Se você dispõe R$ 601.100 na sua conta bancária e quer sair em busca do imensurável prazer de possuir e dirigir uma obra-prima sobre quatro (largas) rodas, o Audi RS 7 Sportback está à sua espera. A satisfação que dá ao dirigir um sedã com jeito de cupê mas que tem quatro portas, acelera que nem uma supermoto (mas protegido das intempéries e faz muito mais curva) e pode chegar a mais de 300 km/h, e ainda levá-lo e mais três pessoas e toda sua bagagem no porta-malas de 535 litros, cuja tampa abre e fecha eletricamente, é uma combinação difícil de imaginar. Mas ela existe, e funciona com gasolina comum, informado no lado de dentro da portinhola do bocal de abastecimento.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 10  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 10

A carroceria pode ser considerada uma liftback, em que o vidro traseiro abre-se junto com a porta de carga. Outro pormenor é os vidros das janelas não contarem com molduras, o que dá um toque de esportividade ao modelo.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 26  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 26

O Audi A7 foi lançado no verão europeu de 2010 com motores V-6, um 2,8-L de aspiração atmosférica, injeção direta, 204 cv, e outro  de 3 litros com compressor, 310 cv (há versões a diesel também). Passado pouco mais de um ano, no Salão de Frankfurt,  surgiu o S7, a versão de alto desempenho marcada pela letra ‘S’ em vez de “A”, prática da Audi, com um V-8 de 4 litros biturbo de 420 cv que já andava muito, 0-100 km/h em 4,7 s. O motor trazia desativação de cilindros visando reduzir o consumo em velocidades de viagem e, na esteira, o de CO2, visando acalmar os histéricos que temem o derretimento da Terra causado pelo efeito-estufa. Em janeiro de 2013 a Audi lançou o RS 7 e em julho ano passado dotou-o de novos faróis Matrix, a LEDs,  e aplicou pequenas mudanças de estilo.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 04  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 04

É um carro grande, 5.012 x 1.911 x 1.419 mm (comprimento.largura sem os espelhos/altura) com entreeixos de 2.915 mm, e pesa em ordem de marcha, com o tanque de 65 litros cheio, 1.920 kg. Seu Cx não é excepcional, mas é bom, 0,30, com área frontal de 2,29 m², o que dá uma área frontal corrigida de 0,687 m². Tudo isso apoiado em pneus Pirelli PZero 275/30ZR21, que são opcionais incluídos no pacote para o Brasil; os de série são 275/35ZR20. Outro item opcional mas que faz parte deste pacote é o aerofólio traseiro, que levanta ao ser atingida velocidade de 120 km/h.

O RS 7 não tem estepe, no seu lugar kit selante e bomba pneumática elétrica, mas como o carro havia ido ao Rio de Janeiro para filmagem de comercial, foi colocada uma roda completa no porta-malas.  Tirei-a para ver o subwoofer que fica no poço do estepe e fiquei impressionado com o peso da roda mais pneu, 30 kg por baixo.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 16  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 16

O  câmbio é automático epicíclico ZF de oito marchas, com modo Sport e trocas pela alavanca ou pelas borboletas. Não pôde ser usado o robotizado de duas embreagens do S7 devido ao maior torque do motor. Mas a ZF conseguiu excelente resultado na questão das trocas de marchas, que são quase tão rápidas quanto no robotizado em qualquer situação. No modo manual a marcha em uso não sobe ao ser atingida a rotação-limite de 6.800 rpm. Nas reduções, aceleração interina perfeita, claro.

Aliás, chegar a essa rotação é mero diletantismo, pois ir até 6.000 rpm dá e sobra, uma vez que a 5.700 rpm o motor já está entregando a potência máxima de 560 cv e assim vai até 6.600 rpm. O torque máximo de 71,4 m·kgf já vem a apenas 1.750 rpm e continua nesse patamar até 5.500 rpm. É um platô que pode ser chamado de planalto de tão extenso. A 1.000 rpm já são 38,7 m·kgf (380 N·m).

O resultado é uma resposta ao acelerador impressionante em qualquer rotação. O 0-100 km/h é feito em 3.9 segundos, aceleração de supercarro. Mas não é só o “GP do 0 a 100 km/h” que deixa qualquer motorista autoentusiasta em êxtase: 0 a 160 km/h em 8,2 s, 0 a 200 km/h em 13,2 e 0 a 250 km/h em 23 s dão melhor idéia do que este felino alemão anda. Ou, por exemplo, estar-se 80 km/h em 8ª, acelerar a fundo, entrar a 4ª e em 2,9 segundos chegar-se a 120 km/h.

Mas a maneira como o carro pode ser dirigido calma e elegantemente é notável. O passageiro que não o conhece não pode imaginar que o rodar calmo e silencioso se transforme num de carro esporte ao menor toque no acelerador.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 15  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 15

A velocidade máxima regulada é 250 km/h, mas na Alemanha (e certamente com jeitinho aqui) pode-se optar por 280 km/h e 305 km/h. A v/1000 em 8ª é 62,3 km/h, para 120 km/h a 1.900 rpm. No caso da velocidade máxima mais alta, é atingida em 7ª a 6.100 rpm. A 250 km/h em 8ª, apenas 4.000 rpm.

