Woman driv huffingtonpost.com  Luzinhas de Natal? Não, farol irregular! Woman driv huffingtonpost

Vai ver que a quase eterna pintura da minha casa me deixou de mau humor. Foram 46 dias e moro num apartamento comum, não numa mansão. E também não mandei fazer uma réplica do teto da capela Sistina, não. Mas agora que terminou, o que já me incomodava um pouco agora parece que tomou importância na minha vida. Provavelmente porque o pintor já foi e agora não tenho em quem treinar meu chicote fictício… brincadeira, é claro, que como vocês sabem sou muito bem humorada. Tanto que aguentei 46 dias as tintas e os pincéis! Mas é fato que a questão do uso errado de lanternas e faróis nos veículos tem me feito pensar bastante – e meus caros leitores me incentivaram a escrever sobre isso.

Anos atrás, quando trabalhava na Gazeta Mercantil, o seu Franklin, um dos motoristas do jornal me levava para uma entrevista e comentou comigo que achava um absurdo ter de usar farol baixo na cidade em vez da lanterna, que para ele seria o suficiente. “Olha só, do jeito como a rua está iluminada, para quê?”. Respirei fundo e saquei da minha paciência que me permitiu dar aulas durante vários anos. “O senhor já viu avião no céu? Percebeu que ele tem faróis também?  Sabe por quê? Porque além de ver, os objetos que se movem precisam ser vistos.” Simples assim. Bem didática eu, não?

Pois é, esse é o princípio que norteia a questão das luzes, basicamente. Ver e ser visto. No caso de São Paulo, com a iluminação pública em pandarecos, chega a ser uma temeridade não usar os faróis baixos. Além de incorrer numa infração, pois o Código de Trânsito Brasileiro determina, no artigo 40, que “o condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública”. E tem punição prevista também, no artigo 250, que diz que não utilizar o farol baixo à noite é infração média, sujeita a multa e débito de 4 pontos na CNH. Para mim, o motorista que usa apenas a lanterna brinca com a sorte. Isso sem falar que pode cruzar com um motorista com carro com Insulfilm mega escuro que teria dificuldades em ver o farol, quanto mais a lanterna…

Já falei aqui sobre o risco que impõem a si mesmos e aos demais aqueles que andam com aquelas luzinhas azuis mortiças, tipo vela de macumba. Engraçado que muitas vezes são esses mesmos motoristas que enchem de luzes o painel e os inúmeros conta-giros que acrescentam ou então colocam diversas lâmpadas abaixo e dos lados das regulamentares, mas ainda assim também tipo vela de macumba. Por que então não colocar o número correto de watts no lugar correto? Nora, a pintura já acabou, sossega!

Tem aqueles que acham que poupam bateria ao acender menos luzes do que deveriam e andam como morcegões, livres, leves e soltos por aí, espalhando a raiva entre os motoristas responsáveis. Ops, eu e meus trocadilhos, morcego x raiva, entenderam? Voltando então aos carros, contamos para eles que a bateria se recarrega quando o carro anda? E que ela foi fabricada para agüentar não somente a carga das luzes mas de todos os outros acessórios do carro?

Tão irritante quanto farol alto na fuça da gente é farol na potência certa, mas desregulado. Fica tudo tilintando igual a árvore de Natal quando passa numa depressão/buraco. E dá-lhe ofusca, não ofusca, ofusca, não ofusca. E ainda é infração grave segundo o Artigo 223 do CTB.

Pessoalmente, não vivo mais sem o ajuste anti-ofuscamento do retrovisor do carro. Pena que não tem para os espelhos laterais – e toma luz de interrogatório de filme de polícia quando tem alguém atrás da gente.

No outro extremo dos chatos, tem aqueles que usam o conhecido farol de milha a torto e direito — mas a maioria não o faz quando poderia, que é apenas em conjunto com o farol alto e somente em vias sem iluminação. E devem ser desligados quando vem outro carro no sentido oposto. Já os de neblina só podem ser acionados com os faróis baixos ligados e em situações de pouca visibilidade. O alcance deles é limitado porque são feitos para iluminar perto e nas margens, mas tem gente que os levanta e passa a ofuscar todo mundo.

Voltando aos tempos em que dava aulas, vamos recapitular:

– Farol de neblina – É o farol utilizado para melhorar a iluminação da via em caso de neblina, nevasca, tempestade ou nuvem de poeira. Devem estar o mais próximo do solo (instalados junto ao pára-choque dianteiro), um farol em cada extremidade frontal do veículo. Serve para destacar os dispositivos refletivos instalados no solo da via e delinear o caminho do veículo. Antigamente era apelidado de “caça-buraco” pois o facho de luz em forma de leque ajuda a localizar os buracos antes de cair neles.

– Farol de longo alcance – conhecido também por farol de milha. É um farol adicional, de facho de luz concentrado e de alta intensidade, destinado a auxiliar a iluminação, à distância. Fica à frente do veículo.

– Lanternas/luzes de neblina – É uma lanterna utilizada para tornar o veículo mais facilmente visível, pela traseira, em caso de neblina densa.

Lanternas – Também conhecidas como luzes de posição. Na dianteira, a lanterna é uma luz de baixa potência e que pode ser a mesma lâmpada da seta. Atrás, é a mesma luz vermelha que se acende com o farol baixo. A lei prevê o uso das lanternas só em dois casos: durante o dia, em caso de chuva ou neblina – embora seja recomendável o farol baixo; e à noite, com o carro parado, no embarque e desembarque de passageiros ou em operações de carga e descarga. Fora isso, é farol baixo, mesmo.
E as luzes de xenônio? Quando são as originais, beleza. Iluminam perfeitamente, bem reguladas e dentro da lei. Mas quando são “genéricas”… ô inferno! Atualmente, a lei proíbe a instalação em veículos que não saem de fábrica com as luzes de xenônio — mesmo que seja oferecido como opcional em outra versão.

Naquele mundo da tecnologia de ponta, na dimensão paralela dos carros que gostaríamos de ter, a Mercedes-Benz desenvolveu um sistema de farol alto permanente sem ofuscamento, o Adaptive Highbeam Assist PLUS (assistência adaptativa de faróis altos), que permite manter os faróis principais acesos permanentemente sem ofuscar outros motoristas. O sistema é bem sofisticado e usa uma câmera para registrar carros vindos da direção oposta ou circulando à frente pois um algoritmo de reconhecimento de imagens detecta se há algum veículo vindo ou circulando à frente e aciona um mecanismo no módulo dos faróis. Ele mascara parte do cone de luz do farol principal evitando a projeção nos pontos onde há outros carros, evitando o ofuscamento. Assim, o motorista pode deixar o farol alto sempre ligado sem incomodar quem trafega na direção oposta – ou na mesma. Os modelos da classe E também tem regulagem automática da intensidade das lanternas traseiras seja noite ou dia. As lanternas, luzes de freios e indicadores de direção têm a luminosidade ajustada de acordo com a iluminação ambiente e as condições de tráfego e evita ofuscamento mesmo durante as frenagens.

O irônico é que este dispositivo bacana equipa carros alemães, país no qual estão os melhores motoristas do planeta, na minha opinião. Não podia ter em todos os carros no Brasil? Pois é, acho que o cheiro de tinta me faz delirar…

Mudando de assunto – Momento Luluzinha: com a saída do piloto brasileiro Felipe Nasr do posto de piloto de testes da Williams, Susie Wolff passa a ocupar o cargo e também o de primeira piloto reserva na equipe britânica para a temporada 2015. A conferir.

NG

A coluna “Visão feminina” é de total responsabilidade da sua autora e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

Sobre o Autor

Nora Gonzalez
Coluna: Visão Feminina

Nora Gonzalez é jornalista, foi repórter (inclusive de indústria automobilística) e editora da Gazeta Mercantil e de O Estado de S. Paulo durante muitos anos. É fã de carros desde pequena, especialmente de Fórmula 1.

