DSC01524  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01524

O Fiat Grand Siena foi lançado para a imprensa no Chile em março de 2012, ocasião em que só andei no Essence, de motor 1,6-L, com câmbio Dualogic. Mais de um ano depois, em setembro de 2013, andei no mesma versão num “no uso”, porém com o câmbio Dualogic Plus. Faltava, portanto, ver como era o Grand Siena “de entrada”, o Attractive, com seu motor de 1.368 cm³, 85/88 cv a 5.750 rpm e 12,4/12,5 m·kgf a 3.500 rpm, tendo que carregar 1.094 kg sem contar o meu peso (85 kg). Resultado? Gostei muito.

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Custa, básico, R$ 41.680. Os itens “essenciais’ como ar-condicionado, sistema de áudio, ajuste elétrico dos espelhos externos, rodas de alumínio de 15 polegadas, acionamento elétrico dos vidros traseiros, ajuste de altura do banco do motorista, volante em couro com comandos de rádio e sensor de estacionamento são opcionais. Infelizmente o site comercial da Fiat está aparentemente com problema no servidor e não foi possível obter o preço do veículo com todos os opcionais, que estimo em mais R$ 6 mil (será informado posteriormente).

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Porém, de série, o Grand Siena Attractive traz cintos dianteiros com pré-tensionador, direção assistida hidráulica, computador de bordo A e B, alerta de velocidade e de manutenção programada, ajuste de altura do volante, faróis e de neblina, conta-giros,  acionamento elétrico dos vidros dianteiros um-toque, pneus de baixo atrito de rolamento, estepe 100% operacional, pára-brisa com faixa degradê, apoio de pé esquerdo, iluminação do porta-malas, banco traseiro rebatível, três apoios de cabeça no banco traseiro, acionamento interno da portinhola do tanque, chave-canivete com telecomando, entre outros itens. Como seus efeitos são conhecidos, vou focar mais no carro em si.

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Para variar, ao retirar o carro no escritório regional da Fiat, a impressão de volante alto demais, que a regulagem de altura não consegue mitigar. E, de novo, após alguns quilômetros a impressão desaparece completamente. Outro traço característico é o toque dos engates do câmbio, distante o seco e preciso dos VW e dos também muito bons Honda, mas que, como o volante, passar a ficar agradável também. O comando é a cabo.

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Anda bem. O motor Evo com variador de fase do comando único num campo de 40°  é mesmo muito elástico e agrada. Sua rotação de corte (que é um “sujo” suave) é 6.500 rpm, 750 rpm acima da rotação de potência máxima, e chega rápido lá. O carro testado estava abastecido com álcool e acelera razoavelmente bem, como mostra o tempo do 0-a-100 km/h oficial em 12,5 s. Retoma velocidade bem no uso calmo e a velocidade máxima, ainda segundo a Fiat, é de 175 km/h. Nada de passar vergonha, portanto. Com gasolina esses dados são 13,1 s e 173 km/h, respectivamente.

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Punta-tacco fácil

Cruza bem na faixa 120~130 km/h. Com v/1000 de 32 km/h a rotação a 120 km/h é 3.750 rpm e não chega a incomodar, embora pudesse ser um pouco menos, algo como 3.500 rpm. À velocidade máxima o motor está a praticamente a 5.500 rpm, num bom compromisso.

DSC01532  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01532

O consumo oficial Inmetro/PBEV é 11/13 km/l cidade/estrada com gasolina e 7,7/9 km/l com álcool, mas na viagem a Engenheiro Passos (RJ) na semana retrasada obtive consistentemente 11 km/l com álcool, 120 km/h verdadeiro e ar-condicionado ligado. Mesmo com o tanque de 48 litros dá para viajar entre São Paulo e Rio de Janeiro com um tanque de álcool.

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Cavernoso: 520 litros

A viagem de ida foi à noite e com chuva, boa iluminação. Os faróis estavam bem ajustados, não com a altura de facho excessiva que conhecemos de outros Fiat.

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Estepe 100% operacional

O rodar do Attractive é confortável, sem nenhum traço de dureza, e curva bem, com saída de frente bem discreta. Está perfeito para  piso brasileiro, com uma suspensão silenciosa. Nessa parte a engenharia da Fiat está mesmo com a mão. A isso se junta uma cabine espaçosa tanto lateral quanto longitudinalmente, ajudado pela seis janelas. O espaço no banco traseiro é bom (fico devendo a clássica foto…) e o porta-malas é amplo, com seus 520 litros. A distância entre eixos é de 2.511 mm e o comprimento, 4.200 mm.

Para quem pensa num sedã compacto anabolizado e não faz questão de grande desempenho (mas que não passe vergonha), essa versão do Grand Siena Attractive é mesmo  de considerar.

BS

Fotos: autor

 Após a ficha técnica abaixo, mais fotos.

