DSC01735 cort  HONDA CIVIC...2016 DSC01735 cort

Como  a FCA fez recentemente, apresentando o Fiat Bravo 2016, a Honda já apresentou o Civic ano-modelo do ano que vem. A principal novidade é o retorno da versão EXR, e que é a topo, suprimida no ano-modelo 2015. Tal como na LXR 2015, vem com grade diferenciada, faróis de neblina circulares, rodas de 17 pol. e acabamento diferente no painel.  Há também controle de estabilidade e tração, que é desligável, e assistência elétrica de direção com característica de dificultar o acionamento errado do volante numa situação extrema de o veículo sair da trajetória, bem com corrigir efeitos de ventos laterais e curvatura exagerada da seção transversal da via, situações em que o veículo puxaria para um dos lados. E também o assistente de partida em rampa. O Civic EXR começa a ser vendido em março com preço público sugerido de R$ 88.400.

 

DSC01738  HONDA CIVIC...2016 DSC01738

Nesse preço estão incluídos teto solar e novo sistema multimídia com monitor escamoteável de 7 pol. e GPS, este trazendo informações de trânsito inicialmente de Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Há também conexão com internet (imagens só com veículo parado) e Bluetooth para chamadas e reprodução de áudio. Sem contar a novidade da entrada HDMI (sigla em inglês para interface de mídia de alta definição) para reproduzir imagens  de notebooks e câmeras digitais.

 

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Novidade:: entrada HDMI

No LXS e no LXR, versões de entrada e intermediária, respectivamente, a central multimídia é mais simples, um monitor de 5 pol. no centro do painel para informações do veículo, computador de bordo e imagem transmitida pela câmera de ré, mais dados de áudio que incluem toca-CD, entrada auxiliar, USB e Bluetooth. O LXS de câmbio manual de seis marchas tem preço de R$ 70.900 e com câmbio automático Hondamatic (que não é epicicloidal) de cinco marchas, R$ 73.900. O LXR sai por R$ 78.400. O câmbio possui trocas manuais apenas por borboletas, exceto no LXS, que não possibilita trocas seqüenciais.

Na mecânica tudo permanece igual. O LXS  tem motor 1,8-L monocomando de 16 válvulas, 139 cv a 6.200 rpm com gasolina e 140 cv a 6.500 rpm,com áloool, enquanto o LXR e o EXR vêm com o 2-litros de mesma arquitetura que desenvolve 150 cv a 6.300 rpm (gasolina) e 155 cv à mesma rotação com álcool. Todos os motores são i-VTEC, com coletor de admissão de dois comprimentos e tempos e levantamento de válvulas variável.

 

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Qualquer dos motores é dotado do sistema FlexOne de partida sem injeção de gasolina mesmo em baixas temperaturas, estando o tanque abastecido predominantemente com álcool, com aquecimento do álcool pelas lanças aquecedoras já ao destravar as portas para entrar no veículo, de modo a pouco se precisar esperar para dar partida. Portanto, nada de reservatório de gasolina mais, solução adotada em 2013.

Permanece em todos a função Econ, comandável por botão à esquerda do painel que determina mudança de comportamento de vários sistemas do veículo buscando economia de combustível, como, por exemplo, controle das trocas de marcha do câmbio automático, da injeção e do ar-condicionado.

Como anda

Não houve nenhuma mudança de chassi, que continua com os bons dotes anteriores. Quando o câmbio automático se encontra em modo D, nas trocas manuais sobe marcha quando motor chega a 6.800 rpm, mas se estiver em S não troca, fica em corte sujo. Não há aceleração interina na reduções comandadas.

A Honda continua a não fornecer dados de desempenho e consumo e num próximo “no uso” iremos efetuar medições, mas o desempenho percebido no curto percurso de teste oferecido deu para perceber que o 2-litros propulsiona o EXR com facilidade. Estimo sua aceleração 0-100 km/h entre 9 10 segundos e velocidade máxima ligeiramente superior a 200 km/h.

 

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Instrumentos em ‘dois andares”

É ágil, mesmo com o entreeixos de 2.668 mm e 4.525 mm de comprimento, ajudado pela altura baixa para os padrões atuais, 1.450 mm. A suspensão dianteira McPherson e a traseira multibraço são muito bem acertadas em compromisso estabilidade-conforto e o freio a disco nas quatro rodas dissipa velocidade com convicção. Os pneus 205/50R17W (Pirelli Cinturato P7) nada têm de exagerados, boa escolha (no LXS são 205/55R16V).

A direção rápida, de relação 13,7:1, associada ao volante de 360 mm de diâmetro é um dos pontos altos do Civic, que transporta motorista  e quatro passageiros com total conforto, todos com seu apoio de cabeça e cinto retrátil de três pontos. O espaço no banco traseiro “atrás de mim” é excelente, inclusive o assoalho traseiro é plano, um detalhe que agrada. O porta-malas não é gigante, são apenas 449 litros, com estepe temporário T125/70D15M (M=130 km/h).

 

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Os instrumentos em dois níveis, com conta-giros no “andar de baixo”  e velocímetro digital ladeado por medidores de combustível e de consumo instantâneo no ” de cima” , considero ótima disposição. E todo o aplauso para a Honda por dotar o vidro do pára-brisa com faixa degradê e de um convincente apoio de pé esquerdo.

 

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Apesar da estranheza de ano-modelo em fevereiro do ano anterior, o Civic continua uma ótima opção para quem deseja um bom e de boa reputação sedã médio.

BS

Fotos: autor

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • Marcos Alvarenga

    Esse câmbio manual de 6 marchas me fala ao coração. Pena que não esteja disponível com o motor de 2 litros.
    Com o carro cheio e ar ligado na estrada esses 15 cv a mais podem fazer diferença na segurança em retomadas para ultrapassagens.

    Cada vez mais restritos em relação ao câmbio manual. Alguns já dizer ser “aberração” um sedan de topo com câmbio manual. Vida longa à liberdade de escolha.

    • Domingos

      O 6 marchas do LXS me parece até mais gostoso que o do Si, só não sei se de repente são mais lentas as mudanças.

      Agora, essa de modelo 2016 sem modelo 2015 é reflexo de um mercado com quedas de venda mas desesperado em manter os preços antigos. Não dou 6 meses pra festa acabar.

    • Marcelo
    • R.

      Mas esse motor 1.8, quando com cambio mecânico é uma grata surpresa em relação a desempenho !
      Acho que vale um test-drive.

      • Domingos

        É um dos melhores conjuntos motor/câmbio/chassi para dirigir hoje com embreagem. O câmbio longo junto com o motor girador porém cheio em baixa dá uma impressão de se estar andando num carro bem forte e tocando à moda ele anda firme mesmo.

        Ótimo carro para viajar rápido!

    • Milton Evaristo

      Já viajei com um na versão anterior e não vi falta de potência, muito menos comprometer segurança, exceto pra quem tem preguiça de usar o câmbio. Aí seria melhor comprar o automático mesmo.

