WTO  UNIÃO EUROPÉIA QUESTIONA IPI DE CARRO IMPORTADO WTO

Passou despercebido da grande imprensa, pois poucos veículos falaram do assunto. Em 18 de novembro de 2014 a Organização Mundial do Comércio (OMC, ou World Trade Organization, WTO) deferiu a formação de um painel para investigar a reclamação da União Européia contra as medidas protecionistas adotadas pelo Brasil no setor automobilístico.

Para recordar o caso, em setembro de 2011, por meio de um decreto, o governo brasileiro majorou em 30 pontos porcentuais todas as alíquotas de IPI dos automóveis. Porém, esta majoração tinha exceções caso o automóvel tivesse um determinado porcentual de conteúdo nacional ou fosse fabricado nos países com os quais o Brasil tem acordo comercial envolvendo veículos. Na prática, isso acabava criando uma taxação adicional aos veículos importados. Esta taxação internacional é contra as determinações da OMC — às quais o Brasil está sujeito —, que fixa a taxação máxima por importação em 35%, já contemplada em nosso imposto de importação (II) em seu valor máximo de 35% para automóveis. Desta forma, veículos importados passaram a pagar uma escorchante tarifa de 65%, além da taxação que incide dos veículos nacionais, excedendo em muito o limite de 35% determinado pela OMC. O governo alega que esta majoração seria “temporária”.

Em 2012, um ano após a introdução do IPI majorado, é criado o Inovar-Auto, um programa para melhorar a qualidade dos veículos produzidos no país, prestigiando também o conteúdo nacional. O IPI protecionista majorado em 30 p.p. continua em vigor pelo menos até 2017, pela lei que definiu o Inovar-Auto, a de nº 12.715, de 17 de setembro de 2012.

 

PowerPoint Presentation  UNIÃO EUROPÉIA QUESTIONA IPI DE CARRO IMPORTADO INOVAR AUTO 2013 2017 MDIC 1

Em dezembro de 2013, após tentativas diplomáticas infrutíferas de suspender a majoração irregular do IPI, a União Européia decide entrar com uma disputa contra o Brasil na OMC, a DS-472, questionando esta prática de majorar o IPI de forma que este incidisse apenas sobre veículos de procedência estrangeira, alegando que esta é uma medida protecionista não permitida pela OMC. A DS-472 foi protocolada na OMC em 19 de dezembro de 2013, dois anos depois do início da cobrança da majoração protecionista do IPI.

O documento original dessa disputa pode ser visto aqui.

Como se vê, complica-se o relacionamento do Brasil com o resto do mundo por conta de políticas tributárias mal pensadas ou, no caso da Petrobrás, por motivo de corrupção, sob ameaça de processo pela Comissão de Títulos e Câmbio dos EUA, poderá lhe sair caro, coisa de mais de US$ 5 bilhões.

 

Petrobras  UNIÃO EUROPÉIA QUESTIONA IPI DE CARRO IMPORTADO Petrobras

Petrobrás, de orgulho a vergonha nacional em 12 anos (foto Forbes)

Não bastasse isso, o estranho posicionamento de crítica do Brasil na questão da execução do brasileiro Marcos Archer, julgado e condenado por tráfico de drogas pela justiça da Indonésia, uma nação soberana, mostra que as coisas não andam nada bem no Palácio do Planalto. Os interesses da nação brasileira estão sendo postos de lado em nome decisões pessoais que não refletem o pensamento da população.

CMF

 

Sobre o Autor

Carlos Maurício Farjoun

Formado em Administração de Empresas, atualmente trabalha como servidor público na área tributária. Apaixonado por carros, mecânica e história dos automóveis desde a infância, conhece bem a área de marketing e comportamento do consumidor, gostos que costuma trazer para posts que às vezes acabam gerando polêmica.

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  • visitor

    A Holanda também protestou contra a execução do cidadão holandês traficante. O curioso é que a Indonésia era colônia holandesa até 70 anos atrás, quando conquistou a independência pela luta armada.

    • Bob Sharp

      Visitor
      Há palhaços pelo mundo todo, a Holanda é um deles. Também, num país onde a droga corre solta, livre, não se podia esperar outra coisa.

      • Eurico Junior

        Desnecessário comentar sobre a Holanda, pois o Bob já jogou uma bomba de hidrogênio nesses maconheiros politicamente corretos. Em tempo: dois amigos estrangeiros já foram assaltados (à mão armada) na “pacífica” Amsterdam. Fica a dica.

        • CorsarioViajante

          Impossível! Na Holanda o pessoal é super-gente fina, só anda de bike!

          • Domingos

            Perfeito!

            Amsterdã tem um clima realmente muito baixo nível e tem sim muita violência e muito crime.

            O Bob faz bem em jogar uma bomba neles. E faria muito bem à comunidade internacional e à União Européia de fazer o mesmo e escrachá-los como se faz com ditaduras e governos sanguinários – no lugar de tratá-los como bonzinhos e admiráveis por serem europeus.

            A presença da polícia em Amsterdã é constante, as paradas e batidas policiais também. É como estar numa área de conflito ou de grande violência, só que com o “glamour” de estar na Europa.

            Lorenzo: também não vai gostar de Roterdã então. O problema é que a Holanda sem essas cidades e sem as drogas não é muita coisa.

            A Bélgica é infinitamente mais agradável, por exemplo. A Holanda não tem muita graça sem ser nesses lugares e, como esses lugares só têm graça para quem tem problema na cabeça, não tem nada de muito legal por lá mesmo.

          • Lorenzo Frigerio

            Quando estive em Amsterdam em 1988, vi um casal cheirando na rua, com criança pequena… dezenas de jovens enfileirados dormindo embaixo da cobertura da estação de trem, de dia. Gente vendo que eu era turista e tentando me vender drogas… italianos perguntando se eu era italiano, sabe lá com que intenção (italianos são chegados numa heroína; é natural que gostem de lá). É incrível o “magneto” que é essa cidade só por causa do negócio das drogas. A juventude européia inteira convergindo ali só por causa disso, quando tem tanta coisa para ver ali. Olha que sou em tese a favor da descriminalização, mas o aspecto da cidade se torna insólito… é necessário “abstrair”, o que não é fácil. Os holandeses são um povo de mercadores há séculos e a rotatividade de pessoas estranhas na porta deles não os abala. Eles continuam sendo perfeitamente holandeses.
            Aparentemente, no caso dos cafés de maconha, tentaram permitir o consumo só para residentes, mas não passou.
            Roterdã deve ser também sombria, como Hamburgo, outra cidade com alta rotatividade de pessoas.
            Mas a Europa tem muito disso. É outro clima, são outras pessoas, outra cabeça.

          • Domingos

            Lorenzo, meu pai visitou acho que poucos anos antes e relatou o mesmo.

            Também viram que ele era de fora e já no aeroporto ofereceram drogas a ele.

            Como na época foto era com filme e custava caro, meu pai nem se preocupou em gastar uma única pose do filme com aquilo… E fez bem!

            Quando fui há alguns anos não vi tanta nojeira em Amsterdam, porém não passei pela estação e era de dia.

            A presença enorme da polícia (acho que vi umas 3 ou 4 viaturas fazendo batidas e parando gente) era algo que talvez melhorou um pouco às coisas, apesar de deixar a situação clara.