FICHA TÉCNICA FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE 2015
 
MOTOR
Tipo4-cilindros em linha, transversal, flex
ConstruçãoComando no cabeçote, corrente, 4 válvulas por cilindro, atuação indireta por alavanca, variador de fase
Material do bloco / cabeçoteFerro fundido / alumínio
Cilindrada1.368 cm³
Diâmetro x curso72 x 84 mm
Taxa de compressão12,35:1
Potência (cv) / rpm85 (G), 88(A) / 5.750
Torque (m·kgf) / rpm12,4 (G), 12,5 (A) / 3.500
Limite de rotação6.500 rpm
Formação de misturaInjeção Magneti Marelli seqüencial no duto; acelerador eletrônico
TRANSMISSÃO
TipoTranseixo manual de 5 marchas à frente e uma à ré, tração dianteira
Relações das marchas (:1)1ª 4,100; 2ª 2,158; 3ª 1,345; 4ª 0,974; 5ª 0,786; ré 3,818
Relação do diferencial (:1)4,500
EmbreagemMonodisco a seco, acionamento hidráulico
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, braço triangular, moia helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência hidraúlica indexada à rotação
Diâmetro mínimo de curva10,2 m
FREIOS
DianteirosA disco ventilado de Ø 257 mm
TraseirosA tambor de Ø 203 mm
AtuaçãoDuplo-circuito em diagonal, ABS e EBD
RODAS E PNEUS
RodasAço, 6Jx15
Pneus185/60R5H
CARROCERIA
TipoMonobloco em aço, 3-volumes, 4 portas, 5 lugares
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx)0,32
Área frontal (A)2,2 m²
Cx · A0,704 m²
DMENSÕES (mm)
Comprimento4.290
Largura1.700
Altura1.507
Distância entrei eixos2.511
Bitola dianteira/traseira1.442 / 1.464
Distância mínima do solo160
CAPACIDADES
Porta-malas (L)520
Tanque de combustível (L)48
PESOS (kg)
Em ordem de marcha1.094
Carga úitil400
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s)13,1 (G), 12,5 (A)
Velocidade máxima (km/h)173 (G), 175 (A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBEV
Cidade (km/l)11 (G), 7,7 (A)
Estrada (km/l)13 (G), 9 (A)
CALCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª (km/h)32
Rotação do motor a 120 km/h3.750
Rotação à velocidade. máxima, 5ª5.470

Mais fotos:

DSC01541  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01541

Motor de 1.368 cm³ no seu berço

DSC01540  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01540

Capricho de produção: pintura do cofre igual à externa

 DSC01543  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01543

DSC01545  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01545

DSC01547  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01547

Pinta verde, abastecido com álcool

DSC01538  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01538

DSC01550  FIAT GRAND SIENA ATTRACTIVE, NO USO DSC01550

Ótimos retrovisores externos

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Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Mr. Car

    Eu consideraria, embora com certeza preferisse o 1.6. Gosto do Grand Siena. Veria também o Logan e o Ka +.

    • Bob Sharp

      Mr. Car
      Mera decisão pessoal, o menos potente ou o mais. O fato é que ao escolher o de menos não haveria insatisfação nem mesmo para mim, acostumado com cavalarias expressivas (e sem nenhuma preguiça para usar o câmbio)..

      • Mr. Car

        É pessoal mesmo, Bob. Gosto de motores mais torcudos. Não que o 1.4 não fosse satisfazer minhas necessidades.
        Abraço.

  • Rodrigo Neves

    O Siena anterior era bem satisfatório com motor 1.4. Um amigo comprou o novo e teve o antigo, e relata um aumento considerável no nível de ruído interno.

    • Davi Reis

      Também tive essa impressão comparando o antigo Siena com o novo, mas não tenho nem ideia o quê possa justificar isso.

      • Domingos

        Pode ser questão de isolamento mesmo. Noto que é uma tendência em muitas categorias no nosso mercado o modelo novo, mesmo com o mesmo motor, fazer bem mais barulho que o modelo antigo.
        Em alguma coisa andam economizando. Sinceramente, essa década para carros não tem sido muito legal…
        Ando vendo também bastante falha de pintura e de alinhamento de carroceria até em carro japonês!

  • R.

    O que significa dizer rotacao de corte “sujo ou “limpo” ?
    É possível atingir rotacao de corte com cambio automático ou robotizado?

    • Bob Sharp

      R.
      São os dois modos como se dá o corte de injeção que limita a rotação. No sujo o motor fica tranqueando; no limpo o motor simplesmente estaciona naquela rotação. Há poucos casos de câmbio automático ou robotizado deixar ir ao corte, a maioria passa a para a marcha superior ao chega ao limite previsto.

      • R.

        Muito obrigado, Bob !

  • Davi Reis

    O Grand Siena 1.4 é um carro que não me desce, de jeito nenhum. Acho o motor muito barulhento e áspero, e a suspensão deixa o carro sacolejar demais em buracos, valetas e afins. Por outro lado, o Grand Siena 1.6 me agrada bastante, é perceptível como a suspensão dele é muito mais firme sem sacrificar o conforto, deixando o rodar do carro infinitamente mais agradável. Também, o motor 1.6 tem um funcionamento muito mais liso e empolgante. Sobre altura do volante e câmbio, compartilho da sua opinião Bob, mas as vezes não consigo me adaptar mesmo depois de algum tempo dirigindo. Não sei se é um problema “isolado” de todo Fiat que já dirigi, mas os freios hiper sensíveis me prejudicam sempre na hora de fazer o punta tacco. Não sei o que impede a Fiat de largar de vez esse 1.4 Fire e adotar o 1.4 16V Multiair em toda a sua linha, e também botar nos carros nacionais um câmbio tão preciso e agradável quanto o câmbio italiano do Bravo T-Jet.

    • Bob Sharp

      Davi
      Recomendo você reavaliar sua opinião, porque o Grand Siena Attractive 1,4 não é nada do que você disse. Não estaria você imbuído do “espírito da rolagem” das revistas e de certos sites automobilísticos? Não há razão para passar ao MultiAir se existe versão de maior cilindrada, mais potente, na mesma classe de IPI. E o MultiAir não é barato.

      • Davi Reis

        O pior é que não Bob, eu realmente sinto um balanço muito desagradável nesse carro, algo que nunca senti no 1.6. E isso em velocidades não muito altas, nunca tive a oportunidade de pegar estrada com esse carro. Mas pode ser que com as rodas de liga leve, o comportamento seja outro, não sei. Sobre o motor, acho que seria um investimento bem vindo pra toda a linha Fiat 1.4. Imagino que os novos motores Volkswagen e Ford também não tenham sido baratos, mas isso não impediu seu uso (ainda um pouco limitado na VW, mas vasto na Ford). Acho que não seria esperar demais, ainda mais considerando que a Fiat sempre teve um perfil de introduzir inovações no nosso mercado.

    • KzR

      Eu por outro lado, pelo longo convívio, acho esse câmbio macio da Fiat bom em certos momentos, embora longe de recompensar como o de VW.
      A caixa C635 do Bravo T-jet deveria estar, pelo menos, equipando o Punto T-jet. Outra opção seria a caixa oferecida nos 500 polonês.