Publicações Relacionadas

  • Jr_Jr

    Eu só não entendo tanta irresignação com os faróis de neblina. Considerando que estejam com sua regulagem correta, não vejo mal algum em utilizá-los junto ao farol baixo. Não interfere na vida de ninguém e melhora consideravelmente a visibilidade da via, facilitando o desvio de buracos.
    Andei um tempo de Strada Adventure e achei uma maravilha utilizá-los, tanto é que hoje sinto falta.

    • CCN-1410

      Interfere sim!

      • Jr_Jr

        Discorre um pouco aí ccn1410, pois os faróis de neblina são com o facho de luz direcionado para baixo.

    • Rafael Ax

      Concordo, se os faróis de neblina estiverem regulados, e forem utilizados junto dos faróis baixos, e não em substituição destes, também não vejo problemas.

      E fazendo um adendo, se o acionamento dos faróis de neblina não implicarem no acionamento da(s) lanterna(s) traseiras de neblina sem necessidade (que são infernais para quem vai atrás), tudo bem.

      • Paulo Roberto de Miguel

        Regulados, o facho é muito curto… em velocidades acima de 40 km/h já não têm efeito.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Mesmo que regulados são fortes e geralmente são conjugados com a luz traseira e esta atrapalha muito. Como disseram, o motorista deve sempre estar atento ao que acontece lá na frente e não no imediatismo do farol de neblina que foi feito para velocidades de até 40 km/h.

      • Jr_Jr

        Paulo, no meu caso, na Strada, não há neblina traseira e de todo modo, em todos os carros que dirigi as funções dianteira e traseira são independentes, o que alguns não percebem e acabam ligando as duas.
        E com relação a velocidade que citou, dentro de uma cidade é comum, ainda mais a noite, logo, não vejo problema em se atentar ao que se está mais próximo, até porque meus horários são os que o movimento é menos intenso.

    • Davi Reis

      Não só interfere (4 fachos ofuscam mais do que 2) como também não traz grande vantagem na visualização da via, a não ser que os faróis principais estejam desregulados ou não sejam bons.

      • Jr_Jr

        Como já disse abaixo, respeito a opinião de todos. Porém, Davi, no meu caso, era uma Strada Adventure com lâmpadas originais e devidamente reguladas, logo, não vejo possibilidade de se ofuscar alguém com o facho das neblinas voltado para baixo. Com relação a visualização, basta ficar com o carro parado, luz baixa ligada, e perceber a expansão de luz logo a frente do carro, voltada para baixo, é claro. Inclusive alguns carros vem com a função de ligar o neblina para a direção em que se está virando, justamente por ampliar o alcance da luz naquela situação.

  • Rodolfo

    Nora,

    Eu mesmo pinto o meu apartamento… e como eu não sou acostumado eu faço um comodo por dia… então o seu pintor é um enrolão ou não sabe pintar mesmo.

    • Rodolfo

      Isso porque eu dou no mínimo 2 demãos…

      • Lemming®

        off topic – Ou o apartamento dela é muito grande e ela é modesta…rs
        Também nunca levei mais de 1 dia para pintar 1 cômodo (2 ou 3 demãos) mas se tiver de lixar e pintar janela, meu amigo…

  • Cadu

    Vale a pena falar daqueles que modificam as luzes do carro: xenon, halógenas de 100 W e acabam por ofuscar demais.
    Acho até possível adaptar xenon em carros que não tem, desde que regule adequadamente e numa temperatura de cor branca…
    Mas é um festival de faróis de neblina coloridos apontando para o céu.
    Tem uma nova modalidade também: o cara que tem medo de multa por xenon, mas gosta e quer usar: instala nos faróis altos e muda a forma de acionamento: eles ficam permanentemente acesos com xenon ofuscador! Qdo há blitze ou polícias, comutam para o farol baixo, halógeno! E acha lindo andar prejudicando os outros Esse precisa morrer sofrendo !

    • Renato Mendes Afonso

      Quanto ao xenon, inclusive existem kits xenon já com projetores inclusos para instalar em faróis refletores. É meio difícil achar no Brasil e não sei quantos carros que esses kits podem abranger, mas parece ser uma alternativa boa.

  • Comentarista

    Farol de milha praticamente não existe mais em carros “normais”. Antigamente tinha muito para “equipar” o carro. Os amarelos eram demais! Kkk
    Bom, sobre os faróis de neblina eu particularmente quase sempre os utilizo, quando o carro os possui, em rodovia. Quando regulados e em perfeito estado não ofuscam o motorista da frente e como já dito abaixo pelo colega, melhora demais a iluminação lateral e próxima ao carro. Mas para que iluminar próximo ao carro se o farol já ilumina à frente? Eu gosto e me sinto mais seguro.

  • CCN-1410

    Farol de longo alcance ou de milha não é proibido?

    • Paulo Roberto de Miguel

      Acho que não… a VW tem um modelo que combina os dois neblina/longa distância.

  • RMC

    Nora
    Mais uma vez, post muito pertinente. Tinha um primo, hemofílico – ou seja, que deveria evitar acidentes com maior afinco, que sempre andava com as lanternas, moda no Rio. O argumento dele era o mesmo do seu motorista: “mas eu tô vendo”… Nunca conseguimos convencê-lo do perigo que era não ser visto.
    Luzes de neblina: se os faróis do carro são bons, não há necessidade de usá-las em condições normais. Meu Jetta tem os faróis de giro, que nada mais são do que o acendimento dos de neblina em curvas. São úteis, mas nesta situação. Sem neblina, não há necessidade de usá-los.
    Pior do que isso, só mesmo os “expertos” – e há muitos deles aqui em Brasília, infelizmente, que andam com as luzes traseiras de neblina acesas, mesmo com tempo bom e visibilidade ótima. O Bob já falou deles, mas acho que não sabem ler ou não se importam com os outros. Não há nada pior do que você estar atrás de um desses numa via de trânsito rápido e com iluminação deficiente. Você está ofuscado pelo seu companheiro de via e não tem o auxílio da iluminação pública. O que fazer? Usar o facho alto na traseira deles, para ver se eles saem da frente, se arriscando a levar uma multa por isso? Ultrapassá-los pela direita (eles quase sempre se plantam na faixa da esquerda e não dão passagem de jeito nenhum) e então ligar suas luzes traseiras de neblina? Não sei, realmente, mas que são um incômodo, são.

  • CCN-1410

    Para você ter uma idéia, certa vez fui trocar a lâmpada do farol do carro e descobri que a eletrotécnica não tinha aquela tabela clássica para a regulagem do facho.
    Ao comentar sobre a necessidade de regulagem para não atrapalhar os demais motoristas, disseram que fazem isso a olho e que nunca ninguém reclamou.
    A empresa deve ter uns 30 anos de existência, e é claro que a lâmpada trocada ficou a iluminar a lua, então tive que ir em outro lugar para acertar sua posição.
    Depois me toquei que em minha cidade só carro novo tem farol certinho como deve ser.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Uma dica prática para a altura: a uma distância normal do carro da frente no trânsito, veja se o facho de luz começa no pára-choque traseiro ou, no máximo no final do porta-malas.

    • CorsarioViajante

      Adoro essa de “nunca ninguém reclamou”.
      Em outros tempos, quando tinha saco de ficar brigando na internet com a turminha do xenon, um cara disse isso, que o xenão dele não incomodava e ninguém nunca reclamou… Ora, reclamar como? Enviando uma carta? Ligando no SAC? Ou dando um tiro no sujeito? Ridículo.

    • Lorenzo Frigerio

      Em São Paulo tinha uma empresa na av. Brig. Luiz Antonio chamada Iluminauto. Era a única que tinha o alinhador ótico de faróis. O alinhamento de faróis deveria ser checado na inspeção veicular, e todas as empresas de pré-inspeção deveriam ter esse aparelho.

