Honda City 2015 - Autoentusiastas - 11  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 11 e1422018620473

Rodei uma semana com o novo Honda City, versão EXL, que só oferecida com câmbio automático CVT, mas que tem sete marchas virtuais. Os primeiros dias foram no trânsito paulistano e no fim de semana viajei com ele. Viagem com o carro carregado, bem carregado, com quatro adultos, um nenê e tendo o grande porta-malas de 536 litros integralmente aproveitado. E mesmo assim, com ele pesado, o City portou-se bem na estrada; estável, com até que pouca oscilação da carroceria e com razoáveis retomadas.

Quando digo razoáveis retomadas, esse razoável se deve ao câmbio CVT, por ele não ser o mais adequado para a estrada, principalmente com o carro carregado. O motor tem força de sobra, como ficou provado quando testei o Fit (mesmo motor 1,5-l, com câmbio manual) . Esse câmbio CVT do City/Fit é um pouco controverso. Não dá para concluir com um “gostei” ou “não gostei”, pelo simples motivo de que para o trânsito da cidade ele me pareceu o primeiro câmbio que se deseja ter, mas para a estrada ele é o último. E então?    

 

Boa ergonomia  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 122

Boa ergonomia

O câmbio tem a sua razão de ser como é. Ele é assim porque a Honda o desejou assim, ou melhor, a Honda crê que o consumidor gostará dele exatamente assim. Ela não errou em nada. Ela tem tecnologia mais que suficiente e este CVT saiu como ela queria. Na cidade ele agrada plenamente, já que as ruas não são lugar para fortes aceleradas. Então, no ritmo suave, como deve ser o ritmo citadino, não há nada melhor que a absoluta ausência de interrupções na aceleração, e é isso que este e outros CVT oferecem. Afinal, os fabricantes dos câmbios automáticos e robotizados sempre trabalharam para aprimorar a suavidade nas trocas de marcha, com a menor interrupção possível. Sendo assim, o câmbio com relações continuamente variáveis simplesmente resolve de vez esse problema. Fica parecendo carro elétrico e na cidade o giro do motor raramente passa de 2.000 rpm, mesmo andando ligeiro, o que traz economia de combustível. Na cidade ele fez entre 8 e 9 km/l de álcool, dependendo do trânsito.

 

Aumento do entre-eixos melhorou espaço interno  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 05

Aumento do entre-eixos melhorou o espaço interno

Mas quando se chega a uma estrada a coisa muda de figura, pois, dependendo dela, se é sinuosa, montanhosa e/ou está com trânsito pesado, volta e meia temos que acelerar, pisar fundo, e aí vem um incômodo descompasso entre a rotação do motor e o ganho de velocidade. A sensação é parecida com a de embreagem patinando, pois o giro sobe rápido e o aumento de velocidade não é correspondente. O que ocorre é, mesmo com só uma leve acelerada, em vez de o câmbio manter a relação de transmissão do momento e o carro tratar de ganhar velocidade à custa de um maior esforço do motor — como ocorre num câmbio manual, e mesmo num automático epicíclico bem programado como os atuais —, imediatamente, mesmo com essa leve acelerada, o CVT encurta a relação de transmissão e o giro sobe. E, também, encurta mais do que encurtaria se reduzíssemos uma marcha num câmbio manual.

 

Mostradores bem legíveis e informativos  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 02

Mostradores bem legíveis e informativos

Vou exemplificar para me explicar mais claramente: estamos na estrada com um câmbio manual, em 5ª e última marcha, e começamos a pegar um suave aclive. Primeiramente aceleramos um pouco mais (aplicamos mais carga) e com isso o carro mantém o giro e a velocidade. No caso do CVT ele imediatamente resolve isso encurtando a relação de transmissão.     

Bom, daí esse aclive se acentua, então, com um câmbio manual, se você pretende manter a velocidade, você trata de reduzir para a 4ª marcha, acelera um pouco mais fundo e o giro sobe. Nesse mesmo caso de acentuação do aclive, o CVT faria uma redução mais drástica do que faríamos, e trata de reduzir para uma relação de transmissão que seria equivalente ao de uma 3ª marcha, ou seja, um giro muito alto para aquela velocidade. Tudo bem, funciona, mas é estranho, e por mais que racionalmente tentemos nos desvencilhar dos costumes, estranhamos. Talvez essa característica não incomode um jovem motorista recém-habilitado, virgem de hábitos, que tenha aprendido a guiar num carro com câmbio CVT. Talvez essa característica não incomode motoristas pouco sensíveis. De qualquer modo, pedi para que minha esposa e minha filha — que são boas motoristas, mas não entusiastas — o guiassem e elas também se incomodaram com essa característica. Deixo claro para o leitor que não posso considerar isso um defeito, pois mecanicamente está certo e nada de errado acontece.

Mas tudo isso só ocorre quando se deixa o câmbio no modo automático, pois usando as borboletas atrás do volante, existentes nas versões EXL e EX, o câmbio entra em modo manual e passam a valer as sete marchas virtuais. Estas são obtidas por paradas pré-programadas das duas polias do câmbio, que simulam à perfeição marchas obtidas mediante engrenagens, dai o termo ‘virtual’. Caso o câmbio permaneça por 10 segundos sem atividade de trocas de marchas manuais ou variação de velocidade, o modo automático (D) volta a prevalecer por si só.

Em outras palavras, se o efeito de parecer patinagem e/ou de giro muito alto incomodar, basta um toque na borboleta esquerda para reduzir marcha, como se faz num câmbio manual. Pena que suba uma marcha quando o motor chega a 6.000 rpm, mas abaixo disso a marcha escolhida permanece até que decorram 10 segundos e a velocidade do carro não se altere.

 

Porta-malas com 536 litros leva muita coisa, muita  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 13

Porta-malas de 536 litros leva muita coisa, muita

O bom do CVT na estrada é que, no plano, a 120 km/h o giro fica em torno de 2.200 rpm, um giro bem baixo, bem econômico e silencioso. A transmissão final, portanto, é bem longa (v/1000 54,8 km/h), principalmente para um motor pequeno como esse, de 1,5 litro e 115/116 cv. Com o CVT é possível se dar a esse luxo, já que basta, como disse, uma aceleradinha para que a relação da transmissão encurte. Acontece que a essa velocidade, se tirarmos o pé do acelerador, teremos pouco freio-motor, já que o motor é pequeno e a transmissão final é bem mais longa que o normal. Na prática, tudo bem, já que o City tem freios de sobra, mas essa sensação de sentirmos o carro “mais solto” é outro ponto que estranhamos.

Mas, novamente,  podemos evitar a sensação reduzindo o quanto quisermos a relação acionando a borboleta da esquerda — e são mais seis marchas à disposição para isso —, só que a versão LX não têm as borboletas. Sendo assim, concluo que se o motorista é dos que querem um domínio maior sobre o carro, se ele deseja entrar numa curva com o motor um pouco mais cheio e não deseja alteração da relação ao levantar o pé no meio da curva por qualquer motivo, por exemplo, é bom que ele compre a versão EX ou a EXL, senão a coisa não ficará do seu pleno agrado.

 

Bom de chão. Com o câmbio manual fica um sedã divertido  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 01

Bom de chão. Com o câmbio manual fica um sedã divertido

Com a alavanca na posição S o câmbio fica mais responsivo, a 7ª virtual é cancelada, porém ainda não é exatamente esportivo. Resumindo, é um câmbio medianamente adequado a uma tocada mais forte, mas não é o seu ambiente. Além do mais, esse câmbio mascara a excelente pegada desse motor. Pena que o câmbio manual só seja disponível na versão “de entrada” do City, a DX.