  • Daniel S. de Araujo

    Bob, uma duvida.
    Na ficha técnica, acho que você colocou a transmissão robotizada (devido a primeira curta e a descrição “tipo de transmissão: transeixo robotizado…”. É isso mesmo?

  • Thales Sobral

    A Fiat deve estar trabalhando bem nesse motor 1,4L, pois há alguns anos dirigi tanto o Punto quanto a Strada, e me senti andando num 1.0, exceto na hora de abastecer, onde o carro mostrou sua voracidade.

    • CorsarioViajante

      Se não me engano, em vários testes com Up e Ka 1.0, tem que colocar o Uno 1.4, que praticamente empata.

      • KzR

        Sim, na versão Economy com câmbio alongado. Boa solução sem mexer no motor.

        • Davi Reis

          Se não me engano, o teste a que ele se refere foi feito com o Uno Evolution, sem o câmbio alongado do Economy.

    • Bob Sharp

      Thales
      O motor mudou bem quando passou a Evo — comando vriável e redução de atrito

      • Fórmula Finesse

        Ótimo, os “um ponto quatro” da Fiat que dirigi antes…eram letárgicos!

    • Domingos

      Também cheguei a pensar se estava andando num 1.0 quando andei num 1.4 antigo da Fiat. Torque, potência, aquilo ali não tinha nada. Os 1.4 da época ou tinham muito torque, fazendo eles agradáveis, ou tinham boa potência – os fazendo ágeis.
      No EVO foi da água para o vinho. No 500, que não é tão leve, é muito gostoso de dirigir com bom torque, resposta muito boa e linear e potência ok.
      Esse motor vai para o mercado americano também, não podiam mandar qualquer coisa… O Fire antigo ainda existe na Europa, mas exclusivamente na versão de entrada de Panda e Punto (na versão com preço extremamente baixo para pegar compradores de sub-compactos de outras marcas). O resto é MultiAir, MultiJet etc. Detalhe: o Fire de lá é 1.1/1.2 exclusivamente e nem usa injeção Marelli para reduzir ao máximo o custo.

      • Roberto Neves

        Bons amigos, sem querer contradizer ninguém, tive um Palio 1,4 motor Fire que andava magnificamente. Subi com ele diversas vezes do Rio de Janeiro a Petrópolis, algumas vezes a Juiz de Fora e voltei e o bichinho nunca me decepcionou. Estamos falando do mesmo motor?

  • Bob Sharp

    Daniel
    “Sobrou” o robotizado…Já corrigi, é manual, claro. Obrigado pelo toque.

    • Daniel S. de Araujo

      Valeu Bob!

      Vendo que as relações de marcha estão corretas para a transmissão manual, pergunto: As relações de marcha não são um tanto curtas, considerando o diferencial de 4,50:1? Numa análise apenas numerica, achei a quinta marcha conjugada com o diferencial curto que poderia ser mais longa. E fiquei com a impressão de a primeira marcha ser extremamente reduzida. Confere?

      • Antônio do Sul

        Daniel:
        A minha experiência com esse motor 1.4 Evo se restringiu ao Uno (modelo 2011) e, nesse caso, a Fiat estragou o conjunto usando as mesmas relações de diferencial e de marchas da versão 1.0, salvo a da quinta, um pouco, pouquinha coisa mais longa, na versão 1.4. O escalonamento aparentemente errado (na minha opinião) me chamou a atenção e abri o manual para conferir. Se eu não estivesse a 300 quilômetros do carro, eu enviaria os dados.

      • Bob Sharp

        Daniel
        Tudo confere, mas na utilização não se sente falta de nada em faixa de velocidade alguma, exceto a v/1000 em 5ª que poderia ser uma fração mais alta..

  • João Carlos

    Não deve haver mercado para isso, mas certamente essa nova família Palio como perua seria muito bom. Particularmente jamais compraria um sedã, a praticidade da quinta porta é inegável, e o carro continua com o mesmo comprimento. Mas o sedã tem a sua beleza, acho que é isso que atrai o mercado, a possibilidade de ter um carro “à lá americano” em miniatura, o que também agrada o leste da Europa e parte da Ásia.

    • KzR

      Concordo. A perua seria muito mais útil, mas a beleza do sedã atrai, com o ponto positivo de geralmente apresentar melhor Cx.

  • Comentarista

    Essa versão só compensa para quem quer um carro básico. Se você equipá-lo com ar-condicionado e mais alguns itens presentes no 1.6 fica até mais caro que o 1.6 básico. Neste caso o Essence é a melhor escolha. Sobre o motor já tive Punto 1.4 que me atendeu bem durante 5 anos. Viajava muito nele e atualmente minha esposa tem um 500 Cult. O EVO está sem sombra de dúvidas distante do Fire comum. O EVO é muitíssimo menos ruidoso, possui muito mais força a baixas rotações e melhor consumo. Estava pensando em pegar um Ka+ 1.0 e depois lembrei do Grand Siena Atractive mas depois que montei no site da Fiat desisti na hora. Com os mesmos itens do Ka+ 1.0 ele passa dos 48 mil, mais caro como já falei, que o Essence 1.6 e aproximadamente 10 mil a mais que ok Ka. Como ando 99,99% em cidade o Ka+ será muito mais vantajoso.

    • KzR

      Acostumado ao torque do 1.8 GM, achei o Punto 1.4 um pouco fraco, mas não era o Evo. O 1.6 e.torq achei razoavelmente bom.

  • Comentarista

    Esse carro em que você andou não poderia estar com problemas na suspensão, nos amortecedores? Digo isso pois a suspensão do 1.6 e do 1.4 devem ser iguais mudando alguma calibração de mola dianteira. O antigo Siena era sim molenga mas esse novo não acho. Já andei em vários Attractive e Essence e nunca senti isso.