            Já em Roterdam o negócio estava correndo mais solto, passei de noite e ainda por cima bem no centro. Estava nojento mesmo e é realmente triste a convergência não só de Europeus como de Africanos e turistas em geral por um único motivo nefasto: usar drogas.

            Eu pessoalmente prefiro não abstrair. Se algo precisa de muito relativismo para ser aceitável é porque não cheira bem.

            Outra coisa é que realmente, nas cidades menores, você nota que aquilo é como se fosse um mundo à parte: os turistas e visitantes se “divertindo” lá em Amsterdam e nós aqui, vivendo nossas vidas normalmente.

            É um risco a se lembrar no liberalismo de mercado. O dinheiro às vezes abstrai muito, relativiza muito, suaviza muito as coisas.

            Nem todo comércio é bom e deve ser livre…

          • Domingos

            Curiosamente achei Hamburgo simpática e acolhedora, apesar de ser meio estranha mesmo e de saber que tem muita prostituição.

            A juventude de lá era meio estranha, convergindo para coisas não muito agradáveis mesmo.

          • jr

            Domingos, tenho de concordar contigo novamente. Ao contrário da Holanda, tanto interior quanto capital, adoro a Bélgica. A Bélgica tem um outro clima, as pessoas tem um brilho muito diferente do que encontrei na Holanda.

        • Lorenzo Frigerio

          Amsterdã não é a Holanda, tanto quanto Nova York não são os Estados Unidos. São dois lugares que não me agradam nem um pouco.

      • Maurilio Andrade

        Concordo plenamente Bob. Eles são palhaços e nós anões diplomáticos.

      • Lorenzo Frigerio

        Caramba, Bob, a Holanda é “palhaço” porque sua população é suficientemente culta e madura para conviver sem problema algum e sem se viciar com a livre disponibilidade de certas drogas?
        Você quer reduzir um país com uma tremenda história e cultura a isso, só porque porte e uso de certas drogas (maconha) não é crime?

        • Bob Sharp

          Lorenzo Frigerio
          Exatamente. País culto e com história se prestar a um papel desses é ser palhaço, como o Brasil foi nessa questão, a ponto de a presidente dizer que isso pode afetar as relações entre o Brasil e a Indonésia. Você não viu a imagem da “mercadoria” que foi descoberta dentro da capa da pranche de surfe dele? Mais de 13 kg de cocaína! Certíssima a lei da Indonésia. Dá pena uma pessoa ser executada quando ainda tinha tantos anos de vida pela frente? Claro que dá. Mas foi o caminho que ele escolheu, fazer o quê? Mas não daria a menor pena ver o cara que matou a dentista em São Bernardo do Campo ateando-lhe fogo sofrer a mesma pena.

          • visitor

            Foi dentro do tubo da asa delta. E independente desses 13 quilos de cocaína, consta que ele dominava o tráfico de maconha em Bali…

          • umberto

            Perfeito.

          • Lorenzo Frigerio

            Acho que pena de morte só seria justificável em casos de tortura (como esse), “serial killers” e pistolagem. Mas a estrutura judicial do Brasil é ruim demais e se tivéssemos pena de morte, alguns passariam batido. A aplicação da pena não seria isonômica. Mesmo em países desenvolvidos, como os EUA e o Japão, ocorrem erros judiciários catastróficos, e aí não dá mais para reverter.

          • J Paulo

            Queria que o Brasil fosse “palhaço” como a Holanda.

      • Domingos

        Perfeito Bob. Está bem claro o papel que a Holanda faz e fez, tendo inclusive se construído na potência econômica que é usando dinheiro de tráfico de drogas.

        A população local, em geral, realmente não se envolve com isso – como diz o Lorenzo. Mas se prestar a esse papel e arrecadar dinheiro assim é deplorável, é papel de palhaço mesmo.

        E inclusive serviu para muitos desses “traficantes de avião” surgirem e criar uma rede de trafico internacional nojenta entre pessoas que antes tinham uma vida normal. O tráfico “limpo” para a Holanda atraiu muita gente “normal”.

        Estou cansado de ler baba-ovo ou jurista descolado falar bem da Holanda, quando seu papel é de palhaço mesmo. Uma Cuba das drogas rica. Uma Coréia do Norte que “deu certo”.

        Um país do contra, da falta de bom senso e de princípios que acabou indo para frente por estar na Europa.

        Visitei lá e não pretendo voltar. As cidades grandes são horrendas durante o dia, a sensação era de estar numa boca de fumo ou num prostíbulo “organizados” o tempo todo.

        Muita presença da polícia, muita gente acabada andando de noite pela rua, muito traficante internacional e prostituta fazendo besteira na rua e pouca coisa legal para ver e fazer.

        As cidades pequenas, geralmente sem um único “cofee shop” ou sei lá que obra do capeta que inventaram ser “legal”, são boas.

        Mas lugar com cidade pequena boa tem de monte na Europa…

        Para quem quiser conhecer o que é o inferno, visite Roterdam de noite. Parece o centro de São Paulo depois da meia-noite, só que com gente com dinheiro para usar ainda mais bebida e drogas. É degradante.

        Detalhe: todo mundo se olha com desconfiança nesses lugares da Holanda. Fui usar o banheiro de um hotel junto com meu pai e foram atrás da gente ver se não estávamos entrando lá com drogas.

        Além de ser revelador de como é “bom” essa insanidade, é vergonhoso passar por uma situação dessas ao mesmo tempo que um casal entra chapado no mesmo hotel e a gerência nada pode fazer.

        Vão atrás de quem não tem nada a ver e de quem é palhaço, como eles, tudo bem.

        Foi o único país em que fui incomodado de maneira humilhante e também o único em que fui parado pela polícia ao dirigir.

        A suspeita: uso de drogas. Estava indo devagar pelo cansaço e me pararam por uma “denuncia”. Não pararam um carro soltando tanta fumaça do escapamento que a rua ficou sem visão (falo sério!) que passou uns momentos antes de mim na mesma região.

        • jr

          Domingos, curioso. Conheço boa parte da Europa, Holanda inclusive. Não tive uma experiência tão intensa como a sua, mas fiquei com uma impressão estranha da Holanda, não apenas de Amsterdã, como também do “interior”. É o único país europeu que conheço que não me dá vontade de retornar, nenhuma vontade, não me deixou saudade nem aquele gosto de querer conhecer mais.
          Em Amsterdã, impliquei muito com a fedentina de maconha e haxixe da região do Dam, mas não apenas de lá (não entendo nada de drogas, mas fui informado sobre a origem dos “odores”). É uma cidade que até achei interessante, mas muito, muito estranha. E sabe-se muito bem que a relação com as drogas está longe de ser um caso de sucesso lá, muuuiito longe.

          • Domingos

            Também nunca me deu vontade de voltar. Mas as cidades menores são bem mais tranqüilas e algumas são livres da presença de cofee shops e de turistas enlouquecidos.
            Hague é um exemplo, embora já não seja uma cidade exatamente pequena para os padrões europeus.
            Realmente não é encantadora, mas é bem bacana. O problema é que tem cidade pequena/grande e de interior ou não bem mais encantadora pelo resto da Europa e sem ter esse problema das drogas se você circular um pouco mais.
            Amsterdam eu felizmente nem senti esses cheiros. Fiquei tão traumatizado com Roterdam que eu fiz tudo de carro com janela fechada e assim que cruzei o centro e boa parte da cidade já tratei de me mandar direto para a estrada.
            Do que vi de gente sendo parada e de lojinha de droga, vi que não estava perdendo nada.
            O rio lá é bonito e a arquitetura interessante, o que faz um contraste estranho mesmo, como você disse.

