Translux  DOZE INFRAÇÕES QUE TINHAM DE SER MAIS FISCALIZADAS Translux

Fiscalização de “sacos de lixo” com o aparelho Translux II feita pelo Detran do Distrito Federal (foto coletivomaiscomunidade.com)

É mais do que sabido que um bom trânsito depende de educação, engenharia e fiscalização. Faltam-nos os três, o que não é novidade. Ou seja, estamos mesmo mal. A impressão, ou certeza, que dá é o assunto trânsito no Brasil ser gerido por quem não tem o conhecimento necessário, embora haja gente competente para isso, mas que por questões políticas não são guindados aos postos-chaves. Ou seja, trânsito é mais um cabide de emprego para apadrinhados políticos, quando é um assunto de natureza eminentemente técnica.

Dando uma de MAO (mas usando doze e não dez…), enumerei doze infrações que deveriam ser fiscalizadas sistemática e diuturnamente, o que com certeza mudaria a cara do trânsito brasileiro, mesmo nos faltando educação e engenharia. São elas:

1. Acho que leitor já adivinhou a primeira: vidros com transparência abaixo do mínimo regulamentar, que é 70% no pára-brisa e vidros laterais dianteiros, ou seja, vidros da condução, e 28% para os demais. Existe equipamento para medir o que é tecnicamente transmitância luminosa, o Translux II, fabricando no Brasil, no Paraná (foto de abertura). Nas blitze e nos postos de polícia rodoviária carros irregulares seriam facilmente autuados na forma da lei, desestimulando a nociva e inconcebível prática dos “sacos de lixo”. Art. 230, Inciso XVI: multa grave, R$ 127,69, 4 pontos na CNH e retenção do veículo para regularização — no caso, remover as películas no local para que o veículo possa continuar viagem. Senão, é apreendido.

2. Deixar de tirar veículo da via pública nos acidentes sem vítimas. Essa é uma das infrações mais comuns e costuma ocasionar congestionamento enquanto os motoristas ficam fazendo orçamento do conserto no meio da rua. Art. 178, infração média, R$ 86,13 e 4 pontos. Sem ser psicólogo, arrisco dizer que causar congestionamento dessa maneira massageia o ego do infeliz, que se sente importante por ter prejudicado o trânsito. Esta infração deveria ser pelo menos grave (R$ 129,69 e 5 pontos).

 

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Fazendo orçamento no meio da rua e atrapalhando o trânsito (foto flatout.com.br)

3. Deixar de ligar o farol baixo na cidade no período noturno e nos túneis a qualquer hora. Art. 250, infração média, R$ 86,13 e 4 pontos. Ajudaria a acabar com os que, para deixar o carro “lindão”, insistem em ligar os faróis de neblina no lugar dos faróis baixos, pois manter os quatro acesos ajuda a descarregar a bateria, pelo menos no trânsito lento.

 

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Só os faróis de neblina ligados, um péssimo hábito só para deixar o carro “lindão” (foto saopauloparainiciantes.com.br)

4. Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado. Art. 198, infração média, R$ 86,13 e 4 pontos. Esse é um dos maiores câncros do trânsito e que faz qualquer um sair do sério. Deveria ser infração gravíssima peso 3, multa de R$ 574,62, não só pelo desrespeito ao outro motorista, como também levá-lo a ultrapassar pela direita, o que é perigoso e também infração.

 

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Tem gente que acha desonroso dar passagem e não sabe que é obrigação (foto aceleraraposo.wordpress.com)

5. Deixar de deslocar, com antecedência, o veículo mais para a faixa mais à esquerda ou mais à direita, dentro da respectiva mão de direção, quando for manobrar para um desses lados. Art. 197, infração média, R$ 86,13 e 4 pontos. Dobrar à direita ou à esquerda sem observar essa elementar regra é causa de muitos acidentes, principalmente com bicicletas e motocicletas.

 

Moto  DOZE INFRAÇÕES QUE TINHAM DE SER MAIS FISCALIZADAS Moto

O caminhão provavelmente não dobrou à direita; a foto é só para ilustrar o que pode acontecer ao não se deslocar o veículo o mais possível à direita antes de dobrar (foto serrinhahoje.com.br)

6. Transitar sobre marcas de canalização de tráfego. Art. 193, infração gravíssima, peso 3, R$ 574,62 e 7 pontos. É para punir com severidade os espertos que cruzam as marcações de solo zebradas para ganhar tempo no tráfego congestionado, como ao acessar uma via de trânsito rápido.

 

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O Palio prata ignora a marcação de canalização de tráfego, infração gravíssima (foto (correio.rac.com.br)

7. Desobedecer a placa de parada obrigatória (“Pare”). Art. 208, infração gravíssima, R$ 191, 54 e 7 pontos. Parar só tem um significado: parar. Talvez seja a placa mais ignorada do trânsito brasileiro, ao contrário do que ocorre nos países de vanguarda.

 

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O desrespeito à placa ‘Pare’ é a mesma infração de avanço de sinal; ignorá-la é causa de muitos acidentes (foto www.portalodia.com)

8. Ultrapassar veículos parados em fila por qualquer motivo. Art. 211, infração grave, multa de R$ 127,69 e 5 pontos. Essa é para punir os espertos que, por exemplo, ultrapassam uma fila que só pode dobrar à direita em outra via e acabam criando dificuldade para o tráfego desta, além de chamar de bobos os que estão ordeiramente na fila aguardando a vez. Ou então fazê-lo quando há uma fila na cancela de linha férrea ou para embarcar numa balsa.

 

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Ultrapassar carros parados em fila, como diante de cancela ferroviária, é infração que tem de ser fiscalizada com rigor (foto www.mogidascruzes.sp.gov.br)

9. Usar o equipamento de áudio em alto volume, perturbando quem está perto. Art. 228, infração grave, R$ 127,69 e 5 pontos. Tem gente que não se dá conta de como isso incomoda, especialmente quando são executados determinados gêneros musicais.

 

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E isso é capaz de andar por aí infernizando todo mundo! (mundodoscarrosz.blogspot.com)

10. Transitar com o veículo produzindo fumaça em níveis superiores aos regulamentares. Art. 231, infração gravíssima,  multa de R$ 191,54, 7 pontos. De vez em quando se vêem uns vans a diesel e caminhões velhos emitindo fumaça livremente sem serem incomodados  por nenhum policial ou agente de trânsito.

 

Smoke  DOZE INFRAÇÕES QUE TINHAM DE SER MAIS FISCALIZADAS Smoke

É incrível que isso ainda aconteça (foto noticias.r7.com)

11. Transitar com escapamento livre ou modificado, produzindo barulho insuportável. Art. 230, infração grave, multa de R$ 127,69 e 5 pontos. Essa tinha de ter medida administrativa de apreender o veículo e recolhê-lo para um depósito, retirá-lo com prazo de uma semana para regularização e obrigar a uma vistoria para certificação de que está ordem. É dar trabalho para desestimular mesmo.

 

Escapamento  DOZE INFRAÇÕES QUE TINHAM DE SER MAIS FISCALIZADAS Escapamento

Ruído ensurdecedor, verdadeiro terror para quem está perto, feito de propósito (foto motonline.com.br)

12. Veículo parar por falta de combustível. Art. 180, infração média, multa de R$ 86,13, 4 pontos. É inadmissível um veículo parar por pane seca e prejudicar o trânsito.

 

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Usavam-se muito esses sacos plásticos, hoje proibidos, para desenguiçar carros sem combustível (foto r7.com.br)

Está aí a lista do mínimo que tinha de ser fiscalizado mas infelizmente não é, num exemplo claro de omissão das autoridades de trânsito e/ou policiais. É que isso dá um trabalho… É muito mais fácil fiscalizar com câmeras excesso de velocidade, avanço de sinal luminoso e, no caso de São Paulo, desobediência ao rodízio.

BS

 

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • Rodrigo Mendes

    Simples, ainda não existem radares para isso. Multam só o que é mais fácil…

  • Evandro

    Colocaria uma 13ª aí Bob: não manter distância segura do veículo à frente, que tem se tornado cada vez mais comum e por isso vemos, constantemente, engavetamentos.

  • AlexandreZamariolli

    O problema da diabolicíssima trindade das multas – “excesso” de velocidade, sinal vermelho e rodízio – é que sua fiscalização, além de fácil, custa relativamente pouco. Investe-se uma vez só e pronto, arrecadação garantida: radar trabalha dia e noite, sob chuva ou sol, não tira férias, não tira licença médica, não pede aumento, não faz greve, não reclama, não pensa…
    E aqui vai mais uma para a lista, o décimo-terceiro pecado capital: invasão de preferencial. Na minha cidade já virou praga. Você vem por uma avenida livre e desimpedida a, digamos, 50 km/h. Aí, numa rua transversal, vem um sujeito a 30 km/h. O que ele deveria fazer? Esperar você passar e entrar depois. O que ele faz? Segue adiante como se nada estivesse acontecendo, entra à sua frente… e continua a 30 km/h.

  • Newton (ArkAngel)

    Acrescento mais uma: multar quem ocupa 2 vagas ao estacionar junto à calçada. Deveria haver vagas demarcadas longitudinalmente, a implantação das mesmas seria fácil, ainda mais para nosso prefeito que adora pintar coisas no chão. Numa cidade como São Paulo a ocupação racional do espaço é imprescindível.

    • Otavio Marcondes

      Mas essa eu rebato que as vagas deveriam ter tamanho que permita abrir a porta e sair/entrar do veículo, coisa que na maioria delas, não há como fazer isso direito.

    • Evandro

      Em Gramado – RS, as vagas são demarcadas, tem até vaga para carro grande, e presumo que os que estacionam fora delas sejam multados, pois não vi ninguém desrespeitar a marcação.

  • Lucas

    13. Transitar com o veículo sem as condições mínimas à segurança, como com pneus carecas, luzes queimadas, freios ou suspensões com defeito, limpadores de para-brisa ruins, etc.
    14. Veículos de carga transitando com excesso de peso, destruindo estradas.

    15. Ultrapassar em locais proibidos e que ofereçam perigo a quem venha no sentido contrário.
    16. Em complementação ao item 3, deixar de dar luz baixa, mantendo luz alta, ao seguir atrás ou cruzar veículos ou em áreas urbanas que contenham iluminação pública.

    • Diego Clivatti

      Final do ano passado presenciei o seu 13 item, quando um colega de trabalho teve perda total em seu veículo por conta de uma caçamba velha, mal conservada e cheia de terra ter perdido os freios em uma rotatória, indo sobre dois carros estacionados (um deles de meu amigo). Certa feita andei cerca de 20 km em rodovia a noite com uma F1000 sem luz alguma atrás de mim, até que resolvi parar em um posto e deixar aquele absurdo seguir viagem, mais a frente encostei nela novamente e passamos em frente a uma viatura da PM fingiram não ter visto. Indignante!

  • Cesar Augusto

    Bob,
    Faltou os malditos faróis desregulados com a instalação do xenon.

  • Tiago Moreno Martinez Rocca

    Perfeito como sempre.
    A fiscalização desses ítens “é muito trabalhosa”, é muito mais fácil punir o motorista por excesso de velocidade, mesmo que seja 2 km/h além do permitido, do que parar aquele carro sem condições nenhuma de transitar, com o “mautorista” se arrastando pelas vias…

  • Thiago A.B.

    Bob,
    Exatamente! São infrações corriqueiras e que causam grandes transtornos, mas que parece haver um perdão por parte das autoridades. Se observarmos, a maioria das infrações elencadas tem por detrás aspectos psicológicos nefastos e de orgulho arraigado no ser humano, somente reformados por educação na base familiar.

    • Bob Sharp

      Não é perdão, é omissão mesmo. Enquanto não houver educação é única maneira de condicionar o cidadão a obedecer às regras de trânsito.

      • Thiago A.B.

        Pois é Bob, faltou aspas na palavra perdão… O sentido era de omissão mesmo, prevaricação! Abraço

  • Alan

    “Usar o equipamento de áudio em alto volume, perturbando quem está perto. Art. 228”.

    Atualmente essa é a pior infração, prejudica a vida pessoal e profissional tanto quanto um acidente de trânsito. Ter um som potente virou o principal objetivo de vida de um grande número de abestados, nada contra, caso não prejudicasse a vida de tantas pessoas.

    Se um carro for vistoriado e conter alguma modificação irregular como turbocompressor, a vistoria é reprovada, se for pego trafegando é multado e guinchado. Por que não acontece o mesmo com equipamentos de som de alta potência? É fácil notar a grande parafernália de som, fica óbvio que o limite sonoro pode ser absurdo.

    • Bob Sharp

      Concordo, deveria ser item da vistoria.

    • lightness RS

      Você pode ter um grande equipamento de som e não ser um idiota q abusa disso!! Agr vai proibir os motoristas de terem a opção de ter um bom som no carro? Bom, então vamos proibir a venda de grandes equipamentos de som no mercado, pois em casa, carro, qlq lugar um som alto incomoda, mas tudo depende DO DONO, isso não é motivo pra sair proibindo na vistoria!! Seria totalmente ridículo e contra a liberdade individual das pessoas!

      • Renato Mendes Afonso

        Assim como você pode ter um carro preparado, com turbocompressor, suspensão, pneus e freios dimensionados e não ser um boçal que tira racha na primeira avenida que pisa. Claro que, como você falou, tudo depende do proprietário do carro, mas vá falar isso para um policial mau humorado quando ele notar o espirro da tua turbina…

        Imagino que o problema que o Alan apontou é justamente a falta de coerência ao ditar o que você pode ou não fazer no seu carro. Se colocando um turbo o dono vira um potencial “piloto de rua”, então colocando som potente o individuo se tornaria um potencial “perturbador do sossego alheio”. Não concordo com essa rotulação, mas ao menos seria algo coerente.

  • DVicter

    E o trafegar pelo acostamento??

    Esse tipo de infração, embora parecida com a nº 6. Transitar sobre marcas de canalização de tráfego. e com a nº 8. Ultrapassar veículos parados em fila por qualquer motivo, não é muito fiscalizada nas estradas.

    • Bob Sharp

      Essa passou a ser fiscalizada com o recente aumento do valor da multa, que agora é de R$ 957,70, por isso é que não foi citada. Não fosse o aumento eu a incluiria, sem dúvida. Aliás, já disse aqui em outras oportunidades, essa infração devia passar de gravíssima a “hedionda”: primeira vez, além da multa, 1 ano sem dirigir. Na reincidência, a qualquer tempo, nunca mais dirige, carteira cassada para o resto da vida.

    • Mr. Car

      Ia justamente lembrar o uso do acostamento como pista, quando as pistas “oficiais” estão engarrafadas. Muito comum aqui no Rio, quando vindo pela Niterói-Manilha (Rodovia Governador Mário Covas), já se está chegando em Niterói. Me dá mais raiva ainda quando o imbecil que faz isto tenta voltar para a faixa correta, na minha frente. Não deixo mesmo. Em tempo: outra que me irrita demais é o idiota que transforma o carro em trio elétrico, e acha que todo mundo tem que ouvir os lixos que eles escutam, geralmente, funk, rap, pagode, e “música” eletrônica. Nunca vi um tocando o “Va Piensiero”, que pelo menos é absolutamente divino, e eu adoro ouvir em volume alto (em casa, bem entendido, he, he!). A nona foto me deu vontade de jogar uma bomba no carro.

      • Roberto Neves

        Mr. Car, sempre lembro disso: nunca vejo uma dessas usinas sonoras reproduzindo composições de Pixinguinha, Bach, Paulinho da Viola, Genesis (de preferência da fase Peter Gabriel), João Pernambuco e outras delícias. É só aquela pobreza melódico-harmônica. Arre!

    • Lorenzo Frigerio

      Essa de ultrapassar veículos em fila era mais comum antigamente em São Paulo, antes do número de carros aumentar demais; o ixpérrto via uma fila de carros presa no farol e a ultrapassava na contra-mão. Mas vi isso recentemente: uma Cayenne descendo tranquilamente a Av. São Valério em plena contra-mão por uns 500 m, numa manobra extremamente perigosa. A placa não era de SP (acho que era MG).

  • Aureo Teixeira

    Moro em Butiá no RS, uma cidade pequena,mas com um trânsito que não existe fiscalização, apenas algumas raras blitzes pela Brigada Militar. Esses tipos de infrações por aqui são tão comuns que causam vergonha e de certa forma irritação.Existem carros rebaixados atrapalhando o fluxo nas precárias ruas por estarem desviando de buracos e ondulações ,motos com escapamento direto, sacos de lixo na maioria dos carros . Enfim um trânsito totalmente desorganizado, sem respeitos às regras básicas. Me sinto um idiota tentando dirigir de forma correta, correndo o risco de se envolver em alguma colisão simplesmente por ser um cidade pequena. Incrível que possa parecer, mas quando vou à Porto Alegre sinto um pouco mais de segurança…

    • Eduardo Mrack

      Sou do interior do Rio Grande do Sul também e a situação é crítica, parece que estamos no mínimo 50 anos atrasados em trânsito e tráfego. O contraste com Porto Alegre é gritante, na capital o trânsito tem uma fluidez muito alta, todos usam o pisca, a faixa da esquerda é usada como se deve, nenhum carro demora mais de 1 segundo ao arrancar quando o sinal abre e não há espaço disperdiçado entre os carros, todos andam em velocidade moderadamente alta sempre, muitas vezes acima do permitido, sem que sejam multados por isso, pois a fluidez assim o exige e parece que as autoridades de trânsito têm muito bom senso neste caso. Os pedestres respeitam faixas, sinais, travessias elevadas. Enfim, não moro em Porto Alegre, mas quando vou a capital, parece que estou indo dirigir no primeiro mundo, o tráfego é rápido, a fluidez é maior ainda, a começar já na Tabaí/Canoas. Pode assustar a quem não está acostumado mas é facílimo de se adaptar, pois ali as normas se fazem valer e o trânsito flui como se deve, ao meu ver, é um bom exemplo nacional em termos de trânsito.