Na estrada, carregado como descrevi e a 120 km/h em estrada livre, ele fez 9,5 km/l de álcool e 13,5 km/l de gasolina. Econômico, portanto. Viaja muito bem. Depois, com ele vazio, tratei de colocá-lo forte em curvas e o comportamento mostrou-se muito bom. Boa dinâmica, sempre na mão, mesmo com a recalibração da suspensão que a deixou bem mais macia que no City anterior.

O espaço para os passageiros de trás é impressionante. Experimentei dirigir com o meu banco no batente traseiro e mesmo assim sobrava espaço para as pernas de quem ia atrás, e o passageiro que estava atrás de mim tem 1,80 m. A ergonomia é ótima. Há regulagem de altura do banco, de distância e altura do volante, e da altura de ancoragem do cinto de segurança. O volante tem boa pega e o banco é anatômico. Pode-se dirigir por horas e horas e não vem aquele desejo de dar uma parada para sair e esticar o esqueleto.

 

Falta saídas de ar para os de trás  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 04

Falta saídas de ar para os de trás

Tudo funciona niponicamente bem. Ar-condicionado eficiente, som bom, controlador automático de velocidade fácil de acionar, banco traseiro rebate com facilidade, prático, os vidros das janelas traseiras descem até sumirem nas portas. O que falta, e é uma falta grave para um carro desse padrão, são saídas de ar-condicionado para o banco de trás. Mais detalhes das mudanças que ele sofreu estão na minha matéria sobre o lançamento do novo City

Então, como sempre, é ponderar, pensar no uso que o carro terá. Se o preponderante é uso urbano o CVT irá muito bem. Segundo a Honda, 95% dos City são vendidos com o CVT. Mas se o interessado pretende pegar bastante estrada ou deseja algo com uma boa tocada esportiva, é melhor experimentar o City com câmbio manual, porque aí, sim, o City terá como mostrar o quão bom é para isso, tal qual o Fit com câmbio manual se mostrou ser.

Preço da versão EXL testada, topo de linha: R$ 69.000. Vale assistir o vídeo. Ali tem outras dicas sobre o carro.

 

Maior por dentro que por fora  HONDA CITY EXL, NO USO Honda City 2015 Autoentusiastas 09

Maior por dentro que por fora

 

AK

Fotos e vídeo: Paulo Keller

 

FICHA TÉCNICA HONDA CITY EXL 2015
 
MOTOR
N° e disposição dos cilindrosQuatro, em linha transversal, flex
Cilindrada (cm³)1.497
Diâmetro e curso (mm)73 x 89,4
Potência (cv/rpm)115/6.000 (G), 116/6.000 (A)
Torque (m·kgf/rpm)15,3/4.800 (G e A)
Taxa de compressão (:1)11,4
Distribuição4 válvulas por cilindro, comando no cabeçote, corrente, variador i-VTEC de fase e levantamento conjugados, coletor de admissão variável
Formação de misturaInjeção no duto Honda PGM-F1
TRANSMISSÃO
Tipo do câmbioCVT, tração dianteira
Conexão motor-transeixoConversor de torque
Relações de marcha (:1) Frente 2,526 a 0,408; ré 2,706 a 1,382
Relação de diferencial (:1)4,992
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, mola helicoidal
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Voltas entre batentes3
Diâmetro mínimo de curva (m)10,3
FREIOS
DianteirosDisco ventilado
TraseirosTambor
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio, 6Jx16
Pneus185/55R16
EstepeTemporário, roda de aço 4Tx15, pneu T135/80D15
CONSTRUÇÃO
TipoMonobloco em aço, sedã 4-portas, 5 lugares
DIMENSÕES
Comprimento (mm)4.455
Largura (mm)1.695
Altura (mm)1.485
Distâncias entre eixos (mm)2.600
Bitola dianteira/traseira (mm)1.482/1.472
Distância livre do solo (mm)145,3
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha (kg)1.137
Capacidade do porta-malas (l)536
Tanque de combustível (l)46
CONSUMO (INMETRO/CONPET)
Cidade (km/l)Inexistente
Estrada (km/l)Inexistente
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em D (km/h)54,8
Rotação a 120 km/h em D (rpm)2.200

 

HONDA CITY 2015 – PRINCIPAIS EQUIPAMENTOS
 
Acabamento de portas, volante e alavanca de câmbio em couro
Acionamento elétricos dos vidros, o do motorista 1-toque sobe/desce com antiesmagamento
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura do volante
Ajuste do áudio no volante
Alarme sonoro de cinto do motorista desatado
Alto-falantes (4) e tweeters (4)
Antena de teto na traseira
Apoio para o pé esquerdo
Ar-condicionado automático digital c/ controle pela tela tátil
Áudio com visor LCD de 5? (CD/AM-FM/USB/P2/Bluetooth com comando HFT no volante
Banco revestidos em couro
Banco traseiro reclinável partidos 60/40
Bolsa inflável lateral para motorista e passageiro
Câmera de ré multivisão
Chave-canivete c/ controle de travas das portas, porta-malas e alarme
Cintos dianteiros com pré-tensionador, limitador de força e ajuste altura
Cintos traseiros de três pontos (3)
Computador de bordo
Console central com porta-copos
Controle automático de velocidade de cruzeiro
Descansa-braço dianteiro com porta-objetos com tampa
Descansa-braço traseiro com dois porta-copos
Desembaçador do vidro traseiro
Encosto de cabeça para todos os ocupantes
Faróis de neblina
Iluminação no porta-malas
Limpador de pára-brisa com temporizador
Luz de leitura dianteira
Pára-brisa com faixa degradê
Pára-sóis com espelho
Porta-objetos nas portas dianteiras
Porta-revistas nas costas do encosto do banco do passageiro
Tomada de 12 V
Travamento de portas automático a 15 km/h
Travamento elétrico da portinhola do tanque
Travas para crianças nas portas traseiras

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Leo Cordeiro

    Arnaldo, mesmo considerando-se que a versão testada é a topo de linha EXL, sinceramente, esse 69 mil não é pedir muito por um carro dessa categoria? Não estamos entrando num território perigoso, também nos demais segmentos, onde pratica-se preços que estão se tornando fora da realidade?

    • Arnaldo Keller

      Leo, acho que ficar dizendo que nossos carros são caros é chover no molhado. No Brasil TUDO é mais caro. Nossa energia elétrica nos custa o dobro da americana, apesar de nossa maior fonte, hidrelétricas, teoricamente ser muito mais barata que a deles, térmicas, nucleares, etc. Nosso problema não são só os carros. Pense bem, é tudo. Temos que sustentar burrices, incompetências e roubalheiras.
      Como diria o Professor Raimundo: Só o salário é que óó!

      • SDS SP

        Exatamente! Tudo que é oferecido por aqui é caro, seja um produto ou uma prestação de serviços.

      • Leo Cordeiro

        Concordo com essa realidade,o que quero dizer é que nos últimos anos, pelo menos é a impressão que passa,os preços dos carros,que já eram caros,têm subido vertiginosamente e muito além até mesmo do “custo Brasil” e do que o bolso de qualquer um consiga acompanhar… onde vamos parar? Preço de carro novo em Cuba?