    • Davi Reis

      É uma impressão que eu tive não só em um carro, mas em vários. Um deles, inclusive, praticamente 0km.

  • Domingos

    Recentemente troquei de carro e considerei o Siena como escolha, mas ao ver os preços sequer fui à concessionária da Fiat. O carro é muito caro mesmo. Preço de Honda.

    • Comentarista

      Fim de 2011 quando minha esposa foi comprar o 500 estava olhando um Bravo Absolute que estava em exposição, mas sem intenção de compra. A vendedora chegou e me passou o preço: 82 mil reais na época. Era com todos os opcionais possíveis. Ela disse que conseguiria um desconto de 4,5%. O Freemont na época estava a 88.

      • Domingos

        O Bravo foi outro que jogaram o preço lá em cima. Mas nos últimos anos tem muita gente aqui mesmo no Ae comentando que eles estão praticando grandes descontos, o que faz ele uma escolha muito atraente.

        • Israel Pegado

          Verdade, Domingos! Aliás, fiquei assustado ao ler o preço que o Comentarista encontrou com sua esposa. Acabo de comprar um Bravo Essence e paguei 56 mil nele. Mesmo a versão T-Jet acima da Absolute estava por saindo por 73 mil na concessionária Fiat Invencível.

          • Domingos

            É um preço bem interessante na T-Jet, ainda mais se pensar que deve existir algum desconto em cima do anunciado. Apesar que o Punto T-Jet mata ele custando menos ainda e sendo melhor como esportivo. Mas ainda bem que podemos agora escolher! Quem precisa do espaço maior tem esse outro modelo com o mesmo motor…

    • Bob Sharp

      Domingos
      Preço de Honda? Qual?

      • Domingos

        Bob, o Fit DX e o LX estão praticamente empatados em preço com o que pede o Siena com os itens básicos que se quer hoje de um carro.
        Esse carro sem ar talvez sirva para locadoras apenas. Ninguém quer carro na faixa dos 40 mil sem esse item e ele não faz exatamente o papel de carro basicão onde cada economia conta e se justificaria essa atitude.
        Se for pegar o 1.6, o preço é o mesmo ou maior que um Fit e com poucas regalias a mais para justificar. E o Fit em espaço e praticidade é tão bom quanto qualquer sedã pequeno – geralmente é melhor…
        Dando minha opinião, me parece que a Fiat apostou muito no fato de ter ficado um carro bonito e também se baseou no sucesso dos últimos Sienas para colocar o preço lá em cima.
        Não tenho visto boa quantidade do modelo nas ruas… Acho que é bem claro o por quê. Uma pena.

        • Mr MR8

          Nunca vi um carro tão depenado em itens de conforto/praticidade como o Fit DX 2015.

  • CorsarioViajante

    Uma dúvida, se é para andar 99,99% do tempo na cidade não seria melhor um hatch, como o próprio Ka, HB20, Up e cia? Ou o porta-malas faz a diferença?

    • Comentarista

      Porque tenho crianca pequena e sempre falta espaco no carro. No Punto era “menos pior”. No 500 nem preciso falar rsrs.

      • KzR

        Concordo. Daria para usar o hatch, mas de alguma forma, bagagem e bolsas extras acabariam viajando em cima dos bancos não utilizados.

    • Bob Sharp

      Corsário
      Mesmo na cidade há ocasiões em que se precisa levar/buscar alguém no aeroporto…

  • Lorenzo Frigerio

    Bob, perdoe a ignorância… mas o que define um “Grand” Siena? A distância entre eixos?

    • Ilbirs

      Daria para dizer que foi a opção que a Fiat fez para o Siena novo para que ele competisse com Logan, Versa, Cobalt, Fiesta Sedan e outros pequenos esticados.
      Porém, o problema foi o de não ter um modelo pequeno que concorra de fato com sedãs pequenos de raiz (Prisma, Voyage, Ka+ e outros), além de sabermos que há casos de sedãs pequenos esticados cujo acréscimo de comprimento foi enganoso (ainda mais quando vemos que um Ka+ é mais espaçoso que um Fiesta Sedan). Além disso, o comprimento prejudica a acomodação de um sedã médio de fato (como o que se fala que será feito sobre a base SUSW já conhecida no Renegade e que será parte da substituição do Bravo, conforme rumores).

  • Fabricio d

    A Fiat persiste no erro de não fechar pacotes mais atrativos na versão de entrada, muitos itens básicos são opcionais. Minha mãe chegou a ir à Fiat, aliás os últimos 3 carros dela foram Fiat, mas preferiu o HB20s de entrada, (41 mil) que veio com som com Bluetooth e controles de som e celular no volante, ar, direção hidráulica , abertura interna da mala e tanque, travas, vidros elétricos nas 4 portas, computador. de bordo, sensor de estacionamento, chave canivete, subida dos vidros automática ao acionar o alarme). Na simulação com o vendedor da Fiat ao equipar com os mesmos itens do HB20s deu uma diferença considerável . O senão do HB20s era o motor, para mim não serviria, mas como o trajeto dela é praticamente 100% cidade, o 1.0 de 80 cv é suficiente, e também pelo estilo de direção dela não faria diferença.
    Ela olhou também o Ka+, mas foi mal atendida pelo vendedor, ruim para ele, pois a Hyundai aqui é em frente à Ford.
    Falando nisso, vocês podiam testar essa versão 1.0 do HB20s.

  • KzR

    Ouvi opinião de conhecido, leigo no assunto, de que o Grand Siena era bem confortável em viagem (falta averiguar versão).
    Além do câmbio macio e punta-tacco fácil, acho interessante a solução do ar-condicionado e as belas rodas 15 empregadas (mais sóbrias que a do “novo” Linea). Não sei se o Grand Siena sofre, mas me pareceu que o painel se prolonga demais para baixo, como nos Palios atuais. Limita espaço para movimentação dos pés.