          • Eurico Junior

            Além das drogas, Roterdã sofre com outro problema crônico: cidades com grandes terminais portuários são geralmente frequentadas pela escumalha do mundo, daí a “fauna” e o ambiente bastante desagradáveis. Nos anos 60, meu pai conheceu umas bocadas no entorno do Porto de Santos, disse-me que era tenebroso. Até a “Military Police” dos navios de guerra americanos dava uma força para patrulhar a área, era encrenca dia e noite.

        • Eurico Junior

          Domingos, parabéns pelo relato! Em 2012, passei a lua-de-mel na Europa. Fomos para Paris, via Amsterdã (pela excelente KLM, que recomendo). Minha esposa cogitou conhecer a cidade, mas deixei bem claro que não arredaríamos pé do aeroporto de Schiphol, pelos motivos aqui citados.

      • Cadu

        Vc sabia que a única droga legalizada para CONSUMO na Holanda é a cannabis? Traficar, portar, ou mesmo usar na rua é ILEGAL! E que o consumo lá é menor que em países que a droga é criminalizada?

        Drogas, meu caro BS, correm solta no MUNDO INTEIRO! Eu não conheço NINGUÉM que queria experimentar uma droga e não conseguiu por falta de acessibilidade.

        • Domingos

          Legal Cadu, pena que a prática é diferente da realidade.

          Lá tem qualquer tipo de droga que você queira, seja legal ou ilegal. E se for dentro de estabelecimento o governo e a polícia fazem vista grossa, só fiscalizando alguma coisa na rua (afinal né, eles têm que manter as aparências, são europeus…).

          E ninguém liga se é só canabis (faço questão de escrever errado o nome bonitinho para maconha) ou se é outra coisa.

          E eu conheço quem não consegue se drogar por falta de acessibilidade sim. No meu bairro e nos bairros vizinhos, quem quiser fumar um ou usar outras coisas vai ter que se deslocar até o centro.

          Bom, isso até agora. Existia uma praça num bairro próximo daqui, muito bonita, que de ponto de encontro de jovens virou “madrugadas do fumo”.

          Antes a polícia vinha lá todo dia e geralmente ficava só o cidadão de bem mesmo, que não tem muito desse relativismo meia-boca.

          Agora, depois do Haddad e dos “ai que coitadinhos” do politicamente correto, a polícia passa lá uma vês por mês, duas no máximo.

          E aí que passou a aumentar o número de gente nessa praça, ficando cada vez menos gente bem intencionada.

          Estranho como a proibição funcionava, não? Esse mundo não dá pra entender mesmo, as coisas óbvias e certas às vezes funcionam e os delírios não.

          Onde vamos parar? Na praça é que eu não vou, isso eu sei.

          • Cadu

            Mas você falou EXATAMENTE o que eu disse!

            Que na Holanda tem tanta droga quanto em qquer lugar do mundo, apesar da legalização. O que eu quero dizer que probir não muda o fato de quem quer usar VAI USAR!

            E, como eu disse, quem quer usar, ENCONTRA! Você mesmo deu um exemplo simples: se um cara do seu bairro quiser usar, basta dar um pulinho no centro! Mesmo sendo proibido e ilegal! Tem até praça do fumo! Ou seja: a repressão não diminui o consumo!

            Você apenas endossou minha visão. Agradeço!

          • Domingos

            Ah, não tem não. Tem bem mais droga lá sim do que tem em São Paulo e você tem umas 3 cidades pelo menos em que existe uma espécie de cracolândia internacional 24 horas por dia, com muito mais gente em cada uma delas do que tem no centro de São Paulo durante a noite – por exemplo.
            E a repressão muda sim. Amsterdam inteira e Roterdam inteira têm acesso fácil e com uma “população” (considere os turistas como população, pois são constantes lá) de enorme uso de drogas numa proporção que não se encontra em locais onde o uso é proibido.
            Veja o caso da Jamaica também e aí você pode ter um gostinho do que é a liberalização das drogas em países mais próximos do nosso em termos de problemas sociais e de estrutura.
            A propósito, todo partido de cunho violento e revolucionário como PC do B, PCO e PSTU têm a liberalização e INCENTIVO às drogas como ponto central.
            Para o cara aqui do meu bairro usar, o pulinho no centro vai levar uma meia hora, ele vai ter que voltar de táxi (metrô não funciona no horário onde se encontra) e se meter num meio perigoso em que só viciado se mete.
            Essa é a diferença. Já com a liberalização, vira a história da pracinha. O cara sai a pé, já encontra ali a droga “limpinha” e sem a polícia encher o saco.
            Se você não entendeu a pracinha não tinha metade do “sucesso” que tinha hoje quando a polícia aparecia todo dia.
            O que você e os liberalistas falam é a mesma coisa que deixar a cidade sem policiamento diminui o número de assaltos. Faça-me o favor.
            A propósito, a maioria dos visitantes da pracinha são meninas e muitas menores de idade. Falta só começar a aparecer as crianças também. Lindo mesmo…

    • preto

      Eu acredito que ninguém foi contra a prisão desses traficantes. Eles deveriam ficar na cadeia pelo resto de suas vidas. Quem foi contra, foi contra a pena de morte.
      Agora uma pergunta: Porque muitos contrários ao aborto são favoráveis a pena de morte? Matar é matar!

      • REAL POWER

        Matar um traficante que é na verdade um vírus dentro da sociedade é uma coisa por mim aceita, sem dó. O aborto acaba com uma vida que mal começou, e este indivíduo não tem culpa dos erros dos outros. Lembrando que se pode fazer aborto em alguns casos, como no caso de estupro. Agora abortar porque foi dar uma rapidinha e depois se arrependeu e outra história. Como pode ver, existe diferença muito grande nessa questão.

      • Lorenzo Frigerio

        Matar adultos que violam sabidamente a lei e conhecem a punição é diferente de matar seres humanos não nascidos, que não têm condições de se defender. O aborto é uma coisa abjeta, que destrói em nós o que temos de humano, enfraquecendo a coesão da sociedade. Veja os EUA, materialmente ricos, mas cada um no seu escaninho… de vez em quando um sai atirando em todo mundo.

        • Domingos

          Perfeito. E nisso, desde a aprovação do aborto, já se mataram lá mais de 20 milhões de pessoas.

          É o mesmo que a Segunda Guerra.

          E outra: tem muita gente que é ao mesmo tempo vegetariana e a favor do aborto, o que prova a contradição e a barbárie que é isso.

          Se dá, literalmente, mais importância à vida de um animal que a de um bebê!

  • CorsarioViajante

    Israel definiu bem, o Brasil virou um “anão diplomático”, que não é mais levado a sério por ninguém. Não à toa, as coisas no Itamaraty não andam nada bem, com muita frustração na carreira.
    O Inovar-Auto sofre do mesmo mal, uma tremenda confusão, com regras pouco claras, sem critério técnico, feitas com a cabeça lá nos anos 50. Querer indústria automobilística competitiva com restrições severas à importação de componentes hoje é bobagem, cada vez mais cada pedaço vem de um país, infelizmente ainda tem concepção do tempo da Kombi ou do Opala onde se fazia um carro do zero no quintal de casa com marreta.