  • Bob Sharp

    Perfeito, faltou mesmo. Diante desse seu comentário e de tantos outros, talvez eu escreva uma matéria de continuação.

    • Uber

      Poderia ser uma apenas sobre luzes.
      O que é pior?
      O mautorista que acende tudo ou aquele que não acende nada?
      E os fulanos que não se tocam de acender as luzes quando o sol se põe ou quando chove?
      Também deveríamos questionar certos modelos de carros que mantêm a iluminação do painel acesa independente dos faróis, isso pode estar fazendo alguns motoristas esquecerem de acendê-los.

  • Uber

    Gostei do post, mas concordo totalmente com as infrações 5 e 7, porque como você disse, Bob, o Trânsito está sendo gerindo por pessoas incompetentes e essas nem sabem colocar as placas corretas.
    Acho que desconhecem outras placas além das de Pare, Proibido Estacionar, Mão Única e a de Lombada que na realidade não existe, teve seu sentido original desvirtuado.
    Ultimamente, é muito frequente vermos placas de Pare onde deveria estar a de Dê a Preferência.
    E aí, como faz? Obedecemos à placa errada parando ou damos a preferência continuando em movimento?

    E quanto à infração 7, não é surpresa encontrarmos ruas mal projetadas, principalmente nas curvas.
    E se o caminhão fosse virar à direita e aquela rua fosse muito estreita?
    Já vi ônibus quase vindo na contra-mão por causa do pouco espaço para manobra em algumas ruas. Quando não é isso, eles passam por cima da calçada.

    Está complicado seguir corretamente as leis de Trânsito…

    • Lucas dos Santos

      Exatamente. Pior ainda é quando o órgão de trânsito “inventa” placas com sinais que não estão previstos no CTB. Na minha cidade está cheio delas. Assim como eu tenho certeza que determinadas placas não têm um exemplar sequer aqui.

      Essa da placa “Pare” onde deveria estar a “Dê a preferência” também é bastante corriqueiro. Não sei se foi aqui no Ae que eu comentei que em uma rua próximo à minha casa há um cruzamento em que, do lado direito tem uma placa “Dê a preferência” e do lado esquerdo a placa “Pare”. Eu ainda vou fotografar isso e mandar para cá.

      Nisso também acabamos entrando em outro assunto: quando há a inscrição “Pare” no pavimento, acompanhada pela placa “Dê a preferência”. Pior é que o diretor do órgão de trânsito daqui publica em seu perfil pessoal do Facebook várias fotos de cruzamentos assim, todo orgulhoso de seu “trabalho”: “olha só, pessoal, mais um cruzamento que agora está sinalizado!”.

    • Transitando

      Concorda?! Não seria discorda?
      Pois, relativo à “infração 5”, poder-se-ia indicar com antecedência a manobra via indicadores de direção (“seta”).
      Se em veículos pequenos já temos repetidores de direção na lateral do veículo (hoje em dia nos espelhos retrovisores e até em alguns casos na região dos para-lamas dianteiro e traseiro), não seria o caso destes veículos enormes terem a cada 2,5 metros um repetidor de direção? Hoje é possível fazer isto sem interferir muito no design, através de lâmpadas pequenas e com boa “potência luminosa”, como as do tipo LED.

      • Uber

        Opa! Pensei no “não” mas não o digitei!
        Valeu, vou tentar corrigir, não sei se ainda dá para editá-lo após publicado.

  • Bob Sharp

    Todas observações pertinentes, mas a infração citada no item 15 vem sendo fiscalizada depois que os valores das multas subiram muito. Essa, especificamente, subiu 900%, passou de R$ 191,54 para R$ 1.915,40 e dobra na reincidência.

    • Lucas

      É, mas aqui no Paraná, por onde mais trafego, ainda não se vê muito isso, apesar do aumento da multa. E recentemente fiz uma viagem ao litoral de Santa Catarina onde também não vi nada de fiscalização. Nem para verem o meu extintor ABC novinho em folha me pararam. O que vi sim, bastante, além de uma profusão de radares na BR-282, foi muita gente ultrapassando, às vezes já dentro da curva, sem nenhuma visibilidade 200 metros adiante. Lamentável.

      • REAL POWER

        Lucas, a BR-282 principalmente no oeste catarinense é um verdadeiro absurdo em relação a quantidade de radares. De São Miguel Do Oeste (extremo oeste) a Joaçaba são mais de 33 radares em um trecho de +/- 300 km. Tem radar de 30/40//50/60 e 80 km. A BR-282 nesse trecho esta em obras,mas nada de duplicação, mesmo com o grande volume de transporte de cargas da região. Eu faço pelo menos 01 viajem a cada 3 meses pela BR-282. Só viajo a noite, por ter menor movimento e menos barbeiros ou loucos.

        • Lucas

          REAL POWER
          Eu vim de Floripa até Xanxerê pela 282. A sorte foi que o GPS estava indicando bem a presença dos radares (apesar de mesmo assim eu não confiar cegamente nele), mas fiquei impressionado com a quantidade. Em cada cidadezinha que passava, em cada trevo de acesso tinha radar!!! A maioria de 50 km/h. E o pior é ainda os jumento que passam neles a 30, 20 km/h. Quase atropelei um motoqueiro por causa disso. Xinguei tanto a mãe dele, coitada….

  • Aldo

    Bob:

    Excelente lista, embora tudo pudesse ser resumido a apenas uma palavra: Educação. É simplesmente incrível como tudo nesse país é complicado, difícil, trabalhoso, caro, frustante, demorado, mal feito, por não termos educação. E não só a acadêmica, da qual se fala tanto e pela qual se faz tão pouco, mas daquela que se aprende, (ou aprendia), em casa com os pais. A prosseguir assim, não imagino onde iremos chegar. Abraços;

    • Eduardo Copelo

      Eu estava conversando sobre isso aqui na empresa hoje, o quanto o Brasil perde por ter um povo inculto e mal educado. Falta tanto educação cultural quanto educação moral, de virtudes, daquelas que se aprendem em casa. Mas, enquanto foi legal essa cultura de ostentação, desrespeito e prepotência das pessoas, não chegaremos a lugar algum. Cada motorista é o “dono do mundo”, então, haja mundo para todos eles! Poderiam ir todos para os seus mundos e deixar aqui as pessoas corretas e de bem.

  • Bob Sharp

    Observação perfeita! Há muito tempo que as vagas deveriam ser demarcadas, podendo-se então multar por estacionar em desacordo com a regulamentação, mesma infração de estacionamento proibido. E a ocupação racional do espaço é imprescindível realmente, não só em São Paulo, mas também nas cidades menores.

  • Bob Sharp

    Essa é outra! Só hoje de manhã enfrentei dois eventos desses. Teria de ser modificado o CTB criando a figura da direção perigosa, infração gravíssima (R$ 191, 54 e 7 pontos).

    • AlexandreZamariolli

      O problema é que “direção perigosa” é um conceito muito subjetivo. Para nós, que entendemos um pouco do riscado, fica fácil perceber. Mas se nossas otoridades já são campeãs em autuações arbitrárias, imagine com uma porteira dessas aberta!

  • Bob Sharp

    Também acho, mas o problema é não haver definição no CTB de distância segura. Um solução seria criar um artigo no Código criando distância equivalente a tempo, 2 segundos em piso seco, 3 segundos em piso molhado. Aí sim seria possível fiscalizar, por meio de cronometragem

    • Lucas

      Seria ótimo. É uma das coisas que mais me irrita, um trouxa andando “colado” atrás de mim.

  • Bob Sharp

    Claro!

    • carlos

      Bob,
      não incluir uso indevido de celular/smartphone….já
      citei em um comentário , de um post anterior, uma ´madame´ em um SUV parado do meio de uma rua fazendo sei lá o que com seu smartphone.
      Todos os dias creio que todos que dirigem presenciaram coisas bem piores.
      abs
      Carlos

  • Bob Sharp

    Essa de ônibus e caminhões dobrarem onde não há espaço adequado é praga nacional! Podem até passar por cima das minirrotatórias. Zorra total.

    • Lucas dos Santos

      Na minha cidade, em que as ruas são bastante estreitas – dificilmente têm mais que duas faixas – isso é bem corriqueiro.

      Os ônibus daqui estão sendo trocados por veículos maiores, com chassi alongado, de aproximadamente 12 metros de comprimento, para acomodar melhor a sardinha, digo, os passageiros e fica à cargo dos motoristas encontrarem um jeito de fazer conversões com esses veículos. Aí não resta muita opção: tem que invadir a faixa adjacente para não acabar subindo na calçada!

      http://onibusbrasil.com/i/2015/1/5/p/2afbb9a336afb66f7d13fb9a599286d0.jpg

      • Uber

        Minha cidade também tem desses ônibus-limusine, quer dizer, limusine só no comprimento… e temos o mesmo problema.
        E tomem cuidado ao ficarem ao lado disso, podem levar uma rabada de ônibus quando ele virar a esquina.

        • Lucas dos Santos

          É verdade. Quando eles saem da parada de ônibus, o balanço traseiro, inevitavelmente, invade a calçada!

          • Uber

            E a outra pista.

    • Lorenzo Frigerio

      E o que dizer de ônibus articulados transitando fora de grandes avenidas?

      • Lucas dos Santos

        Eu acho que os articulados, justamente por poderem “dobrar”, até fazem curvas mais facilmente que os convencionais alongados.

        Mas, até em grandes avenidas eles podem causar problemas.

        Em Ponta Grossa, no Paraná, há uma avenida com quatro faixas no mesmo sentido, na qual há uma parada de ônibus utilizada por veículos articulados. O problema é que, após sair desse ponto – que fica à direita da via – o ônibus precisa converter à esquerda(!) e, antes disso há um semáforo.

        Como o povo daqui não dá a vez de jeito nenhum, o motorista precisa “garantir” o seu espaço e não vê outra alternativa: simplesmente atravessa(!) o longo veículo na via, ocupando todas as faixas, enquanto aguarda o semáforo abrir!

        http://2.bp.blogspot.com/-p–1YH0ICqI/Ubh4pXk0LvI/AAAAAAAAc4U/csFvubsEO1A/s1600/vcg+no+tr%C3%A2nsito.jpg

  • Bob Sharp

    Pois é, tinha de ser ao contrário, você sentir mais seguro em Butiá. Fim da picada.

  • Gustavo73

    Excelente matéria, e temos mais algumas que poderiam entrar. Mas infelizmente multa aqui é uma indústria. Logo só as que podem ser feitas de maneira “mecanizada” são levadas em consideração pelos órgãos competentes.

  • Fernando

    Excelente lista, Bob!

    A foto que ilustra o item 9 me lembrou exaustores de parede que se usava bastante antigamente… rs

  • Gabriel FT

    Muito da culpa pelo nº 7 é dos órgãos responsáveis pela sinalização nas cidades. Curitiba, é um grande exemplo disso. Não se vê placas R2 “dê a preferência” e quando se vê é sempre uma placa antiga, ou então na via onde implantaram o maldito corredor de ônibus e é de uma forma extremamente confusa, pois não se sabe exatamente para o que se deve dar preferência, ainda mais pelas faixas longitudinais de divisão de pistas que estão pontilhadas são as brancas, do lado do trânsito de carros e não as verdes do lado do corredor, o que teoricamente significaria que quem está no corredor não pode fazer o movimento para sair dali, e.g. (espero que o link funcione) http://www.google.com/maps/@-25.42721,-49.247935,3a,75y,269.67h,83.35t/data=!3m4!1e1!3m2!1saD67Gied2cxYmXtZefUeUQ!2e0
    Ou então uma aberração dessas:
    http://www.google.com/maps/@-25.488713,-49.291632,3a,75y,330.98h,69.76t/data=!3m4!1e1!3m2!1s_qwQO9Dh-c7gAG7PNvm42w!2e0
    A mesma rua tem uma placa R1 do lado esquerdo e uma R2 do lado direito e a sinalização horizontal também indica parada obrigatória….
    Não usam a R2 nem em rotatórias, nem nas demais vias onde obviamente não há necessidade alguma de parada obrigatória e isso ajuda a condicionar os condutores a não saber se portar diante da placa R1.
    Quanto ao escapamento, continuo sendo contra a proibição de modificação. Assim como no caso da velocidade como sugestão e não como imposição, deixando imperar o bom senso mas tornando-se agravante em caso de acidente que se constate que o abuso da velocidade contribuiu para o ocorrido, acho que deve-se punir os excessos e não proibir a modificação. Há de haver uma tolerância. Do contrário não demorará para que o máximo de ruído permitido seja o barulho dos pneus dos veículos elétricos.
    Sempre que se proíbe algo é aberto um precedente e não vai demorar para que proíbam outras alterações até que seja proibido alterar qualquer detalhe do seu veículo.
    Aliás, em se tratando de Brasil, já é quase tudo proibido e isso só prejudica os entusiastas e a sociedade. E os veículos sem condições continuam rodando… Veja quanta riqueza e quantos empregos a indústria do aftermarket cria nos EUA, Canadá e Japão, onde há poucas restrições. Até mesmo o automobilismo sofre por causa dessas restrições.

  • Gabriel FT

    Bob, segue o link “quebrado” do google maps para arrumar o meu comentário anterior

    /maps/@-25.42721,-49.247935,3a,75y,287.79h,61.74t/data=!3m4!1e1!3m2!1saD67Gied2cxYmXtZefUeUQ!2e0

    e

    /maps/@-25.488713,-49.291632,3a,75y,329.68h,77t/data=!3m4!1e1!3m2!1s_qwQO9Dh-c7gAG7PNvm42w!2e0

    desculpa a confusão.

  • Lucas

    Ótimo! faltou incluir o uso indevido de luzes de neblina traseira na cidade, que incomodam bastante quem vem atrás (o principal vilão que eu vejo é o Peugeot 206). Na verdade não sei se trata-se de infração, mas deveria ser.

    • Bob Sharp

      Aí é que está, não é infração, mas tinha de ser, concordo. E também vejo muito Peugeot 206 com a luz ligada.

      • Lucas Pereira

        Se eu não me engano, para ligar a luz de neblina do Peugeot basta avançar o acendedor um estágio a mais ao ligar os faróis. Por conta disso muita gente que não conhece o próprio carro liga aquilo sem nem saber, pois simplesmente giram o acendedor até o final e vão embora. Um botão dedicado resolveria nesses casos.

    • Transitando

      Na cidade não pode existir neblina? O que deve ser proibido fazer-se do uso sem neblina, nevoeiro, ou qualquer outra condição de baixíssima visibilidade provocada por intempérie, ou até mesmo acidentes como densa fumaça provocada por incêndio. Ter-se-ia bastante utilidade, principalmente em vias de trânsito rápido (quando não congestionadas).
      Deveria ser autuado se fizer do uso destas luzes quando transitar com boa transmitância atmosférica.
      Claro, os fabricantes poderiam trabalhar melhor nesta questão destas luzes provocarem ofuscamento com tanta facilidade. Talvez modificar o ângulo de incidência direto para algo abaixo da linha comum dos olhos dos demais motoristas. Como trabalha-se com “alta potência luminosa”, conseguiria-se bastante iluminação na “névoa” próxima ao veículo, indicando sua presença na cercania.

      • Bob Sharp

        Claro que há neblina na cidade. Só que enquanto seu uso não for regulamentado não constitui infração usá-la sem necessidade. A potência luminosa a que você se refere é a mesma de uma luz freio. Por isso só deve ser usada quando há neblina, e nessa caso não incomoda e nem ofusca. Pode ser deixado exatamente como está.

      • Lucas dos Santos

        […] O que deve ser proibido fazer-se do uso sem neblina […]

        Mas foi bem isso que o colega disse: “uso INDEVIDO de luzes de neblina traseira…“.

      • Lucas Pereira

        Sim, obviamente estou me referindo a situações sem neblina, ou seja, 99% das noites (ao menos aqui em Vitória). Acredito que muitos acendem por, como diz Bob, achar lindão.

  • Lucas dos Santos

    Ótimo trabalho em publicar essa lista, Bob.

    Aposto todas as minhas fichas que quem for autuado por essas infrações ainda vai reclamar que o policial está de “implicância” e que deveria utilizar seu tempo parar “prender bandidos” ao invés disso.