O motor é estado da arte: bloco e cabeçotes de alumínio, duplo comando de acionamento por corrente, 4 válvulas por cilindro, injeção direta, dois turbocompressores de dupla voluta no vale do “V”, interresfriadores ar-água. A pressão de superalimentação é 1,2 bar. Conta com desliga/liga que pode ser desativado e assim fica até ser acionado, não sendo do inconveniente tipo em que o padrão volta a cada partida de motor.

Para parar, gigantescos freios a disco carbocerâmicos, dianteiros com 420 mm de diâmetro. O duplo-cicuito, mantendo a tradição Audi, é em diagonal, uma vantagem sobre seus concorrentes alemães ao garantir um freio dianteiro em caso da falha hidráulica. Aliás, duplos também são os fechos do capô (como no Passat brasileiro até 1977!). A direção assistida elétrica tem relação de 13:1, a mais baixa que já experimentei, e o diâmetro mínimo de curva é de razoáveis 11,9 metros considerando o tamanho do carro. Na verdade, dá impressão de ser menos, tal a facilidade de manobra em lugares conhecidos como a própria garagem do prédio.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 07  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 07

A tração é integral (quattro) cujo diferencial central distribui o torque 40% na dianteira e 60% na traseira como padrão, mas que dependendo da necessidade manda até 70% para a dianteira ou 85% para a traseira. Isso mais a suspensão (pneumática com amortecimento adaptativo) em si, com geometria feita por quem entende do assunto, não poderia resultar senão num comportamento irrepreensível. Há ainda o diferencial traseiro autobloqueante pelo freio que produz o efeito de vetoração de torque, ajudando o RS 7 a “mergulhar” nas curvas.

O motor tem desativação automática de cilindros quando não é exigida potência e não se nota nenhuma diferença na passagem de V-8 e “V-4” e vice-versa. Segundo a Audi, a economia de combustível chega a 10% com a solução. O consumo europeu (New European Driving Cycle, NEDC)) do RS 7 é 7,5 km/l cidade e 13,7 km/l estrada, médio 10,5 km/l. Viajando do nosso “campo de provas” (Estrada dos Romeiros) até Moema o computador de bordo indicou média de 8,7 km/l, embora dirigindo sem preocupação com consumo e o ar-condicionado ligado.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 11  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 11

Importante salientar que a fábrica indica gasolina de 95 ou 98 octanas RON e o carro estava com gasolina aditivada (95 RON), em que com mais octanagem o desempenho aumenta e o consumo melhora, e certamente nas medições de consumo na Europa é feita com a gasolina mais favorável, a Super Plus de 98 RON. E, claro, nada a ver a nossa maldita gasálcool que sabidamente faz elevar o consumo. Portanto, caso se queira o máximo de desempenho, utilize-se gasolina premium ou Podium.

No interior, o padrão Audi de instrumentos, de leitura fácil e com conta-giros no lado certo, mostrador multi-informação entre os dois instrumentos principais (que são voltados para o motorista, perfeito), mostrador projetado no pára-brisa com  indicação de velocidade e, quando acionado o GPS, a rota seguir, e a grande tela de 8 pol. escamoteável do painel onde, entre outros ajustes, os do veiculo, pelo Audi Drive Select. De ajuste de amortecedores ao som dos escapamentos. Até leitura da pressão dos pneus. E ainda toda a seleção do sistema de áudio Bang & Olusen (opcional, não está no preço informado no começo). A partida é por botão com chave de presença. O carro testado não tinha a faixa degradê no pára-brisa que consta da lista do pacote Brasil; faz falta.

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 14  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 14

O ar-condicionado é de quatro zonas e há saídas para os bancos traseiros até mesmo nas colunas centrais. Não poderia faltar o teto solar de vidro inclinante e deslizante, tampouco o controlador automático de velocidade.

Andar uns dias com um carro como o Audi RS 7 traz à lembrança o velho ditado, adaptado, “dinheiro não traz a felicidade, mas faz a infelicidade bem mais confortável”. E, no caso, bem mais emocionante.