  • RoadV8Runner

    Até que enfim as fábricas voltaram a oferecer outras cores de interior, que fujam do pretinho básico. E o Grand Siena mostra que é possível oferecer pintura decente em todo o veículo, mantendo o preço na média dos concorrentes. Tudo bem que não acredito que alguém vá ficar admirando a pintura do cofre do motor ou a parte interna da portinhola do tanque de combustível, mas é agradável observar que houve cuidado nos detalhes.

  • Adriano Rech

    repararam no tapete da última foto?

    o que não fazem pra economizar uns trocados.

    • Bob Sharp

      Adriano,
      O tapete é acessório, não é item de série.

    • DPSF

      Você deve estar achando que o tapete é cortado… deve ser isso. O que você está vendo é um acessório da Fiat, onde o tapete original tem um pedaço de carpete (mistura borracha e carpete). Mas a Fiat também oferece um tapete todo em borracha para o veículo…

  • Leo Cordeiro

    Bob,vários conhecidos que retiraram veículos novos em concessionárias recentemente,citam recomendação para que seja utilizado o combustível que veio da fábrica ( álcool ou gasolina ) para completar o tanque,ou se for utilizar combustível diferente,que rode por 20 minutos para que o motor “reconheça” o combustível. Essa informação procede?Tem relação com o ponto verde na portinhola de abastecimento da foto? ( Já li em outra publicação que isso não existe,mas gostaria de saber seu parecer sobre esse assunto ).

  • Leo Cordeiro

    Bob,alguns amigos retiraram veículos novos em concessionárias e foi informado que deveriam utilizar o combustível que veio inicialmente da fábrica para completar o tanque,caso contrário,teriam que rodar 20 minutos,para que o motor “reconhecesse” o combustível.Essa informação procede?Tem relação com o ponto verde na portinhola de abastecimento da foto?(Já li em outra publicação que isso não é verdade,mas gostaria do seu parecer sobre esse assunto ).

    • Bob Sharp

      Leo Cordeiro
      Nesse caso o ponto verde é para informar ao jornalista que o carro está abastecido com álcool. A Volkswagen também faz isso. Realmente, se o carro não rodar cerca de 10 quilômetros com combustível diferente do que estava, não haverá a identificação correta, dificultando ou impossibilitando a próxima partida a frio. Mas isso só se estivesse rodando com gasolina e reabastecesse com álcool; ao contrário, sem problema.

  • João Guilherme Tuhu

    Afinal, os Siena/Palio modernos têm ou não barulhos de suspensão? É o que mais se comenta pela Net.

    • Davi Reis

      Eu escuto em alguns (sempre 1.4), não em todos. O que eu escuto bastante por aqui em BH, são muitos, muitos taxistas reclamando da queda de qualidade do antigo Siena para o Grand Siena. Já peguei um taxista que tinha um desses, 1.4, e com 40.000km rodados, disse que já teve problema em tudo no carro, menos no kit GNV (era um Tetrafuel). Ar-condicionado, bomba d’água, bateria e outras coisas que não lembro agora. Por outro lado, sempre pergunto para os motoristas que rodam com o 1.6 e eles dizem que nunca tiveram problema, mas temem um pouco por tanto escutarem seus colegas tendo problemas com o 1.4. Eles também sempre comentam como o carro é menos cansativo no trânsito intenso, não só pela maior força disponível, mas também pelo motor ser mais silencioso e a suspensão menos sacolejante.

    • DPSF

      Comprei um Grand Siena 2013. A suspensão é o calcanhar de aquiles desse carro, isso nos modelos 2013, e nos 2014 em diante a Fiat acertou as suspensões. Troquei duas vezes os coxins dianteiros, troquei pivôs das balanças, terminais de direção e na traseira foram trocados os coxins (fora da garantia troquei um…). A suspensão traseira não é igual ao do novo Palio, o Grand Siena usa a suspensão traseira do Punto (bitola mais larga que o Palio). No geral um bom carro, mas essa suspensão me deu muita dor de cabeça. Pelo que eu ouvi falar, esses problemas foram causados pelos fornecedores, e atingiu as versões 1.4 e 1.6 16v.

  • João Guilherme Tuhu

    Nos últimos testes, o Up andou melhor que o 1.4 Evo…

  • Barroso

    O que mais faz falta nessa versão é um cabeçote 16v. Ficaria perfeito
    Essas rodas são lindas, umas das mais bonitas da Fiat. Será que regularizaram a sua disponibilidade?
    Bob, esse modelo não tem abertura interna do porta-malas ou não fica mais junto a do tanque?

    • Bob Sharp

      Barroso
      Não tem, há apenas a do tanque.

      • Felipe Rocha

        O porta-malas abre pressionando o logotipo da Fiat da tampa. Chamam de “Logo Push”. Se o carro está destrancado, é só dar um toque e a tampa sobe automaticamente.

    • Ilbirs

      Há sempre a opção com motor 1.6 E.torQ para essas ocasiões, mas concordo contigo sobre já ter passado da hora de os motores brasileiros deixarem para trás os cabeçotes de duas válvulas por cilindro.

      • Malaman

        Que ocasiões? O que tem ha ver um coisa com a outra? Porque sempre que se comenta que se quer uma melhoria em um motor sempre tem alguém pra dizer “Ah, mas tem o outro”? Se fosse assim todo carro só precisava ter uma versão de motor, a mais potente.

      • Bob Sharp

        IIbirs
        Também acho, já não é sem tempo.

        • Ilbirs

          Acrescente-se aí o fato de a gasolina agora ter 50 ppm de enxofre e permitir sossegadamente o modo estratificado nas injeções diretas. Logo, também fica aquela pressãozinha para que se fabriquem localmente, e não apenas importem, motores de tal configuração. Pode ser que tenhamos isso devido às metas de consumo do Inovar-Auto.

    • DPSF

      Basta apertar o botão da chave do veiculo que destrava o porta-malas, ou então, do lado de fora do veículo, apertar o logo da Fiat que fica na tampa da mala.