    • Lorenzo Frigerio

      O Brasil sempre foi um “anão diplomático”, sempre ficou em cima do muro ou tomou partido de certos países (em geral mundo árabe) por vislumbrar uma brecha onde poderia obter proveito comercial… o Brasil sempre se notabilizou por esse comportamento de “fura-greve”, de quem instala “gatonet”, de quem aproveita o que vem para benefício de todos sem contribuir, de liberdade sem responsabilidade… isso vem de longe.

      • CorsarioViajante

        De fato, mas vinha conseguindo alguns avanços a duras penas durante o governo FHC e durante o governo Lula, que bem ou mal tinha uma diplomacia muito ativa e atuante. Por exemplo, o tal assento na ONU, a missão no Taiti, ano do Brasil na França, dentre outros esforços de divulgação, tudo por água abaixo pelo isolacionismo cego e imbecil da Dilma.

        • Domingos

          Não se engane, o Lula estava abrindo caminho para essa política imbecil da Dilma. No final de seu mandato já estava ele lá, metendo o nariz com o Irã para ser traído depois e ficar com essa imagem negativa.

          E, inclusive, o que você falou do Itamarati está corretíssimo: muito concurseiro desistiu de entrar lá e muita vaga tem sido fechada.

          O problema é sempre que a esquerda é a piada do casal no cinema. A promessa é até o anel. Quando se viu já está no relógio.

          FHC foi neutro na política externa, como era tradição do Brasil. Ao menos fez o Mercosul funcionar bem, no lugar de ser brinquedo da Argentina.

          Lula foi bem no primeiro mandato, mas a semente do mal cobra que ele estragasse as coisas no segundo mandato e que a Dilma viesse para continuar ainda pior.

          Da mesma forma que a Hillary Clinton entrou com os EUA em conflitos no oriente médio e na áfrica NOVAMENTE, mesmo contra a vontade e promessa do Obama, com as desculpas de afetado de sempre (feminismo no caso).

          O que vinha bom, com a retirada das tropas, já tinha lá a profecia que ia acabar errado.

  • Juvenal Jorge

    Eu gostaria mesmo de ver esse processo internacional contra a Petrobrás dar resultado. Mesmo que isso custe até mesmo no meu bolso (já custa, eu compro combustíveis).
    Quem sabe mais uns “porcentos” dos eleitores acorde.

    • Sinatra

      Não se preocupe, Juvenal. Mesmo que custe muito, ainda assim será pouco perto do prejuízo que já causou aos brasileiros, donos desta empresa. Não só os desvios bilionários suplantam na ordem de múltiplos as eventuais sanções que possam ser impostas por conta deste processo, a própria perda de eficiência, os danos à imagem, à capacidade de desenvolvimento e aos projetos de investimento da empresa já geram prejuízos indiretos capazes de quase colocar toda a economia do país de joelhos.
      Gostaria de saber como é que os dirigentes, altos escalões e colarinhos brancos que administram esta Sodoma e Gomorra que virou a Petrobrás vão explicar, nas cortes de um país sério, como conseguiram quase falir uma empresa que detém o monopólio da extração petrolífera de um dos países com as maiores reservas de petróleo do mundo.
      Pelo menos toda esta sujeirada não vai cair no colo de uma gestão diferente daquela que criou todo o imbróglio.

    • preto

      E quem não quer? Só quem está envolvido.

  • $2354837

    Não esqueçamos do colapso do sistema cantareira, que é tratado como um caso corriqueiro… Será que está difícil perceber que isso vai acarretar em um êxodo em uma área onde vivem mais de 20 milhões de pessoas? É muito grave e os governos (estadual e federal, ou seja, a pilantragem é apartidária) tratam isso como “culpa de S. Pedro”… Meu Deus.

    • CorsarioViajante

      E vão tratar cada vez mais como culpa de S. Pedro, porque pelo visto o buraco é mais embaixo e logo teremos problemas com energia.

    • Lorenzo Frigerio

      Imagine um êxodo de São Paulo para a Amazônia. Ali chegando, cortam todas as árvores e cimentam tudo, criando uma nova São Paulo, e também um novo deserto. Coisinha pródiga esse ser humano.

      • Domingos

        Normal, ninguém quer viver como bicho. Perdão pela falta de adequação ao politicamente correto.

        Veja que geralmente quem reclama ou quem fala mal do “homem branco desmatador” vive ou quer viver nas suas cidades.

        Exôdo em São Paulo seria providencial e vou ser pouco político novamente: tem gente demais em São Paulo.

        Sim gente, que nem pode ter carro demais existe gente demais aqui.

        Entre outras coisas, é culpa do processo de urbanização e do governo atual que se pudesse trazia mais uns milhões de pessoas de fora para lhe dar votos eternamente.

        O mesmo processo sofre Paris, Londres, Estocolmo e várias outras cidades.

        Como eles têm estrutura, a coisa lá estora em episódios de violência extrema ao tentar fazer conviver (leia-se: forçar sem a menor responsabilidade) grupos de pessoas RADICALMENTE diferentes.

        Me desculpe a falta de diplomacia, mas as áreas de Paris ou de Estocolmo que um cristão ou laico não pode entrar são bem previsíveis. Lá vivem as pessoas que foram trazidas para lá de forma completamente irresponsável e que possuem princípios e modos de vida radicalmente contra o de todo o resto da população local.

        Aqui, como falta estrutura, acaba a água ou a energia elétrica.

        Eu sei que em toda a minha região está faltando iluminação pública desde o começo do mês e que de cada 10 ruas, 8 estão com pavimentação a ponto de se tornar intransitável.

        Basta começar a abrirem os buracos, como já está acontecendo com a chuva, que vai ficar impossível andar sem danificar alguma coisa no carro.

        E isso vale também para calçadas e ciclo-vias, algumas onde existem verdadeiras lombadas que não são arrumadas há muitos meses.

        A prefeitura está quebrada, dizem. E isso porque o IPTU foi aumentado radicalmente, assim como passagens de ônibus.

        O problema é ter mais de 11 ou 12 milhões de pessoas numa cidade enorme mas sem estrutura e, nos seus entornos, acumular quase 30 milhões de pessoas que todos os dias vêm usar água, luz e transporte já precários daqui.

        Até a internet anda sobrecarregada em São Paulo.

        E porque temos que colocar mais gente? Porque?

        Tem algum mandamento? Porque o atual prefeito ainda por cima RETIROU as poucas leis de zoneamento que sobraram para enterrar mais gente em São Paulo.

        Eu sei de um monte de gente que já foi embora há alguns anos. Nascidos aqui ou vindos de fora.

        Não seria nada mal um pouco de êxodo para áreas com muito mais condições e estrutura (e que precisam de mais gente!) do que continuar a fazer de São Paulo mais uma metrópole lixo.

        Claro, isso custa. Custa votos e custa a hegemonia no poder. 30 milhões de pessoas vivendo bem e espalhadas entre várias cidades não concentram voto num partido ou candidato. Não dependem de coitadismo e de leis estúpidas para viverem e assim não se sentem obrigadas a votar num energúmeno eternamente.