        • Domingos

          O problema é que uma coisa contamina a outra aqui. O governo deixa tudo caro e, quando falta dinheiro, manda nós pagarmos. O cidadão, não conseguindo comprar, financia a juros mais altos ainda.
          As fabricantes e indústrias, assim como todo o comércio, se vê obrigada não só a repassar o custo maior como também se sentem tentadas a explorar a capacidade do brasileiro de se endividar ainda mais.
          Resultado é que logo logo esses preços despencam, porque as concessionárias estão vazias e já tá todo mundo na promoção do juro zero para vender carro pequeno a 70 mil reais.
          Outro reflexo disso são as versões que “não existem”: um City manual tem um preço bem justo, porém comprar um é como dizer que quer pegar câncer. O vendedor nem dá bola ou foge.
          E essas versões vão sendo retiradas de linha pouco a pouco, como quando os Corollas GLi automáticos passaram a ser vendidos só para frotas e agora o Fit DX automático também deve deixar de existir.
          Só isso já joga o preço dos modelos em mais 5 ou 10 mil reais acima, sem desconto nos intermediários – porque passam a ser o modelo padrão e única escolha como entrada…

      • Daniel S. de Araujo

        Concordo, Arnaldo e vou mais longe: Tudo no Brasil é caro porque temos um gravissimo problema de produtividade do trabalho. E não é só educação que resolve. Precisa mudar a mentalidade.

        A eficiência e a eficacia do trabalho no Brasil é muito baixa. E isso não é só setor publico não. É setor privado também.

        Muitos anos atrás, fiz um projeto de consultoria num grande banco privado (hoje incorporado por outro), no setor de desenvolvimento de conteúdo de portal (internet). Os gerentes e subgerentes da área que trabalhava apareciam 9:30 da manhã para trabalhar, batiam papo até as 10:20, saiam 12:00 para almoçar, retornavam 14:30, batiam papo até depois das 15:00 e ai pegavam no batente, saindo as 22:00 do escritorio. Ou seja, rendiam muito pouco. Recentemente vi o serviço de limpeza de caixas de esgoto de estrada da prefeitura daqui onde moro. 1 onibus, 7 pessoas (com motorista). Motorista dirigindo, 2 fiscais, 1 amolador de enxadas e ferramentas e 2 braçais efetivamente tirando a areia acumulada nas caixas.

        Jogar a culpa dessas mazelas somente educação é querer responder a apenas uma parte do problema. Se a mentalidade fosse a de produtividade, a busca e a demanda por Educação seria espontânea, não precisaria ser empurrada “goela abaixo”.

        Outra coisa, Escola dá Educação Formal. Quem dá formação de base, moral e valores são pai e mãe. Como a base familiar está meio arrebentada e o carater anda meio em falta em nosso país….

        • Lorenzo Frigerio

          É uma tradição brasileira manjada… um peão cavando e quatro olhando.

  • Fernando

    Esses CVT, eu não gosto. Não sei se este City tem o mesmo comportamento mas no Fluence é estranho, tu aceleras, ele aumenta, por exemplo, para cortar uma rua muito movimentada e o carro parece que tem um “lag” de milésimos de segundo para sair da inércia. Fora que quando sai o motor chega no alto giro. O que parece para o passageiro que tu ée um motorista iniciante que não sabe dosar o acelerador.
    Outra coisa que não gosto é a bobeira que acontece igual o Arnaldo falou, tu estás só querendo dar aquela aceleradinha para fazer uma ultrapassagem e o carro aumenta o giro até o final
    Esses características não me agradam. Carro automático, só dirigi CVT e não me agradou. Não sei se ou Dualogic ou automáticos normais têm essa peculiaridade, mas se tiverem.. melhor manual.

    • Arnaldo Keller

      Fernando, com robotizados, como o Dualogic, e com os automáticos convencionais, epicíclicos, isso não acontece.

    • Lorenzo Frigerio

      Parece aqueles câmbios automáticos de 4 marchas combinados a motores pouco potentes, que desligam o lock-up sob carga leve, aumentando o giro mas aparentemente sem entregar mais força.
      Não vejo por que não permitem ao motorista desses CVTs selecionar o modo, convencional ou com marchas virtuais. Fica parecendo que o carro é feito para quem não curte ou entende de carro, e as alavancas no volante nada mais são que marketing.
      Ou bem que poderiam usar o automático do Civic.

  • Arthur Santos

    Prefiro pagar R$ 68.400,00 em um Civic LXS manual 0-km.. Mais motor, mais espaço e qualidade de acabamento.. Se bobear, dá para negociar um automático nesse preço..

    • Lucas

      Olha Arthur, talvez no quesito espaço você não saia ganhando com o Civic. A Quatro Rodas comparou os dois e afirmou que o City é mais espaçoso, tanto no banco de trás quando no porta-malas.

    • IVAN ANTONIO DA ROCHA

      Pensei a mesma coisa. Não vi vantagem alguma nesse irmão menor. E nem tão menor assim. Meu irmão comprou um Civic 1,8 automático por 75 mil. 7 mil de diferença? Por favor. Para quem compra carros nesses preços não é uma diferença.

  • Mr. Car

    A firma adquiriu um Mitsubishi ASX com o câmbio CVT, e já peguei na estrada. Antes só tinha dirigido automáticos tradicionais, e meu veredicto é: gostei bem mais dos tradicionais. Agora falta experimentar os automatizados, que ainda não dirigi, mas ouço muita reclamação por conta dos trancos. Em tempo: o ASX da firma é blindado, o que deve contribuir para minha má impressão.

    • Domingos

      O do ASX é um dos melhores e, usando as borboletas, achei bem apto a uma tocada rápida. Mas é estranho às vezes ainda assim…
      Todos os outros são meio estranhos mesmo. O Fit com CVT mais embreagem era melhor, porém abandonaram essa construção.

    • Arnaldo Keller

      Mr Car, boa notícia para você, que gosta do Logan. Estamos com um Logan com câmbio robotizado Easy’R e nada de trancos. Em breve um ‘no uso’ com ele.

  • Fórmula Finesse

    A esse preço, aguardo o Focus Sedã 1,6 reestilizado…
    Ótima análise AK!
    FF

  • Marcelo R.

    As matérias do Ae são excelentes, como sempre. Mas, eu quero destacar que os vídeos, ultimamente, estão sensacionais. Meus parabéns!!!

  • Leonardo

    AK! Análise perfeita! Minha irmã tem um City LX CVT e realmente o que você relatou sobre o foi o que eu percebi! Como o dela não tem borboletas, na estrada conclui que o melhor é colocar o câmbio no S! Minha irmã reclamou que ao acelerar tem muito delay e no S ele diminuiu bastante esse sintoma!! De resto o carro é muito bom! Somente o preço que a meu ver é bem salgado!

  • Lucas

    Estava estudando esse City, mas com esse câmbio, e ainda mais se ele é assim como dito no texto, esqueça. Como o manual é só no DX, que não tem um monte de coisas que eu quero, como regulagem de altura e distância do volante, faróis de neblina etc (sem falar no preço, claro) o City está descartado de minhas pretensões.

  • IVAN ANTONIO DA ROCHA

    A diferença de preço entre ele e o Civic é pequena. Pelo menos eu acho. Não vejo vantagem alguma em comprar esse carro. Só se a pessoa gosta de coisa pequena. Qual a vantagem? Para mim, nenhuma.