  • Christian Govastki

    Sem contar que os faróis dos carros da Fiat vem desregulados de fábrica, basta ver um farol incomodando que com 99% de certeza ser um Fiat.

    • César

      Verdade, vivo sendo ofuscado por carros Fiat, sempre parecem estar com farol alto…

  • Mr. Car

    Ver e ser visto, este é o princípio! Agora não acontece mais, acho que todo mundo aprendeu a utilidade, mas anos atrás, quando passei a usar faróis de dia em rodovias, muitos carros em sentido contrário me davam aquele lampejo para avisar que eu havia “esquecido” os faróis ligados. Que bom: sinal que eu estava sendo visto, e era isto que eu queria. E Nora, quando você falou daquele tipo que parece querer poupar a bateria evitando acender as luzes, me lembrei de uma que vi na seção “cartas dos leitores” de certa revista automobilística. Pergunta do cidadão: “Se eu andar de dia com os faróis ligados em rodovias, não vou gastar bateria sem necessidade”? Resposta da revista: “Não, não tem problema, o carro não sabe que é de dia”. He, he, he!

    • Rodolfo

      Dizem que após o motor ligar a bateria é desnecessária para o funcionamento do motor e faróis.

      • Lucas

        Não sei se é desnecessária para o correto funcionamento do motor e faróis, mas é possível trocar a bateria com o motor ligado. Não se perde as memórias de rádio, hodômetro parcial etc.

        • Lorenzo Frigerio

          Não se deve fazer isso, porque a bateria, boa ou ruim, é um estabilizador de voltagem. A pessoa que vende a bateria idealmente tem uns fios para manter a voltagem temporariamente e evitar a perda das memórias enquanto a troca é feita..

  • CorsarioViajante

    Pois é, e o mais chato é que quase tudo isso poderia ser evitado com campanhas de educação no trânsito, orientando. Esse exemplo do avião é ótimo.

  • E o que dizer daqueles motoristas que insistem em ligar o pisca alerta EM MOVIMENTO nas estradas sempre que alguma situação inusitada acontece? Isso me irrita demais, pois o pisca alerta deve ser acionado com o veículo PARADO, e nunca em movimento. Outra coisa irritante é a falta de conhecimento sobre quem tem a preferência nas rotatórias, que foram implantadas sem o devido esclarecimento aos motoristas; a maioria não sabe que a preferência inicial é a de quem já está dentro da mesma. Eu sei que estes assuntos fogem um pouco da pauta do seu tópico, mas aproveitei para comentar, e desabafar! Quem sabe esses dois ítens possa ser o tema para algum de seus próximos textos?

    • Mr. Car

      Este é um ponto que acho que devia ser revisto: o uso de pisca-alerta para sinalizar “preste atenção” ao invés de “estou parado” é tão comum, que já não associo seu uso imediatamente ao “estou parado”, pois entendo que além do evento “estar parado”, pode estar acontecendo algo diferente do normal. Por isto creio que deveria legalmente ser usado para sinalizar as duas situações.

      • Bob Sharp

        Mr. Car
        Como respondi ao Valente aí em cima, o pisca-alerta pode ser usado em situações que não parado, conforme o CTB.

        • Mr. Car

          Valeu o (sem trocadilho, he, he!) alerta, Bob. Então, não precisa mudar nada: já é como penso que deve ser.
          Abraço.

    • Lemming®

      Não sei de que situação inusitada está falando mas já passei por algumas situações na rodovia Presidente Dutra nas quais se não tivesse utilizado o pisca alerta para alertar a parada subita com consequente frenagem de emergência e daqueles que vieram atrás hoje não estaria respondendo este post…
      O uso indiscriminado sim deve ser combatido mas com as paradas subitas que tem ocorrido no trânsito, cidades ou rodovias, e que se diga de passagem, totalmente injustificadas, nos leva a essa situação.

    • Bob Sharp

      Valente
      Ao contrário do que se supõe, o pisca-alerta pode ser usado com carro em movimento. Diz o Art. 40, Inciso IV, alínea ‘a’ do CTB, que trata de quando equipamento é usado: “em imobilizações ou situações de emergência. Caso, por exemplo, de se vir numa estrada e o carro perder potência ou ter avaria grave que o obrigue a procurar o acostamento. Enquanto procura onde parar, muitas vezes tendo de cruzar faixas de rolamento, esse carro, em baixa velocidade, deve ligar o pisca-alerta. Lembre-se que pisca-alerta em inglês é hazard light. Hazard é qualquer situação de perigo. Agora, essa da rotatória é mesmo incrível. Aqui no nosso bairro, cheio delas, vejo freqüentemente o desrespeito a essa regra de preferência para quem está nela.

      • Bob, aprendi mais uma, realmente não sabia disso e tinha conhecimento que o pisca alerta deveria ser usado somente com o carro parado. Já com as rotatórias realmente é confusão sempre que se chega perto de uma delas, acredito que em Goiânia os motoristas se entendem quando se aproximam dos “queijinhos”, pois já existem por lá há muito tempo. Abraços!

      • César

        E quando o pessoal usa o pisca-alerta como “justificativa” para estacionar em local proibido, afinal “é rapidinho”?

        Esse fim de semana, vi gente circulando em rodovia, debaixo de chuva forte, com o pisca-alerta ligado…

        • Leandro1978

          Ontem, indo para o serviço, vi algo surreal: O energúmeno simplesmente parou o seu carro em cima da faixa amarela de separação de fluxo de tráfego de sentido oposto (aquela mais larga) para ir a um estabelecimento. Detalhe, no momento passou um carro da PM, que nada fez.

      • Bob, veja nesta foto que eu tirei agora de manhã na Rodovia dos Imigrantes o que diz a placa de sinalização. Seria uso incorreto da legislação ou uma necessidade nessa rodovia sempre muito congestionada e com trechos sob neblina? Abraços.

    • Davi Reis

      Acho que o uso do pisca-alerta é bastante válido em algumas situações, como, por exemplo, frenagens bruscas ou como meio de avisar que existe algum problema adiante. Alguns carros novos até o acionam automaticamente em caso de frenagem de emergência, como o Onix. Outros apenas piscam as luzes de freio, como os Volkswagen.

    • Rodolfo

      Eu acho o contrário… é muito importante alguém avisar com o pisca-alerta que tem perigo a frente… é igual os caras ficarem com bandeira amarela na F-1.

    • Lucas dos Santos

      Quanto às rotatórias, isso se deve àquela “dependência” que certos motoristas têm de placas de sinalização (de regulamentação). Se não houver placa informando de quem é a preferência nas rotatórias, ninguém sabe o que fazer!

      O mesmo vale para cruzamentos que não possuem placa indicando a preferência: costumam ser palco de acidentes, porque não sabem que, nesses casos a preferência é de quem vem pela direita, bem como também não sabem que é necessário reduzir a velocidade ao se aproximar de um cruzamento nessas condições.

      • Lorenzo Frigerio

        Tradicionalmente, numa rotatória a preferência também é de quem vem pela direita. A consequência é que quem nela entra passa a ter a preferência sobre quem já está nela, o que é anti-intuitivo. Talvez o Bob possa explicar esse detalhe.

    • CCN-1410

      Certa vez devido a um imprevisto alheio a minha vontade precisei parar com o carro no meio da rua. É claro que liguei o pisca alerta, mas quando comecei a rodar, esqueci de desligá-lo. Mais ou menos uns 50 metros de percurso, dois policiais em uma viatura me fizeram sinal para parar.
      Com todo o cuidado e experiência possível observaram atentamente meu carro, temendo pelo que previ um sequestro.
      Imediatamente desliguei o alerta, informei o esquecimento e pedi desculpas.
      Palmas para eles.

  • Robson

    Eu particularmente utilizo o farol de neblina como uma especie de “luz diurna” que o meu carro não tem. Principalmente em dias mais fechados/nublados para ser visto no transito mesmo.