      • Domingos

        No automático dá uma boa diferencinha, ficou muito bom mesmo o 2.0. E, também, só tem dele automático mesmo…

  • Austin

    só uma correção “medidor de combustível e termômetro do líquido de arrefecimento motor no ” de cima” ”

    quis dizer o medidor de consumo instantâneo ao invés de temperatura

  • Cadu

    Gostei dos equipamentos! É um tradicional sedã médio, 2.0 aspirado de reputação ilibada. Certamente uma boa compra!
    O problema é que a sra. Honda (e suas co irmãs japoneses) tem o ego inflado demais e cobra por seus veículos como um importado de segmento premium (sem as tradicionais discussões de preço de carro no Brasil, estou fazendo uma comparação relativa)

    Um Civic desses acaba saindo o mesmo preço de um Jetta TSI com motor mais eficiente, mais potente, com mais itens de série, um câmbio melhor e mais moderno!

    Se abrirmos mais o horizonte na concorrência, eencontramos o C4 Lounge THP, mais potente, mais equipado e mais barato!

    Ou seja: friamente, isoladamente, o Civic é um belo carro. Mas uma rápida pesquisa, revela que tem outras belas opções por aí!

    Antes que me digam que Honda não quebra, que tem mecânica mais confiável, indico a leitura do tópico “Defeitos?” do AK.

  • Mr. Car

    Putz, estamos em Fevereiro!!! Logo, estarão lançando carros com dois anos acima do ano vigente. Palhaçada. Do carro em si, nenhuma queixa.

    • Chico

      Mr.Car concordo com você , esta nova forma das fabricas anunciarem modelos para o ano seguinte ainda no inicio do presente ano, é uma forma de enganar o comprador. Provavelmente o novo modelo tenha alguns parafusos a mais e alguns milhares de reais mais caro. Certamente que vai ter alguns ” espertos ” trocando seu Civic 2015 por outro novo PORQUE É MODELO 2016 exatamente o que a fábrica espera.

  • Rodrigo Mendes

    Essa tela é mesmo escamoteável?

  • Bikentusiasta

    Esse modelo 2016 virá com com os air bags laterais e de cortina, que são oferecidos nos Estados Unidos, pelo menos como opcionais?

  • Thiago Teixeira

    O mercado de carros é intrigante, realmente. Veja a dificuldade que é ser um lider de vendas com tantas qualidades nos carros, cada um com a sua. Os Toyotas tem a fama da durabilidade, os Hondas no refinamento, a VW com o mérito dos alemães e por ai vai. Que dificuldade prs comprar carro nessa faixa de preço!! Gosto de sedans aos hatches, mas tambrm tenho admiração pelas robustas pickups diesel.
    Com o preço desse Honda eu compraria um Fusion atual usado com baixa quilometragem.

  • R.

    Bob,
    1-) Qual é o Cx do Civic , parece muito baixo…. deve ser bom estradeiro!
    2-) Como funciona esse cambio Hondamatic? Ele tem o conversor de torque como nos automáticos tradicionais ?

  • Daniel S. de Araujo

    O Civic foi um carro que me supreendeu positivamente em todos os aspectos (inclusive o financeiro – é o melhor custo beneficio se compararmos Corolla, Civic e Jetta – ignorando os carros franceses que sinceramente não me agradam).

    A Toyota (meu ponto de vista) exagera um pouco no preço do Corolla e a VW, idem (Jetta a partir de R$76,5 mil?), além de bobear em não colocar um cabeçote multiválvulas no EA113 2L (ou até mesmo ressussitar o EA827/AP – porque não).

    • Domingos

      Alguma coisa fez a VW subir o preço dos Jetta 2.0 de tal forma que não compensa comprá-lo existindo o TSI por não tanta coisa a mais.
      Porém o carro é equipadíssimo.
      O Civic ficou interessante mesmo com a melhoria em itens de série dessa geração.

      • Dieki

        É que a VW ao lançar novas versões simplesmente aumenta o preço das existentes, para encaixar a nova. Por exemplo, o Golf com motor 1,6. Ele vai ter o mesmo preço do Comfortline e este vai ser reajustado para cima.

  • Eduardo Mrack

    Perdeu em design, está mais para um Honda City do que para o que deveria ser o próximo Civic.

  • Adriano Vieira

    Bob, os pneus do LXR e EXR são 205/50 R17, não 55 (até para manterem o diâmetro original). Nesse caso, eu acho um pneu desnecessariamente baixo (é a mesma medida do Linea e Punto com aro 17), além de serem claramente estreitos pra essa bela roda. Creio que 215/50 seria o ideal, mais largo e alto. 205/55 R17 é a medida do Fluence.

    • Bob Sharp

      Adriano
      Está certo. A ficha técnica oficial está errada. Eu havia feito a foto do pneu e é perfil 50 mesmo. ;Agradeço o alerta, vou corrigir o texto.

      • Bob Sharp

        Adriano
        A foto, falhou a anexação.

    • Domingos

      Pneu 215 quase não se acha no Brasil. Esse é o problema.

    • João Carlos

      É que o fabricante sempre procura manter a altura considerando o conjunto completo de roda/pneu.

    • Thiago Teixeira

      O problema é encontrar essa medida. Que eu lembre so saiu de fabrica no Mondeo, último modelo vendido aqui. A unica marca que o fabrica é a Achilles.

      • Adriano Vieira

        Thiago, 215/50 é uma medida que já foi usada no Stilo Abarth (na época, o correto seria 215/45, como o europeu, mas a Fiat não quis arriscar com um perfil tão baixo, deixando o Vectra Elite ser o primeiro carro nacional com esse pneu). Hoje quem usa 205/50 é o Focus com roda 17. Dada a relativa quantidade de unidades vendidas, creio que dá pra achar alguns no mercado de reposição. E, mesmo na falta desse, o 215/45 usado em muitos modelos dessa categoria ficaria melhor, dado o fato de possuir uma largura mais condizente com a tala de 7 polegadas da roda, além de manter o diâmetro dentro do limite.

        • Thiago Teixeira

          Adriano, nao vi que voce mencionou aro 17. Me referia ao aro 16 pra 215/50.

        • Flavio

          SE 2.0 PowerShift 215/50 R17

  • Lucas

    Tem muito carro bom por aí mesmo. É difícil hoje apontarmos para um carro e dizer que não presta (exceto QQ, essas coisas que deveriam ser proibidas de rodar). Só uma ressalva: Na minha opinião o mérito dos alemães na VW está apenas nos carros vindos de lá. Ou seja, não estão incluídos Gol, Fox, Jetta Confortline. Já um Corolla, ou Civic, os fabricados aqui são (ou eram. Me corrijam se não são mais) iguais aos que rodam nos países de 1° mundo (desconsiderando as adaptações necessárias para rodar no Brasil, como ajustes na suspensão, adaptação à nossa gasolina…).