  • Felipe Parnes

    Nada melhor do que um câmbio manual. Não tenho o q reclamar dos automáticos, em cidades como são Paulo que estamos sempre parados eles são muito bons, agora CVT eu só dei uma volta no Lancer e ele me pareceu confortável e esperto, o carro acelerava rápido e encurtava a relação assim que eu pisava no acelerador. Já os automatizados só dei uma volta com um Bravo, câmbio muito ruim dava muito tranco nas trocas de marcha principalmente quando acelerado com vontade, a troca de 1ª para 2ª era mais sofrível. Dupla embreagem só de carona em um Tiguan que me pareceu muito bom, mas que ainda não tive a chance de experimentar.

    • Thales Sobral

      Tiguan não é dupla embreagem, ele usa o tiptronic normal. O DSG ficou para o Jetta, Fusca..

  • Daniel S. de Araujo

    A dupla Fit/City nunca me atraiu até eu conhecer um de perto. De quando eu conheci em diante, estou namorando para comprar para minha mulher, ficando entre um Fit zero completo, um City intermediário ou um Civic completo com pouco uso….

    • Thales Sobral

      O City me impressionou no espaço interno. Pensei que seria pequeno, mas o espaço no banco traseiro é realmente muito bom.

    • R.

      Eu ficaria com o Civic 1,8 , na versão de entrada, onde o preço é muito próximo.
      Creio que o Civic, apesar do desenho um pouco cansado, é muito mais carro.

    • Domingos

      Realmente o carro passa batido para quem não conhece. Eu era fã do Fit desde a primeira geração e inclusive achava que os preços altos eram jusificados.

      Hoje não sou tanto, por alguns detalhes, mas o carro é bom sim.

  • Carlos Spindula

    Obrigado pelas impressões Arnaldo !!

    Tenho um City LX Automático 2013, que não tem as borboletas de passar marchas no volante e que sinto falta também, você tira o pé do acelerador e o carro fica todo solto, praticamente não tem freio motor significativo. O meu na estrada bebe igual a esse testado, comporta-se da mesma maneira, cruza a 120 km/h a 2.200 rpm e desce marchas assim que se pisa mais, porém na cidade é muito gastão, com álcool faz entre 4,8 e 5,5 km/l e na gasolina 6,5 a 7,2 km/l. Levei na concessionária, eles esvaziaram o tanque e puseram apenas 2 litros e o carro andou 21,3 Km, com o consultor técnico dirigindo no trânsito pesado !!! Acabei sem entender qual a mágica que fizeram ! Eu não ando de pé pesado, carro revisado, pneus calibrados toda semana! O computador de bordo marca 5,5 km/l no máximo na cidade e ao encher o tanque de novo bate com o que marca !

    Não penso em trocar meu City nesse modelo novo, que achei muito caro e que foi depenado em alguns itens, eu preferiria trocar pelo Civic, porém tenho medo de pegar um 1,8 ou 2,0 e ele não fazer mais do que 4 km/l !!! No resto recomendo fortemente o carro, muito confiável, confortável e espaçoso!!

    Gostaria que outros donos de City contassem aqui se o seu é econômico ou gastão na cidade !

  • Ilbirs

    1) Algo que lamento no City é ele desperdiçar as possibilidades que a plataforma do Fit oferece, algo que não ocorria duas gerações atrás (o modelo também conhecido por Fit Aria):

    http://world.honda.com/Fit-Jazz/history/1st_FitAria/images/img_detail01.jpg

    http://world.honda.com/Fit-Jazz/history/1st_FitAria/images/img_detail03.jpg

    http://world.honda.com/Fit-Jazz/history/1st_FitAria/images/img_detail04.jpg

    OK, a atual geração tem 536 l de capacidade, mas que é pôr a perder não haver um ULT, isso é. Fica a impressão de ser um carro que não pode ficar melhor do que é para não ameaçar o Civic (algo parecido ao que ocorre com o Cobalt e o Cruze, em que não montam motores melhores no mais barato para que ele não ameace o mais caro);

    2) Arnaldo, fica a pergunta: aquele “CVT lusitano” do Corolla da atual geração, que simula sete marchas mesmo em modo totalmente automático, seria uma regulagem melhor para o City ou o melhor é mesmo o “CVT de fato” que estamos vendo?

    3) Surpreendi-me com o consumo urbano de 8 a 9 km/l de etanol. Será que com gasolina passa-se facilmente dos 10 e chega-se até a 11 sem maiores cuidados e manhas?

    4) Muito boa essa ideia de dois estágios de abertura do capô na vareta. Que tenhamos essa possibilidade também em outros carros, ainda que goste daqueles capôs com amortecedor a gás que já abrem no maior ângulo possível:

    http://www.patterndraftimaging.com/img/s2/v51/p995829480-4.jpg

    5) Se você reclama da falta de saídas de ar traseiras…

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Honda-City-2015-Autoentusiastas-04-460×311.jpg

    Os indianos não têm o que reclamar a esse respeito…

    http://motoroids.com/wp-content/uploads/2014/01/New-next-gen-2014-Honda-City-India-Launch-images-29.jpg

    http://www.dezeroacem.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2013/11/All-New-Honda-City-in-India-rear-AC.jpg

    http://economictimes.indiatimes.com/thumb/msid-27512924,width-640,resizemode-4/the-rear-seat.jpg

    Provavelmente estamos naquela situação de o City não poder ser melhor para não canibalizar o Civic, que também não tem saída para os de trás:

    http://carplace.uol.com.br/wp-content/uploads/2014/03/Corolla-x-Civic-Carplace-14-620×413.jpg

    6) O que lamento é que o Versa nacional em sua versão 1.6 não tenha opção de CVT, ainda mais quando sabemos que a Nissan manda muito bem nesse tipo de transmissão. Seria mais barato que o City e praticamente obrigaria a marca de Suzuka a baixar o preço, isso sem falar da possibilidade aumentar a oferta de versões manuais para além do DX.

    • Arnaldo Keller

      Ilbirs, o CVT do Corolla é bem melhor, tem muito mais pegada, a aceleração acompanha melhor a subida de giro.

    • Domingos

      Esse interior clarinho é tão gostoso de se ver… Pode ser até meio brega num carro pequeno, mas é muito alegre e bonito.

      • Mr. Car

        Brega??? Interior clarinho é chique no “úrtimo” em qualquer carro, isto sim! E pensar que tivemos interiores assim em diversos carros pequenos, como o Chevette, o Gol, o Polara…

        • Ilbirs

          O que me surpreende é ver que em países mais pobres que o nosso e com indústria automobilística mais incipiente, como são os casos de Índia, Malásia e Tailândia, eles prestam atenção a esse detalhe, ainda mais considerando-se o calor de nível paraense que faz naquelas bandas. Até mesmo carros mais baratos que um City têm opção de interior clarinho, como é o caso do Brio:

          http://indianautosblog.com/wp-content/uploads/2011/03/Honda-Brio-interiors.jpg

          E a minivan Mobilio, derivada do Brio:

          http://www.indiancarsbikes.in/wp-content/uploads/2014/06/Honda-Mobilio-second-and-third-row.jpg

          O mesmo ocorre em outras marcas, como vemos na especificação indiana do Etios:

          http://carplace.uol.com.br/wp-content/uploads/2013/03/2013-Toyota-Etios-Sedan-Facelift-3.jpg

          Ou o Tata Nano, só para ficarmos em exemplos bem marcantes:

          http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/6c/Tata_Nano_dashboard.JPG

          E aí ficamos intrigados sobre o porquê de nossa indústria, que é bem mais madura e produz carros de qualidade bem superior à indiana (vide os problemas que ocorrem com o EcoSport e o Duster lá produzidos e exportados para os países de mão inglesa), só ter uma ou outra opção de interior claro isolada e apenas em versão topo de linha, como o caso do Corolla Altis da atual geração:

          http://www.dezeroacem.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2014/03/Toyora-Corolla-Altis-Brasil-2015-CVT-Multi-Drive-banco-traseiro.jpg

          Aos que falam da possibilidade de sujar mais, pode-se pleitear que os fabricantes usem processos especiais de impermeabilização das forrações justamente para que tanto água quanto detritos sejam repelidos.