    • CorsarioViajante

      Conheço uma “pessoa” que foi multada por andar no acostamento. Ficou furiosa porque um “vagabundo multou ela ao invés de ir prender bandido”.

  • Filipe

    Bob, bela lista e grandes adições propostas nos comentários. Nosso código de trânsito é bom, mas a certeza de impunidade, que domina o país não só no trânsito mas como um todo, leva os ignorantes aos comportamentos citados.

    Vide a questão da “Lei seca tolerância zero”, lançaram esse absurdo e todo dia tinha blitz pra pegar os “criminosos” que tomaram 1 copo de chopp. Não sei em outras cidades, mas aqui em BH é quase impossível topar com uma blitz dessas há mais de ano… Como já disseram, se não dá pra fazer com radar, então “não vale a pena” fiscalizar.

  • Jonas Torres

    A multa na questão das películas a meu ver nem precisaria de equipamento, basta a fé pública do policial e o princípio da discricionariedade do
    agente. Ainda mais que, como esses vidros indispensáveis à condução já
    estão no limite legal de fábrica, qualquer coisa por cima já o
    ultrapassa.

    Sobre a produção de fumaça, não tenho dó nenhuma de denunciar toma vez que vejo um:
    http://www.cetesb.sp.gov.br/ar/fumaca-preta/44-denuncie-fumaca-preta

    Como a fiscalização é pouca, não custa nada colaborar: não haverá multa, será somente notificado. Infelizmente só existe pra diesel. Pois não é raro ficar atrás de algum carro e sentir que a mistura está rica.

    • Z_H

      O perigo do “basta a fé pública do policial e o princípio da discricionariedade do agente” é dar (mais) motivo para o “cafezinho”….

  • Lorenzo Frigerio

    Em relação às “marcas de canalização” de tráfego, acho que existe um inútil nesses órgãos enchendo as vias com elas. Existe uma proliferação absurda dessas marcas, às vezes “decoradas” com tachões, afunilamentos que depois se abrem, tudo devido à falta de planejamento na construção das vias. Acho que a maioria poderia ser erradicada sem qualquer problema. Sou liberal; da mesma maneira que acho que você tem o direito de fumar e é responsável pelas consequências, o motorista não precisa ser ostensivamente “canalizado” dessa forma, mesmo porque elas prejudicam barbaramente a fluidez do trânsito. Às vezes, pintam essas marcas para permitir uma parada de ônibus antes de uma conversão, quando a parada deveria ficar depois dela. Tem um caso assim aqui junto ao retorno do km 39 da Raposo.; uma parada pouco usada logo antes da saída para o retorno. Acho um preciosismo num ambiente viário menos que perfeito, onde todo mundo dirige do jeito que dá. Um meio-termo precisa ser desenvolvido.

    • guest

      Pode crer, é bem mais que um só inútil… em São Paulo, há umas marcas dessas absurdas na 23 de Maio, sentido centro, pouco antes do acesso à zona leste, e também defronte ao metrô Santa Cruz. Sinceramente, nunca consegui entender a utilidade destas…

  • Lucas dos Santos

    Quanto a transitar sobre as marcas de canalização, Tem uma via na minha cidade em que isso ocorre direto. Mas não é por “esperteza” do povo, mas sim por “ignorância” mesmo, pois não sabem “ler” a sinalização horizontal – e falta sinalização vertical para ajudar. Na foto a seguir é possível visualizá-la:

    http://www.pontagrossa.pr.gov.br/files/fotos/2211%20Interven%C3%A7%C3%A3o%20Carlos%20Cavalcanti%201.JPG

    Claro que a sinalização mal aplicada também contribui. Para começo de conversa, a marca de canalização foi pintada na cor errada. Como ela direciona fluxos no mesmo sentido, deveria ser branca e não amarela. Mas, tudo bem, é “normal” o órgão de trânsito daqui fazer dessas coisas – e o motorista daqui não vai nem perceber a diferença.

    Normalmente, quem vem pela faixa mais à direta, não percebe que ela vai acabar – pois não observa as setas pintadas no asfalto – e, não dá outra, passa direto por cima dela e segue em frente! Não sei como ainda não deu acidente ali – ao menos eu não fiquei sabendo.

  • cleyton faria

    Concordo com tudo que você disse, menos o item 5, no caso de caminhões e carretas, pois esses veículos tem que abrir mais a curva até para evitar que invadam outra mão quando entrarem na nova via, e principalmente a foto que você usa para ilustrar o motociclista que está errado, já que a moto esta na mesma faixa que a caminhonete.
    Um item que é considerado infração mas que na minha visão deveria mudar dependendo da situação é o veiculo mais lento, quase sempre um veiculo de carga dar passagem quando se formar uma fila de veículos atras, desde que se tenha visão, e seja seguro esse veiculo rodar por certo tempo no acostamento. Como rodo muito em rodovia de pista simples vejo muita situação de risco nesse sentido, sei que os moralista vão dizer que é só esperar e tudo, mas tem horas que até o mais prudente dos motoristas se desesperaria com a baixa velocidade em alguns lugares.

  • Transitando

    Realmente existe benefício em fiscalizar estes itens. O problema são os agentes fiscalizadores, que hoje são apenas executores robóticos das leis. Seguem o script de leitura desta e a executam ao sabor de suas margem de interpretação ao pé da letra. Explico, e com somente um exemplo, sobre o último item de fiscalização (deixo para os demais pensarem e até comentarem sobre como cada qual poderia ser punitivo ao motorista consciente):
    12. Veículo parar por falta de combustível: Art. 180, infração média, multa de R$ 86,13, 4 pontos. É inadmissível um veículo parar por pane seca e prejudicar o trânsito.

    Você, motorista consciente dos seus deveres, cumpridor das normas de trânsito, e que mantém a manutenção do seu veículo em dia, conforme o programa de manutenção programada do veículo, poderá seu automóvel sofrer de pane seca por defeito no sistema de informação do nível de combustível (qualquer dos componentes envolvidos) e ser autuado por enquadrar-se neste artigo 180. Ora, não vos parece injusto ser punido por um defeito incomum, e que nem mesmo manutenção preventiva (troca de item em bom funcionamento com base em estatística de defeito após determinado tempo de uso) poderia solucionar, pois nem todo defeito obedece as curvas de estatística (probabilidades) por conta de diversos outros fatores “invisíveis”?
    Talvez a melhor alternativa seria o agente autuador ser prestativo ao motorista, e ao trânsito (sua fluência), procurando resolver esta situação o mais breve possível, e até mesmo se em viatura, portar um recipiente adequado para transporte temporário de combustível, indo buscar em socorro ao motorista e ao trânsito (prestar serviço útil), mas antes de fazê-lo, observar o nível do combustível no dispositivo que o informa. E se, após este abastecimento emergencial, for comprovado o funcionamento correto do sistema de informação do nível de combustível (faria-se um abastecimento com um galão ou até 5 litros para que seja possível marcação do nível reserva após ligar o veículo), aí sim, o motorista ser autuado pelo “desleixo”. Se na primeira verificação do nível (antes do abastecimento emergencial) o nível não era mostrado como vazio, ou se após o este abastecimento o nível não corresponde ao de reserva, não pode provar se foi por esquecimento (“desleixo”) ou por defeito incomum no veículo – e ser autuado por interromper o trânsito por defeito no veículo estando os itens envolvidos no defeito aparentando estarem em boas condições (ou o automóvel aparentando estar em condições de manutenção adequadas) não parece justo; seria como alguém aparentando boa saúde ser acometido de enfarto cardíaco em meio a um espetáculo e ainda ter que prover algum ressarcimento financeiro aos que estão assistindo por quebra da adequada fluência deste para o atendimento da vítima de tal casualidade.

    Em não poder provar que o sistema de informação do nível de combustível já estava com defeito antes da ocorrência, fica o benefício da dúvida em favor do acusado, não sendo este autuado por este flagrante. O que poderia ser feito pelo agente seria a inserção em sistema informatizado – com consulta em tempo-real – desta ocorrência com tal veículo para se em prazo de 30 dias este tipo de ocorrência volte a acontecer com o veículo, ter-se como acusar de maneira mais justa uma possível má manutenção ou falta de cuidado com o sistema que provocara o defeito.

    • Lucas

      Olha, meu carro (um Astra) está com defeito no seu sistema de informação do nível de combustível. Ele marca menos do que realmente há no tanque. Então, em tese, não corro risco de ter pane seca. Mas eu já passei por isso que você menciona com um Fusca que eu tive. No Fusca, o marcador de combustível não é elétrico, mas por cabo. Quem teve Fusca sabe que nele, de um pouco menos que o nível máximo do tanque até o vazio, o ponteiro fica oscilando conforme as ondas da gasolina no seu reservatório de combustível. Certa vez eu havia jogado algo pesado sobre o cabo do marcador, que saiu de seu devido lugar e enroscou, travando o ponteiro em cerca de 3/4 de tanque. Eu nem me toquei que algo não estava certo, só achava interessante ele estar “gastando pouco”. Até que….. a gasolina acabou. E eu fiquei pelo caminho. E o ponteiro lá, em mais da metade. Eu conhecia o carro, cuidava dele muito bem e sabia o quanto que ele sempre fazia aproximadamente com o que eu colocava no tanque, mas fui relaxado, displicente, pois estava literalmente na cara que algo não estava certo. Portanto, acho que isso que você coloca só se aplicaria pra quem pega algum carro esporadicamente ou que use carro que é usado por muitas pessoas diferentes, como em carro de frota, pois quem conhece o carro que usa, no meu entendimento, deveria perceber essas coisas erradas.

      • Opaleiro Louco

        Essa é a diferença entre carro velho e carro antigo.

        Se o seu fusca velho, estivesse com aquela tampinha que protege a boia e a sua ligação com esse cabo, que tinha nos fuscas antigos, você não teria ficado parado.

      • Leonardo Mendes

        Já aconteceu o mesmo comigo no meu primeiro carro, um buggy… o cabo do marcador se soltou e lá fiquei eu contemplando o luar na Ilha Porchat sem uma gota no tanque.

  • Eduardo Mrack

    Concordo com todos, com uma mínima ressalva, as placas de Pare. Muitas vezes, por culpa da (não)engenharia de tráfego que temos, há placas de “Pare” onde o ideal seria a de “Dê a preferência” ou ainda o contrário, o que se for obedecido da maneira como estão, causaria uma bela redução da fluidez do tráfego e ainda possivelmente aumentariam os acidentes. Ao menos é assim em minha cidade e na região. Respeito sempre as placas de Pare bem colocadas, mesmo quando não há tráfego algum, mas as que estão equivocadas eu algumas vezes desconsidero, agindo como se ali fosse um ponto de “dê a preferência”, quando a situação assim permite e é lógico que não estou me referindo a cruzamentos transversal/longitudinal, pois nestes eu sempre faço a parada total, em quaisquer condições, mesmo quando não há placas em sentido algum e muitas vezes não há placas em sentido algum e a prefeitura pouco se mexe, contrastando com o serviço de fiscais de trânsito, pois estes estão sempre bem movimentados (e mal intencionados).

    • Lucas dos Santos

      Exatamente. De tanto se deparar com placas “Pare” aplicadas erroneamente, o motorista se acostuma a tratá-las como apenas “Dê a preferência”.

      Bastaria o órgão de trânsito considerar os princípios de utilização das placas – estabelecidos pela Resolução 180 – e, dessa forma, saberia aplicá-las corretamente. Mas, como essa resolução parece ser “ilustre desconhecida” dos municípios, cada qual aplica como quer:

      O sinal R-1 deve ser utilizado quando se deseja reforçar ou alterar a regra geral de direito de passagem prevista no art. 29, inciso III, do CTB.

      Seu uso deve se restringir às situações em que a parada de veículos for realmente necessária, sendo insuficiente ou perigosa a simples redução da velocidade, ou quando ocorrer uma das condições abaixo:

      • onde o risco potencial, ou a ocorrência de acidentes, demonstre sua necessidade;
      • nas interseções sem controle por semáforo, em área que tenha grande número de interseções semaforizadas;
      • nas passagens de nível não semaforizadas;
      • em vias transversais, junto a interseções com vias consideradas preferenciais, devido suas condições geométricas, de volume de tráfego ou continuidade física;
      • em interseções em que a via considerada secundária apresenta visibilidade restrita.

      ——-

      O sinal R-2 deve ser utilizado para controlar o fluxo que vai entrar em uma via com preferência de passagem somente se houver boa intervisibilidade entre os veículos que se aproximam e quando ocorrer uma ou mais das condições abaixo:

      • uso do sinal R-1 “Parada Obrigatória” for considerado demasiado restritivo;
      • se deseja alterar a regra de direito de passagem, estabelecida no art. 29, Inciso III do CTB;
      • nos acessos às vias que têm preferência de passagem, de forma a garantir o fluxo contínuo dos veículos da via preferencial.

      Simples assim!

    • Diego s

      Santa Cruz? Já reparou na pequena rotatória do alto da Mal. Deodoro, com a Joaquim Murtinho. Apesar da sinalização, o costume dos motoristas é que quem está descendo para e espera os que estão subindo no sentido oposto. Quando alguém segue a sinalização, dá “pechada de auto”.

      • Eduardo Mrack

        Sim Santa Cruz, conheço a rotatória ali e o modo como ela “funciona”… Não é só ali Diego, meu irmão chama a nossa cidade de cidade de playmobil, faixas coloridas, placas coloridas, sinalização colorida, enfeites, etc, etc, mas que na prática nada funciona. O problema começa quando o secretário dos transportes tem formação em direito e nem dirige seu próprio carro, tendo um acessor como motorista… Foi suplente vereador, mas foi convocado para um cargo, já que seu partido era “forte” e é um partido bom como coligado. Piada, zorra total, pior do que o programa esdrúxulo de mesmo nome.

  • braulio

    A situação anda tão bizarra que acho que nem a CET paulistana sabe do item 6. Aliás, acabou aquela farra de faixas de rolamento tão estreitas que não dava para passar um ônibus dentro delas? De repente pararam as reclamações, mas, em terra brasilis, isso pode significar apenas que foram cometidos tantos outros absurdos que esse ficou para segundo plano…
    Bob, qual sua opinião sobre a campanha “vacilão na rua, não” que uma famosa fábrica italiana de veículos populares tem veiculado?

  • Eu reduzo bem em todos os cruzamentos quando não há fluxo contínuo de carros, imdependente de haver uma placa Pare.

    • Minoru

      É isso aí, Paulo… como sempre digo, antes da lei do Trânsito vem a lei da Física!

    • Lucas dos Santos

      Eu idem. O faço também com o intuito de conferir se a via transversal está sinalizada e se a preferência é realmente minha.

      Não havendo sinalização, aplico o que estabelece o Art. 29 do CTB.

    • Bob Sharp

      Eu, mesmo que o sinal esteja verde para mim.

    • Domingos

      Em São Paulo vale fazer isso em qualquer cruzamento ou sinal durante a noite e madrugada, pois o desrespeito é total por parte de todos (motoristas, caminhões, taxis, ciclistas e motos).

      E, claro, não são multados. Se morrer problema seu, fiscalizar isso dá muito trabalho e pouco lucro.

      Eu não paro se tenho a preferência, mas reduzo e mantenho o pé próximo ao freio. Ou, se tiver visão total, aí sim passo reto.

  • Minoru

    Bob, gostaria de tirar uma dúvida que eu tenho presenciado por muito tempo nas minhas andanças.
    Eu estou trafegando em uma rodovia de, por exemplo, três faixas e estou na pista do meio dentro da velocidade permitida por lei e adiante na da esquerda um cidadão qualquer que alugou a faixa da esquerda e está em velocidade inferior a minha então a pergunta é: Se eu mantiver o meu ritmo e sem mudar de pista vou acabar ultrapassando-o pela direita e por isso posso ser multado?
    Eu entendo que como eu não tive a intenção de ultrapassá-lo desde o início, sempre mantive uma velocidade constante (uso muito o piloto automático) e não troquei de pista, isso apenas caracteriza a lentidão dele em uma pista destinada a ultrapassagens… mas será que estou certo?

  • CorsarioViajante

    Pode ter certeza que logo fiscalizarão isso também, porque precisam, ciclicamente, de novas infrações para arrecadar mais. Só não fiscalizam coisa que apreende o carro pois isso não interessa.
    Ótimos exemplos. O “Pare” é pouco respeitado também por ser uma das placas mais banalizadas, colocam “pare” em tudo que é lugar, no meu caminho cotidiano tem uma placa “pare” numa pista preferencial, totalmente sem sentido.

    • Domingos

      Uma coisa me veio na cabeça agora: muitas das ciclo-faixas novas que são acompanhadas por cruzamentos importantes não possuem placa PARE ao ciclista.

      Sorte que ninguém usa essas porcarias, porque seria uma chuva de acidentes graves com ciclista entrando na preferencial com carro cruzando a 50, 70 KM/h.

      Ou então vão fazer como aqui perto de onde moro, onde no retorno da ponte da Casa Verde fizeram uma LOMBADA na saída da curva que é para você fazer curva pegando lombada e ao mesmo tempo voar por cima do ciclista que, por essa lombada e as placas, tem prioridade…

      Prioridade para ciclistas numa ponte da Marginal Tietê em curva. Só falta cota pra ciclista.