    • Bob Sharp

      Lucas
      Opinião totalmente equivocada sobre os VW de fora e daqui, desculpe. Inclusive sobre o QQ. Tenho opinião de pessoas confiáveis sobre ele e não é nada disso. Vou até pedir um para testa,

      • Lucas Pereira

        Bob, você fará um crash test no QQ? É disso que estou falando. Aliás, estou sendo injusto com o QQ, pois se analisarmos os resultados dos carros brasileiros na NCAP, estes não ficam muito atrás. O próprio Gol ficou com 3 estrelas (adulto) e 2 estrelas (criança). O Golf, fabricado lá, tem 5 estrelas para todos os ocupantes. Os VW brasileiros podem trazer alguma identidade alemã no desenho, ao volante… Mas quando comparamos desempenho, segurança, qualidade na construção, as diferenças ficam evidentes. Não considero um Jetta Confortline, com suspensão traseira eixo de torção e motor de Santana 2000 um típico alemão. Em breve será a mesma coisa com o Golf. Eu sou um entusiasta dos alemães. Mas pra mim os VW do Brasil (talvez com exceção do Up!, que parece ser igual ao fabricado lá) não estão entre eles.

        • Gustavo73

          Up nacional 5 estrelas, Polo/Fox nacional 4 estrelas. O City anterior testado 4 estrelas. O Corolla anterior 4 estrelas adultos e 1 estrela criança. O Jetta Comfortline não tem eixo de torção há pelo menos um ano. O Corolla tem eixo de torção até hoje. E o Civic tem painel de plástico duro. Fora que o Golf europeu tem eixo de torção nas versões básicas. O Civic nacional nunca foi testado. Polo de 2002 tem Isofix desde o lançamento e o Fit só ganhou agora. Todos têm suas qualidades e defeitos, é só procurar.

        • Daniel S. de Araujo

          Desculpa mas farei coro ao Bob
          O Jetta é um excelente carro. Qual o problema do eixo de torção? Tá todo mundo em guerra aberta contra o eixo de torção (coisa de Quatro Rodas, e outras “especializadas”).
          Apesar do Jetta 2L merecer mais potência, ele tem um desempenho convincente. O EA113 (“AP” de nome moderno) continua um motor excepcional, com uma excelente curva de potência em baixas rotações, enfim, é um motor alemão de primeira. Se fosse ruim, não estaria disponível no mercado americano equipando…o Jetta!
          E quanto aos VW nacionais, dirija uma Saveiro com essa nova motorização. É carro para quem gosta de dirigir! O melhor câmbio manual do mercado, um convite a cambiar bem! Só não gosta quem não é Entusiasta!

        • Milton Evaristo

          Muitos tem esse mesmo pensamento seu: um carro não presta porque não vai bem num teste de colisão.

          Deveriam recolher todos os carros antigos então.

          E tem muito carro antigo pior de comportamento dinâmico que o QQ, e podem rodar tranquilamente, alguns são até venerados por mero saudosismo

          Incrível como hoje quando se fala em carro resume-se a: segurança de impacto e acessórios multimidea.

          • Lucas Pereira

            Milton, você tem razão. Muitos outros carros têm desempenho até pior. Eu deixei isso claro no Post. Mas se você acha que esse pensamento de que “um carro não presta porque não vai bem em teste de colisão” é errado, me desculpe, mas sugiro refletir um pouco mais. Não me interessa um carro ser maravilhoso se um acidente “bobo” pode vir a ser fatal. Acho que nessas horas não da pra economizar. Minha opinião apenas. Mas respeito quem pensa o contrário.

        • Cadu

          O Jetta Comfortline usa multibraço também.

        • Davi Reis

          O Jetta Comfortline ganhou suspensão traseira multilink há mais de um ano. O motor 2.0 pode merecer aposentadoria, mas não é ruim também: deixa um pouco a desejar diante de alguns pontos. Também, não é motor de Santana (esse usava o EA-827, o Jetta usa o EA-113).

    • Lorenzo Frigerio

      Concordo, mas o Jetta Comfortline ainda é um carro bom; é um modelo “bargain basement” para os cucarachas que moram nos EUA e que, devido ao dólar e provavelmente às “faixas de mercado” estabelecidas pela ANFAVEA (refletindo também o “custo Brasil” dos modelos que você citou fabricados aqui), custa no Brasil mais caro do que deveria. Mas veja por outro lado que o TSi é um canhão e o preço é competitivo com produtos da concorrência menos especificados.

      • Lucas Pereira

        Pois é, nos EUA parte de 17 mil dólares…

    • Dieki

      Eu gosto do Fox. Acho que você nunca dirigiu um. É um bom carro, espaçoso, bem montado, bem equipado e com motores, embora algo antigos (EA-111 de 1 e 1.6 litros) são bem adequados à proposta do veículo. Claro que tudo é relativo ao seu segmento. Se os mais de 60 mil pedidos num Highline completo assustam e o fazem ter uma noção ruim do carro, pega um Comfortline e anda, é bom. Quero experimentar o equipado com motor 16v e câmbio de 6 marchas, deve ter ficado melhor ainda. Pena que a VW conseguiu enfeiar um desenho que era harmonico.

      • vidgal

        O Fox tem a pior posição de dirigir de todos os carros que tive oportunidade de dirigir.
        É alta para o carro ,mesmo na regulagem mais baixa;a relação banco/pedais é tremendamente desconfortável.

  • felipe

    Lembrando que parte da fama dos Honda e Toyota é em função da sua impecável assistência técnica, e a facilidade na revenda.

    • Daniel S. de Araujo

      O padrão construtivo desses carros também é excelente.

  • Fat Jack

    Apenas o acréscimo dos acessórios me parece pouco para justificar a diferença de $10k para a versão imediatamente inferior, e pra ser mais competitivo ele mereca uma atualização no câmbio, claramente inferior ao do Corolla por exemplo.

  • Lucas

    Jetta Tsi: R$94.000,00 (FIPE). Bastante acima…

    • Cadu

      Nao é dificil achar estoques a 89 com teto
      E mesmo a mais de 90, vale cada centavo a mais que o civic

      • Lucas Pereira

        Também acho que vale a pena pagar um pouco mais pra pegar um TSI.

  • Daniel S. de Araujo

    Vou ser apedrejado mas tudo bem…
    A qualidade de projeto e construtiva dos carros de fabricantes japoneses, americanos e alemães é muito superior a dos franceses. Falo isso tendo um carro francês na garagem!
    Enquanto um amigo rodou com seu Civic 80 mil km morando no sitio (e para chegar lá, uns 7km de terra – e estrada ruim). meu francês está com 75 mil km se decompondo – e rodando apenas no asfalto bom ou na Castello Branco!

    Sobre o texto do AK (“Defeitos?”), realmente não existe mais “carro ruim”. Contudo existem carros melhor resolvidos do que outros, e com padrão construtivo melhor. Apenas isso.

    • Bob Sharp

      Daniel
      Fora a espuma do assento do banco traseiro cedida, em que o seu 206 está se decompondo?

