menos legal de aplicar uma punição assim..

      Desta maneira, abre-se precedentes para abusos semelhantes. E certamente você seria o primeiro a postar um post contra alguma arbitrariedade de um policial ou de um político, como já vi diversas vezes aqui. Portanto, apenas por coerência, você há de convir que o agente deva parar o condutor, reter o veículo e autuá-lo, seja um Insulfilm, seja uma lanterna, pneu careca, pára-brisa trincado ou extintor vencido.

  • Domingos

    O problema dessa função é pregar peças. Algumas vezes existe um atraso entre o ativamento do sistema e a entrada da curva, com o carro de repente “fechando” mais a curva.

    A frente entra muito mais, o que é ótimo, mas de repente… Isso pode ser meio catastrófico.

    De resto, é como se o carro ganhasse muito mais aderência e comportamento do que tem.

    • Cadu

      Por vezes tenho a sensação de que você comenta por comentar, apenas para opinar em todo tópico ou resposta…
      Como que o XDS vai atuar ANTES da curva, se ele depende do sinal dos sensores nas rodas e da diferença de rotação entre eles? O XDS atua quando percebe discreta perda de aderência. Ele não atua se você andar normalmente, e entrar numa curva lentamente…

      Acho que novamente você nunca guiou um carro assim.

  • Bob Sharp

    Cadu
    Se você já dirigiu um PowerShift e tem um DSG, deve ter visto que há uma diferença enorme e acoplamento da embreagem seguinte, assim definido pela Ford para deixar as trocas mais ao jeito do consumidor americano. A troca “seca” do DSG de modo algum incomoda, mas a troca dos ZF de 8 marchas é mais agradável. Já dirigiu um?

    • Cadu

      BS, tive um Fiesta PowerShift e agora um Jetta TSI
      Não se compara o desempenho do DSG com o PowerShift.. Ele é superior em tudo! Honestamente, não me lembro de trancos em trocas ascendentes no Festa. A única hesitação dos robotizados, nos dois casos, é nas trocas de mais uma marcha (uma parada de esquina ou uma redução brusca de velocidade em que você precise reacelerar antes da redução de 3a para 1a por exemplo – o câmbio demora a efetuar essa mudança com mais de uma marcha). De resto, acho eles tão suaves quanto um epicíclico. É claro que são diferentes na condução e sensação de guiar, mas conforto, como citado? Absolutamente iguais
      A questão é que desempenho, economia e esportividade

      Já guiei o ZF num 320i turbo. Mas eu excetuei as caixas de ZF e as 7G tronic da minha crítica, no começo da conversa, que foi em relação a câmbios mais antigos.

  • Bob Sharp

    Cadu
    A rigor, só o fato de haver uma película sobre o vidro original já deixa o carro em situação irregular, uma vez que todos saem da fábrica no mínimo de transparência. Se está irregular, multa. Claro que o ideal seria reter o carro e mandar arrancar tudo na hora, mas nem sempre é viável, entre outros aspectos atravancaria o trânsito perder uma faixa de rolamento. Portanto, não há nenhuma arbitrariedade por parte da polícia militar. E com as multas em sucessão a maioria mandará arrancar os sacos de lixo, isso é liquido e certo. E até que enfim!

    • Domingos

      Bob, ao menos parar o condutor é uma necessidade. Caso contrário vão apelar a multar qualquer um por confusão ou má fé.

      Imagine que um carro tenha filmes claros ou que o fiscal se confunda…

  • Domingo

    Não, comento por entender bem do assunto.

    Já “guiei” uns 2 carros com essa tecnologia. Um deles era um GTi, onde estava de carona, que estava sendo dirigido de forma tão cavala (para demostrar a capacidade do ESP), que o efeito que comento só ajudou. Mas todas as intervenções eram bem bruscas, até pela necessidade da situação.

    Outro foi um modelo que apresenta isso como item de série em toda a linha e onde, comigo dirigindo normalmente, o efeito se fez pronunciar numa tomada mais rápida – porém ainda longe do limite.

    Leia novamente o que disse. O vetoramento entra depois de começar a curva e isso é justamente o problema, pois enquanto não se acostuma com o tempo de resposta e a reação você pode acabar fechando demais a curva – enfiando o carro na guia interna, por exemplo.

    Óbviamente o sistema não lê mentes e entra em ação antes da curva, o que seria justamente o ideal, pois seria assim linear e previsível.

    • Cadu

      Domingo, é impossível o carro com XDS te jogar fora da curva se vc estiver segurando o volante e atento. Você sente o carro entrar e basta corrigir a trajetória de forma instintiva diminuindo o esterçamento. Assim como o ABS e o ESP não são infalíveis, o XDS não adivinha sua trajetória, ele apenas nota alguma perda de aderência e freia as rodas independentemente.
      Não vejo nenhum problema aí. Ou você prefere um carro menos estável que aponte lentamente e saia de frente ?

      • Domingos

        Sim, ele joga para dentro. E isso que falei, veja aí.

        Realmente exige uma correção do esterçamento, algo que pode não ser exatamente instintivo.

        Veja bem, um motorista normal tem como instinto sempre fechar mais o esterçamento para a curva. E um motorista com experiência prefere um esterçamento conhecido e esperado, embora saiba lidar com situações que exijam correção.