    • João Guilherme Tuhu

      E a Fiat já fez os Fire com esse cabeçote. Está lá nas prateleiras de Betim…

  • Davi Reis

    Apenas um adendo: o rolling do Siena 1.4 é um pouco maior do que o “normal”, vamos dizer assim, mas ainda assim é muito mais contido do que de Fiats passados. Em curvas, frenagens e arrancadas, o comportamento do carro me parece normal, bem ao padrão Fiat. Essa observação que fiz foi baseada no comportamento do carro ao passar com apenas uma das rodas em tampas de bueiros desniveladas, passagens de nível e valetas. Em momentos assim, onde é normal todo carro dar uma certa balançada, o Grand Siena 1.4 te joga mais de um lado pro outro (movimento transversal mesmo) do que modelos semelhantes, e também me parece que leva um pouco de tempo a mais pro carro se “recompôr”.

    Tudo isso eu reparei em modelos 2013 e 2014, mas pode ser que a Fiat tenha promovido alterações no modelo 2015. Já aconteceu antes da marca alterar calibragens na surdina, como aconteceu com o E-Torq 1.6. No lançamento, era um motor muito apático em baixas rotações, mas hoje, não compromete. Poderia ter um pouco mais de pegada, mas não chega a ser ruim.

    • Zé do Galo

      “Like a Rolling Stone”…

      • Roberto Neves

        Bob Dylan!

  • CorsarioViajante

    Hahaha no 500 devia ser uma tristeza!

  • Bob Sharp

    Fabricio d
    Enquanto a Hyundai Motor Brasil continuar desrespeitando a imprensa obrigando-a a retirar carros de teste na fábrica em Piracicaba, no interior, a 160 quilômetros da capital, sem chance de termos essa versão no Ae. imagine se Renault e Fiat fizessem o mesmo, buscarmos carros em Curitiba e Betim!

  • Bob Sharp

    Lorenzo,
    Claro, um Siena maior, na distância entre eixos inclusive.

  • Bob Sharp

    Comentarista
    Você falou o óbvio, nada acrescentou. “Peladão” por “peladão” ou completo por completo, o Attractive completo será mais caro que o Essence básico. Qual você preferiria? Como não dispenso ar-condicionado — prefiro viajar de Celta com o equipamento do que de BMW 328i com ar-condicionado quebrado — e se procurasse gastar o menos possível, ficaria com Attractive completo, mesmo que não andasse tanto.

    • Comentarista

      Bob. Não falei óbvio por óbvio. Você é que não entendeu. Veja bem, eu disse que um Attractive completo fica mais caro que o Essence básico. Só que o Essence básico vem de série com ar-condicionado e mais um pacotão de série que só se encontram no Attractive se comprar a parte. Por isso, certamente para quem quer um carro com o mínimo de conforto (ar, direção e trio elétrico) o Attractive recheado não compensa.

  • Ilbirs

    http://autoentusiastas.com.br/wp-content/uploads/2014/12/DSC01528-460×311.jpg

    Só para deixar registrado o quão boa é essa solução para as saídas de ar centrais do Grand Siena, em que ao mesmo tempo há as clássicas duas direcionais que apontam para a frente complementadas pelas fixas que cospem ar frio para cima para deslocar o ar quente para baixo.
    Como já comentei em outra ocasião, mudar o esquema de saída de ar central é uma daquelas coisas que fariam bem ao up! em sua carreira. Observe-se que seria questão de trocar aquela gradinha por outra em estilo “cabeça de ET do Spielberg” que tivesse tanto as saídas para a frente (os “olhos” do ET) e outra para cima (o “cocoruto”), com as saídas frontais em formato retangular:

    http://3.bp.blogspot.com/-AxspcMJcwUY/U1lsN6g815I/AAAAAAABUPQ/llyc9p03KdA/s1600/novo-vw-up-i-motion-automatico+%288%29.jpg

    Tenho visto gente no Nordeste reclamando da tal saída única e fixa, podendo ser essa uma das razões de restrições à venda do carro por lá. Não acho que seria tão difícil assim deixar uma solução como a do modelo da Fiat.

    • EJ

      Moro no Nordeste, e a questão é que como em várias localidades o nível de insolação é extremo (Fortaleza por exemplo, quase na linha do equador), é costume/necessidade projetar os difusores para o rosto pra amenizar a forte temperatura. Não é o certo para a saúde nem o correto para a circulação do ar, já que a climatização é mais eficiente se direcionada pra cima, porém não adianta discutir com o mercado, que impõe regras informais como não comprar carro compacto de duas portas, abandonar as “peruas” etc.

    • Cristiano Reis

      O ar-condicionado do up! é muito bom, no começo estranhei não poder regular as saídas centrais, mas afirmo, pode acreditar, não fazem falta. E eu rodo em Sobral, no Ceará, cidade queeeeeeeente pra caramba.

  • Bob Sharp

    Comentarista
    O Attractive traz de série direção assistida hidráulica e e acionamento elétrico dos vidros dianteiros. Muitos compradores buscam o menor preço possível por necessidade e terão de recorrer ao Attractive que, como escrevi, atende perfeitamente bem às necessidades. É por isso que é fabricado.

    • Alexandre Cruvinel

      Bob, explicando melhor já que sou Grand Sienista militante: O Attractive com os MESMOS equipamentos do Essence praticamente empata no preço. A saber, ar condicionado e rodas de liga leve. No resto são praticamente iguais em equipamentos, mas o interior do Essence é um pouco mais caprichado.

      • Roberto Neves

        Gostei do “grand sienista militante”! Tornei-me um também, alguns meses depois de ter comprado um Essence 1,6 (motor E.torquQ) com câmbio manual.

  • Bob Sharp

    KzR
    Nem sempre.

  • Bob Sharp

    Corsário
    É bom rever bem esses números.