    • Bob Sharp

      Robson
      A “luz diurna” provida pelo farol baixo é muito mais eficiente que a dos faróis de neblina. Ou será que você é dos que acham que o carro fica “lindão” com os neblinas ligados?

      • Robson

        Na verdade não, só utilizava como algo intermediário mesmo entre o farol baixo e a lanterna, já em dias de chuva por exemplo, sempre utilizo o farol baixo.

    • Davi Reis

      Mas olhe bem, os faróis baixos são mais eficientes pra esse uso e ainda por cima, ficam em uma posição mais alta, são mais fáceis de serem visualizados.

  • Roberto

    Eu também tenho essa percepção que muita gente deixa de utilizar o farol baixo de noite e dias de chuva por achar que farol só serve para iluminar e não também para ser visto. Já soube de gente que só usa as lanternas (luzes de posição) por achar que o farol baixo ofusca os outros: até expliquei para algumas dessas pessoas que falaram isso que problema é a regulagem do farol. Muita gente não sabe que deve-se verificar a regulagem periodicamente.

    Percebi que no Fiat 500 da minha esposa não tem como utilizar as lanternas (luzes de posição) com o carro em movimento, já que o botão que liga as lanternas é o mesmo do farol baixo. Dessa forma, as lanternas só ligam quando o carro está desligado mesmo. Até foi difícil convencer alguns da família e amigos que isto está correto (lanternas ligarem só com o carro parado); muito diferente do que se vê normalmente no trânsito.

    • Bob Sharp

      Roberto
      Esse arranjo do Fiat 500 deveria ser obrigatório em todos os carros. Vi assim que o dirigi em 2010.

      • Otavio Marcondes

        Este é um dos meus sonhos. Seria uma dádiva.

  • André

    – Não vejo vantagem em usá-los quando não há o fenômeno meteorológico. Usando o jargão, “o carro corre mais que a luz”. Guiando sem neblina a atenção não fica e não deve ficar tão imediata à imediação do veículo, tanto quanto quando há o fenômeno que nos faz acionar a luz.

    – Particularmente me dá a impressão de que atrás do volante há alguém que não conhece para que servem certos acessórios do carro (não é o seu caso).

    – Essas luzes não têm o corte de facho assimétrico (padrão europeu) ou reto (padrão americano) dos faróis baixos. Nas ondulações, depressões, altos e baixos, o leque lateral da luz vai na cara do fluxo contrário.

    • Jr_Jr

      Respeito sua opinião André, entretanto não vejo como o facho de luz em ondulações etc vão na cara do fluxo contrário, uma vez que seu facho é direcionado para baixo.

      • Marcelo

        O faról baixo também é direcionado para baixo entre 1 a 1,3%; o de neblina a queda é de 2%. E há carros em que o faról de neblina faz parte do conjunto principal (antigo Classe A e Stilo). A diferença é que os baixos não abrem o facho para as laterais, como o André relatou. Por isso o seu uso restrito. Nos carros da Peugeot vem um alerta no manual do proprietário (li isso num manual de Português de Portugal, procure em public.servicebox.peugeot ) sobre o risco de incomodo aos outros usuários caso não haja neblina.

  • Evandro

    Eu achava os faróis de neblina desnecessários para quem não mora em lugares onde se forma neblina, como eu, mas semana passada peguei um chuvão na estrada e mudei de idéia.

    Tinha lido o Bob falar aqui e já usava o recurso nesta situação, quando vi um carro igual ao meu bem à minha frente, justamente pela lanterna traseira de neblina. Só fui ver o carro mesmo a coisa de 50-100 metros dele, mas o farol brilhava a mais de 200.

    Também quase morri este ano quando um bucéfalo trafegava em sua Frontier preta, no meio de outra chuva forte, e com as luzes de posição ligadas. Eu estava atrás de uma carreta com 3 eixos, sorte que o vi instantes antes de iniciar a manobra de ultrapassagem.

    Sobre as luzes alheias incomodarem, resolvi este problema com óculos de direção noturna (lente amarela). Sou extremamente fotossensível e isso sempre me incomodou, especialmente dos que alteram o conjunto ótico do veículo, trafegam com faróis de neblina desregulados e dos “traseiristas”.

    Procurei por meses os tais óculos, não achei nem fora do país, vis os preços de mandar fazer um sem lentes graduadas em óticas (nem tentem) e dei sorte de ter um, em modelo “visor”, numa destas lojas “descoladas” de shopping, mas achei dias depois, e vários modelos, vendidos como EPI em lojas de materiais de construção com preço bem menor.

    Recomendo fortemente pra todos que dirigem à noite, na chuva e na alvorada/crepúsculo.

    Ah, sobre os faróis, fiz vistoria no Detran do meu carro estes dias e o vistoriador estava olhando os faróis de todos os veículos lá, mas sem pedir para acendê-los. É uma esperança de que ele não seja o único e que reprove os irregulares.

    • Nora Gonzalez

      Evandro, bem lembrada a questão dos óculos amarelos. Minha mãe usa e diz que melhora muito a direção. Vou testar, pois como tenho um olho mais claro que o outro uma pupila demora mais do que a outra para voltar ao normal depois de um ofuscamento, o que é bastante incômodo. Como diz meu marido, mais um defeito de fabricação…

      • Rafael Ax

        Quando um colega meu mostrou, fiquei impressionado também: além de proteger de ofuscamentos, melhora muito na visão noturna, principalmente em noites chuvosas.

    • Davi Reis

      Farol/lanterna de neblina são de grande ajuda em tempestades mesmo, concordo com você. Mas chato mesmo é aquele motorista que liga tudo ao menor sinal de garoa…

      • CCN-1410

        O meu maior problema à noite, é que minha visão fica curta e não consigo distinguir se além na estrada continua reta, ou tem curva para a esquerda ou direita.
        Até os 80 km/h eu me garanto sem problemas, mas acima disso simplesmente é arriscado.
        De dia tudo muda e enxergo até a curva do horizonte.
        É até engraçado e minha esposa diz que de dia meus olhos são como os de um lince e a noite eles ficam quase iguais ao da toupeira.

        • Evandro

          Considere óculos de lente marrom para o dia também, eles distorcem as cores, mas aumentam bastante a nitidez, assim como os amarelos o fazem à noite.

          Essa distorção de cores é um problema para quem já enxerga em 8 bits hehehehe.

          Luzes azuis ficam verdes e semáforos mais antigos, onde o amarelo e verde já não são uma beleza de dia, ficam piores.

          Me parece que você fez cirurgia corretiva, acertei ?

    • CCN-1410

      Como você usa esse óculos? Por cima do teu normal de grau?
      Certa vez eu tive um mas era muito incômodo. Esse das lojas de material de construção é confortável?
      Agradeço se responder.
      Obrigado!

      • Evandro

        Opa, meu grau é muito baixo, então o corretivo é só para leitura, para o trânsito uso as lentes verdes (ou marrons) de dia.

        O EPI tem em modelos que cobrem óculos corretivos e tem um “normal”, e estes que cobrem óculos podem incomodar, vai depender do modelo.

        Te falo isso por ter usado vários anos estes protetores em laboratórios de química, os com pernas mais largas me incomodavam à beça, ainda be que tem os modelos com pernas finas por poucos R$ à mais.

    • Marco

      Eu tenho um óculos night driver. Comprei uma armação comum e mandei fazer as lentes não graduadas. Somente as lentes custaram pouco mais de R$ 60,00.

      É uma “mão na roda”. Os malas que utilizam faróis desregulados ou xenon não me incomodam mais.