          • Domingos

            Mas eu gostei, pessoal. Inclusive de ser caramelo e não bege, o que o deixa muito alegre.

            É que consideram brega. E alguns detalhes nessas cores são brega, mas compraria mesmo assim.

            E é mesmo de dar raiva em como esses países possuem opções de cor interessantes para o interior dos carros e nós temos apenas preto e cinza.

            O Etios indiano podia vir em preto, branco (isso mesmo, branco!) e um tom meio caramelo também.

            E tinha espaço para 4 auto-falantes, que o nosso não tem, junto com outros detalhes que só recentemente nosso Etios ganhou e eles já tinham.

          • Z_H

            Sem contar que cores claras esquentam menos o carro…

        • Mileni

          “Interior clarinho é chique no “úrtimo” em qualquer carro, isto sim!”

          Pela descrição só pode ser classificado como brega…

      • Ilbirs

        Talvez o que você tenha achado brega é o interior que puxa mais para o caramelo (como o caso do City indiano da atual geração). Esse de fato fica esquisito de ver. O bege mais clarinho acaba sendo agradável de se ver.

    • Ilbirs

      O Grace Hybrid vendido no Japão também tem saídas de ar para o banco traseiro que o City daqui não tem:

      http://www.honda.co.jp/GRACE/webcatalog/interior/image/re_pic.jpg

      Como lá não mais existe o Civic, o Grace pode ser mais bem elaborado sem fornecer argumentos para que alguém opte por ele em vez de algo mais caro.

      • Domingos

        O Civic não é vendido nem mais como Hatch lá? Que mundo estamos…

        • Ilbirs

          O Civic saiu de linha por lá em parte porque os japoneses não gostam de sedãs com mais de 1,70 m de largura e comprimento na casa de 4,4 a 4,5 m.
          Porém, também temos na equação a questão do espaço interno e de bagagens. A oitava geração, com seus 340 l de porta-malas, não fazia frente ao Fit de segunda geração e seus 40 l a mais (moduláveis pelo sistema de banco traseiro e embaixo do qual se podia ganhar mais uns 20 l de bagagem socando sacolas flexíveis). Também não havia tanta diferença de espaço interno entre o Fit e o Civic:

          http://www.honda.co.jp/auto-archive/civic/4door/2010/webcatalogue/dimensions/image/side.gif

          http://www.honda.co.jp/auto-archive/civic/4door/2010/webcatalogue/dimensions/image/top.gif

          http://www.honda.co.jp/auto-archive/fit/2013/performance/image/index_il05.gif

          http://www.honda.co.jp/auto-archive/fit/2013/performance/image/index_il07.gif

          Até chegou a existir Civic hatch mais recente por lá, mas importado da Inglaterra e em série pequena. Como se pode observar, o médio da Honda acabou sendo vítima da onda de ir tornando os carros cada vez mais obesos a cada passagem de geração, algo que os japoneses só toleram em carros maiores, uma vez que a categorização legal por tamanhos naquele país acaba fazendo um modelo menor com mais de 1,70 m de largura acabar sendo penalizado da mesma forma que um modelo maior. E, como podemos ver pela simples comparação entre Civic de oitava geração e Fit de segunda, boa parte desse inchaço dos modelos atuais é pra lá de desnecessário. E nessa, a Honda queimou em casa um nome pra lá de conhecido e apreciado. Ela não resolveu nadar contra a corrente como faz a BMW ao manter o Série 3 com um comprimento bastante contido e típico dos médios-grandes antes da loucura crescimentista que nos faz ter um Passat com 4,76 m e outras baleias brancas que nos estão disponíveis nas concessionárias.
          Se vai acontecer com os obesos carros do mundo atual o que aconteceu com os carros americanos dos anos 1970, em que se conseguiu peso e dimensões externas menores com mais espaço interno, não temos como saber, mas pode ocorrer aquele momento em que as pessoas verão o absurdo que estão encampando e começarem a exigir carros menores que não penalizem no espaço interno. Os japoneses estão fizeram isso ao preferir o Fit ao tradicional Civic e, aqui no Brasil, podemos considerar que também haja um pouco disso quando vemos a boa recepção que modelos como Logan e Sandero têm. Poucos prestaram atenção ao fato de que um Sandero tem mais ou menos as dimensões de um Kadett E e que um Logan tem dimensões externas parecidas com as de um Astra B Sedan. Por isso inclusive podemos considerar que muito da aquisição de carros menores espaçosos venha de pessoas que queriam algo parecido com aqueles médios-pequenos de antes da loucura crescimentista, sendo que o Brasil não tem qualquer lei que beneficie modelos de menores dimensões externas, ficando restrito apenas aos deslocamentos de motor.

    • Leonardo Mendes

      Fica a impressão de ser um carro que não pode ficar melhor do que é para não ameaçar o Civic

      Creio que você matou a charada com essa frase.

  • Lucas CRF

    Finesse, Focus sedã só existe automático (PowerShift, robotizado). Isso o coloca automaticamente fora da minha lista. Pena.

    Abraço

    Lucas CRF

    • Fórmula Finesse

      Mas a versão 1.6 vêm com caixa manual também, ou não? (o que seria um absurdo essa ausência!!)

      • Lucas CRF

        Finesse, no site da Ford, Focus Sedan só existe automático e 2.0. Ou seja se você quiser um Focus manual, só se for 1.6 e hatch. É mole???

        Abraço
        Lucas CRF

  • Luiz_AG

    Curiosidade… porque a firma adquiriu um ASX? Não me parece ser um carro de frota…

    • Mr. Car

      O carro é para a diretoria, Luiz.

  • Luiz_AG

    Conclusão que cheguei é que estou ficando extremamente pobre… Enquanto o banco me dá uns cartões Platinum e uma conta Master Blaster e mesmo que consiga guardar 20% do meu rendimento mensal, sinto um carro nesse valor tão longe…

    • Fernando

      Adquirir qualquer carro neste preço também esta fora das minhas possibilidades.