    • CorsarioViajante

      Vi no BCWS, no comparativo Ka x Up x Uno 1.4

  • Bob Sharp

    Davi Reis
    Se os europeus fosse ouvir taxistas não comprariam BMW, uma vez que a Mercedes domina o mercado de táxis. Fora que sua amostragem me parece insuficiente para uma conclusão.

    • Davi Reis

      Como eu disse, são apenas impressões, que podem mesmo variar de pessoa para pessoa. Para chegar à conclusão definitiva, acredito que apenas na mão de pilotos de teste das fábricas, em situações controladas e fazendo uso de aparelhos de telemetria para acompanhar o trabalho da suspensão e afins. Concordo que o que é bom para um pode ser ruim para o outro, mas dei exemplo de relatos de taxistas como um reflexo da opinião de quem tem o carro e roda bastante, afinal, também são consumidores como nós. Não quis insinuar que a voz deles é a voz de Deus.

  • Bob Sharp

    Tuhu
    Estamos tratando de Grand Siena, não de Uno. Este teste no uso do Fiat envolve todos os aspectos de sua utilização. Você certamente não acha que quem precisa de um sedã com bom espaço e ótimo porta-malas e que ande razoavelmente bem se contentaria com um up!, Uno e Ka só por causa de numerozinhos, acha?.

    • João Guilherme Tuhu

      Concordo. Eu não trocaria. Pra mim quanto mais porta-malas, melhor. O desempenho não é hoje o principal, principalmente com as restrições eletrônicas e arrecadatórias destes governos… Fiz a comparação apenas sobre os propulsores. É visível que os Fire ficaram para trás.

  • João Guilherme Tuhu

    DPSF, mataste a charada. Também pensei que o tapete era cortado…

    • DPSF

      Tuhu, olha a foto onde está em destaque a alavanca do bocal do tanque ali dá para ver perfeitamente o tapete por cima do carpete.

  • DPSF

    Bom, vou dar as minhas impressões sobre este modelo, afinal tenho um com os mesmos acessórios do que este vermelho que o Bob testou. Muda só a cor. Já citei aqui que os grandes problemas que eu tive com este carro foram os problemas de suspensão dianteira e traseira (meu modelo é 2013). Foram diversas idas `concessionária, e ainda assim, após o término da garantia, ainda troquei um coxim dianteiro e traseiro. A moldura do farol de neblina queimou a pintura por causa do calor da lâmpada (original), que foi trocada em garantia. No resto, seguiu seu curso normal, estando agora com 40 mil km rodados. Manutenção preventiva e gasolina. Nada mais. Espaçoso, bonito (subjetivo), porta-malas grande, cabem todas as tralhas da esposa e da bebezinha, econômico, seguro barato. Não acho a suspensão molenga, como também não acho o motor fraco (88 cv), pois cumpre seu papel. O motor é bem elástico, a curva de torque é boa. Para um pai de família que não tem pretensões esportivas, serve… em um futuro, caso não dê para dar um upgrade para algum carro japonês médio, vou de Grand Siena novamente, mas na versão 1.6 16v e com Dualogic. Só me assustei com o atual preço da versão básica desse 1.4. Na época em que eu comprei o meu o preço inicial era por volta de 37 mil…

  • Bob Sharp

    Domingos
    Ou se quer um sedâ, ou se quer um hatchback com jeito de monovolume. Usar preço como critério de escolha para tipo de carroceria é totalmente sem sentido e denota imaturidade do mercado. Fora que o Fit DX começa em R$ 49.900. E como eu, muitos preferem um sedã a um monovolume ou hatchback, inclusive por questão de volume de porta-malas.

    • Domingos

      A comparação é um pouco fora de propósito mesmo, Bob. Eu concordo.
      No entanto o Fit é um carro muito prático e que faz um papel muito versátil, que só vai perder para um sedã pequeno como o Siena em volume de porta-malas mesmo. Existe a questão de desenho e estabilidade, mas beleza cada pessoa tem uma preferência e em estabilidade um monovolume acertado corretamente como o Fit não deve para um sedã pequeno com acerto para conforto… Eu só vejo desvantagem na entrada de curvas, continua não sendo o ponto forte dele. Mas está bom agora.
      A questão na verdade é que o Honda já não é barato e ocupa uma categoria no nosso mercado acima do Siena. Além da qualidade mecânica e no pós-venda da Honda, um Siena meramente com ar condicionado e motor 1.4 8v chegar a 47/48 mil (portanto empatando com o Honda na prática) é bem absurdo para mim.
      É como se o Honda já cobrasse um sobrepreço pelas suas qualidades, o que é até certo ponto justo, e aí a Fiat decide fazer o mesmo ainda mais meramente pelo carro ser bonito.
      Me parece muito num Palio sedã, com todas as qualidades que tem. Ao menos a Honda teve que conquistar a fama e o preço que tem…

  • André Santos

    Gostaria que fosse feito uma avaliação no Grand Siena TetraFuel, que usa o motor EVO Fire com melhoria para o uso do GNV.

  • Rogério Ferreira

    Bom, assim, como DPSF, comentou abaixo, também posso muito falar sobre o modelo, uma vez que possuo o Novo Palio, que é a sua versão hatch, e minha irmã possui um Grand Siena 1,6 com câmbio Dualogic. Como bem já divulguei em outro posts, enfrento problemas, meu carro está com 20.000 km e a suspensão dianteira faz tanto barulho que parece ter mais que essa quilometragem. A suspensão do Novo Palio foi muito endurecida, ao ponto de você transpor uma lombada e sentir um desconforto absurdo.. Quanto ao desempenho e ao consumo, sem reclamações. O motor E.torQ 1,6 sobra no Palio. anda muito e gasta pouco. A ergonomia é uma das melhores que já vi, e possível dirigir por horas e horas sem cansar. O espaço interno é exemplar, e o tom claro dos bancos, painel, e revestimentos me agrada, em que pese a simplicidade. Se não fosse a suspensão, estaria sim, muito satisfeito.

    • Davi Reis

      Problemas na suspensão do Palio 1.6? Poderia nos contar mais, Rogério? Já vi muita gente reclamando disso nos 1.0 e 1.4, mas nunca no 1.6.