  • Nora Gonzalez

    Rodolfo, o preço combinado foi fechado, portanto, quanto mais ele demorasse, pior para ele. Mas eu cai na besteira de oferecer as refeições – e sou muito boa nisso. E dá-lhe callos a la madrileña, tiramisù, crepes de carne, boef bourguignonne…O sujeito engordou 2,5 kg 😉 Abraços

    • CorsarioViajante

      Ôh Nora, se é assim, da próxima vez deixa que eu pinto o seu apartamento… Nem cobro pela pintura… Vou demorar uns cinco anos! rs

      • Nora Gonzalez

        CorsarioViajante, pois é. Vou reavaliar minhas negociações da próxima vez, ou seja, daqui a uns 15 anos, que tão cedo assim não passo esse perrengue de novo. Ou pedir desconto em função das refeições, quem sabe? abraços

  • Nora Gonzalez

    Mr. Car, adorei a resposta da revista. Eu mesma já fui alertada ao parar na frente de uma farmácia por deixar o pisca-alerta ligado. Ora, é o que mandava a placa! Infelizmente, tem muita gente que não faz a menor idéia de como nem quando usar cada tipo de luz que o carro tem. Abraços

  • R.

    Mr Car
    Concordo totalmente. A que ponto chegamos, não!?
    O que mais tem é motorista despreparado e gente que não tem condiçõe de ter e dirigir um carro rodando por ai….
    Essas seções de “carta dos leitores” de revistas especializadas e jornais estão ai para provar que esse pessoal tem vento na cabeça e não tutano!

  • R.

    Giovani
    Parabéns!
    Belíssima seu 164!
    Dirigir um carro com esse motorzão deve ser um sonho.
    Abs

  • Roberto Neves

    Tudo o que foi citado é absurdo e me enche de fúria, mas o mais incompreensível de tudo, para mim, ainda é a criatura humana que dirige à noite com todos os faróis apagados. Tenho visto mais desse fenômeno a cada dia: carros, motos e até mesmo ônibus! Tenho uma teoria segundo a qual isso faz parte de um ritual de passagem no qual o vivente desafia a morte (a própria e a dos outros), a ver se é digno de habitar o planeta.

    Também repugnante, mas um pouco menos grave, é aquele motorista que se recusa a acender faróis ou lanternas dentro da garagem do seu prédio ou do estacionamento do supermercado. Imagino que ele raciocine (se é que tal criatura é capaz de raciocinar) mais ou menos assim: “Dã, farol, lanterna, essas coisas só são obrigatórias à noite, dã, então não vou acender nada porque ainda não deu seis horas, mesmo que aqui dentro esteja um breu medonho, dã…”

    • CorsarioViajante

      Isso vale também para túneis.

    • Lorenzo Frigerio

      Em geral, é coisa de pobre. O cara anda com todas as lâmpadas queimadas, ou o fusível queima e ele não troca, simples assim. Às vezes, coloca um xenão xing-ling iluminando a cara de todo mundo e o resto das luzes, que se dane.

  • Bruno Rezende

    Nora, boa tarde,
    Em alguns países, andar com os faróis acesos de dia é obrigatório e eu acho que deveria ser também aqui no Brasil, pelo menos na estrada.
    Fora o conceito de ver e ser visto, por outros veículos e por pedestres, já vi situações em estradas de mão dupla de um carro iniciando uma ultrapassagem julgar que o carro na faixa oposta também estava indo no mesmo sentindo e também ultrapassando outro carro mais à frente. De repente, perceber que o carro estava vindo exatamente no sentido oposto, e ter que abortar a ultrapassagem de forma perigosa.
    Caso todos andassem com os faróis ligados, esse tipo de situação não aconteceria.
    O exemplo do avião, sou piloto privado e sei que os aviões de linha aérea possuem, fora as luzes de navegação, luzes anti-colisão e logo lights, faróis de táxi e faróis para pouso e decolagens.
    Os faróis de pouso e decolagem são aqueles mais forte e são apagados em rota. Sei de comandantes, principalmente em trechos movimentados, como a ponte aérea RJ/SP, que por critério próprio deixam esses faróis ligados durante toda a rota em dias de tempo ruim, em que pesem todas as outras luzes do avião, os radares, o controle de tráfego e o TCAS, justamente para aumentarem a visibilidade dos outros em relação ao seu avião.
    Fica evidente a necessidade de correto uso de iluminação nos carros.
    abs

    • Nora Gonzalez

      Bruno, no Brasil já é recomendado o uso das lanternas durante todo o tempo, mas ainda não é obrigatório, embora esteja em discussão. Na minha opinião, é uma medida que ajudaria em muito a segurança de trânsito. E bom saber que um piloto endossa meu exemplo do “ver e ser visto”. Abraços.

  • Newton (ArkAngel)

    Aqui no meu bairro tem uma moda nova:

    Os sujeitos trafegam somente com as lanternas ligadas (de preferência om luz azul ou verde), e somente ligam o farol baixo e/ou alto quando encostam junto à calçada para conversar com alguém, geralmente estacionam na contra mão para incomodar mais ainda quem vem em sentido oposto.

  • Bob Sharp

    Christian
    Já perdi a conta das vezes em que avisei a Fiat sobre isso.

  • Eduardo Mrack

    Estava eu minha cidade, a noite, um dia desses, área central, com várias lojas e algum tráfego de pedestres e veículos, mas nada muito movimentado, eram umas 23 horas. É quando vejo uma suve, essas que parecem um vagão blindado e com vidros pretos. Me chama a atenção por ela vir trafegando já há duas quadras com os faróis desligados, como dona da pista de rolagem. Fico chateado, quase indignado, reclamo um pouco para a menina que me acompanhava mas logo olho para outra coisa. Em seguida volto a olhar para a suve e atrás dela, pasmem, uma viatura policial “passeando” tranquilamente. Queria eu crer que os policiais fossem dar uma “sirenada” de advertência e em seguida instruir a suve à encostar para aplicação de multa ou no mínimo instrução para ligar os faróis. Não ! A viatura converte à esquerda na próxima quadra e a suve segue em frente, desfilando no seu caminho obscuro.

    • Davi Reis

      Outro dia aconteceu algo comigo que me ferveu o sangue, e tinha a ver com isso. Já eram umas 8 horas da noite, e estava trafegando por uma rua escura, com muitas árvores e movimentada, quando vi que logo atrás de mim, tinha um Fiesta com todas as luzes apagadas. Tínhamos acabado de passar por um cruzamento, movimentado inclusive, e tentei alertar ele sobre os faróis apagados (e o mesmo fez um colega meu, sentado no banco de trás). A reação do cidadão? Deu me dedo médio e saiu bufando por aí, ainda às escuras… Pelo visto, era um belo filhinho de papai, todo metido com seu carro novo, e ainda por cima, com os vidros selados. É o tipo de pessoa que representa perigo para todos no trânsito. Depois dessa, decidi nunca mais avisar outras pessoas sobre os faróis apagados. Depois eu me deparo com outro maluco por aí que vai achar que eu estou tirando sarro do carro dele ou chamando para alguma confusão…

      • CorsarioViajante

        Já eu passo pelo problema oposto: na minha rua muitos idiotas, não contentes em entrar pela contra-mão, entram com FAROL ALTO. Você desliga e liga seu farol, não adianta. Dá uma leve piscada com o alto, não adianta. Acho que não sabem que estão com o farol alto ligado.

      • Marco

        Comigo já aconteceu a mesma coisa. Estava bem escuro e o carro da frente com as lanternas apagadas. Na minha inocência, imaginava que estivessem queimadas. Ao parar no semáforo, avisei o motorista. Ele respondeu de forma mal educada: “Estão apagadas”. Ainda acendeu os faróis para mostrar e, logo depois, desligou.

        Ainda sobre as lanternas desligadas, avisei um casal de idosos sobre o carro “apagado”. A senhora, que devia ter uns 70 anos ou mais, disse para eu cuidar da minha vida.

        Numa outra oportunidade, o carro da frente estava com o pisca-alerta ligado. Ao parar no semáforo, avisei o passageiro. O cidadão me responde: Ela (a motorista) está aprendendo a dirigir! Eu disse que uma coisa nada tinha a ver com a outra. O cara me mandou tomar naquele lugar e foram embora, no semáforo vermelho.