    • Domingos

      Mas é mesmo longe. Os valores dos carros, apesar daquelas contas malucas de inflação, subiram muito ao longo dos últimos 15 anos.
      Lembro que com a mesma renda era fácil minha família comprar um Escort. Um Focus já não era tão fácil, mas acessível. Um Focus novo é algo para meter a mão na poupança com dó de perder uma parte grande do patrimônio.
      Chuto que os financiamentos dobraram o valor dos carros nesse período, já que a inflação de um quilo de arroz ou de um saco de cimento não se traduz completamente ao valor de um carro.
      Veja bem, de 2000 para cá falam em 3 a 4 vezes de perda de valor do dinheiro por inflação/dólar. Mas se você contar que isso para uma fabricante apenas significa salários atualizados para os funcionários e algum gasto a mais com energia, por exemplo, o valor de um carro não deveria ter subido os mesmos 300%.
      Isso deveria ficar em 50% a 100% eu acredito. Tudo bem que o custo de fazer novas fábricas deve ter aumentado muito, já que construção civil pegou inflação em cheio, mas daí a valores tão altos eu acho que só o financiamento explica.
      Se vier a bolha de crédito ao consumidor, pode apostar que em 5 anos esse mesmo carro estará na faixa dos 40 mil reais e não dos 60.

      • Rafael Malheiros Ribeiro

        Minha mulher comprou um Fit LX câmbio manual em julho de 2008. Na época, custou R$43.000. Com a correção monetária pelo IGP-M equivale hoje a cerca de R$60.000. O Fit de entrada está abaixo disso hoje, sendo assim os reajustes não foram acima da inflação e hoje o mesmo Fit tem air-bags e ABS, o que o dela não tinha.

        • Domingos

          Bom, aí tem dois problemas: o modelo de entrada atual está sendo silenciosamente retirado de linha e, hoje, comprar um Fit manual é infelizmente pedir para ter uma grande desvalorização que descompensa esse “preço ajustado conforme a inflação”.

          Mesmo que ainda assim “bata” o preço corrigido, continuo considerando que um carro não sofre da mesma inflação para ser fabricado que sofre o preço de um quilo de arroz, por exemplo.

          O problema também é que há um encarecimento escondido. Por exemplo, com a questão do manual. E também não há mais 1.4.

          Com a eliminação das versões básicas, o preço sobe sem necessidade. Se existe o 1.5 LX por menos da correção de inflação entre 2008 e agora, um LX 1.4 manual poderia custar sim seus 46 mil – perto do preço do seu e com base no DX manual que custa 49.

          O que também joga o preço de City e Civic mais para cima…

      • Z_H

        Basta lembrar que uns (poucos) anos atrás, um sedã médio custava 60 paus… o Fusion 80 paus…

        • Domingos

          Exatamente. Isso já com a economia inflacionada e preços altos, no auge do aquecimento econômico.

          Já achavámos caro um Civic LXS aos seus 62 ou 64 mil. Hoje isso é menos que o modelo de entrada…

          A bolha logo estoura.

    • Carlos Miguez – BH

      Exemplo prático:
      Focus I = R$ 45.000,00;
      Focus II = R$ 55.000,00;
      Focus III = R$ 65.000,00.

  • Luiz_AG

    Eu ando há muito tempo em scooters CVT. Acostumei. Uma vez dirigi um Fit CVT e gostei também. Lógico, compre alguma coisa mais visceral para se divertir. Mas para o dia a dia, acho o CVT muito viável.

  • Jr

    Tenho um Bravo Dual Logic há 4 anos. Não tem soco, o uso das aletas é muito legal. Reclamação zero. As pessoas próximas que possuem Linea e Stilo, além do Sandero, também adoram.

  • marcus lahoz

    AK quanto comprei meu carro fiz o teste em todos os câmbios disponíveis. E cheguei a conclusão que o melhor de todos é o manual, não tem jeito, é mais econômico e mais esportivo. É mais rápido e tem mais conforto de marcha. Mas infelizmente exige mais esforço.

    Acredito que o automático (seja ele como for), deve ter a opção de modo manual, como no Dualogic, DSG, AL4, AT8, Aisin (PSA)…e por ai vai. Resumindo, aquele que quando em modo manual não reduz marcha de jeito algum e permite subir a serra em 5ª. marcha sem redução.

  • Lucas dos Santos

    O câmbio CVT foi tão elogiado em circuito urbano que fiquei curioso para vê-lo nessas condições.

    Uma dúvida quanto às marchas simuladas: as relações delas são sempre as mesmas? Em caso positivo, há informações a respeito da relação de cada marcha virtual?

    • Domingos

      Aparentemente elas variam, inclusive a ponto de você encontrar 2 primeiras marchas numa redução por borboleta num Mitsubishi se ficar apertando a alavanca várias vezes.

      É bem interessante.

      • MrBacon

        Salvo engano, as relações das 6 marchas virtuais do CVT da Mitsubishi são fixas, pelo menos no Outlander é assim.

  • Jonas Torres

    O câmbio da Honda e Toyota mesmo automáticos, sempre tiveram uma característica de reduzir mais fácil, ou seja, ao invés de aceitar um pouco mais de carga, ele já reduz logo; ao contrário dos outros automáticos. Com o CVT, foi no mesmo sentido, até um pouco mais acentuado que outros.

  • Jonas Torres

    O CVT da Toyota – também em D – parece que não dá essa mesma sensação. Mesmo em D ele simula as 7 relações, relações essas que só são fixas em modo manual, em D elas ficam variando, mas já evitam a estabilização das rotações no pico ou por muito tempo ao acelerar. Meio complicado de entender, mas o André Dantas pegou esse pulo do gato do pessoal da Toyota.

  • Arnaldo Keller

    Felipe, teste com robotizados não pode ser uma voltinha no quarteirão. Parece incrível, mas ele precisa de um tempo para “se acostumar” com o seu jeito de guiar. Daí melhora muito. E também os atuais estão bem melhores que os primeiros. Estão evoluindo muito rápido e isso é bom. São mais baratos e econômicos que um convencional.

  • Arnaldo Keller

    Carlos, o consumo na cidade, pelo computador de bordo, deu isso que escrevi. Que posso lhe dizer? Experimente dirigir com o pé ainda mais leve, maneirando nas acelerações. O tempo do trajeto praticamente não muda. Coloque uma música suave, siga calmo, não pense na Dilma…

    • Ilbirs

      Sobre trilha sonora, a sugestão que tenho é pegar canções que tenham transições suaves, como os balanços da era disco:

      Observe que mesmo tendo quebras, é canção com tempo alto e constante a maior parte do tempo, o que evita sonolência (compare-se com um reggae raiz, por exemplo). Você vai em um fluxo bom a maior parte do tempo e, por ser discotèche, é coisa que te deixa atento. Como dançar dentro do carro é algo que se faz da cintura para cima, o pé não fica acompanhando a batida.

      • Domingos

        Indicação excelente de música. Tem uma versão nova, quase inalterada. Toca na 97 FM, que é excelente de madrugada nas noites que toca house e clássicos um atrás do outro.

  • Jr

    Ivan, também não entendo a proposta, pelo menos nesta faixa de preço. Acho Civic muito mais carro (em muitos aspectos) com preços próximos.
    Alguém poderia dar um dica neste sentido? Civic ou City?
    Há diferenças em manutenção, provavelmente, com custos mais favoráveis ao City?

  • Jr

    Quero deixar meu elogio também. Aumentaram o número de colaborações, o novo site é excelente, as matérias idem, parabéns!