        • Lorenzo Frigerio

          Concordo totalmente. Lá por 1979 ou 1980 o Maluf tentou mudar a capital. Embora ele fosse da ARENA e em tese tivesse maioria na Assembléia, não conseguiu. É claro que tinha muito trambique por trás disso… diziam que a nova capital iria se chamar “Jurosalém”. Mas talvez hoje São Paulo estivesse menos concentrada.
          Em 1974, o prefeito (biônico) era Figueiredo Ferraz. Ele declarou, a uma certa altura, que “São Paulo precisava parar (de crescer)”. Foi logo destituído pelo governador Laudo Natel, pois a declaração não combinava com a idéia de “progresso” dos militares.

  • $2354837
  • Rodolfo

    Os preços dos carros estão a valores nunca imaginados… mesmo o governo cobrando IPI e etc o povo continua comprando.

    E outra coisa que mata o cidadão é o IPVA abusivo… 4% é um absurdo.

    Com relação ao brasileiro que foi executado, ele devia antes conhecer a legislação do país que ele vai…

    • visitor

      Com relação ao brasileiro que foi executado, não foi muito divulgado por aqui, mas consta que ele dominava o trafico de maconha em Bali, portanto longe de ser um coitado que teve azar na única vez que errou, como nos fazem crer muitas matérias a respeito do caso.

    • preto

      Muitos até passam fome e deixam o carro dormir na garagem nos finais de semana, só para “fazer de conta” que está tudo bem.

  • REAL POWER

    Bob, veja isso. http://justificando.com/2015/01/19/bocais/
    O autor, Procurador de Justiça, aposentado, escreveu em seu texto “presidenta” e defende a Presidente, chama todos os que apoiaram a execução do brasileiro de boçais.

    • Bob Sharp

      REAL POWER
      Boçal é ele.

      • Laurence

        Será que o “magistrado” teve a infelicidade de ter um parente próximo “tocado” pela cocaína ou outra porcaria semelhante? Será?

    • Lorenzo Frigerio

      Você só viu isso no texto dele? Então está legitimando os termos.
      Ele tem razão no que diz; eu apenas coloco uma pitada de sal e pimenta porque ele é um procurador aposentado que agora está advogando, e, como todo advogado, tende a emitir pontos de vista liberais pois isso embasa seu trabalho. Nunca vi um advogado defender penas drásticas, pelo contrário.
      Quanto ao brasileiro, violou a lei da Indonésia e, tendo feito isso algumas vezes antes, conhecia muito bem as penas aplicáveis. Não foi por falta de aviso. Mesmo assim, a punição é descabida e absurda para um crime não violento. A Anta fez o que se esperava dela. Se o Estado falhou em outras ocasiões na defesa dos interesses de brasileiros, inclusive domesticamente, são outros 500.

      • Felipe Franchin

        Descabida e absurda? Acho que não, o tráfico nem sempre envolve diretamente o trafincante majoritario no quesito de violência, abuso.. mas indiretamente ele esta ligado a tudo o que acontece ao submundo disso. Quem trafica sabe o que acontece ao redor de uma droga, questão de pessoas viciadas se matarem para conseguir mais drogas.

  • Mr. Car

    Enquanto isto, em um certo país de leis brandas, traficantes dão festas de arromba dentro de presídios, e tocam seus “negócios” de lá mesmo.

  • marcus lahoz

    O governo brasileiro realmente trabalha do contrário. Para reduzir a inflação ao invés de aumentar a oferta, eles reduzem o consumo?!?! Poderiam favorecer a importação e aumentar o crédito as indústrias, aumentar a oferta, isso por si só reduz o preço (de qualquer produto). Mas não como temos um governo incompetente, e falta de tudo (água, energia, rodovias, ferrovias, portos,…) vamos apertar o mercado e regredir 10 anos.

    • Roberto

      É um atraso mesmo essa política de aumentar os juros em vez de incentivar a produção. Os tais “investidores” que o governo quer atrair com isso, não passam de especuladores que não produzem nada e que não geram emprego no país.

      • Domingos

        Detalhe: era o que eles mesmos falavam, com razão, antes de subir ao poder.

        Assim como, no discurso, todo petista (mesmo os mais bandidos) eram contra a corrupção.

        Só que a gente já sabe como funciona entre discurso e realidade e quais são as intenções reais deles.

        É tudo ao contrário: juros e crédito foram dificultados, bens e serviços subiram de preço no lugar de subir oferta, estrutura do país foi explorada ao máximo no lugar de ser expandida, conta de luz abaixou para aumentar mais de vez, passagem de ônibus aumenta, aposentado é prejudicado etc.

        Os liberais econômicos, outros porcalhões, ao menos teriam sido mais sinceros.

  • Felipe Parnes

    Que esses processos dêem certo e que nos batam muito. Por que quem sabe assim o país mude. O Brasil é igual a criança chata, precisa de umas palmadas para aprender.

  • Cristiano Reis

    Por que chamar uma pessoa de gordo ou de veado é condenável e tirar sarro com a religião do outro em forma de charge é liberdade de expressão?

    • Domingos

      Coisa do mundo retardado de hoje. Em um mundo onde tudo é causa social, é óbvio que as coisas vão entrar em contradição e muitas coisas são de momento.

      Outra coisa que tinha que acabar é esse negócio de ofensa como crime. Existe na lei uma diferenciação entre dissabor e dano-moral, por exemplo.

      Muita gente passa dor de cabeça com algo grave e tem recusado um pedido de indenização por ser considerado “mero dissabor”. Já fazer uma ofensa qualquer a certos grupos de pessoas pode dar desde cadeia até morte como foi o caso.

      E existem casos em que a ofensa não só faz parte como é necessária. Ofensa é até mesmo falar para alguém que seu trabalho foi mal executado.

      Ofensa e o conceito de ofensa hoje é meramente proteger os interesses de um grupo, que poderá ofender livremente, em troca de outros que não dão mais votos.

      Vale lembrar que o tal Charlie, pessoa que desde a aparência já se revelava bem o francês “revolucionário” padrão, era extremamente esquerdista e que ao mesmo tempo que provocava muçulmanos era defensor da legalização de todos os imigrantes ilegais na França – grande parte deles, muçulmanos…

    • anonnymous

      Vc realmente não percebe a diferença entre falar de uma pessoa (ou grupo de pessoas) e falar de uma ideia (ou crença)? Em um debate, discutem-se (e atacam-se) ideias, crenças, ideologias, posições, não pessoas. Quando alguem ataca a uma pessoa é um argumento ad hominem, golpe baixo.

  • Lucas

    Mas nem dá nada: hoje recomeça o bigui brodi brasiu e vamo que vamo!!!

  • Cristiano Reis

    Outra dúvida, como é que a indústria alega queda nas vendas, mas não querem vender nenhum carro que não esteja no estoque da concessionária? Encomendar um carro da configuração que você quer é um suplício.

    • Domingos

      Sempre foi assim e sempre será em algumas marcas.

      Na verdade, concessionária nenhuma quer deixar de vender seu estoque para encomendar um carro.

      Até aí, isso se resolvia com lei de mercado: preço sem desconto ou com pouco desconto para o encomendado e preço descontado para o em estoque.

      Acontece que algumas concessionárias, especificamente de algumas marcas, são extremamente folgadas em negociar qualquer coisa que não seja o básico do básico.