        Depois dessas, não estou mais nem aí. Desvio desse pessoal e vou embora. As vezes, vai tentar ajudar e se dá mal…

  • Rodolfo

    Nora, sugiro que o próximo tema seja relacionados a carros sem condições de uso circulando livremente, o que oferece perigo aos outros e polui o meio ambiente com seus escapamentos parecendo a “maria fumaça”.

    • CCN-1410

      Neta com rinite, ar desligado com janelas abertas e D-20 concorrendo com locomotiva maria-fumaça.
      É triste!

    • Nora Gonzalez

      Rodolfo, boa dica. Anotada. Aguarde para breve. Abraços

    • CorsarioViajante

      Vale observar, muitas vezes ônibus de linha completamente desregulados, justamente os ligados ao poder público e que deviam dar o exemplo. Quando São Paulo tinha inspeção veicular isso era ainda mais absurdo.

  • Davi Reis

    O uso inadequado das luzes dos carros mostra o nível do motorista brasileiro comum… Se nem sabem como usar as luzes de advertência, setas, farol baixo, alto, de milha, de neblina, imagine só como se comportam na direção.

  • Perneta

    Me irrita demais a lanterna vermelha de neblina traseira. Que luzinha forte que incomoda!

    • Andre Bertoldi Reiter

      Eu uso a luz de neblina traseira quando um maldito usando xenon adaptado está atrás de mim me obrigando a usar o anti ofuscamento manual do retrovisor. Quando encontro esses meliantes no sentido contrário uso a luz alta mesmo. Penso que se todo mundo agisse como eu teríamos bem menos xenonzeiros nas ruas nos ofuscando.

  • Christian Bernert

    Até a pouco tempo atrás não havia nenhum carro com luz de posição diurna. Atualmente começam a surgir. Não me refiro apenas aos LEDs, mas os VW Golf e Tiguan por exemplo mesmo sem farol Xenon/LED têm luz permanentemente acesa. Mesmo de dia é impossível apagar. E isso ajuda muito a ser visto, principalmente em estradas.
    Faz muitos anos que eu sempre viajo de luz acesa pois isto aumenta comprovadamente a segurança. Acontece que considero o farol baixo um pouco ‘forte’ demais para esta situação de uso diurno. Então me acostumei a usar o farol de neblina com a função de luz diurna. E ele se presta muitíssimo bem para esta finalidade. Não ofusca nada (estou falando de faróis de neblina originais do veículo e corretamente regulados) e torna o veículo mais visível.

    Mas de noite o quadro muda. Aí não adianta querer usar luz de neblina como se fosse farol baixo. Não é suficiente e torna-se perigoso.

  • Lucas dos Santos

    Não é.

    Se eu não estou enganado – corrijam-me se eu estiver – o que é proibido é a utilização de mais de dois faróis de milha.

  • Christian Bernert

    Há um aumento dramático dos morcegões, pelo menos aqui na minha cidade (Curitiba). E eu desconfio que isto esteja relacionado com os painéis dos carros atuais que são iluminados mesmo quando quando as luzes externas do carro estão apagadas. Isto dá ao motorista a falsa sensação de que as luzes do carro estão acesas quando na realidade não estão.
    Pode notar, nas três primeiras horas da noite a incidência de morcegões (aqueles que andam com as luzes totalmente apagadas) é bem maior.

    • Bruno Rezende

      Isso é cada vez mais comum. O painél acende e o motorista desatento se esquece de ligar as luzes.

  • Lucas dos Santos

    Isso é fato. Também já fui ofuscado por um Fiat.

    Como era carro de autoescola, pensei que o aluno estivesse utilizando farol alto e fiquei me perguntando como o instrutor não percebera aquilo. Mas depois é que notei que era o farol baixo mesmo, que estava desregulado – na época eu não conhecia a “fama” dos faróis da Fiat.

  • Lucas dos Santos

    Já li certa vez um sujeito afirmar que não ligava os faróis durante o dia porque isso poderia causar um superaquecimento nos refletores e danificá-los!

  • Christian Bernert

    Tenho saudades dos tempos em que motoristas (principalmente de ônibus ou caminhões) em estradas de pista simples, usavam o código ‘seta para esquerda’ para comunicar a quem vinha atrás de que havia um veículo vindo em sentido contrário e portanto não seria possível ultrapassar.
    Quando a pista estava livre eles sinalizavam ‘seta para a direita’ indicando que a ultrapassagem estava livre.
    Quase não vemos mais isto hoje em dia.

    • CCN-1410

      No início do ano fiz uma viagem de quase 1500 quilômetros e tive a sorte de encontrar motoristas de bem com a vida, que praticavam esse tipo de sinalização. Mas o melhor foi que nenhuma vez tive que esperar, porque ou não tinha ninguém em sentido contrário, ou porque era início de 3ª pista ou os motoristas iam para o acostamento para me ceder passagem.
      Até parecia ser “os tempos antigos”.

    • Mr. Car

      Logo que tirei a CNH, a primeira vez que peguei estrada com meu pai, eu na direção, confiei na sinalização do caminhão à frente e mandei brasa. Tomei uma bronca homérica do velho: “NUUUUUNCA faça isso! E se o cara do caminhão estiver a fim de te matar”? He, he, he!

      • Bob Sharp

        Christian e Mr. Car
        Atenção que na Argentina esse “código” é ao contrário, seta esquerda passe, seta direita não passe. Isso é tão perigoso que há alguns anos foi proibido nos EUA. As pessoas podem interpretar de duas maneiras.

        • Mr. Car

          Curioso, Bob: também sempre achei que o entendimento mais natural para este código deveria ser como na Argentina, ou seja, seta à esquerda, “passe”, seta à direita, “fique onde está”.

        • Nora Gonzalez

          Ia mencionar isso mesmo, Bob. No Sul é um perigo, pois meus compatriotas trazem os hábitos de lá e acabam provocando acidentes ou, no mínimo, sustos. E em São Paulo quase bati numa rua atrás de uma mulher (!) que deu seta para a direita, sai para a esquerda e ela virou para a esquerda. Explicação dela? estava sinalizando que ia abrir o raio para a direita primeiro para fazer a conversão. Incrível!

        • Lucas

          E essa do sinal de luz para ultrapassar não dá para confiar cegamente porque tem muito motorista sem vergonha safado por aí que só quer te ferrar.

          Outros ainda dão essa sinalização mesmo sem ainda ter visão à frente. Aí quando tu já saíste eles mudam a seta….

        • Christian Bernert

          Sim Bob eu já sabia disto. E acho que o código dos argentinos não faz nenhum sentido. Se o veículo à sua frente dá seta para a esquerda pode significar que ele pretende iniciar uma ultrapassagem. Isto também é motivo para você esperar para ultrapassar mais tarde.
          Se o sinal é seta para a direita, pode também significar que ele pretende parar ou diminuir a velocidade para uma possível conversão à direita adiante. Isto significa que você deve se preparar para eventualmente ultrapassá-lo.
          O que não se pode fazer é confiar cegamente em qualquer sinalização deste tipo. Para mim vale sempre a máxima: “na dúvida não ultrapasse”. Aliás esta frase educativa era muito frequente nas estradas anos atrás. Atualmente não se vê mais.
          O maior responsável pela sua segurança em uma rodovia é você mesmo; seja agindo diretamente ou preventivamente. Jamais terceirize sua própria segurança. Desconfie sempre de tudo e de todos.

      • Rodolfo

        Falando nisso me lembrei de que meu pai já viu acidente em que os dois carros bateram de frente no acostamento… “quase todo mundo sabe da regra”, mas também gente que fatalmente não sabe que na hora de bater tem que tirar para a sua direita.