  • Antônio do Sul

    Certo dia, eu estava escutando a Band News, como costumo fazer quando dirijo na cidade, e coincidiu de cair naquele horário em que eles entrevistam dois estrangeiros que estão morando no Brasil, perguntando-lhes sobre as diferenças de cultura e as dificuldades de adaptação. Uma das entrevistadas, acho que italiana, disse que o que mais estranhava no ambiente (e durante o horário) de trabalho, aqui no Brasil, eram as pausas para o cafezinho e para conversas que nada têm a ver com o serviço…

    • Leo-RJ

      Caro Antônio, já morei fora um tempo, nos EUA e em Portugal, e em ambos lugares, realmente, se faz menos pausas dentro do horário regulamentar de trabalho. Inclusive para o “cafezinho”, que se estende em um bate-papo.

      Em Portugal não se vão duas pessoas ao mesmo tempo no local de café. Um só vai pegar café depois que o outro retorna de lá. Nunca dois juntos E, no máximo, dois cafés. E, para eles, bater papo neste momento é perder trabalho, é improdutivo. Fazem isso após o expediente, onde bebem café e batem papo.

      No EUA, por outro lado, aprendi porque eles usam aquelas canecas enormes de café. Enchem-na, levam para a mesa de trabalho, e ela fica lá o dia todo. Tudo para não ter de ir duas vezes pegar café.

    • Daniel S. de Araujo

      Antonio do Sul

      Nesse banco, tinha eu e uma moça. A gente rendia tudo o que podia das 8:00 até as 18 com uma hora de almoço, ou seja trabalhavamos 9 horas dia sem horas extras. A moça saia regularmente as 18:00 para pegar o corporativo e eu, porque o estacionamento fechava e as gerentes que passavam a manha inteira falando do encontro do dia anterior e a tarde comentando da TPM olhavam a gente de rabo de olho. Mas ao contrário delas, nunca deixamos serviço para o dia seguinte e o projeto que eu trabalhei terminou antes porque eu acabei adiantando o cronograma em 1 mês (o planejado eram 2 meses).

    • Domingos

      De boa? Morei na Itália e é EXATAMENTE igual, só que lá a pausa para cafezinho é regulamentada por lei.

      Atendende público de certos orgãos lá param de meia em meia hora para tomar café e você não pode reclamar porque é por lei.

      E o café aparentemente é pago pelo governo, porque não vi usarem dinheiro.

      O problema é que nossa tradição de pouca produtividade e de “eterno serviço de servidor público” (perdão aos produtivos) vem de longe.

      A Europa adora isso e esse tipo de “lei trabalhista”. Não é à toa que agora que estão curtos de grana a coisa está feia.

      E digo mais: ainda bem que não chegamos no nível deles. Porque lá trabalho, especialmente público, é um casamento e as pessoas acabam vivendo em castas.

      A produtividade deles é ruim como a nossa, só que eles tinham dinheiro. Basta para ficar bem alerta, pois dinheiro para nós vem e vai…

      • Antônio do Sul

        Então, posso ter me enganado quanto à origem da entrevistada ou ela pode ter vivido durante muito tempo, antes de vir para cá, em outros países que não a Itália, que, pelo que você conta, deve ser tão cheia de frescuras quanto a França.

  • Mr. Car

    No aguardo, Keller.
    Abraço.

  • José Henrique V. Guimarães

    Positivo. DSG é Jetta TSI, Golf e Fusca. Quem ainda usa tiptronic normal é Jetta 2.0 e Tiguan. Tenho um Jetta com tiptronic e te falo que o câmbio é bom, muito bom mesmo, até salva o fraco EA-113 (que por sinal é bem semelhante em números à esse 1.5 da Honda…)

  • Leo-RJ

    Caro AK,

    Também fico na espera por um “no uso” do Logan com câmbio Easy’R.

  • Ilbirs

    Talvez o que possa haver de vantagem para o Civic nessa questão é os passageiros estarem em um ponto H mais baixo e com a vantagem de os obstáculos do piso serem amortecidos por uma suspensão mais elaborada que o eixo de torção do City.

  • Luiz_AG

    Entendi, mas nem acreditava que existia isso ainda. Nas empresas em que fui consultor (um dos maiores bancos do hemisfério sul) carro só para serviços. Diretor senta na mesma bancada que o auxiliar. Secretária só na recepção do andar.

  • Luiz_AG

    Eu acho que o problema é mais embaixo. Isso de custo + 15% morreu com os dinossauros. Colocam o preço se pagar é esse. Eu não pago.

  • Vinicius

    Tenho um carro com câmbio CVT (um Sentra) e o melhor adjetivo para classificar esse tipo de transmissão é “anestesiada”. Para o trânsito urbano, realmente, é muito boa – sem trancos, o carro roda liso, com rotação baixa o tempo todo (economizando combustível), fica tudo muito silencioso… mas uma subida ou descida de serra fica bem parecida com um tratamento de canal no dentista – você não sente nada, só ouve o barulho irritante do motorzinho.

  • spongebot

    Gostaria de ver no Autoentusiastas um texto sobre os preços de veículos, ouvidas as fábricas. A meu ver o preço deste City é muito elevado, sob qualquer aspecto.

  • Fat Jack

    “…A sensação é parecida com a de embreagem patinando, pois o giro sobe rápido e o aumento de velocidade não é correspondente…”
    Acho que morrerei antes de me acostumar com isso…, eu já me incomodava com o lag que os automáticos mais antigos tinham, (faz tempo que não guio um com esse tipo de câmbio), ficaria fácil com o manual (apesar da maior desvalorização pela menor procura na hora da venda…)

  • Rogério Ferreira

    Perfeita essa seção “no uso” do Ae, e o Honda City é um carro que me interessa muito, pela proposta de sedã de porte médio, de bom porta-malas e razoável espaço interno. O problema, como de qualquer Honda é o preço, sempre acima da média da concorrência. É um pouco desanimador, pagar mais pelo mesmo. Uma dúvida: nesse câmbio CVT, quando opta pelas marchas virtuais, mesmo se pise fundo, não há nenhuma redução automática, ou seja, comporta-se de forma idêntica a um câmbio manual? Se for assim, está perfeito para mim, já que não gosto de qualquer cambio automático, atuando em ciclo rodovíário. Dentro da cidade, poderia deixa-lo automático, e logo que pegar a rodovia, coloco a opção de 7 marchas virtuais, sem qualquer de variação. Se for dessa maneira é melhor que a versão com cambio manual, e suas relações de marchas, extremamente curtas. Outra dúvida, nessa nova geração do City, a suspensão está mais confortável? Pois o anterior era terrível, muito duro mesmo.

  • Z_H

    O “Tudo funciona niponicamente bem.” resume o que eu (geralmente) acho de carros japoneses mais “mainstream”… Sem graça…

  • Bob Sharp

    Esse é o tipo de texto que você nunca lerá no Ae, lamento informar. Automóvel não é gênero de primeira necessidade e ninguém é obrigado a comprar.

  • Rafael

    Acho que ficando mais tempo com o carro pega a sensibilidade do pedal. Uma viagem pode ser pouco para isso. Já tive um Fit e um Sentra Cvt, em ambos controlava muito bem (via pedal e observação do relevo) o comportamento do câmbio.
    Já no carro atual (jetta) ainda não domino o câmbio pelo pedal.

  • Welyton F. Cividini

    O Tiguan não é robotizado de dupla embreagem e sim um automático epicíclico Tiptronic
    Abç

  • Christian Sant Ana Santos

    Com um porta-malas desses, o estepe deveria ser igual aos que rodam.

  • Leonardo Mendes

    Esse carro – especialmente depois da reestilização – sempre teve cara de Civic Jr.