      Com isso muitas passaram a ignorar o cliente que quer encomendar um carro ou então jogam prazos lá em cima ou até desincentivam colocando outros argumentos.

      Nesse caso é só ignorar e esperar o tempo pedido, que pode ser verdadeiro ou pode ser conversa do vendedor e em menos de 1 mês você tem o carro em mãos.

      Só que, negócio a contra-gosto é pedir para ser passado para trás ou enganado em alguma coisa. Se a concessionária fizer muito pouco caso ou enrolação, procure outra.

      Trocar de marca pode ajudar, inclusive incentiva a coibirem essas atitudes.

      Em algumas marcas isso foi melhorado impedindo a concessionária de praticar preços muito diferentes entre encomendado e estoque e a rede não pode se recusar a fazer encomendas ou a mentir prazos, por exemplo.

      Mas sempre tem um porém. Nessas marcas, é comum que você seja atendido meio que como um cliente de segunda classe ao encomendar um veículo.

      Por exemplo, te passam para trás em data de entrega, emplacamento, documentação e ficam tentando te empurrar serviços e acessórios para recompor a margem.

      Além da famosa cara de c* que fazem ao você levar exatamente o que você quer.

      Não tem nada a ver com queda de vendas ou mesmo com produção, geralmente é política de vendas mesmo.

      O que acabou com a variedade e escolha no mercado foi a margem da concessionária ter sido transferida para os financiamentos.

      Assim existe pouca margem na venda do carro em si, no lugar eles querem e precisam ganhar com acessórios, financiamentos e usados.

      Com isso a questão da escolha de cor ou de versão, se não tiver no estoque, se torna um estorvo.

      Pode experimentar, por exemplo, tentar comprar qualquer carro em versão manual se for daqueles com 80 ou 90% das vendas em automático. E chegue para compra à vista, sem usado na troca e sem qualquer acessório.

      A cara do vendedor vai revelar tudo. Isso quando ele se recusar a te atender após saber o tipo de negócio que procura, no qual eles têm amparo da gerência (falo sério essa parte, muitos são orientados a deixarem você falando sozinho ao procurar certas versões ou quando você propõe um negócio com pouca margem a eles).

  • Viajante das orbitais

    Eu sou a favor da pena de morte e de métodos mais bárbaros de execução como fuzilamento, enforcamento, etc.
    O único freio à uma ação é torná-la desproveitosa.
    Se não houver uma punição terrível, torna-se proveitoso matar, violentar, roubar…
    A punição da justiça deve ser temida.

    Esse bacharéis de direito “humanistas” são um bando de hipócritas, pois ganham de acordo com o salário dos políticos, quando o salário dos políticos sobe, o dos juízes, promotores etc sobe também. Eles se beneficiam dos políticos sanguessugas que aumentam constantemente seus próprios salários.
    Além de que de direito para política é um passo, e eles devem sempre manter um olho lá.

    Dilma, lógico que vai protestar contra a execução do brasileiro, claro, a mamãe Dilma do bem que se elegeu com o voto de um monte de feministas imbecis (e agora reduziu os benefícios das viúvas rsrsrs) e é aliada dos ditadores da América do Sul e Caribe e das Farc.

    Dilma é uma imbecil, ex-terrorista, capaz de lhe matar a sangue frio, e com um ego tão grande quanto sua ambição por poder. Como todo comunista.

    A coisa está tão podre que se bater de levinho vai tudo ao chão. Vamos mudar isso nas próximas eleições.

    • anonymous

      Recomendo fortemente a leitura de Cesare Beccaria: Dos delitos e das penas. O que desestimula o crime não é a severidade da punição, mas a certeza de ser punido. Dez anos em cana são suficientes para prevenir a maioria dos latrocinios, por ex., desde que o potencial criminoso acredite que será pego e condenado. Com o atual nível de impunidade, pode mudar todas as penas para prisão perpétua ou pena capital que não vai ter nenhum efeito nos indices de crime.

  • Bob Sharp

    J Paulo
    Mas já não é nessa questão?

  • Bob Sharp

    Cristiano Reis
    Não é assim que funciona. Quem pede o carro à fábrica é a concessionária. Se não houver algum carro no pátio configurado como a concessionária pediu, é dada ordem de produção para fabricar um. É simples. Esse processo pode demorar até três meses.

    • Cristiano Reis

      Obrigado Bob, imaginei que fosse assim mesmo, mas desde o final de dezembro que vou nas concessionárias da Ford em Sobral e Fortaleza e os vendedores me falam que estão procurando o carro em outras concessionárias parceiras, que eu deveria ficar com o que está no pátio e conversas do tipo. Hoje perdi a paciência e perguntei por que raios não encomendaram logo meu carro a fábrica desde o dia que eu disse que queria um! Me responderam que a própria fábrica manda procurar nas outras concessionárias primeiro. Balela isso…

      • Domingos

        Politica de vendas, novamente. Se for em uma que faça menos corpo mole a encomenda sai.

        • Marcelo Schwan

          Realmente é balela do vendedor tentando te empurrar o que ele tem no estoque.

          Comprei meu Golf ano retrasado, dia 28 de setembro de 2013. Não tinham o que eu queria no estoque e nem no estoque da rede da Original Veículos.

          O vendedor só me peguntou se eu topava esperar em torno de 40 dias pela entrega do carro. Esperei e recebi exatamente do jeito que eu queria: Highline, Elegance, DSG, branco, com teto e rodas Madrid.

          Recebi o carro dia 5 de novembro.

          Bata o pé que te entregam o que você quer.

          abraço,
          Marcelo Schwan

      • Thiago Borges

        Comigo aconteceu o mesmo. Comprei um Ford ka versão SEL, em dezembro, e só tinha um , em trânsito, ( na cegonha), para a loja da capital. Tive que esperar chegar na loja de lá, para depois fazerem um novo frete e mandarem pra mina cidade. Esperei uns 15 dias.

    • Cadu

      Engraçado essa demora toda, porque nos moldes de produção atuais, um carro da Fiat, por exemplo (que eu conheço e já visitei) passa menos de alguns minutos, talvez horas na linha de montagem. Me corrijam se eu estiver errado mas são centenas de veículos ao dia.

  • Domingos

    O que você falou está perfeito, com exceção da questão do crime não ser violento.

    Tráfico de drogas é sim violentíssimo, sempre, pois se não houve violência no ato com certeza na cadeia de eventos alguma enorme violência houve.

    Muitos traficantes internacionais são de países violentíssimos, como é o caso da Nigéria (haviam mais dois juntos entre os executados e é recorrente a aparição de nigerianos em tráfico internacional de drogas em vários países).

    Além disso a quantidade que ele trazia era enorme e ele era recorrente nessa atitude.

    Aqui se tem uma cultura de muita tolerância ao crime, porque é melhor reprimir a população normal mesmo.

    Lá, menos um para atrapalhar no mundo e no país. É condizente com as leis deles, que também punem corrupção e outros crimes de igual violência à sociedade com a pena de morte.

    O Bob matou a xarada no final do texto: estão colocando o Brasil numa posição de política internacional CONTRA o que a própria maioria da população pensa.

    Estão fazendo um clima de vítima e de inimizade que o brasileiro não tem perante esse caso.