    • Rogério Ferreira

      Muitos ainda fazem isso, especialmente nos lugares onde a malha viária é de pista simples… Alguns, em rampas de ampla visão, ainda permitem a ultrapassagem indo para acostamento. Deveriam ser premiados pela conduta, de desobstruir o tráfego, e consequentemente melhorar a segurança da via, mas se flagrados, são multados em R$ 518 reais! E o retrato desse país estúpido…. No lugar de multar o caminhoneiro, é fazer uma terceira faixa, que com certeza está faltando… Mas os governos não querem gastar, querem simplesmente arrecadar.

  • Rogério Ferreira

    Nora, é impressionante, tudo o que disse é a mais pura verdade, e digo mais, as pessoas que negligenciam o acendimento dos faróis, pela mais pura falta de noção, quase que invariavelmente, são os mesmos “morrinhas”. Como disse, são pessoas que na sua bestialidade, ignorância, ou simplesmente falta de noção do perigo, acham que utilidade dos faróis é simplesmente para enxergar e não para ser enxergado. Vamos agora colocar mais um fator de complicação: pista simples, sentido duplo, como é a maior parte da malha viária situada fora de SP. Realiza você, dirigindo seu competentíssimo 408 thp numa destas estradas, ao anoitecer, naquela situação em que ainda é possível enxergar a rodovia sem usar os faróis, mas de forma precária. Aí você, que tem visão humana e não biônica, verifica que é possível fazer uma ultrapassagem, pois não há nenhum farol em sentido contrario, mas repente, no meio da manobra, depara-se com a súbita aproximação idiota desses, num carro escuro, com farol desligado, ou as quase inúteis lanternas acesas. E o retardado, ainda resolve lampejar os faróis, como se você tivesse cometendo uma imprudência. Ou vontade de mirar para acertar! O problema é que morrer junto! E motociclistas? É “beabá” de Auto Escola. É proibido trafegar de motocicleta com os faróis apagados, seja na cidade, seja na estrada, a qualquer hora do dia. Aliás, toda motocicleta, não deveria oferecer opção para desligar os faróis. Quer que eu enxergue um motociclista, em sentido contrário, com faróis apagados, tempo escuro a 500 m de distância? Mesmo se tiver visão biônica e detectar o morrinha, não abortarei minha ultrapassagem por causa dele. Que se atire para o acostamento, e aí da “autoridade” que multar em R$ 1916 reais, por ultrapassagem perigosa. Recorro até o STF, se for preciso, mas não pago por aquilo que não tenho culpa. Não sou obrigado a enxergar, aquilo que não dá para ser enxergado.

    • Lucas dos Santos

      Aliás, toda motocicleta, não deveria oferecer opção para desligar os faróis.

      As motocicletas com motor 125 cc da Honda – e outras mais recentes, creio eu – já são assim. Não há comando para desligar o farol. Basta ligar o motor e o farol acende.

      Confesso que eu já andei com a moto do meu pai com os faróis apagados e no fim da tarde! Era uma CG antiga, que ainda tinha o comando para ligar ou desligar os faróis. Como fica difícil de dar a partida com os faróis ligados, eu os desliguei, dei a partida e esqueci de ligá-los novamente! Só lembrei quando avistei outro motociclista também com as luzes apagadas e me dei conta que as minhas também estavam. Eu sempre procuro dirigir corretamente, mas reconheço que dessa vez faltou atenção.

  • ccn1410

    E parece que a mais forte delas é a do Peugeot 206/207.

    • Lorenzo Frigerio

      Acho que deve haver um erro de layout no sistema de acender as luzes desses carros. Tipo, um botão rotativo que acende todas, ou um botão separado que acende a luz traseira independentemente das outras estarem ligadas, e que o cara esquece acionado e nunca mais desliga.

  • ccn1410

    Ontem vi uma Saveiro transportando um refrigerador com a carga certinha em cima da caçamba, mas com as luzes de alerta ligadas.
    Sinceramente não entendi o porquê. Não tinha nenhum risco.

    • Lucas

      E eu vi numa rodovia um Palio, com o pisca-alerta ligado, rebocando um trêiler!! Deu até dó do coitado do Palio…..

    • Lorenzo Frigerio

      A luz de alerta significava: “não ande atrás de mim, porque a geladeira não está amarrada”.

    • CorsarioViajante

      Brasileiro acha que pisca-alerta é o botão da carta-branca para fazer idiotice.

  • CCN-1410

    E o que dizer dos novos valores da multa por ultrapassar pelo acostamento ou em faixa amarela?
    Na BR 470 aqui em SC nada mudou. Ontem mesmo fiz o trecho Gaspar/Indaial e dezenas de carros cometeram essas infrações. Sem fiscalização nada muda!
    O que precisamos é de menos leis, mas de mais eficácia.

    • Lucas

      É que se naum tem puliça, naum tem pobrema ultrapassar..

      Afff…. falando em fiscalização, outro dia fiquei irado com a PRF vindo aqui na frente da propriedade dos meus sogros armarem aquele tripezinho de medir velocidade…. Eles lá na maior folga dentro da viatura, pezão sobre o painel, gastando a maior gasolina por causa do ar-condicionado e o radarzinho ali do outro lado da estrada. Pelo menos o que parecia é que nessa hora os motoristas estavam se ajudando pois todos passavam bem devagar por eles.

      Como se não houvesse nada mais importante pra eles fazerem. Ontem mesmo um acidente por ultrapassagem matou duas pessoas aqui nas proximidades, além da infinidades de paus-velhos, sem pneus, freios, faróis e demais luzes que se vê passando tranquilamente pelo posto deles.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Então, se você está certo de que não está atrapalhando os outros em sentido contrário e acha que ajuda, tudo bem. Eu nunca senti falta de mais iluminação próxima e sim à distância. Sempre quero que os faróis iluminem mais longe. Inclusive gosto das Osram NightBreaker, 50w (mesma potência das originais) porém uns 30% mais eficientes. Mais visão, sem atrapalhar ninguém. Encaixam perfeitamente no farol sem qualquer modificação. Experimente, talvez seja disso que seu carro precisa.

    • Lorenzo Frigerio

      Essas lâmpadas não fazem milagre. A melhor coisa que se pode fazer em faróis convencionais é instalar relés. Você recupera 1V ou mais na lâmpada, e faz uma bela duma diferença.

    • Jr_Jr

      Agradeço a dica, Paulo.

  • Bob Sharp

    Perneta
    São lâmpadas de 21 watts, iguais às de freio. Agora é que vi, no lado direito, próprio para mão esquerda do Japão. Aqui tem de ser no lado esquerdo. Sempre o mais afastado da calçada.

  • Bob Sharp

    Nora
    Essa da mulher está boa para o “Acredite se quiser” do Jack Palance…Como pode uma coisa dessas? É muita ignorância.

  • Lucas dos Santos

    Nora,

    Li que antigamente era comum os motoristas não concordarem em utilizar farol baixo à noite e, o que é pior, às vezes xingavam os demais motoristas que o utilizavam! Hoje em dia são os próprios motoristas que acham que incomodam os demais com o farol baixo.

    Enquanto tem uns que pecam pela falta tem os que pecam pelo exagero. Não sabem a função de cada luz do carro e fazem questão de acender TODAS as luzes disponíveis no carro, achando que “quanto mais luzes, melhor”.

    Curioso mesmo é aquele pessoal que troca as lentes das lanternas traseiras por lentes transparentes, mas deixam de trocar as LÂMPADAS, por outras de bulbo colorido. Aí fica tudo da mesma cor da luz de ré! Quando eu vejo isso, eu costumo dizer que a pessoa gastou tudo o que tinha com as lentes transparentes e faltou dinheiro para trocas as lâmpadas!

    Interessante esse sistema da Mercedes. Não o conhecia.

  • Lucas

    Como classificar uma energúmena dessas??