      • Daniel S. de Araujo

        Bob, tudo bem?
        O Peugeot daqui de casa é o 207 Quick Silver série especial 2010/2011. 75 mil km rodados na cidade onde moro que apresenta asfalto bom, Castello Branco e Marechal Rondon (a maior parte da quilometragem do carro foi em uso rodoviário). Vamos aos pontos!
        ->Como você já sabe, o banco traseiro laceou sozinho, apenas com pessoas de peso normal sentando nele, sendo que raramente ele anda com alguém atrás. Fora isso, enumero
        -> Vários defeitos de acabamento. Outro dia o parasól do passageiro simplesmente caiu. quebrou o suporte plástico sem ninguém sequer ter puxado, ou coisa parecida. Caiu.

        -> A chave controle remoto rasgou a borracha. Quantos Gol’s Vectras, carros com mais de 10 anos de uso que o controle da chave está em ordem.
        -> O revestimento interno que vibra quando liga o radio num volume mais alto (não precisa ser muito alto, estilo boy-boiadeiro)
        -> 3 dos 4 vidros eletricos romperam o cabo de aço e cairam (nunca vi algo assim!). O ultimo foi o vidro traseiro do lado direito que estourou quando dei o comando de fechar, no dia 24/12 ultimo. Tive que calçar o vidro com hashi chanfrado pois senao o vidro ficaria aberto.

        -> Um dos vidros (o do motorista), tive que reparar duas vezes: Uma o cabo que estourou e outra a engrenagenzinha de plástico que moeu. Isso com 45 mil km apenas.

        -> O motor sofre o mal hábito de sofrer detonação sob leve esforço em marcha lenta (numa manobra, por exemplo). Isso usando gasolina com 25% de álcool e taxa de compressão de 10,5:1 (menos que nos VW a ar a álcool, que era de 11:1!)
        -> Os suportes inferiores do parachoque romperam-se inteirinho. Todos!
        -> A suspensão dianteira é fraquissima. Está começando a bater e sinceramente estou com medo de levar o carro na oficina e descobrir o prejuizo. O meu mecânico já coçou a cabeça…Isso num carro que só anda em rua boa, estrada boa e se andou 30km na terra, ao longo desses anos, foi muito.
        -> A maçaneta da porta traseira direita apresentou dificuldade de abertura com pouco mais de 10 mil km. Recentemente o moço que arrumou os vidros elétricos deu uma mexida que foi paliativo. Mas falou que é defeito da peça.
        -> O teto solar faz barulho quando anda em ruas esburacadas, sendo que rarissimas vezes ele foi aberto. Reclamei na oficina e eles queriam desmontar o conjunto inteiro. Deixei quieto porque fiquei com medo de piorar mas fico imaginando que se morasse em São Paulo onde temos buracos asfaltados, era capaz do teto estar frouxo de tudo.

        ________________________

        Em resumo, para um carro 2010/11, o 207 está bem “experiente” em termos de reparos e defeitos. Um senhor amigo meu tem um VW Santana 2003 a álcool e outro dia me pediu para levá-lo ao oftalmologista. Fomos com o Santana. 165 mil km, 12 anos de uso e o unico defeito de acabamento é a coifa da alavanca de câmbio rasgada. Só. Nenhum rangido, nenhum ruido interno, nada. Defeitos mecanicos apenas a carcaça da bomba de agua que sofreu cavitação pelo uso de agua sem aditivo. Como ele só pega estrada ou anda pouquinho na cidade, acho que até os amortecedores são novos!

        Um outro amigo usava o Civic 2012 dele pensando se tratar de uma Palio Adventure: Terra, lama, etc. e vendeu o carro inteiro. Sem qualquer probleminha, no melhor estilo “lavou, está novo!”

        Ai você começa a ver essas coisas e pensa, existe ou não existe um projeto mais bem elaborado e outros inferiores?!

        • Gustavo73

          Mas aí você está comparando um médio com um compacto. E isso também trás diferenças.

          • Daniel S. de Araujo

            Gustavo, perdoe-me as palavras duras mas essa conversa é conversa de vendedor de carro, corretor de imóveis que tenta tapar o sol com peneira. Observe que nenhum dos defeitos e ponderações que eu coloquei eu falei de algo relativo a sedan x compacto tais como espaço, distancia entreeixos, qualidade de tecido, nada disso. Falei da CONSTRUÇÃO de um carro. Apenas isso. E que é comum a um compacto, sedan médio, sedan de luxo, etc.

            É imperdoável um parasol cair sozinho, tanto num compacto, quanto num sedan médio. É imperdoável ter 3 dos 4 vidros estourando cabo de aço. Ter uma suspensão frágil, vibração no revestimento das portas, problema de maçaneta (quase nunca usada), teto solar vibrando, banco cuja espuma afunda e o passageiro senta no ferro…Nem meu Fusca eu precisei mexer em banco por causa disso!

        • $2354837

          Tenho um 207 XR 2009 com 75 mil km e o carro está perfeito. Acabei de trocar os pneus originais dele agora. O que tive de defeito foi uma tampa do radiador, que me custou 15 reais. Sobre a chave já tive que trocar a tampa de carros como GM, Renault e o proprio 207. Não vejo defeito nisso e é um desgaste normal.

    • Domingos

      Vou discordar um pouco mas concordando com você ao mesmo tempo.

      Na verdade o projeto dos franceses é ótimo. Vastamente superior a um concorrente padrão em termos de refinamento e de recursos. Só os japoneses ganham, falando em termos gerais, no projeto de motorização.

      É raro você ver um carro francês que tenha espaço pequeno para o seu tamanho ou que seja mal resolvido de ergonomia (tirando detalhes do tipo “não sei de nada mas quero falar que sei alguma coisa” como comandos de vidro elétrico).

      É raro ver um carro francês ruim de conforto ou ruim de curva. Ou ruim de bancos. Ou ruim de acabamento na sua aparência.

      É raro ver um carro francês com instrumentação ruim.

      Tudo isso é comum na concorrência – se não em um dos pontos que citei, em vários.

      O problema é na construção, como você falou. Muitos deles escorregam em controle de qualidade, homologação e mesmo pura e simplesmente na montagem dos veículos.

      A qualidade de algumas peças também é um pouco ambígua: projeto bom, material ruim.

      Isso que dá todos esses problemas em ALGUNS franceses. E que ao mesmo tempo me lembra que defeito hoje existe sim, só é muito menos que no passado.

      A propósito de comparação: hoje só compro carro japonês, tanto pelo apreço que tenho às motorizações deles e a filosofia deles como pelo pós vendas.

      Porém antes eu cheguei a ter vários franceses, alguns Clios entre eles.

      Comparando hoje os meus Clios com o Etios que tenho, o Clio ganhava de lavada em qualidade.

      O Etios tem suas vantagens por ser derivado de um projeto muito bom (Yaris) e ser extremamente leve devido à simplificação extrema que teve.

      Isso faz ele curvar muito e andar bem para um carro com um motor que não tem nada demais em termos de desempenho. Também passa com boas notas em crash tests.

      Mas só. Em 2 meses de uso tenho mais ruídos internos que tinha no meu Clio com 3 anos, muitos deles que são recorrentes em carros igualmente novos se você pesquisar por aí.

      A qualidade de materiais, acabamento, bancos, conforto, qualidade da montagem etc. eram TODAS melhores que no Etios.