    E, mais uma vez, isso é para agradar aos lixos ideológicos que dão base ao governo atual e para ser coerente com a alta cúpula desses partidos que é toda feita de gente com mais “amor” a ladrão que a gente comum.

    Porque não foram caçar o ladrão de banco que foi para a Itália no lugar de pedir o perdão a traficante?

    • Lorenzo Frigerio

      Eu quis dizer que o crime do brasileiro especificamente não envolveu violência. Se houvesse, seria uma acusação a mais. Normalmente, a violência está associada ao tráfico organizado, tipo Fernandinho Beira-Mar, não a esses “lobos solitários”.

      • Domingos

        Sim, mas lembre-se que essas pessoas de tráfico internacional rarissimamente fazem isso realmente sozinhos.

        Eles são a parte “limpinha” da cadeia, com o tráfico organizado bem violento por trás.

    • Cadu

      Seria coincidência que os países citados aqui como violentos são países pobres? Dizer que os nigerianos são violentos é como dizer que brasileiros são corruptos ou vagabundos. Ou são países em que as pessoas já nascem com inclinação a esta condição? Eu não acredito, como médico, que o ser humano nascido no Brasil seja diferente de um ser humano nascido na Nigéria, na Suécia ou nos EUA.

      Proponho um exercício interessante no seu raciocínio sobre a violência no tráfico:

      Em Bali, na indonésia, o preço do kg de cocaína chega a custar 200 mil dólares, a depender da oferta. Enquanto nos países produtores como a Bolívia o kg é negociado a 1.000 dólares. E não é vendido em boca de fumo na favela, não. É vendido em resorts paradisíacos e baladas regadas a champagne francês para a classe mais abastada européia, americana e asiática. Possivelmente seja o tráfico mais limpo de sangue (exceção feita aos presos fuzilados) que haja no mundo! É um negócio altamente lucrativo porque há oferta para o consumo, o que significa que esta política antidrogas de legitimar o estado como assassino não é eficiente do ponto de vista de diminuir o consumo e tráfico!

      Saiba que o que gera violência nesse caso é a repressão e o combate às drogas. A “guerra às drogas” encontra espelho nos pouco mais de dez anos de combate ao álcool nos EUA, chamado de Lei Seca, quando o consumo, venda e distribuição de bebidas foi criminalizado nos EUA. Criou-se um mercado negro altamente lucrativo, em que poucas gangues mandavam no comércio ilegal de bebidas, que eram altamente tóxicas, pela falta de fiscalização e regulamentação. Como a repressão era intensa, gerou-se uma contrapartida violentíssima: as gangues se armaram para se defender e garantir o comércio das bebidas. É lendária a figura de Al Capone, e todos devem conhecer dos filmes e livros.

      Traço esse paralelo e questiono se mandar matar todo mundo que entra em contato com a droga é eficaz, se isso já foi feito e não diminuiu o consumo nem de álcool nem de drogas em lugar nenhum do mundo!

      • Domingos

        Só complementando algo que lembrei: a Indonésia é algo pobre e não tolera crimes como esse.

        A Austrália é rica e tem muitos traficantes internacionais, que saem de lá para “fazer uma graninha fácil” em países vizinhos e na Europa.

        O Brasil é rico, riquíssimo, é até cara de pau falar que nosso país é pobre. Mas é complacente, tolera e acha bonito muita coisa do tipo e também tem muitos desses aí como o que foi executado.

        Acho que a desculpa acaba quando você vê que era um cara branco de classe média, que talvez agora é bem rico (bom, isso não importa mais no caso dele…).

        Aí que você percebe como o políticamente correto é ao mesmo tempo uma desculpa, uma fuga e um preconceitão disfarçado de “jamais falarei mal dos pobres e oprimidos” ( ou qualquer coisa que seja considerada oprimida, como o executado).

  • Domingos

    Se ele fosse condenado á perpétua iriam dizer que era coitado e que era abusivo também.

    Se fosse condenado a 30 anos de cadeia, seria vítima do sistema.

    Se fosse condenado a 5 anos, iriam falar que cadeia não adianta nada e que drogas tem mais é que serem liberadas.

    Sempre tem uma desculpa para o pessoal do contra, do anormal.

    Não importa que ele seja claramente um grande traficante e alguém que provavelmente tinha dinheiro suficiente para não precisar arriscar a vida num país com pena de morte para esse crime.

    A população em geral está ok com o rumo do caso. O governo e a mídia compradassa, que sempre joga a favor da situação, que tenta fazer um malabarismo e uma contra-argumentação tão grande que está ficando na cara…

  • caique313131

    Mas é o cartão-postal da Holanda, que o país se orgulha em apresentar para o mundo. Obviamente, todo mundo que tem um mínimo de estudo sabe que essas cidades turísticas de maneira nenhuma representam o padrão de vida do país do qual elas fazem parte, mas, se o governo local estufa o peito para falar delas para o mundo, é de se esperar que muitos turistas enxerguem o país inteiro como se fosse igual ao local que acabaram de visitar.

    • Domingos

      Exatamente. Assim como o Brasil não é só carnaval e turismo sexual, mas é o que infelizmente o nosso próprio governo passa de propaganda lá fora e se orgulha em mostar como símbolo do país.

      E é, assim como na Holanda, o que a maioria dos turistas acabam procurando aqui.

      Quantos vão visitar qualquer coisa além de praias, por exemplo? Parece até que somos o Havaí!

      Quem vai para a Holanda também raramente visita outra coisa a não ser a porcariada mesmo.

  • caique313131

    Pelo menos para mim, os links não estão funcionando.

  • Cristiano Reis

    Domingos,

    Foi exatamente isso que aconteceu! Incrível! Me encaixei em tudo aí! O vendedor parece que está me fazendo um favor ao vender o carro…

    • Domingos

      Depois que você vê ou nota esse filme umas 8 vezes ao tentar trocar de carro, fica bem claro isso e o quanto é algo padrão e até normal mesmo…

  • Lucas

    O Brasil está uma lástima mesmo!! E ainda há quem diga que o fundo do poço ainda não chegou. Coitados de nós!! Ontem mesmo um comentarista do Jornal da Cultura disse (e não foi a primeira vez que eu ouvi aquilo) que com a baixa internacional do preço do petróleo, sairá mais caro extraí-lo do pré-sal do que vendê-lo. Aí o “guvernu”, que fez tanta conta contando com a “riqueza” do pré-sal, terminará de nos matar na lama vermelha do PT.

  • preto

    Viajante das orbitais,
    Só espere que isso nunca aconteça com o teu filho, com o teu sobrinho, teu tio…

    • Viajante das orbitais

      Se um parente meu fez algo errado ele deve pagar. Todo mundo tem pai e mãe.

  • preto

    Eu gosto de animais e até tenho um, mas tem vezes que fico abismado com a importância que as pessoas dão a eles. Até parece que valem mais que gente.
    É claro que os animais devem ser bem tratados e cuidados, mas eles nunca deveriam se colocados acima do homem.

    • Domingos

      Sim, exatamente. Concordo e tenho a mesma opinião.
      Quando começa a se inverter a coisa é sinal de algo doentio. Seria como, num acidente, preferir ver o carro ileso que os seus ocupantes…
      Leva a uma sociedade profundamente disturbada esses comportamentos e inversões de valores.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Aposto que na Indonésia droga não corre solta.