  • Bob Sharp

    Lorenzo
    A regra é clara, em caso de rotatória terá preferência quem já estiver circulando por ela (CTB, Art. 29, Inciso III, alínea b), isso quando não sinalizada. A maioria, porém, tem a placa “Dê a preferência”, mas há casos absurdos de placa “Pare”. O princípio da coisa é quem estar na curva ter preferência sobre quem está na reta. A rotatória tem o papel primordial de evitar semáforos/sinalização de “Pare” e retenção do tráfego, só que se inventou a mini-rotatória e aí há dois problemas graves. Um, não haver faixa de pedestres (vejo aqui em Moema pessoas querendo atravessar e ficando perdidas). Outro, veículos maiores podem passar por cima da marcação de solo e nesse caso a regra inverte, tem preferência quem vem pela direita. Tem-se então duas situações para o mesmo caso, o que é inadmissível.

    • Danniel

      Aqui em Brasília temos vários casos de pistas de 60 km/h que tem uma placa PARE para quem está na principal, sendo que é perfeitamente possível ver quem está fazendo o balão e dar a preferência. Nem precisa dizer que a sinalização é solenemente ignorada…

  • Rogério Ferreira

    Esquecimento, as vezes acontece… Mas quando viu o outro motociclista, sentiu a dificuldade de enxergá-lo? Pois imagine isso numa rodovia. onde as aproximações são muito mais súbitas? E se estiver anoitecendo? Farol aceso faz toda a diferença.

    • Lucas dos Santos

      Não, porque não tinha anoitecido ainda – embora fosse final de tarde.
      Mas me chamou a atenção ele estar com o farol apagado. Até cheguei a pensar “olha aí, um idiota andando com o farol da moto apagado”, aí fui checar o meu e estava apagado também!
      Realmente, faz toda a diferença.

  • Marcos Alvarenga

    São erros comuns e perigosos em motocicleta, esquecer de desligar a seta após a manobra e deixar de acender os faróis.

  • Roberto

    O problema é que as pessoas andam muito distraídas hoje em dia, com celular, rede social etc enquanto dirigem. Prestam atenção em tudo, menos no mais importante (trânsito). Junta isto com o fato que a maioria das pessoas não conhece metade das funções que o carro tem (nunca abriram o manual para ler), aí acontece esses absurdos que vemos nas ruas.

  • Davi Reis

    Essa do farol alto é de matar mesmo. Eu sofro além do normal com isso, pois tenho olhos claros, mas é um incômodo muito grande pra qualquer pessoa. Um item vai ser indispensável no meu próximo carro, o retrovisor eletrocrômico. Cansei de ficar o tempo todo alternando o modo noite/dia no retrovisor interno e pior ainda, em carros mais novos, o retrovisor fica completamente inutilizado. No carro mais antigo que eu também uso, dá pra virar o retrovisor e ainda manter uma boa visão do que acontece atrás.

  • Davi Reis

    Realmente complicado, será que aqueles óculos de lente amarelada não conseguem te ajudar? Às vezes sofro um bocado de noite por causa dos meus olhos claros, estou até pensando em comprar um desses óculos pra ver se ajuda.

  • Rodolfo

    Eu falo isso porque eu tenho um Gol 1990 – 1.8 bem conservado… tanto em funilaria quanto em mecânica… Acho um absurdo uma pessoa circular com o carro sem condições de uso…

    Eu posso ser radical, pois tem gente que diz que todo mundo tem o direito de ir e vir, mas penso que se a pessoa não pode manter um carro em ordem, então ele não deve ter um carro, pois arriscar a vidas e poluir o meio ambiente não é nada certo.

  • Rodolfo

    Aguardo o seu artigo sobre isso então com ansiedade em…

    Abraços,

  • Roberto Neves

    Que respostas absurdas, Marco! Você tenta ajudar e é ofendido. As pessoas andam tão assustadas que acontecem essas coisas.

  • Roberto Neves

    Eu só dirijo em autoestrada ou mesmo em pista urbana de alta velocidade com os faróis acesos, a qualquer hora do dia e da noite. E tem sempre um cidadão sinalizando pra me avisar para apagar os faróis…

  • Lorenzo Frigerio

    Não dá para regular xenon em faróis projetados para lâmpadas halógenas. O filamento da lâmpada é horizontal, a centelha do xenon é longitudinal, portanto o refletor não consegue fazer foco no facho. Não adianta baixar, fica uma m…
    E o projetor, sendo uma lente, provavelmente dará os mesmos problemas se não for projetado especificamente para xenon.

    • Cadu Viterbo

      Vc tem toda razão, mas se regular bem até dá pra usar. O problema é que poucos sabem regular, e quando o fazem, jogam o farol mais para cima ainda!

  • Muito obrigado.

  • Domingos

    Nos últimos 5 anos o nível de educação da população caiu assustadoramente. E nem é só no Brasil.
    Tem mesmo senhor de idade e velhinha que corta fila e ainda te expõe a ridículo se você reclama. Um monte deles que corta até entre eles mesmos.
    Tem vendedor hoje em dia que o próprio gerente orienta a não atender se achar que o cliente não vai dar margem suficiente ou é um modelo que não há interesse em vender. O gerente senta o rabo na mesa, me perdoem a palavra, e aceita que o vendedor faça o mesmo.
    Isso está desde as classes mais baixas, nas quais tem um monte de ladrãozinho agora (te roubam troco, pegam senha de cartão…), até as mais altas – onde se comportam exatamente como nas mais baixas em termos de pobreza de espírito e má educação. Te enganam no lugar de te roubar.
    O segredo parece ser fazer sua parte, ficar na sua e estar entre os seus. Deve ser muita cultura de baixaria nas músicas que agora até a classe alta e média ouvem (o governo apóia todas).

  • Arthur

    Retire essas películas do pára-brisa e dos laterais dianteiros, seu guiar será muito mais natural e seguro.

    • Jr_Jr

      Foi a primeira coisa que fiz ao comprar o carro. Todos os meus sempre foram sem, além de mais seguro acho mais bonito!

  • Paulo Roberto de Miguel

    30% a mais é bem significativo. Já experimentei, são bem melhores do que as originais.

  • Christian Bernert

    Tempos atrás eu tinha uma marca na garagem de casa para ajudar na regulagem da altura do farol.
    Quando eu carregava o carro com malas da família toda para a viagem, usava a referência para regular o farol em casa mesmo e não correr o risco de sair ofuscando todo mundo só porque o porta-malas está cheio.
    Agora meu carro tem regulagem de altura do farol com comando elétrico. Ficou muito mais fácil.

  • Lucas dos Santos

    Não entendi. Como assim “quem entra na rotatória tem preferência sobre quem JÁ ESTÁ nela”?
    Não havendo sinalização, a preferência é sempre de quem está na rotatória. Simples assim. A sinalização, normalmente, é colocada apenas para reforçar essa regra.

  • ccn1410

    Não, eu não fiz cirurgia corretiva. Já nasci assim, hehehe…

  • Bob Sharp

    Lucas
    No filme “Encurralado” (Duel), o primeiro de Steven Spielberg, mostra isso. O velho caminhão-tanque dirigido pelo débil mental dá seta esquerda indicando ao motorista que o seguia que podia ultrapassar e vinha carro, quase havendo colisão. O fez de safadeza.

    • Nora Gonzalez

      Filmaço esse! e que medo!!!

  • Nora Gonzalez

    Rogério, bem lembrado. E ainda tem aqueles motoqueiros (que motociclista não faz isso) que além de não ligar o farol fazem questão de andar exatamente no ponto cego do carro, bem na quina – geralmente a traseira direita. Quando vou de co-piloto vivo avisando quem está no volante. Abraços.

  • Nora Gonzalez

    Mr. Car, fico na dúvida sobre o que é mais lógico, pois quando quem está na sua frente vai virar à direita, dá seta para esse lado e você sai para a esquerda para ultrapassar. Mas mesmo lá não confio no motorista que está adiante. E se estiver me zoando? e eu sei lá se ele é argentino? abraços

  • Cadu Viterbo

    Vende a rodo no Mercado Livre. Custa uns 500 reais o par. você precisa abrir os faróis para fixá-los. É a solução ideal para quem quer usar xenon!