      E nunca tive um único problema de suspensão mesmo rodando por São Paulo e chegando a saltar com o carro por cima de um buraco uma vez.

      Isso o coloca bem acima tanto em qualidade construtiva como em qualidade de projeto que muito carro “resistente” por aí, cuja resistência se resume a ser baratinho de arrumar em qualquer lugar por aí até você se cansar do carro depois de 3 anos e financiar outro.

      Pessoalmente se tem um atestado de carro ruim para mim é carro feito para ser trocado em no máximo 5 anos, além da perda de dinheiro – por mais que um carro melhor tenha manutenção mais cara, nada se compara com a perda por desvalorização.

      E te garanto que alguns franceses são feitos para durar bem mais que 5 anos de forma boa.

      O problema está em algumas marcas em específico, que não sei se posso falar. Em especial na fabricação e no pós vendas. E em alguns modelos em específico, porque se você andar um dia num C5 por exemplo você vai ver o que é uma máquina.

      • Daniel S. de Araujo

        Tenho escutado elogios na linha Renault.

        Agora do grupo PSA…esses dai não entram tão cedo na minha garagem…

  • Lucas Rodrigues de Souza

    Qual a diferença desse cambio??

    • Bob Sharp

      Lucas
      O câmbio Hondamatic difere dos automáticos ditos tradicionais pelo tipo de
      engrenagens utilizadas, em que não são os trens epicicloidais, mas pares
      de engrenagens cilíndricas helicoidais, tal qual num câmbio manual. Só
      que em vez das luvas sincrônicas de engate há pequenas embreagens de
      acionamento hidráulico em cada par de engrenagem. E há o conversor de
      torque para a ligação motor-câmbio.

      • Lucas Rodrigues de Souza

        É um sistema novo ou a somente a Honda usa? Obrigado Bob

        • João Carlos

          Surgiu em 1968. Era patente (já deve ter caido), só a Honda usa, ou usava, já que a caixa de 9 marchas da Acura é ZF epicicloidal.

          • Lorenzo Frigerio

            Deve ser a mesma do Chrysler 200, Dart, Renegade e outros tração dianteira da Chrysler.

      • Lorenzo Frigerio

        Uma espécie de automatizado mono-embreagem só que com conversor, e os servos incorporados dentro da unidade. Um híbrido de manual com automático, é isso? Que tipo de fluído ele usa? Pois esse fluído, além de transmitir pressão, teria que ter uma capacidade lubrificante, então como ficam as embreagens? Imagino que não sejam de composite como as de um automático convencional.

        • João Carlos

          São discos de atrito como o dos automáticos, igual, até na montagem, como um sandwich. Um conjunto deles pra cada par de engrenagens, e, quando por pressão hidráulica, travam a marcha a se engatar, ao mesmo tempo que liberam a marcha engatada pelo alívio da pressão.

          Lembra o engate de marcha dum monoembragem automatizado, pois tem que liberar uma pra engatar a outra (não pode ficar pré-engatada como um dupla embreagem). Mas com a diferença da mudança poder ser no mesmo instante, rápida, pois é uma troca de uma embreagem pra outra com num dupla embreagem. Nesse sentido, o hondamatic até poderia usar uma embreagem no lugar do conversor, podendo mesmo ficar fechada no momento da troca de marchas, já que a troca de embreagens já estaria ocorrendo internamente.

          Ela acaba tendo mais do dupla embreagem do que do mono, pois não há seleção e engate de marchas, apenas troca de embreagens.

          O fluido lembra os Dexron III na cor (vermelho) e consistencia, mas não é exatamente igual, tem que ser comprado o próprio, como ocorre com outras marcas de veículos. É como para os automáticos epicíclicos, estes também tem engrenagens, o fluido também tem o duplo papél de pressão e lubrificação.

          • Domingos

            Muito legal saber isso. E realmente o automático da Honda tem toda uma outra impressão frente aos outros!

            Obrigado!

          • Augusto Janiscki Junior

            Alguém sabe quando mudará a geração para nova carroceria?

  • Daniel

    Dirigi com ambos os motores e continuo achando insatisfatório no quesito desempenho. Mas ‘satisfação’ é como ‘opinião’, cada um tem a sua.

  • Lorenzo Frigerio

    O EA113 do Jetta deve ser o último dos moicanos. Imagino que à esta altura, todos carros com motor 1.8 ou acima já transicionaram para o EA-888. Por isso, logo veremos o Jetta Comfortline com o 1.4 TSi. Mesmo a versão EA113 para frotas não deverá durar muito.

  • Lorenzo Frigerio

    Aberração seria ele ter apenas câmbio manual, como o finado Fluence GT.

    • Bob Sharp

      Lorenzo
      O Fluence GT vendeu pouco, sabe por quê? É porque o brasileiro é apaixonado por automóvel…

      • Newton (ArkAngel)

        Acho que o brasileiro é apaixonado por aparecer…mania de se exibir.

        • Domingos

          Ora se é. Conversa com alguém que “gosta de carro”. O papo é sempre sobre as superficialidades, nunca sobre mecânica. Por isso você vê gente querendo um esportivo de caráter e aparência nervosa e simplista como um Civic Si na versão automática – e apenas na automática, pois a manual é “ruim”.
          Aprender a dirigir também não querem. E se existir uma versão com todos os adereços da versão de topo ou da esportiva mas com uma motorização besta, ainda que cobrando caro, é essa que vai ser a preferida.
          Se for falar com mulher então, até embrulha o estômago o que a maioria pensa. Vai ter delas que preferiria um Camaro 4 cilindros com um automático de 3 marchas que um Z28 manual…

      • Antônio do Sul

        Pela falta de opções de sedãs médios com câmbio manual, o finado Fluence GT está virando um dos meus sonhos de consumo…

      • Gustavo73

        Boa Bob, o Fluence GT era um esportivo. Um câmbio manual nunca deveria ser considerado defeito.

  • Lorenzo Frigerio

    Esse carro tem um interior muito bem desenhado. Moderno mas de muito bom gosto. Uma boa opção ao interior sóbrio dos VW.

    • Domingos

      Também foi o que mais gostei nessa geração nova e passa uma boa sensação mesmo. Além de útil, o que está ficando raro nos interiores de hoje em dia.

  • Bob Sharp

    R.
    A Honda informa Cx 0,25.
    O câmbio Hondamatic difere dos automáticos ditos tradicionais pelo tipo de engrenagens utilizadas, em que não são os trens epicicloidais, mas pares de engrenagens cilíndricas helicoidais, tal qual num câmbio manual. Só que em vez das luvas sincrônicas de engate há pequenas embreagens de acionamento hidráulico em cada par de engrenagem. E há o conversor de torque para a ligação motor-câmbio.

    • Mineirim

      Bob, de uma maneira bem simplista, esse Hondamatic seria um robotizado com conversor de torque?

  • Bob Sharp

    Rodrigo
    Sim.

  • Barroso

    Você diz aquela reportagem que falou que não existem mais defeitos? Tá, vivemos num mundo perfeito, os defeitos simplesmente sumiram…
    É impressionante como as pessoas não sabem diferenciar fatos de opiniões. Aquele texto é só opinião do autor, longe de ser a verdade. É só navegar na internet e ver sites ou seções de reclamações para ver que o mundo não é tão cor de rosa assim .