      Governo de esquerda tinha que juntar tudo em Cuba, Coréia do Norte, república das loucuras africanas e trancar pra Deus fazer seu trabalho.

      É imbecil o quanto chega a viagem dos caras.

    • Vinicius

      Pior é não respeitarem a sinalização de PARE no chão…

  • Daniel Mata

    Aqui na minha região o carro que mais usa a luz de neblina traseira de forma indevida é o descontinuado Fiat Stilo.Geralmente circula pelas ruas com som alto,suspensão rebaixada e xenon.

  • Lucas dos Santos

    Uma dúvida que sempre tive a respeito da infração prevista no artigo 211 do CTB (Ultrapassar veículos em fila, parados em razão de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou qualquer outro obstáculo, com exceção dos veículos não motorizados):

    Ali fala em sinal luminoso. Então quer dizer que se eu chegar a um cruzamento semaforizado em uma via de duas faixas no mesmo sentido e os carros ali parados estiverem ocupando somente uma faixa, eu não posso desviar deles pela faixa adjacente, se ela estiver livre?

  • Fabricio d

    Faltou os pilotos de autorama, aqueles que trafegam com a faixa divisória da pista no meio do veículo(sem nenhuma obstrução na via) , você espera pacientemente mas eles não se tocam, e se você buzinar ou piscar os faróis ficam ofendidos.

  • César

    Item 5: também os motociclistas que insistem em “cortar” pela direita incorrem em infração.

    Falar em motociclista: deveria ser fiscalizada a viseira do capacete abaixada, bem como deveria existir alguma regra em relação à vestimenta (não é raro ver condutores vestindo bermudas e outras roupas que não oferecem a menor proteção em caso de queda).

    • Bob Sharp

      Note que foquei mais nas infrações que atrapalham ou incomodam. Esse comportamento e vestimenta dos motociclistas só prejudica eles mesmos.

      • Eduardo Copelo

        A viseira atrapalha sim, Bob, mesmo que indiretamente! Se um louco desses toma uma pedrada na cara jogada pelo pneu do carro da frente, ou se entra um mísero mosquito no seu olho, ele pode causar um acidente absurdo, fatal não só pra ele quanto para os carros que tentarem desviar dele ou até mesmo que batam nele. Regulamentação de traje de motociclista deveria ser obrigatória, capacete com viseira abaixada é o mínimo!

      • LC

        OK Bob , atrapalhar ou incomodar , em que o insulfilme incomoda terceiros? Enxergar através do carro da frente o transito adiante? Em muitos carros não se tem nem uma visibilidade decente traseira. e isso nem é tão importante, e com a quantidade de veículos que não se consegue normalmente ver através pela sua altura ou traseira fechada acaba não fazendo diferença. Sei que a discussão de prós e contras do insulfilme é igual a de torcedores de clubes , mas nesse caso …

        Dessas que você citou , as que, na minha opinião, mais mostram a falta de educação e de respeito bem característica do Brasileiro 4 ,6 ,9 ,11. Abcs.

        • Paulo Roberto de Miguel

          Ver através dos vidros do carro da frente é muito útil sim. Inclusive a terceira luz de freio foi criada segundo essa percepção. Uma questão de poder antecipar o que acontece adiante.

          • LC

            Com a profusão de SUV´s e isso cai por terra sempre acaba tendo um carro mais alto na frente

          • Paulo Roberto de Miguel

            Cai por terra ser importante ver adiante por que os SUVs não facilitam isso? Podem não facilitar, mas não impedem. Já o filme aplicado nesses SUVs impede. Ver adiante é importantíssimo e esse argumento não muda isso.

  • Aeroman

    Perfeito! Para melhorar eu só subiria o número 9 de posição

  • Roller Buggy .

    Senti falta da infração trafegar pelo acostamento nas estradas… Isso é uma das coisas que mais me irrita nas estradas quando tem congestionamentos…

    • Lorenzo Frigerio

      Às vezes faz sentido. Você já viu a Rod. Cônego Domenico Rangoni transformada em “muralha de caminhões”, travando a estrada enquanto esperam para descarregar em Vicente de Carvalho? São quilômetros e quilômetros de caminhões.

    • Fabio

      Concordo são os gersons de plantão …

    • Eduardo Copelo

      Essa é a pior de todas! Adoro quando fazem isso e após uma curva batem de frente com uma viatura da PRF estacionada… é multa para meio mundo! Já tentaram entrar na minha frente e eu não deixei, o cara espumou de raiva olhando para mim quando o policial aplicou a multa nele….

  • Roller Buggy .

    Tem também a falta do uso do cinto de segurança no banco traseiro. Essa acho que é a mais comum…

    • Bob Sharp

      Essa infração não incomoda nem prejudica ninguém.

      • Incomodam e prejudicam os ocupantes dos bancos dianteiros em caso de acidente… E como o titulo da postagem foi “Doze infrações que tinham de ser mais fiscalizadas”, acho que essa é uma que deveria ser mais fiscalizada. Desculpe se não faz parte do assunto.

        • Paulo Roberto de Miguel

          Acho que ele quis dizer que afeta quem anda dentro do veículo, mas não uma infração que afete os demais.

      • Bikentusiasta

        Já vi diversas vezes crianças soltas no banco traseiro dos carros e o pais com o cinto de segurança. As crianças não precisam pagar pela burrice dos pais.

    • RoadV8Runner

      Nesse caso, cabe ao motorista orientar que os ocupantes do banco traseiro usem o cinto, visto que em caso de autuação por não uso, é ele quem será responsabilizado pelo ato (multa + pontuação na CNH).

  • Lyn

    Enquanto as multas por excesso de velocidade flagradas pelos radares derem o dinheiro que dão, a policia não vai fiscalizar os itens acima

  • Ivan

    Esqueceram das infrações causadas pelos motociclistas. Circular na faixa do meio ??? Não é pista de rolamento, é faixa !! Além do que, o corredor de motos impossibilita o automóvel de mudar de pista. Se não me engano, isso nem é infração. É só má educação mesmo. Por exemplo, a foto da infração 3. O que o motoqueiro está fazendo ali ?

    • Eduardo Copelo

      Ele está ali pois é a única forma de ele se deslocar com agilidade no trânsito. E antes de reclamar, foi vetada a obrigatoriedade dos motoqueiros circularem nas faixas, ou seja, contanto que o trânsito esteja parado, ele pode SIM passar no “corredor”. Claro que falta bom senso a alguns motociclistas, mas demonizar todo motociclista que anda no corredor é jogar fruta boa e ruim no mesmo balaio. Ande numa motocicleta numa faixa de rolamento normalmente, como ando todos os dias, e você vai entender o que digo, nem carro nem ônibus respeitam o espaço da moto(que deveria ocupar a faixa como um carro, de acordo com o CTB), jogam em cima mesmo. Mas, mesmo assim, eu continuo, só utilizando dos corredores quando o trânsito está parado.

      Se você não anda de moto, tente se colocar no lugar do motociclista antes de julgar por falta de educação o motivo dele fazer aquilo. E se você for motociclista, a sua colocação foi extremamente infeliz. Respeito sua opinião, mas falta de educação no trânsito é para todos, não só para os motociclistas.

      abraços!

    • c4vitesse

      Eu faço uso do corredor nos meus trajetos diários e acho que a princípio não há problema em ser liberado (como é, na prática, hoje em dia).

      No entanto, falta uma regulamentação do uso – o corredor é literalmente uma terra sem lei e sem nenhuma fiscalização.

      Um exemplo de como pode funcionar é na Califórnia, onde eles liberaram (no resto dos EUA é proibido) mas com regras/recomendações bem claras de como utilizar, velocidade relativa ideal, e com uma fiscalização que pega a pessoa que estiver andando perigosamente.

      • Domingos

        É exatamente isso que seria necessário. Andar no corredor com pouca velocidade relativa e sem quase esbarrar nos carros é aceitável, embora não seja o ideal.

        Na Europa fazem exatamente o mesmo.

        O problema é, como aqui, você estar parado e um motociclista passar do seu lado a mais de 70 ou 90 KM/h, com o carro até balançando de tanto deslocamento de ar.

        Ou então quando claramente não há espaço para a passagem dos mesmos e ainda assim forçam, passando a menos de 1 cm de retrovisores e quase caindo a cada 500 metros com as desviadas, o que eles chamam de “demonstração de habilidade”.

    • Fat Jack

      Infelizmente é legal e permitido, sendo um risco aos motoristas e maior ainda a eles próprios (haja visto o número crescente de óbitos de motociclistas)

  • Bob Sharp

    Já eu chamo esses motoristas de pilotos de avião, é assim que fazem o taxiamento, a roda do nariz exatamente na faixa central…

  • Lucas

    Também seria importante haver fiscalização da fiscalização, porque o que tem de policial e agente de trânsito corrupto por aí não é brincadeira!!!

  • Bob Sharp

    Pode, não é infração. Faltou apenas o texto especificar ‘vias de pista única de duas mãos’.

  • Bob Sharp

    E o Stilo tem duas luzes, como o Tipo e os Lada Laika!

  • Bob Sharp

    Tem razão, é o que acontece mesmo. Aqui em Moema tem uma dessas, num retorno com pista de junção protegida, não precisa parar.

  • Bob Sharp

    À luz do CTB você está certo, porque no Anexo de Definições no final está descrito o que é ultrapassagem, que é sair da sua faixa, efetuar a manobra e voltar. O problema é ser multado e quem for julgar o recurso achar que nariz de porco é tomada…

  • Bob Sharp

    Braulio
    Achei péssima, de mau gosto, é brincar com coisa séria. A começar pelo nome, nada a ver.

  • André Lima

    Faltou uma que me incomoda demais. Faróis fora do facho ou modificados com lâmpadas xenon adaptadas que não possuem facho, somente espalham luz para todas as direções. Isso me tira do sério!

    • Ricardo

      Viajei neste fim de semana e a quantidade de carros que peguei com farol desregulado à noite foi impressionante. Será que não percebem?

      • Bruno L. Albrecht

        Eu acho que não percebem (não estou sendo irônico, acho que não percebem mesmo). A quantidade de gente que não presta atenção enquanto dirige é impressionante. Basta ver quantos andam quilômetros a fio com a seta ligada, ou andam com os faróis (de neblina também) acesos durante o dia, ou ficam atrapalhando a saída dos semáforos. É triste. Se pelo menos as pessoas se preocupassem em dirigir enquanto dirigem…

        • caique313131

          Nem sempre quem anda com os faróis ligados de dia é desatenção. Eu mesmo ando com os faróis baixos ligados o tempo inteiro, tanto na cidade quanto na estrada. Creio que é uma segurança extra significativa, e segurança, obviamente, principalmente no trânsito, e no Brasil, nunca é demais.

          • Fat Jack

            Caique, vou ser sincero: além de ser desnecessário, estar a frente de um veículo com faróis baixos durante o dia é EXTREMAMENTE INCÔMODO (pior ainda na cidade onde nem sempre se pode dar passagem, os faróis do veículo de trás servem somente como um atrator de atenção). Se puder, considere isso, ok?

    • Fat Jack

      Acho que isso tanto quanto o circular “apagado” (que é bem comum, e tenho a nítida impressão de que vem aumentando devido a vários modelos de veículos manterem os painéis sempre acessos, acho que boa parte dos motoristas se lembra de ligar os faróis quando já não tem leitura do painel) é bem mais grave que o uso (somente) dos faróis de neblina na cidade, pois, apesar do fato de que indiscutivelmente não foram criados para isso (desvio de uso) no meu entender atendem a mesma função dos faróis baixos que é a de tornar o carro mais visível tanto para os outros motoristas quanto para os pedestres. O uso conjunto dos faróis baixos e dos de neblina, fora de facho, assim como xênons e afins sim me incomoda muito…

  • Bob Sharp

    Discordo, você está querendo usar a exceção para formar uma regra. É raro o medidor indicar haver combustível e este ter acabado. Já o contrário é mais comum.

  • Lucas dos Santos

    Dois erros “clássicos” na colocação da sinalização – segundo a Resolução 180 do Contran:

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Moto.jpg

    O sinal R-25d (Siga em frente ou à direita) não pode ser utilizado para regulamentar o sentido de circulação da via/pista“.

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Pare.jpg

    O sinal R-4a (Proibido virar à esquerda) não pode ser utilizado para regulamentar o sentido de circulação da via/pista“.
    Erros que, embora não comprometam a compreensão da sinalização, fazem com que o motorista se acostume e ache que está certo.

  • Lorenzo Frigerio

    FHC vetou no Código de Trânsito a obrigatoriedade de motoqueiros circularem nas faixas.

  • Lorenzo Frigerio

    Não esquecendo os que andam com farol de neblina sem neblina, também xenon… tudo ligado, para todo mundo ver.

  • Lorenzo Frigerio

    “Direção perigosa” deveria estar tipificada no código penal, para ser decidido pelo juiz, e usada como agravante.

  • jr

    O problema neste pais é o que está na base de tudo: a falta de educação e a corrupção.

  • Paulo Araújo

    Muito bem lembrado! E é isso aí, são comportamentos/desleixos que prejudicam masi o trânsito do que muita coisa que é mais fiscalizada. Mas velocidade é mais fácil (E RENTÁVEL) de fiscalizar! E temos o que temos…

  • Elder Monte

    Faltou uma que incomoda muito: mudar de faixa de rolamento sem sinalizar, sem usar o pisca (seta)

    • Bob Sharp

      Permita-me discordar, tanto de você quanto do determinado pelo Código de Trânsito Brasileiro (Art. 35), e não é só o nosso. Qual é exatamente o incômodo a que você se refere? O fato do outro carro ter mudado de faixa sem sinalizar? Só isso? Você se sente realmente incomodado quando acontece? A manobra o atrapalhou ou prejudicou de alguma forma? A maioria das pessoas (e o CTB) entende o uso da seta, nesse caso específico de mudança de faixa, de maneira totalmente equivocada. A seta não é autorização para mudar de faixa. Deve-se dá-la para informar o tráfego à retaguarda que você tenciona mudar de faixa. Se você nota que vem carro ou moto rápido, é sua obrigação esperar que passem. Mas se quem vem atrás for educado, lhe deixará mudar de faixa (não é obrigação). É só para isso que a seta serve nas mudanças de faixa, para avisar que você deseja fazê-lo. Se o carro à sua frente fizer a mudança com espaço e tempo hábil. não há por que você ou qualquer outro motorista se sentir incomodado. Nem com raiva.

      • LC

        Tendo qualquer previsão de reação de outros motoristas evita muita coisa, por exemplo, você pode estar se preparando para ganhar velocidade (ou até mesmo iniciando a aceleração) e simplesmente o motorista “resolve” mudar de faixa sem nenhum aviso prévio, já aconteceu várias vezes comigo, dei kickdown no carro e um cidadão simplesmente troca de faixa e joga na minha frente.

      • Fat Jack

        O que acontece pelo menos nas marginais (por onde trafego praticamente todos os dias), é justamente a troca de faixa sem espaço nem tempo hábil para isso e ainda sem sinalização, obrigando quem está na faixa pretendida a literalmente redobrar a atenção (acredito que alguns entendam que caso sinalizem o veículo da faixa pretendida na mudança tenderá a não permitir tal manobra – me parece absurdo, mas) que acontece pelo menos nas marginais (por onde trafego praticamente todos os dias), é justamente a troca de faixa sem espaço nem tempo hábil para isso e ainda sem sinalização. Mas que há vários motoristas que entendem que a seta é “autorização incontestável” para a troca de faixa, há mesmo…, e vá tentar explicar a ele que não…

      • Paulo Roberto de Miguel

        Acho que depende… Muitas vezes acontece de a pessoa não sinalizar sua intenção e tentar se encaixar no fluxo à sua frente de maneira repentina ou não demonstrar que pretende convergir e, para concluir a manobra, reduzir a velocidade sem aviso. Em ambos os casos, somos pegos de surpresa. Sei bem que a seta é usada demasiada e erroneamente, mas talvez o Elder Monte tenha se referido ao uso correto da luz (ou falta dele).

      • J Paulo

        Dar seta ao mudar de faixa ajuda, sim!. Questão de segurança e bom senso. Não sei de onde o Bob tira essas conclusões.

      • Rodrigo Neves

        O problema é quando ocorre a mudança de faixa, que seria permitida cordialmente pelo motorista que está atrás, mas de maneira atabalhoada. Jogam o carro sem fazer o mínimo, que é sinalizar e ver se é possível realizar a manobra.

        Ontem aconteceu algo que considero irritante: eu vinha atrás de um carro lento, pela direita, e a idéia era passar à pista da esquerda. Esperei os carros passarem, vi que tinha espaço, sinalizei e fui. Para minha surpresa o espaço rapidamente acabou, pois o carro que estava dois carros atrás percebeu minha intenção e acelerou. Não entendi qual o motivo da falta de cortesia, mas fiz a conversão mesmo assim.