        O meu porém com esse sistema é justamente a necessidade de correção onde não haveria necessidade, o que é contra-intuitivo e prejudicial de certa forma.

        É legal de repente o carro ganhar limite e virar apontador de frente, mas nem sempre é positivo isso no meio do nada.

        Lembre-se que às vezes é melhor um carro com menos limites mas um comportamento impecável que outro com uma série de macetes para guiar.

        Se você espera uma trajetória e comportamento x no carro, tem tudo programado para aquilo. Uma y de repente, ainda que melhor, assusta um pouco.

        No caso do carro que dirigi com o sistema, se não estivesse bem atento eu teria jogado o carro na guia interna caso mantivesse o esterçamento previsto original – era uma curva fechada e estreita e o sistema atuou de forma bem repentina e eficaz, mudando muito a trajetória do carro.

        Mas é questão de costume também. Se o sistema atuar sempre com o mesmo atraso e a mesma severidade, logo se acostuma e se faz uso disso.

        Mas no começo é bem estranho e perigoso sim. E se for irregular o funcionamento, melhor desligar – ou deixar exclusivamente para atuação de emergência junto com o ESP, onde se busca mesmo “mais frente” geralmente.

        • Cadu

          Eu disse ‘pra fora’, mas queria dizer pra dentro. Porque toda curva tem dois lados para sair, risos

          Ele não te joga pra dentro dessa maneira agressiva. É suave e bem controlado
          A correção é instintiva, porque você sente o carro fechando. E a menos que você não esteja prestando atenção. E aí não é XDS, ESP ou uma suspensão que evite a tragédia

          E, lembre-se: Para que o XDS atue, precisa de um esforço grande sobre os pneus. Os sensores precisam perceber perda de aderência em uma das rodas. Não é qualquer curva. Um motorista ‘normal’ não guia assim! Não é “do nada”, como você citou!
          E mais, não é propriamente uma correção. Você não contra-esterça, nem precisa de nenhuma habilidade específica. É nítido que o carro te “suga” pra curva. Você apenas faz menos movimento com o volante.

          Portanto, quem entra abusando numa curva já entra com o mínimo de noção do que acontecerá. E o carro reage de forma a facilitar a entrada. Seria contra-instintivo se ele saísse de traseira, por exemplo. Aí eu concordaria com você

          O XDS não é um controle que você possa desligar. Não sem um bom conhecimento e ferramentas específicas. Não há um item no painel ou no computador de bordo para ele. É como o ESP. Pelo menos nos VW/Audi

          Enfim, é um item de segurança que confere mais estabilidade. Não vejo como pode ser ruim, nem mesmo para o motorista comum!

          PS: Rubens Barrichello notou isso ao guiar o Golf GTI no programa Acelerados no Youtbube. Em determinado momento ele diz: “Olha como esse dispositivo te “puxa” pra dentro”. Era o XDS!

  • Bob Sharp

    Matheus,
    Anhangüera, pouco quilômetros adiante, bem perto mesmo, sair à direita, há sinalização.

  • Bob Sharp

    Domingos
    Não existem “filmes claros”. De novo, o que colocar deixa o carro irregular. É o tipo da coisa que não há o que confundir. Eu já disse isso várias vezes aqui: a rigor, o medidor de transmitância luminosa é desnecessário. É só agente ler a “chancela da legalidade”, ela por si só já denuncia a irregularidade. Outro dia um grande amigo me sugeriu criar e patentear uma luz para motos que as identificassem melhor no corredor, pois ele havia fechado duas no intervalo de poucos dias na rod. Raposo Tavares ao sair de casa ainda escuro. Um dos motociclistas lhe chutou o espelho. “Boa idéia”. disse-lhe, mas, como que adivinhando, perguntei se o carro dele tinha sacos de lixo. “Ih, tem”, respondeu-me…Por aí você vê o câncer automobilístico que é o Insulfilm. Tem que acabar na marra mesmo.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Último aviso. Próximo comentário seu cheio de abreviações tipo escrever em smartphones, iniciais em minúsculas e outras preguiças, será recusado. Cansei, não sou empregado para ter que acertar TODO texto seu para que os leitores possam ler s língua escrita como ela é. Se você não tempo para escrever decentemente, não tenho para ficar corrigindo.

  • Domingos

    Interrupção de aceleração existe até num Fórmula 1, dado que é impossível mudar de relação de marchas num câmbio normal sem cortar a mesma por instantes que sejam pela embreagem ou conversor de torque – ou até embreagens internas.

    E também, mesmo que um dia consigam um sistema que não necessite de desacoplamento para funcionar, se deixaria de ter interrupção mas haveria diferença de aceleração.

    Diferença de aceleração se muito brusca é o famoso tranco. Ou troca seca. Ou tanto faz.

    Em todo o DSG noto esse comportamento e, novamente, não é ruim. Eu acho até empolgante.

    Só que numa epicíclica é melhor se o procurado for conforto e linearidade. O conversor de torque atualmente consegue filtrar quase toda a sensação dada pela mudança de aceleração.

    • Cadu Viterbo

      Domingos, resolve. Tem tranco ou não?
      Bom, como disse, entramos em loop. Cada resposta vai ser repetição das anteriores…

      • Domingos

        Tem trocas secas, como disse o Bob. E só em solicitações maiores.