    • Bob Sharp

      Barroso
      Há muito exagero nesses sites de reclamações e muitos “caçadores de defeitos” por aí.

    • Newton (ArkAngel)

      Ninguém disse que os carros são perfeitos, o fato é que os veículos atuais possuem muito menos erros de projeto e defeitos crônicos do que os antigos. Se você tem mais de 45 anos de idade, com certeza irá se lembrar das bombas de gasolina que esquentavam e travavam, das cruzetas dos semi-eixos que quebravam, dos carros que superaqueciam, etc. Além disso, naquela época não havia internet, não ficávamos sabendo nem de 1% das coisas que aconteciam. Quanto aos sites de reclamações, a única coisa que eles não falam é da maneira que os reclamantes dirigem e cuidam do carro.

    • Cadu

      Não, você não leu a reportagem. Me refiro à qualidade dos carros em geral
      E falei isso ANTES que alguém diga que Honda é inquebrável
      E você pegou UMA frase da minha resposta para embasar a sua?

  • Bob Sharp

    Fat Jack
    Esse Hondamatic não tem nada de inferior ao CVT. De onde tirou essa conclusão?

    • Fat Jack

      Nas comparações entre Civic com o Corolla (ambos 2.0), após a recente mudança de câmbio, o Toyota (mecanicamente creio ser somente esta alteração relevante) conseguiu um desempenho superior ao Honda (historicamente, sempre houve o contrário) sem alteração das médias de consumo devido a maior quantidade de “marchas”, creio eu.
      Mas, de fato posso ter me expressado mal, de qualquer forma entendo que uma maior quantidade de marchas poderia ajudar dar-lhe mais agilidade com economia.

  • Sérgio

    Bob, as medidas do entreeixos são incorretas, ok? Inexistindo aceleração interina automática, podemos executá-la mesmo assim, não? Abra-
    ços.

  • Bob Sharp

    Mineirim
    Mais ou menos isso. Os robotizados, como o nome diz, têm “robôs” que acionam as hastes dos garfos e garfos propriamente ditos. Esse câmbio da Honda não tem esses componentes.

    • João Carlos

      Curioso é que a dupla embreagem de 8 marchas da Honda (usada num Acura) usa conversor de torque, alegando mais suavidade no arranque, prevendo o gosto americano. Ou seja, uma Hondamatic de 8 marchas quase que daria no mesmo! E a caixa de 9 marchas automática também usada num Acura, é ZF.

      Pelo que vi a Hondamatic parou em 6 marchas. Seria porque ficou comprida demais para mais marchas, já que é de pares de engrenagem (embora haja manuais de 7 marchas, Porsche)? Veja como o mundo dá voltas, fizeram sua própria caixa pra se livrar das patentes da época, e agora a compram de terceiros!!

      • Domingos

        Se livraram das patentes e ao mesmo tempo fizeram uma das melhores caixas automáticas do mercado.

        Acho que aí é coisa de posicionamento mesmo. Uma faixa quer conforto, outra quer número de marchas, outra quer esportividade…

        • João Carlos

          Sim, claro, mas a questão que levantei é outra.

  • Bob Sharp

    Bikentusiasta
    Só no EXR, e de série; indisponíveis no LXS e LXR.

  • Bob Sharp

    Domingos
    Cabeçadinha, nunca!

    • Domingos

      Bob, disse que o automático ficou muito bom com o 2.0, dando uma boa diferencinha para o 1.8 igualmente com esse câmbio.
      O Hondamatic não dá tranco nenhum e para mim é até surpresa que não faça as acelerações interinas, pois sempre que mandei reduzir ele funcionou muito bem mesmo.

  • jr

    Gosto muito deste carro, gostaria de comprar um LXR. Mas…
    Poxa, quem sabe um dia a Honda fabrica o seu hatch médio aqui também. Parece quem nem o Subaru Impreza Hatch é mais vendido. Gostaria muito de ter um hatch médio de origem japonesa.
    Sedan para mim tem dois problemas práticos: o maior comprimento da carroceria (minha garagem é dose e no estacionamento do trabalho tem muita caminhonete com dono sem noção, e os centímetros a mais do sedan na traseira transformam-se em amassados logo logo) e a falta de limpador de para-brisa traseiro. Num dia mais frio e com chuva, principalmente à noite, é comum os três retrovisores estarem inutilizados. No hatch o limpador + desembaçador resolve o problema.
    Bom, se os retrovisores externos tiverem aquecimento para desembaçar (no Kia Soul tem) já ajuda, só tem de esperar um pouco para secarem, mesmo com chuva. Tem isso no Honda, será?

    • Cadu

      Deixar de comprar um sedã porque 10% das vezes você vai ter água no vidro é como não namorar uma mulher porque ela menstrua!
      Vai deixar de curtir M3, RS 7, Jetta TSI, 335i por isso?

  • Bob Sharp

    Sérgio
    A medida do entreeixos está correta, 2,668 mm. Sim, pode-se dar uma acelerada interina.

  • Newton (ArkAngel)

    Trabalho em oficina, e os fatos dizem por si. Só nesta semana:
    -Civic 2009 com 160.000Km: entrou para revisão geral, além dos filtros e fluidos, apenas um jogo de pastilhas e discos traseiros. Carro de empresa, percorre circuito misto cidade/estrada com vários motoristas diferentes.
    -Citröen C4 Pallas 2010 com 82,000Km: problemas no câmbio automático (trancos), será necessária remoção e overhauling, buchas internas desgastam-se e ocasionam perdas de pressão internas, de maneira que a pressão ideal só é atingida em rotações mais altas, ocasionando o tranco nos engates. Problema comum (infelizmente) no modelo.
    -Corolla 2010 com 98.000Km: filtros, fluidos, e jogo de amortecedores dianteiros, batentes e coxins superiores.
    -Jetta 2011: homocinéticas com ruídos, segundo os clientes, é a terceira vez que isso ocorre, carro com 55.000Km.
    -Passat WG 2008: indicador PS aceso no painel, necessária a troca do módulo da direção assistida. Serviço não efetuado devido ao valor exagerado.
    Obviamente, todos os carros irão quebrar mais dia menos dia, a diferença é que nos japoneses esse dia demora mais a chegar, e quando chega, o prejuízo é menor. Existe até uma piada comum entre os reparadores, dizem que se depender de carro japonês, as oficinas fecham as portas. Outro indicativo são os motoristas de táxi, é muito comum se ver Corollas sendo usados como táxi, já carros franceses são bem menos comuns. Toda oficina sabe que taxistas, em sua maioria, detestam gastar dinheiro com o carro.

    • Petrucci

      Tive dois LXS (2007 e 2009). Só tenho a reclamar dos amortecedores, que eram frágeis. De resto, aquilo era um tanque. Difícil ver Civic ou Corolla (agora incluímos o Cruze na lista!) dando problema.