BS

Fotos e vídeo: Paulo Keller
FICHA TÉCNICA AUDI RS 7 SPORTBACK
MOTOR
TipoIgnição por centelha, 4 tempos
InstalaçãoDianteiro, longitudinal
Material do bloco/cabeçoteAlumínio/alumínio
N° de cilindros/configuração8 / em “V” a 90º
Diâmetro x curso84,5 x 89 mm
Cilindrada3.993 cm³
AspiraçãoForçada por dois turbocompressores com interresfriador, pressão 1,2 bar
Taxa de compressão9,3:1
Potência máxima560 cv de 5.700 a 6.600 rpm
Torque máximo71,4 m·kgf de 1.750 a 5.500 rpm
N° de válvulas por cilindro4
N° de comando de válvulas /localização2 / cabeçote, com variador de fase de admissão, corrente
Formação de misturaInjeção eletrônica direta
ALIMENTAÇÃO
CombustívelGasolina E20/25, 95/98 octanas RON
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão12 volts
GeradorAlternador 190 A arrefecido a água
Capacidade da bateria92 A·h
TRANSMISSÃO
Rodas motrizesQuatro
CâmbioAutomático epicíclico ZF
N° de marchas8 à frente e uma à ré
Relações das marchas1ª. 4,714:1; 2ª. 3,143:1; 3ª. 2,106:1; 4ª.1,667:1; 5ª. 1,285; 6ª 1,000; 7ª 0,839; 8ª 0,667; ré 3,317
Relações de diferencial3,076:1
FREIOS
De serviçoHidráulico, duplo circuito em diagonal, servoassistido, ABS com EBD
DianteiroDisco carbocerâmico ventilado Ø 420 mm
TraseiroDisco carbocerâmico ventilado Ø 400 mm
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, braços triangulares superpostos com 5 braços, subchassi de alumínio, mola pneumática, amortecimento eletrônico e barra estabilizadora
TraseiraIndependente, multibraço com subchassi de aço, mola pneumática, amortecimento eletrônico e barra estabilizadora
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva11,9 m
Relação de direção13:1
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio 9J x 21
Pneus275/30ZR21
PESOS
Em ordem de marcha1.920 kg
Carga máxima595 kg
CARROCERIA
TipoMonobloco em aço, capô e pára-lamas dianteiros de alumínio, 4 portas liftback, 4 lugares
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento5.012 mm
Largura sem espelhos1.911 mm
Altura1.419 mm
Distância entre eixos2.915 mm
Bitola dianteira/traseira1.634/ 1.625 mm
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx)0,30
Área frontal (A)2,29 m²
Área frontal corrigida (Cx x A)0,687 m²
CAPACIDADES
Porta-malas conforme VDA (V211)535 litros
Tanque de combustível65 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima250 km/h (opcional 280 e 305 km/h)
Aceleração 0-100 km3,9 s
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL
Cidade (dado de fábrica, NEDC)7,5 km/l (13,3 l/100 km)
Estrada (dado de fábrica, NEDC)13,7 km/l (7,3 l/100 km)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 8ª62,3 km/h
Rotação do motor a 120 km/h em 8ª1.900 rpm
Rotação do motor à vel. máxima, 7ª6.100 rpm (305 km/h)

Mais fotos:

 

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 24  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 24

Eu atrás de mim, pernas folgadas

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 20  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 20

Eu e o MAO praticando um pouco de halterofilismo num manhã de domingo…

Audi RS 7 - AUTOentusiastas 22  AUDI RS 7 SPORTBACK, CARRO ESPORTE DISFARÇADO DE SEDÃ Audi RS 7 AUTOentusiastas 22

Halterofilismo, em imagem mais aberta

 

Nota: fotos adicionais incluídas às 19:00 do dia 23/01/14.

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Davi Reis

    Incrível. Andei em um desses e quando se pisa, o carro se torna ignorância pura, mas com muita classe (perdoem o paradoxo). A patada é violentíssima mas o carro vai sempre na mão e não deixa o motorista temeroso em momento nenhum. Esses carros da Audi são realmente uma obra de arte sobre rodas. Mas sinceramente, prefiro uma RS6, o estilo dela me agrada mais e ela também é uma loucura. Save the wagons!

  • Thiago Teixeira

    Bob, qual o perfil do comprador desse carro? Piloto?

  • CARPANO

    Temos uma fazenda nessa Estrada dos Romeiros, na altura de Cabreúva. Da próxima vez tá convidado para tomar um café e me deixar dar uma volta nesse carro!

    No mais, belo carro e excelente reportagem!

  • xineis

    Que carro…
    Bob, ficou sabendo que pretendem aumentar ainda mais a porcentagem de álcool na gasolina?

  • Mr. Car

    Acho um sedã assim infinitamente mais bacana que os Veyrons, Lambos, e Paganis da vida. Infinitamente meeeeeeeeesmo.

  • Bob Sharp

    xineis
    O que sei é que foi aprovado 27,5%. Fala-se em mais que isso?

    • xineis

      Não, “apenas” isso. Para mim foi novidade colocarem a taxa acima de 25%. Mas como ficam os carros que andam apenas com gasolina?

      • Domingos

        Olha, extra-oficialmente acho que já andamos com mais de 25% faz um tempo.
        Estava com um carro monocombustível que era bem sensível aos quesitos de qualidade e teor de álcool.
        Quando teve uns postos por aí trabalhando com menos de 20% há uns anos, pois estava mais barato para eles do que colocar álcool (postos de supermercado, em geral), o carro fazia entre 11 e 12 em São Paulo.
        Andava muito e tinha potência e resposta em todas as condições. E isso com gasolina comum. Era melhor assim do que com Podium cheia de álcool.
        Já com o combustível dos últimos meses, podia ser aditivada, Podium ou o que fosse que não passava dos 10 e tinha uns buracos grandes em certas faixas de rotação.
        É isso que pode se esperar ao passar dos 25%: consumo ruim, performance ruim e até mesmo bomba e bico com problema nos carros onde essas peças estejam mais cansadas.
        É novamente o governo fazendo um roubo legalizado ao cidadão.
        É o governo do legalize. Uma b….

    • Marcelo R.

      Quanto ao Audi, que carro!