      • $2354837

        Todo carro tem ponto cego, que pode esconder uma moto, um carro pequeno… Só concordaria em não usar o pisca se o motorista tivesse toda a atenção para mudar de faixa e uma visão de 360 graus livre. Os dois casos são utópicos.

    • CorsarioViajante

      Também acho, uma coisa tão simples e que pouparia muitos acidentes, especialmente em relação à pedestres.

  • RoadV8Runner

    Triste é ver que todas as 12 infrações da lista são conseqüência da falta de educação dos motoristas/proprietários dos veículos. Nenhuma delas é resultado de imperícia, por exemplo. Ou seja, esta terrinha vai de mal a pior, nível cultural cada vez mais baixo… O brasileiro médio não pensa em coletividade, somente em seu próprio bem estar.
    E sobre fiscalizar o uso de sacos de lixo nos vidros, eu sou ainda mais radical: aumentaria o valor da multa para gravíssima – peso 3, não permitiria a remoção da película no local (o carro seria obrigatoriamente removido para o pátio) e ainda autuaria o aplicador da película por instalar produto fora de regulamentação. Vejo muitos carros circulando com sacos de lixo no pára-brisa, que considero inadmissível, pelo risco que representa para conduzir o carro em condições de pouca luminosidade (à noite e com chuva ou neblina então…).

    • preto

      Se os colocadores de películas tem medo que a profissão acabe, não precisam ficar preocupados. Existe um campo enorme para sua instalação em moradias e escritórios, onde elas se adaptam muito bem.

    • Danniel

      Hoje vi uma Palio Weekend do DER-DF com filme nos vidros..

      • RoadV8Runner

        Pois é, já cansei de ver carros de otoridades com sacos de lixo nos vidros… E aquela indefectível bolinha cromada ridícula pendurada atrás do pára-choque traseiro. Dinheiro nosso sendo jogado no lixo.

  • RoadV8Runner

    Em cruzamento não sinalizado, já aplico a lei de que “tem preferência aquele que não tem juízo”… Fico assustado ao ver como a maioria dos motoristas cruzam livremente cruzamentos não sinalizados ou então com a temível luz amarela piscante, em cruzamentos com semáforos.

    • Lucas dos Santos

      Boa!

      Em cruzamento não sinalizado, normalmente quem vem pela direita tem a preferência, mas se o veículo que vier pela minha esquerda não fizer menção de que vai parar, ele também “ganha” a preferência.

      Nessas horas, prefiro permanecer inteiro do que ter razão!

      —-

      Também me chama a atenção o pessoal passando livremente pelos cruzamentos não sinalizados.

      Aí, quando acontece uma colisão, dizem com a maior “cara lavada” que a culpa é da autoridade de trânsito, que não sinalizara o local!

      Isso não é nem falta de educação ou de atenção, mas sim falta de PENSAR nas consequências de se fazer essa verdadeira “roleta russa”.

  • Lucas

    Aí que está, Opaleiro Louco. Meu Fusca ANTIGO tinha tudo isso que você falou, inclusive boia nova e marcador de combustível novo. O que aconteceu foi que eu havia dias antes colocado algo pesado justamente sobre o cabo, que foi puxado para fora do seu alojamento e ficou enroscado na borda da boia, causando o que causou. Não duvide da integridade do meu Fusca antigo.

  • Newton ( ArkAngel )

    A demarcação seria no sentido longitudinal, para abrir as portas não faz diferença. É para evitar que sobre muito espaço na frente e atrás do veículo estacionado irrirregularmente.

  • REAL POWER

    Recentemente entrei em contato via telefone e e-mail, com policia municipal, secretárias meio ambiente, transporte etc da cidade de São José dos Pinhais – PR,inclusive a promotoria pública e ainda com a PRF(essa em relação a fiscalização das estradas federais que rodeiam a cidade) sobre fiscalizar motos, carros e caminhões com sistema de escapamento alterado. Não tive sequer resposta de alguns, e dos que tive resposta apenas dizem estar trabalhando. Uma vergonha. Em outra ocasião entrei em contato com o SAC da Expresso Nepomuceno, pedindo adequação de todos seus caminhões e também da frota terceirizada em relação a sistema de escapamento alterado. Em 2 dias recebi contato por telefone, o gerente da unidade da cidade afirmando que seria realizado vistoria na frota e que todos os veículos alterados seriam colocados nas especificações de fabrica num prazo inicial de 30 dias. Em 15 dias eu já percebi diferença em relação a forma de conduzir os caminhões na rua próxima de casa e grande parte dos caminhões já estavam com escapamento original. Em 30 dias quase todos estavam silenciosos. Hoje não tem mais 1 caminhão com escape alterado nessa transportadora. Fica aqui meu elogio a Nepomuceno. Eu sempre tive carro com motor preparado, mas sempre muito silenciosos e sem interferir na performance, chegando a muitas pessoas não acreditarem que tinha algo no motor de diferente. Mas é difícil colocar na cabeça das pessoas que barulho não faz moto, carro ou caminhão “andar mais”.

    • Domingos

      Caramba, que alegria ler esse relato. Vamos aplaudir a tal Nepomuceno!

    • caique313131

      Com a moda dos motoboys filmantes em alta, há aquele famoso senhor, conhecido como Kléber, cuja profissão é atuar como vendedor de, como eu gosto de chamá-los, “infernos móveis”, popularmente conhecidos como escapamentos irregulares, ou “só os canos”. O negócio é tão severo que, sinceramente, depois que esse senhor ficou conhecido, é praticamente impossível viver em algum lugar sem ter esse barulho bizonho ecoando a quarteirões de distância. Sempre vai ter algum mané com esse tipo de aparato, achando que está abalando. Alguns escapamentos são tão ridículos que eu consigo afirmar, com tranquilidade, que a poluição sonora emitida por eles é consideravelmente maior que as de aviões se aproximando do chão para pousarem.

      • Lucas dos Santos

        Boa parte dos motoboys defende a utilização de escapamentos barulhentos como “equipamento anti-fechada”.

        Enquanto alguns utilizam a buzina enquanto passam pelo corredor, outros utilizam o barulho do escapamento como forma de dizer “cuidado, estou aqui”.

        Ironicamente, já li relatos de pessoas que evitam ao máximo a utilização de serviços de motoboy, justamente para se pouparem de ouvir o barulho do escapamento da moto quando o entregador chega para entregar a encomenda!

  • Vinicius

    Um troço que me incomoda dramaticamente é gente que anda devagar demais a ponto de atrapalhar o trânsito (como diz o art. 219 do CTB, em velocidade menor do que a metade da máxima permitida na via). Nas Marginais é bastante comum pessoas perdidas, procurando a entrada das alças de acesso aos viadutos, transitarem a 30 km/h em horários em que não há trânsito, causando uma baita confusão na via local (carros mudando de faixa e caminhões e ônibus indo da direita pra esquerda). Que sejam mais previdentes, ora. Sempre que eu vou para algum lugar que não conheço bem, antes de sair de casa, olho o mapa para ver quais vias devo pegar, onde devo entrar… e, hoje em dia, quase todo mundo tem GPS no carro ou no celular. Isso sem falar no sujeito que resolve converter à direita saindo diretamente da pista da esquerda, quando percebe que está chegando na entrada em que quer ir.

    • caique313131

      Rapaz, você nunca foi a algum lugar pela primeira vez, sem conhecer absolutamente nenhuma parte do trajeto que você está fazendo? É óbvio que não se deve exagerar também; conforme você disse, mesmo a pessoa estando perdida, não tem cabimento ir de, talvez 80km/h para 30km/h.

      Mesmo assim, eu peço que você programe um trajeto para alguma cidade grande, com a malha viária tão inútil e mal planejada quanto a de São Paulo. Pode estudar o tanto que você quiser: se você não for um gênio, não há como você saber de cor e salteado exatamente onde estarão as suas entradas. E no caso de São Paulo, só quem não é frequentador assíduo e não conhece de cabeça os trajetos pode dizer. É muito, mas MUITO ruim o planejamento viário daquela cidade. Há alguns lugares que eu lembro, que além de você as vezes ter que sair utilizando uma alça localizada na faixa da esquerda, você as vezes necessita cruzar de uma ponta à outra da pista, LOGO após sair de uma entrada, para pegar um outro acesso que está a menos de CINQUENTA metros de onde você acabou de vir, ou seja, se você não tiver sorte e pegar a via vazia na hora, você tem que cortar todo mundo, em uma via com limite de velocidade alto. Um verdadeiro perigo.

      • Vinicius

        Concordo que a malha viária de SP (e de quase todas as capitais brasileiras) é terrível, perigosa e sem qualquer planejamento. Mas cabe a nós, motoristas, tentarmos fazer com que isso não seja o motivo de acidentes ou congestionamentos desnecessários. Se o poder público não ajuda, nós temos que nos ajudar. E por isso é importante conhecer as vias por onde você vai passar. Hoje em dia não há mais desculpa para desconhecer os caminhos – com o Google Maps e o Google Street View, dá pra praticamente fazer o caminho “virtual” antes de ir pra qualquer lugar. Eu faço isso quando vou para qualquer cidade desconhecida e sempre funciona. Além disso, há o GPS, que ajuda demais. É claro que algumas pessoas não estão habituadas com a tecnologia, mas creio que a maioria já sabe usar estas ferramentas. Não é nem um pouco seguro reduzir a velocidade bruscamente para pegar uma entrada numa via de tráfego rápido, tampouco andar a 30 km/h numa via cujo limite é 70 km/h, por exemplo.

  • c4vitesse

    Concordo com todas, mas infelizmente é aquela história: só se multa o que é fiscalizável por radar, infelizmente. Não se faz blitz aqui nem para ver se os documentos do carro estão em ordem. Quando se vê patrulhamento rodoviário? Nas rodovias paulistas faz tempo que não vejo.

    Acho que eu adicionaria também tráfego no acostamento, tem lugares que é batata que o trânsito vai parar e a pessoa vai no acostamento, mas mesmo assim não colocam um PRF para fiscalizar.

  • Fat Jack

    Honestamente eu acredito que uma que faltou na listagem é bastante grave: o uso de celular. Devido a desatenção que ele acarreta e ao uso cada vez mais constante destes para troca e leitura de mensagens (estilo “whatsapp”) ocasiona, a meu ver ele não só merecia estar na lista como em posição de destaque!

    • Domingos

      Essa não vai ser fiscalizada. O atual governo gosta dessa babaquização como nada e vive tentando ter como meta de governo colocar internet “de graça” para todo mundo e até nos ônibus (pois é melhor que melhorar o serviço, custa menos).

      E é uma praga no trânsito. Enfim galera, são mais 20 anos. Até lá já vai ter tanta restrição ao tráfego que esse tipo de motorista só vai dirigir carro autônomo ou nem isso.

      Logo acaba essa babaquice também na forma das pessoas acordarem. Quando os governos atuais de SP caírem, por exemplo, não voltam mais…

  • Roberto Neves

    Ótimo, ótimo, ótimo! Esta é para imprimir e pendurar na parede!

  • Roberto Neves

    Quanto ao item 3, ontem, por muito pouco não fui abalroado na lateral por um energúmeno que trafegava no estacionamento de um supermercado: a) fora da pista destinada ao deslocamento de veículos (ele trafegava em cima das vagas); b) em velocidade certamente superior à adequada num estacionamento; c) com todas as luzes desligadas. Fui salvo pelo grito da minha namorada, que estava do lado que seria atingido, pelos meus (ainda) bons reflexos, e pelos freios ABS do meu Grand Siena, que impediram as rodas de travar. O outro veículo era um Gol com uns 20 anos de uso (nada contra carros antigos), tripulado por três rapazes risonhos (nada contra a juventude e a alegria), em quem dei uma bronca daquelas, “federal”, “irada” e iracunda. Arre!

  • Marcelo

    O item 5 está difícil em São Paulo, por conta das faixas de ônibus sem planejamento

  • Antônimo do Anônimo

    Bob, a Fiat não tinha a “cura” para os tais sacos-de-lixo a uns anos atrás, vendendo vidros escurecidos no limite permitido de fábrica como opcional em alguns modelos? Principalmente os vidros traseiros eram algo mais escuros que o normal… Nunca mais vi carros assim… desistiram de vender tal opcional? Me parecia uma alternativa viável…
    No mais, não poderia concordar mais com todas as doze.

  • Bob Sharp

    Atrapalha e muito, quem não tem visibilidade adequada para dirigir provoca situações perigosas as mais diversas. Para dar um exemplo, você muitos já devem ter encontrado pela frente um carro saindo de uma garagem ou de uma vaga, porque o/a imbecil não lhe viu se aproximando. Ou não ter-lhe visto pelos espelhos. Ou você não ter comunicação visual com outro motorista numa situação que o exija. De novo, carro não é esconderijo.

    • LC

      Mas aí você tocou no ponto certo , ” um carro saindo de uma garagem ou de uma vaga, porque o/a imbecil não lhe viu se aproximando” muita gente acha que esta sozinho no mundo ou usa o argumento ” se esta me vendo usa o freio” isso não é por causa do insulfilm.. e sim pela imbecilidade. Como disse , discussão sobre insulfilm é como discussão de futebol ou religião.. no meu caso uso para reduzir calor e pelo menos aumentar sensação de segurança.

  • Bob Sharp

    Se o idiota que fez essa manobra desse seta simultaneamente à mudança de faixa, a situação em que você se viu seria a mesma. Ele deveria primeiro dar seta, consultar os retrovisores e só depois mudar de faixa. Como digo, seta é aviso de intenção, não é autorização.

    • Domingos

      Nisso, Bob, dar a seta ajuda muito. O cidadão que fez a burrada vai levar mais alguns segundos para fazer a manobra se der a seta antes e isso significa muito em termos de evitar um acidente.

      Motos também, se sinalizassem certas coisas (mesmo as burradas), escapariam de muitos acidentes…

    • LC

      Exatamente , antecipando uma reação dando seta , criando previsibilidade.

  • Kaio

    Sobre o item 2, apesar do assunto ser sobre infrações, acrescento que se todos os incidentes fossem resolvidos mais rapidamente pelos agentes de trânsito e/ou autoridades, os congestionamentos seriam menores, infelizmente querem fiscalizar e multar rigidamente como no primeiro mundo mas nos fornecem infraestrutura precária.

  • Bikentusiasta

    Faltou o artigo que diz que os automóveis devem ultrapassar os ciclistas a no mínimo 1,5 m de distância. Nunca ouvi nenhum caso em que alguém foi multado por isso.

  • Bob Sharp

    Que bobagem. Às vezes se está devagar e se pode perfeitamente trafegar com viseira levantada. Exigir que seja abaixada é patrulhamento em primeiro grau mesmo. Todo mundo sabe quando precisa abaixar ou não. O mesmo com relação a “traje de motociclista”, como se estivéssemos alinhando para uma largada de corrida. Tive motocicleta durante anos, no Rio e em São Paulo, e usava-a mais para trabalho do que qualquer outra coisa. Imagine se iria para o trabalho com “traje de motociclista”. Em São Paulo ia de paletó e gravata. Agora, se você vai andar a 200 km/h num estrada, é claro que é bom roupa apropriada.

    • Eduardo Copelo

      Não creio ser bobagem, Bob, pois mesmo andando devagar, se algum carro passa com velocidade ao seu lado, pode deslocar algo que vai para o seu rosto, e nesse caso a viseira protege sim. Eu prefiro prevenir do que remediar, e o que falta ao povo hoje em dia é bom senso para discernir o que é certo ou errado. Quanto à regulamentação de traje, o que você diz é besteira, eu venho trabalhar todo dia de roupa social, e venho com a minha jaqueta por cima(não é uma jaqueta comum, é uma jaqueta de motociclista, com proteções na coluna, nos ombros e braços, assim como tecido anti-abrasão). Prefiro chegar um pouco mais suado do que sentir o asfalto. Eu me expressei mal quanto à regulamentação, mas deveria haver um incentivo fiscal para a venda de equipamentos de segurança para motociclistas, assim como campanhas educativas para que esses equipamentos fossem usados. Um bom equipamento pode salvar sua vida, um amigo meu já caiu de Hornet e só ficou com escoriações e alguns hematomas. Se tivesse em equipamento de segurança, talvez tivesse deixado um pedaço das costas no asfalto. Não julgue a opinião dos outros como bobagem.

    • Domingos

      Bob, então que seja o patrulhamento, sabendo da questão de como são os motociclistas em sua grande maioria nas grandes cidades do Brasil.

      Se não for obrigatório fechar a viseira, não vão fechar. Já nas Marginais a 70 ou 80 Km/h muitos não fecham, imagina então depender do bom senso de quando fechar a viseira.

      Outra coisa: lembre-se sempre do legalismo. Se houver um acidente e os olhos ou o rosto do motociclista forem feridos, você estará em apuros mesmo que não tenha culpa. E mesmo sozinho no acidente, o estado terá que pagar despesas médicas na grande maioria dos casos.

      Com a lei, é como quem anda de capacete solto: bateu e se feriu, problema do motociclista.

      Sobre os trajes, visto que o trabalho realizado em motos é de grande risco e com grandes deslocamentos todos os dias, traje obrigatório também é necessidade.