    • Daniel S. de Araujo

      Os únicos carros que taxistas compram com cambio automático em São Paulo são Honda e Toyota.

    • Cadu

      Eu tb poderia citar a história de um primo com um Civic. O quanto ele gastou em manutenções e problemas que ele teve.
      Você também vê muitos taxistas de Siena, Meriva.. Alias mais do que Corollas.

      • Newton (ArkAngel)

        Siena e Meriva são dois carros bem robustos.
        Quanto aos problemas que seu primo teve com o Civic, creio que foi exceção, não é a regra. Evidentemente, carros perfeitos não existem.

        • Cadu

          Entao seu depoimento com SUAS experiencias valem, as minhas, nao?
          Bela retórica…

      • Antônio do Sul

        Aqui em casa, tivemos carros da Ford, Volkswagen, Fiat e também um Honda Civic, que tinha um bom desempenho, baixo consumo e bom acabamento interno, mas teve alguns probleminhas que não apareceram nos carros de marcas tradicionais, como desgaste dos rolamentos das rodas do lado esquerdo e a necessidade de troca de uma bucha da caixa de direção. Quanto ao atendimento no pós-venda, fomos muito bem atendidos na Volkswagen, de quem todos reclamam, e tivemos um problema com a Honda, que todos elogiam.

    • Pedro Teixeira

      Tenho civic desde 2003. Estou no quarto carro agora. Nunca tive nenhum problema com nenhum deles. Ponto.

  • Petrucci

    O AT da Honda é um dos mais curiosos que já tive. Em comparação diária com o Cruze, por exemplo, este cortava abaixo dos 6 mil rpm, enquanto o Civic chegava a 6.500rpm antes da mudança. Mas a diferença é: Ao contrário do teimoso Chevrolet AT6, o o AT5 da Honda não tem “vontade própria” e trabalha de forma muito mais coerente com a vontade do motorista. Não o considero inferior ao CVT – apesar de não gostar de variação contínua, tenho que elogiar o da Toyota, muito superior ao Nissan e Mitsubishi que experimentei. Não obstante, o AT5 da Honda não deve em nada.

  • Petrucci

    O 1.8 automático (sem borboletas) é uma tristeza. A título de comparação, anda a mesma coisa que o 120kg mais pesado Cruze 1.8.

    • Domingos

      Certeza isso? O Cruze com o motor novo, de dupla variação, ou o antigo?

      Nenhum Civic depois do New Civic me pareceu com falta de desempenho. Nenhum.

  • Marco

    Final do ano passado, visitei algumas concessionárias Ford, pois nos próximos meses pretendo comprar um Fiesta. O vendedor anotou o preço do carro 15/16. Estávamos em 2014, hein!

    Na hora, nem percebi. Mas depois, dando uma olhada na papelada, me deparei com a aquilo. Pensei que o vendedor tivesse se enganado. Como estava sem fazer nada mesmo, resolvi ligar, só pra “dar uma de chato”.

    Ele não tinha se enganado. O carro era 15/16 mesmo. Ou seja, não deve existir Fiesta 15/15. Isso porque ainda era 2014!!

    Na minha opinião, é chamar o consumidor de idiota.

    • Cadu

      Vai fundo, é um carro mt interessante.tive um SE PowerShift e gostei mto

    • Domingos

      Tinha uma decisão do Rio Grande do Sul que não poderia ser vendido modelo do ano seguinte sem ter fabricado o ano-modelo do mesmo ano por pelo menos alguns meses.

      Curioso saber como fazem por lá.

    • Comentarista

      Com certeza ele se enganou ou queria enganar vc. Ou o carro deveria ser 14/14 ou 14/15. O primeiro número é ano fabricação. Como que em 2014 eles iam fabricar um carro 15? Fabricariam no futuro e venderiam em 14? Pura balela dele.

  • João Carlos

    Acho desnecessário. Com conversor de torque o tranco fica suavizado. Experimente: mesmo nas reduções com maior intervalo (de segunda para primeira) e fazendo de modo que a primeira engate praticamente no corte, não há tranco.

  • Comentarista

    Sedan não precisa de limpador do vidro traseiro. Desembaçador sim.

    • jr

      Comentarista, claro que precisa… a não ser que vc. fique limpando o vidro pelo lado de fora toda hora. É só carregar um baldinho, um rodinho… no porta-malas.

      • Comentarista

        Você está equivocado. Sedã não tem área de turbulência como os hatchback. O vidro não fica com água acumulada..

        • Domingos

          Alguns sedãs possuíam limpador traseiro mesmo assim. Entre eles o Tempra original, que não chegou a vir para cá.

          Nesse caso não é necessário, mas é bom ter. Em caso de muita chuva ou do carro estar sujo, ter o limpador e lavador ajuda muito mesmo num sedã.

          Carro muito tempo sem lavar tem dessas. Quando você finalmente limpa o vidro traseiro, a diferença em visibilidade é grande.

  • Pedro Teixeira

    Faltou informar que a versão LXR conta agora com controle de estabilidade e tração (ausentes no rival Corolla), assistente de partida em rampas e direção elétrica adaptativa.

  • Lucas Rodrigues de Souza

    Obrigado a todos pelas respostas!

  • Domingos

    Os PSA passam por situações mais complicadas mesmo. Um C5 eu teria tranquilamente, porém o pós vendas assusta.

  • Domingos

    A realidade é que infelizmente a categoria do carro, ao menos falando das iniciais, acaba mudando muita coisa no padrão de construção sim.

    De resto, realmente não é para acontecer certas coisas em carro nenhum.

    • toni

      pessoal , acho que a qualidade de um carro tem muito a ver com o tempo que o modelo está sendo produzido , modelos que estão sendo produzidos há mais tempo e sofrem pequenas alterações tendem a ser mais resistentes que modelos novos , o Civic está sendo produzido praticamente igual há anos, então a quantidade de defeitos será muito menor pois ele foram testados pelos consumidores. Tenho um Fluence 2014, existem relatos de defeitos graves nos modelos 2012 que foram sanados no meu graças as reclamações dos primeiros consumidores e graças ao fato da Renault ter se preocupado em escutá-los, o que eu comprovo, pois comprei o carro há 6 meses e já respondi a três pesquisas de satisfação encomendadas pela Renault , acho que isto e que importa , não o nome da fábrica. Conselho : nunca seja o primeiro consumidor de um produto novo e verifique se a fábrica está preocupada em verificar a qualidade do que vende. Abç P.S : estou muitíssimo satisfeito com meu Fluence

  • Gustavo73

    Compactos e médios tem sim suas diferenças construtivas. Você realmente parece ter tido bastante problemas com o seu. Mas os Hondas já tiveram bastante problemas com Civic por exemplo na suspensão e Fit/City com suportes dos bancos que enferrujam e outros tantos. Mas desculpe não dá para comparar um Civic com um 206/207. Pegue um 308 com painel emborrachado e compare com um Fit e aquele acabamento de Gol.
    Mas entendo sua revolta, é sempre ruim tem um produto com defeitos. Principalmente um tão caro quando um carro.