      Quanto a gasolina, 27,5% de álcool?!?! Se continuar assim, chegará a hora em que meu pobre “poisé” 2004, movido a gasolina, não sairá mais do lugar. Seria cômico, se não fosse trágico…

      • Domingos

        Às vezes me arrependo de ter vendido meu monocombustível do mesmo ano que o seu, um Corolla 2004. Manual ele andava como poucos e bebia pouco, mas com cada vez mais álcool na gasolina a injeção já não estava conseguindo mais compensar. Estava começando a ficar gastão e a andar normal…
        Tive que comprar um frequis…
        A propósito, há uns tempos um frentista me disse assim: espero que o governo pague um módulo flex pra nós que temos carro a gasolina.brasileiros e fundida na nossa cultura pelo PT.

    • Ilbirs

      Bob, a preocupação que há é pelo fato de haver muitos carros monocombustível a gasolina. Nos carburados não é tão problema assim, pois sempre há margem de regulagem e um bom mecânico logo sabe quando está funcionando redondo, como ocorreu quando a gasolina perdeu o chumbo na formulação. Porém, os injetados têm parâmetros programados e trabalham com margens mais fixas, sendo que esses 27,5% acabam ficando acima do máximo para que eles estavam programados (E25). Logo, na prática significa que toda gasolina que estiver no posto após essa ideia será batizada, mesmo que tenha garantia de origem. Que efeitos o E27,5 pode gerar em carros que consomem até E25 é um mistério daqueles. Veremos engasgos? Peças internas sofrendo de uma corrosão que não sofriam? Motores abrindo o bico mesmo que abastecidos em bons postos? Enfim, observe-se o problema que estão querendo criar para quem abastecer o carro monocombustível programado para até E25.

      • Domingos

        O trabaiadô que vota PT já tem carro frequis na parcela paga com os novos juros mais altos ainda, que foram pensados para ser “contra o grande capital e a favor du povu”.
        O trabaiadô que num tem carro frequis tá fora da moda, tem que se atualizar e ser forçado a se enforcar nas parcelas como todo bom eleitor do PT. Opa, quer dizer, como todo bom trabaiadô.
        O que tem carro que não é frequis por escolha tem mais é que pagar o prejuízo da Petrobras, esses burgueis, que nem São Paulo toda paga pelo desconto do IPTU nos bairros mais de gente atualizada (os eleitores do PT).

  • Raphael Duarte

    Acho bacana a adoção do uso da corrente nesses motores de alta performance, tendo em vista da grande quantidades de peças feitas com materiais nobres que poderiam sofrer avarias no levantamento do bloco para ter que trocar a temida correia dentada, caso fosse usada.

  • Bob Sharp

    Carpano
    Será um prazer!

  • Bob Sharp

    Depende. Um marqueteiro responderia “Excecutivo bem-sucedido na vida, casado, no máximo dois filhos, entre 35 e 50 anos, costuma freqüentar shoppings, cinemas, faz viagem ao exterior duas vezes por ano…” Eu respondo que: “Qualquer pessoa que tenha poder aquisitivo para tanto, tenha sólidos conhecimentos boa experiência e goste de de dirigir, e seja responsável”…

    • Domingos

      Definição muito melhor e mais responsável…

  • Bob Sharp

    Davi
    Aí não é questão de estilo, é preferir um tipo de carroceria, não acha? Se a intenção é comprar um sedã, não se vai comprar uma perua. Agora, qualquer dois dois, que têm o mesmo motor, é fantástico. Eu cheguei a andar na RS 6 Avant anterior, a V-10 de 5 litros, 580 cv, um canhão!

    • Davi Reis

      Exatamente, o estilo desse tipo de carroceria me agrada mais, não só sua praticidade. Pra quem gosta, ou prefere um sedã mesmo, o RS7 serve maravilhosamente.

    • Domingos

      Era aquela com câmbio manual junto do V10? Acho que como loucura aquela é um nível acima do RS 7, mas cada um com a sua proposta.

  • Henrique Lopes

    Nossa, é tanto torque que não consigo nem imaginar…
    É ótimo ler textos escritos por quem gosta como nós, neles, tenta transmitir todas as impressões que nós, autoentusiastas, gostaríamos de saber.

  • Domingos

    Bob, o que acha dos freios de carbono? São claramente mais eficientes que os a aço, mas não acha que dão uma sensação meio estranha na modulação?
    Perto de um bom disco de aço, parece que ficam devendo em sensação/modulação. É impressão só?

  • Fórmula Finesse

    Ronco ardido de carro da Nascar…que petardo!
    E então Bob? Apesar de propostas totalmente diferentes (utilização, época…tudo!); no teu ranking particular, rememorando os melhores e mais rápidos carros que já dirigiu e pilotou – como tu iria mensurar o desempenho desse carro perante uma mítica F40? Ou quanto seria mais rápido em pista em relação a um Maverick V8, ultrapreparado de corridas? Ou se seria ainda mais visceral que um Omega Lotus (mesmo esse sendo “fraco”)?
    Não sei se me faço entender, porquê até eu não sei o que te pedir exatamente…mas sei lá; eu escrevo de coisas intangíveis, fora de simples números de desempenho, é mais sobre a sensação de dirigir um carro desses – aquela coisa que temos de sempre rememorar carros que nos marcaram; o que te impressionou perante esses outros citados, apesar de tanta diferença, como ele ficaria contextualizado perante outros grandes carros…
    (Ter leitor interessado e curioso – mala – não é mole!)
    No mais, que máquina! O Big A da Audi deve ser algo massivamente impressionante!
    abraço
    FF
    P.s: Seria também interessante ler as impressões do MAO e do PK; esses felizardos…

  • Cláudio P

    Sublime!! Não fossem as restrições orçamentárias simplesmente
    seria meu próximo carro (hehe).