    • Cadu

      BS
      Como nao? O que esses brasileiros foram fazer la com kgs cocaína? Só tem tráfico onde tem demanda

    • Eduardo Copelo

      Corre sim, Bob! A corrupção lá é mais frenética que aqui no Brasil. Claro que eles prendem também, a diferença é que lá eles matam, e aqui eles deixam o bandido no Big Brother prisional. É tão simples arrumar qualquer entorpecente na Indonésia quanto é aqui. Infelizmente.

      • Domingos

        Se o nosso colega Cadu está certo, o acesso a uma cheirada lá custa se hospedar num hotel de luxo e tem que ser feito às escondidas, pagando um preço exorbitante.
        Então o que você fala é a mesma coisa que dizer que na Suíça também há assaltos, então o Rio de Janeiro é tão seguro quanto lá.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Eu ou alguém aqui falou em matar quem entra em contato com a droga? De mais a mais, uma vez que o problema é mundial e dos mais sérios, o que acha mais certo, ficar-se de braços cruzados ou fazer como a Indonésia, desestimular fortemente o tráfico?

    • Cadu

      A solução definitivamente não passa por MAIS repressão. Basta ler estudos sobre criminalidade x pena de morte x politica de repressão Isso não diminui criminalidade em lugar nenhum do mundo!

      Aliás, pena de morte anda na contramão do mundo político hoje.

      Definitivamente o problema é social e passa por uma discussão muito mais profunda do que sair dando tiro e autorizar o estado assassinar..

      • Domingos

        Estudos esses todos de cientistas sociais e de professores universitários da causa.
        Então o policiamento nas favelas não diminuiu a violência? Como é o que um PC do B da vida prega, por exemplo, já que sabe que perde uns aliados lá dentro com a pacificação.
        Quer dizer que o bom é deixar áreas com grande circulação de pessoas como centros e estações de transporte sem policiamento, para que se roube livremente?
        Interessante esses estudos. Às vezes é bom não ser culto, a pessoa parece que vive numa para-realidade onde o óbvio não existe.
        Os “problemas sociais” como causa de crimes graves como tráfico, estupro e latrocínios são pura viagem de esquerdista manipulador.
        O Rio de Janeiro de 50 anos atrás era MUITO mais pobre que hoje e o tráfico/violência não eram nem de longe tão expressivos.
        Ao mesmo tempo tem país paupérrimo onde assaltos e uso de drogas são intolerados pela própria população naturalmente, sendo a repressão aos EVENTUAIS casos (o número é baixo mesmo) uma demanda da própria população.

  • Marco R. A.

    Prezado CMF, na realidade dá mais de 65%. A base de cálculo do IPI inclui o valor do II, entre outras coisas. Dessa forma, no final, a conta fica em 75,5% de aumento.

    100 + 35% (II) = 135
    135 + 30% (IPI) = 175,5

    Sem contar taxas portuárias, Adicional de Frete da Marinha Mercante, etc…

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Na Fiat em Betim são entre 3.000 e 3.200 carros por dia e o tempo de produção de cada um é em torno de 15 horas. A cada 2 minutos e 13 segungos sai um carro de uma das seis linhas de montagem (a fábrica trabalha em três turnos, não pára). A demora decorre de o carro ser programado, verificar disponibilidade de peças, armazenamento no pátio e transporte até a concessionária.

  • Ricardo

    Sinceramente, quando vejo o naipe dos ministros e da presidente dá vontade de chorar. O governo tá acéfalo. O Brasil vai muito mal.

  • Eduardo Copelo

    Caímos nas mãos da corja vermelha, que fazem lambança atrás de lambança. Mas o deles, duvido que não está garantido, já que 3% do produto do saque da PeTrobras ia pras mãos dos PeTralhas. E fecham o mercado com medidas espúrias, trazendo a gente pra época das “carroças” citadas pelo Collor. A União Européia tem que ir firme contra eles, bater forte, assim como o órgão que regulamenta negociação de ativos norte americana. Multa de 5 bilhões, correr com o olho caído, a “predador” e a dilma do poder. Ainda por cima, iniciam o ano e estupram toda a classe trabalhadora brasileira, com aumento generalizado de impostos, cortes de energia e água…

    Mas tá bom, o Bolsa Família tá bombando, o bolso do PT também… se preparem, vem coisa muito pior por aí. Só botando a malucona pra fora do palácio do planalto é que as coisas podem mudar. E não votem, pelo amor de Deus, no Sapo Barbudo, o novededo já fez tudo que tinha que fazer na política, que vá se aposentar em Cuba!!

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Já ouviu falar no ditado ‘quem tem orifício anal tem medo’? Funciona. Mas quem é contra a pena de morte vem com essas de “problema social”, é mais fácil.

    • Cadu

      Não é porque eu sou contrário a sua opinião que os fatos mudam. Basta você verificar estatísticas e sair do lugar-comum e frases feitas. Em nenhum lugar do mundo pena de morte ou mais repressão diminuíram criminalidade.

      Holanda (consumo de maconha igual a qquer lugar da europa), EUA (taxa de violência comparável nos estados com e sem pena de morte / Lei seca mostrando como proibição e guerra traz mais prejuízos do que soluções), Indonésia (tráfico e consumo de drogas mais rentável do planeta)…

      Basta checar! Não precisa nem concordar comigo.

  • Bob Sharp

    Cadu Viterbo
    Se pena de morte ou mais repressão não reduziu a criminalidade, quem pode dizer que não evitou que ela aumentasse? E, por favor, este assunto encerrado, está bem? Tenho mais o que fazer do que procurar convencer defensores ferrenhos da vida que passam por cima do interesse coletivo. Mais comentários seus sobre o tema não serão publicados.

    • Domingos

      Deixa Bob, o cara daqui a pouco vai falar também que uma sociedade onde há proibição de armas de fogo é mais segura…
      Ao contrário da Suíça, países árabes (assaltos e violência quase zero), EUA (muito menos violentos que a “irmã” Inglaterra, que tem proibição) etc.
      É mesmo tão absurdo que merece uma censura. É contra a lei a apologia, de qualquer forma.

  • Domingos

    Vivi 2 anos na Itália e não vi metade do consumo de maconha que vi em 2 dias na Holanda.
    Aliás, em duas décadas em São Paulo acho que não vi tanta gente usar maconha quanto vi na Holanda. Se bobear empata.
    Você está errado.

    • Cristiano Reis

      O problema não é a maconha, é o pó…

  • Domingos

    Perfeito. Daqui a pouco tem gente falando “e se fosse um parente seu na Petrobrás”…

  • Bob Sharp

    anonymous
    É óbvio que não deve haver impunidade, mas sai muito barato para quem pratica latrocínio pegar só 10 anos. Nesse tipo de crime, certeza de ser apanhado e</strong executado operaria milagres em termos de quebrar a criminalidade rampante. Lembre-se do velho ditado, quem tem orifício anal tem medo.

    • anonymous

      Tem medo, sim, e exatamente por isso não vai arriscar 10 anos de cana. Ninguém ou quase ninguém vai considerar que vale a pena cometer um crime e pagar com 10 anos de cadeia.

      Ademais, tem uma coisa que não entendo: O pessoal que defende pena de morte no nosso país confia tanto assim na polícia e no judiciário? Acredita cegamente que jamais executariam um inocente? Ou acredita que o inocente não seria amigo/familiar?