  • Leo Amaral

    Bob, eu te vi sentando fumando um cigarro e conversando com outra pessoa bem na frente do edifício Paulista Plaza na semana passada… quase fui te cumprimentar mas achei que poderia causar algum incomodo. Eu sempre imaginei que numa dessas suas vindas ao escritório da FIAT eu iria acabar dando de cara contigo. Vejo muito movimento de varios jornalistas por aqui retirando os carros da FIAT para avaliação. Alias, esses carros de avaliação lotam o estacionamento do edifício… Abraços

  • Adriano Rech

    opa, valeu a dica, desculpem a falha.

  • Ilbirs

    Comentário que deu origem às ocasiões que eu mencionei e que você está estranhando:

    O que mais faz falta nessa versão é um cabeçote 16v. Ficaria perfeito
    Essas rodas são lindas, umas das mais bonitas da Fiat. Será que regularizaram a sua disponibilidade?
    Bob, esse modelo não tem abertura interna do porta-malas ou não fica mais junto a do tanque?

    O que comentei:

    Há sempre a opção com motor 1.6 E.torQ para essas ocasiões, mas concordo
    contigo sobre já ter passado da hora de os motores brasileiros deixarem
    para trás os cabeçotes de duas válvulas por cilindro.

    O que uma coisa tem a ver com a outra? O fato de que a alternativa à sonegação que a Fiat faz de um cabeçote 16v no Fire estar na própria gama do Grand Siena na forma do motor 1.6 E.torQ do Essence, cujo cabeçote é de quatro válvulas por cilindro. Lamenta-se que a Fiat tenha acabado com a opção multiválvulas em um motor aqui introduzido com tal configuração? Claro que se lamenta, mas não vamos chorar o leite derramado nem violar a garantia do Attractive indo buscar um cabeçote de um Fire mais antigo em um ferro-velho qualquer. É a realidade, meu caro.

    Considere-se também que a diferença de preço dos modelos não é assim tão grande. Um Attractive básico sai por R$ 42.280, enquanto um Essence também sem opcionais sai por R$ 47.370. O Essence básico tem a mais que o Attractive, além do motor diferente:

    1) Ar-condicionado (sai por R$ 3.100 no Attractive);

    2) Banco do motorista com regulagem de altura (que só pode ser adicionado ao Attractive se fazendo parte do Kit Emotion 1, que também inclui apoio de braço central no banco do motorista, acabamento em tecido exclusive e faixa horizontal no painel, tudo isso por R$ 742);

    3) Frisos laterais cromados (indisponível no Attractive, mas aqui só pacote de estética);

    4) Indicador de temperatura externa (indisponível no Attractive, mas aqui algo que é mais perfumaria que qualquer coisa);

    5) Luzes de leitura dianteiras com spot (também não se vai morrer sem isso, mas são bem úteis, mas estão indisponíveis no Attractive);

    6) Rodas de liga leve 6.0 x 16″ mais pneus 195/55 R16 com baixa resistência a rolagem. Aqui, sem problema, pois pneus ultrabaixos são mesmo problemáticos em nossos pisos esburacados. A opção mais próxima que há para o Attractive é o conjunto de rodas de liga leve 6X15, que saem por R$ 1.053;

    Um Grand Siena com esses equipamentos vai para R$ 47.175. Logo, acaba valendo mais a pena ir para o Essence básico, que também tem o benefício do motor mais forte e multiválvulas. Logo, um Attractive só vale mesmo a pena se vier básico, pois com os equipamentos mencionados ele acaba chegando perigosamente próximo do Essence.

    Por que sempre que se comenta o desejo de melhoria de um motor sempre tem alguém para dizer “ah, mas tem o outro”? Porque se há essa opção original de fábrica e o próprio 1.6 em questão anda mais e tem diferença de consumo negligenciável em relação ao 1.4 8v, acaba sendo a opção multiválvulas que se tem e o pacote oferecido compensa bem, mesmo que não se precise de um motor mais potente.

  • Bob Sharp

    Leo
    Teria sido um prazer, ora, incômodo nenhum! Eu conversava com o assessor técnico de imprensa da Fiat, Ricardo Dílser, que era meu ajudante de testes na revista Oficina Mecânica em 1988/1990. Como ele também fuma, me acompanhou até a saída (eu fora lá devolver o Grand Siena Attractive) e enquanto eu esperava um táxi aproveitamos para acender um…

  • Ilbirs

    Aqui, no caso, seria acrescentar uma função a mais na ventilação do up!, que continuaria cuspindo ar para cima, mas teria também a opção de saída de ar direcional, que também tem sua utilidade, como a de secar mãos suadas, algo que é possível no Grand Siena e também no RAV4 da atual geração, que possuem saídas centrais dos dois tipos.

  • Alexandre Cruvinel

    Bob, você lembra se o Essence era mais macio de suspensão ? Não sei se sempre foi ou amoleceram nos mais novos. Achava a suspensão do Attractive que tivemos no ponto, depois que trocamos os Goodyear ecológicos por Pirellis, o carro ficou melhor ainda, muito bom em curvas.
    Já o Essence atual acho que passou do ponto, muito mole. Para andar sossegado vai bem, filtra melhor o asfalto ruim. Mas não sinto a mesma confiança para se atirar nas curvas como fazia com o anterior.

  • Nilton

    Claro que é bem tarde para se comentar esta matéria, porém o “desligamento” de fim de ano era mais que necessário. Confesso ter ficado bastante surpreso com o comentário do Bob a respeito do desempenho, pois vi em outra “fonte de informação automobilística” um comparativo do Uno 1.4 com os modernos 1.0 up! e Ka, comparativo no qual o Uno “suou a camisa” para acompanhá-los, esperava que num carro maior e mais pesado o desempenho fosse (pela lógica) ainda pior, o que pode ter ocorrido (um motor daqueles “privilegiados”?)?