  • Paulo Roberto de Miguel

    Eu tinha a impressão de que se uma coisa fosse muito boa em um aspecto, perderia em outro. Carros como esse parecem bons em tudo, sem comprometer nada. E tem gente que odeia carros…

    • Christian Sant Ana Santos

      Pode procurar que tem: Não sei o RS 7, mas o A4 é bem ruim de se entrar e sair, principalmente um cheinho e velhinho como eu, nesse caso, prefiro meus populares…

  • Carlos A.

    Sobre esse aumento do percentual de álcool na gasolina, ouvi uma notícia no rádio dizendo que entrará em vigor a partir de 01/02/2015, mesmo sem os resultados técnicos oficiais de 2 montadoras que receberam essa gasolina com os 27,5% de álcool para análise. Aí fico na dúvida, será que pelo menos esses carros importados já estão preparados para tanto álcool assim?

  • Lorenzo Frigerio

    O que dá uma boa idéia da força desses carros é a retomada de 80 a 120 km/h em 2,9s. Nos Estados Unidos, aluguei em 2006 um 300C Hemi com “apenas” uns 210 hp a menos e achei o kickdown apavorante. Não dá para imaginar o que seja esse Audi.

  • Fabio

    Faltou um cambio manual pra esse carro.

  • Vinicius

    Deviam exigir brevê, e não habilitação, pra pilotar esse tipo de máquina.

  • Juvenal Jorge

    Tremendo carro, sem dúvida. Só não entendo essa mania de rodas de aro gigante e pneus de perfil ridiculamente baixos. Nem Fórmula 1 precisa disso… que mania desses marketeiros.

    • Domingos

      Lembrando que 35 é o máximo hoje em termos de construção de pneu onde o pneu ainda FUNCIONE. Abaixo disso passa a ser mais que mania, passa a ser assassinato da dinâmica e conforto do carro.
      Sinceramente, deveriam se manter no perfil 40 para carros de alta performance. Já é uma ótima estética e ainda colaboram com conforto, segurança e se bobear melhoram a performance.
      Tem um programa japonês que comentou sobre isso uma vez, com testes práticos na pista.

    • Lorenzo Frigerio

      Um conjunto roda/pneu de 30 kg representa uma massa não suspensa considerável.

    • Arthur

      O pneu balão da F1 faz parte do amortecimento, quase que o papel da mola.

      E mesmo sendo balão ele não dobra como os nossos, não perde portanto ângulo de deriva. Nos “nossos” carros isso só é possível com menor flanco e relação tala da roda/largura do pneu bem alta.

      E uma roda 17 pol. num carro deste iria ficar desproporcional em estética, e talvez não acomodar os discos.

      O que estraga esse tipo de roda/pneu é vivermos em piso lunar, também conhecido como piso Brasil..

      • Ilbirs

        Não seria possível ter pneu de perfil mais alto sem ser balão como o de um F1 (pensemos aí nos outrora comuns perfis 60 a 70) e com as mesmas boas características de pouco ângulo de deriva e dobragem mínima?

        Também seria preciso ver como conseguir mais força frenante em uma área menor. Foi o que aconteceu quando da transição dos tambores para o disco algumas décadas atrás, quando descobriram que os discos permitiam rodas de menor diâmetro, o que revertia em caixas de roda menos invasivas e menor necessidade de o comprimento e a largura totais de um carro serem ocupados por essas estruturas, revertendo assim em mais espaço interno.

        Por ora, temos a pesquisa que a Michelin apresentou cinco anos atrás no Rio de Janeiro, em que mostrou um Citroën C2 equipado com rodas de aro 10 sem prejuízo na capacidade frenante, mais as óbvias vantagens da menor massa não-suspensa:

        http://image.automobilemag.com/f/55766515+w1280+h853+q100+re0+cr1+ar0/michelin-10-in-tire-concept.jpg

        http://image.automobilemag.com/f/55766524+w1280+h853+q100+re0+cr1+ar0/michelin-concept-tires.jpg

        http://image.automobilemag.com/f/37338384+q100+re0/2011-michelin-challenge-bibendum-berlin-smaller-tire.jpg

        Observe-se que esses ombros são altos, o que pode significar a incorporação da tal tecnologia da Fórmula 1 que permite as tais boas características. Esse conceito, pelo simples fato de serem rodas menores, reduz o peso do veículo em quase 40 kg. Imagino eu que essa coisa toda esteja acompanhada de freios com mais poder de parada, de maneira a permitir que a ideia fique bem executada.