    É um carro que não tem meio-termo, ou se ama ou se odeia… tenho conhecidos que tem e as reações vão do amor extremo ao “por que comprei essa m…?”

  • Domingos

    Interessante saber. No ASX parecia claramente que ele ia inventando marcha, como ao ter “duas primeiras marchas”.

    Só se ele trabalha com várias possibilidades de relação fixa e não percebi.

    Precisaria ver se é diferente do Outlander. O câmbio provávelmente não é o mesmo, já que a Outlander é muito mais pesada e conta com motores de muito maior torque.

    • MrBacon

      É o mesmo conjunto de motor/câmbio (2,0), o Outlander V-6 utiliza automático convencional. De acordo com as fichas técnicas, as relações fixas são as mesmas (ASX e Outlander 2,0), o que muda é o diferencial, para dar conta dos 90 kg a mais – isso na geração anterior do Outlander (-2013), que é a que tenho.

      • Domingos

        Pensava que estavam usando CVT no V6. Bom, interessantíssimo de saber porque talvez isso seja a razão do ASX ter uma sensação tão firme nas marchas simuladas.
        Será que elas não são fixas por intervalo? Tenho quase certeza que fixa de verdade, sem variação do CVT, elas não são.

  • jr

    Comprei um Focus GLX 1.8 16V em 2003 por R$ 33.000,00…

  • jr

    Concordo discordando. Num ambiente industrial não existe isso de ir e vir para o cafezinho. Isso ocorre em escritórios.
    A baixa produtividade no setor industrial, se verdadeira, advém de outros aspectos tais como o baixo nível de automação em uma determinada linha. Se não me engano, a robotização aqui ocorre em níveis inferiores aos verificados na Europa, EUA , Japão.
    Mas creio que os principais problemas de custos advém da incerteza jurídica (muito relacionada à complexidade do pagamento dos impostos, coisa de louco), dificuldades logísticas (estradas, portos, aeroportos, etc), dificuldades (também derivadas das formas de tributação) de se integrar cadeias produtivas (Brasil x resto do mundo), detalhes de escalas (tem coisa, como motor flex, que só vale para o Brasil, além de modelos “abrasileirados”), e outras coisas do gênero.
    Nada a ver com o cafezinho na linha de produção…

  • Lucas dos Santos
  • carlos

    Os comentários e avaliação do City foi muito importante para minha decisão. Estou fechando com um City EXL e estava meio confuso, porém não recebi ainda o carro, e já estou satisfeito pela compra. Obs: estou comprando com isenção de imposto, jamais teria coragem de pagar 69.000,00 por esta categoria de carro.

  • Petrucci

    Esta traseira ficou simplesmente linda!

  • Junior

    Tenho um City EXL 2015 e vim de um LX 2013. Num primeiro momento, estranhei muito o CVT. Mas como foi muito bem colocado pelo Arnaldo, ele foi criado para ser urbano, assim como seu slogan de marketing. A patinacao do Drive no CVT é bastante diferente quando se esta no modo S. O carro fica esperto e bom de retomadas, na estrada qdo vou fazer alguma ultrapassagem ou subida, simplesmente dou um toque na borboleta, ele reduz a marcha (no mostrador tb) e acelera bastante. Fora o fato de poder economizar combustivel no restante do trajeto (obtive os mesmos desempenhos do Arnaldo) e em estradas retas, o controle de cruzeiro ( piloto automatico) tambem nao gastou combustivel. O carro é muito bom sim, e só andando nele para se ter a real nocao do que ele ofercece. Fora o espaco interno e conforto que em sedans dessa categoria, vc nao encontra. É caro? Sim. Mas o que não é nesse país?

  • Paulo dos Reis Oliveira Junior

    Boa tarde Carlos! Penso em comprar um EXL também com isenção. Quanto ficou o preço final para voçê?

  • Antonio Mattos

    Arnaldo, você saberia porque o City EX e EXL tem borboleta no CVT e nenhum Fit novo tem?

  • Georges C. Costaridis

    E essa “central multimídia” que colocaram? Disponível e completa no jipinho novo recém-lançado três meses após o City e uma piada no City.

  • Georges C. Costaridis

    Também tiraram o freio a disco traseiro e a regulagem de velocidade do intermitente do limpador de pára-brisa. Antes se apertava o botão no volante e ligava o som, agora tem que enfiar o dedo no painel…O pessoal da engenharia japonesa é meio confuso de lógica, não?

  • Roberto Braga

    Boa tarde!

    Estou para trocar de carro tenho isenções por conta de deficiência; dentre as opções até R$70.000,00 o City foi que mais me agradou justamente por eu estar acostumado com cambio manual as aletas atrás do volante me darão muito mais prazer do que um automático comum.

    Dentre as opções pesquisadas e que entram na isenção de IPI e ICMS estão:

    C4 Lounge 2.0, Fluence 2.0 e 408 2.0 mas em época de combustível nas alturas é de se pensar.

    Prisma, Cobalt 1.4 achei muito lerdos.

    Pegeout 2008 e HB20S cambio 4 marchas sei não vou esperar o modelo novo de 6 marchas do HB20S quem sabe rola.

    Sobrou o FIT e o CITY, o FIT não conta com aletas.

    Todos sairão na faixa de R$54.000,00 apenas o Prisma e o Cobalt ficará entre R$40.000,00 e R$43.000,00.

    Então o City acredito que será o melhor pra mim…mas adoraria sugestões estou confuso, e como adoro seus videos e te acho uma pessoa muito racional.

    Seria uma ótima opinião.
    Grato, e parabéns pela matéria.

    • Boa tarde, Roberto. Olhe, não me cabe, como jornalista, recomendar esse ou aquele carro. Além do mais, na hora na escolha, o que mais vale é a sensação que cada motorista deseja ao guiar. Portanto, minha melhor resposta é a de sempre: Vai lá e guia. Experimente-os. Exija poder guiar até que se contente. As vendas andam fracas e o vendedor tem mais é que ter paciência, se quiser ser um bom vendedor.
      Quanto ao gasto de combustível: faça as contas. Calcule qual a diferença de gasto no fim do mês e verá que ela não deve ser nada impeditiva. Tente comprar um que o satisfaça.

      • Roberto Braga

        Muito obrigado foi uma ótima dica.
        Vou assistir novamente os vídeos do C4 , Fluence e City no seu canal do YouTube e tirar mais algumas conclusões. Muito obrigado pela atenção.

        A new comment was posted on AUTOentusiastas

        Arnaldo Keller

        Boa tarde, Roberto. Olhe, não me cabe, como jornalista, recomendar esse ou aquele carro. Além do mais, na hora na escolha, o que mais vale é a sensação que cada motorista deseja ao guiar. Portanto, minha melhor resposta é a de sempre: Vai lá e guia. Experimente-os. Exija poder guiar até que se contente. As vendas andam fracas e o vendedor tem mais é que ter paciência, se quiser ser um bom vendedor. Quanto ao gasto de combustível: faça as contas. Calcule qual a diferença de gasto no fim do mês e verá que ela não deve ser nada impeditiva. Tente comprar um que o satisfaça. 5:01 p.m., Thursday Oct. 8 | Other comments by Arnaldo Keller

        Reply to Arnaldo Keller

        Arnaldo Keller’s comment is in reply to Roberto Braga:

        Boa tarde!
        Estou para trocar de carro tenho isenções por conta de deficiência; dentre as opções até R$70.000,00 o City foi que …