    • Daniel S. de Araujo

      Gustavo, desculpe. Mas compreenda, não comparei Civic com 207. O que eu comparei e falei é que a qualidade de execução de um projeto francês é inferior ao dos japoneses, alemães e americanos. E o Bob se lembrou da minha revolta com o 207. E não adianta dizer o contrário. Procure qualquer mecanico e pergunte como é a manutenção e as peças de um carro francês (exceto esses Renault/Dácia) comparado a um japones, americano ou alemão. Pode ter certeza que a resposta será a mesma: O carro é fraco, achar peças, um pesadelo e o pós venda, assustador. Poderia contar a historia que vi, numa das mais conceituadas oficinas de transmissão automática de São Paulo mas ninguém acreditaria.

      E mesmo assim, continua inaceitável os defeitos do meu 207 em qualquer categoria de carro. Qualquer!!!!! Quer dizer que porque comprei um hatch compacto eu tenho que aguentar a suspensão frågil, parasol caindo, vidros rompendo cabos e banco que desgasta espuma com o peso de uma criança normal? Desculpa, é inaceitável. Nem Mille tem essas coisas. E lembrando que quando comprei o 207, paguei o preço de hatch “premium” (ele custou o preço de um Gol Power I-Motion, do Corsa B 1.8, e por 4 mil a mais tirava um Astra básico ou um VW Polo razoável).

      Se minha mulher tivesse escolhido o Corsa B 1.8 (era minha preferêrencia) ou um Astra básico, hoje teria um carro fora de linha, estilo mais convencional que guarda-chuvas preto, mas estaria com um carro sólido e não como o 207, em franco estado de envelhecimento precoce.

  • Victor Gomes

    O limpador traseiro nos carros sedans serve para retirar neve acumulada.

    Tenho um sedan e nunca senti falta do limpador traseiro, basta rodar um pouco para a água escorrer dos vidros.

    • Domingos

      Já ficou muito tempo sem lavá-lo? Ou andou com ele pela terra? Não é só na chuva que haveria diferença (que, aliás, é só andar mesmo…).

      Considere também que numa manobra com o carro estacionado na chuva é legal ter o limpador também (ainda não daria para andar).

      É um detalhe nos sedans…

      • jr

        Domingos, moro em bairro central de Curitiba, onde meu carro permanece em garagem fechada. Durante o dia o carro permanece em garagem aberta. Há muito pó no ar. Conclusão, sempre que entro no carro aciono o limpador para conseguir enxergar direito. Se não tem o limpador atrás, como no caso dos sedans, a sujeira fatalmente vai se acumular até o carro ser lavado ou for encher o tanque. Quando chove então, eu que sempre tenho de dirigir à noite quando volto do trabalho, a velocidade de trânsito da cidade não é suficiente para limpar a água do vidro traseiro, mais sujeira, e com retrovisores externos sem desembaçador, é dirigir sem visão traseira alguma.
        Por isso gosto de hatches e peruas. Meu penúltimo carro, sedã médio, vendi muito antes que costumo exatamente por esta simples questão prática.

        • Domingos

          Sim, sobre isso mesmo que falava. Ao juntar poeira ou terra, faz diferença não ter o limpador/lavador traseiro.

          Aliás, poderiam fazer os sedãs com o lavador apenas. Assim já se resolvia esse problema em grande parte e não gastaria tanto quanto um limpador e lavador.

          Apesar que em caso se sujeira mesmo, ou tem os dois ou tem que pegar um pano ou balde e limpar o vidro mesmo. Não tem jeito.

  • Comentarista

    Tem certeza que o têmpera SEDAN tinha limpador traseiro? Só acredito vendo! Rsrs

    • Domingos

      O italiano tinha! Certeza, pode procurar por aí fotos.

    • Jrmil

      Nunca vi sedã com limpador traseiro. No meu Civic não interfere em nada a falta de limpador, nem em outros sedãs que tive.

  • RoadV8Runner

    Pois é, vira e mexe miro uma faca no peito e uma lança afiadíssima na cabeça ao andar em meu perigosíssimo Opala 1980. Detalhe, ele está equipado com os cintos subabdominais, como quando saiu de fábrica… (mas tive o cuidado de substituí-los por unidades recentes, de marca confiável – não sou tão suicida assim!).

  • Bob Sharp

    Milton Evaristo
    Pois é, o mundo mundo mudou mesmo. Você sintetizou tudo muito bem na última frase.

  • Rogério Ferreira

    Taí o motivo que nunca tive um Civic ou Corolla, por mais que seus satisfeitos proprietários, tentem me convencer que vale a pena. Quanto vale o Audi A3 Sedan, com motor 1.4 FSI? Se for mais caro, é pouca coisa. Abaixo de R$ 88.000 tem muitos outros carros bem interessantes, como C4 Lounge THP, ou o esquecido 408 com o mesmo motor. Ou ainda o Focus 2.0 com injeção direta e 170 cv. se quiser pagar menos ainda, tem o novo Sentra ou o reestilizado Fluence… Ambos não têm nada a menos que um Civic.

  • Domingos

    Já não tinha a direção elétrica?

  • Bob Sharp

    vidgal
    Não sei qual a sua expectativa, mas a posição de dirigir do Fox nada tem de errado.

    • vidgal

      Realmente Bob, eu que não consegui no primeiro momento ajustar as regulagens do banco.
      Com o tempo eu consegui acertar, e a ergonomia é boa sim dentro da proposta do carro.
      Saudações.

  • Tiago

    Srs, voces acham que vale a pena o modelo EXR comparado com o LRX? A diferença é de aproximadamente 10 mil.
    Do LXS para o LXR a diferença é gritante, mas entre LXR e EXR me parece muito dinheiro para pouca coisa.

  • toni

    vidgal , concordo inteiramente , tive um Fox e tive que vendê-lo por causa da posição de dirigir , costumo afastar o banco do volante mas o volante não tem regulagem de altura nem de distância , numa viagem eu acabava com dor nos ombros e costas.

  • toni

    Possuo um Fluence 2-L com câmbio manual de 6 marchas , estou feliz da vida , anda muuuito

  • Ricardo

    Acredito que vocês entendem mais de carro que eu (espero), nessa faixa de preço qual então seriam uma boa opção de compra? Levando em conta custo/benefício, design, tecnologia, opcionais (Teto solar + HDMI + AR+DH+AT)?

  • Ricardo,
    O AUTOentusiastas não faz recomendações de produto por uma questão de ética, mas fala bastante de produto nos testes. É por eles que o leitor interessado pode tomar sua decisão. Espero que entenda.
    Bob Sharp – editor-chefe

    • Leonardo Silva da Rosa

      Bob…
      Cadê o NO USO do Civic LXR?

  • Jorge Hagua Hagua

    Civic exe 1995 – é possível trocar caixa de câmbio para 5 ou 6 marchas?

  • rogerio

    Vi numa matéria que o Civic LXR ao ativar o alarme os vidros não sobem. Deveria ter, até os mais populares têm isso

    • Ricardo

      Mesmo o LXS tem. O segredo é manter o botão de fechamento (no controle) o tempo todo acionado até o fechamento total dos vidros.