        Rodas de aro 10 são um óbvio exagero só mesmo para mostrar o poder da coisa, ainda que desse para imaginar um novo Mini com rodas de tal diâmetro. Porém, que imaginemos isso com aquilo que ficou clássico por mais de duas décadas: rodas de aros 13 a 15 e pneus em média de 60 a 70. Esse conjunto permitiu carros com bom espaço interno e dimensões externas bem mais contidas que as baleias ambulantes que vemos hoje em dia. Podemos também considerar que rodas menores permitam mais zona de deformação, ganhando-se aí em segurança, e facilidade de acomodação de estepe, caso haja esse dispositivo no veículo. Eu particularmente gostava daqueles estepes acomodados em pé na lateral do porta-malas, como víamos na linha Opala e no Omega A:

        http://quatrorodas.abril.com.br/imagem/602/gbrasileiros/602_omega_07.jpg

        http://www.carangoweb.com.br/wp-content/uploads/2010/04/p1010903i-640×480.jpg

        http://www.reginaldodecampinas.com.br/img/fotos-veiculos-montadoras/8615.jpg

        Observe-se que isso era possível pelo fato de o conjunto roda-pneu em questão ter um tamanho que não era exagerado (observe-se no Omega que o estepe no lado esquerdo inclusive ajuda a evitar que se obstrua o percurso da dobradiça daquele lado. Ainda que se perca a possibilidade de ocupar a largura integral do compartimento, como ocorre com o estepe deitado no assoalho, ganha-se na praticidade de remover menos bagagem e, como hoje em dia tanques de combustível não mais são no balanço traseiro, também dá para compensar com um assoalho mais fundo, ganhando em capacidade geral de bagagem.
        Enfim, talvez a saída para evitar a obesidade dos carros de hoje, tanto em peso quanto em espaço que ocupam na rua, esteja em ver as rodas, de maneira a também por tabela gerar ganhos em diversos outros aspectos.

        • Domingos

          Mas de repente a lateral desse pneu aro 10 era uma pedra, o que não o fazia perder em frenagem, mas torna o conforto horrível.
          Tem muito pneu 65 e 70 com lateral dura que curva muito bem mas é horrível de conforto, tenho um desses no meu carro atual (é o tal pneu verde…).
          A idéia de reduzir rodas e assim tornar o carro todo melhor é boa, mas exageros como esses também são um retrocesso. Perfil 40 a 50 num esportivo está ótimo e num carro normal 50 a 65, com a tecnologia de hoje, também está ideal.

    • Lucas dos Santos

      As rodas/pneus da Fórmula 1 são um caso à parte.

      Se bem que eles também já cogitam utilizar pneus de perfil baixo em um futuro próximo:

      http://flatoutcombr.c.presscdn.com/wp-content/uploads/2014/07/ndpecgjeskwk7wobbpq5.jpg

  • sérgio

    Bob, vc tirou a capa pra mostrar os turbos, só que ninguém viu…..

    • Felipe

      Fale por si só.
      Da para ver perfeitamente os turbos….

    • Sergio, acabamos de incluir uma foto que mostra o motor! Abraço.

  • Rodolfo

    Meu pai foi em 1995 de São Paulo/SP para Olínda/PE, mas aproveitou para andar no interior de Pernambuco.

    Ele caiu em um buraco e a roda de alumínio do Gol virou um oito, pneu explodiu e quebrou o amortecedor.

    Enquanto ele trocava o pneu encostou outro carro… tinha furado dois pneus.

    Então, se quem tiver um carrão que não venha com estepe, sugiro conhecer muito bem a estrada ou colocar um estepe no porta-malas. Pois as nossas entradas não dá para confiar em todas.

  • Eduardo Mrack

    Pobre dos meus carburados…. de tempo em tempo tenho que recalibrar tubos emulsionadores, gicleurs de combustível e de ar… sempre perdendo rendimento e economia…

    • Domingos

      Mesmo efeito nos injetados, só com a grande praticidade de não ter que regular tudo na mão…

  • xineis

    Até dirigir um deles! hehe
    Mas se fosse pra escolher um carro pra ter, eu escolheria o RS7 no lugar desses superesportivos.

    • Mr. Car

      Engano seu, he, he. Supersedãs sempre me fascinaram muitíssimo mais.

  • Eduardo Cavalcante

    Carro superlativo em tudo. Fico imaginando que quem chega nesse estágio de vida, em poder ter um carro assim, deve entrar num vazio existencial, pois fica difícil sonhar com algo a mais.

  • Douglas Sanches

    Quase 40 kgfm de torque em plena marcha-lenta… Que estupidez, impressionante!

    • Jonas Torres

      É muita potência mesmo a essa rotação. São uns 90 Nm (9,2 m.kgf) e uns 45 cv a 1.000 rpm, pelo gráfico.

      • Douglas Sanches

        Meu caro, vc está analisando o gráfico de maneira equivocada. Está olhando a linha contínua que é potencia e não torque. Aos 1000 rpm, não são 9,2 kgm de torque, são 380 Nm (quase 40 kgfm)! (linha tracejada relacionada a coluna direita). E a potencia (linha contínua, coluna da esquerda) não é 45 cv, pois está expressa em kW! Em cv, a conversão acusa algo próximo a 60 cv!