      O problema todo é que o sujeito que cair de bermuda numa moto vai querer que você pague a operação dele, seja a culpa sua ou não – no que ele tem respaldo da lei, infelizmente.

      Então, facilitemos as coisas: obrigue os trajes e pronto.

  • Bob Sharp

    O problema é jogarem o carro, não o deixar de sinalizar. Seria a mesma coisa dar a seta e jogar o carro para a outra faixa.
    No caso que você relata, você deveria dar seta e analisar a situação. Se desse para você ultrapassar, era só fazê-lo. Mas há casos em que você vai ultrapassar, há um carro atrás de você, você dá seta e nota que o imbecil, o “isperto” deu seta também e depois de você, e tenta ultrapassar antes. Nesse caso a prioridade é sua e o idiota que espere.

    • Domingos

      Bob, tem um problema e não usar seta além do incomodo: nem sempre os motoristas têm o tino de perceber quem vai mudar de faixa (acredite…) e em situações como estar numa estrada ou via rápida um pouco mais lento/na velocidade normal, alguém vindo bem mais rápido pode ser surpreendido se você não der a seta.

  • Bob Sharp

    Não faltou; apenas não é infração que possa ser constatada, a menos que se pudesse engendrar uma espécie de tira-teima, nos jogos de futebol, com registro fotográfico. O problema da bicicleta é ser um veículo lento demais para se misturar ao trânsito. Como em determinadas autoestradas mundo afora, em que motos de menos de 125 cm³ não podem trafegar nelas justamente por esse motivo.

    • Roberto Neves

      Continuo achando uma irresponsabilidade as prefeituras municipais brasileiras incentivarem o uso de bicicleta (com argumentos do tipo “contribua para um mundo melhor”) sem garantir um mínimo de segurança física ao ciclista. Muitos têm morrido atropelados.

      • Vinicius

        Nesse sentido, as ciclovias e ciclofaixas são uma boa medida. Mas não desacompanhadas de planejamento e um bom projeto de engenharia de tráfego, como tem sido em SP. Não são poucos os casos em que a ciclofaixa acaba no meio de uma via de alto tráfego, expondo os ciclistas, motoristas e pedestres a riscos. Isso é falta de planejamento e de engenharia.

        E a bicicleta é um veículo lento sim – tanto assim que sua circulação em vias de trânsito rápido é proibida (art. 244, §1º, “b” do CTB). Aqui em SP, são consideradas como vias de trânsito rápido a 23 de Maio e as Marginais – vias sem semáforos, sem acostamento, sem faixa de pedestres e com acesso às casas e prédios contíguos apenas por meio de pistas auxiliares.

      • Domingos

        Isso se revela quando, no lugar de fazerem ciclovias em locais com sobra de espaço no canteiro central e já até com largos jardins, preferem economizar e atrapalhar com ciclo-faixas sem qualquer proteção a não ser uns olhos de gato…
        Bem feito aos que votaram.

    • Bikentusiasta

      Não é lento demais não Bob, a velocidade mínima de uma via é metade da velocidade máxima, sendo que na pista da direita não há velocidade mínima.

      • $2354837

        Bikentusiasta, ando de carro, moto e bicicleta. Só não ando de skate que não desenvolvi equilíbrio para ficar em pé em cima dele. Enfim, bicicleta tem uma velocidade relativa menor que carro e atrapalha. Sei disso porque trabalho de bicicleta por grandes avenidas. Ciclistas insistem em se meter no meio dos carros porque acham que são uma classe marginalizada pela sociedade… Tolos… Enfim, o problema não é o carro a moto ou a bicicleta. É a falta de educação e sociopatia que está minando a capacidade da população de viver em sociedade.

  • CharlesAle

    Em minha cidade,o que tem incomodado,e muito,são os motoristas de ônibus que não encostam mais o veículo no meio fio para subir ou descer passageiros!! Ficam a todo instante parando o fluxo de veículos no meio da via, principalmente em avenidas!! Eles tem de serem multados por isso, mas pelo visto, não o são….

    • Fat Jack

      Em SP, onde não há recuo (neste caso eles não têm alternativa, é bom que fique claro) eles agem da mesma forma, para não ter de aguardar na hora de retornar a trafegar pela via “trancam” todos parados atrás de si…
      Quanto a serem multados por isso…, esqueça…

    • Alguém

      Aqui em Niterói (RJ), além dos ônibus fazerem isto, os motoristas de taxis e carros particulares, fingem que não aprenderam auto-escola (ou não aprenderam mesmo), que não podem interromper o fluxo para pegar/saltar passageiros. Às vezes, existe espaço em frente a garagens o mesmo recuos, mas os “infelizes” param o trânsito para sacanearem todos que vem atrás.

  • Diego s

    Trânsito é interação. Ver e ser visto é uma necessidade.

    Saco de lixo nos vidros não é desculpa nem para segurança, para isto existe blindagem. Nem para proteção solar, pois para mim deveria ser transparência mínima de 70% em todos os vidros.

    Som. Tolerância zero. Aqui em Santa Cruz do Sul – RS é um terror. É pra tanto que eu já penso que deveriam proibir qualquer tipo de aparelho de som em veículos de transporte. Aqui se encaixa também o escapamento livre.

  • a. shiga

    Tão importante quanto estas infrações é a falta de seta.
    Sobre andar no acostamento: tenho vontade de jogar pregos no acostamento da ponte estaiada sentido Interlagos…

  • João Carlos

    Fica inegável que o desrespeito à placa PARE gera até baixa fluidez. Pois os cruzamentos ficam com preferencia de ninguém, todos acabam parando ou quase, como no STOP para todas as vias muito, comum nos EUA. Em outros países, enquanto vc não a encontra um PARE, todos seguem no mesmo ritmo.

    Um amigo foi advertido porque não a respeitou de bicicleta, igualzinho aqui…

  • André Castan

    Concordo amigo. Para mim essa é uma das piores senão a pior.

  • Bob Sharp

    É proibido, e com razão. Todo motorista deve ter plena visibilidade. É um princípio básico que não em discussão. Quando não tem, atrapalha os demais por dirigir sem necessária desenvoltura. Passe a prestar atenção e note como carro com películas aprontam no trânsito.

    • Domingos

      Carro com filme escuro e carro com farol ruim (seja ruim de fábrica ou ruim por ter sofrido modificação), a noite é padrão fazerem besteira ou então andarem como lesmas.

    • João Carlos

      Bob, vc teria conhecimento se essa tabela do link abaixo é verdadeira? Pois nunca vi carro americano com película nos dianteiros laterais.

      http://www.solarcontroltint.com/services/automotive/

    • Alguém

      … Sem contar que o bom motorista consegue ver através do vidro dos carros à frente para prevenir e antecipar manobras emergenciais, mas com filme fica impossível.

  • Bob Sharp

    Não queira sofismar. É lento sim, basta observar no dia a dia.

    • Bikentusiasta

      Não estou sofismando Bob, eu vivo esse dia a dia. Me diga, qual é a sua velocidade média no trânsito?

  • Domingos

    E, da mesma forma, o ciclista também não respeita a regra dos 1,5 m de distância – que, pela lei, TODOS devem manter.

    E nenhum é multado. E é impraticável manter os 1,5 m de distância, ainda mais num país onde a moto passar a menos de meio metro do seu carro a um delta de velocidade que chega a ultrapassar os 70 KM/h não dá multa.

    Procurar o que fazer e olhar a si mesmo, sem reclamar do cotidiano normal como se fossem sempre vítimas dele: algo que os ciclistas poderiam começar a fazer para serem mais respeitados.

    No momento, com essas atitudes, são tão louvados quanto um protesto dos black-blocks.

    • Bikentusiasta

      Domingos, “Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinqüenta centímetros ao passar ou ultrapassar bicicleta: Infração – média;
      Penalidade – multa.” Não é impraticável se distanciar os 1,5m ao passar ou ultrapassar, tanto que alguns poucos respeitam essa regra. “Procurar o que fazer e olhar a si mesmo, sem reclamar do cotidiano normal como se fossem sempre vítimas dele: algo que os ciclistas poderiam começar a fazer para serem mais respeitados.” Não estou me fazendo de vítima estou reclamando assim como você reclama de tantos aspectos do trânsito. Aparentemente você não gosta de ciclistas e deve ter seus motivos para tal, mas não precisa generalizar, assim como há maus motoristas há os bons também.

    • Newton ( ArkAngel )

      Como a maioria das ditas “minorias” ( que se somadas resultarão maior que a maioria), eles não querem direitos, mas sim, privilégios. Claro que não são todos, mas os que berram e ficam choramingando fazem um barulho danado.

  • Domingos

    Equanto for opcional ninguém vai comprar. Foi o mesmo filme com outros itens de segurança.

    Aliás, o próprio concessionário vai querer vender o acessório (vulgo perda de dinheiro) no lugar de vender esse opcional que devia ser mais caro e não ter a pronta entrega no estoque.

  • Luis

    Fumaça excessiva dos escapamentos, tão importante quanto os outros, aqui pelo rio não faltam MB1313 e uns caminhões da chevrolet muito velhos do tempo em que não se tinha norma de emissões, por onde passam deixam uma nuvem de fumaça muito desconfortável, as normas de emissões são necessárias para a saúde humana (me refiro aos compostos sulfurados e nitrogenados e não do CO2 resultantes da queima de combustíveis). Porém som alto, insulfim, uso irresponsável do celular, tudo isso merece uma fiscalização decente.

  • Leonardo Mendes

    Quando vi a foto de abertura do post pensei na mesma hora:
    Bob Sharp na área“… e não deu outra, heheheh.

    Já fui muito adepto do insulfilm, meu 307 teve durante um ano os vidros laterais “trancados” no G5 mais escuro possível e o traseiro no permitido por lei… no fim das contas eu me via obrigado a abaixar os 4 vidros pra manobrar em garagens escuras até que cansei (e os olhos também) e mandei arrancar. Hoje só ando com ele no modo aquário, bem melhor.
    Detalhe: moro em cidade praiana que completou ontem seus 469 anos e o carro é preto… o calor sequer incomoda.

    A respeito do item 3, eu venho notado faz tempo uma tendência entre donos de carros com iluminação do painel “perpétua”, ou seja, sem interruptor pra desligar… é praxe vê-los no modo stealth, sem uma lanterna sequer acesa. Parece, não sei, que a visão do painel todo iluminado lhes dá a certeza (errônea) de que já acenderam os faróis, uma coisa assim.
    Pode reparar… dono de Corolla, então, é useiro e vezeiro nessa.

  • Rogério Ferreira

    Outro comportamento que me irrita, mas que nem sempre é uma infração é o que mais acontece por aqui, onde predominam as rodovias de pista simples e mão dupla: Aquele motorista, que dirige um bom carro e tem condições de impor um ritmo normal de velocidade, para não prejudicar a fluidez, mas faz questão de andar bem devagar e fazer seu próprio engarrafamento. Chegam ao cumulo de meter o pé no freio, numa descida, quando não há nada adiante, só para manter o ritmo moroso. E pior que aqui na minha terra, ultrapassagem tem sentido pejorativo e se há um carro mais lento adiante, o que segue não ultrapassa, o terceiro também não, o quarto pior ainda. A opção, para não seguir a estúpida (e perigosa) caravana, é tentar passar a fila inteira, o que é bem difícil, conforme o movimento em sentido contrário. Aliás, ultrapassagem em pista simples, é coisa que não se aprende nos CFCs. Acredito que 90 por cento dos motoristas habilitados não sabem fazer uma ultrapassagem, não sabem usar a potência do motor quando necessário e quando chegam a fazer tal manobra, é no momento mais errado possível. E pelo que conhecemos, da mentalidade das autoridades brasileiras, é mais fácil proibirem todo e qualquer tipo de ultrapassagem em pista simples, estendendo a faixa continua pela estrada inteira, do que treinar os motoristas, ou exigir provas práticas em rodovias. Depois que endureceram as multas para quem ultrapassa em local proibido, muitas faixas contínuas espicharam e em trechos, que há pouco tempo era permitido ultrapassar, agora não é mais…Em algumas situações parece piada: alteraram a sinalização horizontal, e não mexeram na vertical, de tal forma que começa a faixa contínua e a placa correspondente de proibição de ultrapassagem, fica bem adiante, ainda no local original. Eles não vão perder a oportunidade de arrecadar, não é mesmo?

    • Alguém

      Pegando um vácuo nesta parte, acredito que 99,999% dos motoristas são muito machistas e consideram “fraqueza” serem ultrapassados. Pura bobagem. Rua não é pista e ser ultrapassado não é vergonha…

  • Luís Galileu Tonelli

    Dura lex sed lex. Tendo dito isso meu único ponto de discordância com você Bob está nos faróis de neblina. Realmente não me perturbam e aumentam visibilidade. Por mim ao ligar o carro, automaticamente ligariam os faróis, ao menos no modo lanterna. De resto o texto só reforçou noções básicas.

    Dúvida: É proibido o uso dos faróis de neblina durante o dia?

  • Danilo Duarte de Oliveira

    A 5ª é impraticável para caminhões, e suspeito que a seta sirva exatamente pra impedir que o asno da motocicleta queira te ultrapassar pelo lado qual vai fazer a conversão.

  • Newton ( ArkAngel )

    Hehe, o brasileiro desceu direto da árvore para trás do volante.

  • Bob Sharp

    Piorou o sofisma, você agora fala em velocidade MÉDIA! Cicloativista não toma jeito mesmo! Como pode?

    • Bikentusiasta

      Se você não acha importante falar em velocidade média quando se está discutindo sobre lentidão no trânsito, fazer o quê…
      Independente de você achar a bicicleta lenta, os 1,5m devem ser respeitados não acha? Às vezes perder 5 ou 10 segundos pode evitar um acidente com vítima.

      • Bob Sharp

        Eu não falei de lentidão no trânsito, mas de velocidade relativa entre veículos a motor e bicicletas muito grande, o que é indiscutível. Deve-se ultrapassar uma bicicleta guardando uma distância de segurança, claro, mas 1,5 metro é exagero. A maioria dos carros tem entre 1,6 e 1,8 metro de largura sem contar os espelhos, de maneira que esse 1,5 metro regulamentar pode anular uma faixa de rolamento ou levar o carro a invadir a contramão. Temos de respeitar as bicicletas, mas que essa minoria só atrapalha a maioria, é fora de questão.

        • Bikentusiasta

          “mas que essa minoria só atrapalha a maioria, é fora de questão” Nunca vi engarrafamento de bicicletas.

      • Newton ( ArkAngel )

        Concordo que devemos manter uma distância segura em relação às bicicletas, mas para isso a cidade deveria ter sido planejada para tal. Aqui em SP existem ruas em que mal cabe um carro grande, se uma bicicleta estiver trafegando, como fazer então? Não adianta querer mudar as leis da física por decreto, dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço.
        Forçando o compartilhamento de tráfego em vias não adequadas para tal, a prefeitura está prestando um desserviço aos ciclistas, pois está estimulando e amparando atitudes perigosas, atitudes estas que nem sempre passam pelo crivo do bom senso, tanto de ciclistas como do nosso prefeito. A adequação das vias é coisa para daqui uns 20 anos, não adianta forçar a barra como fazem os fanáticos, que aliás poderiam aproveitar esse tempo para também aprenderem a conviver com os pedestres, pois estes são os maiores prejudicados; é só ficar na Av. Paulista um tempo e entenderá o que estou dizendo. Obviamente iso vale para todos, motoristas inclusos.

      • Erik

        Não perca tempo argumentando com esse senhor. Por experiência própria digo, não vale a pena perder tempo com alguém que diz que cigarro não faz mal, que dirigir falando ao celular não é perigoso e que dar seta na maioria das vezes é desnecessário. Novas idéias só são aceitas quando os velhos (e teimosos) não mais existirem.

  • Bob Sharp

    Se estiverem corretamente regulados não perturbam, mas não é o que se vê. Como os que gostam de ter o carro “lindão” com eles ligados não contam com boa iluminação adiante, levantam o facho, passando a ofuscar e incomodar quem está à frente. Com eles regulados não existe o que você diz de aumentar a visibilidade, nem as placas de trânsito são avistadas tal é o corte de luz existente justamente para não refletir as gotículas dos nevoeiros. O farol baixo na cidade ilumina incomparavelmente melhor (mas não deixa o carro “lindão”…). Não, não é proibido usar farol algum de dia, e no nevoeiro diurno nas estradas devem ser usados, pois sinalizam o próprio carro e não ofuscam, comparados ao farol baixo, que pode ofuscar um pouco.

    • Luís Galileu Tonelli

      Valeu Bob, poder interagir e aprender com quem sabe é importante. Mas farol desregulado tem de ser multado sem nem conversa e principalmente na estrada.

  • Ivan

    Concordo com 99%. O vidro escuro só não concordo com os exageros. Colocar película no para-brisa é besteira. Isso é perigoso, com certeza. Agora nos laterais eu uso e nunca tive problema. Não me considero barbeiro. Tenho 53 anos de idade, dirijo desde os 14 anos e nunca fui multado e nunca bati em ninguém.