    • REAL POWER

      Terá este torque somente quando pisado a fundo, 100% de abertura de acelerador. Em condição de uso normal não entrega tudo isso. Mas mesmo assim, impressionante. É por isso este e outros carros grande conseguem desempenho absurdo, podendo ser comparado a super esportivos de motor aspirado. Nesses novos motores turbo a entrega de potência é muito mais linear, e o que é melhor, entrega muita potência desde baixa rotação. Lembrei de um amigo que em uma conversa sobre motores falou.” O sonho, seria ter um motor a gasolina de 200 cv entre 1000 a 7000 RPM em um carro normal. Ia dar surra em quase todos os outros carros com até o dobro de potência.” Essa frase saiu quando estávamos engenhando modificações em alguns motores. Meu amigo “madruga” já sábia disso a mais de 20 anos. Hoje ele deve estar fazendo “gambiarra” no céu.(rsrsrsr)

  • Roberto Mazza

    PK essas fotografias feitas em 16:9 estão incríveis! Gostei muito, de verdade, tanto que pretendo usar menos minha DSLR e passar a uma micro 4/3 por esse motivo e também leveza do conjunto. Já havia ouvido o podcast, e ambos formatos são agradáveis, áudio e texto.

  • Fernando Glufke

    Bob, agora mais “calmo” deois das suas impressões. E, pelo que vi na RS6 de forma estática, dá pra ter uma boa ideía da rapidez com solidez desta nave. Por questoes de gosto, iria na RS6 mesmo.

  • Domingos

    Um sedan assim, com dinâmica e desenho acertado, realmente é uma opção válida e interessantíssima contra super-esportivos.
    E até anda a mesma coisa que alguns deles. Pega um 360 ou um Corvette mais velho como comparação…
    Mas barca mesmo, daquelas molongonas, já não acho que possam ser uma boa escolha.

  • Domingos

    Fora que livra o carro do drama das oficinas aqui no Brasil. Onde passados sei lá, uns 10 anos do lançamento, é comum que nem mesmo as concessionárias saibam mexer nesses carros ou tenham as ferramentas necessárias.
    Corrente viabiliza ter carros extremamente especiais aqui sem ter muita preocupação. Tendo o bolso compatível, claro…

  • Domingos

    Cobra da Petrobrás hehehehe. Eles repassam para nós o custo…

  • Felipe Parnes

    Esse carro é pornográfico tento em design quanto em desempenho. Não consigo encontrar outra palavra para descrever ele.
    Verdadeiro sonho de consumo.

  • Eduardo Gomes

    Lindo carro , um vizinho tem um S8 prata sem blindagem, dos primeiros que vieram desde 0km,e semana passada apareceu com um S7, estonteante.

  • Lipe

    Vou comentar só para registrar mesmo, porque esse carro e essa matéria dispensam comentários.
    A propósito, as fotos estão excelentes e os vídeos cada vez melhores!!

  • Vinicius

    Até que enfim, MAO apareceu em alguma foto! 🙂

  • Anderson

    Parabéns!
    Ótimo vídeo, muito bem editado,
    fotos também estão muito boas.
    O podcast também ficou bacana.
    Uma dica é um outro podcast semanal apenas sobre as notícias do mercado automobilístico com seus comentários.

  • thiago Teixeira

    É uma patada.

  • Jonas Torres

    Poderia ter uma versão só com tração traseira e câmbio manual, aí eu compraria.

  • Joel Gayeski

    Um carro grande, pesado, rápido e confortável. Um GT de quatro portas.
    Não seria o caso de chama-lo de hatchback mesmo? Ou é sedã de 5 portas?

  • CharlesAle

    Falar o quê de um carro desses? Superlativo em tudo. Os alemães são implacáveis em mostrar ao mundo seu poderio de engenharia automobilística de ponta!! Só no final do vídeo,acho que em termos de ronco,o ronco dos V8 americanos são mais belos e instigantes,especialidade americana!!!

    • cl500

      Diria que o motor 6.2 V8 da Mercedes AMG tem um som intrigante. Parece a trombeta do inferno!

  • Bob Sharp

    Carlos A.
    Todos os carros, importados inclusive, são calibrados para gasolina com 22% de álcool, é o padrão legal para fins de homologação junto ao Denatran. S com os atuais 25% já ficam fora do ideal, com 27,5% o quadro piora. Ou seja, nenhum carro está pronto para funcionar com tal teor do álcool, o que é lamentável e bem mostra do descaso e a incompetência do governo numa questão tão importante.

    • Carlos A.

      Bob Sharp, grato pela informação. Certamente trata-se de uma ‘loucura governamental’ – como tantas outras não só no setor automobilístico. Passam por cima de razões técnicas e lógicas em troca de favorecimento de determinado setor, muito complicado.

  • RoadV8Runner

    Só tenho a agradecer pelas fábricas estarem voltando a usar esse estilo do Audi RS 7, praticamente o que se chamava de fastback antigamente. As portas sem moldura nos vidros também me agradam sobremaneira.
    Agora, os números do Audi RS 7 Sportback como um todo impressionam. E muito! Torque assombroso a míseros 1.750 rpm, se mantendo até os 5.500 rpm, praticamente anulam a necessidade de se ter uma caixa de marchas… É patada em qualquer acelerada mais forte!

  • Bob Sharp

    Domingos
    Não ficam estranhos. Apenas frios, no primeiro uso, a modulação (para não frear demais) é um pouco mais difícil, mas nada que incomode realmente.

    • Domingos

      Sim, mas você não nota eles um pouco com sensação de disco empenado mesmo depois de aquecido?
      Acho que é característica do material mais poroso/com mais atrito, mas faz um barulho um pouco estranho e o pedal parece um pouco diferente e não tão firme quanto no de aço.
      Talvez o A7 tenha mais isolamento/trabalhe melhor isso…

  • Lucas dos Santos

    Bob,
    Uma dúvida: quantas voltas (ou quantos graus) esse volante esterça de batente a batente?

  • Antônio do Sul

    Em nenhum desses que você citou é possível carregar mais três passageiros e mais 535 litros no porta-malas, muito menos ter a possibilidade de ter um carro tão versátil a ponto de combinar as características de bons esportivos e de belos sedans. Por outro lado, conversei há pouco tempo com um vendedor de uma concessionária Audi que teve a oportunidade de experimentar uma RS6 e um R8 e, segundo ele, a sensação de se dirigir os dois é bem diferente e muito melhor no último, pela própria posição de dirigir e, acredito eu, pela melhor relação peso-potência do R8.

  • Bob Sharp

    Sabe que não contei e não consta na ficha técnica a informação? Mas com 13:1 de relação está entre 2,5 e 2,7 voltas. É muito rápida.

  • Lorenzo Frigerio

    Permita-me dar um palpite, porque conheço bem o assunto. Pelo que vi, você está equivocado. Fotografar em 16/9 não depende do tipo da máquina. Uma máquina micro 4/3 tem um CCD ou CMOS com essa proporção (3X4). Uma DSLR “full frame” segue a proporção dos negativos 35 mm – 24X36 ou 2X3. Logo, a imagem nativamente produzida pela DSLR é mais longa que a da micro 4/3. Porém, ambas as máquinas produzem imagens em 16/9 se você configurá-las para isso, mas em ambos os casos isso é obtido fazendo um corte superior e um inferior na imagem. Como na DSLR “full frame” a imagem nativa é mais larga, o corte será menor. A única coisa é que as DSLR têm um visor óptico e não sei de que forma delimitam a área que sairá na foto.
    Agora, comprar uma micro 4/3 ou compacta avançada realmente tem vantagens de peso, e a maioria usa EVF (visor eletrônico), portanto a área visível do 16/9 fica corretamente delimitada, mas lembre-se que em qualquer caso o 16/9 remove parte da imagem. Pode encaixar melhor na tela do seu computador e parecer legal, mas é um corte de elementos de informação. A escolha da proporção 3X4 para o CCD não foi essa à toa; é a que mais se aproxima do campo de visão do ser humano e a que permite as melhores composições. Nem tudo que reluz é ouro. Eu mesmo só fotografo em 3X4.
    Mas acredito que qualquer DSLR, mesmo não sendo “full frame”, fotografe em 16/9 se você quiser.

  • Lucas Rodrigues de Souza

    Bob e os paddle shifts respondem bem ou são como os da mercedes que “tem vida própria”?

    • Bob Sharp

      Respondem como deve. Não tenho lembrança de nada errado com os da Mercedes.

      • Lucas Rodrigues de Souza

        É que eu dirigi um A45 e os paddle shifts de redução quase não respondiam… e como em vídeos do YouTube também passam essa impressão, eu perguntei…

        • Bob Sharp

          Não seria recusa do câmbio em reduzir por impor rotação excessiva do motor caso a marcha entrasse? Isso ocorre com qualquer câmbio automático ou robotizado. É maneira de proteger o motor.

          • Lucas Rodrigues de Souza

            As vezes ele não queria reduzir de 7ª pra 6ª a 140 km/h e eu achei isso “anti-auto-entusiasta”.

  • Lucas Romeiro

    Olá Bob,
    gostaria de ver mais vezes aqui no autoentusiastas testes com carros raros ou mesmo usados e carros dos colunistas. Acho que esse é um grande diferencial do AE em relação aos outros sites de testes.
    Abraço.

  • bdias

    Bob,
    Como se não bastasse tanta potência, nos EUA o mesmo carro pode ter um up grade da preparadora APR que o leva a absurdos 728 hp!!
    E o detalhe: Pode ser feito em mais de 400 autorizadas Audi parceiras, e por “míseros” US$ 3.000!
    0-60 mph em 2,9 s
    0-400 m em 11 s…

    • Domingos

      Deve mexer com a curva de torque plana, que é obviamente artificial.

      A fazem assim para ajudar em consumo, dirigibilidade e conforto – além de seguro e durabilidade.

      Seguindo a curva natural esse motor atingiria mesmo uns 700 cv.

      Absurdo.

  • Bob Sharp

    Certamente o motor entraria em rotação excessiva, daí a recusa em efetuar a troca.

  • 911 Turbo

    Andei exatamente nesse carro aí, um animal mesmo. Porém, lembrei de um amigo piloto próximo, que seu pai, quando foi na revenda trocar freios e amortecedores de uma RS 6 recebeu o orçamento de módicos 97 mil reais….

  • Jivago Bottenberg

    Bob, uma pergunta:
    O vídeo foi feito com qual nível de som do escapamento? só no dinâmico?
    Apaixonante, porém seria melhor deixar as rodas como opção e vir com as de aro 20 mesmo que ta mais que bom.

  • Marcelo R.

    Domingos,

    O meu é um Stilo 16V, e eu sou o 2º dono do carro. O estado de conservação dele é excelente e da dó só de pensar em vendê-lo. Mas, se essa palhaçada for adiante e continuar por muito tempo…