  • Danilo Grespan

    Bob, outro ponto importante sobre farol baixo, são lampadas irregulares, os “chenon”, que te cegam facilmente, isso atrapalha demais nas estradas escuras principalmente. Mas ainda assim, algo que se ve normalmente em outros países e que não se ve aqui: bom senso de quem faz as leis e estuda o trafego. Algumas leis são absurdas, e do mesmo jeito que é errado descumprir a fiscalização para algumas que envolvem perigo extremo ao transito, algumas regras em determinados nao deveriam existir! A profissão de “engenheiro” de tráfego tem algum curso, regulamentação, alguma faculdade, como direito (e a OAB regulamentando)? Estamos precisando melhorar a essência da coisa, não só a ponta.

  • Altair

    Não dar seta é também um dos cânceres no Brasil.

  • Lucas dos Santos

    Esses “costumes locais” é que matam. Tem lugar que tem “as suas próprias regras” e quem insiste em seguir o CTB só se dá mal. Chega a ser inacreditável…

  • Bob Sharp

    Câncer relativo a seta é usá-la sem necessidade e achar que ela autoriza mudança de direção ou de faixa, dispensando a atenção ao tráfego à volta. É o que eu chamo de “brasileiro seteiro”, que acha que por ter pago pelo dispositivo faz questão de usá-lo à exaustão. E se provocar uma dessas batidinhas sai com o já famoso “mas eu dei seta…”.

    • Altair

      Pois aqui pelo sul Bob, o grande problema é não dar a seta – mudam de faixa, entram em garagens, dobram esquinas, ultrapassam, tudo sem a respectiva sinalização. No uso de rotatórias então é o caos!

    • Éder Belo

      Pior ainda é o mau-caráter que para o carro em qualquer lugar e aciona o pisca-alerta, como se o mecanismo proporcionasse algum super-poder ou criasse uma “vaga express”. Típico de motorista folgado!

    • KzR

      Vejo frequentemente darem a seta ao convergirem à direita em uma rua com cruzamento onde só se pode prosseguir por ela, portanto, desnecessário (a placa já informa). Suponho preguiça para olhar as placas nas vias.

  • Bob Sharp

    Só há dois tipos de motorista, os que nunca bateram e os que já. Tenha certeza de que perder visibilidade lateral e retro-lateral um dia (ou uma noite) o fará passar para o segundo tipo. Nada justifica ter visibilidade diminuída. Nem mesmo para deixar o carro “lindão”, “na moda”.

    • Ivan

      É, tá certo, não me faria falta.

    • Lorenzo Frigerio

      Até aí, o Ayrton Senna também bateu sua Mercedes em São Paulo. Ninguém menos bração que ele.

  • Bob Sharp

    De modo algum, todo carro ter ponto cego. Se os dois espelhos externos forem convexos ou asféricos, e estiverem corretamente ajustados (aparecendo uma “lasca” da lateral do carro) não há ponto cego. O que você disse de o motorista ter toda a atenção para mudar de faixa foi substituído pelo dar seta e quem vier atrás que se vire, pois “eu dei seta”. Esse é o grande mal, aviso de intenção ter virado autorização. Se estou numa fila e quero sair para para ultrapassar, primeiro consulto o espelho esquerdo. Se posso sair com segurança não há a menor necessidade de dar seta. Se não posso, dou seta para indicar intenção a aguardo oportunidade ou gentileza de alguém – o que sempre faço e, incrível, sou retribuído em 90% das vezes. Se alguém sai de repente de uma faixa e se coloca à sua frente. sem esperar, tanto fará ter dado seta ou não. A ofensa é a mesma.

    • Luiz_AG

      Bob, em momento algum disse que ligar a seta era procuração para mudar de faixa. Disse que ligar a seta avisa os outros de sua intenção, inclusive aqueles que podem estar em seu ponto cego. Ando de moto e a importância de se ligar a seta é crucial para a segurança do motociclista, pois após ligar a seta podemos tomar a decisão se aceleramos ou reduzirmos a marcha em razão da mudança de faixa do outro veículo. Moto é um veículo pequeno que se esconde facilmente do retrovisor do veículo.

      • Bob Sharp

        Luiz, o que você diz é utópico, pois em regra se dá seta e muda-se de faixa simulaneamente, o que é errado. Se algum carro saí repentinamente à sua frente é porque ele não lhe viu e a sua moto, e isso não tem nada a ver com dar ou não seta. É você bater num carro com seta ligada ou com seta desligada. Toda essa discussão está em torno de usar a seta sem necessidade, por hábito, quando ela (equipamento utilíssimo, é bom frisar) deve ser usada conscientemente, quando for necessário informar sua intenção. Se não for necessário, isto é, você consultou o espelho, esquerdo no caso, e não há nenhum veículo de duas ou quatro rodas se aproximando, não há porque usar seta. Ou seja, no longo prazo, se todos adotassem essa atitude, que exige estudar a situação entes de pensar em ligar a seta, lhe garanto que os acidentes por mudança de faixa cairiam drasticamente.

        • Luiz_AG

          Bob, continuo dizendo que ligar seta não é procuração para mudar de faixa. O que eu digo é por experiência própria conduzindo automóvel. Mudei de faixa olhando nos retrovisores, mas tinha uma moto no meu ponto cego. O motociclista me passou e apontou para a seta, mostrando que não tinha ligado. Como conduzo moto também e sei a dificuldade que é “adivinhar” quando um carro muda de faixa, sempre dou seta ao mudar de faixa, mesmo que esteja em uma estrada no meio do jogo de futebol da seleção brasileira.

          • Bob Sharp

            Não deveria haver ponto cego, supondo que ambos os espelhos fossem convexos. Ou o esquerdo do seu carro é o criminoso espelho plano, ou estava mal ajustado. É essencial ter certeza de que se pode mudar de faixa, usando ou não a seta. Dar seta e sair imediatamente é tão errado e perigoso como não dar e sair. Repito, a útil seta deve ser usada conscientemente, não automaticamente.

  • Bob Sharp

    Mais uma vez, você será surpreendido independentemente de o sujeito dar ou não seta, não vê?

  • Bob Sharp

    Explique em que ajuda, estou curioso.

    • J Paulo

      Ué, vou deixar o cara me fechar e ter que frear bruscamente??

    • Paulo Roberto de Miguel

      Bob, agora eu também fiquei curioso. Se mudar de faixa com consciência dispensa o uso da luz e mudar de faixa sem consciência a torna inútil, quando é que seu uso é necessário? Eu acho que sinalizar antecipadamente sua intenção faz com que os outros antecipem seus movimentos. Talvez não crie um perigo não usar a seta em mudanças de faixa, mas eu acho bastante útil. Até mesmo se você planeja dar passagem a quem está mudando de faixa.

  • Mauro

    Pode acrescentar aí respeito ãs placas de proibido estacionar, proibido parar e estacionar, e uso da luz de emergência (pisca-alerta) desnecessário. Aqui em Porto Alegre não se anda 5 minutos sem ver qualquer das três….

    • Roberto

      Concordo plenamente. Também sou de Porto Alegre e em algumas avenidas (como a Protasio Alves e a Bento Gonçalves) eu desisti de andar na pista da direita na maioria dos horários, pois é normal encontrar caminhões de bebida e de gás descarregando em local proibido (lembrando que carga e descarga é estacionamento e não parada).

      Pior que há várias ruas de pouco movimento que dão acesso a essas avenidas, onde é perfeitamente possível parar o caminhão para fazer carga/descarga sem atrapalhar ninguém e sem que fique longe do ponto. Ou seja, este tipo de situação se resolveria de forma fácil com bom senso e educação.

  • Alexandre Sampaio

    Cara, adorei que sinalizasse o problema da alteração no escapamento das motos e carros. Sei que desta lista é uma daquelas que não poem risco a ninguém, mas, além de tornar a cidade mais barulhenta e estressante.
    Lanço também uma questão: por quê não se tem limite de barulho para os motores a diesel? Por quê é possível fazer a Volvo fazer ônibus e caminhões silenciosos e a Mercedes não?

  • Bob Sharp

    Claro, como minoria pode provocar engarrafamento?

    • Bikentusiasta

      Pois é, a maioria atrapalhando a maioria…

  • Bob Sharp

    Então, pelo que você diz, o fato de o cara à frente dar seta, mudar imediatamente de faixa e se postar à sua frente, tendo você de frear energicamente a sua moto para não bater, não pega nada só porque ele deu seta. A seta “autorizou” o cara a fazer a caca e você aceita o fato com naturalidade. É essa a sua idéia da coisa?

    • Lucas

      Como se vê, o problema não está em dar ou não a seta e sim em como fazer ou não fazer a manobra. A seta é só um dos elementos envolvidos nas manobras de ultrapassagem, mudança de faixa, conversão, etc.

  • Lucas

    http://catve.com/noticia/8/107876/prf-prende-homem-por-atravessar-maquinario-agricola-na-br
    Aí está mais um problema que teria que ser mais fiscalizado, afinal tem muito colono folgado por aí, “pilotando” suas máquinas agrícolas sobre a estrada, sem nenhum cuidado, e colocando todos em perigo.
    E também teria que haver estradas vicinais onde as máquinas agrícolas pudessem andar.

  • Roberto

    Como sugestão, eu também acrescentaria a carga e descarga em local proibido (lembrando que carga e descarga é estacionamento e não parada). Uma vez eu quase me acidentei, pois ao retornar para a pista da direita em uma avenida aqui da minha cidade, havia um carro com botijões de gás fazendo descarga em local proibido e em um ponto pouco visível.

  • Bob Sharp

    Imagine uma autoestrada multifaixas com pouco tráfego. Atrás de você poucos carros e bem longe. Você alcança um carro que, como você, trafega na penúltima faixa da esquerda, e você resolve ultrapassá-lo. Consulta o espelho esquerdo e não há tráfego próximo e nem se aproximando. Precisa dar seta? Agora mude o cenário. A autoestrada está com um bom tráfego. Como antes, você alcança outro carro e vai ultrapassá-lo. O espelho esquerdo informa carros próximos. O que fazer? Dar seta, claro, e ver com o que o carro de trás vai fazer. Ele poderá 1) acelerar e lhe ultrapassar, você em seguida fazendo o mesmo em relação ao carro à frente ou 2) você nota que ele manteve a mesma distância, significando que lhe deu passagem, muitas vezes até lhe dando um sinal com os faróis. O resumo disso tudo é que você usou a seta inteligentemente.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Entendi o que você disse. É que do jeito que você tinha dito antes, ficou parecendo que a seta era praticamente inútil. Acho que isso gerou tantas discussões a respeito do tema.

  • Bob Sharp

    Brilhante!

    • Paulo Roberto de Miguel

      Estou vendo que perdi meu tempo discutindo esse assunto outro dia… Quando a pessoa faz questão de não entender, não tem jeito.

      • Bikentusiasta

        E esse barulho todo apenas porque citei UMA lei de trânsito.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Se fosse apenas cisma, tudo bem…

  • caique313131

    Eu entendo que pode ser incômodo. Para falar bem a verdadade, do meu ponto de vista, os poucos carros que vejo trafegando de dia com os faróis acesos não me incomodam nem um pouco, porém cada um é cada um. Mas tenho certeza que mesmo com esse incômodo, a utilização deles compensa em segurança. A maior parte dos acidentes mais sérios em cidades acontecem em cruzamentos. Repare a diferença, de dia, entre um carro com os faróis baixos ligados/luzes diurnas de sinalização e outro sem. É gritante.

  • KzR

    O 9, 10 e 11 chegam a ser um parto de aturar. Recordo-me da algazarra que se fez no dia de apuração das eleições. Passeavam comboios de 7 motos coladas, acelerando e cortando giro com modificação citada em 11. Tem que ter apreensão na hora!

    Em adição ao 3 e 4, que são muito frustantes, acrescento ainda aqueles desleixados que trafegam em rodovia de mão dupla, cuja a mão oposta está separada por canteiro central (logo há carros transitando em sentido oposto) e com os faróis altos (e os de neblina) ligados, sem necessidade! Incomodam deveras quando te alcançam; um alívio (em parte) quando ultrapassam e se mandam.

  • Danilo Lopes

    Dono de Corolla, de Cruze, e de Citroën… concordo com cada palavra que você diz… e ainda ficam bravos quando você buzina e tenta avisar.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Ou porque você quis causar barulho?

    • Bikentusiasta

      Não quis causar barulho não amigo, fiz um comentário anterior a este mas aparentemente foi censurado.

  • Rogério Ferreira

    Pois é Francisco, Já vi de tudo. dos mencionados morrinhas, a motorista com esse comportamento que você descreveu. Pior são aqueles que não admitem não ser ultrapassado de forma alguma por um carro que julgue inferior. Isso acontece demais comigo, pois eu tenho um carro com bom motor 1.6 de 117cv, mas que é praticamente idêntico a versão 1.0. Muitos não aceitam ser ultrapassados por um milzinho!

  • brunollo

    Bob, vou publicar isso AGORA no meu FB. Concordei com tudo, de cabo a rabo.

  • Caio Azevedo

    É bom saber disso, pois numa situação dessas, supostas infrações como “Transitar pela contramão de direção em vias com sinalização de regulamentação de sentido único de circulação” não poderia ser motivo de multa.

  • J Paulo

    Não sei se falaram isso aí em baixo nos comentários. Mas se tem uma coisa que me IRRITA de verdade é a pessoa comprar um carro, não passar para o seu nome e depois vender. E ainda tem a cara de pau de querer vender e fazer questão de botar que tem documentação a fazer, recibo em branco e outras nojeiras. É coisa de roleiro sem-vergonha, cara de pau, capiau! Comportamento típico de brasileiro. Poxa! Regulariza a porcaria da documentação!!

  • Holandes Louco

    A parte que eu acho mais interessante é que sempre se falou que é extremamente perigoso ficar dentro da garagem com um carro ligado devido ao risco de asfixia por monoxido (CO) de carbono, que gera uma ligação extremamente estável com as plaquetas sanguineas, diferentemente do di-óxido de carbono (CO2) que eliminamos facilmente na nossa respiração. Por alguma razão esqueceram que as pessoas que praticam exercício físico, aspiram mais ar do que as que estão caminhando, e, fazendo isso ao lado de centenas de carros em funcionamento estão aspirando o veneno do monóxido de carbono. Quanto saudável é pedalar usando o CO como combustível?

    • Bob Sharp

      Saiba as emissões de CO dos carros produzidos no Brasil desde setembro de 1997 (há 18 anos) são desprezíveis devido aos controles da poluição legais e que por isso nem se morre mais em garagem fechada com motor ligado, o combustível acaba e nada acontece. Nos carros importados, antes mesmo disso. O CO emitido pelos motores não é mais preocupação.

  • Bob Sharp

    João Carlos
    Não sei se a tabela é verdadeira, mas também nunca vi carros nos EUA com vidros dianteiros laterais escurecidos.

  • LELO

    Olá! O Sr é o mesmo que escreve para o Estadão?

    Não concordo muito com a colocação 4: “Deixar de dar passagem pela esquerda, quando solicitado. Art. 198”, as vias tem suas velocidades limitadas por ou sem sinalização! Ando sempre dentro dos limites entre o mínimo e o máximo! Não gosto quando “pilotos de F1” vem de longe dando sinais com luz, geralmente muito altas, para que os veículos saiam da frente! Se estou com meu carro abaixo do limite máximo, o máximo que faço é acelerar para ficar no limite! Não adianta ficar xingando, é infração nos Artgos 170, 173 e 223, para quem já comete diversas infrações, ultrapassar pela direita é só mais uma!
    OBS: Antigamente dava passagem, até que um dia,não reparei que dois idiotas estavam tirando um racha, e quase me envolvi em uma acidente com o louco que vinha pela direita!

  • Bob Sharp

    Lelo
    Eu mesmo, mas parei há uns quatro anos.
    Diante do que você escreveu, digo-lhe em alto e bom som que você é uma das milhares de pestes que infestam o trânsito brasileiro. Que um dia você cometa uma barbaridade dessas e o motorista de um Dodge RAM fique nervoso com a sua tacanhice e faça você sabe o quê, acho que não preciso dizer. Por favor, o Ae não é site para você. Agradeço se não aparecer mais por aqui.

    • Mauro Nascimento

      Um pouco de educação por parte do “jornalista” seria bem vindo!

  • Bob Sharp

    Mauro
    Não há boa educação que resista à tacanhice, às pestes ao volante.

    • Lelo

      Bom dia! Sei que não me irá me publicar, mas mesmo assim escrevo! Andei pesquisando e pela Wikipedia observei que o senhor foi contemporâneo na Volkswagen do meu tio Bernardo Krons, que era chefe do laboratório, no km 11 da Anchieta! Era alemão, poliglota, falava 8 idiomas, amigo pessoal de Einstein e de Sabin, ao qual sempre se correspondiam. Um grande homem, o qual respeito muito até hoje! Este sim, importava sua opinião, sobre todos os assuntos, ao qual era mestre!
      Ele me dizia existirem vários tipos de homens, mas uns abundavam neste planeta! Os que tem a síndrome do pequeno poder! Os que são os profissionais ciclistas, dizem amém aos superiores e pisam nos subalternos! Entre muitos outros!
      Para apenas sua observação,tenho uma Dodge Ram 2014, e nem por isso tenho essa soberba estampada na alma!
      Não quero ser dono do mundo! Afinal o filho do dono, era tão humilde que não se preocupou em ensinar os “Doutores”, mas sim os “tacanhas”, chegando ao ponto de lavar os seu pés!
      Muitos tentam até hoje! Mas Emerson, Carlos Pace, e Ayrton, esses talvez nunca conseguirão ser alcançados por outro brasileiro, nem com 25 anos de carreira!

      • Ronald

        Rapaz, você tem espelho em casa? Pois se tiver não parece. A rua não é sua e não lhe pertence, é compartilhada e por isso mesmo todos têm direito. Você de ficar na sua mentalidade de metido a humilde que de humilde não tem nada. E os outros com as loucuras deles contanto que não batam no seu carro. Se o cara quer correr o problema é dele e você não tem nada com isso, pois se ele for multado é ele quem vai pagar a multa e ponto final. E outra: você está se esquecendo de que muitas vezes o cara que pede passagem, pode estar numa emergência, ser um médico que foi chamado as pressas, ou alguém que esteja passando mal ou com alguém no carro assim, dentre milhares de outras possibilidades que não cabe a você julgar. Se ligue e pare de recorrer ao passado, citando fulano ou beltrano ligado a você para desesperadamente se sentir mais importante… homens como você eu já sei o destino final: doente…

  • Rodrigo Bárbara Fachini

    Na minha opinião, tem que dar lado sim, porque quem tem um carro mais potente ou esportivo deve ter o prazer de rodar como tal. Porém, claro que os abusos devem ser bem fiscalizados, multas mais altas para excesso de velocidade já seriam o suficiente, mas em um país com projetos de engenharia viárias sem qualquer fundamentação é impossível trabalhar com esta modalidade. Se o individuo quer correr, dê passagem, pois ele esta assumindo a responsabilidade pelos seus atos, e você, pelos seus. O trânsito só será mais humano quando a humanidade entender o que é um carro….

  • Bob Sharp

    Lelo
    Bem, como você vê, sua entrada aqui foi liberada. Sabe por
    quê? Quero lhe dizer algumas coisas diante do que você escreveu. Primeiro, ótimo
    que você tenha uma Dodge RAM, pois assim a que vier atrás de você e seu
    motorista ficar nervoso por sua tacanhice de querer bancar o xerife da estrada e
    começar a dar toques na traseira da sua, não constituirá covardia – embora eu
    ache que com uma RAM igual à sua no seu espelho você vai tirar um descanso do
    cargo. E já você falou em poder, o fato de você “comprar” a última faixa
    esquerda pode ter a ver com uma pretensa sensação de poder devido ao porte da
    RAM, embora você afirme que não é nada disso. Quanto a você não querer ser dono
    do mundo, acredito no que diz, mas não que você não queira ser dono da estrada,
    pois é exatamente o que a sua atitude denota (“não deixo ninguém me ultrapassar
    pela esquerda”). Essa atitude, de “xerife”, é totalmente condenável, por isso
    torço para que o filho de chefe converse com você e lhe mostre o caminho da paz
    no trânsito, pois sua atitude é contribui de maneira decisiva para que a paz no
    trânsito vire guerra. Ultrapassar é um direito que independe de velocidade.
    Neste Carnaval viajei com uma Audi RS 4 Avant, 450 cv, 280 km/h. Se eu resolvesse
    andar a 200 km/h
    e outro carro mais veloz aparecesse no espelho, eu por acaso ainda na faixa da
    esquerda num final de ultrapassagem, eu daria passagem prontamente. Não é favor,
    mas obrigação. Foi o seu comentário que me fez sair do sério, “o máximo que faço
    é acelerar para ficar no limite”. Sua atitude, além de tacanha, constitui infração
    de trânsito (CTB, art. 198, infração média, 4 pontos na CNH e multa de R$
    86,13), portanto ela é absolutamente condenável. Como ando no meu ritmo de 120~130
    km/h, e sempre deixando a faixa mais à esquerda para ultrapassagem, incontáveis
    carros me ultrapassaram. Esse hábito, que você devia começar a cultivar, é para
    o bem seu e dos outros, pois você não fica tenso e nem gera indisposição dos
    outros para com você. Nada custa você mudar de atitude, é de graça. Sobre os
    pilotos de F-1 citados, você omitiu o tricampeão mundial Nélson Piquet (1981,
    1983 e 1987). Mas, francamente, não atinei exatamente por que esses pilotos citados
    entraram na sua argumentação. Seria por você achar que quem quer viajar rápido,
    em velocidades de primeiro mundo, tem aspirações automobilísticas desportivas?
    Se for, a Alemanha tem 60 milhões de candidatos a sentar num F-1…

    • lelo

      Boa tarde??

      Os limites máximo e mínimo servem para quê???
      Tirei o excerto da mensagem acima “Neste Carnaval viajei com uma Audi RS 4 Avant, 450 cv, 280 km/h” – Gostaria de saber qual rodovia brasileira permite essa velocidade! Recomendarei aos que querem dirigir esportivamente, que a utilizem! Procurei mas não achei! Devo admitir o Sr. é uma pessoa muito sincera ao confessar essa imprudência!
      Quanto ao Sr. que também me criticou, digo que todos são iguais perante a Lei, ao qual devem conhecer e acima de tudo respeitar!
      Se motorista está socorrendo alguém, ou um médico em emergência, acho que inventaram na legislação, atitudes a serem tomadas nesses casos!
      E mais uma outra coisa! A estrada não é minha, a rua não é minha! Não quero ser xerife ou algo parecido! É de toda sociedade, ao qual todos tem direitos e deveres a seguir, inclusive à segurança e a educação, tão alardeada aqui!
      Não sou xerife, nunca pretendi ser! Mas responda! Porque os leões, que vem rugindo em nossas costas, quando encontram um radar ou a polícia reduzem a velocidade e viram gatinhos???
      Se estão tão certos assim, não haveria receio algum! Não é mesmo!???
      Sou eu que deve mudar??? Um repeitador da Lei! Que mesmo podendo desrespeitar os limites e cometer imprudências, escolhe seguir as normas! Mas com os exemplos dados pelos nossos governantes, fica difícil resistir! Mas muitos resistem!
      As estatísticas não mentem! A maioria dos acidentes acontecem em retas, com dias sem chuva ou neblina, pista seca, asfalto sem defeitos, com ótima visibilidade! Sabe os motivos! Entre sonolência, alcoolismo, distração, está a ultrapassagem em local proibido e o excesso de velocidade, daqueles que justamente se acham donos das estradas! Quanto aos alemães, não se tem discussão! Nas autobans é proibido andar a menos que 100 km/h, recomendável 130 km/h, mas lá a cultura é outro povo, outra cultura!

      Pobre é aquele que não valoriza o seu passado! Pois se não conhece o passado, talvez desconheça o presente e ignore o futuro! Valorizo e respeito os meus antepassados, porque me ensinaram valores, que hoje estão tão deturpados e invertidos!
      Quanto ao espelho, tenho vários como o Sr Ronald deve tê-los! Então deve sempre, como eu, meditar se é válido, andar pelas estradas, feito um F1, até mesmo naquelas onde não se permite, cheias de pessoas “tacanhas”, com carros não tão caros e potentes, atrapalhando a “esportividade da vida!”, daqueles que querem liberar adrenalina, e infligir inúmeros artigos da CTB, que nem com o mínimo de bom senso autorizaria fazê-lo!
      Conclusão! Se alguém com velocidade excessiva, “curtindo um esportivo”, que ao longe vier dando jogo de luz, para que os estorvos, saiam do caminho!
      Estes para não serem chamados de “tacanhas” e demonstrarem obediência às solicitações dos “não tacanhas”, fizerem manobras perigosas, até entrando na frente de caminhões ou outros carros, e se acidentando, e aí sim atrapalhando a vida de todos! Estará tudo certo, certinho! Pois quando isso acontecer, eles estarão ao longe, muito longe, para perceberem isso!
      Este é o Brasil! Não deveria o motorista que vem atrás, ter educação e esperar o momento correto para que o carro da frente tenha segurança para manobrar, saindo da frente!
      Mas não! Fica infernizando a vida da gente! Esse sim! se acha o dono do mundo!
      Como “tacanha” assim penso! E como milhares de “tacanhas” irão concordar comigo!
      Não irei mais escrever, pois tenho certeza que nós senhores de meia idade, como eu, não mudaremos nossas ideias! Então somente virei aqui para ver como os “não tacanhas” pensam, e quem sabe um dia, como os ensinamentos dos especialistas, aprenderei a usar o pedal do acelerador, o câmbio automático e que aqueles “pirulitos” com números são meros enfeites, e que todos devem sair da minha frente, pois é meu desejo, e não posso ser contrariado!

  • Bob Sharp

    Lelo
    Você não prestou atenção ao que escrevi sobre a Audi RS 4. Eu não disse que andei a 280 km/h e nem a 200 km/h. O que eu disse é que se estivesse a 200 km/h e um carro se aproximasse, eu daria passagem, apesar de poder chegar a 280 km/h. Isso para mostrar a sua tacanhice de não dar passagem por já estar no limite, ou seja, coisa de xerife, e tacanho, ainda por cima.
    Achou errado, não existe legislação para pressa, disse bobagem.
    Andar rápido não é falta de educação. Falta de educação é bancar o xerife, poder que o Estado não lhe conferiu.
    Fez uma pergunta idiota, por que as pessoas diminuem diante de um radar ou detector de velocidade. Você parece um alienado, ou finge que é, para perguntar isso.
    Você NÃO é um respeitador da lei. Se fosse, daria passagem quando solicitado e também não andaria na faixa da esquerda, a menos que fosse para ultrapassar.
    Velocidade jamais foi causa de acidente, pode ser no máximo fator contribuinte. Se velocidade causasse acidente o trânsito alemão seria uma verdadeira carnificina. Lá, viajar a 200 km/h é passear.
    Cultura nos falta realmente, a começar por você, que acha que é o xerife das estradas, impede que as pessoas andem à velocidade que desejarem.
    Essa sua conversa sobre antepassados não se insere nesse contexto. A menos que algum antepassado seu tenha sido xerife.
    Fórmula 1 anda a pelo menos 320 km/h, disse outra besteira, “andar como um Fórmula 1”
    Sim, estorvos como você o melhor é que fazem é sair do caminho. Aliás, como eu já disse, é obrigação,não é favor.
    Você se contradisse ao dizer o motorista que vem atrás deveria esperar o momento correto para que o carro da frente tenha segurança para manobrar, pois você mesmo disse que não sai da frente nunca, que acelera até o limite de velocidade. Afinal, qual versão devo considerar? Acho que os leitores também gostariam.
    Errado: idade não tem nada ver com mudar ou não idéias. Tenho 72 anos e as mudo constantemente. Fale por si, não pelos outros.
    Seu eu fosse policial-rodoviário procuraria andar perto de você só para multá-lo por não dar passagem. Em um dia você teria sua carteira habilitação apreendia.
    E a última aula para você: Autobahn, plural Autobahnen.

    • lelo

      Bom dia!

      Não ia escrever mais! Mas…

      Quanto a 280 km/h apenas copie que o Sr. escreveu! Nunca entendi, o porquê de fazerem carros com essa velocidade, se não existem estradas compatíveis! Talvez por ser “tacanha”! Não consiga mesmo, entender o sujeito comprar um carro tão potente, e não usar nem na metade disso! Metade de 280 é 140! E não existe estradas aqui, neste país, que comporte essa velocidade! É um gasto desnecessário! Mas o dinheiro felizmente não é meu! Apesar de ter carros potentes, nunca entendi o motivo de se ter um velocímetro com marcação elevada!
      É um desperdício! Então vamos aproveitar!
      Talvez pelo fato da possibilidade de exportação! E nesses locais, onde a engenharia não permita as aberrações que acontecem por aqui, como asfaltos ruins, curvas que nos jogam para fora, sem a inclinação adequada, juntas com desnível além do ideal, entre outras!
      Quando trafego pela Castelo Branco procuro andar na faixa central, para não seguir atrás de caminhões, nem atrapalhar os apressadinhos!
      Agora, se houvessem mais xerifes oficiais (policiais rodoviários) com toda certeza, o trânsito seria melhor! Mas isso é coisa do passado!
      Por que minha pergunta é idiota? Constantemente vejo os motoristas, fazendo frenagens, quando se aproximam dos “pardais”, ou quando motorista em sentido contrário faz sinal, alertando possível problema à frente ou a polícia rodoviária! Se estão tão corretos assim, deveriam andar na mesma velocidade! É estranho, mas como não sou “idiota” sei os motivos!
      Na Alemanha, quando um veículo de emergência, está trafegando pela estrada, os motoristas saem da frente na mesmo momento, seja nas Autobahnen ou outra estrada, mas aqui quando saímos para liberar a passagem, os “Gérsons” aproveitam que elas estão em emergência, as usam como batedoras! É outra inflação de trânsito!

      Não querem usar a faixa da esquerda para ultrapassagens como diz a lei! Querem como pista exclusiva! Se isso fosse uma inverdade, quando a faixa da direita está livre, entrariam nela sem problema algum! Mas mesmo podendo, não o fazem! Inflação de trânsito!
      Talvez faltou mais algumas palavras, na minha primeira mensagem, que se tivesse tido um pouquinho mais de educação e compreensão ao “tacanha” aqui, talvez a conversa não tivesse se estendido!
      Procurei este site para melhor entender o comportamento dos motoristas atuais, e nesse quesito agora entendo perfeitamente!
      Em relação ao comportamento grosseiro, palavra infeliz que me direcionou, já deixei a cargo dos meus advogados, que estão estudando a “Lei da Internet”, para as melhores posturas!
      Francamente, ficamos chocados com o comportamento do Sr. que no mínimo deveria respeitar as posições contrárias! Grosseria estampada aqui, desvalorizou este site e a honrada história pessoal do editor-chefe!
      Não saio nunca da frente mesmo quando minha segurança e de outros estão em risco, jogando meu carro para a direita, onde o fluxo sempre está mais lento, cheio de caminhões etc., somente porque o apressadinho se acha no direito de correr acima do limite da estrada!
      Espere o melhor momento! Que quando tenho condições de sair da frente, eu saio!
      Quando disse que acelero ficando no limite é porque não quero atrapalhar o sujeito, fazendo-o reduzir a potência das marchas e do motor! Pois esse mesmo motorista deveria respeitar a distância do carro da frente! Mas não é isso que nós presenciamos!
      Na minha “tacanha” opinião, acho que quem age forçando os motoristas que seguem no limite, até mesmo sem condições de sair da frente dele, esse sim se sente o “dono da estrada”! O que aliás, cresce exponencialmente, conforme carros potentes são mais e mais vendidos!
      Resumindo: deveriam fazer uma faixa exclusiva para aqueles que querem correm esportivamente, separada dos demais, assim “estorvos” como eu não teriam motivos para atrapalhar a vida deles! Afinal não podem perder um minuto sequer!
      Mas isso é utopia! Neste país onde a corrupção impera em todos os seguimentos da sociedade, fica difícil acreditar que um dia as pessoas de todas as classes irão se respeitar!
      Alguns aqui não gostam do passado! Mas quando era guri, assistia na TV um filminho onde o Pateta, era o Sr. Andante e o Sr. Volante! E esse filme está atual como nunca!
      E só para finalizar! Quero acreditar que Sr. com 72 anos de idade mude constantemente, e ande no ritmo entre 120 a 130 km/h, a 130 km/h mas descontando a tolerância, talvez não seja infração de trânsito! Mas não vejo nas estradas tantos carros potentes com possibilidade de correr muito mais, manterem essa média! Resistir à tentação de dar uma pisadinha a mais, é para poucos! Nisso tenho que “lhe tirar o chapéu”!
      Mas apesar de ofendido, queria agradecer “as aulas” dada pelo Sr. e alguns dos seguidores do site! É com essa sapiência gigantesca que nós deixamos de ser a cada ensinamento menos “tacanhas”! Afinal, uma simples opinião mexeu com muitas pessoas, é admirável! Vou voltar para minha plantação de soja! De lá presencio todos os dias os absurdos, que lá se sucedem dia a dia!
      Tinha tantas dúvidas! Agora nem arrisco mais perguntar! Uma vez ofendido, já basta! Deveria receber uma retratação!

    • Roberto Neves

      Não vou entrar na discussão sobre limites de velocidade. Quero apenas lembrar que o motorista que vem atrás de, a uma velocidade superior à minha, piscando farois para que eu lhe dê passagem, pode estar transportando um ferido para o hospital, sem tempo para obedecer aos limites de velocidade. Não me cabe a função de policiar as estradas, apenas me cabe obedecer às normas de direção, entre as quais está dar passagem a quem busca me ultrapassar pela esquerda. Dirigi em Portugal e Espanha e ninguém (ninguém mesmo) anda pela pista da esquerda indefinidamente. Ultrapassam a uma velocidade altíssima e voltam para a pista da direita. Um amigo dirigiu na República Tcheca e me contou que lá quem aluga a pista da esquerda é multado sem discussão.